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DO CONGRESSO NACIONAL DO PSDB

Rela√ß√Ķes Internacionais e Comercio Exterior

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Queremos te ouvir, te consultar, dialogar. Aqui voc√™ deixa sua opini√£o, coment√°rios, sugest√Ķes.
E qual deve ser a posi√ß√£o do PSDB sobre o tema indicado. Sua contribui√ß√£o ser√° fundamental para deÔ¨Ānir os rumos do partido.

Este t√≥pico cont√©m 125 respostas, possui 124 vozes e foi atualizado pela √ļltima vez por  Patricio Souza da silva 1 m√™s, 2 semanas atr√°s.

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    Ronan
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  • #959
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    Cassiano Janu√°rio Cordeiro
    Espectador
    1. Elevar o valor das exporta√ß√Ķes agr√≠colas pr√≥ximo dos valores da importa√ß√£o de tenologias.
    2. Convidar e aceitar refugiados
    3. Negociação maior  e direta com empresas internacionais em comparação aos países.
    • #5404
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      Lucas Bertoni
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      Boa noite.

      Em relação a este tópico, eu acredito que existem duas áreas distintas de debate: a linha diplomática, e o comércio exterior propriamente dito.

      Quanto √† diplomacia, acredito que especialmente desde o Governo Lula, sob a condu√ß√£o do Min. Celso Amorim, o Itamaraty assumiu uma postura neutra e conciliat√≥ria em excesso no plano diplom√°tico. Tanto √© que, na tentativa de agradar a todos, apequenou o espa√ßo de influ√™ncia do estado brasileiro e perdemos espa√ßos que deveriam ser do pa√≠s naturalmente em decorr√™ncia do nosso tamanho e potencial econ√īmico. At√© mesmo na √©poca de crescimento expressivo da economia, ao inv√©s de interagirmos com as pot√™ncias mundiais, perdemos tempo nos preocupando com as demandas de ditadores e regimes n√£o-democr√°ticos, deixando de liderar o processo de desenvolvimento da Am√©rica Latina nas duas √ļltimas d√©cadas. O Mercosul jamais se consolidou como deveria e n√£o consegue interagir de forma org√Ęnica e forte com as outras regi√Ķes do mundo, o que prejudica a todos e que levou o atual governo a preferir a antiga t√°tica de bilateralidade nas conversa√ß√Ķes internacionais, a contrassenso da tend√™ncia global.

      Os BRIC’s ainda n√£o mostraram a que vieram, muito pelas diferen√ßas culturais e econ√īmicas que mais afastam do que aproximam esses pa√≠ses. E o Brasil, ao inv√©s de aproximar esses pa√≠ses das nossas √°reas em potencial, continua com medo de receber investimento estrangeiro, mantendo uma pol√≠tica protecionista inexplic√°vel, em um contexto em que o setor que comanda a economia √© totalmente integrado ao mercado internacional e nossa moeda est√° totalmente inserida no c√Ęmbio global. Ou seja, perdemos a oportunidade de neg√≥cios e crescimento simplesmente por pol√≠tica reacion√°ria e protecionismo ideol√≥gico da classe pol√≠tica.

      Cada vez mais tendemos √† globalizar os processos, os neg√≥cios, as economias, as comunica√ß√Ķes. Fechar o pa√≠s ao interesse internacional √© condenar o Brasil ao atraso e ao fracasso. Nenhuma na√ß√£o √© autossuficiente h√° muito tempo e cada na√ß√£o tem um locus pr√≥prio a ser ocupado na pol√≠tica internacional. Se o Brasil n√£o ocupar o seu, como h√° muitos anos faz, sempre algu√©m vai ocup√°-lo por n√≥s, aproveitando-se disso…

    • #5405
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      Lucas Bertoni
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      O atual secret√°rio de com√©rcio exterior brasileiro √© muito competente e capaz, mas continua ref√©m das decis√Ķes ideol√≥gicas e mal calculadas do governo e do chanceler sem no√ß√£o que ocupa o Itamaraty.

      O Brasil, pelo seu tamanho e hist√≥rica econ√īmica, tem um papel importante a cumprir na economia global. A fun√ß√£o de fornecedor de importantes commodities aos pa√≠ses desenvolvidos, especialmente Uni√£o Europeia e China, atrela o desenvolvimento desses pa√≠ses ao nosso, criando la√ßos importantes de interdepend√™ncia econ√īmica. Contudo, nossas exporta√ß√Ķes para esses pa√≠ses de fato tem baixo valor agregado, prejudicando a nossa balan√ßa comercial. Isso porque s√£o esses pa√≠ses que s√£o respons√°veis pela nossa importa√ß√£o de tecnologias e produtos altamente industrializados, de alto valor agregado. Essa rela√ß√£o, embora desigual por natureza, √© fundamental para trazer desenvolvimento tecnol√≥gico, investimentos atrav√©s de multinacionais, e manter o pre√ßo e valoriza√ß√£o do agroneg√≥cio brasileiro, que √© o mais produtivo e cobi√ßado do mundo.

      Mas, justamente pelo saldo da balan√ßa comercial, n√£o podemos viver dessas rela√ß√Ķes. Por isso, o Brasil tamb√©m precisa buscar √°reas e parceiros comerciais que precisem das tecnologias que n√≥s desenvolvemos e dos produtos, ainda que limitados da nossa industria. Errado √© aceitar que importemos produtos industrializados da Argentina e exportemos para eles apenas commodities do agroneg√≥cio. Afinal, o Brasil √© mais rico e tem potencial industrial muito maior do que nossos vizinhos. Assim, precisamos incentivar a busca de novos neg√≥cios com pa√≠ses menos desenvolvidos do que n√≥s, a fim de que possamos dinamizar a matriz de exporta√ß√Ķes, invertendo o saldo da balan√ßa comercial e criando novas rela√ß√Ķes de influ√™ncia brasileira em outras regi√Ķes e pa√≠ses. Assim, conseguiremos manter forte o setor de servi√ßos brasileiros, que t√™m aumentado sua participa√ß√£o no PIB e tem desenvolvido √°reas de neg√≥cios inovadoras para expandir novos neg√≥cios, e at√© mesmo a industria nacional, que pode conseguir neg√≥cios altamente interessantes em regi√Ķes onde o com√©rcio internacional seja menos disputado, e onde o nosso d√©ficit tecnol√≥gico n√£o prejudique nossas oportunidades.

      O que n√£o podemos √© continuar obrigando a produ√ß√£o nacional a competir com as ind√ļstrias chinesas, as tecnologias alem√£ e japonesa, etc…

      Firmando esse espa√ßo importante no cen√°rio internacional, temos que investir fortemente no desenvolvimento de inova√ß√£o de tecnologias, para dinamizar e aperfei√ßoar nossas op√ß√Ķes econ√īmicas para o futuro.

  • #1001
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    Gleyson Macedo
    Espectador
    1. A favor do livre comercio
    2. Aumentar a cota de insecao de importacao
    3. Aumentar os Incentivos fiscal para os menbros do mercosul, aumentar o numero de menbros, e fortalecer o bloco.
  • #1093
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    Brunno Caleiro Pereira
    Espectador

    O Brasil sempre foi um dos l√≠deres mundiais em ‚Äúsoft power‚ÄĚ e, aparentemente, estamos perdendo isso. N√£o podemos deixar que isso aconte√ßa pois, √© esse tipo de rela√ß√£o que nos favorece muito em diversos aspectos no cen√°rio internacional, sejam eles financeiros, sociais ou pol√≠ticos. O brasileiro √© uma das √ļnicas pessoas respeitadas em TODOS os lugares do mundo, somos tratados muito bem, acolhidos e todo querem estar com o brasileiro. Por experi√™ncia de quem mora fora h√° um bom tempo, digo o quanto o tratamento que recebemos √© extremamente diferente. Devemos continuar buscando esse tipo de rela√ß√£o. N√£o devemos, enquanto Brasil, comprar brigas e problemas de outros pa√≠ses, mas sim sermos abertos, receptivos e atenciosos com todos, fazendo uma boa pol√≠tica de rela√ß√Ķes internacionais, senso prestativos socialmente. Esses fatores n√£o s√£o s√≥ morais. Eles ajudam o pa√≠s na hora de atrair investimentos, na hora de fazer investimentos, buscar parcerias para P&D internacional, buscar rela√ß√Ķes para solu√ß√Ķes de problemas. N√£o h√° nenhuma necessidade de tomarmos posi√ß√Ķes de conflitos. Devemos ser l√≠deres do bom relacionamento mundial, com todas na√ß√Ķes democr√°ticas, combater vis√Ķes ditatoriais em TODOS os lados, sermos l√≠deres pol√≠ticos na Am√©rica-Latina, pois somos o pa√≠s com o maior potencial desenvolvimentista dessa regi√£o e, mais importante, retomar nosso respeito para com o cen√°rio internacional. Estamos perdendo isso aos poucos por tentarmos assumir papeis que n√£o s√£o nossos. O Brasil √© a vis√£o da diplomacia, da conversa, da boa rela√ß√£o. Isso ajuda e facilita nos neg√≥cios e na maneira como enxergam nosso pa√≠s.

  • #1149
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    Bolívar Gomes
    Espectador

    Somos um pa√≠s que produz muito, mas que acaba beneficiando muita nesta produ√ß√£o em outros pa√≠ses e, somente ent√£o, o produto volta ao Brasil para ser comercializado. Isso aumenta o custo e acabamos pagando mais pelo o que n√≥s mesmos produzimos. Isso gera uma s√©rie problemas, inclusive de identifica√ß√£o com a produ√ß√£o local. Afinal, qual √© a voca√ß√£o do Brasil? O cidad√£o identifica a voca√ß√£o? Somos terra “do qu√™”?

    Entretanto, cabe uma ressalva no que se refere √† Pol√≠tica Externa. Estes movimentos precisam ser feitos com alta diplomacia. Vejamos, por exemplo, o que aconteceu em rela√ß√£o ao Governo do Brasil e o da Fran√ßa que por simples coment√°rios indevidos atingiu uma √°rea econ√īmica que poderia gerar muitos ganhos ao pa√≠s.

    Reconhe√ßo que n√£o sou conhecedor da √°rea de Rela√ß√Ķes Internacional. Entretanto, creio que o PSDB deva primar pela boa diplomacia em estreitar la√ßos com pa√≠ses que possam ser ben√©ficos para o pa√≠s. Sempre tivemos esta caracter√≠stica (basta olhar para o Governo Fernando Henrique) e precisamos mostrar isso √†s pessoas. Mostrar o PSDB como um partido confi√°vel.

  • #1230
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    David Lira Matias
    Espectador

    O Brasil √© um pa√≠s que mant√©m suas rela√ß√Ķes internacionais sempre ativa com os nossos aliados. Mas, infelizmente muita das vezes a popula√ß√£o brasileira sai perdendo nessa rela√ß√£o institucional.

    O Brasil √© um pais que produz em massa, mas essa “massa” sempre beneficia outros pa√≠ses. Hoje n√≥s temos produtos com custo muito elevado sendo que n√≥s produzimos esse produto aqui no Brasil mesmo, todo esse custo √© alto devido a politica institucional que o Brasil tem com os compradores.

    O PSDB precisa zelar pela boa relação entre os países, mas acima de tudo zelar pela diplomacia com países que tragam resultados e benefícios para o país.

  • #1239
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    Henrique Luciano Alencar
    Espectador

    √Č imprescind√≠vel a atua√ß√£o do PSDB na pauta de abertura¬† econ√īmica e pol√≠tica¬† do pa√≠s, na defesa da globaliza√ß√£o e do estado democr√°tico de direito. O Brasil tem que ter uma postura program√°tica com os atores internacionais e uma vis√£o de longo prazo na suas¬† opera√ß√Ķes no organismos internacionais.¬† O partido deve buscar fortalecer as rela√ß√Ķes brasileiras com blocos econ√īmicos e afins como:Mercosul, BRICS e OCDE.

  • #1251
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    Ericarlos Duarte
    Espectador

    O Brasil tem o que muito Pais não tem riquezas naturais e capacidade, porém é preciso desburocratizar para atraímos investidores e assim aumentar a geração de emprego.

  • #1354
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    Amanda Nascimento Pereira
    Espectador

    Eu concordo com o participante do forum Henrique Luciano Alencar, em que o PSDB deve ter uma forte atua√ß√£o na abertura economica e buscar fortalecer rela√ß√Ķes com Mercosul, BRICS e OCDE.

    Imigrantes e refugiados: acredito que o país deva manter uma receptividades aos imigrantes e, principalmente, ao refugiados e proporcionar formas dessas pessoas permanecerem com dignidade em nosso país, acesso ao mercado de trabalho e até outras coisas básicas, como o ensino de língua portuguesa para estrangeiros.

  • #1404
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    Fernando Juarez
    Espectador

    Acredito que o Brasil deva fortalecer seus la√ßos com economias emergentes, de forma a se posicionar na lideran√ßa dos mesmos, para assim conseguir vantagens econ√īmicas e pol√≠ticas no cen√°rio internacional, mantendo tamb√©m sempre fortes rela√ß√Ķes com as grandes economias que s√£o, ou podem ser, importadoras de seus produtos, exportadoras de tecnologia para n√≥s ou facilitadoras em negocia√ß√Ķes potencialmente vantajosas ao nosso pa√≠s.

    O Brasil no exterior tem consolidada uma posi√ß√£o de povo pacifico e possuidor de boas rela√ß√Ķes com boa parte dos pa√≠ses do mundo. Essa posi√ß√£o deve ser preservada e todos os posicionamentos de nossos representantes devem sempre ser muito bem estudados antes de serem postos em pr√°tica, caso contrario poderemos sofrer grandes preju√≠zos econ√īmicos, de imagem ou ambos.

     

  • #1405
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    Jackson Lucian
    Espectador

    Acredito que estamos abrindo um pouco mais nossos vínculos com outros países,  acho que não deveríamos se aproxima de países só por intimidade política, mais sim em benefício a nosso País que muito precisamos,  nosso país tem muito potencial.

