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Queremos te ouvir, te consultar, dialogar. Aqui voc√™ deixa sua opini√£o, coment√°rios, sugest√Ķes.
E qual deve ser a posi√ß√£o do PSDB sobre o tema indicado. Sua contribui√ß√£o ser√° fundamental para deÔ¨Ānir os rumos do partido.

Este t√≥pico cont√©m 246 respostas, possui 236 vozes e foi atualizado pela √ļltima vez por  Patricio Souza da silva 1 m√™s, 2 semanas atr√°s.

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    Vinícius Ferreira
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    Precisamos equipar os policiais e criar a Ronda Escolar e voltar as bases da Polícia Comunitária.

    • #1461
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      Fabiano Martins
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      A seguran√ßa p√ļblica precisa ser observada em uma vis√£o bilateral. √Č necess√°rio atuar na qualifica√ß√£o das for√ßas de seguran√ßa, quebrar o ciclo da organiza√ß√Ķes criminosas, rigidez na aplica√ß√£o da lei, investimento em inclus√£o social e educa√ß√£o para possibilitar aos jovens caminhos s√≥lidos na vida.

    • #2541
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      Caio Alexandre Gomes da silva
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      A seguran√ßa √© uma pauta importante, e entendo que ha uma necessidade de um maior respaldo para as corpora√ß√Ķes policiais e for√ßas de seguran√ßa publica

      √Č necess√°rio que haja resposta imediata ao crime organizado, tr√°fico de drogas e fac√ß√Ķes.¬†As for√ßas de seguran√ßa p√ļblica precisam de fato ser atuantes e com total apoio dos governos.

    • #5402
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      Lucas Bertoni
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      Boa tarde.

      Creio que a pol√≠tica de seguran√ßa p√ļblica do Brasil enfrenta um momento grave de desorienta√ß√£o. A come√ßar por n√£o haver um real balan√ßo e um estudo verdadeiro das reais dificuldades da seguran√ßa p√ļblica nas diferentes regi√Ķes do Brasil. E esse √© o primeiro ponto a ser atacado. Cada regi√£o e cada Estado brasileiro enfrentam desafios de seguran√ßa distintos. Seja a quest√£o fronteiri√ßa, de contrabando de mercadorias e especialmente o tr√°fico internacional de drogas e armas, seja o crime organizado na forma de mil√≠cias locais que assombram a popula√ß√£o, seja a marginaliza√ß√£o da pobreza nas grandes metr√≥poles, tirando oportunidades das pessoas e praticamente incentivando os pequenos delitos, seja o clima de guerra criado em alguns lugares, em decorr√™ncia do despreparo e trucul√™ncia da pol√≠tica militar. Portanto, n√£o h√° como pensar em uma seguran√ßa p√ļblica no Brasil, quando elas s√£o tantas…

      Outro desafio a ser combatido, na minha opini√£o, envolve a pr√≥pria pol√≠cia militar. Por uma quest√£o hist√≥rica, nossa pol√≠cia foi preparada para enfrentar as pessoas, n√£o monitor√°-las. Ela √© treinada para punir e agredir, e n√£o para educar ou conduzir. Em qualquer lugar do mundo onde prevalece a democracia, o aparato policial n√£o √© controlado por militares. Por mais violento que o Brasil possa ser, o policiamento n√£o pode resolver trucul√™ncia com mais trucul√™ncia. Para mim, a unifica√ß√£o das pol√≠cias traria bons resultados para ambas. Para a pol√≠cia militar, haveria maior preparo e menos trucul√™ncia, e poderia tornar a pol√≠cia civil menos corrupta do que √© hoje…

    • #5403
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      Lucas Bertoni
      Espectador

      Em rela√ß√£o ao crime organizado, o problema s√≥ ser√° resolvido com pol√≠ticas p√ļblicas para libertar as comunidades do controle dessas quadrilhas, e intelig√™ncia para combater as linhas de comando e os fluxos de financiamento dos criminosos. O poder dessas organiza√ß√Ķes vem disso: financiamento alto, e coa√ß√£o de inocentes. Esses dois aspectos dificultam a a√ß√£o do Poder P√ļblico que desperdi√ßa rios de dinheiro p√ļblico em opera√ß√Ķes malfadadas que n√£o trazem resultado real e sacrificam a vida de inocentes. Sem que a popula√ß√£o se veja livre do controle desses bandidos, praticamente imposs√≠vel ser√° combat√™-los.

      Finalmente, não há como ignorar que no Brasil temos uma forte criminalização das minorias. Não é preciso dizer que os jovens negros são tratados pela sociedade como bandidos, bem como as mulheres negras tem até 07x mais chance de sofrerem abuso sexual ou feminicídio do que as mulheres brancas. A luta contra a violência contra a mulher como política de Estado é super recente e vem trazendo bons resultados, embora haja um caso de abuso sexual por minuto no país. Isso sem falar da homofobia e da transfobia, em um país cujo sincretismo cultural e miscigenação assombra, pois somos um dos países que mais matam pessoas LGBT no mundo. Sem que existam planos de contingência nacional para combater a violência contra esses grupos, como política de Estado forte e impositiva para todo o território nacional, os resultados demorarão a chegar.

    • #1934
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      Ryco Lima
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      De fato a Seguran√ßa √© um tema fundamental para a mudan√ßa, que o PSDB, como basti√£o da democracia, deve proporcionar. Mas, para isso devemos entender a situa√ß√£o em que o Brasil se encontra, e em seguida filtrar por Estados, Munic√≠pios, Bairros e Comunidades. Atribuo a essa calamidade que vem assolando o bem-estar social, primeiramente a situa√ß√£o social em que alguns se encontram (desigualdade), em seguida, desespero das Drogas, a omiss√£o e outras m√°s condutas por parte do Estado, esses representados por suas Secret√°rias de Seguran√ßa P√ļblica e suas Corpora√ß√Ķes.

      Certo que a inseguran√ßa √© um tema que requer solu√ß√Ķes imediatas, mas nenhuma medida simplista poder√° resolver a um problema complexo. Isto √©, a resposta pra esse problema de agora, √© o reflexo de a√ß√Ķes passadas. Cito a quest√£o das “favelas”, que se criaram como um amotoado de pessoas que n√£o tinham onde morar, que n√£o tinha infraestrutura b√°sica, que n√£o tinham oportunidade, o que levaram (a princ√≠pio por subsist√™ncia) ao crime. V√™-se tamb√©m, nos √ļltimos tempos, o aumento do poder das Fac√ß√Ķes Criminosas n√£o em um aspecto pequeno, mas amplo se dirigindo ao Brasil, chegando at√© a institucionalizar, o crime.

      Vejo que as Drogas, que √© de onde vem obviamente o tr√°fico, seria que por onde se combateria e traria uma solu√ß√£o mais “r√°pida” para esse problema. Como? Investindo na seguran√ßa de onde passa a rota da droga, por vias a√©reas, mar√≠timas e terrestres. Pra isso, um novo modelo deveria ser apresentado, inviabilizando a circula√ß√£o desses produtos. Creio que, por intermedio dos agentes de seguran√ßa poderia ocorrer mais for√ßa policial ativa, com supervis√£o das corpora√ß√Ķes, e das Unidade de Seguran√ßa Regional, que seria respons√°vel na conten√ß√£o de danos em casos de calamidade como ocorreu no Cear√° no inicio de 2019 e durante o m√™s de Setembro. Acredito que atrav√©s de bonifica√ß√Ķes para os policiais (PM e PC), ajudaria na valoriza√ß√£o da classe, refor√ßando uma valoriza√ß√£o da classe desde sua forma√ß√£o na acad√™mia e durante toda a vida p√ļblica do agente.

      A priore, vejo e exponho minha opini√£o sobre esse tema.

    • #2042
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      Beatriz Leite
      Espectador

      √Č IMPORTANTE ENFRENTAR O TEMA DA SEGURAN√áA NO BRASIL ATUAL. A SEGURAN√áA P√öBLICA √Č SEMPRE UM DOS TEMAS MAIS LEMBRADOS PELOS CIDAD√ÉOS EM TODO O PA√ćS. PARA ISSO √Č NECESS√ĀRIO INVESTIMENTOS NA √ĀREA DA SEGURAN√áA, QUALIFICA√á√ÉO PROFISSIONAL E MELHORIA NA METODOLOGIA DE ENFRENTAMENTO AO CRIME. ENFRENTAR O TRAFICO DE DROGAS E A IMPUNIDADE TAMB√ČM SE FAZ NECESS√ĀRIO. COMBATER O CRIME ORGANIZADO, MELHORAR O SISTEMA PRISIONAL E ENDURECER AS PENAS PARA CRIMES GRAVES S√ÉO MEDIDAS QUE TRAR√ÉO MAIS SEGURAN√áA.

    • #2594
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      Agenor Alves
      Espectador

      Como sabemos, a seguran√ßa √© de suma import√Ęncia para o andamento do pa√≠s. Desta forma, precisamos de partidos que em suas pautas a seguran√ßa seja crucial, pois assim poderemos combater a criminalidade e consequentemente minimizar a desigualdade social. Precisamos de leis mais robustas que de fato sejam postas em p√°rticas e de partidos que tomem partido sobre essa tem√°tica, o PSDB se torna crucial nesse processo, por ser um partido de articula√ß√£o e de imensa amplitude, possibilitando que a conjunta deste tema seja levada a s√©ria e podendo ser criado metologias que possam de fato tratar esse assunto como ele merce.

    • #3643
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      Henrique Lacasa
      Espectador

      Seguran√ßa P√ļblica sempre foi um tema muito relevante no Brasil. Nos √ļltimos anos o descaso e falta de administra√ß√£o dos √≥rg√£os competentes levaram o pa√≠s ao caos na quest√£o da seguran√ßa.

      Como Paulistano, vejo de perto o trabalho que extensivamente tem sido feito na área, especialmente os mais novos investimentos na Polícia Militar.

      Além de equipar bem nossos policiais e treiná-los da maneira adequada, os líderes devem tomar atitudes que levem à redução da impunidade e ao descaso com vítimas de violência.

      Além disso, algo muito importante, que quase não é feito no país, a reabilitação de presos para reintegração na sociedade deve ser um tema discutido, garantindo que presos possam voltar a ocupar a sociedade de maneira correta e ativa.

      Outro ponto importante que deve ser levado em conta é o respeito aos direitos humanos e às leis do nosso país. Nenhum ser humano deve ser tratado de maneira inferior, em nenhuma situação.

    • #3872
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      RODRIGO THYAGO
      Espectador

       
      <p style=”text-align: center;”>*SEGURAN√áA*</p>
       

      ‚ÄúO mundo √© um lugar perigoso de se viver, n√£o por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer‚ÄĚ Albert Einstein

       

      Inicialmente, imp√Ķe, ressaltar, que os ‚Äúorganismos policiais combatem as consequ√™ncias da viol√™ncia, e n√£o as causas‚ÄĚ. O Brasileiro est√° se sentindo inseguro, com medo, andam assustadas, olhando para os lados, atentos a gestos suspeitos, temerosas de estar onde antes costumavam ir, seja nas ruas, no transporte p√ļblico, em estabelecimentos comerciais ou em locais de lazer.

      O aumento da viol√™ncia em nosso PA√ćS, na √ļltima d√©cada, decorre de flagrante fal√™ncia gerencial proposta pelos governos anteriores, modelos repetidos e ineficientes de gest√£o, aus√™ncia de pol√≠ticas p√ļblicas s√≥cias e falta de investimentos.

       

      A√á√ēES:

      1. Reestrutura√ß√£o administrativa e operacional do minist√©rio de seguran√ßa p√ļblica.

      2.Controle de fronteiras e rodovias.

      3.Investimento em tecnologia e capacitação (inicial e continuada) profissional.

      4. Cria√ß√£o de centrais de monitoramento nas Unidades Policiais com o compartilhamento das imagens (sincronizar as c√Ęmeras privadas de com√©rcios e resid√™ncias com foco para as vias publicas, pra√ßas e ruas com as unidades policiais);

      5. Construção do Planejamento Estratégico de longo prazo, pacote anti-crime não resolve, isso tem objetivo claro de tentar  mostrar serviço.

      6. ¬†Seguran√ßa p√ļblica participativa, n√£o s√≥ otimizando o atendimento ao cidad√£o como recebendo colabora√ß√£o da sociedade atrav√©s de den√ļncias dos crimes locais.

      7. fortalecer a constru√ß√£o de pol√≠ticas p√ļblicas sociais efetivas, em parceria com as OSC`S.

      8 ‚Äď Investimento em equipamentos n√£o letais;

       
      <p style=”text-align: center;”>*RODRIGO THYAGO*</p>
      <p style=”text-align: center;”>*PRESIDENTE DO ITV/SE*</p>

    • #5412
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      JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
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      Além de equipar a Roda Escolar, se faz necessário que esse Tipo de Policiamento seja um mecanismo de mediador de conflitos. Nossas Escolas precisam de Segurança, porém que a polícia saiba conduzir isso dentro de um ambiente Escolar.

      J ROBERTO SILVA J√öNIOR
      CIENTISTA SOCIAL

    • #5422
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      Elaine Silva Ribeiro Silva Ribeiro
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      falar de segurança no Brasil e algum muito complicado poia queros uma Polícia mas bem armada mas ela tem que ae bem remunerda ter uma jornada de trabalaho mesmos exaustiva e mas apoio jurídico e psicologico para os policiais e suas familias .

      E sobre tudo temos que da mas educação a todos e em todas as classes. As que isso e so começo mas e um bom começo.

  • #933
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    Vinícius Kafka Barbosa
    Espectador

    1-Precisamos capacitar nossos policiais e dar a eles todo o suporte necessário para fazer seu serviço com responsabilidade e segurança.

    2-Em bairros perif√©ricos, a ilumina√ß√£o √© fr√°gil, o que permite becos escuros, e fazem o cidad√£o ter de sempre escolher o caminho ‘menos pior’, precisamos mudar essa realidade.

    3- O Estado precisa ser absoluto, não permitir que o crime organizado controle ruas e bairros, é preciso um enfrentamento.

    4- Mais c√Ęmeras espalhadas pela cidade

    5- A educação é fundamental para que as crianças não se tornem futuros bandidos.

    • #1490
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      Jonathan Ferraz
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      O ato de assegurar algo ou alguém vem desde os primódios, quando havia a necessidade de se manter vivo mediante os predadores que eram mais forte e maiores que nós, e a partir deste ponto a humanidade desenvolveu meios para se defender e manter se seguro e isso foi evoluindo de geração em geração.

      Hoje no contexto social pelo qual n√≥s vivemos, √© essencial haver meios de seguran√ßa para manter uma sociedade segura, ent√£o e deve daqueles que foram escolhidos para representarem uma sociedade, promover meios a assegurar o cidadao pagador de impostos do perigos que a vida tr√°s, seguran√ßa sempre foi e sempre ser√° primordial para uma popula√ß√£o feliz, necessitamos de rondas mais ostensivas do pol√≠cias para defedenrem o bem p√ļblico daqueles que n√£o tem uma conduta cidad√£, devemos melhorar a fiscaliza√ß√£o aos pontos de drogas e fechar Los pois assim dificultaremos a propaga√ß√£o de drogas nas cidades e Estados, devemos promover uma grande rede de dados capaz de indentificar todos que circulam em via p√ļblica e part√≠cula para termos o controle de todos e assim acelerar a identificac√£o de criminosos foragidos.

  • #944
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    Jonas Almeida
    Espectador

    A viol√™ncia p√ļblica s√≥ ser√° resolvida quando o estado chegar √†s periferias com moradia, sa√ļde e educa√ß√£o em vez de cacetete, bala e intimida√ß√£o.

    Medidas de curto prazo, como aumento do contingente, capacitação etc. podem melhorar índices de violência, porém essa tende a não ser sustentada. Para que haja uma melhora, é importante observar os diversos exemplos que existem ao redor do mundo e tentar aplicá-los a realidade brasileira.

    Sei que muitos conservadores torcem o nariz a ideia, mas faz parte da agenda liberal ao redor do mundo a discriminaliza√ß√£o e explora√ß√£o comercial de algumas drogas, como a cannabis. Observando experiencias mais antigas (Portugal e Holanda) e mais recentes (maior parte dos estados dos EUA e o Uruguai), percebe-se al√©m da redu√ß√£o de crimes relacionados √†s drogas, melhoras no acesso a sa√ļde do usu√°rio (um doente, n√£o um criminoso), bem como a arrecada√ß√£o de impostos sobre a ind√ļstria. Nesse contexto, poderia desmobilizar grande contingente que age nessa esfera (for√ßa de trabalho) para outras, seja no combate ao tr√°fico de coca√≠na por exemplo ou patrulhamento. Sem esquecer tamb√©m no grande golpe √†s finan√ßas das organiza√ß√Ķes criminosas subtrair uma parcela t√£o importante de seus faturamentos.

    Somado a isso, o investimento em intelig√™ncia associado a tecnologia poderia tamb√©m otimizar as atividades policiais, com objetividade e acertividade. Muitos dos crimes como venda e compra de drogas, armas, assaltos etc. s√£o planejados em redes sociais, aplicativos de mensagens e outros meios eletr√īnicos. O uso de drones tamb√©m tem se mostrado de grande utilidade no combate a atividades il√≠citas (garimpo, rotas de entrada de drogas, desmatamento etc) e podem ser aliados no patrulhamento fronteiri√ßo, por exemplo. Cameras com reconhecimento facial mostraram-se igualmente promissoras e tem sido incorporadas a diversas cidades ao redor do mundo.

    A requalificação dos centros de grandes cidades também podem ter impacto positivo na segurança publica. Tanto revitalizar praças e áreas centrais, porém igualmente habitar areas no entorno, transformar a grande quantidade de prédios antigos e ociosos que se repetem em grandes e médias cidades brasileiras em moradias diminuiria o deficit por casas, traria as pessoas para mais perto de seus trabalhos, favorecendo a qualidade de vida e reduzindo os custos com transporte, além de ocupar os espaços: o que reduz de fato a criminalidade é a presença popular nas ruas.

    Seguir observando tamb√©m popula√ß√Ķes vulneraveis √© chave para redu√ßao de crimes de √≥dio, seja racismo, feminicidio (machismo), com estruturas voltadas a essas pessoas e medidas protetivas efetivas √†s vitimas de viol√™ncia, algo que por sorte parece j√° estar ocorrendo h√° alguns anos.

  • #954
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    Cassiano Janu√°rio Cordeiro
    Espectador
    1. Projeto para transformar as favelas com mais de 7.000 habitantes em uma cidade com Prefeito, vereadores… Se cria uma identifica√ß√£o maior entre os moradores e os seus representantes e aumenta o senso de auto responsabilidade por parte de todos visando manter a ordem.
    2. Instala√ß√£o de c√Ęmeras em pontos estrat√©gicos em todas as estradas vicinais ( Entrada e sa√≠da ) onde acontece sempre casos de estupro, assassinato, roubo a s√≠tios e fazendas…
    3. Debate publico sobre a possibilidade do rastreamento dos ve√≠culos e pessoas de forma instant√Ęnea pela PM ou empresa de seguran√ßa ligada ao estado. Deixando opcional a escolha.
    4. ¬†Cadastro e acompanhamento psicol√≥gico, social e econ√īmico de todas as pessoas desempregadas.
    5. Cria√ß√£o de uma policia n√£o armada voltada apenas ao dialogo e observa√ß√Ķes com a popula√ß√£o.

    No meu entender a área segurança publica precisa de investimentos massivos em tecnologia e inteligencia.

  • #960
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    Jaylan Macedo
    Espectador

    1. √Č necess√°rio reformar as pol√≠cias (militar e civil) e capacit√°-la para que tenhamos agente de seguran√ßas mais capazes de lidar com a popula√ß√£o e que respeitem os direitos humanos. Faz-se necess√°rio humanizar a pol√≠cia e torn√°-la comunit√°ria. A viol√™ncia por parte de agentes da seguran√ßa √© grave √© precisa ser combatida.

    2. √Č necess√°rio criar um patrulhamento das fronteiras e investir em intelig√™ncia para inibir o tr√°fico de drogas.

    3. √Č necess√°rio discutir a descriminaliza√ß√£o de drogas de baixo impacto, como a cannabis, fazendo com que elas sejam reguladas pelo Estado.

    4. Fortalecer o combate às desigualdades sociais, com programas de incentivo à cultura, ao esporte.

  • #976
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    Elizalva Lima
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    Recentemente em visitas nas comunidades carentes da cidade em que moro interior de São Paulo escutei de diversas pessoas que ainda existe um preconceito muito grande por parte de nossos agentes (civis e militares) na comunidade muitos acham que todos que moram ali são vagabundo, chegam a agredir e insultar moradores que são trabalhadores e de boa índole, com isso o que se entende por mais urgente é a melhor preparação e capacitação da polícia, para humanizar e prepara para saberem lidar com o povo, vemos todos os dias praticamente nos noticiários violência brutais sem coerência por parte de agentes que seriam para fazer e trazer a segurança, precisa-se melhorar e aumentar a capacitação de todos.

    • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  Elizalva Lima.
  • #985
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    Gleyson Macedo
    Espectador

    1. Criação de policia especializada para segurança de estabelecimentos escolar.

    2. Criação de centros socias para atender a populacao em localidade que possui  alto grau de violencia

    3. Redução da menor idade penal.

    4. Expansao do projeto vizinhaca solidaria

    • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  Gleyson Macedo.
  • #1012
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    Bolívar Gomes
    Espectador

    Um fator é fundamental: que o Exército seja utilizado para defender e fiscalizar nossas fronteiras, para evitar a entrada do contrabando, tendo em vista que é pela nossa longa fronteira que entram armamentos, drogas ilícitas e etc. Ou se faz isso, ou será paliativo.

    N√£o vejo que o acesso √†s armas seja o caminho. A seguran√ßa precisa ser p√ļblica e feita pelo Estado. Evidente que a Seguran√ßa P√ļblica n√£o est√° boa e o combate ao crime organizado – inclusive miliciano – precisa ser uma bandeira.

    Outro ponto é o combate à corrupção, a começar por deixar claro como funciona internamente no PSDB a procedência com filiados que são réus. Isso precisa ficar claro.

  • #1021
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    Silvia Cibele
    Espectador

    GENOC√ćDIO DA JUVENTUDE NEGRA √© importante quebrar paradigmas, superar os conceitos existentes que viram “dito populares” como se fossem verdades, o que quero dizer √© que o Policial, agente de seguran√ßa ou guarda civil precisam entender que 0 negro n√£o √© suspeito,¬† s√≥ por ser negro.

    As abordagens policiais nos jovens negros nas periferias ou regi√Ķes de vulnerabilidade social s√£o sempre violentas e discriminat√≥rias, √© preciso uma pol√≠tica de estado para a conscientiza√ß√£o do policial para a sensibiliza√ß√£o para um processo de desmistifica√ß√£o do preconceito existente que a o homem negro √© malandro ou vagabundo. Temos quest√Ķes hist√≥ricas que levaram a fam√≠lia negra para a periferia, os antigos corti√ßos √°reas onde os negros libertos da condi√ß√£o de escravos passaram a morar.

    E ampliando a discuss√£o, morar numa comunidade ou na favela n√£o pode ser par√Ęmetro para o r√≥tulo: s√£o bandidos.

    A Segurança Publica precisa de reeducação, reavaliação, ou, sensibilização dos Policias do Brasil para excluir os esteriótipos que exterminam nossa juventude, que não permite que um jovem negro constitua família.

    As pesquisas, a m√≠dia mostra que todo dia jovens negros s√£o mortos em abordagem policial em n√ļmeros muito maiores que jovens brancos o que evidencia o racismo institucional existente.

  • #1023
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    Silvia Cibele
    Espectador

    Também importante o comentário do Bolivar a liberação das armas não diminuirá a violência tão pouco pode ser entendida como forma de dar mais segurança à família brasileira, ao contrário, uma pessoa  nervosa numa discussão se, armada, poderá facilmente atirar contra a vida de alguém que sem a arma em mãos, certamente não faria.

    A mulher negra √© a maior v√≠tima de viol√™ncia dom√©stica, os √≠ndices demonstram que o n√ļmero de agress√Ķes no dia de jogo de futebol, por exemplo, num percentual assustador culminam com o evento morte, exatamente porque no calor da discuss√£o a arma de √© utilizada como desfecho da raiva.

    • #1260
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      Bolívar Gomes
      Espectador

      <p style=”box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1rem; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;”>Concordamos, Cibele. Entretanto, uma medida que pode ser adotada PROVISORIAMENTE seria no campo. Digo isto, devido a dificuldade que nossas pol√≠cias t√™m de chegar at√© ambientes rurais com agilidade a ponto de evitar crimes.</p>
      <p style=”box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1rem; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;”>Defendo, inclusive, que o PSDB elabore uma pol√≠tica de seguran√ßa rural que possa nortear os agentes pol√≠ticos do partido. Assim, al√©m de afirmarmos que a libera√ß√£o do porte/uso de armas no campo n√£o √© uma solu√ß√£o, estaremos propondo um caminho a seguir. Talvez at√© o uso do pr√≥prio ex√©rcito seria uma atitude a curto prazo, at√© que se crie um plano de cria√ß√£o de uma “patrulha rural” e defini√ß√£o se isso seria realizado por meio de responsabilidade do Governo Federal ou Estadual.</p>
      <p style=”box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1rem; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;”>Voltando √†s pautas levantadas pela Cibele, que s√£o de grande import√Ęncia, vejo como fundamental o endurecimento nas leis que condenam crimes de viol√™ncia dom√©stica e a necessidade de dar √† v√≠tima a privacidade e a confiabilidade necess√°ria para denunciar um violentador.

      Outro ponto importante é a progressão de pena. </p>

    • #1273
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      Gregory Gonçalves
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      √Č importante uma revis√£o geral na forma√ß√£o dos policiais civis e militares. Uma forma√ß√£o mais humana e que vise a preserva√ß√£o da vida, o respeito e a dignidade dos suspeitos.

      Deve se premiar comandantes e gestores que reduzirem a letalidade de suas √°reas e que implementem a√ß√Ķes que estimulem a participa√ß√£o da comunidade nas pol√≠ticas locais de seguran√ßa.

      Basear a atitude policial no foco da prevenção do crime.

      Uso da for√ßa somente em √ļltimo caso e ap√≥s esgotadas todas as vias de di√°logo e negocia√ß√£o.

      Adequação da lei penal para o contexto atual. Nisso inclui os códigos penal e de processo penal.

      Implementar programas que visam o cuidado da sa√ļde mental dos agentes de seguran√ßa p√ļblica.

      Investimento em inteligência e investigação policial para a prevenção e elucidação dos crimes.

  • #1025
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    Bruno Cardozo
    Espectador
    1. Atrav√©s da efici√™ncia no direcionamento dos recursos e investimentos p√ļblico nesse importante setor, capacitar, instrumentalizar e valorizar os profissionais da √°rea.
    2. Potencializar o uso de tecnologias modernas, atrav√©s de Parcerias P√ļblico Privadas, instalar o videomonitoramento, assim facilitando e aumentando a efici√™ncia na a√ß√Ķes dos agentes de seguran√ßa p√ļblica.
    3. Investir de forma eficaz em ilumina√ß√£o p√ļblica, especialmente em pontos estrat√©gicos, tais como pra√ßas p√ļblicas, zonas de maior √≠ndice de criminalidade e etc…
    4. Fomentar a√ß√Ķes educativas nas escolas da rede p√ļblica e privada, bem como, rodas de conversas, pain√©is de debate e projetos pedag√≥gicos, sobre seguran√ßa p√ļblica.
    5. Intensificar a guarda de nossas fronteiras, assim dificultando a entrada e o trafico de drogas e de  armamento vindo de países vizinhos.
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  • #1036
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    Silvio T Corrêa
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    Sou a favor da redução da maioridade penal para 16 anos.

  • #1039
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    Alvaro Paz
    Espectador

    Precisamos de mais contrata√ß√£o da Equipe da seguran√ßa p√ļblica do nosso pa√≠s. Nas escolas, nas ruas da cidade e etc…

  • #1041
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    Maurício Martins
    Espectador

    A seguran√ßa p√ļblica √© um tema que, por vezes, se confunde apenas com o policiamento ostensivo. Mas √© muito mais do que isso. A seguran√ßa deveria ser dividida em alguns temas espec√≠ficos, como preven√ß√£o, policiamento ostensivo, fiscaliza√ß√£o, uso da tecnologia, etc.

    Em Pelotas, cidade onde moro, a prefeita Paula Mascarenhas, do PSDB, criou o Pacto Pelotas Pela Paz, um conjunto de a√ß√Ķes que reduziu drasticamente os crimes da cidade.

    N√£o podemos esquecer que a seguran√ßa n√£o pode ser tarefa apenas da pol√≠cia ou do executivo. Os n√ļmeros s√≥ reduzem se a sociedade, como um todo, comprar a ideia. Na minha cidade, o executivo trabalhou juntamente com diversas institui√ß√Ķes p√ļblicas, como a Brigada Militar, Judici√°rio, Defensoria P√ļblica, Conselho Tutelar, Pol√≠cia Federal, entre outras.

    Um ponto muito importante a ser discutido √© a preven√ß√£o. O estado precisa criar a√ß√Ķes para evitar que uma crian√ßa se perca para o tr√°fico de drogas, por exemplo. √Č nosso dever gerenciar projetos para que a evas√£o escolar n√£o seja t√£o alta. Muitas vezes o Estado perde uma crian√ßa que estava dentro de suas escolas. Se n√£o abrirmos as portas, essas crian√ßas podem recorrer √†quelas portas que est√£o sempre abertas; a da criminalidade.

  • #1051
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    Gabriela Cruz
    Espectador

    JUVENTUDE NEGRA VIVA РSEGURANÇA PÚBLICA
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify; line-height: 150%;”><span style=”font-family: ‘Arial’,sans-serif;”>Ao todo mais de 20 mil jovens negros s√£o mortos por ano no Brasil, como mostram as estat√≠sticas elaboradas pela Organiza√ß√£o das Na√ß√Ķes Unidas para a Educa√ß√£o, a Ci√™ncia, e a Cultura (UNESCO), assim como o atlas e o mapa da viol√™ncia publicados entre 2016 e 2018. Estes dados alarmantes de viol√™ncia contra nossa juventude vimos a grande necessidade de unirmos nossas for√ßas em nossa social democracia brasileira e selar uma pacto de humanidade para enfrentar esse problema de forma sistematizada e planejada onde possamos nortear pol√≠ticas que envolvam as diversas dimens√Ķes da vida dos jovens garantindo igualdade racial e de oportunidades iguais para todos. A seguran√ßa p√ļblica necessita prevenir a viol√™ncia e proteger a vida de nossos jovens, superando o racismo institucional que interv√©m atrav√©s da repress√£o, puni√ß√£o e tendo como alvo principal o negro como suspeito padr√£o da pol√≠cia.¬†</span><span style=”font-family: Arial, sans-serif;”>Precisamos de um conjunto de iniciativas transversais de seguran√ßa p√ļblica que visem transformar a realidade dos jovens negros de nosso pa√≠s. </span><span style=”font-family: Arial, sans-serif;”>¬†</span><span style=”font-family: Arial, sans-serif;”>A seguran√ßa p√ļblica precisa de capacitar -se para combater o racismo institucional, promover acesso universal √†s pol√≠ticas p√ļblicas, al√©m de garantir √† juventude negra brasileira o acesso √† Justi√ßa, de modo a reduzir a impunidade e garantir condi√ß√Ķes de seguran√ßa.¬†</span><span style=”font-family: Arial, sans-serif;”>Vamos selar o nosso pacto de humanidade, onde todas as vozes que historicamente foram silenciadas sejam ouvidas, assumindo por todos um real compromisso com a juventude negra e com a id√©ia de que todas as vidas s√£o igualmente importantes.</span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify; line-height: 150%;”><span style=”font-family: ‘Arial’,sans-serif;”>¬†A seguran√ßa precisa como meta estabelecer de forma transversal o enfrentamento do racismo como uma das prioridades da gest√£o p√ļblica, nos √Ęmbitos municipal, estadual e federal, para que sejam desenvolvidas novas pol√≠ticas p√ļblicas para a juventude negra. Nossos jovens n√£o ser√£o apenas n√ļmeros em estat√≠sticas dos homic√≠dios, mas sujeitos de mudan√ßa rumo a uma sociedade mais inclusiva e igualit√°ria e emancipat√≥ria. </span><span style=”font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11pt;”>Al√©m da preven√ß√£o, o objetivo que queremos quando tratar os jovens negros √© ir al√©m da redu√ß√£o de vulnerabilidades e tornar-se uma efetiva pol√≠tica p√ļblica de enfrentamento √† viol√™ncia e redu√ß√£o do n√ļmero de homic√≠dios, compondo uma estrat√©gia de a√ß√Ķes focadas em seguran√ßa p√ļblica e acesso √† uma justi√ßa cidad√£.</span><span style=”font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11pt;”>¬† </span><span style=”font-family: Arial, sans-serif;”><span style=”font-size: 11pt;”>Como estrat√©gia prop√Ķe-se a promo√ß√£o e integra√ß√£o de a√ß√Ķes com foco na transforma√ß√£o de territ√≥rios vulner√°veis, na cria√ß√£o de efetivas oportunidades de reinser√ß√£o, inclus√£o social, autonomia e emancipa√ß√£o e </span><span style=”font-size: 14.6667px;”>resinifica√ß√£o</span><span style=”font-size: 11pt;”> ¬†para os jovens,</span></span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify; line-height: 150%;”><span style=”font-family: Arial, sans-serif;”><span style=”font-size: 11pt;”>Precisamos de verdade fazer o enfrentamento ao racismo nas institui√ß√Ķes e no estabelecimento de uma rede de prote√ß√£o a jovens negros v√≠timas de viol√™ncia e seus familiares . </span></span><span style=”font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11pt;”>Vamos aqui propor uma Justi√ßa e Seguran√ßa Cidad√£, onde o trabalho possa ser acompanhado por nossos l√≠deres tucanos¬† ¬†no Poder Legislativo,¬† e com a sociedade no Protocolo de Redu√ß√£o da Barreiras de Acesso √† Justi√ßa para a Juventude Negra, no fortalecimento de Controle Externo e Ouvidorias, investiga√ß√£o de Homic√≠dios, acompanhamento do Sistema Prisional e Socioeducativo. </span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify; line-height: 150%;”><span style=”font-family: Arial, sans-serif;”><span style=”font-size: 11pt;”>A nossa estrat√©gia prop√Ķe-se promover aprimoramento de institui√ß√Ķes e processos, bem como a integra√ß√£o de a√ß√Ķes e a incorpora√ß√£o de novos par√Ęmetros para as forma√ß√Ķes dos agentes de seguran√ßa p√ļblica, ampliar a resolutividade dos casos de homic√≠dios, reduzir a impunidade policial e ampliar o acesso √† justi√ßa para jovens em situa√ß√£o de vulnerabilidade e seus familiares. As diretrizes propostas devem combater o racismo, o combate √† criminaliza√ß√£o da juventude e </span><span style=”font-size: 14.6667px;”>resinifica√ß√£o</span><span style=”font-size: 11pt;”> da pol√≠tica de enfrentamento √†s drogas. Precisamos tra√ßar estrat√©gias que tenham¬† o foco em a√ß√Ķes nos territ√≥rios com maior √≠ndice de letalidade, reconhecimento do jovem como sujeito de direitos; fortalecimento das redes de prote√ß√£o dos jovens negros, direito √† mem√≥ria e √† vida. A rede de prote√ß√£o dos jovens negros deve ser </span></span><span style=”font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11pt;”>¬†</span><span style=”font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11pt;”>formada pelo fluxo institucional entre redes de prote√ß√£o j√° existentes, entre eles, Programa de Prote√ß√£o a Crian√ßas e Adolescentes Amea√ßados de Morte (PPCAAM) e Programa de Prote√ß√£o √†s Testemunhas (Provita), al√©m da oferta de atendimento psicol√≥gico e prote√ß√£o √†s fam√≠lias de v√≠timas, cria√ß√£o da Lei Juventude Viva, entre outros. </span><b><span style=”font-size: 11.0pt; line-height: 150%; font-family: ‘Arial’,sans-serif; color: black;”>A viol√™ncia no Brasil √© um problema de ra√ßa e territ√≥rio. </span></b><span style=”font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial, sans-serif;”>As mortes dos negros<span style=”color: black;”> representam uma quest√£o nacional de sa√ļde p√ļblica, al√©m de grave viola√ß√£o aos direitos humanos, refletindo-se no sofrimento silencioso e insuper√°vel de milhares de m√£es, pais, irm√£os e comunidades. A viol√™ncia impede que parte significativa de nossas crian√ßas e jovens brasileiros,¬† tenham o direito de viver com dignidade e revela um inesgot√°vel potencial de talentos perdidos para o desenvolvimento do pa√≠s.<b> </b>¬† ¬†O car√°ter discriminat√≥rio que vitima proporcionalmente a nossa popula√ß√£o negra,¬†¬†¬† evidenciam¬† atitudes e situa√ß√Ķes de conflitos, fruto dos processos centen√°rios de abandono social, de neglig√™ncia e sil√™ncio institucional.</span></span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify; line-height: 150%;”><span style=”font-family: ‘Arial’,sans-serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; color: black; mso-fareast-language: PT-BR;”>No √Ęmago da quest√£o¬†√©¬†inadmiss√≠vel aceitar que nossos corpos negros ainda sofrem¬†com processos de desumaniza√ß√£o , ciclos de viol√™ncia, de tentativa continuada de retorno ou firma√ß√£o a condi√ß√£o de objeto, coisa,¬† marcados pelos tensionamentos, pela nega√ß√£o de sua exist√™ncia social, cultural, recha√ßados, humilhados, esgar√ßados em sua ess√™ncia humana.</span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify; line-height: 150%;”></p>

