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Queremos te ouvir, te consultar, dialogar. Aqui você deixa sua opinião, comentários, sugestões.
E qual deve ser a posição do PSDB sobre o tema indicado. Sua contribuição será fundamental para definir os rumos do partido.

Este tópico contém 213 respostas, possui 196 vozes e foi atualizado pela última vez por  Celeste Franca 12 horas, 16 minutos atrás.

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  • #463
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    Ronan
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  • #721
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    Caio Narcio Rodrigues
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    É inegável que o Brasil precisa de mais medicos, neste contexto, aonde estamos errando?

    Não temos capacidade de formar mais médicos? Precisamos importar médicos de fora?

    Qual seria a  solução para este problema?

     

    Vocês acham justo, o modelo dos Mais médicos?

     

    Médicos Cubanos receberem menos que os Brasileiros?

    Médicos não serem submetidos ao exame REVALIDA?

    • #1500
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      Jonathan Ferraz
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      Com uma população sem hábitos saudades, é nitido que apareceram doenças, então o desafio necessário não é acaba com  a doença, mas sim com aqueles que propriciam sua propagação, deve educar esses cidadões sobre os perigos de não ter uma vida saudável, cigarro, álcool, drogas são um dos tantos que matam todos os anos pelo seu uso irracional desta pessoas, devemos ir no problema as pessoas, e se possível clicar multas para pessoas que não adotarem hábitos saudades, essas pessoas devem ter a noção real do que estão fazendo com suas vidas, e com a vida daqueles que estão próximos, que nós possamos amenizar este grande surto que é a desinformação pela grande massa.

    • #3039
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      Ednea Neves Resende
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      O médico de fora ou que se formou fora só poderá atuar no Brasil com o revalida.

      O problema não são os médicos e sim a falta de estrutura para atendimento.

      Não há equipamentos, nem medicações básicas. Falta até gaze e micropore para curativos. Falta fio para suturas.

      Como querer que alguém atenda num lugar assim, apenas com boa vontade e um estetoscópio?

    • #3648
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      Henrique Lacasa
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      O desafio não é formar mais médicos, nosso país já forma muitos, e com excelência.

      O que deve ser feito é fornecer bons equipamentos e instalações, além de boa remuneração para garantir que o SUS seja uma boa opção para aqueles que desejam atuar na medicina.

      Além disso, é essencial expandir a cobertura do Sistema Único de Saúde, garantindo que toda a população tenha acesso aos tratamentos e serviços de maneira rápida e eficiente. É inadmissível que alguém espere meses para realizar um exame.

      O SUS é um exemplo para o Mundo. Nosso país teve uma incrível ousadia em criar tal conceito e fizemos com excelência, embora várias melhorias sejam necessárias. Fornecer atendimento médico gratuito para todos os cidadãos é um feito incrível e admirável. É preciso refinar o que for necessário e dar voz à população para que os anseios sejam ouvidos e atendidos da maneira correta.

  • #799
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    Christian De Oliveira Camillo
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    Bem concordo que o Brasil, precisa de mais médicos, isso é inegável como disse o deputado Caio Narcio, e acredito que estamos errando na financiamento de ações, pois ao contrário gastar curando a doença poderíamos melhorar os índices de saúde cuidando maia da prevenção as doenças do que no tratamento das doenças. Acredito que a solução passa pela profilaxia da doença através do incentivo ao saneamento básico, programas de saúda de família, tirando os profissionais de saúde de postos onde só tratam a doença para levar os mesmo à campo para evitar as doenças. Não concordo com o modelo atual do Mais Médicos porque sua despesa vai aumentar os custos com saúde. Não acho justo os médicos cubanos receberem menos pois o serviço deles deve ser remunerado conforme sua eficácia nos resultados como os brasileiros. E penso que todos os médicos devem passar por avaliações e atualizações periódicas. Pode ser um pouco utópico mas é o que penso.

  • #805
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    Jorge Lopes Cançado
    Mestre

    A primeira medida é mudar a universalidade do SUS, a saúde gratuita não tem que ser para todos e sim para quem precisa.

    Proponho que o PSDB tenha como bandeira, que a saúde deve funcionar no sistema de vouchers proporcionais a renda, quem não tem condições, tem a saúde totalmente subsidiada, quem pode pagar um pouco, paga um pouco, quem pode pagar muito, paga muito.

    Diminui o gasto com o sistema de saúde e melhora a qualidade do mesmo.

  • #806
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    Lucas de Lima
    Espectador

    É imprescindível o PSDB defender pautas na saúde voltada para a educação como a de termos psicólogos nas escolas públicas acompanhando nossos jovens para que possam se desenvolver e se tornarem adultos saudáveis tanto na vida pessoal, no trabalho e vida acadêmica. Ajudando no direcionamento, pressões do dia-a-dia ou até mesmo reduzir o índice de depressões e suicídios.

  • #819
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    JOSÉ ROBERTO DA SILVA JÚNIOR
    Espectador

    <span style=”color: #434a54; font-family: Open Sans, Helvetica Neue, Helvetica, Arial, sans-serif;”><span style=”font-size: 14px;”>No contexto da redemocratização, conquistamos um novo ordenamento jurídico, que traz como centralidade a participação popular nos processos decisórios. Desse modo, nos anos 1990, no Brasil, iniciou-se um período de conquista do ponto de vista jurídico para a ampliação da participação social assegurada nos documentos da Constituição Federal, na Lei Orgânica da Saúde. Com o Inicio da Era FHC a política de Saúde das pessoas portadoras/vivendo com HIV/AIDS, ganha proporções gigantescas, é neste momento que essa Política de saúde promove avanços significativos para a dignidade e humanização para o prolongamento da vidas dessas Pessoas. Foi FHC que iniciou essa caminhada, que hoje no Governo atual está sendo diluída (um verdadeiro desmonte), qual a perspectiva da Social Democracia quanto Legisladores e Executivo na atuação na promoção e no combate ao HIV/AIDS? Precisamos Falar de Prevenção como Política Públicas com um olhar para a saúde pública. </span></span>

     

    Outro Ponto, seria a Política Nacional Integral da Saúde da População LGBT. Como Social Democracia pensa em construir uma ação efetiva que promovam a saúde de todas as pessoas independente a sua Condição Sexual?

  • #863
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    Marcelo Galdieri
    Espectador

    Para melhorar a gestão da saúde, é importantíssimo a implantação do PRONTUÁRIO ELETRÔNICO DO PACIENTE para todos que são cadastrados no SUS.

    O prontuário localizado na “nuvem”, deve conter um banco de dados completo sobre a vida médica do paciente, desde seu cadastro, vacinas, alergias, doenças e diagnósticos anteriores, exames e tratamentos.

    Com isso economiza-se tempo.

    Quem já frequentou médico pelo SUS sabe a dificuldade desde a entrada do paciente:

    Gasta-se tempo preenchendo informações para a ficha de admissão em todo estabelecimento que vai. Com as informações em “nuvem”, basta o usuário apresentar o cartão o SUS, pelo número, o sistema busca todas as informações, reduzindo o tempo para fazer ficha e triagem.

    O médico que atende o paciente já recebe o histórico e exames e pode pedir apenas exames complementares, evitando redundâncias e repetição de exames sem sentido.

    Precisamos desenvolver o modelo e disseminar isso para todo o Brasil, afinal, saúde atualmente é questão de gestão.

    Por que não desenvolvemos soluções através de “Startups”? Por que os governos administrados por nós não fomenta a utilização da economia criativa? Por que não desenvolvemos encubadoras para desenvolvimento de soluções para uso governamental?

    Em um mundo cada vez mais conectado, com uso de Internet das Coisas (ioT), por que não desenvolvemos um prontuário mais conectado?

    Precisamos tornar a população mais próxima das nossas ações através da tecnologia, assim é possível ampliar a satisfação e trazer o selo “PSDB” de Gestão de Qualidade para a saúde.

  • #867
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    JOAO BATISTA DE SOUZA TRIGUEIRO
    Espectador

    Acho que o melhor modelo de saúde a ser adotado no Brasil é o modelo terceirizado. A prestação de serviços médicos, odontológicos,  hospitalares, radiológicos, ambulatoriais  etc, deveria ser realizada exclusivamente pela iniciativa privada. A prestação desses serviços diretamente pelo Estado seria substituída por uma prestação indireta mediante o fornecimento, pelo Estado, de um  plano de saúde privado à população carente, enquanto a situação de carência familiar permanecer.

    Através do estabelecimento de faixas de renda familiar, a coparticipação financeira das famílias variaria de zero a cem por cento do custo do plano de saúde. Por exemplo, famílias de quatro pessoas com renda familiar de quatro salários mínimos receberiam o plano de saúde gratuitamente. Famílias de quatro pessoas com renda familiar de doze salários mínimos receberiam o plano de saúde com 50% de isenção, famílias de quatro pessoas com renda familiar de 24 salários mínimos receberiam isenção de 25% do custo mensal do plano, Famílias de  quatro com renda familiar de 48 salários mínimos ou mais não receberiam isenção, podendo a seu critério contratar planos de saúde particulares.

    O limite de quatro planos de saúde por família seria um estímulo ao planejamento familiar

    proponho o mesmo modelo para a educação.

     

  • #939
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    Silvia Cibele
    Espectador

    Vou focar na saúde da população negra, que é a que mais sofre violência doméstica, que tem o maior índice de suicídios na adolescência e, consequentemente sabemos que a família negra periférica é uma família que, na sua grande maioria, precisa de mais do que atenção básica de saúde, precisa de condições de  saneamento básico e principalmente de acompanhamento psicológico familiar.

     

    Podemos acrescentar como sugestão de debate a necessidade de protocolos de saúde para a doença falciforme. A Anemia falciforme predominante da raça negra, tem consequências que afetam até o trabalho do paciente.

    Precisamos criar centros de atenção à saúde da população negra, prevenir a doença como diabete e hipertensão significa economia para o SUS no tratamento do cardíaco, nas cirurgias de catarata e na distribuição de insulinas.

    A saúde precisa ser estudada para além do hospital e da entrega de medicação.

     

     

  • #961
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    Cassiano Januário Cordeiro
    Espectador

    Prevenir doenças, pandemias… de form antecipada com pesquisas, consultas e tecnologia. O PSDB precisa treinar ou criar um setor técnico e capacitado de saúde com especialistas que possa orientar seus filiados.

  • #978
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    Elizalva Lima
    Espectador

    1- Precisa-se ter mais investimentos na saúde, porém mais fiscalização obrigatórias nas prefeituras para o bom uso destas verbas, aqui no interior de São Paulo se ver bastante construção de postos de saúde, e nem um complemente equipado como tem de ser, (seria menor número e melhor qualidade).

    2- Sem dúvidas aumentar  o número de contratação de médicos, exigir qualificação, humanização por parte dos atendentes, da recepção ao médico.

    3 – Facilitar a formação de jovens Brasileiros carentes cursarem uma faculdade de medicina, que atualmente é exorbitante o valor de uma mensalidade.

    4 – Faz-se necessário também investi em remédios de auto custo.

  • #991
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    Gleyson Macedo
    Espectador

    1. Pagamento de tratamento do sus por pessoal de alta renda

    2. Criacao de novos cursos de medicina no Brasil

    3. Melhorar a estrutura dos hospitais

    4. Criar banco de dados dos pacientes do sus

    5. Reducao de impostos de medicamentos

  • #1004
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    Bolívar Gomes
    Espectador

    O Brasil precisa de programa consistente para levar médicos ao interior do país. A realidade é que nem o Mais Médicos nem o Médicos Pelo Brasil foi capaz de suprir tal necessidade. Sugiro que este programa conte com a necessidade de comprometer as prefeituras de fomentá-lo com indicadores próprios, pois muitas não fazem indicadores como a quantidade de atendimentos de um médico em uma hora, o índice de assertividade com a solução ou não dos problemas de saúde conforme a gravidade, etc.

     

  • #1015
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    Silvia Cibele
    Espectador

    PROPOSTA DE DESENVOLVIMENTO DA POLÍTICA DE SAÚDE INTEGRAL DA POPULACAO NEGRA

    AS COMISSOES (CISTT, COMUNICAÇÃO INFORMAÇÃO E EDUCAÇÃO E POLITICA DE SAÚDE) VÊM SOLICITAR A DELIBERAÇÃO DO CONSELHO ESTADUAL DE SAUDE CES NO SENTIDO DE SUA PARTIICPAÇÃO E APOIO OPERACIONAL PARA A REALIZAÇÃO DE CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO/SEMINARIOS) VOLTADOS AOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS NA SAÚDE, COM FOCO NA IMPLANTAÇÃO EFETIVA DA POLITICA NACIONAL DA SAUDE DA POPULAÇÃO NEGRA IMPLANTADA EM 2009 E AINDA NÃO EFETIVADA NO ÂMBITO DO ESTADO DE SÃO PAULO – PROJETO PILOTO SE INICIARÁ EM PRESIDENTE PRUDENTE  E EM OUTROS MUNICIPIOS, ATÉ DEZEMBRO DO CORRENTE ANO.

    Para estimular a efetiva implantação da Política é necessário criar movimentos contínuos de divulgação e espaços de discussão em todas as regiões de saúde do Estado congregando gestores, trabalhadores e sociedade civil, estabelecendo  fóruns permanentes  de integração e geração de propostas apoiados pelas Instancias responsáveis nas Secretarias de Saúde.
    – estratégia apresentada pela Sec Saúde para o CPDCN SP, ou seja, dessa realidade que o poderá integrar um programa de governo podemos expandir a atenção para todo o país.

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas, 4 dias atrás por  Silvia Cibele.
  • #1030
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    PSDB
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    O SUS deveria cobrar de quem tem condições de pagar?

    • #1264
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      Bolívar Gomes
      Espectador

      Acredito que uma espécie de “cláusula de barreira” poderia ser pensado. Um teto salarial. Digo isso, pois mesmo quem possui um salário considerado bom acaba usando a ampla maioria da renda para fins profissionais (deslocamento, alimentação, Internet – muito usada para fins profissionais nos dias de hoje -) e para sustento (impostos, moradia, mobilidade). Pouco sobra para consumo próprio e inclusive saúde. Portanto, é preciso que esta definição ocorra com base em indicadores consistentes.

      Tenho a convicção de que os recursos angariados devem ser utilizados em investimentos e não podem, de forma alguma, substituírem o aporte do Governo Federal. Deve ser pensado como uma receita extra, não algo para o custeio da máquina. Recursos extraordinários não podem substituir reformas e racionalizações necessárias para a adaptação da boa gestão que viabilizará melhorias a médio prazo.

  • #1032
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    Fernanda Klingner
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    Sou a favor, em uso medicinal.

  • #1062
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    Ediney Pires
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    Sabemos que a saúde no Brasil vai de mal a pior. Não por falta de recursos, pois estes são disponibilizados através de emendas e parcerias que não são poucas. Precisamos fiscalizar esses recursos para que não falte o mínimo nos hospitais e postos de saúde, devemos priorizar a saúde, pois sem ela não haveriam trabalhadores tão dispostos, isso se daria através de um olhar mais rigoroso e atento no que se trata da destinação para os Estados e municípios. Acredito que o Brasil que é rico em tantas situações, não pode ficar para trás nessa questão. Isso também pode ser melhorado através da escolha dos nossos representantes de todas as esferas públicas, estes deveriam ser agentes fiscalizadores para acabar com a corrupção e roubalheira do nosso dinheiro e assim garantir os medicamentos, cirurgias e leitos. O mínimo de dignidade para os pacientes.

  • #1068
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    Marcos Tadeu Tadeu
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    Melhora o plano de saúde pública, ampliando para atender melhor toda a população, com investimentos nessa área, com contratação de médicos, enfermeiros e técnicos, mas hospitais de grande porte em toda as regiões do país, para suprir a necessidade do povo brasileiro

  • #1076
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    Nathanael Guimarães Rodrigues
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    No Brasil o tema Saúde é bem delicado, creio que seja necessário melhorar o sistema de saúde, dar mais portes em hospitais do interior, pois várias vezes os hospitais não tem estrutura e as pessoas necessitam se locomover para as grandes cidades, melhorando a saúde pública de nosso país, aumentando e fiscalizando os recursos nos municípios, e claro formando mais médicos através de investimentos na educação para que possamos formar bons e mais médicos para a área da saúde.

  • #1081
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    Rafael Amorim
    Espectador

    SAÚDE PUBLICA NO BRASIL É UMA VERGONHA!

    Quais os reais benefícios que uma terceirização dos serviços públicos de saúde trazem?

    A falência do SUS, sistema único de Saúde.

    Como resolver a questão da saúde em nosso país?

    Acabar com a prestação de saúde pública resolve ? Cobrando por consultas e procedimentos como acontece em várias partes do mundo nos países desenvolvidos.

  • #1086
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    Brunno Caleiro Pereira
    Espectador

    Uma das grandes vantagens do Brasil é possuir um sistema de saúde popular com estrutura formalizada e, em comparação a diversos outros, muito avançado. Muito disso se dá também a qualidade da formação de boa parte dos médicos do país e ao modelo inicial utilizado por essa estrutura para a saúde pública. Porém, esse setor é um dos que mais enfrenta constantes problemas, como precarização, corrupção e dificuldades logísticas para sua manutenção. Cabe a nós reformularmos a base dessa estrutura do sistema de saúde no Brasil para que se ampliem as capacidades de atendimento e os tipos de atendimentos aos quais serão oferecidos para a população, principalmente àqueles que não tem oportunidade de buscar um sistema privado. Pode-se propor novas medidas e metas para a ampliação da destinação (FISCALIZADA) de recursos, maior participação das universidades, como por exemplo, para atendimentos muito básicos, em regiões precárias ou mesmo para ampliar a capacidade de receber pacientes. Existem opções para reformular a saúde no Brasil, basta usá-las.

  • #1139
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    Luiz Fhilipe Mourao
    Espectador

    A saúde é um tema delicado e necessário uma reavaliação na política pública do SUS.

    Uma medida que auxiliaria a receita da saúde é que, o Estado deveria alterar a CF editando uma lei no sentido de que o cidadão portador de plano de saúde privado que utilizasse o SUS pagaria pela consulta, via operadora, mediante uma tabela de preços a ser elaborada pelo SUS, repassando o valor ao Estado, seria o que se define hoje de coparticipação.

     

  • #1141
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    Marcelo Galdieri
    Espectador

    Para que se possamos enriquecer as propostas, proponho inicialmente algumas informações:

    A Constituição Federal estabelece, em seu Art. 196, o acesso universal e igualitário às ações de saúde, conforme abaixo:

    “Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.” (Constituição de 1988)

    Portanto, até que se mude o texto constitucional, cabe ao estado atender a todos, independente de renda ou qualquer outra forma de discriminação.

    Quanto a cobrança dos planos de saúde por atendimento pela rede pública, isso está estabelecido na Art 32 da Lei 9656, de 03 de julho de 1998, sancionado pelo nosso digníssimo Ex Presidente Fernando Henrique Cardoso:

     “Art. 32.  Serão ressarcidos pelas operadoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, de acordo com normas a serem definidas pela ANS, os serviços de atendimento à saúde previstos nos respectivos contratos, prestados a seus consumidores e respectivos dependentes, em instituições públicas ou privadas, conveniadas ou contratadas, integrantes do Sistema Único de Saúde – SUS. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001)

    § 1o  O ressarcimento será efetuado pelas operadoras ao SUS com base em regra de valoração aprovada e divulgada pela ANS, mediante crédito ao Fundo Nacional de Saúde – FNS. (Redação dada pela Lei nº 12.469, de 2011)

    § 2o  Para a efetivação do ressarcimento, a ANS disponibilizará às operadoras a discriminação dos procedimentos realizados para cada consumidor. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001)

    § 3o  A operadora efetuará o ressarcimento até o 15o (décimo quinto) dia da data de recebimento da notificação de cobrança feita pela ANS. (Redação dada pela Lei nº 12.469, de 2011)

    § 4o  O ressarcimento não efetuado no prazo previsto no § 3o será cobrado com os seguintes acréscimos: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001)

    I –  juros de mora contados do mês seguinte ao do vencimento, à razão de um por cento ao mês ou fração; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001)

    II – multa de mora de dez por cento. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001)”

    Portanto, acredito que a modernização da Saúde, principalmente na sua GESTÃO, será o caminho para que possamos evoluir, utilizando tecnologia para instituir o prontuário eletrônico com informações da nuvem e acesso mediante cartão do SUS, melhor aproveitamento das informações dos pacientes, focar em ações preventivas com base em dados do sistema e Business Inteiligence, prevenção de fraudes e melhor gerenciamento dos pagamentos e serviços prestados.

    Precisamos instituir o selo PSDB de qualidade de gestão nos serviços de saúde para melhorar a vida da população.

     

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas, 1 dia atrás por  Marcelo Galdieri. Razão: Correção caracteres de texto
    • Esta resposta foi modificada 3 semanas, 1 dia atrás por  Marcelo Galdieri. Razão: Correção ortografia
  • #1148
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    Pedro Rodrigues
    Espectador

    Os princípios constitucionais de universalidade e integralidade do SUS no Brasil são preceitos verosimilhantes em países da Europa como Portugal e Espanha que investem três, quatro vezes mais que o valor dispensado a cada habitante brasileiro, diferindo ainda as condições de financiamento e as chamadas carteiras de serviços, que precisam ser igualmente rediscutidos e aprimorados. Porque o modelo brasileiro já se mostrou, para triste constatação de especialistas mais gabaritados na área, insustentável.

    Aumentar a resolutividade da atenção primária nos municípios a começar por uma melhor capacitação dos médicos da família; mudar padrão de financiamento com novas fontes de recursos (DPVAT e renúncias fiscais, por exemplo); revisão do pacto federativo setorial com a definição clara de responsabilidade por parte das três esferas de governo; unificar todos os recursos repassados aos municípios; simplificar a prestação de contas, aumentar a fiscalização desses recursos de custeio e investimento usando ferramentas tecnológicas para gerir o sistema além do acompanhamento da regulação clínica e assistencial; revisão do modelo de controle social; repensar o mercado de trabalho na saúde, especialmente em relação ao médico etc.

    Em relação aos médicos, aumentar o capital humano, reciclar sua formação periodicamente, descentralização territorial da sua atuação, insumos materiais para eficiência e eficácia do atendimento, fixação dos profissionais para consolidar laços com a comunidade, ofertar padrão salarial.

    Gargalo ainda é a má distribuição dos mais de 400 mil médicos existentes no Brasil que atuam em capitais e no sudeste brasileiro, que representa apenas 24% da população enquanto o restante da população sofre com a falta de cobertura em saúde.

    Cobrar rigor na aplicação das medidas que visam aprimorar carteiras de serviços do SUS com eixos que vão desde Acesso, Longitudinalidade, Integralidade e Abrangência do Cuidado a Coordenação do Cuidado. Criar mecanismos de comunicação com a população que facilite saber quais serviços estarão ofertados.

    Ponto a ser combatido é a judicialização da saúde e para isso encontrar meandros que cessem essa prática indiscriminada como remédio a resolução dos problemas do SUS mais gritantes. Isso ou não haverão mais recursos para custear o básico e será quase impossível prover previsibilidade de planejamento e operação para uma área que sofra um volume imensurável de ações judiciais, como atesta o Insper em parceria com o CNJ que em dez anos (2008 a 2017) a judicialização da saúde cresceu em 130%.