  • #1429
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    Fellipe Bayeh
    Espectador

    Acredito que n√£o existe nada mais importante atualmente na politica internacional brasileira do que o acordo Brasil-UE, esse acordo vai beneficiar imensamente o Brasil como um exportador de alimentos e outros produtos a Europa, melhorando muito nossa balan√ßa comercial, e abrindo grandes investimentos. Fora isso acredito que temos que manter nossas atuais boas rela√ß√Ķes com os EUA, mas n√£o perder o contato com grandes pot√™ncias, como Jap√£o, Israel e principalmente China, que vem despontando rapidamente nos √ļltimos anos, para sempre termos variedade de mercado atua√ß√£o e n√£o ficarmos dependentes de um √ļnico acordo ou pais.

  • #1478
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    Paulo Victor Barchi Losinskas
    Espectador

    O estreitamento das rela√ß√Ķes exteriores e a amplia√ß√£o da rela√ß√Ķes comerciais internacionais s√£o aspectos fundamentais e indispens√°veis para o desenvolvimento nacional. J√° de muito est√° estabelecido que pa√≠ses mais abertos √† neg√≥cios internacionais e maior rela√ß√£o com outros pa√≠ses tem maiores √≠ndices de desenvolvimento, de gera√ß√£o de riqueza e redu√ß√£o dos riscos de afetamento por crises nos parceiros comerciais.

     

    Assim, faz parte da busca pelo desenvolvimento da na√ß√£o o incentivo ao com√©rcio internacional, com redu√ß√£o de barreiras comerciais, e a aproxima√ß√£o de rela√ß√Ķes com outras institui√ß√Ķes.

  • #1532
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    Philippe Alves
    Espectador

    Precisamos retomar a comunica√ß√£o, di√°logo e acima de tudo a RECIPROCIDADE nas rela√ß√Ķes internacionais para garantir a nossa soberania nacional. Precisamos ter uma voz independente nos √≥rg√£os internacionais e n√£o condicionado a alguma coisa.¬† O Brasil precisa ser representado l√° fora como um bom vendedor e um √≥timo mediador, para ser refer√™ncia comercial e na resolu√ß√£o de conflitos entre outras na√ß√Ķes.

    O Brasil precisa rever seu plano de com√©rcio internacional principalmente no fundamento tribut√°rio, fator que trava maiores investimentos e atrasa o pa√≠s em novas solu√ß√Ķes de crescimento.

  • #1534
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    Rafael Almeida
    Espectador

    Aumentar o incentivo fiscal
    Facilitar e incentivar pequenos empres√°rios a importar e exportar.

    Preservar a posição de pais pacifico.

  • #1544
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    Jonathan Ferraz
    Espectador

    Sem foi e sempre será, a parceria entre as parte é alma do negócio, devermos intensificar nossa relação com os países desenvolvidos afim de vender e comprar mercadorias para o incentivo financeiro crescer, assim teremos um comércio forte, temos um excelente pontencial em tudo, do minério a agropecuária, sem fosses por representacao territorial, e tirado todas as roubalheiras seríamos a principal economia do mundo, pois temos tudo de modo farto, então o que nón falta é está intensificação dos negócios, com ponte aéreas de comecios sólidos.

  • #1560
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    Eduardo Alves
    Espectador

    Minha opini√£o √© de que precisamos se impor como uma na√ß√£o soberana, assumindo o papel de coadjuvante na America do Sul, para mudar a vis√£o que o mundo tem no Brasil. Ponto relevante relacionado a economia √© diminuir o protecionismo do estado com rela√ß√£o as empresas brasileiras, diminuindo os embargos e amarras que dificultam o investimento de capital estrangeiro no Pa√≠s. Investir mais na infraestrutura log√≠stica do pa√≠s, para facilitar as transa√ß√Ķes internacionais.

  • #1562
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    O PSDB precisa se posicionar em favor da globaliza√ß√£o, estado democr√°tico de direito e redu√ß√£o de al√≠quotas para produtos importados. Tamb√©m se faz necess√°rio representar o pa√≠s de forma amig√°vel, manter rela√ß√Ķes saud√°veis com outras na√ß√Ķes e evitar, da melhor maneira poss√≠vel, que passemos vergonha internacional, por conta de discursos rasos, vazios e carregados de populismo e ignor√Ęncia. Devemos ter ci√™ncia de que boas Rela√ß√Ķes Internacionais se constroem de forma amig√°vel e polida, e n√£o com piadinhas e “memes”.

  • #1571
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    igor coimbra manhani
    Espectador

    O PSDB precisa apresentar uma agenda internacional que insira o Brasil definitivamente e de forma sustentada no cen√°rio internacional. Para n√≥s do PSDB o incentivo ao com√©rcio multilateral n√£o pode se ater somente a atual polariza√ß√£o EUA – China. Pauto minha convic√ß√£o nos estudos da fase Lampreia-Lafer e por observar a fase Amorim, juntas de 1995 at√© 2010 representaram importantes avan√ßos. A fase Amorim pautada pela inser√ß√£o dita altiva e ativa colocou o Brasil em destaque no chamado contexto Sul – Sul, uma esp√©cie de arranjo multilateral dos pa√≠ses em desenvolvimento. Por√©m, ele se manteve umbilicalmente ligado a essa posi√ß√£o, negligenciando muitas vezes os grandes players do cen√°rio internacional. Acredito que ser o pa√≠s protagonista no sul e estar entre os oito pa√≠ses mais influentes do mundo, ajudaria muito em todos os campos das rela√ß√Ķes internacionais notadamente na economia e desenvolvimento.

    Outro ponto importante √© o compromisso brasileiro com o Sistema ONU. Mesmo ao continuar apoiando as Na√ß√Ķes Unidas como principal mecanismo de media√ß√£o mundial, n√£o podemos perder de vista a necessidade de sua reforma e moderniza√ß√£o. Essa atitude positiva acompanhada de um projeto de desenvolvimento interno criaria o ambiente necess√°rio para maiores parcerias e investimentos externos.

    Diante dos grandes desafios que caracterizam a complexa conjuntura internacional o pa√≠s precisa, mais do que nunca, de pessoas experientes no Minist√©rio das Rela√ß√Ķes Exteriores e em suas embaixadas. Tal experi√™ncia √© fundamental para que o Itamaraty recupere e volta a desfrutar de enorme respeitabilidade que caracteriza nossa atua√ß√£o desde o Bar√£o de Rio Branco, no come√ßo do s√©culo XX. Ao longo da hist√≥ria fomos fiadores e coparticipes de in√ļmeras miss√Ķes de paz e acordos. Esse √© nosso papel e esse √© nosso futuro e essas s√£o as bases que acredito.

  • #1575
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    Jean dos Santos Silva
    Espectador

    Livre comercio e manutenção de status de pais pacifico junto ao resto do mundo
    <div id=”gtx-trans” style=”position: absolute; left: 513px; top: -10px;”>
    <div class=”gtx-trans-icon”></div>
    </div>

  • #1590
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    Pedro Henrique Pasquali
    Espectador

    Estar cada mais próximo ao livre comércio, respeitando os direitos humanos e a democracia.

  • #1603
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    Marcus Vinicius Murgi II
    Espectador

    O PSDB deve se apresentar, mais uma vez, como protagonista em qualquer pasta voltada à economia e ao comércio. Devemos ocupar um papel de liderança definitiva com os nossos parceiros latino-americanos, sobretudo o Mercosul, bem como uma participação mais atenuante com os demais países emergentes.
    Esperamos que o partido seja capaz de apresentar propostas voltadas ao com√©rcio com na√ß√Ķes, e n√£o apenas com l√≠deres. N√£o √© produtivo para o pa√≠s se alinhar apenas com pol√≠ticos, como √© o caso da aproxima√ß√£o do Brasil com os EUA. Precisamos adotar uma agenda liberal que destrave toda a nossa economia, desde o setor prim√°rio ao terci√°rio.

    Precisamos observar exemplos bem sucedidos, como é o caso da Austrália, e investirmos maciçamente naquilo que temos de vatagem competitiva. Buscar novas tecnologias para fortalecer mais onde já somos excelência, sempre visando a diplomacia, e nunca o ataque direto.

  • #1680
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    Wellington Luís Pegorin
    Espectador

    O Brasil deve ter boas rela√ß√Ķes internacionais com pa√≠ses que possuem uma boa economia e governabilidade consciente, o qual o com√©rcio beneficie ambas as partes. O partido deve-se posicionar em enaltecer nossas riquezas e valores, mostrando sempre seriedade nas transa√ß√Ķes para que assim se potencialize nossa economia.

  • #1685
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    José Neto Cassiano de Camargo
    Espectador

    Rela√ß√Ķes internacionais e o com√©rcio exterior devem ser feitos de forma n√£o ideol√≥gica.

    As diretrizes devem ser formuladas pensando nos interesses nacionais, independente do regime dos outros países.Porém, sempre condenando os países que tenham governos autoritários e que não respeitem do direitos humanos.

    Devemos valorizar os produtos nacionais, mostrando suas qualidades e características. Tornando-os cada vez mais atraentes ao exigente mercado consumidor externo. Como nossa principal pauta exportadora são as commodities, devemos produzir alimentos que respeitem os serviços ecossistêmicos, proteína animal que leve em consideração o bem-estar-animal, extração mineral que garanta a recuperação das áreas degradadas.

  • #1703
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    Gregory de Ara√ļjo Toledo
    Espectador

    Acho que o Brasil n√£o tem que buscar rela√ß√Ķes apenas por motivos ideol√≥gicos do Presidente, √© preciso trabalhar e respeitar todos nossos parceiros comerciais, tamb√©m temos que buscar trocas cont√≠nuas e n√£o ficar abrindo as pernas somente por “palavras” de apoio.

  • #1734
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    Yan fernandes pereira
    Espectador

    Precisamos de pessoas preparadas e com estudo para isso

     

     

  • #1822
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    Ronald Vilella
    Espectador

    Sobre as rela√ß√£o internacionais, o Brasil deve manter sua caracter√≠stica que foi constru√≠da ao longo de d√©cadas. Um pa√≠s com amplo debate a todas as na√ß√Ķes, sendo um importante intermediador nos temas internacionais. Alem disso, √© repulsivo a indica√ß√Ķes de cargos pol√≠ticos em embaixadas.

    Em rela√ß√£o ao comercio exterior, √© v√°lido a negocia√ß√£o com todas as na√ß√Ķes, deixando de lado a quest√£o pol√≠tica e ideol√≥gica, seja ela por acordos bilaterais ou envolvendo blocos econ√īmicos.

  • #1854
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    Rodrigo Ferreira
    Espectador

    Extinguir a lei candir, cobrar impostos das exporta√ß√Ķes e compensar esses custos com a diminui√ß√£o dos imposto que incidem diretamente na produ√ß√£o, como diesel, implementos agr√≠colas entre outros. H√° muita sonega√ß√£o por conta desta Lei. e os estados que produzem, tem empres√°rios muito ricos e popula√ß√£o muito pobre.

  • #1869
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    Gabriel Testai
    Espectador

    Atualmente o Brasil enfrenta alguns impasses em suas rela√ß√Ķes diplom√°ticas e comerciais com outros pa√≠ses, um dos principais vetores √© o protecionismo, que se tornou um obst√°culo para uma grande abertura da economia brasileira, entre todos os integrantes do G-20, o Brasil √© o pa√≠s menos aberto ao com√©rcio internacional. Enquanto a m√©dia mundial equivale a mais de 40% do PIB em transa√ß√Ķes externas, o Brasil alcan√ßa apenas 20%. A carga fiscal brasileira atinge a m√©dia de 35% de tributos, o equivalente a um pa√≠s desenvolvido, enquanto a renda per capita √© seis vezes menor que algumas destas na√ß√Ķes. Outro fator importante para o bom funcionamento de acordos econ√īmicos brasileiros √© a atua√ß√£o do BRICS como propulsor de investimentos financeiros, o grupo surgiu com a inten√ß√£o de proporcionar oportunidades de investimentos econ√īmicos em pa√≠ses emergentes. N√£o existe, no entanto, acordo de liberaliza√ß√£o comercial entre os membros. Para que haja um desenvolvimento dos pa√≠ses emergentes √© fundamental que o BRICS trabalhe em car√°ter t√©cnico, pois estar√° no caminho certo para o avan√ßo do grupo como um todo, contudo, caso atenda crit√©rios pol√≠ticos das grandes empresas em detrimento dos fundamentos espec√≠ficos de financiamento, ser√° ruim para o futuro do grupo. Outro aspecto que √© de vital import√Ęncia para o Brasil √© sua ades√£o √† OCDE(Organiza√ß√£o para coopera√ß√£o e Desenvolvimento Econ√īmico), pois l√° s√£o discutidas pol√≠ticas econ√īmicas e selecionadas as mais eficientes para os pa√≠ses associados, a fim de aperfei√ßo√°-los.Esta organiza√ß√£o n√£o deve ser vista como um objetivo exclusivo e sim, uma oportunidade de mercado, abrindo a economia brasileira para o campo internacional, porque independentemente da crise fiscal que temos hoje, a palavra de ordem para o Brasil nesse momento √©: integra√ß√£o √† economia mundial.

    Gabriel Testai

  • #1883
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    Guilherme Santos Ferreira
    Espectador

    Penso que quanto mais se abre o comercio para o exterior menos se aprecia o comercio nacional, aja vista que menos impostos s√£o recolhidos visto que consequentemente diminui o numero de empresas ocasionando tamb√©m diminui√ß√£o na oferta de empregos ocasionando um c√≠rculo vicioso onde o pa√≠s n√£o se desenvolve pois n√£o tem arrecada√ß√£o de impostos ocasionando muitas vezes em quebra da m√°quina p√ļblica. Temos que valorizar as empresas do pa√≠s incentivando para que cres√ßam de certa forma estaremos acabando com outro problema o desemprego que tender√° a diminui com o aumento de demanda.

  • #1917
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    Anísio Lima
    Espectador

    Acredito que o Brasil deva estreitar as rela√ß√Ķes com nossos parceiros do Mercosul e fortalecer uma melhor participa√ß√£o com pa√≠ses emergentes, garantindo assim um protagonismo e lideran√ßa no posicionamento com os mesmos, obtendo vantagens econ√īmicas. Precisamos tamb√©m aumentar o incentivo fiscal e incentivar pequenos empres√°rios a importar e exportar.