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  • #1057
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    Gabriela Cruz
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    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>JUVENTUDE NEGRA VIVA ‚Äď SEGURAN√áA P√öBLICA</span><br style=”box-sizing: border-box; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;” /><span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>Ao todo mais de 20 mil jovens negros s√£o mortos por ano no Brasil, como mostram as estat√≠sticas elaboradas pela Organiza√ß√£o das Na√ß√Ķes Unidas para a Educa√ß√£o, a Ci√™ncia, e a Cultura (UNESCO), assim como o atlas e o mapa da viol√™ncia publicados entre 2016 e 2018. Estes dados alarmantes de viol√™ncia contra nossa juventude vimos a grande necessidade de unirmos nossas for√ßas em nossa social democracia brasileira e selar uma pacto de humanidade para enfrentar esse problema de forma sistematizada e planejada onde possamos nortear pol√≠ticas que envolvam as diversas dimens√Ķes da vida dos jovens garantindo igualdade racial e de oportunidades iguais para todos. A seguran√ßa p√ļblica necessita prevenir a viol√™ncia e proteger a vida de nossos jovens, superando o racismo institucional que interv√©m atrav√©s da repress√£o, puni√ß√£o e tendo como alvo principal o negro como suspeito padr√£o da pol√≠cia. Precisamos de um conjunto de iniciativas transversais de seguran√ßa p√ļblica que visem transformar a realidade dos jovens negros de nosso pa√≠s. A seguran√ßa p√ļblica precisa de capacitar -se para combater o racismo institucional, promover acesso universal √†s pol√≠ticas p√ļblicas, al√©m de garantir √† juventude negra brasileira o acesso √† Justi√ßa, de modo a reduzir a impunidade e garantir condi√ß√Ķes de seguran√ßa. Vamos selar o nosso pacto de humanidade, onde todas as vozes que historicamente foram silenciadas sejam ouvidas, assumindo por todos um real compromisso com a juventude negra e com a id√©ia de que todas as vidas s√£o igualmente importantes.</span><br style=”box-sizing: border-box; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;” /><span style=”color: #383636; font-family: PT Sans, sans-serif;”><span style=”font-size: 14.5861px;”>A seguran√ßa precisa como meta estabelecer de forma transversal o enfrentamento do racismo como uma das prioridades da gest√£o p√ļblica, nos √Ęmbitos municipal, estadual e federal, para que sejam desenvolvidas novas pol√≠ticas p√ļblicas para a juventude negra. Nossos jovens n√£o ser√£o apenas n√ļmeros em estat√≠sticas dos homic√≠dios, mas sujeitos de mudan√ßa rumo a uma sociedade mais inclusiva e igualit√°ria e emancipat√≥ria. Al√©m da preven√ß√£o, o objetivo que queremos quando tratar os jovens negros √© ir al√©m da redu√ß√£o de vulnerabilidades e tornar-se uma efetiva pol√≠tica p√ļblica de enfrentamento √† viol√™ncia e redu√ß√£o do n√ļmero de homic√≠dios, compondo uma estrat√©gia de a√ß√Ķes focadas em seguran√ßa p√ļblica e acesso √† uma justi√ßa cidad√£. Como estrat√©gia prop√Ķe-se a promo√ß√£o e integra√ß√£o de a√ß√Ķes com foco na transforma√ß√£o de territ√≥rios vulner√°veis, na cria√ß√£o de efetivas oportunidades de reinser√ß√£o, inclus√£o social, autonomia e emancipa√ß√£o e resinifica√ß√£o para os jovens.¬†</span></span><br style=”box-sizing: border-box; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;” /><span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>Precisamos de verdade fazer o enfrentamento ao racismo nas institui√ß√Ķes e no estabelecimento de uma rede de prote√ß√£o a jovens negros v√≠timas de viol√™ncia e seus familiares . Vamos aqui propor uma Justi√ßa e Seguran√ßa Cidad√£, onde o trabalho possa ser acompanhado por nossos l√≠deres tucanos¬† ¬†no Poder Legislativo,¬† e com a sociedade no Protocolo de Redu√ß√£o da Barreiras de Acesso √† Justi√ßa para a Juventude Negra, no fortalecimento de Controle Externo e Ouvidorias, investiga√ß√£o de Homic√≠dios, acompanhamento do Sistema Prisional e Socioeducativo. </span><span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>A nossa estrat√©gia prop√Ķe-se promover aprimoramento de institui√ß√Ķes e processos, bem como a integra√ß√£o de a√ß√Ķes e a incorpora√ß√£o de novos par√Ęmetros para as forma√ß√Ķes dos agentes de seguran√ßa p√ļblica, ampliar a resolutividade dos casos de homic√≠dios, reduzir a impunidade policial e ampliar o acesso √† justi√ßa para jovens em situa√ß√£o de vulnerabilidade e seus familiares. As diretrizes propostas devem combater o racismo, o combate √† criminaliza√ß√£o da juventude e mudan√ßa da pol√≠tica de enfrentamento √†s drogas. Precisamos tra√ßar estrat√©gias que tenham¬† o foco em a√ß√Ķes nos territ√≥rios com maior √≠ndice de letalidade, reconhecimento do jovem como sujeito de direitos; fortalecimento das redes de prote√ß√£o dos jovens negros, direito √† mem√≥ria e √† vida. A rede de prote√ß√£o dos jovens negros deve ser formada pelo fluxo institucional entre redes de prote√ß√£o j√° existentes, entre eles, Programa de Prote√ß√£o a Crian√ßas e Adolescentes Amea√ßados de Morte (PPCAAM) e Programa de Prote√ß√£o √†s Testemunhas (Provita), al√©m da oferta de atendimento psicol√≥gico e prote√ß√£o √†s fam√≠lias de v√≠timas, cria√ß√£o da Lei Juventude Viva, entre outros. </span>

    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>A viol√™ncia no Brasil √© um problema de ra√ßa e territ√≥rio. </span>

    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>As mortes dos negros</span><span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”> representam uma quest√£o nacional de sa√ļde p√ļblica, al√©m de grave viola√ß√£o aos direitos humanos, refletindo-se no sofrimento silencioso e insuper√°vel de milhares de m√£es, pais, irm√£os e comunidades. A viol√™ncia impede que parte significativa de nossas crian√ßas e jovens brasileiros,¬† tenham o direito de viver com dignidade e revela um inesgot√°vel potencial de talentos perdidos para o desenvolvimento do pa√≠s.¬† ¬†O car√°ter discriminat√≥rio que vitima proporcionalmente a nossa popula√ß√£o negra,¬† evidenciam¬† atitudes e situa√ß√Ķes de conflitos, fruto dos processos centen√°rios de abandono social, de neglig√™ncia e sil√™ncio institucional. </span><span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>No √Ęmago da quest√£o √© inadmiss√≠vel aceitar que nossos corpos negros ainda sofrem com processos de desumaniza√ß√£o , ciclos de viol√™ncia, de tentativa continuada de retorno ou firma√ß√£o a condi√ß√£o de objeto, coisa,¬† marcados pelos tensionamentos, pela nega√ß√£o de sua exist√™ncia social, cultural, recha√ßados, humilhados, esgar√ßados em sua ess√™ncia humana.</span>

  • #1065
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    Douglas Frederico
    Espectador

    A seguran√ßa p√ļblica deve ser abordada sobre 3 fases: PR√Č CRIME – CRIME – P√ďS CRIME

    1 – A fase pr√© crime deve analisar todos os elementos sociais, culturais, econ√īmicos e individuais que levam ao indiv√≠duo¬† cometer o crime ou n√£o! Nesse momento deve-se admitir que as desigualdade de atua√ß√£o do Estado s√£o geradores de inseguran√ßa e criminalidade. (A) Um novo modelo de educa√ß√£o que de fato permita o jovem permanecer na escola at√© seus 17/18 anos, (B) Inclus√£o na grade de assuntos que n√£o sejam apenas disciplinas tradicionais, para que desperte ainda na inf√Ęncia e adolesc√™ncia enfases desconhecidas, entretanto com potencial para talentos (C) Integra√ß√£o com projetos e programas voltados a cultura e esporte (D) Integra√ß√£o com projetos e programas voltados ao ingresso no ensino superior, curso t√©cnico ou primeiro emprego.

    2 – A fase crime deve analisar todos os elementos que consistem ao combate direto do crime na sociedade. (A) Revis√£o do C√≥digo Penal e do C√≥digo de Processo Penal (B) Revis√£o da maioridade penal ficando facultativo ao juiz retirar ou n√£o a menoridade de acordo com o tipo de crime e residencia (C) Estabelecimento de protocolos claros da atua√ß√£o da Pol√≠cia Militar (D) Metas de equipamento e aperfei√ßoamento das pol√≠cias civis e militar (E) Atua√ß√£o diferenciada em rodovias, portos e aeroportos por onde entram de fato drogas e armas (F) Defini√ß√£o de modelo de atua√ß√£o: toler√Ęncia zero as drogas x liberaliza√ß√£o, diferente de hoje que n√£o √© aplicado nem um e nem outro. (G) Combate especializado aos crimes de mel√≠cia e de ordem financeira.

    3 – A fase p√≥s crime deve analisar todos os elementos do sistema penitenci√°rio. (A) modelo de penas alternativas e rigorosas (B) unidades prisionais privadas e p√ļblicas (C) defini√ß√£o do modelo onde o preso apenas tem que estar recolhido da sociedade x modelo da recupera√ß√£o

    Se o PSDB pensar em segurança integrando essas 3 fases poderá colaborar mais ainda para sociedade!

    Atenciosamente,

    Douglas Frederico – Rio de Janeiro – S√£o Jo√£o de Meriti

  • #1070
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    Brunno Caleiro Pereira
    Espectador

    Seguran√ßa p√ļblica, no geral, tem sido um tema recorrente de problemas no Brasil. No Estado de S√£o Paulo podemos identificar muitos avan√ßos, como o incremento do uso de novas tecnologias nesse setor e capacita√ß√£o dos diversos servidores dessa √°rea. Por√©m, em algumas cidades do interior ainda vemos um “gap” muito grande em como a seguran√ßa p√ļblica se desenvolve. Acredito que, no momento atual, h√° extrema necessidade de revisar algumas pol√≠ticas p√ļblicas no que tange √† seguran√ßa, buscar aux√≠lio de tecnologias externas, aprimorar os processos de capacita√ß√£o dos servidores que atuam no setor e buscar um processo mais homog√™neo de liga√ß√£o entre os governos municipais e o estadual, promovendo a√ß√Ķes conjuntas e solu√ß√Ķes mais pr√°ticas/r√°pidas para problemas relacionados. Pode haver o desenvolvimento de um sistema de metas para renovar materialmente as for√ßas de seguran√ßa e, consequentemente, revisar os processos de capacita√ß√£o. No que tange ao desenvolvimento tecnol√≥gico, diversos pa√≠ses do mundo tem investido boa quantia de recursos em desenvolver sistemas integrados e mais r√°pidos para atuar no combate ao crime. Caberia ao Brasil buscar uma adapta√ß√£o de processos externos para o nosso cen√°rio, visando desenvolver as diversas regi√Ķes e, no geral, o pa√≠s. Um bom exemplo est√° no Governo de S√£o Paulo buscando alternativas em pa√≠ses como Estados Unidos, o qual investe bastante em tecnologias de seguran√ßa p√ļblica, principalmente em cidades de m√©dio e grande porte.

  • #1103
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    Ramon Villas
    Espectador

    Seguran√ßa P√ļblica deve ser uma pauta de prioridade em todo territ√≥rio nacional. √Č responsabilidade do Estado garanti-la atrav√©s das estruturas policiais, mas isso deve acompanhar um esfor√ßo dos munic√≠pios em elaborar pol√≠ticas p√ļblicas que resgatem os valores da fam√≠lia e de uma sociedade melhor para todos, e que tamb√©m possa estar realizando parcerias com as igrejas, com o terceiro setor e com todas as entidades que desejam construir uma cultura de paz. O PSDB precisa estar alinhado nessa perspectiva, longe do discurso de √≥dio que infelizmente vem sendo pregado em torno do tema, pois manter o di√°logo √© fundamental na busca de resultados satisfat√≥rios.

  • #1126
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    Paula Ioris
    Espectador

    SOBRE A REDU√á√ÉO DA MAIORIDADE PENAL – √© um tema que precisa ser aprofundado. Tem um apelo populista com extremos, mas grande parte da popula√ß√£o √© favoravel por desconhecimento. Ja fui favoravel, porque pensava sob ponto de vista das vitimas, quando perdemos um ente querido, n√£o importa a idade, queremos justi√ßa e a forma como ocorre hoje expressa muita impunidade,ou seja, medida socio educativa de no maximo 3 anos e sabemos que a media de interna√ß√£o na maioria das vezes √© pequena.¬† PROPOSTA: mudar a discuss√£o. Precisamos aumentar o tempo da medida socio educativa de 3 anos para 6 ou 8 anos. Um aspecto muito importante √© AUMENTAR A MEDIA NO TEMPO DE INTERNA√á√ÉO. O menor infrator internado deve ter : estudo, atendimento socio-psico-espiritual, aprendizagem profissional,¬† receber tratamento com metodologia restaurativa que proporcionem a responsabiliza√ß√£o, tratamento para enfrentamento da drogadi√ß√£o, assistencia a familia. Ter oportunidades de socializa√ß√£o mas com responsabiliza√ß√£o e n√£o como vitima. Al√©m de oportunidade de se socializar, tamb√©m estar√° “protegido” de ser cooptado pelo mundo do crime, de retornar para um ambiente que corre mais riscos do que vinculos positivos que o internamento pode lhe dar. Agregar a isso que um infrator que tenha cometido crime contra a vida, ficar√° com esse historico. Servir√° como agravante caso tenha reincidencia. A redu√ß√£o da maioridade, levaria para o sistema carcerario falido, s√≥ aumentaria a criminalidade. A popula√ß√£o desconhece que a interna√ß√£o deum adolecente ocorre num presidio, onde tem celas, restri√ß√Ķes, isolamento…. e que o processo de interna√ß√£o ocorre de forma mais celere do que processo de justi√ßa dos adultos. Dessa forma aumentaria a impunidade ainda mais.

     

  • #1136
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    Luiz Fhilipe Mourao
    Espectador

    Primeiro ponto que gostaria de destacar √© no que se refere a redu√ß√£o da maioridade penal. √Č preciso um debate acerca do tema, sou favor√°vel √† medida.

    A reforma do Código Penal, bem como ao do Código de Processo Penal são de extrema urgência e necessidade. Deve ser pautado pelo Legislativo e deve sim ser um das bandeiras do PSDB.

    Como hoje o Estado n√£o possui recursos para investir em Seguran√ßa, creio ser poss√≠vel descentralizar o recurso, alterando a Constitui√ß√£o Federal, atribuindo tamb√©m ao munic√≠pio √† responsabilidade pela Seguran√ßa P√ļblica. O gestor municipal teria condi√ß√Ķes de investir em seguran√ßa de acordo com a especificidade do munic√≠pio.

     

     

     

  • #1170
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    Allan Caboclo
    Espectador

    Investimento em equipamentos pode facilitar o trabalho dos profissionais da segurança, de início, ajudaria bastante.

  • #1173
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    Alef Ramos
    Espectador

    Necess√°rio reformar as pol√≠cias (militar e civil) e capacit√°-la para que tenhamos agente de seguran√ßas mais capazes de lidar com a popula√ß√£o e que respeitem os direitos humanos. Faz-se necess√°rio humanizar a pol√≠cia e torn√°-la comunit√°ria.¬†¬†√Č necess√°rio criar um patrulhamento das fronteiras e investir em intelig√™ncia para inibir o tr√°fico de drogas. Fortalecer o combate √†s desigualdades sociais, com programas de incentivo √† cultura, ao esporte.

    • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  Alef Ramos.
  • #1179
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    Alex Alves
    Espectador

    1¬į Devemos reestruturar nossa pol√≠cia militar, que foi abandonada √† anos.

    2¬į Termos uma educa√ß√£o de qualidade. Isso far√° que o indiv√≠duo tenha conhecimento e n√£o comentar√° furtos ou algo do tipo.

    3¬į √Ä popula√ß√£o de bem ter o posse da arma de fogo para se defender. Obs: Com todo treinamento de capacita√ß√£o.

    4¬į Popula√ß√£o do Campo/rural ter tamb√©m seu armamento um pouco mais pesado.

  • #1180
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    Bruno Nabuco
    Espectador

    Planejamento e oportunidade a presos que querem ser novamente inseridos na sociedade. Gerar ferramentas voltadas a educação e profissionalização dessas pessoas. O Brasil tem umas das maiores massas carcerarias do mundo e precisa resgatar quem quer ser resgatado. Quem não quer trabalhar e se ressocializar, enfrenta as duras penas da lei.

  • #1188
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    David Lira Matias
    Espectador

    Hoje no Brasil temos um grande problema que √© a seguran√ßa p√ļblica. O governo federal juntamente com o apoio dos governadores estaduais vem investindo s√©riamente na seguran√ßa p√ļblica. Algumas a√ß√Ķes deveriam ser tomadas pelos nossos representantes, como:

    – Educa√ß√£o de qualidade:¬†Hoje temos altos √≠ndices de evas√£o escolar, principalmente na faixa et√°ria dos 15 – 18. Muita das vezes esse jovem que deixou a escola vai se tornar um “soldado” do crime. √Č preciso que se invista na educa√ß√£o de qualidade, pois s√≥ atrav√©s da educa√ß√£o iremos acabar com a criminalidade.

    –¬†Participa√ß√£o Social:¬†√Č muito importante que a sociedade civil participe de a√ß√Ķes comunit√°rias focadas na seguran√ßa p√ļblica. Hoje o munic√≠pio de S√£o Paulo existe o CONSEG (Conselho Comunit√°rio de Seguran√ßa p√ļblica), a popula√ß√£o atrav√©s desse conselho pode levar suas demandas no que se compete a seguran√ßa p√ļblica. Esse conselho deveria estar presente em 70% dos munic√≠pios brasileiros, pois atrav√©s deles as autoridades policiais podem saber realmente √© necess√°rio para combater a criminalidade.

    – Planejamento:¬†√Č muito importante que exista um planejamento das autoridades para rralizar a√ß√Ķes no combate ao crime. Nesse planejamento √© muito importante que realize uma uni√£o entre a Policia civil e militar. Infelizmente a PM e a PC n√£o trabalham juntas no combate ao crime organizado, e isso dificulta muito o trabalho de ambas da parte. Fora essa uni√£o, √© necess√°rio tamb√©m que o governo ofere√ßa melhores condi√ß√Ķes de trabalho para a policia, principalmente no que se compete a instrumentos de trabalho (arma, farda, carros e etc).

    A seguran√ßa p√ļblica ainda √© um paradigma que est√° sendo resovido pouco a pouco, por√©m ainda precisamos de um bom debate. √Č muito importante que tenha a participa√ß√£o da popula√ß√£o nesse quesito, pois s√≥ atrav√©s da popula√ß√£o iremos saber o que precisar mudar.

  • #1189
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    Ericarlos Duarte
    Espectador

    Precisamos equipar os policiais, trazer a tecnologia ao nosso favor e valorizar o profissional da segurança com um salário digno, muitos policiais estão perdendo suas vidas, é preciso implantar as rodas nas comunidades, sou a favor da criação das delegacia nos distrito de cada município.

  • #1198
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    Diego Endrigo
    Espectador

    Precisamos capacitar nossos policiais, para conflitos entre guerras de trafico¬† e t√©cnicas de combate, fazer um interc√Ęmbio com outras unidades policiais internacional para melhorar a performance.

  • #1212
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    Pablo Salom√£o
    Espectador

    Primeiro, precisamos ter a compreens√£o da complexidade do assunto. Vivemos em um pa√≠s de propor√ß√Ķes continentais, e para cada regi√£o deve-se pensar o assunto Seguran√ßa com muita aten√ß√£o. Pois, n√£o existe uma receita para o “bolo”. Existe uma complexidade na discuss√£o sobre Seguran√ßa P√ļblica e ela deve ser levada a s√©rio.

    Segundo, proponho um plano de trabalho constru√≠do pelo Estado que abra di√°logo com os munic√≠pios, sobre Seguran√ßa P√ļblica. Na crise que vivemos, imaginar que o Estado realize tudo sozinho √© at√© de certa forma rom√Ęntico. Se trabalharmos em conjunto, podemos criar um projeto intersetorial que rompa as barreiras impostas pelos entraves da velha pol√≠tica.¬† Pense comigo:

    Governador só terá diálogo e exito em seus projetos no município X, se o prefeito for do mesmo partido ou base aliada.  Isso é velha política.

    E se você duvida, estás romantizando.  Chega de novela para você.

    Estabelecendo o grupo de trabalho entre Estado e Munic√≠pio, podemos realmente agir no √Ęmbito da Seguran√ßa P√ļblica.

    Nessa discussão, devemos ter a noção que não se trata apenas da REPRESSÃO:

    N√£o adianta ficar achando que para diminuir a viol√™ncia basta melhorar os equipamentos, contratar novos policiais ou valorizar os antigos. At√© adiantaria, SE TIV√ČSSEMOS DINHEIRO.

    A complexidade do assunto sugere a√ß√Ķes na repress√£o:

    • Um grupo de trabalho capaz de estudar opera√ß√Ķes integradas, com poder de a√ß√£o e articula√ß√£o nas regi√Ķes mais violentas de cada cidade;
    • A cria√ß√£o de um observat√≥rio de seguran√ßa p√ļblica nos munic√≠pios, afim de mapear a situa√ß√£o de cada regi√£o para que seja implementado somente as a√ß√Ķes que possam realmente causar um resultado¬† de curto-m√©dio-longo prazo.

    A complexidade do assunto sugere a√ß√Ķes na preven√ß√£o:

    • Uma vez identificado as regi√Ķes violentas, deve-se estabelecer um plano de preven√ß√£o social. N√£o adianta apenas repreender essas regi√Ķes. √Č preciso agir de forma que n√£o apenas se enxugue o gelo. Mas, tratar de preven√ß√£o √© algo complexo, e deve-se ter a√ß√Ķes para todos os √Ęmbitos sociais, para que assim tenha-se chance de modificar a cultura do local;
    • Projetos capazes de gerar oportunidades para jovens em situa√ß√£o de vulnerabilidade social: Que tenham a compet√™ncia de estimular o protagonismo jovem, tirar o adolescente da zona de conforto e promover sua educa√ß√£o empreendedora em √Ęmbito escolar. Projetos assim, devem ser realizados dentro das escolas, pois possuem a capacidade de estimular os jovens e promover o combate a evas√£o escolar.¬†¬†Em 2017, 35.783 jovens de 15 a 29 anos foram mortos, uma taxa de 69,9 homic√≠dios para cada 100 mil jovens, recorde nos √ļltimos 10 anos de acordo com o Atlas da Viol√™ncia(IPEA);
    • Trabalhar o vinculo familiar, garantindo um fortalecimento na educa√ß√£o dentro de casa. Uma a√ß√£o simples que pode reduzir a viol√™ncia atrav√©s da mudan√ßa do comportamento entre pais e filhos;
    • ¬†Intensificar o trabalho do PIM(Primeira Inf√Ęncia Melhor) projeto que, no Rio Grande do Sul, auxilia o desenvolvimento infantil de crian√ßas de zero a quatro nos de idade que se encontram em situa√ß√£o de vulnerabilidade social.

    Confesso, meus 4 anos trabalhando na linha de frente da preven√ß√£o social me faz crer na necessidade de ampliarmos nossas a√ß√Ķes para gerar impacto significativo na diminui√ß√£o da viol√™ncia no Brasil. Trouxe alguns exemplos do que precisamos fazer, mas, acima de tudo, precisamos estabelecer: o di√°logo, plano de a√ß√£o, trabalho em grupo e execu√ß√£o. Em tempos de crise, n√£o devemos procurar ou esperarmos a melhor ideia.

    Nós, juntos,  somos a mudança. Juntos, podemos romper esse ciclo da velha política e realmente fazer uma diferença significativa na vida das pessoas. E isso não é romantismo, é um fato.

     

     

  • #1222
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    Anísio Lima
    Espectador

    Trago meu pensamento a respeito do tema segurança, tema esse bastante complexo com uma observação ao nosso sistema carcerário FALIDO, acredito que o caos a qual vivemos hoje é consequência do descaso do poder publico para com esse assunto.

    No Brasil pouco nos planejamos, dificilmente nos organizamos a curto, m√©dio e longo prazo, essa quest√£o do nosso sistema carcer√°rio √© algo que geralmente √© colocado de lado nos planos de governo. √Č preciso repensar o modelo de seguran√ßa p√ļblica no Brasil, que vem sendo baseado numa policia ostensiva e no aprisionamento de um n√ļmero enorme de pessoas, as cadeias est√£o lotadas e mesmo assim o crime continua a crescer a sensa√ß√£o de inseguran√ßa √© comum em diversos lugares do nosso pa√≠s. √Č de se contestar se esse modelo de pris√£o √© de fato eficiente para o controle do crime – ao meu ver n√£o – as pris√Ķes hoje repletas e dominadas por gangues, onde exercem livremente um com√©rcio de drogas, armas e diversos outros crimes s√£o o exemplo disso. Repensar esse modelo √© fundamental e vital para a melhora da seguran√ßa em todo nosso pa√≠s, mas claro que isso dever√° ser feito pela Uni√£o, pois a mesma consegue enxergar o problema de uma maneira mais abrangente. A preven√ß√£o √© muito importante para darmos esse passo e o incentivo de politicas inovadoras tamb√©m.

    Em relação ao ponto de vista técnico e não idealizador a situação exige que sejam feitos investimentos no setor, principalmente para dar garantias aos que trabalham nos presídios, <b>por isso defendo a privatização dos presídios</b>, precisamos de penitenciarias mais modernas e estruturadas, que possam garantir de fato uma ressocialização do presidiário e os seus direitos, bem como da sociedade. Investir em presídios de segurança máxima para membros de gangues e comandos.

    Outra quest√£o que observo e que deve ser colocado ao longo dos pr√≥ximos anos √© a implanta√ß√£o de politicas para diminui√ß√£o da evas√£o escolar e diminui√ß√£o das vulnerabilidades, os estados e munic√≠pios devem investir em estrategias para prevenir a evas√£o escolar e recupera√ß√£o dos jovens que abandonaram as escolas e criar programas que acompanhem de perto os jovens taxados como “problem√°ticos” e vindos de medidas socioeducativas.

    Ou seja precisamos de mais investimento, reformulação do sistema carcerário e politicas publicas que combatam a vulnerabilidade dos jovens.

    Anísio Lima
    Maceió-AL

  • #1225
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    √āngelo Perucci
    Espectador

    O maior Investimento que se pode fazer para seguran√ßa p√ļblica √© investir na educa√ß√£o, prioritariamente na b√°sica. A educa√ß√£o n√£o pode ser um projeto de uma pasta espec√≠fica, ela precisa ser recepcionada por todas as outras e ser tratada como prioridade, inclusive, deveria ser um projeto nacional de seguran√ßa p√ļblica. Devemos combater a criminalidade com oportunidade para nossos jovens, dando a eles n√£o a igualdade mas a equidade, que s√≥ ser√° poss√≠vel atrav√©s do conhecimento. Esse pode n√£o ser um programa de governo, mas tenho certeza que √© de Estado.

  • #1231
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    Eduardo Alves
    Espectador

    Em minha concep√ß√£o, para seguran√ßa p√ļblica no √Ęmbito da jurisdicional, acho de grande import√Ęncia que seja aprovado o confisco alargado de bens, fazendo com que o √īnus da prova no processo penal seja invertido, tendo o acusado que provar a licitude de seus bens, caso n√£o consiga o fazer, ent√£o estes ser√£o considerados provenientes de ilicitude e ser√£o confiscados e inseridos ao patrim√īnio do Estado, os efeitos desta medida a longo prazo √© o enfraquecimento do crime organizado, pois ter√£o menos dinheiro, consequentemente a diminui√ß√£o da criminalidade e a extin√ß√£o da sensa√ß√£o de impunidade, pois se corromper por dinheiro p√ļblico n√£o ir√° mais valer a pena.

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  • #1258
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    Ezequiel Torquato
    Espectador

    Acredito que o país está naufragando no quesito segurança, têm que ser feita uma revisão no código penal, principalmente quando se trata de feminicídio. O índice só aumenta no país, têm que ser cogitado prisão perpétua, para crimes com morte, acabar de vez com a regalia dos presos, não ter benefícios e muito menos saidinhas em datas comemorativas. O maior descaso, é um bandido matar uma esposa, ou pai, ou mãe e ter o privilégio de sair em datas onde possa comemorar algo que não tem sentido.
    O código penal atual, rege uma legislação de 1940, isso é imperdoável, os crimes de hoje, não são os mesmos de 1940.
    Mas para que isso aconteça, a educação tem que caminhar junto, pois tirando as crianças da rua, e levando educação até elas, nosso país melhoraria.

  • #1259
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    Vinícius Andrade Martins
    Espectador

    1- EDUCAÇÃO 

    Além de obviamente defender recursos para educação, devemos iniciar a luta contra bandidos nas escolas, hoje o traficante está na porta das escolas tentando arrastar crianças para a bandidagem.

    2- EQUIPAMENTO

    A polícia militar brasileira deve ter armamento para bater de frente com bandidos, além disso deve-se investir em tecnologia e equipamentos que facilite o trabalho da polícia.

    3- INTELIGÊNCIA

    Algumas organização criminosas são mais organizadas que as Polícias Militar, Civil e Federal, além disso as duas não se comunicam bem, não compartilham da mesma rede de informação, investimento em comunicação, pesquisa, tecnologia e pessoal competente.

    4- CONDI√á√ēES DE TRABALHO

    Ganhar mal, ter acesso a uma sa√ļde prec√°ria, viver sob press√£o tanto na institui√ß√£o quanto fora dela s√£o fatores que causam at√© mesmo a morte de policiais, isso deve mudar, afinal eles d√£o a vida pela nossa.

  • #1261
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    Bolívar Gomes
    Espectador

    A√ß√£o, Preven√ß√£o, Intelig√™ncia, Condi√ß√Ķes. S√£o as palavras-chave, na minha opini√£o. Precisamos trabalhar nestes eixos. A intelig√™ncia precisa atuar visando todos os poss√≠veis mapeamentos de √°reas para verificar a defini√ß√£o das a√ß√Ķes que dever√£o ser colocadas em pr√°tica. Sem intelig√™ncia, gastaremos mais e teremos menos efetividade no combate ao crime – em todos os √Ęmbitos. Por meio deste eixo, poderemos nortear, inclusive, √°reas e estrat√©gias de preven√ß√£o, de acordo com indicadores.

    A condi√ß√£o √© um eixo √≥bvio. O policial precisa ter condi√ß√Ķes de se proteger, de atuar com agilidade e de viver com um sal√°rio digno.

  • #1271
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    Jo√£o Paulo Ocke de Freitas
    Espectador

    Priorizar o investimento em tecnologia (drones e avi√Ķes n√£o tripulados, por exemplo) e intelig√™ncia para proteger as nossas fronteiras. N√£o permitir que os postos mais movimentados da fronteira fiquem desguarnecidos, sem policiais, sem servidores. Priorizar o combate √† entrada de armas e muni√ß√Ķes. Atuar em conjunto, coordenadamente, com os demais pa√≠ses da Am√©rica do Sul para aumentar a seguran√ßa das fronteiras. Ampliar investimentos nas For√ßas Armadas com o objetivo espec√≠fico de garantir a seguran√ßa nas fronteiras.

  • #1319
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    Guilherme Master
    Espectador

    Primeiramente acredito que devemos compreender a palavra e seu contexto.

    Segurança é a percepção de se estar protegido de riscos, perigos ou perdas.
    <p style=”margin: 0.5em 0px; color: #222222; font-family: sans-serif; font-size: 14px;”>A seguran√ßa tem que ser comparada e contrastada com outros conceitos relacionados: Seguran√ßa, continuidade, confiabilidade. A diferen√ßa chave entre a seguran√ßa e a confiabilidade √© que a seguran√ßa deve fazer exame no¬†cliente¬†das a√ß√Ķes dos agentes maliciosos ativos que tentam causar a destrui√ß√£o.</p>
    <p style=”margin: 0.5em 0px; color: #222222; font-family: sans-serif; font-size: 14px;”>A seguran√ßa, como bem comum, √© divulgada e assegurada por meio de um conjunto de conven√ß√Ķes¬†sociais, denominadas¬†<i>medidas de seguran√ßa.</i></p>
    Com isso podemos come√ßar com o intendimento que seguran√ßa √© em si um sentimento, assim como sentimos fome ou alguma outra necessidade, √© claro que fica um pouco vago a no√ß√£o, mas tomemos por um instante isso como par√Ęmetro: muitos iram dizer que os policiais est√£o utilizando de for√ßa excessiva, outros dir√£o que a falta de policiais nas ruas, mas oque deve ser levado em conta √© onde ha a maior ocorr√™ncias¬† dos fatos, cidade ‘grandes’ tem em si um grande √≠ndice de ocorr√™ncias devido a quantidade isso √© pura matem√°tica, quanto maior o numero, maior a probabilidade, o fato que na verdade tudo esta interligado, mesmo que voc√™ aumente a quantidade de policiais, mas n√£o invista na educa√ß√£o, sa√ļde, cultura lazer ainda teremos¬† o desequil√≠brio ainda constara nos dados.

  • #1323
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    admin
    Mestre
  • #1330
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    F√°bio da Silva
    Espectador

    Ao falar em seguran√ßa temos que pensar na preven√ß√£o, no tratamento, na repress√£o e reinser√ß√£o de usu√°rios de drogas. Os Estados e munic√≠pios deveriam ter acesso a recursos de bens apreendidos pelo tr√°fico para investir nessa pol√≠tica. Acredito que assim contribuir√≠amos com a seguran√ßa p√ļblica.

  • #1345
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    Ricardo Olimpio
    Espectador

    Seguindo o mesmo exemplo das delegacias da Mulher, deve-se criar delegacia em proteção a população negra e LGBT.

    #DiversidadeTucanaEmAção

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 2 semanas atr√°s por  Ricardo Olimpio.
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  • #1346
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    Amanda Nascimento Pereira
    Espectador

    Capacita√ß√£o profissional: √© necess√°rio que a pol√≠cia tenha um treinamento adequado para exercer suas fun√ß√Ķes, n√£o s√≥ com a√ß√£o, mas com estrat√©gia. N√£o podemos admitir tantas mortes por “bala perdida”, ainda mais quando as balas perdidas atingem pobres, negros e crian√ßas. N√£o se pode legitimar essas a√ß√Ķes em nome de uma seguran√ßa coletiva. Al√©m do prepara t√©cnico, deveria haver um preparo sociocultural, psicol√≥gico e human√≠stico. Discursos como “bandido bom √© bandido morto” n√£o promovem seguran√ßa, mas sim um sentido de terror e de justificar mortes, o que deveria ser repudiado pelo Estado. Al√©m disso, o cidad√£o comum deve ver na pol√≠cia um aliado e n√£o uma amea√ßa.

    Infraestrutura e ocupação das ruas: Alguns itens de infraestrutura são fundamentais para amenizar a criminalidade. Uma proposta bacana é a do prefeito Bruno Covas, quanto a ocupação do Centro da cidade de São Paulo. O prefeito tem incentivado que bares e restaurantes se instalem na região central, com isso, as ruas passam a ter mais movimento e iluminação, dificultando a ação de criminosos, que se valem de ruas abandonadas e escuras para agirem em furtos e assaltos.
    Deve-se se incentivar o conv√≠vio em ambiente urbano. Revitaliza√ß√£o de pra√ßas, recupera√ß√£o de cal√ßamentos, e planos de atividades como os mutir√Ķes e projetos como o “Rua da gente”, tamb√©m da prefeitura de S√£o Paulo, que estimulam um maior conv√≠vio social. A popula√ß√£o n√£o deve ficar coagida dentro de suas casas, mas sim ocupar os espa√ßos p√ļblicos.

    Tecnologia: A pol√≠cia e a secretaria de seguran√ßa p√ļblica devem usar mais recursos ecnol√≥gicos como c√Ęmeras e drone.
    Aplicativos: podem ser desenvolvidos aplicativos em que a população possa contribuir com o mapeamento de zonas de risco, registrando pontos em que ocorreram assaltos, pontos de cracolãndia ou de venda de drogas.

