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DO CONGRESSO NACIONAL DO PSDB

Meio Ambiente, Agronegócio e Desenvolvimento Sustentável

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Queremos te ouvir, te consultar, dialogar. Aqui você deixa sua opinião, comentários, sugestões.
E qual deve ser a posição do PSDB sobre o tema indicado. Sua contribuição será fundamental para definir os rumos do partido.

Este tópico contém 144 respostas, possui 144 vozes e foi atualizado pela última vez por  Juan Medeiros Barbosa 5 dias, 14 horas atrás.

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  • #459
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    Ronan
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  • #789
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    Álvaro Provetti
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    É de fundamental importância a busca pela preservação ambiental.

    Podemos buscar o desenvolvimento de nossa sociedade, sem ameaçar a saúde de nossa fauna e flora.

    Necessitamos de alguns recursos naturais para a nossa sobrevivência, como água, alimentos e matérias-primas. Sem eles estaremos fadados ao perecimento. Portanto, precisamos preservar para sobreviver.

    Devemos combater o o impacto ambiental, incentivando a redução da queima de combustíveis fósseis, do descarte de lixo e esgoto em rios e mares, melhorar a gestão hídrica e combater a queima e destruição de matas e florestas.

    Porém, a preservação do meio ambiente não significa a interrupção de nossa evolução. Podemos incentivar o desenvolvimento sustentável, através de ações como:

    1. Uso de biomassa para gerar bioenergia e biocombustíveis.
    2. Sustentabilidade na produção e desenvolvimento de produtos.
    3. Reciclagem ou reutilização de materiais.
    4. Energia alternativa, como a solar e eólica.
    5. Uso de biocombustíveis e automóveis elétricos.
    6. Uso de soluções biológicas no lugar de substâncias químicas.
    7. Planejamento urbano adequado.
    • #1450
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      Leandro Marcio Souza
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      Concordo com tudo que você escreveu. Só acrescento:

      8. Logística reversa onde o fabricante recolhe o produto no fim de seu uso para destinação adequada.

      9. Novos parcelamentos do solo em no máximo 80% de ocupação, permitindo maior absorção de água da chuva.

      10. Criar praças ou quarteirões fechados com arvores em cidades para eventos comunitários, descanço ou entretenimento em família.

      11. Disseminar aterro sanitário em vez de lixão para evitar contaminação do solo.

      12. Melhorar logística de transporte para baratear custo, evitando derrubar floresta ao buscar  produtos de outras regiões.

      13. Coleta de esgoto sanitário e posterior tratamento. Um sub-produto resultante serve de adubo para uso no agronegócio.

  • #905
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    Alexandre Oliveira
    Espectador

    O poder público deveria imediatamente mudar as regras da alimentação nas escolas e legalmente servir para as crianças somente alimentos orgânicos (produzidos de forma biodinâmica, sem agrotóxicos).

  • #931
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    Vinícius Kafka Barbosa
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    Um grande problema sobre o tema de meio ambiente, é a necessidade de aumentar o volume de reciclagem, visto que, há tempos produtos recicláveis são produzidos, porém em uma gigante maioria acaba parando no lixo comum, é de suma importância aumentar o volume de reciclados, por exemplo as latas de alumínio, apesar de uma crescente na sua reciclagem, menos de 10% é reciclado.

    A busca por fontes limpas de energia, e uma maior preservação de nossas florestas, são temas que necessitam de uma urgência

    É necessário que o meio ambiente e o agronegócio caminhem juntos, sem atritos, de forma consciente e limpa. Não queremos atrapalhar a vida de quem produz, mas dar um incentivo maior para aqueles de impacto positivo, assim estimularia boas praticas.

    A partir de medidas como estas e outras mais, podemos alcançar um desenvolvimento sustentável.

  • #945
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    José Neto Cassiano de Camargo
    Espectador

    A busca pelo desenvolvimento rural sustentável é irreversível.

    No Brasil a legislação sobre o tema é moderna e atual, quando comparada com outros países. Nosso código florestal é avançado, e traz diversos dispositivos que buscam proteger e manter o meio ambiente equilibrado.