    Exemplo de problema detectado pelo CNJ é a determinação de fornecimento de medicamentos sem o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou prescritos para fim não descrito em bula, o chamado uso off-label. Corrigir isso com segunda opinião médica, sobre as precauções de uso e efeitos colaterais no Brasil é uma discussão necessária inclusive para combater fraudes ao sistema de saúde.

    Então, aperfeiçoar o arcabouço regulatório, modernizar modelos de pagamento, melhorar a transparência seriam formas de combate a esse problema que exaure os recursos da Saúde Suplementar no Brasil.

    Otimizar tudo isso seria urgentemente discutir a saúde gratuita, custear integralmente para aqueles que não aferem renda e que vivem à margem da pobreza, avaliar o sistema de vouchers, que custearão a sua necessidade de acesso à saude à proporção do que podem custear. Desonera o Estado e concede uma nova dinâmica para o sistema.

  • #1152
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    Jaylan Macedo
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    Em relação a saúde pública é necessário continuar o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) de maneira universal, fortalecendo os programas de saúde da família e atenção básica.  O desenho do SUS brasileiro é exemplar, cabe  apenas reordenar os atendimento. Um dos principais problemas da saúde se encontra na baixa e média complexidade, resultado da dificuldade dos municípios em arcarem com valores cada vez maiores para a manutenção desses serviços. Acredito que são necessárias as seguintes discussões:

    a) Repactuação de valores repassados aos municípios e estados, buscando disponibilizar mais recursos para o atendimento de baixa e média complexidade (UBS, UPAs, hospitais regionais e afins).

    b) Adoção de mecanismos de marcação de consultas de maneira digital nas unidades básicas, visando permitir uma maior comodidade aos usuários e organização dos atendimentos.

    c) Fortalecimento do programa saúde da família e retorno do programa Mais Médicos, visando democratizar o atendimento para as regiões mais pobres do país.

    d) Ampliação das parcerias público-privadas, buscando zerar a fila de exames de média e alta complexidade, seguindo os moldes do programa Corujão da Saúde da gestão Dória.

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas, 1 dia atrás por  Jaylan Macedo.
  • #1160
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    Edmilson Junior
    Espectador

    Sou de Acopiara-Ce, uma cidade de 56 mil habitantes onde metade vive na zona rural, e a saúde é um problema nacional, mais os gestores municipais precisam fazer o possível para atender sua população, deixando em último caso a procura de sistema de saúde melhores nas cidades regionais, incentivar aos conterrâneos formados na área da saúde para atuarem na cidade de origem e tornar a saúde municipal a melhor possível.

    • #2071
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      Wallysson Charlles Moraes
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      Me chama Halison Bruno sou de coroata maranhao estamos em uma era em que o nosso estado sofre a maior calamidade política do últimos 10 anos um cárcere privado de benefícios especialmente na saúde o governo do Maranhão acabou com a saúde do estado acabou com os hospitais macrorregionas e upas está dando seu trabalho aos prefeitos que são piores que ele estamos em um penhasco sem corda pra segura na queda melhoria na saúde do Maranhão e somente criando um setor que possa sim fiscalizar de verdade o governo deputados e prefeitos minha opinião meritocrata

       

  • #1172
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    Allan Caboclo
    Espectador

    Facilitar mais o acesso para as pessoas carentes, geralmente são estas que tem dificuldade de acesso e falta de informações necessárias para usufruir esse seu direito. Fortalecer ainda mais políticas públicas

  • #1178
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    Bruno Nabuco
    Espectador

    Mais centros públicos nas grandes cidades de apoio a pessoas com deficiência. Reabilitação e serviços voltados a todos os tipos de deficiência.

  • #1190
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    Ericarlos Duarte
    Espectador

    Em nosso Brasil temos o ingrediente principal determinação dos profissionais brasileiro, porisso não vejo o porque trazer médico de outros Países, o problema da saúde é a maneira que os profissionais exercem a função, pra isso o Ministério da Saúde deveria criar uma plataforma de monitoramento das universidades que formam e capacita nossos médicos, assim teremos grandes profissionais e uma qualidade no atendimento médico, pois infelizmente muitas universidades facilitam o certificado pela a condição do aluno, tenho amigos médicos que tiveram esta esta facilidade e hoje na hora de receita um médica mento ele fica buscando no Google, a parte da plataforma de monitoramento do ministério da saúde nas universidades será possível descobri e solucionar um problema grave e antigo.

  • #1196
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    Diego Endrigo
    Espectador

    Precisamos é melhorar a qualidade de atendimento, na triagem, e própria consulta. Devemos nos adequar a realidade de nossa saúde pública. Fazer uma nova ordem de medicamentos atendendo a todas necessidade da população.

  • #1201
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    David Lira Matias
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    Onde estamos errando?

    O Brasil hoje conta com o melhor sistema de saúde do mundo que é o SUS (Sistema Único de Saúde), mas infelizmente não é isso que vemos. Nossos governantes deveriam se perguntar: O que estamos errando? Sendo que temos o melhor sistema de saúde. 

    Essa pergunta não é fácil de ser respondida, pois infelizmente o SUS passa por muitos problemas, e um deles é o fato da corrupção, principalmente no que se compete a criação de programas para beneficiar a população. Hoje temos um problema que afeta o Brasil inteiro, que é a falta de profissionais para atuar na área da medicina, não foi atoa que o governo federal criou o programa Mais Médicos, que infelizmente foi corrompido pela corrupção. O programa mais médico trouxe diversos médico de CUBA, esse médicos viviam no Brasil em situação de escravidão pois tinham que mandar seus salários para o governo CUBANO.

    Mas o fato é, onde o governo está errando?
    Na minha opinião, o governo está errando infelizmente na administração desse sistema tão cobiçado pela corrupção, pois se o governo criasse programas sociais sem apoio de bancos ou instituições financeiras ai realmente iria funcionar. O governo precisa levar médicos para os mais necessitados, que são, cidades do interior dos estados, população periférica e carente e principalmente a população negra que mais sofre com a violência doméstica.

  • #1208
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    Douglas Firmino
    Espectador

    A saúde é bem importante, pois lidamos com vidas e principalmente da população de baixa renda que não tem condições de pagar um exame de emergência ou uma cirurgia de emergência e fica a mercê dos meios públicos cheios de problemas em sua gestão e não atendendo a toda a população como de direito.

    Devemos tornar cada vez mais transparente o controle sobre as contas públicas o sistema nacional é bem pensado, porem num país como o nosso ele acaba sendo bem intransitável, pois temos realidades diferentes espalhados em várias partes do nosso país e temos grandes deficiências em interagir essas realidades diferentes com uma norma geral.

    Devemos redefinir o sistema em regionais e cada base regional ser interligada reduzindo assim o transito de dados por região e apenas em casos específicos a interação diminuída em nível nacional, por exemplo casos como transplantes (nacional) casos como consultas e cirurgias (regionais). E com essa diminuição de fluxo de informação teríamos centrais regionais para casos de crise e em casos emergenciais atuar por interferência  de risco de caso.

    Douglas Firmino.

  • #1237
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    Henrique Luciano Alencar
    Espectador

    O  PSDB deve lutar pelo fortalecimento do SUS, tanto no seu aspecto quantitativo como qualitativo; visando polir o atendimento preventivo em relação ao corretivo.

    Além, de propor medidas que visa modernizar órgãos governamentais da área como  ANS  e  propor atualizações na lei dos planos  de saúde.

  • #1240
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    Giovane Lelis
    Espectador

    O tema saúde é sempre muito amplo e complexo de ser debatido, principalmente em um país com tantas particularidades em cada um de seus Estados. Mas gosto muito de discutir duas vertentes fundamentais que é o Financiamento do SUS e a qualificação dos gestores do SUS. Não sei se é do conhecimento de todos, mas desde a criação do SUS, ele sempre foi subfinanciado. Historicamente a união e os Estados não repassam os valores previstos em lei, ficando para o município a carga mais pesada. Hoje, temos municípios gastando cerca de 30% do orçamento em saúde, pois, se ele investir apenas o mínimo de 15% previsto em lei, a população não teria acesso aos serviços de saúde. Então, o primeiro ponto a ser estudado, é a questão do financiamento do SUS, dividir as responsabilidades financeiras entre União, Estados e Municípios dando mais autonomia aos municípios e promover uma maior descentralização dos recursos. A outra vertente que é importantíssima, é trabalhar na formação dos gestores, principalmente secretários municipais, pois, hoje em dia qualquer pessoa sem formação alguma pode assumir uma secretaria de saúde, podendo ocasionar sérios problemas relacionado a ingerência da secretaria, gastos irregulares, problemas na execução de políticas públicas em saúde. Não adianta ter recursos se não teremos gestores qualificados para a função. Se não pensarmos nessas duas vertentes, dificilmente conseguiremos alcançar bons resultados nas políticas de saúde.

  • #1243
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    Joao Rodrigo
    Espectador

    retirar o sistema de emprego vitalicio para medicos, pra evitar o calote no estado do famoso “bate ponto”.

    toda ficha de compra de materias e equipamentos devem passar pela aprovaçao da secretaria do estado, antes da concretizaçao das compras.

    alguns grandes hospitais completos nas periferias

  • #1276
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    Bruno Calixto
    Espectador

    Teste

  • #1282
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    Vinícius Andrade Martins
    Espectador

    1-PSF

    De vital importância uma maior atenção ao plano saúde da família.

    2-DATA SUS 

    Unificação e investimentos no Data Sus para que as informações sejam postadas e acessadas de forma fácil e rápida pelos profissionais da saúde ajudando na gestão.

    3- MÉDICOS 

    Formar mais médicos com qualidade, e democratizar mais o curso de medicina que hoje se tornou um mercado.

    4- ENFERMEIROS

    Valorização da classe dos enfermeiros e também dos assistentes sociais que estão diariamente em contato com a população.

    5- ESTRUTURA

    Investimento nas estruturas existentes

    6- BONS HÁBITOS 

    Amalgamar práticas saudáveis á saúde pública, que incentivando a população a praticar exercícios e se alimentar bem, por exemplo construindo espaços públicos de qualidade para que as pessoas possam praticar esporte.

    7- ITINERANTE 

    Investimento em estruturas itinerantes para o tratamento por exemplo de problemas pontuais seja geograficamente ou temporalmente falando.

    9- PREVENÇÃO 

    Unir todos os tópicos acima para atuação na prevenção de futuras doenças, investindo principalmente na saúde básica.

     

  • #1283
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    Anísio Lima
    Espectador

    O nosso Sistema Único de Saúde (SUS) é o maior sistema de saúde público e gratuito do mundo, oferecendo um atendimento para milhões de habitantes, o que precisa ser motivo de orgulho para nós Brasileiros…Claro que o sistema precisa de alguns ajustes.

    Algumas medidas podem ser tomadas para melhorar a produtividade dos profissionais da saúde:
    – Estabelecer metas qualitativas e quantitativas para estimular o trabalho da equipe e formar mais produtividade;
    – Indicar gestores com experiencia na área da saúde e em gestão;
    – Promover atenção em saúde primária;
    – Informatização da rede SUS para um sistema de gestão hospitalar – Ficha informatizada do paciente onde conste aos profissionais: exames, diagnósticos, internações e dados que ajudam em futuros tratamentos, com a possibilidade de serem acessadas em qualquer lugar.

  • #1327
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    Gregory Gonçalves
    Espectador

    Uma medida que vem dando certo aqui no estado de SP é o uso das organizações sociais para gerir os hospitais gerais. Na minha região o HGIS é referência e padrão de primeiro mundo.

    Criar a carreira de estado para médicos, fazendo com que o graduado em medicina sinta-se atraído para trabalhar com o SUS. Para isso deve ser oferecida estabilidade, salários compatíveis e benefícios competitivos para que o profissional atue nas localidades mais carentes.

    Criar um meio de financiamento da saúde que seja exclusivo para a saúde.

    Incentivar a participação do setor privado na saúde pública como um meio de complementar a atuação do estado.

     

  • #1336
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    Eduardo Alves
    Espectador

    O Grande problema do Brasil é a falta de médicos, para suprir este problema seria interessante o estado investir em ensino superior de medicina nas universidades federais, para abrir mais vagas e facilitando a abertura deste curso em instituições privadas, aumentando o número de bolsas ofertadas.

    Também seria interessante a contratação de médicos em um sistema de FGTS, para facilitar a contratação e desonerar a máquina pública.

     

     

  • #1341
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    Ricardo Olimpio
    Espectador

    Precisamos de um olhar sensível à saúde da mulher, considerando suas transversalidades como por exemplo a saúde da mulher indígena, mulher negra, mulher trans e pensar do legado deixado por FHC e José Serra no enfrentamento ao HIV/AIDS, algo que tem sido desmantelado pelo governo Bolsonaro.

    #DiversidadeTucanaEmAção

    • Esta resposta foi modificada 1 semana, 3 dias atrás por  Ricardo Olimpio.
  • #1347
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    Amanda Nascimento Pereira
    Espectador

    Nesse tópico, não podemos caminhar para trás. Continuar investindo em unidades básicas de atendimento, garantir o acesso a tratamentos pelo SUS, são pontos que não devem ser deixados de lado.
    Vacinação: o governo deve voltar as fazer mais campanhas educativas para a importância da vacinaçao.

    DSTs: Estamos vivendo uma nova epidemia de doenças sexualmente transmissíveis. Nos anos 90, foram feitas muitas campanhas alertando sobre as DSTs, em suma, sobre a AIDS. Com o problema controlado, diminuiram as campanhas, e com isso, doenças como sífilis voltaram a parecer em grande número. Campanhas informativas devem ser intessificadas.

  • #1376
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    Diego Daniel Aciem
    Espectador

    Sou muito a favor do SUS como enfermeiro de formação, vejo que com ele políticas públicas de controle de saúde, prevenção, campanhas tiveram uma melhora grande desde que o SUS foi implementado porém ainda sim e óbvio que tem coisas e ser melhoradas e muito a se fazer, mais trouxe saúde a quem não tinha como pagar, cirurgias quem poderia morrer se não tivesse o tratamento, trouxe tratamento para doenças que antes as pessoas eram esquecidas em hospital e própria sorte, como disse sim tem muito a se melhora, precisa de incentivo do governo, parcerias privadas.

    Os médicos vejo que a muitos médicos que optam a trabalhar em clínicas ou hospitais privados, por ter melhores salários, e o SUS acaba perdendo por não ter como dar salários muito mais alto, mais se conseguir unir os médicos que tem com incentivos de médicos que estão se formando para poder ter qualidade de trabalho nas cidades que moram, pois tem muitos que vem para grandes metrópoles, centros econômicos para poder ter melhores oportunidades se conseguir fazer isso teríamos um fluxo intelectual do interior para o centros econômicos muito menor, tendo atendimentos nas cidades pequenas e diminuindo os problemas existentes de hoje em dia.

  • #1391
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    Jackson Lucian
    Espectador

    Esse sim um tema mais lembrado em tempo de campanha,  mais infelizmente sempre deixando de lado , uma tristeza acho que deveria ser lei tudo político deveria usar o SUS , não só ele como toda sua família acho que isso iria mudar nossa realidade que nos vivemos.

  • #1396
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    Leandro Marcio Souza
    Espectador

    1-Atenção Primária

    – Cobertura de 100% da população SUS dependente pela Estratégia de Saúde da Família (ESF), pois são as que mais utilizam o serviço.

    – Implantar ao menos um Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) para cada região sanitária, aproximando o especialista com o usuário conforme perfil epidemiológico. Se possível, com telecentro para troca de informações entre profissionais, agilizando a resolutibilidade.

    – Unidade Básica de Saúde (UBS) funcionando em horário extendido (exemplo 6 às 22 horas) com revezamento de equipes, assim quem trabalha de manhã ou à tarde tem opção de consultar à noite.

    – Equipar Policlínicas ou contratar terceiros, possibilitando exames diagnósticos ou preventivos com maior rapidez, seja no município ou região ampliada, fixa ou móvel, constante ou temporário, tudo conforme necessidade.

    – Integrar equipes do Programa de Saúde da Família (PSF) com escolas para disseminar cultura de prevenção (palestras, vacinas, ginásticas, campanhas, etc).

    – Criar carreira de médicos de estado para suprir ausências na UBS (férias, capacitações, licenças médicas, relocações). Hoje o Mais Médico tem rotatividade, deixando o PSF sem o profissional.

    – Integrar equipes PSF ou NASF com assistentes sociais, para conhecer melhor a população e direcionar ao serviço adequado conforme necessidade.

    – Observação: Conversei uma vez com um médico que fez residência em Portugal. Lá, segundo ele, o usuário da Atenção Primária passa sempre por um equipe multiprofissional, ou seja: enfermeiro, psicólogo, assistente social, odontólogo, médico generalista, dentre outros. Quem sabe um dia chegamos a este modelo.

     

    2Geral

    – Criar campanha de orientação do melhor uso de cada unidade de saúde (exemplos UBS, CAPS, NASF, CEO, UPA, SAMU, Hospitais de média/alta complexidade…) para direcionar atendimento.

    – Disseminar prontuário eletrônico via Data SUS visando evitar re-exame diagnóstico, conhecer procedimentos realizados e medicamentos em uso pelo usuário, facilitando a gestão.

    – Ter infraestrutura adequada e equipamentos em boas condições de uso, aumentando a satisfação tanto do profissional quanto do usuário.

    – Criar protocolos de atendimento, direcionando casos simples para atenção primária, casos crônicos não urgentes para aguardar em casa, casos de emergência para regulação. Isto diminui tempo de espera para ser atendido, além de ser um atendimento mais humanizado.

    – CAPS eu CVV é um serviço como o SAMU ou UPA, deve estar disponível 24 horas e em fim de semana, pois não se sabe quando será necessário o atendimento.

    – Construir rede de atendimento no interior do país, evitando aglomerações nas capitais.

    – Fazer uso de políticas transversais para diminuir vunerabilidade social (consórcios intermunicipais de saúde, hospitais regionais de média e alta complexidade, centros de hiperdia, convênios diversos (educação, assistência social, conselho tutelar, clínica terapêuticas).

    – Observação: Acho que no Brasil, não dá para ser 100% público ou 100% privado, então temos que achar um meio termo que atenda a todos. É uma opção terceirizar serviços que envolve demanda, tipos exames ambulatoriais ou especializados.

     

    3Outros

    – Avançar com aterros sanitários no lugar de lixões. Evita contato de pessoas, plantas e animais com material contaminado e consequente doença ou agravo à saúde.

    – Avançar em políticas de reuso ou reciclagem de materiais. Evita geração de lixo em aterros.

    – Avançar em saneamento básico (Rede Distribuidora-RD, Estação de Tratamento de Água-ETA, Rede Coletora-RC, Estação de Tratamento de Esgoto-ETE). Evita doenças que lotam UBS e UPA.

    – No setor privado, muitos trabalhadores tem o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) e o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) que analisam o ambiente de trabalho e fazem exames preventivos anuais. Quem sabe, no futuro, o SUS possa ofertar o mesmo serviço a todos e não apenas a população SUS dependente. Viva a concorrência.

  • #1406
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    Jonas Sousa
    Espectador

    1 –  MELHORIAS AO SUS :

    ELABORAR UM PROJETO NO QUAL , A SAÚDE PRIVADA POSSA AJUDAR NA DEMANDA DAS PESSOAS QUE PRECISAM DA SAÚDE PUBLICA , CRIANDO UMA GESTÃO NO QUAL OS CONVÊNIOS E A SAÚDE PROVIDA POSSA JUNTO AO GOVERNO COMPLEMENTAR A SAÚDE SE FORMA JUSTA COM UM CUSTO QUE AJUDE OS MENOS FAVORECIDOS .

    3-  MEDICA E PROFISSIONAIS :

    A FORMAÇÃO PROFISSIONAL E IMPORTANTE  , GERAR POLITICAS DE TREINAMENTO COM TODOS OS PROFISSIONAIS , NA IDEIA DE SE DEIXAR CLARO QUE O PAPEL IMPORTANTE E SALVA VIDAS E TRATAR OS HUMANOS DA MANEIRA CORRETA E COM ÉTICA  .

    4-ESTRUTURA :

    DEVE SE MANTER UMA ESTRUTURA ADEQUADA , PARA ATENDER A TODOS DE FORMA IGUALITÁRIA , POIS Á UMA GRANDE FILA ENORME EM CORREDORES , POR FALTA E LEITOS E UTI .

    5- PREVENÇAO :

    MANTER A POPULAÇÃO ATUALIZADA SOBRE DOENÇAS , DISTRIBUINDO FOLHETOS , E PROPAGADAS INFORMATIVAS .

     

    6- ATENDIMENTO

    DÁ PREFERENCIA AOS IDOSOS , CRIANÇAS  E GESTANTES E ETC .. NAO DEIXANDO OS MESMO GUARDADO UM ATENDIMENTO

     

  • #1420
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    Fellipe Bayeh
    Espectador

    O problema da falta de médicos no Brasil se da principalmente pela força da categoria, que consegue sempre negociar seus próprios privilégios. Quando converso com pessoas da área, o que sempre escuto é que trabalhar no interior é para ver gente morrer, por que os hospitais sempre tem bem menos recursos do que os das capitais, que já são limitados, isso também é um fator a se melhorar, acredito que o que deve ser feito é estudo a médio e longo prazo, por especialistas, para se propor uma solução mais definitiva, ao invés de pagar o médico, porque não criar um crédito aos pacientes, diminuir a maquina publica e fomentar a concorrência entre eles?

  • #1442
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    Renan Brites Marques
    Espectador

    <p style=”text-align: left;”>Acho que é necessário alto investimento neste área tão crítica que e a saúde, todos nós precisamos e usamos ela então vamos valorizar mais o atendimento, os profissionais, os médicos que fazem longos plantões para nós atender, muitas vezes deixam família pra cuidar de outras famílias, vamos trabalhar com mais investimento nesta área para salvar vidas, temos que cuidar dos nossos idosos doentes, dar pessoas com doenças crônicas e pessoas com problemas graves, hoje em dia a saúde deixa muito a desejar no país inteiro não temos mais atendimento de qualidade, estamos refém de um atendimento básico é muitas vezes não temos recursos para exames e especialistas, vamos investir mais nessa área…Saúde e uma prioridade para mim, quero uma saúde de qualidade para toda e qualquer pessoa…</p>

  • #1443
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    Gabriel Nascimento
    Espectador

    Na Saúde, o Brasil já é referência mundial com o SUS, modelo este que abrange toda a sua população, com serviços, que apesar de todos os problemas e à precariedade principalmente em regiões mais carentes, funcionam. Portanto não vejo necessidade de uma mudança drástica na estrutura da saúde brasileira. Até porque a atual capacidade fiscal do país não permite grandes modificações sejam feitas.

    Porém, um ponto que deve haver mudança, é justamente na abrangência do Sistema Único de Saúde. A utilização do sistema poderia ficar restrito somente à determinada faixa de renda, ou implementar um sistema que faça com que cidadãos com maior capacidade contributiva devam arcar com uma parcela dos custos ao utilizar os serviços.