    Educa√ß√£o: O feminic√≠dio √© um dos temas (e crime) mais em voga no momento. Faz-se urgente um programa de pol√≠tica p√ļblica voltado a esse tema. Precisamos discutir o porque de mulheres pederem suas vidas pelo simples fato de serem mulheres. Existe uma rede de apoio sendo desenvolvida entre as mulheres, para que conversemos sobre a condi√ß√£o da mulher na sociedade, contudo, precisamos que os homens falem sobre esse tema, afinal, eles s√£o os agressores. Portanto, seria necess√°rio desenvolver projetos para falar sobre esse tema para o p√ļblico masculino. Palestras, alguma esp√©cie de rede de apoio em que o homem temb√©m pudesse buscar ajuda para as suas quest√Ķes emocionais.

  • #1356
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    Danilo Dell Amo
    Espectador

    O Estado precisa valorizar as polícias, dar contínuo treinamento, um salário digno ao qual o policial não precise fazer bicos para complementar a renda e dobrar o efetivo.

  • #1357
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    André Luiz
    Espectador

    Diante de uma sociedade que cresce cada vez mais, precisamos olhar para nossa população e garantir uma segurança de qualidade, com profissionais capacitados e oportunidade para mais ingresso de policiais nas ruas e escolas.
    Capacitar as nossas famílias na educação sobre segurança, prevenção, direito a defesa sem violência.<
    Segurança nos bairros de nossas cidades, principalmente em áreas com maior índice de violência tendo mais frequência da presença de nossos policias.
    Nas escolas uma disciplina totalmente voltada para a segurança, para que nossos alunos tenham mais consciência a não comer crimes.
    Segurança é um direito e um dever de todos!

    • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  Andr√© Luiz.
  • #1359
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    Anne Luise Alves
    Espectador

    Eu creio que deve-se adotar um conjunto de medidas para os diversos problemas de seguran√ßa que temos no Brasil , desde programas oferecidos aos jovens de baixa renda¬† pelas demais institui√ß√Ķes¬† que os incentivem a seguir programas e projetos que visem atividades para qualifica√ß√£o profissional , esporte , integra√ß√£o social , lazer,¬† e at√© mesmo apoio psicol√≥gico, sabe-se que os¬† problemas familiares e a dificuldade de conseguir estabilidade financeira contribui para a marginaliza√ß√£o de jovens . No Brasil vemos absurdamente o comando de fac√ß√Ķes que intimidam at√© mesmo militares e policiais , n√£o conseguindo ser combatidas devido √° sua complexidade tanto em quest√£o da quantidade de armamento quanto de participantes, de outro lado temos uma popula√ß√£o desarmada e vulner√°vel .Assim, os marginais sabem que n√£o maioria dos casos ir√£o realizar atrocidades e muitas vezes sair√£o impunes, inclusive h√° muitas brechas na legisla√ß√£o Brasileira para quem tem dinheiro para pagar um bom advogado¬† sair impune √°s san√ß√Ķes da lei, por isso a legisla√ß√£o deveria ser r√≠gida e igual para todos.

    Tornar a aquisi√ß√£o de armas¬† √° um custo mais¬† acess√≠vel √° todos , desde que o para adquirir o porte o cidad√£o deve passar por uma rigorosa avalia√ß√£o e preparamento para¬† estar apto para manusear e portar tal instrumento visando a pr√≥pria seguran√ßa, al√©m disto,¬† ¬†temos¬† policiais (n√£o estou generalizando) despreparados , vejo, casos atuais de policiais agredindo e amea√ßando aos pr√≥prios cidad√£os, e alguns corrompidos pelo pr√≥prio crime, creio que deveriam passar periodicamente por¬† avalia√ß√£o de a√ß√Ķes executadas e teste psicol√≥gicos, para garantirem sua aptid√£o ao trabalho.A¬† maior rigidez no monitoramento das atividades dos presos de fato , principalmente nos de alta periculosidade, pois enfraqueceria conex√£o a com fac√ß√Ķes criminosas,¬† e apostaria nos projetos de recupera√ß√£o social de ex- presidi√°rios , √° aqueles que tem interesse.

     

     

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Anne Luise Alves.
  • #1360
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    Diego Daniel Aciem
    Espectador

    Vejo que os problemas de seguran√ßa p√ļblica acontece, pela falta de uma, organiza√ß√£o de patrulha onde muitas vezes regi√Ķes da cidade est√£o muito bem cuidadas e vigiadas e outras onde, passa viaturas a cada horas, tendo uma melhor organiza√ß√£o disso poderia ter uma diminui√ß√£o de casos de roubos.

    Também um caso de diminuição de casos e com a educação uma cidade onde a educação, políticas de incentivo ao estudo, diminuiria muitos os casos, pois a falta de oportunidades de trabalho que gera em consequência, um jovem ter que furta ou roubar para suprir sua necessidade.

  • #1373
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    Leonardo zanetti
    Espectador

    Aproximar os policias da sociedade e da sua comunidade. Criar formas de remunerar melhor os policiais iniciantes, com gratifica√ß√Ķes e tamb√©m oferecer melhor estrutura de trabalho aos mesmos.

  • #1385
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    Jackson Lucian
    Espectador

    Um tema muito importante,¬† acredito que cada estado tenha a sua realidade,¬† no meu ponto de vista em rela√ß√£o a seguran√ßa , acredito que equipar nossos Policiais com equipamentos de √ļltima gera√ß√£o,n√£o como alguns lugares que os bandidos est√£o melhor armado do que os Policiais,¬† aperfei√ßoar o treinamento de defesa pessoal, diminuir a dist√Ęncia da popula√ß√£o com os √≥rg√£os p√ļblicos e melhor remunerar eles que s√£o nossos guardi√Ķes.

  • #1389
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    Ediney Pires
    Espectador

    Sabemos o quanto a seguran√ßa p√ļblica em nosso pa√≠s est√° escassa. De um lado, bandidos tomando conta de resid√™ncias, assaltos acontecendo todos os instantes e ningu√©m podendo sair da pr√≥pria casa. Medidas devem ser tomadas o mais breve poss√≠vel, pol√≠ticas p√ļblicas devem ser adotadas urgentemente, para que tenhamos paz no Brasil. Sabemos que isso n√£o √© somente papel do governo, n√≥s como cidad√£os devemos agir em prol da nossa pr√≥pria seguran√ßa, mas de nada adianta trancarmos bem as portas e janelas, armar com uma arma na cintura, sem que o Estado n√£o cumpra o seu papel. Faltam pol√≠ticas p√ļblicas eficientes.

  • #1407
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    Andrieli Krzewinski
    Espectador

    Diariamente, em todas as cidades brasileiras cidad√£os s√£o v√≠timas de roubos, furtos e viol√™ncia f√≠sica. O sentimento de vulnerabilidade e medo √© comum entre a popula√ß√£o. √Č preciso prevenir que o crime aconte√ßa. Mas, n√£o √© somente com repress√£o, que se combate a inseguran√ßa nas cidades. Implantar o policiamento de proximidades de bairros em altos √≠ndices criminais, para aproximar oficiais e cidad√£os, atrav√©s do di√°logo, pode diminuir a viol√™ncia e garantir a paz e o bem-estar aos moradores.

  • #1415
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    luiz steinberg
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    Chamados de psicopatas ou sociopatas, pessoas portadoras do transtorno de personalidade anti-social.

    Segundo grandes psiquiatras: O transtorno de personalidade anti-social n√£o tem tratamento. N√£o existe cura! √Č uma disfun√ß√£o de ordem biol√≥gica na estrutura f√≠sica do c√©rebro. Torna a pessoa incapaz de exercer empatia por outros seres humanos. √Č o transtorno comum √† pessoas que cometem crimes b√°rbaros como assassinato de pais, filhos, assassinos em s√©rie e outros…

     

    Em diversos pa√≠ses do mundo, os presos ditos “psicopatas” vivem isolados do resto da popula√ß√£o carcer√°ria normal. Eles al√©m de irrecuper√°veis, voltam √† cometer os mesmos delitos quando retornam do confinamento. √Č um absurdo que no Brasil esse tipo de preso irrecuper√°vel pela medicina receba o mesmo tratamento penal que um preso comun.

     

    √Č necess√°rio o <b>confinamento permanente em institui√ß√£o psiqui√°trica</b> ou <b>penas mais duras e sem direito de progress√£o em hip√≥tese alguma</b>.

    São indivíduos capazes de entender os atos que cometeram, conseguem discernir certo do errado, mas não possuem capacidades cerebrais suficientes para o processamento de emoção.

  • #1421
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    Fellipe Bayeh
    Espectador

    No meu bairro temos um projeto piloto de seguran√ßa que tem trazido muitos resultados, temos n√ļmeros baix√≠ssimos de problemas com seguran√ßa, sendo a maioria furto a resid√™ncia.

    As a√ß√Ķes que tomamos na prefeitura foram a de um fortalecimento da comunidade, atrav√©s de eventos culturais e reuni√Ķes, aproximando os moradores do bairro.

    Nos aproximamos do batalh√£o, fazendo uma parceria e suprindo os policiais, foi comprado um drone para o batalh√£o, para ser feito o patrulhamento de √°reas rurais, evitando assim o deslocamento de viatura.

    Foi implantado a rede de vizinhos protegidos. Ao qual os vizinhos se conhecem e se protegem.

    Tamb√©m compramos c√Ęmeras de seguran√ßa para todo o bairro, que foram instaladas com a ajuda de moradores.

    Para min o principal fator é o engajamento da comunidade, isso fortalece o bairro e afasta os bandidos.

    Claro que isso é um modelo que deveria ser adaptado a realidade de cada bairro.

  • #1439
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    Gabriel Nascimento
    Espectador

    Para a seguran√ßa, o Brasil deve se espalhar em outros modelos mundiais que deram certo, surtindo um efeito consider√°vel na redu√ß√£o da criminalidade e da viol√™ncia principalmente nas grandes cidades. Um case de sucesso que deve servir de inspira√ß√£o √© o caso da cidade de New Yorks nos Estados Unidos. Com aumento do contingente de policiais, uso intensivo de tecnologia e pol√≠ticas de toler√Ęncia zero aos criminosos, conseguiu reduzir de forma estrondosa a quantidade de crimes ocorridos na cidade. Portanto, minhas recomenda√ß√Ķes para a √°rea da seguran√ßa s√£o:

    – maior efetivo policial

    – uso de tecnologia, como sistemas de c√Ęmeras mais inteligentes, drones, novos canais de comunica√ß√£o entre cidad√£os e autoridades policiais, etc

    – estrat√©gias de combate ao crime, evitando pequenas viola√ß√Ķes para que n√£o se originem crimes maiores

  • #1447
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    Leandro Marcio Souza
    Espectador

    Algumas sugest√Ķes:

    1) Trocar ilumina√ß√£o p√ļblica para led (mais econ√īmica e com excelente efici√™ncia luminosa), cortar galhos de √°rvores pr√≥ximo √† l√Ęmpadas, orientar moradores a pintar muro de cor clara, tudo para facilitar identifica√ß√£o √† noite de pessoas suspeitas.

    2) Aproximar agente militar da comunidade como exemplo de convivência e respeito: bases móveis, rede de vizinhos protegidos, escoteiros, bombeiros mirim, banda mirim, golfinhos mirim, PROERD, unidade de polícia pacificadora, esporte no quartel, dentre outros.

    3) Limitar ação de condenados em presídios: retirar tomadas de selas para evitar que condenados não carreguem celulares, usar teleconferência em audiências de defesa visando evitar deslocamento em ruas e avenidas, criar batalhão de polícia presidiária federal para guarda e transferência de condenados.

    4) Implatação de APAC como modelo de recuperação e reinserção do preso em sociedade.

    5) Uso de tecnologia:

    • placas de ve√≠culos com chip e portal/ped√°gios em ruas e estradas para monitora ve√≠culos roubados ou clonados
    • drones para identificar a√ß√Ķes suspeitas em grandes eventos ou regi√Ķes com alto √≠ndice de criminalidade ou zona rural
    • capacita√ß√£o de agentes para identifica√ß√£o e combate ao cybercrime
    • integra√ß√£o do olho vivo com c√Ęmeras de entes privados para monitoramento de a√ß√Ķes criminosas
    • criar laborat√≥rios e escaners criminal√≠sticos, capacitar agentes, tudo para aumentar oferta de investiga√ß√£o para elucidar crimes
    • georeferenciamento de den√ļncias, incidentes, crimes e agentes policiais em base virtual √ļnica com restri√ß√£o de acesso
    • foto do torcedor+ingresso+documento de identifica√ß√£o na portaria; visa restringir acesso ou identificar suspeitos em jogos ou show

    6) Infraestrutura b√°sica:

    • reposi√ß√£o em tempo de armas, coletes, muni√ß√£o, gasolina, uniformes
    • manuten√ß√£o preventiva e corretiva em viaturas, al√©m de reposi√ß√£o da mesma conforme passar per√≠odo de deprecia√ß√£o do ativo
    • capacita√ß√£o continuada e troca de informa√ß√Ķes com cases bem sucedidos em outros locais (nacionais e internacionais)
    • realizar testes f√≠sicos, de per√≠cia e psicol√≥gicos de tempos em tempos nos agentes
    • benef√≠cios ao policial: remunera√ß√£o digna, palestras educativas, mudar local de a√ß√£o para que o criminoso n√£o o identifique

    7) A√ß√Ķes diversas:

    • Regularizar terras onde houve grilagem de terra (devolver ao povo indigena ou uni√£o/estabelecer dono) para evitar conflitos.
    • Reocupar √°reas onde h√° consumo de drogas: eventos culturais e esportivos, reuni√Ķes e entretenimento, a√ß√Ķes de sa√ļde e assist√™ncia.
    • Revisar restri√ß√Ķes de liberdade: libertar quem j√° cumpriu, rapidez ao analisar processos, avaliar legalidade de pris√Ķes preventivas.
    • Construir mais pres√≠dios/criar plano de manuten√ß√£o de infraestrutura dos j√° existentes.
    • Separar presos por tipo de crime: pens√£o aliment√≠cia de latroc√≠nio, cybercrime de tr√°fico de drogas, furto de terrorismo, etc.
    • Porte e posse de arma em zona rural conforme legisla√ß√£o restritiva vigente
    • Escola em tempo integral visando diminuir contato do aluno com traficantes
    • Empoderar corregedoria para coibir abusos
    • Revisar c√≥digo penal para ser poss√≠vel penas alternativas, conforme o caso, em vez de restri√ß√£o de liberdade
  • #1458
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    Raquel Lourinho
    Espectador

    Acredito que o tema de seguran√ßa p√ļblica √© algo bastante delicado no nosso pa√≠s. Dever√≠amos prezar pela qualidade e n√£o tanto por quantidade, ter um grande n√ļmero de policiais nas ruas n√£o √© a garantia de seguran√ßa, se n√£o existir qualidade t√©cnica no profissional. O profissional de seguran√ßa √© um ser humano como qualquer outro e precisa n√£o s√≥ de uma bom preparo f√≠sico e t√©cnico para atuar a favor da popula√ß√£o, mas tamb√©m de uma apoio emocional/mental, para saber lidar melhor com os cidad√£os. Os jovens NEGROS da periferia s√£o os que mais sofrem como todo esse despreparo. Sonhos s√£o interrompidos, por pura inefici√™ncia dos profissionais e do Estado.¬† Investimento em intelig√™ncia artificial de equipamentos e em intelig√™ncia emocional para nossos profissionais √© essencial para a melhoria da seguran√ßa no nosso Brasil.

  • #1459
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    Arthur Arenari
    Espectador

    Um dos grandes problemas no Brasil, a seguran√ßa √©, sem d√ļvida nenhuma, de grande interesse da popula√ß√£o.
    Primeiramente, deve-se criar um pacto de segurança entre a união e os estados. Posteriormente:
    Criação de Sistemas Integrados de Segurança, com rastreio rápido e efetivo de criminosos.
    Proteção das fronteiras, evitando a entrada de drogas no país.
    Investimento do estado em infraestrutura para moradores de periferias e regi√Ķes com auto √≠ndice de criminalidade.
    Investimento em cursos profissionalizantes para moradores das regi√Ķes supracitadas.
    Maiores puni√ß√Ķes para crimes hediondos.
    Aumento do salário e da capacitação dos policiais militares.
    Aumento do n√ļmero de policiais¬† nas grandes cidades brasileiras.

  • #1460
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    Leonardo Igor Valente Veiga
    Espectador

    Sou a favor da municipalização da segurança publica assim como ocorre nos EUA, pelo fortalecimento das agora denominadas guardas municipais, liberando todo tipo de armamento para essa instituição que hoje tem seu porte restrito a calibre até 380, maior frota e maior divisão do patrulhamento um policial para cada VTR e não quatro ou cinco em cada uma, reprimindo o crime por meio ostensivo e preventivo.

    De segundo plano, regulamenta√ß√£o da venda de¬† certas drogas entorpecentes, sendo ela primeiramente a maconha, o estado tendo o monop√≥lio da venda dessa droga, registrando lote e afins como qualquer outro produto, ou at√© mesmo deixando-o para iniciativa privada para que esta conseguisse controlar a venda e repassar para o estado, viraria fonte de receita, pois o usu√°rio deixaria de comprar da “boca” e passaria a consumir do estado pois este se produzir de maneira errada ainda pode ser acionado de alguma forma. destarte inexistiria o trafico de drogas no pa√≠s n√£o por erradicar o trafico e sim por quebrar o sistema deles tirando o principal produto de venda.

    Por fim unificação do salário policial criando piso e teto para carreira de cada profissão.

    Em municípios menores onde a municipalização da segurança publica não fosse viável, convenio com cidades maiores para aumentar a jurisdição dos mesmos.

    unifica√ß√£o do sistema de seguran√ßa, para que haja maior comunica√ß√£o entre as C√Ęmeras inteligentes dos munic√≠pios, os policiais, civis, militares e federais.

    Não acredito em um direito penal simbólico, onde fere-se a dignidade da pessoa humana. E sim em maior patrulhamento ostensivo e repressivo, deve-se portanto adequar a segurança publica concatenado aos estudos criminológicos

  • #1465
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    Savio Viana
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    A valoriza√ß√£o de quem faz a seguran√ßa e primordial para que possamos ter um melhor desempenho nessa area. Assim a policia e os outros √≥rg√£os v√£o poder fazer um trabalho mas eficaz, com sal√°rio em dia, equipamentos de primeiro mundo, a participa√ß√£o da ronda escolar e a ronda nos bairros e essencial para que possamos diminuir os roubos na cidade…

  • #1471
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    Leandro Correa
    Espectador

    1. Valorização de todos os setores de segurança, assim com o incentivo vão fazer um melhor trabalho de forma mas eficaz

    2. Equipamentos para que os mesmo possam trabalhar de uma melhor forma, equipamentos esses de primeiro mundo. Nesse caso em S√£o Paulo o Doria ja est√° fazendo. Podemos expandir parta outros estados

    3. Ronda escolar, ficando um guarda nas escolas com indice de violencia

    4. ronda comunitaria essencial continuar as rondas e ter mas homens nas ruas

    5. Segurança para a mulher hoje apesar das leis muitas coisas so vão ser feitas apos acontecer algo

  • #1476
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    Mateus da Rocha Castro
    Espectador

    Seguran√ßa sempre ser√° um tema debatido nas rodas de pol√≠tica. Uma das solu√ß√Ķes para reduzir os n√ļmeros da viol√™ncia no Brasil √© isolando completamente os pres√≠dios e colocando todos os demais em crit√©rio de seguran√ßa m√°xima, evitando que os l√≠deres de fac√ß√Ķes criminosas comandem de dentro doa pres√≠dios.

  • #1481
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    Marcos Rodrigues
    Espectador

    Quando o tema √© seguran√ßa n√£o podemos medir esfor√ßos para garantir que ela seja feita, e o melhor modo de cumprir com ela √© investindo na pol√≠cia para assim ter policiais preparados para qualquer situa√ß√£o seja qual for, mas n√£o somente isso ir√° promover a seguran√ßa √© necess√°rio implementar mais algumas medidas que ir√° transformar o campo d√° seguran√ßa do brasil, entre essas medidas est√£o a fiscaliza√ß√£o das fronteiras para impedir o tr√°fico de armas e drogas, aumentar o n√ļmero de policiais nas ruas, elevar os n√≠veis de investiga√ß√£o e investir nas cadeias para que os presos que passem por l√° saiam novas pessoas e entendam que cadeia n√£o √© tortura mas sim recome√ßo.

  • #1486
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    Paulo Victor Barchi Losinskas
    Espectador

    O tema seguran√ßa encontra diferentes realidades dentro do Brasil. Hoje o Estado de S√£o Paulo √© o √ļnico com √≠ndices aceit√°veis de viol√™ncia segundo √≥rg√£os internacionais, o que indica que a pol√≠tica adotada no Estado √© a correta e tem sido eficaz na redu√ß√£o das taxas de homic√≠dios, roubos e latroc√≠nios.

    Por√©m, √© preciso continuar investindo em a√ß√Ķes de intelig√™ncia, com apoio de tecnologia e m√©todos preventivos de combate ao crime, desmantelando quadrilhas e evitando o crescimento do crime organizado, especialmente nas regi√Ķes perif√©ricas.

  • #1493
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    Philippe Alves
    Espectador

    A Seguran√ßa P√ļblica do Brasil precisa de tr√™s la√ßos para gerar resultados:

     

    Moderniza√ß√£o: Intercambio de conhecimento em parceria com pol√≠cias de outras na√ß√Ķes desenvolvidas para combater a viol√™ncia local, afim de extrair solu√ß√Ķes e tecnologia para os efetivos no Brasil.

    Integra√ß√£o: Construir de maneira s√≥lida uma fus√£o das pol√≠cias e for√ßas no Brasil de uma forma din√Ęmica para garantir a celeridade das a√ß√Ķes de seguran√ßa e combate ao crime

    Capacitação dos Efetivos: Tornar os profissionais ainda mais capazes através de treinamentos realizados dentro e fora do Brasil.

  • #1512
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    Rafael Almeida
    Espectador

    – Devemos capacitar e qualificar os profissionais, principalmente a guarda civil municipal.
    – Aumentar o efetivo nas cidades
    РModernizar, afim de facilitar a aproximação entre a sociedade e solução de problemas.
    – Aumentar o sistema de c√Ęmeras, controle de quem entra e sai das cidades.

  • #1523
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    A seguran√ßa p√ļblica, tema importante que √©, pode ser resolvida de duas maneiras: a primeira delas, autorit√°ria, atrav√©s da repress√£o e cerceamento da liberadade (que todos bem sabem, √© praticamente ineficaz) e a segunda atrav√©s da educa√ß√£o, cidadania e inclus√£o social. Como se pode combater o crime de frente, sendo que n√£o se erradica a causa da viol√™ncia, que √© a falta de acesso ao estudo, distribui√ß√£o de renda e neglig√™ncia estatal? Algumas medidas de curto prazo como capacita√ß√£o, aumento de pessoal e austeridade at√© d√£o resultados a curto prazo, por√©m, n√£o s√£o sustent√°veis.

    A descriminalização de alguns tipos de opióides também pode ser considerada como medida preventiva, tendo em vista a retomada de grande parte do dinheiro que financia o tráfico, afinal, só há tráfico porque há proibição. Bem sabemos que a violência JAMAIS deixará de existir, princalmente porque somos seres humanos, dotados de selvageria animalesca. Porém, é viável repensar o modelo de sociedade e o combate ao crime de outras maneiras.

    O uso racional da for√ßa, condi√ß√Ķes de acesso aos servi√ßos b√°sicos como sa√ļde, educa√ß√£o, moradia e emprego (o qual dignifica o homem) pode sim reduzir a quantidade de crimes. Um claro exemplo disso, √© o que acontece atualmente no pa√≠s: devido ao preconceito, todo dia vemos casos de pessoas LGBT que sofrem viol√™ncia pelo simples fato de serem quem s√£o. Inclusive, li mat√©ria no G1 hoje pela manh√£ de um caso em que um homem levou 4 tiros pelo simples fato de, pasmem, beijar seu parceiro em p√ļblico!

    Em um pa√≠s s√©rio, onde a educa√ß√£o e qualidade de vida √© levada a s√©rio, dificilmente ver√≠amos casos assim. O PSDB, penso eu, deve se posicionar na readequa√ß√£o do uso da for√ßa, na melhoria das condi√ß√Ķes gerais de vida da popula√ß√£o e no acesso igualit√°rio a bens e servi√ßos, al√©m da descriminaliza√ß√£o das drogas, tendo enfoque nas medidas preventivas, tendo em mente que medidas corretivas praticamente n√£o surtem o efeito esperado.

  • #1535
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    Weverton Ramos Paulino
    Espectador

    Seguran√ßa p√ļblica

     

    Um tema que sempre ter√° relev√Ęncia nas mesas de debates, mas a pergunta a ser feita √© como acabar com a corrup√ß√£o j√° que o “tal pacote anti crime ” n√£o vida isso.¬† Como de fato tirar os ratos e colocar pessoas sensatas ?. Nossa pol√≠cia civil est√° acabada com tanta indiferen√ßa onde os jogos ilegais¬† em muitos bairros falam mais que a pr√≥pria popula√ß√£o.

     

    Sou a favor de criar um centro de segunda interno com c√Ęmeras de seguran√ßa e uma forte fiscaliza√ß√£o em cima das pol√≠cias local, come√ßaria com. Bairro piloto onde a criminalidade junto com a corrup√ß√£o n√£o tem fim.

     

    Para mais idéias de segura, mande uma mensagem no WhatsApp 11-95453-2759

  • #1540
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    José Lucas
    Espectador

    Com rela√ß√£o a seguran√ßa p√ļblica, a grande bandeira do nosso partido deve ser o Estado de S√£o Paulo,que sob os brilhantes governos de Covas/Alckmin diminuiu incrivelmente o n√ļmero de homic√≠dios. Creio que devemos lutar pelo porte de armas no campo,onde n√£o h√° policiamento efetivo!

  • #1545
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    Paulo Afonso Tavares
    Espectador

    O Governo Federal precisa investir mais na seguran√ßa p√ļblica. Pessoas de bens est√£o ficando ref√©ns da bandidagem. Uma das pol√≠ticas que o PSDB tem que defender e apoiar √© a cria√ß√£o da guarda municipal armada, que somar√° for√ßas com as Pol√≠cias Militar e Civil.

  • #1554
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    MAYARA CRISTINE CARVALHO
    Espectador

    Começar a falar de segurança é um assunto muito complexo. Assim como todos os outros que vamos debater.
    No meu ponto de vista , pensando na minha comunidade e nos lugares em que eu frequento. A segurança está diretamente ligada a educação e ocupação social.
    Liberar o armamento, aumentar pres√≠dios, investir em for√ßas armadas pode funcionar um pouco? pode …mas isso n√£o quer dizer que estaremos seguros.
    Falar de seguran√ßa pra mim, √© dar ocupa√ß√£o para os jovens dentro das comunidades, √© condicionar o recebimento de benef√≠cios sociais ao trabalho volunt√°rio com o objetivo de melhorar o pr√≥prio ambiente em que convivem. √Č aumentar a fiscaliza√ß√£o da criminaliza√ß√£o entre tr√°fico e pol√≠cia local e investir em condi√ß√Ķes de trabalho dignas aos policiais e agir com rigidez nas senten√ßas quando houver um crime.
    Não haverá segurança , enquanto não houver conscientização de que a polícia e a comunidade precisam trabalhar em conjunto para defender seus interesses e que o estado é o representante maior desses dois, mas que apenas dá ferramentas para que as coisas aconteçam.
    Ter bases comunitárias da polícia mas com uma parte social dentro dos bairros poderia ajudar bastante a criar esse vínculo de parceria e proteção.

  • #1559
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    Jean dos Santos Silva
    Espectador

    1 – N√£o se pode pensar em seguran√ßa p√ļblica sem pensar em treinar, equipar e orientar os agentes de seguran√ßa

    2 – Guardas Municipais deveriam existir em todas as cidades com mais de 50 mil habitantes

    3 – A Policia Militar deve ter equipamento e treinamento em diversas situa√ß√Ķes para se habituar com diversas realidades

    4 РO principal meio de evitar crimes é sem duvida através da educação com valorização dos profissionais de ensino, reciclagem constante e um ambiente escolar adequado à realidade atual dos jovens que lá deveriam estar, mas que não estão devido ao modelo arcaico que é nosso sistema de ensino.

  • #1566
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    Pedro Henrique Pasquali
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    A pol√≠tica de seguran√ßa p√ļblica no Brasil precisa ser baseada em fortalecimento da intelig√™ncia e equipamento das pol√≠cias, respeitando seu car√°ter de ultima ratio. Respeitando os direitos humanos e os princ√≠pios e garantias fundamentais da CF/88, √© preciso atuar de maneira sensata e estrat√©gica na preven√ß√£o de atos de viol√™ncia – jamais utilizando o policiamento para trucidar certas popula√ß√Ķes em busca de votos.

  • #1580
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    Magno Costa
    Espectador

    A segurança precisa ser vista e pensada de forma plural e igualitária pelos estados e municípios visando o bem estar da população em geral.

  • #1585
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    Wendel S√°
    Espectador

    A realidade é avassaladora:

     

    O d√©ficit na nossa seguran√ßa surge no Congresso Nacional. Dinheiro mal gasto, verbas desviadas, crimes de colarinho branco e representantes do povo envolvidos em organiza√ß√Ķes criminosas.

     

    Se levarmos em considera√ß√£o, medidas mais do que b√°sicas e que demandam um valor muito menor do que a manuten√ß√£o de pres√≠dios e o aux√≠lio reclus√£o, por exemplo, destacar-se-√£o as in√ļmeras vantagens de investir em preven√ß√£o ao crime, a exemplo de ilumina√ß√£o p√ļblica, c√Ęmeras de vigil√Ęncia, ve√≠culos e equipamentos para os servidores do setor, e principalmente, investimentos em educa√ß√£o, pois √© desta semente que florescer√° uma sociedade cada vez mais distante da criminalidade.

  • #1612
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    José Neto Cassiano de Camargo
    Espectador

    O problema da seguran√ßa p√ļblica √© complexo em todos os estados brasileiros. A discuss√£o traz elementos diversos, como: a falta de punibilidade, a baixa taxa de distribui√ß√£o de renda, a corrup√ß√£o policial, tr√°fico de drogas entre outros.

    Na minha opinião, o principal problema é falta de punibilidade àqueles que cometem crimes. A legislação penal é arcaica, traz diversos elementos que tornam a justiça lenta e demorada. Lembrando, que sempre deve se respeitar o direito a ampla defesa e contraditório. E essa falta ou extremamente lenta condenação, faz com que pessoas acabem entrando no mundo do crime, pela certeza de impunidade.

    Por isso, o PSDB deve propor um modernização do código de processo penal. Já que a condenação deve ocorrer o mais próximo possível da data do crime, para que as vítimas se sintam protegidas pelo Estado. Essa evolução da legislação, pode ser feita diminuindo a quantidade absurda de recursos, muitas vezes procrastinatórios, endurecer as penas para crimes contra a vida e combater o tráfico de drogas.

    Além disso, outro problema que deve ser atacado, esta relacionado a valorização dos profissionais da área. Seus subsídios devem ser aumentados e devem estar bem equipados,  para que não busquem outras fontes de renda e para que tenham estímulo ao cumprir suas tarefas.

  • #1616
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    Guilherme Gosling de Oliveira Lott Lage
    Espectador

    Acredito que o primeiro tema que deve ser debatido dentro da √°rea da Seguran√ßa √© porque parcela da popula√ß√£o brasileira est√° associando a ideia de repress√£o ao crime √† ideia de repress√£o violenta, com uso excessivo do monop√≥lio do uso da for√ßa pelo Estado. Basta ver o caso do Rio de Janeiro, onde as autoridades constitu√≠das chegaram a propor o uso de atiradores de elite para “abater” aqueles que portassem armas de grosso calibre.

    Neste ponto, de repress√£o ao crime e √≠ndices de criminalidade, seria interessante que o partido fizesse uma analise critica do exemplo de S√£o Paulo, onde, consecutivamente, as gest√Ķes do PSDB reduziram os √≠ndices de criminalidade. Quais s√£o os pontos fortes da pol√≠tica p√ļblica implementada, qual a rela√ß√£o entre investimento p√ļblico e queda dos crimes? Deste ponto, poder√≠amos ter um bom marco te√≥rico para avan√ßar no tema.

    Outro ponto relevante √© ao combate ao crime organizado e ao tr√°fico de drogas. Acredito, e √© esse √© um tema j√° “batido”, na absoluta necessidade do udo da inteligencia, com investimento em equipamentos e capacita√ß√£o de pessoal.

    Precisamos, tamb√©m, debater a implanta√ß√£o do SUSP – Sistema Unico de Seguran√ßa P√ļblica. Qual √© a pol√≠tica p√ļblica nacional de combate ao crime? Porque me parece que os Estados n√£o podem e n√£o devem atuar isoladamente, notadamente em casos que envolvam as quest√Ķes carcer√°rias e de fac√ß√Ķes criminosas. Essas s√£o considera√ß√Ķes inicias.

  • #1617
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    Guilherme Gosling de Oliveira Lott Lage
    Espectador

    Ademais, precisamos, tamb√©m, debater a quest√£o da “legisla√ß√£o √°libi”. At√© quando vamos utilizar a legisla√ß√£o como pol√≠tica p√ļblica de combate a criminalidade. Parece-me, e posso estar enganado, que endurecer as leis pura e simplesmente “n√£o mete medo em bandido” como habituou-se a ouvir nos tempos atuais. Precisamos de uma legisla√ß√£o mais rigorosa ou precisamos aplicar a legisla√ß√£o vigente?

  • #1622
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    Valentina Jord√£o
    Espectador

    O problema da falta do repasse das verbas federais, a falta de aten√ß√£o e cuidado do governo para com a urg√™ncia da seguran√ßa p√ļblica, contribui para¬† que os policiais fiquem com uma¬† estrutura de trabalho prec√°ria para trabalhar. Eles tamb√©m recebem sal√°rios baixos e arriscam suas vidas diariamente. E a criminalidade que n√£o diminui e se espalha nos estados, controlando pres√≠dios, comunidades e impondo suas pr√≥prias leis, v√£o se fortalecendo e criando assim uma criminalidade altamente¬† organizada. O PSDB e a sociedade devem se unir para que os policias e aqueles que zelam pela nossa seguran√ßa sejam bem remunerados, valorizados e recebam melhores treinamentos. N√£o estamos mais diante de criminosos que furtam resid√™ncias, lojas, animais. Estamos diante de uma criminalidade que utliza explosivos, s√£o violentos e possuem claramente a inten√ß√£o de tirar a vida das pessoas e gerar o caos, utilizam t√°cticas de guerrilhas, recebem treinamentos de redes mafiosas e s√£o altamente perigosos.

  • #1627
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    Vivian Coutinho Cavalcante
    Espectador

    Na atualidade, a ineficácia das leis que influenciem diretamente na Segurança é um tema muito debatido. No que tange a legislação, é necessário que haja uma reforma dos Códigos Penal e de Processo Penal, visando atualizar a matéria penal e processual às práticas mais atuais, vez que são leis antigas (Código Penal Р1940/ Código de Processo Penal:1941).

    N√£o obstante, faz-se necess√°rio o devido reconhecimento dos profissionais da √°rea de Seguran√ßa P√ļblica, atrav√©s de bons sal√°rios, moderniza√ß√£o dos equipamentos de seguran√ßa, moderniza√ß√£o dos equipamentos de estrutura interna, a fim de que haja maior engajamento e est√≠mulo daqueles que colocam sua vida em risco para que a sociedade seja mais segura.

    No que tange a detec√ß√£o das demandas dessa √°rea, necess√°rio √© que cada regi√£o tenha um estudo pr√≥prio dos crimes com maior incid√™ncia, quais a√ß√Ķes permitiram redu√ß√£o de √≠ndices de criminalidade, pra que seja poss√≠vel a tomada de a√ß√Ķes mais precisas e mais eficazes, conforme as especificidades de cada regi√£o.

    Por derradeiro, √© interessante que as pol√≠cias ostensiva e judici√°ria tenham comunica√ß√£o mais eficiente entre si, que elas possuam uma integra√ß√£o mais efetiva, visando dar maior efetividade no cumprimento de mandados, de a√ß√Ķes conjuntas, e outras pr√°ticas que possam refor√ßar a Seguran√ßa dando maior efetividade no cumprimento da lei.

  • #1633
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    Lucas Vicente Russo
    Espectador

    <p style=”text-align: center;”>MORAL: SEM SECTARISMOS, MAS LAICA, POSITIVA E HUMANA</p>
     

    De todos os des√≠gnios do Estado de Direito, a seguran√ßa sem d√ļvidas √© a de maior prem√™ncia , n√£o apenas pela mera integridade corp√≥rea, sen√£o pelo seu teor sumamente jurisprudencial — mais que isso– seu significado axiol√≥gico ao cidad√£o (do grego: axi√≥s valor humano); ora, para sentirem-se seguros os indiv√≠duos cumpre a exist√™ncia (em primeiro plano) de uma for√ßa policial com equipamentos de “neutraliza√ß√£o hostil” plenamente operativos, judicialmente respaldados pelas sacras letras da judicatura e cuja conduta em salvaguarda √† ordem social sejam chancelados pelo c√°lamo do magistrado.

    Moral! qual o esteio desta doutrina de seguran√ßa, n√£o uma moral religiosa, clerical, prepotente;mas, uma moral que se fundamenta nas positividades do pr√≥prio homem. Sendo, deste modo, sua inobserv√Ęncia uma indignidade¬† perceptivelmente apen√°vel n√£o a esta ou √†quela confiss√£o de costumes, mas a todos os homens de todos os s√©culos.

