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Queremos te ouvir, te consultar, dialogar. Aqui voc√™ deixa sua opini√£o, coment√°rios, sugest√Ķes.
E qual deve ser a posi√ß√£o do PSDB sobre o tema indicado. Sua contribui√ß√£o ser√° fundamental para deÔ¨Ānir os rumos do partido.

Este t√≥pico cont√©m 243 respostas, possui 223 vozes e foi atualizado pela √ļltima vez por  Marcus Vinicius Pestana da Silva 1 m√™s, 1 semana atr√°s.

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    Ronan
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    Caio Narcio Rodrigues
    Espectador

    √Č ineg√°vel que o Brasil precisa de mais medicos, neste contexto, aonde estamos errando?

    Não temos capacidade de formar mais médicos? Precisamos importar médicos de fora?

    Qual seria a  solução para este problema?

     

    Vocês acham justo, o modelo dos Mais médicos?

     

    Médicos Cubanos receberem menos que os Brasileiros?

    Médicos não serem submetidos ao exame REVALIDA?

    • #1500
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      Jonathan Ferraz
      Espectador

      Com uma popula√ß√£o sem h√°bitos saudades, √© nitido que apareceram doen√ßas, ent√£o o desafio necess√°rio n√£o √© acaba com¬† a doen√ßa, mas sim com aqueles que propriciam sua propaga√ß√£o, deve educar esses cidad√Ķes sobre os perigos de n√£o ter uma vida saud√°vel, cigarro, √°lcool, drogas s√£o um dos tantos que matam todos os anos pelo seu uso irracional desta pessoas, devemos ir no problema as pessoas, e se poss√≠vel clicar multas para pessoas que n√£o adotarem h√°bitos saudades, essas pessoas devem ter a no√ß√£o real do que est√£o fazendo com suas vidas, e com a vida daqueles que est√£o pr√≥ximos, que n√≥s possamos amenizar este grande surto que √© a desinforma√ß√£o pela grande massa.

    • #5411
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      Lucas Bertoni
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      Boa noite.

      Acredito que o debate sobre o Programa Mais M√©dicos seja a ponta de uma montanha de quest√Ķes mais profundas do nosso sistema de sa√ļde. Os m√©dicos brasileiros s√£o extremamente bem preparados, muito em decorr√™ncia do fato ineg√°vel de que todas as faculdades de medicina do pa√≠s (privadas e p√ļblicas) s√£o boas e formam bons profissionais. Desse fato, √© f√°cil concluir que n√£o temos grande quantidade de m√©dicos se formando e aqueles que se formam n√£o querem e n√£o se sujeitam a trabalhar em quaisquer condi√ß√Ķes. Inclusive porque boa parte desses pagou centenas de milhares de reais para se formar e n√£o se interessa pela proposta de prestar concurso para ganhar 18 mil reais no interior do pa√≠s. Nesse contexto, √© dif√≠cil discutir se h√° justi√ßa com os m√©dicos cubanos, pq eles aceitam essa realidade e isso representa um padr√£o de vida muito melhor do que eles tinham em seu pa√≠s. Portanto, na quest√£o da remunera√ß√£o, acredito sim que haja justi√ßa, por entender ser uma quest√£o de mercado de trabalho e oportunidades. Contudo, justamente pelo fato de s√≥ formarmos grandes m√©dicos, acredito que todos devem se submeter a exames de qualifica√ß√£o, no caso, o REVALIDA. Por fim, considerando que n√£o temos tantos m√©dicos no Brasil, vejo a vinda dos estrangeiros como positiva, sem atrapalhar ou “tirar o emprego” dos nossos m√©dicos, como algumas lendas urbanas sao faladas por a√≠…

    • #5413
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      Lucas Bertoni
      Espectador

      Outras quest√Ķes que considero importantes no debate sobre sa√ļde s√£o: investimento na profilaxia e repensar o sistema de sa√ļde p√ļblica brasileira. Para mim n√£o h√° como debater sa√ļde p√ļblica sem tratar de um dos problemas mais cr√īnicos do pa√≠s, saneamento b√°sico. Enquanto n√£o tratarmos isso como um tema de sa√ļde p√ļblica, n√£o encontraremos uma solu√ß√£o. Boa parte das doen√ßas q afligem a parcela mais humilde da popula√ß√£o decorrem ou s√£o agravadas pela falta de higiene, √°gua contaminada, etc. Al√©m disso, incentivar as pesquisas na descoberta de novas vacinas √© fundamental e extremamente econ√īmico no combate a doen√ßas. Somos um dos pa√≠ses que mais tem pesquisas em curso sobre vacinas. Precisamos aproveitar isso. Em rela√ß√£o ao sistema p√ļblico de sa√ļde, em primeiro lugar, precisamos superar o preconceito de boa parte das pessoas em rela√ß√£o √†s organiza√ß√Ķes sociais que cada dia mais passam a administrar os postos de sa√ļde, UPA’s, etc. Trata-se n√£o de privatiza√ß√£o da sa√ļde, mas de aprimorar e dar efici√™ncia e aten√ß√£o √† gest√£o de cada unidade de sa√ļde e em grande parte dos casos, tem trazido resultados extremamente positivos, melhorando a situa√ß√£o do atendimento √† popula√ß√£o. Outra quest√£o eu acho meio pol√™mica, mas entendo que para que o SUS seja sustent√°vel a longo prazo, precisamos repensar qual a sua fun√ß√£o precipua. Nesse ponto, acredito q o sistema de sa√ļde privada e as entidades filantr√≥picas podem ter uma fun√ß√£o de complemento ao SUS. Assim poder√≠amos pensar em um SUS que fosse especializado, por exemplo em tratamentos b√°sicos de primeira ordem e atendimentos mais simples. Ao mesmo tempo, poderia manter e ampliar alguns tratamentos de sucesso, como a rede p√ļblica de combate ao c√Ęncer, mas se dedicando apenas a essas √°reas, delegando o estado √†s entidades privadas e filantr√≥picas, os tratamentos menos comuns e mais espec√≠ficos, que oneram demasiadamente a rede p√ļblica, especialmente pela data de estrutura nos postos e ambulat√≥rios. Al√©m disso, √© preciso aprimorar o sistema de fornecimento de medicamentos √† popula√ß√£o mais humilde, sendo que nosso partido sempre foi o respons√°vel pelas melhores pol√≠ticas p√ļblicas nesse sentido, como os gen√©ricos, o programa dose certa e as farm√°cias populares.

    • #3039
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      Ednea Neves Resende
      Espectador

      O médico de fora ou que se formou fora só poderá atuar no Brasil com o revalida.

      O problema não são os médicos e sim a falta de estrutura para atendimento.

      N√£o h√° equipamentos, nem medica√ß√Ķes b√°sicas. Falta at√© gaze e micropore para curativos. Falta fio para suturas.

      Como querer que alguém atenda num lugar assim, apenas com boa vontade e um estetoscópio?

    • #3648
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      Henrique Lacasa
      Espectador

      O desafio não é formar mais médicos, nosso país já forma muitos, e com excelência.

      O que deve ser feito √© fornecer bons equipamentos e instala√ß√Ķes, al√©m de boa remunera√ß√£o para garantir que o SUS seja uma boa op√ß√£o para aqueles que desejam atuar na medicina.

      Al√©m disso, √© essencial expandir a cobertura do Sistema √önico de Sa√ļde, garantindo que toda a popula√ß√£o tenha acesso aos tratamentos e servi√ßos de maneira r√°pida e eficiente. √Č inadmiss√≠vel que algu√©m espere meses para realizar um exame.

      O SUS √© um exemplo para o Mundo. Nosso pa√≠s teve uma incr√≠vel ousadia em criar tal conceito e fizemos com excel√™ncia, embora v√°rias melhorias sejam necess√°rias. Fornecer atendimento m√©dico gratuito para todos os cidad√£os √© um feito incr√≠vel e admir√°vel. √Č preciso refinar o que for necess√°rio e dar voz √† popula√ß√£o para que os anseios sejam ouvidos e atendidos da maneira correta.

    • #4710
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      Gustavo Lima
      Espectador

      N√£o precisamos de mais m√©dicos, precisamos tirar o m√©dico como o √ļnico profissional de sa√ļde, ele deveria ser diagnosticador e cirurgi√£o, e caberia aos demais profissionais o cuidado e acompanhamento.

      O modelo de pagamento (privado e p√ļblico) √© centrado no servi√ßo. Hoje paga-se o servi√ßo e n√£o a cura pela doen√ßa e ou pela revitaliza√ß√£o ou pelo diagn√≥stico preciso. Se o pagamento for por popula√ß√£o, distribu√≠da em quadrantes nosol√≥gicos, que privilegiasse a recupera√ß√£o e prote√ß√£o aos agravos, talvez as fraudes e as industrias de exames e procedimentos desnecess√°rios, quando realmente realizados, chegassem ao fim.

  • #799
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    Christian De Oliveira Camillo
    Espectador

    Bem concordo que o Brasil, precisa de mais m√©dicos, isso √© ineg√°vel como disse o deputado Caio Narcio, e acredito que estamos errando na financiamento de a√ß√Ķes, pois ao contr√°rio gastar curando a doen√ßa poder√≠amos melhorar os √≠ndices de sa√ļde cuidando maia da preven√ß√£o as doen√ßas do que no tratamento das doen√ßas. Acredito que a solu√ß√£o passa pela profilaxia da doen√ßa atrav√©s do incentivo ao saneamento b√°sico, programas de sa√ļda de fam√≠lia, tirando os profissionais de sa√ļde de postos onde s√≥ tratam a doen√ßa para levar os mesmo √† campo para evitar as doen√ßas. N√£o concordo com o modelo atual do Mais M√©dicos porque sua despesa vai aumentar os custos com sa√ļde. N√£o acho justo os m√©dicos cubanos receberem menos pois o servi√ßo deles deve ser remunerado conforme sua efic√°cia nos resultados como os brasileiros. E penso que todos os m√©dicos devem passar por avalia√ß√Ķes e atualiza√ß√Ķes peri√≥dicas. Pode ser um pouco ut√≥pico mas √© o que penso.

  • #805
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    Jorge Lopes Cançado
    Mestre

    A primeira medida √© mudar a universalidade do SUS, a sa√ļde gratuita n√£o tem que ser para todos e sim para quem precisa.

    Proponho que o PSDB tenha como bandeira, que a sa√ļde deve funcionar no sistema de vouchers proporcionais a renda, quem n√£o tem condi√ß√Ķes, tem a sa√ļde totalmente subsidiada, quem pode pagar um pouco, paga um pouco, quem pode pagar muito, paga muito.

    Diminui o gasto com o sistema de sa√ļde e melhora a qualidade do mesmo.

  • #806
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    Lucas de Lima
    Espectador

    √Č imprescind√≠vel o PSDB defender pautas na sa√ļde voltada para a educa√ß√£o como a de termos psic√≥logos nas escolas p√ļblicas acompanhando nossos jovens para que possam se desenvolver e se tornarem adultos saud√°veis tanto na vida pessoal, no trabalho e vida acad√™mica. Ajudando no direcionamento, press√Ķes do dia-a-dia ou at√© mesmo reduzir o √≠ndice de depress√Ķes e suic√≠dios.

  • #819
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
    Espectador

    No contexto da redemocratiza√ß√£o, conquistamos um novo ordenamento jur√≠dico, que traz como centralidade a participa√ß√£o popular nos processos decis√≥rios. Desse modo, nos anos 1990, no Brasil, iniciou-se um per√≠odo de conquista do ponto de vista jur√≠dico para a amplia√ß√£o da participa√ß√£o social assegurada nos documentos da Constitui√ß√£o Federal, na Lei Org√Ęnica da Sa√ļde. Com o Inicio da Era FHC a pol√≠tica de Sa√ļde das pessoas portadoras/vivendo com HIV/AIDS, ganha propor√ß√Ķes gigantescas, √© neste momento que essa Pol√≠tica de sa√ļde promove avan√ßos significativos para a dignidade e humaniza√ß√£o para o prolongamento da vidas dessas Pessoas. Foi FHC que iniciou essa caminhada, que hoje no Governo atual est√° sendo dilu√≠da (um verdadeiro desmonte), qual a perspectiva da Social Democracia quanto Legisladores e Executivo na atua√ß√£o na promo√ß√£o e no combate ao HIV/AIDS? Precisamos Falar de Preven√ß√£o como Pol√≠tica P√ļblicas com um olhar para a sa√ļde p√ļblica. Outro Ponto, seria a Pol√≠tica Nacional Integral da Sa√ļde da Popula√ß√£o LGBT. Como Social Democracia pensa em construir uma a√ß√£o efetiva que promovam a sa√ļde de todas as pessoas independente a sua Condi√ß√£o Sexual?

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #863
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    Marcelo Galdieri
    Espectador

    Para melhorar a gest√£o da sa√ļde, √© important√≠ssimo a implanta√ß√£o do PRONTU√ĀRIO ELETR√ĒNICO DO PACIENTE para todos que s√£o cadastrados no SUS.

    O prontu√°rio localizado na “nuvem”, deve conter um banco de dados completo sobre a vida m√©dica do paciente, desde seu cadastro, vacinas, alergias, doen√ßas e diagn√≥sticos anteriores, exames e tratamentos.

    Com isso economiza-se tempo.

    Quem já frequentou médico pelo SUS sabe a dificuldade desde a entrada do paciente:

    Gasta-se tempo preenchendo informa√ß√Ķes para a ficha de admiss√£o em todo estabelecimento que vai. Com as informa√ß√Ķes em “nuvem”, basta o usu√°rio apresentar o cart√£o o SUS, pelo n√ļmero, o sistema busca todas as informa√ß√Ķes, reduzindo o tempo para fazer ficha e triagem.

    O m√©dico que atende o paciente j√° recebe o hist√≥rico e exames e pode pedir apenas exames complementares, evitando redund√Ęncias e repeti√ß√£o de exames sem sentido.

    Precisamos desenvolver o modelo e disseminar isso para todo o Brasil, afinal, sa√ļde atualmente √© quest√£o de gest√£o.

    Por que n√£o desenvolvemos solu√ß√Ķes atrav√©s de “Startups”? Por que os governos administrados por n√≥s n√£o fomenta a utiliza√ß√£o da economia criativa? Por que n√£o desenvolvemos encubadoras para desenvolvimento de solu√ß√Ķes para uso governamental?

    Em um mundo cada vez mais conectado, com uso de Internet das Coisas (ioT), por que n√£o desenvolvemos um prontu√°rio mais conectado?

    Precisamos tornar a popula√ß√£o mais pr√≥xima das nossas a√ß√Ķes atrav√©s da tecnologia, assim √© poss√≠vel ampliar a satisfa√ß√£o e trazer o selo “PSDB” de Gest√£o de Qualidade para a sa√ļde.

  • #867
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    JOAO BATISTA DE SOUZA TRIGUEIRO
    Espectador

    Acho que o melhor modelo de sa√ļde a ser adotado no Brasil √© o modelo terceirizado. A presta√ß√£o de servi√ßos m√©dicos, odontol√≥gicos,¬† hospitalares, radiol√≥gicos, ambulatoriais¬† etc, deveria ser realizada exclusivamente pela iniciativa privada. A presta√ß√£o desses servi√ßos diretamente pelo Estado seria substitu√≠da por uma presta√ß√£o indireta mediante o fornecimento, pelo Estado, de um¬† plano de sa√ļde privado √† popula√ß√£o carente, enquanto a situa√ß√£o de car√™ncia familiar permanecer.

    Atrav√©s do estabelecimento de faixas de renda familiar, a coparticipa√ß√£o financeira das fam√≠lias variaria de zero a cem por cento do custo do plano de sa√ļde. Por exemplo, fam√≠lias de quatro pessoas com renda familiar de quatro sal√°rios m√≠nimos receberiam o plano de sa√ļde gratuitamente. Fam√≠lias de quatro pessoas com renda familiar de doze sal√°rios m√≠nimos receberiam o plano de sa√ļde com 50% de isen√ß√£o, fam√≠lias de quatro pessoas com renda familiar de 24 sal√°rios m√≠nimos receberiam isen√ß√£o de 25% do custo mensal do plano, Fam√≠lias de¬† quatro com renda familiar de 48 sal√°rios m√≠nimos ou mais n√£o receberiam isen√ß√£o, podendo a seu crit√©rio contratar planos de sa√ļde particulares.

    O limite de quatro planos de sa√ļde por fam√≠lia seria um est√≠mulo ao planejamento familiar

    proponho o mesmo modelo para a educação.

     

  • #939
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    Silvia Cibele
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    Vou focar na sa√ļde da popula√ß√£o negra, que √© a que mais sofre viol√™ncia dom√©stica, que tem o maior √≠ndice de suic√≠dios na adolesc√™ncia e, consequentemente sabemos que a fam√≠lia negra perif√©rica √© uma fam√≠lia que, na sua grande maioria, precisa de mais do que aten√ß√£o b√°sica de sa√ļde, precisa de condi√ß√Ķes de¬† saneamento b√°sico e principalmente de acompanhamento psicol√≥gico familiar.

     

    Podemos acrescentar como sugest√£o de debate a necessidade de protocolos de sa√ļde para a doen√ßa falciforme. A Anemia falciforme predominante da ra√ßa negra, tem consequ√™ncias que afetam at√© o trabalho do paciente.

    Precisamos criar centros de aten√ß√£o √† sa√ļde da popula√ß√£o negra, prevenir a doen√ßa como diabete e hipertens√£o significa economia para o SUS no tratamento do card√≠aco, nas cirurgias de catarata e na distribui√ß√£o de insulinas.

    A sa√ļde precisa ser estudada para al√©m do hospital e da entrega de medica√ß√£o.

     

     

  • #961
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    Cassiano Janu√°rio Cordeiro
    Espectador

    Prevenir doen√ßas, pandemias… de form antecipada com pesquisas, consultas e tecnologia. O PSDB precisa treinar ou criar um setor t√©cnico e capacitado de sa√ļde com especialistas que possa orientar seus filiados.

  • #978
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    Elizalva Lima
    Espectador

    1- Precisa-se ter mais investimentos na sa√ļde, por√©m mais fiscaliza√ß√£o obrigat√≥rias nas prefeituras para o bom uso destas verbas, aqui no interior de S√£o Paulo se ver bastante constru√ß√£o de postos de sa√ļde, e nem um complemente equipado como tem de ser, (seria menor n√ļmero e melhor qualidade).

    2- Sem d√ļvidas aumentar¬† o n√ļmero de contrata√ß√£o de m√©dicos, exigir qualifica√ß√£o, humaniza√ß√£o por parte dos atendentes, da recep√ß√£o ao m√©dico.

    3 РFacilitar a formação de jovens Brasileiros carentes cursarem uma faculdade de medicina, que atualmente é exorbitante o valor de uma mensalidade.

    4 РFaz-se necessário também investi em remédios de auto custo.

  • #991
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    Gleyson Macedo
    Espectador

    1. Pagamento de tratamento do sus por pessoal de alta renda

    2. Criacao de novos cursos de medicina no Brasil

    3. Melhorar a estrutura dos hospitais

    4. Criar banco de dados dos pacientes do sus

    5. Reducao de impostos de medicamentos

  • #1004
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    Bolívar Gomes
    Espectador

    O Brasil precisa de programa consistente para levar m√©dicos ao interior do pa√≠s. A realidade √© que nem o Mais M√©dicos nem o M√©dicos Pelo Brasil foi capaz de suprir tal necessidade. Sugiro que este programa conte com a necessidade de comprometer as prefeituras de foment√°-lo com indicadores pr√≥prios, pois muitas n√£o fazem indicadores como a quantidade de atendimentos de um m√©dico em uma hora, o √≠ndice de assertividade com a solu√ß√£o ou n√£o dos problemas de sa√ļde conforme a gravidade, etc.

     

  • #1015
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    Silvia Cibele
    Espectador

    PROPOSTA DE DESENVOLVIMENTO DA POL√ćTICA DE SA√öDE INTEGRAL DA POPULACAO NEGRA

    AS COMISSOES (CISTT, COMUNICA√á√ÉO INFORMA√á√ÉO E EDUCA√á√ÉO E POLITICA DE SA√öDE) V√äM SOLICITAR A DELIBERA√á√ÉO DO CONSELHO ESTADUAL DE SAUDE CES NO SENTIDO DE SUA PARTIICPA√á√ÉO E APOIO OPERACIONAL PARA A REALIZA√á√ÉO DE CURSO/OFICINA/CAPACITA√á√ÉO/SEMINARIOS) VOLTADOS AOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS NA SA√öDE, COM FOCO NA IMPLANTA√á√ÉO EFETIVA DA POLITICA NACIONAL DA SAUDE DA POPULA√á√ÉO NEGRA IMPLANTADA EM 2009 E AINDA N√ÉO EFETIVADA NO √āMBITO DO ESTADO DE S√ÉO PAULO – PROJETO PILOTO SE INICIAR√Ā EM PRESIDENTE PRUDENTE¬† E EM OUTROS MUNICIPIOS, AT√Č DEZEMBRO DO CORRENTE ANO.

    Para estimular a efetiva implanta√ß√£o da Pol√≠tica √© necess√°rio criar movimentos cont√≠nuos de divulga√ß√£o e espa√ßos de discuss√£o em todas as regi√Ķes de sa√ļde do Estado congregando gestores, trabalhadores e sociedade civil, estabelecendo ¬†f√≥runs permanentes¬† de integra√ß√£o e gera√ß√£o de propostas apoiados pelas Instancias respons√°veis nas Secretarias de Sa√ļde.
    – estrat√©gia apresentada pela Sec Sa√ļde para o CPDCN SP, ou seja, dessa realidade que o poder√° integrar um programa de governo podemos expandir a aten√ß√£o para todo o pa√≠s.

    • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  Silvia Cibele.
  • #1030
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    PSDB
    Espectador

    O SUS deveria cobrar de quem tem condi√ß√Ķes de pagar?

    • #1264
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      Bolívar Gomes
      Espectador

      Acredito que uma esp√©cie de “cl√°usula de barreira” poderia ser pensado. Um teto salarial. Digo isso, pois mesmo quem possui um sal√°rio considerado bom acaba usando a ampla maioria da renda para fins profissionais (deslocamento, alimenta√ß√£o, Internet – muito usada para fins profissionais nos dias de hoje -) e para sustento (impostos, moradia, mobilidade). Pouco sobra para consumo pr√≥prio e inclusive sa√ļde. Portanto, √© preciso que esta defini√ß√£o ocorra com base em indicadores consistentes.

      Tenho a convic√ß√£o de que os recursos angariados devem ser utilizados em investimentos e n√£o podem, de forma alguma, substitu√≠rem o aporte do Governo Federal. Deve ser pensado como uma receita extra, n√£o algo para o custeio da m√°quina. Recursos extraordin√°rios n√£o podem substituir reformas e racionaliza√ß√Ķes necess√°rias para a adapta√ß√£o da boa gest√£o que viabilizar√° melhorias a m√©dio prazo.

  • #1032
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    Fernanda Klingner
    Espectador

    Sou a favor, em uso medicinal.

  • #1062
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    Ediney Pires
    Espectador

    Sabemos que a sa√ļde no Brasil vai de mal a pior. N√£o por falta de recursos, pois estes s√£o disponibilizados atrav√©s de emendas e parcerias que n√£o s√£o poucas. Precisamos fiscalizar esses recursos para que n√£o falte o m√≠nimo nos hospitais e postos de sa√ļde, devemos priorizar a sa√ļde, pois sem ela n√£o haveriam trabalhadores t√£o dispostos, isso se daria atrav√©s de um olhar mais rigoroso e atento no que se trata da destina√ß√£o para os Estados e munic√≠pios. Acredito que o Brasil que √© rico em tantas situa√ß√Ķes, n√£o pode ficar para tr√°s nessa quest√£o. Isso tamb√©m pode ser melhorado atrav√©s da escolha dos nossos representantes de todas as esferas p√ļblicas, estes deveriam ser agentes fiscalizadores para acabar com a corrup√ß√£o e roubalheira do nosso dinheiro e assim garantir os medicamentos, cirurgias e leitos. O m√≠nimo de dignidade para os pacientes.

  • #1068
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    Marcos Tadeu Tadeu
    Espectador

    Melhora o plano de sa√ļde p√ļblica, ampliando para atender melhor toda a popula√ß√£o, com investimentos nessa √°rea, com contrata√ß√£o de m√©dicos, enfermeiros e t√©cnicos, mas hospitais de grande porte em toda as regi√Ķes do pa√≠s, para suprir a necessidade do povo brasileiro

  • #1076
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    Nathanael Guimar√£es Rodrigues
    Espectador

    No Brasil o tema Sa√ļde √© bem delicado, creio que seja necess√°rio melhorar o sistema de sa√ļde, dar mais portes em hospitais do interior, pois v√°rias vezes os hospitais n√£o tem estrutura e as pessoas necessitam se locomover para as grandes cidades, melhorando a sa√ļde p√ļblica de nosso pa√≠s, aumentando e fiscalizando os recursos nos munic√≠pios, e claro formando mais m√©dicos atrav√©s de investimentos na educa√ß√£o para que possamos formar bons e mais m√©dicos para a √°rea da sa√ļde.

  • #1081
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    Rafael Amorim
    Espectador

    SA√öDE PUBLICA NO BRASIL √Č UMA VERGONHA!

    Quais os reais benef√≠cios que uma terceiriza√ß√£o dos servi√ßos p√ļblicos de sa√ļde trazem?

    A fal√™ncia do SUS, sistema √ļnico de Sa√ļde.

    Como resolver a quest√£o da sa√ļde em nosso pa√≠s?

    Acabar com a presta√ß√£o de sa√ļde p√ļblica resolve ? Cobrando por consultas e procedimentos como acontece em v√°rias partes do mundo nos pa√≠ses desenvolvidos.

  • #1086
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    Brunno Caleiro Pereira
    Espectador

    Uma das grandes vantagens do Brasil √© possuir um sistema de sa√ļde popular com estrutura formalizada e, em compara√ß√£o a diversos outros, muito avan√ßado. Muito disso se d√° tamb√©m a qualidade da forma√ß√£o de boa parte dos m√©dicos do pa√≠s e ao modelo inicial utilizado por essa estrutura para a sa√ļde p√ļblica. Por√©m, esse setor √© um dos que mais enfrenta constantes problemas, como precariza√ß√£o, corrup√ß√£o e dificuldades log√≠sticas para sua manuten√ß√£o. Cabe a n√≥s reformularmos a base dessa estrutura do sistema de sa√ļde no Brasil para que se ampliem as capacidades de atendimento e os tipos de atendimentos aos quais ser√£o oferecidos para a popula√ß√£o, principalmente √†queles que n√£o tem oportunidade de buscar um sistema privado. Pode-se propor novas medidas e metas para a amplia√ß√£o da destina√ß√£o (FISCALIZADA) de recursos, maior participa√ß√£o das universidades, como por exemplo, para atendimentos muito b√°sicos, em regi√Ķes prec√°rias ou mesmo para ampliar a capacidade de receber pacientes. Existem op√ß√Ķes para reformular a sa√ļde no Brasil, basta us√°-las.

  • #1139
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    Luiz Fhilipe Mourao
    Espectador

    A sa√ļde √© um tema delicado e necess√°rio uma reavalia√ß√£o na pol√≠tica p√ļblica do SUS.

    Uma medida que auxiliaria a receita da sa√ļde √© que, o Estado deveria alterar a CF editando uma lei no sentido de que o cidad√£o portador de plano de sa√ļde privado que utilizasse o SUS pagaria pela consulta, via operadora, mediante uma tabela de pre√ßos a ser elaborada pelo SUS, repassando o valor ao Estado, seria o que se define hoje de coparticipa√ß√£o.

     

  • #1141
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    Marcelo Galdieri
    Espectador

    Para que se possamos enriquecer as propostas, proponho inicialmente algumas informa√ß√Ķes:

    A Constitui√ß√£o Federal estabelece, em seu Art. 196, o acesso universal e igualit√°rio √†s a√ß√Ķes de sa√ļde, conforme abaixo:

    “Art. 196. A sa√ļde √© direito de todos e dever do Estado, garantido mediante pol√≠ticas sociais e econ√īmicas que visem √† redu√ß√£o do risco de doen√ßa e de outros agravos e ao acesso universal e igualit√°rio √†s a√ß√Ķes e servi√ßos para sua promo√ß√£o, prote√ß√£o e recupera√ß√£o.” (Constitui√ß√£o de 1988)

    Portanto, até que se mude o texto constitucional, cabe ao estado atender a todos, independente de renda ou qualquer outra forma de discriminação.

    Quanto a cobran√ßa dos planos de sa√ļde por atendimento pela rede p√ļblica, isso est√° estabelecido na Art 32 da Lei 9656, de 03 de julho de 1998, sancionado pelo nosso dign√≠ssimo Ex Presidente Fernando Henrique Cardoso:

    ¬†“Art. 32.¬† Ser√£o ressarcidos pelas operadoras dos produtos de que tratam o inciso I e o ¬ß 1o do art. 1o desta Lei, de acordo com normas a serem definidas pela ANS, os servi√ßos de atendimento √† sa√ļde previstos nos respectivos contratos, prestados a seus consumidores e respectivos dependentes, em institui√ß√Ķes p√ļblicas ou privadas, conveniadas ou contratadas, integrantes do Sistema √önico de Sa√ļde – SUS. (Reda√ß√£o dada pela Medida Provis√≥ria n¬ļ 2.177-44, de 2001)

    ¬ß 1o¬† O ressarcimento ser√° efetuado pelas operadoras ao SUS com base em regra de valora√ß√£o aprovada e divulgada pela ANS, mediante cr√©dito ao Fundo Nacional de Sa√ļde – FNS. (Reda√ß√£o dada pela Lei n¬ļ 12.469, de 2011)

    ¬ß 2o¬† Para a efetiva√ß√£o do ressarcimento, a ANS disponibilizar√° √†s operadoras a discrimina√ß√£o dos procedimentos realizados para cada consumidor. (Reda√ß√£o dada pela Medida Provis√≥ria n¬ļ 2.177-44, de 2001)

    ¬ß 3o¬† A operadora efetuar√° o ressarcimento at√© o 15o (d√©cimo quinto) dia da data de recebimento da notifica√ß√£o de cobran√ßa feita pela ANS. (Reda√ß√£o dada pela Lei n¬ļ 12.469, de 2011)

    ¬ß 4o¬† O ressarcimento n√£o efetuado no prazo previsto no ¬ß 3o ser√° cobrado com os seguintes acr√©scimos: (Reda√ß√£o dada pela Medida Provis√≥ria n¬ļ 2.177-44, de 2001)

    I –¬† juros de mora contados do m√™s seguinte ao do vencimento, √† raz√£o de um por cento ao m√™s ou fra√ß√£o; (Inclu√≠do pela Medida Provis√≥ria n¬ļ 2.177-44, de 2001)

    II – multa de mora de dez por cento. (Inclu√≠do pela Medida Provis√≥ria n¬ļ 2.177-44, de 2001)”

    Portanto, acredito que a moderniza√ß√£o da Sa√ļde, principalmente na sua GEST√ÉO, ser√° o caminho para que possamos evoluir, utilizando tecnologia para instituir o prontu√°rio eletr√īnico com informa√ß√Ķes da nuvem e acesso mediante cart√£o do SUS, melhor aproveitamento das informa√ß√Ķes dos pacientes, focar em a√ß√Ķes preventivas com base em dados do sistema e Business Inteiligence, preven√ß√£o de fraudes e melhor gerenciamento dos pagamentos e servi√ßos prestados.

    Precisamos instituir o selo PSDB de qualidade de gest√£o nos servi√ßos de sa√ļde para melhorar a vida da popula√ß√£o.

     

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  • #1148
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    Pedro Rodrigues
    Espectador

    Os princ√≠pios constitucionais de universalidade e integralidade do SUS no Brasil s√£o preceitos verosimilhantes em pa√≠ses da Europa como Portugal e Espanha que investem tr√™s, quatro vezes mais que o valor dispensado a cada habitante brasileiro, diferindo ainda as condi√ß√Ķes de financiamento e as chamadas carteiras de servi√ßos, que precisam ser igualmente rediscutidos e aprimorados. Porque o modelo brasileiro j√° se mostrou, para triste constata√ß√£o de especialistas mais gabaritados na √°rea, insustent√°vel.

    Aumentar a resolutividade da aten√ß√£o prim√°ria nos munic√≠pios a come√ßar por uma melhor capacita√ß√£o dos m√©dicos da fam√≠lia; mudar padr√£o de financiamento com novas fontes de recursos (DPVAT e ren√ļncias fiscais, por exemplo); revis√£o do pacto federativo setorial com a defini√ß√£o clara de responsabilidade por parte das tr√™s esferas de governo; unificar todos os recursos repassados aos munic√≠pios; simplificar a presta√ß√£o de contas, aumentar a fiscaliza√ß√£o desses recursos de custeio e investimento usando ferramentas tecnol√≥gicas para gerir o sistema al√©m do acompanhamento da regula√ß√£o cl√≠nica e assistencial; revis√£o do modelo de controle social; repensar o mercado de trabalho na sa√ļde, especialmente em rela√ß√£o ao m√©dico etc.

    Em relação aos médicos, aumentar o capital humano, reciclar sua formação periodicamente, descentralização territorial da sua atuação, insumos materiais para eficiência e eficácia do atendimento, fixação dos profissionais para consolidar laços com a comunidade, ofertar padrão salarial.

    Gargalo ainda √© a m√° distribui√ß√£o dos mais de 400 mil m√©dicos existentes no Brasil que atuam em capitais e no sudeste brasileiro, que representa apenas 24% da popula√ß√£o enquanto o restante da popula√ß√£o sofre com a falta de cobertura em sa√ļde.

    Cobrar rigor na aplicação das medidas que visam aprimorar carteiras de serviços do SUS com eixos que vão desde Acesso, Longitudinalidade, Integralidade e Abrangência do Cuidado a Coordenação do Cuidado. Criar mecanismos de comunicação com a população que facilite saber quais serviços estarão ofertados.

