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DO CONGRESSO NACIONAL DO PSDB

Relações Internacionais e Comercio Exterior

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Queremos te ouvir, te consultar, dialogar. Aqui você deixa sua opinião, comentários, sugestões.
E qual deve ser a posição do PSDB sobre o tema indicado. Sua contribuição será fundamental para definir os rumos do partido.

Este tópico contém 112 respostas, possui 113 vozes e foi atualizado pela última vez por  Marcos Tadeu Tadeu 1 semana, 1 dia atrás.

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  • #461
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    Ronan
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  • #959
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    Cassiano Januário Cordeiro
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    1. Elevar o valor das exportações agrícolas próximo dos valores da importação de tenologias.
    2. Convidar e aceitar refugiados
    3. Negociação maior  e direta com empresas internacionais em comparação aos países.
  • #1001
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    Gleyson Macedo
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    1. A favor do livre comercio
    2. Aumentar a cota de insecao de importacao
    3. Aumentar os Incentivos fiscal para os menbros do mercosul, aumentar o numero de menbros, e fortalecer o bloco.
  • #1093
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    Brunno Caleiro Pereira
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    O Brasil sempre foi um dos líderes mundiais em “soft power” e, aparentemente, estamos perdendo isso. Não podemos deixar que isso aconteça pois, é esse tipo de relação que nos favorece muito em diversos aspectos no cenário internacional, sejam eles financeiros, sociais ou políticos. O brasileiro é uma das únicas pessoas respeitadas em TODOS os lugares do mundo, somos tratados muito bem, acolhidos e todo querem estar com o brasileiro. Por experiência de quem mora fora há um bom tempo, digo o quanto o tratamento que recebemos é extremamente diferente. Devemos continuar buscando esse tipo de relação. Não devemos, enquanto Brasil, comprar brigas e problemas de outros países, mas sim sermos abertos, receptivos e atenciosos com todos, fazendo uma boa política de relações internacionais, senso prestativos socialmente. Esses fatores não são só morais. Eles ajudam o país na hora de atrair investimentos, na hora de fazer investimentos, buscar parcerias para P&D internacional, buscar relações para soluções de problemas. Não há nenhuma necessidade de tomarmos posições de conflitos. Devemos ser líderes do bom relacionamento mundial, com todas nações democráticas, combater visões ditatoriais em TODOS os lados, sermos líderes políticos na América-Latina, pois somos o país com o maior potencial desenvolvimentista dessa região e, mais importante, retomar nosso respeito para com o cenário internacional. Estamos perdendo isso aos poucos por tentarmos assumir papeis que não são nossos. O Brasil é a visão da diplomacia, da conversa, da boa relação. Isso ajuda e facilita nos negócios e na maneira como enxergam nosso país.

  • #1149
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    Bolívar Gomes
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    Somos um país que produz muito, mas que acaba beneficiando muita nesta produção em outros países e, somente então, o produto volta ao Brasil para ser comercializado. Isso aumenta o custo e acabamos pagando mais pelo o que nós mesmos produzimos. Isso gera uma série problemas, inclusive de identificação com a produção local. Afinal, qual é a vocação do Brasil? O cidadão identifica a vocação? Somos terra “do quê”?

    Entretanto, cabe uma ressalva no que se refere à Política Externa. Estes movimentos precisam ser feitos com alta diplomacia. Vejamos, por exemplo, o que aconteceu em relação ao Governo do Brasil e o da França que por simples comentários indevidos atingiu uma área econômica que poderia gerar muitos ganhos ao país.

    Reconheço que não sou conhecedor da área de Relações Internacional. Entretanto, creio que o PSDB deva primar pela boa diplomacia em estreitar laços com países que possam ser benéficos para o país. Sempre tivemos esta característica (basta olhar para o Governo Fernando Henrique) e precisamos mostrar isso às pessoas. Mostrar o PSDB como um partido confiável.

  • #1230
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    David Lira Matias
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    O Brasil é um país que mantém suas relações internacionais sempre ativa com os nossos aliados. Mas, infelizmente muita das vezes a população brasileira sai perdendo nessa relação institucional.

    O Brasil é um pais que produz em massa, mas essa “massa” sempre beneficia outros países. Hoje nós temos produtos com custo muito elevado sendo que nós produzimos esse produto aqui no Brasil mesmo, todo esse custo é alto devido a politica institucional que o Brasil tem com os compradores.

    O PSDB precisa zelar pela boa relação entre os países, mas acima de tudo zelar pela diplomacia com países que tragam resultados e benefícios para o país.

  • #1239
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    Henrique Luciano Alencar
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    É imprescindível a atuação do PSDB na pauta de abertura  econômica e política  do país, na defesa da globalização e do estado democrático de direito. O Brasil tem que ter uma postura programática com os atores internacionais e uma visão de longo prazo na suas  operações no organismos internacionais.  O partido deve buscar fortalecer as relações brasileiras com blocos econômicos e afins como:Mercosul, BRICS e OCDE.

  • #1251
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    Ericarlos Duarte
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    O Brasil tem o que muito Pais não tem riquezas naturais e capacidade, porém é preciso desburocratizar para atraímos investidores e assim aumentar a geração de emprego.

  • #1354
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    Amanda Nascimento Pereira
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    Eu concordo com o participante do forum Henrique Luciano Alencar, em que o PSDB deve ter uma forte atuação na abertura economica e buscar fortalecer relações com Mercosul, BRICS e OCDE.

    Imigrantes e refugiados: acredito que o país deva manter uma receptividades aos imigrantes e, principalmente, ao refugiados e proporcionar formas dessas pessoas permanecerem com dignidade em nosso país, acesso ao mercado de trabalho e até outras coisas básicas, como o ensino de língua portuguesa para estrangeiros.

  • #1404
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    Fernando Juarez
    Espectador

    Acredito que o Brasil deva fortalecer seus laços com economias emergentes, de forma a se posicionar na liderança dos mesmos, para assim conseguir vantagens econômicas e políticas no cenário internacional, mantendo também sempre fortes relações com as grandes economias que são, ou podem ser, importadoras de seus produtos, exportadoras de tecnologia para nós ou facilitadoras em negociações potencialmente vantajosas ao nosso país.

    O Brasil no exterior tem consolidada uma posição de povo pacifico e possuidor de boas relações com boa parte dos países do mundo. Essa posição deve ser preservada e todos os posicionamentos de nossos representantes devem sempre ser muito bem estudados antes de serem postos em prática, caso contrario poderemos sofrer grandes prejuízos econômicos, de imagem ou ambos.

     

  • #1405
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    Jackson Lucian
    Espectador

    Acredito que estamos abrindo um pouco mais nossos vínculos com outros países,  acho que não deveríamos se aproxima de países só por intimidade política, mais sim em benefício a nosso País que muito precisamos,  nosso país tem muito potencial.

  • #1429
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    Fellipe Bayeh
    Espectador

    Acredito que não existe nada mais importante atualmente na politica internacional brasileira do que o acordo Brasil-UE, esse acordo vai beneficiar imensamente o Brasil como um exportador de alimentos e outros produtos a Europa, melhorando muito nossa balança comercial, e abrindo grandes investimentos. Fora isso acredito que temos que manter nossas atuais boas relações com os EUA, mas não perder o contato com grandes potências, como Japão, Israel e principalmente China, que vem despontando rapidamente nos últimos anos, para sempre termos variedade de mercado atuação e não ficarmos dependentes de um único acordo ou pais.

  • #1478
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    Paulo Victor Barchi Losinskas
    Espectador

    O estreitamento das relações exteriores e a ampliação da relações comerciais internacionais são aspectos fundamentais e indispensáveis para o desenvolvimento nacional. Já de muito está estabelecido que países mais abertos à negócios internacionais e maior relação com outros países tem maiores índices de desenvolvimento, de geração de riqueza e redução dos riscos de afetamento por crises nos parceiros comerciais.

     

    Assim, faz parte da busca pelo desenvolvimento da nação o incentivo ao comércio internacional, com redução de barreiras comerciais, e a aproximação de relações com outras instituições.

  • #1532
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    Philippe Alves
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    Precisamos retomar a comunicação, diálogo e acima de tudo a RECIPROCIDADE nas relações internacionais para garantir a nossa soberania nacional. Precisamos ter uma voz independente nos órgãos internacionais e não condicionado a alguma coisa.  O Brasil precisa ser representado lá fora como um bom vendedor e um ótimo mediador, para ser referência comercial e na resolução de conflitos entre outras nações.

    O Brasil precisa rever seu plano de comércio internacional principalmente no fundamento tributário, fator que trava maiores investimentos e atrasa o país em novas soluções de crescimento.

  • #1534
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    Rafael Almeida
    Espectador

    Aumentar o incentivo fiscal
    Facilitar e incentivar pequenos empresários a importar e exportar.

    Preservar a posição de pais pacifico.

  • #1544
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    Jonathan Ferraz
    Espectador

    Sem foi e sempre será, a parceria entre as parte é alma do negócio, devermos intensificar nossa relação com os países desenvolvidos afim de vender e comprar mercadorias para o incentivo financeiro crescer, assim teremos um comércio forte, temos um excelente pontencial em tudo, do minério a agropecuária, sem fosses por representacao territorial, e tirado todas as roubalheiras seríamos a principal economia do mundo, pois temos tudo de modo farto, então o que nón falta é está intensificação dos negócios, com ponte aéreas de comecios sólidos.

  • #1560
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    Eduardo Alves
    Espectador

    Minha opinião é de que precisamos se impor como uma nação soberana, assumindo o papel de coadjuvante na America do Sul, para mudar a visão que o mundo tem no Brasil. Ponto relevante relacionado a economia é diminuir o protecionismo do estado com relação as empresas brasileiras, diminuindo os embargos e amarras que dificultam o investimento de capital estrangeiro no País. Investir mais na infraestrutura logística do país, para facilitar as transações internacionais.

