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Queremos te ouvir, te consultar, dialogar. Aqui você deixa sua opinião, comentários, sugestões.
E qual deve ser a posição do PSDB sobre o tema indicado. Sua contribuição será fundamental para definir os rumos do partido.

Este tópico contém 218 respostas, possui 212 vozes e foi atualizado pela última vez por  Charlles Gerônimo 13 horas, 43 minutos atrás.

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  • #735
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    Vinícius Ferreira
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    Precisamos equipar os policiais e criar a Ronda Escolar e voltar as bases da Polícia Comunitária.

    • #1461
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      Fabiano Martins
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      A segurança pública precisa ser observada em uma visão bilateral. É necessário atuar na qualificação das forças de segurança, quebrar o ciclo da organizações criminosas, rigidez na aplicação da lei, investimento em inclusão social e educação para possibilitar aos jovens caminhos sólidos na vida.

    • #2541
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      Caio Alexandre Gomes da silva
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      A segurança é uma pauta importante, e entendo que ha uma necessidade de um maior respaldo para as corporações policiais e forças de segurança publica

      É necessário que haja resposta imediata ao crime organizado, tráfico de drogas e facções. As forças de segurança pública precisam de fato ser atuantes e com total apoio dos governos.

    • #1934
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      Ryco Lima
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      De fato a Segurança é um tema fundamental para a mudança, que o PSDB, como bastião da democracia, deve proporcionar. Mas, para isso devemos entender a situação em que o Brasil se encontra, e em seguida filtrar por Estados, Municípios, Bairros e Comunidades. Atribuo a essa calamidade que vem assolando o bem-estar social, primeiramente a situação social em que alguns se encontram (desigualdade), em seguida, desespero das Drogas, a omissão e outras más condutas por parte do Estado, esses representados por suas Secretárias de Segurança Pública e suas Corporações.

      Certo que a insegurança é um tema que requer soluções imediatas, mas nenhuma medida simplista poderá resolver a um problema complexo. Isto é, a resposta pra esse problema de agora, é o reflexo de ações passadas. Cito a questão das “favelas”, que se criaram como um amotoado de pessoas que não tinham onde morar, que não tinha infraestrutura básica, que não tinham oportunidade, o que levaram (a princípio por subsistência) ao crime. Vê-se também, nos últimos tempos, o aumento do poder das Facções Criminosas não em um aspecto pequeno, mas amplo se dirigindo ao Brasil, chegando até a institucionalizar, o crime.

      Vejo que as Drogas, que é de onde vem obviamente o tráfico, seria que por onde se combateria e traria uma solução mais “rápida” para esse problema. Como? Investindo na segurança de onde passa a rota da droga, por vias aéreas, marítimas e terrestres. Pra isso, um novo modelo deveria ser apresentado, inviabilizando a circulação desses produtos. Creio que, por intermedio dos agentes de segurança poderia ocorrer mais força policial ativa, com supervisão das corporações, e das Unidade de Segurança Regional, que seria responsável na contenção de danos em casos de calamidade como ocorreu no Ceará no inicio de 2019 e durante o mês de Setembro. Acredito que através de bonificações para os policiais (PM e PC), ajudaria na valorização da classe, reforçando uma valorização da classe desde sua formação na acadêmia e durante toda a vida pública do agente.

      A priore, vejo e exponho minha opinião sobre esse tema.

    • #2042
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      Beatriz Leite
      Espectador

      É IMPORTANTE ENFRENTAR O TEMA DA SEGURANÇA NO BRASIL ATUAL. A SEGURANÇA PÚBLICA É SEMPRE UM DOS TEMAS MAIS LEMBRADOS PELOS CIDADÃOS EM TODO O PAÍS. PARA ISSO É NECESSÁRIO INVESTIMENTOS NA ÁREA DA SEGURANÇA, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E MELHORIA NA METODOLOGIA DE ENFRENTAMENTO AO CRIME. ENFRENTAR O TRAFICO DE DROGAS E A IMPUNIDADE TAMBÉM SE FAZ NECESSÁRIO. COMBATER O CRIME ORGANIZADO, MELHORAR O SISTEMA PRISIONAL E ENDURECER AS PENAS PARA CRIMES GRAVES SÃO MEDIDAS QUE TRARÃO MAIS SEGURANÇA.

    • #2594
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      Agenor Alves
      Espectador

      Como sabemos, a segurança é de suma importância para o andamento do país. Desta forma, precisamos de partidos que em suas pautas a segurança seja crucial, pois assim poderemos combater a criminalidade e consequentemente minimizar a desigualdade social. Precisamos de leis mais robustas que de fato sejam postas em párticas e de partidos que tomem partido sobre essa temática, o PSDB se torna crucial nesse processo, por ser um partido de articulação e de imensa amplitude, possibilitando que a conjunta deste tema seja levada a séria e podendo ser criado metologias que possam de fato tratar esse assunto como ele merce.

    • #3643
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      Henrique Lacasa
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      Segurança Pública sempre foi um tema muito relevante no Brasil. Nos últimos anos o descaso e falta de administração dos órgãos competentes levaram o país ao caos na questão da segurança.

      Como Paulistano, vejo de perto o trabalho que extensivamente tem sido feito na área, especialmente os mais novos investimentos na Polícia Militar.

      Além de equipar bem nossos policiais e treiná-los da maneira adequada, os líderes devem tomar atitudes que levem à redução da impunidade e ao descaso com vítimas de violência.

      Além disso, algo muito importante, que quase não é feito no país, a reabilitação de presos para reintegração na sociedade deve ser um tema discutido, garantindo que presos possam voltar a ocupar a sociedade de maneira correta e ativa.

      Outro ponto importante que deve ser levado em conta é o respeito aos direitos humanos e às leis do nosso país. Nenhum ser humano deve ser tratado de maneira inferior, em nenhuma situação.

    • #3872
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      RODRIGO THYAGO
      Espectador

       
      <p style=”text-align: center;”>*SEGURANÇA*</p>
       

      O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer” Albert Einstein

       

      Inicialmente, impõe, ressaltar, que os “organismos policiais combatem as consequências da violência, e não as causas”. O Brasileiro está se sentindo inseguro, com medo, andam assustadas, olhando para os lados, atentos a gestos suspeitos, temerosas de estar onde antes costumavam ir, seja nas ruas, no transporte público, em estabelecimentos comerciais ou em locais de lazer.

      O aumento da violência em nosso PAÍS, na última década, decorre de flagrante falência gerencial proposta pelos governos anteriores, modelos repetidos e ineficientes de gestão, ausência de políticas públicas sócias e falta de investimentos.

       

      AÇÕES:

      1. Reestruturação administrativa e operacional do ministério de segurança pública.

      2.Controle de fronteiras e rodovias.

      3.Investimento em tecnologia e capacitação (inicial e continuada) profissional.

      4. Criação de centrais de monitoramento nas Unidades Policiais com o compartilhamento das imagens (sincronizar as câmeras privadas de comércios e residências com foco para as vias publicas, praças e ruas com as unidades policiais);

      5. Construção do Planejamento Estratégico de longo prazo, pacote anti-crime não resolve, isso tem objetivo claro de tentar  mostrar serviço.

      6.  Segurança pública participativa, não só otimizando o atendimento ao cidadão como recebendo colaboração da sociedade através de denúncias dos crimes locais.

      7. fortalecer a construção de políticas públicas sociais efetivas, em parceria com as OSC`S.

      8 – Investimento em equipamentos não letais;

       
      <p style=”text-align: center;”>*RODRIGO THYAGO*</p>
      <p style=”text-align: center;”>*PRESIDENTE DO ITV/SE*</p>

  • #933
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    Vinícius Kafka Barbosa
    Espectador

    1-Precisamos capacitar nossos policiais e dar a eles todo o suporte necessário para fazer seu serviço com responsabilidade e segurança.

    2-Em bairros periféricos, a iluminação é frágil, o que permite becos escuros, e fazem o cidadão ter de sempre escolher o caminho ‘menos pior’, precisamos mudar essa realidade.

    3- O Estado precisa ser absoluto, não permitir que o crime organizado controle ruas e bairros, é preciso um enfrentamento.

    4- Mais câmeras espalhadas pela cidade

    5- A educação é fundamental para que as crianças não se tornem futuros bandidos.

    • #1490
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      Jonathan Ferraz
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      O ato de assegurar algo ou alguém vem desde os primódios, quando havia a necessidade de se manter vivo mediante os predadores que eram mais forte e maiores que nós, e a partir deste ponto a humanidade desenvolveu meios para se defender e manter se seguro e isso foi evoluindo de geração em geração.

      Hoje no contexto social pelo qual nós vivemos, é essencial haver meios de segurança para manter uma sociedade segura, então e deve daqueles que foram escolhidos para representarem uma sociedade, promover meios a assegurar o cidadao pagador de impostos do perigos que a vida trás, segurança sempre foi e sempre será primordial para uma população feliz, necessitamos de rondas mais ostensivas do polícias para defedenrem o bem público daqueles que não tem uma conduta cidadã, devemos melhorar a fiscalização aos pontos de drogas e fechar Los pois assim dificultaremos a propagação de drogas nas cidades e Estados, devemos promover uma grande rede de dados capaz de indentificar todos que circulam em via pública e partícula para termos o controle de todos e assim acelerar a identificacão de criminosos foragidos.

  • #944
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    Jonas Almeida
    Espectador

    A violência pública só será resolvida quando o estado chegar às periferias com moradia, saúde e educação em vez de cacetete, bala e intimidação.

    Medidas de curto prazo, como aumento do contingente, capacitação etc. podem melhorar índices de violência, porém essa tende a não ser sustentada. Para que haja uma melhora, é importante observar os diversos exemplos que existem ao redor do mundo e tentar aplicá-los a realidade brasileira.

    Sei que muitos conservadores torcem o nariz a ideia, mas faz parte da agenda liberal ao redor do mundo a discriminalização e exploração comercial de algumas drogas, como a cannabis. Observando experiencias mais antigas (Portugal e Holanda) e mais recentes (maior parte dos estados dos EUA e o Uruguai), percebe-se além da redução de crimes relacionados às drogas, melhoras no acesso a saúde do usuário (um doente, não um criminoso), bem como a arrecadação de impostos sobre a indústria. Nesse contexto, poderia desmobilizar grande contingente que age nessa esfera (força de trabalho) para outras, seja no combate ao tráfico de cocaína por exemplo ou patrulhamento. Sem esquecer também no grande golpe às finanças das organizações criminosas subtrair uma parcela tão importante de seus faturamentos.

    Somado a isso, o investimento em inteligência associado a tecnologia poderia também otimizar as atividades policiais, com objetividade e acertividade. Muitos dos crimes como venda e compra de drogas, armas, assaltos etc. são planejados em redes sociais, aplicativos de mensagens e outros meios eletrônicos. O uso de drones também tem se mostrado de grande utilidade no combate a atividades ilícitas (garimpo, rotas de entrada de drogas, desmatamento etc) e podem ser aliados no patrulhamento fronteiriço, por exemplo. Cameras com reconhecimento facial mostraram-se igualmente promissoras e tem sido incorporadas a diversas cidades ao redor do mundo.

    A requalificação dos centros de grandes cidades também podem ter impacto positivo na segurança publica. Tanto revitalizar praças e áreas centrais, porém igualmente habitar areas no entorno, transformar a grande quantidade de prédios antigos e ociosos que se repetem em grandes e médias cidades brasileiras em moradias diminuiria o deficit por casas, traria as pessoas para mais perto de seus trabalhos, favorecendo a qualidade de vida e reduzindo os custos com transporte, além de ocupar os espaços: o que reduz de fato a criminalidade é a presença popular nas ruas.

    Seguir observando também populações vulneraveis é chave para reduçao de crimes de ódio, seja racismo, feminicidio (machismo), com estruturas voltadas a essas pessoas e medidas protetivas efetivas às vitimas de violência, algo que por sorte parece já estar ocorrendo há alguns anos.

  • #954
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    Cassiano Januário Cordeiro
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    1. Projeto para transformar as favelas com mais de 7.000 habitantes em uma cidade com Prefeito, vereadores… Se cria uma identificação maior entre os moradores e os seus representantes e aumenta o senso de auto responsabilidade por parte de todos visando manter a ordem.
    2. Instalação de câmeras em pontos estratégicos em todas as estradas vicinais ( Entrada e saída ) onde acontece sempre casos de estupro, assassinato, roubo a sítios e fazendas…
    3. Debate publico sobre a possibilidade do rastreamento dos veículos e pessoas de forma instantânea pela PM ou empresa de segurança ligada ao estado. Deixando opcional a escolha.
    4.  Cadastro e acompanhamento psicológico, social e econômico de todas as pessoas desempregadas.
    5. Criação de uma policia não armada voltada apenas ao dialogo e observações com a população.

    No meu entender a área segurança publica precisa de investimentos massivos em tecnologia e inteligencia.

  • #960
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    Jaylan Macedo
    Espectador

    1. É necessário reformar as polícias (militar e civil) e capacitá-la para que tenhamos agente de seguranças mais capazes de lidar com a população e que respeitem os direitos humanos. Faz-se necessário humanizar a polícia e torná-la comunitária. A violência por parte de agentes da segurança é grave é precisa ser combatida.

    2. É necessário criar um patrulhamento das fronteiras e investir em inteligência para inibir o tráfico de drogas.

    3. É necessário discutir a descriminalização de drogas de baixo impacto, como a cannabis, fazendo com que elas sejam reguladas pelo Estado.

    4. Fortalecer o combate às desigualdades sociais, com programas de incentivo à cultura, ao esporte.

  • #976
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    Elizalva Lima
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    Recentemente em visitas nas comunidades carentes da cidade em que moro interior de São Paulo escutei de diversas pessoas que ainda existe um preconceito muito grande por parte de nossos agentes (civis e militares) na comunidade muitos acham que todos que moram ali são vagabundo, chegam a agredir e insultar moradores que são trabalhadores e de boa índole, com isso o que se entende por mais urgente é a melhor preparação e capacitação da polícia, para humanizar e prepara para saberem lidar com o povo, vemos todos os dias praticamente nos noticiários violência brutais sem coerência por parte de agentes que seriam para fazer e trazer a segurança, precisa-se melhorar e aumentar a capacitação de todos.

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas, 4 dias atrás por  Elizalva Lima.
  • #985
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    Gleyson Macedo
    Espectador

    1. Criação de policia especializada para segurança de estabelecimentos escolar.

    2. Criação de centros socias para atender a populacao em localidade que possui  alto grau de violencia

    3. Redução da menor idade penal.

    4. Expansao do projeto vizinhaca solidaria

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas, 4 dias atrás por  Gleyson Macedo.
  • #1012
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    Bolívar Gomes
    Espectador

    Um fator é fundamental: que o Exército seja utilizado para defender e fiscalizar nossas fronteiras, para evitar a entrada do contrabando, tendo em vista que é pela nossa longa fronteira que entram armamentos, drogas ilícitas e etc. Ou se faz isso, ou será paliativo.

    Não vejo que o acesso às armas seja o caminho. A segurança precisa ser pública e feita pelo Estado. Evidente que a Segurança Pública não está boa e o combate ao crime organizado – inclusive miliciano – precisa ser uma bandeira.

    Outro ponto é o combate à corrupção, a começar por deixar claro como funciona internamente no PSDB a procedência com filiados que são réus. Isso precisa ficar claro.

  • #1021
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    Silvia Cibele
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    GENOCÍDIO DA JUVENTUDE NEGRA é importante quebrar paradigmas, superar os conceitos existentes que viram “dito populares” como se fossem verdades, o que quero dizer é que o Policial, agente de segurança ou guarda civil precisam entender que 0 negro não é suspeito,  só por ser negro.

    As abordagens policiais nos jovens negros nas periferias ou regiões de vulnerabilidade social são sempre violentas e discriminatórias, é preciso uma política de estado para a conscientização do policial para a sensibilização para um processo de desmistificação do preconceito existente que a o homem negro é malandro ou vagabundo. Temos questões históricas que levaram a família negra para a periferia, os antigos cortiços áreas onde os negros libertos da condição de escravos passaram a morar.

    E ampliando a discussão, morar numa comunidade ou na favela não pode ser parâmetro para o rótulo: são bandidos.

    A Segurança Publica precisa de reeducação, reavaliação, ou, sensibilização dos Policias do Brasil para excluir os esteriótipos que exterminam nossa juventude, que não permite que um jovem negro constitua família.

    As pesquisas, a mídia mostra que todo dia jovens negros são mortos em abordagem policial em números muito maiores que jovens brancos o que evidencia o racismo institucional existente.

  • #1023
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    Silvia Cibele
    Espectador

    Também importante o comentário do Bolivar a liberação das armas não diminuirá a violência tão pouco pode ser entendida como forma de dar mais segurança à família brasileira, ao contrário, uma pessoa  nervosa numa discussão se, armada, poderá facilmente atirar contra a vida de alguém que sem a arma em mãos, certamente não faria.

    A mulher negra é a maior vítima de violência doméstica, os índices demonstram que o número de agressões no dia de jogo de futebol, por exemplo, num percentual assustador culminam com o evento morte, exatamente porque no calor da discussão a arma de é utilizada como desfecho da raiva.

    • #1260
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      Bolívar Gomes
      Espectador

      <p style=”box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1rem; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;”>Concordamos, Cibele. Entretanto, uma medida que pode ser adotada PROVISORIAMENTE seria no campo. Digo isto, devido a dificuldade que nossas polícias têm de chegar até ambientes rurais com agilidade a ponto de evitar crimes.</p>
      <p style=”box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1rem; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;”>Defendo, inclusive, que o PSDB elabore uma política de segurança rural que possa nortear os agentes políticos do partido. Assim, além de afirmarmos que a liberação do porte/uso de armas no campo não é uma solução, estaremos propondo um caminho a seguir. Talvez até o uso do próprio exército seria uma atitude a curto prazo, até que se crie um plano de criação de uma “patrulha rural” e definição se isso seria realizado por meio de responsabilidade do Governo Federal ou Estadual.</p>
      <p style=”box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1rem; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;”>Voltando às pautas levantadas pela Cibele, que são de grande importância, vejo como fundamental o endurecimento nas leis que condenam crimes de violência doméstica e a necessidade de dar à vítima a privacidade e a confiabilidade necessária para denunciar um violentador.

      Outro ponto importante é a progressão de pena. </p>

    • #1273
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      Gregory Gonçalves
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      É importante uma revisão geral na formação dos policiais civis e militares. Uma formação mais humana e que vise a preservação da vida, o respeito e a dignidade dos suspeitos.

      Deve se premiar comandantes e gestores que reduzirem a letalidade de suas áreas e que implementem ações que estimulem a participação da comunidade nas políticas locais de segurança.

      Basear a atitude policial no foco da prevenção do crime.

      Uso da força somente em último caso e após esgotadas todas as vias de diálogo e negociação.

      Adequação da lei penal para o contexto atual. Nisso inclui os códigos penal e de processo penal.

      Implementar programas que visam o cuidado da saúde mental dos agentes de segurança pública.

      Investimento em inteligência e investigação policial para a prevenção e elucidação dos crimes.

  • #1025
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    Bruno Cardozo
    Espectador
    1. Através da eficiência no direcionamento dos recursos e investimentos público nesse importante setor, capacitar, instrumentalizar e valorizar os profissionais da área.
    2. Potencializar o uso de tecnologias modernas, através de Parcerias Público Privadas, instalar o videomonitoramento, assim facilitando e aumentando a eficiência na ações dos agentes de segurança pública.
    3. Investir de forma eficaz em iluminação pública, especialmente em pontos estratégicos, tais como praças públicas, zonas de maior índice de criminalidade e etc…
    4. Fomentar ações educativas nas escolas da rede pública e privada, bem como, rodas de conversas, painéis de debate e projetos pedagógicos, sobre segurança pública.
    5. Intensificar a guarda de nossas fronteiras, assim dificultando a entrada e o trafico de drogas e de  armamento vindo de países vizinhos.
    • Esta resposta foi modificada 3 semanas, 3 dias atrás por  Bruno Cardozo.
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  • #1036
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    Silvio T Corrêa
    Espectador

    Sou a favor da redução da maioridade penal para 16 anos.

  • #1039
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    Alvaro Paz
    Espectador

    Precisamos de mais contratação da Equipe da segurança pública do nosso país. Nas escolas, nas ruas da cidade e etc…

  • #1041
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    Maurício Martins
    Espectador

    A segurança pública é um tema que, por vezes, se confunde apenas com o policiamento ostensivo. Mas é muito mais do que isso. A segurança deveria ser dividida em alguns temas específicos, como prevenção, policiamento ostensivo, fiscalização, uso da tecnologia, etc.

    Em Pelotas, cidade onde moro, a prefeita Paula Mascarenhas, do PSDB, criou o Pacto Pelotas Pela Paz, um conjunto de ações que reduziu drasticamente os crimes da cidade.

    Não podemos esquecer que a segurança não pode ser tarefa apenas da polícia ou do executivo. Os números só reduzem se a sociedade, como um todo, comprar a ideia. Na minha cidade, o executivo trabalhou juntamente com diversas instituições públicas, como a Brigada Militar, Judiciário, Defensoria Pública, Conselho Tutelar, Polícia Federal, entre outras.

    Um ponto muito importante a ser discutido é a prevenção. O estado precisa criar ações para evitar que uma criança se perca para o tráfico de drogas, por exemplo. É nosso dever gerenciar projetos para que a evasão escolar não seja tão alta. Muitas vezes o Estado perde uma criança que estava dentro de suas escolas. Se não abrirmos as portas, essas crianças podem recorrer àquelas portas que estão sempre abertas; a da criminalidade.

  • #1051
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    Gabriela Cruz
    Espectador

    JUVENTUDE NEGRA VIVA – SEGURANÇA PÚBLICA
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify; line-height: 150%;”><span style=”font-family: ‘Arial’,sans-serif;”>Ao todo mais de 20 mil jovens negros são mortos por ano no Brasil, como mostram as estatísticas elaboradas pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência, e a Cultura (UNESCO), assim como o atlas e o mapa da violência publicados entre 2016 e 2018. Estes dados alarmantes de violência contra nossa juventude vimos a grande necessidade de unirmos nossas forças em nossa social democracia brasileira e selar uma pacto de humanidade para enfrentar esse problema de forma sistematizada e planejada onde possamos nortear políticas que envolvam as diversas dimensões da vida dos jovens garantindo igualdade racial e de oportunidades iguais para todos. A segurança pública necessita prevenir a violência e proteger a vida de nossos jovens, superando o racismo institucional que intervém através da repressão, punição e tendo como alvo principal o negro como suspeito padrão da polícia. </span><span style=”font-family: Arial, sans-serif;”>Precisamos de um conjunto de iniciativas transversais de segurança pública que visem transformar a realidade dos jovens negros de nosso país. </span><span style=”font-family: Arial, sans-serif;”> </span><span style=”font-family: Arial, sans-serif;”>A segurança pública precisa de capacitar -se para combater o racismo institucional, promover acesso universal às políticas públicas, além de garantir à juventude negra brasileira o acesso à Justiça, de modo a reduzir a impunidade e garantir condições de segurança. </span><span style=”font-family: Arial, sans-serif;”>Vamos selar o nosso pacto de humanidade, onde todas as vozes que historicamente foram silenciadas sejam ouvidas, assumindo por todos um real compromisso com a juventude negra e com a idéia de que todas as vidas são igualmente importantes.</span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify; line-height: 150%;”><span style=”font-family: ‘Arial’,sans-serif;”> A segurança precisa como meta estabelecer de forma transversal o enfrentamento do racismo como uma das prioridades da gestão pública, nos âmbitos municipal, estadual e federal, para que sejam desenvolvidas novas políticas públicas para a juventude negra. Nossos jovens não serão apenas números em estatísticas dos homicídios, mas sujeitos de mudança rumo a uma sociedade mais inclusiva e igualitária e emancipatória. </span><span style=”font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11pt;”>Além da prevenção, o objetivo que queremos quando tratar os jovens negros é ir além da redução de vulnerabilidades e tornar-se uma efetiva política pública de enfrentamento à violência e redução do número de homicídios, compondo uma estratégia de ações focadas em segurança pública e acesso à uma justiça cidadã.</span><span style=”font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11pt;”>  </span><span style=”font-family: Arial, sans-serif;”><span style=”font-size: 11pt;”>Como estratégia propõe-se a promoção e integração de ações com foco na transformação de territórios vulneráveis, na criação de efetivas oportunidades de reinserção, inclusão social, autonomia e emancipação e </span><span style=”font-size: 14.6667px;”>resinificação</span><span style=”font-size: 11pt;”>  para os jovens,</span></span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify; line-height: 150%;”><span style=”font-family: Arial, sans-serif;”><span style=”font-size: 11pt;”>Precisamos de verdade fazer o enfrentamento ao racismo nas instituições e no estabelecimento de uma rede de proteção a jovens negros vítimas de violência e seus familiares . </span></span><span style=”font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11pt;”>Vamos aqui propor uma Justiça e Segurança Cidadã, onde o trabalho possa ser acompanhado por nossos líderes tucanos   no Poder Legislativo,  e com a sociedade no Protocolo de Redução da Barreiras de Acesso à Justiça para a Juventude Negra, no fortalecimento de Controle Externo e Ouvidorias, investigação de Homicídios, acompanhamento do Sistema Prisional e Socioeducativo. </span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify; line-height: 150%;”><span style=”font-family: Arial, sans-serif;”><span style=”font-size: 11pt;”>A nossa estratégia propõe-se promover aprimoramento de instituições e processos, bem como a integração de ações e a incorporação de novos parâmetros para as formações dos agentes de segurança pública, ampliar a resolutividade dos casos de homicídios, reduzir a impunidade policial e ampliar o acesso à justiça para jovens em situação de vulnerabilidade e seus familiares. As diretrizes propostas devem combater o racismo, o combate à criminalização da juventude e </span><span style=”font-size: 14.6667px;”>resinificação</span><span style=”font-size: 11pt;”> da política de enfrentamento às drogas. Precisamos traçar estratégias que tenham  o foco em ações nos territórios com maior índice de letalidade, reconhecimento do jovem como sujeito de direitos; fortalecimento das redes de proteção dos jovens negros, direito à memória e à vida. A rede de proteção dos jovens negros deve ser </span></span><span style=”font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11pt;”> </span><span style=”font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11pt;”>formada pelo fluxo institucional entre redes de proteção já existentes, entre eles, Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM) e Programa de Proteção às Testemunhas (Provita), além da oferta de atendimento psicológico e proteção às famílias de vítimas, criação da Lei Juventude Viva, entre outros. </span><b><span style=”font-size: 11.0pt; line-height: 150%; font-family: ‘Arial’,sans-serif; color: black;”>A violência no Brasil é um problema de raça e território. </span></b><span style=”font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial, sans-serif;”>As mortes dos negros<span style=”color: black;”> representam uma questão nacional de saúde pública, além de grave violação aos direitos humanos, refletindo-se no sofrimento silencioso e insuperável de milhares de mães, pais, irmãos e comunidades. A violência impede que parte significativa de nossas crianças e jovens brasileiros,  tenham o direito de viver com dignidade e revela um inesgotável potencial de talentos perdidos para o desenvolvimento do país.<b> </b>   O caráter discriminatório que vitima proporcionalmente a nossa população negra,    evidenciam  atitudes e situações de conflitos, fruto dos processos centenários de abandono social, de negligência e silêncio institucional.</span></span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify; line-height: 150%;”><span style=”font-family: ‘Arial’,sans-serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; color: black; mso-fareast-language: PT-BR;”>No âmago da questão é inadmissível aceitar que nossos corpos negros ainda sofrem com processos de desumanização , ciclos de violência, de tentativa continuada de retorno ou firmação a condição de objeto, coisa,  marcados pelos tensionamentos, pela negação de sua existência social, cultural, rechaçados, humilhados, esgarçados em sua essência humana.</span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify; line-height: 150%;”></p>