    Ponto a ser combatido √© a judicializa√ß√£o da sa√ļde e para isso encontrar meandros que cessem essa pr√°tica indiscriminada como rem√©dio a resolu√ß√£o dos problemas do SUS mais gritantes. Isso ou n√£o haver√£o mais recursos para custear o b√°sico e ser√° quase imposs√≠vel prover previsibilidade de planejamento e opera√ß√£o para uma √°rea que sofra um volume imensur√°vel de a√ß√Ķes judiciais, como atesta o Insper em parceria com o CNJ que em dez anos (2008 a 2017) a judicializa√ß√£o da sa√ļde cresceu em 130%.

    Exemplo de problema detectado pelo CNJ √© a determina√ß√£o de fornecimento de medicamentos sem o registro na Ag√™ncia Nacional de Vigil√Ęncia Sanit√°ria (Anvisa) ou prescritos para fim n√£o descrito em bula, o chamado uso off-label. Corrigir isso com segunda opini√£o m√©dica, sobre as precau√ß√Ķes de uso e efeitos colaterais no Brasil √© uma discuss√£o necess√°ria inclusive para combater fraudes ao sistema de sa√ļde.

    Ent√£o, aperfei√ßoar o arcabou√ßo regulat√≥rio, modernizar modelos de pagamento, melhorar a transpar√™ncia seriam formas de combate a esse problema que exaure os recursos da Sa√ļde Suplementar no Brasil.

    Otimizar tudo isso seria urgentemente discutir a sa√ļde gratuita, custear integralmente para aqueles que n√£o aferem renda e que vivem √† margem da pobreza, avaliar o sistema de vouchers, que custear√£o a sua necessidade de acesso √† saude √† propor√ß√£o do que podem custear. Desonera o Estado e concede uma nova din√Ęmica para o sistema.

  • #1152
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    Jaylan Macedo
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    Em rela√ß√£o a sa√ļde p√ļblica √© necess√°rio continuar o fortalecimento do Sistema √önico de Sa√ļde (SUS) de maneira universal, fortalecendo os programas de sa√ļde da fam√≠lia e aten√ß√£o b√°sica.¬† O desenho do SUS brasileiro √© exemplar, cabe¬† apenas reordenar os atendimento. Um dos principais problemas da sa√ļde se encontra na baixa e m√©dia complexidade, resultado da dificuldade dos munic√≠pios em arcarem com valores cada vez maiores para a manuten√ß√£o desses servi√ßos. Acredito que s√£o necess√°rias as seguintes discuss√Ķes:

    a) Repactuação de valores repassados aos municípios e estados, buscando disponibilizar mais recursos para o atendimento de baixa e média complexidade (UBS, UPAs, hospitais regionais e afins).

    b) Adoção de mecanismos de marcação de consultas de maneira digital nas unidades básicas, visando permitir uma maior comodidade aos usuários e organização dos atendimentos.

    c) Fortalecimento do programa sa√ļde da fam√≠lia e retorno do programa Mais M√©dicos, visando democratizar o atendimento para as regi√Ķes mais pobres do pa√≠s.

    d) Amplia√ß√£o das parcerias p√ļblico-privadas, buscando zerar a fila de exames de m√©dia e alta complexidade, seguindo os moldes do programa Coruj√£o da Sa√ļde da gest√£o D√≥ria.

    • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  Jaylan Macedo.
  • #1160
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    Edmilson Junior
    Espectador

    Sou de Acopiara-Ce, uma cidade de 56 mil habitantes onde metade vive na zona rural, e a sa√ļde √© um problema nacional, mais os gestores municipais precisam fazer o poss√≠vel para atender sua popula√ß√£o, deixando em √ļltimo caso a procura de sistema de sa√ļde melhores nas cidades regionais, incentivar aos conterr√Ęneos formados na √°rea da sa√ļde para atuarem na cidade de origem e tornar a sa√ļde municipal a melhor poss√≠vel.

    • #2071
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      Wallysson Charlles Moraes
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      Me chama Halison Bruno sou de coroata maranhao estamos em uma era em que o nosso estado sofre a maior calamidade pol√≠tica do √ļltimos 10 anos um c√°rcere privado de benef√≠cios especialmente na sa√ļde o governo do Maranh√£o acabou com a sa√ļde do estado acabou com os hospitais macrorregionas e upas est√° dando seu trabalho aos prefeitos que s√£o piores que ele estamos em um penhasco sem corda pra segura na queda melhoria na sa√ļde do Maranh√£o e somente criando um setor que possa sim fiscalizar de verdade o governo deputados e prefeitos minha opini√£o meritocrata

       

  • #1172
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    Allan Caboclo
    Espectador

    Facilitar mais o acesso para as pessoas carentes, geralmente s√£o estas que tem dificuldade de acesso e falta de informa√ß√Ķes necess√°rias para usufruir esse seu direito. Fortalecer ainda mais pol√≠ticas p√ļblicas

  • #1178
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    Bruno Nabuco
    Espectador

    Mais centros p√ļblicos nas grandes cidades de apoio a pessoas com defici√™ncia. Reabilita√ß√£o e servi√ßos voltados a todos os tipos de defici√™ncia.

  • #1190
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    Ericarlos Duarte
    Espectador

    Em nosso Brasil temos o ingrediente principal determina√ß√£o dos profissionais brasileiro, porisso n√£o vejo o porque trazer m√©dico de outros Pa√≠ses, o problema da sa√ļde √© a maneira que os profissionais exercem a fun√ß√£o, pra isso o Minist√©rio da Sa√ļde deveria criar uma plataforma de monitoramento das universidades que formam e capacita nossos m√©dicos, assim teremos grandes profissionais e uma qualidade no atendimento m√©dico, pois infelizmente muitas universidades facilitam o certificado pela a condi√ß√£o do aluno, tenho amigos m√©dicos que tiveram esta esta facilidade e hoje na hora de receita um m√©dica mento ele fica buscando no Google, a parte da plataforma de monitoramento do minist√©rio da sa√ļde nas universidades ser√° poss√≠vel descobri e solucionar um problema grave e antigo.

  • #1196
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    Diego Endrigo
    Espectador

    Precisamos √© melhorar a qualidade de atendimento, na triagem, e pr√≥pria consulta. Devemos nos adequar a realidade de nossa sa√ļde p√ļblica. Fazer uma nova ordem de medicamentos atendendo a todas necessidade da popula√ß√£o.

  • #1201
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    David Lira Matias
    Espectador

    Onde estamos errando?

    O Brasil hoje conta com o melhor sistema de sa√ļde do mundo que √© o SUS (Sistema √önico de Sa√ļde), mas infelizmente n√£o √© isso que vemos. Nossos governantes deveriam se perguntar:¬†O que estamos errando? Sendo que temos o melhor sistema de sa√ļde.¬†

    Essa pergunta não é fácil de ser respondida, pois infelizmente o SUS passa por muitos problemas, e um deles é o fato da corrupção, principalmente no que se compete a criação de programas para beneficiar a população. Hoje temos um problema que afeta o Brasil inteiro, que é a falta de profissionais para atuar na área da medicina, não foi atoa que o governo federal criou o programa Mais Médicos, que infelizmente foi corrompido pela corrupção. O programa mais médico trouxe diversos médico de CUBA, esse médicos viviam no Brasil em situação de escravidão pois tinham que mandar seus salários para o governo CUBANO.

    Mas o fato é, onde o governo está errando?
    Na minha opini√£o, o governo est√° errando infelizmente na administra√ß√£o desse sistema t√£o cobi√ßado pela corrup√ß√£o, pois se o governo criasse programas sociais sem apoio de bancos ou institui√ß√Ķes financeiras ai realmente iria funcionar. O governo precisa levar m√©dicos para os mais necessitados, que s√£o, cidades do interior dos estados, popula√ß√£o perif√©rica e carente e principalmente a popula√ß√£o negra que mais sofre com a viol√™ncia dom√©stica.

  • #1208
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    Douglas Firmino
    Espectador

    A sa√ļde √© bem importante, pois lidamos com vidas e principalmente da popula√ß√£o de baixa renda que n√£o tem condi√ß√Ķes de pagar um exame de emerg√™ncia ou uma cirurgia de emerg√™ncia e fica a merc√™ dos meios p√ļblicos cheios de problemas em sua gest√£o e n√£o atendendo a toda a popula√ß√£o como de direito.

    Devemos tornar cada vez mais transparente o controle sobre as contas p√ļblicas o sistema nacional √© bem pensado, porem num pa√≠s como o nosso ele acaba sendo bem intransit√°vel, pois temos realidades diferentes espalhados em v√°rias partes do nosso pa√≠s e temos grandes defici√™ncias em interagir essas realidades diferentes com uma norma geral.

    Devemos redefinir o sistema em regionais e cada base regional ser interligada reduzindo assim o transito de dados por região e apenas em casos específicos a interação diminuída em nível nacional, por exemplo casos como transplantes (nacional) casos como consultas e cirurgias (regionais). E com essa diminuição de fluxo de informação teríamos centrais regionais para casos de crise e em casos emergenciais atuar por interferência  de risco de caso.

    Douglas Firmino.

  • #1237
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    Henrique Luciano Alencar
    Espectador

    O  PSDB deve lutar pelo fortalecimento do SUS, tanto no seu aspecto quantitativo como qualitativo; visando polir o atendimento preventivo em relação ao corretivo.

    Al√©m, de propor medidas que visa modernizar √≥rg√£os governamentais da √°rea como ¬†ANS¬† e¬† propor atualiza√ß√Ķes na lei dos planos¬† de sa√ļde.

  • #1240
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    Giovane Lelis
    Espectador

    O tema sa√ļde √© sempre muito amplo e complexo de ser debatido, principalmente em um pa√≠s com tantas particularidades em cada um de seus Estados. Mas gosto muito de discutir duas vertentes fundamentais que √© o Financiamento do SUS e a qualifica√ß√£o dos gestores do SUS. N√£o sei se √© do conhecimento de todos, mas desde a cria√ß√£o do SUS, ele sempre foi subfinanciado. Historicamente a uni√£o e os Estados n√£o repassam os valores previstos em lei, ficando para o munic√≠pio a carga mais pesada. Hoje, temos munic√≠pios gastando cerca de 30% do or√ßamento em sa√ļde, pois, se ele investir apenas o m√≠nimo de 15% previsto em lei, a popula√ß√£o n√£o teria acesso aos servi√ßos de sa√ļde. Ent√£o, o primeiro ponto a ser estudado, √© a quest√£o do financiamento do SUS, dividir as responsabilidades financeiras entre Uni√£o, Estados e Munic√≠pios dando mais autonomia aos munic√≠pios e promover uma maior descentraliza√ß√£o dos recursos. A outra vertente que √© important√≠ssima, √© trabalhar na forma√ß√£o dos gestores, principalmente secret√°rios municipais, pois, hoje em dia qualquer pessoa sem forma√ß√£o alguma pode assumir uma secretaria de sa√ļde, podendo ocasionar s√©rios problemas relacionado a inger√™ncia da secretaria, gastos irregulares, problemas na execu√ß√£o de pol√≠ticas p√ļblicas em sa√ļde. N√£o adianta ter recursos se n√£o teremos gestores qualificados para a fun√ß√£o. Se n√£o pensarmos nessas duas vertentes, dificilmente conseguiremos alcan√ßar bons resultados nas pol√≠ticas de sa√ļde.

  • #1243
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    Joao Rodrigo
    Espectador

    retirar o sistema de emprego vitalicio para medicos, pra evitar o calote no estado do famoso “bate ponto”.

    toda ficha de compra de materias e equipamentos devem passar pela aprovaçao da secretaria do estado, antes da concretizaçao das compras.

    alguns grandes hospitais completos nas periferias

  • #1276
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    Bruno Calixto
    Espectador

    Teste

  • #1282
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    Vinícius Andrade Martins
    Espectador

    1-PSF

    De vital import√Ęncia uma maior aten√ß√£o ao plano sa√ļde da fam√≠lia.

    2-DATA SUS 

    Unifica√ß√£o e investimentos no Data Sus para que as informa√ß√Ķes sejam postadas e acessadas de forma f√°cil e r√°pida pelos profissionais da sa√ļde ajudando na gest√£o.

    3- M√ČDICOS¬†

    Formar mais médicos com qualidade, e democratizar mais o curso de medicina que hoje se tornou um mercado.

    4- ENFERMEIROS

    Valorização da classe dos enfermeiros e também dos assistentes sociais que estão diariamente em contato com a população.

    5- ESTRUTURA

    Investimento nas estruturas existentes

    6- BONS H√ĀBITOS¬†

    Amalgamar pr√°ticas saud√°veis √° sa√ļde p√ļblica, que incentivando a popula√ß√£o a praticar exerc√≠cios e se alimentar bem, por exemplo construindo espa√ßos p√ļblicos de qualidade para que as pessoas possam praticar esporte.

    7- ITINERANTE 

    Investimento em estruturas itinerantes para o tratamento por exemplo de problemas pontuais seja geograficamente ou temporalmente falando.

    9- PREVENÇÃO 

    Unir todos os t√≥picos acima para atua√ß√£o na preven√ß√£o de futuras doen√ßas, investindo principalmente na sa√ļde b√°sica.

     

  • #1283
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    Anísio Lima
    Espectador

    O nosso Sistema √önico de Sa√ļde (SUS) √© o maior sistema de sa√ļde p√ļblico e gratuito do mundo, oferecendo um atendimento para milh√Ķes de habitantes, o que precisa ser motivo de orgulho para n√≥s Brasileiros…Claro que o sistema precisa de alguns ajustes.

    Algumas medidas podem ser tomadas para melhorar a produtividade dos profissionais da sa√ļde:
    – Estabelecer metas qualitativas e quantitativas para estimular o trabalho da equipe e formar mais produtividade;
    – Indicar gestores com experiencia na √°rea da sa√ļde e em gest√£o;
    – Promover aten√ß√£o em sa√ļde prim√°ria;
    – Informatiza√ß√£o da rede SUS para um sistema de gest√£o hospitalar – Ficha informatizada do paciente onde conste aos profissionais: exames, diagn√≥sticos, interna√ß√Ķes e dados que ajudam em futuros tratamentos, com a possibilidade de serem acessadas em qualquer lugar.

  • #1327
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    Gregory Gonçalves
    Espectador

    Uma medida que vem dando certo aqui no estado de SP √© o uso das organiza√ß√Ķes sociais para gerir os hospitais gerais. Na minha regi√£o o HGIS √© refer√™ncia e padr√£o de primeiro mundo.

    Criar a carreira de estado para médicos, fazendo com que o graduado em medicina sinta-se atraído para trabalhar com o SUS. Para isso deve ser oferecida estabilidade, salários compatíveis e benefícios competitivos para que o profissional atue nas localidades mais carentes.

    Criar um meio de financiamento da sa√ļde que seja exclusivo para a sa√ļde.

    Incentivar a participa√ß√£o do setor privado na sa√ļde p√ļblica como um meio de complementar a atua√ß√£o do estado.

     

  • #1336
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    Eduardo Alves
    Espectador

    O Grande problema do Brasil √© a falta de m√©dicos, para suprir este problema seria interessante o estado investir em ensino superior de medicina nas universidades federais, para abrir mais vagas e facilitando a abertura deste curso em institui√ß√Ķes privadas, aumentando o n√ļmero de bolsas ofertadas.

    Tamb√©m seria interessante a contrata√ß√£o de m√©dicos em um sistema de FGTS, para facilitar a contrata√ß√£o e desonerar a m√°quina p√ļblica.

     

     

  • #1341
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    Ricardo Olimpio
    Espectador

    Precisamos de um olhar sens√≠vel √† sa√ļde da mulher, considerando suas transversalidades como por exemplo a sa√ļde da mulher ind√≠gena, mulher negra, mulher trans e pensar do legado deixado por FHC e Jos√© Serra no enfrentamento ao HIV/AIDS, algo que tem sido desmantelado pelo governo Bolsonaro.

    #DiversidadeTucanaEmAção

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 2 semanas atr√°s por  Ricardo Olimpio.
  • #1347
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    Amanda Nascimento Pereira
    Espectador

    Nesse tópico, não podemos caminhar para trás. Continuar investindo em unidades básicas de atendimento, garantir o acesso a tratamentos pelo SUS, são pontos que não devem ser deixados de lado.
    Vacina√ß√£o: o governo deve voltar as fazer mais campanhas educativas para a import√Ęncia da vacina√ßao.

    DSTs: Estamos vivendo uma nova epidemia de doen√ßas sexualmente transmiss√≠veis. Nos anos 90, foram feitas muitas campanhas alertando sobre as DSTs, em suma, sobre a AIDS. Com o problema controlado, diminuiram as campanhas, e com isso, doen√ßas como s√≠filis voltaram a parecer em grande n√ļmero. Campanhas informativas devem ser intessificadas.

  • #1376
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    Diego Daniel Aciem
    Espectador

    Sou muito a favor do SUS como enfermeiro de forma√ß√£o, vejo que com ele pol√≠ticas p√ļblicas de controle de sa√ļde, preven√ß√£o, campanhas tiveram uma melhora grande desde que o SUS foi implementado por√©m ainda sim e √≥bvio que tem coisas e ser melhoradas e muito a se fazer, mais trouxe sa√ļde a quem n√£o tinha como pagar, cirurgias quem poderia morrer se n√£o tivesse o tratamento, trouxe tratamento para doen√ßas que antes as pessoas eram esquecidas em hospital e pr√≥pria sorte, como disse sim tem muito a se melhora, precisa de incentivo do governo, parcerias privadas.

    Os m√©dicos vejo que a muitos m√©dicos que optam a trabalhar em cl√≠nicas ou hospitais privados, por ter melhores sal√°rios, e o SUS acaba perdendo por n√£o ter como dar sal√°rios muito mais alto, mais se conseguir unir os m√©dicos que tem com incentivos de m√©dicos que est√£o se formando para poder ter qualidade de trabalho nas cidades que moram, pois tem muitos que vem para grandes metr√≥poles, centros econ√īmicos para poder ter melhores oportunidades se conseguir fazer isso ter√≠amos um fluxo intelectual do interior para o centros econ√īmicos muito menor, tendo atendimentos nas cidades pequenas e diminuindo os problemas existentes de hoje em dia.

  • #1391
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    Jackson Lucian
    Espectador

    Esse sim um tema mais lembrado em tempo de campanha,  mais infelizmente sempre deixando de lado , uma tristeza acho que deveria ser lei tudo político deveria usar o SUS , não só ele como toda sua família acho que isso iria mudar nossa realidade que nos vivemos.

  • #1396
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    Leandro Marcio Souza
    Espectador

    1-Atenção Primária

    – Cobertura de 100% da popula√ß√£o SUS dependente pela Estrat√©gia de Sa√ļde da Fam√≠lia (ESF), pois s√£o as que mais utilizam o servi√ßo.

    – Implantar ao menos um N√ļcleo de Apoio √† Sa√ļde da Fam√≠lia (NASF) para cada regi√£o sanit√°ria, aproximando o especialista com o usu√°rio conforme perfil epidemiol√≥gico. Se poss√≠vel, com telecentro para troca de informa√ß√Ķes entre profissionais, agilizando a resolutibilidade.

    – Unidade B√°sica de Sa√ļde (UBS) funcionando em hor√°rio extendido (exemplo 6 √†s 22 horas) com revezamento de equipes, assim quem trabalha de manh√£ ou √† tarde tem op√ß√£o de consultar √† noite.

    РEquipar Policlínicas ou contratar terceiros, possibilitando exames diagnósticos ou preventivos com maior rapidez, seja no município ou região ampliada, fixa ou móvel, constante ou temporário, tudo conforme necessidade.

    – Integrar equipes do Programa de Sa√ļde da Fam√≠lia (PSF) com escolas para disseminar cultura de preven√ß√£o (palestras, vacinas, gin√°sticas, campanhas, etc).

    – Criar carreira de m√©dicos de estado para suprir aus√™ncias na UBS (f√©rias, capacita√ß√Ķes, licen√ßas m√©dicas, reloca√ß√Ķes). Hoje o Mais M√©dico tem rotatividade, deixando o PSF sem o profissional.

    РIntegrar equipes PSF ou NASF com assistentes sociais, para conhecer melhor a população e direcionar ao serviço adequado conforme necessidade.

    РObservação: Conversei uma vez com um médico que fez residência em Portugal. Lá, segundo ele, o usuário da Atenção Primária passa sempre por um equipe multiprofissional, ou seja: enfermeiro, psicólogo, assistente social, odontólogo, médico generalista, dentre outros. Quem sabe um dia chegamos a este modelo.

     

    2Geral

    – Criar campanha de orienta√ß√£o do melhor uso de cada unidade de sa√ļde (exemplos UBS, CAPS, NASF, CEO, UPA, SAMU, Hospitais de m√©dia/alta complexidade…) para direcionar atendimento.

    – Disseminar prontu√°rio eletr√īnico via Data SUS visando evitar re-exame diagn√≥stico, conhecer procedimentos realizados e medicamentos em uso pelo usu√°rio, facilitando a gest√£o.

    – Ter infraestrutura adequada e equipamentos em boas condi√ß√Ķes de uso, aumentando a satisfa√ß√£o tanto do profissional quanto do usu√°rio.

    – Criar protocolos de atendimento, direcionando casos simples para aten√ß√£o prim√°ria, casos cr√īnicos n√£o urgentes para aguardar em casa, casos de emerg√™ncia para regula√ß√£o. Isto diminui tempo de espera para ser atendido, al√©m de ser um atendimento mais humanizado.

    РCAPS eu CVV é um serviço como o SAMU ou UPA, deve estar disponível 24 horas e em fim de semana, pois não se sabe quando será necessário o atendimento.

    – Construir rede de atendimento no interior do pa√≠s, evitando aglomera√ß√Ķes nas capitais.

    – Fazer uso de pol√≠ticas transversais para diminuir vunerabilidade social (cons√≥rcios intermunicipais de sa√ļde, hospitais regionais de m√©dia e alta complexidade, centros de hiperdia, conv√™nios diversos (educa√ß√£o, assist√™ncia social, conselho tutelar, cl√≠nica terap√™uticas).

    – Observa√ß√£o: Acho que no Brasil, n√£o d√° para ser 100% p√ļblico ou 100% privado, ent√£o temos que achar um meio termo que atenda a todos. √Č uma op√ß√£o terceirizar servi√ßos que envolve demanda, tipos exames ambulatoriais ou especializados.

     

    3Outros

    – Avan√ßar com aterros sanit√°rios no lugar de lix√Ķes. Evita contato de pessoas, plantas e animais com material contaminado e consequente doen√ßa ou agravo √† sa√ļde.

    РAvançar em políticas de reuso ou reciclagem de materiais. Evita geração de lixo em aterros.

    – Avan√ßar em saneamento b√°sico (Rede Distribuidora-RD, Esta√ß√£o de Tratamento de √Āgua-ETA, Rede Coletora-RC, Esta√ß√£o de Tratamento de Esgoto-ETE). Evita doen√ßas que lotam UBS e UPA.

    – No setor privado, muitos trabalhadores tem o PCMSO (Programa de Controle M√©dico de Sa√ļde Ocupacional) e o PPRA (Programa de Preven√ß√£o de Riscos Ambientais) que analisam o ambiente de trabalho e fazem exames preventivos anuais. Quem sabe, no futuro, o SUS possa ofertar o mesmo servi√ßo a todos e n√£o apenas a popula√ß√£o SUS dependente. Viva a concorr√™ncia.

  • #1406
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    Jonas Sousa
    Espectador

    1 –¬† MELHORIAS AO SUS :

    ELABORAR UM PROJETO NO QUAL , A SAÚDE PRIVADA POSSA AJUDAR NA DEMANDA DAS PESSOAS QUE PRECISAM DA SAÚDE PUBLICA , CRIANDO UMA GESTÃO NO QUAL OS CONVÊNIOS E A SAÚDE PROVIDA POSSA JUNTO AO GOVERNO COMPLEMENTAR A SAÚDE SE FORMA JUSTA COM UM CUSTO QUE AJUDE OS MENOS FAVORECIDOS .

    3-  MEDICA E PROFISSIONAIS :

    A FORMA√á√ÉO PROFISSIONAL E IMPORTANTE¬† , GERAR POLITICAS DE TREINAMENTO COM TODOS OS PROFISSIONAIS , NA IDEIA DE SE DEIXAR CLARO QUE O PAPEL IMPORTANTE E SALVA VIDAS E TRATAR OS HUMANOS DA MANEIRA CORRETA E COM √ČTICA¬† .

    4-ESTRUTURA :

    DEVE SE MANTER UMA ESTRUTURA ADEQUADA , PARA ATENDER A TODOS DE FORMA IGUALIT√ĀRIA , POIS √Ā UMA GRANDE FILA ENORME EM CORREDORES , POR FALTA E LEITOS E UTI .

    5- PREVENÇAO :

    MANTER A POPULAÇÃO ATUALIZADA SOBRE DOENÇAS , DISTRIBUINDO FOLHETOS , E PROPAGADAS INFORMATIVAS .

     

    6- ATENDIMENTO

    D√Ā PREFERENCIA AOS IDOSOS , CRIAN√áAS¬† E GESTANTES E ETC .. NAO DEIXANDO OS MESMO GUARDADO UM ATENDIMENTO

     

  • #1420
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    Fellipe Bayeh
    Espectador

    O problema da falta de médicos no Brasil se da principalmente pela força da categoria, que consegue sempre negociar seus próprios privilégios. Quando converso com pessoas da área, o que sempre escuto é que trabalhar no interior é para ver gente morrer, por que os hospitais sempre tem bem menos recursos do que os das capitais, que já são limitados, isso também é um fator a se melhorar, acredito que o que deve ser feito é estudo a médio e longo prazo, por especialistas, para se propor uma solução mais definitiva, ao invés de pagar o médico, porque não criar um crédito aos pacientes, diminuir a maquina publica e fomentar a concorrência entre eles?

  • #1442
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    Renan Brites Marques
    Espectador

    <p style=”text-align: left;”>Acho que √© necess√°rio alto investimento neste √°rea t√£o cr√≠tica que e a sa√ļde, todos n√≥s precisamos e usamos ela ent√£o vamos valorizar mais o atendimento, os profissionais, os m√©dicos que fazem longos plant√Ķes para n√≥s atender, muitas vezes deixam fam√≠lia pra cuidar de outras fam√≠lias, vamos trabalhar com mais investimento nesta √°rea para salvar vidas, temos que cuidar dos nossos idosos doentes, dar pessoas com doen√ßas cr√īnicas e pessoas com problemas graves, hoje em dia a sa√ļde deixa muito a desejar no pa√≠s inteiro n√£o temos mais atendimento de qualidade, estamos ref√©m de um atendimento b√°sico √© muitas vezes n√£o temos recursos para exames e especialistas, vamos investir mais nessa √°rea…Sa√ļde e uma prioridade para mim, quero uma sa√ļde de qualidade para toda e qualquer pessoa…</p>

  • #1443
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    Gabriel Nascimento
    Espectador

    Na Sa√ļde, o Brasil j√° √© refer√™ncia mundial com o SUS, modelo este que abrange toda a sua popula√ß√£o, com servi√ßos, que apesar de todos os problemas e √† precariedade principalmente em regi√Ķes mais carentes, funcionam. Portanto n√£o vejo necessidade de uma mudan√ßa dr√°stica na estrutura da sa√ļde brasileira. At√© porque a atual capacidade fiscal do pa√≠s n√£o permite grandes modifica√ß√Ķes sejam feitas.

    Por√©m, um ponto que deve haver mudan√ßa, √© justamente na abrang√™ncia do Sistema √önico de Sa√ļde. A utiliza√ß√£o do sistema poderia ficar restrito somente √† determinada faixa de renda, ou implementar um sistema que fa√ßa com que cidad√£os com maior capacidade contributiva devam arcar com uma parcela dos custos ao utilizar os servi√ßos.

  • #1468
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    Gustavo Henrique de Vasconcelos Nobre
    Espectador

    O Sistema √önico de Sa√ļde no Brasil deveria ter como principal prioridade o foco na primeira inf√Ęncia, trabalhando para obter a integra√ß√£o dos programas sociais, de sa√ļde e educa√ß√£o, promovendo o fortalecimento da rede intersetorial para que as crian√ßas possam ter igualdade de oportunidades. O projeto inicial dever√° consistir em diretrizes para a diminui√ß√£o das desigualdades sociais.

  • #1477
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    Italo Nogueira de moro
    Espectador

    Prezados,¬† meu nome √© Italo Nogueira de Moro e curso o 4¬į per√≠odo de Direito.

    Induvitavelmente, nossos centros de sa√ļdes s√£o prec√°rios e precisam de uma forte aten√ß√£o. O cuidado com a sa√ļde √© fundamental para construirmos um futuro digno para todos os brasileiros, honrando nossos princ√≠pios de dignidade da constitui√ß√£o.

    Neste sentido,¬† observa-se a import√Ęncia de aumentar os investimentos em sa√ļde, revisando a tabela do SUS e ampliar a rede p√ļblica.

    Ademais, é necessário reformular o programa mais médicos, com objetivo de certificar a qualificação dos participantes, oferecendo cursos preparatórios para o exame revalida e cursos regulares para atualização dos profissionais.

    Acredito que incentivos p√ļblicos para m√©dicos abrirem cl√≠nicas em regi√Ķes mais carentes tamb√©m seriam de extrema import√Ęncia para levarmos sa√ļde a toda popula√ß√£o.

    Ainda em tempo, observa-se que a valoriza√ß√£o dos profissionais da sa√ļde √© fundamental.

    Por fim, sem d√ļvidas o aumento do leito hospitalar √© de extrema import√Ęncia para um atendimento justo.

    Abraço Fraterno.

     

     

     

  • #1487
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    Mateus da Rocha Castro
    Espectador

    Sa√ļde √© o tema que tenho maior seguran√ßa para debater e discutir. Sou formado em farm√°cia pela Universidade de Bras√≠lia, e me dediquei bastante por anos sobre as solu√ß√Ķes para a sa√ļde no Brasil. Descobri que o SUS precisa urgentemente de uma revis√£o no que se refere a gest√£o e fiscaliza√ß√£o dos recursos investidos. Para o Nordeste, seria interessante a implanta√ß√£o de hospitais p√ļblicos centralizados, o que reduz o n√ļmero de atendimentos em hospitais de refer√™ncia, que por vezes ficam a mais 300 Km de dist√Ęncia. Reduzindo custos a longo prazo, e garantindo um melhor atendimento aos usu√°rios do Sistema √önico de Sa√ļde

  • #1506
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    Philippe Alves
    Espectador

    Seria redundante falar que sa√ļde do Brasil est√° prec√°ria, e que falta investimentos, valoriza√ß√£o de profissionais entre outras lacunas. Mas a sa√ļde do nosso pa√≠s pode ter seus problemas reduzidos, olhar para a sa√ļde b√°sica em micro unidades de sa√ļde previne problemas futuros. O governo precisa mostrar interesse nesse fundamento, em parceria com os governos estaduais e municipais.

  • #1519
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    Rafael Almeida
    Espectador

    РQualificar e aumentar a quantidade de médicos especialistas.
    РModernizar equipamentos e meios para que seja zerado filas para consulta e exames no município.
    РMedico em casa, levar médicos e especialistas em locais mais afastados.
    – Investir em hospitais municipais, cobrar resultado e fiscalizar os recursos.

    РAcabar com terceirização.

     

  • #1521
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    Marcos Rodrigues
    Espectador

    Sa√ļde √© um tema complexo mas que com um plano bem feito pode ser solucionado, o plano para sa√ļde deve ser feito de forma diferente que os anteriores ao inv√©s de fazer um passo de cada vez esse plano consiste em dar v√°rios passos ao mesmo tempo.

    Muito das doen√ßas que chega aos postos de sa√ļde s√£o frutos d√° falta de coleta de lixo e de saneamento, essas √°reas devem ser corrigidas o mais r√°pido poss√≠vel, e ao mesmo tempo postos de sa√ļde e hospitais devem receber equipamentos de √ļltima gera√ß√£o e o n√ļmero de postos e hospitais tamb√©m deve ser ampliado.

    Quanto aos m√©dicos √© necess√°rio um investimento nos m√©dicos brasileiros, esse investimento estende as m√£os as escolas e universidades, ao mesmo tempo que o projeto de educa√ß√£o se expande formando profissionais capaciatados a √°rea d√° sa√ļde ser√° presenteada com esses frutos.

     

    Lembrando que o saneamento básico não pode faltar na vida de nenhum brasileiro, com a área de saneamento resolvida e a formação de profissionais caminhando positivamente teremos médicos de qualidade e teremos menos enfermos que são vítimas do saneamento precário.

     

  • #1530
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    Sa√ļde √© uma quest√£o delicada de se discutir, principalmente quando muitos n√£o tem acesso √† condi√ß√Ķes sanit√°rias dignas. Eu, como futuro profissional da educa√ß√£o f√≠sica, tenho ci√™ncia de que muito do que vemos hoje de casos e filas de espera no SUS, poderiam ser evitados com medidas simples.

    Por exemplo, gasta-se muito com o tratamento da doen√ßa, mas n√£o se gasta na preven√ß√£o dela. Vemos poucas a√ß√Ķes sendo tomadas para incentivar a pr√°tica de atividade f√≠sica (que deve vir desde a inf√Ęncia), quando esta pode ser a principal ferramente no combate e preven√ß√£o de diabetes, doen√ßas card√≠acas e degenerativas. O SUS deve, antes de mais nada, come√ßar a fazer campanhas em escolas para que as crian√ßas possam ter acesso a locais para suas pr√°ticas di√°rias de atividade f√≠sica (e n√£o estou dizendo somente quadra de futebol), mas todas quantas for poss√≠vel.

    Promover, nos grupos de terceira idade a pr√°tica de exerc√≠cio f√≠sico como fonte de sa√ļde e divers√£o. Al√©m disso, trazendo para o lado mais atual, deve ser ampliado os recursos do SUS, contrata√ß√£o de mais pessoal, materiais de melhor qualidade e celeridade nas filas de cirurgia. De nada adiana termos um programa que √© refer√™ncia em sa√ļde p√ļblica que n√£o aplica aquilo que √© o b√°sico.

  • #1543
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    José Lucas
    Espectador

    A grande solu√ß√£o pra sa√ļde, √© investir em preven√ß√£o, remediar √© muito mais caro! Simples assim!