  • #1562
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    O PSDB precisa se posicionar em favor da globalização, estado democrático de direito e redução de alíquotas para produtos importados. Também se faz necessário representar o país de forma amigável, manter relações saudáveis com outras nações e evitar, da melhor maneira possível, que passemos vergonha internacional, por conta de discursos rasos, vazios e carregados de populismo e ignorância. Devemos ter ciência de que boas Relações Internacionais se constroem de forma amigável e polida, e não com piadinhas e “memes”.

  • #1571
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    igor coimbra manhani
    Espectador

    O PSDB precisa apresentar uma agenda internacional que insira o Brasil definitivamente e de forma sustentada no cenário internacional. Para nós do PSDB o incentivo ao comércio multilateral não pode se ater somente a atual polarização EUA – China. Pauto minha convicção nos estudos da fase Lampreia-Lafer e por observar a fase Amorim, juntas de 1995 até 2010 representaram importantes avanços. A fase Amorim pautada pela inserção dita altiva e ativa colocou o Brasil em destaque no chamado contexto Sul – Sul, uma espécie de arranjo multilateral dos países em desenvolvimento. Porém, ele se manteve umbilicalmente ligado a essa posição, negligenciando muitas vezes os grandes players do cenário internacional. Acredito que ser o país protagonista no sul e estar entre os oito países mais influentes do mundo, ajudaria muito em todos os campos das relações internacionais notadamente na economia e desenvolvimento.

    Outro ponto importante é o compromisso brasileiro com o Sistema ONU. Mesmo ao continuar apoiando as Nações Unidas como principal mecanismo de mediação mundial, não podemos perder de vista a necessidade de sua reforma e modernização. Essa atitude positiva acompanhada de um projeto de desenvolvimento interno criaria o ambiente necessário para maiores parcerias e investimentos externos.

    Diante dos grandes desafios que caracterizam a complexa conjuntura internacional o país precisa, mais do que nunca, de pessoas experientes no Ministério das Relações Exteriores e em suas embaixadas. Tal experiência é fundamental para que o Itamaraty recupere e volta a desfrutar de enorme respeitabilidade que caracteriza nossa atuação desde o Barão de Rio Branco, no começo do século XX. Ao longo da história fomos fiadores e coparticipes de inúmeras missões de paz e acordos. Esse é nosso papel e esse é nosso futuro e essas são as bases que acredito.

  • #1575
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    Jean dos Santos Silva
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    Livre comercio e manutenção de status de pais pacifico junto ao resto do mundo
    <div id=”gtx-trans” style=”position: absolute; left: 513px; top: -10px;”>
    <div class=”gtx-trans-icon”></div>
    </div>

  • #1590
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    Pedro Henrique Pasquali
    Espectador

    Estar cada mais próximo ao livre comércio, respeitando os direitos humanos e a democracia.

  • #1603
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    Marcus Vinicius Murgi II
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    O PSDB deve se apresentar, mais uma vez, como protagonista em qualquer pasta voltada à economia e ao comércio. Devemos ocupar um papel de liderança definitiva com os nossos parceiros latino-americanos, sobretudo o Mercosul, bem como uma participação mais atenuante com os demais países emergentes.
    Esperamos que o partido seja capaz de apresentar propostas voltadas ao comércio com nações, e não apenas com líderes. Não é produtivo para o país se alinhar apenas com políticos, como é o caso da aproximação do Brasil com os EUA. Precisamos adotar uma agenda liberal que destrave toda a nossa economia, desde o setor primário ao terciário.

    Precisamos observar exemplos bem sucedidos, como é o caso da Austrália, e investirmos maciçamente naquilo que temos de vatagem competitiva. Buscar novas tecnologias para fortalecer mais onde já somos excelência, sempre visando a diplomacia, e nunca o ataque direto.

  • #1680
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    Wellington Luís Pegorin
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    O Brasil deve ter boas relações internacionais com países que possuem uma boa economia e governabilidade consciente, o qual o comércio beneficie ambas as partes. O partido deve-se posicionar em enaltecer nossas riquezas e valores, mostrando sempre seriedade nas transações para que assim se potencialize nossa economia.

  • #1685
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    José Neto Cassiano de Camargo
    Espectador

    Relações internacionais e o comércio exterior devem ser feitos de forma não ideológica.

    As diretrizes devem ser formuladas pensando nos interesses nacionais, independente do regime dos outros países.Porém, sempre condenando os países que tenham governos autoritários e que não respeitem do direitos humanos.

    Devemos valorizar os produtos nacionais, mostrando suas qualidades e características. Tornando-os cada vez mais atraentes ao exigente mercado consumidor externo. Como nossa principal pauta exportadora são as commodities, devemos produzir alimentos que respeitem os serviços ecossistêmicos, proteína animal que leve em consideração o bem-estar-animal, extração mineral que garanta a recuperação das áreas degradadas.

  • #1703
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    Gregory de Araújo Toledo
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    Acho que o Brasil não tem que buscar relações apenas por motivos ideológicos do Presidente, é preciso trabalhar e respeitar todos nossos parceiros comerciais, também temos que buscar trocas contínuas e não ficar abrindo as pernas somente por “palavras” de apoio.

  • #1734
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    Yan fernandes pereira
    Espectador

    Precisamos de pessoas preparadas e com estudo para isso

     

     

  • #1822
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    Ronald Vilella
    Espectador

    Sobre as relação internacionais, o Brasil deve manter sua característica que foi construída ao longo de décadas. Um país com amplo debate a todas as nações, sendo um importante intermediador nos temas internacionais. Alem disso, é repulsivo a indicações de cargos políticos em embaixadas.

    Em relação ao comercio exterior, é válido a negociação com todas as nações, deixando de lado a questão política e ideológica, seja ela por acordos bilaterais ou envolvendo blocos econômicos.

  • #1854
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    Rodrigo Ferreira
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    Extinguir a lei candir, cobrar impostos das exportações e compensar esses custos com a diminuição dos imposto que incidem diretamente na produção, como diesel, implementos agrícolas entre outros. Há muita sonegação por conta desta Lei. e os estados que produzem, tem empresários muito ricos e população muito pobre.

  • #1869
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    Gabriel Testai
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    Atualmente o Brasil enfrenta alguns impasses em suas relações diplomáticas e comerciais com outros países, um dos principais vetores é o protecionismo, que se tornou um obstáculo para uma grande abertura da economia brasileira, entre todos os integrantes do G-20, o Brasil é o país menos aberto ao comércio internacional. Enquanto a média mundial equivale a mais de 40% do PIB em transações externas, o Brasil alcança apenas 20%. A carga fiscal brasileira atinge a média de 35% de tributos, o equivalente a um país desenvolvido, enquanto a renda per capita é seis vezes menor que algumas destas nações. Outro fator importante para o bom funcionamento de acordos econômicos brasileiros é a atuação do BRICS como propulsor de investimentos financeiros, o grupo surgiu com a intenção de proporcionar oportunidades de investimentos econômicos em países emergentes. Não existe, no entanto, acordo de liberalização comercial entre os membros. Para que haja um desenvolvimento dos países emergentes é fundamental que o BRICS trabalhe em caráter técnico, pois estará no caminho certo para o avanço do grupo como um todo, contudo, caso atenda critérios políticos das grandes empresas em detrimento dos fundamentos específicos de financiamento, será ruim para o futuro do grupo. Outro aspecto que é de vital importância para o Brasil é sua adesão à OCDE(Organização para cooperação e Desenvolvimento Econômico), pois lá são discutidas políticas econômicas e selecionadas as mais eficientes para os países associados, a fim de aperfeiçoá-los.Esta organização não deve ser vista como um objetivo exclusivo e sim, uma oportunidade de mercado, abrindo a economia brasileira para o campo internacional, porque independentemente da crise fiscal que temos hoje, a palavra de ordem para o Brasil nesse momento é: integração à economia mundial.

    Gabriel Testai

  • #1883
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    Guilherme Santos Ferreira
    Espectador

    Penso que quanto mais se abre o comercio para o exterior menos se aprecia o comercio nacional, aja vista que menos impostos são recolhidos visto que consequentemente diminui o numero de empresas ocasionando também diminuição na oferta de empregos ocasionando um círculo vicioso onde o país não se desenvolve pois não tem arrecadação de impostos ocasionando muitas vezes em quebra da máquina pública. Temos que valorizar as empresas do país incentivando para que cresçam de certa forma estaremos acabando com outro problema o desemprego que tenderá a diminui com o aumento de demanda.

  • #1917
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    Anísio Lima
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    Acredito que o Brasil deva estreitar as relações com nossos parceiros do Mercosul e fortalecer uma melhor participação com países emergentes, garantindo assim um protagonismo e liderança no posicionamento com os mesmos, obtendo vantagens econômicas. Precisamos também aumentar o incentivo fiscal e incentivar pequenos empresários a importar e exportar.

  • #2021
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    Valentina Jordão
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    O brasil está apagado internacionalmente. Nos tempos de FHC que exercia a diplomacia presidencial, a diplomacia tinha uma relevância e um caráter bem diferente do que é visto nos dias atuais. Devemos fomentar o livre comércio, não esquecer dos nosso parceiros essenciais como a China, grande comprador das commodities brasileiras e buscar ficar mais próximos do regionalismmo, Europeu e latino-americano, a fim de fomentar o comércio e aumentar as nossas exportações.

  • #2023
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    Leandro Miguel
    Espectador

    Somos um país fraco visando o mundo, precisamos unir as melhores cabeças, e precisamos buscar o protagonismo.

  • #2036
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    Vinícius Andrade Martins
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    A favor do livre comércio e da iniciativa de se criar blocos econômicos fortes para circulação monetária, alianças políticas firmadas em acordos são garantias para a estabilidade financeira do país.

  • #2067
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    Pedro Saldanha
    Espectador

    – É preciso mais atenção e esforço nas relações diplomáticas com nossos amigos : EUA , Argentina e União européia.

     

    – Tomar cuidado com os vizinhos extremistas e comunistas : Bolivia, Venezuela, Cuba, só nos trouxeram prejuízos até hoje.