  • #2021
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    Valentina Jord√£o
    Espectador

    O brasil est√° apagado internacionalmente. Nos tempos de FHC que exercia a diplomacia presidencial, a diplomacia tinha uma relev√Ęncia e um car√°ter bem diferente do que √© visto nos dias atuais. Devemos fomentar o livre com√©rcio, n√£o esquecer dos nosso parceiros essenciais como a China, grande comprador das commodities brasileiras e buscar ficar mais pr√≥ximos do regionalismmo, Europeu e latino-americano, a fim de fomentar o com√©rcio e aumentar as nossas exporta√ß√Ķes.

  • #2023
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    Leandro Miguel
    Espectador

    Somos um país fraco visando o mundo, precisamos unir as melhores cabeças, e precisamos buscar o protagonismo.

  • #2036
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    Vinícius Andrade Martins
    Espectador

    A favor do livre com√©rcio e¬†da iniciativa de se criar blocos econ√īmicos fortes para circula√ß√£o monet√°ria, alian√ßas pol√≠ticas firmadas em acordos s√£o garantias para a estabilidade financeira do pa√≠s.

  • #2067
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    Pedro Saldanha
    Espectador

    – √Č preciso mais aten√ß√£o e esfor√ßo nas rela√ß√Ķes diplom√°ticas com nossos amigos : EUA , Argentina e Uni√£o europ√©ia.

     

    РTomar cuidado com os vizinhos extremistas e comunistas : Bolivia, Venezuela, Cuba, só nos trouxeram prejuízos até hoje.

  • #2080
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    Renato Ribeiro
    Espectador

    O Brasil deve manter em suas rela√ß√Ķes internacionais o que prev√™ a constitui√ß√£o federal:

    Art. 4¬ļ A Rep√ļblica Federativa do Brasil rege-se nas suas rela√ß√Ķes internacionais pelos seguintes princ√≠pios: I – independ√™ncia nacional; II – preval√™ncia dos direitos humanos; III – autodetermina√ß√£o dos povos; IV – n√£o-interven√ß√£o; V – igualdade entre os Estados; VI – defesa da paz; VII – solu√ß√£o pac√≠fica dos conflitos; VIII – rep√ļdio ao terrorismo e ao racismo; IX – coopera√ß√£o entre os povos para o progresso da humanidade; X – concess√£o de asilo pol√≠tico.

    O Brasil deve buscar manter rela√ß√Ķes diplom√°ticas com os diversas na√ß√Ķes, devendo retomar seu papel de lideran√ßa na Am√©rica do Sul, trazendo de volta estabilidade ao continente a fim de proporcionar crescimento ao continente. Para isso, devemos buscar fortalecer o Mercosul e a rela√ß√£o com a Uni√£o Europ√©ia.

    Devemos ainda buscar fortalecer os BRICS, em rela√ß√Ķes comerciais, cient√≠ficas e tecnol√≥gicas.

    A China como pot√™ncia comercial deste s√©culo deve ser considerada pelo Brasil como um grande aliado comercial, com o qual devemos buscar ampliar nossas rela√ß√Ķes comerciais.

  • #2113
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    David Alector Sampaio
    Espectador

    Precisamos trabalhar o livre comércio e melhorar nossa relação com os países mais potentes.

  • #2164
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    Ediney Pires
    Espectador

    Sou a favor de que um país tenha parceiros para melhorar a sua realidade, ou investir no deve de fato. Muitas dessas parcerias hoje, tem trazido bastante resultados positivos para o país, como os EUA por exemplo que muito colabora nos ajudando! Benefícios em parcerias são sempre muito bem vindos, isso gera emprego, renda, o país cresce e atinge o resultado esperando, a economia gira, pessoas beneficiadas e o país vai entrando no eixo como de fato tem que estar. Aceitar ajuda é comum quando se tem esperança de dias melhores.

  • #2171
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    Raphael Sarris
    Espectador

    Como havia dito no t√≥pico de educa√ß√£o e emprego, o governo deve manter e criar mais rela√ß√Ķes com todos os pa√≠ses poss√≠veis, para troca de tecnologia, interc√Ęmbios de alunos e pesquisadores, e investimentos dos pr√≥prios governos internacionais para o Brasil.

    Será necessário também que o Brasil através de ministros e diplomatas possa intervir em conflitos de outros países para lutar pela paz, seja nos conflitos do oriente médio, China x EUA, Coréia do Norte contra o mundo, países árabes (inclusive neste caso, podemos abrir as portas para os refugiados, e assim povoar a cidades e municípios afastados dos grandes centros, dessa forma criando maiores investimentos e ainda assim desinflando a superpopulação da cidade de São Paulo), ente outros pontos. Pois meu objetivo é fazer do Brasil uma referência em todos os setores e categorias, tal como Suécia, Noruega e Dinamarca são referências em educação e honestidade, Japão na tecnologia, entre outros países e seus destaques pessoais.

  • #2178
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    Diemisson Neves
    Espectador

    O brasil é grande e tem um comércio forte, nosso agronegócio é forte o país precisa de uma boa interação com os demais país para aumentamos nossa exportação.

     

    A boa relação com os países parceiro precisa ser trabalhada

  • #2197
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    Luciano Junior
    Espectador

    Atrav√©s da diplomacia pragm√°tica, √© preciso continuar estabelecendo as hist√≥ricas formas do Brasil se relacionar com outros pa√≠ses e, sobretudo, com blocos econ√īmicos estrat√©gicos como Mercosul, BRICS e G20.

    Com rela√ß√£o aos pa√≠ses africanos e asi√°ticos menos desenvolvidos que o Brasil (especialmente aqueles de L√≠ngua Portuguesa), √© necess√°rio criar mecanismos para que, de forma planejada, ind√ļstrias e mercados brasileiros desenvolvam seus mercados nesses pa√≠ses, conquistando assim novos mercados e expandindo, de modo gradativo, a influ√™ncia do Brasil em regi√Ķes ainda pouco desenvolvidas (aplicando a teoria Soft Power).

    Aos pa√≠ses mais desenvolvidos economicamente como os EUA, China, UE, Jap√£o e √ćndia, faz-se necess√°rio abrir e desregulamentar v√°rios setores da ind√ļstria e do com√©rcio, afim de se gerar mais empregos internamente.

  • #2201
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    Matheus Luiz Ramos Martins
    Espectador

    O desenvolvimento do nosso país também depende de apoio de colegas estrangeiros, devemos nos adequar as necessidades e procurar por apoio de outros países, devemos incentivar o comércio de empresas de outros países para que sintam-se convidados e confortáveis em vir se instalarem em nosso território, buscar apoio e facilidades para que nossa população possa ter mais oportunidades de negócios em outros países, essas e outras atitudes tem como objetivo trazer retorno a base de investimentos em nosso território, além de compartilhar e adquirir experiências e conhecimentos com colegas de outros países.

  • #2213
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    Ryco Lima
    Espectador

    O Brasil sempre foi um país pragmático, um grande ícone da diplomacia. O que devemos é manter essa trajetória de conquistas. O corpo do Itamaraty é composto por quadros excelentes e que estão prontos a servir.

    O Brasil n√£o deve de maneira alguma se alinhar por motivos ideol√≥gicos, mas sim por raz√Ķes que vejam saud√°veis e ben√©ficas para o Brasil. Fomentar o com√©rcio e sendo protagonista em situa√ß√£o que necessitam de um l√≠der no exterior. Consolidar ainda mais a Mercosul e participar ativamente do BRICS.

    Largando a toga da ideologia, se abre um horizonte de amigos, negócios e oportunidades.

  • #2217
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    Arthur Silva
    Espectador

    O Brasil precisa abrir as suas portas (ainda mais) para a globalização. O governo FHC fez muito por nós nesse sentido.

    A política externa só tem força com o respaldo da economia.

    Diálogo é questão básica para esse assunto.

    Precisamos discutir qual o lugar do Brasil no mundo.

    O Brasil precisa de um projeto para fornecer uma capacidade industrial tecnológica. Para isso, aproximar-se mais da América do Sul.

    Criar cadeias produtivas regionais.

    Avançar na questão da interligação de infraestrutura.

    Capacita√ß√£o da ind√ļstria de defesa.

    Produzir mecanismo de vigil√Ęncia e controle das fronteiras.

    √Č importante resolver as quest√Ķes internas, isso influ√™ncia nas externas.

    O com√©rcio exterior precisa ser articulado com a pol√≠tica macroecon√īmica.

    Definir as prioridades nos interesses do Brasil.

    Aproximação com países desolvovidos (por causa da tecnologia)

     

     

     

     

  • #2262
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    André Varela
    Espectador

    Felizmente tenho propriedade para falar acerca das rela√ß√Ķes internacionais e com√©rcio exterior por algo simples: Moro na cidade de Uruguaiana – RS, que t√™m um dos maiores porto secos da Am√©rica Latina.

    Um pa√≠s com a extens√£o territorial como a que o Brasil tem, passando por tantas fronteiras, deveria ser refer√™ncia comercial, formando n√£o s√≥ diplomatas e embaixadores incr√≠veis, mas tamb√©m empres√°rios com destaque mundial no ramo de transportes aduaneiros e outros…

    Não enxergo em minha cidade estes destaques, assim como não enxergo no Brasil tantos quanto deveríamos ter.

    Um país fraco, não tem voz para falar internacionalmente.
    Um país em crise, não tem voz para falar internacionalmente.
    Um país corrupto, não tem voz para falar internacionalmente.

    Os problemas basilares que a pol√≠tica brasileira apresenta, acaba acarretando em todas as rela√ß√Ķes internacionais e por conseguinte o com√©rcio exterior da na√ß√£o. A revis√£o de impostos como IOF, taxas para compras de produtos nacionais, praticidades para compra de produtos internacionais… Tudo isso deve ser revisto e discutido!

  • #2276
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    Roberta Berdeal
    Espectador

    Como um pa√≠s emergente precisamos muito mais estar abertos a pol√≠ticas e com√©rcios internacionais, do que se vangloriar de um nacionalismo impotente e irreal. O pa√≠s n√£o pode ser uma ilha. Nesse momento nossas maiores exporta√ß√Ķes s√£o de produtos sem valor agregado, temos que investir na industria de transforma√ß√£o, agregando assim valor aos nossos produtos.

  • #2296
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    Wellington Lucas Barroso rocha
    Espectador

    √Č necess√°rio fortalecer as nossas rela√ß√Ķes internacionais para que possamos capitar investimentos estrangeiros para o pais e tamb√©m uma equipe t√©cnica capacitada para fortalecimento de nossos produtos no exterior

  • #2300
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    Bruno Cardozo
    Espectador
    1. Facilitar e incentivar as pequenas empresas a exportar seu produtos
    2. Desburocratizar e facilitar a instalação de novos investimentos externos, assim gerando novas fonte de renda e gerando novos empregos
    3. Aumentar a cota de importação
  • #2304
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    Deivin Corrêa
    Espectador

    Parcerias em caráter de urgência com países mais desenvolvidos, juntamente com melhor diálogo entre as partes.

    Acordos firmados por meio de projeto de lei que incentive a vinda de empresas;

    valorização da cota de importação e consequentemente redução de taxas dos produtos;

     

  • #2312
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    Elizalva Lima
    Espectador

    Durante d√©cadas o Brasil foi afetada pela m√° politica internacional, por rela√ß√Ķes com vi√©s ideol√≥gico. O agravo era tanto, que um pa√≠s com potencial enorme para desenvolvimento vivia em uma esp√©cie de bolha, limitado a negociar exclusivamente com quem tem menos que n√≥s, com pa√≠ses que de fato n√£o tinham nada a oferecer, o resultado disso- estagna√ß√£o da economia, juros alt√≠ssimos, defici√™ncia fiscal, altas infla√ß√Ķes, enfim todo o pa√≠s foi afetado. No Brasil, um pa√≠s rico, √© necess√°ria uma pol√≠tica de rela√ß√Ķes internacionais aberta, onde o que vale √© comprar e vender sem ideologia. Um bom controle de mercado, √© um p√© √† frente para o desenvolvimento.

  • #2313
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    Wagner Gockos
    Espectador

    Primeira decisão é estabilizar o mercado interno, a economia e a política interna nacional, para tornar o Brasil um país atrativo para os investidores internacionais.

    Nossas institui√ß√Ķes infelizmente n√£o s√£o s√≥lidas, vivemos em uma democracia que a estabilidade pol√≠tica est√° sempre em tens√£o, o que reflete no mercado e na imagem do pa√≠s.

    O investimento no livre comércio, não deve ser pautado por ideologias ou como moeda de troca, devemos valorizar nossas riquezas e produtos no mercado internacional.

    O Brasil precisa gerar “dinheiro novo” oriundo desses pa√≠ses.

  • #2337
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    Arthur Arenari
    Espectador

    Parcerias com democracias consolidadas que respeitem as institui√ß√Ķes (independente se um pa√≠s √© comunista, como a China ou capitalista, como os EUA). Facilitar a exporta√ß√£o de produtos nacionais.

  • #2348
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    Vivian Coutinho Cavalcante
    Espectador

    Estabilizar o mercado interno √© important√≠ssimo. Mas n√£o podemos nos esquecer das exporta√ß√Ķes. Muitos pa√≠ses importam de n√≥s especiarias que n√£o produzem, sendo respons√°veis por movimentar o processo econ√īmico.

    Atualmente, nosso Governo Federal tem um modus operandi inadequado quando se fala em Rela√ß√Ķes Internacionais e Com√©rcio Exterior. Se indisp√Ķe com pa√≠ses chave, faz acordos que nos oneram mais do que beneficiam, e coloca em risco, inclusive, √† seguran√ßa nacional.

    A atua√ß√£o do Chefe de Estado e Governo quanto √†s Rela√ß√Ķes Internacionais deve pautar assuntos de interesse de todos os envolvidos, buscando ampliar os patamares de desenvolvimento do pa√≠s, firmando pactos de atua√ß√£o m√ļtua entre Pa√≠ses, primando em ter aliados que invistam naquilo que temos de melhor, fazendo girar capital, valorizando nossa moeda, nossa cultura, nosso turismo, nossos setores de produ√ß√£o.

    Outra quest√£o importante √© a concess√£o de incentivos fiscais para estimular a vinda de multinacionais para c√°, fomentando gera√ß√£o de empregos e valoriza√ß√£o econ√īmica.