  • #1552
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    Geraldo Custodio Junior
    Espectador

    Inser√ß√£o do Fisioterapeuta no programa Sa√ļde da fam√≠lia como membro efetivo da equipe

  • #1563
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    Jean dos Santos Silva
    Espectador

    O SUS √© o melhor sistema de sa√ļde do mundo, falta melhor aplica√ß√£o dos recursos, deve-se parar de judicializar a sa√ļde e investir na ponta, com melhoria do saneamento b√°sico, e outros fatores que impactam diretamente na sa√ļde do cidad√£o

  • #1572
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    Pedro Henrique Pasquali
    Espectador

    N√£o h√° a menor d√ļvida de que o sistema de sa√ļde p√ļblica no Brasil precisa passar por mudan√ßas. Nada obstante, ainda que imperfeito, o SUS √© uma boa maneira – que, lato sensu, foi copiado por outros pa√≠ses -, muito principalmente porque consegue universalizar o acesso.

  • #1582
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    Wagner Gockos
    Espectador

    √Č ineg√°vel que o Sistema √önico de Sa√ļde, √© um sistema que em sua concep√ß√£o buscou atingir sua fun√ß√£o social e administrativa, em seus n√≠veis de refer√™ncias.

    Por√©m, o sucateamento das unidades hospitalares, a n√£o atualiza√ß√£o da tabela de procedimentos, fazem muitas vezes os profissionais burlarem o sistema, realizando procedimentos cir√ļrgicos com valores baixos e acabam lan√ßando como se fossem procedimentos mais caros, para “elevar” o valor pago.

    √Č necess√°ria a atualiza√ß√£o urgente dos valores repassados para as Unidades de Atendimento de Urg√™ncia, Hospitais filantr√≥picos e Municipais.

    Importante continuar e ampliar os programas de Sa√ļde da Fam√≠lia, que visam a preven√ß√£o das doen√ßas, de maneira mais pr√≥xima e efetiva junto √† popula√ß√£o, e buscar solu√ß√Ķes para a falta de m√©dicos, com um programa aperfei√ßoado dos Mais M√©dicos, contemplando m√©dicos brasileiros, formados no pa√≠s e os que buscaram forma√ß√£o no exterior, mediante a aplica√ß√£o do revalida.

  • #1592
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    THIAGO RODRIGUES
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    Boa Tarde ! Querido amigos e estendo os meus comprimentos ao demais leitores, Sa√ļde, nada mais √© do que um direito de todos, sem nenhuma distin√ß√£o de cor, ra√ßa, sexo e religi√£o. Conforme estabelecido na Constitui√ß√£o Federal, direito esse dos cidad√£os, √© oferecido pelo ESTADO, sendo dever do ESTADO em oferecer uma sa√ļde com qualidade e eficaz a toda popula√ß√£o, utilizando os meios de politicas sociais e econ√īmicas que visem a redu√ß√£o de doen√ßas e de outros agravos, o ponto cuminante¬† √© o acesso universal e igualit√°rio √†s a√ß√Ķes e servi√ßos para sua promo√ß√£o, isso que foi dito parece bonito, aparentemente aparenta dar certo, aparenta ser o melhor Pa√≠s, mais n√£o √©, por√©m se fosse seguido a risca, fazendo com que o que esta inscrito na lei,¬† produzi-se¬† efeito, n√£o haveria um grande falta no ramo da sa√ļde.

    N√£o h√° sa√ļde se n√£o houver EDUCA√á√ÉO, os dois ramos est√£o interligados, na falta de profissionais qualificados para atender a demanda do SUS (SISTEMA √öNICO DE SA√öDE), n√£o s√≥ profissionais na ceara da medicina, mas tamb√©m no atendimento qualificado aos destinat√°rios dos servi√ßos prestados. No tocante, havendo profissionais qualificados agilizaria o atendimento e diminuiria a espera dos cidad√£os na fila do SUS, a edu√ß√£o neste contexto n√£o √© somente as profissionais, mas tamb√©m aos ensinamentos repassados a sociedade, sobre devidos cuidados preca√ß√£o, e campanhas de sa√ļdes, abarcando todos os temas em alta no nosso PA√ćS OU MUNIC√ćPIOS.

    Ainda mais, segundo a Constitui√ß√£o Federal, disp√Ķe sobre a prote√ß√£o e recupera√ß√£o, neste sentindo seria eficaz o investimento em campanhas de prote√ß√£o, campanha de SA√öDE NOS BAIRROS, promovendo esse evento, far√° com que a sociedade se conscientize sobre as doen√ßa, e que tome as medidas protetivas, √© importante frizar a SA√öDE nas escolas, pois √© de la que temos a futura massa populacional, n√£o s√≥ com os adolescentes mas tamb√©m as crian√ßas jovens e adulto, com isso ajudaria a prevenir futuras doen√ßas, inimizando a busca ao sus, ent√£o desafogaria as filas, e a efici√™ncia na sa√ļde.

    Acrescento mais ainda, falta de apoio a sa√ļde a popula√ß√£o idosa, deve ter uma aten√ß√£o tamb√©m, oferecendo a eles um servi√ßo sem burocracia, e incentivar a elas a realizar atividades fisicas, com isso pode ser feito atrav√©s de uma projeto nos bairro¬† atividade fisica ao ar livre, com intuito de mostra a eles que a vida prolongada e sem futuros problemas de sa√ļde est√° na atividade fisica.

    N√£o posso termina meu texto sem tocar na sa√ļde dos sistema prisional, com status “escasso”. Pois o ambiente em que o condenado vive √© de se causa repuno, a falta de investimento governamental, muitos vivem em celas cheia de sujeiras, n√£o tendo lugar nem mesmo para fazer suas necessidades di√°rias, e muito mais, eles convivem com ratos e maus tratos, tratando-os com¬† desumanidade, onde fica o direitos humanos ? Onde fica o estado, Umas vez que a CONSTITUI√á√ÉO FEDERAL, diz que a sa√ļde e direito de TODOS. Ent√£o diante a esse problema deve-se investir melhorias na sa√ļde no sistema prisional, fazendo campanhas de prote√ß√£o a doen√ßa, uma vez que o sistema trata -se de ressocializa√ß√£o.

     

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  THIAGO RODRIGUES.
  • #1609
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    Maurício Martins
    Espectador

    Um dos grandes problemas na sa√ļde p√ļblica do pa√≠s √© o investimento financeiro e t√©cnico na Aten√ß√£o Prim√°ria, que abrange 90% dos atendimentos em sa√ļde no Brasil, mas n√£o tem o recurso compat√≠vel com esses 90%. A Aten√ß√£o Prim√°ria age na promo√ß√£o e preven√ß√£o da sa√ļde, e pode evitar que milh√Ķes de reais tenham que ser investidos em tratamento de enfermos. Al√©m da economia no setor secund√°rio e terci√°rio, o maior investimento na Aten√ß√£o Prim√°ria melhora a qualidade de vida do paciente.

    Ao mesmo tempo, deve-se melhorar, tamb√©m, o atendimento na Aten√ß√£o Secund√°ria e Terci√°ria, que s√£o mais custosas, por√©m, muito importantes para o prosseguimento dos tratamentos em sa√ļde. O tempo de espera entre um primeiro atendimento e a marca√ß√£o de uma consulta com um especialista, por exemplo, √© muito grande. Muitas vezes um paciente chega com pequenos sintomas iniciais e, como h√° uma grande demora para a marca√ß√£o de uma consulta com um especialista, v√™ em sil√™ncio o agravamento da sua enfermidade. Casos que poderiam ser tratados sem maiores problemas, posteriormente acabam sobrecarregando hospitais e causando danos irrepar√°veis √† sa√ļde de diversas pessoas.

    As vezes a conta pode n√£o fechar. √Č como se fosse um cobertor curto, onde se tapa a cabe√ßa e destapa os p√©s. Por isso √© importante uma melhor gest√£o do recurso e investimento em preven√ß√£o.

  • #1624
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    Valentina Jord√£o
    Espectador

    O sistema de sa√ļde p√ļblico √© prec√°rio e j√° tive de ir as UPAS e hospitais p√ļblicos algumas vezes. H√° falta de materiais, o raio X n√£o estava funcionando e havia falta de m√©dicos para atender a grande quantidade de pacientes. O problema da sa√ļde no Brasil √© grave e quem tem que frequentar essa rotina¬† sofre com a pol√≠tica ineficaz. O PSDB e a sociedade devem fiscalizar para onde est√° indo o dinheiro destino √† saude, combater a corrup√ß√£o, ajudar a propagar campanhas de sa√ļde e vacina√ß√£o, promover maior fiscaliza√ß√£o nos cursos de medicina e enfermagem¬† e fazer a diferen√ßa. N√≥s unidos podemos fazer jus ao que prega a social democracia e mudar a situa√ß√£o ca√≥tica que est√° o pa√≠s.

  • #1632
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    Jos√© Victor da Silva Ara√ļjo
    Espectador

    A sa√ļde no nosso pa√≠s est√° muito prec√°ria, muitos n√£o t√™m condi√ß√Ķes de arcar com exames car√≠ssimos e ficam a depender do SUS que deixa muito a desejar. Os governantes, em si, deveriam pensar mais no pr√≥ximo, pensar mais em quem colocam eles no poder, que s√£o pessoas humildes e honestas. Se os atuais pol√≠ticos tivessem pensamento diferente, o mundo seria bom melhor. Mais enquanto isso n√£o acontece, s√≥ temos que pedir a Deus que interceda por todos.

  • #1638
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    Vivian Coutinho Cavalcante
    Espectador

    A Sa√ļde √© uma das √°reas mais precarizadas.

    Acredito que, inicialmente, deva existir um mapeamento dos principais problemas de cada regi√£o. Estruturando, com efici√™ncia, cada demanda, para que seja poss√≠vel agir de forma mais “cir√ļrgica” em cada caso.

    Muitos dos problemas giram em torno da falta de vagas de internação, da falta de estrutura dos hospitais em receber determinados casos, faltam remédios, insumos, e a população sofre doente e sem tratamento.

    Uma das solu√ß√Ķes poss√≠veis, s√£o as parcerias p√ļblico-privadas, em que o Poder P√ļblico repassa uma parte da presta√ß√£o do servi√ßo em sa√ļde para particulares que sejam mais eficientes no atendimento.

    Sou a favor de existirem formas gratuitas de atendimento, sim. Mas, outra possibilidade é que haja uma triagem dos casos para que, quem possa pagar, arque ao menos parcialmente com os custos que gerou.

    Uma vez que o Estado vem falhando na prestação do serviço, de repente, seja menos oneroso terceirizar. Essa é outra possibilidade.

    Existem organiza√ß√Ķes especializadas na presta√ß√£o da Sa√ļde, que podem, facilmente, gerir recursos e prestar um servi√ßo mais digno aos pacientes que dependem desse atendimento.

    O Estado, sendo mais enxuto, passa a ser mais eficiente.

  • #1646
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    Lucas Vicente Russo
    Espectador

    <p style=”text-align: left;”>Mesmo com o Estado na sa√ļde, n√£o nos esque√ßamos da caridade social</p>
    Como nos disse o arquiconhecido salmista hebreu: ” o prudente antolha o mal e esconde-se, o n√©scio passa e sofre as penas”. N√£o pode haver conscientiza√ß√£o de homens, deve-se admoestar-lhes, advertir-lhes com rigor, qual o expediente que salvar√° mir√≠ades de vidas e economizar√° milh√Ķes de reais das contas p√ļblicas.

    √Č mister ao estado assegurar assist√™ncia hospitalar aos seus desvalidos, mas nunca centraliz√°-la ao seu bel-prazer. Por que n√£o dar liberdades √†s ordens religiosas, √†s igrejas, √†s institui√ß√Ķes filantr√≥picas laicas e √†s incont√°veis entidades caritativas n√£o-governamentais a prestarem servi√ßos desta natureza ? Tal qual s√≥i ser em pa√≠ses desenvolvidos ( hospitais metodistas, cat√≥licos hospital√°rios, carmelitas…) ! Desde que asseguradas a idoneidade de suas opera√ß√Ķes poder√£o faz√™-lo sem √≥bices burocr√°ticos. De vez que o Estado n√£o √© e n√£o ser√° ub√≠quo, descentralizar nossos ” ativos sociais”, securitizar nossos deveres, √© diminuir os riscos e ampliar a abrang√™ncia de nossas a√ß√Ķes.

     

  • #1647
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    Douglas Frederico
    Espectador

    1 – Sistema √önico de Sa√ļde: O SUS n√£o tem que acabar, ele deve ser menos burocr√°tico e ideol√≥gico , a maioria dos seus conselhos s√£o apenas para politicagem.

    2 – Nova concep√ß√£o de Sa√ļde: O primeiro elemento deve ser valorizar o t√©cnico de enfermagem, enfermeiro e o agente comunit√°rio (ACS)pois, boa parte da nova concep√ß√£o de sa√ļde passa por eles.

    3 – Estrat√©gia de sa√ļde Familiar: A ESF deve receber mais aten√ß√£o e ser ampliada como fez o prefeito Marchezan ao criar o 3 turno em Porto Alegre e hoje j√° est√° sendo replicado pelo governo federal sob a tutela do ministro Mandetta.

    4 – Prevenir a causa √© melhor que tratar o doente:¬† ¬†80% dos problemas de sa√ļde podem ser resolvidos com uma boa aten√ß√£o prim√°ria e n√£o apenas para tratar doen√ßa, a cada real que se investe em preven√ß√£o evita gasto com tratamento hospitalares caros.

    atenciosamente

    Douglas Frederico – Rio de Janeiro – S√£o Jo√£o de Meriti

  • #1650
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    José Neto Cassiano de Camargo
    Espectador

    Sem menor sombra de d√ļvidas, a sa√ļde √© a √°rea mais prec√°ria e que atinge a popula√ß√£o de forma mais acentuada.

    O primeiro passo seria a retomada da economia, para que as pessoas desempregadas possam ter renda, para com isso pagar um plano de sa√ļde e desafogar o SUS. Pois, nenhum sistema p√ļblico no mundo (com os moldes do SUS) √© capaz de atender 210 milh√Ķes de habitantes. O segundo passo, seria o partido realizar propostas em que o sistema privado fique mais acess√≠vel as pessoas de m√©dia e baixa renda, como o chamado Obamacare, nos EUA.

    Talvez tamb√©m seria vi√°vel reduzir os impostos de equipamentos e medicamentos produzidos no exterior, principalmente para os casos de maior complexidade.¬†A atividade m√©dica, os insumos e tecnologia s√£o caros, isso acaba por dificultar o investimento p√ļblico e o tratamento particular.

    O tema da sa√ļde √© central, fazer com que tenhamos um servi√ßo de qualidade √© essencial, pois esta mat√©ria esta ligada diretamente a dignidade humana.

  • #1654
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    Pablo Salom√£o
    Espectador

    Quando me deparo com os temas apresentados aqui, ao analisar os comentários dos colegas, formular minha linha de pensamento, fico realmente triste com nossa situação.

    Se for pensar em falar que deve-se investir, estar√° cometendo mais do mesmo.

    Investimento é a solução, poderíamos publicar isso em todos os temas e ficar aguardando a aprovação do Programa Jovens Líderes.

    Não estaríamos errado. Quando abrimos o debate sobre o novo, é ai que compreendemos a grave situação:

    N√£o temos dinheiro; e os nossos profissionais da √°rea de sa√ļde est√£o desmotivados, sobrecarregados, e n√£o capacitados.

    Precisamos propor medidas na base da proatividade e solu√ß√Ķes inovadoras em meio ao caos da gest√£o p√ļblica.

    Devemos primeiro pensar em formas de valorizar os servidores, e aqui estou falando de melhoras nas condi√ß√Ķes de trabalho que possam beneficiar a sa√ļde f√≠sica e mental. Uma simples e eficaz maneira de potencializar desempenhos.

    Campanhas de conscientiza√ß√£o e combate a depress√£o devem ser fortalecidas em √Ęmbito nacional. Aproximar o Conselho Federal de Psicologia para que possamos compreender e criar juntos solu√ß√Ķes para esse tema que √© uma crescente mundial.

    Para se ter uma ideia: o suic√≠dio √© a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no mundo, atr√°s apenas de acidentes de tr√Ęnsito.

    Podemos debater o mais m√©dico, n√£o tenho d√ļvidas. Mas, √© preciso trazer propostas capazes de impactar em um curto per√≠odo.

    A sa√ļde no Brasil √© um assunto extremamente desafiador.

     

     

  • #1673
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    Rodrigo Ribeiro
    Espectador

    √Č o setor mais sens√≠vel no pa√≠s e o que merece um planejamento muito bem feito. O que faz uma pessoa sem estar em um bom estado de sa√ļde? do que adianta ter a oportunidade de um emprego se est√° doente?

    Sabemos que o custo de manuten√ß√£o dos equipamentos p√ļblicos encarecem o setor. Por exemplo, o valor investido na constru√ß√£o do Hospital Regional de S√£o Jos√© dos Campos e a quantia necess√°ria para um ano de opera√ß√£o do mesmo. Al√©m disso, quanto mais se investe e melhora o atendimento maior ser√° a demanda. Por qu√™ terei um conv√™nio particular se tenho um bom sistema de sa√ļde p√ļblico?

    Sa√ļde custa caro e por isso escrevi planejamento mais acima ao inv√©s de investimento. Explico. Lembro-me de uma frase dita pelo ex-governador do Estado de S√£o Paulo, Geraldo Alckmin, quando questionado e criticado pela privatiza√ß√£o de um hospital: “O equipamento n√£o precisa ser estatal, ele precisa ser p√ļblico!”.

    Concordo 100%¬† e acho que esse √© o caminho. Fazer um bom planejamento para atender bem a popula√ß√£o e procurar parcerias na iniciativa privada para “tocar” os equipamentos.

     

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Rodrigo Ribeiro. Raz√£o: acrescentar racioc√≠nio
  • #1686
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    Ronald Vilella
    Espectador

    Em rela√ß√£o √† sa√ļde podemos mencionar diversos temas, tais como a melhor gest√£o dos recursos do SUS, como incentivar mais m√©dicos em regi√Ķes afastadas de grandes centros, tecnologias em exames e cirurgias e etc. Contudo, venho destacar a importante da preven√ß√£o, por ser tratar de medidas de menores custos ao Estado e com ampla divulga√ß√£o, como a quest√£o de doen√ßas transmitidas por vetores, h√°bitos mais saud√°veis de se viver, verifica√ß√£o rotineiras da sa√ļde.

    Outro tema importante ligado √† sa√ļde √© o saneamento b√°sico. Para se ter uma ideia, cerca de R$1,00 gasto com saneamento, o estado deixa de gastar R$4,00 com sa√ļde, demonstrando a import√Ęncia desse tema na vida das pessoas e na conta do Estado.

  • #1687
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    Wellington Luís Pegorin
    Espectador

    A gest√£o p√ļblica na √°rea da sa√ļde √© um dos setores que se deve uma grande aten√ß√£o. Precisamos cada vez mais de profissionais, seja m√©dicos, enfermeiros, etc. A gest√£o do recurso deve ser bem r√≠gida, com fiscaliza√ß√£o e distribui√ß√£o de recursos de forma cont√≠nua. Gosto muito de a√ß√Ķes itinerantes, como por exemplo a carreta da mamografia, que atinge pessoas/locais e ajudam na preven√ß√£o de doen√ßas. Focos em campanhas na rede escolar tamb√©m √© um passo fundamental na promo√ß√£o da sa√ļde.

  • #1701
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    Arthur Silva
    Espectador

    Pode-se fazer uma pesquisa neste instante com o tema: “quais os maiores problemas do Brasil?”, hoje dir√£o que √© a corrup√ß√£o, devido ao debate nacional p√≥s mensal√£o e lava jato, mas logo em seguida aparecer√£o dois outros problemas: sa√ļde e seguran√ßa. De fato, a sa√ļde √© simplesmente o que mant√©m, literalmente, a popula√ß√£o viva. √Č preciso reconhecer que muito se fez pela sa√ļde, mas n√£o se pode parar por a√≠. O Brasil precisa de uma agenda permanente! Um debate com a popula√ß√£o (eu sempre defenderei isso, pois eu acredito no princ√≠pio da conversa, do di√°logo, da democracia) sobre qual o sistema de sa√ļde que desejamos e que podemos ter.

    √Č preciso sair da nossa zona de conforto de quem tem plano de sa√ļde e nunca dependeu de um Rocha Faria, Miguel Couto, entre outros. A realidade √© diferente, mesmo que esteja melhor do que anos e anos atr√°s. Depois de ouvir a popula√ß√£o, impreterivelmente, √© hora de arrega√ßar as mangas e… FAZER! Hospital p√ļblico deve ser, primeiramente, um ambiente menos “pesado”, as quest√Ķes mais b√°sicas devem ser garantidas sem exce√ß√£o, como pro exemplo a limpeza e a manuten√ß√£o, que podem at√©, n√£o vejo problema, estarem terceirizadas.

    Sou professor, minha sina é o diálogo. Povo instruído, é povo que não perece, ou perece menos. Abrir o campo para a conscientização, o precaver. Demonstrar os perigos dos abusos, excessos.

    Quero, além do que já foi citado, dizer que é importante que se tenha ORGANIZAÇÃO. A tecnologia está aí para nos auxiliar, usemo-la.

    Inspirar-me-ei¬† na grandiosa Rita Lee e depreenderei: tamb√©m me cansei de lero-lero, eu quero mais sa√ļde.

  • #1702
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    Gregory de Ara√ļjo Toledo
    Espectador

    √Č claro que o partido precisa tomar posi√ß√£o por esse tema, aqui no Rio, hospitais grandes e localizados na capital faltam de tudo, √© a prefeitura empurrando pro estado e o estado empurrando pra prefeitura, ningu√©m assume o filho feio. As upas s√£o fracas, faltam m√©dicos, insumos e qualidade de atendimento. √Č preciso procurar parcerias privadas e direcionar atendimentos para alguns hospitais particulares atrav√©s de vouchers, aumentando o atendimento, diminuindo as filas de esperas que s√£o enormes e gerando atendimentos de qualidade.

  • #1722
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    tales costa
    Espectador

    FALTA MUITA ESTRUTURA ,  MEDICO POSSA PEDIR EXAMES E ESTE SER FEITO COM DINAMISMO. NAO FAZER AS PESSOAS ESPERA TANTO OU TAMBEM AGENDA UM DETERMINADO EXAME, PARA MESES OU ANO.

  • #1726
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    Yan fernandes pereira
    Espectador

    Temos o melhor programa de sa√ļde do mundo ,problema √© que o investimento n√£o esta sendo aproveitado o governo deveria se programar melhor e investir corretamente

  • #1791
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    Rodrigo Ferreira
    Espectador

    Pejotiza√ß√£o de parte da Sa√ļde, exemplo os plant√Ķes m√©dicos. O m√©dico plantonista, recebe uma escala que nem sempre condiz com sua disponibilidade. N√£o pode ficar doente no dia do plant√£o, n√£o pode ir ao casamento do irm√£o, bodas dos pais, aniversario de 15 anos de sobrinha, sob pena de comenter crime, uma vez que √© de sua responsabilidade aquele determinado turno. Os plant√Ķes sendo Pejotizados poderia o m√©dico em caso de n√£o poder ir naquele determinado dia ou hor√°rio, enviar um contratado de sua preferencia para cobrir seu turno. Hoje isso √© imposs√≠vel, uma vez que contrato o m√©dico, somente este pode trabalhar.

  • #1858
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    Guilherme Santos Ferreira
    Espectador

    √Č necess√°rio implanta√ß√£o de UPAS espalhadas por v√°rios locais e a expans√£o da unidade da fam√≠lia, principalmente para os residentes em √°reas rurais e longe dos centros urbanos, para que possam receber acompanhamento m√©dico nas residencias, diminuindo assim a propaga√ß√£o de doen√ßas e a mortalidade infantil.

  • #1865
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    Gabriel Testai
    Espectador

    A sa√ļde p√ļblica est√° prevista na Constitui√ß√£o Federal como um dever do Estado e como um direito social, ou seja, um direito que deve ser garantido de forma homog√™nea aos indiv√≠duos a fim de assegurar o exerc√≠cio dos direitos fundamentais. Por√©m, ainda √© vital que haja uma moderniza√ß√£o e melhorias nos hospitais de rede p√ļblica. Uma das primeiras medidas que deveriam ser tomadas pelo Governo seria investir em aten√ß√£o prim√°ria, pois a aten√ß√£o prim√°ria, como programas de sa√ļde da fam√≠lia, mutir√Ķes de vacina√ß√£o e programas de rem√©dio em casa, s√£o fundamentais para aliviar os gastos com interna√ß√Ķes decorrentes ao agravamento de doen√ßas que poderiam ser facilmente evitadas. Isso diminuiria o custo de atendimentos em pronto-socorros e hospitais e melhoraria a sa√ļde p√ļblica no Brasil como um todo. Outra medida que deveria ser tomada √© atrair m√©dicos com planos de carreira e melhor infraestrutura, visto que trabalhar com sa√ļde p√ļblica no Brasil n√£o √© atraente para profissionais rec√©m formados. A remunera√ß√£o √© inferior √† da rede privada, falta motiva√ß√£o, valoriza√ß√£o dos profissionais e, n√£o raro, at√© mesmo os materiais necess√°rios para os m√©dicos trabalharem. Portanto, √© necess√°rio estabelecer planos de carreira s√≥lidos que s√≥ fa√ßam permanecer no sistema p√ļblico. Uma melhoria fundamental seria reformular as gest√Ķes hospitalares, pois a falta de medicamentos e materiais nos hospitais p√ļblicos do pa√≠s est√° mais relacionada a falhas na gest√£o do que √† aus√™ncia de recursos e, portanto, o estado deve, necessariamente, indicar gestores com experi√™ncia n√£o s√≥ na √°rea m√©dica, mas em gest√£o hospitalar, para atuar nos mais altos cargos de administra√ß√£o da sa√ļde p√ļblica. Deveria tamb√©m, ser investido uma grande parte da verba p√ļblica para o uso e desenvolvimento de tecnologias nos postos p√ļblicos de sa√ļde, pois poderiam ser ampliados os programas de agendamento autom√°tico, pois agilizariam as tarefas e poderiam facilmente confirmar a presen√ßa, ou n√£o, de um cidad√£o, diminuindo, assim, a taxa de absente√≠smo dos pacientes. Investir em desenvolvimento tecnol√≥gico tamb√©m traz benef√≠cios em quest√Ķes como rota√ß√£o de leitos de UTI ou comunica√ß√£o com outras unidades para fazer uma melhor distribui√ß√£o de pessoas. Especialmente em redes de alta complexidade, esses elementos facilitam o trabalho que, de outro modo, corre o risco de perder efici√™ncia.

    Gabriel Testai

  • #1932
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    Cicero Sampaio De Brito Sampaio
    Espectador

    Meu nome e Cicero Sampaio sou do Cear√° e moro em Acopiara minha cidade,pois Ben ela n√£o e diferente das demais da nossa confedera√ß√£o , que venhe sofrendo muito nesse aspecto da sa√ļde , oque eu acho que deve melhorar para que nos possamos ter uma boa gest√£o na sa√ļde ,

    Primeiro , qualificar mais médicos

    Segundo abastecer as farm√°cias p√ļblica

    Terceiro qualificar os atendentes e pagar em dias seus sal√°rios

    Quarto.fiscalizar os cofres p√ļblico e sabe se realmente o dinheiro destinado a sa√ļde est√° sendo devidamente aplicado no setor

    Quinto fazendo isso teremos uma distribui√ß√£o de qualidade as pessoas que necessita de atendimento aos posto de sa√ļde .

    Minha mensagem , e que os nossos governante tenha mais coerencia e fiscalize seus gestores como um todo só assim poderemos ter uma nação forte e livre das corrupção que a sola nosso país confio em ti PSDB

     

     

  • #1976
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    Jeferson Lorensett
    Espectador

    Sistema √önico de Sa√ļde (SUS) um dos melhores sistemas de sa√ļde p√ļblica… no papel, a execu√ß√£o est√° muito falha, at√© parece ter sido criado para facilitar esse desvio de “foco”. Gerenciamento e efici√™ncia, mudariam muito sa√ļde no nosso pa√≠s. Melhorar a educa√ß√£o (conscientiza√ß√£o) e saneamento resultaria em uma menor quantidade de usu√°rios.

    √Č necess√°rio mudar e muito, precisamos de mais m√©dicos, precisamos de mais medicamentos, mas temos que focar em diminuir essa necessidade para sanar o problema e n√£o apenas continuar tentando mascarar.

  • #1983
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    Leandro Miguel
    Espectador

    √Č simples pra melhor a sa√ļde publica, primeiro temos que fazer ela funcionar de verdade, e n√£o fazer uma ilus√£o em propagandas eleitoras.

    Eu fico indignado, na minha cidade de 7.00 habitantes cada prefeito que entra e sai tem seu salario em um valor fixo de 12 a 18 mil reais, enquanto 2 m√©dicos √© o que a popula√ß√£o tem pra lhe atender, quanto dinheiro desperdi√ßado em um √ļnico funcion√°rio publico, e nem posso entrar em outros pra que o meu texto n√£o extrapole os limites a mim dado, estou me referindo ao √Ęmbito nacional.

    Temos que ter mais sensibilidade, tem que haver mais fiscalização.

    Tem que investir na sa√ļde publica em todos lugares, tem que se parar com essa mania de que apenas capitais e cidades consideradas grandes tem quem precise de um hospital adequado, todos somos seres humanos e precisamos do pagamos, como imposto para ter.

  • #2001
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    Lucas de Lima
    Espectador

    Em rela√ß√£o a sa√ļde p√ļblica em geral vejo v√°rias falhas, parece que n√£o h√° empenho na moderniza√ß√£o do SUS com ideias t√£o simples como ter um cadastramento em banco de dados municipal com o hist√≥rico m√©dico das pessoas e depois incorporado a um banco de dados nacional, assim agilizando atendimentos sem precisar passar por etapas desnecess√°rias e facilitando o trabalho de m√©dicos e enfermeiros.

    √Č interessante tamb√©m atualizarmos o modo como a verba √© distribu√≠da para estados e munic√≠pios, primeiramente ter estudos mais detalhados sobre as necessidades de cada regi√£o, acesso √† sa√ļde e como eu citei anteriormente poder√≠amos fazer um levantamento atrav√©s do sistema integrado nacional de sa√ļde de quais doen√ßas mais atingem determinadas regi√Ķes e assim combater n√£o s√≥ de forma corretiva essas doen√ßas, mas tamb√©m promover campanhas preventivas com incentivo a h√°bitos saud√°veis, reformula√ß√£o e fiscaliza√ß√£o intensa em rela√ß√£o a gest√£o de gastos desses recursos por esses hospitais.

    Sou a favor de debatermos um sistema de voucher para o SUS, onde dependendo da renda familiar teríamos uma cobertura de 0%, 25%, 50% e 100% em procedimentos de alto custo, já em consultas e serviços odontológicos custos de 0%, 50% e 100% dependendo de outra faixa de renda. Serviços de urgência seriam cobrados nos mesmos moldes dos de alto custo, porém em casos de imprudência como dirigir alcoolizado, agressão à mulheres ou caracterizado crime de alguma forma, a pessoa responsável ressarciria integralmente o estado pelos recursos utilizados.

    Sabemos que a falta de m√©dicos √© um grande problema no Brasil, mas a realidade no interior dos estados √© pior ainda, as vezes n√£o s√≥ pela falta, mas pelos pr√≥prios m√©dicos que n√£o tem nenhum interesse em permanecer nessas regi√Ķes mais distantes dos grandes centros, a minha ideia √© que haja incentivo a forma√ß√£o de m√©dicos locais que tenham interesse de permanecer em sua cidade, comunidade ou regi√£o. Onde regras seriam impostas como: Ter vivido 10 anos ou mais no local,¬† ter estudado a vida toda em escola p√ļblica da regi√£o, assinar termo de compromisso de que s√≥ atuar√° nessa regi√£o e renda de at√© 2 sal√°rios m√≠nimos. Os selecionados teriam direito a ajuda de custo e cota social para pessoas do interior ingressarem em universidades p√ļblicas no estado (capital ou interior), limitado a 3 vagas por campus onde o curso de medicina √© oferecido.

    Sou a favor de uma reformulação e manter uma periodicidade do REVALIDA.

    E por fim, condi√ß√Ķes de trabalho para todos os profissionais da sa√ļde publica

  • #2050
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    Pedro Saldanha
    Espectador

    boa noite a todos. sobre a sa√ļde a n√≠vel federal ,estadual e municipal √© necess√°rio¬† para melhorar:

    – Investir mais na constru√ß√£o de hospitais e postos de sa√ļde , pois a popula√ß√£o s√≥ aumenta e precisa de locais de atendimento cada vez mais.

    РAumentar o numero de médicos e enfermeiros nas UPAs, diminuindo assim o tempo de espera dos pacientes.

    – Aumentar a verba publica destinada a compra de equipamentos e fiscalizar se os mesmos est√£o sendo utilizados realmente nos hospitais.

    – Ampliar o atendimento de urg√™ncia de ambul√Ęncias como SAMU,¬† Adquirindo mais autom√≥veis e contratando mais enfermeiros e auxiliares .

  • #2065
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    Renato Ribeiro
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    Na √°rea da sa√ļde a preocupa√ß√£o inicial seria proporcionar a todos os cidad√£os o acesso a sa√ļde gratuita, melhorando o Sistema √önico de Sa√ļde (SUS) com investimentos em ci√™ncia e tecnologia voltados √† √°rea da sa√ļde. Deve-se tamb√©m investir massivamente em pol√≠ticas p√ļblicas de preven√ß√£o e melhoria de h√°bitos atrav√©s de atendimento de equipes multidisciplinares formadas por psic√≥logos, nutricionistas, educador f√≠sico e outros profissionais, o que ajudaria a melhorar a qualidade de vida das pessoas, diminuindo o n√ļmero de doen√ßas em anos posteriores. √Č preciso tamb√©m criar um programa que verdadeiramente possa tornar permanente a presen√ßa de profissionais m√©dicos nas comunidades mais isoladas do pa√≠s, al√©m de investir na preven√ß√£o de acidentes de tr√Ęnsito, algo que tem elevado os gastos dos governos nas suas diversas esferas, seja em exames e cirurgias, seja em pagamentos de aux√≠lios do INSS para os acidentados, o que acaba onerando os cofres p√ļblicos.