  • #2080
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    Renato Ribeiro
    Espectador

    O Brasil deve manter em suas relações internacionais o que prevê a constituição federal:

    Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios: I – independência nacional; II – prevalência dos direitos humanos; III – autodeterminação dos povos; IV – não-intervenção; V – igualdade entre os Estados; VI – defesa da paz; VII – solução pacífica dos conflitos; VIII – repúdio ao terrorismo e ao racismo; IX – cooperação entre os povos para o progresso da humanidade; X – concessão de asilo político.

    O Brasil deve buscar manter relações diplomáticas com os diversas nações, devendo retomar seu papel de liderança na América do Sul, trazendo de volta estabilidade ao continente a fim de proporcionar crescimento ao continente. Para isso, devemos buscar fortalecer o Mercosul e a relação com a União Européia.

    Devemos ainda buscar fortalecer os BRICS, em relações comerciais, científicas e tecnológicas.

    A China como potência comercial deste século deve ser considerada pelo Brasil como um grande aliado comercial, com o qual devemos buscar ampliar nossas relações comerciais.

  • #2113
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    David Alector Sampaio
    Espectador

    Precisamos trabalhar o livre comércio e melhorar nossa relação com os países mais potentes.

  • #2164
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    Ediney Pires
    Espectador

    Sou a favor de que um país tenha parceiros para melhorar a sua realidade, ou investir no deve de fato. Muitas dessas parcerias hoje, tem trazido bastante resultados positivos para o país, como os EUA por exemplo que muito colabora nos ajudando! Benefícios em parcerias são sempre muito bem vindos, isso gera emprego, renda, o país cresce e atinge o resultado esperando, a economia gira, pessoas beneficiadas e o país vai entrando no eixo como de fato tem que estar. Aceitar ajuda é comum quando se tem esperança de dias melhores.

  • #2171
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    Raphael Sarris
    Espectador

    Como havia dito no tópico de educação e emprego, o governo deve manter e criar mais relações com todos os países possíveis, para troca de tecnologia, intercâmbios de alunos e pesquisadores, e investimentos dos próprios governos internacionais para o Brasil.

    Será necessário também que o Brasil através de ministros e diplomatas possa intervir em conflitos de outros países para lutar pela paz, seja nos conflitos do oriente médio, China x EUA, Coréia do Norte contra o mundo, países árabes (inclusive neste caso, podemos abrir as portas para os refugiados, e assim povoar a cidades e municípios afastados dos grandes centros, dessa forma criando maiores investimentos e ainda assim desinflando a superpopulação da cidade de São Paulo), ente outros pontos. Pois meu objetivo é fazer do Brasil uma referência em todos os setores e categorias, tal como Suécia, Noruega e Dinamarca são referências em educação e honestidade, Japão na tecnologia, entre outros países e seus destaques pessoais.

  • #2178
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    Diemisson Neves
    Espectador

    O brasil é grande e tem um comércio forte, nosso agronegócio é forte o país precisa de uma boa interação com os demais país para aumentamos nossa exportação.

     

    A boa relação com os países parceiro precisa ser trabalhada

  • #2197
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    Luciano Junior
    Espectador

    Através da diplomacia pragmática, é preciso continuar estabelecendo as históricas formas do Brasil se relacionar com outros países e, sobretudo, com blocos econômicos estratégicos como Mercosul, BRICS e G20.

    Com relação aos países africanos e asiáticos menos desenvolvidos que o Brasil (especialmente aqueles de Língua Portuguesa), é necessário criar mecanismos para que, de forma planejada, indústrias e mercados brasileiros desenvolvam seus mercados nesses países, conquistando assim novos mercados e expandindo, de modo gradativo, a influência do Brasil em regiões ainda pouco desenvolvidas (aplicando a teoria Soft Power).

    Aos países mais desenvolvidos economicamente como os EUA, China, UE, Japão e Índia, faz-se necessário abrir e desregulamentar vários setores da indústria e do comércio, afim de se gerar mais empregos internamente.

  • #2201
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    Matheus Luiz Ramos Martins
    Espectador

    O desenvolvimento do nosso país também depende de apoio de colegas estrangeiros, devemos nos adequar as necessidades e procurar por apoio de outros países, devemos incentivar o comércio de empresas de outros países para que sintam-se convidados e confortáveis em vir se instalarem em nosso território, buscar apoio e facilidades para que nossa população possa ter mais oportunidades de negócios em outros países, essas e outras atitudes tem como objetivo trazer retorno a base de investimentos em nosso território, além de compartilhar e adquirir experiências e conhecimentos com colegas de outros países.

  • #2213
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    Ryco Lima
    Espectador

    O Brasil sempre foi um país pragmático, um grande ícone da diplomacia. O que devemos é manter essa trajetória de conquistas. O corpo do Itamaraty é composto por quadros excelentes e que estão prontos a servir.

    O Brasil não deve de maneira alguma se alinhar por motivos ideológicos, mas sim por razões que vejam saudáveis e benéficas para o Brasil. Fomentar o comércio e sendo protagonista em situação que necessitam de um líder no exterior. Consolidar ainda mais a Mercosul e participar ativamente do BRICS.

    Largando a toga da ideologia, se abre um horizonte de amigos, negócios e oportunidades.

  • #2217
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    Arthur Silva
    Espectador

    O Brasil precisa abrir as suas portas (ainda mais) para a globalização. O governo FHC fez muito por nós nesse sentido.

    A política externa só tem força com o respaldo da economia.

    Diálogo é questão básica para esse assunto.

    Precisamos discutir qual o lugar do Brasil no mundo.

    O Brasil precisa de um projeto para fornecer uma capacidade industrial tecnológica. Para isso, aproximar-se mais da América do Sul.

    Criar cadeias produtivas regionais.

    Avançar na questão da interligação de infraestrutura.

    Capacitação da indústria de defesa.

    Produzir mecanismo de vigilância e controle das fronteiras.

    É importante resolver as questões internas, isso influência nas externas.

    O comércio exterior precisa ser articulado com a política macroeconômica.

    Definir as prioridades nos interesses do Brasil.

    Aproximação com países desolvovidos (por causa da tecnologia)

     

     

     

     

  • #2262
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    André Varela
    Espectador

    Felizmente tenho propriedade para falar acerca das relações internacionais e comércio exterior por algo simples: Moro na cidade de Uruguaiana – RS, que têm um dos maiores porto secos da América Latina.

    Um país com a extensão territorial como a que o Brasil tem, passando por tantas fronteiras, deveria ser referência comercial, formando não só diplomatas e embaixadores incríveis, mas também empresários com destaque mundial no ramo de transportes aduaneiros e outros…

    Não enxergo em minha cidade estes destaques, assim como não enxergo no Brasil tantos quanto deveríamos ter.

    Um país fraco, não tem voz para falar internacionalmente.
    Um país em crise, não tem voz para falar internacionalmente.
    Um país corrupto, não tem voz para falar internacionalmente.

    Os problemas basilares que a política brasileira apresenta, acaba acarretando em todas as relações internacionais e por conseguinte o comércio exterior da nação. A revisão de impostos como IOF, taxas para compras de produtos nacionais, praticidades para compra de produtos internacionais… Tudo isso deve ser revisto e discutido!

  • #2276
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    Roberta Berdeal
    Espectador

    Como um país emergente precisamos muito mais estar abertos a políticas e comércios internacionais, do que se vangloriar de um nacionalismo impotente e irreal. O país não pode ser uma ilha. Nesse momento nossas maiores exportações são de produtos sem valor agregado, temos que investir na industria de transformação, agregando assim valor aos nossos produtos.

  • #2296
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    Wellington Lucas Barroso rocha
    Espectador

    É necessário fortalecer as nossas relações internacionais para que possamos capitar investimentos estrangeiros para o pais e também uma equipe técnica capacitada para fortalecimento de nossos produtos no exterior

  • #2300
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    Bruno Cardozo
    Espectador
    1. Facilitar e incentivar as pequenas empresas a exportar seu produtos
    2. Desburocratizar e facilitar a instalação de novos investimentos externos, assim gerando novas fonte de renda e gerando novos empregos
    3. Aumentar a cota de importação
  • #2304
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    Deivin Corrêa
    Espectador

    Parcerias em caráter de urgência com países mais desenvolvidos, juntamente com melhor diálogo entre as partes.

    Acordos firmados por meio de projeto de lei que incentive a vinda de empresas;

    valorização da cota de importação e consequentemente redução de taxas dos produtos;

     

  • #2312
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    Elizalva Lima
    Espectador

    Durante décadas o Brasil foi afetada pela má politica internacional, por relações com viés ideológico. O agravo era tanto, que um país com potencial enorme para desenvolvimento vivia em uma espécie de bolha, limitado a negociar exclusivamente com quem tem menos que nós, com países que de fato não tinham nada a oferecer, o resultado disso- estagnação da economia, juros altíssimos, deficiência fiscal, altas inflações, enfim todo o país foi afetado. No Brasil, um país rico, é necessária uma política de relações internacionais aberta, onde o que vale é comprar e vender sem ideologia. Um bom controle de mercado, é um pé à frente para o desenvolvimento.

  • #2313
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    Wagner Gockos
    Espectador

    Primeira decisão é estabilizar o mercado interno, a economia e a política interna nacional, para tornar o Brasil um país atrativo para os investidores internacionais.

    Nossas instituições infelizmente não são sólidas, vivemos em uma democracia que a estabilidade política está sempre em tensão, o que reflete no mercado e na imagem do país.

    O investimento no livre comércio, não deve ser pautado por ideologias ou como moeda de troca, devemos valorizar nossas riquezas e produtos no mercado internacional.

    O Brasil precisa gerar “dinheiro novo” oriundo desses países.

  • #2337
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    Arthur Arenari
    Espectador

    Parcerias com democracias consolidadas que respeitem as instituições (independente se um país é comunista, como a China ou capitalista, como os EUA). Facilitar a exportação de produtos nacionais.

  • #2348
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    Vivian Coutinho Cavalcante
    Espectador

    Estabilizar o mercado interno é importantíssimo. Mas não podemos nos esquecer das exportações. Muitos países importam de nós especiarias que não produzem, sendo responsáveis por movimentar o processo econômico.