     

    Eis a Moral imanentemente transcendente.

  • #1637
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    Pedro Caldas
    Espectador

    Eu defendo a privatiza√ß√£o de pres√≠dios. Inclusive n√≥s j√° temos experi√™ncias bem sucedidas com isso em Minas e come√ßou na gest√£o do PSDB. At√© por uma quest√£o de direitos humanos, o estado Brasileiro tem que reconhecer sua inabilidade junta a massa carcer√°ria. Os alimentos, as doen√ßas aos quais est√£o expostos, condi√ß√Ķes insalubres mesmo… E acho que poderia haver concess√Ķes p√ļblicas, PPP, mas que o partido passasse a ter isso como bandeira. N√£o existe pris√£o perp√©tua no nosso pa√≠s, um dia esse indiv√≠duo volta a sociedade e eu acredito na ressocializa√ß√£o de pessoas, agora vamos reconhecer que da maneira que est√° √© mais dif√≠cil

  • #1648
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    Gregory de Ara√ļjo Toledo
    Espectador

    Por ser de uma das zonas mais violentas do Rio de Janeiro, acredito que o enfrentamento ao tr√°fico deva ser muito mais estrat√©gico, infelizmente s√≥ vemos opera√ß√Ķes e pouco combate fora das favelas. As opera√ß√Ķes se fazem importante como pol√≠tica de sufocamento, acabando por tirar os bandidos da pista e assim diminuindo os assaltos de rua ou a carga, mas √© preciso que tenha uma atua√ß√£o mais integrada entre as pol√≠cias no Rio, √© preciso que a PF, PRF trabalhem o m√°ximo poss√≠vel para impedir a enorme entrada e sa√≠da de drogas e armas no nosso estado, que a pol√≠cia civil investigue quem negocia tudo aqui no nosso estado, diminuindo ou deixando mais complicado o fornecimento e AI SIM, com as opera√ß√Ķes de sufocamento da policia militar, reduziria e muito o recurso de armas e financeiras que o tr√°fico hoje tem e muito. Hoje √© complicado voc√™ ver opera√ß√Ķes e a policia enfrentar bazuca e .50 em quase toda favela grande do Rio de Janeiro.

    Uma outra critica √© a aus√™ncia de opera√ß√Ķes em √°reas de m√≠licia, por ser uma maior fac√ß√£o, o comendo vermelho concentra quase todas as opera√ß√Ķes do Estado, √© necess√°rio, sim, um enfrentamento maior a principal fac√ß√£o, por√©m a aus√™ncia de embate contra mil√≠cia e outra fac√ß√£o tem gerado um conforto maior e uma tomada de favelas antigas do CV por essas duas fac√ß√Ķes que s√£o t√£o organizadas quanto. Alguns bairros as duas dividem irm√£mente o controle da favela, onde corre solto o tr√°fico e a extors√£o.

  • #1655
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    Wellington Luís Pegorin
    Espectador

    A seguran√ßa √© um fator essencial para que a sociedade conviva em harmonia e paz. O cidad√£o tem esse direito e √© preciso que cada vez mais mecanismos tecnol√≥gicos sejam inseridos para garantia dessa quest√£o, trabalhando prioritariamente na parte preventiva, aumentando os profissionais da √°rea, com constantes opera√ß√Ķes.

  • #1658
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    Gabriela Cardoso
    Espectador

    Boa noite, seguran√ßa √© um requisito fundamental para a nossa sociedade. Infelizmente em muitos lugares deste grande Brasil, tal requisito √© muito vago, fazendo com que cidad√£os de bem, paguem pela falta de legisla√ß√Ķes mais severas. Eu apoio a redu√ß√£o da maioridade penal e puni√ß√Ķes mais severas para crimes ediondos. Acredito que assim os jovens infratores pensar√£o duas vezes antes de sair da linha. A fam√≠lia brasileira, precisa tamb√©m de mais instru√ß√£o para que saibam como lidar com crian√ßas que j√° demonstram certos atos violentos enquanto jovens, para que isto n√£o se agrave. Crian√ßas devem ter um apoio maior e melhor pelos governantes para que os casos de abuso, trabalho infantil e maus tratos sejam nulos na nossa na√ß√£o.

     

    A nossa casa pede socorro e agora que estamos no poder, precisamos colocar ordem na casa.

     

    Att Gabriela Cardoso

    Extrema, Minas Gerais

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Gabriela Cardoso. Raz√£o: Palavras incorretas
  • #1666
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    Rodrigo Ribeiro
    Espectador

    Sauda√ß√Ķes tucanas! Inicio os coment√°rios e opini√£o por este tema e tentarei explanar o que acho importante pra cada √°rea de uma forma geral e nos exemplos pr√°ticos irei ser mais espec√≠fico, trazendo situa√ß√Ķes do governo municipal tucano da minha cidade, S√£o Jos√© dos Campos – SP.

    Bom, chega a ser redundante dizer que seguran√ßa p√ļblica √© uma das prioridades. O pr√≥prio atual presidente do pa√≠s foi eleito levantando fortemente a bandeira deste tema. Todos sabemos da sua import√Ęncia e de como, ela sendo eficiente, pode n√£o s√≥ reduzir os √≠ndices de criminalidade como ter uma influ√™ncia social importante. Esses s√£o dois pontos que acho importante: Tecnologia e aproxima√ß√£o com a popula√ß√£o (principalmente por meio de a√ß√Ķes educativas).

    N√£o vejo um (bom) futuro para a seguran√ßa p√ļblica que n√£o passe pela tecnologia. O sistema Detecta do Estado de S√£o Paulo √© um bom exemplo. Em S√£o Jos√© dos Campos, as c√Ęmeras de monitoramento, juntos com os equipamentos de fiscaliza√ß√£o do tr√Ęnsito com sistema OCR (que permitem a leitura de placas) diminu√≠ram consideravelmente os √≠ndices de criminalidade. Um dos motivos que permitiu esse cen√°rio foi o compartilhamento de dados e informa√ß√Ķes entre as for√ßas de seguran√ßa. Ou fator importante e que influencia no resultado da utiliza√ß√£o desses equipamentos. O infrator foge de onde ele sabe que est√° sendo monitorado e muitas vezes filmado. Bandido n√£o quer ter o rosto exposto! Com tecnologia, acredito que possa se fazer mais com menos (policias), ou seja, ela otimiza o trabalho. Al√©m da tecnologia, os policias precisam estar bem equipados, sem frota ou qualquer outro tipo de equipamento sucateados.

    O segundo ponto √© rela√ß√£o da pol√≠cia com a popula√ß√£o. A imagem do policial n√£o condiz com a merecida. Ainda vejo um grande n√ļmero de pessoas que n√£o acreditam e confiam na pol√≠cia. Infelizmente, como em todos os setores, h√° policiais corruptos, que agem de forma truculenta, cometem irregularidades numa a√ß√£o ou se excedem numa abordagem, por exemplo, mas s√£o a minoria. Acredito que essa m√° imagem s√≥ ser√° mudada quando os governos investirem em a√ß√Ķes educativas nas comunidades. √Č preciso quebrar essa imagem e trazer a popula√ß√£o para junto das for√ßas de seguran√ßa.

    Outro ponto e onde também percebo que o PSDB perde um nicho importante de simpatizantes é na remuneração e plano de carreira dos policiais.

  • #1689
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    Ronald Vilella
    Espectador

    Seguran√ßa p√ļblica √© um assunto de extrema import√Ęncia a todos. Apesar de conter v√°rios assuntos, trago alguns poucos exemplos que acho essenciais:

    a) Cria√ß√£o de um sistema √ļnico e integrado de informa√ß√Ķes, permitindo uma melhor integra√ß√£o entre diferentes institui√ß√Ķes de seguran√ßa e melhores pol√≠ticas p√ļblicas em fun√ß√£o do uso desses dados.

    b) Integração entre diferentes polícias e exército.

    c) Combate √†s drogas por meio de projetos educacionais, a√ß√Ķes policiais com intelig√™ncia e planejamento, controle de fronteira.

    d) Melhor forma√ß√£o e remunera√ß√£o dos agentes p√ļblicos de seguran√ßa.

    e) Uso de novas tecnologias no combate à lavagem de dinheiro e crimes financeiros.

  • #1696
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    Arthur Silva
    Espectador

    O tema da seguran√ßa p√ļblica deve ser tratado com muita seriedade. √Č extremamente percept√≠vel, que, assim como a corrup√ß√£o, a sa√ļde e a educa√ß√£o, o assunto que mais provoca insatisfa√ß√£o ao brasileiro, √© a falta de pol√≠tica p√ļblica relacionada a seguran√ßa. Simplificando: o povo brasileiro n√£o se sente seguro, e n√£o h√° nada pior do que ficar cerzido de passear no pr√≥prio bairro ou estado, por conta da viol√™ncia, como acontece veementemente no Rio de Janeiro.

    Mas a problem√°tica da seguran√ßa vai al√©m de saidinha de banco, do latroc√≠nio e roubo de celular. O crime organizado tomou propor√ß√Ķes maiores, literalmente, eles se organizaram. Hoje, controlam territ√≥rios, gerenciam, at√© mesmo dos pres√≠dios, o que acontece dentro e fora do sistema carcer√°rio e, muitas s√£o as vezes, que possuem liga√ß√£o direta com algumas institui√ß√Ķes. Estamos sem caminho? N√£o, pelo contr√°rio. O PSDB √© o pioneiro em enfrentar crises, passar por grandes tribula√ß√Ķes. Isso ser√° apenas mais uma desafio.

    Indubitavelmente, n√£o se resolver√° os percal√ßos da seguran√ßa em pouco tempo. Ser√° necess√°rio um trabalho intenso para resolver, mas √© poss√≠vel. √Č preciso reconhecer os poderes paralelos que existem, logo, a primeira vis√£o que tenho √© a de que a seguran√ßa se combate com intelig√™ncia. Ou seja, reconhecer as bases que sustentam o crime e agir, de maneira inteligente tamb√©m, para que vidas inocentes sejam poupadas e, criminosos venham ser punidos. N√£o basta a l√≥gica “tem mais √© que matar”. √Č preciso, no entanto, ao inv√©s de ratificar falas assim, fazer uma reflex√£o sobre as origens do caos que √© a seguran√ßa. Encontrando o resultado, o caminho posterior √© tentar saber se √© poss√≠vel ainda trat√°-lo. Sem medo de errar, sei que o final recair√° no que mais falamos: a educa√ß√£o. Ela √© o sustent√°culo de uma sociedade que queira livrar-se do mal da viol√™ncia e do crime.

    Ademais, os desafios do combate a viol√™ncia e, concomitante, a quest√£o da seguran√ßa p√ļblica, s√£o t√≥picos que ganharam proemin√™ncia nos dias atuais. Seguran√ßa √© quesito b√°sico para pensar o PSDB que queremos ser e ter. O primeiro passo √© separar “o joio do trigo”, ou seja, √© preciso passar um “pente fino” nas corpora√ß√Ķes que promovem a seguran√ßa. A corrup√ß√£o nessas institui√ß√Ķes n√£o √© uma mera ilus√£o. √Č necess√°rio punir aqueles que infringiram a lei. Tirar das ruas aqueles que n√£o est√£o preparados. Logo, capacitar com intelig√™ncia seria o pr√≥ximo desafio.

    Em suma, devemos preparar as institui√ß√Ķes que defendem a soberania. Os estados (nesse caso deveria haver um di√°logo maior entre os estados e o governo federal), que t√™m seus √≥rg√£os e institui√ß√Ķes, tamb√©m devem ser preparados. Por certo, n√£o podemos esquecer de valorizar esses profissionais que atuam durante dia e noite para nos proteger, assim como dar a eles autonomia, mas avis√°-los ou orient√°-los do peso que isso significa. Minha grande defesa ser√° com base na minha pr√≥pria experi√™ncia. Sou carioca, e √© de conhecimento geral os problemas que existem no Rio. Aqui, temos medo de levar nossas filhos √† rua, √† pracinha, podemos at√© sair, mas n√£o sabemos sem iremos voltar. O que ajuda, pelo menos no in√≠cio, a combater a viol√™ncia, √© o policiamento ostensivo. A popula√ß√£o precisa ter a sensa√ß√£o de seguran√ßa. Ver viaturas na rua, observar rondas, isso aumenta a credibilidade, a confian√ßa na pol√≠cia. Fator, para mim, crucial para uma boa intera√ß√£o entre a pol√≠cia e a popula√ß√£o. Ainda mais, sem essa intera√ß√£o, n√£o chegaremos a lugar nenhum. √Č preciso instruir – depois da separa√ß√£o do joio do trigo – , que o policial, o agente da lei, n√£o √© um vil√£o, mas um assegurador da mesma. Aqueles que est√£o do nosso lado. O aumento de militares e servidores pode contribuir para a quest√£o abordada nos dois par√°grafos anteriores,

    Seguran√ßa p√ļblica n√£o √© brincadeira. N√£o √© uma quest√£o caricata, pelo contr√°rio, √© muito s√©ria, trata-se da nossa pr√≥pria vida e do risco que corremos de perd√™-la. O PSBD precisa pensar nas pessoas que s√£o assoladas todos os dias por esse mal. E n√≥s, como pensadores e seres opinativos, n√£o nos basta escrever falando s√≥ mal da pol√≠cia ou defendendo marginais (se √© que fazem isso). Devemos perceber que neste exato momento que estamos aqui, milhares de homens e mulheres est√£o colocando suas vidas em risco para tentar manter a ordem. Nosso dever pol√≠tico √© defender que esses profissionais sejam mais bem remunerados, e tamb√©m,¬† apontar os erros e corrigi-los, tudo isso somando as opini√Ķes de todos os brasileiros, aqueles que tem a viv√™ncia e os que desejam opinar. Somente essa constru√ß√£o, que se iniciada hoje, poder√° – tenho esperan√ßa -, nos d√° o Brasil que tanto desejamos.

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  • #1721

    O Estado precisa, de fato, atuar para garantir o direito constitucional √† seguran√ßa. Para tanto, deve entender sua organiza√ß√£o e as suas defici√™ncias, possibilitando, consequentemente, uma redu√ß√£o dos chamados “poderes paralelos” ou buscar entender esse poder e control√°-lo. √Č evidente que o Estado n√£o consegue chegar e atuar em √°reas de comunidade e isso acaba por “fortalecer” o poder dos traficantes locais. O tema da seguran√ßa n√£o √© t√£o simples e acaba abarcando outros temas, como educa√ß√£o, sa√ļde, renda (a miserabilidade das pessoas pode vir a aumentar os crimes, uma vez que essas pessoas podem vir a se fazer do cometimento de crimes para garantir a sua sobreviv√™ncia) e drogas. Uma pol√≠tica de combate ao consumo de drogas ou de legaliza√ß√£o precisa ser feito ouvindo especialistas e promovendo a√ß√Ķes reais para combater o tr√°fico. Se tomarmos pa√≠ses como Noruega, Finl√Ęndia e Su√©cia o √≠ndice de qualidade da educa√ß√£o, da sa√ļde e da seguran√ßa s√£o alt√≠ssimos. Bons exemplos precisam ser repensados. O sistema criminal brasileiro n√£o √© eficiente. Prender n√£o √© a √ļnica solu√ß√£o para coibir crimes. Num primeiro momento, o aumento do n√ļmero de policiais, das rondas automotivas e de equipamentos de seguran√ßa como c√Ęmeras e sistema de ilumina√ß√£o podem, de in√≠cio, diminuir a criminalidade, mas o que se precisa √© fazer reformas estruturantes em todo sistema de seguran√ßa e possibilitar pol√≠ticas p√ļblicas de seguran√ßa mais eficiente. O governo Temer produziu uma redu√ß√£o na criminalidade, sendo reduzido ainda mais no governo Bolsonaro. Em Pernambuco, o programa Pacto pela vida proporcionou e vem proporcionando a redu√ß√£o no n√ļmero de homic√≠dios. √Č replicar boas pr√°ticas j√° testadas e seguir com novos projetos.

  • #1723
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    Yan fernandes pereira
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    As autoridades policias precisam ser mais respeitadas ,preparada,valorizada e ela precisa ter uma autonomia maior. E a guarda municipais poderiam ter total poder igual a pm de cada estado

     

  • #1727
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    Edison Fernando
    Espectador

    Um tema complexo como segurança exige uma resposta de igual forma.

     

    Para uma melhora estrutural na segurança há de se trabalhar em três áreas:

     

    PREVENÇÃO

    1-Melhora cont√≠nua de pol√≠ticas p√ļblicas para o desenvolvimento social e econ√īmico;

    2-Reestruturação do sistema educacional de base com escolas em tempo integral, fomento a participação esportiva, acadêmica e cultural;

    3-Retomada das áreas comandadas pelo tráfico e/ou milícias;

    4-Fomento a reeducação de menores infratores à luz do ECA;

     

    EXECUÇÃO PENAL E POLICIAMENTO OSTENSIVO/INVESTIGATIVO:

    1-Celeridade no processo judicial;

    2-Desenvolvimento tecnológico para a solução de crimes complexos (bancos de dados comum entre os Estados federados);

    3-Aprimoramento de equipamentos, mobili√°rios, instala√ß√Ķes f√≠sicas, ve√≠culos e aumento do contingente policial, sobre tudo o de patrulha, sem preju√≠zo ao policiamento de investiga√ß√£o;

    4-Revis√£o do sistema prisional. Fomento a privatiza√ß√£o e/ou PPP’s para a constru√ß√£o e gerenciamento do sistema prisional.

    5-Parcerias para capacitação profissional e trabalho industrial/técnico durante a execução penal, levando em consideração que parte dos vencimentos do executado servirá para sanar os custos de sua manutenção durante a execução penal e o excedente, se houver, ficará em conta poupança nominal para saque do mesmo após terminada sua execução;

    6-Promover revisão da Lei Penal, aumento de pena mínima e máxima para crimes dolosos contra a vida bem como crimes de tráfico, estupro, terrorismo, entre outros, não sendo mais possível a progressão de regime mesmo que verificada a primariedade do executado e não sendo limitado a 30 anos de prisão;

    7-Fomento a criação de estabelecimentos prisionais agrícolas para os crimes de menor potencial ofensivo;

    8-Separação de estabelecimentos prisionais de acordo com a tipificação penal;

    9-Restrição de concessão de indultos apenas à crimes de menor potencial ofensivo, não sendo mais admitido em crimes dolosos contra a vida, estupros, tráfico, terrorismo, entre outros, mesmo sendo verificada a primariedade do executado;

    10-Redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

     

    REINTEGRAÇÃO SOCIAL

    1-Acompanhamento social, técnico e psicológico do reintegrando;

    2-Continuidade do programa de trabalho desenvolvido dentro do sistema prisional com encaminhamento para as empresas credenciadas;

    3-Fomento a geração de empregos voltados aos reintegrandos.

     

     

  • #1745
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    Italo Nogueira de moro
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    Indiscutivelmente, a pol√≠tica de seguran√ßa de nossos Munic√≠pios, Estados e Pa√≠s s√£o falhas em diversos quesitos. Nesse sentido, observa-se como problemas, por ex: sistema penitenci√°rio fr√°gil e superlotado, policiais sem recursos e desmotivados, e etc. Abaixo, segue algumas sugest√Ķes para fortalecermos a seguran√ßa de nossas cidades:

    Inicialmente, nota-se a import√Ęncia de repensarmos o sistema dos pres√≠dios, de forma que os presos sejam distribu√≠dos de forma igualit√°ria, sem superlota√ß√£o em celas.

    √Č necess√°rio repensar o modelo das medidas s√≥cio educativas, uma vez que o prop√≥sito da pris√£o √© ressocializar e n√£o punir os indiv√≠duos;

    Os policiais militares e civis precisam passar por uma reciclagem periódica, com intuito de desenvolverem competências estratégicas para o dia a dia;

    Inclus√£o de mais c√Ęmeras e olhos vivos pela cidade;

    Reuni√Ķes peri√≥dicas para refor√ßar as novas leis e entender os problemas que os policiais e guardas est√£o encontrando;

    √Č necess√°rio fornecer mais recursos para as pol√≠cias protegerem a popula√ß√£o de forma eficaz;

    √Č necess√°rio fortalecer o combate ao tr√°fico de forma inteligente, portanto, nota-se a import√Ęncia de investir em centro de investiga√ß√Ķes;

    Mapeamento e estudo da cidade, reforço os quadros policiais nas zonas mais críticas;

    Fortalecimento dos profissionais da √°rea da psicologia e sa√ļde, com intuito de atender as v√≠timas de crimes, que necessitarem;

    Garantia da aplicação e meios de efetividades das leis, como por ex: Maria da Penha;

    Criação de meios para coibir os crimes LGBT;

    Fortalecer as equipes de Guardas Municipais nas entidades p√ļblicas, principalmente, escolas;

    Pensar em leis que protejam os idosos;

    Repensar projetos educacionais, com intuito de “tirar” os jovens das ruas;

     

    Abraço Fraterno.

  • #1752
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    Leonardo Novaes
    Espectador

    Estamos¬† a merc√™ do crime organizando e sob todas as suas ramifica√ß√Ķes. Traficantes de drogas, de armas, Milicianos e Contraventores dominam os Bairros, Cidades e Estados. O nosso Partido precisa encarar esses problemas de forma s√©ria e inteligente. Talvez at√© estabelecendo internamente, em algum documento partid√°rio, a forma como nossos pol√≠ticos devem lidar com a quest√£o da seguran√ßa.

    A população brasileira cansou de maquiagens, e atualmente ele já entende o que funciona e o que é apenas política eleitoreira.

    Além do crime estar presente nos territórios do Brasil, ele também já alcançou o nosso Estado como instituição.

    Como forma de combate, entendo que o Partido precise nortear seu candidatos no sentido de enfrentar essa problem√°tica entendendo que se trata de um problema social, pois muita gente sim entra pro crime como forma de sobreviver, mas tamb√©m enfrentar com intelig√™ncia. Usando de forma mais correta o or√ßamento da seguran√ßa, realizando interlocu√ß√Ķes entre as pol√≠cias e, voltando para a parte social, entender que a educa√ß√£o esta totalmente ligada a quest√£o de seguran√ßa.

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  • #1757
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    Matheus Xavier
    Espectador

    Seguran√ßa p√ļblica, junto com sa√ļde e Educa√ß√£o, tem que ser os pilares de prioridade de um governo. Pra uma seguran√ßa p√ļblica eficiente, precisa de um sistema de integra√ß√£o entre as pol√≠cias ( banco de dados),investimento pesquisa em tecnologia de ponta. Pol√≠cia tem que ser bem equipada e bem remunerada. Investir na melhoria do sistema carcer√°rio com PPP‚Äôs, investir no contigente. O estado tem que dar a popula√ß√£o a sensa√ß√£o de seguran√ßa pois isso impacta diretamente em outros diversos setores.

  • #1759
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    Rodrigo Ferreira
    Espectador

    Menor infrator com 17 anos ou ao completar os 17 cumprir seu ato infracional nos quarteis. O estado ou município tem custo de R$ 1.500,00 a R$ 2.500,00 com este menor. Este valor seria repassado aos Quarteis, este jovem teria algo que nunca teve em sua vida, disciplina. Hora para dormir, acordar comer. Pessoas em quem se espelhar. Trabalho, estudo. Tudo isso em um sistema rígido com hierarquias bem definidas.

  • #1852
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    Guilherme Santos Ferreira
    Espectador

    Minha visão é de construção de Casa Prisional sustentável para receber os apenados do sistema penitenciário com famílias na Cidade. Com Oficinas e empresas cadastradas para gerar emprego dentro da prisão e eliminar o tempo ocioso dos apenados e diminuir o tempo deles na pena.</p>

  • #1861
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    Gabriel Testai
    Espectador

    A seguran√ßa p√ļblica √© um tema que, de forma praticamente di√°ria, est√° em pauta na imprensa brasileira. Assim como o acesso √† sa√ļde, √† educa√ß√£o e √† moradia, a garantia de ir e vir com seguran√ßa √© um direito fundamental previsto pela Constitui√ß√£o Federal, sendo dever do Estado assegur√°-lo. Por√©m, ainda √© necess√°rio modificar e reformar alguns aspectos, para isso √© necess√°rio que ocorra uma reforma do modelo policial, pois a falta de integra√ß√£o, de capacidade de planejamento e de efici√™ncia das pol√≠cias no Brasil s√£o evidentes e para combater a viol√™ncia de forma efetiva, √© preciso investir em pol√≠cias integradas de ciclo completo, que atuem na preven√ß√£o e investiga√ß√£o de forma integrada, com controle externo forte e aut√īnomo. Tamb√©m √© fundamental revisar a pol√≠tica de drogas vigente no pa√≠s, pois a atual pol√≠tica de drogas √© pouco clara e sujeita √† pris√£o de usu√°rios e traficantes a crit√©rios subjetivos. Reduzir o encarceramento de pequenos traficantes e investir em pol√≠ticas de preven√ß√£o s√£o a√ß√Ķes que comprovadamente ajudam a combater a din√Ęmica criminal em torno do tr√°fico de drogas de forma mais efetiva. Outra medida satisfat√≥ria √© um √°rduo investimento na √°rea de educa√ß√£o, pois quando as crian√ßas e adolescentes encontram oportunidades e perspectivas na escola, diminuem os riscos de se envolverem a criminalidade e as drogas, portanto, investir em educa√ß√£o √© mais importante que mudar leis penais no combate √† viol√™ncia, e somente assim a seguran√ßa p√ļblica ter√° um futuro √≠ntegro e harmonioso.

    Gabriel Testai

  • #1887
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    Jeferson Lorensett
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    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Jeferson Lorensett. Raz√£o: exclus√£o
  • #1889
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    Jeferson Lorensett
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    A seguran√ßa p√ļblica √© um pilar essencial para que a vida do cidad√£o possa ocorrer de forma tranquila, alguns pontos a serem destacados:

    РCrime organizado. Como temos uma força nacional que está a disposição, ela deveria atuar mais em casos de territórios de narcotráfico em grandes centros, após resolução total ou parcial do problema passar para os cuidados das secretarias de estado. Tirando a maior fonte de renda, conseguimos diminuir os outros índices. E trazemos tranquilidades aquelas comunidades dominadas por eles. Precisa mais, mas a curto prazo isso já é uma grande solução.

    РAuxílio reclusão. Seria necessário reformular ele, pois quem cometeu o ato que acabou gerando a reclusão tinha ciência do que estava fazendo, assim pondo em risco o sustento de sua família. Uma solução para o caso, unidades com empresas dentro do próprio presídio (modelo adorado em alguns presídios no país), dando prioridade para os que estavam trabalhando quando cometeram o delito, assim gerando menos custos ao estado e auxiliando a família do detento.

    Entre outros…

  • #1895
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    Renan Frattini
    Espectador

    Considero primeiramente que os principais problemas ligados a seguran√ßa est√£o ligados intimamente a quest√£o das drogas e seus bra√ßos. Dito isso, devemos analisar tamb√©m que h√° no pa√≠s, estados e munic√≠pios, um aparelhamento estatal muito grande, principalmente se considerarmos os altos gastos com funcionalismo p√ļblico. Assim, por se tratar de despesas obrigat√≥rias, n√£o h√° possibilidades de investimentos em √°reas essenciais, nesse t√≥pico em espec√≠fico a √°rea de seguran√ßa p√ļblica. Logo, como ponto de partida¬† torna-se imperativo uma reforma administrativa que torne o or√ßamento p√ļblico federal,estadual e municipal, menos engessado e comprometido com o pagamento do funcionalismo p√ļblico, dando espa√ßo assim para investimento em outras √°reas.

    Especificamente sobre seguran√ßa p√ļblica, devemos avaliar primeiramente a necessidade de uma mudan√ßa de paradigma no combate de guerras as drogas vigente no Brasil, uma vez que, est√° demonstrado que a repress√£o, a viol√™ncia e a trucul√™ncia n√£o s√£o eficazes. Assim, deveria ser prioridade o investimento em servi√ßo de intelig√™ncia, visando privilegiar a√ß√Ķes preventivas a pr√°tica delituosa; melhor capacita√ß√£o dos agentes de seguran√ßa p√ļblica;melhores condi√ß√Ķes de trabalho aos agentes de seguran√ßa publica;valoriza√ß√£o do sal√°rio dos agentes de seguran√ßa p√ļblica, dentre outras a√ß√Ķes.

  • #1968
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    Leandro Miguel
    Espectador

    Seguran√ßa Publica √© um assunto que abrange toda uma sociedade, pode-se ser discuto varias √°reas, como a seguran√ßa da crian√ßa e do adolescente, a seguran√ßa rodovi√°ria, a seguran√ßa no dia ap√≥s dia e tantos outras possibilidades, mais n√£o acredito que de uma mente possa se extrair a solu√ß√£o para tais dificuldades que podem ser superadas, quando se age corretamente os governos e a sociedade, cada um cumprindo o seu devido papel…

    Devemos criar mais cidad√£s, inv√©s de permitir que nas√ßam ladr√Ķes, malfeitores, e como podemos impedir a maldade, governando compartilhando o amor, seriedade, compromisso garantindo a ordem, a √©tica √© um pa√≠s melhor para todos.

    √Č proveitoso equipar os policiais, mais ainda mais proveitoso √© investir na educa√ß√£o, e extrair desse investimentos grandes resultados.

    Pra mim a sociedade só é reflexo do que a nossa politica.

     

  • #2010
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    Thiago Reis
    Espectador

     

    Muitos acham que fazer seguran√ßa p√ļblica √© algo sem solu√ß√£o, por√©m os pessimistas esquecem-se de que o √™xito est√° em come√ßar pelo simples e √≥bvio, para adiante avan√ßar. Nos √ļltimos anos no Brasil, a seguran√ßa p√ļblica foi uma √°rea que teve muito dinheiro p√ļblico investido cujos resultados n√£o vieram pela incapacidade de corrigir os erros. Assim, n√£o h√° mais espa√ßo para amadorismo ou testes, pois vidas est√£o sendo ceifadas. A sociedade quer √© a√ß√£o e rea√ß√£o forte nas ruas para colocar a bandidagem em seu devido lugar, hoje o que se observa √© um sistema de seguran√ßa falho, a√ß√Ķes policiais ineficientes, uma Justi√ßa lenta e burocratizada, institui√ß√Ķes que pouco se falam, um sistema prisional sucateado, enquanto isso a viol√™ncia somente cresce e o crime organizado que agradece a inefici√™ncia na seguran√ßa p√ļblica, o nosso partido do PSDB tem que se posicionar mostrar solu√ß√Ķes eficaz para esse tema de tanta import√Ęncia.

     

     

  • #2028
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    Lucas de Lima
    Espectador

    Seguran√ßa √© um tema muito amplo. Mas primeiramente na minha opini√£o √© preciso investir pesado em treinamento e capacita√ß√£o, mas quando eu digo treinamento, n√£o √© s√≥ treinamento bal√≠stico, √© uma humaniza√ß√£o da pol√≠cia que seja interativa com a popula√ß√£o para afastar a m√° reputa√ß√£o que as corpora√ß√Ķes de seguran√ßa tem hoje em dia com¬† a comunidade. Segundo ponto seria condi√ß√Ķes de trabalho dignas, equipamentos, viaturas, armas mais modernas e finalmente sal√°rios dignos.

    O tráfico de drogas deve ser combatido em duas frentes, nas fronteiras e nas ruas. Primeiramente nas fronteiras com todos os recursos disponíveis como militares e polícia federal. Depois nas ruas com os chefes de tráficos, traficantes e usuários de drogas. Tudo feito com inteligência, investigação pela polícia civil, federal e patrulhamentos pela polícia militar.

    O sistema carcerário também deve ser ampliado, revisto, reformulado e quiçá privatizado.

  • #2037
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    Abilio Hugo Maganha
    Espectador

    Escolas

    Seguran√ßa primordialmente √© preven√ß√£o, aqui muito se falou de aumento de efetivo da policia, ronda escolar mas esqueceram o que talvez seja o mais importante, que √© o acompanhamento dos alunos nas escolas pelos professores e mesmo por psic√≥logos que possam identificar nos alunos situa√ß√Ķes como agressividade, transtornos em geral, problemas familiares graves que afetem seu comportamento, trafico de drogas, prostitui√ß√£o infantil, crian√ßas molestadas por familiares dentre outras situa√ß√Ķes, muitas inclusive v√£o a escola armadas, sim com armas de fogo, canivetes e facas.¬† Isso √© natural em escolas que se situam dentro ou pr√≥ximas a comunidades onde o anel de pobreza √© grande.

    Os professores tem contato di√°rio e direto com alunos, realizam o trabalho educacional, mas limitam-se a reportar a√ß√Ķes de indisciplinas que fogem a normalidade e a consequ√™ncia √© a puni√ß√£o do aluno quase que sempre e n√£o a busca das causas, nem aprimoram a percep√ß√£o comportamental.

    O trafico de drogas nas escolas é uma realidade que não pode ser ignorada, tanto como para obtenção de recursos financeiros, como pelo prazer desfrutado por um componente químico que reduzirá seu aproveitamento em aula, afetando o grupo que ele participa também. Dentro das escolas tem-se tanto o traficante, como os consumidores.

    A proposta que estou sugerindo √© que sejam criadas nas escolas publicas uma estrutura de apoio as crian√ßas em situa√ß√Ķes como as que citei acima, por profissionais que sejam capazes de perceber qualquer anormalidade no comportamento da crian√ßa e dar a ela o tratamento e o apoio que precisa.

    A tragédia dos alunos que invadiram a escola em Suzano  e mataram oito pessoas poderia ter sido evitado se professores tivessem conhecimento de técnicas de analise comportamental e os seguranças da escola com preparo para identificar ameaça e conhecer procedimentos para agir corretamente nessa situação.  Cito apenas para exemplificar,  a percepção de um  simples desenho de uma arma em um caderno já indica predisposição a violência, são coisas realmente simples no tocante ao comportamento de um aluno mas que se cuidadas evitam problemas graves.

    Outro ponto que destaco tamb√©m resumidamente √© o treinamento dos agentes escolares, que prestam servi√ßos de apoio dentro das escolas, estes precisam receber um treinamento para saber como proceder em situa√ß√Ķes de emerg√™ncia.¬†¬† A surpresa e a incapacidade de rea√ß√£o de forma correta resulta como de fato ocorreu em Suzano, na morte dos funcion√°rios da escola.

    Eu particularmente discordo que é necessário ter policiais dentro de todas as escolas durante todo o tempo, é preciso sim ter nas escolas funcionários capacitados a prover a segurança aos alunos.  A Ronda Escolar da PM atua somente fora do recinto da escola, e quando o problema ocorre dentro, são os agentes funcionários da escola que são a primeira resposta a contingencia, seja esta de natureza de contenção a atos de violência, seja no atendimento aos primeiros socorros.

    A tecnologia hoje possibilita identificar comportamentos agressivos pela analise por software de c√Ęmeras instaladas em locais onde circulam alunos ou locais onde se re√ļnem durante os intervalos de aula, e essa an√°lise pode ajudar muito a evitar trag√©dias.¬† Reitero todavia que ainda a melhor solu√ß√£o est√° na cria√ß√£o de um grupo dentro das escolas formados por psic√≥logos para acompanhamento pontual comportamental das crian√ßas que ai estudam.

    Li v√°rios coment√°rios feitos por desarmamentistas, completamente equivocados, mas temos que respeitar a opini√£o de todos dentro de uma democracia.¬† Ao retirar do homem de bem o direito de estar em igualdade de condi√ß√Ķes com os marginais, as principais consequ√™ncias foram o enfraquecimento da popula√ß√£o e o aumento da criminalidade, depois a cria√ß√£o de uma demanda da sociedade por seguran√ßa publica o que fez com que os custos dentro do or√ßamento fossem a cada ano mais elevados, recursos estes que poderiam serem melhor utilizados na educa√ß√£o e na sa√ļde principalmente. Esses fil√≥sofos do desarmamento, como j√° se comprovou, publicam estat√≠sticas irreais para justificar algo que n√£o √© verdade, e a qualquer custo formar opini√Ķes¬† que atendam seus interesses. Mas o crime evolui muito, principalmente com o desarmamento da popula√ß√£o,¬† quando o cidad√£o est√° indefeso, sem capacidade de reagir ele √© a v√≠tima f√°cil¬† que se sujeita a tudo. Resta acrescentar aos leigos, que busquem na pagina da web da policia federal os requisitos que s√£o exigidos para um cidad√£o de bem ter ou portar uma arma, vejam quao rigorosos s√£o os requisitos,¬† agora os criminosos, inclusive menores para estes n√£o existe absolutamente nada que os impe√ßa de portar e usar uma arma de fogo.

    A maior riqueza está na vida, principalmente das crianças e a proteção que o ser humano precisa ter pessoas preparadas em inteligência, em defesa, em pronto socorro e também na prestação do apoio psicológico fundamental quando identificado um risco por menor que seja.

  • #2043
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    Pedro Saldanha
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    РReforçar o combate ao trafico varejista , que geralmente é o que ostenta armas e provoca assaltos e homicídios na região.

    -Abrir mais concursos p√ļblicos para recrutar mais policiais a n√≠vel municipal , estadual e federal. nomear mais rapidamente os aprovados nesses concursos.