  • #2069
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    Ronaldo Florencio da silva Junior
    Espectador

    A Sa√ļde p√ļblica no pa√≠s deve mudar de uma sa√ļde curativa para uma sa√ļde preventiva que √© mais barato e mais eficaz. Os hospitais universit√°rios tem um papel fundamental na melhoria da sa√ļde p√ļblica, n√£o somente por ajudar na grande demanda que vem da rede SUS, por√©m tamb√©m √© deles que vem estudo e produ√ß√£o de conhecimento que deve servir a sociedade. O governo federal inv√©s de brigar com as universidades e por consequ√™ncia os hospitais universit√°rios, deve investir cada vez mais em HU’s e exigir resultados. A universidade tem que criar mecanismos para que o capital privado chegue aos HU’s como forma de financiar conhecimento, descoberta de novos rem√©dios, procedimentos m√©dicos.

  • #2076
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    Joedson Mendes
    Espectador

    Sendo a sa√ļde p√ļblica um direito social e um dever do Estado proporcionar um atendimento digno a popula√ß√£o, mas n√£o √© bem assim que acontece, n√£o √© por falta de verba aplicada na sa√ļde mas sim por uma m√° gest√£o da administra√ß√£o p√ļblica.

    Nos dias atuais a sa√ļde p√ļblica enfrenta dificuldades como no atendimento √† popula√ß√£o, falta de m√©dicos nos hospitais, falta de estrutura para suportar a quantidade de pessoas, aparelho espec√≠ficos para certos exames etc…

    O governo deveria capacitar os jovens que queiram atuar na √°rea da sa√ļde disponibilizando bolsas de estudo e incentivando-os esses jovens a serem grandes m√©dicos.

  • #2079
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    igor coimbra manhani
    Espectador

    O PSDB deve ter posicionamento claro em defesa do Sistema √önico de Sa√ļde. Quando o partido esteve no governo implementou pol√≠ticas que ainda hoje s√£o refer√™ncia. A pol√≠tica de combate ao HIV e o gen√©ricos s√£o grandes exemplos nessa dire√ß√£o. O partido deve focar ainda na melhoria do atendimento nas regi√Ķes mais carentes do pa√≠s, criando condi√ß√Ķes e dando incentivos para que profissionais da √°rea de sa√ļde tenham interesse em ir para localidades mais afastadas da regi√£o centro-sul. Em outra frente, o PSDB deve atuar para que haja melhor gest√£o e moderniza√ß√£o da sa√ļde p√ļblica. A cria√ß√£o de sistemas regionais de dep√≥sitos de resultados de exames, por exemplo, evitaria que o desperd√≠cio de recursos p√ļblicos com a duplicidade de exames realizados em diferentes estabelecimentos p√ļblicos em curto espa√ßo de tempo. Outra frente importante de atua√ß√£o √© a da medicina preventiva. Nesse caso, o partido de atuar de modo enf√°tico na melhoria do saneamento b√°sico no pa√≠s, o que por si s√≥ reduziria o gasto com enfermidades ligadas √† falta de acesso a condi√ß√Ķes sanit√°rias b√°sicas por uma parcela expressiva de nossa popula√ß√£o. Cumpre frisar investimentos em gest√£o e amplia√ß√£o do acesso a saneamento b√°sico teriam enorme retorno ao reduzir gastos em sa√ļde, permitindo um melhora no acesso a sa√ļde p√ļblica sem onerar demasiadamente os cofres p√ļblicos.

  • #2096
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    David Alector Sampaio
    Espectador

    A população brasileira sofre muito com a atual situação só SUS. Onde o programa falhou?

    A falta de médicos e medicamentos em boa parte do país é o espelho da inércia e da improbidade de um programa que teria tudo pra dar certo.

    A uma necessidade enorme de uma reformula√ß√£o na sa√ļde brasileira.

  • #2112
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    Raphael Sarris
    Espectador

    O Estado deve investir na assist√™ncia psicol√≥gica dos m√©dicos, pois at√© nos EUA os suic√≠dios de m√©dicos tem aumentado a cada ano devido a press√£o constante, muitas horas trabalhadas e n√£o h√° dinheiro que pague todo esse estresse. Logo, o primeiro objetivo √© continuar informando a popula√ß√£o, mas n√£o em momentos de crise, e sim, sendo uma pr√°tica recorrente com comerciais, propagandas em redes sociais e transporte p√ļblico, al√©m de melhorar a infra-estrutura dos hospitais p√ļblicos, pois se formos analisar friamente, n√≥s temos medo de ir para um hospital p√ļblico ent√£o recorremos aos planos de sa√ļde para ter acesso as interna√ß√Ķes de hospitais particulares.

    Outro ponto, n√£o adianta aumentar 1000% os sal√°rios de m√©dicos que aceitem atender as popula√ß√Ķes carentes de cidades afastadas dos grandes centros, pois se todos n√≥s aprendemos a buscar melhores condi√ß√Ķes de vida, ter poder aquisitivo para comprar produtos sejam sup√©rfluos ou de necessidade b√°sica, entre outros fatores, n√£o h√° interesse dos m√©dicos brasileiros formados no Brasil em querer atender essas regi√Ķes. Portanto, o primeiro passo √© agilizar os processos de revalida√ß√£o para m√©dicos brasileiros formados no exterior e cubanos que n√£o est√£o autorizados de exercer essa profiss√£o poderem atender essas popula√ß√Ķes mais carentes, pois todos eles apenas querem exercer a profiss√£o no qual se formaram. Segundo, renegociar o programa Mais M√©dicos com Cuba (em termos mais ben√©ficos para os m√©dicos cubanos) para trazer outros m√©dicos, porque s√£o eles – querendo sair de Cuba – aceitam atender ind√≠genas e pequenos munic√≠pios esquecidos pelos seus governantes. √Č melhor para todos n√≥s!

    Este ponto está relacionado com a minha opinião/proposta na educação, pois apenas entendendo o significado de uma pequena ação hoje proteger ou destruir uma nação amanhã, é que fará nós almejar sair do rótulo de Terceiro Mundo, ou melhor emergente, para um país de Primeiro Mundo.

  • #2127
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    Carolina Vancini
    Espectador

    O PSDB neste eixo deveria fortalecer o cunho da prevenção e não dos tratamentos paliativos.

    A preven√ß√£o √© um ponto chave para desfazer o sistema das redes de sa√ļde p√ļblicas, como tamb√©m diminuir os gastos dos cofres p√ļblicos.

    A preven√ß√£o √© o caminho para que a popula√ß√£o tenha sua condi√ß√£o de sa√ļde garantida, pois ela ensina a pessoa como n√£o adquirir a doen√ßa e tamb√©m combater a auto medica√ß√£o que pro muitas vezes mascaram doen√ßas graves e fatais.

    A prevenção é necessária, não somente no outubro rosa, novembro azul, setembro amarelo, que são as campanhas que tem um destaque mundial, ela precisa estar nas pequenas coisas, ainda existem pessoas morrendo de gripe por se automedicarem.

    Hoje a medicina em nosso pais é meramente paliativa, a pessoa fica doente, vai no pronto socorro é medicada e pronto, não é tratada a causa para terminar com o problema, assim criando um círculo vicioso sem fim. Na prevenção este ciclo é rompido, pois a prevenção além de educar as pessoas para evitar a doença, ela trabalha para evitar que a doença surja, assim ficando menores os gastos com exames e em alguns casos até os remédios.

    Este ponto √© primordial na vis√£o da pol√≠tica p√ļblica em todas as suas esferas, pois cuida da gest√£o de uma forma ampla, cuida do povo, dos gastos e da sa√ļde, assim tornando a gest√£o p√ļblica menos burocr√°tica e deixando de lado a m√°fia da sa√ļde, que envolve dinheiro e interesses que n√£o tem nada a ver com a sa√ļde da popula√ß√£o.

  • #2144
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    Diemisson Neves
    Espectador

    A sa√ļde √© uma das areas fundanental de uma sociedade em nosso pa√≠s onde onde quase nada que √© publico fuciona, nossa sa√ļde p√ļblica √© de pessima qualidade, boa parte de nossa popula√ß√£o n√£o tem acesso a assist√™ncia m√©dica, os hospitais ofetecem um servi√ßo de p√©ssima qualidade, o sus √© pessimo, o brasileiro tem que espera meses na fila para conseguir uma consulta m√©dica, ou fazer um exame, o governo precisa investir rapidamente na saude p√ļblica, melhora as estruturas dos hospitais, equipa os hospitais publicos, criar um servi√ßo de assist√™ncia m√©dica fam√≠lia, as fam√≠lias pobres principalmente tem que ter um melhor acompanhamento por parte do pode p√ļblico.

  • #2156
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    Marco
    Espectador

    Sa√ļde √© tema importante a ser discutido em uma democracia, √© essencial para o desenvolvimento em todos os aspectos. Precisamos atualizar os sistemas p√ļblicos de sa√ļde, integrar os prontu√°rios eletr√īnicos, o hist√≥rico cl√≠nico individual e a prescri√ß√£o de medicamentos atrav√©s de tecnologia de ponta.

    Atuar na preven√ß√£o de doen√ßas e assim economizar recursos para poder reaproveitar em outro setores ligados a sa√ļde, equipamentos e infraestrutura hospitalar por exemplo.

    Podemos sitar também o saneamento que é fator fundamental na qualidade de vida da população.

  • #2181
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    Matheus Luiz Ramos Martins
    Espectador

    <p style=”text-align: left;”>Dentre as prioridades de um pa√≠s, al√©m da educa√ß√£o devemos colocar em primeiro plano os cuidados do povo, pois a sa√ļde dos mesmos, por si s√≥, √© direito de todos os seres humanos, e dever do povo com eles, o princ√≠pio a ser adotado e fortalecido √© o est√≠mulo a informa√ß√£o, concientizar o povo √© o primeiro passo para dispor uma sa√ļde digna, al√©m do incentivo a parte da educa√ß√£o para √°reas ligadas a sa√ļde, pois esse apoio a educa√ß√£o ir√° render lucros tamb√©m a √°rea pr√°tica, em hospitais tendo maior qualifica√ß√£o em dar o apoio necess√°rio aos pacientes, novamente lembrando que isso √© um direito do povo.</p>

  • #2187
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    Fernando Juarez
    Espectador

    Acredito que o governo deveria aumentar consideravelmente seus investimentos na sa√ļde p√ļblica e na orienta√ß√£o da popula√ß√£o em todos os aspectos poss√≠veis relacionados a como ter uma vida saud√°vel, bem como firmar maiores parcerias com ONGs e empresas privadas que atuem no ramo da sa√ļde.

    Além disso, a população precisa também fazer a sua parte evitando jogar lixo em locais impróprios, a fim de não atrair insetos ou animais vetores de doenças para perto de suas casas.

    Hoje no Brasil temos a necessidade de:

    РMaiores investimentos em campanhas educativas, com foco na prevenção como principal forma de combate as doenças que podem ser facilmente evitadas com higiene adequada e orientação da população quanto ao despejo de seu lixo.

    – Pol√≠ticas p√ļblicas que possibilitem aos brasileiros o consumo de √°gua pot√°vel de suas torneiras.

    РImplantação de sistemas de esgoto tratado, a fim de evitar a poluição de rios, que acabam resultando em doenças.

    РAmpliação de programas de assistência residencial de pessoas doentes.

    – Aprimoramento do Sistema √önico de Sa√ļde. Ele precisa ser mais √°gil, pois as pessoas que est√£o precisando de ajuda n√£o est√£o sendo atendidas da forma como deveriam ser. Por isso hoje em dia quem tem um pouco mais de condi√ß√Ķes adere √† um plano de sa√ļde privado, mas quem n√£o tem a caba ficando deixado a pr√≥pria sorte. Isso √© uma vergonha para o nosso pa√≠s e essa situa√ß√£o precisa ser revertida.

    Por fim, o trabalho a ser feito em sa√ļde no Brasil ainda √© √°rduo, mas totalmente vi√°vel de ser realizado.

    Espero que em breve tenhamos sa√ļde de qualidade em nosso pa√≠s.

  • #2206
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    Ryco Lima
    Espectador

    Desde o importante marco na sa√ļde, que foi a Constitui√ß√£o de 1988 que criou o SUS, a popula√ß√£o teve acesso gratuito a uma sa√ļde que se prometia de qualidade. Em meio a inger√™ncia e principalmente, corrup√ß√£o, o sistema ficou estagnado e obsoleto. Veja, hoje, a popula√ß√£o se pega desamparada e se v√™ em um est√°gio de recorrer ao sistema privado para ter acesso a uma sa√ļde digna.

    A chave dessa mudan√ßa √© uma revis√£o geral no SUS, estabelecer um controle e um sistema eficaz em agir em todos os lugares desse grande Brasil. Um assunto t√£o complexo e t√£o necess√°rio como esse, deveria ocupar o primeiro plano em qualquer discuss√£o p√ļblica.

    Ao se tratar de vidas humanas, de pessoas que passam meses para serem atendidas, enfrentam filas, noites em corredores, aguardando um leito, o Estado deve ter uma resposta eficiente, atrav√©s de a√ß√Ķes p√ļblicas para ser solid√°rio e humano. N√£o fugir da responsabilidade.

    Sobre o Programa de Médicos Cubanos, acho que se há uma lacuna no serviço médico, que ela seja preenchida por pessoas capazes e que ajam para com o cidadão brasileiro com o melhor atendimento possível.

  • #2207
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    Felipe Barbosa
    Espectador

    Sa√ļde.

    Temos um programa reconhecido mundialmente, custeado totalmente com verba p√ļblica, esse programa j√° tem 30 anos de dura√ß√£o.

    O S.U.S (sistema √ļnico de Sa√ļde), √© um excelente programa porem perdeu a sua efic√°cia devido a corrup√ß√£o. O desvio de verba faz vitimas a cada dia, seja pelo rem√©dio que n√£o chega ao postos de sa√ļde para distribui√ß√£o, pela falta de material e medicamentos nos hospitais ou por n√£o comprar m√°quinas para realiza√ß√£o de exames.

    Uma poss√≠vel solu√ß√£o √© a cria√ß√£o de fiscaliza√ß√£o em todos os setores com alto investimento de dinheiro p√ļblico.

  • #2227
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    Saylo Soutelo
    Espectador

    Defendo a amplia√ß√£o da quantidade de vagas do curso de Medicina nas Universidades de todos os Estados e pelo fim do exame “revalida” para brasileiros formados em outros pa√≠ses, para resolver a situa√ß√£o da falta de m√©dicos principalmente nas regi√Ķes mais distantes.

  • #2230
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    Bruno Cardozo
    Espectador
    1. Defendo a pauta em minha cidade, e acredito que deva de ser uma das bandeira do PSDB na √°rea da sa√ļde, que as secretarias municipais de educa√ß√£o de cada munic√≠pio possa contratar com recursos vinculados Psic√≥logose Dentistas, para atuarem na rede municipal de ensino, assim fomentando programas de sa√ļde mental e tamb√©m na √°rea da sa√ļde bucal, atuando principalmente na preven√ß√£o.
    2. Criar programas de incentivo para os cursos de medicina, afinal de contas é inegável que precisamos de mais médicos no Brasil
    3. Agilizar o atendimento dos Serviços de atendimento móvel de urgência
  • #2232
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    Matheus Pantrigo
    Espectador

    Para a √°rea da sa√ļde o que podemos fazer, dado o fato de que o Brasil est√° passando momentos de restri√ß√£o monet√°ria, √© encontrar meios de eficientizar a gest√£o atual. Ideias nesse sentido s√£o

    • Informatiza√ß√£o de todo o sistema do SUS
      • Um sistema de feedbacks √°rea feito atrav√©s de um aplicativo m√≥vel relacionado com o seu cadastro do SUS, de modo que o paciente avalie os diferentes servi√ßos prestados e se torne mais f√°cil para encontrar anomalias
      • Cria√ß√£o do prontu√°rio digital e possibilidade de marcar consultas de modo online
    • Expans√£o da experi√™ncia da USP de hospital universit√°rio para outras universidades p√ļblicas ou privadas para desafogar o sistema
  • #2243
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    Roberta Berdeal
    Espectador

    No meu entender o Sistema √önico de Sa√ļde (SUS) que atende a todo Brasil, √© bom, mas existem problemas pontuais a serem melhorados, como extens√£o de exames de rotina em lugares distantes e alguns gargalos nas cidades grandes. O D√≥ria quando estava na prefeitura implementou hor√°rios noturnos para realiza√ß√£o de exames, desafogando as filas di√°rias e essa foi uma √≥tima sa√≠da para a resolu√ß√£o do problema.

  • #2247
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    André Varela
    Espectador

    O Brasil apresenta atualmente um grave problema de sa√ļde em todos os n√≠veis – desde munic√≠pios, at√© estados.

    Por exemplo, a falta de leitos nos hospitais p√ļblicos em nosso pa√≠s, faz com que outros pontos comecem a aparecer, sendo eles:
    – Longo tempo de espera, atendimento prec√°rio, desperd√≠cio de tempo e alto n√ļmero de mortes.

     

    Para chegarmos na raiz do problema da Falta de Leito, passamos por algo que o Brasil tamb√©m vive em todos os n√≠veis: M√° administra√ß√£o. Segundo Oswaldo Yoshimi Tanaka, diretor da Faculdade de Sa√ļde P√ļblica da USP, o SUS est√° subfinanciado e n√£o recebe dinheiro suficiente para atender a sua demanda, situa√ß√£o que √© agravada pelas crises pol√≠ticas e econ√īmicas no pa√≠s.

    Assim, ainda que de forma extremamente rasa, haja visto que o assunto √© colossalmente extenso, o primeiro e principal passo para tratarmos de Sa√ļde, √© ADMINISTRA√á√ÉO, pois isso envolve o n√ļmero de leitos, o quadro de profissionais, efici√™ncia em atendimentos e muito mais…

    РAndré Luis Varela Pereira | Uruguaiana, RS

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Andr√© Varela.
  • #2265
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    Wellington Lucas Barroso rocha
    Espectador

    √Č necess√°rio um amplo trabalho de qualifica√ß√£o de profissionais da √°rea da sa√ļde, O governo federal subsidiar bolsas de estudo para que possamos estar formando mais m√©dicos e em contra partida os mesmos nos seus 5 primeiros anos de suas carreiras trabalharem para o atendimento do SUS

  • #2267
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    lucas manoel Manoel
    Espectador

    √Č imposs√≠vel n√£o falar a respeito do SUS quando o tema √© sa√ļde. Conforme o princ√≠pio do Direito Universal toda popula√ß√£o disp√Ķem do direito a sa√ļde gratuita, inclusive aqueles que optam por planos de sa√ļde complementares. O Sistema √önico de Sa√ļde assiste aproximadamente¬† 209,3 milh√Ķes de pessoas e t√™m evidenciado muitos impasses em seu funcionamento. O maior desafio √© manter a sustentabilidade do sistema que √© reconhecido como o maior sistema gratuito do mundo pela OMS (Organiza√ß√£o Mundial de Sa√ļde). O subfinanciamento √© um dos principais impedimentos para o bom desempenho e amplia√ß√£o do mesmo. Ligado a falta de recursos est√° o mal gerenciamento. Toda burocracia, corrup√ß√£o e entrave ocasionou longas filas de espera, as quais s√£o realidade na vida de tantos brasileiros. √Č essencial que o PSDB se comprometa em cumprir o que est√° estabelecido no artigo 196 da Constitui√ß√£o de 1988. Para isso √© necess√°rio fazer mais que simplesmente buscar direcionar novos recursos para o sistema, o enfoque na preven√ß√£o de doen√ßas √© vital, levando em conta que a expectativa de vida do Brasileiro tem aumentado. Outro ponto importante √© que no Brasil as filas s√£o estruturadas por ordem de chegada e, mudar essa disposi√ß√£o √© o primeiro passo para atendermos os pacientes mais vulner√°veis. Nosso sistema de sa√ļde √© respeitado pelo mundo todo. N√£o devemos abandon√°-lo como j√° foi sugerido, mas abra√ß√°-lo e lutar por ele!¬†

  • #2277
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    Deivin Corrêa
    Espectador

    O SUS na teoria, é tão lindo de se ver que nos entristece na prática.

    O Brasil, necessita reformular esse sistema e fazer valer a sua universalidade e equidade.

    Maiores investimentos em pesquisa, seria um dos primeiros passos; em conjunto com a√ß√Ķes que favorecem aos menos favorecidos.

    O PSDB, com sua expans√£o de AMES, CAPS, Hospitais,Centros, necessita enviar ao governo federal os moldes como vem sendo realizado no estado de S√£o Paulo.

    Sobre os médicos, a maior valorização ao profissional do Brasil, concordo que tem que ser efetivada, porém se criar um programa que busque a participação de médicos do mundo inteiro, não só de um país em questão.

  • #2293
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    Leonardo Novaes
    Espectador

    Assim como na educa√ß√£o, a Sa√ļde P√ļblica tamb√©m passa por alguns problemas, que quase sempre √© a falta de recursos aliada a M√° Gest√£o.

    • Al√©m de tais problemas, a judicializa√ß√£o da Sa√ļde tamb√©m atrapalha a Sa√ļde suplementar, que existe para ajudar os cidad√£os que podem pagar pela sa√ļde Particular.
    • Acredito que a melhora no Setor da Sa√ļde P√ļblica pode se dar com um choque de gest√£o, sendo seus recursos melhor utilizados na realiza√ß√£o de conv√™nios justos com o Setor Privado.
  • #2320
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    Arthur Arenari
    Espectador

    O PSDB √© refer√™ncia quando falamos de sa√ļde.
    O melhor ministro, Jos√© Serra, conseguiu transformar a sa√ļde no Brasil.
    Hoje, temos um descaso, faz-se necessário criar maiores campanhas de conscientização, principalmente, em doenças graves (como a AIDS).
    A volta dos mutir√Ķes da sa√ļde, que contribu√≠ para que as pessoas possam realizar exames importantes, como a mamografia.
    Cria√ß√£o de novos hospitais especializados em c√Ęncer. Contrata√ß√£o de m√©dicos com sal√°rios mais elevados para regi√Ķes que est√£o com escassez de m√©dicos.
    Investimento nas cl√≠nicas de sa√ļde familiar.
    E, por falar em sa√ļde, investimento em saneamento b√°sico para regi√Ķes que ainda n√£o possuem.

  • #2349
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    rita c√°ssia
    Espectador

    <span style=”color: rgba(0, 0, 0, 0.8); font-family: Georgia, ‘Times New Roman’, Times, serif; font-size: 20px; letter-spacing: 0.1px;”>A verdade √© que chegamos a um ponto em que a sa√ļde p√ļblica no Brasil necessita, com muita urg√™ncia, de mais aten√ß√£o dos √≥rg√£os competentes. A realidade nos mostra um pa√≠s desestabilizado onde as pol√≠ticas p√ļblicas s√£o incoerentes e desrespeitam a sociedade. √Č vergonhoso ver o povo mendigando por atendimento e os hospitais n√£o poderem oferecer o que manda a constitui√ß√£o. Falo isso,por que fa√ßo faculdade de Enfermagem e vejo os hospitais cheios,por falta de recursos,medicamento, maca, profissionais, sal√°rios baixo..</span>

  • #2362
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    Patrike Soares
    Espectador

    A Sa√ļde do Brasil s√≥ ter√° uma melhora significativa, quando aprimorarem a estrutura organizacional da rede, o sus foi criado e alavancou bastante o sistema. O que pode ser feito para melhorar √© facilitar ainda mais o acesso da popula√ß√£o aos rem√©dios, pois hoje se torna um pouco burocr√°tico aderir a alguns rem√©dios, principalmente para o combate √† c√Ęncer, por exemplo.

  • #2363
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    Thallya Scariot
    Espectador

    1. Terceiriza√ß√£o do servi√ßo p√ļblico de sa√ļde, mas sempre com muita fiscaliza√ß√£o/acompanhamento dos Tr√™s Poderes.

    2. Criação de Banco de Dados de cada paciente do SUS. Facilita a compreensão do atendimento e a eficácia do serviço.

     

    3. Trabalhar a prevenção de doenças, pois se bem trabalhadas, consequentemente, apresentariam menores índices.

    4. Municípios menores possam ter hospitais qualificados, pois desafogaria os grandes centros.

  • #2387
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    Renan Sambo
    Espectador

    – Revis√£o da tabela do SUS;
    РRedução de impostos sobre medicamentos.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Renan Sambo.
  • #2421
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    Whilly Dias
    Espectador

    <b>Precisamos √© melhorar a qualidade de atendimento, na triagem, e pr√≥pria consulta. Devemos nos adequar a realidade de nossa sa√ļde p√ļblica. Fazer uma nova ordem de medicamentos atendendo a todas necessidade da popula√ß√£o,¬†</b>Dando um novo passo para o futuro.

     

  • #2422
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    Whilly Dias
    Espectador

     

     

    Precisamos √© melhorar a qualidade de atendimento, na triagem, e pr√≥pria consulta. Devemos nos adequar a realidade de nossa sa√ļde p√ļblica. Fazer uma nova ordem de medicamentos atendendo a todas necessidade da popula√ß√£o, Dando um novo passo para o futuro do Brasil.

  • #2441
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    Matheus Braga
    Espectador

    Acho fundamental investir nos hospitais especializados em todos o pa√≠s, criando redes especializadas em c√Ęncer como a Rede Hebe Camargo, por exemplo.

    Seria fundamental expandir a parceria p√ļblico-privada para consultas e tratamentos b√°sicos para todos territ√≥rio nacional, como j√° √© feito em S√£o Paulo atrav√©s do Coruj√£o da Sa√ļde.

  • #2442
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    Gustavo Martins de Carvalho
    Espectador

    O SUS √© um dos maiores sistemas de sa√ļde do mundo, com 190 milh√Ķes de potenciais usu√°rios e 150 milh√Ķes de brasileiros que dependem exclusivamente do SUS. Mesmo com tantos avan√ßos, o SUS enfrenta problemas s√©rios, ma minha vis√£o os principais s√£o a m√° gerencia do sistema e o or√ßamento insuficiente.

    √Č necess√°rio que o sistema deixe de ser universal, a sa√ļde publica n√£o deve ser para todos, deve ser para quem precisa, ado√ß√£o de um sistema de vouchers pode ser uma solu√ß√£o para a falta de recursos e pode ser um bom incentivo para o desenvolvimento do setor privado de sa√ļde.

    A prevenção também deve ser prioridade, devemos investir em saneamento básico e conscientização sobre higiene, DSTs e vacinação, pois prevenir a doença diminuirá a demanda por conseguinte diminuirá as filas e a superlotação dos hospitais.

  • #2444
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    √āngelo Perucci
    Espectador

    Necessita-se de investimento em ensino e pesquisa. O mais médicos foi um programa que deu errado. Porém, precisamos de fato ter mais médicos e ter como fonte influenciadora um plano de carreira, pois na grande maioria dos médicos eles não se sujeitam a ir para determinados locais por não terem qualidade de vida e preferem permanecer nos grandes centros. O programa mais médicos veio para suprir essa necessidade e fez isso, mas não com qualidade que nosso povo merece, por isso falhou.

  • #2449
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    Allex Ribeiro Biato
    Espectador

    O SUS n√£o deve ser privatizado, mas sua pol√≠tica de administra√ß√£o pode ser aperfei√ßoada passando a sua administra√ß√£o para institui√ß√Ķes privadas com um marco regulat√≥rio bem desenhado. Defender mais investimentos para sa√ļde tamb√©m √© imprescind√≠vel, bem como melhorar a estrutura de mais m√©dico pelo Brasil, oferecendo sal√°rio atrativo para resolver o problema de m√©dicos nos rinc√Ķes brasileiros, que normalmente n√£o se sentem atra√≠dos por ser longe demais dos centros urbanos. Eu n√£o gosto da ideia de vouchers na sa√ļde porque fortalece o discurso de focaliza√ß√£o total, mas considerando casos espec√≠ficos (como tratamentos especializados onde a iniciativa privada supre bem) √© algo poss√≠vel. D√≥ria fez isso na prefeitura de S√£o Paulo com o Coruj√£o da sa√ļde e a ideia √© √≥tima para tirar um pouco a demanda do SUS e atender a popula√ß√£o com agilidade e urg√™ncia, coisas que as vezes demora no SUS.

  • #2473
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    WILLIAM CAMPOS
    Espectador

    Seria uma utopia, pensar grande e ter na sa√ļde p√ļblica um atendimento de primeiro mundo no SUS? Acredito que n√£o. Devemos sim, pensar grande. Uma sa√ļde p√ļblica com qualidade, estrutura de atendimento e profissionais qualificados e valorizados. Sistema √ļnico de atendimento nacional, com bancos de dados constantemente atualizados de hist√≥ricos de consultas e exames. Medidas de preven√ß√Ķes e conscientiza√ß√Ķes interligadas ao ensino Educacional: Sa√ļde e educa√ß√£o na escola. Atendimento impec√°vel, 24 horas, agendamento de consultas, exames, planta√ß√Ķes noturnos. Exames de hospitais particulares nos SUS.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  WILLIAM CAMPOS.
  • #2484
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    Allan Caboclo
    Espectador

    A sa√ļde √© um dos pontos principais para desenvolver uma na√ß√£o.

    Investir em pol√≠ticas p√ļblicas, para que as pessoas com poucos acessos possam ter mais informa√ß√Ķes.

  • #2519
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    Rafael Kabroski Antunes
    Espectador

    Eu acredito que a posi√ß√£o do partido deva ser a de alinhamento com o progresso de maneira GENERALISTA, abrangendo como exemplo no ramo da sa√ļde desde o princ√≠pio todo o processo de uma PESQUISA CL√ćNICA de ponta em parceria com UNIVERSIDADES e HOSPITAIS UNIVERSIT√ĀRIOS,¬† promovendo grandes polos estaduais de inova√ß√£o e tratamento de sa√ļde dispon√≠veis para toda a popula√ß√£o.

    A universaliza√ß√£o da Sa√ļde deve ser mantida, afinal √© constitucional. Um refinamento de como deve ser aplicado as conjun√ß√Ķes e opera√ß√Ķes dentro do sistema de sa√ļde √© que devem ser revisadas, ADAPTANDO-SE com modelos validados internacionalmente em pa√≠ses que apresentam cases de sucesso, como o Canad√° por exemplo, onde os profissionais de sa√ļde tem autonomia dentro do sistema, descentralizando as a√ß√Ķes m√©dicas, que por v√°rias vezes percebemos que √© ineficaz em certos contextos no nosso pa√≠s, promovendo assim fortemente as a√ß√Ķes dos conselhos profissionais da √°rea da sa√ļde e at√© mesmo desafogando a ponta do sistema (urg√™ncias e ambulat√≥rios hospitalares), onde o principal prejudicado √© a popula√ß√£o.

    Encontrar uma maneira de (padronizar/compartilhar/disseminar) (legisla√ß√Ķes/procedimentos/protocolos/processos) estaduais/federal no √Ęmbito da sa√ļde e que isso possa ser tamb√©m uma maneira de fomentar um PADR√ÉO NACIONAL DE SA√öDE, onde encontros entre secret√°rios municipais/estaduais possam ser abordados periodicamente para o compartilhamento de informa√ß√Ķes que tratem de opera√ß√Ķes de gest√£o que obtiveram √™xito dentro do sistema, podendo ser criado at√© mesmo um SELO de VALIDA√á√ÉO para hospitais, unidades de pronto atendimento e postos de sa√ļde que participem e prezem pelo gerenciamento eficaz dos recursos/procedimentos/inova√ß√Ķes dispostos(as) na sa√ļde.

  • #2532
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    Th√°rik Uch√īa
    Espectador

    Sem d√ļvida o SUS √© uma conquista cidad√£. Pa√≠ses vizinhos como Bol√≠via sofrem com a falta de um sistema de sa√ļde gratuito. Todavia, √© necess√°rio uma melhor recoloca√ß√£o dos recursos destinados a Sa√ļde. √Č dever do Estado Social do Bem Estar oferecer uma Sa√ļde de qualidade. Da√≠ a necessidade dentro do governo de se colocar verdadeiros gestores profissionais que consigam destinar os recursos para os setores necess√°rios, j√° que recurso n√£o √© o problema, mas sim a m√° aloca√ß√£o dos recursos ou mesmo aus√™ncia de utiliza√ß√£o de recursos, porque o gestor n√£o tem conhecimento para faz√™-lo.

  • #2538
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    Paulo Victor Barchi Losinskas
    Espectador

    O Brasil possui o maior programa de sa√ļde p√ļblica do mundo e precisa refor√ßar esse compromisso, tornando-o mais acess√≠vel e efetivo.

    Isso inclui uma mudança na forma de acesso e de mentalidade, buscando ampliar os programas de prevenção a doenças, algo que é mais barato e possibilita a expansão do programa.

    Além disso é preciso dar efetividade a Lei de Saneamento Básico, algo urgente.

  • #2547
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    Caio Alexandre Gomes da silva
    Espectador

    Ha pelo menos 2 d√©cadas nao se investe alem do piso previsto no texto constitucional.¬†Eu acredito na publiciza√ß√£o da Saude p√ļblica. A Uni√£o, Estados e Cidades devem buscar empresas que prestem servi√ßos da saude, ofertando todo o corpo tecnico e seus devidos equipamentos para um excelente funcionamento. Reservando √† administra√ß√£o o publica o rompimento do contrato em caso de nao cumprimento das clausulas do dispositivo.Impactos financeiros e administrativos imediatos, tais como: N√£o ser√£o necess√°rios novos concursos para a √°rea da sa√ļde, nao impacta na folha de pagamento, alem de, √© claro, desinchar a maquina p√ļblica e retirando o √īnus da estabilidade do concursado.