    Atualmente, nosso Governo Federal tem um modus operandi inadequado quando se fala em Relações Internacionais e Comércio Exterior. Se indispõe com países chave, faz acordos que nos oneram mais do que beneficiam, e coloca em risco, inclusive, à segurança nacional.

    A atuação do Chefe de Estado e Governo quanto às Relações Internacionais deve pautar assuntos de interesse de todos os envolvidos, buscando ampliar os patamares de desenvolvimento do país, firmando pactos de atuação mútua entre Países, primando em ter aliados que invistam naquilo que temos de melhor, fazendo girar capital, valorizando nossa moeda, nossa cultura, nosso turismo, nossos setores de produção.

    Outra questão importante é a concessão de incentivos fiscais para estimular a vinda de multinacionais para cá, fomentando geração de empregos e valorização econômica.

  • #2355
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    Maurício Martins
    Espectador

    Creio que o principal movimento recente do Brasil quando se trata de comércio exterior seja a assinatura do acordo de livre-comércio assinado entre Mercosul e União Europeia. Essa assinatura representa uma série de benefícios para o país, que além de ter um incremento estimado no PIB de até 87,5 bilhões de dólares em 15 anos, vai baratear diversos produtos importados da Europa, como carros e peças, farmacêuticos, roupas, químicos, entre outros.

    Apenas com a troca do governo este ano, já rompemos com o protecionismo que era praticado nos governos PT/PMDB. O Brasil está novamente aberto a relações comerciais com os demais países. O que confirma isso são os movimentos do presidente para que o país entre para a OCDE. Creio que precisamos evoluir bastante, mas ao menos, agora, temos um caminho.

  • #2379
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    Diego Daniel Aciem
    Espectador

    Nossa nação e cheia de riquezas mais ainda não sabemos usar elas com qualidades, pois não somos a potência que nossa nação deveria ser com a extensão territorial que temos, a diversidade ecológica, o solo fertil e muitas pessoas com vontade de mudar de vida e crescer era para ser uma nação econômicamente estável e prospera porém com governos que naonão olharam essas qualidades e sim fazer a vontade de governos estrangeiros acabamos perdendo e ficando para trás, ainda a tempo de melhorar e crescer mais precisa de força de vontade e política para isso.

  • #2405
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    Thallya Scariot
    Espectador

    1. Aumento de incentivo fiscais.

    2. Relações saudáveis, sem priorizar questões ideológicas, e sim aquilo que fomenta às relações.

    3. Fomentar a relação com o MERCOSUL.

  • #2406
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    Saylo Soutelo
    Espectador

    É necessário ter boa relação com todos os países para se fazer novos acordos comerciais e também ampliar a produção interna para exportar cada vez mais e para consumo próprio.

  • #2407
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    Renan Sambo
    Espectador

    Desburocratizar para deixar um mercado mais atrativo aos investimentos;

    Defender uma economia cada vez  mais aberta;

    Fortalecimento do MERCOSUL.

     

  • #2445
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    Marcos Rodrigues
    Espectador

    Devemos manter relações diplomáticas e sempre estar ao lado dos direitos humanos de cada cidadão, quanto ao comércio exterior devemos estar agindo de acordo com as nossas necessidades.

  • #2447
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    Italo Nogueira de moro
    Espectador

    Para melhorar as Relações Internacionais e o Comércio Exterior, no meu ponto de vista, é necessário:

     

    – Repensar o modelo do mercado interno do país, com objetivo de atrair novos investidores;

    – Integração competitiva da economia brasileira ao mundo;

    – Fortalecer a política de comércio exterior, objetivando a produtividade, competitividade e da inovação;

    – Estimular a competitividade e estimular uma maior inserção do país no comércio internacional;

    – Redução da carga tributária nas importações, com objetivo de movimentar a economia do país, com produtos mais acessíveis e baratos;

    – Reforma tarifária;

    – Redução dos custos dos serviços no país;

    – Promover boa relação com países exportadores;

     

    Atenciosamente,

  • #2451
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    Allan Caboclo
    Espectador

    Acredito imensamente que tudo é um momento e tem que se adaptar ao momento atual, pois sabemos que interesse maior é a economia, e também a satisfação popular, que seja feita acordos, que seja feito parcerias.

  • #2478
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    Rodrigo Ribeiro
    Espectador

    Uma das qualidades que o PSDB não perdeu foi a relação com os demais países e a facilidade de diálogo. Está no DNA do partido, é um dos setores fortes que temos e precisamos mantê-lo, nos posicionando mais fortemente à altura do que o nosso país representa. O trabalho do governador João Doria nessa área, por exemplo, têm sido exemplar e conquistado importantes projetos que interferem diretamente na economia do Estado de São Paulo.

  • #2503
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    Allex Ribeiro Biato
    Espectador

    Diminuir tarifas de importação e acordos de livre comércio com outros países (que prezam pelo Estado Democrático de Direito) é a bandeira que precisamos ter para política externa. Toda política externa é primeiramente uma política interna, então temos que desenvolver nosso país com ajuda de outros países, principalmente os desenvolvidos, reforçando a globalização.

  • #2505
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    Gustavo Martins de Carvalho
    Espectador

    Na minha visão, a atuação do Itamaraty deve ser voltada majoritariamente para a abertura econômica e a liberalização do comercio do Brasil, visto que dos países do  G-20, o Brasil é o pais menos aberto ao comercio exterior. Dentro desses objetivos podemos destacar algumas medidas que podem acelerar essa abertura econômica e já vem sendo praticadas pelo atual governo como por exemplo acordos como o Mercosul-União Europeia, mas não devemos parar por ai,  precisamos incentivar os investimentos financeiros nos BRICS, buscar acordos bilaterais de cooperação e especialmente buscar a adesão na OCDE.

  • #2509
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    Jaylan Macedo
    Espectador

    O Brasil deve continuar a ser líder da América Latina no que tange à relação exterior. É necessário resgatar a nossa boa credibilidade na diplomacia, continuarmos a defender juntos as agências multilaterais a agenda ambiental e de direitos humanos. Devemos ter uma relação de vigilantes na defesa da democracia da América Latina, respeitando a independência dos países, mas tomando posições claras.  Relação com todos os países, fortalecimento das relações multilaterais com a Europa e também com os países que formam os BRICS.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Jaylan Macedo.
  • #2520
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    WILLIAM CAMPOS
    Espectador

    Promover uma verdadeira transformação no comercio exterior. Facilitar negociações, interferir menos nas relações comerciais. Redução significativa de tributação para aumento de exportações. Diminuição do Custo Brasil. Melhora em infraestrutura de transporte e portuária para tornarmos mais que competitivos.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  WILLIAM CAMPOS.
  • #2548
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    Marina Franco
    Espectador

     
    <div dir=”ltr” style=”color: #212121; font-family: sans-serif;”>A diplomacia brasileira tem uma longa tradição de respeito ao multilateralismo e ao direito internacional, herdeira da boa diplomacia portuguesa, aperfeiçoada na República pelo barão do Rio Branco ao consolidar as nossas fronteiras.</div>
    <div dir=”ltr” style=”color: #212121; font-family: sans-serif;”>Ganhamos respeito internacional pós Constituição Federal de 88 ao demonstrar que somos uma democracia mediadora entre países conflituosos, uma vez que nossa formação multicultural, multirracial, multiétnica, multi diversidade religiosa, nos ensinou a respeitar e entender a possibilidade do convívio pacífico entre os diferentes.</div>
    <div dir=”ltr” style=”color: #212121; font-family: sans-serif;”>Deviamos seguir oferencendo ajuda na resolução de conflitos pela via pacífica entre ricos e pobres, socialistas e capitalistas.</div>
    <div dir=”ltr” style=”color: #212121; font-family: sans-serif;”>Nossa importância diplomática é muito maior que nossa importância no comércio e nas finanças internacionais. Temos tudo para nos destacarmos como um país tolerante, aceitador de todas as culturas, bastante sincrético e amigável.</div>
    <div dir=”ltr” style=”color: #212121; font-family: sans-serif;”>Devemos retroceder ao nosso status quo anterior, erguido ao longo dos governos pós democratização (especialmente na política externa do governo FHC), que foi destruído pelo atual governo, O qual optou por se aliar a uma nova direita xenófoba, anti ONU, anti imigração, que nada contribui para paz das Nações. Retomar imediatamente nossas tradições de autonomia, independência e equilíbrio, deve ser o foco do psdb.</div>

  • #2562
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    Caio Alexandre Gomes da silva
    Espectador

    O Brasil tem condições de fortalecer alianças com países que de fato agregam. Com China e EUA, por exemplo. O Mercosul esta ruindo – o que é preocupante, uma vez que nos próximos anos o comercio internacional será feito por blocos econômicos. Ha possibilidades reais de fortalecer nossas exportações. Um dialogo mais profundo com a UE vai nos trazer excelentes beneficios.

  • #2568
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    Luiz Fhilipe Mourao
    Espectador

    Primeiro ponto de se observar e a necessidade das reformas adm., tributária e fiscal para reduzir o “custo Brasil”.

    O  livre comércio é importante, bem como investir em parcerias em blocos comerciais, aumentando as exportações de produtos.

  • #2596
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    João Lopes Waspe
    Espectador

    Algumas relações comerciais se dão pela boa diplomacia e algumas relações diplomáticas se dão pela dependência comercial mutua. Com o avanço tecnológico essas dependências se tornam cada vez menores, valorizando-se assim as relações internacionais.

    O Brasil precisa impor sua grandiosidade perante ao mundo, fazendo sua voz ser ouvida, porem sempre com seu espirito do diálogo, da compreensão e do respeito, somos um país diverso que poderia levantar a bandeira ocidental da tolerância, da boa gestão ambiental, do combate à pobreza, das missões de paz realizadas pelo nosso exército e da nossa jovem e pungente democracia. A imagem do Brasil e dos brasileiros está extremamente desgastada pela incompetência do atual chanceler, o que torna necessário a rápida ação do congresso, em formar comitivas de relações internacionais afim de recuperar nossos verdadeiros valores diplomáticos.