    – Refor√ßar patrulhas ostensivas da policia militar nos bairros e proximidades de esta√ß√Ķes de √īnibus e metr√ī nos horarios de pico e noturnos evitando crimes como assaltos e roubos a transeuntes .

    – Aumentar a quantidade de verbas publicas para a compra de viaturas o exercito brasileiro e lanchas para o patrulhamento terrestre e fluvial em nossas fronteiras.

    – Aumentar o patrulhamento da policia militar nas regi√Ķes rurais dos estados prevenindo crimes a propriedade agraria e conflitos por terra.

    UM ABRA√áO A TODOS! 2020 √Č 45!

     

    ATT: Pedro Saldanha

  • #2044
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    Ronaldo Florencio da silva Junior
    Espectador

    A quest√£o da seguran√ßa p√ļblica no brasil deve ser ser trada com uma ampla diversidade de a√ß√Ķes, criando oportunidades para os jovens de baixa renda dando-lhes oportunidades evitando que se envolvam com delinquentes que os usar√£o como meio para praticar crimes. As escolas tem um papal fundamental para evitar que o jovem se perca no mundo crime, para isso a escola deve ter uma a√ß√£o integrada com a sociedade, igrejas e fam√≠lias. O Estado tem o papel de criar programas nas escolas que unam e integrem escola/fam√≠lia e sociedade. O ensino m√©dio hoje no brasil n√£o oferece qualquer perspetiva de futuro ao jovem, √© muito raro o jovem de baixa renda sair o ensino m√©dio e ter a oportunidade de fazer um curso t√©cnico ou uma faculdade, pois necessita de uma ocupa√ß√£o e muitas vezes essa ocupa√ß√£o √© “oferecida” pelo estado paralelo do mundo do crime. N√£o se combater√° a criminalidade no pa√≠s sem antes construir uma base s√≥lida e com alternativas as presas f√°ceis do mundo do crime.

    Al√©m de uma amplo trabalho para base √© necess√°rio que o governo federal lidere um amplo programa de seguran√ßa p√ļblica integrando as pol√≠cias como a PRF, policiais estaduais criando tamb√©m um banco de dados nacional com informa√ß√Ķes compartilhadas refentes a criminosos, roubos de ve√≠culos etc. O Governo deve proteger efetivamente as fronteiras brasileiras que √© por onde entram drogas,armas etc. Hoje as fronteiras brasileiras s√£o campos abertos e prop√≠cios para o trafico internacional. A pol√≠cia federal deve ter como objetivo asfixiar financeiramente os traficantes limitando e eliminando seu poder de atua√ß√£o que se torna gigante por conta do poder aquisitivo criado pelo crime.

  • #2053
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    Francisca Alves de Sousa
    Espectador

    Boa noite seguran√ßa √© um assunto complexo, na minha opini√£o deveria¬† ser trabalhada em conjunto com outras pol√≠tica dentro do contexto, de maneira pontuada fica dif√≠cil combater a viol√™ncia, por que teremos que incluir: educa√ß√£o, direitos humanos, etc…pol√≠ticas sociais que s√£o¬† necess√°rias em todas os n√≠veis da sociedade, principalmente em se tratando de minorias como a comunidade negra e todas as vari√°veis culturais e religiosidade que √© muito criminalizada por parte dos agentes de seguran√ßa p√ļblica, devemos ouvir¬† com muito aten√ß√£o clamor por uma seguran√ßa p√ļblica mais humanizada

  • #2060
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    Renato Ribeiro
    Espectador

    Quando falamos em Pol√≠ticas P√ļblicas para a √°rea de Seguran√ßa, sabemos que envolve diversos aspectos, por√©m sabemos tamb√©m que os recursos financeiros do Estado Brasileiro s√£o limitados, portanto para obtermos resultados positivos nesta √°rea, devemos adotar medidas que visem principalmente a prote√ß√£o e vigil√Ęncia das fronteiras terrestres, mar√≠timas e a√©reas, evitando a entrada de drogas e armamento em territ√≥rio nacional, al√©m tamb√©m da melhoria do sistema penitenci√°rio nacional para que possamos recuperar aqueles que cometeram delitos e encontram-se presos. Para isso seria necess√°rio inicialmente a execu√ß√£o de uma Pol√≠tica Nacional de Seguran√ßa em que a Uni√£o liderasse esses processos de melhoria nos diversos estados e munic√≠pios. Dentre esses processos podemos citar a realiza√ß√£o de novos concursos para que tenhamos um n√ļmero adequado de servidores trabalhando na √°rea de seguran√ßa p√ļblica, cria√ß√£o e moderniza√ß√£o de centros de controle integrado dos √≥rg√£os de seguran√ßa p√ļblica e investimento em ci√™ncia e tecnologia voltados para √°rea de seguran√ßa.

  • #2072
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    WILLIAM CAMPOS
    Espectador

    Em aspectos gerais, no √Ęmbito nacional, devemos considerar propostas mais eficientes de preven√ß√£o, aplica√ß√£o e puni√ß√£o. Preven√ß√£o, em antecipar as poss√≠veis pr√°ticas de crimes, uso de uma central de intelig√™ncia moderna e interligada, integra√ß√£o de um sistema eficiente, √ļnico e nacional, online constantemente, al√©m √© claro, de leis que de fato, cumpram o seu papel de puni√ß√£o.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  WILLIAM CAMPOS.
  • #2073
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    Raphael Sarris
    Espectador

    Em primeiro lugar, para que possamos caminhar em dire√ß√£o a uma sociedade menos violenta, o Estado deve prestar mais assist√™ncia nas comunidades. Como isso seria feito? Mais infra-estrutura (como: asfalto, cal√ßadas, ilumina√ß√£o p√ļblica, etc) pois vivemos em um estado social de direto, logo √© dever do Estado prestar assist√™ncia com qualidade para todos. Desse jeito, quanto mais o governo mostre que tem muitas possibilidades para sonhar e lutar pelos seus sonhos atrav√©s da legalidade, menos interesse os crian√ßas, jovens e adultos ter√£o de recorrer a criminalidade como √ļnico caminho.

    Podemos perceber que muitos já sabem que este caminho é curto, violento e destrutivo para eles, suas famílias e de outrem. Portanto, esses cidadãos partem cada dia querendo viver o melhor possível e entrar para a história do crime antes de serem mortos durante o percurso.

    Por fim, o Estado prestando aux√≠lio, estando presente como uma m√£e que quer ver seu filho crescer e ser melhor do que ela, faz desta crian√ßa o jovem que pode inspirar outros que vir√£o de que existe outros caminhos e tendo uma educa√ß√£o p√ļblica de qualidade todos conseguem ver op√ß√Ķes de carreira e de vida, para assim transformar em realidade a verdadeira dignidade humana no qual nossa sociedade tanto luta para cumprir, porque a ONU tem seus projetos globais e os pa√≠ses que assinam – como √© o nosso caso – tem a responsabilidade de cumpri-las.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Raphael Sarris.
    • #2135
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      Marco
      Espectador

      Seguran√ßa √© essencial para o sucesso de qualquer democracia, precisamos que os governos se tornem protagonistas no combate a criminalidade, aumentando a capacidade de solucionar crimes e tornando a policia mais bem¬† preparada e equipada. Acredito que a pol√≠tica do armamento de civis n√£o seja a melhor forma de melhorar a seguran√ßa publica mas entendo que a popula√ß√£o j√° est√° saturada com a atual situa√ß√£o e est√° a procura solu√ß√Ķes mais incisivas.

      Outros pontos importantes são, aumentar a fiscalização nas fronteiras,combatendo assim o contrabando e o trafico de drogas, aumentar o rigor penal em casos de menores infratores, melhorar a qualidade do sistema penitenciário para que possamos realmente reabilitar os detentos. Muito importante também é  dar mais atenção as politicas de combate ao crime contra a mulher.

  • #2089
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    David Alector Sampaio
    Espectador

    Precisamos de mais investimentos em seguran√ßa p√ļblica, principalmente na √°rea de intelig√™ncia. Precisamos realizar estudos que possam atender a real necessidade da popula√ß√£o,al√©m de claro dar melhores condi√ß√Ķes de trabalho.

  • #2132
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    Diemisson Neves
    Espectador

    Na área da segurança o Brasil precisa de um reformulação nas leis, pois nossas leias deixam muitas brechas para a impunidade, precisar de um maior investimento para equipa as polícias para que ele facam melhor seu trabalho.

    O PSDB tem que fecha quest√£o favor√°vel ao pacote ante crime, nosso partido tem que mostra sua cara em favor do cidad√£o de bem.

  • #2142
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    Felipe Barbosa
    Espectador

    SEGURANÇA

    A seguran√ßa no Brasil vem passando por extremos, durante a gest√£o PT o crescimento descontrolado no n√ļmero de roubos e tamb√©m o desenfreado aumento da popula√ß√£o carcer√°ria. O atual governo vem dando um novo norte para a seguran√ßa no pa√≠s e como carro chefe temos o Rio de Janeiro com m√©todos mais autorit√°rios.

    O que n√£o est√° sendo levado em considera√ß√£o √© que j√° tentaram mudar a seguran√ßa dando mais liberdade e apoio as a√ß√Ķes pol√≠cias, n√£o dando muito certo e entrando para a hist√≥ria como os “Anos de Chumbo”, in√ļmeros inocentes¬† perdem a vida com essa abordagem, penso que para uma real mudan√ßa devemos alterar alguns pontos da constitui√ß√£o.

    Com por exemplo mudan√ßa na maioridade penal, crimes de baixo n√≠vel √© m√©dio ter acr√©scimo no tempo de pena. R√©u prim√°rio poderia optar por redu√ß√£o de pena por servi√ßo prestado a prefeituras como frente de servi√ßo, as id√©ias apresentadas s√£o superficiais com a inten√ß√£o de mostrar que por meio de discuss√Ķes sobre o que e como mudar tais pontos da constitui√ß√£o, sem esquecer de trabalhar m√©todos para a socializa√ß√£o do presidi√°rio.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Felipe Barbosa. Raz√£o: Jovem L√≠der- PSDB
  • #2159
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    Wellington Lucas Barroso rocha
    Espectador

    A seguran√ßa p√ļblica no Brasil nos dias de hoje certamente consiste em um dos temas mais pol√™micos para o debate. √Č necess√°rio criar uma ampla rede de atua√ß√£o agindo de forma preventiva para que possamos termos uma popula√ß√£o mais consciente para melhorarmos o n√≠vel de conhecido do Brasil √© uma ampla rede de profissionais capacitados para agirem no dia dia √© combater a viol√™ncia com direto a equipamentos adequados, melhores treinamento al√©m de tranquilidade e estrutura governamental para que possam fazer um bom trabalho.

  • #2176
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    Matheus Luiz Ramos Martins
    Espectador

    Cabe ao governo tanto federal quanto estadual, adquirirem posturas mais r√≠gidas pedantes as situa√ß√Ķes que encontram no decorrer do seu cotidiano, endurecer as puni√ß√Ķes para praticantes de atos il√≠citos seria vi√°vel, pois desta maneira mostraremos nossas vontades e necessidades de mudan√ßas, colocando em pauta que de fato n√£o iremos mais tolerar criminosos, combatendo firmemente a corrup√ß√£o em especial, mal que vem cada vez mais trazendo preju√≠zos inestim√°veis, tanto para os cofres p√ļblicos, quanto para a √©tica e moral do nosso pa√≠s.

  • #2183
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    Gustavo Martins de Carvalho
    Espectador

    Seguran√ßa p√ļblica no Brasil consiste em um problema grave, nas ruas a seguran√ßa publica resume-se a apenas uma institui√ß√£o, a Policia Militar. Ligado a isso, a maioria dos brasileiros tem uma vis√£o negativa sobre o desempenho dessa institui√ß√£o, isso se torna claro quando os n√ļmeros apontam que 70% dos brasileiros n√£o confiam na institui√ß√£o militar e 63% n√£o est√£o satisfeitos com a sua atua√ß√£o.

    O Estado atribui a PM a responsabilidade de combater e diminuir a violência e esse combate a violência é muitas vezes realizado com mais violência, isso é ineficaz e pouco efetivo. O combate a crimes contra a vida deve ser feito por meio de politicas publicas como o incentivo ao esporte, lazer, educação e acesso ao mercado formal de trabalho.

    √Č necess√°rio compreender que tudo est√° interligado, e portanto n√£o se diminui viol√™ncia com viol√™ncia, as cidades se tornar√£o mais seguras quando tivermos a√ß√Ķes que melhorem a qualidade de vida da popula√ß√£o em geral.

    Dito isso, apresento alguns pontos que considero indispensáveis para a melhoria da segurança publica. São eles: Mecanismos que efetivamente combatam a violência policial; Prevenção e investigação de crimes contra a vida; Humanização dos presídios e redução do encarceramento; Descriminalização das drogas; Desmilitarização das Policias Militares.

     

  • #2192
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    Diemisson Neves
    Espectador

    O PSDB tem que ser favor√°vel a pris√£o a segunda inst√Ęncia, essa decis√£o que o supremo esta presti a toma so aumentar a impunidade, e disfaz todo o trabalho de conbate a corrup√ß√£o.

    Vai volta a reina a impunidade nesse país e não podenos aceitar isso calado, esses ministro não representa o anseio do povo brasileiro por segurança publica e de conbate a impumidade

  • #2223
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    Saylo Soutelo
    Espectador

    √Č necess√°rio melhorar a coopera√ß√£o entre todas as policia para que trabalhem em parceria e de maneira estrat√©gica contra a criminalidade, e tamb√©m √© fundamental a valoriza√ß√£o dos policiais em termo de estruturas, melhores condi√ß√Ķes¬† de trabalho, sal√°rio justo e contrata√ß√£o de novos policiais em todos os estados brasileiros para refor√ßar o policiamento nas ruas e nas localidades mais distantes.

     

    Saylo Silva Soutelo – Macap√°/Amap√°

  • #2237
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    Matheus Pantrigo
    Espectador

    A seguran√ßa √© um assunto essencial para ser discutido pois n√£o podemos deixar que ela seja dominada por radicais que tornem ainda mais grave as divis√Ķes que existem dentro da sociedade. Por√©m ela tamb√©m n√£o possui solu√ß√Ķes f√°ceis de serem implementadas. Seguem algumas ideias que eu acredito que auxiliariam no debate

     

    • Cria√ß√£o de uma Guarda Nacional que compreenda as policias militares e civis federais e estaduais, fazendo com que essas, al√©m de possuir uma capacidade de a√ß√£o pontual muito mais agu√ßada tamb√©m integre a sua rede de informa√ß√Ķes. Deixando tamb√©m mais claro o prop√≥sito do policial militar mais claro.
    • Reestrutura√ß√£o das policias civis municipais de forma que elas essencialmente sigam a base de policia comunit√°ria, afinal os pa√≠ses com menor √≠ndice de viol√™ncia se utilizam deste modelo
    • Constru√ß√£o de sub-prefeituras nas comunidades, para que o estado tenha maior capacidade de a√ß√£o e de garantir que os projetos sociais e econ√īmicos tenham efeito
    • Cria√ß√£o do EDPD – Estagiando desde o primeiro dia. Um projeto de conv√™nio entre a iniciativa privada e o Estado que permita aos alunos de escolas t√©cnicas possam fazer um est√°gio – Esse projeto teria como p√ļblico alvo os jovens em situa√ß√£o de fragilidade social que se beneficiariam, e muito, com alguma renda adicional
    • Integra√ß√£o das bases de dados da policias e do ex√©rcito atrav√©s do SUSP
    • Treinamento estrangeiro para as nossas policias civis para que o tratamento do cidad√£o se torne prioridade e a efici√™ncia da pol√≠cia se torne maior
  • #2239
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    Roberta Berdeal
    Espectador

    No meu entender a viol√™ncia tem causas maiores e profundas, a pol√≠cia deve ser melhor equipada para melhorar o servi√ßo de investiga√ß√£o e intelig√™ncia, para que as opera√ß√Ķes tenham melhores resultados e n√£o apenas o combate das pol√≠cias estaduais no dia a dia, numa esp√©cie de “enxuga gelo”.

  • #2244
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    André Varela
    Espectador

    √Č not√≥rio o qu√£o fundamental tem se tornado falar sobre Seguran√ßa (ainda mais Seguran√ßa P√ļblica) no Brasil durante os √ļltimos anos.

    Um país que diversas vezes encontra cenários considerados cinematográficos, próximos ao terror de uma Guerra, sofre absurdamente não só com a falta de mais recursos em si, mas também, com a falta de recursos destinados aos lugares certos.

    Nos Estados Unidos da Am√©rica, mais de 50% do investimento destinado ao setor de seguran√ßa √© realocado para as √°reas de intelig√™ncia como FBI e CIA, tornando as opera√ß√Ķes l√° realizadas muito mais efetivas. Hoje no Brasil, n√£o podemos falar apenas de efetivo policial, porque ap√≥s uma a√ß√£o bem executada, ainda teremos algo muito maior esperando…

    Em 2014, o ent√£o presidente da Comiss√£o de Direito Penal do Movimento de Defesa da Advocacia (MDA) – Filipe Magliarelli, disse o seguinte acerca do sistema prisional brasileiro: “Temos a quarta maior popula√ß√£o carcer√°ria do mundo, por volta de 570 mil presos (perdemos apenas para os Estados Unidos, China e R√ļssia). Dispomos, por√©m, de pouco mais de 312 mil vagas nos pres√≠dios do pa√≠s. A superlota√ß√£o √©, sem d√ļvida, o maior problema do sistema prisional brasileiro. H√° um d√©ficit de vagas para o regime fechado, falta investimento p√ļblico em estabelecimentos apropriados para o cumprimento da pena em regime semiaberto, e o sistema aberto praticamente n√£o existe da forma idealizada na Lei de Execu√ß√Ķes Criminais”

    Ao passo que ouvimos sendo dito por diversos pol√≠tico, policiais, magistrados e outros a seguinte frase: “O pres√≠dio √© uma faculdade do crime”, nada √© feito para sanar isso. Muito falamos sobre lidar com o criminoso e tirarmos ele da rua, por√©m, n√£o notamos o que espera o criminoso ap√≥s ser tirado da rua e a realidade √© nua e crua, hoje no Brasil, prender √© ineficaz e matar n√£o √© a solu√ß√£o de forma alguma, n√£o h√° porque nos tornarmos genocidas se √© poss√≠vel colocarmos em pr√°tica comiss√Ķes e grupos de pesquisa que visem MODIFICAR o atual C√≥digo Penal brasileiro, bem como o SISTEMA PRISIONAL.

     

    Ainda nas palavras de Filipe: “O sistema prisional brasileiro, tal como est√° estruturado, consome cada vez mais investimentos p√ļblicos e n√£o atende aos fins a que foi proposto: n√£o reintegra, n√£o ressocializa nem regenera o indiv√≠duo, mas o exp√Ķe a ambiente nefasto e desumano, ainda n√£o sendo capaz de reprimir a criminalidade, que s√≥ aumenta. Mudar essa dura realidade requer uma tarefa √°rdua e conjunta, n√£o somente dos √≥rg√£os encarregados da execu√ß√£o criminal, incluindo Poder Executivo, Minist√©rio P√ļblico e Poder Judici√°rio, mas tamb√©m da advocacia e de toda a sociedade.”

    РAndré Luis Varela Pereira | Uruguaiana, RS

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Andr√© Varela. Raz√£o: C√≥digo com erro de digita√ß√£o
  • #2269
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    Deivin Corrêa
    Espectador

    Um dos temas que nos deixam emergentes em buscar saídas para uma sociedade protegida.

    Diariamente as noticias nos revelam fatos e consequente n√ļmeros assustadores.

    A efetivação de políticas voltadas a segurança, deve ser exercida de forma justa, não adianta somente um órgão responsável , buscar alternativas e formas que vão de encontro a sociedade. Se faz necessário, meios em que o cidadão se sinta protegido e abrigado com o direito de ir e vir de forma segura. As esferas governamentais, necessitam de um plano de ação  em conjunto, garantindo aos orgãos o pleno direito de exercer aquilo que lhes foi atribuído.

    Um exemplo not√≥rio e claro, seria o fim das saidinhas em datas comemorativas, bem como, reformula√ß√£o de leis voltadas ao agredido e ao acusado, para assim buscar um Brasil mais aut√īnomo em seguran√ßa.

  • #2290
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    Wagner Gockos
    Espectador

    A Seguran√ßa foi o tema do √ļltimo processo eleitoral e foi a pauta principal do candidato Jair Bolsonaro, primeiramente acredito ser necess√°rio uma interven√ß√£o mais expressiva nas fronteiras brasileiras, com objetivo de reduzir a entrada de drogas em nosso pa√≠s.

    Em um segundo ponto, o nosso C√≥digo Penal e de Processo Penal, carece de algumas atualiza√ß√Ķes e renova√ß√Ķes doutrinarias.

    A uni√£o das for√ßas de seguran√ßa e suas auxiliares, devem objetivar o trabalho em conjunto, o Brasil √© um pa√≠s rico em tecnologia de identifica√ß√£o morfol√≥gica e de padr√Ķes de identifica√ß√£o, como biometria, leitura facial, o crime no pa√≠s tem tudo para ser combatido, falta no momento uni√£o e crian√ß√£o de mecanismo integrados.

  • #2316
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    Allex Ribeiro Biato
    Espectador

    Discutir sobre seguran√ßa √© garantir que o monop√≥lio da for√ßa pelo Estado seja eficiente. A tecnologia √© um importante incremento para aperfei√ßoar nossa seguran√ßa, equipes com melhor estrutura√ß√£o e mapeamento garantido, como sistemas de grava√ß√£o em locais p√ļblicos entre outros. O espelho pode ser o Estado de S√£o Paulo mesmo, com a pr√≥pria gest√£o tucana que vem alcan√ßando n√ļmeros bons em diminui√ß√£o da criminalidade. Investimento em treinamentos mais preparados, f√≠sico e psicossocial, aos policiais tamb√©m √© imprescind√≠vel. Precisamos lidar com um capital humano inteiramente preparado e com condi√ß√Ķes suficientes para desempenharem seus trabalhos. Legaliza√ß√£o da maconha √© algo a ser considerado tamb√©m no que se trata de seguran√ßa p√ļblica. Desfortalece o tr√°fico e direciona nossa for√ßa de trabalho a combater crimes mais pesados, como estupro, roubos etc.

  • #2324
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    Matheus Braga
    Espectador

    Falar de seguran√ßa no Brasil √© fundamental. √Č not√≥rio que diversos Estados vem sofrendo com a falta de um efetivo policial preparado e capacitado para defender o cidad√£o.

    Devemos tomar a situa√ß√£o do Rio de Janeiro como um exemplo negativo. Um grande Estado como este vive a merce de fac√ß√Ķes criminosas e sofre com um Governo que apenas fala, mas n√£o executa a√ß√Ķes para combater a criminalidade.

    Eu proponho que seja feito totalmente ou parcialmente um novo C√≥digo Penal que torne mais eficaz leis, pois infelizmente nosso atual C√≥digo s√≥ muda leis em favorecimento do Re√ļ (como o princ√≠pio da Abolitio Crimis por exemplo).¬† Penas mais rigorosas e melhor avalia√ß√£o da conduta expressa do crime j√°¬† seriam um grande passo.

    Outro ponto que acho importante √© realizar contrata√ß√£o e capacita√ß√£o r√≠gida de novos pol√≠cias, principalmente especializados em situa√ß√Ķes especiais com tr√°fico e roubo qualificado, por exemplo.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Matheus Braga.
  • #2343
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    Oziel Andrade
    Espectador

    Um ponto fundamental para a segurança publica é a INTEGRAÇÃO DAS FORÇAS POLICIAIS.
    <span style=”color: #222222; font-family: Merriweather; font-size: 15px;”>A falta de integra√ß√£o, de capacidade de planejamento e de efici√™ncia das pol√≠cias no Brasil torna o trabalho ineficiente. Para combater a violencia de forma efetiva,¬†</span><span style=”color: #222222; font-family: Merriweather; font-size: 15px;”>√© preciso investir em</span><span style=”box-sizing: border-box; font-weight: bold; color: #222222; font-family: Merriweather; font-size: 15px;”>¬†</span><span style=”color: #222222; font-family: Merriweather; font-size: 15px;”>pol√≠cias integradas, com a√ß√Ķes integradas em tempo real atuando¬†</span><span style=”color: #222222; font-family: Merriweather; font-size: 15px;”>na preven√ß√£o e investiga√ß√£o de forma integrada, com controle externo forte e aut√īnomo.</span>

  • #2357
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    Thallya Scariot
    Espectador

    1. Precisamos qualificar nossos profissionais.

     

    2. Dar suporte necess√°rio para que possam servir adequadamente a sociedade.

     

    3. Seja investido recursos na tecnologia, a qual é fundamental para qualquer crime ou ato cometido.

    4. Não podemos apenas armar os agentes de segurança, mas sim humanizar para que, erros contra cidadãos de bem não sejam cometidos.

    5. Precisamos fazer entender que, em qualquer lugar, há pessoas de bem e mal intencionadas. Mas, acima de tudo, compreender que não podemos generalizar favelas e bairros mais carentes como algo perigoso. Precisamos levar trabalho de humanização, cultura, esporte..

     

    6. Quando se têm educação, cultura, esporte e lazer, os índices de criminalidade são baixíssimos.

  • #2359
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    Patrike Soares
    Espectador

    Levando que, mesmo com o aumento do aprisionamento no Brasil, (que nos √ļltimos 25 anos saltou de 90 mil para 750 mil) a criminalidade cresceu, est√° na hora de ser pensada em uma maneira mais eficaz de melhorar a seguran√ßa p√ļblica do pa√≠s. Aprimorar uma maneira que invista mais em preven√ß√£o, e intelig√™ncia seria fundamental para a redu√ß√£o desses √≠ndices altos de criminalidade.

  • #2368
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    Renan Sambo
    Espectador

    –¬† Devemos ter integra√ß√£o entre todas as esferas de seguran√ßa;
    – Buscar por Parceria P√ļblico Privada tendo em vista a concess√£o de pres√≠dios, onde tamb√©m os detentos tenham que trabalhar para arcar com os custos;
    РVisar a melhor valorização e remuneração do agentes de segurança
    –¬† Ter maiores investimentos na √°rea de intelig√™ncia.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Renan Sambo.
  • #2382
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    Emanoelle Samila
    Espectador

    √Č imposs√≠vel falar em seguran√ßa e n√£o pensar no conjunto que favore√ßa a efetiva√ß√£o da mesma.

    A boa funcionalidade de um órgão, facilita a função de todo o corpo.

    Se todos são submissos à uma legislação que nos trazem diretrizes de condutas, a mesma deveria cumprir sua funcionalidade como norma suprema, e temida!

    √Č importante frisar esse assunto, pois entre os policiais √© normal se ter um argumento de que est√£o cansados de cumprirem seu plant√£o dando ordens de pris√£o, e no outro dia a mesma pessoa est√° solta. As brechas deixadas pela pela pr√≥pria lei corroboram para o descr√©dito n√£o apenas da popula√ß√£o, mas dos pr√≥prios pol√≠cias legitimamente escolhidos para a exercerem a fun√ß√£o de guardi√Ķes.

    Quando se tem condi√ß√Ķes favor√°veis, como um corpo trabalhando em conjunto, e na mesma dire√ß√£o : sal√°rio digno aos policiais, leis necess√°rias,¬† infraestrutura, projetos sociais educacionais, medidas preventivas,¬† certamente a sociedade voltaria a acreditar que¬† n√£o haveria mais riscos.

  • #2427
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    Karine Chaves
    Espectador

    O Brasil tem sido acometido por tal grau de viol√™ncia que muitos duvidam se ainda h√° retorno para a normalidade social. Ainda assim, √© poss√≠vel acreditar que o pa√≠s tem solu√ß√£o, para isso vim acontecer e preciso acreditar e agir. Portanto precisamos romper esse discurso t√£o falso quanto inconsistente, que considera que o pa√≠s viv√™ncia um evidente descompasso na implanta√ß√£o de seu projeto de desenvolvimento social, de um lado adotando um sistema jur√≠dico cada vez menos punitivo e do outro tendo uma sociedade cada vez mais violenta. Um discurso que por um lado omite que quanto menos capacidade coercitiva o Estado tiver, mais poder e for√ßa as organiza√ß√Ķes criminosas v√£o conquistar e mais √°reas v√£o controlar, enquanto por outro finge n√£o perceber que com a falta de assertividade do Estado no combate a viol√™ncia, o Brasil pode resvalar para a completa selvageria pois com a crescente sensa√ß√£o de impunidade, certamente come√ßaremos a assistir cidad√£os e v√≠timas optando por fazer “justi√ßa” com as pr√≥prias m√£os. Enfim para que venhamos ao menos poder usufrui um pouco desse direito que a carta magna nos estabelece que √© o direito √† seguran√ßa seria preciso temos investimentos urgente e imediato na √°rea pol√≠cial, bem como tamb√©m na qualifica√ß√£o desses profissionais, agentes de seguran√ßa dentre outros meios onde se pode trazer a seguran√ßa para a sociedade.

  • #2429
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    José Eduardo Santiago
    Espectador

    Conforme o passar do tempo no Brasil, vemos que a seguran√ßa tem sido um ponto cr√≠tico. Creio que os Munic√≠pios, os Estados e principalmente, o Governo Federal, deveria aumentar a import√Ęncia e o protagonismo no combate aos crimes. As for√ßas policiais de todos os √Ęmbitos devem, com toda a certeza ter o apoio e o suporte necess√°rio para conter os crimes. Creio que a legisla√ß√£o deveria ser n√£o s√≥ seguida, mas talvez, ampliada para que o combate seja mais r√≠gido al√©m de, desenvolver a lei ou criar um monitoramento melhor quanto aos cumprimentos de mandados.

    Também desenvolver a polícia, tanto na capacitação dos policiais (seja em treinamentos físicos ou cursos teóricos para melhor colocação das leis em prática) e com o desenvolvimento dos meios, também aumentar o solucionamento de crimes.

  • #2432
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    Jo√£o Lopes Waspe
    Espectador

    A seguran√ßa p√ļblica deveria iniciar o embate ao crime organizado com um plano ambicioso de fiscaliza√ß√£o das fronteiras, com investimento intenso em tecnologia de vigil√Ęncia, como drones, sensores e sat√©lites. Impedir a entrada de armas ilegais em territ√≥rio brasileiro √© prioridade al√©m de fundamental para diminui√ß√£o dos crimes violentos.

    Pol√≠tica de preven√ß√£o pautada em centros de intelig√™ncia espalhados pelo territ√≥rio nacional, integrados e ordenados por um √≥rg√£o superior, seria a chance de corrigir o erro que foi a extin√ß√£o do minist√©rio da seguran√ßa p√ļblica.

    Implanta√ß√£o de sistemas de vigil√Ęncia via drones para patrulhamento das cidades, evitando a exposi√ß√£o do policial a situa√ß√Ķes de risco iminente. Cria√ß√£o de centros de vigil√Ęncia comunit√°rios, integrando moradores afim de favorecer a maior circula√ß√£o de informa√ß√Ķes e alertas, entre os moradores e dos moradores as for√ßas de seguran√ßa respons√°veis pela regi√£o.

    Al√©m da cria√ß√£o de novos pres√≠dios √© necess√°rio debater a situa√ß√£o dos j√° existentes, promover o desenvolvimento de modelos de ressocializa√ß√£o para os condenados e tipificar de forma clara as diferen√ßas entre usu√°rios de drogas e traficantes, j√° que essa falta de tipifica√ß√£o traz inseguran√ßa jur√≠dica ao sistema, al√©m de favorecer a superlota√ß√£o dos pres√≠dios dificultando a implanta√ß√£o de programas de inser√ß√£o civil aos presos, o patrulhamento feito pelos guardas e culminando no aumento da exposi√ß√£o de jovens infratores a experientes e ardilosos criminosos, que tem por finalidade ‚Äúfiliar‚ÄĚ novos membros para as fac√ß√Ķes.

    Mais do que tornar o pa√≠s mais seguro, √© necess√°rio que a popula√ß√£o tenha essa percep√ß√£o al√©m dos √≠ndices, seja via do aumento da ilumina√ß√£o p√ļblica, repress√£o forte aos crimes de intoler√Ęncia ou qualquer outra iniciativa afim de trazer uma tranquilidade social maior. Integrar banco de dados de foragidos com banco de dados do SUS. Preparo e acompanhamento psicol√≥gico de agentes de seguran√ßa al√©m de confronta-los com a realidade a partir do treinamento, evitando a incorpora√ß√£o de agentes que possuam conceitos pr√©-definidos sobre algumas comunidades e grupos sociais.

     

  • #2454

    A forma mais eficaz de resolver o problema da seguran√ßa est√° dividida em 3 medidas, primeiro implantar melhorias no sistema de educa√ß√£o, uma op√ß√£o tamb√©m √© o programa nacional de escolas c√≠vico-militares, segundo √© equipar, treinar e capacitar os policias, melhorando a forma de abordagem, e nas opera√ß√Ķes de mais risco, terceiro estreitar o la√ßo entre o poder p√ļblico e a comunidade ouvindo sugest√Ķes e aproximando a policia da popula√ß√£o mudando a vis√£o de algumas comunidade que tem a policia como maior vil√£o.

  • #2481
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    Wagner Mira
    Espectador

    Faço parte da Rede de Vizinhos, vizinhos comunitários aonde é criado um grupo de Whatsapp entre os vizinhos que passam pela uma investigação social para entrar no grupo. A maior dificuldade é que geralmente para uma população de um bairro de 100 mil habitantes tem somente 2 viaturas e 4 polícias para atender a toda essa comunidade. Se acontecer 2 assaltos e empenhar as 2 viaturas ficamos a mercê dos criminosos, o governo já passou da hora de investir em policiamento ostensivo e contratação de mais polícias.

  • #2526
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    Th√°rik Uch√īa
    Espectador

    N√£o √© o encrudescimento da atua√ß√£o policial ou mesmo das penas dos crimes que h√° de resolver a inseguran√ßa p√ļblica que √© end√™mica no Brasil.

    √Č preciso sobretudo investimento em infraestrutura, que inclui educa√ß√£o, saneamento b√°sico, transporte p√ļblico de qualidade (exemplo de sucesso √© o de Curitiba), sa√ļde de qualidade (como no mun√≠cipio de Firmin√≥polis-GO).

    Ademais, √© preciso uma readequa√ß√£o da aplica√ß√£o da lei de execu√ß√£o penal, posto que o STF j√° entendeu que o sistema carcer√°rio brasileiro vive em verdadeiro”estado de coisas inconstitucional”, √© preciso que o preso saia mesmo ressocializado, com possibilidade de emprego e gera√ß√£o de renda dignos, para que n√£o volte a cometer delitos e deixe de ser estigmatizado socialmente pelo resto da vida.

  • #2535
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    Richard Oliveira
    Espectador

    Integralização dos sistemas judiciarios, Escola em tempo integral

  • #2552
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    Alberto Godinho
    Espectador

    A falta de seguran√ßa √© uma das principais preocupa√ß√Ķes da popula√ß√£o. Por isso, deve ser encarada como prioridade e o combate √† criminalidade precisa envolver Uni√£o, estados e munic√≠pios.

    Em uma frente, deve-se endurecer a legislação penal, tornando-a mais rígida e menos condescendente com o criminoso. Em outra, precisa-se investir em inteligência, capacitação e integração das forças policiais.

    Medidas como o excludente de ilicitude s√£o bem-vindas para garantir as condi√ß√Ķes para o cumprimento efetivo das fun√ß√Ķes policiais.

     

  • #2564
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    √ćcaro Oliveira
    Espectador

    A raiz do problema da seguran√ßa p√ļblica no Brasil √© o mesmo de todos os outros problemas, a grande concentra√ß√£o de poder na Uni√£o, e nos estados e a burocracia. O crime ocorre nos munic√≠pios, nos bairros, mas quem evita o crime e pol√≠cia militar e estadual, ap√≥s ocorrido o crime outra pol√≠cia investiga, a civil, tamb√©m estadual. Mas, e se os munic√≠pios tivessem sua pr√≥pria pol√≠cia, fazendo o trabalho ostensivo e investigativo? Ter√≠amos uma maior aproxima√ß√£o entre a pol√≠cia e a sociedade, maior celeridade na investiga√ß√£o, e uma integra√ß√£o verdadeira na √°rea da seguran√ßa. Os estados deveriam manter sua pol√≠cia civil para investigar crimes complexos e uma pol√≠cia militar (reduzida) para atuar em casos de convuls√Ķes sociais.

  • #2577
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    Alvaro Jobal Teodoro Salvaia Neto
    Espectador

    РCapacitação dos agentes de segurança

    – Informa√ß√£o e conscientiza√ß√£o social da import√Ęncia da pol√≠cia – aproxima√ß√£o do poder p√ļblico

    РRemuneração e benefícios dos policiais pelo tempo de trabalho (base da reforma administrativa)

    – Apura√ß√Ķes e investiga√ß√Ķes de m√°s condutas de policias

  • #2584
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    Henrique Luciano Alencar
    Espectador

    O partido deve propor uma PEC pra comprimento de pena a partir de condena√ß√£o em segunda inst√Ęncia do ordenamento jur√≠dico brasileiro.