  • #1468
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    Gustavo Henrique de Vasconcelos Nobre
    Espectador

    O Sistema Único de Saúde no Brasil deveria ter como principal prioridade o foco na primeira infância, trabalhando para obter a integração dos programas sociais, de saúde e educação, promovendo o fortalecimento da rede intersetorial para que as crianças possam ter igualdade de oportunidades. O projeto inicial deverá consistir em diretrizes para a diminuição das desigualdades sociais.

  • #1477
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    Italo Nogueira de moro
    Espectador

    Prezados,  meu nome é Italo Nogueira de Moro e curso o 4° período de Direito.

    Induvitavelmente, nossos centros de saúdes são precários e precisam de uma forte atenção. O cuidado com a saúde é fundamental para construirmos um futuro digno para todos os brasileiros, honrando nossos princípios de dignidade da constituição.

    Neste sentido,  observa-se a importância de aumentar os investimentos em saúde, revisando a tabela do SUS e ampliar a rede pública.

    Ademais, é necessário reformular o programa mais médicos, com objetivo de certificar a qualificação dos participantes, oferecendo cursos preparatórios para o exame revalida e cursos regulares para atualização dos profissionais.

    Acredito que incentivos públicos para médicos abrirem clínicas em regiões mais carentes também seriam de extrema importância para levarmos saúde a toda população.

    Ainda em tempo, observa-se que a valorização dos profissionais da saúde é fundamental.

    Por fim, sem dúvidas o aumento do leito hospitalar é de extrema importância para um atendimento justo.

    Abraço Fraterno.

     

     

     

  • #1487
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    Mateus da Rocha Castro
    Espectador

    Saúde é o tema que tenho maior segurança para debater e discutir. Sou formado em farmácia pela Universidade de Brasília, e me dediquei bastante por anos sobre as soluções para a saúde no Brasil. Descobri que o SUS precisa urgentemente de uma revisão no que se refere a gestão e fiscalização dos recursos investidos. Para o Nordeste, seria interessante a implantação de hospitais públicos centralizados, o que reduz o número de atendimentos em hospitais de referência, que por vezes ficam a mais 300 Km de distância. Reduzindo custos a longo prazo, e garantindo um melhor atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde

  • #1506
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    Philippe Alves
    Espectador

    Seria redundante falar que saúde do Brasil está precária, e que falta investimentos, valorização de profissionais entre outras lacunas. Mas a saúde do nosso país pode ter seus problemas reduzidos, olhar para a saúde básica em micro unidades de saúde previne problemas futuros. O governo precisa mostrar interesse nesse fundamento, em parceria com os governos estaduais e municipais.

  • #1519
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    Rafael Almeida
    Espectador

    – Qualificar e aumentar a quantidade de médicos especialistas.
    – Modernizar equipamentos e meios para que seja zerado filas para consulta e exames no município.
    – Medico em casa, levar médicos e especialistas em locais mais afastados.
    – Investir em hospitais municipais, cobrar resultado e fiscalizar os recursos.

    – Acabar com terceirização.

     

  • #1521
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    Marcos Rodrigues
    Espectador

    Saúde é um tema complexo mas que com um plano bem feito pode ser solucionado, o plano para saúde deve ser feito de forma diferente que os anteriores ao invés de fazer um passo de cada vez esse plano consiste em dar vários passos ao mesmo tempo.

    Muito das doenças que chega aos postos de saúde são frutos dá falta de coleta de lixo e de saneamento, essas áreas devem ser corrigidas o mais rápido possível, e ao mesmo tempo postos de saúde e hospitais devem receber equipamentos de última geração e o número de postos e hospitais também deve ser ampliado.

    Quanto aos médicos é necessário um investimento nos médicos brasileiros, esse investimento estende as mãos as escolas e universidades, ao mesmo tempo que o projeto de educação se expande formando profissionais capaciatados a área dá saúde será presenteada com esses frutos.

     

    Lembrando que o saneamento básico não pode faltar na vida de nenhum brasileiro, com a área de saneamento resolvida e a formação de profissionais caminhando positivamente teremos médicos de qualidade e teremos menos enfermos que são vítimas do saneamento precário.

     

  • #1530
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    Saúde é uma questão delicada de se discutir, principalmente quando muitos não tem acesso à condições sanitárias dignas. Eu, como futuro profissional da educação física, tenho ciência de que muito do que vemos hoje de casos e filas de espera no SUS, poderiam ser evitados com medidas simples.

    Por exemplo, gasta-se muito com o tratamento da doença, mas não se gasta na prevenção dela. Vemos poucas ações sendo tomadas para incentivar a prática de atividade física (que deve vir desde a infância), quando esta pode ser a principal ferramente no combate e prevenção de diabetes, doenças cardíacas e degenerativas. O SUS deve, antes de mais nada, começar a fazer campanhas em escolas para que as crianças possam ter acesso a locais para suas práticas diárias de atividade física (e não estou dizendo somente quadra de futebol), mas todas quantas for possível.

    Promover, nos grupos de terceira idade a prática de exercício físico como fonte de saúde e diversão. Além disso, trazendo para o lado mais atual, deve ser ampliado os recursos do SUS, contratação de mais pessoal, materiais de melhor qualidade e celeridade nas filas de cirurgia. De nada adiana termos um programa que é referência em saúde pública que não aplica aquilo que é o básico.

  • #1543
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    José Lucas
    Espectador

    A grande solução pra saúde, é investir em prevenção, remediar é muito mais caro! Simples assim!

  • #1552
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    Geraldo Custodio Junior
    Espectador

    Inserção do Fisioterapeuta no programa Saúde da família como membro efetivo da equipe

  • #1563
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    Jean dos Santos Silva
    Espectador

    O SUS é o melhor sistema de saúde do mundo, falta melhor aplicação dos recursos, deve-se parar de judicializar a saúde e investir na ponta, com melhoria do saneamento básico, e outros fatores que impactam diretamente na saúde do cidadão

  • #1572
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    Pedro Henrique Pasquali
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    Não há a menor dúvida de que o sistema de saúde pública no Brasil precisa passar por mudanças. Nada obstante, ainda que imperfeito, o SUS é uma boa maneira – que, lato sensu, foi copiado por outros países -, muito principalmente porque consegue universalizar o acesso.

  • #1582
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    Wagner Gockos
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    É inegável que o Sistema Único de Saúde, é um sistema que em sua concepção buscou atingir sua função social e administrativa, em seus níveis de referências.

    Porém, o sucateamento das unidades hospitalares, a não atualização da tabela de procedimentos, fazem muitas vezes os profissionais burlarem o sistema, realizando procedimentos cirúrgicos com valores baixos e acabam lançando como se fossem procedimentos mais caros, para “elevar” o valor pago.

    É necessária a atualização urgente dos valores repassados para as Unidades de Atendimento de Urgência, Hospitais filantrópicos e Municipais.

    Importante continuar e ampliar os programas de Saúde da Família, que visam a prevenção das doenças, de maneira mais próxima e efetiva junto à população, e buscar soluções para a falta de médicos, com um programa aperfeiçoado dos Mais Médicos, contemplando médicos brasileiros, formados no país e os que buscaram formação no exterior, mediante a aplicação do revalida.

  • #1592
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    THIAGO RODRIGUES
    Espectador

    Boa Tarde ! Querido amigos e estendo os meus comprimentos ao demais leitores, Saúde, nada mais é do que um direito de todos, sem nenhuma distinção de cor, raça, sexo e religião. Conforme estabelecido na Constituição Federal, direito esse dos cidadãos, é oferecido pelo ESTADO, sendo dever do ESTADO em oferecer uma saúde com qualidade e eficaz a toda população, utilizando os meios de politicas sociais e econômicas que visem a redução de doenças e de outros agravos, o ponto cuminante  é o acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, isso que foi dito parece bonito, aparentemente aparenta dar certo, aparenta ser o melhor País, mais não é, porém se fosse seguido a risca, fazendo com que o que esta inscrito na lei,  produzi-se  efeito, não haveria um grande falta no ramo da saúde.

    Não há saúde se não houver EDUCAÇÃO, os dois ramos estão interligados, na falta de profissionais qualificados para atender a demanda do SUS (SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE), não só profissionais na ceara da medicina, mas também no atendimento qualificado aos destinatários dos serviços prestados. No tocante, havendo profissionais qualificados agilizaria o atendimento e diminuiria a espera dos cidadãos na fila do SUS, a edução neste contexto não é somente as profissionais, mas também aos ensinamentos repassados a sociedade, sobre devidos cuidados precação, e campanhas de saúdes, abarcando todos os temas em alta no nosso PAÍS OU MUNICÍPIOS.

    Ainda mais, segundo a Constituição Federal, dispõe sobre a proteção e recuperação, neste sentindo seria eficaz o investimento em campanhas de proteção, campanha de SAÚDE NOS BAIRROS, promovendo esse evento, fará com que a sociedade se conscientize sobre as doença, e que tome as medidas protetivas, é importante frizar a SAÚDE nas escolas, pois é de la que temos a futura massa populacional, não só com os adolescentes mas também as crianças jovens e adulto, com isso ajudaria a prevenir futuras doenças, inimizando a busca ao sus, então desafogaria as filas, e a eficiência na saúde.

    Acrescento mais ainda, falta de apoio a saúde a população idosa, deve ter uma atenção também, oferecendo a eles um serviço sem burocracia, e incentivar a elas a realizar atividades fisicas, com isso pode ser feito através de uma projeto nos bairro  atividade fisica ao ar livre, com intuito de mostra a eles que a vida prolongada e sem futuros problemas de saúde está na atividade fisica.

    Não posso termina meu texto sem tocar na saúde dos sistema prisional, com status “escasso”. Pois o ambiente em que o condenado vive é de se causa repuno, a falta de investimento governamental, muitos vivem em celas cheia de sujeiras, não tendo lugar nem mesmo para fazer suas necessidades diárias, e muito mais, eles convivem com ratos e maus tratos, tratando-os com  desumanidade, onde fica o direitos humanos ? Onde fica o estado, Umas vez que a CONSTITUIÇÃO FEDERAL, diz que a saúde e direito de TODOS. Então diante a esse problema deve-se investir melhorias na saúde no sistema prisional, fazendo campanhas de proteção a doença, uma vez que o sistema trata -se de ressocialização.

     

  • #1609
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    Maurício Martins
    Espectador

    Um dos grandes problemas na saúde pública do país é o investimento financeiro e técnico na Atenção Primária, que abrange 90% dos atendimentos em saúde no Brasil, mas não tem o recurso compatível com esses 90%. A Atenção Primária age na promoção e prevenção da saúde, e pode evitar que milhões de reais tenham que ser investidos em tratamento de enfermos. Além da economia no setor secundário e terciário, o maior investimento na Atenção Primária melhora a qualidade de vida do paciente.

    Ao mesmo tempo, deve-se melhorar, também, o atendimento na Atenção Secundária e Terciária, que são mais custosas, porém, muito importantes para o prosseguimento dos tratamentos em saúde. O tempo de espera entre um primeiro atendimento e a marcação de uma consulta com um especialista, por exemplo, é muito grande. Muitas vezes um paciente chega com pequenos sintomas iniciais e, como há uma grande demora para a marcação de uma consulta com um especialista, vê em silêncio o agravamento da sua enfermidade. Casos que poderiam ser tratados sem maiores problemas, posteriormente acabam sobrecarregando hospitais e causando danos irreparáveis à saúde de diversas pessoas.

    As vezes a conta pode não fechar. É como se fosse um cobertor curto, onde se tapa a cabeça e destapa os pés. Por isso é importante uma melhor gestão do recurso e investimento em prevenção.

  • #1624
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    Valentina Jordão
    Espectador

    O sistema de saúde público é precário e já tive de ir as UPAS e hospitais públicos algumas vezes. Há falta de materiais, o raio X não estava funcionando e havia falta de médicos para atender a grande quantidade de pacientes. O problema da saúde no Brasil é grave e quem tem que frequentar essa rotina  sofre com a política ineficaz. O PSDB e a sociedade devem fiscalizar para onde está indo o dinheiro destino à saude, combater a corrupção, ajudar a propagar campanhas de saúde e vacinação, promover maior fiscalização nos cursos de medicina e enfermagem  e fazer a diferença. Nós unidos podemos fazer jus ao que prega a social democracia e mudar a situação caótica que está o país.

  • #1632
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    José Victor da Silva Araújo
    Espectador

    A saúde no nosso país está muito precária, muitos não têm condições de arcar com exames caríssimos e ficam a depender do SUS que deixa muito a desejar. Os governantes, em si, deveriam pensar mais no próximo, pensar mais em quem colocam eles no poder, que são pessoas humildes e honestas. Se os atuais políticos tivessem pensamento diferente, o mundo seria bom melhor. Mais enquanto isso não acontece, só temos que pedir a Deus que interceda por todos.

  • #1638
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    Vivian Coutinho Cavalcante
    Espectador

    A Saúde é uma das áreas mais precarizadas.

    Acredito que, inicialmente, deva existir um mapeamento dos principais problemas de cada região. Estruturando, com eficiência, cada demanda, para que seja possível agir de forma mais “cirúrgica” em cada caso.

    Muitos dos problemas giram em torno da falta de vagas de internação, da falta de estrutura dos hospitais em receber determinados casos, faltam remédios, insumos, e a população sofre doente e sem tratamento.

    Uma das soluções possíveis, são as parcerias público-privadas, em que o Poder Público repassa uma parte da prestação do serviço em saúde para particulares que sejam mais eficientes no atendimento.

    Sou a favor de existirem formas gratuitas de atendimento, sim. Mas, outra possibilidade é que haja uma triagem dos casos para que, quem possa pagar, arque ao menos parcialmente com os custos que gerou.

    Uma vez que o Estado vem falhando na prestação do serviço, de repente, seja menos oneroso terceirizar. Essa é outra possibilidade.

    Existem organizações especializadas na prestação da Saúde, que podem, facilmente, gerir recursos e prestar um serviço mais digno aos pacientes que dependem desse atendimento.

    O Estado, sendo mais enxuto, passa a ser mais eficiente.

  • #1646
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    Lucas Vicente Russo
    Espectador

    <p style=”text-align: left;”>Mesmo com o Estado na saúde, não nos esqueçamos da caridade social</p>
    Como nos disse o arquiconhecido salmista hebreu: ” o prudente antolha o mal e esconde-se, o néscio passa e sofre as penas”. Não pode haver conscientização de homens, deve-se admoestar-lhes, advertir-lhes com rigor, qual o expediente que salvará miríades de vidas e economizará milhões de reais das contas públicas.

    É mister ao estado assegurar assistência hospitalar aos seus desvalidos, mas nunca centralizá-la ao seu bel-prazer. Por que não dar liberdades às ordens religiosas, às igrejas, às instituições filantrópicas laicas e às incontáveis entidades caritativas não-governamentais a prestarem serviços desta natureza ? Tal qual sói ser em países desenvolvidos ( hospitais metodistas, católicos hospitalários, carmelitas…) ! Desde que asseguradas a idoneidade de suas operações poderão fazê-lo sem óbices burocráticos. De vez que o Estado não é e não será ubíquo, descentralizar nossos ” ativos sociais”, securitizar nossos deveres, é diminuir os riscos e ampliar a abrangência de nossas ações.

     

  • #1647
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    Douglas Frederico
    Espectador

    1 – Sistema Único de Saúde: O SUS não tem que acabar, ele deve ser menos burocrático e ideológico , a maioria dos seus conselhos são apenas para politicagem.

    2 – Nova concepção de Saúde: O primeiro elemento deve ser valorizar o técnico de enfermagem, enfermeiro e o agente comunitário (ACS)pois, boa parte da nova concepção de saúde passa por eles.

    3 – Estratégia de saúde Familiar: A ESF deve receber mais atenção e ser ampliada como fez o prefeito Marchezan ao criar o 3 turno em Porto Alegre e hoje já está sendo replicado pelo governo federal sob a tutela do ministro Mandetta.

    4 – Prevenir a causa é melhor que tratar o doente:   80% dos problemas de saúde podem ser resolvidos com uma boa atenção primária e não apenas para tratar doença, a cada real que se investe em prevenção evita gasto com tratamento hospitalares caros.

    atenciosamente

    Douglas Frederico – Rio de Janeiro – São João de Meriti

  • #1650
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    José Neto Cassiano de Camargo
    Espectador

    Sem menor sombra de dúvidas, a saúde é a área mais precária e que atinge a população de forma mais acentuada.

    O primeiro passo seria a retomada da economia, para que as pessoas desempregadas possam ter renda, para com isso pagar um plano de saúde e desafogar o SUS. Pois, nenhum sistema público no mundo (com os moldes do SUS) é capaz de atender 210 milhões de habitantes. O segundo passo, seria o partido realizar propostas em que o sistema privado fique mais acessível as pessoas de média e baixa renda, como o chamado Obamacare, nos EUA.

    Talvez também seria viável reduzir os impostos de equipamentos e medicamentos produzidos no exterior, principalmente para os casos de maior complexidade. A atividade médica, os insumos e tecnologia são caros, isso acaba por dificultar o investimento público e o tratamento particular.

    O tema da saúde é central, fazer com que tenhamos um serviço de qualidade é essencial, pois esta matéria esta ligada diretamente a dignidade humana.

  • #1654
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    Pablo Salomão
    Espectador

    Quando me deparo com os temas apresentados aqui, ao analisar os comentários dos colegas, formular minha linha de pensamento, fico realmente triste com nossa situação.

    Se for pensar em falar que deve-se investir, estará cometendo mais do mesmo.

    Investimento é a solução, poderíamos publicar isso em todos os temas e ficar aguardando a aprovação do Programa Jovens Líderes.

    Não estaríamos errado. Quando abrimos o debate sobre o novo, é ai que compreendemos a grave situação:

    Não temos dinheiro; e os nossos profissionais da área de saúde estão desmotivados, sobrecarregados, e não capacitados.

    Precisamos propor medidas na base da proatividade e soluções inovadoras em meio ao caos da gestão pública.

    Devemos primeiro pensar em formas de valorizar os servidores, e aqui estou falando de melhoras nas condições de trabalho que possam beneficiar a saúde física e mental. Uma simples e eficaz maneira de potencializar desempenhos.

    Campanhas de conscientização e combate a depressão devem ser fortalecidas em âmbito nacional. Aproximar o Conselho Federal de Psicologia para que possamos compreender e criar juntos soluções para esse tema que é uma crescente mundial.

    Para se ter uma ideia: o suicídio é a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no mundo, atrás apenas de acidentes de trânsito.

    Podemos debater o mais médico, não tenho dúvidas. Mas, é preciso trazer propostas capazes de impactar em um curto período.

    A saúde no Brasil é um assunto extremamente desafiador.

     

     

  • #1673
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    Rodrigo Ribeiro
    Espectador

    É o setor mais sensível no país e o que merece um planejamento muito bem feito. O que faz uma pessoa sem estar em um bom estado de saúde? do que adianta ter a oportunidade de um emprego se está doente?

    Sabemos que o custo de manutenção dos equipamentos públicos encarecem o setor. Por exemplo, o valor investido na construção do Hospital Regional de São José dos Campos e a quantia necessária para um ano de operação do mesmo. Além disso, quanto mais se investe e melhora o atendimento maior será a demanda. Por quê terei um convênio particular se tenho um bom sistema de saúde público?

    Saúde custa caro e por isso escrevi planejamento mais acima ao invés de investimento. Explico. Lembro-me de uma frase dita pelo ex-governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, quando questionado e criticado pela privatização de um hospital: “O equipamento não precisa ser estatal, ele precisa ser público!”.

    Concordo 100%  e acho que esse é o caminho. Fazer um bom planejamento para atender bem a população e procurar parcerias na iniciativa privada para “tocar” os equipamentos.

     

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 5 dias atrás por  Rodrigo Ribeiro. Razão: acrescentar raciocínio
  • #1686
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    Ronald Vilella
    Espectador

    Em relação à saúde podemos mencionar diversos temas, tais como a melhor gestão dos recursos do SUS, como incentivar mais médicos em regiões afastadas de grandes centros, tecnologias em exames e cirurgias e etc. Contudo, venho destacar a importante da prevenção, por ser tratar de medidas de menores custos ao Estado e com ampla divulgação, como a questão de doenças transmitidas por vetores, hábitos mais saudáveis de se viver, verificação rotineiras da saúde.

    Outro tema importante ligado à saúde é o saneamento básico. Para se ter uma ideia, cerca de R$1,00 gasto com saneamento, o estado deixa de gastar R$4,00 com saúde, demonstrando a importância desse tema na vida das pessoas e na conta do Estado.

  • #1687
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    Wellington Luís Pegorin
    Espectador

    A gestão pública na área da saúde é um dos setores que se deve uma grande atenção. Precisamos cada vez mais de profissionais, seja médicos, enfermeiros, etc. A gestão do recurso deve ser bem rígida, com fiscalização e distribuição de recursos de forma contínua. Gosto muito de ações itinerantes, como por exemplo a carreta da mamografia, que atinge pessoas/locais e ajudam na prevenção de doenças. Focos em campanhas na rede escolar também é um passo fundamental na promoção da saúde.

  • #1701
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    Arthur Silva
    Espectador

    Pode-se fazer uma pesquisa neste instante com o tema: “quais os maiores problemas do Brasil?”, hoje dirão que é a corrupção, devido ao debate nacional pós mensalão e lava jato, mas logo em seguida aparecerão dois outros problemas: saúde e segurança. De fato, a saúde é simplesmente o que mantém, literalmente, a população viva. É preciso reconhecer que muito se fez pela saúde, mas não se pode parar por aí. O Brasil precisa de uma agenda permanente! Um debate com a população (eu sempre defenderei isso, pois eu acredito no princípio da conversa, do diálogo, da democracia) sobre qual o sistema de saúde que desejamos e que podemos ter.

    É preciso sair da nossa zona de conforto de quem tem plano de saúde e nunca dependeu de um Rocha Faria, Miguel Couto, entre outros. A realidade é diferente, mesmo que esteja melhor do que anos e anos atrás. Depois de ouvir a população, impreterivelmente, é hora de arregaçar as mangas e… FAZER! Hospital público deve ser, primeiramente, um ambiente menos “pesado”, as questões mais básicas devem ser garantidas sem exceção, como pro exemplo a limpeza e a manutenção, que podem até, não vejo problema, estarem terceirizadas.

    Sou professor, minha sina é o diálogo. Povo instruído, é povo que não perece, ou perece menos. Abrir o campo para a conscientização, o precaver. Demonstrar os perigos dos abusos, excessos.

    Quero, além do que já foi citado, dizer que é importante que se tenha ORGANIZAÇÃO. A tecnologia está aí para nos auxiliar, usemo-la.

    Inspirar-me-ei  na grandiosa Rita Lee e depreenderei: também me cansei de lero-lero, eu quero mais saúde.

  • #1702
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    Gregory de Araújo Toledo
    Espectador

    É claro que o partido precisa tomar posição por esse tema, aqui no Rio, hospitais grandes e localizados na capital faltam de tudo, é a prefeitura empurrando pro estado e o estado empurrando pra prefeitura, ninguém assume o filho feio. As upas são fracas, faltam médicos, insumos e qualidade de atendimento. É preciso procurar parcerias privadas e direcionar atendimentos para alguns hospitais particulares através de vouchers, aumentando o atendimento, diminuindo as filas de esperas que são enormes e gerando atendimentos de qualidade.