    Como dito antes a imagem internacional de um país pode definir suas relações comerciais, por isso no jogo diplomático o pragmatismo é fundamental para a formulação dos melhores acordos possíveis, principalmente num país agro exportador como o nosso, já que o mesmo produto pode ser ofertado por outras nações com pouca diferenciação, diferenciação essa reduzida drasticamente com as recentes liberações de novos agrotóxicos.

    O Mercosul deve ser repensado urgentemente, pois a muito não nos impulsiona e acaba por prejudicar acordos bilaterais muitas vezes, já que o Brasil se apresenta de forma muito mais interessante que muitos de seus vizinhos.

     

  • #2617
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    Thales Rangel
    Espectador

    O chefe de estado deve ter relações positivas com outros países, uma relação coerente e de reciprocidade, e não abrir as portas do país para qualquer um. Deve sempre visar a economia buscando indústrias que gere emprego e renda.

  • #2634
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    Alberto Godinho
    Espectador

    Buscar acordos de livre comércio e estreitar relações com países democráticos, mantendo independência. Exercer a liderança na América Latina.

    Em relação à Venezuela, acredito que a posição do Brasil deve ser firme e contrária ao regime ditatorial que devasta nossos vizinhos. Precisamos pressionar o governo de Maduro e lutar pelo restabelecimento da democracia venezuelana.

  • #2653
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    Tomaz Oliveira Hoffmann
    Espectador

    1-Livre comércio

    2- Abertura e Investimentos de Portos e aeroportos.

    3-Fomento a indústrias e pequenas indústrias.

    4-Maior diálogo com todos os países.

  • #2669
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    Felipe Barbosa
    Espectador

    Relações Internacionais e Comercio Exterior.

    O Brasil sempre teve ótimas relações internacionais, dando inicio ainda no período colonial com exportações de grãos de boa qualidade, essa relação vem de gerações até os dias atuais gerando renda e interação com países subdesenvolvidos. Além dos grãos também somos reconhecidos por exportação de carne bovina, suína e de frango. Essa relação sofre alterações quando surge algum escândalo envolvendo o cenário político brasileiro.

  • #2684
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    Patrike Soares
    Espectador

    Sou favorável ao livre comércio, o aumento das taxas de exportação de produtos agrícolas, e incentivos fiscais à empresas que empregue um número significativo de pessoas.

  • #2688
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    Danilo Abarca
    Espectador

    O Brasil deve ser mais agressivo em sua postura e com firmeza negociar pactos favoráveis ao país!

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Danilo Abarca.
  • #2694
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    Maurício Severo Roesch
    Espectador

    Fortalecer o livre comércio

    Aceitar imigrantes refugiados de forma mais branda, desde que contribuam para o crescimento do país

    Fortalecer as relações com países desenvolvidos em tecnologias

    Aumentar a taxa de exportação agrícola

    Investir em portos e aeroportos

  • #2705
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    José Victor da Silva Araújo
    Espectador

    As relações internacionais, juntamente com o comércio exterior. O Brasil, deveria desenvolver mais na questão desse comércio, pois é algo que fortalece bastante a economia do país

  • #2724
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    Pablo Salomão
    Espectador

    Ao se tratar de Relações Internacionais, precisamos ressaltar a necessidade de nomear pessoas competentes e com experiência para trabalhar em alto nível de diplomacia. Acredito muito na necessidade de gerarmos uma boa imagem capaz de reproduzir um amplo diálogo e articular sempre oportunidades para o Comércio Exterior, se posicionando em favor da globalização, fortalecimento do estado democrático e redução de aliquotas para produto importado.
    Enfatizo a necessidade do PSDB de buscar sempre um bom laço diplomático capaz de gerar benefícios para o país:
    1- Pensar sempre na nomeação de pessoas experientes e capazes para relações internacionais;

    2- Credibilidade e seriedade para estreitarmos laços;

    3- Ampliar o mercado e se abrir ao diálogo.

     

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Pablo Salomão.
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  • #2735
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    Henrique Salgueiro
    Espectador

    Devemos fortalecer laços com países de grande economia e autonomia, objetivando que o Brasil entre nas maiores economias do mundo! Entretanto, deve se observar o comércio aumentar a exportação, e em trazer multinacionais para fabricar seus equipamentos aqui, baixando o custo aumentando empregos e gerando aumento na economia do país.

  • #2762
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    Agenor Alves
    Espectador

    Um dos assuntos de maior importância, pois faz parte de articulações que pode trazer beneficiosos para o país, precisamos de partidos c inteligência estratégica e de conhecimentos técnicos para conduzir essa pasta de forma que possa trazer benefícios a população.

  • #2787
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    Leonardo Novaes
    Espectador

    Acredito que o Brasil, e o PSDB, precisam estar estrategicamente posicionados no comércio exterior, visto a guerra comercial EUA x China, que pode nos impactar seriamente. Além disso, precisamos retomar nosso espaço no Mercosul, além de reduzir impostos para importações, dando acesso a nossa população a tecnologias ainda não existentes no Brasil

  • #2803

    É comum, na América Latina, que os países possuam um ministro ou secretário das relações internacionais para tratar diretamente do assunto. Porém, na maioria das vezes, fica a cargo dos presidentes as relações diplomáticas de mediação e de fortalecimento das relações comerciais. O Brasil é um país que tem bom relacionamento com todos os países. Logo, as relações diplomáticas e de comércio exterior são facilmente realizadas e bem estruturadas. Infelizmente, o nosso atual presidente vem destruindo todas as nossas relações históricas com brigas de fundo ideológico e constituindo novas relações apenas com países de governo de extrema direita. Essas relações diplomáticas são baseadas em perdas e ganhos. Não há nenhuma relação que seja só de ganhos. Porém, o Brasil passou a abrir mão de visto para Americanos e Chineses sem barganhar algo em troca. E isso só prejudica a imagem brasileira perante o cenário internacional.

  • #2810
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    Vanessa Gomes
    Espectador

    O Brasil é um país fechado para a economia internacional. Apesar do seu tamanho e do seu PIB, ele representa uma média de apenas 1,2% de participação no comércio internacional. Isso é decorrência de diversos fatores, como o custo Brasil, composto pelos “gargalos” das exportações, a infraestrutura precária, a carga tributária, o grau de abertura comercial do país e até a falta de profissionais devidamente qualificados.

    O ranking “Doing Bussiness” de 2019, divulgado pelo Banco Mundial, trouxe o Brasil na 124 posição sobre o impacto do estado no funcionamento das empresas. No ano passado, o País ocupava a 109 posição.

    O relatório anual mede o impacto das leis, regulações e burocracia no funcionamento das empresas. Entre os itens avaliados estão o número de dias gastos na abertura de empresas, no pagamento de impostos, na obtenção de alvarás de construção, na conexão com a rede elétrica e no registro de uma propriedade, na obtenção de crédito e na execução de contratos e resolução de insolvência.

    Segundo o ranking, o desempenho melhorou em 3 dos 10 pontos: abertura de empresas, registro de propriedades e resolução de insolvências na Justiça. Em que pese essa melhora, o Brasil ainda se encontra muito distante de outros países em desenvolvimento, como o Chile (que ficou em 59) e o México (que ficou em 60). Apesar de toda a crise pela qual a Argentina está passando, ficamos apenas 2 posições afrente dos nossos “Hermanos”.

    Um dos pontos que chama atenção no divulgado pelo Banco Mundial é o fato de que a carga tributária representa no Brasil 64,7% dos lucros, enquanto o melhor desempenho ficou em 26,1% em 33 países, como Canadá, Dinamarca e Singapura. A alta carga tributária, que representa cerca de 35% do PIB, desencoraja que empresas internacionais venham ao País, trazendo tecnologia, inovação e serviço de qualidade. Ela também atrapalha pela criação de um número exacerbado de obrigações assessórias, que custam aos empresários 1.501 horas só para pagar os impostos.

    O Brasil também é conhecido como o país da burocracia. É de conhecimento internacional as dificuldades enfrentadas quando se tem que tratar com qualquer órgão do governo. O excesso de burocracia prejudica a percepção dos investidores internacionais dificultando a atração do IED.

    Uma das pesquisas mais conhecidas no mundo sobre liberdade econômica, a da Heritage, trouxe o país na 153 posição. Na comparação com a economia mundial, o Brasil está mal colocado em relação às economias consideradas desenvolvidas. Entretanto, ao se comparar com outros países da América Latina, nós ainda nos encontramos abaixo de países vizinhos como Uruguai (38), Chile (20), México (63), Colômbia (42) e Peru (43).

    É de extrema importância que o País prossiga com o programa de reformas que teve início com a da previdência. Isso trará maior confiança no compromisso de tornar o Brasil uma economia mais aberta ao mundo.

    Acordos comerciais como o do Mercosul-União Europeia, que envolve temas tarifários, quanto de natureza regulatória, como serviços, compras governamentais, facilitação de comércio, barreiras técnicas, medidas sanitárias e fitossanitárias e propriedade intelectual; e a carta de intenções assinada essa semana pelos Presidentes do Brasil e da China para colaboração em diversas áreas como operações financeiras, energias renováveis e eficiência energética, educação, ciência e agronegócios, devem ser incentivados e celebrados como medidas que trarão crescimento à economia e aumentarão a competitividade no país.

     

  • #2820
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    Rafael Assunção Miranda
    Espectador

    Atualmente o Brasil vem perdendo forças nos organismos internacionais devido ao posicionamento agressivo de pessoas vinculadas ao governo federal. É importante que o PSDB enquanto partido defensor da Social Democracia tome posição forte em defesa dos interesses nacionais, entretanto, em um mundo cada vez mais globalizado os países precisam trabalhar unidos para alcançar fins de interesse mútuo, alguns temas ultrapassam fronteiras, saúde, meio ambiente, crises humanitárias. Nestes tópicos é preciso estar disposto a ampla cooperação internacional. Na América Latina o país como principal economia e geograficamente mais amplo precisa se fazer liderança.