  • #2355
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    Maurício Martins
    Espectador

    Creio que o principal movimento recente do Brasil quando se trata de com√©rcio exterior seja a assinatura do acordo de livre-com√©rcio assinado entre Mercosul e Uni√£o Europeia. Essa assinatura representa uma s√©rie de benef√≠cios para o pa√≠s, que al√©m de ter um incremento estimado no PIB de at√© 87,5 bilh√Ķes de d√≥lares em 15 anos, vai baratear diversos produtos importados da Europa, como carros e pe√ßas, farmac√™uticos, roupas, qu√≠micos, entre outros.

    Apenas com a troca do governo este ano, j√° rompemos com o protecionismo que era praticado nos governos PT/PMDB. O Brasil est√° novamente aberto a rela√ß√Ķes comerciais com os demais pa√≠ses. O que confirma isso s√£o os movimentos do presidente para que o pa√≠s entre para a OCDE. Creio que precisamos evoluir bastante, mas ao menos, agora, temos um caminho.

  • #2379
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    Diego Daniel Aciem
    Espectador

    Nossa na√ß√£o e cheia de riquezas mais ainda n√£o sabemos usar elas com qualidades, pois n√£o somos a pot√™ncia que nossa na√ß√£o deveria ser com a extens√£o territorial que temos, a diversidade ecol√≥gica, o solo fertil e muitas pessoas com vontade de mudar de vida e crescer era para ser uma na√ß√£o econ√īmicamente est√°vel e prospera por√©m com governos que naon√£o olharam essas qualidades e sim fazer a vontade de governos estrangeiros acabamos perdendo e ficando para tr√°s, ainda a tempo de melhorar e crescer mais precisa de for√ßa de vontade e pol√≠tica para isso.

  • #2405
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    Thallya Scariot
    Espectador

    1. Aumento de incentivo fiscais.

    2. Rela√ß√Ķes saud√°veis, sem priorizar quest√Ķes ideol√≥gicas, e sim aquilo que fomenta √†s rela√ß√Ķes.

    3. Fomentar a relação com o MERCOSUL.

  • #2406
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    Saylo Soutelo
    Espectador

    √Č necess√°rio ter boa rela√ß√£o com todos os pa√≠ses para se fazer novos acordos comerciais e tamb√©m ampliar a produ√ß√£o interna para exportar cada vez mais e para consumo pr√≥prio.

  • #2407
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    Renan Sambo
    Espectador

    Desburocratizar para deixar um mercado mais atrativo aos investimentos;

    Defender uma economia cada vez  mais aberta;

    Fortalecimento do MERCOSUL.

     

  • #2445
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    Marcos Rodrigues
    Espectador

    Devemos manter rela√ß√Ķes diplom√°ticas e sempre estar ao lado dos direitos humanos de cada cidad√£o, quanto ao com√©rcio exterior devemos estar agindo de acordo com as nossas necessidades.

  • #2447
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    Italo Nogueira de moro
    Espectador

    Para melhorar as Rela√ß√Ķes Internacionais e o Com√©rcio Exterior, no meu ponto de vista, √© necess√°rio:

     

    РRepensar o modelo do mercado interno do país, com objetivo de atrair novos investidores;

    РIntegração competitiva da economia brasileira ao mundo;

    РFortalecer a política de comércio exterior, objetivando a produtividade, competitividade e da inovação;

    РEstimular a competitividade e estimular uma maior inserção do país no comércio internacional;

    – Redu√ß√£o da carga tribut√°ria nas importa√ß√Ķes, com objetivo de movimentar a economia do pa√≠s, com produtos mais acess√≠veis e baratos;

    – Reforma tarif√°ria;

    РRedução dos custos dos serviços no país;

    РPromover boa relação com países exportadores;

     

    Atenciosamente,

  • #2451
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    Allan Caboclo
    Espectador

    Acredito imensamente que tudo é um momento e tem que se adaptar ao momento atual, pois sabemos que interesse maior é a economia, e também a satisfação popular, que seja feita acordos, que seja feito parcerias.

  • #2478
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    Rodrigo Ribeiro
    Espectador

    Uma das qualidades que o PSDB não perdeu foi a relação com os demais países e a facilidade de diálogo. Está no DNA do partido, é um dos setores fortes que temos e precisamos mantê-lo, nos posicionando mais fortemente à altura do que o nosso país representa. O trabalho do governador João Doria nessa área, por exemplo, têm sido exemplar e conquistado importantes projetos que interferem diretamente na economia do Estado de São Paulo.

  • #2503
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    Allex Ribeiro Biato
    Espectador

    Diminuir tarifas de importação e acordos de livre comércio com outros países (que prezam pelo Estado Democrático de Direito) é a bandeira que precisamos ter para política externa. Toda política externa é primeiramente uma política interna, então temos que desenvolver nosso país com ajuda de outros países, principalmente os desenvolvidos, reforçando a globalização.

  • #2505
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    Gustavo Martins de Carvalho
    Espectador

    Na minha vis√£o, a atua√ß√£o do Itamaraty deve ser voltada majoritariamente para a abertura econ√īmica e a liberaliza√ß√£o do comercio do Brasil, visto que dos pa√≠ses do¬† G-20, o Brasil √© o pais menos aberto ao comercio exterior. Dentro desses objetivos podemos destacar algumas medidas que podem acelerar essa abertura econ√īmica e j√° vem sendo praticadas pelo atual governo como por exemplo acordos como o Mercosul-Uni√£o Europeia, mas n√£o devemos parar por ai,¬† precisamos incentivar os investimentos financeiros nos BRICS, buscar acordos bilaterais de coopera√ß√£o e especialmente buscar a ades√£o na OCDE.

  • #2509
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    Jaylan Macedo
    Espectador

    O Brasil deve continuar a ser l√≠der da Am√©rica Latina no que tange √† rela√ß√£o exterior. √Č necess√°rio resgatar a nossa boa credibilidade na diplomacia, continuarmos a defender juntos as ag√™ncias multilaterais a agenda ambiental e de direitos humanos. Devemos ter uma rela√ß√£o de vigilantes na defesa da democracia da Am√©rica Latina, respeitando a independ√™ncia dos pa√≠ses, mas tomando posi√ß√Ķes claras.¬† Rela√ß√£o com todos os pa√≠ses, fortalecimento das rela√ß√Ķes multilaterais com a Europa e tamb√©m com os pa√≠ses que formam os BRICS.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Jaylan Macedo.
  • #2520
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    WILLIAM CAMPOS
    Espectador

    Promover uma verdadeira transforma√ß√£o no comercio exterior. Facilitar negocia√ß√Ķes, interferir menos nas rela√ß√Ķes comerciais. Redu√ß√£o significativa de tributa√ß√£o para aumento de exporta√ß√Ķes. Diminui√ß√£o do Custo Brasil. Melhora em infraestrutura de transporte e portu√°ria para tornarmos mais que competitivos.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  WILLIAM CAMPOS.
  • #2548
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    Marina Franco
    Espectador

     
    <div dir=”ltr” style=”color: #212121; font-family: sans-serif;”>A diplomacia brasileira tem uma longa tradi√ß√£o de respeito ao multilateralismo e ao direito internacional, herdeira da boa diplomacia portuguesa, aperfei√ßoada na Rep√ļblica pelo bar√£o do Rio Branco ao consolidar as nossas fronteiras.</div>
    <div dir=”ltr” style=”color: #212121; font-family: sans-serif;”>Ganhamos respeito internacional p√≥s Constitui√ß√£o Federal de 88 ao demonstrar que somos uma democracia mediadora entre pa√≠ses conflituosos, uma vez que nossa forma√ß√£o multicultural, multirracial, multi√©tnica, multi diversidade religiosa, nos ensinou a respeitar e entender a possibilidade do conv√≠vio pac√≠fico entre os diferentes.</div>
    <div dir=”ltr” style=”color: #212121; font-family: sans-serif;”>Deviamos seguir oferencendo ajuda na resolu√ß√£o de conflitos pela via pac√≠fica entre ricos e pobres, socialistas e capitalistas.</div>
    <div dir=”ltr” style=”color: #212121; font-family: sans-serif;”>Nossa import√Ęncia diplom√°tica √© muito maior que nossa import√Ęncia no com√©rcio e nas finan√ßas internacionais. Temos tudo para nos destacarmos como um pa√≠s tolerante, aceitador de todas as culturas, bastante sincr√©tico e amig√°vel.</div>
    <div dir=”ltr” style=”color: #212121; font-family: sans-serif;”>Devemos retroceder ao nosso status quo anterior, erguido ao longo dos governos p√≥s democratiza√ß√£o (especialmente na pol√≠tica externa do governo FHC), que foi destru√≠do pelo atual governo, O qual optou por se aliar a uma nova direita xen√≥foba, anti ONU, anti imigra√ß√£o, que nada contribui para paz das Na√ß√Ķes. Retomar imediatamente nossas tradi√ß√Ķes de autonomia, independ√™ncia e equil√≠brio, deve ser o foco do psdb.</div>

  • #2562
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    Caio Alexandre Gomes da silva
    Espectador

    O Brasil tem condi√ß√Ķes de fortalecer alian√ßas com pa√≠ses que de fato agregam. Com China e EUA, por exemplo. O Mercosul esta ruindo – o que √© preocupante, uma vez que nos pr√≥ximos anos o comercio internacional ser√° feito por blocos econ√īmicos.¬†Ha possibilidades reais de fortalecer nossas exporta√ß√Ķes. Um dialogo mais profundo com a UE vai nos trazer excelentes beneficios.

  • #2568
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    Luiz Fhilipe Mourao
    Espectador

    Primeiro ponto de se observar e a necessidade das reformas adm., tribut√°ria e fiscal para reduzir o “custo Brasil”.

    O¬† livre com√©rcio √© importante, bem como investir em parcerias em blocos comerciais, aumentando as exporta√ß√Ķes de produtos.

  • #2596
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    Jo√£o Lopes Waspe
    Espectador

    Algumas rela√ß√Ķes comerciais se d√£o pela boa diplomacia e algumas rela√ß√Ķes diplom√°ticas se d√£o pela depend√™ncia comercial mutua. Com o avan√ßo tecnol√≥gico essas depend√™ncias se tornam cada vez menores, valorizando-se assim as rela√ß√Ķes internacionais.

    O Brasil precisa impor sua grandiosidade perante ao mundo, fazendo sua voz ser ouvida, porem sempre com seu espirito do di√°logo, da compreens√£o e do respeito, somos um pa√≠s diverso que poderia levantar a bandeira ocidental da toler√Ęncia, da boa gest√£o ambiental, do combate √† pobreza, das miss√Ķes de paz realizadas pelo nosso ex√©rcito e da nossa jovem e pungente democracia. A imagem do Brasil e dos brasileiros est√° extremamente desgastada pela incompet√™ncia do atual chanceler, o que torna necess√°rio a r√°pida a√ß√£o do congresso, em formar comitivas de rela√ß√Ķes internacionais afim de recuperar nossos verdadeiros valores diplom√°ticos.

    Como dito antes a imagem internacional de um pa√≠s pode definir suas rela√ß√Ķes comerciais, por isso no jogo diplom√°tico o pragmatismo √© fundamental para a formula√ß√£o dos melhores acordos poss√≠veis, principalmente num pa√≠s agro exportador como o nosso, j√° que o mesmo produto pode ser ofertado por outras na√ß√Ķes com pouca diferencia√ß√£o, diferencia√ß√£o essa reduzida drasticamente com as recentes libera√ß√Ķes de novos agrot√≥xicos.

    O Mercosul deve ser repensado urgentemente, pois a muito n√£o nos impulsiona e acaba por prejudicar acordos bilaterais muitas vezes, j√° que o Brasil se apresenta de forma muito mais interessante que muitos de seus vizinhos.

     

  • #2617
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    Thales Rangel
    Espectador

    O chefe de estado deve ter rela√ß√Ķes positivas com outros pa√≠ses, uma rela√ß√£o coerente e de reciprocidade, e n√£o abrir as portas do pa√≠s para qualquer um. Deve sempre visar a economia buscando ind√ļstrias que gere emprego e renda.

  • #2634
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    Alberto Godinho
    Espectador

    Buscar acordos de livre com√©rcio e estreitar rela√ß√Ķes com pa√≠ses democr√°ticos, mantendo independ√™ncia. Exercer a lideran√ßa na Am√©rica Latina.

    Em relação à Venezuela, acredito que a posição do Brasil deve ser firme e contrária ao regime ditatorial que devasta nossos vizinhos. Precisamos pressionar o governo de Maduro e lutar pelo restabelecimento da democracia venezuelana.

  • #2653
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    Tomaz Oliveira Hoffmann
    Espectador

    1-Livre comércio

    2- Abertura e Investimentos de Portos e aeroportos.

    3-Fomento a ind√ļstrias e pequenas ind√ļstrias.

    4-Maior diálogo com todos os países.

  • #2669
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    Felipe Barbosa
    Espectador

    Rela√ß√Ķes Internacionais e Comercio Exterior.

    O Brasil sempre teve √≥timas rela√ß√Ķes internacionais, dando inicio ainda no per√≠odo colonial com exporta√ß√Ķes de gr√£os de boa qualidade, essa rela√ß√£o vem de gera√ß√Ķes at√© os dias atuais gerando renda e intera√ß√£o com pa√≠ses subdesenvolvidos. Al√©m dos gr√£os tamb√©m somos reconhecidos por exporta√ß√£o de carne bovina, su√≠na e de frango. Essa rela√ß√£o sofre altera√ß√Ķes quando surge algum esc√Ęndalo envolvendo o cen√°rio pol√≠tico brasileiro.

  • #2684
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    Patrike Soares
    Espectador

    Sou favor√°vel ao livre com√©rcio, o aumento das taxas de exporta√ß√£o de produtos agr√≠colas, e incentivos fiscais √† empresas que empregue um n√ļmero significativo de pessoas.

  • #2688
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    Danilo Abarca
    Espectador

    O Brasil deve ser mais agressivo em sua postura e com firmeza negociar pactos favoráveis ao país!