  • #1722
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    tales costa
    Espectador

    FALTA MUITA ESTRUTURA ,  MEDICO POSSA PEDIR EXAMES E ESTE SER FEITO COM DINAMISMO. NAO FAZER AS PESSOAS ESPERA TANTO OU TAMBEM AGENDA UM DETERMINADO EXAME, PARA MESES OU ANO.

  • #1726
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    Yan fernandes pereira
    Espectador

    Temos o melhor programa de saúde do mundo ,problema é que o investimento não esta sendo aproveitado o governo deveria se programar melhor e investir corretamente

  • #1791
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    Rodrigo Ferreira
    Espectador

    Pejotização de parte da Saúde, exemplo os plantões médicos. O médico plantonista, recebe uma escala que nem sempre condiz com sua disponibilidade. Não pode ficar doente no dia do plantão, não pode ir ao casamento do irmão, bodas dos pais, aniversario de 15 anos de sobrinha, sob pena de comenter crime, uma vez que é de sua responsabilidade aquele determinado turno. Os plantões sendo Pejotizados poderia o médico em caso de não poder ir naquele determinado dia ou horário, enviar um contratado de sua preferencia para cobrir seu turno. Hoje isso é impossível, uma vez que contrato o médico, somente este pode trabalhar.

  • #1858
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    Guilherme Santos Ferreira
    Espectador

    É necessário implantação de UPAS espalhadas por vários locais e a expansão da unidade da família, principalmente para os residentes em áreas rurais e longe dos centros urbanos, para que possam receber acompanhamento médico nas residencias, diminuindo assim a propagação de doenças e a mortalidade infantil.

  • #1865
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    Gabriel Testai
    Espectador

    A saúde pública está prevista na Constituição Federal como um dever do Estado e como um direito social, ou seja, um direito que deve ser garantido de forma homogênea aos indivíduos a fim de assegurar o exercício dos direitos fundamentais. Porém, ainda é vital que haja uma modernização e melhorias nos hospitais de rede pública. Uma das primeiras medidas que deveriam ser tomadas pelo Governo seria investir em atenção primária, pois a atenção primária, como programas de saúde da família, mutirões de vacinação e programas de remédio em casa, são fundamentais para aliviar os gastos com internações decorrentes ao agravamento de doenças que poderiam ser facilmente evitadas. Isso diminuiria o custo de atendimentos em pronto-socorros e hospitais e melhoraria a saúde pública no Brasil como um todo. Outra medida que deveria ser tomada é atrair médicos com planos de carreira e melhor infraestrutura, visto que trabalhar com saúde pública no Brasil não é atraente para profissionais recém formados. A remuneração é inferior à da rede privada, falta motivação, valorização dos profissionais e, não raro, até mesmo os materiais necessários para os médicos trabalharem. Portanto, é necessário estabelecer planos de carreira sólidos que só façam permanecer no sistema público. Uma melhoria fundamental seria reformular as gestões hospitalares, pois a falta de medicamentos e materiais nos hospitais públicos do país está mais relacionada a falhas na gestão do que à ausência de recursos e, portanto, o estado deve, necessariamente, indicar gestores com experiência não só na área médica, mas em gestão hospitalar, para atuar nos mais altos cargos de administração da saúde pública. Deveria também, ser investido uma grande parte da verba pública para o uso e desenvolvimento de tecnologias nos postos públicos de saúde, pois poderiam ser ampliados os programas de agendamento automático, pois agilizariam as tarefas e poderiam facilmente confirmar a presença, ou não, de um cidadão, diminuindo, assim, a taxa de absenteísmo dos pacientes. Investir em desenvolvimento tecnológico também traz benefícios em questões como rotação de leitos de UTI ou comunicação com outras unidades para fazer uma melhor distribuição de pessoas. Especialmente em redes de alta complexidade, esses elementos facilitam o trabalho que, de outro modo, corre o risco de perder eficiência.

    Gabriel Testai

  • #1932
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    Cicero Sampaio De Brito Sampaio
    Espectador

    Meu nome e Cicero Sampaio sou do Ceará e moro em Acopiara minha cidade,pois Ben ela não e diferente das demais da nossa confederação , que venhe sofrendo muito nesse aspecto da saúde , oque eu acho que deve melhorar para que nos possamos ter uma boa gestão na saúde ,

    Primeiro , qualificar mais médicos

    Segundo abastecer as farmácias pública

    Terceiro qualificar os atendentes e pagar em dias seus salários

    Quarto.fiscalizar os cofres público e sabe se realmente o dinheiro destinado a saúde está sendo devidamente aplicado no setor

    Quinto fazendo isso teremos uma distribuição de qualidade as pessoas que necessita de atendimento aos posto de saúde .

    Minha mensagem , e que os nossos governante tenha mais coerencia e fiscalize seus gestores como um todo só assim poderemos ter uma nação forte e livre das corrupção que a sola nosso país confio em ti PSDB

     

     

  • #1976
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    Jeferson Lorensett
    Espectador

    Sistema Único de Saúde (SUS) um dos melhores sistemas de saúde pública… no papel, a execução está muito falha, até parece ter sido criado para facilitar esse desvio de “foco”. Gerenciamento e eficiência, mudariam muito saúde no nosso país. Melhorar a educação (conscientização) e saneamento resultaria em uma menor quantidade de usuários.

    É necessário mudar e muito, precisamos de mais médicos, precisamos de mais medicamentos, mas temos que focar em diminuir essa necessidade para sanar o problema e não apenas continuar tentando mascarar.

  • #1983
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    Leandro Miguel
    Espectador

    É simples pra melhor a saúde publica, primeiro temos que fazer ela funcionar de verdade, e não fazer uma ilusão em propagandas eleitoras.

    Eu fico indignado, na minha cidade de 7.00 habitantes cada prefeito que entra e sai tem seu salario em um valor fixo de 12 a 18 mil reais, enquanto 2 médicos é o que a população tem pra lhe atender, quanto dinheiro desperdiçado em um único funcionário publico, e nem posso entrar em outros pra que o meu texto não extrapole os limites a mim dado, estou me referindo ao âmbito nacional.

    Temos que ter mais sensibilidade, tem que haver mais fiscalização.

    Tem que investir na saúde publica em todos lugares, tem que se parar com essa mania de que apenas capitais e cidades consideradas grandes tem quem precise de um hospital adequado, todos somos seres humanos e precisamos do pagamos, como imposto para ter.

  • #2001
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    Lucas de Lima
    Espectador

    Em relação a saúde pública em geral vejo várias falhas, parece que não há empenho na modernização do SUS com ideias tão simples como ter um cadastramento em banco de dados municipal com o histórico médico das pessoas e depois incorporado a um banco de dados nacional, assim agilizando atendimentos sem precisar passar por etapas desnecessárias e facilitando o trabalho de médicos e enfermeiros.

    É interessante também atualizarmos o modo como a verba é distribuída para estados e municípios, primeiramente ter estudos mais detalhados sobre as necessidades de cada região, acesso à saúde e como eu citei anteriormente poderíamos fazer um levantamento através do sistema integrado nacional de saúde de quais doenças mais atingem determinadas regiões e assim combater não só de forma corretiva essas doenças, mas também promover campanhas preventivas com incentivo a hábitos saudáveis, reformulação e fiscalização intensa em relação a gestão de gastos desses recursos por esses hospitais.

    Sou a favor de debatermos um sistema de voucher para o SUS, onde dependendo da renda familiar teríamos uma cobertura de 0%, 25%, 50% e 100% em procedimentos de alto custo, já em consultas e serviços odontológicos custos de 0%, 50% e 100% dependendo de outra faixa de renda. Serviços de urgência seriam cobrados nos mesmos moldes dos de alto custo, porém em casos de imprudência como dirigir alcoolizado, agressão à mulheres ou caracterizado crime de alguma forma, a pessoa responsável ressarciria integralmente o estado pelos recursos utilizados.

    Sabemos que a falta de médicos é um grande problema no Brasil, mas a realidade no interior dos estados é pior ainda, as vezes não só pela falta, mas pelos próprios médicos que não tem nenhum interesse em permanecer nessas regiões mais distantes dos grandes centros, a minha ideia é que haja incentivo a formação de médicos locais que tenham interesse de permanecer em sua cidade, comunidade ou região. Onde regras seriam impostas como: Ter vivido 10 anos ou mais no local,  ter estudado a vida toda em escola pública da região, assinar termo de compromisso de que só atuará nessa região e renda de até 2 salários mínimos. Os selecionados teriam direito a ajuda de custo e cota social para pessoas do interior ingressarem em universidades públicas no estado (capital ou interior), limitado a 3 vagas por campus onde o curso de medicina é oferecido.

    Sou a favor de uma reformulação e manter uma periodicidade do REVALIDA.

    E por fim, condições de trabalho para todos os profissionais da saúde publica

  • #2050
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    Pedro Saldanha
    Espectador

    boa noite a todos. sobre a saúde a nível federal ,estadual e municipal é necessário  para melhorar:

    – Investir mais na construção de hospitais e postos de saúde , pois a população só aumenta e precisa de locais de atendimento cada vez mais.

    – Aumentar o numero de médicos e enfermeiros nas UPAs, diminuindo assim o tempo de espera dos pacientes.

    – Aumentar a verba publica destinada a compra de equipamentos e fiscalizar se os mesmos estão sendo utilizados realmente nos hospitais.

    – Ampliar o atendimento de urgência de ambulâncias como SAMU,  Adquirindo mais automóveis e contratando mais enfermeiros e auxiliares .

  • #2065
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    Renato Ribeiro
    Espectador

    Na área da saúde a preocupação inicial seria proporcionar a todos os cidadãos o acesso a saúde gratuita, melhorando o Sistema Único de Saúde (SUS) com investimentos em ciência e tecnologia voltados à área da saúde. Deve-se também investir massivamente em políticas públicas de prevenção e melhoria de hábitos através de atendimento de equipes multidisciplinares formadas por psicólogos, nutricionistas, educador físico e outros profissionais, o que ajudaria a melhorar a qualidade de vida das pessoas, diminuindo o número de doenças em anos posteriores. É preciso também criar um programa que verdadeiramente possa tornar permanente a presença de profissionais médicos nas comunidades mais isoladas do país, além de investir na prevenção de acidentes de trânsito, algo que tem elevado os gastos dos governos nas suas diversas esferas, seja em exames e cirurgias, seja em pagamentos de auxílios do INSS para os acidentados, o que acaba onerando os cofres públicos.

  • #2069
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    Ronaldo Florencio da silva Junior
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    A Saúde pública no país deve mudar de uma saúde curativa para uma saúde preventiva que é mais barato e mais eficaz. Os hospitais universitários tem um papel fundamental na melhoria da saúde pública, não somente por ajudar na grande demanda que vem da rede SUS, porém também é deles que vem estudo e produção de conhecimento que deve servir a sociedade. O governo federal invés de brigar com as universidades e por consequência os hospitais universitários, deve investir cada vez mais em HU’s e exigir resultados. A universidade tem que criar mecanismos para que o capital privado chegue aos HU’s como forma de financiar conhecimento, descoberta de novos remédios, procedimentos médicos.

  • #2076
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    Joedson Mendes
    Espectador

    Sendo a saúde pública um direito social e um dever do Estado proporcionar um atendimento digno a população, mas não é bem assim que acontece, não é por falta de verba aplicada na saúde mas sim por uma má gestão da administração pública.

    Nos dias atuais a saúde pública enfrenta dificuldades como no atendimento à população, falta de médicos nos hospitais, falta de estrutura para suportar a quantidade de pessoas, aparelho específicos para certos exames etc…

    O governo deveria capacitar os jovens que queiram atuar na área da saúde disponibilizando bolsas de estudo e incentivando-os esses jovens a serem grandes médicos.

  • #2079
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    igor coimbra manhani
    Espectador

    O PSDB deve ter posicionamento claro em defesa do Sistema Único de Saúde. Quando o partido esteve no governo implementou políticas que ainda hoje são referência. A política de combate ao HIV e o genéricos são grandes exemplos nessa direção. O partido deve focar ainda na melhoria do atendimento nas regiões mais carentes do país, criando condições e dando incentivos para que profissionais da área de saúde tenham interesse em ir para localidades mais afastadas da região centro-sul. Em outra frente, o PSDB deve atuar para que haja melhor gestão e modernização da saúde pública. A criação de sistemas regionais de depósitos de resultados de exames, por exemplo, evitaria que o desperdício de recursos públicos com a duplicidade de exames realizados em diferentes estabelecimentos públicos em curto espaço de tempo. Outra frente importante de atuação é a da medicina preventiva. Nesse caso, o partido de atuar de modo enfático na melhoria do saneamento básico no país, o que por si só reduziria o gasto com enfermidades ligadas à falta de acesso a condições sanitárias básicas por uma parcela expressiva de nossa população. Cumpre frisar investimentos em gestão e ampliação do acesso a saneamento básico teriam enorme retorno ao reduzir gastos em saúde, permitindo um melhora no acesso a saúde pública sem onerar demasiadamente os cofres públicos.

  • #2096
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    David Alector Sampaio
    Espectador

    A população brasileira sofre muito com a atual situação só SUS. Onde o programa falhou?

    A falta de médicos e medicamentos em boa parte do país é o espelho da inércia e da improbidade de um programa que teria tudo pra dar certo.

    A uma necessidade enorme de uma reformulação na saúde brasileira.

  • #2112
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    Raphael Sarris
    Espectador

    O Estado deve investir na assistência psicológica dos médicos, pois até nos EUA os suicídios de médicos tem aumentado a cada ano devido a pressão constante, muitas horas trabalhadas e não há dinheiro que pague todo esse estresse. Logo, o primeiro objetivo é continuar informando a população, mas não em momentos de crise, e sim, sendo uma prática recorrente com comerciais, propagandas em redes sociais e transporte público, além de melhorar a infra-estrutura dos hospitais públicos, pois se formos analisar friamente, nós temos medo de ir para um hospital público então recorremos aos planos de saúde para ter acesso as internações de hospitais particulares.

    Outro ponto, não adianta aumentar 1000% os salários de médicos que aceitem atender as populações carentes de cidades afastadas dos grandes centros, pois se todos nós aprendemos a buscar melhores condições de vida, ter poder aquisitivo para comprar produtos sejam supérfluos ou de necessidade básica, entre outros fatores, não há interesse dos médicos brasileiros formados no Brasil em querer atender essas regiões. Portanto, o primeiro passo é agilizar os processos de revalidação para médicos brasileiros formados no exterior e cubanos que não estão autorizados de exercer essa profissão poderem atender essas populações mais carentes, pois todos eles apenas querem exercer a profissão no qual se formaram. Segundo, renegociar o programa Mais Médicos com Cuba (em termos mais benéficos para os médicos cubanos) para trazer outros médicos, porque são eles – querendo sair de Cuba – aceitam atender indígenas e pequenos municípios esquecidos pelos seus governantes. É melhor para todos nós!

    Este ponto está relacionado com a minha opinião/proposta na educação, pois apenas entendendo o significado de uma pequena ação hoje proteger ou destruir uma nação amanhã, é que fará nós almejar sair do rótulo de Terceiro Mundo, ou melhor emergente, para um país de Primeiro Mundo.

  • #2127
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    Carolina Vancini
    Espectador

    O PSDB neste eixo deveria fortalecer o cunho da prevenção e não dos tratamentos paliativos.

    A prevenção é um ponto chave para desfazer o sistema das redes de saúde públicas, como também diminuir os gastos dos cofres públicos.

    A prevenção é o caminho para que a população tenha sua condição de saúde garantida, pois ela ensina a pessoa como não adquirir a doença e também combater a auto medicação que pro muitas vezes mascaram doenças graves e fatais.

    A prevenção é necessária, não somente no outubro rosa, novembro azul, setembro amarelo, que são as campanhas que tem um destaque mundial, ela precisa estar nas pequenas coisas, ainda existem pessoas morrendo de gripe por se automedicarem.

    Hoje a medicina em nosso pais é meramente paliativa, a pessoa fica doente, vai no pronto socorro é medicada e pronto, não é tratada a causa para terminar com o problema, assim criando um círculo vicioso sem fim. Na prevenção este ciclo é rompido, pois a prevenção além de educar as pessoas para evitar a doença, ela trabalha para evitar que a doença surja, assim ficando menores os gastos com exames e em alguns casos até os remédios.

    Este ponto é primordial na visão da política pública em todas as suas esferas, pois cuida da gestão de uma forma ampla, cuida do povo, dos gastos e da saúde, assim tornando a gestão pública menos burocrática e deixando de lado a máfia da saúde, que envolve dinheiro e interesses que não tem nada a ver com a saúde da população.

  • #2144
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    Diemisson Neves
    Espectador

    A saúde é uma das areas fundanental de uma sociedade em nosso país onde onde quase nada que é publico fuciona, nossa saúde pública é de pessima qualidade, boa parte de nossa população não tem acesso a assistência médica, os hospitais ofetecem um serviço de péssima qualidade, o sus é pessimo, o brasileiro tem que espera meses na fila para conseguir uma consulta médica, ou fazer um exame, o governo precisa investir rapidamente na saude pública, melhora as estruturas dos hospitais, equipa os hospitais publicos, criar um serviço de assistência médica família, as famílias pobres principalmente tem que ter um melhor acompanhamento por parte do pode público.

  • #2156
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    Marco
    Espectador

    Saúde é tema importante a ser discutido em uma democracia, é essencial para o desenvolvimento em todos os aspectos. Precisamos atualizar os sistemas públicos de saúde, integrar os prontuários eletrônicos, o histórico clínico individual e a prescrição de medicamentos através de tecnologia de ponta.

    Atuar na prevenção de doenças e assim economizar recursos para poder reaproveitar em outro setores ligados a saúde, equipamentos e infraestrutura hospitalar por exemplo.

    Podemos sitar também o saneamento que é fator fundamental na qualidade de vida da população.

  • #2181
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    Matheus Luiz Ramos Martins
    Espectador

    <p style=”text-align: left;”>Dentre as prioridades de um país, além da educação devemos colocar em primeiro plano os cuidados do povo, pois a saúde dos mesmos, por si só, é direito de todos os seres humanos, e dever do povo com eles, o princípio a ser adotado e fortalecido é o estímulo a informação, concientizar o povo é o primeiro passo para dispor uma saúde digna, além do incentivo a parte da educação para áreas ligadas a saúde, pois esse apoio a educação irá render lucros também a área prática, em hospitais tendo maior qualificação em dar o apoio necessário aos pacientes, novamente lembrando que isso é um direito do povo.</p>

  • #2187
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    Fernando Juarez
    Espectador

    Acredito que o governo deveria aumentar consideravelmente seus investimentos na saúde pública e na orientação da população em todos os aspectos possíveis relacionados a como ter uma vida saudável, bem como firmar maiores parcerias com ONGs e empresas privadas que atuem no ramo da saúde.

    Além disso, a população precisa também fazer a sua parte evitando jogar lixo em locais impróprios, a fim de não atrair insetos ou animais vetores de doenças para perto de suas casas.

    Hoje no Brasil temos a necessidade de:

    – Maiores investimentos em campanhas educativas, com foco na prevenção como principal forma de combate as doenças que podem ser facilmente evitadas com higiene adequada e orientação da população quanto ao despejo de seu lixo.

    – Políticas públicas que possibilitem aos brasileiros o consumo de água potável de suas torneiras.

    – Implantação de sistemas de esgoto tratado, a fim de evitar a poluição de rios, que acabam resultando em doenças.

    – Ampliação de programas de assistência residencial de pessoas doentes.

    – Aprimoramento do Sistema Único de Saúde. Ele precisa ser mais ágil, pois as pessoas que estão precisando de ajuda não estão sendo atendidas da forma como deveriam ser. Por isso hoje em dia quem tem um pouco mais de condições adere à um plano de saúde privado, mas quem não tem a caba ficando deixado a própria sorte. Isso é uma vergonha para o nosso país e essa situação precisa ser revertida.

    Por fim, o trabalho a ser feito em saúde no Brasil ainda é árduo, mas totalmente viável de ser realizado.

    Espero que em breve tenhamos saúde de qualidade em nosso país.

  • #2206
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    Ryco Lima
    Espectador

    Desde o importante marco na saúde, que foi a Constituição de 1988 que criou o SUS, a população teve acesso gratuito a uma saúde que se prometia de qualidade. Em meio a ingerência e principalmente, corrupção, o sistema ficou estagnado e obsoleto. Veja, hoje, a população se pega desamparada e se vê em um estágio de recorrer ao sistema privado para ter acesso a uma saúde digna.

    A chave dessa mudança é uma revisão geral no SUS, estabelecer um controle e um sistema eficaz em agir em todos os lugares desse grande Brasil. Um assunto tão complexo e tão necessário como esse, deveria ocupar o primeiro plano em qualquer discussão pública.

    Ao se tratar de vidas humanas, de pessoas que passam meses para serem atendidas, enfrentam filas, noites em corredores, aguardando um leito, o Estado deve ter uma resposta eficiente, através de ações públicas para ser solidário e humano. Não fugir da responsabilidade.

    Sobre o Programa de Médicos Cubanos, acho que se há uma lacuna no serviço médico, que ela seja preenchida por pessoas capazes e que ajam para com o cidadão brasileiro com o melhor atendimento possível.

  • #2207
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    Felipe Barbosa
    Espectador

    Saúde.

    Temos um programa reconhecido mundialmente, custeado totalmente com verba pública, esse programa já tem 30 anos de duração.

    O S.U.S (sistema único de Saúde), é um excelente programa porem perdeu a sua eficácia devido a corrupção. O desvio de verba faz vitimas a cada dia, seja pelo remédio que não chega ao postos de saúde para distribuição, pela falta de material e medicamentos nos hospitais ou por não comprar máquinas para realização de exames.

    Uma possível solução é a criação de fiscalização em todos os setores com alto investimento de dinheiro público.

  • #2227
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    Saylo Soutelo
    Espectador

    Defendo a ampliação da quantidade de vagas do curso de Medicina nas Universidades de todos os Estados e pelo fim do exame “revalida” para brasileiros formados em outros países, para resolver a situação da falta de médicos principalmente nas regiões mais distantes.

  • #2230
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    Bruno Cardozo
    Espectador
    1. Defendo a pauta em minha cidade, e acredito que deva de ser uma das bandeira do PSDB na área da saúde, que as secretarias municipais de educação de cada município possa contratar com recursos vinculados Psicólogose Dentistas, para atuarem na rede municipal de ensino, assim fomentando programas de saúde mental e também na área da saúde bucal, atuando principalmente na prevenção.
    2. Criar programas de incentivo para os cursos de medicina, afinal de contas é inegável que precisamos de mais médicos no Brasil
    3. Agilizar o atendimento dos Serviços de atendimento móvel de urgência
  • #2232
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    Matheus Pantrigo
    Espectador

    Para a área da saúde o que podemos fazer, dado o fato de que o Brasil está passando momentos de restrição monetária, é encontrar meios de eficientizar a gestão atual. Ideias nesse sentido são

    • Informatização de todo o sistema do SUS
      • Um sistema de feedbacks área feito através de um aplicativo móvel relacionado com o seu cadastro do SUS, de modo que o paciente avalie os diferentes serviços prestados e se torne mais fácil para encontrar anomalias
      • Criação do prontuário digital e possibilidade de marcar consultas de modo online
    • Expansão da experiência da USP de hospital universitário para outras universidades públicas ou privadas para desafogar o sistema
  • #2243
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    Roberta Berdeal
    Espectador

    No meu entender o Sistema Único de Saúde (SUS) que atende a todo Brasil, é bom, mas existem problemas pontuais a serem melhorados, como extensão de exames de rotina em lugares distantes e alguns gargalos nas cidades grandes. O Dória quando estava na prefeitura implementou horários noturnos para realização de exames, desafogando as filas diárias e essa foi uma ótima saída para a resolução do problema.