  • #2581
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    Alberto Godinho
    Espectador

    Prioridade de qualquer governo. Deve-se tornar o SUS mais eficiente, implementando uma gestão rigorosamente técnica e capacitada. O Governo Federal precisa direcionar ainda mais recursos para que os municípios apliquem de acordo com suas demandas.

  • #2582
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    Jo√£o Lopes Waspe
    Espectador

    A oferta universal e gratuita de servi√ßos de sa√ļde √© uma conquista que deve ser valorizada apesar de necessitar de diversas corre√ß√Ķes e melhorias. Primeiro ponto fundamental √© a cria√ß√£o de prontu√°rio eletr√īnico dos pacientes, contendo o hist√≥rico m√©dico, agilizando o atendimento e trazendo maior seguran√ßa no diagn√≥stico.

    Diante de tantos esc√Ęndalos em hospitais se faz necess√°rio o desenvolvimento de um sistema de fiscaliza√ß√£o dos m√©dicos, garantindo que os contratados est√£o cumprindo seu servi√ßo de maneira integral e eficiente. Os pacientes possuindo prontu√°rio eletr√īnico j√° ter√£o um cadastro vinculado ao SUS, que tamb√©m poder√° ser utilizado para os pr√≥prios pacientes avaliarem o atendimento (recep√ß√£o, exames, consulta e acompanhamento), facilitando a identifica√ß√£o dos setores mais cr√≠ticos da sa√ļde.

    Prevenção é a chave para otimização dos recursos, já que os custos de prevenção são menores que os de tratamento. Investimento em saneamento básico, obrigatoriedade de vacinas e campanhas informativas sobre sintomas iniciais de doenças de caro tratamento e alto índice de ocorrência são alguns exemplos de medidas que podem ser tomadas.

    Incentivos fiscais afim de atrair m√©dicos para regi√Ķes perif√©ricas e isoladas (descontos no imposto de renda ou medidas similares as adotadas no programa de identidade jovem, como por exemplo gratuidade em viagens).

     

  • #2586
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    Alvaro Jobal Teodoro Salvaia Neto
    Espectador

    – An√°lise apurada dos processos de sa√ļde do Estado (trabalho de mapeamento, an√°lise e proposi√ß√£o de melhorias de processos)

    – Fiscaliza√ß√£o de m√° conduta no exerc√≠cio da atividade pelos profissionais de sa√ļde

    РCapacitação permanente nas áreas correlatas

    – Verba destinada √† cria√ß√£o de ambulat√≥rios em todos os municipios do Estado. Muitas Prefeituras gastam muita de sua arrecada√ß√£o com Sa√ļde pois o Estado e Federa√ß√£o n√£o apoiam

  • #2589
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    √ćcaro Oliveira
    Espectador

    A sa√ļde √© um dos principais problemas do Brasil, mas a solu√ß√£o n√£o √© dif√≠cil, basta investimento, primeiro √© importante investir em saneamento b√°sico, pois muitas doen√ßas s√£o causadas por m√°s condi√ß√Ķes de saneamento. Outro ponto √© fortalecer √© a medicina preventiva, √© preciso educar as pessoas com rela√ß√£o a exames e consultas peri√≥dicas, muitas doen√ßas podem ser solucionadas se descobertas no in√≠cio, al√©m de ser uma maior chance de sucesso para o cidad√£o, tamb√©m √© mais barato cuidar de uma doen√ßa no in√≠cio do que em est√°gios avan√ßados.

  • #2600
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    Thales Rangel
    Espectador

    Acho que uma das primeiras perguntas que um gestor p√ļblico tem que se fazer √© como tirar a sa√ļde da UTI nos dias de hoje. Vivemos tempos digitais, o governo federal poderia propor a todas as 5570 prefeituras municipais, a implanta√ß√£o de um aplicativo para marca√ß√£o de consultas e exames, acabando com filas nos postos p√ļblicos.

  • #2624
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    Agenor Alves
    Espectador

    Direito b√°sico de todo os brasileiros, e que infelizmente √© violado. Precisamos de partidos que levem a sa√ļde a s√©rio, que prestem aten√ß√£o e tenham apre√ßo pelos cidad√£os do¬† nosso pa√≠s, que morrem nas filas do SUS por diversos motivos e que por muitas das vezes se quer s√£o atendidos. O SUS √© o maior plano de sa√ļde do nosso pa√≠s, mais que infelizmente n√£o √© administrado de forma correta e desta forma causa caus ao pa√≠s acarretando tremenda desigualdade perante a popula√ß√£o que n√£o tem acesso aos melhores servi√ßos m√©dicos do pa√≠s.

    A sa√ļde, √© algo muito amplo, vai deste os insumos hospitalares at√© um atendimento humano e especializado, precismos inserir e intensificar nas meas de articula√ß√Ķes a sa√ļde, pois assim iremos¬† cumprir com a constitui√ß√£o federal e com o compromissos de zelar pela na√ß√£o.

  • #2626
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    José Eduardo Santiago
    Espectador

    O SUS (Sistema √önico de Sa√ļde) como todos sabem, √© um sistema gratuito para tratamentos. Temos atendimentos de todas as especialidades para todas as faixas et√°rias. Como tudo no Brasil, por mais que seja gratuito e possua todas as vantagens, h√° melhorias a serem feitas.

    Ampla implementa√ß√£o dos servi√ßos prestados a popula√ß√£o, organiza√ß√£o no atendimento dos pacientes, fichas cadastradas no sistema com prontu√°rios eletr√īnicos, cria√ß√£o de mais UPAs, reabertura de UBSs com carga hor√°ria de 24h e aquisi√ß√£o de mais equipamentos para as Redes de Aten√ß√£o √†s Urg√™ncias.

  • #2627
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    Tomaz Oliveira Hoffmann
    Espectador

    O Brasil precisa de mais m√©dicos e estruturas para trabalharem, acredito que todo estudante de medicina ao se formar em uma universidade p√ļblica deveria prestar servi√ßo obrigat√≥rio remunerado para o sistema p√ļblico por 3 anos ap√≥s sua forma√ß√£o. Al√©m disso o uso de tecnologias de ponta e o investimento pesado em aten√ß√£o b√°sica de sa√ļde reduziriam os altos √≠ndices de doen√ßas no Pa√≠s. Sabemos que a aten√ß√£o b√°sica de sa√ļde diminui em 40% as filas de hospitais, postos de sa√ļde e unidades b√°sicas.

  • #2630
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    Eduardo Rizzieri Cavalli
    Espectador

    A sa√ļde sempre foi uma √°rea em que o PSDB deu grandes contribui√ß√Ķes, como o incentivo a fabrica√ß√£o de gen√©ricos, o que barateou o pre√ßo do medicamento no Brasil, a cria√ß√£o de um dos programas de combate a AIDS mais eficientes no mundo e amplia√ß√£o do programa Sa√ļde da Fam√≠lia.

    Acredito que a sa√ļde do estado de S√£o Paulo seja um dos maiores exemplos do que o PSDB pode fazer pelo pa√≠s na √°rea. O AME – Ambulat√≥rio M√©dico de Especialidades, √© o maior exemplo da efici√™ncia da sa√ļde paulista da gest√£o tucana. Milhares de exames realizados mensalmente em cada unidade, dentro das mais variadas especialidades, com atendimento humano e de primeiro mundo, por profissionais competentes.

     

  • #2644
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    Wagner Mira
    Espectador

    <p style=”text-align: left;”>Precisamos de uma sa√ļde eficiente, com tecnologia, e um investimento alto em equipamentos e profissionais, precisa chegar nas pessoas com menos acesso a estes servi√ßos, ter excelentes agentes comunit√°rios por que ele faz o primeiro contato com o paciente familia. Encaminhado √† postos de sa√ļde para primeiro acompanhamento e necess√°rio √© eficaz, as vezes a problemas que no posto de sa√ļde resolve n√£o precisa ir at√© uma UPA.</p>

  • #2656
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    Beatriz Leite
    Espectador

    Na teoria da legisla√ß√£o do SUS ele √© universal, integral, hierarquizado, regionalizado e atende a todos. Por√©m, na pr√°tica falta muito mais para que consiga atender de fato toda a popula√ß√£o. Mais parcerias p√ļblico privadas, terceiriza√ß√£o de muitos servi√ßos e investimento real em infraestrutura e profissionais seria um bom come√ßo para essa reforma.

  • #2677
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    Danilo Abarca
    Espectador

    <p class=”MsoNormal”>Outro grande problema de sa√ļde que o pa√≠s enfrente √© o fato de termos falta de atendimento de qualidade em regi√Ķes perif√©ricas, por isso para o problema ser resolvido √© necess√°rio uma melhor gest√£o e amplia√ß√£o do programa de atendimento gratuito do SUS.</p>

  • #2693
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    Carlinhos De Sobrado
    Espectador

    Sa√ļde √© preven√ß√£o atrav√©s de boa alimenta√ß√£o, vitaminas, exerc√≠cio f√≠sico e mental.

    Mas, no caso de sa√ļde p√ļblica onde a corrup√ß√£o prejudica milhares de pessoas por dia, seja por falta de rem√©dio, higiene e/ou investimentos em materiais cir√ļrgicos, equipamento tecnol√≥gico para exames mais avan√ßado. No caso da CRUZ VERMELHA no estado da Para√≠ba, o hospital de Trauma que d√° suporte a capital de Jo√£o Pessoa, as cidades circunvizinhas e os interiores da mesma. Quem se nutre da morte, do desalento n√£o pode ter roeste poder.

  • #2706
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    Henrique Salgueiro
    Espectador

    – investir em m√©dicos, em auxiliares para que trabalhem com mais qualidade nas unidades p√ļblicas

     

    Рfuncionários arcaicos sem vontade de trabalhar saírem e darem vez a quem gostaria de estar lá mesmo.

     

    Рreformulação do SUS, para que seja um sistema célere e eficaz.

    Рmais médicos.

     

  • #2714
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    Carlos Eduardo de Paula Arthus
    Espectador

    ..

  • #2719
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    Matheus Lima
    Espectador

    O tema da sa√ļde √© bem complexo, pois, n√£o abrange s√≥ a presta√ß√£o de um servi√ßos m√©dicos, sendo o fornecimento de infraestrutura medica/hospitalar, centros de tratamentos e etc.

    Parece-me que o PMM fornece uma resposta interessante √†s necessidade de sa√ļde gerais e b√°sicas, buscando levar atendimento qualificado para regi√Ķes distantes e carentes atrav√©s do SUS. Mas acredito que determos nossos esfor√ßos somente no sentido de fornecer um atendimento gratuito nesses moldes n√£o √© o suficiente. Acreditar que todos os problemas de sa√ļde p√ļblica ser√£o resolvidos dessa maneira √© ter um pensamento simplista.

    Um dos problemas que devemos enfrentar, nessa complexa jornada que √© propor solu√ß√Ķes para a sa√ļde p√ļblica, √© o problema cr√īnico do saneamento b√°sico que afeta a sa√ļde.¬† √Č um elemento crucial dentro de qualquer comunidade, ter um tratamento de √°gua e esgoto.

    √Č vergonhoso que no Brasil o tratamento da √°gua, a coleta de esgoto e o tratamento dele tenha √≠ndices ris√≠veis onde quase metade a popula√ß√£o n√£o tem acesso adequado, em compara√ß√£o √† pa√≠ses desenvolvidos, ou at√© mesmo em compara√ß√£o ao Chile, sendo um exemplo latinoamericando com n√≠veis de cobertura de √°gua e esgoto universais e tratamento de esgoto pr√≥ximo a 100%, al√©m de √≥timos padr√Ķes de qualidade na presta√ß√£o de servi√ßo. Em n√ļmeros no Brasil a iniciativa privada ocupa-se de 5% do fornecimento desses servi√ßos, sendo que no Chile √© 94%.

    A abertura de mercado, ado√ß√£o de novas ideias e iniciativas que n√£o dependam somente do Estado para o atendimento da a popula√ß√£o e fornecimento de novas solu√ß√Ķes para os problemas cotidianos, √© uma op√ß√£o a ser adotada solucionando problemas que o Estado historicamente n√£o consegue.

    Com o fornecimento de um saneamento b√°sico adequado, podemos atacar certas doen√ßas que podem ser evitadas na raiz do problema. Significando assim uma menor necessidade dos servi√ßos p√ļblicos para problemas b√°sicos que podem ser facilmente evitados, desafogando o sistema p√ļblico, permitindo que os esfor√ßos sejam concertados em problemas mais complexos.

  • #2721
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    Gabriela Cruz
    Espectador

    Sa√ļde como direito, pol√≠ticas como¬†caminho : Recorte √©tnico – racial :¬†

    Precisamos come√ßar salientando que a import√Ęncia de enfocar a dimens√£o √©tnico-racial na sa√ļde se origina no reconhecimento da discrimina√ß√£o hist√≥rica que a popula√ß√£o negra sofreu no Brasil e a consequente viv√™ncia nas condi√ß√Ķes de marginalidade e vulnerabilidade que se estende desde a √©poca da escravid√£o at√© os dias de hoje.

    A constru√ß√£o de equidade racial em sa√ļde para a popula√ß√£o negra √© um compromisso firmado pelo Minist√©rio da Sa√ļde na portaria 992/2009, que instituiu a Pol√≠tica Nacional de Sa√ļde Integral da Popula√ß√£o Negra, cuja marca √©: ” reconhecimento do racismo, das desigualdades √©tnico-raciais e do racismo institucional como determinantes sociais e condi√ß√Ķes de sa√ļde, com vistas √° promo√ß√£o da equidade em sa√ļde. ”

    O Racismo praticado contra a popula√ß√£o negra afeta a garantia de acesso aos servi√ßos p√ļblicos de sa√ļde, √© fator estruturante na desumaniza√ß√£o da aten√ß√£o que √© prestada √© este contingente populacional na sa√ļde. Sabemos que ainda existe resist√™ncias , acreditamos que seja devido tanto a cren√ßa da aus√™ncia de racismo na sociedade brasileira e na covardia id√©ia que vivemos no Brasil uma democracia racial.

    O reconhecimento da discrimina√ß√£o racial em nosso pa√≠s, teve inicio com a gest√£o da social democracia brasileira, Fernando Henrique Cardoso acolheu e assumiu compromisso p√ļblico com as pol√≠ticas de igualdade racial em nosso pa√≠s. As discuss√Ķes em torno da sa√ļde da popula√ß√£o negra e suas doen√ßas prevalentes foram marcadas na cria√ß√£o do Grupo de Trabalho Interministerial criado por FHC.

    Precisamos de medidas mais estruturais e que as mesmas sejam executadas de forma org√Ęnica e coordenada em diversas inst√Ęncias de governo.

    Implementar novas pol√≠ticas, programas e a√ß√Ķes da √°rea da sa√ļde que estejam articuladas junto ao Comit√™ T√©cnico Nacional de Sa√ļde da Popula√ß√£o Negra e os Conselhos de Sa√ļde nas tr√™s esferas.

    Incentivar Medidas específicas da sociedade civil, para cumprir seu papel fundamental de controle social.

    Aportar no √Ęmbito acad√™mico, conhecimentos que subsidiem a tomada de decis√Ķes, a formula√ß√£o e implementa√ß√£o de a√ß√Ķes governamentais e da sociedade civil.

    Conscientizar a popula√ß√£o em geral, e a negra em particular sobre seus direitos como cidad√£os, sejam eles gerais ou espec√≠ficos da √°rea da sa√ļde, para assim, torn√°-los sujeitos protagonistas das melhorias que possam ser alcan√ßadas em seu n√≠vel e qualidade de vida.

    Fomentar Pesquisas, pois ela pode e deve realizar o monitoramento e avalia√ß√£o da implementa√ß√£o da Pol√≠tica Nacional de Sa√ļde

    Dar maior subs√≠dios aos gestores e que eles reconhe√ßam a necessidade de ampliar o acesso e a infraestrutura b√°sica(abastecimento de √°gua, saneamento b√°sico, coleta de lixo), que sem d√ļvida, ter√° maior impacto sobre a popula√ß√£o negra, que comparativamente, tem menos acesso aos benef√≠cios destas pol√≠ticas p√ļblicas.

    Atenção especial ao diagnóstico e tratamento multidisciplinar em relação a anemia falciforme.

    Treinamento e capacita√ß√£o continuada de todos os servidores de sa√ļde, assim como campanhas de informa√ß√£o direcionadas √° popula√ß√£o que esclare√ßam sobre a tem√°tica e seus direitos como pacientes.

    Atenção e Prevenção na incidência em mortalidade materna em especial as mulheres negras que sofrem com a violência obstétrica.

    Utilizar o quesito cor de modo transversal nas an√°lises utilizando as 5 categorias.

    Garantir a popula√ß√£o negra, como direito b√°sico, a aten√ß√£o √° sa√ļde de forma integral, humanizada, igualit√°ria e equitativa. Reconhecendo e respeitando especificidades culturais e sociais e necessidades.

     

     

     

  • #2726
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    Maurício Severo Roesch
    Espectador

    Aumentar a cobertura do programa Estrat√©gia Sa√ļde da Fam√≠lia, que hoje atinge 65% da popula√ß√£o, o n√ļmero de equipes (hoje sobrecarregadas) e o acesso a exames complementares. Mais resolutiva, a aten√ß√£o prim√°ria pode desafogar filas de espera por exames e a rede hospitalar, em especial emerg√™ncias. Avalia√ß√£o √© que j√° h√° diretrizes bem elaboradas para a aten√ß√£o b√°sica e que a orientam como porta de entrada do sistema, mas nem sempre cumpridas.

  • #2736
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    Jo√£o Paulo Cunico
    Espectador

    Que se criem ou se intensifiquem a desburocratiza√ß√£o e a fiscaliza√ß√£o por parte de comiss√Ķes¬† para o cumprimento dos planos operativos em institui√ß√Ķes credenciadas ao SUS. Os repasses s√£o feitos para √°reas especializadas em tratamentos de alta complexidade, por√©m quando n√£o √© totalmente usado nesta √°rea se torna muito dif√≠cil repassar para outra (repassar verba da oncologia para a ortopedia, por exemplo) e a desburocratiza√ß√£o desse setor unido a uma boa fiscaliza√ß√£o podem trazer melhor uso do dinheiro p√ļblico.

  • #2742
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    Marcus Vinícius Sandrini Acorsi
    Espectador

    O primeiro ponto de todos seria uma revalidação dos médicos formados no exterior em prol dos atendimentos do interior do Brasil ou aldeias indígenas, visto que o interesse atual é pequeno. Outro ponto seria uma melhor distribuição dos médicos já aptos para exercer a profissão pelo país, visto que muitas vezes cidades não tão localizadas no interior sofrem com a falta desses profissionais, os quais sobram nos grandes centros.

    Outro ponto que acho crucial √© a formula√ß√£o de um Prontu√°rio Eletr√īnico para agilizar o atendimento do paciente, visto que hoje √© totalmente moroso, comprometendo tamb√©m o trabalho do m√©dico.

    Não concordo com a abertura de mais cursos de medicina, visto que muitos locais não tem estrutura física para receber os alunos e proporcionar estágios e aprendizado prático para os alunos. Tem que ser algo bem pensado para não sucatear a profissão futuramente, colocando em risco a população.

  • #2752
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    Vanessa Gomes
    Espectador

    O Sistema √önico de Sa√ļde (SUS) completou no ano de 2018 30 anos de exist√™ncia, sendo o maior sistema universal, p√ļblico e gratuito do mundo. S√£o 308.683 unidades por todo pa√≠s, que atendem 75% da popula√ß√£o brasileira, algo em torno de 160 milh√Ķes de brasileiros e, segundo o DataSUS e o IBGE, ele tem como meta atender 209 milh√Ķes de cidad√£os.

    Atualmente, a sa√ļde brasileira passa por s√©rios problemas administrativos e o retrato disso, s√£o as longas filas, a demora que pode custar uma vida, a falta de m√©dicos e insumos hospitalares, m√° distribui√ß√£o de equipes, baixo acesso a tecnologias, entre outros

    A Cobertura de sa√ļde da fam√≠lia √© deficiente. Segundo os dados do Departamento de Aten√ß√£o B√°sica (DAB), divulgados em janeiro de 2018, h√° cerca de 264.521 agentes comunit√°rios de sa√ļde em todo o pa√≠s, quando o pr√≥prio Minist√©rio da Sa√ļde afirma que o ideal seria que um agente comunit√°rio atendesse em torno de 3 mil pessoas, entretanto, hoje cada agente atende cerca de 790 mil pessoas. Al√©m da sobrecarga nos funcion√°rios, h√° quase 100 munic√≠pios sem equipe de atendimento.

    Existem diversos problemas que contribuíram para o fracasso do SUS. Alguns deles são:

    ‚óŹ Baixo investimento: no ano de 2017 o investimento foi de R$ 107,2 bilh√Ķes, quando o piso estabelecido era de R$ 109 bilh√Ķes, esse ano o governo destinou apenas 3,6% do or√ßamento para sa√ļde. Nosso investimento √© de 4 a 7 vezes menos do que em pa√≠ses com o sistema universal de sa√ļde, como a Fran√ßa e o Reino Unido. A falta de investimentos nessa √°rea faz com a popula√ß√£o recorra √† justi√ßa contra o Estado para conseguir atendimentos, exames, cirurgias no brasil e no exterior e tratamentos experimentais – o que gera um custo aos cofres p√ļblicos de R$ 7 bilh√Ķes por ano.

    Como proposta para esse o problema, o governo deveria fazer parcerias com o setor privado para investimentos e desenvolvimentos de novas tecnologias e equipamentos hospitalares.

    ‚óŹ Superlota√ß√£o: Um dos principais motivos de reclama√ß√Ķes e um dos mais graves, √© a superlota√ß√£o, que coloca a vida dos pacientes em risco e h√° casos de pacientes que faleceram por n√£o conseguir atendimento. Segundo o Tribunal de Contas da Uni√£o (TCU), no ano de 2014 64% dos hospitais estavam sempre com superlota√ß√£o.

    Uma possível forma de acabar com a superlotação seria um sistema de cadastro integrado com as redes municipais, estaduais e federais.

    ‚óŹ Falta de m√©dicos: como √© cedi√ßo, os m√©dicos est√£o mal distribu√≠dos pelo pa√≠s. Em novembro de 2017, o ex-presidente do TCU, ministro Raimundo Carreiro, elegeu a falta de m√©dicos como o principal problema do SUS. Segundo os dados divulgados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), h√° um m√©dico para cada 470 brasileiros e se tratando das regi√Ķes norte e nordeste, os n√ļmeros s√≥ pioram, nessas localidades, o n√ļmero de m√©dico por habitante chega ser de um para 953,3 e 749,6.

    Podemos diminuir a m√° distribui√ß√£o e atrair os m√©dicos para as localidades rurais e ribeirinhas com investimos na infraestrutura dessas regi√Ķes.

     

  • #2758
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    Isabella Puglisi de Oliveira
    Espectador

    √Č n√≠tido que o sistema de sa√ļde brasileiro deve ser reformulado com urg√™ncia, assim como¬† a rela√ß√£o dos planos de sa√ļde com os cidad√£os.

    Entretanto, √© imperativo, como mulher, pontuar uma forma absurda de viol√™ncia de g√™nero que ocorre dentro de hospitais ao longo de todo pa√≠s: a viol√™ncia obst√©trica. Em um momento de grande vulnerabilidade f√≠sica, ps√≠quica e emocional, profissionais anti√©ticos da √°rea da sa√ļde, diante de um sistema saturado, praticam atos de viol√™ncia obst√©trica, tais quais a infantiliza√ß√£o da mulher, a aplica√ß√£o de m√©todos controversos sem consentimento ou necessidade cl√≠nica fundamentada, uso de m√©todos dolorosos, degradantes e repudiados pela organiza√ß√£o mundial de sa√ļde, coment√°rios indecorosos e ass√©dio moral. Com esse tipo de conduta, o profissional da sa√ļde pode provocar sequelas f√≠sicas, tanto na m√£e quando no beb√™, quanto na crian√ßa a nascer.

    Diante deste problema que atinge direitos humanos de forma t√£o grotesca, √© urgente a atitude fiscalizadora e incisiva do Poder P√ļblico para proteger as cidad√£s nestes momentos – naturalmente dif√≠ceis.

  • #2780

    O Brasil criou um sistema mundialmente famoso, o SUS. O constituinte de 1988 considerou como direito fundamental o direito √† sa√ļde. Logo, √© dever do Estado garantir o acesso digno e um atendimento de qualidade. Por√©m, o Brasil √© um pa√≠s de dimens√Ķes continentais e n√£o consegue servir com qualidade a toda popula√ß√£o. O modelo do SUS foi replicado em v√°rios pa√≠ses, em alguns melhorado em outros. O Brasil precisa perceber se de fato consegue abarcar toda as garantias constitucionais. Ou se precisa fazer reformula√ß√Ķes e restringir as abrang√™ncias e melhorar a qualidade do servi√ßo. Nenhum servi√ßo oferecido pelo Brasil √© de alta qualidade. Infelizmente, h√° um sucateamento generalizado de todo sistema. Logo, cabe um plano eficiente para melhoria do sistema de sa√ļde.

  • #2802
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    Ricardo Alexandre Alves
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    A sa√ļde brasileira encontra-se bem prec√°ria, n√£o devido a qualidade t√©cnica dos m√©dicos e enfermeiros, mas sim, das estruturas de hospital gest√£o. Uma melhor divis√£o de distribui√ß√£o de verbas seria um tanto quanto eficiente, passando parte do sal√°rio dos m√©dicos para um maior investimento em estrutura b√°sica hospitalar e compra de equipamentos de ponta.

  • #2811
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    Deyse Rodrigues
    Espectador

    Quando se fala em sa√ļde, uma das grandes dificuldades √© garantir atendimento m√©dico e de qualidade no interior. Importante fornecer servi√ßos b√°sica para popula√ß√£o, e refor√ßando mais a necessidade de melhorias na sa√ļde p√ļblica com grandes projetos e investimentos.

  • #2814
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    Ramon Villas
    Espectador

    Esse tema √© bastante complexo e delicado do ponto de vista de sa√ļde p√ļblica. O SUS √© um sistema que em tese √© altamente completo e deveria atender de forma gratuita e com qualidade a todos os cidad√£os. Mas infelizmente n√£o √© isso que acontece, e s√≥ quem precisa ou j√° precisou do sistema de sa√ļde sabe que as dificuldades s√£o muito grandes, e que a oferta est√° muito longe de atender a demanda existente. Em suma, quem precisa de um exame especializado, de uma consulta com um especialista ou de uma interna√ß√£o de emerg√™ncia, precisa enfrentar uma verdadeira “viacrussis” para conseguir. No estado do Par√° onde eu vivo, os governos do PSDB investiram na constru√ß√£o de hospitais e na amplia√ß√£o do n√ļmero de leitos. Por√©m isso n√£o √© suficiente, pois acredito que os munic√≠pios deixam a desejar no que diz respeito a aten√ß√£o b√°sica, e muitas vezes problemas que poderiam ser evitados acabam se agravando, e o que gera a superlota√ß√£o e o atendimento de baixa qualidade nos hospitais P√ļblicos. Nossos gestores precisam pensar a sa√ļde de forma inteligente, trabalhando em suas gest√Ķes em conjunto com secretarias como a educa√ß√£o,assist√™ncia social, meio ambiente,tr√Ęnsito e todos os departamentos e at√© sociedade civil, pois o tema exige que as a√ß√Ķes estejam interligadas para que a sa√ļde seja trabalhada de forma participativa com a contribui√ß√£o de todos seus atores sociais.

  • #2816
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    Junior Vieira
    Espectador

    Assim como em tudo no nosso pa√≠s, primeiramente, √© necess√°rio que haja uma maior e melhor fiscaliza√ß√£o, visto que provavelmente haja in√ļmeras irregularidades que acabam passando desapercebidas, fazendo com que a nossa popula√ß√£o sofra as consequ√™ncias.

     

    Para que haja melhoria na sa√ļde, acredito que √© necess√°rio um maior investimentos na Sa√ļde Preventiva, podendo assim evitar diversos problemas de sa√ļde da popula√ß√£o, bem como nas Unidades B√°sicas de Sa√ļde, para que n√£o haja uma superlota√ß√£o em Hospitais e Prontos Socorros.

     

    O Problema da sa√ļde √© um dos mais complexos para o nosso pa√≠s, seria necess√°rio um maior investimento em Saneamento B√°sico, pois assim, tamb√©m evitaria diversas complica√ß√Ķes na sa√ļde da popula√ß√£o.

     

    Portanto, penso que nosso partido deve defender o investimento na sa√ļde preventiva, como por exemplo saneamento b√°sico.

  • #2822
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    Lindamir Denardin
    Espectador

    Precisamos urgente de mais M√ČDICOS no BRASIL. SUS √© p√©ssimo pessoas muito mal tratadas e muitas vezes morrem sem atendimento ou em filas de esperas… Precisa ser repensada a SA√öDE no nosso Brasil URGENTE.

  • #2839
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    Juscelia Barbosa de Lima
    Espectador

    Aumenta Vagas de Cursos de Medicina no Brasil em universidade P√ļblicas. melhorar atendimento do SUS, Principalmente em regi√£o de vulnerabilidade.

  • #2848
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    Rodrigo Almeida
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    N√£o consigo postar minha resposta corretamente.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Rodrigo Almeida. Raz√£o: Deu erro quando postei
  • #2853
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    Carlos Eduardo de Paula Arthus
    Espectador

    As pol√≠ticas da sa√ļde devem estar orientadas para a redu√ß√£o das desigualdades entre os indiv√≠duos e grupos populacionais, sendo os mais necessitados aqueles para os quais devem ser prioritariamente direcionadas as pol√≠ticas. O SUS tem tamb√©m orienta√ß√Ķes para a execu√ß√£o destas pol√≠ticas, tendo como ponto principal a participa√ß√£o popular, que define que todas as pol√≠ticas est√£o a ser planejadas e supervisionados diretamente pela popula√ß√£o, nos bairros, munic√≠pios e estados, principalmente organizando as confer√™ncias municipais, estaduais e nacionais de sa√ļde. <

    Em muitos aspectos o essencial seria o primoramento da estrutura do SUS, considerando suas diferentes complexidades (aten√ß√£o b√°sica, m√©dia e alta complexidades). No caso da aten√ß√£o b√°sica, destaque para maior cobertura, qualidade e resolutividade, em fun√ß√£o desta ser a porta de entrada do sistema com foco na promo√ß√£o, preven√ß√£o e acompanhamento das condi√ß√Ķes de sa√ļde da popula√ß√£o. Para a m√©dia e alta complexidades √© proposta a cria√ß√£o da ‚ÄúCentral de Regula√ß√£o‚ÄĚ, que serve para organizar as demandas de sa√ļde considerando as prioridades no atendimento; amplia√ß√£o da rede de policl√≠nicas por meio de cons√≥rcios em mesorregi√Ķes; e a redu√ß√£o das filas para exames e procedimentos.

    Al√©m do aprimoramento do modelo de gest√£o e desenvolvimento de mecanismos de supervis√£o, avalia√ß√£o e controle, considerando integra√ß√£o dos n√≠veis de complexidades; premia√ß√£o a servi√ßos bem avaliados; dissemina√ß√£o de boas pr√°ticas; estrutura√ß√£o de carreira de gestor na √°rea da sa√ļde; est√≠mulo para perman√™ncia em regi√Ķes mais distantes; forma√ß√£o de m√©dicos generalistas e refor√ßo do conte√ļdo geral na forma√ß√£o de todas as especialidades; cria√ß√£o de um Sistema Nacional de Ouvidoria do SUS e valoriza√ß√£o dos conselhos e confer√™ncias de sa√ļde.

  • #2871
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    Pedro Ygor Sousa Silva
    Espectador

    Fortalecimento do SUS, e o financiamento facilitado a procedimentos de alta complexidade para famílias que não se encontrem em Extrema pobreza, dividindo os custos e a manutenção dos serviços com a população e dando a eles um poder fiscalizador sobre a tomada e prestação daqueles serviços, atendimentos locais e uma maior interiorização de campanhas de saneamento básico, políticas de drogas, e políticas preventivas ao uso do cigarro e outras drogas lícitas.

  • #2889
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    Gabriela Cardoso
    Espectador

    √Č claro que nosso sistema √ļnico de sa√ļde merece uma aten√ß√£o especial, com mais m√©dicos especialistas, agilidade nas marca√ß√Ķes de exames e cirurgias , hospitais e leitos de qualidade para os pacientes que necessitam deste servi√ßo t√£o requisitado.

     

     

  • #2909
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    Rodrigo Almeida
    Espectador

    No atual cen√°rio pol√≠tico brasileiro, a sa√ļde p√ļblica do pa√≠s √© sempre uma raz√£o de constantes cr√≠ticas e conflitos. O demasiado aumento na demanda de usu√°rio do SUS, contribuiu bastante para que o caos se instalasse na maioria dos hospitais, cl√≠nicas e postos de sa√ļde Brasil a dentro. √Č comum presenciarmos todos os dias as superlota√ß√Ķes desses estabelecimentos, carentes em profissionais, escasso de materiais e abundantes em cidad√£os em busca de alguma ajuda m√©dica e tratamento digno. Um dos princ√≠pios do SUS, √© o acesso universal a sa√ļde. Isso, infelizmente, est√° escrito, mas n√£o √© cumprido. O cidad√£o tem essa percep√ß√£o porque tem dificuldades para marcar consultas, conseguir medicamentos, consultas com especialistas e etc…

    O governo deve agir de maneira coerente e competente, utilizando de seus recursos, para melhorar a situa√ß√£o do presente cen√°rio em que a sa√ļde p√ļblica do pa√≠s se encontra. De maneira que possa contratar um maior n√ļmero de m√©dicos, comprar equipamentos modernos e com qualidade necess√°ria para realizar exames de rotina e exames mais complexos, para poder atender a demanda di√°ria de pacientes, abrir mais postos de sa√ļde nos bairros e comunidades carentes, ter estoque de medicamentos, pelo menos os que s√£o considerados essenciais, aumentar o quadro de funcion√°rios para que todos possam ser atendidos com dec√™ncia e aten√ß√£o merecida, ter maior n√ļmero de leitos para atender todos os doentes internados e agir com seriedade e disciplina para que todos tenham um minimo de dignidade poss√≠vel para receber o que √© seu por direito. Al√©m de claramente manter uma vig√≠lia ativa em cima dos gestores de recursos da sa√ļde, para que toda a verba enviada a eles chegue a seu devido local de destino e seja usada corretamente para beneficiar a todos que realmente precisam.