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Danilo Abarca.
  • #2694
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    Maurício Severo Roesch
    Espectador

    Fortalecer o livre comércio

    Aceitar imigrantes refugiados de forma mais branda, desde que contribuam para o crescimento do país

    Fortalecer as rela√ß√Ķes com pa√≠ses desenvolvidos em tecnologias

    Aumentar a taxa de exportação agrícola

    Investir em portos e aeroportos

  • #2705
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    Jos√© Victor da Silva Ara√ļjo
    Espectador

    As rela√ß√Ķes internacionais, juntamente com o com√©rcio exterior. O Brasil, deveria desenvolver mais na quest√£o desse com√©rcio, pois √© algo que fortalece bastante a economia do pa√≠s

  • #2724
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    Pablo Salom√£o
    Espectador

    Ao se tratar de Rela√ß√Ķes Internacionais, precisamos ressaltar a necessidade de nomear pessoas competentes e com experi√™ncia para trabalhar em alto n√≠vel de diplomacia. Acredito muito na necessidade de gerarmos uma boa imagem capaz de reproduzir um amplo di√°logo e articular sempre oportunidades para o Com√©rcio Exterior, se posicionando em favor da globaliza√ß√£o, fortalecimento do estado democr√°tico e redu√ß√£o de aliquotas para produto importado.
    Enfatizo a necessidade do PSDB de buscar sempre um bom laço diplomático capaz de gerar benefícios para o país:
    1- Pensar sempre na nomea√ß√£o de pessoas experientes e capazes para rela√ß√Ķes internacionais;

    2- Credibilidade e seriedade para estreitarmos laços;

    3- Ampliar o mercado e se abrir ao di√°logo.

     

  • #2735
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    Henrique Salgueiro
    Espectador

    Devemos fortalecer laços com países de grande economia e autonomia, objetivando que o Brasil entre nas maiores economias do mundo! Entretanto, deve se observar o comércio aumentar a exportação, e em trazer multinacionais para fabricar seus equipamentos aqui, baixando o custo aumentando empregos e gerando aumento na economia do país.

  • #2762
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    Agenor Alves
    Espectador

    Um dos assuntos de maior import√Ęncia, pois faz parte de articula√ß√Ķes que pode trazer beneficiosos para o pa√≠s, precisamos de partidos c intelig√™ncia estrat√©gica e de conhecimentos t√©cnicos para conduzir essa pasta de forma que possa trazer benef√≠cios a popula√ß√£o.

  • #2787
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    Leonardo Novaes
    Espectador

    Acredito que o Brasil, e o PSDB, precisam estar estrategicamente posicionados no com√©rcio exterior, visto a guerra comercial EUA x China, que pode nos impactar seriamente. Al√©m disso, precisamos retomar nosso espa√ßo no Mercosul, al√©m de reduzir impostos para importa√ß√Ķes, dando acesso a nossa popula√ß√£o a tecnologias ainda n√£o existentes no Brasil

  • #2803

    √Č comum, na Am√©rica Latina, que os pa√≠ses possuam um ministro ou secret√°rio das rela√ß√Ķes internacionais para tratar diretamente do assunto. Por√©m, na maioria das vezes, fica a cargo dos presidentes as rela√ß√Ķes diplom√°ticas de media√ß√£o e de fortalecimento das rela√ß√Ķes comerciais. O Brasil √© um pa√≠s que tem bom relacionamento com todos os pa√≠ses. Logo, as rela√ß√Ķes diplom√°ticas e de com√©rcio exterior s√£o facilmente realizadas e bem estruturadas. Infelizmente, o nosso atual presidente vem destruindo todas as nossas rela√ß√Ķes hist√≥ricas com brigas de fundo ideol√≥gico e constituindo novas rela√ß√Ķes apenas com pa√≠ses de governo de extrema direita. Essas rela√ß√Ķes diplom√°ticas s√£o baseadas em perdas e ganhos. N√£o h√° nenhuma rela√ß√£o que seja s√≥ de ganhos. Por√©m, o Brasil passou a abrir m√£o de visto para Americanos e Chineses sem barganhar algo em troca. E isso s√≥ prejudica a imagem brasileira perante o cen√°rio internacional.

  • #2810
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    Vanessa Gomes
    Espectador

    O Brasil √© um pa√≠s fechado para a economia internacional. Apesar do seu tamanho e do seu PIB, ele representa uma m√©dia de apenas 1,2% de participa√ß√£o no com√©rcio internacional. Isso √© decorr√™ncia de diversos fatores, como o custo Brasil, composto pelos ‚Äúgargalos‚ÄĚ das exporta√ß√Ķes, a infraestrutura prec√°ria, a carga tribut√°ria, o grau de abertura comercial do pa√≠s e at√© a falta de profissionais devidamente qualificados.

    O ranking ‚ÄúDoing Bussiness‚ÄĚ de 2019, divulgado pelo Banco Mundial, trouxe o Brasil na 124 posi√ß√£o sobre o impacto do estado no funcionamento das empresas. No ano passado, o Pa√≠s ocupava a 109 posi√ß√£o.

    O relat√≥rio anual mede o impacto das leis, regula√ß√Ķes e burocracia no funcionamento das empresas. Entre os itens avaliados est√£o o n√ļmero de dias gastos na abertura de empresas, no pagamento de impostos, na obten√ß√£o de alvar√°s de constru√ß√£o, na conex√£o com a rede el√©trica e no registro de uma propriedade, na obten√ß√£o de cr√©dito e na execu√ß√£o de contratos e resolu√ß√£o de insolv√™ncia.

    Segundo o ranking, o desempenho melhorou em 3 dos 10 pontos: abertura de empresas, registro de propriedades e resolu√ß√£o de insolv√™ncias na Justi√ßa. Em que pese essa melhora, o Brasil ainda se encontra muito distante de outros pa√≠ses em desenvolvimento, como o Chile (que ficou em 59) e o M√©xico (que ficou em 60). Apesar de toda a crise pela qual a Argentina est√° passando, ficamos apenas 2 posi√ß√Ķes afrente dos nossos ‚ÄúHermanos‚ÄĚ.

    Um dos pontos que chama aten√ß√£o no divulgado pelo Banco Mundial √© o fato de que a carga tribut√°ria representa no Brasil 64,7% dos lucros, enquanto o melhor desempenho ficou em 26,1% em 33 pa√≠ses, como Canad√°, Dinamarca e Singapura. A alta carga tribut√°ria, que representa cerca de 35% do PIB, desencoraja que empresas internacionais venham ao Pa√≠s, trazendo tecnologia, inova√ß√£o e servi√ßo de qualidade. Ela tamb√©m atrapalha pela cria√ß√£o de um n√ļmero exacerbado de obriga√ß√Ķes assess√≥rias, que custam aos empres√°rios 1.501 horas s√≥ para pagar os impostos.

    O Brasil tamb√©m √© conhecido como o pa√≠s da burocracia. √Č de conhecimento internacional as dificuldades enfrentadas quando se tem que tratar com qualquer √≥rg√£o do governo. O excesso de burocracia prejudica a percep√ß√£o dos investidores internacionais dificultando a atra√ß√£o do IED.

    Uma das pesquisas mais conhecidas no mundo sobre liberdade econ√īmica, a da Heritage, trouxe o pa√≠s na 153 posi√ß√£o. Na compara√ß√£o com a economia mundial, o Brasil est√° mal colocado em rela√ß√£o √†s economias consideradas desenvolvidas. Entretanto, ao se comparar com outros pa√≠ses da Am√©rica Latina, n√≥s ainda nos encontramos abaixo de pa√≠ses vizinhos como Uruguai (38), Chile (20), M√©xico (63), Col√īmbia (42) e Peru (43).

    √Č de extrema import√Ęncia que o Pa√≠s prossiga com o programa de reformas que teve in√≠cio com a da previd√™ncia. Isso trar√° maior confian√ßa no compromisso de tornar o Brasil uma economia mais aberta ao mundo.

    Acordos comerciais como o do Mercosul-Uni√£o Europeia, que envolve temas tarif√°rios, quanto de natureza regulat√≥ria, como servi√ßos, compras governamentais, facilita√ß√£o de com√©rcio, barreiras t√©cnicas, medidas sanit√°rias e fitossanit√°rias e propriedade intelectual; e a carta de inten√ß√Ķes assinada essa semana pelos Presidentes do Brasil e da China para colabora√ß√£o em diversas √°reas como opera√ß√Ķes financeiras, energias renov√°veis e efici√™ncia energ√©tica, educa√ß√£o, ci√™ncia e agroneg√≥cios, devem ser incentivados e celebrados como medidas que trar√£o crescimento √† economia e aumentar√£o a competitividade no pa√≠s.

     

  • #2820
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    Rafael Assunção Miranda
    Espectador

    Atualmente o Brasil vem perdendo for√ßas nos organismos internacionais devido ao posicionamento agressivo de pessoas vinculadas ao governo federal. √Č importante que o PSDB enquanto partido defensor da Social Democracia tome posi√ß√£o forte em defesa dos interesses nacionais, entretanto, em um mundo cada vez mais globalizado os pa√≠ses precisam trabalhar unidos para alcan√ßar fins de interesse m√ļtuo, alguns temas ultrapassam fronteiras, sa√ļde, meio ambiente, crises humanit√°rias. Nestes t√≥picos √© preciso estar disposto a ampla coopera√ß√£o internacional. Na Am√©rica Latina o pa√≠s como principal economia e geograficamente mais amplo precisa se fazer lideran√ßa.

     

    Em rela√ß√£o ao com√©rcio exterior √© importante focar na rela√ß√£o bilaterais com os demais pa√≠ses, em termos pr√°ticos acordos diretos tem sido mais r√°pidos de serem fechados com repercuss√£o imediata. Blocos de atua√ß√£o contendo v√°rios paises s√£o mais eficazes em quest√Ķes humanit√°rias.

  • #2832
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    Douglas Frederico
    Espectador

    E um tema que tenho pouquíssimo domínio mas como tucano deixo aqui meus posicionamentos fundamentais

    O Brasil é um país que sempre optou pelo caminho da diplomacia e dos tratados e assim deve continuar

    Segundo que acordos bi laterais podem ser mais eficientes do que querer dominar um bloco que hoje as vezes n√£o temos protagonismo.

    Atenciosamente,

    Douglas Frederico

  • #2834
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    Th√°rik Uch√īa
    Espectador

    O Brasil sempre teve um hist√≥rico de neutralidade e pacifica√ß√£o entre os povos. Acredito ser essa a postura internacional que tamb√©m sempre favoreceu o Brasil no com√©rcio exterior. Quando se trata de internacionalidade nas rela√ß√Ķes diplom√°ticas √© preciso uma postura de concilia√ß√£o e respeito a soberania dos Estados.

  • #2846
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

    1.Retornar as políticas diplomáticas do Brasil, e aumentar nosso sofr Power

    2.Apoio as rela√ß√Ķes com o BRICS

    3.Promover e atrair multinacionais

     

     

     

  • #2863
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    Ricardo Alexandre Alves
    Espectador

    Em um mundo totalmente globalizado a necessidade por uma eficiente equipe de com√©rcio exterior √© de extrema relev√Ęncia, podendo assim maximizar o dinheiro nacional. Para que isso de fato aconte√ßa √© importante uma melhoria na qualidade dos produtos brasileiros, analisando onde existe uma grande demanda mundial e baixa oferta, claro que a partir da viabilidade

  • #2868
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    Isabella Puglisi de Oliveira
    Espectador

    Historicamente, no √Ęmbito das rela√ß√Ķes internacionais, o Brasil √© reconhecido como pa√≠s conciliador, diplom√°tico. Tal vis√£o externa √© fruto de anos de grandes diplomatas capazes de pensar o mundo em sua completude e e de encontrar o lugar do Brasil na pol√≠tica internacional.

    √Č importante que o pa√≠s mantenha sua posi√ß√£o privilegiada e cordial no cen√°rio internacional. Tal postura abre possibilidades comerciais, pol√≠ticas e sociais.

    Garantir novas possibilidades comerciais √© um meio de sair da recess√£o econ√īmica. Assim, quanto mais amplo o espectro de negocia√ß√£o do Brasil com os demais pa√≠ses, maior a confiabilidade na na√ß√£o, menores os impactos em caso de uma crise ou restri√ß√£o comercial espec√≠fica de um dos pa√≠ses com os quais comercializa.

    Ampliar as oportunidades em um mundo globalizado é indispensável.

  • #2884
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    Pedro Ygor Sousa Silva
    Espectador

    Fortalecimento do BRICS e uma maior participa√ß√£o do Brasil em rela√ß√Ķes de consumo com pa√≠ses emergentes, como uma rede de supermercados m√©dios que se unem para fazer frente aos maiores varejistas, o Brasil aliando interesses a pa√≠ses emergentes tem muito a ganhar.

  • #2893
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    Matheus Pantrigo
    Espectador

    Como meus colegas acima citaram, é necessário criticar a política atual do governo que está destruindo a capacidade que o Brasil tem de resolver conflitos internacionais. Outros pontos relevantes são:

    • Revis√£o da estrutura do Mercosul para que este traga maiores benef√≠cios para aqueles que o integram, al√©m de propiciar ferramentas para a constru√ß√£o de institui√ß√Ķes democr√°ticas s√≥lidas. N√£o aceitando qualquer tipo de viola√ß√£o aos direitos humanos
    • Reformula√ß√£o da atitude do Itamaraty, focando em uma diplomacia com foco nos pa√≠ses em desenvolvimento e perif√©ricos, al√©m de maior atua√ß√£o no cen√°rio internacional de forma que reinsira o Brasil em seu papel tradicional de resolvedor de conflitos e uma moderadora para o mundo.
    • Maior aproxima√ß√£o com os BRICS, visto que a China √© o nosso maior mercado para nossos commodities, mas sem escantear parceiros econ√īmicos importantes como os EUA e a UE. Utilizando uma estrat√©gia de apaziguamento e triangula√ß√£o
    • Intensifica√ß√£o dos acordos internacionais, buscando atrair investimentos e multinacionais que queiram se estabelecer no Brasil (facilitando esse processo)
    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Matheus Pantrigo.
  • #2895
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    Eduardo Rizzieri Cavalli
    Espectador

    O Brasil deve ter uma vis√£o moderna nas nossas rela√ß√Ķes internacionais. Embora a atual vis√£o do Itamaraty seja de que ainda vivemos em uma guerra fria, em que determinados pa√≠ses s√£o nossos inimigos, se o Brasil quiser alcan√ßar verdadeiro reconhecimento internacional, devemos construir pontes, n√£o muros, com todas as na√ß√Ķes do mundo.