  • #2247
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    André Varela
    Espectador

    O Brasil apresenta atualmente um grave problema de saúde em todos os níveis – desde municípios, até estados.

    Por exemplo, a falta de leitos nos hospitais públicos em nosso país, faz com que outros pontos comecem a aparecer, sendo eles:
    – Longo tempo de espera, atendimento precário, desperdício de tempo e alto número de mortes.

     

    Para chegarmos na raiz do problema da Falta de Leito, passamos por algo que o Brasil também vive em todos os níveis: Má administração. Segundo Oswaldo Yoshimi Tanaka, diretor da Faculdade de Saúde Pública da USP, o SUS está subfinanciado e não recebe dinheiro suficiente para atender a sua demanda, situação que é agravada pelas crises políticas e econômicas no país.

    Assim, ainda que de forma extremamente rasa, haja visto que o assunto é colossalmente extenso, o primeiro e principal passo para tratarmos de Saúde, é ADMINISTRAÇÃO, pois isso envolve o número de leitos, o quadro de profissionais, eficiência em atendimentos e muito mais…

    – André Luis Varela Pereira | Uruguaiana, RS

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  André Varela.
  • #2265
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    Wellington Lucas Barroso rocha
    Espectador

    É necessário um amplo trabalho de qualificação de profissionais da área da saúde, O governo federal subsidiar bolsas de estudo para que possamos estar formando mais médicos e em contra partida os mesmos nos seus 5 primeiros anos de suas carreiras trabalharem para o atendimento do SUS

  • #2267
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    lucas manoel Manoel
    Espectador

    É impossível não falar a respeito do SUS quando o tema é saúde. Conforme o princípio do Direito Universal toda população dispõem do direito a saúde gratuita, inclusive aqueles que optam por planos de saúde complementares. O Sistema Único de Saúde assiste aproximadamente  209,3 milhões de pessoas e têm evidenciado muitos impasses em seu funcionamento. O maior desafio é manter a sustentabilidade do sistema que é reconhecido como o maior sistema gratuito do mundo pela OMS (Organização Mundial de Saúde). O subfinanciamento é um dos principais impedimentos para o bom desempenho e ampliação do mesmo. Ligado a falta de recursos está o mal gerenciamento. Toda burocracia, corrupção e entrave ocasionou longas filas de espera, as quais são realidade na vida de tantos brasileiros. É essencial que o PSDB se comprometa em cumprir o que está estabelecido no artigo 196 da Constituição de 1988. Para isso é necessário fazer mais que simplesmente buscar direcionar novos recursos para o sistema, o enfoque na prevenção de doenças é vital, levando em conta que a expectativa de vida do Brasileiro tem aumentado. Outro ponto importante é que no Brasil as filas são estruturadas por ordem de chegada e, mudar essa disposição é o primeiro passo para atendermos os pacientes mais vulneráveis. Nosso sistema de saúde é respeitado pelo mundo todo. Não devemos abandoná-lo como já foi sugerido, mas abraçá-lo e lutar por ele! 

  • #2277
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    Deivin Corrêa
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    O SUS na teoria, é tão lindo de se ver que nos entristece na prática.

    O Brasil, necessita reformular esse sistema e fazer valer a sua universalidade e equidade.

    Maiores investimentos em pesquisa, seria um dos primeiros passos; em conjunto com ações que favorecem aos menos favorecidos.

    O PSDB, com sua expansão de AMES, CAPS, Hospitais,Centros, necessita enviar ao governo federal os moldes como vem sendo realizado no estado de São Paulo.

    Sobre os médicos, a maior valorização ao profissional do Brasil, concordo que tem que ser efetivada, porém se criar um programa que busque a participação de médicos do mundo inteiro, não só de um país em questão.

  • #2293
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    Leonardo Novaes
    Espectador

    Assim como na educação, a Saúde Pública também passa por alguns problemas, que quase sempre é a falta de recursos aliada a Má Gestão.

    • Além de tais problemas, a judicialização da Saúde também atrapalha a Saúde suplementar, que existe para ajudar os cidadãos que podem pagar pela saúde Particular.
    • Acredito que a melhora no Setor da Saúde Pública pode se dar com um choque de gestão, sendo seus recursos melhor utilizados na realização de convênios justos com o Setor Privado.
  • #2320
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    Arthur Arenari
    Espectador

    O PSDB é referência quando falamos de saúde.
    O melhor ministro, José Serra, conseguiu transformar a saúde no Brasil.
    Hoje, temos um descaso, faz-se necessário criar maiores campanhas de conscientização, principalmente, em doenças graves (como a AIDS).
    A volta dos mutirões da saúde, que contribuí para que as pessoas possam realizar exames importantes, como a mamografia.
    Criação de novos hospitais especializados em câncer. Contratação de médicos com salários mais elevados para regiões que estão com escassez de médicos.
    Investimento nas clínicas de saúde familiar.
    E, por falar em saúde, investimento em saneamento básico para regiões que ainda não possuem.

  • #2349
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    rita cássia
    Espectador

    <span style=”color: rgba(0, 0, 0, 0.8); font-family: Georgia, ‘Times New Roman’, Times, serif; font-size: 20px; letter-spacing: 0.1px;”>A verdade é que chegamos a um ponto em que a saúde pública no Brasil necessita, com muita urgência, de mais atenção dos órgãos competentes. A realidade nos mostra um país desestabilizado onde as políticas públicas são incoerentes e desrespeitam a sociedade. É vergonhoso ver o povo mendigando por atendimento e os hospitais não poderem oferecer o que manda a constituição. Falo isso,por que faço faculdade de Enfermagem e vejo os hospitais cheios,por falta de recursos,medicamento, maca, profissionais, salários baixo..</span>

  • #2362
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    Patrike Soares
    Espectador

    A Saúde do Brasil só terá uma melhora significativa, quando aprimorarem a estrutura organizacional da rede, o sus foi criado e alavancou bastante o sistema. O que pode ser feito para melhorar é facilitar ainda mais o acesso da população aos remédios, pois hoje se torna um pouco burocrático aderir a alguns remédios, principalmente para o combate à câncer, por exemplo.

  • #2363
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    Thallya Scariot
    Espectador

    1. Terceirização do serviço público de saúde, mas sempre com muita fiscalização/acompanhamento dos Três Poderes.

    2. Criação de Banco de Dados de cada paciente do SUS. Facilita a compreensão do atendimento e a eficácia do serviço.

     

    3. Trabalhar a prevenção de doenças, pois se bem trabalhadas, consequentemente, apresentariam menores índices.

    4. Municípios menores possam ter hospitais qualificados, pois desafogaria os grandes centros.

  • #2387
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    Renan Sambo
    Espectador

    – Revisão da tabela do SUS;
    – Redução de impostos sobre medicamentos.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Renan Sambo.
  • #2421
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    Whilly Dias
    Espectador

    <b>Precisamos é melhorar a qualidade de atendimento, na triagem, e própria consulta. Devemos nos adequar a realidade de nossa saúde pública. Fazer uma nova ordem de medicamentos atendendo a todas necessidade da população, </b>Dando um novo passo para o futuro.

     

  • #2422
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    Whilly Dias
    Espectador

     

     

    Precisamos é melhorar a qualidade de atendimento, na triagem, e própria consulta. Devemos nos adequar a realidade de nossa saúde pública. Fazer uma nova ordem de medicamentos atendendo a todas necessidade da população, Dando um novo passo para o futuro do Brasil.

  • #2441
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    Matheus Braga
    Espectador

    Acho fundamental investir nos hospitais especializados em todos o país, criando redes especializadas em câncer como a Rede Hebe Camargo, por exemplo.

    Seria fundamental expandir a parceria público-privada para consultas e tratamentos básicos para todos território nacional, como já é feito em São Paulo através do Corujão da Saúde.

  • #2442
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    Gustavo Martins de Carvalho
    Espectador

    O SUS é um dos maiores sistemas de saúde do mundo, com 190 milhões de potenciais usuários e 150 milhões de brasileiros que dependem exclusivamente do SUS. Mesmo com tantos avanços, o SUS enfrenta problemas sérios, ma minha visão os principais são a má gerencia do sistema e o orçamento insuficiente.

    É necessário que o sistema deixe de ser universal, a saúde publica não deve ser para todos, deve ser para quem precisa, adoção de um sistema de vouchers pode ser uma solução para a falta de recursos e pode ser um bom incentivo para o desenvolvimento do setor privado de saúde.

    A prevenção também deve ser prioridade, devemos investir em saneamento básico e conscientização sobre higiene, DSTs e vacinação, pois prevenir a doença diminuirá a demanda por conseguinte diminuirá as filas e a superlotação dos hospitais.

  • #2444
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    Ângelo Perucci
    Espectador

    Necessita-se de investimento em ensino e pesquisa. O mais médicos foi um programa que deu errado. Porém, precisamos de fato ter mais médicos e ter como fonte influenciadora um plano de carreira, pois na grande maioria dos médicos eles não se sujeitam a ir para determinados locais por não terem qualidade de vida e preferem permanecer nos grandes centros. O programa mais médicos veio para suprir essa necessidade e fez isso, mas não com qualidade que nosso povo merece, por isso falhou.

  • #2449
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    Allex Ribeiro Biato
    Espectador

    O SUS não deve ser privatizado, mas sua política de administração pode ser aperfeiçoada passando a sua administração para instituições privadas com um marco regulatório bem desenhado. Defender mais investimentos para saúde também é imprescindível, bem como melhorar a estrutura de mais médico pelo Brasil, oferecendo salário atrativo para resolver o problema de médicos nos rincões brasileiros, que normalmente não se sentem atraídos por ser longe demais dos centros urbanos. Eu não gosto da ideia de vouchers na saúde porque fortalece o discurso de focalização total, mas considerando casos específicos (como tratamentos especializados onde a iniciativa privada supre bem) é algo possível. Dória fez isso na prefeitura de São Paulo com o Corujão da saúde e a ideia é ótima para tirar um pouco a demanda do SUS e atender a população com agilidade e urgência, coisas que as vezes demora no SUS.

  • #2473
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    WILLIAM CAMPOS
    Espectador

    Seria uma utopia, pensar grande e ter na saúde pública um atendimento de primeiro mundo no SUS? Acredito que não. Devemos sim, pensar grande. Uma saúde pública com qualidade, estrutura de atendimento e profissionais qualificados e valorizados. Sistema único de atendimento nacional, com bancos de dados constantemente atualizados de históricos de consultas e exames. Medidas de prevenções e conscientizações interligadas ao ensino Educacional: Saúde e educação na escola. Atendimento impecável, 24 horas, agendamento de consultas, exames, plantações noturnos. Exames de hospitais particulares nos SUS.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  WILLIAM CAMPOS.
  • #2484
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    Allan Caboclo
    Espectador

    A saúde é um dos pontos principais para desenvolver uma nação.

    Investir em políticas públicas, para que as pessoas com poucos acessos possam ter mais informações.

  • #2519
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    Rafael Kabroski Antunes
    Espectador

    Eu acredito que a posição do partido deva ser a de alinhamento com o progresso de maneira GENERALISTA, abrangendo como exemplo no ramo da saúde desde o princípio todo o processo de uma PESQUISA CLÍNICA de ponta em parceria com UNIVERSIDADES e HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS,  promovendo grandes polos estaduais de inovação e tratamento de saúde disponíveis para toda a população.

    A universalização da Saúde deve ser mantida, afinal é constitucional. Um refinamento de como deve ser aplicado as conjunções e operações dentro do sistema de saúde é que devem ser revisadas, ADAPTANDO-SE com modelos validados internacionalmente em países que apresentam cases de sucesso, como o Canadá por exemplo, onde os profissionais de saúde tem autonomia dentro do sistema, descentralizando as ações médicas, que por várias vezes percebemos que é ineficaz em certos contextos no nosso país, promovendo assim fortemente as ações dos conselhos profissionais da área da saúde e até mesmo desafogando a ponta do sistema (urgências e ambulatórios hospitalares), onde o principal prejudicado é a população.

    Encontrar uma maneira de (padronizar/compartilhar/disseminar) (legislações/procedimentos/protocolos/processos) estaduais/federal no âmbito da saúde e que isso possa ser também uma maneira de fomentar um PADRÃO NACIONAL DE SAÚDE, onde encontros entre secretários municipais/estaduais possam ser abordados periodicamente para o compartilhamento de informações que tratem de operações de gestão que obtiveram êxito dentro do sistema, podendo ser criado até mesmo um SELO de VALIDAÇÃO para hospitais, unidades de pronto atendimento e postos de saúde que participem e prezem pelo gerenciamento eficaz dos recursos/procedimentos/inovações dispostos(as) na saúde.

  • #2532
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    Thárik Uchôa
    Espectador

    Sem dúvida o SUS é uma conquista cidadã. Países vizinhos como Bolívia sofrem com a falta de um sistema de saúde gratuito. Todavia, é necessário uma melhor recolocação dos recursos destinados a Saúde. É dever do Estado Social do Bem Estar oferecer uma Saúde de qualidade. Daí a necessidade dentro do governo de se colocar verdadeiros gestores profissionais que consigam destinar os recursos para os setores necessários, já que recurso não é o problema, mas sim a má alocação dos recursos ou mesmo ausência de utilização de recursos, porque o gestor não tem conhecimento para fazê-lo.

  • #2538
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    Paulo Victor Barchi Losinskas
    Espectador

    O Brasil possui o maior programa de saúde pública do mundo e precisa reforçar esse compromisso, tornando-o mais acessível e efetivo.

    Isso inclui uma mudança na forma de acesso e de mentalidade, buscando ampliar os programas de prevenção a doenças, algo que é mais barato e possibilita a expansão do programa.

    Além disso é preciso dar efetividade a Lei de Saneamento Básico, algo urgente.

  • #2547
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    Caio Alexandre Gomes da silva
    Espectador

    Ha pelo menos 2 décadas nao se investe alem do piso previsto no texto constitucional. Eu acredito na publicização da Saude pública. A União, Estados e Cidades devem buscar empresas que prestem serviços da saude, ofertando todo o corpo tecnico e seus devidos equipamentos para um excelente funcionamento. Reservando à administração o publica o rompimento do contrato em caso de nao cumprimento das clausulas do dispositivo.Impactos financeiros e administrativos imediatos, tais como: Não serão necessários novos concursos para a área da saúde, nao impacta na folha de pagamento, alem de, é claro, desinchar a maquina pública e retirando o ônus da estabilidade do concursado.

  • #2581
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    Alberto Godinho
    Espectador

    Prioridade de qualquer governo. Deve-se tornar o SUS mais eficiente, implementando uma gestão rigorosamente técnica e capacitada. O Governo Federal precisa direcionar ainda mais recursos para que os municípios apliquem de acordo com suas demandas.

  • #2582
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    João Lopes Waspe
    Espectador

    A oferta universal e gratuita de serviços de saúde é uma conquista que deve ser valorizada apesar de necessitar de diversas correções e melhorias. Primeiro ponto fundamental é a criação de prontuário eletrônico dos pacientes, contendo o histórico médico, agilizando o atendimento e trazendo maior segurança no diagnóstico.

    Diante de tantos escândalos em hospitais se faz necessário o desenvolvimento de um sistema de fiscalização dos médicos, garantindo que os contratados estão cumprindo seu serviço de maneira integral e eficiente. Os pacientes possuindo prontuário eletrônico já terão um cadastro vinculado ao SUS, que também poderá ser utilizado para os próprios pacientes avaliarem o atendimento (recepção, exames, consulta e acompanhamento), facilitando a identificação dos setores mais críticos da saúde.

    Prevenção é a chave para otimização dos recursos, já que os custos de prevenção são menores que os de tratamento. Investimento em saneamento básico, obrigatoriedade de vacinas e campanhas informativas sobre sintomas iniciais de doenças de caro tratamento e alto índice de ocorrência são alguns exemplos de medidas que podem ser tomadas.

    Incentivos fiscais afim de atrair médicos para regiões periféricas e isoladas (descontos no imposto de renda ou medidas similares as adotadas no programa de identidade jovem, como por exemplo gratuidade em viagens).

     

  • #2586
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    Alvaro Jobal Teodoro Salvaia Neto
    Espectador

    – Análise apurada dos processos de saúde do Estado (trabalho de mapeamento, análise e proposição de melhorias de processos)

    – Fiscalização de má conduta no exercício da atividade pelos profissionais de saúde

    – Capacitação permanente nas áreas correlatas

    – Verba destinada à criação de ambulatórios em todos os municipios do Estado. Muitas Prefeituras gastam muita de sua arrecadação com Saúde pois o Estado e Federação não apoiam

  • #2589
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    Ícaro Oliveira
    Espectador

    A saúde é um dos principais problemas do Brasil, mas a solução não é difícil, basta investimento, primeiro é importante investir em saneamento básico, pois muitas doenças são causadas por más condições de saneamento. Outro ponto é fortalecer é a medicina preventiva, é preciso educar as pessoas com relação a exames e consultas periódicas, muitas doenças podem ser solucionadas se descobertas no início, além de ser uma maior chance de sucesso para o cidadão, também é mais barato cuidar de uma doença no início do que em estágios avançados.

  • #2600
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    Thales Rangel
    Espectador

    Acho que uma das primeiras perguntas que um gestor público tem que se fazer é como tirar a saúde da UTI nos dias de hoje. Vivemos tempos digitais, o governo federal poderia propor a todas as 5570 prefeituras municipais, a implantação de um aplicativo para marcação de consultas e exames, acabando com filas nos postos públicos.

  • #2624
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    Agenor Alves
    Espectador

    Direito básico de todo os brasileiros, e que infelizmente é violado. Precisamos de partidos que levem a saúde a sério, que prestem atenção e tenham apreço pelos cidadãos do  nosso país, que morrem nas filas do SUS por diversos motivos e que por muitas das vezes se quer são atendidos. O SUS é o maior plano de saúde do nosso país, mais que infelizmente não é administrado de forma correta e desta forma causa caus ao país acarretando tremenda desigualdade perante a população que não tem acesso aos melhores serviços médicos do país.

    A saúde, é algo muito amplo, vai deste os insumos hospitalares até um atendimento humano e especializado, precismos inserir e intensificar nas meas de articulações a saúde, pois assim iremos  cumprir com a constituição federal e com o compromissos de zelar pela nação.

  • #2626
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    José Eduardo Santiago
    Espectador

    O SUS (Sistema Único de Saúde) como todos sabem, é um sistema gratuito para tratamentos. Temos atendimentos de todas as especialidades para todas as faixas etárias. Como tudo no Brasil, por mais que seja gratuito e possua todas as vantagens, há melhorias a serem feitas.

    Ampla implementação dos serviços prestados a população, organização no atendimento dos pacientes, fichas cadastradas no sistema com prontuários eletrônicos, criação de mais UPAs, reabertura de UBSs com carga horária de 24h e aquisição de mais equipamentos para as Redes de Atenção às Urgências.

  • #2627
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    Tomaz Oliveira Hoffmann
    Espectador

    O Brasil precisa de mais médicos e estruturas para trabalharem, acredito que todo estudante de medicina ao se formar em uma universidade pública deveria prestar serviço obrigatório remunerado para o sistema público por 3 anos após sua formação. Além disso o uso de tecnologias de ponta e o investimento pesado em atenção básica de saúde reduziriam os altos índices de doenças no País. Sabemos que a atenção básica de saúde diminui em 40% as filas de hospitais, postos de saúde e unidades básicas.

  • #2630
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    Eduardo Rizzieri Cavalli
    Espectador

    A saúde sempre foi uma área em que o PSDB deu grandes contribuições, como o incentivo a fabricação de genéricos, o que barateou o preço do medicamento no Brasil, a criação de um dos programas de combate a AIDS mais eficientes no mundo e ampliação do programa Saúde da Família.

    Acredito que a saúde do estado de São Paulo seja um dos maiores exemplos do que o PSDB pode fazer pelo país na área. O AME – Ambulatório Médico de Especialidades, é o maior exemplo da eficiência da saúde paulista da gestão tucana. Milhares de exames realizados mensalmente em cada unidade, dentro das mais variadas especialidades, com atendimento humano e de primeiro mundo, por profissionais competentes.

     

  • #2644
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    Wagner Mira
    Espectador

    <p style=”text-align: left;”>Precisamos de uma saúde eficiente, com tecnologia, e um investimento alto em equipamentos e profissionais, precisa chegar nas pessoas com menos acesso a estes serviços, ter excelentes agentes comunitários por que ele faz o primeiro contato com o paciente familia. Encaminhado à postos de saúde para primeiro acompanhamento e necessário é eficaz, as vezes a problemas que no posto de saúde resolve não precisa ir até uma UPA.</p>

  • #2656
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    Beatriz Leite
    Espectador

    Na teoria da legislação do SUS ele é universal, integral, hierarquizado, regionalizado e atende a todos. Porém, na prática falta muito mais para que consiga atender de fato toda a população. Mais parcerias público privadas, terceirização de muitos serviços e investimento real em infraestrutura e profissionais seria um bom começo para essa reforma.

  • #2677
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    Danilo Abarca
    Espectador

    <p class=”MsoNormal”>Outro grande problema de saúde que o país enfrente é o fato de termos falta de atendimento de qualidade em regiões periféricas, por isso para o problema ser resolvido é necessário uma melhor gestão e ampliação do programa de atendimento gratuito do SUS.</p>

  • #2693
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    Carlinhos De Sobrado
    Espectador

    Saúde é prevenção através de boa alimentação, vitaminas, exercício físico e mental.

    Mas, no caso de saúde pública onde a corrupção prejudica milhares de pessoas por dia, seja por falta de remédio, higiene e/ou investimentos em materiais cirúrgicos, equipamento tecnológico para exames mais avançado. No caso da CRUZ VERMELHA no estado da Paraíba, o hospital de Trauma que dá suporte a capital de João Pessoa, as cidades circunvizinhas e os interiores da mesma. Quem se nutre da morte, do desalento não pode ter roeste poder.

  • #2706
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    Henrique Salgueiro
    Espectador

    – investir em médicos, em auxiliares para que trabalhem com mais qualidade nas unidades públicas

     

    – funcionários arcaicos sem vontade de trabalhar saírem e darem vez a quem gostaria de estar lá mesmo.

     

    – reformulação do SUS, para que seja um sistema célere e eficaz.

    – mais médicos.

     

  • #2714
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    Carlos Eduardo de Paula Arthus
    Espectador

    ..

  • #2719
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    Matheus Lima
    Espectador

    O tema da saúde é bem complexo, pois, não abrange só a prestação de um serviços médicos, sendo o fornecimento de infraestrutura medica/hospitalar, centros de tratamentos e etc.