    Apresentar projeto  que vise restruturar as polícias dos entes da federação, moderizar e ampliar as estruturas dos locais de detenção e em políticas de investimento em inteligência  e prevenção ao crime organizado e afins em  detrimento policiamento ostensivo.

     

  • #2590
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    Thales Rangel
    Espectador

    Quando o assunto √© seguran√ßa p√ļblica, sabemos que falamos de uma das pastas mais complicadas de um gestor p√ļblico. Temos o exemplo do Estado Do Rio que voc√™ um momento complicado, no combate ao tr√°fico de drogas e as mil√≠cias que se espalham pelo estado. Vivemos tamb√©m uma quebra de bra√ßo ideol√≥gica, entre esquerda e direita, discutindo qual a melhor forma de combater o crime organizado e as mil√≠cias, e isso se agrava com mortes de crian√ßas e moradores de comunidades no Rio.

  • #2601
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    Tomaz Oliveira Hoffmann
    Espectador

    O tema seguran√ßa p√ļblica deve ser tratado como prioridade de causa sem desqualificar as outras. Acredito que os pontos principais a serem debatidos e direcionado o foco √© o investimento no setor de intelig√™ncia, que d√° o suporte para as opera√ß√Ķes acontecerem. Esse setor deve ser trabalhado e investido com afinco, pois √© ele que investiga e mapeia o comportamento das organiza√ß√Ķes criminosas. Com conson√Ęncia tamb√©m deve ser prioridade a qualifica√ß√£o dos agentes e sua respectiva valoriza√ß√£o para prestarem um servi√ßo de qualidade para a sociedade.

  • #2637
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    Jos√© Victor da Silva Ara√ļjo
    Espectador

    A segurança, algo que o país está precisando demais, a violência está muito alta, muitas mortes e muitos desastres. Os órgãos competentes deveriam pensar em maneiras para solucionar um pouco desse problema, só assim teria uma redução na taxa de mortalidade no nosso país

  • #2641
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    Eduardo Rizzieri Cavalli
    Espectador

    A seguran√ßa p√ļblica √© tema hoje muito caro ao eleitorado brasileiro, e √© um tema tamb√©m muito espinhento, porque o n√£o podemos ter a mesma atitude dos nossos advers√°rios, e dar as respostas populistas que a popula√ß√£o gostaria de ouvir. Acredito que uma reforma no nosso c√≥digo penal seja fundamental, j√° que este √© de 1940 e est√° cheio de remendos e necess√°rias melhorias e moderniza√ß√Ķes. Nosso candidato ao planalto no √ļltimo pleito, o governador Geraldo Alckimin, vinha com uma proposta muito interessante, que era a de criar uma guarda nacional, uma for√ßa de seguran√ßa especifica para as fronteiras brasileiras, para fortalecer o combate ao tr√°fico de armas e drogas.

    No demais, temos sempre que lembrar que seguran√ßa p√ļblica √© um sintoma, e que a causa √© desigualdade social, falta de educa√ß√£o, sa√ļde e de oportunidades de inser√ß√£o no mercado de trabalho. O PSDB, comprometido com uma os ideias da social democracia, n√£o pode nunca ignorar esses fatores.

  • #2650
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    Carlos Eduardo de Paula Arthus
    Espectador

    Em um plano inicial para melhorar a Seguran√ßa P√ļblica e reduzir os altos √≠ndices de homic√≠dios precisamos de uma agenda inovadora e vi√°vel de ser aplicada. Precisamos construir mecanismos eficientes de redu√ß√£o da viol√™ncia policial; implementar, como prioridade das pol√≠cias, a preven√ß√£o e investiga√ß√£o dos crimes contra a vida; controlar armas de fogo de forma duradoura, diminuindo sua disponibilidade; desenvolver amplos planos e programas de preven√ß√£o social da viol√™ncia voltados para os mais vulner√°veis √† viol√™ncia (aqueles que j√° se envolveram com atividade criminosa ou j√° estiveram e seus familiares); reduzir o encarceramento e tornar as pris√Ķes mais humanas; adotar pol√≠ticas de drogas que protejam os que s√£o atingidos pela viol√™ncia sist√™mica de alguns mercados de drogas s√£o algumas estrat√©gias racionais e plaus√≠veis.

  • #2662
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    Ana Paula Assis
    Espectador

    √Č necess√°rio rever a prepara√ß√£o de policiais para o combate ostensivo ao crime.Muitos brasileiros,em sua grande maioria pobres e negros est√£o sendo prejudicados pela guerra ao crime¬† instituida

  • #2667
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    Danilo Abarca
    Espectador

    A segurança está diretamente liga a educação, qualidade de vida, impunidade, e sistema judiciário. Sendo assim, precisamos melhorar cada ponto para ter um efeito realmente duradouro em toda sociedade.

  • #2698
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    Fernando Juarez
    Espectador

    Seguran√ßa P√ļblica deve ser tamb√©m pautado em maiores oportunidades de emprego, educa√ß√£o e respeito entre as pessoas, n√£o apenas em vigil√Ęncia e repress√£o. Claro que a vigil√Ęncia √© importante e a repress√£o a crimes tamb√©m, mas n√£o se pode resumir seguran√ßa p√ļblica a isso.

     

    Algumas a√ß√Ķes efetivas que poderem contribuir muito para que as nossas cidades sejam mais seguras s√£o:

     

    РAproximação dos policiais com população através de programas educacionais tanto para um quanto para o outro. Hoje em dia as pessoas se sentem muito distantes das polícias. Em alguns casos, elas têm até medo deles e isso precisa mudar, pois eles têm que ser vistos como alguém que passa segurança e não que amedronta.

     

    – Maior agilidade e cuidado do poder p√ļblico quanto a implanta√ß√£o/manuten√ß√£o de ilumina√ß√£o p√ļblica em √°reas que geralmente possuem pouca ou nenhuma.

     

    – Aprimoramento da capacita√ß√£o dos policiais, para que eles saibam lidar da melhor forma poss√≠vel com as situa√ß√Ķes adversas que essa profiss√£o pode proporcionar.

     

    – Implanta√ß√£o de programas que visem a remo√ß√£o das fam√≠lia de policiais de √°reas de risco, para outras mais seguras, de tal forma que eles n√£o sintam que suas fam√≠lias podem estar em risco por conta de eventuais a√ß√Ķes contra a criminalidade que eles possam vir a executar.

     

    – Implanta√ß√£o/aprimoramento de programas que visem a recupera√ß√£o da dignidade de detentos e ex detentos, com o ensino de um oficio e a capacita√ß√£o dos mesmos, de tal forma que eles tenham condi√ß√Ķes de serem inseridos/reinseridos no mercado de trabalho.

     

    РProgramas que combatam o preconceito contra os ex detentos, pois atualmente eles têm dificuldades em conseguir emprego depois de ter saído da cadeia, o que muitas vezes pode acabar resultando na volta dos mesmos para a criminalidade.

     

    Por fim, √© um desejo de todos que nossas cidades sejam mais seguras e para isso os governos precisam trabalhar em a√ß√Ķes que v√£o al√©m da pura repress√£o, pois a√ß√Ķes mais duradouras giram em torno de fornecimento de educa√ß√£o e disponibiliza√ß√£o de oportunidades a todos.

  • #2699
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    Nathanael Guimar√£es Rodrigues
    Espectador

    Investir mais na √°rea da seguran√ßa, preparar os profissionais de seguran√ßa dando suporte com treinamentos, leis que realmente funcionem, que os presos trabalhem em constru√ß√Ķes para quando sa√≠rem da cadeia saibam fazer algo e mudem de vida, saiam da criminalidade, entra aqui a gera√ß√£o de empregos e maior valoriza√ß√£o da educa√ß√£o para que haja preven√ß√£o de mais criminosos nas ruas, libera√ß√£o de armas apenas em zonas rurais pois o policiamento nessas zonas s√£o raras pela dist√Ęncia da cidade.

  • #2703
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    Henrique Salgueiro
    Espectador

    – necessitamos de rondas ostensivas na parte da noite!

    Рviaturas em maior quantidade na parte noturna também

    Рaumentar a iluminação das ruas e parques, para trazer mais segurança.

    -bases móveis em locais sorteados todas as  noites

    – leis mais fortes contra os corruptos

  • #2711
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    Carlinhos De Sobrado
    Espectador

    No artigo 144 da constitui√ß√£o diz: seguran√ßa p√ļblica √© dever do estado, direito e responsabilidade de todos(…). Na pr√°tica a efetiva√ß√£o fica fora de sistema. A popula√ß√£o fica a mecer da inseguran√ßa, o ir e vir previsto tamb√©m na constitui√ß√£o fica fora de toda a realidade opressora que vivemos. As pessoas est√£o presas por traz das grades e cercas el√©tricas, crian√ßas n√£o sabem o que √© brincar na rua, andar de bicicleta, sair de casa causa medo. O que o estado e munic√≠pio faz para diminuir o √≠ndice de seguran√ßa? Os policiais se sentem in√ļteis diante desse c√≥digo penal arcaico e sendo subordinados desse sistema politico. Para amenizar essa calamidade p√ļblica deveriam elaborar planos de seguran√ßa integrada.

  • #2712
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    Celeste Franca
    Espectador

    Estruturar a pol√≠cia, melhorar a log√≠stica e as condi√ß√Ķes de trabalho e sal√°rio. Para melhoria da seguran√ßa p√ļblica √© necess√°rio investir em outras √°reas, principalmente educa√ß√£o, pois com educa√ß√£o de qualidade a chance de um cidad√£o optar pelo crime √© menor. Projetos sociais tamb√©m s√£o importantes para que os jovens tenham foco e esperan√ßa em um futuro melhor. Tamb√©m se faz necess√°rio rever as leis, obedecendo e enrijecendo onde for necess√°rio.

  • #2715
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    Mauri Feitosa Silva
    Espectador

    Acredito que a intelig√™ncia policial deve ser valorizada, pois com ela √© poss√≠vel prever situa√ß√Ķes, evitando que atos criminosos aconte√ßam – sobretudo das organiza√ß√Ķes criminosas.

  • #2717
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    Maurício Severo Roesch
    Espectador

    A falta de integra√ß√£o, de capacidade de planejamento e de efici√™ncia das pol√≠cias no Brasil s√£o evidentes, especialmente ap√≥s os protestos de junho de 2013.¬† O √≠ndice de Confian√ßa na Justi√ßa da FGV demonstrou que 70% das pessoas n√£o confiam na pol√≠cia. Para combater a viol√™ncia de forma efetiva, √© preciso investir em pol√≠cias integradas de ciclo completo, que atuem na preven√ß√£o e investiga√ß√£o de forma integrada, com controle externo forte e aut√īnomo.

  • #2739
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    Isabella Puglisi de Oliveira
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    A (in)seguran√ßa p√ļblica √© um problema que cresce exponencialmente no Brasil. Cidad√£os n√£o confiam nas institui√ß√Ķes que deveriam proteg√™-los do ‚Äúexcesso de liberdade‚ÄĚ (ou crueldade, inescrupulosidade, impunidade…) dos outros indiv√≠duos. Para um problema t√£o profundo, n√£o h√° solu√ß√£o f√°cil. A reflex√£o proposta divide a quest√£o da seguran√ßa em tr√™s eixos: Social, Pol√≠tico e Econ√īmico. Assim, √© poss√≠vel refletir a integra√ß√£o dos eixos a esse fen√īmeno t√£o complexo.
    S√£o algumas causas da inseguran√ßa p√ļblica:

    Desigualdade social : Para sanar a quest√£o da (in)seguran√ßa p√ļblica √© essencial o combate √† mis√©ria, o fomento da economia e consequente gera√ß√£o de empregos, o investimento nas garantias democr√°ticas e fundamentais que agregam dignidade √† popula√ß√£o, e √† distribui√ß√£o de renda pelas efetiva aplica√ß√£o dos tributos por¬† suas fun√ß√Ķes sociais.

    Aus√™ncia e omiss√£o do Poder P√ļblico: √Č poss√≠vel dizer que onde o Poder P√ļblico n√£o tem efic√°cia, o cidad√£o est√° a merc√™ de um tipo contempor√Ęneo de ‚Äúestado de natureza‚ÄĚ, de modo a se encontrar em absurda vulnerabilidade. Outra possibilidade √© a implementa√ß√£o de um ‚ÄúEstado paralelo‚ÄĚ, em que, no geral, o crime organizado toma para si a responsabilidade e a prote√ß√£o de uma localidade em troca do poder, da ‚Äúliberdade‚ÄĚ e do ‚Äúmercado consumidor‚ÄĚ (especialmente no que diz respeito √†s drogas).

    Fragilidade das fronteiras e drogas: O Brasil faz fronteira com diversos dos maiores pa√≠ses produtores de drogas. E apesar de n√£o ter grande produ√ß√£o interna, √© grande consumidor. Logo, as drogas consumidas em territ√≥rio nacional s√£o ‚Äúimportadas‚ÄĚ: atravessam ilegalmente fronteiras pouco fiscalizadas. O tr√°fico fomenta a viol√™ncia. Assim, aumentam os crimes, inclusive contra os cidad√£os menos vulner√°veis e o confronto de traficantes e do crime organizado contra os policiais.

    Sistema carcer√°rio falido: A inseguran√ßa p√ļblica tamb√©m decorre da fal√™ncia do sistema penitenci√°rio que n√£o atinge os objetivos e fun√ß√Ķes da pena, que √© pobremente capaz de ressocializar os apenados, de modo que, em conjunto com a falta de oportunidades de emprego, gera uma taxa absurda de reincid√™ncia.
    Portanto, o enfrentamento passa necessariamente por medidas simult√Ęneas de preven√ß√£o e repress√£o. √Č necess√°rio, ent√£o, aplicar m√©todos de preven√ß√£o, tais quais a distribui√ß√£o de renda, fomento √† economia, gera√ß√£o de emprego, presen√ßa do Poder P√ļblico nas comunidades socioeconomicamente vulner√°veis; ao mesmo tempo em que s√£o aplicados m√©todos repressivos, tais quais a melhor fiscaliza√ß√£o das fronteiras, o policiamento ostensivo, a reforma do sistema carcer√°rio e a celeridade e efic√°cia dos procedimentos penais e processuais penais para afastar a sensa√ß√£o de impunidade.

  • #2740
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    Gabriela Assunção Miranda
    Espectador

    Pesquisas apontam que grande parte da popula√ß√£o brasileira n√£o confia nos √≥rg√£os policiais, consequentemente, dificultando ainda mais o trabalho destes √≥rg√£os, bem como, gerando descredibilidade nas institui√ß√Ķes policiais. Assim sendo, necess√°rio pol√≠ticas p√ļblicas voltadas a uma reforma no modelo policial, voltada primordialmente a preven√ß√£o do crime e investiga√ß√£o de maneira integrada entre as diferentes inst√Ęncias. Ademais, de suma import√Ęncia um desenvolvimento de um controle externo aut√īnomo e eficiente a fim de evitar e punir problemas internos, no intuito de tornar as a√ß√Ķes dos √≥rg√£os policiais mais eficazes.</p>
    No que refere-se a crimes violentos, nos √ļltimos anos viu-se um aumento significativo desses tipos de delitos no Brasil, de modo que, necess√°rio um maior controle das armas e muni√ß√Ķes, bem como, buscar dar prioridade as investiga√ß√Ķes de crimes desta seara.</p>
    Ainda, h√° que se falar no sistema carcer√°rio brasileiro, que em que pese seja um dos mais abarrotados do mundo, ainda assim carece de in√ļmeras a√ß√Ķes ¬†p√ļblicas para aperfei√ßoar-se. N√£o se discorda que deve haver puni√ß√£o √† condutas que afetem a sociedade, por√©m √© necess√°rio punir de maneira eficaz, a fim de que o delinquente n√£o volte a criminalidade. Uma alternativa bastante discutida e que vem sendo integrada ao ordenamento jur√≠dico brasileiro, √© a ado√ß√£o de medidas despenalizadoras e penas alternativas a crimes considerados leves, em contrapartida a ado√ß√£o de pol√≠ticas penais mais r√≠gidas para aqueles que pratiquem crimes considerados graves.</p>

    Por fim, necess√°rio tratar de maneira mais atenciosa o assunto relacionado as drogas, cerne da criminalidade, visto que desencadeia a pr√°tica de tantos outros crimes, principalmente de car√°ter violento e de cunho patrimonial, praticados tanto para garantir a estrutura do tr√°fico, bem como, para garantir o uso de drogas no caso de usu√°rios que acabam por tornar-se pequenos traficantes, tal problema √© latente em grande parte do Brasil, desde capitais at√© em pequenas cidades do interior. Portanto, necess√°rio uma reformula√ß√£o da pol√≠tica de drogas, principalmente voltadas ao investimento em pol√≠ticas de preven√ß√£o ao uso de subst√Ęncias entorpecentes. Importante estabelecer tamb√©m diferencia√ß√£o no tratamento penal entre pequenos traficantes e grandes traficantes, visto que a conduta deste √ļltimo √© muito mais lesiva a sociedade como um todo, sendo necess√°rio, portanto, puni√ß√£o mais r√≠gida.</p>

  • #2744
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    Vanessa Gomes
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    O Brasil enfrenta v√°rios problemas na esfera da seguran√ßa p√ļblica, e um deles √© demoniza√ß√£o da pol√≠cia. Em todo o pa√≠s, e principalmente no estado do Rio de Janeiro, a pol√≠cia tem sido vista como vil√£. No ano de 2018 houve 6.220 v√≠timas fatais decorrente de interven√ß√Ķes policiais e os n√ļmeros divulgados pelo Anu√°rio Brasileiro de Seguran√ßa P√ļblica – 2019 mostram que a cada 100 mortes 11 foram provocadas pela pol√≠cia, totalizando 17 mortes por dia.

    Em 2018, 343 policiais civis e militares foram mortos em confronto ou por les√£o n√£o natural. √Č importante salientar que alguns estudos apontam que o fato de serem policiais e possu√≠rem armas, os tornam v√≠timas em potencial de marginais, por raz√Ķes banais, como roubo da arma, pagamento de d√≠vidas com o crime organizado e at√© mesmo vingan√ßa por ter sido preso ou parado em alguma opera√ß√£o. Os crimes costumam acontecer no momento em que o policial se encontra de folga, sem o uso da farda, viatura ou prote√ß√£o dos colegas de trabalho.

    Den√ļncias quase que di√°rias divulgadas pela imprensa de policiais envolvidos com mil√≠cias, grupos de exterm√≠nio e narcotr√°fico fazem com que a popula√ß√£o questione a credibilidade da pol√≠cia. Uma pesquisa divulgada pelo Datafolha em abril de 2018, exp√Ķe que 51% da popula√ß√£o tem medo dos agentes de seguran√ßa, √© claro que algumas dissemina√ß√Ķes ideol√≥gicas contribuem para o medo coletivo, principalmente entre moradores de √°reas de risco.

    Um dos maiores problemas enfrentados atualmente pelos agentes de seguran√ßa √© a falta de investimentos. No estado do Rio por exemplo, foi denunciado por diversos ve√≠culos da imprensa a situa√ß√£o prec√°ria enfrentada diariamente pelos policiais, como armas que falham em confronto, as p√©ssimas condi√ß√Ķes dos ve√≠culos de servi√ßo, as armas e os coletes que s√£o inadequados para a realidade que o estado vive e a falta de investimento na intelig√™ncia policial.

    Solucionar o problema de seguran√ßa p√ļblica n√£o √© algo f√°cil uma vez que a situa√ß√£o atual √© resultado da m√° gest√£o dos governos passados¬† mas podemos amenizar os danos causados, investindo fortemente em tecnologias e intelig√™ncia policial, comprando novos carros e equipamentos, como armas e coletes de √ļltima gera√ß√£o, investindo no treinamento, para que nosso defensores tenham condi√ß√Ķes dignas de trabalho, criar pol√≠ticas de proximidade dos policiais com os cidad√£os para que haja um aumento na credibilidade, punir de forma rigorosa aqueles que se juntam com organiza√ß√Ķes paramilitares e bonificar aqueles que tenham a carreira √≠ntegra.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Vanessa Gomes.
  • #2759
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    Junior Vieira
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    Seguran√ßa √© um tema de grande relev√Ęncia, tendo em vista as grandes dificuldades que a popula√ß√£o sofre.

     

    Acredito que para podermos melhorar a seguran√ßa √© necess√°rio a aproxima√ß√£o da popula√ß√£o com a Pol√≠cia, visto que muitas vezes h√° um preconceito de ambas as partes (pol√≠cia e popula√ß√£o). Penso que se fosse poss√≠vel haver mais di√°logo, a popula√ß√£o¬īentenderia que a pol√≠cia √© “amiga”, assim como a pol√≠cia entenderia que nem todos os cidad√£os s√£o criminosos. Deveria ser investido no di√°logo e aproxima√ß√£o entre pol√≠cia e popula√ß√£o, para que ambas entendam que possam juntas se desenvolver.

     

    No meu ponto de vista, nosso partido, deveria incentivar esse diálogo, fazer com que ambas entendam que com essa comunicação podem trabalhar juntas.

     

    Sem d√ļvida, √© necess√°rio o aumento de contingente da pol√≠cia, bem como melhor prepara√ß√£o, al√©m de melhorar equipamentos e sal√°rios.

     

    Acredito ainda que deveria ser resguardado o Direito de auto defesa ao cidadão, visto que a polícia não é onipresente, não podendo estar em todos os lugares ao mesmo tempo, assim, o cidadão de bem poderia se defender de uma injusta agressão.

     

    Por fim, vale dizer que o melhor investimento para a segurança, no meu ponto de vista, é na educação, já que quanto maior o índice de educação/escolaridade menor é o índice de violência.

     

     

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Junior Vieira.
  • #2763
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    Ricardo Alexandre Alves
    Espectador

    Infelizmente a segurança apresenta-se um tanto quanto ineficiente na maioria dos estados do Brasil. A grande crítica popular está na ausência de policiais por todas as cidades e a corrupção pessoal e sistêmica nas polícias, principalmente a militar. Logo o principal foque de mudanças e melhorias devem ser nesses dois pontos. No primeiro caso um acréscimo quantitativo de policiais em patrulha, de forma estratégica,  pela cidade já seria eficiente. Na segunda demanda seria necessário, uma fiscalização mais contundente dentro das policias.

  • #2799
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    Matheus Lima
    Espectador

    A seguran√ßa p√ļblica √© um √°rea muito importante socialmente. Enfrenta diversos problemas.

    Precisamos de leis mais coerentes que co√≠bam a√ß√Ķes criminosas, reparem danos cometidos, estruturas melhores e mais profissionais capacitados. As pol√≠cias precisam de um sistema integrado e o judici√°rio de uma estrutura mais c√©lere.

  • #2864
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    Pedro Ygor Sousa Silva
    Espectador

    Uma parceria com empresas de modo a dar isenção tributária para aquelas que empregasse egressos do sistema prisional, uma amortização da pena por serviço prestado e a criação do fundo de auxílio ao egresso e suas famílias, onde parte da renda do preso será destinada para manutenção do sistema prisional e para a manutenção de suas famílias, enfraquecendo a atuação do crime organizado e fortalecendo a presença e poder do Estado, dando uma maior eficácia na ressocialização.

  • #2892
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    Henrique Pinheiro
    Espectador

    Precisamos de uma pol√≠cia que garanta a seguran√ßa da sociedade, principalmente a dos mais vulner√°veis. Temos grande hist√≥ricos de policiais que matam inocentes, dentre eles encontram-se crian√ßas, mulheres, e sua maioria s√£o negros. Matar deve ser a √ļltima op√ß√£o. Precisamos combater o tr√°fico de forma que pessoas inocentes da favela n√£o morram por estarem l√°. A pol√≠cia precisa ter um acompanhamento com psicolgo e humanizado.

  • #2903
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    Rafael Kabroski Antunes
    Espectador

    Um dos pontos mais cr√≠ticos no pa√≠s, a SEGURAN√áA ou a falta dela, √© de fato ponto crucial a ser abordado dentro de diretrizes pol√≠ticas. Assim como os grandes pilares da sociedade, investimento em seguran√ßa n√£o come√ßa na conten√ß√£o e sim na EDUCA√á√ÉO. √Č de fato que investimento em outras √°reas que geram capital s√£o essenciais para agirem como coadjuvantes no tema, mas √© imprescind√≠vel um enorme fomento da atual Pol√≠cia brasileira.

    In√ļmeros processos est√£o em aberto, devido a defici√™ncia do contingente operacional de PERITOS e INVESTIGADORES/AGENTES que s√£o profissionais qualificados para tal, os quais hoje redobram sua rotina em atividades potencialmente estressantes e perigosas, arriscando a sua pr√≥pria vida em prol da sociedade. INOVA√á√ÉO E PESQUISA fazem parte de investimento at√© mesmo em um setor como esse. Pr√°ticas, procedimentos e condutas conceituadas que s√£o aplicadas em outros pa√≠ses deveriam ser replicadas nas nossas ruas e de fato com o RESPALDO LEGAL.

    A legislação  realmente deve ser um dos principais pilares no país que é taxado como impune, leis mais rigorosas devem ser criadas e aplicadas. E também um sistema carcerário eficiente deve ser criado a título de que cumpra com a justiça, dentro dessas novas políticas para esse sistema, devem ser abordadas como por exemplo o trabalho obrigatório para os encarcerados, fazendo com que paguem seus custos para o estado.

  • #2911
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    Bruno Nardin
    Espectador

    Hoje no nosso País, pensar em segurança envolve os órgãos policiais e o Corpo de Bombeiros, além do Ministério da Justiça, controle de fronteiras e sistema carcerário, por exemplo.

    Para colocar em pr√°ticas as pol√≠ticas p√ļblicas eficientes no enfrentamento da viol√™ncia podem ser amplamente desenvolvidas pelas cidades, no que diz respeito √† preven√ß√£o de delitos e diminui√ß√£o de situa√ß√Ķes que possibilitem a ocorr√™ncia de crimes.

    E ainda, como o controle às armas de fogo e a diminuição da desigualdade social,  na sociedade cível que seria pontos principais no combate à violência.

    Outro detalhe que o pa√≠s precisa priorizar tal quest√£o, incluindo efetivamente o tema da seguran√ßa na agenda p√ļblica nacional.
    Fazer a ampla atualização do Código Penal para ter leis mais severas.

    Os pontos necess√°rios na √°rea de seguran√ßa p√ļblica:

    • a constru√ß√£o de mecanismos eficientes de redu√ß√£o da viol√™ncia policial;
    • a preven√ß√£o e investiga√ß√£o dos crimes contra a vida;
    • o controle as armas de fogo com pol√≠ticas de longo prazo;
    • a aten√ß√£o ao encarceramento elevado e humaniza√ß√£o das pris√Ķes;
    • e a ado√ß√£o de pol√≠ticas sobre drogas.

    Assim o futuro ser√° melhor para todos, no que tange em viol√™ncia como um fen√īmeno complexo, vari√°vel e mut√°vel.

  • #2918
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    ERIK LIMA REIS SANTOS
    Espectador

    Seguran√ßa √© um tema muito importante o que deve ser analisado com muita cautela para que voc√™ possa criar pol√≠ticas p√ļblicas efetivas para a melhoria dos resultados das a√ß√Ķes das pol√≠cias e at√© mesmo da secretaria de seguran√ßa p√ļblica

  • #2923
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

    O debate na área de segurança é extenso, sendo específico para cada estado, entretanto em uma análise geral é possível destacar o despreparo policial. Trazer treinamento de fora tanto tático, de inteligência, e abordagem são cruciais para melhoria do desempenho, em destaque a abordagem e comunicação com a comunidade, melhorando a visão dos cidadãos sobre o policial,c uma maior aproximação com a comunidade.

    O apoio psicossocial aos policiais e as famílias é outro ponto a se preocupar, e deve ser empregado.

    Criação de subprefeituras para gerir melhor as comunidades(favelas e áreas de risco) que ficam a mercê do tráfico ou absoletas a gestão municipal

     

  • #2939
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    Samuel Genuino
    Espectador

    A seguran√ßa p√ļblica em nosso pa√≠s necessita de uma verdadeira reconfigura√ß√£o, desde os aspectos de investimento, at√© sua forma de atua√ß√£o. Os problemas relacionados a seguran√ßa no Brasil perpassa por diversos fatores, a exemplo da inefic√°cia do Estado na luta contra a criminalidade, no combate ao tr√°fico, na forma como se enxerga o sistema carcer√°rio brasileiros, na maneira como a pol√≠cia atua nas comunidades carentes, na infraestrutura prec√°ria das for√ßas policiais. Se faz urgente a constru√ß√£o de um grande Pacto Nacional, que unifique as pol√≠cias e demais √≥rg√£os do Estado entorno de um plano capaz de transformar a realidade, com um olhar humano e pr√°tico, desprendido de estere√≥tipos, no combate ao crime organizado e na constitui√ß√£o de uma sociedade mais consciente, pac√≠fica e comprometida com a lei.

  • #2957
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    Ronan Junior
    Espectador

    O área de segurança publica no Brasil necessita de atenção do poder publico em diversas frentes.

    Como:

    Atuação conjunta envolvendo os governos estaduais e o governo federal.

    Reestrutura√ß√£o do sistema penitenci√°rio, de modo que os direitos humanos sejam respeitados dentro dos pres√≠dios e chefes do crime organizado fiquem isolados para n√£o comandar as fa√ß√Ķes de dentro dos pres√≠dios.

    Maior fiscalização nas nossas fronteiras afim de evitar a entrada de drogas e armas.

    A√ß√Ķes em conjunto com a sociedade civil, escolas, igrejas, etc, com o intuito de evitar que mais jovens entrem na vida do crime ou da depend√™ncia qu√≠mica.

    Fazer o E.C.A ser aplicado de forma rigorosa, para recuperar jovens que est√£o no crime e evitar que outros trilhem o mesmo caminho.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Ronan Junior. Raz√£o: erro ortogr√°fico
  • #2963
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    Fernando Moura
    Espectador

    O melhor e mais eficaz investimento em segurança se dá através de políticas de redução de desigualdade social e igualdade de oportunidades, por meio de um sistema tributário progressivo, políticas de distribuição direta de renda, investimento em educação e geração de emprego.

  • #2982
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    Wagner Siben de Souza Wolff
    Espectador

    A¬†pauta de seguran√ßa p√ļblica deve se concentrar no fortalecimento e treinamento de nossas for√ßas policias, na revis√£o da legisla√ß√£o brasileira e no aumento do n√ļmero de vagas no sistema prisional.

    Fortalecer, estrutural e tecnicamente, as forças policiais a fim de que possam não apenas prevenir condutas criminosas, mas também, que o façam sem abusos, seguindo o estrito rigor legal.

    Revisar a legislação penal a fim de que a conduta criminosa seja penalizada com rigor, desistimulando novas condutas criminosas (caráter pedagógico).

    √Č necess√°rio aumentar o n√ļmero de vagas no sistema prisional, isolando presos de periculosidade elevada, a fim de diminuir a influ√™ncia de organiza√ß√Ķes criminosas no sistema carcer√°rio.

     

  • #2998
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    Jemerson Gleison Barbosa da Silva
    Espectador

    O pa√≠s enfrenta uma grave crise de seguran√ßa. Acredito que as atitudes de Jo√£o Doria √© um exemplo de pol√≠tica de seguran√ßa, com inova√ß√Ķes tecnol√≥gicas como aplicativo de den√ļncia da mulher e tamb√©m o policiamento por drones. Acho que a tecnologia tem muito a oferecer neste sentido.

  • #3018
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    Isabella Siqueira
    Espectador
    1. No meu munic√≠pio S√£o Bernardo do Campo existe o BAEP, pol√≠tica p√ļblica para seguran√ßa aplicada pelo governo Jo√£o Doria, com muito potencial para ser eficiente no combate ao crime e promo√ß√£o da seguran√ßa.
    2. Est√° pol√≠tica p√ļblica tem pot√™ncia ¬†pol√≠tico-eleitoral, com isso deveria ser feito o atendimento da popula√ß√£o no BAEP; ¬†como se fosse um poupa tempo da seguran√ßa.
    3. Por ¬†exemplo, elabora√ß√£o de boletins de ocorr√™ncia, a√ß√Ķes ¬†da seguran√ßa p√ļblica e garantir direitos sociais.
  • #3022
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    Guilherme Moura Cardoso
    Espectador

    Tópico: Segurança

    H√° uma necessidade de mudar a forma de se fazer seguran√ßa p√ļblica, mudando a forma de compreens√£o da sociedade sobre o papel das institui√ß√Ķes policiais e o modo de atua√ß√£o destas perante os indiv√≠duos. Um modelo interessante ‚Äď que n√£o √© novo – e que em algumas localidades do nosso pa√≠s buscam implementar √© o de policiamento comunit√°rio – fazendo com que ambos os lados compartilhem a miss√£o de buscar melhor qualidade de vida para sociedade.

    Esse ano, em conjunto com todas as institui√ß√Ķes policiais do pa√≠s, o Minist√©rio da Justi√ßa e Seguran√ßa P√ļblica lan√ßou o plano nacional de pol√≠cia comunit√°ria. √Č algo que poder√≠amos, como grupo pol√≠tico, compreendermos para buscar sua melhor implementa√ß√£o. Link: https://www.justica.gov.br/news/collective-nitf-content-1555096748.16/diretriz.pdf

     

  • #3047
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    Joao Pedro Freitas de Araujo Alves
    Espectador

    1) Aparelhamento das policias militares e civil com isso tendo um maior contingente de policiais, trabalhando em sinergia contra a fac√ß√Ķes criminosas. Aumento do n√ļmero de policiais em todos os estados pois cada vez mais vemos fac√ß√Ķes criminosas crescerem e o n√ļmero de contingente policial n√£o consegue ter total efetividade diante dessas fac√ß√Ķes.

    2) Melhoria em todo o equipamento policial: com maior foco no armamento destes com o uso de armas de melhor qualidade e tamb√©m de carros de opera√ß√Ķes especiais blindados, fazendo assim as policias terem maior seguran√ßa e efetividade em seus trabalhos.

    3) Uso das for√ßas armadas em pontos chaves do pa√≠s para a pacifica√ß√£o do mesmo; com maior destaque o uso destas for√ßas em nossas fronteiras, para que possamos cada dia mais diminuirmos o n√ļmero de drogas e armas que entram no pa√≠s atrav√©s de nossas fronteiras. Com isso enfraqueceremos as fac√ß√Ķes criminosas para cada dia mais podermos combater j√° no in√≠cio de suas atividades; enfraquecendo o seu poder econ√īmico, porque de onde v√™m o maior lucro √© justamente do tr√°fico de drogas.

    4) Aumentar o n√ļmero do poder judici√°rio visto em conta que o atual n√ļmero n√£o consegue dar conta do n√ļmero de processos presentes em nosso pa√≠s.

    5) Aumentar a for√ßa da policia federal junto a investiga√ß√Ķes ligadas a mil√≠cias, fac√ß√Ķes criminosas e lavagem de dinheiro destes. Tamb√©m atrav√©s de um aumento em seus contingentes.

    6) Maior seguran√ßa nas estradas federais e estaduais, atrav√©s de c√Ęmeras de monitoramento para que se houver um crime ou ve√≠culos suspeitos j√° possam ser monitorados com maior anteced√™ncias. E tamb√©m colocar carros apaisana nas estradas conforme modelo americano para diminuirmos incidentes e crime nestas estradas.

    7) C√Ęmeras de seguran√ßas nas capitais onde tem o maior n√ļmero de crimes atualmente.

  • #3077
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    Jhonathan Rocha
    Espectador

    √Č evidente a necessidade de que haja uma reformula√ß√£o na seguran√ßa p√ļblica nas tr√™s esferas: nacional, estadual e municipal. Neste contexto, √© necess√°rio que haja mais investimento, com vis√£o de integra√ß√£o dos √≥rg√£os do ponto de vista laboral, com o objetivo comum de prote√ß√£o do cidad√£o do bem e manuten√ß√£o da ordem. Um outro quesito importante refere-se √† quest√£o da intelig√™ncia nos servi√ßos policiais, o que traz muitos benef√≠cios em termos de investiga√ß√£o e elucida√ß√£o de casos. Assim, o trip√© investimento, integra√ß√£o e intelig√™ncia √© a base para que possamos melhorar a quest√£o da seguran√ßa p√ļblica.

  • #3110
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    murilo psdb
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    .

     

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  murilo psdb.
  • #3235
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    Estêvão Da Cunha Pereira
    Espectador

    Na minha cidade Pe√ßanha-MG a inseguran√ßa est√° afetando direto a economia da localidade. Precisamos fazer pol√≠ticas p√ļblicas para aumentar o patrulhamento na Zona Rural, destinando emendas para os pol√≠cias trabalharem com dignidade, como viaturas para o patrulhamento rural.

  • #3250
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    Paulo Fernando
    Espectador

    Intelig√™ncia e formula√ß√£o de t√°ticas de seguran√ßa p√ļblica baseadas em evid√™ncias. A era do achismo n√£o pode mais sustentar.

  • #3270
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    Wallace Soares
    Espectador

    1- Redução da maior idade penal para 16 anos;

    2- Programa de videomonitoramento;

    3- Programa de construção de presídios, repassando áreas não utilizadas pelo governo para a iniciativa privada em troca da construção de presídios;

    4- Programa de privatização de presídios;

     

  • #3272
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    Marcionil Franca Veloso
    Espectador

    Lutar para que presos paguem aluguel pela prisão, e ou pagar pelo alimento, bem como, pagar pensao à vitima.