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  • #1057
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    Gabriela Cruz
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    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>JUVENTUDE NEGRA VIVA – SEGURANÇA PÚBLICA</span><br style=”box-sizing: border-box; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;” /><span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>Ao todo mais de 20 mil jovens negros são mortos por ano no Brasil, como mostram as estatísticas elaboradas pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência, e a Cultura (UNESCO), assim como o atlas e o mapa da violência publicados entre 2016 e 2018. Estes dados alarmantes de violência contra nossa juventude vimos a grande necessidade de unirmos nossas forças em nossa social democracia brasileira e selar uma pacto de humanidade para enfrentar esse problema de forma sistematizada e planejada onde possamos nortear políticas que envolvam as diversas dimensões da vida dos jovens garantindo igualdade racial e de oportunidades iguais para todos. A segurança pública necessita prevenir a violência e proteger a vida de nossos jovens, superando o racismo institucional que intervém através da repressão, punição e tendo como alvo principal o negro como suspeito padrão da polícia. Precisamos de um conjunto de iniciativas transversais de segurança pública que visem transformar a realidade dos jovens negros de nosso país. A segurança pública precisa de capacitar -se para combater o racismo institucional, promover acesso universal às políticas públicas, além de garantir à juventude negra brasileira o acesso à Justiça, de modo a reduzir a impunidade e garantir condições de segurança. Vamos selar o nosso pacto de humanidade, onde todas as vozes que historicamente foram silenciadas sejam ouvidas, assumindo por todos um real compromisso com a juventude negra e com a idéia de que todas as vidas são igualmente importantes.</span><br style=”box-sizing: border-box; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;” /><span style=”color: #383636; font-family: PT Sans, sans-serif;”><span style=”font-size: 14.5861px;”>A segurança precisa como meta estabelecer de forma transversal o enfrentamento do racismo como uma das prioridades da gestão pública, nos âmbitos municipal, estadual e federal, para que sejam desenvolvidas novas políticas públicas para a juventude negra. Nossos jovens não serão apenas números em estatísticas dos homicídios, mas sujeitos de mudança rumo a uma sociedade mais inclusiva e igualitária e emancipatória. Além da prevenção, o objetivo que queremos quando tratar os jovens negros é ir além da redução de vulnerabilidades e tornar-se uma efetiva política pública de enfrentamento à violência e redução do número de homicídios, compondo uma estratégia de ações focadas em segurança pública e acesso à uma justiça cidadã. Como estratégia propõe-se a promoção e integração de ações com foco na transformação de territórios vulneráveis, na criação de efetivas oportunidades de reinserção, inclusão social, autonomia e emancipação e resinificação para os jovens. </span></span><br style=”box-sizing: border-box; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;” /><span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>Precisamos de verdade fazer o enfrentamento ao racismo nas instituições e no estabelecimento de uma rede de proteção a jovens negros vítimas de violência e seus familiares . Vamos aqui propor uma Justiça e Segurança Cidadã, onde o trabalho possa ser acompanhado por nossos líderes tucanos   no Poder Legislativo,  e com a sociedade no Protocolo de Redução da Barreiras de Acesso à Justiça para a Juventude Negra, no fortalecimento de Controle Externo e Ouvidorias, investigação de Homicídios, acompanhamento do Sistema Prisional e Socioeducativo. </span><span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>A nossa estratégia propõe-se promover aprimoramento de instituições e processos, bem como a integração de ações e a incorporação de novos parâmetros para as formações dos agentes de segurança pública, ampliar a resolutividade dos casos de homicídios, reduzir a impunidade policial e ampliar o acesso à justiça para jovens em situação de vulnerabilidade e seus familiares. As diretrizes propostas devem combater o racismo, o combate à criminalização da juventude e mudança da política de enfrentamento às drogas. Precisamos traçar estratégias que tenham  o foco em ações nos territórios com maior índice de letalidade, reconhecimento do jovem como sujeito de direitos; fortalecimento das redes de proteção dos jovens negros, direito à memória e à vida. A rede de proteção dos jovens negros deve ser formada pelo fluxo institucional entre redes de proteção já existentes, entre eles, Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM) e Programa de Proteção às Testemunhas (Provita), além da oferta de atendimento psicológico e proteção às famílias de vítimas, criação da Lei Juventude Viva, entre outros. </span>

    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>A violência no Brasil é um problema de raça e território. </span>

    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>As mortes dos negros</span><span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”> representam uma questão nacional de saúde pública, além de grave violação aos direitos humanos, refletindo-se no sofrimento silencioso e insuperável de milhares de mães, pais, irmãos e comunidades. A violência impede que parte significativa de nossas crianças e jovens brasileiros,  tenham o direito de viver com dignidade e revela um inesgotável potencial de talentos perdidos para o desenvolvimento do país.   O caráter discriminatório que vitima proporcionalmente a nossa população negra,  evidenciam  atitudes e situações de conflitos, fruto dos processos centenários de abandono social, de negligência e silêncio institucional. </span><span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>No âmago da questão é inadmissível aceitar que nossos corpos negros ainda sofrem com processos de desumanização , ciclos de violência, de tentativa continuada de retorno ou firmação a condição de objeto, coisa,  marcados pelos tensionamentos, pela negação de sua existência social, cultural, rechaçados, humilhados, esgarçados em sua essência humana.</span>

  • #1065
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    Douglas Frederico
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    A segurança pública deve ser abordada sobre 3 fases: PRÉ CRIME – CRIME – PÓS CRIME

    1 – A fase pré crime deve analisar todos os elementos sociais, culturais, econômicos e individuais que levam ao indivíduo  cometer o crime ou não! Nesse momento deve-se admitir que as desigualdade de atuação do Estado são geradores de insegurança e criminalidade. (A) Um novo modelo de educação que de fato permita o jovem permanecer na escola até seus 17/18 anos, (B) Inclusão na grade de assuntos que não sejam apenas disciplinas tradicionais, para que desperte ainda na infância e adolescência enfases desconhecidas, entretanto com potencial para talentos (C) Integração com projetos e programas voltados a cultura e esporte (D) Integração com projetos e programas voltados ao ingresso no ensino superior, curso técnico ou primeiro emprego.

    2 – A fase crime deve analisar todos os elementos que consistem ao combate direto do crime na sociedade. (A) Revisão do Código Penal e do Código de Processo Penal (B) Revisão da maioridade penal ficando facultativo ao juiz retirar ou não a menoridade de acordo com o tipo de crime e residencia (C) Estabelecimento de protocolos claros da atuação da Polícia Militar (D) Metas de equipamento e aperfeiçoamento das polícias civis e militar (E) Atuação diferenciada em rodovias, portos e aeroportos por onde entram de fato drogas e armas (F) Definição de modelo de atuação: tolerância zero as drogas x liberalização, diferente de hoje que não é aplicado nem um e nem outro. (G) Combate especializado aos crimes de melícia e de ordem financeira.

    3 – A fase pós crime deve analisar todos os elementos do sistema penitenciário. (A) modelo de penas alternativas e rigorosas (B) unidades prisionais privadas e públicas (C) definição do modelo onde o preso apenas tem que estar recolhido da sociedade x modelo da recuperação

    Se o PSDB pensar em segurança integrando essas 3 fases poderá colaborar mais ainda para sociedade!

    Atenciosamente,

    Douglas Frederico – Rio de Janeiro – São João de Meriti

  • #1070
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    Brunno Caleiro Pereira
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    Segurança pública, no geral, tem sido um tema recorrente de problemas no Brasil. No Estado de São Paulo podemos identificar muitos avanços, como o incremento do uso de novas tecnologias nesse setor e capacitação dos diversos servidores dessa área. Porém, em algumas cidades do interior ainda vemos um “gap” muito grande em como a segurança pública se desenvolve. Acredito que, no momento atual, há extrema necessidade de revisar algumas políticas públicas no que tange à segurança, buscar auxílio de tecnologias externas, aprimorar os processos de capacitação dos servidores que atuam no setor e buscar um processo mais homogêneo de ligação entre os governos municipais e o estadual, promovendo ações conjuntas e soluções mais práticas/rápidas para problemas relacionados. Pode haver o desenvolvimento de um sistema de metas para renovar materialmente as forças de segurança e, consequentemente, revisar os processos de capacitação. No que tange ao desenvolvimento tecnológico, diversos países do mundo tem investido boa quantia de recursos em desenvolver sistemas integrados e mais rápidos para atuar no combate ao crime. Caberia ao Brasil buscar uma adaptação de processos externos para o nosso cenário, visando desenvolver as diversas regiões e, no geral, o país. Um bom exemplo está no Governo de São Paulo buscando alternativas em países como Estados Unidos, o qual investe bastante em tecnologias de segurança pública, principalmente em cidades de médio e grande porte.

  • #1103
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    Ramon Villas
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    Segurança Pública deve ser uma pauta de prioridade em todo território nacional. É responsabilidade do Estado garanti-la através das estruturas policiais, mas isso deve acompanhar um esforço dos municípios em elaborar políticas públicas que resgatem os valores da família e de uma sociedade melhor para todos, e que também possa estar realizando parcerias com as igrejas, com o terceiro setor e com todas as entidades que desejam construir uma cultura de paz. O PSDB precisa estar alinhado nessa perspectiva, longe do discurso de ódio que infelizmente vem sendo pregado em torno do tema, pois manter o diálogo é fundamental na busca de resultados satisfatórios.

  • #1126
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    Paula Ioris
    Espectador

    SOBRE A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL – é um tema que precisa ser aprofundado. Tem um apelo populista com extremos, mas grande parte da população é favoravel por desconhecimento. Ja fui favoravel, porque pensava sob ponto de vista das vitimas, quando perdemos um ente querido, não importa a idade, queremos justiça e a forma como ocorre hoje expressa muita impunidade,ou seja, medida socio educativa de no maximo 3 anos e sabemos que a media de internação na maioria das vezes é pequena.  PROPOSTA: mudar a discussão. Precisamos aumentar o tempo da medida socio educativa de 3 anos para 6 ou 8 anos. Um aspecto muito importante é AUMENTAR A MEDIA NO TEMPO DE INTERNAÇÃO. O menor infrator internado deve ter : estudo, atendimento socio-psico-espiritual, aprendizagem profissional,  receber tratamento com metodologia restaurativa que proporcionem a responsabilização, tratamento para enfrentamento da drogadição, assistencia a familia. Ter oportunidades de socialização mas com responsabilização e não como vitima. Além de oportunidade de se socializar, também estará “protegido” de ser cooptado pelo mundo do crime, de retornar para um ambiente que corre mais riscos do que vinculos positivos que o internamento pode lhe dar. Agregar a isso que um infrator que tenha cometido crime contra a vida, ficará com esse historico. Servirá como agravante caso tenha reincidencia. A redução da maioridade, levaria para o sistema carcerario falido, só aumentaria a criminalidade. A população desconhece que a internação deum adolecente ocorre num presidio, onde tem celas, restrições, isolamento…. e que o processo de internação ocorre de forma mais celere do que processo de justiça dos adultos. Dessa forma aumentaria a impunidade ainda mais.

     

  • #1136
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    Luiz Fhilipe Mourao
    Espectador

    Primeiro ponto que gostaria de destacar é no que se refere a redução da maioridade penal. É preciso um debate acerca do tema, sou favorável à medida.

    A reforma do Código Penal, bem como ao do Código de Processo Penal são de extrema urgência e necessidade. Deve ser pautado pelo Legislativo e deve sim ser um das bandeiras do PSDB.

    Como hoje o Estado não possui recursos para investir em Segurança, creio ser possível descentralizar o recurso, alterando a Constituição Federal, atribuindo também ao município à responsabilidade pela Segurança Pública. O gestor municipal teria condições de investir em segurança de acordo com a especificidade do município.

     

     

     

  • #1170
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    Allan Caboclo
    Espectador

    Investimento em equipamentos pode facilitar o trabalho dos profissionais da segurança, de início, ajudaria bastante.

  • #1173
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    Alef Ramos
    Espectador

    Necessário reformar as polícias (militar e civil) e capacitá-la para que tenhamos agente de seguranças mais capazes de lidar com a população e que respeitem os direitos humanos. Faz-se necessário humanizar a polícia e torná-la comunitária.  É necessário criar um patrulhamento das fronteiras e investir em inteligência para inibir o tráfico de drogas. Fortalecer o combate às desigualdades sociais, com programas de incentivo à cultura, ao esporte.

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas atrás por  Alef Ramos.
  • #1179
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    Alex Alves
    Espectador

    1° Devemos reestruturar nossa polícia militar, que foi abandonada à anos.

    2° Termos uma educação de qualidade. Isso fará que o indivíduo tenha conhecimento e não comentará furtos ou algo do tipo.

    3° À população de bem ter o posse da arma de fogo para se defender. Obs: Com todo treinamento de capacitação.

    4° População do Campo/rural ter também seu armamento um pouco mais pesado.

  • #1180
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    Bruno Nabuco
    Espectador

    Planejamento e oportunidade a presos que querem ser novamente inseridos na sociedade. Gerar ferramentas voltadas a educação e profissionalização dessas pessoas. O Brasil tem umas das maiores massas carcerarias do mundo e precisa resgatar quem quer ser resgatado. Quem não quer trabalhar e se ressocializar, enfrenta as duras penas da lei.

  • #1188
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    David Lira Matias
    Espectador

    Hoje no Brasil temos um grande problema que é a segurança pública. O governo federal juntamente com o apoio dos governadores estaduais vem investindo sériamente na segurança pública. Algumas ações deveriam ser tomadas pelos nossos representantes, como:

    – Educação de qualidade: Hoje temos altos índices de evasão escolar, principalmente na faixa etária dos 15 – 18. Muita das vezes esse jovem que deixou a escola vai se tornar um “soldado” do crime. É preciso que se invista na educação de qualidade, pois só através da educação iremos acabar com a criminalidade.

    – Participação Social: É muito importante que a sociedade civil participe de ações comunitárias focadas na segurança pública. Hoje o município de São Paulo existe o CONSEG (Conselho Comunitário de Segurança pública), a população através desse conselho pode levar suas demandas no que se compete a segurança pública. Esse conselho deveria estar presente em 70% dos municípios brasileiros, pois através deles as autoridades policiais podem saber realmente é necessário para combater a criminalidade.

    – Planejamento: É muito importante que exista um planejamento das autoridades para rralizar ações no combate ao crime. Nesse planejamento é muito importante que realize uma união entre a Policia civil e militar. Infelizmente a PM e a PC não trabalham juntas no combate ao crime organizado, e isso dificulta muito o trabalho de ambas da parte. Fora essa união, é necessário também que o governo ofereça melhores condições de trabalho para a policia, principalmente no que se compete a instrumentos de trabalho (arma, farda, carros e etc).

    A segurança pública ainda é um paradigma que está sendo resovido pouco a pouco, porém ainda precisamos de um bom debate. É muito importante que tenha a participação da população nesse quesito, pois só através da população iremos saber o que precisar mudar.

  • #1189
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    Ericarlos Duarte
    Espectador

    Precisamos equipar os policiais, trazer a tecnologia ao nosso favor e valorizar o profissional da segurança com um salário digno, muitos policiais estão perdendo suas vidas, é preciso implantar as rodas nas comunidades, sou a favor da criação das delegacia nos distrito de cada município.

  • #1198
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    Diego Endrigo
    Espectador

    Precisamos capacitar nossos policiais, para conflitos entre guerras de trafico  e técnicas de combate, fazer um intercâmbio com outras unidades policiais internacional para melhorar a performance.

  • #1212
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    Pablo Salomão
    Espectador

    Primeiro, precisamos ter a compreensão da complexidade do assunto. Vivemos em um país de proporções continentais, e para cada região deve-se pensar o assunto Segurança com muita atenção. Pois, não existe uma receita para o “bolo”. Existe uma complexidade na discussão sobre Segurança Pública e ela deve ser levada a sério.

    Segundo, proponho um plano de trabalho construído pelo Estado que abra diálogo com os municípios, sobre Segurança Pública. Na crise que vivemos, imaginar que o Estado realize tudo sozinho é até de certa forma romântico. Se trabalharmos em conjunto, podemos criar um projeto intersetorial que rompa as barreiras impostas pelos entraves da velha política.  Pense comigo:

    Governador só terá diálogo e exito em seus projetos no município X, se o prefeito for do mesmo partido ou base aliada.  Isso é velha política.

    E se você duvida, estás romantizando.  Chega de novela para você.

    Estabelecendo o grupo de trabalho entre Estado e Município, podemos realmente agir no âmbito da Segurança Pública.

    Nessa discussão, devemos ter a noção que não se trata apenas da REPRESSÃO:

    Não adianta ficar achando que para diminuir a violência basta melhorar os equipamentos, contratar novos policiais ou valorizar os antigos. Até adiantaria, SE TIVÉSSEMOS DINHEIRO.

    A complexidade do assunto sugere ações na repressão:

    • Um grupo de trabalho capaz de estudar operações integradas, com poder de ação e articulação nas regiões mais violentas de cada cidade;
    • A criação de um observatório de segurança pública nos municípios, afim de mapear a situação de cada região para que seja implementado somente as ações que possam realmente causar um resultado  de curto-médio-longo prazo.

    A complexidade do assunto sugere ações na prevenção:

    • Uma vez identificado as regiões violentas, deve-se estabelecer um plano de prevenção social. Não adianta apenas repreender essas regiões. É preciso agir de forma que não apenas se enxugue o gelo. Mas, tratar de prevenção é algo complexo, e deve-se ter ações para todos os âmbitos sociais, para que assim tenha-se chance de modificar a cultura do local;
    • Projetos capazes de gerar oportunidades para jovens em situação de vulnerabilidade social: Que tenham a competência de estimular o protagonismo jovem, tirar o adolescente da zona de conforto e promover sua educação empreendedora em âmbito escolar. Projetos assim, devem ser realizados dentro das escolas, pois possuem a capacidade de estimular os jovens e promover o combate a evasão escolar.  Em 2017, 35.783 jovens de 15 a 29 anos foram mortos, uma taxa de 69,9 homicídios para cada 100 mil jovens, recorde nos últimos 10 anos de acordo com o Atlas da Violência(IPEA);
    • Trabalhar o vinculo familiar, garantindo um fortalecimento na educação dentro de casa. Uma ação simples que pode reduzir a violência através da mudança do comportamento entre pais e filhos;
    •  Intensificar o trabalho do PIM(Primeira Infância Melhor) projeto que, no Rio Grande do Sul, auxilia o desenvolvimento infantil de crianças de zero a quatro nos de idade que se encontram em situação de vulnerabilidade social.

    Confesso, meus 4 anos trabalhando na linha de frente da prevenção social me faz crer na necessidade de ampliarmos nossas ações para gerar impacto significativo na diminuição da violência no Brasil. Trouxe alguns exemplos do que precisamos fazer, mas, acima de tudo, precisamos estabelecer: o diálogo, plano de ação, trabalho em grupo e execução. Em tempos de crise, não devemos procurar ou esperarmos a melhor ideia.

    Nós, juntos,  somos a mudança. Juntos, podemos romper esse ciclo da velha política e realmente fazer uma diferença significativa na vida das pessoas. E isso não é romantismo, é um fato.

     

     

  • #1222
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    Anísio Lima
    Espectador

    Trago meu pensamento a respeito do tema segurança, tema esse bastante complexo com uma observação ao nosso sistema carcerário FALIDO, acredito que o caos a qual vivemos hoje é consequência do descaso do poder publico para com esse assunto.

    No Brasil pouco nos planejamos, dificilmente nos organizamos a curto, médio e longo prazo, essa questão do nosso sistema carcerário é algo que geralmente é colocado de lado nos planos de governo. É preciso repensar o modelo de segurança pública no Brasil, que vem sendo baseado numa policia ostensiva e no aprisionamento de um número enorme de pessoas, as cadeias estão lotadas e mesmo assim o crime continua a crescer a sensação de insegurança é comum em diversos lugares do nosso país. É de se contestar se esse modelo de prisão é de fato eficiente para o controle do crime – ao meu ver não – as prisões hoje repletas e dominadas por gangues, onde exercem livremente um comércio de drogas, armas e diversos outros crimes são o exemplo disso. Repensar esse modelo é fundamental e vital para a melhora da segurança em todo nosso país, mas claro que isso deverá ser feito pela União, pois a mesma consegue enxergar o problema de uma maneira mais abrangente. A prevenção é muito importante para darmos esse passo e o incentivo de politicas inovadoras também.

    Em relação ao ponto de vista técnico e não idealizador a situação exige que sejam feitos investimentos no setor, principalmente para dar garantias aos que trabalham nos presídios, <b>por isso defendo a privatização dos presídios</b>, precisamos de penitenciarias mais modernas e estruturadas, que possam garantir de fato uma ressocialização do presidiário e os seus direitos, bem como da sociedade. Investir em presídios de segurança máxima para membros de gangues e comandos.

    Outra questão que observo e que deve ser colocado ao longo dos próximos anos é a implantação de politicas para diminuição da evasão escolar e diminuição das vulnerabilidades, os estados e municípios devem investir em estrategias para prevenir a evasão escolar e recuperação dos jovens que abandonaram as escolas e criar programas que acompanhem de perto os jovens taxados como “problemáticos” e vindos de medidas socioeducativas.

    Ou seja precisamos de mais investimento, reformulação do sistema carcerário e politicas publicas que combatam a vulnerabilidade dos jovens.

    Anísio Lima
    Maceió-AL

  • #1225
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    Ângelo Perucci
    Espectador

    O maior Investimento que se pode fazer para segurança pública é investir na educação, prioritariamente na básica. A educação não pode ser um projeto de uma pasta específica, ela precisa ser recepcionada por todas as outras e ser tratada como prioridade, inclusive, deveria ser um projeto nacional de segurança pública. Devemos combater a criminalidade com oportunidade para nossos jovens, dando a eles não a igualdade mas a equidade, que só será possível através do conhecimento. Esse pode não ser um programa de governo, mas tenho certeza que é de Estado.

  • #1231
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    Eduardo Alves
    Espectador

    Em minha concepção, para segurança pública no âmbito da jurisdicional, acho de grande importância que seja aprovado o confisco alargado de bens, fazendo com que o ônus da prova no processo penal seja invertido, tendo o acusado que provar a licitude de seus bens, caso não consiga o fazer, então estes serão considerados provenientes de ilicitude e serão confiscados e inseridos ao patrimônio do Estado, os efeitos desta medida a longo prazo é o enfraquecimento do crime organizado, pois terão menos dinheiro, consequentemente a diminuição da criminalidade e a extinção da sensação de impunidade, pois se corromper por dinheiro público não irá mais valer a pena.

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  • #1258
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    Ezequiel Torquato
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    Acredito que o país está naufragando no quesito segurança, têm que ser feita uma revisão no código penal, principalmente quando se trata de feminicídio. O índice só aumenta no país, têm que ser cogitado prisão perpétua, para crimes com morte, acabar de vez com a regalia dos presos, não ter benefícios e muito menos saidinhas em datas comemorativas. O maior descaso, é um bandido matar uma esposa, ou pai, ou mãe e ter o privilégio de sair em datas onde possa comemorar algo que não tem sentido.
    O código penal atual, rege uma legislação de 1940, isso é imperdoável, os crimes de hoje, não são os mesmos de 1940.
    Mas para que isso aconteça, a educação tem que caminhar junto, pois tirando as crianças da rua, e levando educação até elas, nosso país melhoraria.

  • #1259
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    Vinícius Andrade Martins
    Espectador

    1- EDUCAÇÃO 

    Além de obviamente defender recursos para educação, devemos iniciar a luta contra bandidos nas escolas, hoje o traficante está na porta das escolas tentando arrastar crianças para a bandidagem.

    2- EQUIPAMENTO

    A polícia militar brasileira deve ter armamento para bater de frente com bandidos, além disso deve-se investir em tecnologia e equipamentos que facilite o trabalho da polícia.

    3- INTELIGÊNCIA

    Algumas organização criminosas são mais organizadas que as Polícias Militar, Civil e Federal, além disso as duas não se comunicam bem, não compartilham da mesma rede de informação, investimento em comunicação, pesquisa, tecnologia e pessoal competente.