  • #2912
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    Matheus Braga
    Espectador

    Incentivar o comércio internacional gera maior capital nacional com a vinda de novas multinacionais realizando investimentos e geração de empregos no país. Proponho dois pontos:

    РDiminuição da taxa de exportação e importação

    РCriação de um Fundo Nacional de investimento em capital internacional.

  • #2932
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    Wagner Mira
    Espectador

    A favor livre comércio, diminuir tributos para importação e exportação,

  • #2940
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    Lucas de Lima
    Espectador

    Devemos buscar de forma sempre bilateral acordos importantes com pa√≠ses e blocos econ√īmicos importantes como China, Estados Unidos e a UE. Assim como tamb√©m buscar o fortalecimento do bloco Mercosul para que haja maior v√≠nculo entre os cidad√£os do bloco.
    <p style=”text-align: left;”>O Itamaraty precisa mudar de atitude e buscar o protagonismo do Brasil em rela√ß√£o a diplomacia, resolu√ß√£o de conflitos e tamb√©m buscando fazer parcerias com pa√≠ses desenvolvidos ou que tenham alguma vantagem para n√≥s nos segmentos de educa√ß√£o, pesquisa e tecnologia. Hoje o Brasil na verdade √© um an√£o diplom√°tico e precisamos sair dessa situa√ß√£o.</p>

  • #2994
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    Jemerson Gleison Barbosa da Silva
    Espectador

    Acredito que o Brasil deva ter um livre com√©rcio. Acho que o protecionismo atrapalhou muito o desenvolvimento econ√īmico nos √ļltimos anos. O Brasil deve avan√ßar em pautas liberais e estreitar suas rela√ß√Ķes internacionais para um livre com√©rcio. O Mercosul deve ser algo pensado de forma mais cr√≠tica tamb√©m na minha opini√£o.

  • #3014
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    Ramon Villas
    Espectador

    A crise pol√≠tica e econ√īmica que o pa√≠s est√° passando √© decorr√™ncia da falta de pol√≠tica e investimentos na √°rea industrial, em programas de infraestrutura e gest√£o de recursos p√ļblicos. √Č de responsabilidade do governo federal o desenvolvimento dessas pol√≠ticas que visem o norteamento das a√ß√Ķes das entidades p√ļblicas e privadas, para que assim as empresas brasileiras possam efetuar neg√≥cios em mercados internacionais, isso tamb√©m requer profissionais com qualidades, habilidades e compet√™ncias espec√≠ficas de forma a atuar e transitar em com√©rcios internacionais.

  • #3033
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    Paulo Afonso Tavares
    Espectador

    O Brasil não pode retroceder e tem que lutar por um assento no Conselho de Segurança da ONU. A nossa nação não pode continuar refém de ideologias extremistas que comprometem a boa relação com todos os países democráticos. Não podemos defender nenhuma forma de ditadura, devendo primara sempre pela democracia.

  • #3060
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    Joao Pedro Freitas de Araujo Alves
    Espectador

    1) Maior presença do Itamaraty perante a todos os países presentes; com sistema de produção, que estes possam também negociar para trazer maiores investimentos para a união.

    2) Alinhamento junto aos principais países para melhor exportação de nossos produtos aos mesmos.

    3) Tecnologias de fora que possamos trazer para agregar junto ao nosso estado.

    4) Diminuição dos impostos cobrados sobre produtos importados; para que possamos produzir estes aqui e aumentar nossas demandas e economia.

    5) Parceria com grandes empresas para que possam fazer também seus produtos aqui.

    6) Maior autonomia ao Itamaraty para negociar todas as op√ß√Ķes.

  • #3068
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    Gabriela Assunção Miranda
    Espectador

    O PSDB, defensor da Social Democracia, necessita posicionar-se em defesa pontual dos interesses nacionais, por√©m, sem deixar de fortalecer o Brasil perante organismos internacionais, com vi√©s diplom√°tico e ponderado visto que diante de um mundo globalizado √© necess√°rio trabalhar em conjunto com demais pa√≠ses a fim de alcan√ßar interesses em comum, principalmente em rela√ß√£o a quest√Ķes que v√£o al√©m de interesses de um s√≥ pa√≠s, mas que afetam o mundo como um todo, como por exemplo as quest√Ķes que desencadeiam as crises de refugiados, a sa√ļde, o desenvolvimento social, o meio ambiente, entre tantos outros. Ainda, h√° de frisar que em quest√Ķes econ√īmicas, interessante estimular acordos de car√°ter bilateral, os quais repercutem de maneira mais eficaz e r√°pida, em detrimento de acordos com blocos econ√īmicos que tendem a ser mais demorados e de dif√≠cil pactua√ß√£o.</p>

  • #3098
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    murilo psdb
    Espectador

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  • #3102
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    Jhonathan Rocha
    Espectador

    √Č evidente a necessidade de que precisamos de uma maior aproxima√ß√£o com os pa√≠ses desenvolvidos no sentido de refor√ßar as parcerias comerciais e favorecer o nosso desenvolvimento econ√īmico. O Brasil sempre mostrou-se neutro no que se refere √†s rela√ß√Ķes diplom√°ticas, o que de certa forma tende a fornecer possibilidades de negocia√ß√Ķes e parcerias comerciais com grandes pot√™ncias.

  • #3246
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    Estêvão Da Cunha Pereira
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    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>Desburocratizar para deixar um mercado mais atrativo aos investimentos. Mercosul mais forte!!</span>

  • #3328
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    Lindamir Denardin
    Espectador

    Sinceramente, acredito que a posi√ß√£o a ser tomada pelo PSDB em rela√ß√£o √† pol√≠tica internacional e ao Com√©rcio Exterior ¬†deve ser a de buscar manter rela√ß√Ķes com pa√≠ses em crescimento dispostos a investir no Brasil como China (nosso maior parceiro comercial), Jap√£o e Oriente M√©dio em geral – visando sempre exportar mais do que importar. Ademais, devemos manter somente rela√ß√Ķes comerciais com os Estados Unidos, distanciando-nos de sua domina√ß√£o hist√≥ria sobre os pa√≠ses latino-americanos. Por fim, acrescento a essencialidade de manter uma economia mista, baseada no livre mercado mas com interven√ß√Ķes estadistas quando necess√°rias.

  • #3367
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    Vijanio Filho
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    TEMATICA DESENVOLVIMENTO ECONOMICO

    “O Brasil precisa de um novo pacto social. O Estado tem de caber em sua economia. A reforma da Previd√™ncia e um teto para os gastos p√ļblicos seriam avan√ßos importantes, . Embora n√£o considere haver risco de insolv√™ncia no curto prazo, o economista v√™ “dramaticidade” na situa√ß√£o fiscal. O deficit nominal em mais de 10% do PIB, estima o economista, representa 50% da arrecada√ß√£o. “Este √© o problema que temos hoje no Brasil.” “O Brasil precisa de esfor√ßo fiscal que coloque a d√≠vida em trajet√≥ria sustent√°vel de forma cr√≠vel.

    Queda da infla√ß√£o e dos juros¬† O BC deve manter o juro est√°vel no curto prazo, enquanto aguarda uma melhora das expectativas inflacion√°rias. No segundo semestre, mesmo quem v√™ espa√ßo para retomada do corte da Selic (taxa b√°sica de juros) o condiciona a fatores como a queda das proje√ß√Ķes de infla√ß√£o e √† melhora fiscal, al√©m de um c√Ęmbio comportado. A tend√™ncia¬† √© a previs√£o de dois cortes de 0,5 ponto percentual da Selic no final do ano. A infla√ß√£o de alimentos, que “est√° melhorando”, e a mudan√ßa da bandeira tarif√°ria de energia podem ajudar o BC. A infla√ß√£o tamb√©m deve cair junto com o d√≥lar, que poderia voltar a R$ 3,50 em caso de uma “uni√£o pol√≠tica, com ou sem impeachment”

    5. Abertura da economia¬† uma “abertura comercial agressiva”, com acordos bilaterais. “N√≥s ficamos para tr√°s nisso”, que ainda ¬īpodemos citar a reforma trabalhista e a desindexa√ß√£o do or√ßamento entre as reformas necess√°rias. Al√©m da abertura da economia, o Brasil precisa retomar uma agenda “micro”, com a busca de padr√Ķes de excel√™ncia, como os da OCDE (Organiza√ß√£o para a Coopera√ß√£o e Desenvolvimento Econ√īmico), para o ambiente de neg√≥cios.

     

  • #3369
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    luiz steinberg
    Espectador

    Digo que devemos abrir a economia completamente e acabar com protecionismos que acomodam a ind√ļstria nacional. Tudo feito gradualmente, para n√£o gerar uma turbul√™ncia econ√īmica muito forte.

  • #3422
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    Henrique Palermo Ribeiro Do Vale
    Espectador

    A atua√ß√£o do PSDB em temas de rela√ß√Ķes internacionais e com√©rcio exterior deve, antes de tudo, seguir a bela tradi√ß√£o erigida nos anos da chancelaria e presid√™ncia de Fernando Henrique Cardoso. Al√©m disso, a a√ß√£o do partido deve se guiar na firme defesa dos princ√≠pios colocados no Art. 4¬ļ da Constitui√ß√£o Federal de 1988, com especial aten√ß√£o para a defesa dos direitos humanos e da coopera√ß√£o como instrumento ideal para o desenvolvimento dos povos.

    Tratarei do tema em espaços separados com diferentes abordagens:

    I. A diplomacia partid√°ria

    II. Um projeto de Política Externa e Comercial para o Brasil

    I. A DIPLOMACIA PARTID√ĀRIA

    Apesar de contar em alguns per√≠odos com uma Secretaria de Rela√ß√Ķes Internacionais no Diret√≥rio Nacional, a rela√ß√£o do PSDB com partidos pol√≠ticos de outros pa√≠ses nunca foi levada a s√©rio, quando o pr√≥prio cargo n√£o era entregue a t√≠tulo de compensa√ß√£o pela perda de espa√ßos mais relevantes do ponto de vista or√ßament√°rio, como o ITV.¬† H√° diversos benef√≠cios na constru√ß√£o de rela√ß√Ķes entre partidos amigos. Tanto na condi√ß√£o de situa√ß√£o como de oposi√ß√£o, √© poss√≠vel estabelecer canais de contato paralelos com l√≠deres mundiais e representantes parlamentares para dar espa√ßo ao ponto de vista do partido sobre determinado tema. Quem fez muito bom uso das redes estabelecidas foi o PT, que durante o impeachment logrou que parlamentares nos EUA e na Europa, mesmo aqueles de partidos moderados, dessem voz √† tese de que o Impeachment teria sido um golpe parlamentar. O PSDB, protagonista do processo de impeachment, n√£o saberia nem por onde come√ßar se quisesse agir em resposta √† estrat√©gia internacional do PT.

    O estabelecimento de conex√Ķes com outros partidos mundo afora deve ser visto como um instrumento para a participa√ß√£o ativa no processo de internacionaliza√ß√£o da opini√£o p√ļblica. O caso da Amaz√īnia e seus riscos para o Acordo UE-MERCOSUL √© um bom exemplo. Fizesse parte de grupos pol√≠ticos internacionais, o PSDB poderia desempenhar um papel de provedor de informa√ß√Ķes confi√°veis e de fiador pol√≠tico do processo de integra√ß√£o, que dever√° passar por todos os parlamentos dos pa√≠ses membros da UE, e j√° vem enfrentando resist√™ncias como no caso da √Āustria.¬† Mesmo que se possa culpar o governo atual pela condu√ß√£o pol√≠tica e midi√°tica da crise, fato √© que tamb√©m nos governos Lula e FH o Brasil sofreu press√Ķes exageradas e imprecisas em torno da quest√£o ambiental. Seja para atenuar impactos de negativos de longo prazo no atual governo, seja para auxiliar o trabalho de Estado conduzido pelo Itamaraty, a diplomacia partid√°ria pode ajudar na defesa das posi√ß√Ķes brasileiras no mundo e na melhoria da imagem pol√≠tica do Brasil perante outros atores.

    Como caminho para o desenvolvimento da atividade internacional, recomenda-se a ativa√ß√£o da Secretaria de Rela√ß√Ķes Internacionais. O √≥rg√£o, que deveria ser chefiado com algu√©m eleito para a fun√ß√£o e diretamente comprometido com ela, poderia ser assessorado por um Conselho de Pol√≠tica Exterior. O conselho, que n√£o deveria ter mais de cinco membros para garantir a facilidade de reuni√£o, seria respons√°vel pelo controle da atividade internacional, pelo estabelecimento de diretrizes de longo prazo a partir do que foi aprovado no Programa Partid√°rio, e pela publica√ß√£o de boletins internacionais em parceria com o ITV.

    A participa√ß√£o internacional do partido deve ser guiada pelo envolvimento em estruturas de socializa√ß√£o j√° existentes, como as associa√ß√Ķes partid√°rias internacionais, que j√° promovem encontros e facilitam a rela√ß√£o de seus membros em torno de pautas comuns. Recomenda-se a avalia√ß√£o – pelo voto do congresso! – de indicativo para a filia√ß√£o em uma das seguintes internacionais:

    a) Liberal International (LI), criada em 1947 em Oxford. A agremia√ß√£o conta com partidos importantes como o Liberal canadense (no governo), o Democr√°tico Liberal alem√£o (com 20% das cadeiras do Bundestag) e o Liberal Democrata do Reino Unido (segundo partido na elei√ß√£o para o Parlamento Europeu em 2019). O Manifesto de Oxford, em breve s√≠ntese, faz uma firme defesa do liberalismo pol√≠tico e econ√īmico, sem, contudo, deixar de dar a necess√°ria import√Ęncia ao bem estar da sociedade. No Brasil, o Partido Novo √© membro observador. O pr√≥ximo congresso ser√° em Sofia, Bulgaria, em 2020.

    b) Centrist Democratic International (CDI/ICD), criada em 1961 em Santiago, e anteriormente conhecida como Internacional Democrata-Crist√£. Suas teses s√£o inspiradas nos documentos pol√≠ticos da democracia crist√£ e na ideia de terceira via. Fazem parte da coaliz√£o a Renovaci√≥n Nacional do Chile (partido de Pi√Īera), A CDU alem√£ (de Angela Merkel), o PSD portugu√™s, o Partido Nacional/Blanco do Uruguai, o Les R√©publicains franc√™s (de Sarkozy) e outros partidos um tanto mais complicados como o FIDESZ h√ļngaro (j√° suspenso da agremia√ß√£o no n√≠vel europeu).