     

    Em relação ao comércio exterior é importante focar na relação bilaterais com os demais países, em termos práticos acordos diretos tem sido mais rápidos de serem fechados com repercussão imediata. Blocos de atuação contendo vários paises são mais eficazes em questões humanitárias.

  • #2832
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    Douglas Frederico
    Espectador

    E um tema que tenho pouquíssimo domínio mas como tucano deixo aqui meus posicionamentos fundamentais

    O Brasil é um país que sempre optou pelo caminho da diplomacia e dos tratados e assim deve continuar

    Segundo que acordos bi laterais podem ser mais eficientes do que querer dominar um bloco que hoje as vezes não temos protagonismo.

    Atenciosamente,

    Douglas Frederico

  • #2834
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    Thárik Uchôa
    Espectador

    O Brasil sempre teve um histórico de neutralidade e pacificação entre os povos. Acredito ser essa a postura internacional que também sempre favoreceu o Brasil no comércio exterior. Quando se trata de internacionalidade nas relações diplomáticas é preciso uma postura de conciliação e respeito a soberania dos Estados.

  • #2846
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

    1.Retornar as políticas diplomáticas do Brasil, e aumentar nosso sofr Power

    2.Apoio as relações com o BRICS

    3.Promover e atrair multinacionais

     

     

     

  • #2863
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    Ricardo Alexandre Alves
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    Em um mundo totalmente globalizado a necessidade por uma eficiente equipe de comércio exterior é de extrema relevância, podendo assim maximizar o dinheiro nacional. Para que isso de fato aconteça é importante uma melhoria na qualidade dos produtos brasileiros, analisando onde existe uma grande demanda mundial e baixa oferta, claro que a partir da viabilidade

  • #2868
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    Isabella Puglisi de Oliveira
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    Historicamente, no âmbito das relações internacionais, o Brasil é reconhecido como país conciliador, diplomático. Tal visão externa é fruto de anos de grandes diplomatas capazes de pensar o mundo em sua completude e e de encontrar o lugar do Brasil na política internacional.

    É importante que o país mantenha sua posição privilegiada e cordial no cenário internacional. Tal postura abre possibilidades comerciais, políticas e sociais.

    Garantir novas possibilidades comerciais é um meio de sair da recessão econômica. Assim, quanto mais amplo o espectro de negociação do Brasil com os demais países, maior a confiabilidade na nação, menores os impactos em caso de uma crise ou restrição comercial específica de um dos países com os quais comercializa.

    Ampliar as oportunidades em um mundo globalizado é indispensável.

  • #2884
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    Pedro Ygor Sousa Silva
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    Fortalecimento do BRICS e uma maior participação do Brasil em relações de consumo com países emergentes, como uma rede de supermercados médios que se unem para fazer frente aos maiores varejistas, o Brasil aliando interesses a países emergentes tem muito a ganhar.

  • #2893
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    Matheus Pantrigo
    Espectador

    Como meus colegas acima citaram, é necessário criticar a política atual do governo que está destruindo a capacidade que o Brasil tem de resolver conflitos internacionais. Outros pontos relevantes são:

    • Revisão da estrutura do Mercosul para que este traga maiores benefícios para aqueles que o integram, além de propiciar ferramentas para a construção de instituições democráticas sólidas. Não aceitando qualquer tipo de violação aos direitos humanos
    • Reformulação da atitude do Itamaraty, focando em uma diplomacia com foco nos países em desenvolvimento e periféricos, além de maior atuação no cenário internacional de forma que reinsira o Brasil em seu papel tradicional de resolvedor de conflitos e uma moderadora para o mundo.
    • Maior aproximação com os BRICS, visto que a China é o nosso maior mercado para nossos commodities, mas sem escantear parceiros econômicos importantes como os EUA e a UE. Utilizando uma estratégia de apaziguamento e triangulação
    • Intensificação dos acordos internacionais, buscando atrair investimentos e multinacionais que queiram se estabelecer no Brasil (facilitando esse processo)
  • #2895
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    Eduardo Rizzieri Cavalli
    Espectador

    O Brasil deve ter uma visão moderna nas nossas relações internacionais. Embora a atual visão do Itamaraty seja de que ainda vivemos em uma guerra fria, em que determinados países são nossos inimigos, se o Brasil quiser alcançar verdadeiro reconhecimento internacional, devemos construir pontes, não muros, com todas as nações do mundo.

  • #2912
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    Matheus Braga
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    Incentivar o comércio internacional gera maior capital nacional com a vinda de novas multinacionais realizando investimentos e geração de empregos no país. Proponho dois pontos:

    – Diminuição da taxa de exportação e importação

    – Criação de um Fundo Nacional de investimento em capital internacional.

  • #2932
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    Wagner Mira
    Espectador

    A favor livre comércio, diminuir tributos para importação e exportação,

  • #2940
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    Lucas de Lima
    Espectador

    Devemos buscar de forma sempre bilateral acordos importantes com países e blocos econômicos importantes como China, Estados Unidos e a UE. Assim como também buscar o fortalecimento do bloco Mercosul para que haja maior vínculo entre os cidadãos do bloco.
    <p style=”text-align: left;”>O Itamaraty precisa mudar de atitude e buscar o protagonismo do Brasil em relação a diplomacia, resolução de conflitos e também buscando fazer parcerias com países desenvolvidos ou que tenham alguma vantagem para nós nos segmentos de educação, pesquisa e tecnologia. Hoje o Brasil na verdade é um anão diplomático e precisamos sair dessa situação.</p>

  • #2994
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    Jemerson Gleison Barbosa da Silva
    Espectador

    Acredito que o Brasil deva ter um livre comércio. Acho que o protecionismo atrapalhou muito o desenvolvimento econômico nos últimos anos. O Brasil deve avançar em pautas liberais e estreitar suas relações internacionais para um livre comércio. O Mercosul deve ser algo pensado de forma mais crítica também na minha opinião.

  • #3014
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    Ramon Villas
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    A crise política e econômica que o país está passando é decorrência da falta de política e investimentos na área industrial, em programas de infraestrutura e gestão de recursos públicos. É de responsabilidade do governo federal o desenvolvimento dessas políticas que visem o norteamento das ações das entidades públicas e privadas, para que assim as empresas brasileiras possam efetuar negócios em mercados internacionais, isso também requer profissionais com qualidades, habilidades e competências específicas de forma a atuar e transitar em comércios internacionais.

  • #3033
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    Paulo Afonso Tavares
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    O Brasil não pode retroceder e tem que lutar por um assento no Conselho de Segurança da ONU. A nossa nação não pode continuar refém de ideologias extremistas que comprometem a boa relação com todos os países democráticos. Não podemos defender nenhuma forma de ditadura, devendo primara sempre pela democracia.

  • #3060
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    Joao Pedro Freitas de Araujo Alves
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    1) Maior presença do Itamaraty perante a todos os países presentes; com sistema de produção, que estes possam também negociar para trazer maiores investimentos para a união.

    2) Alinhamento junto aos principais países para melhor exportação de nossos produtos aos mesmos.

    3) Tecnologias de fora que possamos trazer para agregar junto ao nosso estado.

    4) Diminuição dos impostos cobrados sobre produtos importados; para que possamos produzir estes aqui e aumentar nossas demandas e economia.

    5) Parceria com grandes empresas para que possam fazer também seus produtos aqui.

    6) Maior autonomia ao Itamaraty para negociar todas as opções.

  • #3068
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    Gabriela Assunção Miranda
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    O PSDB, defensor da Social Democracia, necessita posicionar-se em defesa pontual dos interesses nacionais, porém, sem deixar de fortalecer o Brasil perante organismos internacionais, com viés diplomático e ponderado visto que diante de um mundo globalizado é necessário trabalhar em conjunto com demais países a fim de alcançar interesses em comum, principalmente em relação a questões que vão além de interesses de um só país, mas que afetam o mundo como um todo, como por exemplo as questões que desencadeiam as crises de refugiados, a saúde, o desenvolvimento social, o meio ambiente, entre tantos outros. Ainda, há de frisar que em questões econômicas, interessante estimular acordos de caráter bilateral, os quais repercutem de maneira mais eficaz e rápida, em detrimento de acordos com blocos econômicos que tendem a ser mais demorados e de difícil pactuação.</p>

  • #3098
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    murilo psdb
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    .

     

  • #3102
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    Jhonathan Rocha
    Espectador

    É evidente a necessidade de que precisamos de uma maior aproximação com os países desenvolvidos no sentido de reforçar as parcerias comerciais e favorecer o nosso desenvolvimento econômico. O Brasil sempre mostrou-se neutro no que se refere às relações diplomáticas, o que de certa forma tende a fornecer possibilidades de negociações e parcerias comerciais com grandes potências.

  • #3246
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    Estêvão Da Cunha Pereira
    Espectador

    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>Desburocratizar para deixar um mercado mais atrativo aos investimentos. Mercosul mais forte!!</span>

  • #3328
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    Lindamir Denardin
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    Sinceramente, acredito que a posição a ser tomada pelo PSDB em relação à política internacional e ao Comércio Exterior  deve ser a de buscar manter relações com países em crescimento dispostos a investir no Brasil como China (nosso maior parceiro comercial), Japão e Oriente Médio em geral – visando sempre exportar mais do que importar. Ademais, devemos manter somente relações comerciais com os Estados Unidos, distanciando-nos de sua dominação história sobre os países latino-americanos. Por fim, acrescento a essencialidade de manter uma economia mista, baseada no livre mercado mas com intervenções estadistas quando necessárias.

  • #3367
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    Vijanio Filho
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    TEMATICA DESENVOLVIMENTO ECONOMICO

    “O Brasil precisa de um novo pacto social. O Estado tem de caber em sua economia. A reforma da Previdência e um teto para os gastos públicos seriam avanços importantes, . Embora não considere haver risco de insolvência no curto prazo, o economista vê “dramaticidade” na situação fiscal. O deficit nominal em mais de 10% do PIB, estima o economista, representa 50% da arrecadação. “Este é o problema que temos hoje no Brasil.” “O Brasil precisa de esforço fiscal que coloque a dívida em trajetória sustentável de forma crível.