    4- CONDIÇÕES DE TRABALHO

    Ganhar mal, ter acesso a uma saúde precária, viver sob pressão tanto na instituição quanto fora dela são fatores que causam até mesmo a morte de policiais, isso deve mudar, afinal eles dão a vida pela nossa.

  • #1261
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    Bolívar Gomes
    Espectador

    Ação, Prevenção, Inteligência, Condições. São as palavras-chave, na minha opinião. Precisamos trabalhar nestes eixos. A inteligência precisa atuar visando todos os possíveis mapeamentos de áreas para verificar a definição das ações que deverão ser colocadas em prática. Sem inteligência, gastaremos mais e teremos menos efetividade no combate ao crime – em todos os âmbitos. Por meio deste eixo, poderemos nortear, inclusive, áreas e estratégias de prevenção, de acordo com indicadores.

    A condição é um eixo óbvio. O policial precisa ter condições de se proteger, de atuar com agilidade e de viver com um salário digno.

  • #1271
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    João Paulo Ocke de Freitas
    Espectador

    Priorizar o investimento em tecnologia (drones e aviões não tripulados, por exemplo) e inteligência para proteger as nossas fronteiras. Não permitir que os postos mais movimentados da fronteira fiquem desguarnecidos, sem policiais, sem servidores. Priorizar o combate à entrada de armas e munições. Atuar em conjunto, coordenadamente, com os demais países da América do Sul para aumentar a segurança das fronteiras. Ampliar investimentos nas Forças Armadas com o objetivo específico de garantir a segurança nas fronteiras.

  • #1319
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    Guilherme Master
    Espectador

    Primeiramente acredito que devemos compreender a palavra e seu contexto.

    Segurança é a percepção de se estar protegido de riscos, perigos ou perdas.
    <p style=”margin: 0.5em 0px; color: #222222; font-family: sans-serif; font-size: 14px;”>A segurança tem que ser comparada e contrastada com outros conceitos relacionados: Segurança, continuidade, confiabilidade. A diferença chave entre a segurança e a confiabilidade é que a segurança deve fazer exame no cliente das ações dos agentes maliciosos ativos que tentam causar a destruição.</p>
    <p style=”margin: 0.5em 0px; color: #222222; font-family: sans-serif; font-size: 14px;”>A segurança, como bem comum, é divulgada e assegurada por meio de um conjunto de convenções sociais, denominadas <i>medidas de segurança.</i></p>
    Com isso podemos começar com o intendimento que segurança é em si um sentimento, assim como sentimos fome ou alguma outra necessidade, é claro que fica um pouco vago a noção, mas tomemos por um instante isso como parâmetro: muitos iram dizer que os policiais estão utilizando de força excessiva, outros dirão que a falta de policiais nas ruas, mas oque deve ser levado em conta é onde ha a maior ocorrências  dos fatos, cidade ‘grandes’ tem em si um grande índice de ocorrências devido a quantidade isso é pura matemática, quanto maior o numero, maior a probabilidade, o fato que na verdade tudo esta interligado, mesmo que você aumente a quantidade de policiais, mas não invista na educação, saúde, cultura lazer ainda teremos  o desequilíbrio ainda constara nos dados.

  • #1323
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    admin
    Mestre
  • #1330
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    Fábio da Silva
    Espectador

    Ao falar em segurança temos que pensar na prevenção, no tratamento, na repressão e reinserção de usuários de drogas. Os Estados e municípios deveriam ter acesso a recursos de bens apreendidos pelo tráfico para investir nessa política. Acredito que assim contribuiríamos com a segurança pública.

  • #1345
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    Ricardo Olimpio
    Espectador

    Seguindo o mesmo exemplo das delegacias da Mulher, deve-se criar delegacia em proteção a população negra e LGBT.

    #DiversidadeTucanaEmAção

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    • Esta resposta foi modificada 1 semana, 3 dias atrás por  Ricardo Olimpio.
  • #1346
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    Amanda Nascimento Pereira
    Espectador

    Capacitação profissional: é necessário que a polícia tenha um treinamento adequado para exercer suas funções, não só com ação, mas com estratégia. Não podemos admitir tantas mortes por “bala perdida”, ainda mais quando as balas perdidas atingem pobres, negros e crianças. Não se pode legitimar essas ações em nome de uma segurança coletiva. Além do prepara técnico, deveria haver um preparo sociocultural, psicológico e humanístico. Discursos como “bandido bom é bandido morto” não promovem segurança, mas sim um sentido de terror e de justificar mortes, o que deveria ser repudiado pelo Estado. Além disso, o cidadão comum deve ver na polícia um aliado e não uma ameaça.

    Infraestrutura e ocupação das ruas: Alguns itens de infraestrutura são fundamentais para amenizar a criminalidade. Uma proposta bacana é a do prefeito Bruno Covas, quanto a ocupação do Centro da cidade de São Paulo. O prefeito tem incentivado que bares e restaurantes se instalem na região central, com isso, as ruas passam a ter mais movimento e iluminação, dificultando a ação de criminosos, que se valem de ruas abandonadas e escuras para agirem em furtos e assaltos.
    Deve-se se incentivar o convívio em ambiente urbano. Revitalização de praças, recuperação de calçamentos, e planos de atividades como os mutirões e projetos como o “Rua da gente”, também da prefeitura de São Paulo, que estimulam um maior convívio social. A população não deve ficar coagida dentro de suas casas, mas sim ocupar os espaços públicos.

    Tecnologia: A polícia e a secretaria de segurança pública devem usar mais recursos ecnológicos como câmeras e drone.
    Aplicativos: podem ser desenvolvidos aplicativos em que a população possa contribuir com o mapeamento de zonas de risco, registrando pontos em que ocorreram assaltos, pontos de cracolãndia ou de venda de drogas.

    Educação: O feminicídio é um dos temas (e crime) mais em voga no momento. Faz-se urgente um programa de política pública voltado a esse tema. Precisamos discutir o porque de mulheres pederem suas vidas pelo simples fato de serem mulheres. Existe uma rede de apoio sendo desenvolvida entre as mulheres, para que conversemos sobre a condição da mulher na sociedade, contudo, precisamos que os homens falem sobre esse tema, afinal, eles são os agressores. Portanto, seria necessário desenvolver projetos para falar sobre esse tema para o público masculino. Palestras, alguma espécie de rede de apoio em que o homem tembém pudesse buscar ajuda para as suas questões emocionais.

  • #1356
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    Danilo Dell Amo
    Espectador

    O Estado precisa valorizar as polícias, dar contínuo treinamento, um salário digno ao qual o policial não precise fazer bicos para complementar a renda e dobrar o efetivo.

  • #1357
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    André Luiz
    Espectador

    Diante de uma sociedade que cresce cada vez mais, precisamos olhar para nossa população e garantir uma segurança de qualidade, com profissionais capacitados e oportunidade para mais ingresso de policiais nas ruas e escolas.
    Capacitar as nossas famílias na educação sobre segurança, prevenção, direito a defesa sem violência.<
    Segurança nos bairros de nossas cidades, principalmente em áreas com maior índice de violência tendo mais frequência da presença de nossos policias.
    Nas escolas uma disciplina totalmente voltada para a segurança, para que nossos alunos tenham mais consciência a não comer crimes.
    Segurança é um direito e um dever de todos!

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 6 dias atrás por  André Luiz.
  • #1359
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    Anne Luise Alves
    Espectador

    Eu creio que deve-se adotar um conjunto de medidas para os diversos problemas de segurança que temos no Brasil , desde programas oferecidos aos jovens de baixa renda  pelas demais instituições  que os incentivem a seguir programas e projetos que visem atividades para qualificação profissional , esporte , integração social , lazer,  e até mesmo apoio psicológico, sabe-se que os  problemas familiares e a dificuldade de conseguir estabilidade financeira contribui para a marginalização de jovens . No Brasil vemos absurdamente o comando de facções que intimidam até mesmo militares e policiais , não conseguindo ser combatidas devido á sua complexidade tanto em questão da quantidade de armamento quanto de participantes, de outro lado temos uma população desarmada e vulnerável .Assim, os marginais sabem que não maioria dos casos irão realizar atrocidades e muitas vezes sairão impunes, inclusive há muitas brechas na legislação Brasileira para quem tem dinheiro para pagar um bom advogado  sair impune ás sanções da lei, por isso a legislação deveria ser rígida e igual para todos.

    Tornar a aquisição de armas  á um custo mais  acessível á todos , desde que o para adquirir o porte o cidadão deve passar por uma rigorosa avaliação e preparamento para  estar apto para manusear e portar tal instrumento visando a própria segurança, além disto,   temos  policiais (não estou generalizando) despreparados , vejo, casos atuais de policiais agredindo e ameaçando aos próprios cidadãos, e alguns corrompidos pelo próprio crime, creio que deveriam passar periodicamente por  avaliação de ações executadas e teste psicológicos, para garantirem sua aptidão ao trabalho.A  maior rigidez no monitoramento das atividades dos presos de fato , principalmente nos de alta periculosidade, pois enfraqueceria conexão a com facções criminosas,  e apostaria nos projetos de recuperação social de ex- presidiários , á aqueles que tem interesse.

     

     

  • #1360
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    Diego Daniel Aciem
    Espectador

    Vejo que os problemas de segurança pública acontece, pela falta de uma, organização de patrulha onde muitas vezes regiões da cidade estão muito bem cuidadas e vigiadas e outras onde, passa viaturas a cada horas, tendo uma melhor organização disso poderia ter uma diminuição de casos de roubos.

    Também um caso de diminuição de casos e com a educação uma cidade onde a educação, políticas de incentivo ao estudo, diminuiria muitos os casos, pois a falta de oportunidades de trabalho que gera em consequência, um jovem ter que furta ou roubar para suprir sua necessidade.

  • #1373
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    Leonardo zanetti
    Espectador

    Aproximar os policias da sociedade e da sua comunidade. Criar formas de remunerar melhor os policiais iniciantes, com gratificações e também oferecer melhor estrutura de trabalho aos mesmos.

  • #1385
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    Jackson Lucian
    Espectador

    Um tema muito importante,  acredito que cada estado tenha a sua realidade,  no meu ponto de vista em relação a segurança , acredito que equipar nossos Policiais com equipamentos de última geração,não como alguns lugares que os bandidos estão melhor armado do que os Policiais,  aperfeiçoar o treinamento de defesa pessoal, diminuir a distância da população com os órgãos públicos e melhor remunerar eles que são nossos guardiões.

  • #1389
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    Ediney Pires
    Espectador

    Sabemos o quanto a segurança pública em nosso país está escassa. De um lado, bandidos tomando conta de residências, assaltos acontecendo todos os instantes e ninguém podendo sair da própria casa. Medidas devem ser tomadas o mais breve possível, políticas públicas devem ser adotadas urgentemente, para que tenhamos paz no Brasil. Sabemos que isso não é somente papel do governo, nós como cidadãos devemos agir em prol da nossa própria segurança, mas de nada adianta trancarmos bem as portas e janelas, armar com uma arma na cintura, sem que o Estado não cumpra o seu papel. Faltam políticas públicas eficientes.

  • #1407
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    Andrieli Krzewinski
    Espectador

    Diariamente, em todas as cidades brasileiras cidadãos são vítimas de roubos, furtos e violência física. O sentimento de vulnerabilidade e medo é comum entre a população. É preciso prevenir que o crime aconteça. Mas, não é somente com repressão, que se combate a insegurança nas cidades. Implantar o policiamento de proximidades de bairros em altos índices criminais, para aproximar oficiais e cidadãos, através do diálogo, pode diminuir a violência e garantir a paz e o bem-estar aos moradores.

  • #1415
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    luiz steinberg
    Espectador

    Chamados de psicopatas ou sociopatas, pessoas portadoras do transtorno de personalidade anti-social.

    Segundo grandes psiquiatras: O transtorno de personalidade anti-social não tem tratamento. Não existe cura! É uma disfunção de ordem biológica na estrutura física do cérebro. Torna a pessoa incapaz de exercer empatia por outros seres humanos. É o transtorno comum à pessoas que cometem crimes bárbaros como assassinato de pais, filhos, assassinos em série e outros…

     

    Em diversos países do mundo, os presos ditos “psicopatas” vivem isolados do resto da população carcerária normal. Eles além de irrecuperáveis, voltam à cometer os mesmos delitos quando retornam do confinamento. É um absurdo que no Brasil esse tipo de preso irrecuperável pela medicina receba o mesmo tratamento penal que um preso comun.

     

    É necessário o <b>confinamento permanente em instituição psiquiátrica</b> ou <b>penas mais duras e sem direito de progressão em hipótese alguma</b>.

    São indivíduos capazes de entender os atos que cometeram, conseguem discernir certo do errado, mas não possuem capacidades cerebrais suficientes para o processamento de emoção.

  • #1421
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    Fellipe Bayeh
    Espectador

    No meu bairro temos um projeto piloto de segurança que tem trazido muitos resultados, temos números baixíssimos de problemas com segurança, sendo a maioria furto a residência.

    As ações que tomamos na prefeitura foram a de um fortalecimento da comunidade, através de eventos culturais e reuniões, aproximando os moradores do bairro.

    Nos aproximamos do batalhão, fazendo uma parceria e suprindo os policiais, foi comprado um drone para o batalhão, para ser feito o patrulhamento de áreas rurais, evitando assim o deslocamento de viatura.

    Foi implantado a rede de vizinhos protegidos. Ao qual os vizinhos se conhecem e se protegem.

    Também compramos câmeras de segurança para todo o bairro, que foram instaladas com a ajuda de moradores.

    Para min o principal fator é o engajamento da comunidade, isso fortalece o bairro e afasta os bandidos.

    Claro que isso é um modelo que deveria ser adaptado a realidade de cada bairro.

  • #1439
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    Gabriel Nascimento
    Espectador

    Para a segurança, o Brasil deve se espalhar em outros modelos mundiais que deram certo, surtindo um efeito considerável na redução da criminalidade e da violência principalmente nas grandes cidades. Um case de sucesso que deve servir de inspiração é o caso da cidade de New Yorks nos Estados Unidos. Com aumento do contingente de policiais, uso intensivo de tecnologia e políticas de tolerância zero aos criminosos, conseguiu reduzir de forma estrondosa a quantidade de crimes ocorridos na cidade. Portanto, minhas recomendações para a área da segurança são:

    – maior efetivo policial

    – uso de tecnologia, como sistemas de câmeras mais inteligentes, drones, novos canais de comunicação entre cidadãos e autoridades policiais, etc

    – estratégias de combate ao crime, evitando pequenas violações para que não se originem crimes maiores

  • #1447
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    Leandro Marcio Souza
    Espectador

    Algumas sugestões:

    1) Trocar iluminação pública para led (mais econômica e com excelente eficiência luminosa), cortar galhos de árvores próximo à lâmpadas, orientar moradores a pintar muro de cor clara, tudo para facilitar identificação à noite de pessoas suspeitas.

    2) Aproximar agente militar da comunidade como exemplo de convivência e respeito: bases móveis, rede de vizinhos protegidos, escoteiros, bombeiros mirim, banda mirim, golfinhos mirim, PROERD, unidade de polícia pacificadora, esporte no quartel, dentre outros.

    3) Limitar ação de condenados em presídios: retirar tomadas de selas para evitar que condenados não carreguem celulares, usar teleconferência em audiências de defesa visando evitar deslocamento em ruas e avenidas, criar batalhão de polícia presidiária federal para guarda e transferência de condenados.

    4) Implatação de APAC como modelo de recuperação e reinserção do preso em sociedade.

    5) Uso de tecnologia:

    • placas de veículos com chip e portal/pedágios em ruas e estradas para monitora veículos roubados ou clonados
    • drones para identificar ações suspeitas em grandes eventos ou regiões com alto índice de criminalidade ou zona rural
    • capacitação de agentes para identificação e combate ao cybercrime
    • integração do olho vivo com câmeras de entes privados para monitoramento de ações criminosas
    • criar laboratórios e escaners criminalísticos, capacitar agentes, tudo para aumentar oferta de investigação para elucidar crimes
    • georeferenciamento de denúncias, incidentes, crimes e agentes policiais em base virtual única com restrição de acesso
    • foto do torcedor+ingresso+documento de identificação na portaria; visa restringir acesso ou identificar suspeitos em jogos ou show

    6) Infraestrutura básica:

    • reposição em tempo de armas, coletes, munição, gasolina, uniformes
    • manutenção preventiva e corretiva em viaturas, além de reposição da mesma conforme passar período de depreciação do ativo
    • capacitação continuada e troca de informações com cases bem sucedidos em outros locais (nacionais e internacionais)
    • realizar testes físicos, de perícia e psicológicos de tempos em tempos nos agentes
    • benefícios ao policial: remuneração digna, palestras educativas, mudar local de ação para que o criminoso não o identifique

    7) Ações diversas:

    • Regularizar terras onde houve grilagem de terra (devolver ao povo indigena ou união/estabelecer dono) para evitar conflitos.
    • Reocupar áreas onde há consumo de drogas: eventos culturais e esportivos, reuniões e entretenimento, ações de saúde e assistência.
    • Revisar restrições de liberdade: libertar quem já cumpriu, rapidez ao analisar processos, avaliar legalidade de prisões preventivas.
    • Construir mais presídios/criar plano de manutenção de infraestrutura dos já existentes.
    • Separar presos por tipo de crime: pensão alimentícia de latrocínio, cybercrime de tráfico de drogas, furto de terrorismo, etc.
    • Porte e posse de arma em zona rural conforme legislação restritiva vigente
    • Escola em tempo integral visando diminuir contato do aluno com traficantes
    • Empoderar corregedoria para coibir abusos
    • Revisar código penal para ser possível penas alternativas, conforme o caso, em vez de restrição de liberdade
  • #1458
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    Raquel Lourinho
    Espectador

    Acredito que o tema de segurança pública é algo bastante delicado no nosso país. Deveríamos prezar pela qualidade e não tanto por quantidade, ter um grande número de policiais nas ruas não é a garantia de segurança, se não existir qualidade técnica no profissional. O profissional de segurança é um ser humano como qualquer outro e precisa não só de uma bom preparo físico e técnico para atuar a favor da população, mas também de uma apoio emocional/mental, para saber lidar melhor com os cidadãos. Os jovens NEGROS da periferia são os que mais sofrem como todo esse despreparo. Sonhos são interrompidos, por pura ineficiência dos profissionais e do Estado.  Investimento em inteligência artificial de equipamentos e em inteligência emocional para nossos profissionais é essencial para a melhoria da segurança no nosso Brasil.

  • #1459
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    Arthur Arenari
    Espectador

    Um dos grandes problemas no Brasil, a segurança é, sem dúvida nenhuma, de grande interesse da população.
    Primeiramente, deve-se criar um pacto de segurança entre a união e os estados. Posteriormente:
    Criação de Sistemas Integrados de Segurança, com rastreio rápido e efetivo de criminosos.
    Proteção das fronteiras, evitando a entrada de drogas no país.
    Investimento do estado em infraestrutura para moradores de periferias e regiões com auto índice de criminalidade.
    Investimento em cursos profissionalizantes para moradores das regiões supracitadas.
    Maiores punições para crimes hediondos.
    Aumento do salário e da capacitação dos policiais militares.
    Aumento do número de policiais  nas grandes cidades brasileiras.

  • #1460
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    Leonardo Igor Valente Veiga
    Espectador

    Sou a favor da municipalização da segurança publica assim como ocorre nos EUA, pelo fortalecimento das agora denominadas guardas municipais, liberando todo tipo de armamento para essa instituição que hoje tem seu porte restrito a calibre até 380, maior frota e maior divisão do patrulhamento um policial para cada VTR e não quatro ou cinco em cada uma, reprimindo o crime por meio ostensivo e preventivo.

    De segundo plano, regulamentação da venda de  certas drogas entorpecentes, sendo ela primeiramente a maconha, o estado tendo o monopólio da venda dessa droga, registrando lote e afins como qualquer outro produto, ou até mesmo deixando-o para iniciativa privada para que esta conseguisse controlar a venda e repassar para o estado, viraria fonte de receita, pois o usuário deixaria de comprar da “boca” e passaria a consumir do estado pois este se produzir de maneira errada ainda pode ser acionado de alguma forma. destarte inexistiria o trafico de drogas no país não por erradicar o trafico e sim por quebrar o sistema deles tirando o principal produto de venda.

    Por fim unificação do salário policial criando piso e teto para carreira de cada profissão.

    Em municípios menores onde a municipalização da segurança publica não fosse viável, convenio com cidades maiores para aumentar a jurisdição dos mesmos.

    unificação do sistema de segurança, para que haja maior comunicação entre as Câmeras inteligentes dos municípios, os policiais, civis, militares e federais.

    Não acredito em um direito penal simbólico, onde fere-se a dignidade da pessoa humana. E sim em maior patrulhamento ostensivo e repressivo, deve-se portanto adequar a segurança publica concatenado aos estudos criminológicos

  • #1465
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    Savio Viana
    Espectador

    A valorização de quem faz a segurança e primordial para que possamos ter um melhor desempenho nessa area. Assim a policia e os outros órgãos vão poder fazer um trabalho mas eficaz, com salário em dia, equipamentos de primeiro mundo, a participação da ronda escolar e a ronda nos bairros e essencial para que possamos diminuir os roubos na cidade…

  • #1471
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    Leandro Correa
    Espectador

    1. Valorização de todos os setores de segurança, assim com o incentivo vão fazer um melhor trabalho de forma mas eficaz

    2. Equipamentos para que os mesmo possam trabalhar de uma melhor forma, equipamentos esses de primeiro mundo. Nesse caso em São Paulo o Doria ja está fazendo. Podemos expandir parta outros estados

    3. Ronda escolar, ficando um guarda nas escolas com indice de violencia

    4. ronda comunitaria essencial continuar as rondas e ter mas homens nas ruas

    5. Segurança para a mulher hoje apesar das leis muitas coisas so vão ser feitas apos acontecer algo

  • #1476
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    Mateus da Rocha Castro
    Espectador

    Segurança sempre será um tema debatido nas rodas de política. Uma das soluções para reduzir os números da violência no Brasil é isolando completamente os presídios e colocando todos os demais em critério de segurança máxima, evitando que os líderes de facções criminosas comandem de dentro doa presídios.

  • #1481
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    Marcos Rodrigues
    Espectador

    Quando o tema é segurança não podemos medir esforços para garantir que ela seja feita, e o melhor modo de cumprir com ela é investindo na polícia para assim ter policiais preparados para qualquer situação seja qual for, mas não somente isso irá promover a segurança é necessário implementar mais algumas medidas que irá transformar o campo dá segurança do brasil, entre essas medidas estão a fiscalização das fronteiras para impedir o tráfico de armas e drogas, aumentar o número de policiais nas ruas, elevar os níveis de investigação e investir nas cadeias para que os presos que passem por lá saiam novas pessoas e entendam que cadeia não é tortura mas sim recomeço.

  • #1486
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    Paulo Victor Barchi Losinskas
    Espectador

    O tema segurança encontra diferentes realidades dentro do Brasil. Hoje o Estado de São Paulo é o único com índices aceitáveis de violência segundo órgãos internacionais, o que indica que a política adotada no Estado é a correta e tem sido eficaz na redução das taxas de homicídios, roubos e latrocínios.

    Porém, é preciso continuar investindo em ações de inteligência, com apoio de tecnologia e métodos preventivos de combate ao crime, desmantelando quadrilhas e evitando o crescimento do crime organizado, especialmente nas regiões periféricas.

  • #1493
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    Philippe Alves
    Espectador

    A Segurança Pública do Brasil precisa de três laços para gerar resultados:

     

    Modernização: Intercambio de conhecimento em parceria com polícias de outras nações desenvolvidas para combater a violência local, afim de extrair soluções e tecnologia para os efetivos no Brasil.

    Integração: Construir de maneira sólida uma fusão das polícias e forças no Brasil de uma forma dinâmica para garantir a celeridade das ações de segurança e combate ao crime

    Capacitação dos Efetivos: Tornar os profissionais ainda mais capazes através de treinamentos realizados dentro e fora do Brasil.

  • #1512
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    Rafael Almeida
    Espectador

    – Devemos capacitar e qualificar os profissionais, principalmente a guarda civil municipal.
    – Aumentar o efetivo nas cidades
    – Modernizar, afim de facilitar a aproximação entre a sociedade e solução de problemas.
    – Aumentar o sistema de câmeras, controle de quem entra e sai das cidades.

  • #1523
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    Patrick Do Nascimento
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    A segurança pública, tema importante que é, pode ser resolvida de duas maneiras: a primeira delas, autoritária, através da repressão e cerceamento da liberadade (que todos bem sabem, é praticamente ineficaz) e a segunda através da educação, cidadania e inclusão social. Como se pode combater o crime de frente, sendo que não se erradica a causa da violência, que é a falta de acesso ao estudo, distribuição de renda e negligência estatal? Algumas medidas de curto prazo como capacitação, aumento de pessoal e austeridade até dão resultados a curto prazo, porém, não são sustentáveis.

    A descriminalização de alguns tipos de opióides também pode ser considerada como medida preventiva, tendo em vista a retomada de grande parte do dinheiro que financia o tráfico, afinal, só há tráfico porque há proibição. Bem sabemos que a violência JAMAIS deixará de existir, princalmente porque somos seres humanos, dotados de selvageria animalesca. Porém, é viável repensar o modelo de sociedade e o combate ao crime de outras maneiras.

    O uso racional da força, condições de acesso aos serviços básicos como saúde, educação, moradia e emprego (o qual dignifica o homem) pode sim reduzir a quantidade de crimes. Um claro exemplo disso, é o que acontece atualmente no país: devido ao preconceito, todo dia vemos casos de pessoas LGBT que sofrem violência pelo simples fato de serem quem são. Inclusive, li matéria no G1 hoje pela manhã de um caso em que um homem levou 4 tiros pelo simples fato de, pasmem, beijar seu parceiro em público!

    Em um país sério, onde a educação e qualidade de vida é levada a sério, dificilmente veríamos casos assim. O PSDB, penso eu, deve se posicionar na readequação do uso da força, na melhoria das condições gerais de vida da população e no acesso igualitário a bens e serviços, além da descriminalização das drogas, tendo enfoque nas medidas preventivas, tendo em mente que medidas corretivas praticamente não surtem o efeito esperado.