    A opini√£o do autor √© de que ambos oferecem oportunidades interessantes e representariam um ganho de proje√ß√£o da imagem para o PSDB. A decis√£o deveria ser submetida ao voto dos congressistas do partido. Ressalte-se que ambas as institui√ß√Ķes contam com representa√ß√£o jovem e subdivis√Ķes continentais, o que deve ser considerado na estrat√©gia de inser√ß√£o.

    No n√≠vel bilateral, √© poss√≠vel aprofundar a rela√ß√£o com antigos parceiros, como a CDU e seu √≥rg√£o de estudos, a Konrad-Adenauer-Stiftung. Al√©m disso, o PSDB deve dar especial aten√ß√£o ao estabelecimento de rela√ß√Ķes partid√°rias em pa√≠ses priorit√°rios para o Brasil, onde seja politicamente conveniente. Na Argentina, sugere-se uma aproxima√ß√£o com o PRO e a UCR. No Uruguay com os partidos Blanco/Nacional e Colorado. No Paraguay com os ACR-Colorado. No caso dos pa√≠ses do Mercosul, sugere-se a organiza√ß√£o de um evento piloto na fronteira para a discuss√£o em n√≠vel partid√°rio de temas relevantes para a integra√ß√£o regional, visando perenizar e dar consist√™ncia a um projeto de integra√ß√£o que seja democr√°tico e ajude a desenvolver os Estados membros.

    Com os parceiros do BRICS, recomenda-se a aproxima√ß√£o em torno de temas de interesses comuns. A China, R√ļssia e a √Āfrica do Sul contam com s√≥lidos partidos governistas, ainda que em diferentes graus de abertura do sistema pol√≠tico. Com eles – e com a √ćndia dos BJP e INC – advoga-se pela aproxima√ß√£o em temas culturais e econ√īmicos, reconhecidas as peculiaridades no campo pol√≠tico. A coopera√ß√£o com a China, a t√≠tulo de exemplo, j√° √© bastante s√≥lida. Algumas dezenas de membros do PSDB, parlamentares e filiados, j√° foram convidados para programas de imers√£o, seja pelo Governo ou pelo Partido Comunista Chin√™s. Minha experi√™ncia como participante quando exerci a presid√™ncia nacional da juventude do PSDB foi a de conviver, ao mesmo tempo, com a UCR e o PJ argentinos, com liberais peruanos e costarriquenhos e socialistas mexicanos, o que denota o pragmatismo e ecumenismo da estrat√©gia internacional chinesa. De fazer inveja aos pressupostos de Azeredo da Silveira.

    Com os Estados Unidos sugere-se uma aproxima√ß√£o no n√≠vel parlamentar e partid√°rio com ambos os partidos dominantes, reconhecendo a import√Ęncia estrat√©gica da rela√ß√£o. Com importantes parceiros da CPLP, como Angola e Mo√ßambique, a aproxima√ß√£o em algum momento tamb√©m √© relevante.

    A diplomacia partidária deve servir, ao mesmo tempo, à defesa dos interesses políticos do partido e à potencialização das suas faculdades enquanto governo ou oposição. Como uma frente renovada de atuação, recomenda-se, desde o início, a adoção de práticas democráticas de escolha dos representantes do partido.

    II. UM PROJETO DE POL√ćTICA EXTERNA E COMERCIAL PARA O BRASIL

    A Pol√≠tica Externa Brasileira goza de distinto prest√≠gio dom√©stico e internacional. A diplomacia saquarema de meados do S√©culo XIX, os anos do Bar√£o do Rio Branco, as gest√Ķes liberalizantes de Oswaldo Aranha durante o ocaso varguista, o Pragmatismo Ecum√™nico e Respons√°vel de Azeredo da Silveira e as iniciativas democratizantes de Fernando Henrique, Lafer, Lampreia, Rezek s√£o momentos de brilho de uma diplomacia reconhecida pelo seu alto n√≠vel t√©cnico e senso de continuidade dos projetos nacionais.

    O Brasil foi protagonista na defesa da igualdade entre Estados com Rui Barbosa em Haia quando os pa√≠ses buscavam resolver suas diferen√ßas com interven√ß√Ķes e canhoneiras. A Constitui√ß√£o da Rep√ļblica de 1891 proibiu o recurso √† guerra de conquista. Com Rio Branco, cristalizou-se o princ√≠pio da n√£o-interven√ß√£o quando o Brasil deixou de intervir militarmente no Paraguai para garantir seus interesses. A Pol√≠tica Externa Independente de San Tiago Dantas e tantos outros erigiu a autodetermina√ß√£o dos povos a imperativo de a√ß√£o quando reconheceu os movimentos de independ√™ncia nos pa√≠ses-irm√£os Angola e Mo√ßambique. A diplomacia da Nova Rep√ļblica deu igual relev√Ęncia √† preval√™ncia dos direitos humanos, ao combate ao terrorismo e ao racismo e priorizou a integra√ß√£o com os povos latino-americanos. S√£o essas as linhas mestras da Pol√≠tica Externa Brasileira.

    O Com√©rcio Internacional aparece como o tema mais importante da agenda internacional brasileira desde o governo Temer. As iniciativas tomadas buscam abrir o mercado brasileiro √† competi√ß√£o internacional, integr√°-lo em cadeias globais de valor e atrair capitais para a nossa economia t√£o dependente de poupan√ßa externa. S√≠mbolo do processo recente de moderniza√ß√£o institucional do Brasil √© o pedido de acess√£o da OCDE. Dados os benef√≠cios do comprometimento com os melhores padr√Ķes internacionais, a estrat√©gia de acess√£o deve ser vista como uma pol√≠tica de Estado. Trata-se de um processo naturalmente moroso, mas o Brasil j√° aderiu a muitos dos instrumentos legais da OCDE. √Č importante blindar o pa√≠s de retrocessos no combate √† corrup√ß√£o, de modo a garantir que a rea√ß√£o √† Lava Jato n√£o comprometa os avan√ßos importantes alcan√ßados no controle e combate a malfeitos.

    A atua√ß√£o do Brasil na Organiza√ß√£o Mundial do Com√©rcio (WTO) vem se pautando pelo combate a subs√≠dios dados a produtores agricolas em outros pa√≠ses, que prejudica a exporta√ß√£o de produtos pelo Brasil. As recentes conquistas do Trade Facilitation Agreement na ministerial de Bali e da imposi√ß√£o da proibi√ß√£o de subs√≠dios √† exporta√ß√£o na ministerial de Nairobi refletem um amadurecimento dos pleitos brasileiros na organiza√ß√£o. A defesa da OMC, hoje comandada pelo brasileiro Roberto Azev√™do interessa ao Brasil. √Č preciso blind√°-la de ataques, defendendo o multilateralismo como ferramenta de promo√ß√£o do desenvolvimento e da paz, e tomar uma posi√ß√£o ativa nas discuss√Ķes de reforma do √≥rg√£o.

    A abertura comercial √© um processo fundamental para a retomada do desenvolvimento no Brasil. Devem ser consideradas tanto aberturas unilaterais, com a redu√ß√£o das tarifas teto, como regionais e bilaterais, com o Mercosul e nos Acordos de Livre Com√©rcio do bloco. A estrat√©gia de abertura comercial unilateral, sobretudo a bens com alto potencial de impacto sobre a produtividade do trabalho, deve ser instrumento para a acelera√ß√£o do crescimento e para a inser√ß√£o do Brasil nas cadeias globais de valor, sobretudo em atividades “upstream”.

    A rela√ß√£o do Brasil com o Mercosul vinha atingindo um ponto de satura√ß√£o em raz√£o da falta de aprofundamento da integra√ß√£o econ√īmica do bloco. Nos √ļltimos anos ocorreram reuni√Ķes para desagravar a TEC e reduzir os produtos exclu√≠dos do livre com√©rcio intrabloco. H√° uma inc√≥gnita colocada com a elei√ß√£o de Fern√°ndez. √Č fundamental insistir para que a Argentina aceite um processo abrangente de abertura do bloco. Se falharmos, e os riscos econ√īmicos no longo prazo forem grandes o bastante, cabe discutir a regress√£o do Mercosul de uni√£o aduaneira para √°rea de livre com√©rcio, ou terminar com o bloco. A rela√ß√£o entre o Brasil e os vizinhos do sul √© altamente assim√©trica no campo econ√īmico, n√£o h√° cabimento em se considerar um travamento da pol√≠tica comercial brasileira em raz√£o de eventuais negativas argentinas. Com os demais pa√≠ses latino-americanos, √© vantajoso para o Brasil aprofundar a integra√ß√£o log√≠stica e energ√©tica a partir da IIRSA, criada no Governo FHC. A converg√™ncia de normas regulat√≥rias banc√°rias e financeiras tamb√©m pode fortalecer o mercado de capitais brasileiros e solidificar a posi√ß√£o da cidade de S√£o Paulo como capital financeira da Am√©rica do Sul.

    Ao mesmo tempo em que se discute a reforma interna do Mercosul, haverá o dispendioso trabalho de aprovação e implementação dos acordos comerciais acertados com a União Europeia e o EFTA. Ainda, a possibilidade de celebrar novos acordos com o Canadá, o Japão e a Coréia do Sul vão exigir maior abertura da economia brasileira.

    Os BRICS trazem desafios peculiares aos membros do bloco. Anteriormente voltado para o debate de temas econ√īmico-financeiros, hoje os BRICS cultivam uma agenda de coopera√ß√£o nos mais diversos temas. A par do Novo Banco de Desenvolvimento e do Arranjo Contingente de Reservas, faltam grandes temas na agenda dos pa√≠ses, que se encontra pulverizada em uma mir√≠ade de pequenos projetos. Os BRICS continuar√£o a ser um instrumento relevante de reforma da ordem internacional, mas o Brasil precisa retomar o crescimento para ter condi√ß√Ķes de pleitear espa√ßo de comando, como fazem os s√≥cios principais, a China e a √ćndia.

    A rela√ß√£o com os dois principais parceiros comerciais do Brasil, China e Estados Unidos, deve ser eminentemente pragm√°tica. Com a China h√° o desafio de aprimorar os termos de troca da rela√ß√£o comercial. H√° muito a se fazer no sentido de garantir maior efici√™ncia √† produ√ß√£o nacional de modo a comercializar produtos de maior valor agregado em condi√ß√Ķes competitivas. Com os Estados Unidos, h√° de se reconhecer a proximidade hist√≥rica dessa que j√° foi chamada uma “alian√ßa n√£o escrita”. Nossa rela√ß√£o comercial com o gigante do norte √© relativamente equilibrada, com a assimetria aparecendo no setor de servi√ßos. O negocia√ß√£o de um acordo de livre com√©rcio com os Estados Unidos deve ocorrer √† luz dos interesses nacionais no longo prazo.

    A rela√ß√£o do Brasil com a √Āfrica verificou expressivos avan√ßos nas √ļltimas d√©cadas. Hoje, empresas brasileiras como a Marcopolo, Vale do Rio Doce e grandes construtoras j√° operam em solo africano. Trata-se da regi√£o, junto da √ćndia, em que mais pessoas v√£o ascender da pobreza para as classes m√©dias nos pr√≥ximos anos. O Brasil tem acesso privilegiado a esse mercado a partir das rela√ß√Ķes cultivadas com pa√≠ses africanos membros da CPLP (Comunidade de Pa√≠ses de L√≠ngua Portuguesa), com a √Āfrica do Sul e o Egito. A √Āfrica n√£o mais pode ser vista como um mero receptor de ajuda humanit√°ria. Para o Brasil, o continente vizinho representa um grande ativo estrat√©gico e econ√īmico. Projetos de coopera√ß√£o e desenvolvimento, como aqueles realizados pela FIOCRUZ e EMBRAPA (Corredor de Nacala e Cotton-5) s√£o projetos que merecem ser aprofundados.

    Nos temas de meio ambiente, o Brasil assumiu not√≥ria posi√ß√£o de protagonismo desde que sediou a CNUMAD em 1992. Hoje, os desafios passam pelo cumprimento das contribui√ß√Ķes nacionalmente determinadas pelo Brasil no √Ęmbito do Acordo de Paris, al√©m da ratifica√ß√£o do Protocolo de Nagoya √† Conven√ß√£o de Diversidade Biol√≥gica, que precifica ativos biol√≥gicos e gen√©ticos, de grande vantagem para o Brasil. Nos temas de direitos humanos, cabe ao Brasil aprofundar as iniciativas internas em √°reas como o combate aos crimes violentos, a defesa da dignidade da mulher, a prote√ß√£o da crian√ßa e o combate ao preconceito.

    Em rela√ß√£o √† defesa e seguran√ßa internacional, cabe ao Brasil intensificar a sua participa√ß√£o em opera√ß√Ķes de paz, que servem tanto para a proje√ß√£o internacional como para o treinamento das tropas. Na ONU, o pleito pela reforma do Conselho de Seguran√ßa deve ser cont√≠nuo. Temas de defesa tamb√©m merecem maior aten√ß√£o do Estado Brasileiro. A volatilidade das disponibilidades or√ßament√°rias para projetos de defesa tem prejudicado o desenvolvimento de projetos cruciais. Mesmo processos de transfer√™ncia de tecnologia, como os do PROSUB e dos Gripen NG sofrem constantes riscos de interrup√ß√£o. Al√©m da manuten√ß√£o de n√≠veis razo√°veis de investimentos nos projetos das For√ßas Armadas, √© necess√°rio atentar-se para a coopera√ß√£o em temas de seguran√ßa e defesa com os pa√≠ses vizinhos na Am√©rica do Sul. O Atl√Ęntico Sul √© outra zona de grande interesse para o Brasil, como o triste vazamento de petr√≥leo na costa do Nordeste demonstra. Trata-se de uma regi√£o em que o Brasil tem voca√ß√£o para a lideran√ßa naval e, para isso, deve cooperar com pa√≠ses da costa africana, a partir da ZOPACAS, e com outros pa√≠ses amigos com interesse na regi√£o.