    Parece-me que o PMM fornece uma resposta interessante às necessidade de saúde gerais e básicas, buscando levar atendimento qualificado para regiões distantes e carentes através do SUS. Mas acredito que determos nossos esforços somente no sentido de fornecer um atendimento gratuito nesses moldes não é o suficiente. Acreditar que todos os problemas de saúde pública serão resolvidos dessa maneira é ter um pensamento simplista.

    Um dos problemas que devemos enfrentar, nessa complexa jornada que é propor soluções para a saúde pública, é o problema crônico do saneamento básico que afeta a saúde.  É um elemento crucial dentro de qualquer comunidade, ter um tratamento de água e esgoto.

    É vergonhoso que no Brasil o tratamento da água, a coleta de esgoto e o tratamento dele tenha índices risíveis onde quase metade a população não tem acesso adequado, em comparação à países desenvolvidos, ou até mesmo em comparação ao Chile, sendo um exemplo latinoamericando com níveis de cobertura de água e esgoto universais e tratamento de esgoto próximo a 100%, além de ótimos padrões de qualidade na prestação de serviço. Em números no Brasil a iniciativa privada ocupa-se de 5% do fornecimento desses serviços, sendo que no Chile é 94%.

    A abertura de mercado, adoção de novas ideias e iniciativas que não dependam somente do Estado para o atendimento da a população e fornecimento de novas soluções para os problemas cotidianos, é uma opção a ser adotada solucionando problemas que o Estado historicamente não consegue.

    Com o fornecimento de um saneamento básico adequado, podemos atacar certas doenças que podem ser evitadas na raiz do problema. Significando assim uma menor necessidade dos serviços públicos para problemas básicos que podem ser facilmente evitados, desafogando o sistema público, permitindo que os esforços sejam concertados em problemas mais complexos.

  • #2721
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    Gabriela Cruz
    Espectador

    Saúde como direito, políticas como caminho : Recorte étnico – racial : 

    Precisamos começar salientando que a importância de enfocar a dimensão étnico-racial na saúde se origina no reconhecimento da discriminação histórica que a população negra sofreu no Brasil e a consequente vivência nas condições de marginalidade e vulnerabilidade que se estende desde a época da escravidão até os dias de hoje.

    A construção de equidade racial em saúde para a população negra é um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde na portaria 992/2009, que instituiu a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, cuja marca é: ” reconhecimento do racismo, das desigualdades étnico-raciais e do racismo institucional como determinantes sociais e condições de saúde, com vistas á promoção da equidade em saúde. ”

    O Racismo praticado contra a população negra afeta a garantia de acesso aos serviços públicos de saúde, é fator estruturante na desumanização da atenção que é prestada é este contingente populacional na saúde. Sabemos que ainda existe resistências , acreditamos que seja devido tanto a crença da ausência de racismo na sociedade brasileira e na covardia idéia que vivemos no Brasil uma democracia racial.

    O reconhecimento da discriminação racial em nosso país, teve inicio com a gestão da social democracia brasileira, Fernando Henrique Cardoso acolheu e assumiu compromisso público com as políticas de igualdade racial em nosso país. As discussões em torno da saúde da população negra e suas doenças prevalentes foram marcadas na criação do Grupo de Trabalho Interministerial criado por FHC.

    Precisamos de medidas mais estruturais e que as mesmas sejam executadas de forma orgânica e coordenada em diversas instâncias de governo.

    Implementar novas políticas, programas e ações da área da saúde que estejam articuladas junto ao Comitê Técnico Nacional de Saúde da População Negra e os Conselhos de Saúde nas três esferas.

    Incentivar Medidas específicas da sociedade civil, para cumprir seu papel fundamental de controle social.

    Aportar no âmbito acadêmico, conhecimentos que subsidiem a tomada de decisões, a formulação e implementação de ações governamentais e da sociedade civil.

    Conscientizar a população em geral, e a negra em particular sobre seus direitos como cidadãos, sejam eles gerais ou específicos da área da saúde, para assim, torná-los sujeitos protagonistas das melhorias que possam ser alcançadas em seu nível e qualidade de vida.

    Fomentar Pesquisas, pois ela pode e deve realizar o monitoramento e avaliação da implementação da Política Nacional de Saúde

    Dar maior subsídios aos gestores e que eles reconheçam a necessidade de ampliar o acesso e a infraestrutura básica(abastecimento de água, saneamento básico, coleta de lixo), que sem dúvida, terá maior impacto sobre a população negra, que comparativamente, tem menos acesso aos benefícios destas políticas públicas.

    Atenção especial ao diagnóstico e tratamento multidisciplinar em relação a anemia falciforme.

    Treinamento e capacitação continuada de todos os servidores de saúde, assim como campanhas de informação direcionadas á população que esclareçam sobre a temática e seus direitos como pacientes.

    Atenção e Prevenção na incidência em mortalidade materna em especial as mulheres negras que sofrem com a violência obstétrica.

    Utilizar o quesito cor de modo transversal nas análises utilizando as 5 categorias.

    Garantir a população negra, como direito básico, a atenção á saúde de forma integral, humanizada, igualitária e equitativa. Reconhecendo e respeitando especificidades culturais e sociais e necessidades.

     

     

     

  • #2726
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    Maurício Severo Roesch
    Espectador

    Aumentar a cobertura do programa Estratégia Saúde da Família, que hoje atinge 65% da população, o número de equipes (hoje sobrecarregadas) e o acesso a exames complementares. Mais resolutiva, a atenção primária pode desafogar filas de espera por exames e a rede hospitalar, em especial emergências. Avaliação é que já há diretrizes bem elaboradas para a atenção básica e que a orientam como porta de entrada do sistema, mas nem sempre cumpridas.

  • #2736
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    João Paulo Cunico
    Espectador

    Que se criem ou se intensifiquem a desburocratização e a fiscalização por parte de comissões  para o cumprimento dos planos operativos em instituições credenciadas ao SUS. Os repasses são feitos para áreas especializadas em tratamentos de alta complexidade, porém quando não é totalmente usado nesta área se torna muito difícil repassar para outra (repassar verba da oncologia para a ortopedia, por exemplo) e a desburocratização desse setor unido a uma boa fiscalização podem trazer melhor uso do dinheiro público.

  • #2742
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    Marcus Vinícius Sandrini Acorsi
    Espectador

    O primeiro ponto de todos seria uma revalidação dos médicos formados no exterior em prol dos atendimentos do interior do Brasil ou aldeias indígenas, visto que o interesse atual é pequeno. Outro ponto seria uma melhor distribuição dos médicos já aptos para exercer a profissão pelo país, visto que muitas vezes cidades não tão localizadas no interior sofrem com a falta desses profissionais, os quais sobram nos grandes centros.

    Outro ponto que acho crucial é a formulação de um Prontuário Eletrônico para agilizar o atendimento do paciente, visto que hoje é totalmente moroso, comprometendo também o trabalho do médico.

    Não concordo com a abertura de mais cursos de medicina, visto que muitos locais não tem estrutura física para receber os alunos e proporcionar estágios e aprendizado prático para os alunos. Tem que ser algo bem pensado para não sucatear a profissão futuramente, colocando em risco a população.

  • #2752
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    Vanessa Gomes
    Espectador

    O Sistema Único de Saúde (SUS) completou no ano de 2018 30 anos de existência, sendo o maior sistema universal, público e gratuito do mundo. São 308.683 unidades por todo país, que atendem 75% da população brasileira, algo em torno de 160 milhões de brasileiros e, segundo o DataSUS e o IBGE, ele tem como meta atender 209 milhões de cidadãos.

    Atualmente, a saúde brasileira passa por sérios problemas administrativos e o retrato disso, são as longas filas, a demora que pode custar uma vida, a falta de médicos e insumos hospitalares, má distribuição de equipes, baixo acesso a tecnologias, entre outros

    A Cobertura de saúde da família é deficiente. Segundo os dados do Departamento de Atenção Básica (DAB), divulgados em janeiro de 2018, há cerca de 264.521 agentes comunitários de saúde em todo o país, quando o próprio Ministério da Saúde afirma que o ideal seria que um agente comunitário atendesse em torno de 3 mil pessoas, entretanto, hoje cada agente atende cerca de 790 mil pessoas. Além da sobrecarga nos funcionários, há quase 100 municípios sem equipe de atendimento.

    Existem diversos problemas que contribuíram para o fracasso do SUS. Alguns deles são:

    ● Baixo investimento: no ano de 2017 o investimento foi de R$ 107,2 bilhões, quando o piso estabelecido era de R$ 109 bilhões, esse ano o governo destinou apenas 3,6% do orçamento para saúde. Nosso investimento é de 4 a 7 vezes menos do que em países com o sistema universal de saúde, como a França e o Reino Unido. A falta de investimentos nessa área faz com a população recorra à justiça contra o Estado para conseguir atendimentos, exames, cirurgias no brasil e no exterior e tratamentos experimentais – o que gera um custo aos cofres públicos de R$ 7 bilhões por ano.

    Como proposta para esse o problema, o governo deveria fazer parcerias com o setor privado para investimentos e desenvolvimentos de novas tecnologias e equipamentos hospitalares.

    ● Superlotação: Um dos principais motivos de reclamações e um dos mais graves, é a superlotação, que coloca a vida dos pacientes em risco e há casos de pacientes que faleceram por não conseguir atendimento. Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), no ano de 2014 64% dos hospitais estavam sempre com superlotação.

    Uma possível forma de acabar com a superlotação seria um sistema de cadastro integrado com as redes municipais, estaduais e federais.

    ● Falta de médicos: como é cediço, os médicos estão mal distribuídos pelo país. Em novembro de 2017, o ex-presidente do TCU, ministro Raimundo Carreiro, elegeu a falta de médicos como o principal problema do SUS. Segundo os dados divulgados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), há um médico para cada 470 brasileiros e se tratando das regiões norte e nordeste, os números só pioram, nessas localidades, o número de médico por habitante chega ser de um para 953,3 e 749,6.

    Podemos diminuir a má distribuição e atrair os médicos para as localidades rurais e ribeirinhas com investimos na infraestrutura dessas regiões.

     

  • #2758
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    Isabella Puglisi de Oliveira
    Espectador

    É nítido que o sistema de saúde brasileiro deve ser reformulado com urgência, assim como  a relação dos planos de saúde com os cidadãos.

    Entretanto, é imperativo, como mulher, pontuar uma forma absurda de violência de gênero que ocorre dentro de hospitais ao longo de todo país: a violência obstétrica. Em um momento de grande vulnerabilidade física, psíquica e emocional, profissionais antiéticos da área da saúde, diante de um sistema saturado, praticam atos de violência obstétrica, tais quais a infantilização da mulher, a aplicação de métodos controversos sem consentimento ou necessidade clínica fundamentada, uso de métodos dolorosos, degradantes e repudiados pela organização mundial de saúde, comentários indecorosos e assédio moral. Com esse tipo de conduta, o profissional da saúde pode provocar sequelas físicas, tanto na mãe quando no bebê, quanto na criança a nascer.

    Diante deste problema que atinge direitos humanos de forma tão grotesca, é urgente a atitude fiscalizadora e incisiva do Poder Público para proteger as cidadãs nestes momentos – naturalmente difíceis.

  • #2780

    O Brasil criou um sistema mundialmente famoso, o SUS. O constituinte de 1988 considerou como direito fundamental o direito à saúde. Logo, é dever do Estado garantir o acesso digno e um atendimento de qualidade. Porém, o Brasil é um país de dimensões continentais e não consegue servir com qualidade a toda população. O modelo do SUS foi replicado em vários países, em alguns melhorado em outros. O Brasil precisa perceber se de fato consegue abarcar toda as garantias constitucionais. Ou se precisa fazer reformulações e restringir as abrangências e melhorar a qualidade do serviço. Nenhum serviço oferecido pelo Brasil é de alta qualidade. Infelizmente, há um sucateamento generalizado de todo sistema. Logo, cabe um plano eficiente para melhoria do sistema de saúde.

  • #2802
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    Ricardo Alexandre Alves
    Espectador

    A saúde brasileira encontra-se bem precária, não devido a qualidade técnica dos médicos e enfermeiros, mas sim, das estruturas de hospital gestão. Uma melhor divisão de distribuição de verbas seria um tanto quanto eficiente, passando parte do salário dos médicos para um maior investimento em estrutura básica hospitalar e compra de equipamentos de ponta.

  • #2811
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    Deyse Rodrigues
    Espectador

    Quando se fala em saúde, uma das grandes dificuldades é garantir atendimento médico e de qualidade no interior. Importante fornecer serviços básica para população, e reforçando mais a necessidade de melhorias na saúde pública com grandes projetos e investimentos.

  • #2814
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    Ramon Villas
    Espectador

    Esse tema é bastante complexo e delicado do ponto de vista de saúde pública. O SUS é um sistema que em tese é altamente completo e deveria atender de forma gratuita e com qualidade a todos os cidadãos. Mas infelizmente não é isso que acontece, e só quem precisa ou já precisou do sistema de saúde sabe que as dificuldades são muito grandes, e que a oferta está muito longe de atender a demanda existente. Em suma, quem precisa de um exame especializado, de uma consulta com um especialista ou de uma internação de emergência, precisa enfrentar uma verdadeira “viacrussis” para conseguir. No estado do Pará onde eu vivo, os governos do PSDB investiram na construção de hospitais e na ampliação do número de leitos. Porém isso não é suficiente, pois acredito que os municípios deixam a desejar no que diz respeito a atenção básica, e muitas vezes problemas que poderiam ser evitados acabam se agravando, e o que gera a superlotação e o atendimento de baixa qualidade nos hospitais Públicos. Nossos gestores precisam pensar a saúde de forma inteligente, trabalhando em suas gestões em conjunto com secretarias como a educação,assistência social, meio ambiente,trânsito e todos os departamentos e até sociedade civil, pois o tema exige que as ações estejam interligadas para que a saúde seja trabalhada de forma participativa com a contribuição de todos seus atores sociais.

  • #2816
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    Junior Vieira
    Espectador

    Assim como em tudo no nosso país, primeiramente, é necessário que haja uma maior e melhor fiscalização, visto que provavelmente haja inúmeras irregularidades que acabam passando desapercebidas, fazendo com que a nossa população sofra as consequências.

     

    Para que haja melhoria na saúde, acredito que é necessário um maior investimentos na Saúde Preventiva, podendo assim evitar diversos problemas de saúde da população, bem como nas Unidades Básicas de Saúde, para que não haja uma superlotação em Hospitais e Prontos Socorros.

     

    O Problema da saúde é um dos mais complexos para o nosso país, seria necessário um maior investimento em Saneamento Básico, pois assim, também evitaria diversas complicações na saúde da população.

     

    Portanto, penso que nosso partido deve defender o investimento na saúde preventiva, como por exemplo saneamento básico.

  • #2822
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    Lindamir Denardin
    Espectador

    Precisamos urgente de mais MÉDICOS no BRASIL. SUS é péssimo pessoas muito mal tratadas e muitas vezes morrem sem atendimento ou em filas de esperas… Precisa ser repensada a SAÚDE no nosso Brasil URGENTE.

  • #2839
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    Juscelia Barbosa de Lima
    Espectador

    Aumenta Vagas de Cursos de Medicina no Brasil em universidade Públicas. melhorar atendimento do SUS, Principalmente em região de vulnerabilidade.

  • #2848
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    Rodrigo Almeida
    Espectador

    Não consigo postar minha resposta corretamente.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Rodrigo Almeida. Razão: Deu erro quando postei
  • #2853
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    Carlos Eduardo de Paula Arthus
    Espectador

    As políticas da saúde devem estar orientadas para a redução das desigualdades entre os indivíduos e grupos populacionais, sendo os mais necessitados aqueles para os quais devem ser prioritariamente direcionadas as políticas. O SUS tem também orientações para a execução destas políticas, tendo como ponto principal a participação popular, que define que todas as políticas estão a ser planejadas e supervisionados diretamente pela população, nos bairros, municípios e estados, principalmente organizando as conferências municipais, estaduais e nacionais de saúde. <

    Em muitos aspectos o essencial seria o primoramento da estrutura do SUS, considerando suas diferentes complexidades (atenção básica, média e alta complexidades). No caso da atenção básica, destaque para maior cobertura, qualidade e resolutividade, em função desta ser a porta de entrada do sistema com foco na promoção, prevenção e acompanhamento das condições de saúde da população. Para a média e alta complexidades é proposta a criação da “Central de Regulação”, que serve para organizar as demandas de saúde considerando as prioridades no atendimento; ampliação da rede de policlínicas por meio de consórcios em mesorregiões; e a redução das filas para exames e procedimentos.

    Além do aprimoramento do modelo de gestão e desenvolvimento de mecanismos de supervisão, avaliação e controle, considerando integração dos níveis de complexidades; premiação a serviços bem avaliados; disseminação de boas práticas; estruturação de carreira de gestor na área da saúde; estímulo para permanência em regiões mais distantes; formação de médicos generalistas e reforço do conteúdo geral na formação de todas as especialidades; criação de um Sistema Nacional de Ouvidoria do SUS e valorização dos conselhos e conferências de saúde.

  • #2871
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    Pedro Ygor Sousa Silva
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    Fortalecimento do SUS, e o financiamento facilitado a procedimentos de alta complexidade para famílias que não se encontrem em Extrema pobreza, dividindo os custos e a manutenção dos serviços com a população e dando a eles um poder fiscalizador sobre a tomada e prestação daqueles serviços, atendimentos locais e uma maior interiorização de campanhas de saneamento básico, políticas de drogas, e políticas preventivas ao uso do cigarro e outras drogas lícitas.

  • #2889
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    Gabriela Cardoso
    Espectador

    É claro que nosso sistema único de saúde merece uma atenção especial, com mais médicos especialistas, agilidade nas marcações de exames e cirurgias , hospitais e leitos de qualidade para os pacientes que necessitam deste serviço tão requisitado.

     

     

  • #2909
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    Rodrigo Almeida
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    No atual cenário político brasileiro, a saúde pública do país é sempre uma razão de constantes críticas e conflitos. O demasiado aumento na demanda de usuário do SUS, contribuiu bastante para que o caos se instalasse na maioria dos hospitais, clínicas e postos de saúde Brasil a dentro. É comum presenciarmos todos os dias as superlotações desses estabelecimentos, carentes em profissionais, escasso de materiais e abundantes em cidadãos em busca de alguma ajuda médica e tratamento digno. Um dos princípios do SUS, é o acesso universal a saúde. Isso, infelizmente, está escrito, mas não é cumprido. O cidadão tem essa percepção porque tem dificuldades para marcar consultas, conseguir medicamentos, consultas com especialistas e etc…

    O governo deve agir de maneira coerente e competente, utilizando de seus recursos, para melhorar a situação do presente cenário em que a saúde pública do país se encontra. De maneira que possa contratar um maior número de médicos, comprar equipamentos modernos e com qualidade necessária para realizar exames de rotina e exames mais complexos, para poder atender a demanda diária de pacientes, abrir mais postos de saúde nos bairros e comunidades carentes, ter estoque de medicamentos, pelo menos os que são considerados essenciais, aumentar o quadro de funcionários para que todos possam ser atendidos com decência e atenção merecida, ter maior número de leitos para atender todos os doentes internados e agir com seriedade e disciplina para que todos tenham um minimo de dignidade possível para receber o que é seu por direito. Além de claramente manter uma vigília ativa em cima dos gestores de recursos da saúde, para que toda a verba enviada a eles chegue a seu devido local de destino e seja usada corretamente para beneficiar a todos que realmente precisam.

  • #2924
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    ERIK LIMA REIS SANTOS
    Espectador

    A saúde não recebe atenção que merece precisamos contratar através de concurso mais profissionais para que possamos treiná-los para ter um bom atendimento ao cidadão

  • #2942
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

     

    Grande parte do problema do SUS está na gestão e nos sistemas, o emprego de novas tecnologias como um sistema unificado que íntegre, upas postos de saúde e hospitais pode além de propiciar melhor acompanhamento, e facilitar o horário para marcar consulta. Isto pode ser feito paralelamente ao um sistema de avaliação dos médicos com feedback de consultas e desempenho, ficando disponível a público e os bonificando por bom desempenho. Outra ideia a ser discutida junto com o sistema é criar um sistema de rodízio, alinhado a demanda medica, podendo rotacionar médicos de acordo com a demanda e consultas marcadas. É possível além disso ampliar ideias que deram certo como os hospitais universitários da USP para federais e outras universidades públicas

  • #2943
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    Henrique Pinheiro
    Espectador

    Antes de falar da saúde no seu próprio contexto, precisamos falar de políticas públicas voltadas a saúde. Ainda sofremos com o pouco investimento nessas políticas, pois a maioria das doenças podem ser combatidas através de informações, cartilhas que contenham as prevenções das doenças. Campanhas que fortaleçam que os cidadãos precisam estar sempre se prevenindo. O SUS precisa passar por uma modernização e celeridade para aqueles que realmente precisam. É necessária a desburocratização de medidas para conseguir algo pelo SUS! Temos um grande número de pessoas que morrem em filas de espera para poderem se operar. O PSDB precisa estar aberto para que a saúde seja pauta de urgência e eficiente ao povo brasileiro

  • #2949
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    Samuel Genuino
    Espectador

    Saúde é mais uma das áreas que precisa ser abraçada com prioridade pelo PSDB. Observamos diariamente o sucateamento enfrentado pelo Sistema Único de Saúde do país, onde a corrupção, os investimentos aplicados de forma incorreta e a ingerência são realidades cruéis que afetam a vida de tantos cidadãos e cidadãs. É preciso trazes os SUS para o século 21, com modernidade, gestão e humanidade, fortalecendo e aperfeiçoando os programas de proteção e preservação da saúde já existentes, que são frutos de tantas lutas travadas.

  • #2981
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    Rafael Assunção Miranda
    Espectador

    Saúde pública é um tema bastante amplo que deve ser tratado de forma minuciosa em cada um dos seus aspectos, não é possível fazê-la em poucas palavras, correndo o risco de generalizar de forma grosseira assuntos que envolvem várias pessoas e grupos, prestadores de serviço, funcionários públicos da área, gestores, conselhos de classe e o contribuinte em geral, devido a isto quero concentrar a atenção dos colegas em alguns assuntos específicos relativo a saúde pública brasileira, os quais, a atual percepção da responsabilidade do Estado sobre o bem estar do cidadão e a situação dos prestadores de serviços da área.

    Deixe-me me apresentar, meu nome e Rafael Miranda, farmacêutico, funcionário público pelo Estado do Paraná. Quero chamar atenção sobre o artigo 196 da constituição de 88, este artigo abre a seção ‘Da Saúde’ na constituição, nele expressam-se as seguintes palavras “A saúde é direto de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. Neste trecho da constituição que é talvez o artigo mais repetido de todos – quem nunca ouviu o famoso “A saúde é direito de todos e dever do Estado…” –  consta uma máxima que tira do cidadão a responsabilidade por seu próprio autocuidado. Não é minha intenção aqui questionar os direito a saúde, pois a possibilidade de viver uma vida saudável é sim um direito que todo ser humano deveria ter, mas também deve ser do cidadão e não apenas do Estado esta busca por uma vida saudável. Atualmente um dos principais gastos dos Sistema Único de Saúde são os gastos com alta complexidade, cirurgias, internamentos e medicamentos judicializados consome boa parte das receitas voltadas a saúde, estes gastos poderiam ser reduzidos se fosse feito em décadas passadas o investimento na saúde primária, evitando assim desfechos desagradáveis. O foco em saúde primária também torna o cidadão mais consciente da necessidade de buscar preserver a própria saúde, políticas voltadas para conscientização tem se mostrado extremamente eficazes no Brasil, vide o caso dos cigarros, cujo a ampla campanha contra e ações objetivas por parte do Estado propiciaram avanços importantes na prevenção de doenças relacionadas.