  • #1535
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    Weverton Ramos Paulino
    Espectador

    Segurança pública

     

    Um tema que sempre terá relevância nas mesas de debates, mas a pergunta a ser feita é como acabar com a corrupção já que o “tal pacote anti crime ” não vida isso.  Como de fato tirar os ratos e colocar pessoas sensatas ?. Nossa polícia civil está acabada com tanta indiferença onde os jogos ilegais  em muitos bairros falam mais que a própria população.

     

    Sou a favor de criar um centro de segunda interno com câmeras de segurança e uma forte fiscalização em cima das polícias local, começaria com. Bairro piloto onde a criminalidade junto com a corrupção não tem fim.

     

    Para mais idéias de segura, mande uma mensagem no WhatsApp 11-95453-2759

  • #1540
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    José Lucas
    Espectador

    Com relação a segurança pública, a grande bandeira do nosso partido deve ser o Estado de São Paulo,que sob os brilhantes governos de Covas/Alckmin diminuiu incrivelmente o número de homicídios. Creio que devemos lutar pelo porte de armas no campo,onde não há policiamento efetivo!

  • #1545
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    Paulo Afonso Tavares
    Espectador

    O Governo Federal precisa investir mais na segurança pública. Pessoas de bens estão ficando reféns da bandidagem. Uma das políticas que o PSDB tem que defender e apoiar é a criação da guarda municipal armada, que somará forças com as Polícias Militar e Civil.

  • #1554
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    MAYARA CRISTINE CARVALHO
    Espectador

    Começar a falar de segurança é um assunto muito complexo. Assim como todos os outros que vamos debater.
    No meu ponto de vista , pensando na minha comunidade e nos lugares em que eu frequento. A segurança está diretamente ligada a educação e ocupação social.
    Liberar o armamento, aumentar presídios, investir em forças armadas pode funcionar um pouco? pode …mas isso não quer dizer que estaremos seguros.
    Falar de segurança pra mim, é dar ocupação para os jovens dentro das comunidades, é condicionar o recebimento de benefícios sociais ao trabalho voluntário com o objetivo de melhorar o próprio ambiente em que convivem. É aumentar a fiscalização da criminalização entre tráfico e polícia local e investir em condições de trabalho dignas aos policiais e agir com rigidez nas sentenças quando houver um crime.
    Não haverá segurança , enquanto não houver conscientização de que a polícia e a comunidade precisam trabalhar em conjunto para defender seus interesses e que o estado é o representante maior desses dois, mas que apenas dá ferramentas para que as coisas aconteçam.
    Ter bases comunitárias da polícia mas com uma parte social dentro dos bairros poderia ajudar bastante a criar esse vínculo de parceria e proteção.

  • #1559
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    Jean dos Santos Silva
    Espectador

    1 – Não se pode pensar em segurança pública sem pensar em treinar, equipar e orientar os agentes de segurança

    2 – Guardas Municipais deveriam existir em todas as cidades com mais de 50 mil habitantes

    3 – A Policia Militar deve ter equipamento e treinamento em diversas situações para se habituar com diversas realidades

    4 – O principal meio de evitar crimes é sem duvida através da educação com valorização dos profissionais de ensino, reciclagem constante e um ambiente escolar adequado à realidade atual dos jovens que lá deveriam estar, mas que não estão devido ao modelo arcaico que é nosso sistema de ensino.

  • #1566
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    Pedro Henrique Pasquali
    Espectador

    A política de segurança pública no Brasil precisa ser baseada em fortalecimento da inteligência e equipamento das polícias, respeitando seu caráter de ultima ratio. Respeitando os direitos humanos e os princípios e garantias fundamentais da CF/88, é preciso atuar de maneira sensata e estratégica na prevenção de atos de violência – jamais utilizando o policiamento para trucidar certas populações em busca de votos.

  • #1580
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    Magno Costa
    Espectador

    A segurança precisa ser vista e pensada de forma plural e igualitária pelos estados e municípios visando o bem estar da população em geral.

  • #1585
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    Wendel Sá
    Espectador

    A realidade é avassaladora:

     

    O déficit na nossa segurança surge no Congresso Nacional. Dinheiro mal gasto, verbas desviadas, crimes de colarinho branco e representantes do povo envolvidos em organizações criminosas.

     

    Se levarmos em consideração, medidas mais do que básicas e que demandam um valor muito menor do que a manutenção de presídios e o auxílio reclusão, por exemplo, destacar-se-ão as inúmeras vantagens de investir em prevenção ao crime, a exemplo de iluminação pública, câmeras de vigilância, veículos e equipamentos para os servidores do setor, e principalmente, investimentos em educação, pois é desta semente que florescerá uma sociedade cada vez mais distante da criminalidade.

  • #1612
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    José Neto Cassiano de Camargo
    Espectador

    O problema da segurança pública é complexo em todos os estados brasileiros. A discussão traz elementos diversos, como: a falta de punibilidade, a baixa taxa de distribuição de renda, a corrupção policial, tráfico de drogas entre outros.

    Na minha opinião, o principal problema é falta de punibilidade àqueles que cometem crimes. A legislação penal é arcaica, traz diversos elementos que tornam a justiça lenta e demorada. Lembrando, que sempre deve se respeitar o direito a ampla defesa e contraditório. E essa falta ou extremamente lenta condenação, faz com que pessoas acabem entrando no mundo do crime, pela certeza de impunidade.

    Por isso, o PSDB deve propor um modernização do código de processo penal. Já que a condenação deve ocorrer o mais próximo possível da data do crime, para que as vítimas se sintam protegidas pelo Estado. Essa evolução da legislação, pode ser feita diminuindo a quantidade absurda de recursos, muitas vezes procrastinatórios, endurecer as penas para crimes contra a vida e combater o tráfico de drogas.

    Além disso, outro problema que deve ser atacado, esta relacionado a valorização dos profissionais da área. Seus subsídios devem ser aumentados e devem estar bem equipados,  para que não busquem outras fontes de renda e para que tenham estímulo ao cumprir suas tarefas.

  • #1616
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    Guilherme Gosling de Oliveira Lott Lage
    Espectador

    Acredito que o primeiro tema que deve ser debatido dentro da área da Segurança é porque parcela da população brasileira está associando a ideia de repressão ao crime à ideia de repressão violenta, com uso excessivo do monopólio do uso da força pelo Estado. Basta ver o caso do Rio de Janeiro, onde as autoridades constituídas chegaram a propor o uso de atiradores de elite para “abater” aqueles que portassem armas de grosso calibre.

    Neste ponto, de repressão ao crime e índices de criminalidade, seria interessante que o partido fizesse uma analise critica do exemplo de São Paulo, onde, consecutivamente, as gestões do PSDB reduziram os índices de criminalidade. Quais são os pontos fortes da política pública implementada, qual a relação entre investimento público e queda dos crimes? Deste ponto, poderíamos ter um bom marco teórico para avançar no tema.

    Outro ponto relevante é ao combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas. Acredito, e é esse é um tema já “batido”, na absoluta necessidade do udo da inteligencia, com investimento em equipamentos e capacitação de pessoal.

    Precisamos, também, debater a implantação do SUSP – Sistema Unico de Segurança Pública. Qual é a política pública nacional de combate ao crime? Porque me parece que os Estados não podem e não devem atuar isoladamente, notadamente em casos que envolvam as questões carcerárias e de facções criminosas. Essas são considerações inicias.

  • #1617
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    Guilherme Gosling de Oliveira Lott Lage
    Espectador

    Ademais, precisamos, também, debater a questão da “legislação álibi”. Até quando vamos utilizar a legislação como política pública de combate a criminalidade. Parece-me, e posso estar enganado, que endurecer as leis pura e simplesmente “não mete medo em bandido” como habituou-se a ouvir nos tempos atuais. Precisamos de uma legislação mais rigorosa ou precisamos aplicar a legislação vigente?

  • #1622
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    Valentina Jordão
    Espectador

    O problema da falta do repasse das verbas federais, a falta de atenção e cuidado do governo para com a urgência da segurança pública, contribui para  que os policiais fiquem com uma  estrutura de trabalho precária para trabalhar. Eles também recebem salários baixos e arriscam suas vidas diariamente. E a criminalidade que não diminui e se espalha nos estados, controlando presídios, comunidades e impondo suas próprias leis, vão se fortalecendo e criando assim uma criminalidade altamente  organizada. O PSDB e a sociedade devem se unir para que os policias e aqueles que zelam pela nossa segurança sejam bem remunerados, valorizados e recebam melhores treinamentos. Não estamos mais diante de criminosos que furtam residências, lojas, animais. Estamos diante de uma criminalidade que utliza explosivos, são violentos e possuem claramente a intenção de tirar a vida das pessoas e gerar o caos, utilizam tácticas de guerrilhas, recebem treinamentos de redes mafiosas e são altamente perigosos.

  • #1627
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    Vivian Coutinho Cavalcante
    Espectador

    Na atualidade, a ineficácia das leis que influenciem diretamente na Segurança é um tema muito debatido. No que tange a legislação, é necessário que haja uma reforma dos Códigos Penal e de Processo Penal, visando atualizar a matéria penal e processual às práticas mais atuais, vez que são leis antigas (Código Penal – 1940/ Código de Processo Penal:1941).

    Não obstante, faz-se necessário o devido reconhecimento dos profissionais da área de Segurança Pública, através de bons salários, modernização dos equipamentos de segurança, modernização dos equipamentos de estrutura interna, a fim de que haja maior engajamento e estímulo daqueles que colocam sua vida em risco para que a sociedade seja mais segura.

    No que tange a detecção das demandas dessa área, necessário é que cada região tenha um estudo próprio dos crimes com maior incidência, quais ações permitiram redução de índices de criminalidade, pra que seja possível a tomada de ações mais precisas e mais eficazes, conforme as especificidades de cada região.

    Por derradeiro, é interessante que as polícias ostensiva e judiciária tenham comunicação mais eficiente entre si, que elas possuam uma integração mais efetiva, visando dar maior efetividade no cumprimento de mandados, de ações conjuntas, e outras práticas que possam reforçar a Segurança dando maior efetividade no cumprimento da lei.

  • #1633
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    Lucas Vicente Russo
    Espectador

    <p style=”text-align: center;”>MORAL: SEM SECTARISMOS, MAS LAICA, POSITIVA E HUMANA</p>
     

    De todos os desígnios do Estado de Direito, a segurança sem dúvidas é a de maior premência , não apenas pela mera integridade corpórea, senão pelo seu teor sumamente jurisprudencial — mais que isso– seu significado axiológico ao cidadão (do grego: axiós valor humano); ora, para sentirem-se seguros os indivíduos cumpre a existência (em primeiro plano) de uma força policial com equipamentos de “neutralização hostil” plenamente operativos, judicialmente respaldados pelas sacras letras da judicatura e cuja conduta em salvaguarda à ordem social sejam chancelados pelo cálamo do magistrado.

    Moral! qual o esteio desta doutrina de segurança, não uma moral religiosa, clerical, prepotente;mas, uma moral que se fundamenta nas positividades do próprio homem. Sendo, deste modo, sua inobservância uma indignidade  perceptivelmente apenável não a esta ou àquela confissão de costumes, mas a todos os homens de todos os séculos.

     

    Eis a Moral imanentemente transcendente.

  • #1637
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    Pedro Caldas
    Espectador

    Eu defendo a privatização de presídios. Inclusive nós já temos experiências bem sucedidas com isso em Minas e começou na gestão do PSDB. Até por uma questão de direitos humanos, o estado Brasileiro tem que reconhecer sua inabilidade junta a massa carcerária. Os alimentos, as doenças aos quais estão expostos, condições insalubres mesmo… E acho que poderia haver concessões públicas, PPP, mas que o partido passasse a ter isso como bandeira. Não existe prisão perpétua no nosso país, um dia esse indivíduo volta a sociedade e eu acredito na ressocialização de pessoas, agora vamos reconhecer que da maneira que está é mais difícil

  • #1648
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    Gregory de Araújo Toledo
    Espectador

    Por ser de uma das zonas mais violentas do Rio de Janeiro, acredito que o enfrentamento ao tráfico deva ser muito mais estratégico, infelizmente só vemos operações e pouco combate fora das favelas. As operações se fazem importante como política de sufocamento, acabando por tirar os bandidos da pista e assim diminuindo os assaltos de rua ou a carga, mas é preciso que tenha uma atuação mais integrada entre as polícias no Rio, é preciso que a PF, PRF trabalhem o máximo possível para impedir a enorme entrada e saída de drogas e armas no nosso estado, que a polícia civil investigue quem negocia tudo aqui no nosso estado, diminuindo ou deixando mais complicado o fornecimento e AI SIM, com as operações de sufocamento da policia militar, reduziria e muito o recurso de armas e financeiras que o tráfico hoje tem e muito. Hoje é complicado você ver operações e a policia enfrentar bazuca e .50 em quase toda favela grande do Rio de Janeiro.

    Uma outra critica é a ausência de operações em áreas de mílicia, por ser uma maior facção, o comendo vermelho concentra quase todas as operações do Estado, é necessário, sim, um enfrentamento maior a principal facção, porém a ausência de embate contra milícia e outra facção tem gerado um conforto maior e uma tomada de favelas antigas do CV por essas duas facções que são tão organizadas quanto. Alguns bairros as duas dividem irmãmente o controle da favela, onde corre solto o tráfico e a extorsão.

  • #1655
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    Wellington Luís Pegorin
    Espectador

    A segurança é um fator essencial para que a sociedade conviva em harmonia e paz. O cidadão tem esse direito e é preciso que cada vez mais mecanismos tecnológicos sejam inseridos para garantia dessa questão, trabalhando prioritariamente na parte preventiva, aumentando os profissionais da área, com constantes operações.

  • #1658
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    Gabriela Cardoso
    Espectador

    Boa noite, segurança é um requisito fundamental para a nossa sociedade. Infelizmente em muitos lugares deste grande Brasil, tal requisito é muito vago, fazendo com que cidadãos de bem, paguem pela falta de legislações mais severas. Eu apoio a redução da maioridade penal e punições mais severas para crimes ediondos. Acredito que assim os jovens infratores pensarão duas vezes antes de sair da linha. A família brasileira, precisa também de mais instrução para que saibam como lidar com crianças que já demonstram certos atos violentos enquanto jovens, para que isto não se agrave. Crianças devem ter um apoio maior e melhor pelos governantes para que os casos de abuso, trabalho infantil e maus tratos sejam nulos na nossa nação.

     

    A nossa casa pede socorro e agora que estamos no poder, precisamos colocar ordem na casa.

     

    Att Gabriela Cardoso

    Extrema, Minas Gerais

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 5 dias atrás por  Gabriela Cardoso. Razão: Palavras incorretas
  • #1666
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    Rodrigo Ribeiro
    Espectador

    Saudações tucanas! Inicio os comentários e opinião por este tema e tentarei explanar o que acho importante pra cada área de uma forma geral e nos exemplos práticos irei ser mais específico, trazendo situações do governo municipal tucano da minha cidade, São José dos Campos – SP.

    Bom, chega a ser redundante dizer que segurança pública é uma das prioridades. O próprio atual presidente do país foi eleito levantando fortemente a bandeira deste tema. Todos sabemos da sua importância e de como, ela sendo eficiente, pode não só reduzir os índices de criminalidade como ter uma influência social importante. Esses são dois pontos que acho importante: Tecnologia e aproximação com a população (principalmente por meio de ações educativas).

    Não vejo um (bom) futuro para a segurança pública que não passe pela tecnologia. O sistema Detecta do Estado de São Paulo é um bom exemplo. Em São José dos Campos, as câmeras de monitoramento, juntos com os equipamentos de fiscalização do trânsito com sistema OCR (que permitem a leitura de placas) diminuíram consideravelmente os índices de criminalidade. Um dos motivos que permitiu esse cenário foi o compartilhamento de dados e informações entre as forças de segurança. Ou fator importante e que influencia no resultado da utilização desses equipamentos. O infrator foge de onde ele sabe que está sendo monitorado e muitas vezes filmado. Bandido não quer ter o rosto exposto! Com tecnologia, acredito que possa se fazer mais com menos (policias), ou seja, ela otimiza o trabalho. Além da tecnologia, os policias precisam estar bem equipados, sem frota ou qualquer outro tipo de equipamento sucateados.

    O segundo ponto é relação da polícia com a população. A imagem do policial não condiz com a merecida. Ainda vejo um grande número de pessoas que não acreditam e confiam na polícia. Infelizmente, como em todos os setores, há policiais corruptos, que agem de forma truculenta, cometem irregularidades numa ação ou se excedem numa abordagem, por exemplo, mas são a minoria. Acredito que essa má imagem só será mudada quando os governos investirem em ações educativas nas comunidades. É preciso quebrar essa imagem e trazer a população para junto das forças de segurança.

    Outro ponto e onde também percebo que o PSDB perde um nicho importante de simpatizantes é na remuneração e plano de carreira dos policiais.

  • #1689
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    Ronald Vilella
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    Segurança pública é um assunto de extrema importância a todos. Apesar de conter vários assuntos, trago alguns poucos exemplos que acho essenciais:

    a) Criação de um sistema único e integrado de informações, permitindo uma melhor integração entre diferentes instituições de segurança e melhores políticas públicas em função do uso desses dados.

    b) Integração entre diferentes polícias e exército.

    c) Combate às drogas por meio de projetos educacionais, ações policiais com inteligência e planejamento, controle de fronteira.

    d) Melhor formação e remuneração dos agentes públicos de segurança.

    e) Uso de novas tecnologias no combate à lavagem de dinheiro e crimes financeiros.

  • #1696
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    Arthur Silva
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    O tema da segurança pública deve ser tratado com muita seriedade. É extremamente perceptível, que, assim como a corrupção, a saúde e a educação, o assunto que mais provoca insatisfação ao brasileiro, é a falta de política pública relacionada a segurança. Simplificando: o povo brasileiro não se sente seguro, e não há nada pior do que ficar cerzido de passear no próprio bairro ou estado, por conta da violência, como acontece veementemente no Rio de Janeiro.

    Mas a problemática da segurança vai além de saidinha de banco, do latrocínio e roubo de celular. O crime organizado tomou proporções maiores, literalmente, eles se organizaram. Hoje, controlam territórios, gerenciam, até mesmo dos presídios, o que acontece dentro e fora do sistema carcerário e, muitas são as vezes, que possuem ligação direta com algumas instituições. Estamos sem caminho? Não, pelo contrário. O PSDB é o pioneiro em enfrentar crises, passar por grandes tribulações. Isso será apenas mais uma desafio.

    Indubitavelmente, não se resolverá os percalços da segurança em pouco tempo. Será necessário um trabalho intenso para resolver, mas é possível. É preciso reconhecer os poderes paralelos que existem, logo, a primeira visão que tenho é a de que a segurança se combate com inteligência. Ou seja, reconhecer as bases que sustentam o crime e agir, de maneira inteligente também, para que vidas inocentes sejam poupadas e, criminosos venham ser punidos. Não basta a lógica “tem mais é que matar”. É preciso, no entanto, ao invés de ratificar falas assim, fazer uma reflexão sobre as origens do caos que é a segurança. Encontrando o resultado, o caminho posterior é tentar saber se é possível ainda tratá-lo. Sem medo de errar, sei que o final recairá no que mais falamos: a educação. Ela é o sustentáculo de uma sociedade que queira livrar-se do mal da violência e do crime.

    Ademais, os desafios do combate a violência e, concomitante, a questão da segurança pública, são tópicos que ganharam proeminência nos dias atuais. Segurança é quesito básico para pensar o PSDB que queremos ser e ter. O primeiro passo é separar “o joio do trigo”, ou seja, é preciso passar um “pente fino” nas corporações que promovem a segurança. A corrupção nessas instituições não é uma mera ilusão. É necessário punir aqueles que infringiram a lei. Tirar das ruas aqueles que não estão preparados. Logo, capacitar com inteligência seria o próximo desafio.

    Em suma, devemos preparar as instituições que defendem a soberania. Os estados (nesse caso deveria haver um diálogo maior entre os estados e o governo federal), que têm seus órgãos e instituições, também devem ser preparados. Por certo, não podemos esquecer de valorizar esses profissionais que atuam durante dia e noite para nos proteger, assim como dar a eles autonomia, mas avisá-los ou orientá-los do peso que isso significa. Minha grande defesa será com base na minha própria experiência. Sou carioca, e é de conhecimento geral os problemas que existem no Rio. Aqui, temos medo de levar nossas filhos à rua, à pracinha, podemos até sair, mas não sabemos sem iremos voltar. O que ajuda, pelo menos no início, a combater a violência, é o policiamento ostensivo. A população precisa ter a sensação de segurança. Ver viaturas na rua, observar rondas, isso aumenta a credibilidade, a confiança na polícia. Fator, para mim, crucial para uma boa interação entre a polícia e a população. Ainda mais, sem essa interação, não chegaremos a lugar nenhum. É preciso instruir – depois da separação do joio do trigo – , que o policial, o agente da lei, não é um vilão, mas um assegurador da mesma. Aqueles que estão do nosso lado. O aumento de militares e servidores pode contribuir para a questão abordada nos dois parágrafos anteriores,

    Segurança pública não é brincadeira. Não é uma questão caricata, pelo contrário, é muito séria, trata-se da nossa própria vida e do risco que corremos de perdê-la. O PSBD precisa pensar nas pessoas que são assoladas todos os dias por esse mal. E nós, como pensadores e seres opinativos, não nos basta escrever falando só mal da polícia ou defendendo marginais (se é que fazem isso). Devemos perceber que neste exato momento que estamos aqui, milhares de homens e mulheres estão colocando suas vidas em risco para tentar manter a ordem. Nosso dever político é defender que esses profissionais sejam mais bem remunerados, e também,  apontar os erros e corrigi-los, tudo isso somando as opiniões de todos os brasileiros, aqueles que tem a vivência e os que desejam opinar. Somente essa construção, que se iniciada hoje, poderá – tenho esperança -, nos dá o Brasil que tanto desejamos.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 5 dias atrás por  Arthur Silva.
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  • #1721

    O Estado precisa, de fato, atuar para garantir o direito constitucional à segurança. Para tanto, deve entender sua organização e as suas deficiências, possibilitando, consequentemente, uma redução dos chamados “poderes paralelos” ou buscar entender esse poder e controlá-lo. É evidente que o Estado não consegue chegar e atuar em áreas de comunidade e isso acaba por “fortalecer” o poder dos traficantes locais. O tema da segurança não é tão simples e acaba abarcando outros temas, como educação, saúde, renda (a miserabilidade das pessoas pode vir a aumentar os crimes, uma vez que essas pessoas podem vir a se fazer do cometimento de crimes para garantir a sua sobrevivência) e drogas. Uma política de combate ao consumo de drogas ou de legalização precisa ser feito ouvindo especialistas e promovendo ações reais para combater o tráfico. Se tomarmos países como Noruega, Finlândia e Suécia o índice de qualidade da educação, da saúde e da segurança são altíssimos. Bons exemplos precisam ser repensados. O sistema criminal brasileiro não é eficiente. Prender não é a única solução para coibir crimes. Num primeiro momento, o aumento do número de policiais, das rondas automotivas e de equipamentos de segurança como câmeras e sistema de iluminação podem, de início, diminuir a criminalidade, mas o que se precisa é fazer reformas estruturantes em todo sistema de segurança e possibilitar políticas públicas de segurança mais eficiente. O governo Temer produziu uma redução na criminalidade, sendo reduzido ainda mais no governo Bolsonaro. Em Pernambuco, o programa Pacto pela vida proporcionou e vem proporcionando a redução no número de homicídios. É replicar boas práticas já testadas e seguir com novos projetos.

  • #1723
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    Yan fernandes pereira
    Espectador

    As autoridades policias precisam ser mais respeitadas ,preparada,valorizada e ela precisa ter uma autonomia maior. E a guarda municipais poderiam ter total poder igual a pm de cada estado

     

  • #1727
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    Edison Fernando
    Espectador

    Um tema complexo como segurança exige uma resposta de igual forma.

     

    Para uma melhora estrutural na segurança há de se trabalhar em três áreas:

     

    PREVENÇÃO

    1-Melhora contínua de políticas públicas para o desenvolvimento social e econômico;

    2-Reestruturação do sistema educacional de base com escolas em tempo integral, fomento a participação esportiva, acadêmica e cultural;

    3-Retomada das áreas comandadas pelo tráfico e/ou milícias;

    4-Fomento a reeducação de menores infratores à luz do ECA;

     

    EXECUÇÃO PENAL E POLICIAMENTO OSTENSIVO/INVESTIGATIVO:

    1-Celeridade no processo judicial;

    2-Desenvolvimento tecnológico para a solução de crimes complexos (bancos de dados comum entre os Estados federados);

    3-Aprimoramento de equipamentos, mobiliários, instalações físicas, veículos e aumento do contingente policial, sobre tudo o de patrulha, sem prejuízo ao policiamento de investigação;

    4-Revisão do sistema prisional. Fomento a privatização e/ou PPP’s para a construção e gerenciamento do sistema prisional.

    5-Parcerias para capacitação profissional e trabalho industrial/técnico durante a execução penal, levando em consideração que parte dos vencimentos do executado servirá para sanar os custos de sua manutenção durante a execução penal e o excedente, se houver, ficará em conta poupança nominal para saque do mesmo após terminada sua execução;

    6-Promover revisão da Lei Penal, aumento de pena mínima e máxima para crimes dolosos contra a vida bem como crimes de tráfico, estupro, terrorismo, entre outros, não sendo mais possível a progressão de regime mesmo que verificada a primariedade do executado e não sendo limitado a 30 anos de prisão;

    7-Fomento a criação de estabelecimentos prisionais agrícolas para os crimes de menor potencial ofensivo;

    8-Separação de estabelecimentos prisionais de acordo com a tipificação penal;

    9-Restrição de concessão de indultos apenas à crimes de menor potencial ofensivo, não sendo mais admitido em crimes dolosos contra a vida, estupros, tráfico, terrorismo, entre outros, mesmo sendo verificada a primariedade do executado;

    10-Redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

     

    REINTEGRAÇÃO SOCIAL

    1-Acompanhamento social, técnico e psicológico do reintegrando;

    2-Continuidade do programa de trabalho desenvolvido dentro do sistema prisional com encaminhamento para as empresas credenciadas;

    3-Fomento a geração de empregos voltados aos reintegrandos.