    Queda da inflação e dos juros  O BC deve manter o juro estável no curto prazo, enquanto aguarda uma melhora das expectativas inflacionárias. No segundo semestre, mesmo quem vê espaço para retomada do corte da Selic (taxa básica de juros) o condiciona a fatores como a queda das projeções de inflação e à melhora fiscal, além de um câmbio comportado. A tendência  é a previsão de dois cortes de 0,5 ponto percentual da Selic no final do ano. A inflação de alimentos, que “está melhorando”, e a mudança da bandeira tarifária de energia podem ajudar o BC. A inflação também deve cair junto com o dólar, que poderia voltar a R$ 3,50 em caso de uma “união política, com ou sem impeachment”

    5. Abertura da economia  uma “abertura comercial agressiva”, com acordos bilaterais. “Nós ficamos para trás nisso”, que ainda ´podemos citar a reforma trabalhista e a desindexação do orçamento entre as reformas necessárias. Além da abertura da economia, o Brasil precisa retomar uma agenda “micro”, com a busca de padrões de excelência, como os da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), para o ambiente de negócios.

     

  • #3369
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    luiz steinberg
    Espectador

    Digo que devemos abrir a economia completamente e acabar com protecionismos que acomodam a indústria nacional. Tudo feito gradualmente, para não gerar uma turbulência econômica muito forte.

  • #3422
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    Henrique Palermo Ribeiro Do Vale
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    A atuação do PSDB em temas de relações internacionais e comércio exterior deve, antes de tudo, seguir a bela tradição erigida nos anos da chancelaria e presidência de Fernando Henrique Cardoso. Além disso, a ação do partido deve se guiar na firme defesa dos princípios colocados no Art. 4º da Constituição Federal de 1988, com especial atenção para a defesa dos direitos humanos e da cooperação como instrumento ideal para o desenvolvimento dos povos.

    Tratarei do tema em espaços separados com diferentes abordagens:

    I. A diplomacia partidária

    II. Um projeto de Política Externa e Comercial para o Brasil

    I. A DIPLOMACIA PARTIDÁRIA

    Apesar de contar em alguns períodos com uma Secretaria de Relações Internacionais no Diretório Nacional, a relação do PSDB com partidos políticos de outros países nunca foi levada a sério, quando o próprio cargo não era entregue a título de compensação pela perda de espaços mais relevantes do ponto de vista orçamentário, como o ITV.  Há diversos benefícios na construção de relações entre partidos amigos. Tanto na condição de situação como de oposição, é possível estabelecer canais de contato paralelos com líderes mundiais e representantes parlamentares para dar espaço ao ponto de vista do partido sobre determinado tema. Quem fez muito bom uso das redes estabelecidas foi o PT, que durante o impeachment logrou que parlamentares nos EUA e na Europa, mesmo aqueles de partidos moderados, dessem voz à tese de que o Impeachment teria sido um golpe parlamentar. O PSDB, protagonista do processo de impeachment, não saberia nem por onde começar se quisesse agir em resposta à estratégia internacional do PT.

    O estabelecimento de conexões com outros partidos mundo afora deve ser visto como um instrumento para a participação ativa no processo de internacionalização da opinião pública. O caso da Amazônia e seus riscos para o Acordo UE-MERCOSUL é um bom exemplo. Fizesse parte de grupos políticos internacionais, o PSDB poderia desempenhar um papel de provedor de informações confiáveis e de fiador político do processo de integração, que deverá passar por todos os parlamentos dos países membros da UE, e já vem enfrentando resistências como no caso da Áustria.  Mesmo que se possa culpar o governo atual pela condução política e midiática da crise, fato é que também nos governos Lula e FH o Brasil sofreu pressões exageradas e imprecisas em torno da questão ambiental. Seja para atenuar impactos de negativos de longo prazo no atual governo, seja para auxiliar o trabalho de Estado conduzido pelo Itamaraty, a diplomacia partidária pode ajudar na defesa das posições brasileiras no mundo e na melhoria da imagem política do Brasil perante outros atores.

    Como caminho para o desenvolvimento da atividade internacional, recomenda-se a ativação da Secretaria de Relações Internacionais. O órgão, que deveria ser chefiado com alguém eleito para a função e diretamente comprometido com ela, poderia ser assessorado por um Conselho de Política Exterior. O conselho, que não deveria ter mais de cinco membros para garantir a facilidade de reunião, seria responsável pelo controle da atividade internacional, pelo estabelecimento de diretrizes de longo prazo a partir do que foi aprovado no Programa Partidário, e pela publicação de boletins internacionais em parceria com o ITV.

    A participação internacional do partido deve ser guiada pelo envolvimento em estruturas de socialização já existentes, como as associações partidárias internacionais, que já promovem encontros e facilitam a relação de seus membros em torno de pautas comuns. Recomenda-se a avaliação – pelo voto do congresso! – de indicativo para a filiação em uma das seguintes internacionais:

    a) Liberal International (LI), criada em 1947 em Oxford. A agremiação conta com partidos importantes como o Liberal canadense (no governo), o Democrático Liberal alemão (com 20% das cadeiras do Bundestag) e o Liberal Democrata do Reino Unido (segundo partido na eleição para o Parlamento Europeu em 2019). O Manifesto de Oxford, em breve síntese, faz uma firme defesa do liberalismo político e econômico, sem, contudo, deixar de dar a necessária importância ao bem estar da sociedade. No Brasil, o Partido Novo é membro observador. O próximo congresso será em Sofia, Bulgaria, em 2020.

    b) Centrist Democratic International (CDI/ICD), criada em 1961 em Santiago, e anteriormente conhecida como Internacional Democrata-Cristã. Suas teses são inspiradas nos documentos políticos da democracia cristã e na ideia de terceira via. Fazem parte da coalizão a Renovación Nacional do Chile (partido de Piñera), A CDU alemã (de Angela Merkel), o PSD português, o Partido Nacional/Blanco do Uruguai, o Les Républicains francês (de Sarkozy) e outros partidos um tanto mais complicados como o FIDESZ húngaro (já suspenso da agremiação no nível europeu).

    A opinião do autor é de que ambos oferecem oportunidades interessantes e representariam um ganho de projeção da imagem para o PSDB. A decisão deveria ser submetida ao voto dos congressistas do partido. Ressalte-se que ambas as instituições contam com representação jovem e subdivisões continentais, o que deve ser considerado na estratégia de inserção.

    No nível bilateral, é possível aprofundar a relação com antigos parceiros, como a CDU e seu órgão de estudos, a Konrad-Adenauer-Stiftung. Além disso, o PSDB deve dar especial atenção ao estabelecimento de relações partidárias em países prioritários para o Brasil, onde seja politicamente conveniente. Na Argentina, sugere-se uma aproximação com o PRO e a UCR. No Uruguay com os partidos Blanco/Nacional e Colorado. No Paraguay com os ACR-Colorado. No caso dos países do Mercosul, sugere-se a organização de um evento piloto na fronteira para a discussão em nível partidário de temas relevantes para a integração regional, visando perenizar e dar consistência a um projeto de integração que seja democrático e ajude a desenvolver os Estados membros.

    Com os parceiros do BRICS, recomenda-se a aproximação em torno de temas de interesses comuns. A China, Rússia e a África do Sul contam com sólidos partidos governistas, ainda que em diferentes graus de abertura do sistema político. Com eles – e com a Índia dos BJP e INC – advoga-se pela aproximação em temas culturais e econômicos, reconhecidas as peculiaridades no campo político. A cooperação com a China, a título de exemplo, já é bastante sólida. Algumas dezenas de membros do PSDB, parlamentares e filiados, já foram convidados para programas de imersão, seja pelo Governo ou pelo Partido Comunista Chinês. Minha experiência como participante quando exerci a presidência nacional da juventude do PSDB foi a de conviver, ao mesmo tempo, com a UCR e o PJ argentinos, com liberais peruanos e costarriquenhos e socialistas mexicanos, o que denota o pragmatismo e ecumenismo da estratégia internacional chinesa. De fazer inveja aos pressupostos de Azeredo da Silveira.

    Com os Estados Unidos sugere-se uma aproximação no nível parlamentar e partidário com ambos os partidos dominantes, reconhecendo a importância estratégica da relação. Com importantes parceiros da CPLP, como Angola e Moçambique, a aproximação em algum momento também é relevante.

    A diplomacia partidária deve servir, ao mesmo tempo, à defesa dos interesses políticos do partido e à potencialização das suas faculdades enquanto governo ou oposição. Como uma frente renovada de atuação, recomenda-se, desde o início, a adoção de práticas democráticas de escolha dos representantes do partido.

    II. UM PROJETO DE POLÍTICA EXTERNA E COMERCIAL PARA O BRASIL

    A Política Externa Brasileira goza de distinto prestígio doméstico e internacional. A diplomacia saquarema de meados do Século XIX, os anos do Barão do Rio Branco, as gestões liberalizantes de Oswaldo Aranha durante o ocaso varguista, o Pragmatismo Ecumênico e Responsável de Azeredo da Silveira e as iniciativas democratizantes de Fernando Henrique, Lafer, Lampreia, Rezek são momentos de brilho de uma diplomacia reconhecida pelo seu alto nível técnico e senso de continuidade dos projetos nacionais.

    O Brasil foi protagonista na defesa da igualdade entre Estados com Rui Barbosa em Haia quando os países buscavam resolver suas diferenças com intervenções e canhoneiras. A Constituição da República de 1891 proibiu o recurso à guerra de conquista. Com Rio Branco, cristalizou-se o princípio da não-intervenção quando o Brasil deixou de intervir militarmente no Paraguai para garantir seus interesses. A Política Externa Independente de San Tiago Dantas e tantos outros erigiu a autodeterminação dos povos a imperativo de ação quando reconheceu os movimentos de independência nos países-irmãos Angola e Moçambique. A diplomacia da Nova República deu igual relevância à prevalência dos direitos humanos, ao combate ao terrorismo e ao racismo e priorizou a integração com os povos latino-americanos. São essas as linhas mestras da Política Externa Brasileira.