     

    Outra questão que quero direcionar a atenção de todos é a forma que os profissionais e estabelecimentos de saúde são encarados, é necessário que o PSDB busque através do desenvolvimento de políticas públicas o incentivo aos profissionais e estabelecimentos de saúde que complementam a busca por saúde para a população, acadêmias, farmácias, clínicas e demais estabelecimentos devem receber incentivos fiscais pela importância do serviço que geram, isto inclusive pode mobilizar o investimento de empreendedores em áreas menores assistidas do país. A tabela de procedimentos pagos pelo SUS por exemplo demora anos para novas atualizações em seus valores, isto desestimula prestadores a oferecerem seus serviços, consequentemente muitos lugares faltam médicos e profissionais, sendo que no Brasil algumas regiões concentram boa parte dos prestadores de serviço e outras prevalece a escassez.

     

    São estes os pontos relativos a saúde que gostaria de deixar aqui para reflexão dos membros do PSDB. Agradeço e espero sinceramente que possamos construir um país prospero e justo no futuro.

  • #2985
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    Wagner Siben de Souza Wolff
    Espectador

    Apesar do grande volume de recursos, assim como ocorre em outras áreas, o dinheiro é mal administrado.

    O dinheiro deve ser melhor investido, principalmente na atenção básica, prevenindo quadros graves que sobrecarregam o SUS.

    Os gestores Municipais devem ser o centro de administração do SUS,  com uma atuação regionalizada, fortalecendo os consórcios intermunicipais.

    É necessário aumentar a participação do sistema privado na execução do SUS, pois geralmente consomem menos recursos e entregam serviços de melhor qualidade.

  • #2997
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    Guilherme Moura Cardoso
    Espectador

    Tópico: Saúde

    A saúde pública no Brasil possui inúmeras problemáticas, dentre as quais podemos mencionar:

    1) Falta de médicos e demais profissionais da saúde: Índices aponta que no Brasil existem aproximadamente 17,6 médicos para cada 10 mil pessoas. Nos últimos anos buscou-se ampliar a quantidade de unidades de ensino superior para a formação de profissionais da área da saúde, mas tal medida até então vem mostrando-se infrutífera.  Inicialmente, deve-se considerar o evidente problema desta medida que é o longo tempo necessário para formação desse futuro profissional. Posteriormente, a dificuldade em realizar a interiorização desses profissionais, que se concentram em grande parte nos grandes centros urbanos e na região centro-sul do país, deixando as regiões interioranas – principalmente da região Norte e Nordeste do país – desguarnecidas.

    2) Falta de medicamentos;

    3) Falta de leitos; e

    4) Longa espera: a demanda é maior que a oferta e os problemas de infraestrutura agravam ainda mais a situação.

    Mesmo com a existência desses problemas, é preciso reconhecer também os pontos positivos e a necessidade de continuar defendendo o sistema de saúde universal adotado no país. Logicamente, buscando aperfeiçoá-lo.

    A ideia de defender o fim da universalidade e taxar o uso do serviço para aquela parcela da população que possui maiores condições financeiras não me parece razoável. Ora, é evidente que no país existe um problema de arrecadação e distribuição/aplicação dos recursos, mas acredito que a cobrança direta pelo serviço não seja solução para o sistema púbico de saúde – especificamente. Estamos lidando com salvar vidas, vidas daqueles – em se tratando de valores monetários – já estão pagando por aquele serviço – destaca-se aqui a necessidade do Brasil rever o seu modelo tributário, para torna-lo mais justo. Por fim, a não universalidade da saúde pública e sua taxação, vão totalmente contra o que preconiza nossa CF/88.

  • #3000
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    Jemerson Gleison Barbosa da Silva
    Espectador

    Acredito que a questão mais urgente no sistema de saúde é o problema de falta de médicos em áreas mais carentes. Acredito que deveria haver um programa de incentivo para que os médicos atuassem nestas áreas. Além disto estudantes de medicina que se beneficiaram de bolsas públicas deveriam logo após o término da graduação fazerem uma residência nestas áreas por um certo período de tempo. Além disto programas como o realizado pelo Doria de participação da iniciativa privado com o preço da tabela SUS para resolver as pendências são necessárias para combater os as filas de espera.

  • #3009
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    William Junior
    Espectador

    Posso eu disse  que a saúde  e a base  de tudo. Hoje  temos, que Olhar a saúde do nosso país,  de uma forma  diferente  pois a nossa sociedade  estar morendo   por conta  do descaso. São  famílias  que tem chorado todos os dias por não  ter uma saúde  básica

  • #3021
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    Larissa Gomes Fagundes
    Espectador

    Primeiramente boa noite, A saúde é o nosso principal tema abordado no mundo, O nosso sistema unico de saude (sus) deve ser melhor assistido e melhorado a cada momento, capacitando os seus funcionários para todos os tipos de situações sejam elas de emergência ou não, equipar melhor nossas Ubs,e dar valor mais ao pronto socorro que atende toda a população,precisamos de mais leitos sus,para atender a demanda, precisamos de maie investimentos na saúde!

  • #3027
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    Paulo Afonso Tavares
    Espectador

    A área da saúde precisa ser valorizada. A gestão do PSDB foi responsável pela criação dos programas Saúde da Família, Saúde da Mulher, Bolsa Alimentação e ainda dos remédios genéricos. Desta daí, pouco ou nada, foi feita na área da saúde. Com isso, é a população mais necessitada que sofre. As filas nos hospitais públicos são quilométricas, os pedidos de cirurgias e de exames levam meses. Do jeito que está não pode continuar mais. Tem que ser criado um fundo nacional para melhorar a saúde.

  • #3053
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    Joao Pedro Freitas de Araujo Alves
    Espectador

    1) Aumento do número de médicos em nosso setor publico com o sistema unificado de saúde (SUS).

    2) Sistema de meritocracia para os médicos que entrarem e que já estão presentes no SUS, através de monitoramento de frequência que estes médicos estão em plantões, cirurgias e etc.

    3) Parcerias junto ao setor privado, junto as hospitais do setor privado para que possamos ter um maior número de pacientes atendidos. Exemplo: Usar horários de menor fluxo nestes hospitais para atendimento do SUS.

    4) Parceria junto as grandes industrias farmacêuticas presentes no país para conseguirmos melhores preços para pacientes que não tem condições da compra de medicamento; através destas parcerias colocar remédios de ponta e de novas pesquisas para estes pacientes. Exemplo: Remédios tem data de validade de 2 anos quando vai chagando próximo de seus vencimentos todos estes são incinerados, pegar estes lotes e comprar por preços menores, visando claro a demanda para que cada produto tenha.

    5) Aumentar investimentos em nossas universidades para conseguirmos novas moléculas de medicamentos e novos tipos de tratamento para a nossa população. Através de novos medicamentos aumentar a economia do mercado vendendo estres medicamentos para outros países e deixando este dinheiro para as próprias universidades; assim em médio e longo prazo as universidades criarão suas próprias redes de sustentação de pesquisas.

  • #3078
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    Gabriela Assunção Miranda
    Espectador

    A saúde no Brasil é um tema amplo e de extrema relevância, que deve ser tratado de maneira minuciosa nos diferentes pontos que abrange, visto que influencia diretamente na vida de inúmeras pessoas, sendo impossível solucionar questões problemáticas do dia para a noite. Inegável que investimento em campanhas de prevenção é algo essencial, que gera resultados eficazes mesmo que a longo prazo, visto que passam a fazer com que população aos poucos mude de hábitos, o que ocasiona consequências positivas diretas na saúde pública como um todo. Ainda, no cenário atual, necessário um maior controle na administração das verbas destinas à área da saúde, a fim de que de fato sejam investidas de maneira inteligente, com benefícios diretos à população, principalmente a carente. No mais, interessante o investimento em programas de incentivo para levar profissionais da saúde em locais distante dos grandes centros, os quais muitas vezes carecem de pessoas que trabalhem na saúde pública devido as poucas condições de trabalho e salários irrisórios. Por fim, o incentivo à realização de parcerias com instituições de saúde privada também são uma forma interessante de garantir o acesso à atendimento de saúde para pessoas que não tem condição de pagar, porém, necessitam de um controle mais severo nos serviços, bem como, a efetivação de contratos justos tanto para a instituição privada quanto para a administração pública.

  • #3080
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    Jhonathan Rocha
    Espectador

    Quando falamos em saúde pública, obviamente precisamos de repensar com relação ao financiamento e à distribuição de verbas. Maiores investimentos são necessários, mas isso somado à redistribuição da verba de acordo com as prioridades, onde observo uma maior necessidade de valorização da atenção básica. Um atendimento básico de melhor qualidade, incluíndo a questão da educação em saúde é a base para que tenhamos um desenvolvimento nesta área. Neste contexto é válida aquela máxima que afirma que “prevenir é melhor que remediar”, assim, quando se investe em medidas de educação em saúde e na atenção básica voltada para os grupos (saúde da família e comunidade, pediatria, saúde da mulher, etc), é possível que nos demais níveis de atenção ocorra uma economia significativa. Tudo isso, é claro, acompanhado dos princípios doutrinários e organizacionais do SUS.

  • #3106
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    murilo psdb
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  • #3112
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    Edite Vidal
    Espectador

    Apesar de todos os desafios e problemas, o SUS ainda continua sendo referência mundial em Saúde Publica. O melhor e mais completo modelo, levando em consideração suas diretrizes e princípios proporcionando um atendimento universal e integral em todo território nacional. É uma grande conquista da população e não deve ser ignorado.

    Hoje as maiores barreiras enfrentadas pelos usuários encontram-se nos atendimentos de media complexidade, nas especialidades, nos exames… Não há conhecimento sobre a importância da Atenção Primaria, que é mais fácil e econômico promover e previnir do que tratar, fomos direcionados ao atendimento imediatista, levando as grandes filas nos prontos-socorros. Outra dificuldade que se evidenciou com a saída dos médicos cubanos é o pouco interesse da classe médica na Atenção Básica principalmente em áreas distantes dos grandes centros urbanos e de maior vulnerabilidade social, além da ausência da base humanísticas na formação acadêmica destes profissionais, tão imprescindíveis.

    Sugestões para a melhoria do SUS no âmbito da Atenção Primaria.

    • Ampliação dos NASF-AB
    • Investimentos, implementar um plano de carreira e brindar condições dignas de trabalho.
    • Inserção do profissional nutricionista na Atenção Básica como no Programa de Saúde da Família,

     

  • #3164
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    Anderson N. Nunes
    Espectador

    Em primeiro lugar, não se faz Gestão do SUS seja qual for a esfera, sem que o gestor e seus principais assessores das áreas temáticas tenha conhecimentos mínimos do que é ser Gestor. Ser Médico ou Enfermeiro não significa que é o profissional habilitado para ser Gestor, esse têm sido o pior do Brasil. Gestão, e se falando de Gestão Pública têm que ser capacitado para o mínimo, boa-fé não levará nosso SUS a lugar nenhum.

    Em segundo lugar, é impossível ser Gestor de algo com uma tabela de procedimentos defasada a 30 anos, e ainda com uma EC com congelamento de recursos. NUNCA dará certo, as contas nunca vão fechar, a população todo dia demanda mais e mais, e o SUS diminui a cada demanda.

    Em terceiro lugar, é inadmissível manter as Despesas com Pessoal SUS dentro dos limites da LRF, ou seja, se não excluirmos os concursados deste LIMITE, nunca poderemos por exemplo: aumentar a Rede de Atendimento da Atenção Primaria com ESF, podendo dar cobertura 100% com salarios dentro do aplicado no mercado para que os Agentes, Enfermeiros e Médicos 40 horas se sinta parte e valorizados, por dedicação exclusiva no SUS e na ponta.

    Em quarto lugar, a União têm que federalizar toda ALTA complexidade, o Estado toda MÉDIA complexidade com recursos federais e estaduais, o Município com toda Rede de Atenção Primaria com prioridade na Prevenção a Saúde de forma articulada as outras politicas sociais de esporte, assistência social e cultura.

  • #3221
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    Marcus Vinicius Pestana da Silva
    Espectador

    Fui secretário estadual de saúde de Minas Gerais (2003/2010) e Presidente do CONASS – Conselho Nacional de Secretários de Saúde (2005/2006). Na Biblioteca desse site se encontra um texto “A crise da maturidade do SUS” que publiquei na Revista do CONASS e no Blog do IEPS/Folha/UOL, com um diagnóstico da situação presente do sistema nacional de saúde e os desafios que temos pela frente. Quem se interessar, leia lá. Abraços

  • #3238
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    Estêvão Da Cunha Pereira
    Espectador

    Melhorar o SUS com urgência. Nós que somos do interior, passamos horas na grandes capitais a espera de um atendimentos melhor. Longe da família, doente, e sem nenhum auxílio para as pessoas.

  • #3276
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    Rose Ventura
    Espectador

    O problema da saúde pública no Brasil passa também pela idoneidade da gestão hospitalar que , muitas vezes, usa os repasses de verba do Sistema Único de Saúde para lograr vantagem financeira para as equipes médicas, como exemplo, a fraude das próteses e, isso, sem falar dos exames laboratoriais que incluem procedimentos sem a devida necessidade para cada paciente, ou seja, fora inclusive da requisição médica. Falta maior controle do Estado  nessa transferência de recursos para que não fique  livre  o poder de oportunidade e conveniência dos grupos hospitalares. A Agência Nacional de Saúde  sempre que suspeitar de fraude na aplicação de recursos deverá encaminhar ao Ministério Público para investigação e, em caso de maior gravame ,  auditoria   nesses repasses.

     

  • #3304
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    Marcus Vinicius Pestana da Silva
    Espectador

    Depois de 30 anos de existência do SUS, chegamos ao impasse da maturidade: a contradição entre um marco constitucional e legal excessivamente generoso e aberto, financiamento insuficiente e pressão de custos crescentes em função da transição demográfica e da veloz incorporação de inovações tecnológicas.

    Diante de tamanho desafio, faz-se necessário:

    – Definir claramente o padrão de integralidade a ser oferecido à população, atacando o problema da judicialização da saúde e aprimorando métodos e instituições voltadas para a regulação da incorporação tecnológica;

    – Buscar novas fontes de financiamento (introdução do copagamento, DPVAT, renúncias fiscais, etc.);

    -Erguer formas efetivas de cooperação com a saúde suplementar, estabelecendo claramente o entendimento de sua natureza complementar e cooperativa, já que na verdade o sistema não é único, convivendo paralelamente três subsistemas: SUS, saúde suplementar e desembolso direto dos cidadãos. O sistema público e a saúde suplementar têm problemas e base produtiva comuns. Para o SUS, diante de suas limitações, é imprescindível que a saúde suplementar vá bem;

    – Investir pesado no uso de ferramentas tecnológicas de gestão e regulação para o aumento da produtividade dos recursos (prontuário, classificação de risco, cartão SUS, telemedicina, etc.) ;

    – Combater os desperdícios, a ineficiência e à corrupção;

    – Desenhar melhor a regionalização do sistema visando ganho de escala, escopo e qualidade, a partir da concepção de redes integradas e regionalizadas de atenção à saúde.

    Não há mais lugar para discursos ufanistas. As mazelas e os gargalos presentes no dia a dia do usuário do SUS saltam aos olhos. Diante disso, a pior atitude é a inércia ou o refúgio em fundamentalismos sem base real. A conquista da utopia dos constituintes é um processo permanente. Estancar os retrocessos e ter ousadia para mudar o que é preciso mudar, arquivando dogmas e “vacas sagradas” e enfrentando com realismo e coragem as novas perguntas que a realidade coloca diante de nós, parece ser o caminho.

  • #3305
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    Marcus Vinicius Pestana da Silva
    Espectador

    Está desconfigurando o texto do word. Vou aguardar a correção do sistema. Abraços

  • #3311
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    Matheus Xavier
    Espectador

    Acredito que uma ação que ajudaria é muito a enfrentar o problema da saúde é a reformulação do pacto federativo, dando aos municípios mais recursos para investir em UBS e UPA’s para o pronto atendimento de baixa e média complexidade onde a demanda é gigantesca! Investir forte na estrutura dos hospitais a partir de PPP’s buscando maior eficiência na aplicação dos recursos destinados. Sobre o SUS, acredito que deveríamos rever a forma como ele é constituído para que possa ser destinado a quem realmente precisa.

  • #3338
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    Vijanio Filho
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    TEMATICA SAUDE

    “Uma saúde universal e independente da política

    Outro ponto que precisa ser levado em conta para fortalecer o sistema de saúde brasileiro é o descolamento entre as políticas públicas de saúde e a política. “A saúde é um direito fundamental. Eu entendo que ela tem que ser vista como um investimento prioritário, não como uma despesa. Precisamos de um financiamento mínimo compatível, mas também de uma gestão organizada, que não seja político-partidária. Tem que ter foco no interesse do cidadão.

    Embora o SUS seja uma das políticas de saúde mais audaciosas do mundo, na prática ele não cumpre o que deveria. “Temos subfinanciamento, problemas de gestão e problemas na rede de integração. A principal porta de entrada é a atenção básica. Mas o cidadão, quando não tem acesso facilitado por essa porta, vai procurar alternativas para resolver seu problema porque o Estado não o fez.

    “Emenda Constitucional 95: a questão do congelamento das despesas

    O documento com todas as reivindicações das entidades de saúde ainda não está pronto. Mencionando a Emenda Constitucional n.º 95, de 2016. A emenda nada mais é que a concretização da famosa Proposta de Emenda Constitucional (PEC) n.º 55, ainda mais popularmente conhecida como a PEC do Teto de Gastos, que congelou as despesas públicas por 20 anos, inclusive em áreas como saúde e educação. Temos várias propostas de defesa do SUS. De proteção desse sistema que já está fragilizado, contra medidas financeiras de congelamento adotadas pelo governo, como a [EC] 95”.

     

    “Fixação dos médicos em cidades remotas

    Quando se fala em saúde em um território de dimensões continentais como o Brasil, uma das grandes dificuldades é garantir atendimento rápido e de qualidade no interior do país. Para que o SUS passe a cumprir efetivamente esse papel, as entidades devem apresentar “algumas propostas relativas a ter uma política de fixação do médico nas cidades remotas. Porque a atenção primária é primordial e você só vai conseguir isso com profissionais que estejam realmente comprometidos com o sistema. Isso não se resolve com contratos temporários.

     

    “Integração da rede de saúde das pequenas localidades

    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem 5.570 municípios. E as disparidades entre eles, em termos de atendimento de saúde, são gritantes – inclusive dentro de um mesmo estado.

    “Hoje os municípios é que são responsáveis pela saúde. Não se pode deixar para o município pequeno resolver todos os problemas de saúde dos cidadãos, porque ele não tem capacidade para isso. O que ele vai fazer é colocar as pessoas em uma ambulância e mandar para o centro maior.

     

    “Um dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) é o acesso universal à saúde. Isso, infelizmente, está escrito, mas não é cumprido. O cidadão tem essa percepção porque tem dificuldade para marcar consultas, para conseguir medicamentos, consultas com especialistas e etc.

     

    Diante de um sistema público defasado e de uma rede privada que nem sempre cumpre o que promete, esse resultado é reflexo da insatisfação para com as opções disponíveis no Brasil. “Os cidadãos criticam o SUS, mas querem o SUS. As pesquisas mostram que nosso país é um país de desigualdades e com muitas dificuldades no aceso à saúde.

     

     

     

    Sistema privado: regulação das operadoras de saúde

    A regulação das operadoras de saúde faz parte das reivindicações do cidadão brasileiro. “Na saúde complementar há uma reivindicação de que os contratos entre médicos e operadoras de saúde existam e sejam cumpridos.”

     

    Os planos populares também estão na mira das entidades médicas. “Essa linha tem a única finalidade de minimizar o acesso deficiente à saúde. A pessoa paga por consulta, mas, quando precisar de algo mais complexo, terá de voltar ao SUS. Ou seja, o SUS passa a financiar o setor complementar, que é o privado.”

     

     

    Uma saúde universal e independente da política

    Outro ponto que precisa ser levado em conta para fortalecer o sistema de saúde brasileiro é o descolamento entre as políticas públicas de saúde e a política. “A saúde é um direito fundamental. Entendemos que ela tem que ser vista como um investimento prioritário, não como uma despesa. Precisamos de um financiamento mínimo compatível, mas também de uma gestão organizada, que não seja político-partidária. Tem que ter foco no interesse do cidadão.

     

    Embora o SUS seja uma das políticas de saúde mais audaciosas do mundo, na prática ele não cumpre o que deveria. Temos subfinanciamento, problemas de gestão e problemas na rede de integração. A principal porta de entrada é a atenção básica. Mas o cidadão, quando não tem acesso facilitado por essa porta, vai procurar alternativas para resolver seu problema porque o Estado não o fez.”

     

     

    A diminuição das filas de espera

     

    Consultando uma pesquisa, ao analisar os resultados apontados pelo Datafolha é mergulhar no universo das filas de espera. Dentre os entrevistados, 39% estão ou têm alguém em casa que esteja aguardando a marcação ou realização de consulta, exame, procedimento ou cirurgia pelo SUS. Desses, 45% já estão na espera há mais de seis meses. A demora no atendimento dificulta os tratamentos e afeta diretamente a saúde dos cidadãos.

     

    “Sempre que o tempo de espera foi maior que seis meses ele deve ser questionado. Se você vai ao ginecologista, faz o [exame] preventivo e detecta uma suspeita de câncer, esperar pela cirurgia por muito tempo é inaceitável. A doença pode piorar, a chance de cura diminui. Da mesma forma, por exemplo, as cirurgias de coluna em crianças. Poucas pessoas fazem porque não é rentável, então é demorado. E se você esperar por muito tempo a deformidade pode crescer.

    Avaliamos  que melhorar o sistema público é, portanto, fundamental para que o acesso à saúde tenha mais equidade. “Essas reivindicações visam estabelecer prioridades a serem incorporadas pelos proximos políticos eleitos. São propostas para que eles leiam, reflitam e executem. São coisas que têm um viés social, porque defendemos um sistema público de saúde universal.””

     

  • #3347
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    JOSÉ ROBERTO DA SILVA JÚNIOR
    Espectador

    <p class=”MsoListParagraph” style=”text-align: justify; text-indent: -18.0pt; line-height: 150%; mso-list: l0 level1 lfo1;”><!– [if !supportLists]–><span style=”font-size: 12.0pt; line-height: 150%; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: Garamond; mso-bidi-font-family: Garamond; color: #383636; text-transform: uppercase; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;”><span style=”mso-list: Ignore;”>-<span style=”font: 7.0pt ‘Times New Roman’;”>     </span></span></span></p>
    Como o Novo PSDB poderá contribuição na Proibição da mutilação de bebês intersexo, assegurando a autodeterminação de gênero; ainda, recomendar a proibição de hormonioterapias realizadas sem respeito à identidade de gênero da pessoa?