     

     

  • #1745
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    Italo Nogueira de moro
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    Indiscutivelmente, a política de segurança de nossos Municípios, Estados e País são falhas em diversos quesitos. Nesse sentido, observa-se como problemas, por ex: sistema penitenciário frágil e superlotado, policiais sem recursos e desmotivados, e etc. Abaixo, segue algumas sugestões para fortalecermos a segurança de nossas cidades:

    Inicialmente, nota-se a importância de repensarmos o sistema dos presídios, de forma que os presos sejam distribuídos de forma igualitária, sem superlotação em celas.

    É necessário repensar o modelo das medidas sócio educativas, uma vez que o propósito da prisão é ressocializar e não punir os indivíduos;

    Os policiais militares e civis precisam passar por uma reciclagem periódica, com intuito de desenvolverem competências estratégicas para o dia a dia;

    Inclusão de mais câmeras e olhos vivos pela cidade;

    Reuniões periódicas para reforçar as novas leis e entender os problemas que os policiais e guardas estão encontrando;

    É necessário fornecer mais recursos para as polícias protegerem a população de forma eficaz;

    É necessário fortalecer o combate ao tráfico de forma inteligente, portanto, nota-se a importância de investir em centro de investigações;

    Mapeamento e estudo da cidade, reforço os quadros policiais nas zonas mais críticas;

    Fortalecimento dos profissionais da área da psicologia e saúde, com intuito de atender as vítimas de crimes, que necessitarem;

    Garantia da aplicação e meios de efetividades das leis, como por ex: Maria da Penha;

    Criação de meios para coibir os crimes LGBT;

    Fortalecer as equipes de Guardas Municipais nas entidades públicas, principalmente, escolas;

    Pensar em leis que protejam os idosos;

    Repensar projetos educacionais, com intuito de “tirar” os jovens das ruas;

     

    Abraço Fraterno.

  • #1752
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    Leonardo Novaes
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    Estamos  a mercê do crime organizando e sob todas as suas ramificações. Traficantes de drogas, de armas, Milicianos e Contraventores dominam os Bairros, Cidades e Estados. O nosso Partido precisa encarar esses problemas de forma séria e inteligente. Talvez até estabelecendo internamente, em algum documento partidário, a forma como nossos políticos devem lidar com a questão da segurança.

    A população brasileira cansou de maquiagens, e atualmente ele já entende o que funciona e o que é apenas política eleitoreira.

    Além do crime estar presente nos territórios do Brasil, ele também já alcançou o nosso Estado como instituição.

    Como forma de combate, entendo que o Partido precise nortear seu candidatos no sentido de enfrentar essa problemática entendendo que se trata de um problema social, pois muita gente sim entra pro crime como forma de sobreviver, mas também enfrentar com inteligência. Usando de forma mais correta o orçamento da segurança, realizando interlocuções entre as polícias e, voltando para a parte social, entender que a educação esta totalmente ligada a questão de segurança.

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  • #1757
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    Matheus Xavier
    Espectador

    Segurança pública, junto com saúde e Educação, tem que ser os pilares de prioridade de um governo. Pra uma segurança pública eficiente, precisa de um sistema de integração entre as polícias ( banco de dados),investimento pesquisa em tecnologia de ponta. Polícia tem que ser bem equipada e bem remunerada. Investir na melhoria do sistema carcerário com PPP’s, investir no contigente. O estado tem que dar a população a sensação de segurança pois isso impacta diretamente em outros diversos setores.

  • #1759
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    Rodrigo Ferreira
    Espectador

    Menor infrator com 17 anos ou ao completar os 17 cumprir seu ato infracional nos quarteis. O estado ou município tem custo de R$ 1.500,00 a R$ 2.500,00 com este menor. Este valor seria repassado aos Quarteis, este jovem teria algo que nunca teve em sua vida, disciplina. Hora para dormir, acordar comer. Pessoas em quem se espelhar. Trabalho, estudo. Tudo isso em um sistema rígido com hierarquias bem definidas.

  • #1852
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    Guilherme Santos Ferreira
    Espectador

    Minha visão é de construção de Casa Prisional sustentável para receber os apenados do sistema penitenciário com famílias na Cidade. Com Oficinas e empresas cadastradas para gerar emprego dentro da prisão e eliminar o tempo ocioso dos apenados e diminuir o tempo deles na pena.</p>

  • #1861
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    Gabriel Testai
    Espectador

    A segurança pública é um tema que, de forma praticamente diária, está em pauta na imprensa brasileira. Assim como o acesso à saúde, à educação e à moradia, a garantia de ir e vir com segurança é um direito fundamental previsto pela Constituição Federal, sendo dever do Estado assegurá-lo. Porém, ainda é necessário modificar e reformar alguns aspectos, para isso é necessário que ocorra uma reforma do modelo policial, pois a falta de integração, de capacidade de planejamento e de eficiência das polícias no Brasil são evidentes e para combater a violência de forma efetiva, é preciso investir em polícias integradas de ciclo completo, que atuem na prevenção e investigação de forma integrada, com controle externo forte e autônomo. Também é fundamental revisar a política de drogas vigente no país, pois a atual política de drogas é pouco clara e sujeita à prisão de usuários e traficantes a critérios subjetivos. Reduzir o encarceramento de pequenos traficantes e investir em políticas de prevenção são ações que comprovadamente ajudam a combater a dinâmica criminal em torno do tráfico de drogas de forma mais efetiva. Outra medida satisfatória é um árduo investimento na área de educação, pois quando as crianças e adolescentes encontram oportunidades e perspectivas na escola, diminuem os riscos de se envolverem a criminalidade e as drogas, portanto, investir em educação é mais importante que mudar leis penais no combate à violência, e somente assim a segurança pública terá um futuro íntegro e harmonioso.

    Gabriel Testai

  • #1887
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    Jeferson Lorensett
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    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  Jeferson Lorensett. Razão: exclusão
  • #1889
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    Jeferson Lorensett
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    A segurança pública é um pilar essencial para que a vida do cidadão possa ocorrer de forma tranquila, alguns pontos a serem destacados:

    – Crime organizado. Como temos uma força nacional que está a disposição, ela deveria atuar mais em casos de territórios de narcotráfico em grandes centros, após resolução total ou parcial do problema passar para os cuidados das secretarias de estado. Tirando a maior fonte de renda, conseguimos diminuir os outros índices. E trazemos tranquilidades aquelas comunidades dominadas por eles. Precisa mais, mas a curto prazo isso já é uma grande solução.

    – Auxílio reclusão. Seria necessário reformular ele, pois quem cometeu o ato que acabou gerando a reclusão tinha ciência do que estava fazendo, assim pondo em risco o sustento de sua família. Uma solução para o caso, unidades com empresas dentro do próprio presídio (modelo adorado em alguns presídios no país), dando prioridade para os que estavam trabalhando quando cometeram o delito, assim gerando menos custos ao estado e auxiliando a família do detento.

    Entre outros…

  • #1895
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    Renan Frattini
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    Considero primeiramente que os principais problemas ligados a segurança estão ligados intimamente a questão das drogas e seus braços. Dito isso, devemos analisar também que há no país, estados e municípios, um aparelhamento estatal muito grande, principalmente se considerarmos os altos gastos com funcionalismo público. Assim, por se tratar de despesas obrigatórias, não há possibilidades de investimentos em áreas essenciais, nesse tópico em específico a área de segurança pública. Logo, como ponto de partida  torna-se imperativo uma reforma administrativa que torne o orçamento público federal,estadual e municipal, menos engessado e comprometido com o pagamento do funcionalismo público, dando espaço assim para investimento em outras áreas.

    Especificamente sobre segurança pública, devemos avaliar primeiramente a necessidade de uma mudança de paradigma no combate de guerras as drogas vigente no Brasil, uma vez que, está demonstrado que a repressão, a violência e a truculência não são eficazes. Assim, deveria ser prioridade o investimento em serviço de inteligência, visando privilegiar ações preventivas a prática delituosa; melhor capacitação dos agentes de segurança pública;melhores condições de trabalho aos agentes de segurança publica;valorização do salário dos agentes de segurança pública, dentre outras ações.

  • #1968
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    Leandro Miguel
    Espectador

    Segurança Publica é um assunto que abrange toda uma sociedade, pode-se ser discuto varias áreas, como a segurança da criança e do adolescente, a segurança rodoviária, a segurança no dia após dia e tantos outras possibilidades, mais não acredito que de uma mente possa se extrair a solução para tais dificuldades que podem ser superadas, quando se age corretamente os governos e a sociedade, cada um cumprindo o seu devido papel…

    Devemos criar mais cidadãs, invés de permitir que nasçam ladrões, malfeitores, e como podemos impedir a maldade, governando compartilhando o amor, seriedade, compromisso garantindo a ordem, a ética é um país melhor para todos.

    É proveitoso equipar os policiais, mais ainda mais proveitoso é investir na educação, e extrair desse investimentos grandes resultados.

    Pra mim a sociedade só é reflexo do que a nossa politica.

     

  • #2010
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    Thiago Reis
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    Muitos acham que fazer segurança pública é algo sem solução, porém os pessimistas esquecem-se de que o êxito está em começar pelo simples e óbvio, para adiante avançar. Nos últimos anos no Brasil, a segurança pública foi uma área que teve muito dinheiro público investido cujos resultados não vieram pela incapacidade de corrigir os erros. Assim, não há mais espaço para amadorismo ou testes, pois vidas estão sendo ceifadas. A sociedade quer é ação e reação forte nas ruas para colocar a bandidagem em seu devido lugar, hoje o que se observa é um sistema de segurança falho, ações policiais ineficientes, uma Justiça lenta e burocratizada, instituições que pouco se falam, um sistema prisional sucateado, enquanto isso a violência somente cresce e o crime organizado que agradece a ineficiência na segurança pública, o nosso partido do PSDB tem que se posicionar mostrar soluções eficaz para esse tema de tanta importância.

     

     

  • #2028
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    Lucas de Lima
    Espectador

    Segurança é um tema muito amplo. Mas primeiramente na minha opinião é preciso investir pesado em treinamento e capacitação, mas quando eu digo treinamento, não é só treinamento balístico, é uma humanização da polícia que seja interativa com a população para afastar a má reputação que as corporações de segurança tem hoje em dia com  a comunidade. Segundo ponto seria condições de trabalho dignas, equipamentos, viaturas, armas mais modernas e finalmente salários dignos.

    O tráfico de drogas deve ser combatido em duas frentes, nas fronteiras e nas ruas. Primeiramente nas fronteiras com todos os recursos disponíveis como militares e polícia federal. Depois nas ruas com os chefes de tráficos, traficantes e usuários de drogas. Tudo feito com inteligência, investigação pela polícia civil, federal e patrulhamentos pela polícia militar.

    O sistema carcerário também deve ser ampliado, revisto, reformulado e quiçá privatizado.

  • #2037
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    Abilio Hugo Maganha
    Espectador

    Escolas

    Segurança primordialmente é prevenção, aqui muito se falou de aumento de efetivo da policia, ronda escolar mas esqueceram o que talvez seja o mais importante, que é o acompanhamento dos alunos nas escolas pelos professores e mesmo por psicólogos que possam identificar nos alunos situações como agressividade, transtornos em geral, problemas familiares graves que afetem seu comportamento, trafico de drogas, prostituição infantil, crianças molestadas por familiares dentre outras situações, muitas inclusive vão a escola armadas, sim com armas de fogo, canivetes e facas.  Isso é natural em escolas que se situam dentro ou próximas a comunidades onde o anel de pobreza é grande.

    Os professores tem contato diário e direto com alunos, realizam o trabalho educacional, mas limitam-se a reportar ações de indisciplinas que fogem a normalidade e a consequência é a punição do aluno quase que sempre e não a busca das causas, nem aprimoram a percepção comportamental.

    O trafico de drogas nas escolas é uma realidade que não pode ser ignorada, tanto como para obtenção de recursos financeiros, como pelo prazer desfrutado por um componente químico que reduzirá seu aproveitamento em aula, afetando o grupo que ele participa também. Dentro das escolas tem-se tanto o traficante, como os consumidores.

    A proposta que estou sugerindo é que sejam criadas nas escolas publicas uma estrutura de apoio as crianças em situações como as que citei acima, por profissionais que sejam capazes de perceber qualquer anormalidade no comportamento da criança e dar a ela o tratamento e o apoio que precisa.

    A tragédia dos alunos que invadiram a escola em Suzano  e mataram oito pessoas poderia ter sido evitado se professores tivessem conhecimento de técnicas de analise comportamental e os seguranças da escola com preparo para identificar ameaça e conhecer procedimentos para agir corretamente nessa situação.  Cito apenas para exemplificar,  a percepção de um  simples desenho de uma arma em um caderno já indica predisposição a violência, são coisas realmente simples no tocante ao comportamento de um aluno mas que se cuidadas evitam problemas graves.

    Outro ponto que destaco também resumidamente é o treinamento dos agentes escolares, que prestam serviços de apoio dentro das escolas, estes precisam receber um treinamento para saber como proceder em situações de emergência.   A surpresa e a incapacidade de reação de forma correta resulta como de fato ocorreu em Suzano, na morte dos funcionários da escola.

    Eu particularmente discordo que é necessário ter policiais dentro de todas as escolas durante todo o tempo, é preciso sim ter nas escolas funcionários capacitados a prover a segurança aos alunos.  A Ronda Escolar da PM atua somente fora do recinto da escola, e quando o problema ocorre dentro, são os agentes funcionários da escola que são a primeira resposta a contingencia, seja esta de natureza de contenção a atos de violência, seja no atendimento aos primeiros socorros.

    A tecnologia hoje possibilita identificar comportamentos agressivos pela analise por software de câmeras instaladas em locais onde circulam alunos ou locais onde se reúnem durante os intervalos de aula, e essa análise pode ajudar muito a evitar tragédias.  Reitero todavia que ainda a melhor solução está na criação de um grupo dentro das escolas formados por psicólogos para acompanhamento pontual comportamental das crianças que ai estudam.

    Li vários comentários feitos por desarmamentistas, completamente equivocados, mas temos que respeitar a opinião de todos dentro de uma democracia.  Ao retirar do homem de bem o direito de estar em igualdade de condições com os marginais, as principais consequências foram o enfraquecimento da população e o aumento da criminalidade, depois a criação de uma demanda da sociedade por segurança publica o que fez com que os custos dentro do orçamento fossem a cada ano mais elevados, recursos estes que poderiam serem melhor utilizados na educação e na saúde principalmente. Esses filósofos do desarmamento, como já se comprovou, publicam estatísticas irreais para justificar algo que não é verdade, e a qualquer custo formar opiniões  que atendam seus interesses. Mas o crime evolui muito, principalmente com o desarmamento da população,  quando o cidadão está indefeso, sem capacidade de reagir ele é a vítima fácil  que se sujeita a tudo. Resta acrescentar aos leigos, que busquem na pagina da web da policia federal os requisitos que são exigidos para um cidadão de bem ter ou portar uma arma, vejam quao rigorosos são os requisitos,  agora os criminosos, inclusive menores para estes não existe absolutamente nada que os impeça de portar e usar uma arma de fogo.

    A maior riqueza está na vida, principalmente das crianças e a proteção que o ser humano precisa ter pessoas preparadas em inteligência, em defesa, em pronto socorro e também na prestação do apoio psicológico fundamental quando identificado um risco por menor que seja.

  • #2043
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    Pedro Saldanha
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    – Reforçar o combate ao trafico varejista , que geralmente é o que ostenta armas e provoca assaltos e homicídios na região.

    -Abrir mais concursos públicos para recrutar mais policiais a nível municipal , estadual e federal. nomear mais rapidamente os aprovados nesses concursos.

    – Reforçar patrulhas ostensivas da policia militar nos bairros e proximidades de estações de ônibus e metrô nos horarios de pico e noturnos evitando crimes como assaltos e roubos a transeuntes .

    – Aumentar a quantidade de verbas publicas para a compra de viaturas o exercito brasileiro e lanchas para o patrulhamento terrestre e fluvial em nossas fronteiras.

    – Aumentar o patrulhamento da policia militar nas regiões rurais dos estados prevenindo crimes a propriedade agraria e conflitos por terra.

    UM ABRAÇO A TODOS! 2020 É 45!

     

    ATT: Pedro Saldanha

  • #2044
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    Ronaldo Florencio da silva Junior
    Espectador

    A questão da segurança pública no brasil deve ser ser trada com uma ampla diversidade de ações, criando oportunidades para os jovens de baixa renda dando-lhes oportunidades evitando que se envolvam com delinquentes que os usarão como meio para praticar crimes. As escolas tem um papal fundamental para evitar que o jovem se perca no mundo crime, para isso a escola deve ter uma ação integrada com a sociedade, igrejas e famílias. O Estado tem o papel de criar programas nas escolas que unam e integrem escola/família e sociedade. O ensino médio hoje no brasil não oferece qualquer perspetiva de futuro ao jovem, é muito raro o jovem de baixa renda sair o ensino médio e ter a oportunidade de fazer um curso técnico ou uma faculdade, pois necessita de uma ocupação e muitas vezes essa ocupação é “oferecida” pelo estado paralelo do mundo do crime. Não se combaterá a criminalidade no país sem antes construir uma base sólida e com alternativas as presas fáceis do mundo do crime.

    Além de uma amplo trabalho para base é necessário que o governo federal lidere um amplo programa de segurança pública integrando as polícias como a PRF, policiais estaduais criando também um banco de dados nacional com informações compartilhadas refentes a criminosos, roubos de veículos etc. O Governo deve proteger efetivamente as fronteiras brasileiras que é por onde entram drogas,armas etc. Hoje as fronteiras brasileiras são campos abertos e propícios para o trafico internacional. A polícia federal deve ter como objetivo asfixiar financeiramente os traficantes limitando e eliminando seu poder de atuação que se torna gigante por conta do poder aquisitivo criado pelo crime.

  • #2053
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    Francisca Alves de Sousa
    Espectador

    Boa noite segurança é um assunto complexo, na minha opinião deveria  ser trabalhada em conjunto com outras política dentro do contexto, de maneira pontuada fica difícil combater a violência, por que teremos que incluir: educação, direitos humanos, etc…políticas sociais que são  necessárias em todas os níveis da sociedade, principalmente em se tratando de minorias como a comunidade negra e todas as variáveis culturais e religiosidade que é muito criminalizada por parte dos agentes de segurança pública, devemos ouvir  com muito atenção clamor por uma segurança pública mais humanizada

  • #2060
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    Renato Ribeiro
    Espectador

    Quando falamos em Políticas Públicas para a área de Segurança, sabemos que envolve diversos aspectos, porém sabemos também que os recursos financeiros do Estado Brasileiro são limitados, portanto para obtermos resultados positivos nesta área, devemos adotar medidas que visem principalmente a proteção e vigilância das fronteiras terrestres, marítimas e aéreas, evitando a entrada de drogas e armamento em território nacional, além também da melhoria do sistema penitenciário nacional para que possamos recuperar aqueles que cometeram delitos e encontram-se presos. Para isso seria necessário inicialmente a execução de uma Política Nacional de Segurança em que a União liderasse esses processos de melhoria nos diversos estados e municípios. Dentre esses processos podemos citar a realização de novos concursos para que tenhamos um número adequado de servidores trabalhando na área de segurança pública, criação e modernização de centros de controle integrado dos órgãos de segurança pública e investimento em ciência e tecnologia voltados para área de segurança.

  • #2072
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    WILLIAM CAMPOS
    Espectador

    Em aspectos gerais, no âmbito nacional, devemos considerar propostas mais eficientes de prevenção, aplicação e punição. Prevenção, em antecipar as possíveis práticas de crimes, uso de uma central de inteligência moderna e interligada, integração de um sistema eficiente, único e nacional, online constantemente, além é claro, de leis que de fato, cumpram o seu papel de punição.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  WILLIAM CAMPOS.
  • #2073
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    Raphael Sarris
    Espectador

    Em primeiro lugar, para que possamos caminhar em direção a uma sociedade menos violenta, o Estado deve prestar mais assistência nas comunidades. Como isso seria feito? Mais infra-estrutura (como: asfalto, calçadas, iluminação pública, etc) pois vivemos em um estado social de direto, logo é dever do Estado prestar assistência com qualidade para todos. Desse jeito, quanto mais o governo mostre que tem muitas possibilidades para sonhar e lutar pelos seus sonhos através da legalidade, menos interesse os crianças, jovens e adultos terão de recorrer a criminalidade como único caminho.

    Podemos perceber que muitos já sabem que este caminho é curto, violento e destrutivo para eles, suas famílias e de outrem. Portanto, esses cidadãos partem cada dia querendo viver o melhor possível e entrar para a história do crime antes de serem mortos durante o percurso.

    Por fim, o Estado prestando auxílio, estando presente como uma mãe que quer ver seu filho crescer e ser melhor do que ela, faz desta criança o jovem que pode inspirar outros que virão de que existe outros caminhos e tendo uma educação pública de qualidade todos conseguem ver opções de carreira e de vida, para assim transformar em realidade a verdadeira dignidade humana no qual nossa sociedade tanto luta para cumprir, porque a ONU tem seus projetos globais e os países que assinam – como é o nosso caso – tem a responsabilidade de cumpri-las.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  Raphael Sarris.
    • #2135
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      Marco
      Espectador

      Segurança é essencial para o sucesso de qualquer democracia, precisamos que os governos se tornem protagonistas no combate a criminalidade, aumentando a capacidade de solucionar crimes e tornando a policia mais bem  preparada e equipada. Acredito que a política do armamento de civis não seja a melhor forma de melhorar a segurança publica mas entendo que a população já está saturada com a atual situação e está a procura soluções mais incisivas.

      Outros pontos importantes são, aumentar a fiscalização nas fronteiras,combatendo assim o contrabando e o trafico de drogas, aumentar o rigor penal em casos de menores infratores, melhorar a qualidade do sistema penitenciário para que possamos realmente reabilitar os detentos. Muito importante também é  dar mais atenção as politicas de combate ao crime contra a mulher.

  • #2089
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    David Alector Sampaio
    Espectador

    Precisamos de mais investimentos em segurança pública, principalmente na área de inteligência. Precisamos realizar estudos que possam atender a real necessidade da população,além de claro dar melhores condições de trabalho.

  • #2132
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    Diemisson Neves
    Espectador

    Na área da segurança o Brasil precisa de um reformulação nas leis, pois nossas leias deixam muitas brechas para a impunidade, precisar de um maior investimento para equipa as polícias para que ele facam melhor seu trabalho.

    O PSDB tem que fecha questão favorável ao pacote ante crime, nosso partido tem que mostra sua cara em favor do cidadão de bem.

  • #2142
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    Felipe Barbosa
    Espectador

    SEGURANÇA

    A segurança no Brasil vem passando por extremos, durante a gestão PT o crescimento descontrolado no número de roubos e também o desenfreado aumento da população carcerária. O atual governo vem dando um novo norte para a segurança no país e como carro chefe temos o Rio de Janeiro com métodos mais autoritários.

    O que não está sendo levado em consideração é que já tentaram mudar a segurança dando mais liberdade e apoio as ações polícias, não dando muito certo e entrando para a história como os “Anos de Chumbo”, inúmeros inocentes  perdem a vida com essa abordagem, penso que para uma real mudança devemos alterar alguns pontos da constituição.

    Com por exemplo mudança na maioridade penal, crimes de baixo nível é médio ter acréscimo no tempo de pena. Réu primário poderia optar por redução de pena por serviço prestado a prefeituras como frente de serviço, as idéias apresentadas são superficiais com a intenção de mostrar que por meio de discussões sobre o que e como mudar tais pontos da constituição, sem esquecer de trabalhar métodos para a socialização do presidiário.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  Felipe Barbosa. Razão: Jovem Líder- PSDB
  • #2159
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    Wellington Lucas Barroso rocha
    Espectador

    A segurança pública no Brasil nos dias de hoje certamente consiste em um dos temas mais polêmicos para o debate. É necessário criar uma ampla rede de atuação agindo de forma preventiva para que possamos termos uma população mais consciente para melhorarmos o nível de conhecido do Brasil é uma ampla rede de profissionais capacitados para agirem no dia dia é combater a violência com direto a equipamentos adequados, melhores treinamento além de tranquilidade e estrutura governamental para que possam fazer um bom trabalho.

  • #2176
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    Matheus Luiz Ramos Martins
    Espectador

    Cabe ao governo tanto federal quanto estadual, adquirirem posturas mais rígidas pedantes as situações que encontram no decorrer do seu cotidiano, endurecer as punições para praticantes de atos ilícitos seria viável, pois desta maneira mostraremos nossas vontades e necessidades de mudanças, colocando em pauta que de fato não iremos mais tolerar criminosos, combatendo firmemente a corrupção em especial, mal que vem cada vez mais trazendo prejuízos inestimáveis, tanto para os cofres públicos, quanto para a ética e moral do nosso país.

  • #2183
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    Gustavo Martins de Carvalho
    Espectador

    Segurança pública no Brasil consiste em um problema grave, nas ruas a segurança publica resume-se a apenas uma instituição, a Policia Militar. Ligado a isso, a maioria dos brasileiros tem uma visão negativa sobre o desempenho dessa instituição, isso se torna claro quando os números apontam que 70% dos brasileiros não confiam na instituição militar e 63% não estão satisfeitos com a sua atuação.

    O Estado atribui a PM a responsabilidade de combater e diminuir a violência e esse combate a violência é muitas vezes realizado com mais violência, isso é ineficaz e pouco efetivo. O combate a crimes contra a vida deve ser feito por meio de politicas publicas como o incentivo ao esporte, lazer, educação e acesso ao mercado formal de trabalho.