  • #2924
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    ERIK LIMA REIS SANTOS
    Espectador

    A sa√ļde n√£o recebe aten√ß√£o que merece precisamos contratar atrav√©s de concurso mais profissionais para que possamos trein√°-los para ter um bom atendimento ao cidad√£o

  • #2942
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

     

    Grande parte do problema do SUS est√° na gest√£o e nos sistemas, o emprego de novas tecnologias como um sistema unificado que √≠ntegre, upas postos de sa√ļde e hospitais pode al√©m de propiciar melhor acompanhamento, e facilitar o hor√°rio para marcar consulta. Isto pode ser feito paralelamente ao um sistema de avalia√ß√£o dos m√©dicos com feedback de consultas e desempenho, ficando dispon√≠vel a p√ļblico e os bonificando por bom desempenho. Outra ideia a ser discutida junto com o sistema √© criar um sistema de rod√≠zio, alinhado a demanda medica, podendo rotacionar m√©dicos de acordo com a demanda e consultas marcadas. √Č poss√≠vel al√©m disso ampliar ideias que deram certo como os hospitais universit√°rios da USP para federais e outras universidades p√ļblicas

  • #2943
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    Henrique Pinheiro
    Espectador

    Antes de falar da sa√ļde no seu pr√≥prio contexto, precisamos falar de pol√≠ticas p√ļblicas voltadas a sa√ļde. Ainda sofremos com o pouco investimento nessas pol√≠ticas, pois a maioria das doen√ßas podem ser combatidas atrav√©s de informa√ß√Ķes, cartilhas que contenham as preven√ß√Ķes das doen√ßas. Campanhas que fortale√ßam que os cidad√£os precisam estar sempre se prevenindo. O SUS precisa passar por uma moderniza√ß√£o e celeridade para aqueles que realmente precisam. √Č necess√°ria a desburocratiza√ß√£o de medidas para conseguir algo pelo SUS! Temos um grande n√ļmero de pessoas que morrem em filas de espera para poderem se operar. O PSDB precisa estar aberto para que a sa√ļde seja pauta de urg√™ncia e eficiente ao povo brasileiro

  • #2949
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    Samuel Genuino
    Espectador

    Sa√ļde √© mais uma das √°reas que precisa ser abra√ßada com prioridade pelo PSDB. Observamos diariamente o sucateamento enfrentado pelo Sistema √önico de Sa√ļde do pa√≠s, onde a corrup√ß√£o, os investimentos aplicados de forma incorreta e a inger√™ncia s√£o realidades cru√©is que afetam a vida de tantos cidad√£os e cidad√£s. √Č preciso trazes os SUS para o s√©culo 21, com modernidade, gest√£o e humanidade, fortalecendo e aperfei√ßoando os programas de prote√ß√£o e preserva√ß√£o da sa√ļde j√° existentes, que s√£o frutos de tantas lutas travadas.

  • #2981
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    Rafael Assunção Miranda
    Espectador

    Sa√ļde p√ļblica √© um tema bastante amplo que deve ser tratado de forma minuciosa em cada um dos seus aspectos, n√£o √© poss√≠vel faz√™-la em poucas palavras, correndo o risco de generalizar de forma grosseira assuntos que envolvem v√°rias pessoas e grupos, prestadores de servi√ßo, funcion√°rios p√ļblicos da √°rea, gestores, conselhos de classe e o contribuinte em geral, devido a isto quero concentrar a aten√ß√£o dos colegas em alguns assuntos espec√≠ficos relativo a sa√ļde p√ļblica brasileira, os quais, a atual percep√ß√£o da responsabilidade do Estado sobre o bem estar do cidad√£o e a situa√ß√£o dos prestadores de servi√ßos da √°rea.

    Deixe-me me apresentar, meu nome e Rafael Miranda, farmac√™utico, funcion√°rio p√ļblico pelo Estado do Paran√°. Quero chamar aten√ß√£o sobre o artigo 196 da constitui√ß√£o de 88, este artigo abre a se√ß√£o ‘Da Sa√ļde’ na constitui√ß√£o, nele expressam-se as seguintes palavras “A sa√ļde √© direto de todos e dever do Estado, garantido mediante pol√≠ticas sociais e econ√īmicas que visem √† redu√ß√£o do risco de doen√ßa e de outros agravos e ao acesso universal e igualit√°rio √†s a√ß√Ķes e servi√ßos para sua promo√ß√£o, prote√ß√£o e recupera√ß√£o”. Neste trecho da constitui√ß√£o que √© talvez o artigo mais repetido de todos – quem nunca ouviu o famoso “A sa√ļde √© direito de todos e dever do Estado…” –¬† consta uma m√°xima que tira do cidad√£o a responsabilidade por seu pr√≥prio autocuidado. N√£o √© minha inten√ß√£o aqui questionar os direito a sa√ļde, pois a possibilidade de viver uma vida saud√°vel √© sim um direito que todo ser humano deveria ter, mas tamb√©m deve ser do cidad√£o e n√£o apenas do Estado esta busca por uma vida saud√°vel. Atualmente um dos principais gastos dos Sistema √önico de Sa√ļde s√£o os gastos com alta complexidade, cirurgias, internamentos e medicamentos judicializados consome boa parte das receitas voltadas a sa√ļde, estes gastos poderiam ser reduzidos se fosse feito em d√©cadas passadas o investimento na sa√ļde prim√°ria, evitando assim desfechos desagrad√°veis. O foco em sa√ļde prim√°ria tamb√©m torna o cidad√£o mais consciente da necessidade de buscar preserver a pr√≥pria sa√ļde, pol√≠ticas voltadas para conscientiza√ß√£o tem se mostrado extremamente eficazes no Brasil, vide o caso dos cigarros, cujo a ampla campanha contra e a√ß√Ķes objetivas por parte do Estado propiciaram avan√ßos importantes na preven√ß√£o de doen√ßas relacionadas.

     

    Outra quest√£o que quero direcionar a aten√ß√£o de todos √© a forma que os profissionais e estabelecimentos de sa√ļde s√£o encarados, √© necess√°rio que o PSDB busque atrav√©s do desenvolvimento de pol√≠ticas p√ļblicas o incentivo aos profissionais e estabelecimentos de sa√ļde que complementam a busca por sa√ļde para a popula√ß√£o, acad√™mias, farm√°cias, cl√≠nicas e demais estabelecimentos devem receber incentivos fiscais pela import√Ęncia do servi√ßo que geram, isto inclusive pode mobilizar o investimento de empreendedores em √°reas menores assistidas do pa√≠s. A tabela de procedimentos pagos pelo SUS por exemplo demora anos para novas atualiza√ß√Ķes em seus valores, isto desestimula prestadores a oferecerem seus servi√ßos, consequentemente muitos lugares faltam m√©dicos e profissionais, sendo que no Brasil algumas regi√Ķes concentram boa parte dos prestadores de servi√ßo e outras prevalece a escassez.

     

    S√£o estes os pontos relativos a sa√ļde que gostaria de deixar aqui para reflex√£o dos membros do PSDB. Agrade√ßo e espero sinceramente que possamos construir um pa√≠s prospero e justo no futuro.

  • #2985
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    Wagner Siben de Souza Wolff
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    Apesar do grande volume de recursos, assim como ocorre em outras áreas, o dinheiro é mal administrado.

    O dinheiro deve ser melhor investido, principalmente na atenção básica, prevenindo quadros graves que sobrecarregam o SUS.

    Os gestores Municipais devem ser o centro de administração do SUS,  com uma atuação regionalizada, fortalecendo os consórcios intermunicipais.

    √Č necess√°rio aumentar a participa√ß√£o do sistema privado na execu√ß√£o do SUS, pois geralmente consomem menos recursos e entregam servi√ßos de melhor qualidade.

  • #2997
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    Guilherme Moura Cardoso
    Espectador

    T√≥pico: Sa√ļde

    A sa√ļde p√ļblica no Brasil possui in√ļmeras problem√°ticas, dentre as quais podemos mencionar:

    1) Falta de m√©dicos e demais profissionais da sa√ļde: √ćndices aponta que no Brasil existem aproximadamente 17,6 m√©dicos para cada 10 mil pessoas. Nos √ļltimos anos buscou-se ampliar a quantidade de unidades de ensino superior para a forma√ß√£o de profissionais da √°rea da sa√ļde, mas tal medida at√© ent√£o vem mostrando-se infrut√≠fera.¬† Inicialmente, deve-se considerar o evidente problema desta medida que √© o longo tempo necess√°rio para forma√ß√£o desse futuro profissional. Posteriormente, a dificuldade em realizar a interioriza√ß√£o desses profissionais, que se concentram em grande parte nos grandes centros urbanos e na regi√£o centro-sul do pa√≠s, deixando as regi√Ķes interioranas ‚Äď principalmente da regi√£o Norte e Nordeste do pa√≠s – desguarnecidas.

    2) Falta de medicamentos;

    3) Falta de leitos; e

    4) Longa espera: a demanda é maior que a oferta e os problemas de infraestrutura agravam ainda mais a situação.

    Mesmo com a exist√™ncia desses problemas, √© preciso reconhecer tamb√©m os pontos positivos e a necessidade de continuar defendendo o sistema de sa√ļde universal adotado no pa√≠s. Logicamente, buscando aperfei√ßo√°-lo.

    A ideia de defender o fim da universalidade e taxar o uso do servi√ßo para aquela parcela da popula√ß√£o que possui maiores condi√ß√Ķes financeiras n√£o me parece razo√°vel. Ora, √© evidente que no pa√≠s existe um problema de arrecada√ß√£o e distribui√ß√£o/aplica√ß√£o dos recursos, mas acredito que a cobran√ßa direta pelo servi√ßo n√£o seja solu√ß√£o para o sistema p√ļbico de sa√ļde ‚Äď especificamente. Estamos lidando com salvar vidas, vidas daqueles ‚Äď em se tratando de valores monet√°rios ‚Äď j√° est√£o pagando por aquele servi√ßo ‚Äď destaca-se aqui a necessidade do Brasil rever o seu modelo tribut√°rio, para torna-lo mais justo. Por fim, a n√£o universalidade da sa√ļde p√ļblica e sua taxa√ß√£o, v√£o totalmente contra o que preconiza nossa CF/88.

  • #3000
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    Jemerson Gleison Barbosa da Silva
    Espectador

    Acredito que a quest√£o mais urgente no sistema de sa√ļde √© o problema de falta de m√©dicos em √°reas mais carentes. Acredito que deveria haver um programa de incentivo para que os m√©dicos atuassem nestas √°reas. Al√©m disto estudantes de medicina que se beneficiaram de bolsas p√ļblicas deveriam logo ap√≥s o t√©rmino da gradua√ß√£o fazerem uma resid√™ncia nestas √°reas por um certo per√≠odo de tempo. Al√©m disto programas como o realizado pelo Doria de participa√ß√£o da iniciativa privado com o pre√ßo da tabela SUS para resolver as pend√™ncias s√£o necess√°rias para combater os as filas de espera.

  • #3009
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    William Junior
    Espectador

    Posso eu disse¬† que a sa√ļde¬† e a base¬† de tudo. Hoje¬† temos, que Olhar a sa√ļde do nosso pa√≠s,¬† de uma forma¬† diferente¬† pois a nossa sociedade¬† estar morendo¬† ¬†por conta¬† do descaso. S√£o¬† fam√≠lias¬† que tem chorado todos os dias por n√£o¬† ter uma sa√ļde¬† b√°sica

  • #3021
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    Larissa Gomes Fagundes
    Espectador

    Primeiramente boa noite, A sa√ļde √© o nosso principal tema abordado no mundo, O nosso sistema unico de saude (sus) deve ser melhor assistido e melhorado a cada momento, capacitando os seus funcion√°rios para todos os tipos de situa√ß√Ķes sejam elas de emerg√™ncia ou n√£o, equipar melhor nossas Ubs,e dar valor mais ao pronto socorro que atende toda a popula√ß√£o,precisamos de mais leitos sus,para atender a demanda, precisamos de maie investimentos na sa√ļde!

  • #3027
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    Paulo Afonso Tavares
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    A √°rea da sa√ļde precisa ser valorizada. A gest√£o do PSDB foi respons√°vel pela cria√ß√£o dos programas Sa√ļde da Fam√≠lia, Sa√ļde da Mulher, Bolsa Alimenta√ß√£o e ainda dos rem√©dios gen√©ricos. Desta da√≠, pouco ou nada, foi feita na √°rea da sa√ļde. Com isso, √© a popula√ß√£o mais necessitada que sofre. As filas nos hospitais p√ļblicos s√£o quilom√©tricas, os pedidos de cirurgias e de exames levam meses. Do jeito que est√° n√£o pode continuar mais. Tem que ser criado um fundo nacional para melhorar a sa√ļde.

  • #3053
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    Joao Pedro Freitas de Araujo Alves
    Espectador

    1) Aumento do n√ļmero de m√©dicos em nosso setor publico com o sistema unificado de sa√ļde (SUS).

    2) Sistema de meritocracia para os m√©dicos que entrarem e que j√° est√£o presentes no SUS, atrav√©s de monitoramento de frequ√™ncia que estes m√©dicos est√£o em plant√Ķes, cirurgias e etc.

    3) Parcerias junto ao setor privado, junto as hospitais do setor privado para que possamos ter um maior n√ļmero de pacientes atendidos. Exemplo: Usar hor√°rios de menor fluxo nestes hospitais para atendimento do SUS.

    4) Parceria junto as grandes industrias farmac√™uticas presentes no pa√≠s para conseguirmos melhores pre√ßos para pacientes que n√£o tem condi√ß√Ķes da compra de medicamento; atrav√©s destas parcerias colocar rem√©dios de ponta e de novas pesquisas para estes pacientes. Exemplo: Rem√©dios tem data de validade de 2 anos quando vai chagando pr√≥ximo de seus vencimentos todos estes s√£o incinerados, pegar estes lotes e comprar por pre√ßos menores, visando claro a demanda para que cada produto tenha.

    5) Aumentar investimentos em nossas universidades para conseguirmos novas moléculas de medicamentos e novos tipos de tratamento para a nossa população. Através de novos medicamentos aumentar a economia do mercado vendendo estres medicamentos para outros países e deixando este dinheiro para as próprias universidades; assim em médio e longo prazo as universidades criarão suas próprias redes de sustentação de pesquisas.

  • #3078
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    Gabriela Assunção Miranda
    Espectador

    A sa√ļde no Brasil √© um tema amplo e de extrema relev√Ęncia, que deve ser tratado de maneira minuciosa nos diferentes pontos que abrange, visto que influencia diretamente na vida de in√ļmeras pessoas, sendo imposs√≠vel solucionar quest√Ķes problem√°ticas do dia para a noite. Ineg√°vel que investimento em campanhas de preven√ß√£o √© algo essencial, que gera resultados eficazes mesmo que a longo prazo, visto que passam a fazer com que popula√ß√£o aos poucos mude de h√°bitos, o que ocasiona consequ√™ncias positivas diretas na sa√ļde p√ļblica como um todo. Ainda, no cen√°rio atual, necess√°rio um maior controle na administra√ß√£o das verbas destinas √† √°rea da sa√ļde, a fim de que de fato sejam investidas de maneira inteligente, com benef√≠cios diretos √† popula√ß√£o, principalmente a carente. No mais, interessante o investimento em programas de incentivo para levar profissionais da sa√ļde em locais distante dos grandes centros, os quais muitas vezes carecem de pessoas que trabalhem na sa√ļde p√ļblica devido as poucas condi√ß√Ķes de trabalho e sal√°rios irris√≥rios. Por fim, o incentivo √†¬†realiza√ß√£o de parcerias com institui√ß√Ķes de sa√ļde privada tamb√©m s√£o uma forma interessante de garantir o acesso √† atendimento de sa√ļde para pessoas que n√£o tem condi√ß√£o de pagar, por√©m, necessitam de um controle mais severo nos servi√ßos, bem como, a efetiva√ß√£o de contratos justos tanto para a institui√ß√£o privada quanto para a administra√ß√£o p√ļblica.

  • #3080
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    Jhonathan Rocha
    Espectador

    Quando falamos em sa√ļde p√ļblica, obviamente precisamos de repensar com rela√ß√£o ao financiamento e √† distribui√ß√£o de verbas. Maiores investimentos s√£o necess√°rios, mas isso somado √† redistribui√ß√£o da verba de acordo com as prioridades, onde observo uma maior necessidade de valoriza√ß√£o da aten√ß√£o b√°sica. Um atendimento b√°sico de melhor qualidade, inclu√≠ndo a quest√£o da educa√ß√£o em sa√ļde √© a base para que tenhamos um desenvolvimento nesta √°rea. Neste contexto √© v√°lida aquela m√°xima que afirma que “prevenir √© melhor que remediar”, assim, quando se investe em medidas de educa√ß√£o em sa√ļde e na aten√ß√£o b√°sica voltada para os grupos (sa√ļde da fam√≠lia e comunidade, pediatria, sa√ļde da mulher, etc), √© poss√≠vel que nos demais n√≠veis de aten√ß√£o ocorra uma economia significativa. Tudo isso, √© claro, acompanhado dos princ√≠pios doutrin√°rios e organizacionais do SUS.

  • #3106
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    murilo psdb
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  • #3112
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    Edite Vidal
    Espectador

    Apesar de todos os desafios e problemas, o SUS ainda continua sendo refer√™ncia mundial em Sa√ļde Publica. O melhor e mais completo modelo, levando em considera√ß√£o suas diretrizes e princ√≠pios proporcionando um atendimento universal e integral em todo territ√≥rio nacional. √Č uma grande conquista da popula√ß√£o e n√£o deve ser ignorado.

    Hoje as maiores barreiras enfrentadas pelos usu√°rios encontram-se nos atendimentos de media complexidade, nas especialidades, nos exames… N√£o h√° conhecimento sobre a import√Ęncia da Aten√ß√£o Primaria, que √© mais f√°cil e econ√īmico promover e previnir do que tratar, fomos direcionados ao atendimento imediatista, levando as grandes filas nos prontos-socorros. Outra dificuldade que se evidenciou com a sa√≠da dos m√©dicos cubanos √© o pouco interesse da classe m√©dica na Aten√ß√£o B√°sica principalmente em √°reas distantes dos grandes centros urbanos e de maior vulnerabilidade social, al√©m da aus√™ncia da base human√≠sticas na forma√ß√£o acad√™mica destes profissionais, t√£o imprescind√≠veis.

    Sugest√Ķes para a melhoria do SUS no √Ęmbito da Aten√ß√£o Primaria.

    • Amplia√ß√£o dos NASF-AB
    • Investimentos, implementar um plano de carreira e brindar condi√ß√Ķes dignas de trabalho.
    • Inser√ß√£o do profissional nutricionista na Aten√ß√£o B√°sica como no Programa de Sa√ļde da Fam√≠lia,

     

  • #3164
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    Anderson N. Nunes
    Espectador

    Em primeiro lugar, n√£o se faz Gest√£o do SUS seja qual for a esfera, sem que o gestor e seus principais assessores das √°reas tem√°ticas tenha conhecimentos m√≠nimos do que √© ser Gestor. Ser M√©dico ou Enfermeiro n√£o significa que √© o profissional habilitado para ser Gestor, esse t√™m sido o pior do Brasil. Gest√£o, e se falando de Gest√£o P√ļblica t√™m que ser capacitado para o m√≠nimo, boa-f√© n√£o levar√° nosso SUS a lugar nenhum.

    Em segundo lugar, é impossível ser Gestor de algo com uma tabela de procedimentos defasada a 30 anos, e ainda com uma EC com congelamento de recursos. NUNCA dará certo, as contas nunca vão fechar, a população todo dia demanda mais e mais, e o SUS diminui a cada demanda.

    Em terceiro lugar, é inadmissível manter as Despesas com Pessoal SUS dentro dos limites da LRF, ou seja, se não excluirmos os concursados deste LIMITE, nunca poderemos por exemplo: aumentar a Rede de Atendimento da Atenção Primaria com ESF, podendo dar cobertura 100% com salarios dentro do aplicado no mercado para que os Agentes, Enfermeiros e Médicos 40 horas se sinta parte e valorizados, por dedicação exclusiva no SUS e na ponta.

    Em quarto lugar, a Uni√£o t√™m que federalizar toda ALTA complexidade, o Estado toda M√ČDIA complexidade com recursos federais e estaduais, o Munic√≠pio com toda Rede de Aten√ß√£o Primaria com prioridade na Preven√ß√£o a Sa√ļde de forma articulada as outras politicas sociais de esporte, assist√™ncia social e cultura.

  • #3221
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    Marcus Vinicius Pestana da Silva
    Espectador

    Fui secret√°rio estadual de sa√ļde de Minas Gerais (2003/2010) e Presidente do CONASS – Conselho Nacional de Secret√°rios de Sa√ļde (2005/2006). Na Biblioteca desse site se encontra um texto “A crise da maturidade do SUS” que publiquei na Revista do CONASS e no Blog do IEPS/Folha/UOL, com um diagn√≥stico da situa√ß√£o presente do sistema nacional de sa√ļde e os desafios que temos pela frente. Quem se interessar, leia l√°. Abra√ßos

  • #3238
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    Estêvão Da Cunha Pereira
    Espectador

    Melhorar o SUS com urgência. Nós que somos do interior, passamos horas na grandes capitais a espera de um atendimentos melhor. Longe da família, doente, e sem nenhum auxílio para as pessoas.

  • #3276
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    Rose Ventura
    Espectador

    O problema da sa√ļde p√ļblica no Brasil passa tamb√©m pela idoneidade da gest√£o hospitalar que , muitas vezes, usa os repasses de verba do Sistema √önico de Sa√ļde para lograr vantagem financeira para as equipes m√©dicas, como exemplo, a fraude das pr√≥teses e, isso, sem falar dos exames laboratoriais que incluem procedimentos sem a devida necessidade para cada paciente, ou seja, fora inclusive da requisi√ß√£o m√©dica. Falta maior controle do Estado¬† nessa transfer√™ncia de recursos para que n√£o fique¬† livre¬† o poder de oportunidade e conveni√™ncia dos grupos hospitalares. A Ag√™ncia Nacional de Sa√ļde¬†¬†sempre que suspeitar de fraude na aplica√ß√£o de recursos dever√° encaminhar ao Minist√©rio P√ļblico para investiga√ß√£o e, em caso de maior gravame ,¬† auditoria¬† ¬†nesses repasses.

     

  • #3304
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    Marcus Vinicius Pestana da Silva
    Espectador

    Depois de 30 anos de exist√™ncia do SUS, chegamos ao impasse da maturidade: a contradi√ß√£o entre um marco constitucional e legal excessivamente generoso e aberto, financiamento insuficiente e press√£o de custos crescentes em fun√ß√£o da transi√ß√£o demogr√°fica e da veloz incorpora√ß√£o de inova√ß√Ķes tecnol√≥gicas.

    Diante de tamanho desafio, faz-se necess√°rio:

    – Definir claramente o padr√£o de integralidade a ser oferecido √† popula√ß√£o, atacando o problema da judicializa√ß√£o da sa√ļde e aprimorando m√©todos e institui√ß√Ķes voltadas para a regula√ß√£o da incorpora√ß√£o tecnol√≥gica;

    – Buscar novas fontes de financiamento (introdu√ß√£o do copagamento, DPVAT, ren√ļncias fiscais, etc.);

    -Erguer formas efetivas de coopera√ß√£o com a sa√ļde suplementar, estabelecendo claramente o entendimento de sua natureza complementar e cooperativa, j√° que na verdade o sistema n√£o √© √ļnico, convivendo paralelamente tr√™s subsistemas: SUS, sa√ļde suplementar e desembolso direto dos cidad√£os. O sistema p√ļblico e a sa√ļde suplementar t√™m problemas e base produtiva comuns. Para o SUS, diante de suas limita√ß√Ķes, √© imprescind√≠vel que a sa√ļde suplementar v√° bem;

    РInvestir pesado no uso de ferramentas tecnológicas de gestão e regulação para o aumento da produtividade dos recursos (prontuário, classificação de risco, cartão SUS, telemedicina, etc.) ;

    РCombater os desperdícios, a ineficiência e à corrupção;

    – Desenhar melhor a regionaliza√ß√£o do sistema visando ganho de escala, escopo e qualidade, a partir da concep√ß√£o de redes integradas e regionalizadas de aten√ß√£o √† sa√ļde.

    N√£o h√° mais lugar para discursos ufanistas. As mazelas e os gargalos presentes no dia a dia do usu√°rio do SUS saltam aos olhos. Diante disso, a pior atitude √© a in√©rcia ou o ref√ļgio em fundamentalismos sem base real. A conquista da utopia dos constituintes √© um processo permanente. Estancar os retrocessos e ter ousadia para mudar o que √© preciso mudar, arquivando dogmas e ‚Äúvacas sagradas‚ÄĚ e enfrentando com realismo e coragem as novas perguntas que a realidade coloca diante de n√≥s, parece ser o caminho.

  • #3305
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    Marcus Vinicius Pestana da Silva
    Espectador

    Está desconfigurando o texto do word. Vou aguardar a correção do sistema. Abraços

  • #3311
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    Matheus Xavier
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    Acredito que uma a√ß√£o que ajudaria √© muito a enfrentar o problema da sa√ļde √© a reformula√ß√£o do pacto federativo, dando aos munic√≠pios mais recursos para investir em UBS e UPA‚Äôs para o pronto atendimento de baixa e m√©dia complexidade onde a demanda √© gigantesca! Investir forte na estrutura dos hospitais a partir de PPP‚Äôs buscando maior efici√™ncia na aplica√ß√£o dos recursos destinados. Sobre o SUS, acredito que dever√≠amos rever a forma como ele √© constitu√≠do para que possa ser destinado a quem realmente precisa.

  • #3338
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    Vijanio Filho
    Espectador

    TEMATICA SAUDE

    “Uma sa√ļde universal e independente da pol√≠tica

    Outro ponto que precisa ser levado em conta para fortalecer o sistema de sa√ļde brasileiro √© o descolamento entre as pol√≠ticas p√ļblicas de sa√ļde e a pol√≠tica. ‚ÄúA sa√ļde √© um direito fundamental. Eu entendo que ela tem que ser vista como um investimento priorit√°rio, n√£o como uma despesa. Precisamos de um financiamento m√≠nimo compat√≠vel, mas tamb√©m de uma gest√£o organizada, que n√£o seja pol√≠tico-partid√°ria. Tem que ter foco no interesse do cidad√£o.

    Embora o SUS‚ÄČseja uma das pol√≠ticas de sa√ļde mais audaciosas do mundo, na pr√°tica ele n√£o cumpre o que deveria. ‚ÄúTemos subfinanciamento, problemas de gest√£o e problemas na rede de integra√ß√£o. A principal porta de entrada √© a aten√ß√£o b√°sica. Mas o cidad√£o, quando n√£o tem acesso facilitado por essa porta, vai procurar alternativas para resolver seu problema porque o Estado n√£o o fez.

    “Emenda Constitucional 95: a quest√£o do congelamento das despesas

    O documento com todas as reivindica√ß√Ķes das entidades de sa√ļde ainda n√£o est√° pronto. Mencionando a Emenda Constitucional n.¬ļ 95, de 2016. A emenda nada mais √© que a concretiza√ß√£o da famosa Proposta de Emenda Constitucional (PEC) n.¬ļ 55, ainda mais popularmente conhecida como a PEC do Teto de Gastos, que congelou as despesas p√ļblicas por 20 anos, inclusive em √°reas como sa√ļde e educa√ß√£o. Temos v√°rias propostas de defesa do SUS. De prote√ß√£o desse sistema que j√° est√° fragilizado, contra medidas financeiras de congelamento adotadas pelo governo, como a [EC] 95‚ÄĚ.

     

    “Fixa√ß√£o dos m√©dicos em cidades remotas

    Quando se fala em sa√ļde em um territ√≥rio de dimens√Ķes continentais como o Brasil, uma das grandes dificuldades √© garantir atendimento r√°pido e de qualidade no interior do pa√≠s. Para que o SUS‚ÄČpasse a cumprir efetivamente esse papel, as entidades devem apresentar ‚Äúalgumas propostas relativas a ter uma pol√≠tica de fixa√ß√£o do m√©dico nas cidades remotas. Porque a aten√ß√£o prim√°ria √© primordial e voc√™ s√≥ vai conseguir isso com profissionais que estejam realmente comprometidos com o sistema. Isso n√£o se resolve com contratos tempor√°rios.

     

    “Integra√ß√£o da rede de sa√ļde das pequenas localidades

    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat√≠stica (IBGE), o Brasil tem 5.570 munic√≠pios. E as disparidades entre eles, em termos de atendimento de sa√ļde, s√£o gritantes ‚Äď inclusive dentro de um mesmo estado.

    ‚ÄúHoje os munic√≠pios √© que s√£o respons√°veis pela sa√ļde. N√£o se pode deixar para o munic√≠pio pequeno resolver todos os problemas de sa√ļde dos cidad√£os, porque ele n√£o tem capacidade para isso. O que ele vai fazer √© colocar as pessoas em uma ambul√Ęncia e mandar para o centro maior.

     

    ‚ÄúUm dos princ√≠pios do Sistema √önico de Sa√ļde (SUS) √© o acesso universal √† sa√ļde. Isso, infelizmente, est√° escrito, mas n√£o √© cumprido. O cidad√£o tem essa percep√ß√£o porque tem dificuldade para marcar consultas, para conseguir medicamentos, consultas com especialistas e etc.

     

    Diante de um sistema p√ļblico defasado e de uma rede privada que nem sempre cumpre o que promete, esse resultado √© reflexo da insatisfa√ß√£o para com as op√ß√Ķes dispon√≠veis no Brasil. ‚ÄúOs cidad√£os criticam o SUS, mas querem o SUS. As pesquisas mostram que nosso pa√≠s √© um pa√≠s de desigualdades e com muitas dificuldades no aceso √† sa√ļde.

     

     

     

    Sistema privado: regula√ß√£o das operadoras de sa√ļde

    A regula√ß√£o das operadoras de sa√ļde faz parte das reivindica√ß√Ķes do cidad√£o brasileiro. ‚ÄúNa sa√ļde complementar h√° uma reivindica√ß√£o de que os contratos entre m√©dicos e operadoras de sa√ļde existam e sejam cumpridos.‚ÄĚ

     

    Os planos populares tamb√©m est√£o na mira das entidades m√©dicas. ‚ÄúEssa linha tem a √ļnica finalidade de minimizar o acesso deficiente √† sa√ļde. A pessoa paga por consulta, mas, quando precisar de algo mais complexo, ter√° de voltar ao SUS. Ou seja, o SUS passa a financiar o setor complementar, que √© o privado.‚ÄĚ

     

     

    Uma sa√ļde universal e independente da pol√≠tica

    Outro ponto que precisa ser levado em conta para fortalecer o sistema de sa√ļde brasileiro √© o descolamento entre as pol√≠ticas p√ļblicas de sa√ļde e a pol√≠tica. ‚ÄúA sa√ļde √© um direito fundamental. Entendemos que ela tem que ser vista como um investimento priorit√°rio, n√£o como uma despesa. Precisamos de um financiamento m√≠nimo compat√≠vel, mas tamb√©m de uma gest√£o organizada, que n√£o seja pol√≠tico-partid√°ria. Tem que ter foco no interesse do cidad√£o.

     

    Embora o SUS‚ÄČseja uma das pol√≠ticas de sa√ļde mais audaciosas do mundo, na pr√°tica ele n√£o cumpre o que deveria. Temos subfinanciamento, problemas de gest√£o e problemas na rede de integra√ß√£o. A principal porta de entrada √© a aten√ß√£o b√°sica. Mas o cidad√£o, quando n√£o tem acesso facilitado por essa porta, vai procurar alternativas para resolver seu problema porque o Estado n√£o o fez.‚ÄĚ

     

     

    A diminuição das filas de espera

     

    Consultando uma pesquisa, ao analisar os resultados apontados pelo Datafolha √© mergulhar no universo das filas de espera. Dentre os entrevistados, 39% est√£o ou t√™m algu√©m em casa que esteja aguardando a marca√ß√£o ou realiza√ß√£o de consulta, exame, procedimento ou cirurgia pelo SUS. Desses, 45% j√° est√£o na espera h√° mais de seis meses. A demora no atendimento dificulta os tratamentos e afeta diretamente a sa√ļde dos cidad√£os.

     

    ‚ÄúSempre que o tempo de espera foi maior que seis meses ele deve ser questionado. Se voc√™ vai ao ginecologista, faz o [exame] preventivo e detecta uma suspeita de c√Ęncer, esperar pela cirurgia por muito tempo √© inaceit√°vel. A doen√ßa pode piorar, a chance de cura diminui. Da mesma forma, por exemplo, as cirurgias de coluna em crian√ßas. Poucas pessoas fazem porque n√£o √© rent√°vel, ent√£o √© demorado. E se voc√™ esperar por muito tempo a deformidade pode crescer.

    Avaliamos¬† que melhorar o sistema p√ļblico √©, portanto, fundamental para que o acesso √† sa√ļde tenha mais equidade. ‚ÄúEssas reivindica√ß√Ķes visam estabelecer prioridades a serem incorporadas pelos proximos pol√≠ticos eleitos. S√£o propostas para que eles leiam, reflitam e executem. S√£o coisas que t√™m um vi√©s social, porque defendemos um sistema p√ļblico de sa√ļde universal.‚ÄĚ”

     

  • #3347
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
    Espectador

    <p class=”MsoListParagraph” style=”text-align: justify; text-indent: -18.0pt; line-height: 150%; mso-list: l0 level1 lfo1;”><!– [if !supportLists]–><span style=”font-size: 12.0pt; line-height: 150%; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: Garamond; mso-bidi-font-family: Garamond; color: #383636; text-transform: uppercase; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;”><span style=”mso-list: Ignore;”>-<span style=”font: 7.0pt ‘Times New Roman’;”>¬† ¬† ¬†</span></span></span></p>
    Como o Novo PSDB poderá contribuição na Proibição da mutilação de bebês intersexo, assegurando a autodeterminação de gênero; ainda, recomendar a proibição de hormonioterapias realizadas sem respeito à identidade de gênero da pessoa?