  • #3355
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    paula campello
    Espectador

    Um grande problema que observamos nao é a excaessez de profissionais mas a disponibilidade desses profissionais em atuar para ganhar um salário módico.

    No meu estado, mesmo os recem formados, nao querem trabalhar no estado e receber o valor pago pelo estado por este tipo de serviço.

    Assim, vemos processos seletivos “desertos” pois nao ha candidatos e qdo as vagas sao para o interior do estado, ai mesmo é que complica.

    O PSDB tem que incentivar politicas publicas que expandam as vagas para fora de nossas fronteiras pq a necessidade de medicos nos municipios paraenses é imenso. Devido a dificuldade e a distância, muitos passam um mês e voltam. Imagine viver, hoje, em um municipio sem telefonia celular, sem Internet.

    A dificuldade, aqui, começa no diagnóstico da doença, mesmo a mais simples, tudo pq nao ha profissional para fazê-lo.

    <span style=”line-height: 1.5;”>Precisamos de mais medicos, mais enfermeiros, mais profissionais comprometidos em exercer, realmente, a profissão escolhida</span>

  • #3361
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    IVAN LIMA
    Espectador

    1. Implementar, em todo o Estado, a Política Nacional Integral da Saúde da População Negra, priorizando a redução das desigualdades étnico-raciais, o combate ao racismo institucional e a discriminação nas instituições do SUS.

    2. Implantar o Programa Nacional de Anemia Falciforme, com a definição dos serviços de assistência às pessoas com doença falciforme nos diversos níveis e Secretarias (Portaria n°1.018, de 1º de julho de 2005 – Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde, o Programa Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias).

    3. Incluir no protocolo de pré-natal o exame de eletroforese para diagnóstico da anemia falciforme;

    4.Capacitar profissionais para a prevenção e o atendimento a pessoas em situação de violência, entre elas, a violência sexual, com enfoque em direitos humanos, relações de gênero, raça/etnia, classe, orientação sexual, identidade de gênero, priorizando profissionais que atuam em serviços das Redes de Atenção à Saúde.

    5-Incentivar financeiramente pelo Estado as Comunidades Remanescentes de Quilombo/CRQ ou Terra Negra Tradicionais/TNT

     

  • #3585
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    Ricardo Olimpio
    Espectador

    Precisamos de um plano integral de saúde para a população LGBTI brasileira.

    #DiversidadeTucanaEmAção

  • #3588
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    Gostei das opiniões dos membros aqui deste fórum. O que eu queria ressaltar é o seguinte: sou totalmente CONTRA a privatização da saúde! É um absurdo termos que pagar por algo que é direito fundamental! Devemos sim ter a opção de contratar um plano de saúde, mas fazer disso uma regra, como nos EUA, por exemplo, é abominável! Como eu já citei, o SUS é um programa modelo para muitos países, o que falta são duas coisas:
    * Melhor gestão dos recursos financeiros destinados (com consequente punição para quem cometes desvios e corrupção);
    * Ações PREVENTIVAS, onde se gasta muito menos dinheiro do que em ações CORRETIVAS.

    O grande problema, ao meu ver, é tirar da mentalidade das pessoas que saúde privada ou que cada um tenha que pagar o seu, é muito melhor. Estão errados! Provei disso na própria pele: tive que levar minhas filhas que estavam com virose em um hospital particular (não tem hospital público na minha cidade) que faz atendimento de emergência à usuários do SUS, E FUI TRATADO COMO CACHORRO! Foi indignante, foi horrível, foi angustiante!

    Eu sei bem de como é a realidade do SUS, as filas intermináveis, a demora no atendimento, a desumanização das equipes e tudo mais, porém, usar isso para, quem sabe, extinguir o programa, é absurdo! Precisamos melhorar muito o sistema de saúde público, mas isso só vai acontecer quando começarem a punir os responsáveis por desvios, por corrupção, por quem “dá um jeitinho”, e não a população que tanto já sofre e mais necessita do sistema.

    Meu apoio incondicional ao SUS permanece, sem dúvida alguma! Apenas gostaria que nós, do PSDB, façamos algo para que a gestão desses recursos seja mais eficiente, que as situações erradas sejam punidas e que possamos nos orgulhar de um sistema de saúde público de qualidade e humano.

  • #3649
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    Silvia Cibele
    Espectador

    O melhor remédio é a prevenção. É necessário investir em educação, em campanhas preventivas e desde o ensino fundamental, doenças venéreas que eram consideradas irrelevantes, após a “onda” dos bailes funks estão crescendo assustadoramente e, evidente, em destaque nas regiões periféricas onde temos a grande concentração da população negra.

    A sífilis virou uma epidemia na Zona Norte da cidade de São Paulo na população entre 14 e 26 anos, nossa juventude sem nenhuma prevenção sujeita a outras doenças sexualmente transmissíveis, como o HIV que também demonstra um crescimento preocupante.

    Nossxs jovens precisam aprender a fazer sexo seguro.

  • #3661
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    Patricia Kelly
    Espectador

    O SUS deveria priorizar na atenção básica, a promoção de saúde, ao invés do tratamento de doenças.

    Quando a promoção de saúde é trabalhada, através também da educação de seus usuários, os gastos com tratamento de doenças são reduzido.

    Outro ponto importante e que os comentários aqui deixaram mais claro ainda, é a supervalorização do médico enquanto saúde, e a desvalorização dos demais profissionais que atuam tanto na prevenção quanto no tratamento de doenças. Uma equipe multidisciplinar bem definida e motivada, podem atuar promovendo benefícios ao SUS em termos de efetividade e economia.

    Outro ponto importante é priorizar o atendimento de acordo com a renda familiar e grau de enfermidade/urgência/emergência, com isso, pessoas que realmente não possuem condições financeiras para buscar um atendimento ou acompanhamento podem ser atendidas com mais rapidez.

  • #3673
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    Rafael Ventura
    Espectador

    Acredito que os médicos que se formam na rede pública de universidades deveriam prestar um número de horas à comunidade. seria uma forma de retornar o valor investido pelo governo na formação dessas pessoas, alem de ajudar na ausência de médicos na saude pública.

  • #3712
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    Alberto de Souza
    Espectador

    Atualmente temos muitas campanhas preventivas, como: outubro rosa e novembro azul, mas que efetividade essas campanhas vem trazendo. Houve mais exames entre homens e mulheres nesses meses. Resumindo, eu acredito que só campanhas nã resolvem, precisamos realizar os exames. Multidão,  da mamografia em todos os hospitais estaduais e municipais que possuir o aparelho e exames de PSA, em hospitais e laboratórios,  parceiros particulares.

  • #3729
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    Augusto Aragão Júnior
    Espectador

    É necessário investir pesado nos profissionais da área de saúde e seus colaboradores, visando maior qualidade no atendimento e na produtividade dos mesmos, para que se alcance a melhoria dos serviços dispensados à população, é preciso contar com uma equipe firme e motivada, outro fator a ser implementado é a atração de profissionais capacitados por intermédio de planos de carreira. E, principalmete, garantir a cobertura do SUS para que toda a população possua acesso aos tratamentos e serviços de maneira rápida e eficiente

  • #3730
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    Inacio Marques
    Espectador

    Espero que o novo financiamento da APS venha a ser útil para saúde do nosso país, porque se tivermos uma atenção primária de qualidade, resolveremos 70%da nossa saúde e ficaremos com 30% para média e alta complexidade.

  • #3739
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    Anderson M Salvador
    Espectador

    Acredito que devemos Investir em atendimento humanizado, com politicas publicas voltada para comunidade, atendimento preventivo, diagnostico das demandas, combate as epidemias.

    Deve haver uma conexão entre os orgãos da saúde com is de ações sociais para que se tenha um relatorio de aonde e Como atuar.

     

    O PSDB deve capacitar seus gestores para atualizar informações e incentivas politicas publicas para sociedade buscando maiores investimentos na area

  • #3774
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    Cicero Sampaio De Brito Sampaio
    Espectador

    Eu avejo que sim precisamos de mais médico , porque não damos prioridade aos nossos médicos recen-formados  brasileiros porque assim teríamos menos custos e mais qualificação nas formações desses novos médicos

  • #3777
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    Carlos Antonio
    Espectador

    Eu quero mais melhoraria na saude

    • Esta resposta foi modificada 1 semana, 1 dia atrás por  Carlos Antonio.
  • #3781
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    Aline Góes
    Espectador

    Há muito tempo a saúde ocupa o topo das preocupações da população brasileira. Recentemente, o tema ganhou ainda mais espaço a partir de iniciativas do governo federal tomadas supostamente para responder aos protestos de junho. Não é novidade que as condições gerais do sistema de saúde no país são precárias, os recursos são mal aplicados e a gestão das unidades hospitalares e ambulatoriais é deficiente. O Brasil precisa, certamente, de mais médicos, mas precisa de muito mais para efetivamente passar a oferecer atendimento de qualidade a seus cidadãos.

     

  • #3844
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    Marcus Vinicius Pestana da Silva
    Espectador

    As contribuições estão ótimas. O assunto é complexo, sem dúvidas. Mas o centro creio deve ser equacionar no limite a questão do financiamento (novas fontes e aumento da produtividade dos recursos com o aprimoramento da gestão; o estabelecimento claro do conceito de integralidade para contornar a judicialização e adaptar a oferta à escassez de recursos; regular corretamente a incorporação tecnológica; estabelecer parcerias com o setor privado e qualificar a atenção primária. Como informação deixo a tabela abaixo do investimento público per capita de cinco outros países que tem sistemas de acesso universal e cobertura integral, para termos a noção exata do subfinanciamento crônico do SUS:

    Investimento público em saúde por habitante/ano (OMS/2014):

    Brasil – US$   435                                            Reino Unido – US$ 3.266

    Portugal – US$ 1.363                                     Canadá – US$ 3.704

    Espanha – US$ 1.890                                      França – 3.868

     

  • #3845
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    Suely Maria menezes Dourado
    Espectador

    A saúde no Brasil tem melhorado,porém falta muitos pontos a serem corrigidos e administrados, por exemplo o multirão de cirurgias que são feitas em hospitais municipais, deveria engrandecer o número de cirurgias e assim atender uma demanda maior de pacientes, sendo assim a saúde enriquecerá e terá mais pessoas atendidas pelo programa de cirurgias.

  • #3893
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    Juventude Nacional PSDB
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    PSICÓLOGOS NAS ESCOLAS E COMBATE AO SUICÍDIO

     

    Por: Ítalo Buarque Gusmão

     

    800 mil pessoas morrem devido ao suicídio, anualmente em todo o mundo. Estima-se que ocorre uma morte a cada 40 segundos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o Brasil é o 8º pais do mundo com mais casos de suicídio, com média de 3 mil mortes por ano de jovens entre 15 e 19 anos. Comparando pesquisas de 2010 e 2016, o número de mortes de mulheres continua o mesmo, a cada 100 mil habitantes são 2,8 mortes. O número de mortes de homens subiu de 9 a cada 100 mil habitantes para 9,7. O índice mundial caiu 9,8% nesse período, mas no brasil aumentou em 7%.  Em 2016, adolescentes negros (10 a 19 anos) apresentaram um risco de suicídio 67% maior que os outros, e entre os jovens (20 a 29 anos), um risco 34% maior.

     

    AS CIDADES QUE MAIS SOFREM COM SUÍCIDIOS NO BRASIL SÃO:

    Belo Horizonte: 3,13 a cada 100 mil habitantes;

    Porto Alegre: 2,93 a cada 100 mil habitantes;

    São Paulo: 2,44 a cada 100 mil habitantes;

    Rio de Janeiro: 1,52 a cada 100 mil habitantes;

    Recife: 1,23 a cada 100 mil habitantes;

    Salvador: 0,23 a cada 100 mil habitantes.

     

    FORMAS DE PREVENÇÃO

    Suicídios são evitáveis. Há uma série de medidas que podem ser tomadas junto à população, subpopulação e em níveis individuais para prevenir o suicídio e suas tentativas, incluindo:

    • Redução de acesso aos meios utilizados (pesticidas, armas de fogo e certas medicações), por mais que o maior índice seja por enforcamento;

    • Cobertura responsável pelos meios de comunicação;

    • Introdução de políticas para reduzir o uso nocivo do álcool;

    • Identificação precoce, tratamento e cuidados de pessoas com transtornos mentais ou por uso de substâncias, dores crônicas e estresse emocional agudo;

    • Formação de trabalhadores não especializados em avaliação e gerenciamento de comportamentos suicidas;

    • Acompanhamento de pessoas que tentaram suicídio e prestação de apoio comunitário.

    O suicídio é uma questão complexa e, por isso, os esforços de prevenção necessitam de coordenação e colaboração entre os múltiplos setores da sociedade, incluindo saúde, educação, trabalho, agricultura, negócios, justiça, lei, defesa, política e mídia. Esses esforços devem ser abrangentes e integrados, pois apenas uma abordagem não pode impactar em um tema tão complexo quanto o suicídio.

    PSICÓLOGOS E ASSISTENTES SOCIAIS NAS ESCOLAS PÚBLICAS

    Após os dados apresentados serem alarmantes, uma das possíveis formas mais efetivas de prevenção de suicídio entre jovens seria a implementação de Psicólogos e Assistentes Sociais nas escolas públicas. No ano de 2019 um projeto de lei, devidamente aprovado no Congresso Nacional, foi vetado pelo Presidente da República. A justificativa do veto já é batida, haja vista diversos municípios e estados também não aprovarem em seu âmbito a aplicabilidade da mesma. O principal argumento: ausência de fonte de custeio, ferindo o interesse público ao criar despesa sem fazer a devida indicação de onde viria o recurso. Ora, sabemos que, dentre as diversas competências concorrentes entre a União, Estados e Municípios, a educação e a saúde pública são uma das principais. Neste ínterim, casos de violência, depressão, suicídio e diversos outros problemas reais existentes no âmbito escolar – muitas vezes pelas crianças e adolescentes não possuírem base familiar e não saberem lidar com situações diversas – são diretamente relacionados com educação e saúde. Sabendo disso, alegar vagamente que um projeto de tamanha importância e relevância social é inconstitucional pela forma apresentada (por mais que seja), não isenta o Executivo da responsabilidade de tomar providências para rever e trabalhar no sentido de que haja essa efetivação. Havendo a devida prevenção e auxílio assistencial nas escolas, índices como tentativas de suicídio e violência nas escolas cairiam, segundo especialistas. A ausência de políticas públicas efetivas nesses casos, fazem com que a consequência dessa omissão do Estado reflita diretamente em maiores gastos na área de saúde pública. Enquanto o Poder Público não deixar de tratar esses casos como gastos, não há probabilidade de redução nos índices que só crescem a cada ano. Esse tema deveria, por óbvio, ser tratado como um investimento, não somente como maior auxílio na estruturação pessoal e psicológica das crianças e adolescentes, mas na efetivação de uma política pública concreta, e não paliativa. Enquanto há a inércia de nossos representantes em todos os níveis, vidas, principalmente de jovens, servem somente para alimentar aos bancos de dados anualmente e servirem de estatísticas.

  • #3895
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    Pedro Caldas
    Espectador

    Políticas públicas de prevenção as drogas e ao consumo abusivo de álcool (com palestras motivacionais nas escolas)

    Reforço nas políticas de prevenção as DST, tendo em vista de a sífilis atingiu um crescimento considerável nos últimos anos.

    Reforço nas prevenções do câncer de colo de útero e de mama.

    Política de vacinação contra o HPV precisa ser ampliada.

    Reforçar os centros de zoonoses nas grandes cidades do país, evitando que animais das ruas, em situação de abandono possam vir a ser transmissores de doenças.

     

  • #3904
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    Igor Kazakos
    Espectador

    Realmente o caso de suicídios é enorme assim como a depressão. Ou seja, um trabalho de prevenção é primordial que seja feito.
    Acrescentaria que tanto no caso suicídio, depressão faz necessário a inclusão de médicos psiquiatras.
    Ter uma equipe multidisciplinar com psiquiatra, psicólogo, terapeuta é primordial. Este trabalho deveria ser tratado em conjunto com áreas da saúde e educação

    Igor Kazakos

    Pres. Dir. Zonal do Jd. Paulista – São Paulo – SP

  • #3950
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    Virginia Nogueira
    Espectador

    A saúde é um tema de grande relevância que deve ser discutido. Nunca entendi porque o SUS é um dos melhores programas de saúde e o povo carente não consegue uma consulta dentro do mês pra poder descobrir a doença que tem,  nem fazer os exames rapidamente. Fico me perguntando as vezes, onde está a falha ?

  • #3968
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    Juan Medeiros Barbosa
    Espectador

    Não há como falar em saúde pública sem discutir, de vez, os problemas que envolvem a gestão metropolitana, principalmente em regiões conurbadas como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. O que vemos hoje são os grandes municípios sendo sufocados pelas demandas geradas pelos pequenos que fazem parte das regiões metropolitanas.

    A solução passa pelo investimento na saúde básica, pois é muito mais barato para os governos prevenir as doenças do que tratá-las. O Governo federal precisa ser uma instância de fomento de políticas públicas, pesquisa e fiscalização, enquanto os Estados devem agir como maestros e organizadores dos municípios, por tamanho e complexidade, enquanto que aos municípios deve caber a ponta, ou seja, emergência e atenção básica. Fazer cumprir a Lei do SUS e trazer inovação para ela é urgente e representa a saída para a eficiência e a boa gestão dos recursos. Trazer parcerias, terceirizações e metas de produtividade são fundamentais para garantir que a população obtenha o máximo da saúde distribuída pelo poder público, pelo menor custo, com o máximo de resultado.

  • #3977
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    Ítalo Buarque Gusmão
    Espectador

    PSICÓLOGOS NAS ESCOLAS E COMBATE AO SUICÍDIO

    800 mil pessoas morrem devido ao suicídio, anualmente em todo o mundo. Estima-se que ocorre uma morte a cada 40 segundos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o Brasil é o 8º pais do mundo com mais casos de suicídio, com média de 3 mil mortes por ano de jovens entre 15 e 19 anos. Comparando pesquisas de 2010 e 2016, o número de mortes de mulheres continua o mesmo, a cada 100 mil habitantes são 2,8 mortes. O número de mortes de homens subiu de 9 a cada 100 mil habitantes para 9,7. O índice mundial caiu 9,8% nesse período, mas no brasil aumentou em 7%.  Em 2016, adolescentes negros (10 a 19 anos) apresentaram um risco de suicídio 67% maior que os outros, e entre os jovens (20 a 29 anos), um risco 34% maior.

    AS CIDADES QUE MAIS SOFREM COM SUÍCIDIOS NO BRASIL SÃO:

    Belo Horizonte: 3,13 a cada 100 mil habitantes;

    Porto Alegre: 2,93 a cada 100 mil habitantes;

    São Paulo: 2,44 a cada 100 mil habitantes;

    Rio de Janeiro: 1,52 a cada 100 mil habitantes;

    Recife: 1,23 a cada 100 mil habitantes;

    Salvador: 0,23 a cada 100 mil habitantes.

    FORMAS DE PREVENÇÃO

    Suicídios são evitáveis. Há uma série de medidas que podem ser tomadas junto à população, subpopulação e em níveis individuais para prevenir o suicídio e suas tentativas, incluindo:

    • Redução de acesso aos meios utilizados (pesticidas, armas de fogo e certas medicações), por mais que o maior índice seja por enforcamento;

    • Cobertura responsável pelos meios de comunicação;

    • Introdução de políticas para reduzir o uso nocivo do álcool;

    • Identificação precoce, tratamento e cuidados de pessoas com transtornos mentais ou por uso de substâncias, dores crônicas e estresse emocional agudo;

    • Formação de trabalhadores não especializados em avaliação e gerenciamento de comportamentos suicidas;

    • Acompanhamento de pessoas que tentaram suicídio e prestação de apoio comunitário.

    O suicídio é uma questão complexa e, por isso, os esforços de prevenção necessitam de coordenação e colaboração entre os múltiplos setores da sociedade, incluindo saúde, educação, trabalho, agricultura, negócios, justiça, lei, defesa, política e mídia. Esses esforços devem ser abrangentes e integrados, pois apenas uma abordagem não pode impactar em um tema tão complexo quanto o suicídio.

    PSICÓLOGOS E ASSISTENTES SOCIAIS NAS ESCOLAS PÚBLICAS

    Após os dados apresentados serem alarmantes, uma das possíveis formas mais efetivas de prevenção de suicídio entre jovens seria a implementação de Psicólogos e Assistentes Sociais nas escolas públicas. No ano de 2019 um projeto de lei, devidamente aprovado no Congresso Nacional, foi vetado pelo Presidente da República. A justificativa do veto já é batida, haja vista diversos municípios e estados também não aprovarem em seu âmbito a aplicabilidade da mesma. O principal argumento: ausência de fonte de custeio, ferindo o interesse público ao criar despesa sem fazer a devida indicação de onde viria o recurso. Ora, sabemos que, dentre as diversas competências concorrentes entre a União, Estados e Municípios, a educação e a saúde pública são uma das principais. Neste ínterim, casos de violência, depressão, suicídio e diversos outros problemas reais existentes no âmbito escolar – muitas vezes pelas crianças e adolescentes não possuírem base familiar e não saberem lidar com situações diversas – são diretamente relacionados com educação e saúde. Sabendo disso, alegar vagamente que um projeto de tamanha importância e relevância social é inconstitucional pela forma apresentada (por mais que seja), não isenta o Executivo da responsabilidade de tomar providências para rever e trabalhar no sentido de que haja essa efetivação. Havendo a devida prevenção e auxílio assistencial nas escolas, índices como tentativas de suicídio e violência nas escolas cairiam, segundo especialistas. A ausência de políticas públicas efetivas nesses casos, fazem com que a consequência dessa omissão do Estado reflita diretamente em maiores gastos na área de saúde pública. Enquanto o Poder Público não deixar de tratar esses casos como gastos, não há probabilidade de redução nos índices que só crescem a cada ano. Esse tema deveria, por óbvio, ser tratado como um investimento, não somente como maior auxílio na estruturação pessoal e psicológica das crianças e adolescentes, mas na efetivação de uma política pública concreta, e não paliativa. Enquanto há a inércia de nossos representantes em todos os níveis, vidas, principalmente de jovens, servem somente para alimentar aos bancos de dados anualmente e servirem de estatísticas.

  • #4177
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    Daniel Silva
    Espectador

    É perceptível que o Brasil precisa de mais médicos é até mesmos de hospitais. A primeira medida é mudar a universalidade do SUS, a saúde gratuita não tem que ser para todos e sim para quem realmente  precisa.

  • #4181
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    Celeste Franca
    Espectador

    <p style=”text-align: center;”>Prevenção antes de qualquer coisa. Os gastos com programas preventivos é muito pequeno em relação aos gastos com tratamentos e  internações. Quanto o mais médicos,precisamos sim de mais médicos, só que não precisa ser importado e muito menos de Cuba, precisamos é priorizar e valorizar nossos profissionais. A muito a ser feito para melhorar a saúde em nosso país. Deve-se voltar a investir em programas de saúde voltados para a população menos favorecida como as  ESF(equipe saúde da família) mutirões de catarata,diabetes e hipertensão.</p>

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