    É necessário compreender que tudo está interligado, e portanto não se diminui violência com violência, as cidades se tornarão mais seguras quando tivermos ações que melhorem a qualidade de vida da população em geral.

    Dito isso, apresento alguns pontos que considero indispensáveis para a melhoria da segurança publica. São eles: Mecanismos que efetivamente combatam a violência policial; Prevenção e investigação de crimes contra a vida; Humanização dos presídios e redução do encarceramento; Descriminalização das drogas; Desmilitarização das Policias Militares.

     

  • #2192
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    Diemisson Neves
    Espectador

    O PSDB tem que ser favorável a prisão a segunda instância, essa decisão que o supremo esta presti a toma so aumentar a impunidade, e disfaz todo o trabalho de conbate a corrupção.

    Vai volta a reina a impunidade nesse país e não podenos aceitar isso calado, esses ministro não representa o anseio do povo brasileiro por segurança publica e de conbate a impumidade

  • #2223
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    Saylo Soutelo
    Espectador

    É necessário melhorar a cooperação entre todas as policia para que trabalhem em parceria e de maneira estratégica contra a criminalidade, e também é fundamental a valorização dos policiais em termo de estruturas, melhores condições  de trabalho, salário justo e contratação de novos policiais em todos os estados brasileiros para reforçar o policiamento nas ruas e nas localidades mais distantes.

     

    Saylo Silva Soutelo – Macapá/Amapá

  • #2237
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    Matheus Pantrigo
    Espectador

    A segurança é um assunto essencial para ser discutido pois não podemos deixar que ela seja dominada por radicais que tornem ainda mais grave as divisões que existem dentro da sociedade. Porém ela também não possui soluções fáceis de serem implementadas. Seguem algumas ideias que eu acredito que auxiliariam no debate

     

    • Criação de uma Guarda Nacional que compreenda as policias militares e civis federais e estaduais, fazendo com que essas, além de possuir uma capacidade de ação pontual muito mais aguçada também integre a sua rede de informações. Deixando também mais claro o propósito do policial militar mais claro.
    • Reestruturação das policias civis municipais de forma que elas essencialmente sigam a base de policia comunitária, afinal os países com menor índice de violência se utilizam deste modelo
    • Construção de sub-prefeituras nas comunidades, para que o estado tenha maior capacidade de ação e de garantir que os projetos sociais e econômicos tenham efeito
    • Criação do EDPD – Estagiando desde o primeiro dia. Um projeto de convênio entre a iniciativa privada e o Estado que permita aos alunos de escolas técnicas possam fazer um estágio – Esse projeto teria como público alvo os jovens em situação de fragilidade social que se beneficiariam, e muito, com alguma renda adicional
    • Integração das bases de dados da policias e do exército através do SUSP
    • Treinamento estrangeiro para as nossas policias civis para que o tratamento do cidadão se torne prioridade e a eficiência da polícia se torne maior
  • #2239
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    Roberta Berdeal
    Espectador

    No meu entender a violência tem causas maiores e profundas, a polícia deve ser melhor equipada para melhorar o serviço de investigação e inteligência, para que as operações tenham melhores resultados e não apenas o combate das polícias estaduais no dia a dia, numa espécie de “enxuga gelo”.

  • #2244
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    André Varela
    Espectador

    É notório o quão fundamental tem se tornado falar sobre Segurança (ainda mais Segurança Pública) no Brasil durante os últimos anos.

    Um país que diversas vezes encontra cenários considerados cinematográficos, próximos ao terror de uma Guerra, sofre absurdamente não só com a falta de mais recursos em si, mas também, com a falta de recursos destinados aos lugares certos.

    Nos Estados Unidos da América, mais de 50% do investimento destinado ao setor de segurança é realocado para as áreas de inteligência como FBI e CIA, tornando as operações lá realizadas muito mais efetivas. Hoje no Brasil, não podemos falar apenas de efetivo policial, porque após uma ação bem executada, ainda teremos algo muito maior esperando…

    Em 2014, o então presidente da Comissão de Direito Penal do Movimento de Defesa da Advocacia (MDA) – Filipe Magliarelli, disse o seguinte acerca do sistema prisional brasileiro: “Temos a quarta maior população carcerária do mundo, por volta de 570 mil presos (perdemos apenas para os Estados Unidos, China e Rússia). Dispomos, porém, de pouco mais de 312 mil vagas nos presídios do país. A superlotação é, sem dúvida, o maior problema do sistema prisional brasileiro. Há um déficit de vagas para o regime fechado, falta investimento público em estabelecimentos apropriados para o cumprimento da pena em regime semiaberto, e o sistema aberto praticamente não existe da forma idealizada na Lei de Execuções Criminais”

    Ao passo que ouvimos sendo dito por diversos político, policiais, magistrados e outros a seguinte frase: “O presídio é uma faculdade do crime”, nada é feito para sanar isso. Muito falamos sobre lidar com o criminoso e tirarmos ele da rua, porém, não notamos o que espera o criminoso após ser tirado da rua e a realidade é nua e crua, hoje no Brasil, prender é ineficaz e matar não é a solução de forma alguma, não há porque nos tornarmos genocidas se é possível colocarmos em prática comissões e grupos de pesquisa que visem MODIFICAR o atual Código Penal brasileiro, bem como o SISTEMA PRISIONAL.

     

    Ainda nas palavras de Filipe: “O sistema prisional brasileiro, tal como está estruturado, consome cada vez mais investimentos públicos e não atende aos fins a que foi proposto: não reintegra, não ressocializa nem regenera o indivíduo, mas o expõe a ambiente nefasto e desumano, ainda não sendo capaz de reprimir a criminalidade, que só aumenta. Mudar essa dura realidade requer uma tarefa árdua e conjunta, não somente dos órgãos encarregados da execução criminal, incluindo Poder Executivo, Ministério Público e Poder Judiciário, mas também da advocacia e de toda a sociedade.”

    – André Luis Varela Pereira | Uruguaiana, RS

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  André Varela. Razão: Código com erro de digitação
  • #2269
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    Deivin Corrêa
    Espectador

    Um dos temas que nos deixam emergentes em buscar saídas para uma sociedade protegida.

    Diariamente as noticias nos revelam fatos e consequente números assustadores.

    A efetivação de políticas voltadas a segurança, deve ser exercida de forma justa, não adianta somente um órgão responsável , buscar alternativas e formas que vão de encontro a sociedade. Se faz necessário, meios em que o cidadão se sinta protegido e abrigado com o direito de ir e vir de forma segura. As esferas governamentais, necessitam de um plano de ação  em conjunto, garantindo aos orgãos o pleno direito de exercer aquilo que lhes foi atribuído.

    Um exemplo notório e claro, seria o fim das saidinhas em datas comemorativas, bem como, reformulação de leis voltadas ao agredido e ao acusado, para assim buscar um Brasil mais autônomo em segurança.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  Deivin Corrêa.
  • #2290
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    Wagner Gockos
    Espectador

    A Segurança foi o tema do último processo eleitoral e foi a pauta principal do candidato Jair Bolsonaro, primeiramente acredito ser necessário uma intervenção mais expressiva nas fronteiras brasileiras, com objetivo de reduzir a entrada de drogas em nosso país.

    Em um segundo ponto, o nosso Código Penal e de Processo Penal, carece de algumas atualizações e renovações doutrinarias.

    A união das forças de segurança e suas auxiliares, devem objetivar o trabalho em conjunto, o Brasil é um país rico em tecnologia de identificação morfológica e de padrões de identificação, como biometria, leitura facial, o crime no país tem tudo para ser combatido, falta no momento união e crianção de mecanismo integrados.

  • #2316
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    Allex Ribeiro Biato
    Espectador

    Discutir sobre segurança é garantir que o monopólio da força pelo Estado seja eficiente. A tecnologia é um importante incremento para aperfeiçoar nossa segurança, equipes com melhor estruturação e mapeamento garantido, como sistemas de gravação em locais públicos entre outros. O espelho pode ser o Estado de São Paulo mesmo, com a própria gestão tucana que vem alcançando números bons em diminuição da criminalidade. Investimento em treinamentos mais preparados, físico e psicossocial, aos policiais também é imprescindível. Precisamos lidar com um capital humano inteiramente preparado e com condições suficientes para desempenharem seus trabalhos. Legalização da maconha é algo a ser considerado também no que se trata de segurança pública. Desfortalece o tráfico e direciona nossa força de trabalho a combater crimes mais pesados, como estupro, roubos etc.

  • #2324
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    Matheus Braga
    Espectador

    Falar de segurança no Brasil é fundamental. É notório que diversos Estados vem sofrendo com a falta de um efetivo policial preparado e capacitado para defender o cidadão.

    Devemos tomar a situação do Rio de Janeiro como um exemplo negativo. Um grande Estado como este vive a merce de facções criminosas e sofre com um Governo que apenas fala, mas não executa ações para combater a criminalidade.

    Eu proponho que seja feito totalmente ou parcialmente um novo Código Penal que torne mais eficaz leis, pois infelizmente nosso atual Código só muda leis em favorecimento do Reú (como o princípio da Abolitio Crimis por exemplo).  Penas mais rigorosas e melhor avaliação da conduta expressa do crime já  seriam um grande passo.

    Outro ponto que acho importante é realizar contratação e capacitação rígida de novos polícias, principalmente especializados em situações especiais com tráfico e roubo qualificado, por exemplo.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  Matheus Braga.
  • #2343
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    Oziel Andrade
    Espectador

    Um ponto fundamental para a segurança publica é a INTEGRAÇÃO DAS FORÇAS POLICIAIS.
    <span style=”color: #222222; font-family: Merriweather; font-size: 15px;”>A falta de integração, de capacidade de planejamento e de eficiência das polícias no Brasil torna o trabalho ineficiente. Para combater a violencia de forma efetiva, </span><span style=”color: #222222; font-family: Merriweather; font-size: 15px;”>é preciso investir em</span><span style=”box-sizing: border-box; font-weight: bold; color: #222222; font-family: Merriweather; font-size: 15px;”> </span><span style=”color: #222222; font-family: Merriweather; font-size: 15px;”>polícias integradas, com ações integradas em tempo real atuando </span><span style=”color: #222222; font-family: Merriweather; font-size: 15px;”>na prevenção e investigação de forma integrada, com controle externo forte e autônomo.</span>

  • #2357
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    Thallya Scariot
    Espectador

    1. Precisamos qualificar nossos profissionais.

     

    2. Dar suporte necessário para que possam servir adequadamente a sociedade.

     

    3. Seja investido recursos na tecnologia, a qual é fundamental para qualquer crime ou ato cometido.

    4. Não podemos apenas armar os agentes de segurança, mas sim humanizar para que, erros contra cidadãos de bem não sejam cometidos.

    5. Precisamos fazer entender que, em qualquer lugar, há pessoas de bem e mal intencionadas. Mas, acima de tudo, compreender que não podemos generalizar favelas e bairros mais carentes como algo perigoso. Precisamos levar trabalho de humanização, cultura, esporte..

     

    6. Quando se têm educação, cultura, esporte e lazer, os índices de criminalidade são baixíssimos.

  • #2359
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    Patrike Soares
    Espectador

    Levando que, mesmo com o aumento do aprisionamento no Brasil, (que nos últimos 25 anos saltou de 90 mil para 750 mil) a criminalidade cresceu, está na hora de ser pensada em uma maneira mais eficaz de melhorar a segurança pública do país. Aprimorar uma maneira que invista mais em prevenção, e inteligência seria fundamental para a redução desses índices altos de criminalidade.

  • #2368
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    Renan Sambo
    Espectador

    –  Devemos ter integração entre todas as esferas de segurança;
    – Buscar por Parceria Público Privada tendo em vista a concessão de presídios, onde também os detentos tenham que trabalhar para arcar com os custos;
    – Visar a melhor valorização e remuneração do agentes de segurança
    –  Ter maiores investimentos na área de inteligência.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Renan Sambo.
  • #2382
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    Emanoelle Samila
    Espectador

    É impossível falar em segurança e não pensar no conjunto que favoreça a efetivação da mesma.

    A boa funcionalidade de um órgão, facilita a função de todo o corpo.

    Se todos são submissos à uma legislação que nos trazem diretrizes de condutas, a mesma deveria cumprir sua funcionalidade como norma suprema, e temida!

    É importante frisar esse assunto, pois entre os policiais é normal se ter um argumento de que estão cansados de cumprirem seu plantão dando ordens de prisão, e no outro dia a mesma pessoa está solta. As brechas deixadas pela pela própria lei corroboram para o descrédito não apenas da população, mas dos próprios polícias legitimamente escolhidos para a exercerem a função de guardiões.

    Quando se tem condições favoráveis, como um corpo trabalhando em conjunto, e na mesma direção : salário digno aos policiais, leis necessárias,  infraestrutura, projetos sociais educacionais, medidas preventivas,  certamente a sociedade voltaria a acreditar que  não haveria mais riscos.

  • #2427
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    Karine Chaves
    Espectador

    O Brasil tem sido acometido por tal grau de violência que muitos duvidam se ainda há retorno para a normalidade social. Ainda assim, é possível acreditar que o país tem solução, para isso vim acontecer e preciso acreditar e agir. Portanto precisamos romper esse discurso tão falso quanto inconsistente, que considera que o país vivência um evidente descompasso na implantação de seu projeto de desenvolvimento social, de um lado adotando um sistema jurídico cada vez menos punitivo e do outro tendo uma sociedade cada vez mais violenta. Um discurso que por um lado omite que quanto menos capacidade coercitiva o Estado tiver, mais poder e força as organizações criminosas vão conquistar e mais áreas vão controlar, enquanto por outro finge não perceber que com a falta de assertividade do Estado no combate a violência, o Brasil pode resvalar para a completa selvageria pois com a crescente sensação de impunidade, certamente começaremos a assistir cidadãos e vítimas optando por fazer “justiça” com as próprias mãos. Enfim para que venhamos ao menos poder usufrui um pouco desse direito que a carta magna nos estabelece que é o direito à segurança seria preciso temos investimentos urgente e imediato na área polícial, bem como também na qualificação desses profissionais, agentes de segurança dentre outros meios onde se pode trazer a segurança para a sociedade.

  • #2429
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    José Eduardo Santiago
    Espectador

    Conforme o passar do tempo no Brasil, vemos que a segurança tem sido um ponto crítico. Creio que os Municípios, os Estados e principalmente, o Governo Federal, deveria aumentar a importância e o protagonismo no combate aos crimes. As forças policiais de todos os âmbitos devem, com toda a certeza ter o apoio e o suporte necessário para conter os crimes. Creio que a legislação deveria ser não só seguida, mas talvez, ampliada para que o combate seja mais rígido além de, desenvolver a lei ou criar um monitoramento melhor quanto aos cumprimentos de mandados.

    Também desenvolver a polícia, tanto na capacitação dos policiais (seja em treinamentos físicos ou cursos teóricos para melhor colocação das leis em prática) e com o desenvolvimento dos meios, também aumentar o solucionamento de crimes.

  • #2432
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    João Lopes Waspe
    Espectador

    A segurança pública deveria iniciar o embate ao crime organizado com um plano ambicioso de fiscalização das fronteiras, com investimento intenso em tecnologia de vigilância, como drones, sensores e satélites. Impedir a entrada de armas ilegais em território brasileiro é prioridade além de fundamental para diminuição dos crimes violentos.

    Política de prevenção pautada em centros de inteligência espalhados pelo território nacional, integrados e ordenados por um órgão superior, seria a chance de corrigir o erro que foi a extinção do ministério da segurança pública.

    Implantação de sistemas de vigilância via drones para patrulhamento das cidades, evitando a exposição do policial a situações de risco iminente. Criação de centros de vigilância comunitários, integrando moradores afim de favorecer a maior circulação de informações e alertas, entre os moradores e dos moradores as forças de segurança responsáveis pela região.

    Além da criação de novos presídios é necessário debater a situação dos já existentes, promover o desenvolvimento de modelos de ressocialização para os condenados e tipificar de forma clara as diferenças entre usuários de drogas e traficantes, já que essa falta de tipificação traz insegurança jurídica ao sistema, além de favorecer a superlotação dos presídios dificultando a implantação de programas de inserção civil aos presos, o patrulhamento feito pelos guardas e culminando no aumento da exposição de jovens infratores a experientes e ardilosos criminosos, que tem por finalidade “filiar” novos membros para as facções.

    Mais do que tornar o país mais seguro, é necessário que a população tenha essa percepção além dos índices, seja via do aumento da iluminação pública, repressão forte aos crimes de intolerância ou qualquer outra iniciativa afim de trazer uma tranquilidade social maior. Integrar banco de dados de foragidos com banco de dados do SUS. Preparo e acompanhamento psicológico de agentes de segurança além de confronta-los com a realidade a partir do treinamento, evitando a incorporação de agentes que possuam conceitos pré-definidos sobre algumas comunidades e grupos sociais.

     

  • #2454
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    mateus.magalhaes93@gmail.com Magalhães
    Espectador

    A forma mais eficaz de resolver o problema da segurança está dividida em 3 medidas, primeiro implantar melhorias no sistema de educação, uma opção também é o programa nacional de escolas cívico-militares, segundo é equipar, treinar e capacitar os policias, melhorando a forma de abordagem, e nas operações de mais risco, terceiro estreitar o laço entre o poder público e a comunidade ouvindo sugestões e aproximando a policia da população mudando a visão de algumas comunidade que tem a policia como maior vilão.

  • #2481
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    Wagner Mira
    Espectador

    Faço parte da Rede de Vizinhos, vizinhos comunitários aonde é criado um grupo de Whatsapp entre os vizinhos que passam pela uma investigação social para entrar no grupo. A maior dificuldade é que geralmente para uma população de um bairro de 100 mil habitantes tem somente 2 viaturas e 4 polícias para atender a toda essa comunidade. Se acontecer 2 assaltos e empenhar as 2 viaturas ficamos a mercê dos criminosos, o governo já passou da hora de investir em policiamento ostensivo e contratação de mais polícias.

  • #2526
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    Thárik Uchôa
    Espectador

    Não é o encrudescimento da atuação policial ou mesmo das penas dos crimes que há de resolver a insegurança pública que é endêmica no Brasil.

    É preciso sobretudo investimento em infraestrutura, que inclui educação, saneamento básico, transporte público de qualidade (exemplo de sucesso é o de Curitiba), saúde de qualidade (como no munícipio de Firminópolis-GO).

    Ademais, é preciso uma readequação da aplicação da lei de execução penal, posto que o STF já entendeu que o sistema carcerário brasileiro vive em verdadeiro”estado de coisas inconstitucional”, é preciso que o preso saia mesmo ressocializado, com possibilidade de emprego e geração de renda dignos, para que não volte a cometer delitos e deixe de ser estigmatizado socialmente pelo resto da vida.

  • #2535
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    Richard Oliveira
    Espectador

    Integralização dos sistemas judiciarios, Escola em tempo integral

  • #2552
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    Alberto Godinho
    Espectador

    A falta de segurança é uma das principais preocupações da população. Por isso, deve ser encarada como prioridade e o combate à criminalidade precisa envolver União, estados e municípios.

    Em uma frente, deve-se endurecer a legislação penal, tornando-a mais rígida e menos condescendente com o criminoso. Em outra, precisa-se investir em inteligência, capacitação e integração das forças policiais.

    Medidas como o excludente de ilicitude são bem-vindas para garantir as condições para o cumprimento efetivo das funções policiais.

     

  • #2564
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    Ícaro Oliveira
    Espectador

    A raiz do problema da segurança pública no Brasil é o mesmo de todos os outros problemas, a grande concentração de poder na União, e nos estados e a burocracia. O crime ocorre nos municípios, nos bairros, mas quem evita o crime e polícia militar e estadual, após ocorrido o crime outra polícia investiga, a civil, também estadual. Mas, e se os municípios tivessem sua própria polícia, fazendo o trabalho ostensivo e investigativo? Teríamos uma maior aproximação entre a polícia e a sociedade, maior celeridade na investigação, e uma integração verdadeira na área da segurança. Os estados deveriam manter sua polícia civil para investigar crimes complexos e uma polícia militar (reduzida) para atuar em casos de convulsões sociais.

  • #2577
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    Alvaro Jobal Teodoro Salvaia Neto
    Espectador

    – Capacitação dos agentes de segurança

    – Informação e conscientização social da importância da polícia – aproximação do poder público

    – Remuneração e benefícios dos policiais pelo tempo de trabalho (base da reforma administrativa)

    – Apurações e investigações de más condutas de policias

  • #2584
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    Henrique Luciano Alencar
    Espectador

    O partido deve propor uma PEC pra comprimento de pena a partir de condenação em segunda instância do ordenamento jurídico brasileiro.

    Apresentar projeto  que vise restruturar as polícias dos entes da federação, moderizar e ampliar as estruturas dos locais de detenção e em políticas de investimento em inteligência  e prevenção ao crime organizado e afins em  detrimento policiamento ostensivo.

     

  • #2590
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    Thales Rangel
    Espectador

    Quando o assunto é segurança pública, sabemos que falamos de uma das pastas mais complicadas de um gestor público. Temos o exemplo do Estado Do Rio que você um momento complicado, no combate ao tráfico de drogas e as milícias que se espalham pelo estado. Vivemos também uma quebra de braço ideológica, entre esquerda e direita, discutindo qual a melhor forma de combater o crime organizado e as milícias, e isso se agrava com mortes de crianças e moradores de comunidades no Rio.

  • #2601
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    Tomaz Oliveira Hoffmann
    Espectador

    O tema segurança pública deve ser tratado como prioridade de causa sem desqualificar as outras. Acredito que os pontos principais a serem debatidos e direcionado o foco é o investimento no setor de inteligência, que dá o suporte para as operações acontecerem. Esse setor deve ser trabalhado e investido com afinco, pois é ele que investiga e mapeia o comportamento das organizações criminosas. Com consonância também deve ser prioridade a qualificação dos agentes e sua respectiva valorização para prestarem um serviço de qualidade para a sociedade.

  • #2637
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    José Victor da Silva Araújo
    Espectador

    A segurança, algo que o país está precisando demais, a violência está muito alta, muitas mortes e muitos desastres. Os órgãos competentes deveriam pensar em maneiras para solucionar um pouco desse problema, só assim teria uma redução na taxa de mortalidade no nosso país

  • #2641
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    Eduardo Rizzieri Cavalli
    Espectador

    A segurança pública é tema hoje muito caro ao eleitorado brasileiro, e é um tema também muito espinhento, porque o não podemos ter a mesma atitude dos nossos adversários, e dar as respostas populistas que a população gostaria de ouvir. Acredito que uma reforma no nosso código penal seja fundamental, já que este é de 1940 e está cheio de remendos e necessárias melhorias e modernizações. Nosso candidato ao planalto no último pleito, o governador Geraldo Alckimin, vinha com uma proposta muito interessante, que era a de criar uma guarda nacional, uma força de segurança especifica para as fronteiras brasileiras, para fortalecer o combate ao tráfico de armas e drogas.

    No demais, temos sempre que lembrar que segurança pública é um sintoma, e que a causa é desigualdade social, falta de educação, saúde e de oportunidades de inserção no mercado de trabalho. O PSDB, comprometido com uma os ideias da social democracia, não pode nunca ignorar esses fatores.

  • #2650
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    Carlos Eduardo de Paula Arthus
    Espectador

    Em um plano inicial para melhorar a Segurança Pública e reduzir os altos índices de homicídios precisamos de uma agenda inovadora e viável de ser aplicada. Precisamos construir mecanismos eficientes de redução da violência policial; implementar, como prioridade das polícias, a prevenção e investigação dos crimes contra a vida; controlar armas de fogo de forma duradoura, diminuindo sua disponibilidade; desenvolver amplos planos e programas de prevenção social da violência voltados para os mais vulneráveis à violência (aqueles que já se envolveram com atividade criminosa ou já estiveram e seus familiares); reduzir o encarceramento e tornar as prisões mais humanas; adotar políticas de drogas que protejam os que são atingidos pela violência sistêmica de alguns mercados de drogas são algumas estratégias racionais e plausíveis.

  • #2662
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    Ana Paula Assis
    Espectador

    É necessário rever a preparação de policiais para o combate ostensivo ao crime.Muitos brasileiros,em sua grande maioria pobres e negros estão sendo prejudicados pela guerra ao crime  instituida

  • #2667
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    Danilo Abarca
    Espectador

    A segurança está diretamente liga a educação, qualidade de vida, impunidade, e sistema judiciário. Sendo assim, precisamos melhorar cada ponto para ter um efeito realmente duradouro em toda sociedade.

  • #2698
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    Fernando Juarez
    Espectador

    Segurança Pública deve ser também pautado em maiores oportunidades de emprego, educação e respeito entre as pessoas, não apenas em vigilância e repressão. Claro que a vigilância é importante e a repressão a crimes também, mas não se pode resumir segurança pública a isso.

     

    Algumas ações efetivas que poderem contribuir muito para que as nossas cidades sejam mais seguras são:

     

    – Aproximação dos policiais com população através de programas educacionais tanto para um quanto para o outro. Hoje em dia as pessoas se sentem muito distantes das polícias. Em alguns casos, elas têm até medo deles e isso precisa mudar, pois eles têm que ser vistos como alguém que passa segurança e não que amedronta.

     

    – Maior agilidade e cuidado do poder público quanto a implantação/manutenção de iluminação pública em áreas que geralmente possuem pouca ou nenhuma.

     

    – Aprimoramento da capacitação dos policiais, para que eles saibam lidar da melhor forma possível com as situações adversas que essa profissão pode proporcionar.

     

    – Implantação de programas que visem a remoção das família de policiais de áreas de risco, para outras mais seguras, de tal forma que eles não sintam que suas famílias podem estar em risco por conta de eventuais ações contra a criminalidade que eles possam vir a executar.

     

    – Implantação/aprimoramento de programas que visem a recuperação da dignidade de detentos e ex detentos, com o ensino de um oficio e a capacitação dos mesmos, de tal forma que eles tenham condições de serem inseridos/reinseridos no mercado de trabalho.