    Nesse contexto, o produtor rural é protagonista, e em sua grande maioria são precavidos e prudentes na utilização dos recursos naturais. Visto que para obterem uma boa produtividade, se faz inafastável uma boa qualidade de água, solos, biodiversidade e clima. E aqueles que tenham, por irresponsabilidade, causado algum dano ambiental, devem ser punidos como prevê a lei.

    Um dos temas, que sempre esta em evidência, diz respeito ao uso de agrotóxicos. É necessário que fique claro, os trabalhadores do campo utilizam dessas substâncias por necessidade, e não por capricho ou teimosia. Até porque, são produtos caros e onerosos, se fosse possível, certamente não seriam empregados. Hoje, infelizmente, ainda não é possível produzir alimentos em quantidade, sem a aplicação dos agrotóxicos. Dessa forma, como cidadãos devemos sim, procurar implementar novos meios de produção, como: agroflorestais, sistemas de integração e orgânicos.

    Sendo o PSDB, fundamental nesse processo de amadurecimento ecológico. Por isso, o partido deve propor leis, promover debates, reuniões e congressos. Deve agir para melhorar, principalmente, os métodos de fiscalização. Para que não tenhamos novos desastres como: Brumadinho, Mariana e os desmatamentos em diversos biomas. As indústrias, empresas e produtores precisam estar cientes que caso não cumpram a lei, estarão sujeitas a uma penalidade severa e que virá de forma célere. Por outro lado, aqueles que permaneçam dentro da lei, têm de ser gratificados, para que assim continuem.

    Enfim, a sustentabilidade é um tema complexo e amplo, com muitas características e que ainda carece de debates mais profundos. Logo, se faz essencial que observemos experiências de outras nações, e possamos adapta-las a nossa realidade.

  • #946
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    Jonas Almeida
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    O país deve promover a abertura econômica gradual, sem no entanto estrangular a industria nacional, sob o risco de vivermos um processo ainda mais acentuado de desindustrialização num contexto similar a “Doença Holandesa”, sobretudo com o aumento da participação da agropecuária no PIB e a exploração do pré-sal. O país tem mostrado apenas sua vocação para o agronegócio que embora se mostre a força motriz da economia, patina com as variações de safra, alterações climáticas e com o baixo valor agregado das commodities produzidas.

    Para aumentar a competitividade, ampliar a sustentabilidade em nosso país de dimensões continentais, devemos repensar toda estrutura de produção, onde dois elos são urgentíssimos nessa discussão:

    1. Matriz energética: embora grande parte da energia fornecida pelas geradoras sejam provenientes de usinas hidrelétrica (Itaipu, Belo Monte, Tapajós etc) e apesar do aumento da fração proveniente de parques eólicos, sobretudo no nordeste, ainda há mais de 20% de uso de termelétricas, sendo a maioria movidas a Diesel. Com isso, além de expostos aos demais custos da geração e transmissão de energia, o consumidor e também o empresário terá seus custos atrelados diretamente à variação cambial e nas intempéries geopolíticas do petróleo. O país continental que é tem grande potencial solar – embora eu prefira o modelo heliotermico às placas fotovoltaicas – e eólico. As indústrias globais tem caminhado para redução da emissão de carbono, enxofre e outros poluentes (inclusive, a Ambev tem uma iniciativa de investimento próprio em matriz solar para cada uma de suas plantas) e cada vez mais se espera que a energia limpa seja crucial na destinação dos investimentos.  Exemplo claro foi a repercussão negativa durante as recentes queimadas na Amazônia, com suspensão de contratos de importação, ameaças ao acordo comercial entre UE e Mercosul, etc. É fundamental buscar aumento na produção de energia elétrica limpa para atrair investimentos, reduzir custos de produção e dar competitividade a industria somado a uma pegada verde.