    O Comércio Internacional aparece como o tema mais importante da agenda internacional brasileira desde o governo Temer. As iniciativas tomadas buscam abrir o mercado brasileiro à competição internacional, integrá-lo em cadeias globais de valor e atrair capitais para a nossa economia tão dependente de poupança externa. Símbolo do processo recente de modernização institucional do Brasil é o pedido de acessão da OCDE. Dados os benefícios do comprometimento com os melhores padrões internacionais, a estratégia de acessão deve ser vista como uma política de Estado. Trata-se de um processo naturalmente moroso, mas o Brasil já aderiu a muitos dos instrumentos legais da OCDE. É importante blindar o país de retrocessos no combate à corrupção, de modo a garantir que a reação à Lava Jato não comprometa os avanços importantes alcançados no controle e combate a malfeitos.

    A atuação do Brasil na Organização Mundial do Comércio (WTO) vem se pautando pelo combate a subsídios dados a produtores agricolas em outros países, que prejudica a exportação de produtos pelo Brasil. As recentes conquistas do Trade Facilitation Agreement na ministerial de Bali e da imposição da proibição de subsídios à exportação na ministerial de Nairobi refletem um amadurecimento dos pleitos brasileiros na organização. A defesa da OMC, hoje comandada pelo brasileiro Roberto Azevêdo interessa ao Brasil. É preciso blindá-la de ataques, defendendo o multilateralismo como ferramenta de promoção do desenvolvimento e da paz, e tomar uma posição ativa nas discussões de reforma do órgão.

    A abertura comercial é um processo fundamental para a retomada do desenvolvimento no Brasil. Devem ser consideradas tanto aberturas unilaterais, com a redução das tarifas teto, como regionais e bilaterais, com o Mercosul e nos Acordos de Livre Comércio do bloco. A estratégia de abertura comercial unilateral, sobretudo a bens com alto potencial de impacto sobre a produtividade do trabalho, deve ser instrumento para a aceleração do crescimento e para a inserção do Brasil nas cadeias globais de valor, sobretudo em atividades “upstream”.

    A relação do Brasil com o Mercosul vinha atingindo um ponto de saturação em razão da falta de aprofundamento da integração econômica do bloco. Nos últimos anos ocorreram reuniões para desagravar a TEC e reduzir os produtos excluídos do livre comércio intrabloco. Há uma incógnita colocada com a eleição de Fernández. É fundamental insistir para que a Argentina aceite um processo abrangente de abertura do bloco. Se falharmos, e os riscos econômicos no longo prazo forem grandes o bastante, cabe discutir a regressão do Mercosul de união aduaneira para área de livre comércio, ou terminar com o bloco. A relação entre o Brasil e os vizinhos do sul é altamente assimétrica no campo econômico, não há cabimento em se considerar um travamento da política comercial brasileira em razão de eventuais negativas argentinas. Com os demais países latino-americanos, é vantajoso para o Brasil aprofundar a integração logística e energética a partir da IIRSA, criada no Governo FHC. A convergência de normas regulatórias bancárias e financeiras também pode fortalecer o mercado de capitais brasileiros e solidificar a posição da cidade de São Paulo como capital financeira da América do Sul.

    Ao mesmo tempo em que se discute a reforma interna do Mercosul, haverá o dispendioso trabalho de aprovação e implementação dos acordos comerciais acertados com a União Europeia e o EFTA. Ainda, a possibilidade de celebrar novos acordos com o Canadá, o Japão e a Coréia do Sul vão exigir maior abertura da economia brasileira.

    Os BRICS trazem desafios peculiares aos membros do bloco. Anteriormente voltado para o debate de temas econômico-financeiros, hoje os BRICS cultivam uma agenda de cooperação nos mais diversos temas. A par do Novo Banco de Desenvolvimento e do Arranjo Contingente de Reservas, faltam grandes temas na agenda dos países, que se encontra pulverizada em uma miríade de pequenos projetos. Os BRICS continuarão a ser um instrumento relevante de reforma da ordem internacional, mas o Brasil precisa retomar o crescimento para ter condições de pleitear espaço de comando, como fazem os sócios principais, a China e a Índia.

    A relação com os dois principais parceiros comerciais do Brasil, China e Estados Unidos, deve ser eminentemente pragmática. Com a China há o desafio de aprimorar os termos de troca da relação comercial. Há muito a se fazer no sentido de garantir maior eficiência à produção nacional de modo a comercializar produtos de maior valor agregado em condições competitivas. Com os Estados Unidos, há de se reconhecer a proximidade histórica dessa que já foi chamada uma “aliança não escrita”. Nossa relação comercial com o gigante do norte é relativamente equilibrada, com a assimetria aparecendo no setor de serviços. O negociação de um acordo de livre comércio com os Estados Unidos deve ocorrer à luz dos interesses nacionais no longo prazo.

    A relação do Brasil com a África verificou expressivos avanços nas últimas décadas. Hoje, empresas brasileiras como a Marcopolo, Vale do Rio Doce e grandes construtoras já operam em solo africano. Trata-se da região, junto da Índia, em que mais pessoas vão ascender da pobreza para as classes médias nos próximos anos. O Brasil tem acesso privilegiado a esse mercado a partir das relações cultivadas com países africanos membros da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa), com a África do Sul e o Egito. A África não mais pode ser vista como um mero receptor de ajuda humanitária. Para o Brasil, o continente vizinho representa um grande ativo estratégico e econômico. Projetos de cooperação e desenvolvimento, como aqueles realizados pela FIOCRUZ e EMBRAPA (Corredor de Nacala e Cotton-5) são projetos que merecem ser aprofundados.

    Nos temas de meio ambiente, o Brasil assumiu notória posição de protagonismo desde que sediou a CNUMAD em 1992. Hoje, os desafios passam pelo cumprimento das contribuições nacionalmente determinadas pelo Brasil no âmbito do Acordo de Paris, além da ratificação do Protocolo de Nagoya à Convenção de Diversidade Biológica, que precifica ativos biológicos e genéticos, de grande vantagem para o Brasil. Nos temas de direitos humanos, cabe ao Brasil aprofundar as iniciativas internas em áreas como o combate aos crimes violentos, a defesa da dignidade da mulher, a proteção da criança e o combate ao preconceito.

    Em relação à defesa e segurança internacional, cabe ao Brasil intensificar a sua participação em operações de paz, que servem tanto para a projeção internacional como para o treinamento das tropas. Na ONU, o pleito pela reforma do Conselho de Segurança deve ser contínuo. Temas de defesa também merecem maior atenção do Estado Brasileiro. A volatilidade das disponibilidades orçamentárias para projetos de defesa tem prejudicado o desenvolvimento de projetos cruciais. Mesmo processos de transferência de tecnologia, como os do PROSUB e dos Gripen NG sofrem constantes riscos de interrupção. Além da manutenção de níveis razoáveis de investimentos nos projetos das Forças Armadas, é necessário atentar-se para a cooperação em temas de segurança e defesa com os países vizinhos na América do Sul. O Atlântico Sul é outra zona de grande interesse para o Brasil, como o triste vazamento de petróleo na costa do Nordeste demonstra. Trata-se de uma região em que o Brasil tem vocação para a liderança naval e, para isso, deve cooperar com países da costa africana, a partir da ZOPACAS, e com outros países amigos com interesse na região.

  • #3640
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    Mateus da Rocha Castro
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    O Brasil deve sair sair da posição de mais 1 exportador de laraja e importador de suco de laranja importado. O brasil deve sim aumentar a sua participação em exportação, mas deve vender laranja a preço de banana e comprar suco dos EUA a preço de caviar, isso é algo irreal se pensarmos em termos econômicos.

  • #3646
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    Henrique Lacasa
    Espectador

    O Brasil é um país que sempre pautou suas relações internacionais na base do respeito e diplomacia. Dessa forma deve permanecer.

    É importantíssimo garantir boas relações com outras nações do planeta, o que pode ser muito valioso para o nosso País, inclusive para demonstrar nossa soberania e unidade como nação.

    Um país sozinho no mundo não pode prosperar, são inúmeras as oportunidades de comércio, compartilhamento tecnológico e cooperação. Devemos aproveitá-las e garantir que nosso país siga no rumo da Ordem e do Progresso.

     

  • #3666
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    Anderson M Salvador
    Espectador

    Historicamente o Brasil SEMPRE  manteve Relaçoes com outros estados por isso temos facilidades em negociar.

    Precisamos manter esse metodo de politica externa.

    Precisamos investir na divulgação do que produzimos de bom para que sejamos vistos e reconhecidos, agregando valor ao nosso produto valorizando nosso mercado interno, precisamos garantir aos nossos agricultores oportunidades de produzir com eficiencia, capacitando os com ferramentas de modernizacão e incentivos fiscais, garantindo escoamento dos produtos melhorando o comercio exterior.

    Acredito que um trabalho interno para melhoramento dos nossos produtos provindos do Campo juntamente com um marketing adequado no exterior seria Uma solução para o desenvolvimento dos agricultores e consequentemente o desenvolvimento das cidades pois Uma economia forte no interior (Campo) gera beneficios para os comerciantes das cidades.

    É preciso conectar o produtor primario ao consumidor final pois com tantos intermediarios o que realmente Poe a mão na inchada e acaba com saúde no campo é o que menos recebe. E sem ele não há outros.

  • #3682
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    Rafael Ventura
    Espectador

    É preciso buscar o maior número possível de investimento externo para o Brasil. No entanto, precisamos arrumar a casa. Ou seja, diminuir radicalmente a burocracia, a quantidade de impostos e taxas, e manter uma estabilidade política e econômica, além de boa relação com outros países.

  • #3749
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    Marcos Tadeu Tadeu
    Espectador

    Fazer projetos que visem elevar o valor do produto agrícola ao produto tecnológico

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