     

    – Programas que combatam o preconceito contra os ex detentos, pois atualmente eles têm dificuldades em conseguir emprego depois de ter saído da cadeia, o que muitas vezes pode acabar resultando na volta dos mesmos para a criminalidade.

     

    Por fim, é um desejo de todos que nossas cidades sejam mais seguras e para isso os governos precisam trabalhar em ações que vão além da pura repressão, pois ações mais duradouras giram em torno de fornecimento de educação e disponibilização de oportunidades a todos.

  • #2699
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    Nathanael Guimarães Rodrigues
    Espectador

    Investir mais na área da segurança, preparar os profissionais de segurança dando suporte com treinamentos, leis que realmente funcionem, que os presos trabalhem em construções para quando saírem da cadeia saibam fazer algo e mudem de vida, saiam da criminalidade, entra aqui a geração de empregos e maior valorização da educação para que haja prevenção de mais criminosos nas ruas, liberação de armas apenas em zonas rurais pois o policiamento nessas zonas são raras pela distância da cidade.

  • #2703
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    Henrique Salgueiro
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    – necessitamos de rondas ostensivas na parte da noite!

    – viaturas em maior quantidade na parte noturna também

    – aumentar a iluminação das ruas e parques, para trazer mais segurança.

    -bases móveis em locais sorteados todas as  noites

    – leis mais fortes contra os corruptos

  • #2711
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    Carlinhos De Sobrado
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    No artigo 144 da constituição diz: segurança pública é dever do estado, direito e responsabilidade de todos(…). Na prática a efetivação fica fora de sistema. A população fica a mecer da insegurança, o ir e vir previsto também na constituição fica fora de toda a realidade opressora que vivemos. As pessoas estão presas por traz das grades e cercas elétricas, crianças não sabem o que é brincar na rua, andar de bicicleta, sair de casa causa medo. O que o estado e município faz para diminuir o índice de segurança? Os policiais se sentem inúteis diante desse código penal arcaico e sendo subordinados desse sistema politico. Para amenizar essa calamidade pública deveriam elaborar planos de segurança integrada.

  • #2712
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    Celeste Franca
    Espectador

    Estruturar a polícia, melhorar a logística e as condições de trabalho e salário. Para melhoria da segurança pública é necessário investir em outras áreas, principalmente educação, pois com educação de qualidade a chance de um cidadão optar pelo crime é menor. Projetos sociais também são importantes para que os jovens tenham foco e esperança em um futuro melhor. Também se faz necessário rever as leis, obedecendo e enrijecendo onde for necessário.

  • #2715
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    Mauri Feitosa Silva
    Espectador

    Acredito que a inteligência policial deve ser valorizada, pois com ela é possível prever situações, evitando que atos criminosos aconteçam – sobretudo das organizações criminosas.

  • #2717
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    Maurício Severo Roesch
    Espectador

    A falta de integração, de capacidade de planejamento e de eficiência das polícias no Brasil são evidentes, especialmente após os protestos de junho de 2013.  O índice de Confiança na Justiça da FGV demonstrou que 70% das pessoas não confiam na polícia. Para combater a violência de forma efetiva, é preciso investir em polícias integradas de ciclo completo, que atuem na prevenção e investigação de forma integrada, com controle externo forte e autônomo.

  • #2739
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    Isabella Puglisi de Oliveira
    Espectador

    A (in)segurança pública é um problema que cresce exponencialmente no Brasil. Cidadãos não confiam nas instituições que deveriam protegê-los do “excesso de liberdade” (ou crueldade, inescrupulosidade, impunidade…) dos outros indivíduos. Para um problema tão profundo, não há solução fácil. A reflexão proposta divide a questão da segurança em três eixos: Social, Político e Econômico. Assim, é possível refletir a integração dos eixos a esse fenômeno tão complexo.
    São algumas causas da insegurança pública:

    Desigualdade social : Para sanar a questão da (in)segurança pública é essencial o combate à miséria, o fomento da economia e consequente geração de empregos, o investimento nas garantias democráticas e fundamentais que agregam dignidade à população, e à distribuição de renda pelas efetiva aplicação dos tributos por  suas funções sociais.

    Ausência e omissão do Poder Público: É possível dizer que onde o Poder Público não tem eficácia, o cidadão está a mercê de um tipo contemporâneo de “estado de natureza”, de modo a se encontrar em absurda vulnerabilidade. Outra possibilidade é a implementação de um “Estado paralelo”, em que, no geral, o crime organizado toma para si a responsabilidade e a proteção de uma localidade em troca do poder, da “liberdade” e do “mercado consumidor” (especialmente no que diz respeito às drogas).

    Fragilidade das fronteiras e drogas: O Brasil faz fronteira com diversos dos maiores países produtores de drogas. E apesar de não ter grande produção interna, é grande consumidor. Logo, as drogas consumidas em território nacional são “importadas”: atravessam ilegalmente fronteiras pouco fiscalizadas. O tráfico fomenta a violência. Assim, aumentam os crimes, inclusive contra os cidadãos menos vulneráveis e o confronto de traficantes e do crime organizado contra os policiais.

    Sistema carcerário falido: A insegurança pública também decorre da falência do sistema penitenciário que não atinge os objetivos e funções da pena, que é pobremente capaz de ressocializar os apenados, de modo que, em conjunto com a falta de oportunidades de emprego, gera uma taxa absurda de reincidência.
    Portanto, o enfrentamento passa necessariamente por medidas simultâneas de prevenção e repressão. É necessário, então, aplicar métodos de prevenção, tais quais a distribuição de renda, fomento à economia, geração de emprego, presença do Poder Público nas comunidades socioeconomicamente vulneráveis; ao mesmo tempo em que são aplicados métodos repressivos, tais quais a melhor fiscalização das fronteiras, o policiamento ostensivo, a reforma do sistema carcerário e a celeridade e eficácia dos procedimentos penais e processuais penais para afastar a sensação de impunidade.

  • #2740
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    Gabriela Assunção Miranda
    Espectador

    Pesquisas apontam que grande parte da população brasileira não confia nos órgãos policiais, consequentemente, dificultando ainda mais o trabalho destes órgãos, bem como, gerando descredibilidade nas instituições policiais. Assim sendo, necessário políticas públicas voltadas a uma reforma no modelo policial, voltada primordialmente a prevenção do crime e investigação de maneira integrada entre as diferentes instâncias. Ademais, de suma importância um desenvolvimento de um controle externo autônomo e eficiente a fim de evitar e punir problemas internos, no intuito de tornar as ações dos órgãos policiais mais eficazes.</p>
    No que refere-se a crimes violentos, nos últimos anos viu-se um aumento significativo desses tipos de delitos no Brasil, de modo que, necessário um maior controle das armas e munições, bem como, buscar dar prioridade as investigações de crimes desta seara.</p>
    Ainda, há que se falar no sistema carcerário brasileiro, que em que pese seja um dos mais abarrotados do mundo, ainda assim carece de inúmeras ações  públicas para aperfeiçoar-se. Não se discorda que deve haver punição à condutas que afetem a sociedade, porém é necessário punir de maneira eficaz, a fim de que o delinquente não volte a criminalidade. Uma alternativa bastante discutida e que vem sendo integrada ao ordenamento jurídico brasileiro, é a adoção de medidas despenalizadoras e penas alternativas a crimes considerados leves, em contrapartida a adoção de políticas penais mais rígidas para aqueles que pratiquem crimes considerados graves.</p>

    Por fim, necessário tratar de maneira mais atenciosa o assunto relacionado as drogas, cerne da criminalidade, visto que desencadeia a prática de tantos outros crimes, principalmente de caráter violento e de cunho patrimonial, praticados tanto para garantir a estrutura do tráfico, bem como, para garantir o uso de drogas no caso de usuários que acabam por tornar-se pequenos traficantes, tal problema é latente em grande parte do Brasil, desde capitais até em pequenas cidades do interior. Portanto, necessário uma reformulação da política de drogas, principalmente voltadas ao investimento em políticas de prevenção ao uso de substâncias entorpecentes. Importante estabelecer também diferenciação no tratamento penal entre pequenos traficantes e grandes traficantes, visto que a conduta deste último é muito mais lesiva a sociedade como um todo, sendo necessário, portanto, punição mais rígida.</p>

  • #2744
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    Vanessa Gomes
    Espectador

    O Brasil enfrenta vários problemas na esfera da segurança pública, e um deles é demonização da polícia. Em todo o país, e principalmente no estado do Rio de Janeiro, a polícia tem sido vista como vilã. No ano de 2018 houve 6.220 vítimas fatais decorrente de intervenções policiais e os números divulgados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública – 2019 mostram que a cada 100 mortes 11 foram provocadas pela polícia, totalizando 17 mortes por dia.

    Em 2018, 343 policiais civis e militares foram mortos em confronto ou por lesão não natural. É importante salientar que alguns estudos apontam que o fato de serem policiais e possuírem armas, os tornam vítimas em potencial de marginais, por razões banais, como roubo da arma, pagamento de dívidas com o crime organizado e até mesmo vingança por ter sido preso ou parado em alguma operação. Os crimes costumam acontecer no momento em que o policial se encontra de folga, sem o uso da farda, viatura ou proteção dos colegas de trabalho.

    Denúncias quase que diárias divulgadas pela imprensa de policiais envolvidos com milícias, grupos de extermínio e narcotráfico fazem com que a população questione a credibilidade da polícia. Uma pesquisa divulgada pelo Datafolha em abril de 2018, expõe que 51% da população tem medo dos agentes de segurança, é claro que algumas disseminações ideológicas contribuem para o medo coletivo, principalmente entre moradores de áreas de risco.

    Um dos maiores problemas enfrentados atualmente pelos agentes de segurança é a falta de investimentos. No estado do Rio por exemplo, foi denunciado por diversos veículos da imprensa a situação precária enfrentada diariamente pelos policiais, como armas que falham em confronto, as péssimas condições dos veículos de serviço, as armas e os coletes que são inadequados para a realidade que o estado vive e a falta de investimento na inteligência policial.

    Solucionar o problema de segurança pública não é algo fácil uma vez que a situação atual é resultado da má gestão dos governos passados  mas podemos amenizar os danos causados, investindo fortemente em tecnologias e inteligência policial, comprando novos carros e equipamentos, como armas e coletes de última geração, investindo no treinamento, para que nosso defensores tenham condições dignas de trabalho, criar políticas de proximidade dos policiais com os cidadãos para que haja um aumento na credibilidade, punir de forma rigorosa aqueles que se juntam com organizações paramilitares e bonificar aqueles que tenham a carreira íntegra.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Vanessa Gomes.
  • #2759
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    Junior Vieira
    Espectador

    Segurança é um tema de grande relevância, tendo em vista as grandes dificuldades que a população sofre.

     

    Acredito que para podermos melhorar a segurança é necessário a aproximação da população com a Polícia, visto que muitas vezes há um preconceito de ambas as partes (polícia e população). Penso que se fosse possível haver mais diálogo, a população´entenderia que a polícia é “amiga”, assim como a polícia entenderia que nem todos os cidadãos são criminosos. Deveria ser investido no diálogo e aproximação entre polícia e população, para que ambas entendam que possam juntas se desenvolver.

     

    No meu ponto de vista, nosso partido, deveria incentivar esse diálogo, fazer com que ambas entendam que com essa comunicação podem trabalhar juntas.

     

    Sem dúvida, é necessário o aumento de contingente da polícia, bem como melhor preparação, além de melhorar equipamentos e salários.

     

    Acredito ainda que deveria ser resguardado o Direito de auto defesa ao cidadão, visto que a polícia não é onipresente, não podendo estar em todos os lugares ao mesmo tempo, assim, o cidadão de bem poderia se defender de uma injusta agressão.

     

    Por fim, vale dizer que o melhor investimento para a segurança, no meu ponto de vista, é na educação, já que quanto maior o índice de educação/escolaridade menor é o índice de violência.

     

     

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Junior Vieira.
  • #2763
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    Ricardo Alexandre Alves
    Espectador

    Infelizmente a segurança apresenta-se um tanto quanto ineficiente na maioria dos estados do Brasil. A grande crítica popular está na ausência de policiais por todas as cidades e a corrupção pessoal e sistêmica nas polícias, principalmente a militar. Logo o principal foque de mudanças e melhorias devem ser nesses dois pontos. No primeiro caso um acréscimo quantitativo de policiais em patrulha, de forma estratégica,  pela cidade já seria eficiente. Na segunda demanda seria necessário, uma fiscalização mais contundente dentro das policias.

  • #2799
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    Matheus Lima
    Espectador

    A segurança pública é um área muito importante socialmente. Enfrenta diversos problemas.

    Precisamos de leis mais coerentes que coíbam ações criminosas, reparem danos cometidos, estruturas melhores e mais profissionais capacitados. As polícias precisam de um sistema integrado e o judiciário de uma estrutura mais célere.

  • #2864
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    Pedro Ygor Sousa Silva
    Espectador

    Uma parceria com empresas de modo a dar isenção tributária para aquelas que empregasse egressos do sistema prisional, uma amortização da pena por serviço prestado e a criação do fundo de auxílio ao egresso e suas famílias, onde parte da renda do preso será destinada para manutenção do sistema prisional e para a manutenção de suas famílias, enfraquecendo a atuação do crime organizado e fortalecendo a presença e poder do Estado, dando uma maior eficácia na ressocialização.

  • #2892
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    Henrique Pinheiro
    Espectador

    Precisamos de uma polícia que garanta a segurança da sociedade, principalmente a dos mais vulneráveis. Temos grande históricos de policiais que matam inocentes, dentre eles encontram-se crianças, mulheres, e sua maioria são negros. Matar deve ser a última opção. Precisamos combater o tráfico de forma que pessoas inocentes da favela não morram por estarem lá. A polícia precisa ter um acompanhamento com psicolgo e humanizado.

  • #2903
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    Rafael Kabroski Antunes
    Espectador

    Um dos pontos mais críticos no país, a SEGURANÇA ou a falta dela, é de fato ponto crucial a ser abordado dentro de diretrizes políticas. Assim como os grandes pilares da sociedade, investimento em segurança não começa na contenção e sim na EDUCAÇÃO. É de fato que investimento em outras áreas que geram capital são essenciais para agirem como coadjuvantes no tema, mas é imprescindível um enorme fomento da atual Polícia brasileira.

    Inúmeros processos estão em aberto, devido a deficiência do contingente operacional de PERITOS e INVESTIGADORES/AGENTES que são profissionais qualificados para tal, os quais hoje redobram sua rotina em atividades potencialmente estressantes e perigosas, arriscando a sua própria vida em prol da sociedade. INOVAÇÃO E PESQUISA fazem parte de investimento até mesmo em um setor como esse. Práticas, procedimentos e condutas conceituadas que são aplicadas em outros países deveriam ser replicadas nas nossas ruas e de fato com o RESPALDO LEGAL.

    A legislação  realmente deve ser um dos principais pilares no país que é taxado como impune, leis mais rigorosas devem ser criadas e aplicadas. E também um sistema carcerário eficiente deve ser criado a título de que cumpra com a justiça, dentro dessas novas políticas para esse sistema, devem ser abordadas como por exemplo o trabalho obrigatório para os encarcerados, fazendo com que paguem seus custos para o estado.

  • #2911
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    Bruno Nardin
    Espectador

    Hoje no nosso País, pensar em segurança envolve os órgãos policiais e o Corpo de Bombeiros, além do Ministério da Justiça, controle de fronteiras e sistema carcerário, por exemplo.

    Para colocar em práticas as políticas públicas eficientes no enfrentamento da violência podem ser amplamente desenvolvidas pelas cidades, no que diz respeito à prevenção de delitos e diminuição de situações que possibilitem a ocorrência de crimes.

    E ainda, como o controle às armas de fogo e a diminuição da desigualdade social,  na sociedade cível que seria pontos principais no combate à violência.

    Outro detalhe que o país precisa priorizar tal questão, incluindo efetivamente o tema da segurança na agenda pública nacional.
    Fazer a ampla atualização do Código Penal para ter leis mais severas.

    Os pontos necessários na área de segurança pública:

    • a construção de mecanismos eficientes de redução da violência policial;
    • a prevenção e investigação dos crimes contra a vida;
    • o controle as armas de fogo com políticas de longo prazo;
    • a atenção ao encarceramento elevado e humanização das prisões;
    • e a adoção de políticas sobre drogas.

    Assim o futuro será melhor para todos, no que tange em violência como um fenômeno complexo, variável e mutável.

  • #2918
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    ERIK LIMA REIS SANTOS
    Espectador

    Segurança é um tema muito importante o que deve ser analisado com muita cautela para que você possa criar políticas públicas efetivas para a melhoria dos resultados das ações das polícias e até mesmo da secretaria de segurança pública

  • #2923
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

    O debate na área de segurança é extenso, sendo específico para cada estado, entretanto em uma análise geral é possível destacar o despreparo policial. Trazer treinamento de fora tanto tático, de inteligência, e abordagem são cruciais para melhoria do desempenho, em destaque a abordagem e comunicação com a comunidade, melhorando a visão dos cidadãos sobre o policial,c uma maior aproximação com a comunidade.

    O apoio psicossocial aos policiais e as famílias é outro ponto a se preocupar, e deve ser empregado.

    Criação de subprefeituras para gerir melhor as comunidades(favelas e áreas de risco) que ficam a mercê do tráfico ou absoletas a gestão municipal

     

  • #2939
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    Samuel Genuino
    Espectador

    A segurança pública em nosso país necessita de uma verdadeira reconfiguração, desde os aspectos de investimento, até sua forma de atuação. Os problemas relacionados a segurança no Brasil perpassa por diversos fatores, a exemplo da ineficácia do Estado na luta contra a criminalidade, no combate ao tráfico, na forma como se enxerga o sistema carcerário brasileiros, na maneira como a polícia atua nas comunidades carentes, na infraestrutura precária das forças policiais. Se faz urgente a construção de um grande Pacto Nacional, que unifique as polícias e demais órgãos do Estado entorno de um plano capaz de transformar a realidade, com um olhar humano e prático, desprendido de estereótipos, no combate ao crime organizado e na constituição de uma sociedade mais consciente, pacífica e comprometida com a lei.

  • #2957
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    Ronan Junior
    Espectador

    O área de segurança publica no Brasil necessita de atenção do poder publico em diversas frentes.

    Como:

    Atuação conjunta envolvendo os governos estaduais e o governo federal.

    Reestruturação do sistema penitenciário, de modo que os direitos humanos sejam respeitados dentro dos presídios e chefes do crime organizado fiquem isolados para não comandar as fações de dentro dos presídios.

    Maior fiscalização nas nossas fronteiras afim de evitar a entrada de drogas e armas.

    Ações em conjunto com a sociedade civil, escolas, igrejas, etc, com o intuito de evitar que mais jovens entrem na vida do crime ou da dependência química.

    Fazer o E.C.A ser aplicado de forma rigorosa, para recuperar jovens que estão no crime e evitar que outros trilhem o mesmo caminho.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Ronan Junior. Razão: erro ortográfico
  • #2963
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    Fernando Moura
    Espectador

    O melhor e mais eficaz investimento em segurança se dá através de políticas de redução de desigualdade social e igualdade de oportunidades, por meio de um sistema tributário progressivo, políticas de distribuição direta de renda, investimento em educação e geração de emprego.

  • #2982
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    Wagner Siben de Souza Wolff
    Espectador

    pauta de segurança pública deve se concentrar no fortalecimento e treinamento de nossas forças policias, na revisão da legislação brasileira e no aumento do número de vagas no sistema prisional.

    Fortalecer, estrutural e tecnicamente, as forças policiais a fim de que possam não apenas prevenir condutas criminosas, mas também, que o façam sem abusos, seguindo o estrito rigor legal.

    Revisar a legislação penal a fim de que a conduta criminosa seja penalizada com rigor, desistimulando novas condutas criminosas (caráter pedagógico).

    É necessário aumentar o número de vagas no sistema prisional, isolando presos de periculosidade elevada, a fim de diminuir a influência de organizações criminosas no sistema carcerário.

     

  • #2998
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    Jemerson Gleison Barbosa da Silva
    Espectador

    O país enfrenta uma grave crise de segurança. Acredito que as atitudes de João Doria é um exemplo de política de segurança, com inovações tecnológicas como aplicativo de denúncia da mulher e também o policiamento por drones. Acho que a tecnologia tem muito a oferecer neste sentido.

  • #3018
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    Isabella Siqueira
    Espectador
    1. No meu município São Bernardo do Campo existe o BAEP, política pública para segurança aplicada pelo governo João Doria, com muito potencial para ser eficiente no combate ao crime e promoção da segurança.
    2. Está política pública tem potência  político-eleitoral, com isso deveria ser feito o atendimento da população no BAEP;  como se fosse um poupa tempo da segurança.
    3. Por  exemplo, elaboração de boletins de ocorrência, ações  da segurança pública e garantir direitos sociais.
  • #3022
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    Guilherme Moura Cardoso
    Espectador

    Tópico: Segurança

    Há uma necessidade de mudar a forma de se fazer segurança pública, mudando a forma de compreensão da sociedade sobre o papel das instituições policiais e o modo de atuação destas perante os indivíduos. Um modelo interessante – que não é novo – e que em algumas localidades do nosso país buscam implementar é o de policiamento comunitário – fazendo com que ambos os lados compartilhem a missão de buscar melhor qualidade de vida para sociedade.

    Esse ano, em conjunto com todas as instituições policiais do país, o Ministério da Justiça e Segurança Pública lançou o plano nacional de polícia comunitária. É algo que poderíamos, como grupo político, compreendermos para buscar sua melhor implementação. Link: https://www.justica.gov.br/news/collective-nitf-content-1555096748.16/diretriz.pdf

     

  • #3047
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    Joao Pedro Freitas de Araujo Alves
    Espectador

    1) Aparelhamento das policias militares e civil com isso tendo um maior contingente de policiais, trabalhando em sinergia contra a facções criminosas. Aumento do número de policiais em todos os estados pois cada vez mais vemos facções criminosas crescerem e o número de contingente policial não consegue ter total efetividade diante dessas facções.

    2) Melhoria em todo o equipamento policial: com maior foco no armamento destes com o uso de armas de melhor qualidade e também de carros de operações especiais blindados, fazendo assim as policias terem maior segurança e efetividade em seus trabalhos.

    3) Uso das forças armadas em pontos chaves do país para a pacificação do mesmo; com maior destaque o uso destas forças em nossas fronteiras, para que possamos cada dia mais diminuirmos o número de drogas e armas que entram no país através de nossas fronteiras. Com isso enfraqueceremos as facções criminosas para cada dia mais podermos combater já no início de suas atividades; enfraquecendo o seu poder econômico, porque de onde vêm o maior lucro é justamente do tráfico de drogas.

    4) Aumentar o número do poder judiciário visto em conta que o atual número não consegue dar conta do número de processos presentes em nosso país.

    5) Aumentar a força da policia federal junto a investigações ligadas a milícias, facções criminosas e lavagem de dinheiro destes. Também através de um aumento em seus contingentes.

    6) Maior segurança nas estradas federais e estaduais, através de câmeras de monitoramento para que se houver um crime ou veículos suspeitos já possam ser monitorados com maior antecedências. E também colocar carros apaisana nas estradas conforme modelo americano para diminuirmos incidentes e crime nestas estradas.

    7) Câmeras de seguranças nas capitais onde tem o maior número de crimes atualmente.

  • #3077
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    Jhonathan Rocha
    Espectador

    É evidente a necessidade de que haja uma reformulação na segurança pública nas três esferas: nacional, estadual e municipal. Neste contexto, é necessário que haja mais investimento, com visão de integração dos órgãos do ponto de vista laboral, com o objetivo comum de proteção do cidadão do bem e manutenção da ordem. Um outro quesito importante refere-se à questão da inteligência nos serviços policiais, o que traz muitos benefícios em termos de investigação e elucidação de casos. Assim, o tripé investimento, integração e inteligência é a base para que possamos melhorar a questão da segurança pública.

  • #3110
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    murilo psdb
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    .

     

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 1 dia atrás por  murilo psdb.
  • #3235
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    Estêvão Da Cunha Pereira
    Espectador

    Na minha cidade Peçanha-MG a insegurança está afetando direto a economia da localidade. Precisamos fazer políticas públicas para aumentar o patrulhamento na Zona Rural, destinando emendas para os polícias trabalharem com dignidade, como viaturas para o patrulhamento rural.

  • #3250
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    Paulo Fernando
    Espectador

    Inteligência e formulação de táticas de segurança pública baseadas em evidências. A era do achismo não pode mais sustentar.

  • #3270
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    Wallace Soares
    Espectador

    1- Redução da maior idade penal para 16 anos;

    2- Programa de videomonitoramento;

    3- Programa de construção de presídios, repassando áreas não utilizadas pelo governo para a iniciativa privada em troca da construção de presídios;

    4- Programa de privatização de presídios;

     

  • #3272
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    Marcionil Franca Veloso
    Espectador

    Lutar para que presos paguem aluguel pela prisão, e ou pagar pelo alimento, bem como, pagar pensao à vitima.

    Prisão para políticos com denuncias, e somente ser soltos se comprovarem a inocência. Assim a população verá que no Brasil não tem impunidade e evitaria cometer crimes, melhorando a seguranca publica.

  • #3298
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    Larissa Sena
    Espectador

    <span style=”color: #3c4043; font-family: Roboto, HelveticaNeue, Arial, sans-serif; font-size: 14px;”>Quando pensamos na </span>segurança pública<span style=”color: #3c4043; font-family: Roboto, HelveticaNeue, Arial, sans-serif; font-size: 14px;”> e para que ela serve</span><span style=”color: #3c4043; font-family: Roboto, HelveticaNeue, Arial, sans-serif; font-size: 14px;”>, logo nos ocorrem as ideias: proteger a sociedade, prover justiça para as vítimas, reduzir a violência. Mas antes de tudo devemos obter planejamento e seguir em etapas. Brasil, estados, cidades e bairros para maior sucesso das ideias de implantação de segurança. </span>

  • #3339
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    Vijanio Filho
    Espectador

    TEMATICA SEGURANÇA PUBLICA

    Uso da tecnologia

    A tecnologia da informação é hoje parte fundamental da sociedade. Não é mais possível tomar uma ação sem que haja integração com a TI. Portanto, a polícia deve se tornar cada vez mais aparelhada e especializada para aproveitar a tecnologia no combate ao crime.