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #3355
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    paula campello
    Espectador

    Um grande problema que observamos nao é a excaessez de profissionais mas a disponibilidade desses profissionais em atuar para ganhar um salário módico.

    No meu estado, mesmo os recem formados, nao querem trabalhar no estado e receber o valor pago pelo estado por este tipo de serviço.

    Assim, vemos processos seletivos “desertos” pois nao ha candidatos e qdo as vagas sao para o interior do estado, ai mesmo √© que complica.

    O PSDB tem que incentivar politicas publicas que expandam as vagas para fora de nossas fronteiras pq a necessidade de medicos nos municipios paraenses √© imenso. Devido a dificuldade e a dist√Ęncia, muitos passam um m√™s e voltam. Imagine viver, hoje, em um municipio sem telefonia celular, sem Internet.

    A dificuldade, aqui, começa no diagnóstico da doença, mesmo a mais simples, tudo pq nao ha profissional para fazê-lo.

    <span style=”line-height: 1.5;”>Precisamos de mais medicos, mais enfermeiros, mais profissionais comprometidos em exercer, realmente, a profiss√£o escolhida</span>

  • #3361
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    IVAN LIMA
    Espectador

    1. Implementar, em todo o Estado, a Pol√≠tica Nacional Integral da Sa√ļde da Popula√ß√£o Negra, priorizando a redu√ß√£o das desigualdades √©tnico-raciais, o combate ao racismo institucional e a discrimina√ß√£o nas institui√ß√Ķes do SUS.

    2. Implantar o Programa Nacional de Anemia Falciforme, com a defini√ß√£o dos servi√ßos de assist√™ncia √†s pessoas com doen√ßa falciforme nos diversos n√≠veis e Secretarias (Portaria n¬į1.018, de 1¬ļ de julho de 2005 – Institui no √Ęmbito do Sistema √önico de Sa√ļde, o Programa Nacional de Aten√ß√£o Integral √†s Pessoas com Doen√ßa Falciforme e outras Hemoglobinopatias).

    3. Incluir no protocolo de pré-natal o exame de eletroforese para diagnóstico da anemia falciforme;

    4.Capacitar profissionais para a preven√ß√£o e o atendimento a pessoas em situa√ß√£o de viol√™ncia, entre elas, a viol√™ncia sexual, com enfoque em direitos humanos, rela√ß√Ķes de g√™nero, ra√ßa/etnia, classe, orienta√ß√£o sexual, identidade de g√™nero, priorizando profissionais que atuam em servi√ßos das Redes de Aten√ß√£o √† Sa√ļde.

    5-Incentivar financeiramente pelo Estado as Comunidades Remanescentes de Quilombo/CRQ ou Terra Negra Tradicionais/TNT

     

  • #3585
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    Ricardo Olimpio
    Espectador

    Precisamos de um plano integral de sa√ļde para a popula√ß√£o LGBTI brasileira.

    #DiversidadeTucanaEmAção

  • #3588
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    Gostei das opini√Ķes dos membros aqui deste f√≥rum. O que eu queria ressaltar √© o seguinte: sou totalmente CONTRA a privatiza√ß√£o da sa√ļde! √Č um absurdo termos que pagar por algo que √© direito fundamental! Devemos sim ter a op√ß√£o de contratar um plano de sa√ļde, mas fazer disso uma regra, como nos EUA, por exemplo, √© abomin√°vel! Como eu j√° citei, o SUS √© um programa modelo para muitos pa√≠ses, o que falta s√£o duas coisas:
    * Melhor gestão dos recursos financeiros destinados (com consequente punição para quem cometes desvios e corrupção);
    * A√ß√Ķes PREVENTIVAS, onde se gasta muito menos dinheiro do que em a√ß√Ķes CORRETIVAS.

    O grande problema, ao meu ver, √© tirar da mentalidade das pessoas que sa√ļde privada ou que cada um tenha que pagar o seu, √© muito melhor. Est√£o errados! Provei disso na pr√≥pria pele: tive que levar minhas filhas que estavam com virose em um hospital particular (n√£o tem hospital p√ļblico na minha cidade) que faz atendimento de emerg√™ncia √† usu√°rios do SUS, E FUI TRATADO COMO CACHORRO! Foi indignante, foi horr√≠vel, foi angustiante!

    Eu sei bem de como √© a realidade do SUS, as filas intermin√°veis, a demora no atendimento, a desumaniza√ß√£o das equipes e tudo mais, por√©m, usar isso para, quem sabe, extinguir o programa, √© absurdo! Precisamos melhorar muito o sistema de sa√ļde p√ļblico, mas isso s√≥ vai acontecer quando come√ßarem a punir os respons√°veis por desvios, por corrup√ß√£o, por quem “d√° um jeitinho”, e n√£o a popula√ß√£o que tanto j√° sofre e mais necessita do sistema.

    Meu apoio incondicional ao SUS permanece, sem d√ļvida alguma! Apenas gostaria que n√≥s, do PSDB, fa√ßamos algo para que a gest√£o desses recursos seja mais eficiente, que as situa√ß√Ķes erradas sejam punidas e que possamos nos orgulhar de um sistema de sa√ļde p√ļblico de qualidade e humano.

  • #3649
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    Silvia Cibele
    Espectador

    O melhor rem√©dio √© a preven√ß√£o. √Č necess√°rio investir em educa√ß√£o, em campanhas preventivas e desde o ensino fundamental, doen√ßas ven√©reas que eram consideradas irrelevantes, ap√≥s a “onda” dos bailes funks est√£o crescendo assustadoramente e, evidente, em destaque nas regi√Ķes perif√©ricas onde temos a grande concentra√ß√£o da popula√ß√£o negra.

    A sífilis virou uma epidemia na Zona Norte da cidade de São Paulo na população entre 14 e 26 anos, nossa juventude sem nenhuma prevenção sujeita a outras doenças sexualmente transmissíveis, como o HIV que também demonstra um crescimento preocupante.

    Nossxs jovens precisam aprender a fazer sexo seguro.

  • #3661
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    Patricia Kelly
    Espectador

    O SUS deveria priorizar na aten√ß√£o b√°sica, a promo√ß√£o de sa√ļde, ao inv√©s do tratamento de doen√ßas.

    Quando a promo√ß√£o de sa√ļde √© trabalhada, atrav√©s tamb√©m da educa√ß√£o de seus usu√°rios, os gastos com tratamento de doen√ßas s√£o reduzido.

    Outro ponto importante e que os coment√°rios aqui deixaram mais claro ainda, √© a supervaloriza√ß√£o do m√©dico enquanto sa√ļde, e a desvaloriza√ß√£o dos demais profissionais que atuam tanto na preven√ß√£o quanto no tratamento de doen√ßas. Uma equipe multidisciplinar bem definida e motivada, podem atuar promovendo benef√≠cios ao SUS em termos de efetividade e economia.

    Outro ponto importante √© priorizar o atendimento de acordo com a renda familiar e grau de enfermidade/urg√™ncia/emerg√™ncia, com isso, pessoas que realmente n√£o possuem condi√ß√Ķes financeiras para buscar um atendimento ou acompanhamento podem ser atendidas com mais rapidez.

  • #3673
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    Rafael Ventura
    Espectador

    Acredito que os m√©dicos que se formam na rede p√ļblica de universidades deveriam prestar um n√ļmero de horas √† comunidade. seria uma forma de retornar o valor investido pelo governo na forma√ß√£o dessas pessoas, alem de ajudar na aus√™ncia de m√©dicos na saude p√ļblica.

  • #3712
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    Alberto de Souza
    Espectador

    Atualmente temos muitas campanhas preventivas, como: outubro rosa e novembro azul, mas que efetividade essas campanhas vem trazendo. Houve mais exames entre homens e mulheres nesses meses. Resumindo, eu acredito que só campanhas nã resolvem, precisamos realizar os exames. Multidão,  da mamografia em todos os hospitais estaduais e municipais que possuir o aparelho e exames de PSA, em hospitais e laboratórios,  parceiros particulares.

  • #3729
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    Augusto Arag√£o J√ļnior
    Espectador

    √Č necess√°rio investir pesado nos profissionais da √°rea de sa√ļde e seus colaboradores, visando maior qualidade no atendimento e na produtividade dos mesmos, para que se alcance a melhoria dos servi√ßos dispensados √† popula√ß√£o, √© preciso contar com uma equipe firme e motivada, outro fator a ser implementado √© a atra√ß√£o de profissionais capacitados por interm√©dio de planos de carreira. E, principalmete, garantir a cobertura do SUS para que toda a popula√ß√£o possua acesso aos tratamentos e servi√ßos de maneira r√°pida e eficiente

  • #3730
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    Inacio Marques
    Espectador

    Espero que o novo financiamento da APS venha a ser √ļtil para sa√ļde do nosso pa√≠s, porque se tivermos uma aten√ß√£o prim√°ria de qualidade, resolveremos 70%da nossa sa√ļde e ficaremos com 30% para m√©dia e alta complexidade.

  • #3739
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    Anderson M Salvador
    Espectador

    Acredito que devemos Investir em atendimento humanizado, com politicas publicas voltada para comunidade, atendimento preventivo, diagnostico das demandas, combate as epidemias.

    Deve haver uma conex√£o entre os org√£os da sa√ļde com is de a√ß√Ķes sociais para que se tenha um relatorio de aonde e Como atuar.

     

    O PSDB deve capacitar seus gestores para atualizar informa√ß√Ķes e incentivas politicas publicas para sociedade buscando maiores investimentos na area

  • #3774
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    Cicero Sampaio De Brito Sampaio
    Espectador

    Eu avejo que sim precisamos de mais m√©dico , porque n√£o damos prioridade aos nossos m√©dicos recen-formados¬† brasileiros porque assim ter√≠amos menos custos e mais qualifica√ß√£o nas forma√ß√Ķes desses novos m√©dicos

  • #3777
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    Carlos Antonio
    Espectador

    Eu quero mais melhoraria na saude

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  • #3781
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    Aline Góes
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    H√° muito tempo a sa√ļde ocupa o topo das preocupa√ß√Ķes da popula√ß√£o brasileira. Recentemente, o tema ganhou ainda mais espa√ßo a partir de iniciativas do governo federal tomadas supostamente para responder aos protestos de junho. N√£o √© novidade que as condi√ß√Ķes gerais do sistema de sa√ļde no pa√≠s s√£o prec√°rias, os recursos s√£o mal aplicados e a gest√£o das unidades hospitalares e ambulatoriais √© deficiente. O Brasil precisa, certamente, de mais m√©dicos, mas precisa de muito mais para efetivamente passar a oferecer atendimento de qualidade a seus cidad√£os.

     

  • #3844
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    Marcus Vinicius Pestana da Silva
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    As contribui√ß√Ķes est√£o √≥timas. O assunto √© complexo, sem d√ļvidas. Mas o centro creio deve ser equacionar no limite a quest√£o do financiamento (novas fontes e aumento da produtividade dos recursos com o aprimoramento da gest√£o; o estabelecimento claro do conceito de integralidade para contornar a judicializa√ß√£o e adaptar a oferta √† escassez de recursos; regular corretamente a incorpora√ß√£o tecnol√≥gica; estabelecer parcerias com o setor privado e qualificar a aten√ß√£o prim√°ria. Como informa√ß√£o deixo a tabela abaixo do investimento p√ļblico per capita de cinco outros pa√≠ses que tem sistemas de acesso universal e cobertura integral, para termos a no√ß√£o exata do subfinanciamento cr√īnico do SUS:

    Investimento p√ļblico em sa√ļde por habitante/ano (OMS/2014):

    Brasil РUS$   435                                            Reino Unido РUS$ 3.266

    Portugal РUS$ 1.363                                     Canadá РUS$ 3.704

    Espanha РUS$ 1.890                                      França Р3.868

     

  • #3845
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    Suely Maria menezes Dourado
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    A sa√ļde no Brasil tem melhorado,por√©m falta muitos pontos a serem corrigidos e administrados, por exemplo o multir√£o de cirurgias que s√£o feitas em hospitais municipais, deveria engrandecer o n√ļmero de cirurgias e assim atender uma demanda maior de pacientes, sendo assim a sa√ļde enriquecer√° e ter√° mais pessoas atendidas pelo programa de cirurgias.

  • #3893
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    Juventude Nacional PSDB
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    PSIC√ďLOGOS NAS ESCOLAS E COMBATE AO SUIC√ćDIO

     

    Por: √ćtalo Buarque Gusm√£o

     

    800 mil pessoas morrem devido ao suic√≠dio, anualmente em todo o mundo. Estima-se que ocorre uma morte a cada 40 segundos. De acordo com a Organiza√ß√£o Mundial de Sa√ļde, o Brasil √© o 8¬ļ pais do mundo com mais casos de suic√≠dio, com m√©dia de 3 mil mortes por ano de jovens entre 15 e 19 anos. Comparando pesquisas de 2010 e 2016, o n√ļmero de mortes de mulheres continua o mesmo, a cada 100 mil habitantes s√£o 2,8 mortes. O n√ļmero de mortes de homens subiu de 9 a cada 100 mil habitantes para 9,7. O √≠ndice mundial caiu 9,8% nesse per√≠odo, mas no brasil aumentou em 7%.¬† Em 2016, adolescentes negros (10 a 19 anos) apresentaram um risco de suic√≠dio 67% maior que os outros, e entre os jovens (20 a 29 anos), um risco 34% maior.

     

    AS CIDADES QUE MAIS SOFREM COM SU√ćCIDIOS NO BRASIL S√ÉO:

    Belo Horizonte: 3,13 a cada 100 mil habitantes;

    Porto Alegre: 2,93 a cada 100 mil habitantes;

    S√£o Paulo: 2,44 a cada 100 mil habitantes;

    Rio de Janeiro: 1,52 a cada 100 mil habitantes;

    Recife: 1,23 a cada 100 mil habitantes;

    Salvador: 0,23 a cada 100 mil habitantes.

     

    FORMAS DE PREVENÇÃO

    Suicídios são evitáveis. Há uma série de medidas que podem ser tomadas junto à população, subpopulação e em níveis individuais para prevenir o suicídio e suas tentativas, incluindo:

    ‚ÄĘ Redu√ß√£o de acesso aos meios utilizados (pesticidas, armas de fogo e certas medica√ß√Ķes), por mais que o maior √≠ndice seja por enforcamento;

    ‚ÄĘ Cobertura respons√°vel pelos meios de comunica√ß√£o;

    ‚ÄĘ Introdu√ß√£o de pol√≠ticas para reduzir o uso nocivo do √°lcool;

    ‚ÄĘ Identifica√ß√£o precoce, tratamento e cuidados de pessoas com transtornos mentais ou por uso de subst√Ęncias, dores cr√īnicas e estresse emocional agudo;

    ‚ÄĘ Forma√ß√£o de trabalhadores n√£o especializados em avalia√ß√£o e gerenciamento de comportamentos suicidas;

    ‚ÄĘ Acompanhamento de pessoas que tentaram suic√≠dio e presta√ß√£o de apoio comunit√°rio.

    O suic√≠dio √© uma quest√£o complexa e, por isso, os esfor√ßos de preven√ß√£o necessitam de coordena√ß√£o e colabora√ß√£o entre os m√ļltiplos setores da sociedade, incluindo sa√ļde, educa√ß√£o, trabalho, agricultura, neg√≥cios, justi√ßa, lei, defesa, pol√≠tica e m√≠dia. Esses esfor√ßos devem ser abrangentes e integrados, pois apenas uma abordagem n√£o pode impactar em um tema t√£o complexo quanto o suic√≠dio.

    PSIC√ďLOGOS E ASSISTENTES SOCIAIS NAS ESCOLAS P√öBLICAS

    Ap√≥s os dados apresentados serem alarmantes, uma das poss√≠veis formas mais efetivas de preven√ß√£o de suic√≠dio entre jovens seria a implementa√ß√£o de Psic√≥logos e Assistentes Sociais nas escolas p√ļblicas. No ano de 2019 um projeto de lei, devidamente aprovado no Congresso Nacional, foi vetado pelo Presidente da Rep√ļblica. A justificativa do veto j√° √© batida, haja vista diversos munic√≠pios e estados tamb√©m n√£o aprovarem em seu √Ęmbito a aplicabilidade da mesma. O principal argumento: aus√™ncia de fonte de custeio, ferindo o interesse p√ļblico ao criar despesa sem fazer a devida indica√ß√£o de onde viria o recurso. Ora, sabemos que, dentre as diversas compet√™ncias concorrentes entre a Uni√£o, Estados e Munic√≠pios, a educa√ß√£o e a sa√ļde p√ļblica s√£o uma das principais. Neste √≠nterim, casos de viol√™ncia, depress√£o, suic√≠dio e diversos outros problemas reais existentes no √Ęmbito escolar ‚Äď muitas vezes pelas crian√ßas e adolescentes n√£o possu√≠rem base familiar e n√£o saberem lidar com situa√ß√Ķes diversas ‚Äď s√£o diretamente relacionados com educa√ß√£o e sa√ļde. Sabendo disso, alegar vagamente que um projeto de tamanha import√Ęncia e relev√Ęncia social √© inconstitucional pela forma apresentada (por mais que seja), n√£o isenta o Executivo da responsabilidade de tomar provid√™ncias para rever e trabalhar no sentido de que haja essa efetiva√ß√£o. Havendo a devida preven√ß√£o e aux√≠lio assistencial nas escolas, √≠ndices como tentativas de suic√≠dio e viol√™ncia nas escolas cairiam, segundo especialistas. A aus√™ncia de pol√≠ticas p√ļblicas efetivas nesses casos, fazem com que a consequ√™ncia dessa omiss√£o do Estado reflita diretamente em maiores gastos na √°rea de sa√ļde p√ļblica. Enquanto o Poder P√ļblico n√£o deixar de tratar esses casos como gastos, n√£o h√° probabilidade de redu√ß√£o nos √≠ndices que s√≥ crescem a cada ano. Esse tema deveria, por √≥bvio, ser tratado como um investimento, n√£o somente como maior aux√≠lio na estrutura√ß√£o pessoal e psicol√≥gica das crian√ßas e adolescentes, mas na efetiva√ß√£o de uma pol√≠tica p√ļblica concreta, e n√£o paliativa. Enquanto h√° a in√©rcia de nossos representantes em todos os n√≠veis, vidas, principalmente de jovens, servem somente para alimentar aos bancos de dados anualmente e servirem de estat√≠sticas.

  • #3895
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    Pedro Caldas
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    Pol√≠ticas p√ļblicas de preven√ß√£o as drogas e ao consumo abusivo de √°lcool (com palestras motivacionais nas escolas)

    Refor√ßo nas pol√≠ticas de preven√ß√£o as DST, tendo em vista de a s√≠filis atingiu um crescimento consider√°vel nos √ļltimos anos.

    Refor√ßo nas preven√ß√Ķes do c√Ęncer de colo de √ļtero e de mama.

    Política de vacinação contra o HPV precisa ser ampliada.

    Reforçar os centros de zoonoses nas grandes cidades do país, evitando que animais das ruas, em situação de abandono possam vir a ser transmissores de doenças.

     

  • #3904
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    Igor Kazakos
    Espectador

    Realmente o caso de suicídios é enorme assim como a depressão. Ou seja, um trabalho de prevenção é primordial que seja feito.
    Acrescentaria que tanto no caso suicídio, depressão faz necessário a inclusão de médicos psiquiatras.
    Ter uma equipe multidisciplinar com psiquiatra, psic√≥logo, terapeuta √© primordial. Este trabalho deveria ser tratado em conjunto com √°reas da sa√ļde e educa√ß√£o

    Igor Kazakos

    Pres. Dir. Zonal do Jd. Paulista – S√£o Paulo – SP

  • #3950
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    Virginia Nogueira
    Espectador

    A sa√ļde √© um tema de grande relev√Ęncia que deve ser discutido. Nunca entendi porque o SUS √© um dos melhores programas de sa√ļde e o povo carente n√£o consegue uma consulta dentro do m√™s pra poder descobrir a doen√ßa que tem,¬† nem fazer os exames rapidamente. Fico me perguntando as vezes, onde est√° a falha ?

  • #3968
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    Juan Medeiros Barbosa
    Espectador

    N√£o h√° como falar em sa√ļde p√ļblica sem discutir, de vez, os problemas que envolvem a gest√£o metropolitana, principalmente em regi√Ķes conurbadas como Rio de Janeiro, S√£o Paulo e Belo Horizonte. O que vemos hoje s√£o os grandes munic√≠pios sendo sufocados pelas demandas geradas pelos pequenos que fazem parte das regi√Ķes metropolitanas.

    A solu√ß√£o passa pelo investimento na sa√ļde b√°sica, pois √© muito mais barato para os governos prevenir as doen√ßas do que trat√°-las. O Governo federal precisa ser uma inst√Ęncia de fomento de pol√≠ticas p√ļblicas, pesquisa e fiscaliza√ß√£o, enquanto os Estados devem agir como maestros e organizadores dos munic√≠pios, por tamanho e complexidade, enquanto que aos munic√≠pios deve caber a ponta, ou seja, emerg√™ncia e aten√ß√£o b√°sica. Fazer cumprir a Lei do SUS e trazer inova√ß√£o para ela √© urgente e representa a sa√≠da para a efici√™ncia e a boa gest√£o dos recursos. Trazer parcerias, terceiriza√ß√Ķes e metas de produtividade s√£o fundamentais para garantir que a popula√ß√£o obtenha o m√°ximo da sa√ļde distribu√≠da pelo poder p√ļblico, pelo menor custo, com o m√°ximo de resultado.

  • #3977
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    √ćtalo Buarque Gusm√£o
    Espectador

    PSIC√ďLOGOS NAS ESCOLAS E COMBATE AO SUIC√ćDIO

    800 mil pessoas morrem devido ao suic√≠dio, anualmente em todo o mundo. Estima-se que ocorre uma morte a cada 40 segundos. De acordo com a Organiza√ß√£o Mundial de Sa√ļde, o Brasil √© o 8¬ļ pais do mundo com mais casos de suic√≠dio, com m√©dia de 3 mil mortes por ano de jovens entre 15 e 19 anos. Comparando pesquisas de 2010 e 2016, o n√ļmero de mortes de mulheres continua o mesmo, a cada 100 mil habitantes s√£o 2,8 mortes. O n√ļmero de mortes de homens subiu de 9 a cada 100 mil habitantes para 9,7. O √≠ndice mundial caiu 9,8% nesse per√≠odo, mas no brasil aumentou em 7%.¬† Em 2016, adolescentes negros (10 a 19 anos) apresentaram um risco de suic√≠dio 67% maior que os outros, e entre os jovens (20 a 29 anos), um risco 34% maior.

    AS CIDADES QUE MAIS SOFREM COM SU√ćCIDIOS NO BRASIL S√ÉO:

    Belo Horizonte: 3,13 a cada 100 mil habitantes;

    Porto Alegre: 2,93 a cada 100 mil habitantes;

    S√£o Paulo: 2,44 a cada 100 mil habitantes;

    Rio de Janeiro: 1,52 a cada 100 mil habitantes;

    Recife: 1,23 a cada 100 mil habitantes;

    Salvador: 0,23 a cada 100 mil habitantes.

    FORMAS DE PREVENÇÃO

    Suicídios são evitáveis. Há uma série de medidas que podem ser tomadas junto à população, subpopulação e em níveis individuais para prevenir o suicídio e suas tentativas, incluindo:

    ‚ÄĘ Redu√ß√£o de acesso aos meios utilizados (pesticidas, armas de fogo e certas medica√ß√Ķes), por mais que o maior √≠ndice seja por enforcamento;

    ‚ÄĘ Cobertura respons√°vel pelos meios de comunica√ß√£o;

    ‚ÄĘ Introdu√ß√£o de pol√≠ticas para reduzir o uso nocivo do √°lcool;

    ‚ÄĘ Identifica√ß√£o precoce, tratamento e cuidados de pessoas com transtornos mentais ou por uso de subst√Ęncias, dores cr√īnicas e estresse emocional agudo;

    ‚ÄĘ Forma√ß√£o de trabalhadores n√£o especializados em avalia√ß√£o e gerenciamento de comportamentos suicidas;

    ‚ÄĘ Acompanhamento de pessoas que tentaram suic√≠dio e presta√ß√£o de apoio comunit√°rio.

    O suic√≠dio √© uma quest√£o complexa e, por isso, os esfor√ßos de preven√ß√£o necessitam de coordena√ß√£o e colabora√ß√£o entre os m√ļltiplos setores da sociedade, incluindo sa√ļde, educa√ß√£o, trabalho, agricultura, neg√≥cios, justi√ßa, lei, defesa, pol√≠tica e m√≠dia. Esses esfor√ßos devem ser abrangentes e integrados, pois apenas uma abordagem n√£o pode impactar em um tema t√£o complexo quanto o suic√≠dio.

    PSIC√ďLOGOS E ASSISTENTES SOCIAIS NAS ESCOLAS P√öBLICAS

    Ap√≥s os dados apresentados serem alarmantes, uma das poss√≠veis formas mais efetivas de preven√ß√£o de suic√≠dio entre jovens seria a implementa√ß√£o de Psic√≥logos e Assistentes Sociais nas escolas p√ļblicas. No ano de 2019 um projeto de lei, devidamente aprovado no Congresso Nacional, foi vetado pelo Presidente da Rep√ļblica. A justificativa do veto j√° √© batida, haja vista diversos munic√≠pios e estados tamb√©m n√£o aprovarem em seu √Ęmbito a aplicabilidade da mesma. O principal argumento: aus√™ncia de fonte de custeio, ferindo o interesse p√ļblico ao criar despesa sem fazer a devida indica√ß√£o de onde viria o recurso. Ora, sabemos que, dentre as diversas compet√™ncias concorrentes entre a Uni√£o, Estados e Munic√≠pios, a educa√ß√£o e a sa√ļde p√ļblica s√£o uma das principais. Neste √≠nterim, casos de viol√™ncia, depress√£o, suic√≠dio e diversos outros problemas reais existentes no √Ęmbito escolar ‚Äď muitas vezes pelas crian√ßas e adolescentes n√£o possu√≠rem base familiar e n√£o saberem lidar com situa√ß√Ķes diversas ‚Äď s√£o diretamente relacionados com educa√ß√£o e sa√ļde. Sabendo disso, alegar vagamente que um projeto de tamanha import√Ęncia e relev√Ęncia social √© inconstitucional pela forma apresentada (por mais que seja), n√£o isenta o Executivo da responsabilidade de tomar provid√™ncias para rever e trabalhar no sentido de que haja essa efetiva√ß√£o. Havendo a devida preven√ß√£o e aux√≠lio assistencial nas escolas, √≠ndices como tentativas de suic√≠dio e viol√™ncia nas escolas cairiam, segundo especialistas. A aus√™ncia de pol√≠ticas p√ļblicas efetivas nesses casos, fazem com que a consequ√™ncia dessa omiss√£o do Estado reflita diretamente em maiores gastos na √°rea de sa√ļde p√ļblica. Enquanto o Poder P√ļblico n√£o deixar de tratar esses casos como gastos, n√£o h√° probabilidade de redu√ß√£o nos √≠ndices que s√≥ crescem a cada ano. Esse tema deveria, por √≥bvio, ser tratado como um investimento, n√£o somente como maior aux√≠lio na estrutura√ß√£o pessoal e psicol√≥gica das crian√ßas e adolescentes, mas na efetiva√ß√£o de uma pol√≠tica p√ļblica concreta, e n√£o paliativa. Enquanto h√° a in√©rcia de nossos representantes em todos os n√≠veis, vidas, principalmente de jovens, servem somente para alimentar aos bancos de dados anualmente e servirem de estat√≠sticas.

  • #4177
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    Daniel Silva
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    √Č percept√≠vel que o Brasil precisa de mais m√©dicos √© at√© mesmos de hospitais. A primeira medida √© mudar a universalidade do SUS, a sa√ļde gratuita n√£o tem que ser para todos e sim para quem realmente¬† precisa.

  • #4181
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    Celeste Franca
    Espectador

    <p style=”text-align: center;”>Preven√ß√£o antes de qualquer coisa. Os gastos com programas preventivos √© muito pequeno em rela√ß√£o aos gastos com tratamentos e¬† interna√ß√Ķes. Quanto o mais m√©dicos,precisamos sim de mais m√©dicos, s√≥ que n√£o precisa ser importado e muito menos de Cuba, precisamos √© priorizar e valorizar nossos profissionais. A muito a ser feito para melhorar a sa√ļde em nosso pa√≠s. Deve-se voltar a investir em programas de sa√ļde voltados para a popula√ß√£o menos favorecida como as¬† ESF(equipe sa√ļde da fam√≠lia) mutir√Ķes de catarata,diabetes e hipertens√£o.</p>

  • #4468
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    Beto Almeida
    Espectador

    [quote quote=3968]N√£o h√° como falar em sa√ļde p√ļblica sem discutir, de vez, os problemas que envolvem a gest√£o metropolitana, principalmente em regi√Ķes conurbadas como Rio de Janeiro, S√£o Paulo e Belo Horizonte. O que vemos hoje s√£o os grandes munic√≠pios sendo sufocados pelas demandas geradas pelos pequenos que fazem parte das regi√Ķes metropolitanas. A solu√ß√£o passa pelo investimento na sa√ļde b√°sica, pois √© muito mais barato para os governos prevenir as doen√ßas do que trat√°-las. O Governo federal precisa ser uma inst√Ęncia de fomento de pol√≠ticas p√ļblicas, pesquisa e fiscaliza√ß√£o, enquanto os Estados devem agir como maestros e organizadores dos munic√≠pios, por tamanho e complexidade, enquanto que aos munic√≠pios deve caber a ponta, ou seja, emerg√™ncia e aten√ß√£o b√°sica. Fazer cumprir a Lei do SUS e trazer inova√ß√£o para ela √© urgente e representa a sa√≠da para a efici√™ncia e a boa gest√£o dos recursos. Trazer parcerias, terceiriza√ß√Ķes e metas de produtividade s√£o fundamentais para garantir que a popula√ß√£o obtenha o m√°ximo da sa√ļde distribu√≠da pelo poder p√ļblico, pelo menor custo, com o m√°ximo de resultado.[/quote][quote quote=3968]N√£o h√° como falar em sa√ļde p√ļblica sem discutir, de vez, os problemas que envolvem a gest√£o metropolitana, principalmente em regi√Ķes conurbadas como Rio de Janeiro, S√£o Paulo e Belo Horizonte. O que vemos hoje s√£o os grandes munic√≠pios sendo sufocados pelas demandas geradas pelos pequenos que fazem parte das regi√Ķes metropolitanas. A solu√ß√£o passa pelo investimento na sa√ļde b√°sica, pois √© muito mais barato para os governos prevenir as doen√ßas do que trat√°-las. O Governo federal precisa ser uma inst√Ęncia de fomento de pol√≠ticas p√ļblicas, pesquisa e fiscaliza√ß√£o, enquanto os Estados devem agir como maestros e organizadores dos munic√≠pios, por tamanho e complexidade, enquanto que aos munic√≠pios deve caber a ponta, ou seja, emerg√™ncia e aten√ß√£o b√°sica. Fazer cumprir a Lei do SUS e trazer inova√ß√£o para ela √© urgente e representa a sa√≠da para a efici√™ncia e a boa gest√£o dos recursos. Trazer parcerias, terceiriza√ß√Ķes e metas de produtividade s√£o fundamentais para garantir que a popula√ß√£o obtenha o m√°ximo da sa√ļde distribu√≠da pelo poder p√ļblico, pelo menor custo, com o m√°ximo de resultado.[/quote][quote quote=3968]N√£o h√° como falar em sa√ļde p√ļblica sem discutir, de vez, os problemas que envolvem a gest√£o metropolitana, principalmente em regi√Ķes conurbadas como Rio de Janeiro, S√£o Paulo e Belo Horizonte. O que vemos hoje s√£o os grandes munic√≠pios sendo sufocados pelas demandas geradas pelos pequenos que fazem parte das regi√Ķes metropolitanas. A solu√ß√£o passa pelo investimento na sa√ļde b√°sica, pois √© muito mais barato para os governos prevenir as doen√ßas do que trat√°-las. O Governo federal precisa ser uma inst√Ęncia de fomento de pol√≠ticas p√ļblicas, pesquisa e fiscaliza√ß√£o, enquanto os Estados devem agir como maestros e organizadores dos munic√≠pios, por tamanho e complexidade, enquanto que aos munic√≠pios deve caber a ponta, ou seja, emerg√™ncia e aten√ß√£o b√°sica. Fazer cumprir a Lei do SUS e trazer inova√ß√£o para ela √© urgente e representa a sa√≠da para a efici√™ncia e a boa gest√£o dos recursos. Trazer parcerias, terceiriza√ß√Ķes e metas de produtividade s√£o fundamentais para garantir que a popula√ß√£o obtenha o m√°ximo da sa√ļde distribu√≠da pelo poder p√ļblico, pelo menor custo, com o m√°ximo de resultado.[/quote]

    An√°lise absolutamente correta!

  • #4791
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    Marisa Braga
    Espectador

    Bom √© ineg√°vel que o Sistema √önico de Sa√ļde (SUS) foi e √© uma grande conquista da popula√ß√£o brasileira, sendo reconhecido como um dos maiores do Mundo e usado como modelo em muitos outros pa√≠ses.

    Entretanto, a sa√ļde p√ļblica no Brasil hoje tem sofrido desafios do mau gerenciamento e de falta de investimentos financeiros. Trabalhei por muitos anos na √°rea da sa√ļde e como outros profissionais senti na pele¬† esse colapso do Sistema, na maioria das vezes insuficiente e com pouca qualidade para atendimento √† popula√ß√£o.

    A falta de m√©dicos, de leitos, e investimentos financeiros, grande espera para atendimento.¬† Isso tudo reflete, e o retorno de doen√ßas consideradas erradicadas ou controladas s√£o “mera” contesta√ß√£o da necessidade de estruturas adequadas, pessoas qualificadas e valorizadas dentro do SUS.