    2. Logística: Esse tópico merece igual importância. O modal rodoviário supera os 60% da matriz logística do país e muitos problemas vem junto com esse número. O fato de estar novamente atrelado a diesel torna essa operação igualmente suscetível as intempéries cambiais e políticas relacionadas ao petróleo, porém soma-se ainda a força política obtida por caminhoneiros (vítimas também dessa logística ineficiente) como visto ano passado com a greve de aproximadamente 15 dias e o que isso representou no PIB e na economia. Além dos investimentos no modal ferroviário, a navegabilidade dos rios deve ser explorada, pelas hidrovias, cabotagem e outros que representam menores custos de operação, mão de obra e social (acidentes automobilísticos, investimentos altíssimos em rodovias etc). Novamente, além do benefício economico com redução de custos e melhora na competitividade da industria nacional – uma malha logística pode atrair investimentos para regiões interioranas, levando desenvolvimento – a quantidade de gases estufa e poluentes poderia ser drasticamente reduzidos.

    Com o supracitado, penso que o desenvolvimento da industria e melhora economica poderiam frear o avanço dos campos de pastagens, grilagem de terras, desmatamento e garimpo, atraves da substituição da matriz economica. Com a preservação, oportunidades em turismo, pesquisa e desenvolvimento poderiam ser ampliadas ao longo dos anos, em vez de observarmos o processo oposto que tem-se atualmente.

     

  • #969
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    Cassiano Januário Cordeiro
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    O partido precisa abraçar essa causa do desenvolvimento sustentável. O PSDB precisa criar uma identidade maior com a área do meio Ambiente.

    • #1928
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      Marcos Roberto Marquinhos
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      Acredito que, podemos mudar muita coisa mapear e estudar por micro regiões as necessidades de cada população com isso minimizar a constante necessidade dos mais desfavorecidos porque a cada real gasto em saneamento básico se economiza R$ 7,00 em saúde podendo ser gasto em outras áreas.

      Trazendo mais  qualidade de vida, e renovação de direitos básicos da população.

       

  • #980
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    Rose Ventura
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    Meio Ambiente é um tema que abrange esferas diferentes: atmosfera, litosfera, hidrosfera e biosfera. Portanto, a proteção legal necessária não será suficiente para garantia da proteção dessas esferas se não houver massivo processo educativo permanente e abrangente para todas faixas etárias da população em vários setores sociais (escola/comunidades/empresários/extrativistas/e outros) no intuito de elevar o efeito positivo de curto e longo prazo na preservação dos recursos naturais  em todo território nacional. A fiscalização do próprio cidadão, neste nível, será mais factível e menos onerosa para o estado. Nada de reinventar a roda, apenas aplicar o investimento de baixo custo com altos rendimentos para todos que é o instrumento da política nacional em favor do meio ambiente  dentro e, principalmente, fora da escola.

    Por Rosângela Ventura

    Presidente do PSDB Mulher de Porto Alegre

  • #992
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    Bolívar Gomes
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    Prazer, Bolívar!

    No que se refere ao tema, presumo que o PSDB precisa manter e fortalecer suas bandeiras de fortalecimento ao crescimento sustentável e o combate à desigualdade social, tendo em vista a geração de emprego e renda. Entretanto, tudo isso não pode abrir precedentes para uma defasagem ambientar.

    Como um exemplo positivo, coloco o Novo Código Ambiental proposto pelo Governo do Rio Grande do Sul. O projeto visa desburocratizar o sistema de licenciamento ambiental, sem deixar de fiscalizar. Não se trata, como bem coloca o secretário de Meio Ambiente e Infraestrutura Artur Lemos, de autolicenciamento, mas de agilização da liberação de processos que podem ser despachados de forma mais rápida e, claro, que os órgãos de fiscalização acompanhem o andamento do empreendimento para verificar se o mesmo corresponde ao licenciamento obtido. Tudo isso gera emprego e renda, na medida que coloca o empreendedor/produtor como um agente que não é visto pelo Estado como um “suspeito a proceder crimes ambientais”.