    Na era digital, as leis do país e as regras de convívio social devem ser transportadas para a internet, afinal, ela é a continuidade da vida de todos os cidadãos. Os crimes que não são permitidos no mundo real também não podem ocorrer no mundo virtual.

    A evolução tecnológica tem sido aproveitada por criminosos para fraudes ao sistema, formações de quadrilhas e exposição de crimes. Para combater esses episódios de violência, os principais mecanismos são as bases policiais já existentes, tanto a Polícia Militar, para fazer operações de campo e prender pessoas de fato, quanto as Polícias Civil e Federal, que têm habilidades técnicas para investigações, descobrir quem são os alvos e aqueles que praticam os crimes.

    Em um segundo momento, é necessário gerar as provas para que a Justiça possa prender essas pessoas. Essas ações se tornarão mais efetivas a partir da entrega de ferramentas que potencializam a capacidade de investigação.

    Aplicação de metodologias

    O uso de recursos tecnológicos pode potencializar o combate ao crime e ajudar a reduzir os índices de violência, mas esse objetivo estará, efetivamente, mais próximo se a aplicação desses recursos for feita com base em metodologias. É por meio delas que será assegurado um planejamento bem estruturado para que as novas ferramentas atinjam o máximo potencial que podem entregar.

    A metodologia não é o simples uso da tecnologia, mas a melhor forma possível de operação com esses recursos. Por mais avançadas e modernas que sejam, as ferramentas não vêm em primeiro lugar.

    Estratégias bem-sucedidas de segurança pública devem partir da observação de qual é o problema de fato para seguir os passos corretos, investigar, gerar provas e solucionar crimes da maneira mais eficaz.

    Antes que ações sejam tomadas, é preciso analisar o conceito operacional e definir a metodologia de trabalho, para, então, ser iniciada a busca por tecnologia.

    Capacitação dos profissionais

    A extração do máximo potencial dos recursos tecnológicos está atrelada ainda à capacitação dos profissionais que serão responsáveis por sua operação. A capacitação e a atualização devem ser constantes, para que os agentes de segurança possam acompanhar as mudanças em tecnologia e as respostas a essas alterações sejam o mais breve possível.

    Policiais e os demais agentes devem se manter atualizados a respeito de questões sociais, tecnológicas e metodológicas constantemente. Somente assim serão capazes de saber como combater as novas formas de crime que surgem na era digital.

    É necessário acompanhar as mudanças tecnológicas para a investigação, geração de provas e condenação de culpados. Em maio deste ano, o jogo denominado Baleia Azul levava crianças e adolescentes a cometerem suicídio. Entender os meandros de algo que, inicialmente, poderia parecer uma brincadeira infantil, é um exemplo de como a atualização de conhecimentos ajuda na reação a casos similares. Quanto mais se conhece, mais fácil será reagir.

    Na era digital, há uma quantidade abundante de informações na internet, com crescimento exponencial e incessante. É necessário, portanto, ter a capacidade de filtrar quais informações são realmente relevantes para uma investigação e entender como extrair dados para análises objetivas de acordo com o que é permitido pela lei.

    Criação de setores especializados em inteligência

    Analisando o Plano Nacional de Segurança Pública esse estabelece a criação de Núcleos de Inteligência Policial. Todavia, diversos órgãos de segurança pública no país já contam com áreas de inteligência.

    O que deve evoluir no combate ao crime é o entendimento de que o que faz diferença para a diminuição dos índices de violência não é a força extensiva ou o aumento do contingente em campo. Esse diferencial é a inteligência.

    O uso de força extensiva sem o apoio da inteligência gera a perda de muitas vidas. Até agosto de 2017, já haviam sido registradas 100 mortes de policiais no Rio de Janeiro. É necessário, portanto, evitar o combate corpo a corpo.

    Todavia, não basta criar núcleos de inteligência, mas, sim, a base para trazer os resultados esperados. Isso somente é possível com capacitação para a análise dos dados e informações que são coletados com o auxílio da tecnologia, com a identificação e formação de profissionais com perfil analítico.

    Esses agentes de segurança pública convivem diariamente com um grande risco para suas vidas. Portanto, além de oferecer capacitação, é preciso criar as bases e fundamentos para que esses núcleos de inteligência consigam trazer os resultados esperados.

    Com o uso da tecnologia a partir de metodologias definidas e orientadas por profissionais bem organizados, é possível combater efetivamente o crime e melhorar a segurança pública.

     

  • #3340
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    Maria Tereza Olegário
    Espectador

    Difícil falarmos sobre a temática “segurança” e não abordamos a violência contra os negros, principalmente contra os jovens negros.

     

    Precisamos ter uma política de  qualificação de SEGURANÇA PÚBLICA para que as abordagens sejam humanizadas e que isso venha ser contínua. Estamos cansados de ver nossos irmãos e irmãs ameaçados sobre a arma da polícia e que na maioria dos casos não são culpados.

     

    Segundo pesquisas do Atlas da Violência em 2017, 35,7 mil jovens foram assassinados no Brasil. Esse número representa uma taxa de 69,9 homicídios para cada 100 mil jovens no país, taxa recorde nos últimos dez anos.

     

    Precisamos mudar esses dados, nossa NEGRITUDE não aguenta mais.

     

    #CHEGADEVIOLÊNCIA

     

    Tereza Olegário

    Presidente TucanAfro Alagoas e Secretaria Geral TucanAfro Nacional.

  • #3358
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    paula campello
    Espectador

    O grande problema no Brasil é que a policia prende e o judiciario solta com uma facilidade enorme.

    O criminoso sabe que nao ha pena muito longa e rapidoo bandido esta na rua.

    Precisamos do cumprimento efetivo das leis.

    Precisamos de uma policia saudável e bem equipada, com salarios dignos.

     

     

  • #3386
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    Bruno Santos
    Espectador

    Bom dia.

    Precisamos modernizar as forças policiais, bem a legislação penal, passando pela discussão da diminuição da maioridade penal, alterações na LEP e CPP. Viu-se que, com uma política (ampla) mais eficaz dentro das polícias, é possível diminuir os índices de criminalidade, vide Estado de São Paulo.

    É necessário encarar a problemática da política anti-drogas, estudar formas de não encarceramento de usuários, bem como trabalhar na prevenção contra o tráfico.

    Entender e propor soluções para a ressocialização dos reeducandos, para tentar diminuir a reincidência.

    Bruno Santos

  • #3413
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    Maria Marcia Gomes da Silva dos Santos
    Espectador

    O endurecimento das Leis e do sistema prisional é importante para combater o crime, principalmente o crime organizado.

  • #3419
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    Jessica Lacerda
    Espectador

    Discutir segurança pública no nosso país engloba vários pilares, além da reforma dentro da polícia, como uma maior capacitação dos policiais, para que atuem com responsabilidade, uma maior modernização da corporação, incluir a tecnologia no ambiente de trabalho dos profissionais, disponibilizar atendimento psicológico aos mesmo. Precisamos falar de inclusão social dentro das comunidades, mais educação, principalmente uma maior atenção no ensino básico, para que não haja evasão das escolas e crianças comecem a entrar pro crime organizado.

     

  • #3572
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    Augusto Aragão Júnior
    Espectador

    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify; text-indent: 63.8pt;”><span style=”font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: ‘Arial’,’sans-serif’;”>Pauta sempre discutida, importante e ao mesmo tempo uma crise sem fim …. a segurança pública no Brasil é um problema gravíssimo, onde, nas ruas esse termo é diretamente ligado à Policia Militar, que na maioria das vezes, em alguns estados têm a desconfiança da população, já no Amapá, possuem uma boa aceitação da sociedade.. mesmo com recursos mínimos… </span></p>

  • #3593
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    Marko Raiz Couto
    Espectador

    É urgente e necessário a unificação das policias civil, militar e guarda municipal. Preparar melhor as guardas municipais é necessário, em alguns municípios esta guarda só foca o transito , não ajudando nos problemas sociais de segurança da população. A inovação tecnológica nos instrumentos de segurança com treinamento especifico dos agentes policiais é uma ferramenta fundamental no combate a criminalização. Acredito também que para combater o crime temos que combater a fonte, com ações sociais utilizando temas que transformem as pessoas em uma nação menos desigual. Mas diante da situação atual precisamos combater e mostrar a força do estado, dando ferramentas adequadas, preparando e valorizando os responsáveis pela segurança no município, no estado e no país.

  • #3651
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    Willian Leal
    Espectador

    Não há como falar em segurança pública sem antes haver o aporte do estado, voltado a preparação, qualificação bem como a equipação dos profissionais da área de segurança pública. De que forma isso poderá ocorrer, uma vez em que muitos estados, municípios ao redor do brasil se encontram em dificuldades financeiras?  Talvez uma das ações que possam amenizar o impacto dentro desta realidade, seja visando o aporte através das PPPs, ao exemplo, de empresas oferecendo seus serviços para a manutenção e recuperação de viaturas com problemas ou fora de serviço.  Já por outro lado, a redução dos índices de criminalidade só terão um impacto mais efetivo, através da manutenção e rigidez da nossa legislação penal. É necessário penas mais rígidas, para haver exemplo!

  • #3657
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    Breno Viana
    Espectador

    O posicionamento do partido deve ser para que a justiça seja feita, aprovar leis mais duras, capacitar todas as forças armadas( polícia, exércitos e etc…)

     

     

     

  • #3667
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    Anderson M Salvador
    Espectador

    Não acredito que armar a sociedade é o caminho para vencer a insegurança.

    O cidadão de bem do brasil deve se preocupar em produzir no mercado de trabalho, gerir a familia elevando o bem estar social, garantindo aos filhos educação de qualidade.

    Acredito na qualificacao dos profissionais da segurança publica com ferramentas adequadas de trabalho desde a Arma até a viatura com trabalho de saúde mental.

    A criação de patrulhas rurais e comunitarias com inovação.

    O uso da tecnologia para combater a criminalidade e uma reformulação no sistema judiciario pois não adianta prender e depois soltar, deve se endurecer com o.cidadao que escolhe cometer crimes pois a sensação de que não ficara preso aumenta a criminalidade.

    Devemos trabalhar com a politica da prevencao mas estando pronto pro combate e após a vitoria no combate leis duras para manter o individio afastado do cidadão de bem.

  • #3669
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    Rafael Ventura
    Espectador

    Acredito que os profissionais de segurança pública devem ser mais valorizados, e receber salários melhores, pois só assim não terão interesse na corrupção. Alem disso, precisamos equipar e investir nas policias cientificas, para que possam investigar melhor e solucionar crimes, cada vez com mais eficiência e agilidade.

  • #3734
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    Ricardo Rangel
    Espectador

    Segurança é para ser tratada com prioridade em todo o Brasil.

    Deveria-se tomar como exemplo do Governo do Estado de Sp que conseguiu trabalhando muito possuir uma das melhores Policias do Mundo e a melhor do Brasil !!!

    Devemos equipar todos os Policiais do Brasil, investir em inteligencia com muita tecnologia, e precisamos proporcionar treinamento diário a todos os policiais do Brasil !!!

    Ricardo Rangel

  • #3751
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    Leonardo Martins
    Espectador

    Na época, a tão sonhada estabilidade econômica que o Brasil conquistou por meio do plano real, criado pelo Ministro tucano, que depois tornaria-se Presidente do Brasil, tinha a mesma importância e necessidade que tem hoje para os brasileiros, o tema da segurança pública.

    É um tema de extrema importância, que muito poucos sabem trabalhar por ele de maneira correta e que passou a ser muito mencionado nos últimos tempos, não pela carência do mesmo que sofrem os brasileiros, mas sim, por aqueles que fazem politicagem e populismo radical, em cima de algo tão sério.

    Acredito que a linha de defesa do PSDB com relação a segurança pública seja a linha correta, coerente e que deve permanecer, pois ao invés do discurso radical e vazio, que não apresenta soluções reais, historicamente, com muito trabalho, nós damos o bom exemplo e sim, apresentamos soluções possíveis, criativas, necessárias e realistas na área da segurança pública.

    Dentre muitos bons exemplos praticados por membros do nosso partido, cito a atuação do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que em sua gestão, utilizando da inteligência, capacitação e tecnologia, baixou o índice de criminalidade do estado para o menor do Brasil. Cito também o exemplo da ex-governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, que na Câmara dos Deputados, fundou a FPMPV, e contou com apoio de ampla maioria dos parlamentares integrantes do Congresso Nacional, que entenderam ser necessário e muito melhor previnir, do que combater a violência. Também cito um grande exemplo, dado pela Prefeita de Pelotas, Paula Mascarenhas, que definiu a segurança como prioridade de seu mandato frente ao executivo municipal, e com esse objetivo, criou o “Pacto Pelotas pela Paz”, uma iniciativa que tornou-se referência no Brasil inteiro e tem como objetivo previnir a violência desde a infância e gerar oportunidades para que jovens se mantenham longe do mundo do crime.

    Ambos são grandes e bons exemplos, que simbolizam, na minha visão, como deve ser a atuação e linha de defesa do PSDB no setor da segurança pública: investir na prevenção, tecnologia, capacitação, mas ao mesmo tempo, ter tolerância zero com criminosos e apoiar forças armadas e demais órgãos de segurança, sem radicalização e sem populismo, mas com coerência e senso de responsabilidade.

    Leonardo Martins – RS

  • #3775
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    Álvaro Paz
    Espectador

    A segurança é um tema que, de forma praticamente diária, está em pauta na imprensa do Brasil. A sensação de insegurança, somada ao medo, está presente na vida de grande parte da sociedade civil brasileira, principalmente nos grandes centros urbanos. Assim como o acesso à saúde, à educação e à moradia, a garantia de ir e vir com segurança é um direito fundamental previsto pela Constituição Federal de 1988, sendo dever do Estado assegurá-lo.

  • #3783
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    Aline Góes
    Espectador

    É preciso prevenir que o crime aconteça!

    Mas, não é somente com repressão que se combate a insegurança nas cidades. Implantar o policiamento de proximidade em bairros com altos índices criminais, para aproximar oficiais e cidadãos, através do diálogo, pode diminuir a violência e garantir a paz e o bem-estar aos moradores. Já adotado no Rio de Janeiro, esse projeto permite que os policiais conheçam as necessidades e entendam a realidade do local. Juntos, a população, respeitando regras sociais e não participando de atos ilícitos, e os profissionais da segurança trabalham para diminuir os problemas com crimes e violência

  • #3785
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    Adauto Oliver
    Espectador

    Acredito na volta da ronda escolar nas bases comunitárias em pontos estratégicos , deixar policiais aposentados trabalharem de inspetor dentro das escolas …

    Acredito em resgatar os valores fazer a população sentir se segura através de rontas ostensiva combate ao tráfico de droga restruturação da polícia civil que está abandonada na questão delegacia e efetivo ….  Proibir esse negócio de saidinha de natal !!!!! Pelo amor né …. Cara mata ou estrupa la dentro fica mocinha quietinha e ganha recompensa aff .. chega de palhaçada nesta questão …   Não a divulgação das operações policiais a mídia antes q seja concluída pois bandido assisti tv !! E se orienta por ela também e divulgar só atrapalha …

    Como vc acha q Paulo Cupertino fugiu e fugiu será q ele não via a mídia cantando bola onde ele poderia estar ??!!!  Acabar com os bailes funk dentro das favelas  fonte de renda de bandidos ….

     

  • #3836
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    MAURO LUIZ DE VASCONCELOS
    Espectador

    [quote quote=735]Precisamos equipar os policiais e criar a Ronda Escolar e voltar as bases da Polícia Comunitária.[/quote]

    criar leis mais severas para punir criminosos.

    Reformar o judiciário brasileiro.

    A polícia prende, a justiça solta.

    Acabar com a progressão de pena.

  • #3839
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    Max Diego Ferreira dos Santos
    Espectador

    Boa noite , Ficaria muito feliz se alguém pensasse em coloca os vigilantes nas escolas . Quantos exemplos  tivemos , e isso só vem a público quando acontece uma tragédia. Os pais ficariam mais tranquilo em casa , sabendo que seus filhos estão seguros e ajudaria muito a da mais emprego na área de segurança .

     

  • #3905
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    Lucas Pinheiro
    Espectador

    É necessário estudar os fenômenos que levam as pessoas a cometerem crimes e tratar esse problema no raiz. O combate à vulnerabilidade e atenção social são ações que podem ser tomadas neste sentido.

    A Política de Segurança Pública não deve ser vista apenas como operações policiais, mas principalmente na intervenção estatal para que não haja crimes e, neste sentido nem sempre a resposta deve ser repressão policial. A prevenção, isto é, investimento em inteligência é fundamental. Repressão e truculência são receitas pra o desastre.

     

  • #3908
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    Dourado Apodi
    Espectador

    Precisamos discutir duramente o pacote anticrime. Punir realmente os que cometem crimes, tomar conta de nossas fronteiras, desaparelhar o crime e dar fim as farras no sistema carcerário, retirando de vez o acesso ao celular e à internet pelos presos. Por fim, um sistema de segurança pública  forte e eficiente, conectado e com troca de dados e informações em âmbito nacional.

  • #3942
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    Diego Mariano
    Espectador

    Um olhar atento às fronteiras. Moro no estado de Mato Grosso do Sul, estado que tem milhares de quilômetros de fronteira seca com dois países, Paraguai e Bolívia, e em decorrência disso é corredor do tráfico de drogas, armas e do contrabando de cigarros, principalmente. Como agravante, algumas cidades fronteiriças são ligadas diretamente às cidades paraguaias, como o caso de Ponta Porã, onde não há fronteira física e apenas uma avenida marca sua divisão com Pedro Juan Caballero.

    Isso torna esta região palco de intensa disputa pelo controle do tráfico internacional de drogas, com a crescente presença do PCC em disputa com os chefes dos cartéis locais. E mesmo com tudo isso o Governo Federal tem se omitido no enfrentamento desta questão, o que tem custado além de recursos públicos, pois o Governo do Estado tem assumido o enfrentamento dessa questão, vidas de cidadãos brasileiros e paraguaios.

    O PSDB tem o dever de ser vanguarda nesta questão, até pelo fato de termos em MS o governador tucano Reinaldo Azambuja, propondo medidas para o efetivo guarnecimento das fronteiras, com programas e ações específicas para estas regiões.

  • #3951
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    Rafael Assunção Miranda
    Espectador

    O tema da segurança é complexo e exige muito dialogo, tanto de especialistas como da sociedade, quero focar aqui em um único tópico dentro dos vários a respeito do tema segurança, a situação das cadeias neste país.

    Como muitos já devem ter ouvido, as cadeias deste país são na verdade universidades do crime, os jovens que entram lá por crimes relativamente simples se tornam profissionais dispostos a matar, sequestrar e daí para pior. O PSDB deve ter como um dos focos direcionar mais esforços políticos nesta questão, prisões abarrotadas de preso se tornam incontroláveis, o discurso fácil de “deixa lá, se ficar com mais sessenta numa cela vai aprender”, vai aprender a fazer o mesmo que os outros, quando a cadeia se torna insustentável é a sociedade do lado de fora que sofre.

    É preciso ocupar estes presidiarios, levando empresas para que os mesmos possam trabalhar, ocupar a mente e conseguir algum retorno, nisto o governo deve agir estruturando cadeias, levando a iniciativa privada a investir no sistema prisional, é necessário também que a justiça brasileira seja mais agil, falo como cidadão, não sou advogado e não tenho domínio sobre tal tema, porém sei que a justiça no Brasil não se paga comparado ao que gastamos nela, muitas coisas precisam ser revistas.

    Fica aqui minha opinião, mais um voto de indignação e a sugestão de se olhar com mais atenção o sistema prisional. Grato.

  • #3966
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    Juan Medeiros Barbosa
    Espectador

    A problemática da Segurança é nacional, e por ser de alcance nacional fica claro que soluções pontuais não são suficientes.

    Não há como falar em melhoria da Segurança sem tocar em pontos nevrálgicos, como é o caso da revisão do Código de Processo Penal. Da mesma forma que o Código de Processo Civil foi revisto por ter ficado totalmente obsoleto ao longo dos anos, é preciso revisar o CPP para corrigir distorções, como a infindável postergação através de recursos judiciais, e para garantir mais agilidade ao Judiciário. Investir em penas alternativas e mais adequadas à realidade podem ser saídas a serem adotadas, bem como a adequação da legislação brasileira às boas práticas identificadas em outros países.

  • #3981
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    Vinicius Veiga
    Espectador

    Precisamos tratar esse tema como prioridade, na  Baixada Fluminense/ Duque de Caxias-RJ,  enfrentamos ha décadas o problema da segurança publica.  Além de ser uma questão de dignidade, afeta toda cadeia produtiva/econômica. No Brasil  temos mais de 60 mil assassinatos por ano. Se  mata mais aqui do que em países que estão em guerra.  Alguma coisa precisa ser feito, esse atual modelo de segurança  está fracassado. Essa visão mais a esquerda (vide  Jean-Jacques Rousseau), onde  apenas a  questão social é responsável por todas essas mazelas é um desrespeito com milhões de brasileiros pobres deste país quesão honestos e  acordam cedo para trabalhar.  Pra mim o crime é questão de escolha.  O que percebo é um sentimento de impunidade generalizado, por isso peço encarecidamente que a reforma do código penal seja prioridade para nossos deputados federais e senadores.  Temos um código penal arcaico, defasado e frouxo, um verdadeiro convite a impunidade. No mundo real marginal só respeita o que teme.

    Outra questão é a  realidade continental do nosso país, precisamos dar a possibilidade para que os Estados legislem sobre segurança publica. A minha realidade no Rio de Janeiro é totalmente diferente de uma pessoa que mora no Amazonas ou no Rio Grande, por exemplo.

    Por ultimo fazer as reformas administrativas que o país precisa, para poder priorizar no orçamento segurança publica. Não adianta ter 1 milhão de bons projetos se não tem orçamento, nem financeiro pra executar.

  • #3986
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    MIRACY FERREIRA LIMA
    Espectador

    A discussão sobre o Tema Segurança Pública sempre recai sobre o aparelhamento da força policial esquecendo-se do seu principal elemento, O POLICIAL. O Homem ou Mulher, que vai para o enfrentamento dos criminosos, arriscando suas vidas e a vida de seus familiares. A formação dos policiais é primária, sua preparação física também, preparação psicológica, acho que nem é considerada. Plano de Carreira, Salários Adequados ao Risco de Vida, Moradia. O Policial mora na mesma periferia que os marginais. Têm que esconder sua identidade para não serem mortos. Trabalha sozinho, não participa do planejamento estratégico das ações de segurança. E quando morre, deixa sua família desabrigada. Moro no Ceará, sol causticante, calor acima de 35 graus, Policiais, roupa, calçado, peso das arma, colete e condições de trabalho nas ruas… é um roubo de energia.

    Outro fator de incremento ao crime é o Sistema Prisional, desde as Delegacias, estendendo-se até as Penitenciárias. São verdadeiras Universidades do Crime. Não há separação para criminosos de maior ou menor periculosidade. Criminosos Primários jovens, Reincidentes,  junta-se, assassinos com ladrões, traficantes, estupradores, drogados, doentes, atletas, com qualificação profissional, analfabetos. Uma população, como na idade média, jogada em prisões para morrerem, se não fisicamente, morrerem como humanos.

    Muitos já cumpriram pena e continuam presos, muitos nunca foram julgados, competências, qualificações, habilidades não são consideradas, porque não existe um programa de recuperação desses detentos. Um ambiente humanizado é o mínimo que se pode proporcionar a alguém privado de liberdade. Para termos uma noção do que isso significa, basta assistir um Big Brother, que pessoas, cercadas de luxo bebidas e festas, ficam desestabilizadas pelo simples fato de estarem confinadas sem noção do que se passa lá fora. É como ser enterrado vivo. Claro que há criminosos que deveriam pegar prisão perpetua,  como os que matam e violentam crianças e maltratam idosos, indefesos. Mas temos notícias de histórias de recuperação, principalmente, através do trabalho de religiosos. Para onde vai o presidiário após cumprir a pena? Não existe esse programa. Então, verifica-se um aumento progressivo do crime. Fazer o detento trabalhar. Cultivar hortas dentro dos presídios, escola obrigatória, oficinas de qualificação, marcenaria, pintura, costura, bordados, artesanato, tornar os presídios em locais de recuperação e ressocialização de quem teve a infelicidade de delinquir e é função do Estado. Investir na recuperação de delinquentes deveria ser considerado como uma  política de combate ao crime e à violência.

  • #4095
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    Ver. Claudio Rocha Sao Gonçalo
    Espectador

    Nos ultimos 60 dias as escolas municipais do complexo do Salgueiro em São Gonçalo RJ, só tiveram 20 aulas, as pessoas nao podem levar seus filhos as creches e. Nem sair pra trabalhar. É preciso repensar a segurança pública no estado, onde o poder cerca a comunidade nao trás serviços e não respeita o direito de ir e vir. A grande maioria das pessoas da comunidade são pessoas de bem. Falta inteligencia. Ciência e Cientifica. Nao se prende os grandes financiadores . estes nao estão nas comunidades.

  • #4175
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    Daniel Silva
    Espectador

    De fato a Segurança é um tema fundamental para ser debatido, porém pouco comentado. Vejo que deveria de fato ter uma atenção maior a essa área até mesmo para o preparo psicólogico quanto o intelectual  do PM. Fortalecimento estrutural em bases militares principalmente em bairros periféricos onde possam ter e passar segurança  a sociedade e salários assecivos a classe.

  • #4179
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    Charlles Gerônimo
    Espectador

    SEGURANÇA – Hoje nosso Brasil, uma grande insegurança. Nossas polícias precisam de uma reformulação… As leis também. Hoje protegemos mais bandidos do que os brasileiros de bem.

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