    Só assim iremos  garantir um atendimento de qualidade para todos.

  • #4843
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    maria lucia silva
    Espectador

    Boa noite , sou a Maria Lucia , enfermeira e conselheira gestora de sa√ļde do Munic√≠pio de S√£o Paulo, minha contribui√ß√£o neste congresso com o tema da sa√ļde , e que o PSDB¬† possa incentivar na formaliza√ß√£o dos Conselhos Gestores de Sa√ļde, em todos os¬† equipamentos de Sa√ļde do nosso Brasil , em todas as regi√Ķes ,para apoiarem nas necessidades e demandas de cada equipamento de sa√ļde de cada regi√£o , capacitando as lideran√ßas e pessoas que tenham interesse em trabalhar como volunt√°rios , estou a disposi√ß√£o para iniciar o planejamento.

  • #5086
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    Joao Pedro Dornelles Claret
    Espectador

    No que se refere ao tema da sa√ļde, seria interessante a aprova√ß√£o de uma emenda constitucional que dispusesse sobre a doa√ß√£o compuls√≥ria de √≥rg√£os, com exce√ß√£o daqueles que assinassem um cadastro nacional de recusa, similar √† legisla√ß√£o francesa… A doa√ß√£o compuls√≥ria poderia ser incentivada por programas governamentais como o oferecimento de determinada bolsa tempor√°ria ou desconto em determinado tipo de medicamento…

  • #5102
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    Diego Mariano
    Espectador

    H√° algumas unanimidades quando se fala em sa√ļde no Brasil. √Č preciso injetar mais recursos, mas tamb√©m garantir uma governan√ßa competente na aplica√ß√£o destes. √Č preciso encontrar solu√ß√£o para prover m√©dicos em localidades do interior do Brasil. Disso, n√£o precisamos nem falar muito.

    Mas como jovem expresso aqui uma preocupa√ß√£o que, a meu ver, deveria tomar um pouco das aten√ß√Ķes do PSDB enquanto partido comprometido com as causas sociais: o caos do atendimento psiqui√°trico no SUS. Dados de 2017 mostram que, no per√≠odo de 2005 a 2016 o pa√≠s perdeu 40% dos seus leitos de interna√ß√£o psiqui√°trica. H√° estados, como Tocantins, onde a redu√ß√£o foi de 91%.

    Na maior parte dos munic√≠pios brasileiros √© muito dif√≠cil conseguir vaga num CAPS para o atendimento ambulatorial. Num caso de emerg√™ncia psiqui√°trica ent√£o a situa√ß√£o √© ainda pior, n√£o h√° onde se socorrer. O resultado deste quadro √© uma verdadeira epidemia de suic√≠dio entre os jovens. Precisamos incluir este debate quando formos falar de sa√ļde, √© preciso salvar os jovens brasileiros!

  • #5115
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    Maria Izabel Biancardine
    Espectador

    Eu acho que dever√≠amos ter mais condi√ß√Ķes humanas, os menos favorecidos √© que sofrem com a car√™ncia de m√©dicos, rem√©dios e insumos, leitos e UTIS. Infelizmente muitos est√£o morrendo por falta de atendimento.

  • #5121
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    Genilza Caetano
    Espectador

    sa√ļde p√ļblica falta tudo, luvas seringa, aparelho odontologia quebrada, estufa com defeito com quem a gente iremos falar reclamar pois a resposta √© que o pa√≠s est√° em crise. Isso √© s√≥ o come√ßo pois se eu for falar as outras nessecidades iria vara a noite mas precisamos de respostas de uma ideia de uma pessoa que realmente ir√° fazer a diferen√ßa. Muitos est√£o desacreditados da pol√≠tica, muitos n√£o acredita que p√īde mudar essa situa√ß√£o. Podemos ter ideias como melhorar a sa√ļde muitos querem deixa a culpa toda na pol√≠tica mas n√≥s estamos igualmente o povo que viviam escravos no Egito,se acostumaram com a situa√ß√£o. Aqui em campos o gest√£o √© um pouco Inisperiente estamos sofrendo em todas as √°reas. A sa√ļde principalmente

  • #5158
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    Leonardo Barbosa Fernandes
    Espectador

    No quadro de crise na sa√ļde, √© fundamental considerar que temos problemas na estrutura f√≠sica, sofremos com a escassez de material ( incluindo medicamentos e equipamentos) e as estruturas hospitalares, s√£o em geral insuficientes. Alguns cuidados toenam-se fundamentais na gest√£o da sa√ļde p√ļblica.

  • #5173
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    Jefferson Pinheiro de Souza
    Espectador

    primeiramente deveria ser informatizado todo o sistema e integrado a rede pelo cartão do sus,assim quando qualquer cidadão necessitar de um atendimento de emergência e for constatado uma necessidade de consulta ou exame ambulatorial e com alguma especialidade médica específica o próprio sistema agendará  a consulta e exames necessários ao tratamento sem que seja necessário que o paciente tenha que dormir em filas e ficar aguardando vagas do sus para ser atendido.

  • #5192
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    Lucas Pinheiro
    Espectador

    Sa√ļde deve ser vista com uma vis√£o bem mais¬† ampla do que a simples ideia da “hospitaliza√ß√£o”, ou seja, sa√ļde n√£o se resume √† rotina do hospital e √† quantidade de m√©dicos. Temos sim que manter uma quantidade de profissionais para atender a demanda, mas principalmente √© necess√°rio investimento em preven√ß√£o. Temos que pensar no saneamento b√°sico, temos que pensar na sa√ļde do trabalho, temos que pensar na sa√ļde da fam√≠lia. Trabalhar a preven√ß√£o.

    Outro ponto importante na quest√£o da sa√ļde √© repensar o SUS. Embora o Sistema √önico seja uma refer√™ncia, √© inoperante em alguns aspectos.

     

     

  • #5273
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    Estev√£o Filho
    Espectador

    Neste quesito, al√©m da discuss√£o sobre a nova sa√ļde que queremos, devemos deixar claro que o PSDB quem de fato universalizou aos brasileiros os rem√©dios do cotidiano com os gen√©ricos, bem como alguns mais espec√≠ficos como os que s√£o usados no tratamento contra o HIV.

    Em segundo lugar, devemos ampliar tamb√©m de forma s√©ria a discuss√£o da participa√ß√£o dos planos de sa√ļde no SUS, j√° que alguns tem parte de seus servi√ßos cobertos pelo Sistema √ļnico sem que haja o ressarcimento ao poder p√ļblico. O que poderia ser o embri√£o da cobran√ßa para aquelas pessoas f√≠sicas que se utilizam do mesmo e que poderiam colaborar mais para que se amplie a qualidade do sistema.

  • #5275
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    Rodrigo Fabretti
    Espectador

    Um dos maiores desafios enfrentados na √°rea da sa√ļde √© a distribui√ß√Ķes de hospitais e institui√ß√Ķes de refer√™ncia. Vejo muitos casos de pacientes que precisam se deslocar quil√īmetros para conseguir tratamento decente, e h√° casos que mesmo assim n√£o √© poss√≠vel.

    Também é preciso investir em prevenção e campanhas que previnam isso. No PSDB temos um exemplo claro disso foram as campanhas anti-fumo feitas pelo atual senador José Serra. Do Serra também temos os genéricos, que possibilitou o acesso à medicamentos com custo mais baixo.

  • #5307
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    Anderson Maciel Ciriaco
    Espectador

    A algum tempo as institui√ß√Ķes filantr√≥picas sobrevivem na sala de emerg√™ncia, isso que s√£o respons√°veis por mais metade das interna√ß√Ķes do Sistema √önico de Sa√ļde no Brasil, ou seja, se as Santas Casas e Hospitais Filantr√≥picos fecharem as portas o preju√≠zo para a popula√ß√£o √© irrevers√≠vel. Nesta linha √© preciso um olhar especial, com estudos espec√≠ficos de como o Governo deve ser parceiro destas institui√ß√Ķes.

     

    Anderson Maciel Ciriaco

    TUCANAFRO MATO GROSSO

  • #5312
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    Ingrid Correa
    Espectador

    O Brasil falha no acesso aos m√©todos contraceptivos, e tem uma das maiores taxas de gesta√ß√Ķes n√£o planejadas do mundo. E isso √© resultado de falhas na pol√≠tica de contracep√ß√£o, como pouca oferta de m√©todos contraceptivos de longo prazo, por exemplo, no meu Estado, nunca ouvi falar em DIU na rede p√ļblica, quando fui √† outro estado, descobri e coloquei em uma rede p√ļblica. O servi√ßo √© oferecido, mas poucas pessoas de fato t√™m acesso. Precisei voltar pra minha cidade, e por falta de sorte meu DIU saiu do lugar, fui √† procura de uma rede p√ļblica para tir√°-lo e eles falaram que n√£o realizavam esse procedimento, tive que pagar um valor super absurdo na rede privada, ent√£o bateu a curiosidade e fui pesquisar, vi que n√£o √© um caso isolado, a desigualdade ao acesso aos m√©todos contraceptivos oferecido pelo SUS, al√©m de expressivas diferen√ßas entre Estados.

  • #5319
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    Rlick Santos
    Espectador

    Combater o racismo no sistema √ļnico de sa√ļde e uma pauta que deveria ser trabalhada nos conselhos de sa√ļde dos munic√≠pios e estados.

    Cria√ß√£o de cl√≠nicas que cuidem da preven√ß√£o da Sa√ļde da popula√ß√£o negra e suas doen√ßas prevalecentes

  • #5400
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    MIRACY FERREIRA LIMA
    Espectador

    Antes de emitir essa opini√£o pesquisei sobre A√ß√Ķes e Programas do Governo na √Ārea de Sa√ļde, identificando 32 Programas de Aten√ß√£o a Sa√ļde que, se cumpridos, o Brasil teria¬† A MAIOR E MELHOR REDE DE ATEN√á√ÉO √Ä SA√öDE DO PLANETA.

    O PSDB, tem na figura do DR. JOS√Č SERRA, a figura mais importante na constru√ß√£o do SISTEMA √öNICO DE SA√öDE al√©m de outras grandes conquistas no Tratamento da AIDS, quando essa doen√ßa no momento mais importante do combate do que foi considerado uma epidemia, exterminando milhares de vidas, quando ainda era dif√≠cil at√© o diagn√≥stico pelo desconhecimento dessa nova doen√ßa.

    Devemos tamb√©m ao¬† Senador, L√ļcio¬†<b>Alc√Ęntara</b>, a Lei da Fila dos Transplantes de √ďrg√£os.

    Em termos de concep√ß√£o temos um conjunto de A√ß√Ķes e Programas Irretoc√°vel. Porque n√£o funciona?

    O PSDB abriu m√£o do protagonismo da sua atua√ß√£o na √°rea de Sa√ļde, porque n√£o deu ao Ministro Jos√© Serra, o apoio e o destaque a sua atua√ß√£o e acredito, por essas omiss√Ķes e acomoda√ß√£o silenciosa o PSDB, perdeu tantas cadeiras no Senado e na C√Ęmara.¬† ¬†PORQUE SE CALOU. PORQUE N√ÉO PROMOVEU SEUS FEITOS NA MUDAN√áA DE CEN√ĀRIOS NO BRASIL. O POVO N√ÉO TEM MEM√ďRIA PECA-SE POR A√á√ÉO E/OU OMISS√ÉO.

    Onde est√° JOS√Č SERRA, para nos orientar e falar sobre o SUS. O Brasileiro n√£o tem mem√≥ria e o PSDB, n√£o tem valorizado os feitos do Partido. N√£o criamos novas lideran√ßas e as antigas est√£o apagadas.

    T√£o pernicioso quanto a corrup√ß√£o √© a indica√ß√£o pol√≠tica para cargos em que √© indispens√°vel a qualifica√ß√£o t√©cnica e, na Sa√ļde essas indica√ß√Ķes s√£o criminosas, n√£o deveriam ser aceitas sem protestos de lideran√ßas partid√°rias. Todas as opini√Ķes que forem colocadas no item SA√öDE, v√£o ficar aqu√©m da Contribui√ß√£o e dos ensinamentos que o Senador JOS√Č SERRA pode agregar. Sugiro aos participantes que pesquisem as A√ß√Ķes e Programas da SA√öDE¬† para entender a abrang√™ncia desse Sistema. O que se pode sugerir √© estender as Parcerias com os Hospitais Filantr√≥picos, direcionando obrigatoriamente a aplica√ß√£o dos Recursos para a Melhoria de equipamentos e instala√ß√Ķes e n√£o para pagamento de d√©bitos pela m√° gest√£o.

    Cobrar dos Planos de Sa√ļde, tratamento de clientes atendidos em Hospitais P√ļblicos e Hospitais Universit√°rios.

    Governo Federal construir mais Hospitais Militares, ampliando atendimento para familiares acendentes e descendentes.

    REVER OS PROGRAMAS DE ATEN√á√ÉO PSICOSSOCIAL e DE VOLTA PARA CASA que tem como objetivo ¬† o aux√≠lio-reabilita√ß√£o psicossocial para a aten√ß√£o e o acompanhamento de pessoas em sofrimento mental, egressas de interna√ß√£o em hospitais psiqui√°tricos. Com o fechamento dos hospitais psiqui√°tricos e sem condi√ß√Ķes de atendimento a toda a popula√ß√£o com problemas mentais espalhados pelo Brasil, temos os nossos “LOUCOS” , mantidos amarrados em casa, pela falta de medicamento e acompanhamento psicol√≥gico que deveriam estar cobertos por esses Programas.

    FORTALECER OS PROGRAMAS DE SA√öDE NA ESCOLA¬† E MELHOR EM CASA, Servi√ßo de Aten√ß√£o Domiciliar com aten√ß√£o √† sa√ļde na moradia do paciente, oferecendo preven√ß√£o e tratamento de doen√ßas e reabilita√ß√£o, a fim de garantir a continuidade do cuidado pelo SUS, servi√ßos que poderiam ser atendidos com √īnibus itinerantes por Bairro visitando, tamb√©m,¬† idosos, diab√©ticos hepatites virais, e do mesmo modo, √īnibus percorrendo toda a Rede P√ļblica, com agendamento pr√©vio e controle pela matr√≠cula, com a presen√ßa de m√©dicos pediatras, cl√≠nica geral, vigil√Ęncia sanit√°ria para avaliar cozinha, sanit√°rios e merenda escolar . Aten√ß√£o que poderia ser extensiva a professores e funcion√°rios.

    NO TEMA SA√öDE, A SUGEST√ÉO √Č QUE NO CONGRESSO SEJAM TRATADOS CADA UM DOS PROGRAMAS LISTADOS BUSCANDO SOLU√á√ēES PARA A EFETIVA√á√ÉO DE¬† PARA CADA UM DE PER SI E OS QUE S√ÉO COMPLEMENTARES, ISTO √Č,¬† AQUELES QUE PARA SEREM EFICAZES AS A√á√ēES TENHAM QUE SER EXECUTADAS DE FORMA CONJUNTA.

     

     

    • Esta resposta foi modificada 1 m√™s, 3 semanas atr√°s por  MIRACY FERREIRA LIMA. Raz√£o: SA√öDE √Č NECESSIDADE DE TODOS, RICOS, POBRES E EM QUALQUER IDADE. √Č FONTE DE ANG√öSTIA E SOFRIMENTO
  • #5408

    Sa√ļde √© uma are√° muito, para n√£o dizer a mais importante de todas, pois dela depende a nossa vida. E como √© imensa e muito complexa vou dar minha contribui√ß√£o dando uma id√©ia de projeto de lei que pode ajudar a ter mais recursos para quem realmente depende do sistema p√ļblico. Como o atendimento n√£o pode e nem deve ser negado, quem possui convenio se passar por atendimento no SUS, o custo deste poderia ser cobrado do convenio para que o sistema tenha mais condi√ß√Ķes de atender quem realmente depende dele.

  • #5416
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    Guilherme Oliveira
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    A sa√ļde p√ļblica no Brasil √© um grande enfrentamento. Somos um pa√≠s muito grande e com um desequil√≠brio social que pesa muito quando se faz refer√™ncia a um tema t√£o delicado. Vou nortear minha linha de pensamento focado no estado de Minas Gerais, e subdividido nas macro e micro regi√Ķes de sa√ļde. Vou tentar ser o mais breve poss√≠vel, o que torna at√© um pouco dif√≠cil ser t√©cnico na linha de pensamento, uma vez que o SUS tem varias ramifica√ß√Ķes. Hoje em S√£o Jos√© da Lapa por exemplo, investimos 35% de recursos pr√≥prios em sa√ļde, e n√£o conseguimos atender com eficacia a popula√ß√£o. O estado n√£o faz repasses de forma regular, o PSF tem muitas fragilidades (e muito investimento que vem do governo federal), as redes interligadas para transfer√™ncia de pacientes √© catastr√≥fico, somos praticamente ref√©ns de nossas referencias para interna√ß√£o e procedimento de alta complexidade. Ou seja, o SUS √© lindo no papel, mas ineficiente em a√ß√Ķes, hoje se os recursos do PSF fossem destinados sem vincula√ß√£o, ou seja, dando condi√ß√£o de escolha da aplica√ß√£o do recursos na urg√™ncia e emerg√™ncia ter√≠amos mais recursos e com certeza n√£o deixar√≠amos de trabalhar a preven√ß√£o e o cuidado, que √© o foco do PSF. As pactua√ß√Ķes s√£o falhas, o sistema est√° completamente deficiente. Vivemos em uma macro divida em microrregi√Ķes, que na realidade s√£o apenas para colher estat√≠sticas, pois se fossem eficientes a sa√ļde n√£o estaria prec√°ria como est√°. M√©dicos fazem um cartel, se comunicam entre si para atenderem ou n√£o munic√≠pios, fazendo praticamente uma chantagem por grandes pagamentos em plant√Ķes. Sou totalmente favor√°vel a vinda de m√©dicos estrangeiros, devidamente qualificados para atender no Brasil, abrindo a competitividade. Precisamos de uma sa√ļde mais humana. Precisamos de pessoas que queiram trabalhar, o sistema est√° falido, e ele ser√° reerguido apenas quando o cartel acabar, e quando a sa√ļde voltar a ser vista com humanidade pelos profissionais. Como ja dito anteriormente, o SUS no papel √© lindo, mas na sua pratica esta falido, n√£o apenas pelas varias cita√ß√Ķes j√° feitas, mas tamb√©m pela corrup√ß√£o, que tem devastou o nosso pa√≠s.

  • #5423
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    Elaine Silva Ribeiro Silva Ribeiro
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    saude hk no Brasil e uma vengonha que tem realmente tem socorro hk no nosso país e que pode pagar por ele que não pode morrer sozinho nos braços de parentes nas portas5 dos hospitais upas pfs so munda so nome e o estado mas a falto de tudo inclusive paciência e amor5 e por todos oa lados deveria para tudo acaba com tudo e reeinicia.  Elaine tucanafro Goiás

  • #5443
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
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    O SUS fora do arm√°rio: Sa√ļde sobre a popula√ß√£o LGBTI+

    As iniquidades sociais s√£o determinantes que inviabilizam a garantia do acesso integral √† sa√ļde, afetando tamb√©m a comunidade l√©sbica, gay, bissexual, travesti e transexual (LGBT). Se faz pensar um SUS para todas as pessoas. Gestores de Sa√ļde (municipal, estadual e federal) precisam ter olhares plural. O ensino para sa√ļde tamb√©m precisa pensar a diversidade humana.

    Se faz necess√°rio incluir:

    Inclus√£o do nome social de travestis e transexuais no Cart√£o do Sistema √önico de Sa√ļde (Cart√£o SUS) –¬†Portaria MS n¬ļ 1.820, de 13 de agosto de 2009, que disp√Ķe sobre os direitos e deveres dos usu√°rios da sa√ļde, entre eles o direito ao uso do nome social.

    ‚ÄĘ Altera√ß√£o da ficha de notifica√ß√£o de viol√™ncias interpessoais e autoprovocadas do Sistema de Informa√ß√£o de Agravos de Notifica√ß√£o (Sinan). A partir da vers√£o 5.0 do Sinan essa ficha conta com campos para preenchimento do nome social (quando houver), identidade de g√™nero e orienta√ß√£o sexual da pessoa que foi agredida. Tamb√©m foi incorporado um campo para identifica√ß√£o da viol√™ncia por motiva√ß√£o homo/lesbo/transf√≥bica.

    ‚ÄĘ Publica√ß√£o da¬†Portaria n¬ļ 2.803, de 19 de novembro de 2013, que redefine a amplia o Processo Transexualizador no SUS.¬†Saiba mais¬†na p√°gina da Coordena√ß√£o-Geral de M√©dia e Alta Complexidade do Minist√©rio da Sa√ļde.

    ‚ÄĘ A Pol√≠tica Nacional de Aten√ß√£o Integral √† Sa√ļde Da Mulher tem como premissa o direito √† sa√ļde e o respeito √†s diretrizes do SUS no atendimento a todas as mulheres Um dos objetivos dessa pol√≠tica √© contribuir para a redu√ß√£o da morbidade e da mortalidade femininas no Brasil, especialmente por causas evit√°veis, em todos os ciclos de vida e nos diversos grupos populacionais, sem discrimina√ß√£o de qualquer esp√©cie. ¬†¬†Saiba mais¬†na p√°gina da Coordena√ß√£o-Geral da Sa√ļde das Mulheres do Minist√©rio da Sa√ļde.

    Implanta√ß√£o nos munic√≠pios e estados¬† – ¬†Pol√≠tica Nacional de Sa√ļde Integral de L√©sbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) instituida pela¬†Portaria n¬ļ 2.836 de 1¬ļ de dezembro de 2011¬†¬†tem por objetivo promover a sa√ļde integral LGBT eliminando a discrimina√ß√£o e o preconceito institucional, bem como contribuindo para a redu√ß√£o das desigualdades e a consolida√ß√£o do SUS como sistema universal, integral e equitativo.

     

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #5448
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    HOSILENE DE LUBACHESKI
    Espectador

    Conforme nossas propostas de discuss√£o:

     

    ¬ĺ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†”¬† ¬†Articular a implementa√ß√£o da pol√≠tica de sa√ļde integral da popula√ß√£o LGBTI+: que reconhece o preconceito e a discrimina√ß√£o como uma marca social que impede o acesso, preven√ß√£o e promo√ß√£o de sa√ļde dessa popula√ß√£o.”

    Documento – Teses escritas pela executiva nacional do Secretariado Diversidade Tucana

    Hosilene Lubacheski

    Vice Presidente do Diversidade Tucana Nacional

  • #5458
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    Céumar Turano
    Espectador

    O povo brasileiro, j√° t√£o carente de oportunidades e de bons servi√ßos p√ļblicos, merece receber o melhor atendimento de sa√ļde poss√≠vel. Merece e precisa, uma vez que mais de 80% da popula√ß√£o, em m√©dia, n√£o possui recursos para alternativas fora da sa√ļde p√ļblica. A concep√ß√£o generosa e o desenho do Sistema √önico de Sa√ļde (SUS) s√£o exemplares. Ao completar 30 anos de sua cria√ß√£o, o SUS precisa ser fortalecido e aperfei√ßoado, em busca de melhores resultados para a popula√ß√£o brasileira. √Č necess√°rio aprimorar a organiza√ß√£o, supervis√£o, avalia√ß√£o e controle do Sistema, eliminando tamb√©m, como na Educa√ß√£o, o subfinanciamento causado pela Emenda do Teto de Gastos. S√≥ assim ser√° poss√≠vel ampliar a qualidade e a resolutividade da aten√ß√£o prim√°ria, que ainda hoje √© objeto de insatisfa√ß√£o da popula√ß√£o. Outro ponto a ser trabalhado √© a redu√ß√£o da espera para os atendimentos ambulatoriais, as consultas especializadas e a realiza√ß√£o de exames, bem como a diminui√ß√£o da espera para as cirurgias eletivas. Para isso, √© necess√°rio investir na rede de atendimento, nas campanhas de preven√ß√£o e de vacina√ß√£o, na forma√ß√£o de m√©dicos generalistas, na melhoria dos sistemas de informa√ß√£o, na coordena√ß√£o entre as diversas esferas de atendimento e na premia√ß√£o do bom desempenho.

    Céumar Gentil Turano

    Coordenadora de Comunicação do PSDB Mulher do RJ

  • #5467
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    Estado de S√£o Paulo
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    O PSDB, desde a sua fundação, mantém com a Academia, professores e pesquisadores uma posição de respeito e identidade.

    Em quest√Ķes pol√™micas que envolvem a sociedade como o direito da mulher a interrup√ß√£o da gravidez em situa√ß√Ķes especiais como a da gravidez fruto da viol√™ncia ou abuso sexual e em situa√ß√Ķes de anencefalia e similares parecem pac√≠ficas no meio m√©dico. Amplia√ß√Ķes nas condi√ß√Ķes atuais deveriam levar em conta a opini√£o das sociedades m√©dicas envolvida.

    O uso medicinal da canabis da mesma forma n√£o encontra resist√™ncia entre os especialistas e a maioria da popula√ß√£o instru√≠da. N√£o deveria seu uso ser contaminado pelo uso recreativo que deveria ser abordado separadamente levando em conta aspectos sociais e de seguran√ßa p√ļblica.

    √Č indiscut√≠vel a necessidade de cobran√ßa autom√°tica dos planos de sa√ļde por segurados atendidos na rede p√ļblica, mas indevida a cobran√ßa feita diretamente ao cidad√£o que tem o direito ao acesso e benef√≠cios do SUS. Apesar da resist√™ncia das seguradoras e dificuldades alegadas na sua implanta√ß√£o √© imperativa a sua ado√ß√£o.

    Da mesma forma é altamente lesiva ao interesse do cidadão e do SUS a suspensão, proposta pelo presidente, da extinção do DPVAT.

    Outro assunto relevante que precisa ser atacado com urgência é a judicialização no uso de medicamentos. Abusiva e mal administrada tem provocado prejuízos insuportáveis ao SUS.

    Por fim, gostaria de registrar que t√£o importante quanto os recursos oferecidos √© o seu uso adequado e eficiente. A implanta√ß√£o do prontu√°rio eletr√īnico universal √© prioridade absoluta. T√£o importante quanto a hierarquiza√ß√£o da rede e filtros na indica√ß√£o indiscriminada de exames e sua repeti√ß√£o desnecess√°ria, superposta e √†s vezes at√© criminosa.

    Valeria a pena rever a possibilidade de apoio, inclusive financeiro, aos institutos de sa√ļde de servidores p√ļblicos. Acredito que a consolida√ß√£o destes sistemas, se feita de forma criteriosa, consolidaria este atendimento e desoneraria o SUS.

  • #5483
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    Yara Paulino
    Espectador

    Nas UTTS do povo tradicional de matriz africana se abriga muitas pessoas dependentes qu√≠micas pois as mesmas buscam a cura espiritual, os sarcerdotes logo ap√≥s ter conclu√≠do a parte da f√© encontra dificuldades em buscar tratamento e interna√ß√£o para os mesmos, e quando consegui vaga todas as cl√≠nicas s√£o administrada por evang√©licos que submetem os dependentes qu√≠micos a aceitar a sua determinada cren√ßa mesmo o depende qu√≠mico dizendo que foi nascido e criado no povo tradicional de matriz Africana, precisamos levar a laicidade e o n√£o preconceito para o sistema de sa√ļde.

  • #5504
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    Patricio Souza da silva
    Espectador

    Temos sim que manter uma quantidade de profissionais para atender a demanda, mas principalmente √© necess√°rio investimento em preven√ß√£o. Temos que pensar no saneamento b√°sico, temos que pensar na sa√ļde do trabalho, temos que pensar na sa√ļde da fam√≠lia. Trabalhar a preven√ß√£o.

  • #5707
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    Tereza Oleg√°rio
    Espectador

    Precisamos implementar mais pol√≠ticas p√ļblicas, em combate ao racismo institucional dentro das unidades de sa√ļde. Conscientizar a popula√ß√£o e principalmente os profissionais de sa√ļde que racismo √© crime, que existe e tem suas puni√ß√Ķes.

     

    Tereza Oleg√°rio – Tucanafro Alagoas

  • #5789
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    Marcus Vinicius Pestana da Silva
    Espectador

    Foram centenas de contribui√ß√Ķes aqui, outras na LIVE da sa√ļde, as respostas √† consulta e o excelente trabalho do grupos tem√°tico da sa√ļde no dia 7/12, em Bras√≠lia. Este abaixo √© o meu relat√≥rio final encaminhado √† Comiss√£o de Reda√ß√£o e Sistematiza√ß√£o. Espero ter sido fiel ao sentimento majorit√°rio das pessoas que se envolveram nesta empreitada.

    Texto final do Congresso do PSDB/2019 ‚Äď Sa√ļde

    O SUS e as mudanças necessárias

    Passados mais de 30 anos do lan√ßamento dos pilares do Sistema √önico de Sa√ļde (SUS) no processo constituinte de 1988, chegou o tempo da maturidade. Os avan√ßos s√£o ineg√°veis, mas √© preciso reconhecer a dist√Ęncia abissal a separar o SUS constitucional daquele que ganha vida real e concreta no cotidiano da popula√ß√£o.

    O SUS √© uma obra em permanente constru√ß√£o. Com trope√ßos e obst√°culos, gargalos e vazios assistenciais, sempre houve avan√ßos. Todavia, √© inevit√°vel perceber retrocessos nos √ļltimos anos diante da brutal recess√£o e do agravamento da crise fiscal.

    N√£o h√° sa√≠das simples para problemas complexos. O subfinanciamento cr√īnico do sistema p√ļblico de sa√ļde brasileiro √© uma realidade incontest√°vel. Diante da crise fiscal que inibe a expans√£o de gastos p√ļblicos no Brasil nos pr√≥ximos anos e do subfinanciamento cr√īnico do SUS √© preciso agir.

    Depois de 30 anos de exist√™ncia do SUS, chegamos ao impasse da maturidade: a contradi√ß√£o entre um marco constitucional e legal excessivamente generoso e aberto, financiamento insuficiente e press√£o de custos crescentes em fun√ß√£o da transi√ß√£o demogr√°fica e da veloz incorpora√ß√£o de inova√ß√Ķes tecnol√≥gicas.

    Diante de tamanho desafio, faz-se necess√°rio:

    . definir claramente o padr√£o de integralidade a ser oferecido √† popula√ß√£o, atacando o problema da judicializa√ß√£o da sa√ļde e aprimorando m√©todos e institui√ß√Ķes voltadas para a regula√ß√£o da incorpora√ß√£o tecnol√≥gica;

    . buscar novas fontes de financiamento (reconfigura√ß√£o do DPVAT, redistribui√ß√£o de vincula√ß√Ķes, redirecionamento de recursos oriundos do fim de ren√ļncias e subs√≠dios, multas sobre quem provoca acidentes e agress√Ķes ocasionando despesas assistenciais, avalia√ß√£o da introdu√ß√£o de copagamento na assist√™ncia farmac√™utica, melhoria do sistema de compensa√ß√Ķes da sa√ļde suplementar);

    . erguer formas efetivas de coopera√ß√£o com a sa√ļde suplementar para amplia√ß√£o do acesso, inclusive com nova regulamenta√ß√£o de seu marco regulat√≥rio. Para o SUS, diante de suas limita√ß√Ķes, √© imprescind√≠vel que a sa√ļde suplementar v√° bem;

    . investir pesado no uso de ferramentas tecnol√≥gicas de gest√£o e regula√ß√£o para o aumento da produtividade dos recursos (prontu√°rio eletr√īnico, centrais de regula√ß√£o de acesso, classifica√ß√£o de risco, cart√£o SUS, telemedicina, educa√ß√£o e qualifica√ß√£o √† dist√Ęncia, call center assistencial, etc.);

    . qualificar e dar resolutividade √† aten√ß√£o prim√°ria √† sa√ļde, sem o que qualquer esfor√ßo ser√° in√ļtil;

    . combater os desperdícios, a ineficiência e à corrupção;

    . desenhar melhor a regionaliza√ß√£o do sistema visando ganho de escala, escopo e qualidade, a partir da concep√ß√£o de redes integrada de aten√ß√£o √† sa√ļde envolvendo os pequenos, m√©dios e pequenos munic√≠pios.

    . servi√ßo social obrigat√≥rio para profissionais de sa√ļde formados em Universidades P√ļblicas;

    . focaliza√ß√£o priorit√°ria na sa√ļde para a popula√ß√£o negra, materno-infantil, dependentes qu√≠micos, popula√ß√£o LGBT, povos da floresta e doen√ßas raras.

    .   universalização acelerada do acesso ao saneamento essencial para o combate às doenças endêmicas

    . Estrutura√ß√£o de carreiras p√ļblicas contra a precariza√ß√£o das rela√ß√Ķes de trabalho e para descentraliza√ß√£o dos recursos humanos, mas avaliar outras formas de organiza√ß√£o institucional (OSSs, filantr√≥picas, cons√≥rcios intermunicipais, PPPs) mais adequadas √† presta√ß√£o de certos servi√ßos;

    . Financiar com recursos p√ļblicos resid√™ncias priorit√°rias para o SUS;

    . Rever Pacto Federativo Setorial para aliviar a sobrecarga sobre os munic√≠pios e respeitar a diversidade social, econ√īmica e cultural em um pa√≠s continental;

    . Estabelecer protocolos clínicos nacionais para a orientação de técnicas, insumos e procedimentos com a melhor relação custo/efetividade;

    . investir em pesquisa e inova√ß√£o na sa√ļde ‚Äď terapias g√™nicas, intelig√™ncia artificial aplicada, etc;

    . apoiar o uso medicinal de derivados da canabis.

    N√£o h√° mais lugar para discursos ufanistas. As mazelas presentes no dia a dia do usu√°rio do SUS saltam aos olhos. Diante disso, a pior atitude √© a in√©rcia ou o ref√ļgio em fundamentalismos sem base real. Estancar os retrocessos e ter ousadia para mudar o que √© preciso mudar, arquivando dogmas e enfrentando com coragem as novas perguntas que a realidade coloca diante de n√≥s √© o caminho escolhido pelo PSDB.

     

     

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