    O produtor precisa produzir, o empreendedor empreender, em sintonia com o Meio Ambiente para garantir um equilíbrio. Digo isto por ser de um município interiorano, minifundiário. Caraá, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Lá, vejo que cada vez mais a agricultura familiar precisa andar sintonizada com o Meio Ambiente, até por se tratar de um município com um potencial turístico relevante na região ao contar com cascatas e até uma nascente de um grande rio aqui do nosso Estado, o Rio dos Sinos – que é conhecido por ser de grandes níveis de poluição a partir do Vale do Paranhana em direção à Região Metropolitana de Porto Alegre, onde deságua no Rio Guaíba, mas que em Caraá é próprio para banho, com águas cristalinas. Além das belezas naturais, as próprias propriedades rurais por suas belezas e costumes são potenciais turísticos que podem interferir diretamente na renda familiar. Afinal, do que se trata se não melhorar a qualidade de vida da nossa população?

    Estou sempre disponível para dialogar e trocar ideias.

  • #995
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    Gleyson Macedo
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    1.investir na pesquisa

    2. Investir em energia eólica

    3. Criacao de novos parques de protecao ambiental .

    4. Fiscalizar as barragens

    5. Multas mais elevadas para que poluir o meio ambiente

  • #1019
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    Alberto de Souza
    Espectador

    Não temos muitas opções, ou realizamos um agronegócio com , inteligencia , sustentabilidade e preservação, ou  realizamos nada disso , e teremos uma briga externa com os nossos compradores e bancos estrangeiros . Sendo que nosso consumo interno , não é suficiente para manter nosso agronegócio pujante. E do lado do meio ambiente, com desmatamento descontrolado, um clima que nos mataria dia a dia. Se estamos chegando na casa dos 35 º C, atualmente , para 40º  C, não demora muito. O que queremos , um projeto de médio e longo prazo, ou de curto prazo com final triste. Nosso Partido precisa tomar , uma direção nesse sentido.

  • #1089
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    Brunno Caleiro Pereira
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    Somos completamente dependentes do agronegócio nas mais diversas instâncias da nossa economia. Quase todos os Estados do país dependem do sucesso anual do agronegócio e, evidentemente, devemos dar bastante atenção a esse setor fundamental para a economia e criação de empregos. Atualmente, o agronegócio e o desenvolvimento sustentável são temas muito debatidos, andam lado a lado e devem ser uma das pautas principais para os municípios brasileiros nas próximas eleições. Devemos, com toda certeza, buscar conciliar o que as tecnologias atuais nos trazem de bom para que o agronegócio seja mais produtivo, barato e sustentável. Cada vez mais é possível fazer isso, basta ter investimentos em pesquisa e desenvolvimento e visar os meios corretos. O Brasil deve ser exemplo da boa relação entre esse setor e essa concepção de economia verde. Cabe a nós sermos um dos líderes desse debate e isso não é impossível. Temos em nosso país inúmeras startups e empresas que visam desenvolver melhorias para a produção no campo e de maneira sustentável. É possível unir o conhecimento sobre esses processos de desenvolvimento e aplicá-los, investir na sua capacitação e demostrar que agronegócio e sustentabilidade, no Brasil, são parceiros.

  • #1095
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    Thélio Caudinski
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    O tempo de derrubar árvore para se desenvolver já passou. Podemos lucrar muito com pesquisa em nossas florestas, desenvolver meios tecnológicos que façam a terra render mais para fins agrícolas, novas técnicas de cultivo e criação de animais. Não precisamos mais expandir nossas áreas agrícolas, precisamos melhor aproveitá-las e saber explorar tecnicamente nossas florestas.

    Incentivar a industria local e proporcionar condições de possibilidade da indústria exterior de utilizar o Brasil como laboratório de novas tecnologias de baixa emissão, como um transporte urbano eletrificado. Flexibilizar e reduzir custos do setor elétrico com foco em geração solar, por exemplo. Baratear o custo da energia elétrica é uma ajuda para aumentar a frota de veículos elétricos.

    Boa parte dos nossos problemas são de cunho legislativo, que não dependem da vontade do chefe do executivo para serem mudadas. Precisa organização legislativa para se atentar as imensas burocracias.

    Do ponto de vista executivo, podemos defender projetos de urbanização inteligentes, recuperar rios urbanos, limitar a expansão urbana sem planejamento. Cobrar um maior rigor sobre Planos Diretores de cidades.