    Prisão para políticos com denuncias, e somente ser soltos se comprovarem a inocência. Assim a população verá que no Brasil não tem impunidade e evitaria cometer crimes, melhorando a seguranca publica.

  • #3298
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    Larissa Sena
    Espectador

    <span style=”color: #3c4043; font-family: Roboto, HelveticaNeue, Arial, sans-serif; font-size: 14px;”>Quando pensamos na¬†</span>seguran√ßa p√ļblica<span style=”color: #3c4043; font-family: Roboto, HelveticaNeue, Arial, sans-serif; font-size: 14px;”>¬†e para que ela serve</span><span style=”color: #3c4043; font-family: Roboto, HelveticaNeue, Arial, sans-serif; font-size: 14px;”>, logo nos ocorrem as ideias: proteger a sociedade, prover justi√ßa para as v√≠timas, reduzir a viol√™ncia.¬†Mas antes de tudo devemos obter planejamento e seguir em etapas. Brasil, estados, cidades e bairros para maior sucesso das ideias de implanta√ß√£o de seguran√ßa.¬†</span>

  • #3339
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    Vijanio Filho
    Espectador

    TEMATICA SEGURANÇA PUBLICA

    Uso da tecnologia

    A tecnologia da informação é hoje parte fundamental da sociedade. Não é mais possível tomar uma ação sem que haja integração com a TI. Portanto, a polícia deve se tornar cada vez mais aparelhada e especializada para aproveitar a tecnologia no combate ao crime.

    Na era digital, as leis do país e as regras de convívio social devem ser transportadas para a internet, afinal, ela é a continuidade da vida de todos os cidadãos. Os crimes que não são permitidos no mundo real também não podem ocorrer no mundo virtual.

    A evolu√ß√£o tecnol√≥gica tem sido aproveitada por criminosos para fraudes ao sistema, forma√ß√Ķes de quadrilhas e exposi√ß√£o de crimes. Para combater esses epis√≥dios de viol√™ncia, os principais mecanismos s√£o as bases policiais j√° existentes, tanto a Pol√≠cia Militar, para fazer opera√ß√Ķes de campo e prender pessoas de fato, quanto as Pol√≠cias Civil e Federal, que t√™m habilidades t√©cnicas para investiga√ß√Ķes, descobrir quem s√£o os alvos e aqueles que praticam os crimes.

    Em um segundo momento, √© necess√°rio gerar as provas para que a Justi√ßa possa prender essas pessoas. Essas a√ß√Ķes se tornar√£o mais efetivas a partir da entrega de ferramentas que potencializam a capacidade de investiga√ß√£o.

    Aplicação de metodologias

    O uso de recursos tecnol√≥gicos pode potencializar o combate ao crime e ajudar a reduzir os √≠ndices de viol√™ncia, mas esse objetivo estar√°, efetivamente, mais pr√≥ximo se a aplica√ß√£o desses recursos for feita com base em metodologias. √Č por meio delas que ser√° assegurado um planejamento bem estruturado para que as novas ferramentas atinjam o m√°ximo potencial que podem entregar.

    A metodologia não é o simples uso da tecnologia, mas a melhor forma possível de operação com esses recursos. Por mais avançadas e modernas que sejam, as ferramentas não vêm em primeiro lugar.

    Estrat√©gias bem-sucedidas de seguran√ßa p√ļblica devem partir da observa√ß√£o de qual √© o problema de fato para seguir os passos corretos, investigar, gerar provas e solucionar crimes da maneira mais eficaz.

    Antes que a√ß√Ķes sejam tomadas, √© preciso analisar o conceito operacional e definir a metodologia de trabalho, para, ent√£o, ser iniciada a busca por tecnologia.

    Capacitação dos profissionais

    A extra√ß√£o do m√°ximo potencial dos recursos tecnol√≥gicos est√° atrelada ainda √† capacita√ß√£o dos profissionais que ser√£o respons√°veis por sua opera√ß√£o. A capacita√ß√£o e a atualiza√ß√£o devem ser constantes, para que os agentes de seguran√ßa possam acompanhar as mudan√ßas em tecnologia e as respostas a essas altera√ß√Ķes sejam o mais breve poss√≠vel.

    Policiais e os demais agentes devem se manter atualizados a respeito de quest√Ķes sociais, tecnol√≥gicas e metodol√≥gicas constantemente. Somente assim ser√£o capazes de saber como combater as novas formas de crime que surgem na era digital.

    √Č necess√°rio acompanhar as mudan√ßas tecnol√≥gicas para a investiga√ß√£o, gera√ß√£o de provas e condena√ß√£o de culpados. Em maio deste ano, o jogo denominado Baleia Azul levava crian√ßas e adolescentes a cometerem suic√≠dio. Entender os meandros de algo que, inicialmente, poderia parecer uma brincadeira infantil, √© um exemplo de como a atualiza√ß√£o de conhecimentos ajuda na rea√ß√£o a casos similares. Quanto mais se conhece, mais f√°cil ser√° reagir.

    Na era digital, h√° uma quantidade abundante de informa√ß√Ķes na internet, com crescimento exponencial e incessante. √Č necess√°rio, portanto, ter a capacidade de filtrar quais informa√ß√Ķes s√£o realmente relevantes para uma investiga√ß√£o e entender como extrair dados para an√°lises objetivas de acordo com o que √© permitido pela lei.

    Criação de setores especializados em inteligência

    Analisando o Plano Nacional de Seguran√ßa P√ļblica esse estabelece a cria√ß√£o de N√ļcleos de Intelig√™ncia Policial. Todavia, diversos √≥rg√£os de seguran√ßa p√ļblica no pa√≠s j√° contam com √°reas de intelig√™ncia.

    O que deve evoluir no combate ao crime é o entendimento de que o que faz diferença para a diminuição dos índices de violência não é a força extensiva ou o aumento do contingente em campo. Esse diferencial é a inteligência.

    O uso de for√ßa extensiva sem o apoio da intelig√™ncia gera a perda de muitas vidas. At√© agosto de 2017, j√° haviam sido registradas 100 mortes de policiais no Rio de Janeiro. √Č necess√°rio, portanto, evitar o combate corpo a corpo.

    Todavia, n√£o basta criar n√ļcleos de intelig√™ncia, mas, sim, a base para trazer os resultados esperados. Isso somente √© poss√≠vel com capacita√ß√£o para a an√°lise dos dados e informa√ß√Ķes que s√£o coletados com o aux√≠lio da tecnologia, com a identifica√ß√£o e forma√ß√£o de profissionais com perfil anal√≠tico.

    Esses agentes de seguran√ßa p√ļblica convivem diariamente com um grande risco para suas vidas. Portanto, al√©m de oferecer capacita√ß√£o, √© preciso criar as bases e fundamentos para que esses n√ļcleos de intelig√™ncia consigam trazer os resultados esperados.

    Com o uso da tecnologia a partir de metodologias definidas e orientadas por profissionais bem organizados, √© poss√≠vel combater efetivamente o crime e melhorar a seguran√ßa p√ļblica.

     

  • #3340
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    Maria Tereza Oleg√°rio
    Espectador

    Dif√≠cil falarmos sobre a tem√°tica “seguran√ßa” e n√£o abordamos a viol√™ncia contra os negros, principalmente contra os jovens negros.

     

    Precisamos ter uma política de  qualificação de SEGURANÇA PÚBLICA para que as abordagens sejam humanizadas e que isso venha ser contínua. Estamos cansados de ver nossos irmãos e irmãs ameaçados sobre a arma da polícia e que na maioria dos casos não são culpados.

     

    Segundo pesquisas do Atlas da Viol√™ncia em 2017, 35,7 mil jovens foram assassinados no Brasil. Esse n√ļmero representa uma taxa de 69,9 homic√≠dios para cada 100 mil jovens no pa√≠s, taxa recorde nos √ļltimos dez anos.

     

    Precisamos mudar esses dados, nossa NEGRITUDE n√£o aguenta mais.

     

    #CHEGADEVIOLÊNCIA

     

    Tereza Oleg√°rio

    Presidente TucanAfro Alagoas e Secretaria Geral TucanAfro Nacional.

  • #3358
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    paula campello
    Espectador

    O grande problema no Brasil é que a policia prende e o judiciario solta com uma facilidade enorme.

    O criminoso sabe que nao ha pena muito longa e rapidoo bandido esta na rua.

    Precisamos do cumprimento efetivo das leis.

    Precisamos de uma policia saud√°vel e bem equipada, com salarios dignos.

     

     

  • #3386
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    Bruno Santos
    Espectador

    Bom dia.

    Precisamos modernizar as for√ßas policiais, bem a legisla√ß√£o penal, passando pela discuss√£o da diminui√ß√£o da maioridade penal, altera√ß√Ķes na LEP e CPP. Viu-se que, com uma pol√≠tica (ampla) mais eficaz dentro das pol√≠cias, √© poss√≠vel diminuir os √≠ndices de criminalidade, vide Estado de S√£o Paulo.

    √Č necess√°rio encarar a problem√°tica da pol√≠tica anti-drogas, estudar formas de n√£o encarceramento de usu√°rios, bem como trabalhar na preven√ß√£o contra o tr√°fico.

    Entender e propor solu√ß√Ķes para a ressocializa√ß√£o dos reeducandos, para tentar diminuir a reincid√™ncia.

    Bruno Santos

  • #3413
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    Maria Marcia Gomes da Silva dos Santos
    Espectador

    O endurecimento das Leis e do sistema prisional é importante para combater o crime, principalmente o crime organizado.

  • #3419
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    Jessica Lacerda
    Espectador

    Discutir seguran√ßa p√ļblica no nosso pa√≠s engloba v√°rios pilares, al√©m da reforma dentro da pol√≠cia, como uma maior capacita√ß√£o dos policiais, para que atuem com responsabilidade, uma maior moderniza√ß√£o da corpora√ß√£o, incluir a tecnologia no ambiente de trabalho dos profissionais, disponibilizar atendimento psicol√≥gico aos mesmo. Precisamos falar de inclus√£o social dentro das comunidades, mais educa√ß√£o, principalmente uma maior aten√ß√£o no ensino b√°sico, para que n√£o haja evas√£o das escolas e crian√ßas comecem a entrar pro crime organizado.

     

  • #3572
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    Augusto Arag√£o J√ļnior
    Espectador

    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify; text-indent: 63.8pt;”><span style=”font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: ‘Arial’,’sans-serif’;”>Pauta sempre discutida, importante e ao mesmo tempo uma crise sem fim …. a seguran√ßa p√ļblica no Brasil √© um problema grav√≠ssimo, onde, nas ruas esse termo √© diretamente ligado √† Policia Militar, que na maioria das vezes, em alguns estados t√™m a desconfian√ßa da popula√ß√£o, j√° no Amap√°, possuem uma boa aceita√ß√£o da sociedade.. mesmo com recursos m√≠nimos… </span></p>

  • #3593
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    Marko Raiz Couto
    Espectador

    √Č urgente e necess√°rio a unifica√ß√£o das policias civil, militar e guarda municipal. Preparar melhor as guardas municipais √© necess√°rio, em alguns munic√≠pios esta guarda s√≥ foca o transito , n√£o ajudando nos problemas sociais de seguran√ßa da popula√ß√£o. A inova√ß√£o tecnol√≥gica nos instrumentos de seguran√ßa com treinamento especifico dos agentes policiais √© uma ferramenta fundamental no combate a criminaliza√ß√£o. Acredito tamb√©m que para combater o crime temos que combater a fonte, com a√ß√Ķes sociais utilizando temas que transformem as pessoas em uma na√ß√£o menos desigual. Mas diante da situa√ß√£o atual precisamos combater e mostrar a for√ßa do estado, dando ferramentas adequadas, preparando e valorizando os respons√°veis pela seguran√ßa no munic√≠pio, no estado e no pa√≠s.

  • #3651
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    Willian Leal
    Espectador

    N√£o h√° como falar em seguran√ßa p√ļblica sem antes haver o aporte do estado, voltado a prepara√ß√£o, qualifica√ß√£o bem como a equipa√ß√£o dos profissionais da √°rea de seguran√ßa p√ļblica. De que forma isso poder√° ocorrer, uma vez em que muitos estados, munic√≠pios ao redor do brasil se encontram em dificuldades financeiras?¬† Talvez uma das a√ß√Ķes que possam amenizar o impacto dentro desta realidade, seja visando o aporte atrav√©s das PPPs, ao exemplo, de empresas oferecendo seus servi√ßos para a manuten√ß√£o e recupera√ß√£o de viaturas com problemas ou fora de servi√ßo.¬† J√° por outro lado, a redu√ß√£o dos √≠ndices de criminalidade s√≥ ter√£o um impacto mais efetivo, atrav√©s da manuten√ß√£o e rigidez da nossa legisla√ß√£o penal. √Č necess√°rio penas mais r√≠gidas, para haver exemplo!

  • #3657
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    Breno Viana
    Espectador

    O posicionamento do partido deve ser para que a justi√ßa seja feita, aprovar leis mais duras, capacitar todas as for√ßas armadas( pol√≠cia, ex√©rcitos e etc…)

     

     

     

  • #3667
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    Anderson M Salvador
    Espectador

    Não acredito que armar a sociedade é o caminho para vencer a insegurança.

    O cidadão de bem do brasil deve se preocupar em produzir no mercado de trabalho, gerir a familia elevando o bem estar social, garantindo aos filhos educação de qualidade.

    Acredito na qualificacao dos profissionais da seguran√ßa publica com ferramentas adequadas de trabalho desde a Arma at√© a viatura com trabalho de sa√ļde mental.

    A criação de patrulhas rurais e comunitarias com inovação.

    O uso da tecnologia para combater a criminalidade e uma reformulação no sistema judiciario pois não adianta prender e depois soltar, deve se endurecer com o.cidadao que escolhe cometer crimes pois a sensação de que não ficara preso aumenta a criminalidade.

    Devemos trabalhar com a politica da prevencao mas estando pronto pro combate e após a vitoria no combate leis duras para manter o individio afastado do cidadão de bem.

  • #3669
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    Rafael Ventura
    Espectador

    Acredito que os profissionais de seguran√ßa p√ļblica devem ser mais valorizados, e receber sal√°rios melhores, pois s√≥ assim n√£o ter√£o interesse na corrup√ß√£o. Alem disso, precisamos equipar e investir nas policias cientificas, para que possam investigar melhor e solucionar crimes, cada vez com mais efici√™ncia e agilidade.

  • #3734
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    Ricardo Rangel
    Espectador

    Segurança é para ser tratada com prioridade em todo o Brasil.

    Deveria-se tomar como exemplo do Governo do Estado de Sp que conseguiu trabalhando muito possuir uma das melhores Policias do Mundo e a melhor do Brasil !!!

    Devemos equipar todos os Policiais do Brasil, investir em inteligencia com muita tecnologia, e precisamos proporcionar treinamento di√°rio a todos os policiais do Brasil !!!

    Ricardo Rangel

  • #3751
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    Leonardo Martins
    Espectador

    Na √©poca, a t√£o sonhada estabilidade econ√īmica que o Brasil conquistou por meio do plano real, criado pelo Ministro tucano, que depois tornaria-se Presidente do Brasil, tinha a mesma import√Ęncia e necessidade que tem hoje para os brasileiros, o tema da seguran√ßa p√ļblica.

    √Č um tema de extrema import√Ęncia, que muito poucos sabem trabalhar por ele de maneira correta e que passou a ser muito mencionado nos √ļltimos tempos, n√£o pela car√™ncia do mesmo que sofrem os brasileiros, mas sim, por aqueles que fazem politicagem e populismo radical, em cima de algo t√£o s√©rio.

    Acredito que a linha de defesa do PSDB com rela√ß√£o a seguran√ßa p√ļblica seja a linha correta, coerente e que deve permanecer, pois ao inv√©s do discurso radical e vazio, que n√£o apresenta solu√ß√Ķes reais, historicamente, com muito trabalho, n√≥s damos o bom exemplo e sim, apresentamos solu√ß√Ķes poss√≠veis, criativas, necess√°rias e realistas na √°rea da seguran√ßa p√ļblica.

    Dentre muitos bons exemplos praticados por membros do nosso partido, cito a atua√ß√£o do ex-governador de S√£o Paulo, Geraldo Alckmin, que em sua gest√£o, utilizando da intelig√™ncia, capacita√ß√£o e tecnologia, baixou o √≠ndice de criminalidade do estado para o menor do Brasil. Cito tamb√©m o exemplo da ex-governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, que na C√Ęmara dos Deputados, fundou a FPMPV, e contou com apoio de ampla maioria dos parlamentares integrantes do Congresso Nacional, que entenderam ser necess√°rio e muito melhor previnir, do que combater a viol√™ncia. Tamb√©m cito um grande exemplo, dado pela Prefeita de Pelotas, Paula Mascarenhas, que definiu a seguran√ßa como prioridade de seu mandato frente ao executivo municipal, e com esse objetivo, criou o “Pacto Pelotas pela Paz”, uma iniciativa que tornou-se refer√™ncia no Brasil inteiro e tem como objetivo previnir a viol√™ncia desde a inf√Ęncia e gerar oportunidades para que jovens se mantenham longe do mundo do crime.

    Ambos s√£o grandes e bons exemplos, que simbolizam, na minha vis√£o, como deve ser a atua√ß√£o e linha de defesa do PSDB no setor da seguran√ßa p√ļblica: investir na preven√ß√£o, tecnologia, capacita√ß√£o, mas ao mesmo tempo, ter toler√Ęncia zero com criminosos e apoiar for√ßas armadas e demais √≥rg√£os de seguran√ßa, sem radicaliza√ß√£o e sem populismo, mas com coer√™ncia e senso de responsabilidade.

    Leonardo Martins – RS

  • #3775
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    √Ālvaro Paz
    Espectador

    A seguran√ßa √© um tema que, de forma praticamente di√°ria, est√° em pauta na imprensa do Brasil. A sensa√ß√£o de inseguran√ßa, somada ao medo, est√° presente na vida de grande parte da sociedade civil brasileira, principalmente nos grandes centros urbanos. Assim como o acesso √† sa√ļde, √† educa√ß√£o e √† moradia, a garantia de ir e vir com seguran√ßa √© um direito fundamental previsto pela Constitui√ß√£o Federal de 1988, sendo dever do Estado assegur√°-lo.

  • #3783
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    Aline Góes
    Espectador

    √Č preciso prevenir que o crime aconte√ßa!

    Mas, não é somente com repressão que se combate a insegurança nas cidades. Implantar o policiamento de proximidade em bairros com altos índices criminais, para aproximar oficiais e cidadãos, através do diálogo, pode diminuir a violência e garantir a paz e o bem-estar aos moradores. Já adotado no Rio de Janeiro, esse projeto permite que os policiais conheçam as necessidades e entendam a realidade do local. Juntos, a população, respeitando regras sociais e não participando de atos ilícitos, e os profissionais da segurança trabalham para diminuir os problemas com crimes e violência

  • #3785
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    Adauto Oliver
    Espectador

    Acredito na volta da ronda escolar nas bases comunit√°rias em pontos estrat√©gicos , deixar policiais aposentados trabalharem de inspetor dentro das escolas …

    Acredito em resgatar os valores fazer a popula√ß√£o sentir se segura atrav√©s de rontas ostensiva combate ao tr√°fico de droga restrutura√ß√£o da pol√≠cia civil que est√° abandonada na quest√£o delegacia e efetivo ….¬† Proibir esse neg√≥cio de saidinha de natal !!!!! Pelo amor n√© …. Cara mata ou estrupa la dentro fica mocinha quietinha e ganha recompensa aff .. chega de palha√ßada nesta quest√£o …¬† ¬†N√£o a divulga√ß√£o das opera√ß√Ķes policiais a m√≠dia antes q seja conclu√≠da pois bandido assisti tv !! E se orienta por ela tamb√©m e divulgar s√≥ atrapalha …

    Como vc acha q Paulo Cupertino fugiu e fugiu ser√° q ele n√£o via a m√≠dia cantando bola onde ele poderia estar ??!!!¬† Acabar com os bailes funk dentro das favelas¬† fonte de renda de bandidos ….

     

  • #3836
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    MAURO LUIZ DE VASCONCELOS
    Espectador

    [quote quote=735]Precisamos equipar os policiais e criar a Ronda Escolar e voltar as bases da Polícia Comunitária.[/quote]

    criar leis mais severas para punir criminosos.

    Reformar o judici√°rio brasileiro.

    A polícia prende, a justiça solta.

    Acabar com a progress√£o de pena.

  • #3839
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    Max Diego Ferreira dos Santos
    Espectador

    Boa noite , Ficaria muito feliz se algu√©m pensasse em coloca os vigilantes nas escolas . Quantos exemplos¬† tivemos , e isso s√≥ vem a p√ļblico quando acontece uma trag√©dia. Os pais ficariam mais tranquilo em casa , sabendo que seus filhos est√£o seguros e ajudaria muito a da mais emprego na √°rea de seguran√ßa .

     

  • #3905
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    Lucas Pinheiro
    Espectador

    √Č necess√°rio estudar os fen√īmenos que levam as pessoas a cometerem crimes e tratar esse problema no raiz. O combate √† vulnerabilidade e aten√ß√£o social s√£o a√ß√Ķes que podem ser tomadas neste sentido.

    A Pol√≠tica de Seguran√ßa P√ļblica n√£o deve ser vista apenas como opera√ß√Ķes policiais, mas principalmente na interven√ß√£o estatal para que n√£o haja crimes e, neste sentido nem sempre a resposta deve ser repress√£o policial. A preven√ß√£o, isto √©, investimento em intelig√™ncia √© fundamental. Repress√£o e trucul√™ncia s√£o receitas pra o desastre.

     

  • #3908
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    Dourado Apodi
    Espectador

    Precisamos discutir duramente o pacote anticrime. Punir realmente os que cometem crimes, tomar conta de nossas fronteiras, desaparelhar o crime e dar fim as farras no sistema carcer√°rio, retirando de vez o acesso ao celular e √† internet pelos presos. Por fim, um sistema de seguran√ßa p√ļblica¬† forte e eficiente, conectado e com troca de dados e informa√ß√Ķes em √Ęmbito nacional.

  • #3942
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    Diego Mariano
    Espectador

    Um olhar atento √†s fronteiras. Moro no estado de Mato Grosso do Sul, estado que tem milhares de quil√īmetros de fronteira seca com dois pa√≠ses, Paraguai e Bol√≠via, e em decorr√™ncia disso √© corredor do tr√°fico de drogas, armas e do contrabando de cigarros, principalmente. Como agravante, algumas cidades fronteiri√ßas s√£o ligadas diretamente √†s cidades paraguaias, como o caso de Ponta Por√£, onde n√£o h√° fronteira f√≠sica e apenas uma avenida marca sua divis√£o com Pedro Juan Caballero.

    Isso torna esta regi√£o palco de intensa disputa pelo controle do tr√°fico internacional de drogas, com a crescente presen√ßa do PCC em disputa com os chefes dos cart√©is locais. E mesmo com tudo isso o Governo Federal tem se omitido no enfrentamento desta quest√£o, o que tem custado al√©m de recursos p√ļblicos, pois o Governo do Estado tem assumido o enfrentamento dessa quest√£o, vidas de cidad√£os brasileiros e paraguaios.

    O PSDB tem o dever de ser vanguarda nesta quest√£o, at√© pelo fato de termos em MS o governador tucano Reinaldo Azambuja, propondo medidas para o efetivo guarnecimento das fronteiras, com programas e a√ß√Ķes espec√≠ficas para estas regi√Ķes.

  • #3951
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    Rafael Assunção Miranda
    Espectador

    O tema da seguran√ßa √© complexo e exige muito dialogo, tanto de especialistas como da sociedade, quero focar aqui em um √ļnico t√≥pico dentro dos v√°rios a respeito do tema seguran√ßa, a situa√ß√£o das cadeias neste pa√≠s.

    Como muitos j√° devem ter ouvido, as cadeias deste pa√≠s s√£o na verdade universidades do crime, os jovens que entram l√° por crimes relativamente simples se tornam profissionais dispostos a matar, sequestrar e da√≠ para pior. O PSDB deve ter como um dos focos direcionar mais esfor√ßos pol√≠ticos nesta quest√£o, pris√Ķes abarrotadas de preso se tornam incontrol√°veis, o discurso f√°cil de “deixa l√°, se ficar com mais sessenta numa cela vai aprender”, vai aprender a fazer o mesmo que os outros, quando a cadeia se torna insustent√°vel √© a sociedade do lado de fora que sofre.

    √Č preciso ocupar estes presidiarios, levando empresas para que os mesmos possam trabalhar, ocupar a mente e conseguir algum retorno, nisto o governo deve agir estruturando cadeias, levando a iniciativa privada a investir no sistema prisional, √© necess√°rio tamb√©m que a justi√ßa brasileira seja mais agil, falo como cidad√£o, n√£o sou advogado e n√£o tenho dom√≠nio sobre tal tema, por√©m sei que a justi√ßa no Brasil n√£o se paga comparado ao que gastamos nela, muitas coisas precisam ser revistas.

    Fica aqui minha opinião, mais um voto de indignação e a sugestão de se olhar com mais atenção o sistema prisional. Grato.

  • #3966
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    Juan Medeiros Barbosa
    Espectador

    A problem√°tica da Seguran√ßa √© nacional, e por ser de alcance nacional fica claro que solu√ß√Ķes pontuais n√£o s√£o suficientes.

    N√£o h√° como falar em melhoria da Seguran√ßa sem tocar em pontos nevr√°lgicos, como √© o caso da revis√£o do C√≥digo de Processo Penal. Da mesma forma que o C√≥digo de Processo Civil foi revisto por ter ficado totalmente obsoleto ao longo dos anos, √© preciso revisar o CPP para corrigir distor√ß√Ķes, como a infind√°vel posterga√ß√£o atrav√©s de recursos judiciais, e para garantir mais agilidade ao Judici√°rio. Investir em penas alternativas e mais adequadas √† realidade podem ser sa√≠das a serem adotadas, bem como a adequa√ß√£o da legisla√ß√£o brasileira √†s boas pr√°ticas identificadas em outros pa√≠ses.

  • #3981
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    Vinicius Veiga
    Espectador

    Precisamos tratar esse tema como prioridade, na¬† Baixada Fluminense/ Duque de Caxias-RJ,¬† enfrentamos ha d√©cadas o problema da seguran√ßa publica.¬† Al√©m de ser uma quest√£o de dignidade, afeta toda cadeia produtiva/econ√īmica. No Brasil¬† temos mais de 60 mil assassinatos por ano. Se¬† mata mais aqui do que em pa√≠ses que est√£o em guerra.¬† Alguma coisa precisa ser feito, esse atual modelo de seguran√ßa¬† est√° fracassado. Essa vis√£o mais a esquerda (vide¬† Jean-Jacques Rousseau), onde¬† apenas a¬† quest√£o social √© respons√°vel por todas essas mazelas √© um desrespeito com milh√Ķes de brasileiros pobres deste pa√≠s ques√£o honestos e¬† acordam cedo para trabalhar.¬† Pra mim o crime √© quest√£o de escolha.¬† O que percebo √© um sentimento de impunidade generalizado, por isso pe√ßo encarecidamente que a reforma do c√≥digo penal seja prioridade para nossos deputados federais e senadores.¬† Temos um c√≥digo penal arcaico, defasado e frouxo, um verdadeiro convite a impunidade. No mundo real marginal s√≥ respeita o que teme.

    Outra questão é a  realidade continental do nosso país, precisamos dar a possibilidade para que os Estados legislem sobre segurança publica. A minha realidade no Rio de Janeiro é totalmente diferente de uma pessoa que mora no Amazonas ou no Rio Grande, por exemplo.

    Por ultimo fazer as reformas administrativas que o país precisa, para poder priorizar no orçamento segurança publica. Não adianta ter 1 milhão de bons projetos se não tem orçamento, nem financeiro pra executar.

  • #3986
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    MIRACY FERREIRA LIMA
    Espectador

    A discuss√£o sobre o Tema Seguran√ßa P√ļblica sempre recai sobre o aparelhamento da for√ßa policial esquecendo-se do seu principal elemento, O POLICIAL. O Homem ou Mulher, que vai para o enfrentamento dos criminosos, arriscando suas vidas e a vida de seus familiares. A forma√ß√£o dos policiais √© prim√°ria, sua prepara√ß√£o f√≠sica tamb√©m, prepara√ß√£o psicol√≥gica, acho que nem √© considerada. Plano de Carreira, Sal√°rios Adequados ao Risco de Vida, Moradia. O Policial mora na mesma periferia que os marginais. T√™m que esconder sua identidade para n√£o serem mortos. Trabalha sozinho, n√£o participa do planejamento estrat√©gico das a√ß√Ķes de seguran√ßa. E quando morre, deixa sua fam√≠lia desabrigada. Moro no Cear√°, sol causticante, calor acima de 35 graus, Policiais, roupa, cal√ßado, peso das arma, colete e condi√ß√Ķes de trabalho nas ruas… √© um roubo de energia.

    Outro fator de incremento ao crime √© o Sistema Prisional, desde as Delegacias, estendendo-se at√© as Penitenci√°rias. S√£o verdadeiras Universidades do Crime. N√£o h√° separa√ß√£o para criminosos de maior ou menor periculosidade. Criminosos Prim√°rios jovens, Reincidentes,¬† junta-se, assassinos com ladr√Ķes, traficantes, estupradores, drogados, doentes, atletas, com qualifica√ß√£o profissional, analfabetos. Uma popula√ß√£o, como na idade m√©dia, jogada em pris√Ķes para morrerem, se n√£o fisicamente, morrerem como humanos.

    Muitos j√° cumpriram pena e continuam presos, muitos nunca foram julgados, compet√™ncias, qualifica√ß√Ķes, habilidades n√£o s√£o consideradas, porque n√£o existe um programa de recupera√ß√£o desses detentos. Um ambiente humanizado √© o m√≠nimo que se pode proporcionar a algu√©m privado de liberdade. Para termos uma no√ß√£o do que isso significa, basta assistir um Big Brother, que pessoas, cercadas de luxo bebidas e festas, ficam desestabilizadas pelo simples fato de estarem confinadas sem no√ß√£o do que se passa l√° fora. √Č como ser enterrado vivo. Claro que h√° criminosos que deveriam pegar pris√£o perpetua,¬† como os que matam e violentam crian√ßas e maltratam idosos, indefesos. Mas temos not√≠cias de hist√≥rias de recupera√ß√£o, principalmente, atrav√©s do trabalho de religiosos. Para onde vai o presidi√°rio ap√≥s cumprir a pena? N√£o existe esse programa. Ent√£o, verifica-se um aumento progressivo do crime. Fazer o detento trabalhar. Cultivar hortas dentro dos pres√≠dios, escola obrigat√≥ria, oficinas de qualifica√ß√£o, marcenaria, pintura, costura, bordados, artesanato, tornar os pres√≠dios em locais de recupera√ß√£o e ressocializa√ß√£o de quem teve a infelicidade de delinquir e √© fun√ß√£o do Estado. Investir na recupera√ß√£o de delinquentes deveria ser considerado como uma¬† pol√≠tica de combate ao crime e √† viol√™ncia.

  • #4095
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    Ver. Claudio Rocha Sao Gonçalo
    Espectador

    Nos ultimos 60 dias as escolas municipais do complexo do Salgueiro em S√£o Gon√ßalo RJ, s√≥ tiveram 20 aulas, as pessoas nao podem levar seus filhos as creches e. Nem sair pra trabalhar. √Č preciso repensar a seguran√ßa p√ļblica no estado, onde o poder cerca a comunidade nao tr√°s servi√ßos e n√£o respeita o direito de ir e vir. A grande maioria das pessoas da comunidade s√£o pessoas de bem. Falta inteligencia. Ci√™ncia e Cientifica. Nao se prende os grandes financiadores . estes nao est√£o nas comunidades.

  • #4175
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    Daniel Silva
    Espectador

    De fato a Segurança é um tema fundamental para ser debatido, porém pouco comentado. Vejo que deveria de fato ter uma atenção maior a essa área até mesmo para o preparo psicólogico quanto o intelectual  do PM. Fortalecimento estrutural em bases militares principalmente em bairros periféricos onde possam ter e passar segurança  a sociedade e salários assecivos a classe.

  • #4179
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    Charlles Ger√īnimo
    Espectador

    SEGURAN√áA – Hoje nosso Brasil, uma grande inseguran√ßa. Nossas pol√≠cias precisam de uma reformula√ß√£o… As leis tamb√©m. Hoje protegemos mais bandidos do que os brasileiros de bem.

  • #4507
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    Rodrigo Martins Cruz Moreno
    Espectador

    √Č preciso urgentemente pagar um sal√°rio digno aos policiais, a primeira atitude deve ser essa. N√£o sou Policial e nem servidor p√ļblico. Outros pontos como fornecimentos de equipamentos e treinamentos devem ser feitos tamb√©m.

  • #5111
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    Genilza Caetano
    Espectador

    √Č uma vergonha a seguran√ßa no nosso pa√≠s, a pol√≠cia faz seu trabalho nossa lei, tira a autoridade da pol√≠cia. Muitos n√£o sabem mas existe pol√≠cias com depress√£o, pois s√£o amea√ßados por vagabundo. Existe morador de comunidade que n√£o podem entrar de carro na comunidade pois tem barricadas.o que podemos fazer para acabar com esses problemas, mudar essa leis que ningu√©m cumprir

  • #5130
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    Augusto Hidalgo
    Espectador

    A seguran√ßa p√ļblica hj sofre com os desmandos de governos passados, conseguiram criar a cultura de que policial n√£o presta, que o Estado √© o √ļnico e suficiente respons√°vel por promover a seguran√ßa p√ļblica, e o discurso paz e amor com pitadas de vitimismo da esquerda transformou muitos em ovelhas mudas caminhando ao matadouro todos os dias, logo a seguran√ßa deve ser abordada pelas bases, familias s√≥lidas e bem estruturadas dificilmente geram criminosos, e o meio mais f√°cil de chegar √†s fam√≠lias e por meio das escolas, trazer de volta o respeito, civismo, e patriotismo, e um grande passo para afastar gera√ß√Ķes futuras do crime, o aparelhamento das for√ßas de controle do Estado s√£o tamb√©m de suma import√Ęncia, deve se dar aten√ß√£o especial aos que ficam na linha de frente do sistema, os pol√≠ciais, s√£o estes que muitas vezes desmotivados, est√£o preenchendo toda sua carga hor√°ria com horas extras carregadas de stress f√≠sico e emocional, com armamento de pessima qualidade (vide 24/7), coletes vencidos, r√°dios da gera√ß√£o passada, e sendo cobrados constantemente a darem jeito no crime financiado por usu√°rios de drogas.

  • #5225
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    Ingrid Correa
    Espectador

    A pol√≠tica de seguran√ßa p√ļblica deve seguir na vis√£o de coibir o crime, n√£o somente de punir, porque quando a gente pensa em seguran√ßa p√ļblica a gente pensa em cadeia, a gente n√£o pensa em pol√≠ticas para as comunidades, para os jovens, para aqueles que mais precisam. E a melhor forma de evitar o crime, √© evitar de a pessoa comet√™-lo.

    No recorte de juventude, por exemplo, a pol√≠tica mais importante que precisa ser feita, √© garantir assist√™ncia b√°sica, emprego, renda,¬† lazer, sa√ļde, educa√ß√£o e qualidade de vida, porque ningu√©m vira criminoso porque √© bonito ser criminoso, √© criminoso por falta de op√ß√£o,falta de oportunidade, por necessidade mesmo, e nas comunidades mais carentes ele n√£o v√™ isso, a √ļnica oportunidade que ele v√™ √© no tr√°fico, vendo o pai de fam√≠lia que tenta ser honesto passando necessidade, enquanto o traficante ostentando com um rel√≥gio de 5 mil reais no bra√ßo. Enquanto o estado n√£o mostrar a essas pessoas marginalizadas que tem possibilidade de ter uma vida digna, a criminalidade vai acabar sendo o caminho mais procurado.¬† Porque em algum momento voc√™ vai ver mais gente presa do que solta, e n√£o adianta s√≥ construir pres√≠dios porque eles v√£o estar sempre super lotados, porque essas pessoas n√£o tem op√ß√£o de viver com dignidade.

    • #5255
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      Augusto Hidalgo
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      De fato Ingrid Correa, ou se muda o quadro social, ou fica-se enxugando gelo prendendo e soltando, e notório nas periferias a falta de referencia cultural que a juventude tem, e dai, o ícone que existe para se espelhar e o comandante do trafico na região, rodeado de mulheres (também sem referencia), 38 na cintura, e um poder que supera o estatal na comunidade.

      Dai estes jovens tem aquele recorte social como o mundo, tendo em vista não estarem inseridos no contexto dos grandes centros, sem acesso a cultura, informação, e sem enxergar na educação por exemplo, um meio de mudar seu contexto.