  • #3640
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    Mateus da Rocha Castro
    Espectador

    O Brasil deve sair sair da posi√ß√£o de mais 1 exportador de laraja e importador de suco de laranja importado. O brasil deve sim aumentar a sua participa√ß√£o em exporta√ß√£o, mas deve vender laranja a pre√ßo de banana e comprar suco dos EUA a pre√ßo de caviar, isso √© algo irreal se pensarmos em termos econ√īmicos.

  • #3646
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    Henrique Lacasa
    Espectador

    O Brasil √© um pa√≠s que sempre pautou suas rela√ß√Ķes internacionais na base do respeito e diplomacia. Dessa forma deve permanecer.

    √Č important√≠ssimo garantir boas rela√ß√Ķes com outras na√ß√Ķes do planeta, o que pode ser muito valioso para o nosso Pa√≠s, inclusive para demonstrar nossa soberania e unidade como na√ß√£o.

    Um pa√≠s sozinho no mundo n√£o pode prosperar, s√£o in√ļmeras as oportunidades de com√©rcio, compartilhamento tecnol√≥gico e coopera√ß√£o. Devemos aproveit√°-las e garantir que nosso pa√≠s siga no rumo da Ordem e do Progresso.

     

  • #3666
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    Anderson M Salvador
    Espectador

    Historicamente o Brasil SEMPRE  manteve Relaçoes com outros estados por isso temos facilidades em negociar.

    Precisamos manter esse metodo de politica externa.

    Precisamos investir na divulgação do que produzimos de bom para que sejamos vistos e reconhecidos, agregando valor ao nosso produto valorizando nosso mercado interno, precisamos garantir aos nossos agricultores oportunidades de produzir com eficiencia, capacitando os com ferramentas de modernizacão e incentivos fiscais, garantindo escoamento dos produtos melhorando o comercio exterior.

    Acredito que um trabalho interno para melhoramento dos nossos produtos provindos do Campo juntamente com um marketing adequado no exterior seria Uma solução para o desenvolvimento dos agricultores e consequentemente o desenvolvimento das cidades pois Uma economia forte no interior (Campo) gera beneficios para os comerciantes das cidades.

    √Č preciso conectar o produtor primario ao consumidor final pois com tantos intermediarios o que realmente Poe a m√£o na inchada e acaba com sa√ļde no campo √© o que menos recebe. E sem ele n√£o h√° outros.

  • #3682
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    Rafael Ventura
    Espectador

    √Č preciso buscar o maior n√ļmero poss√≠vel de investimento externo para o Brasil. No entanto, precisamos arrumar a casa. Ou seja, diminuir radicalmente a burocracia, a quantidade de impostos e taxas, e manter uma estabilidade pol√≠tica e econ√īmica, al√©m de boa rela√ß√£o com outros pa√≠ses.

  • #3749
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    Marcos Tadeu Tadeu
    Espectador

    Fazer projetos que visem elevar o valor do produto agrícola ao produto tecnológico

  • #5105
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    Marcos Vinicius
    Espectador

    Fortalecer as rela√ß√Ķes bilaterais, independ√™ncia e minuciosidade para direcionamento dos minerais, fortalecer em conjunto a ind√ļstria n√£o participando apenas dos recursos prim√°rios. Avan√ßo de parcerias com pa√≠ses tecnol√≥gicos sendo o Brasil sua extens√£o tecnol√≥gica.

  • #5268
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    Guilherme Moura Cardoso
    Espectador

    T√≥pico: Rela√ß√Ķes internacionais e com√©rcio exterior.

    Inicialmente, antes de adentrar mais especificamente, no com√©rcio exterior e na pr√≥pria pol√≠tica diplom√°tica, √© de fundamental import√Ęncia destacar que: rela√ß√Ķes internacionais n√£o se fazem com achismos, n√£o se faz por vaidade e que um pa√≠s como o Brasil n√£o se pode colocar como subalterno de terceiros.

    a)      Comércio exterior:

    O atual presidente do Brasil e seu grupo pol√≠tico est√£o aprendendo ‚Äúna marra‚ÄĚ ¬†– de maneira for√ßada ‚Äď como proceder no com√©rcio exterior, visto que por in√ļmeras vezes cometeram os erros e v√≠cios criticados na considera√ß√Ķes iniciais. Isto, como clara mente se observa na mudan√ßa de postura que por diversos momentos tiveram que fazer, em rela√ß√£o aos pa√≠ses orientais.

    1.¬†¬†¬†¬†¬†¬† ¬†China: Desde 2009 √© o maior parceiro comercial do Brasil, o valor exportado para este pa√≠s √© mais que o dobro do valor exportado aos EUA ‚Äď com o atual governo do Brasil gostando ou n√£o;

    2.¬†¬†¬†¬†¬†¬† Am√©rica Latina : As rela√ß√Ķes comerciais entre Brasil e os in√ļmeros pa√≠ses do seu continente devem ser aprofundadas, pa√≠ses como Argentina, Chile e M√©xico s√£o de fundamental import√Ęncia para nossa balan√ßa comercial, e com tal import√Ęncia devem ser tratados, independente do governante que esteja a frente do pa√≠s.

    b)¬†¬†¬†¬†¬† Rela√ß√Ķes internacionais:

    Em suma, a posição do PSDB para o país nesse ponto deve ser de: garantir a boa aplicação dos princípios gerais do Direito Internacional  e dos documentos internacionais garantidores dos direitos humanos, da paz, do meio ambiente e demais áreas tão importantes de interesse comum.

  • #5276
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    Estev√£o Filho
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    √Č preciso que o PSDB defenda o multilateralismo, sem preconceitos ideol√≥gicos, contanto que consigamos ampliar a balan√ßa comercial e a gera√ß√£o de empregos em consequ√™ncia disso. Nos assuntos de maior pol√™mica, cabe restaurarmos a posi√ß√£o de neutralidade que sempre nos garantiu ao menos bom di√°logo com todas as na√ß√Ķes. N√£o podemos admitir que o governo seja submisso a esta ou aquela na√ß√£o e que tenha na c√Ęmara um filho de presidente presidindo a comiss√£o de rela√ß√Ķes exteriores apenas para atender aos caprichos do pai.

  • #5293
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    Rodrigo Fabretti
    Espectador

    O PSDB deve defender um pa√≠s aberto economicamente e que converse com diversas na√ß√Ķes, independente de seu alinhamento pol√≠tico. Hoje vejo um Brasil que est√° perdendo relev√Ęncia internacional, aliando-se exclusivamente com os EUA e esquecendo de outros parceiros estrat√©gicos, como os que est√£o no BRICs. A China, por exemplo, est√° no BRICs e pelo seu poder econ√īmico e populacional e deve ser tratada como parceiro de primeira hora.

  • #5314
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    Anderson Maciel Ciriaco
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    √Č necess√°rio aprimorar as pol√≠ticas de interc√Ęmbio e troca de experi√™ncias com pa√≠ses africanos e da Am√©rica Latina de combate ao racismo e promo√ß√£o da Igualdade Racial.

     

    Anderson Maciel Ciriaco

    TUCANAFRO Mato Grosso

  • #5374
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    Tiana Azevedo
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    Indico a seguir alguns pontos que julgo de suma import√Ęncia para tra√ßar um direcionamento, t√£o necess√°rio, para a Pol√≠tica Externa Brasileira.

    Nos √ļltimos 16 anos, o Brasil passou por uma grande¬† desarticula√ß√£o dos seus principais eixos de desenvolvimento, com reflexos diretos na popula√ß√£o brasileira.

    Cabe salientar de forma muito categórica que os quadros do MRE já foram considerados referência no cenário mundial.

    De natureza¬†‚Äúbem‚Ä̬†geral:

    desideologizar a pol√≠tica externa e torn√°-la bem pragm√°tica, considerando, por exemplo, um di√°logo espec√≠fico e uma aproxima√ß√£o especial com os pa√≠ses sul e latino-americanos que integram a Alian√ßa do Pac√≠fico (Chile, Peru, Col√īmbia e Venezuela). As rela√ß√Ķes com os EUA, t√™m de ser mantidas em patamar pragm√°tico e paralelo, sempre buscando uma intensifica√ß√£o das rela√ß√Ķes econ√īmico-comerciais. Embora, a China seja nosso principal parceiro comercial, qualitativamente as exporta√ß√Ķes para os EUA t√™m mais valor agregado e intensidade tecnol√≥gica.

    Os seis outros pontos seriam:

    1) Conselho de Seguran√ßa das Na√ß√Ķes Unidas: ao inv√©s das f√≥rmulas mais ambiciosas de ampla reforma do Conselho, buscar um avan√ßo gradual e pontual, inicialmente com amplia√ß√£o dos membros permanentes, mesmo que n√£o possuam, num primeiro momento, o direito ao veto. Ou propor que Resolu√ß√Ķes venham a ser derrubadas apenas com dois, e n√£o apenas um veto, como ocorre agora;

    2) OMC: negociar concess√Ķes no √Ęmbito da Rodada do Mil√™nio, em que o Brasil toparia abrir mais seu mercado, sobretudo a servi√ßos, em troca de melhor acesso a tecnologias e a investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D);

    3) Integração da América do Sul: fortalecer a integração da infra-estrutura física e a integração de cadeias produtivas, sobretudo do Mercosul. Lembrar que a região e o Bloco estão algo estagnados em contraste com o grande dinamismo do começo dos anos 90. Lembrar que o comércio intrabloco cresceu bem mais no primeiro governo FHC, e que foi FHC quem lançou a plataforma de integração sul-americana, não Lula ou o PT (reunião de Chefes de Estado da América do Sul, Brasília, agosto/setembro de 2000);

    4) Diplomacia da inova√ß√£o: mobilizar e fortalecer o Itamaraty para criar observat√≥rios de inova√ß√£o no exterior e facilitar a absor√ß√£o de tecnologias e investimentos para o desenvolvimento tecnol√≥gico-industrial e ajudar a reverter o quadro de desindustrializa√ß√£o do momento atual (d√©ficit de mais US$ 60 bilh√Ķes na balan√ßa comercial de produtos e servi√ßos de alto e m√©dio conte√ļdo tecnol√≥gico);

    5) meio ambiente: intensificar a√ß√Ķes contra o desmatamento, a desertifica√ß√£o e o aquecimento global, fortalecendo a ado√ß√£o de metas volunt√°rias, √† margem do Protocolo de Quioto, para a redu√ß√£o das emiss√Ķes. Essa pol√≠tica tem de vir acompanhada de vigorosos est√≠mulos para o transporte p√ļblico e desest√≠mulo ao individual, em n√≠vel dom√©stico; e,

    6) apoio do Itamaraty para constituir e inserir empresas brasileiras de base tecnológica em cadeias produtivas globais. 11/27/2019

  • #5396
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    Patricia Kelly
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    Diminuir as burocracias e facilitar as exporta√ß√Ķes.

  • #5433
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    Elaine Silva Ribeiro Silva Ribeiro
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    E muito necessaria mas temos que ter cuidado. Elaine tucanafro Goi√°s

  • #5434
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    Elaine Silva Ribeiro Silva Ribeiro
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    <p>E muito necessaria mas temos que ter cuidado. Elaine tucanafro Goi√°s</p>

  • #5474
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    Estado de S√£o Paulo
    Espectador

    A pol√≠tica externa brasileira deve ter como objetivo maior a promo√ß√£o do desenvolvimento do Pa√≠s no plano econ√īmico, social e cultural. Sua formula√ß√£o precisa ter em conta uma an√°lise rigorosa e isenta de preconceitos ideol√≥gicos ou partid√°rios, das oportunidades que se apresentam na conjuntura internacional para a promo√ß√£o dos interesses nacionais. Na execu√ß√£o da pol√≠tica externa n√£o podemos abrir m√£o da compet√™ncia e da autoridade profissional dos quadros do Itamaraty, cuja gest√£o h√° de observar os princ√≠pios da meritocracia, sem favoritismo ou ca√ßa √†s bruxas.

    O Brasil √© um pa√≠s em desenvolvimento, embora j√° ostente invej√°veis padr√Ķes de excel√™ncia em muitas √°reas do nossa economia. Nosso relacionamento internacional h√° de ser amplo, universal, sem exclus√Ķes ou alinhamentos autom√°ticos. Devemos buscar sempre a inser√ß√£o de forma competitiva nos fluxos mundiais de com√©rcio, investimento e tecnologia.

    A voca√ß√£o universalista de nossa pol√≠tica externa n√£o contradiz a prioridade que devemos dar √† Am√©rica do Sul como cen√°rio imediato da nossa atua√ß√£o. Pelo contr√°rio, a integra√ß√£o com nossos vizinhos no √Ęmbito do Mercosul e tamb√©m da Alian√ßa para o Pac√≠fico pode ser uma plataforma poderosa para nossa inser√ß√£o no mundo. Nossa voz na Am√©rica Latina h√° de ser sempre no sentido de estimular o di√°logo e valorizar a democracia.

    A atuação do Brasil no mundo deve valorizar o direito internacional, o multilateralismo, a paz, o desenvolvimento sustentável e os direitos humanos: esses são os traços mais marcantes da nossa identidade internacional que devemos preservar e aperfeiçoar.

    O PSDB praticou essa linha de política externa nos governos de Fernando Henrique e na atuação de nossos chanceleres no governo Temer. Foi essa política que defendemos em nossas campanhas presidenciais e é a partir dela que atuamos na oposição ontem e como devemos atuar hoje.

  • #5498
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    Patricio Souza da silva
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    √Č preciso buscar o maior n√ļmero poss√≠vel de investimento externo para o Brasil. No entanto, precisamos arrumar a casa. Ou seja, diminuir radicalmente a burocracia, a quantidade de impostos e taxas, e manter uma estabilidade pol√≠tica e econ√īmica, al√©m de boa rela√ß√£o com outros pa√≠ses no caso manter um bom relacionamento com as principais pot√™ncias.

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