  • #5269
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    Rodrigo Fabretti
    Espectador

    Seguran√ßa p√ļblica √© um tema que deve ser priorit√°rio no debate partid√°rio. O Brasil enfrenta uma enorme crise de seguran√ßa, onde pol√≠cias, tanto militar como civil, est√£o sucateadas por todo pa√≠s. Al√©m do sucateamento da parte material, h√° a mau remunera√ß√£o dos homens e mulheres que est√£o na linha de frente. Adicione isso √† falta de preparo psicol√≥gico, onde muitos sofrem depress√£o, e de treinamento e explodem casos como do Rio de Janeiro, onde civis, entre elas muitas crian√ßas, morrem pelo despreparo. Tamb√©m temos uma legisla√ß√£o onde em muitos momentos n√£o pune corretamente os autores dos crimes, como a maioridade penal, que, na minha vis√£o, deve ser defendida pelo partido em caso de crimes hediondos.

  • #5271
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    Estev√£o Filho
    Espectador

    Seguran√ßa p√ļblica n√£o deve ser tratada apenas como uma quest√£o de repress√£o e sim, de forma mais global em que os entes federativos colaborem e tenham metas de desempenho na redu√ß√£o dos n√ļmeros da viol√™ncia com programas voltados a educa√ß√£o por parte dos estados e munic√≠pios, ilumina√ß√£o e conserva√ß√£o p√ļblica por parte dos munic√≠pios e aperfei√ßoamento da distribui√ß√£o de renda como alguns caminhos complementares ao que j√° vem sendo feito tradicionalmente, al√©m claro de uma discuss√£o s√©ria √† respeito da legaliza√ß√£o do uso de algumas subst√Ęncias em que hoje o tr√°fico √© o cerne da criminalidade e parte central da repress√£o policial.

    • #5326
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      Pedro Barbosa Saraiva
      Espectador

      Concordo com o amigo Jair, somente repress√£o n√£o gera resultados, inclusive podemos fazer um link com um tema relacionado √† sa√ļde que √© o combate √†s drogas. Deve haver repress√£o sim ao tr√°fico de drogas, mas a quest√£o dos usu√°rios deve ser vista como mat√©ria de sa√ļde p√ļblica e n√£o somente de seguran√ßa p√ļblica ou de repress√£o. O simples encarceramento do usu√°rio n√£o √© uma forma de resolver o problema, o que deve ser feito √© um trabalho de redu√ß√£o de danos.

      Mas falando de seguran√ßa p√ļblica em si, uma reanalise do art. 144 da Constitui√ß√£o Federal, atrav√©s de uma PEC pode ser ben√©fico, por exemplo, alterar o artigo para dar autonomia para os munic√≠pios de gerirem a pr√≥pria policia, em vez de somente guardas municipais, ou a op√ß√£o aos Estados de unificarem as policias, como apresentado na PEC 21 pelo Senador Tasso Jereissate l√° em 2007, ou at√© mesmo uma federaliza√ß√£o da policia militar.

      Sobretudo √© preciso investir em qualifica√ß√£o dos agentes de seguran√ßa p√ļblica em todos os √Ęmbitos, investir tamb√©m na sa√ļde mental desses profissionais e de modo geral investir em educa√ß√£o b√°sica e programas socioeducativos principalmente nas periferias.

  • #5303
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    Anderson Maciel Ciriaco
    Espectador

    Para poder se pensar em seguran√ßa √© preciso discutir e agir com urg√™ncia no combate ao tr√°fico de drogas existente no Brasil, hoje √© p√≠fio o n√ļmeros de profissionais de seguran√ßa que dispomos para patrulhar os 16.886 km de fronteiras terrestres e os 7.408 km de costa mar√≠tima, ou seja, o tr√°fico internacional corre livremente. √Č preciso ter coragem de tratar a causa e n√£o s√≥ o efeito.

    √Č necess√°rio somar for√ßas no combate as drogas, cuidar de forma eficiente das nossas fronteiras, sincronizar, interligar e conectar nossos √≥rg√£os de fiscaliza√ß√£o em todos os entes federativos.

     

    Anderson Maciel Ciriaco

    Tucanafro Mato Grosso

  • #5317
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    Rlick Santos
    Espectador

    Rondar Maria da Penha para ajudar a evitar o assédio, medo, humilhação, controle, espancamentos e morto a violência contra a mulher.

     

    Rlick dos Santos

    Tucanafro- Ba

  • #5327
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    Rafael Almeida
    Espectador

    Falar de seguranca h√° duas vertentes, a primeira √© aquela voltada para a seguran√ßa e o bem est√° de todos q comp√Ķe a sociedade e a segunda retrata da forma operacional dos pr√≥prios profissionais da seguran√ßa… Eles precisam ser melhor monitorado /fiscalizados e entenderem de que eles fazem a guarda do cidad√£o, muitos se colocam como a pr√≥pria justi√ßa e fazem atrocidades e n√£o s√£o punidos. Muitos cidad√£os j√° passaram por situa√ß√Ķes de vulnerabilidade e o pr√≥prio policial foi o que cometeu o ato de desonra…

     

    Policia serve o cidadão e juntos devemos caminhar, hoje muitos não confiam nessa polícia que está aí nas ruas, eles mesmo dizem que: não se pode confiar em policia.

     

    A lei deve ser justa!!!

    Rafael Almeida Рtucanafro- Piauí

  • #5328
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    Maria Tereza Oleg√°rio
    Espectador

    quando se fala em segurança, não temos como expor as diversas formas de discriminação que nosso povo negro passa diariamente, principalmente quando se trata de um jovem negro e da periferia.

    Precisamos enfrentar o racismo institucional com pol√≠ticas p√ļblicas dentro da seguran√ßa p√ļblica. Que de seguran√ßa n√£o temos nada.

    Precisamos mudar essa realidade.

    Tereza Oleg√°rio

    TucanAfro Alagoas

  • #5335
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    Asp√°sia Camargo
    Espectador

     

    O Estado brasileiro √© c√ļmplice do crime organizado porque as a√ß√Ķes da Policia Federal s√£o apenas investigativas e n√£o temos uma estrutura adequada para proteger o territ√≥rio nacional. O sistema de seguran√ßa p√ļblica d√° fun√ß√Ķes exclusivas para o governo federal combater o contrabando de drogas e armas. Mas o governo n√£o faz nada e ningu√©m cobra! O Rio de Janeiro est√° h√° ¬†quarenta anos nas m√£os ¬†de cart√©is colombianos, sob a indiferen√ßa do governo federal, do Congresso Nacional e dos partidos pol√≠ticos. Agora, o mal se estendeu por todo o territ√≥rio nacional. As pr√≥ximas elei√ß√Ķes ser√£o dominadas pelas mil√≠cias. Vamos eleger ¬†milicianos para a prefeitura e maioria de milicianos ¬†na C√Ęmara do Rio de Janeiro. O PSDB precisa assumir a lideran√ßa desta bandeira. Exigir a cria√ß√£o ¬†da Guarda Nacional, uma esp√©cie de FBI semelhante ao de Elliot Ness, ¬†como prometemos na campanha de 2018.

  • #5372
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    Rodrigo Guedes II
    Espectador

    PSDB precisa ser intransigente na luta pelo recrudescimento do combate a criminalidade. Altera√ß√Ķes legislativas processuais penais, aumento de penas, redu√ß√£o de benef√≠cios, fortalecimento do sistema penitenci√°rio, custeamento pelo pr√≥prio preso das despesas decorrentes de cumprimento de pena, redu√ß√£o da maioridade penal, fortalecimento das pol√≠ciais federal, militar e civil. Incentivos para que civis possam proceder seus pr√≥prios mecanismos de seguran√ßa privada. N√£o d√° pra brincar ou tergiversar com o crime. Entre a teoria/filosofia e a pr√°tica h√° um abismo e o partido precisa de conectar com a realidade

  • #5390
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    Patricia Kelly
    Espectador

    Redução da maioridade penal para 16 anos e crimes hediondos.

  • #5406

    Atribuir √† Pol√≠cia Militar a responsabilidade de enfrentar e diminuir a viol√™ncia √© um fardo muito pesado e, por muitas vezes, n√£o muito efetivo. Os crimes contra a vida deveriam ser tratados de uma forma¬†intersetorial. Ou seja, com a implementa√ß√£o de pol√≠ticas p√ļblicas inteligentes que englobam o investimento n√£o s√≥ em policiamento, mas tamb√©m em¬†esporte, lazer, educa√ß√£o, sa√ļde e acesso ao trabalho, por exemplo. De uma forma geral, deve-se entender que tudo est√° conectado e, portanto, n√£o se diminui a viol√™ncia nas cidades sem que haja¬†a√ß√Ķes de melhoria na qualidade de vida dos principais atores que a promovem.

  • #5429
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    José Aparecido Pinto
    Espectador

    √Č preciso¬†repensar o¬†modelo de¬†seguran√ßa p√ļblica no Brasil, que basicamente tem sido nessas √ļltimas d√©cadas baseado no trabalho da pol√≠cia ostensiva, na pris√£o em flagrante e no aprisionamento de grande quantidade de pessoas. Cresceu muito o aprisionamento nos √ļltimos vinte e cinco anos, passou de 90 mil para mais de 700 mil presos, as cadeias est√£o super lotadas. Mesmo assim o crime continua crescendo e a sensa√ß√£o de medo das pessoas continua crescendo.

    As pris√Ķes come√ßam a ser modelos contest√°veis de controle do crime, mesmo porque as gangues prisionais acabaram se fortalecendo com esse modelo nas pris√Ķes. Nas pris√Ķes aqui t√™m se formado os principais grupos do crime e do mercado de drogas, por exemplo. Ent√£o esse modelo tem que ser repensado.

    Repensar esse modelo diante da inefici√™ncia dessas √ļltimas d√©cadas √© fundamental nos Estados, e isso tem que de alguma forma ser feito pela Uni√£o que enxerga o problema como um todo.¬†Pensar formas de incentivar pol√≠ticas diferentes, pol√≠ticas inovadoras e que invista mais na¬†intelig√™ncia e menos na pr√°tica da guerra. A quest√£o da preven√ß√£o √© muito importante, porque quando voc√™ passa a apostar nesta guerra permanente e constante em determinados bairros, o Estado passa a ser visto nessas localidades super policiadas, onde as pessoas s√£o vistas como inimigas e suspeitas, como opressor.

  • #5437
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
    Espectador

    Precisamos Criminalizar a homofobia e tornar hediondo homic√≠dios de homossexuais e transsexuais. (PL 7582/14) – (C√Ęmara dos Deputados)

    Criminalizar atos caracterizados como homofobia e transfobia, com a devida punição dos agressores, e tornar crime hediondo o homicídio de indivíduos LGBTQ+ sendo essa a motivação do ato (tendo base na Lei do Feminicídio sancionada em 2015).

    A população LGBTQ+ sofre constantemente com o preconceito proveniente da sociedade ainda conservadora, sendo o Brasil um dos países que mais mata homossexuais e transsexuais no mundo. Entretanto, a tentativa de suprimir a expressividade dessa comunidade fere o direito inalienável à LIBERDADE DE EXPRESSÃO assegurado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos.

    A Comiss√£o de Direitos Humanos e Minorias da C√Ęmara aprovou projeto que criminaliza a homofobia e a transfobia (PL 7582/14), a PL precisa de aprova√ß√£o, sendo assim estamos dando um passo importante no combate a a√ß√Ķes de discrimina√ß√£o e viol√™ncia. Criminalizar e um produto caro, necess√°rio.

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #5450
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    HOSILENE DE LUBACHESKI
    Espectador

    ” Pensar a cria√ß√£o de um sistema eficaz de notifica√ß√£o de ocorr√™ncias de viol√™ncia e agravos √† popula√ß√£o LGBTQI+ para a constru√ß√£o de indicadores precisos que possam nortear pol√≠ticas de combate e seguran√ßa p√ļblica: lamentavelmente somos um dos pa√≠ses campe√Ķes na viol√™ncia √† popula√ß√£o LGBTQI+ no mundo. Todos os dias, um de n√≥s tem sua vida brutalmente retirada s√≥ por sermos um LGBTI+, por sermos diferentes do ‚Äúpadr√£o‚ÄĚ. Pensando nisso, propomos tamb√©m a criminaliza√ß√£o – como projeto de lei no congresso nacional (qualificadora) – de qualquer crime de cunho de √≥dio direcionado √†s pessoas com condi√ß√Ķes sexuais/orienta√ß√£o sexual/identidade de g√™nero/sexual oposta ao padr√£o heteronormativo constitu√≠do.”

    Teses escritas pela executiva nacional do Secretariado Diversidade Tucana

    Hosilene Lubacheski

    Vice Presidente do Diversidade Tucana Nacional

  • #5456
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    Jhenifer Ragnaroni Noronha Alves
    Espectador

    O governo como parte integradora do processo de diretos a proteção da população deve proteger os direitos de lésbicas, gays, bissexuais e trans (LGBT), bem como eliminar leis discriminatórias contra pessoas deste segmento da população.

    As pessoas LGBT são frequentemente alvos de preconceitos e abusos de extremistas religiosos, grupos paramilitares, neonazistas, ultranacionalistas, entre outros grupos, além de sofrer com a violência no ambiente familiar e comunitário. Lésbicas e mulheres transexuais estão em situação de risco particular.

    Uma das primeiras a√ß√Ķes seria a vistoria de crimes de √≥dio cometidos com essa popula√ß√£o, principalmente de mulheres trans, que no Brasil lidera o ranking mundial de assassinatos e a vistoria de preval√™ncia de pr√°ticas discriminat√≥rias a pessoas LGBT, mesmo com a nova lei da Lgbtfobia os √≠ndices de discrimina√ß√£o s√£o alarmantes.

     

    Jhenifer Ragnaroni Noronha Alves

    Vice presidente Nacional do Centro Oeste do Diversidade Tucana

  • #5476
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    Estado de S√£o Paulo
    Espectador

    Falar sobre seguran√ßa p√ļblica nos dias atuais √© chover no molhado, todos os dias os nossos notici√°rios televisivos, radiof√īnicos e escritos trazem in√ļmeros acontecimentos estarrecedores nesta √°rea.

    A viol√™ncia e a inseguran√ßa figuram entre as maiores preocupa√ß√Ķes da sociedade brasileira de hoje.[1]

    Em um debate nacional, antes de falar sobre pol√≠ticas que podem ser desenvolvidas em cada √°rea deste tema, imperativo desenhar as linhas mestras que possam indicar a estrutura necess√°ria para criar as condi√ß√Ķes macro neste campo.

    No ano de 2018, tr√™s das principais organiza√ß√Ķes que trabalham seguran√ßa p√ļblica no Brasil, o F√≥rum Brasileiro de Seguran√ßa P√ļblica, e os Institutos S√£o da Paz e Igarap√©, formularam uma agenda, que apresenta propostas concretas que apontam esta estrutura.

    A Estrutura proposta apresenta duas prioridades: 1) Redução e prevenção dos crimes violentos, e 2) Enfraquecimento das estruturas do crime organizado.

    As propostas para enfrentar os problemas identificados, dividem-se em sete eixos program√°ticos:

    1. Sistema eficiente para gerir a seguran√ßa p√ļblica;

    2. Estruturas estatais coercitivas e regulatórias para enfrentar o crime organizado;

    3. Efetividade e eficiência do sistema prisional;

    4. Reestruturação do sistema prisional;

    5. Programas de prevenção da violência;

    6. Reorientação da política de drogas; e

    7. Regulação e o controle das armas de fogo.

    Conforme destaca a agenda apresentada por estas organiza√ß√Ķes, as a√ß√Ķes elencadas s√£o baseadas em evid√™ncias sobre pol√≠ticas que tiveram impactos positivos mensur√°veis na seguran√ßa p√ļblica no Brasil e asseguram o compromisso com valores democr√°ticos.

    Al√©m das tr√™s organiza√ß√Ķes, o material foi revisado por um Painel de Leitura Cr√≠tica composto por oito especialistas em seguran√ßa p√ļblica e gestores.[2]

    REDUÇÃO E PREVENÇÃO DOS CRIMES VIOLENTOS

    Segundo o Anu√°rio Brasileiro de Seguran√ßa P√ļblica de 2019, do F√≥rum Brasileiro de Seguran√ßa P√ļblica, o Brasil teve 57.358 mortes violentas em 2018, 10,8% menor que 2017 taxa de 27,5 para grupos de 100 mil habitantes, igual ao ano de 2013. Nos estabelecimentos penais tivemos a seguinte situa√ß√£o: 726.354 mil pessoas encarceradas, sendo que o d√©ficit de vagas chega a 303.112 vagas.

    Existem tr√™s tipos de preven√ß√£o como alternativas de a√ß√£o do Estado e que s√£o complementares, direcionadas a popula√ß√Ķes alvo. A preven√ß√£o prim√°ria ou universal dirigida ao conjunto amplo da popula√ß√£o; a preven√ß√£o secund√°ria ou seletiva, direcionada a um grupo com maior risco de cometer ou sofrer uma transgress√£o, e a preven√ß√£o terci√°ria ou indicada, que dirige-se a grupos que manifesta uma conduta problem√°tica, que j√° tenha cometido transgress√£o ou infra√ß√£o, ou que tenha sofrido.[3]

    O ENFRAQUECIMENTO DAS ESTRUTURAS DO CRIME ORGANIZADO

    Como destaca o trabalho referenciado, apesar de n√£o ser novo, o crime organizado √© um fen√īmeno em franco crescimento no Brasil. O perigo de sua expans√£o e a gravidade de seus danos o tornam uma das prioridades para a agenda da seguran√ßa p√ļblica do Pa√≠s.

    SISTEMA EFICIENTE PARA GERIR SEGURANÇA PÚBLICA

    A coordenação, integralidade, integração e direcionamento são elementos-chave para uma gestão institucional eficaz e eficiente da segurança cidadã, em nível nacional. Nesse sentido, o estabelecimento de um sistema nacional de a segurança e a justiça do cidadão é essencial para uma governança integrada e integral capaz de promover o controle do crime e a prevenção da violência, especialmente aqueles que mais afetam os cidadãos da região, como homicídios, Feminicídio e roubo. [4]

    Um sistema nacional de segurança e justiça cidadã consiste na articulação institucional, estrutura de gestão, metodologia e fluxo de tomada de decisão dentro de um quadro regulamentar que inclui os organismos subnacionais envolvidos e a gestão de Informação de qualidade, baseada em evidências.

    Esses sistemas devem garantir a conex√£o entre as diferentes agendas dos diferentes atores p√ļblicos e privados envolvidos, al√©m de possibilitar a defini√ß√£o e o monitoramento de processos e rotinas de gerenciamento. Isso permitir√° uma articula√ß√£o vertical entre governos centrais e locais e uma articula√ß√£o horizontal entre ag√™ncias de seguran√ßa e justi√ßa, com base em dados e informa√ß√Ķes aplicados √† din√Ęmica da viol√™ncia e crimes (Revesz, 2006; Vel√°squez, 2006, apud).

    Em n√≠vel estrat√©gico, v√°rios pa√≠ses da ALC criaram e institucionalizaram “sistemas nacionais” na √°rea de seguran√ßa e justi√ßa cidad√£.

    Dentro da proposta apresentada na agenda[5] o financiamento da estrutura deve ter a participa√ß√£o da uni√£o, cria√ß√£o de uma escola Nacional de Seguran√ßa P√ļblica, criar uma plataforma nacional de informa√ß√Ķes e estat√≠sticas sobre seguran√ßa P√ļblica entre outros.

    ESTRUTURAS ESTATAIS COERCITIVAS E REGULAT√ďRIAS PARA ENFRENTAR O CRIME ORGANIZADO.

    O Crime Organizado tem se tornado rapidamente um dos grandes problemas em seguran√ßa p√ļblica, manifestando-se de m√ļltiplas formas no Brasil, no tr√°fico de drogas, armas e lavagem de dinheiro, passando pela corrup√ß√£o de agentes p√ļblicos. Para este enfrentamento torna-se necess√°rio o envolvimento de diferentes ag√™ncias, como as pol√≠cias, Ag√™ncias de Regula√ß√£o, institui√ß√Ķes financeiras, Minist√©rio P√ļblico, Poder Judici√°rio, entre outros, e tamb√©m o poder administrativo do Estado[6].

    Dentre as propostas apresentadas neste estudo, o qual defendo, est√° a cria√ß√£o de um √≥rg√£o capaz de articular as diversas ag√™ncias de intelig√™ncia com foco no crime organizado; enfrentar a corrup√ß√£o dos agentes p√ļblicos, reduzir o poder econ√īmico do crime organizado associado ao controle territorial; enfraquecer o poder pol√≠tico do crime organizado e reformular o marco legal da seguran√ßa privada no Brasil.

    EFETIVIDADE E EFICIÊNCIA DO TRABALHO POLICIAL

    A efetividade e efici√™ncia policial s√£o pilares centrais para uma boa pol√≠tica de seguran√ßa p√ļblica, tanto do ponto de vista preventivo quanto repressivo, para isso, o estudo elenca uma s√©rie de medidas que v√£o ao encontro desta premissa. Incentivar os estados a aprimorarem o desempenho das for√ßas policiais, na preven√ß√£o, na investiga√ß√£o policial, com foco na prote√ß√£o da vida.

    Promover a valoriza√ß√£o policial, revisando as normas, leis, protocolos. Criar condi√ß√Ķes de trabalho e seguran√ßa jur√≠dica para o desempenho de seu papel. Criar atratividade para a carreira policial de modo a atrair candidatos e manuten√ß√£o dos mesmos nas fileiras policiais.

    Investigar de maneira permanente na forma√ß√£o do profissional de seguran√ßa p√ļblica e ao mesmo tempo fortalecer o controle externo da atividade policial.

    REESTRUTURAÇÃO DO SISTEMA PRISIONAL

    Como vimos anteriormente a popula√ß√£o carcer√°ria cresce de maneira acelerada, na mesma medida cresce o d√©ficit de vagas no sistema, criando condi√ß√Ķes cada vez mais impr√≥prias para os apenados, com superlota√ß√£o dos pres√≠dios.

    Propostas apresentadas pela agenda segue no sentido de fortalecer a gest√£o do sistema prisional para enfrentamento do crime organizado e da corrup√ß√£o nos pres√≠dios; incentivar a uma pol√≠tica de cria√ß√£o de vagas no sistema penitenci√°rio dos estados mais racional e humana; auxiliar os estados a reestruturarem seus estabelecimento e sua pol√≠tica de gest√£o prisional, por meio de normativas uniformizadas e direcionamento de recursos; implantar uma pol√≠tica de alternativas penais eficientes; e direcionar a inst√Ęncia de articula√ß√£o entre pol√≠cias, Poder Judici√°rio e Minist√©rio P√ļblico, criada pelo SUSP, para a redu√ß√£o dos presos provis√≥rios e a prioriza√ß√£o da pris√£o dos crimes graves contra a vida[7]

    PROGRAMAS DE PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA

    Os tr√™s tipos de preven√ß√£o apresentados anteriormente s√£o fundamentais para o avan√ßo na estrutura√ß√£o de a√ß√Ķes que fortale√ßam os fatores de prote√ß√£o e reduzam os fatores de risco.

    Fatores de risco s√£o caracter√≠sticas sociais, grupais ou individuais que aumentam a possibilidade de uma pessoa se envolver em atitudes violentas ou fatos criminais; enquanto os fatores de prote√ß√£o operam da maneira oposta: diminuir a probabilidade de ocorr√™ncia desses fen√īmenos (Hart et al., 2007; L√∂sel e Farrington, 2012)[8].

    Para atingir estes objetivos foram propostas a√ß√Ķes no sentido de articular uni√£o, estados e munic√≠pios para o fomento e implementa√ß√£o de pol√≠ticas de preven√ß√£o focalizadas; programar estrat√©gias de preven√ß√£o da viol√™ncia contra crian√ßas, adolescentes e jovens, nos 123 munic√≠pios que concentram 50% dos homic√≠dios do pa√≠s em 2016, segundo Atlas da Viol√™ncia 2018 do IPEA; fomentar a implementa√ß√£o de programas de atendimentos a egressos do sistema penitenci√°rio, programar estrat√©gias de preven√ß√£o da viol√™ncia praticada contra mulheres, fomentar o acesso √† justi√ßa e media√ß√£o comunit√°ria; e fortalecer as pol√≠ticas de desenvolvimento urbano nos territ√≥rios mais afetados pela viol√™ncia.

    REORIENTA√á√ÉO DA POL√ćTICA DE DROGAS

    O problema das drogas tem se revelado um drama mundial. Importante investir em programas de prevenção, tratamento individualizado para as pessoas que tem problemas com drogas; fomentar estudos científicos sobre todas as drogas ilícitas e seu consumo, bem como o impacto das atuais políticas de drogas, cujos resultados devem informar os rumos da política de drogas no Brasil.

    O estado de São Paulo e o Município vêm lidando com esta temática, o município entende que deva dispensar um tratamento singular, uma vez que cada indivíduo responde de maneira diferente ao tratamento.

    Recentemente foi anunciada a abertura de uma linha de pesquisa na FAPESP para estudar a quest√£o espec√≠fica da ‚Äúcracol√Ęndia‚ÄĚ.

    O Município de São Paulo aprovou sua política de drogas e recentemente o Estado fez o mesmo.

    REGULAÇÃO E O CONTROLE DAS ARMAS DE FOGO

    A gravidade da violência armada no país é alarmante. Mais de 70% de todos os homicídios cometidos no país usam armas de fogo, muito acima da média mundial de 41%[9].

    Para este enfrentamento prop√Ķe-se aprofundar a Pol√≠tica nacional de Controle de Armas de Fogo e Muni√ß√Ķes, apoiada em evid√™ncias cient√≠ficas.

    Desde o início do atual governo muitas idas e vindas sobre o tema que ainda merece ser discutido.

    Combater o tr√°fico nacional e internacional de armas de fogo torna-se imperativo.

    REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

    O tema é muito polêmico de modo a termos defensores ferrenhos nos dois sentidos.

    Para quem é a favor da redução da maioridade penal Adolescentes de 16 e 17 anos já têm discernimento o suficiente para responder por seus atos.

    Esse argumento pode aparecer de formas diferentes. Algumas apontam, por exemplo, que jovens de 16 anos já podem votar, então por que não poderiam responder criminalmente, como qualquer adulto? No geral, o argumento se pauta na crença de que adolescentes já possuem a mesma responsabilidade pelos seus próprios atos que os adultos.

    A maior parte da população é a favor

    O Datafolha divulgou uma pesquisa em que 87% dos entrevistados afirmaram ser a favor da redução da maioridade penal. Apesar de que a visão da maioria não é necessariamente a visão correta, é sempre importante considerar a opinião popular em temas que afetam o cotidiano.

    Com a consciência de que não podem ser presos, adolescentes sentem maior liberdade para cometer crimes

    Em uma matéria divulgada pelo portal R7, em 2014, um garoto que, na véspera de seu aniversário de 18 anos, matou sua namorada, filmou e exibiu o vídeo para seus amigos. Prender jovens de 16 e 17 anos evitaria muitos crimes.

    Muitos países desenvolvidos adotam maioridade penal abaixo de 18 anos

    Nos Estados Unidos, a maioria dos estados submete jovens a processos criminais como adultos a partir dos 12 anos de idade. Outros exemplos: na Nova Zel√Ęndia, a maioridade come√ßa aos 17 anos; na Esc√≥cia aos 16; na Su√≠√ßa, aos 15. Veja aqui uma tabela comparativa da maioridade penal ao redor do mundo.

    As medidas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) são insuficientes

    O ECA prevê punição máxima de três anos de internação para todos os menores infratores, mesmo aqueles que tenham cometido crimes hediondos. A falta de uma punição mais severa para esses casos causa indignação em parte da população.

    Menores infratores chegam aos 18 anos sem ser considerados reincidentes

    Como não podem ser condenados como os adultos, os menores infratores ficam com a ficha limpa quando atingem a maioridade, o que é visto como uma falha do sistema.

    A redução da maioridade penal diminuiria o aliciamento de menores para o tráfico de drogas

    Hoje em dia, como são inimputáveis, os menores são atraídos para o mundo do tráfico para fazer serviços e cometer delitos a partir do comando de criminosos. Sem a maioridade penal, o aliciamento de menores perde o sentido. Saiba tudo sobre a Política de Drogas aqui.

    Para quem é contra a redução da maioridade penal

    √Č mais eficiente educar do que punir

    Educa√ß√£o de qualidade √© uma ferramenta muito mais eficiente para resolver o problema da criminalidade entre os jovens do que o investimento em mais pris√Ķes para esses mesmos jovens. O problema de criminalidade entre menores s√≥ ir√° ser resolvido de forma efetiva quando o problema da educa√ß√£o for superado.

    O sistema prisional brasileiro não contribui para a reinserção dos jovens na sociedade

    O √≠ndice de reincid√™ncia nas pris√Ķes brasileiras √© relativamente alto. N√£o h√° estrutura para recuperar os presidi√°rios. Por isso, √© prov√°vel que os jovens saiam de l√° mais perigosos do que quando entraram (teste seus conhecimentos neste quiz sobre o sistema prisional brasileiro).

    Prender menores agravaria ainda mais a crise do sistema prisional

    Com mais de 600 mil presos ocupando algo como 350 mil vagas, a superlotação dos presídios aumentaria ainda mais com redução da maioridade penal para 16 anos (entenda a crise do sistema prisional brasileiro nesse texto).

    Crian√ßas e adolescentes est√£o em um patamar de desenvolvimento psicol√≥gico diferente dos adultos Diversas entidades de Psicologia posicionaram-se contra a redu√ß√£o, por entender que a adolesc√™ncia √© uma fase de transi√ß√£o e matura√ß√£o do indiv√≠duo e que, por isso, indiv√≠duos nessa fase da vida devem ser protegidos por meio de pol√≠ticas de promo√ß√£o de sa√ļde, educa√ß√£o e lazer.

    A redu√ß√£o da maioridade penal afetaria principalmente jovens em condi√ß√Ķes sociais vulner√°veis

    A tendência é que jovens negros, pobres e moradores das periferias das grandes cidades brasileiras sejam afetados pela redução. Esse já é o perfil predominante dos presos no Brasil. Nesse texto, te explicamos quanto custa um preso no Brasil.

    Tendência mundial é de maioridade penal aos 18 anos

    Apesar de que muitos pa√≠ses adotam idades menores para que jovens respondam criminalmente, estes s√£o minoria: estudo da Consultoria Legislativa da C√Ęmara dos Deputados revela que, de um total 57 pa√≠ses analisados, 61% deles estabelecem a maioridade penal aos 18 anos.

    A Constitui√ß√£o preferiu proteger os menores de 18 anos da pris√£o ‚Äď e isso n√£o poderia ser mudado

    O artigo 228 da Constitui√ß√£o de 1988 diz que os menores de 18 anos s√£o penalmente inimput√°veis, ou seja, n√£o podem ser condenados a pris√£o como os adultos. Existe um debate se esse dispositivo seria ou n√£o cl√°usula p√©trea ‚Äď trecho da Constitui√ß√£o que n√£o pode ser mexido.

    ENCAMINHAMENTO

    Como consultado que fui sobre o tema, minha opinião acompanha a sugestão do Senador José Serra e Governador Geraldo Alckmin, que prevê alteração no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).

    Uma das ideias alternativas √© que as mudan√ßas sejam feitas no pr√≥prio ECA. A proposta √© um texto originalmente apresentado pelo senador Jos√© Serra (PSDB-SP) que aumenta a puni√ß√£o para adolescentes no caso de ato infracional equiparado a crime hediondo. O projeto, j√° aprovado pelo Senado, tamb√©m ser√° analisado pela C√Ęmara.

    O texto prev√™ at√© dez anos de interna√ß√£o para adolescentes que praticarem infra√ß√Ķes equivalentes a crimes hediondos, com viol√™ncia ou grave amea√ßa. Essa interna√ß√£o se daria em estabelecimentos especiais ou em espa√ßos reservados das unidades prisionais brasileiras. A proposta tamb√©m estabelece penas duplicadas para os adultos que aliciarem crian√ßas e adolescentes para a pr√°tica de crimes.

    O govenador de S√£o Paulo, Geraldo Alckmin, tamb√©m reivindicou mudan√ßas no estatuto, com pensamento semelhante ao do ministro da Justi√ßa. ‚ÄúN√≥s acreditamos na recupera√ß√£o do jovem. Hoje o ECA n√£o d√° resposta ao reincidente grave; o infrator pode matar um, dois, tr√™s, quatro, cinco, mas a interna√ß√£o n√£o passa de tr√™s anos. Nossa proposta √© aperfei√ßoar a lei‚ÄĚ, declarou.

    https://legis.senado.leg.br/sdleggetter/documento?dm=4522680&ts=1567520519453&disposition=inline

    fonte: https://www.politize.com.br/reducao-da-maioridade-penal-argumentos/ https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/121572

    [1] Seguran√ßa P√ļblica √© Solu√ß√£o ‚Äď 2018 – Instituto Sou da Paz, Instituto Igarap√© e F√≥rum Brasileiro de Seguran√ßa P√ļblica.
    [2] Integraram o Painel de Leitura Cr√≠tica da presente Agenda: Arthur Trindade Maranh√£o Costa, exsecret√°rio de Seguran√ßa P√ļblica e Paz Social do Distrito Federal e Professor da Universidade de Bras√≠lia; F√°bio Ramazzini Bechara, Promotor de Justi√ßa do Minist√©rio P√ļblico do Estado de S√£o Paulo e Global Fellow do Woodrow Wilson International Center for Scholars; Fernando Veloso, ex-chefe da Pol√≠cia Civil do Estado do Rio de Janeiro e consultor em seguran√ßa p√ļblica; Joana Monteiro, Diretora-Presidente do Instituto de Seguran√ßa P√ļblica; Jos√© Vicente da Silva Filho, Coronel reformado da Pol√≠cia Militar do Estado de S√£o Paulo, ex-Secret√°rio Nacional de Seguran√ßa P√ļblica, e pesquisador do Instituto Fernand Braudel; Ludmila Ribeiro, Professora Adjunta, Universidade Federal de Minas Gerais, Departamento de Sociologia, Centro de Estudos de Criminalidade e Seguran√ßa P√ļblica (CRISP); Milton Seligman, Professor do Insper e Global Fellow do Woodrow Wilson International Center for Scholars; Renato Campos Pinto de Vitto, Assessor da Presid√™ncia do Conselho Nacional de Justi√ßa, ex-Diretor-Geral do Departamento Penitenci√°rio, Conselheiro do Conselho Nacional de Pol√≠tica Criminal e Penitenci√°ria.
    [3] BANCO INTERAMERICANO DE DESARROLLO (BID) Curso: Líderes para la Gestión en Seguridad Ciudadana y Justicia -2018
    [4]https://prod-edxapp.edx-cdn.org/assets/courseware/v1/bfc465a5aac2189e732bfa9614738df0/assetv1:IDBx+17.2x+3T2019+type@asset+block/modulo2_gobernanza_y_gobernabilidad.pdf 5
    [5] Seguran√ßa P√ļblica √© Solu√ß√£o. 2018
    [6] Seguran√ßa P√ļblica √© Solu√ß√£o. Pg. 7 ‚Äď 2018.
    [7] Seguran√ßa P√ļblica √© Solu√ß√£o. Pg. 10-12.-2018.
    [8] 8 L√≠deres para la Gesti√≥n en Seguridad Ciudadana y Justicia ‚Äď caderno 5
    [9] Seguran√ßa P√ļblica √© Solu√ß√£o, pg.15 – 2018

  • #5482
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    Yara Paulino
    Espectador

    Gostaria que a seguran√ßa p√ļblica fosse submetida por uma nova formula√ß√£o em sua cartilha de forma√ß√£o dos policiais, pois em uma determinada parte da mesma e citado como indiv√≠duo suspeito para abordagem policial, negro, de bon√© e outras caracter√≠sticas que simplesmente n√£o passa de pre julgamento e tentativa de esconder um grande crime de racismo.

     

    Capacitação para policiais na abordagem nas UTTS do povo tradicional de matriz africana, a falta de conhecimento dessa tradição faz com que a abordagem seja agressiva, marginalizado e desrespeitando uma comunidade que abriga várias famílias provando constrangimento com os moradores que ali residem.

  • #5497
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    Fernando Jader Mantau
    Espectador

    A Seguran√ßa deve ser uma das principais prioridades de qualquer governo. Diversas pesquisas apontam que esse √© o desejo da maioria da popula√ß√£o tamb√©m. √Č preciso mudar a legisla√ß√£o, que favorece e protege os bandidos. A diminui√ß√£o da maioridade penal tamb√©m √© fundamental, em minha cidade e regi√£o, vemos o crescimento de diversos crimes cometidos por menores de idade, desde assaltos at√© crimes mais complexos.

  • #5499
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    Patricio Souza da silva
    Espectador

    Seguran√ßa deve ser uma das principais prioridades de qualquer governo. Diversas pesquisas apontam que esse √© o desejo da maioria da popula√ß√£o tamb√©m. √Č preciso mudar a legisla√ß√£o e pensar em¬†¬†formas de incentivar pol√≠ticas diferentes, pol√≠ticas inovadoras e que invista mais na¬†intelig√™ncia e menos na pr√°tica da guerra. A quest√£o da preven√ß√£o √© muito importante, porque quando voc√™ passa a apostar nesta guerra permanente e constante em determinados bairros, o Estado passa a ser visto nessas localidades super policiadas, onde as pessoas s√£o vistas como inimigas e suspeitas, como opressor.”

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