    A preservação da amazônia é fundamental para o controle do clima local, especialmente sobre o clima do sul e sudeste do país, sem falar do mundo. Ao passo que as regiões do norte não devem ser condenadas a um imobilismo por conta do meio-ambiente. É preciso encontrar métodos inteligentes e econômicos para atender as pessoas na região da amazônia.

    Conservação do meio-ambiente é uma combinação perfeita com modernidade.

  • #1110
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    Diego Mariano
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    Dentro do nosso debate partidário não vejo que seja dada relevância à questão da Reforma Agrária, ponto que vou abordar. Acredito firmemente na necessidade de incentivarmos o surgimento de uma classe média rural uma das formas de gerar desenvolvimento econômico de maneira sustentável. Isso passa por dois fatores:

    1 – Concluir a efetivação dos assentamentos já existentes. Infelizmente muitos projetos de Reforma Agrária foram implantados e depois abandonados à própria sorte, virando verdadeiras favelas rurais. Há localidades onde não se têm nem água à disposição, seja para produzir, seja para consumo humano, falta energia elétrica, faltam insumos e equipamentos. Enfim, deram a terra, mas só isso.

    É preciso priorizar a conclusão destes projetos, permitindo que os trabalhadores rurais tenham condições de produzir e isso se fará potencializando o trabalho da ANATER, em parcerias com as agências de ATER estaduais, levar a mínima infraestrutura (água, energia e internet) para essas comunidades e capacitar os produtores para a obtenção de apoio financeiro através dos programas já existentes, como o PRONAF e outras linhas de apoio. Produção é renda, renda é movimento na economia e isto é desenvolvimento.

    2 – Mesmo com os assentamentos já existentes, ainda há demanda para novos empreendimentos, por isso é necessário ampliar os recursos disponíveis para o Programa Nacional de Crédito Fundiário, modelo que a meu ver é melhor que o dos assentamentos do INCRA e que esteve paralisado até recentemente, inclusive colocando uma modalidade que possa beneficiar jovens trabalhadores rurais na aquisição de terras e no emprego de ferramentas tecnológicas na produção.

  • #1130
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    Paula Ioris
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    Nosso pais negligencia o meio ambiente.  percebo que existe uma visão antiga de que o desenvolvimento economico é antagonista ao desenvolvimento sustentavel. É uma area que também existe muita polarização. Uso como exemplo os fortes embates com relação ao uso de agrotoxicos. Precisamos olhar esse tema de forma sistemica e ampla, desde os bancos escolares inciais para termos mudanças de habitos,  politicas publicas educativas  no que tange ao consumo consciente, assim como politicas de incentivo a pesquisa e desenvolvimento de todas as formas de conservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentavel. Aproveitamento agua da chuva, transformação do lixo em energia, separação e reciclagem de residuos.

  • #1150
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    Jaylan Macedo
    Espectador

    É necessário manter o foco em um desenvolvimento sustentável, investindo inclusive em matrizes energéticas renováveis. Acredito que dentre as principais medidas que devem ser adotadas, no que tange o meio-ambiente, estão:

     

    a) Investimentos em matrizes energéticas renováveis (solar e eólica), buscando impactar cada vez menos no meio-ambiente

    b) Facilitar financiamento das placas solares para pequenos empreendedores, empresários e também para à população, utilizando-se dos bancos de fomento como BNDES e Banco do Nordeste.

    c) Estipular prazos para a diminuição de gases do efeito estufa, buscando renovar a frota automotiva do país para carros elétricos e híbridos, a partir de incentivos fiscais e diminuição de impostos.

    d) Fortalecer a preservação da floresta amazônica  a partir da adoção de monitoramento continuo (através de drones), assim como aumentar a equipe de fiscalização do IBAMA com a realização de um concurso público.

     

  • #1197
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    Ericarlos Duarte
    Espectador

    <p style=”text-align: left;”>Vejo o tema meio ambiente como um dos mais preocupantes para o nosso Brasil, em minha cidade São Gonçalo do Amarante no Ceará está acontecendo um caso grave de poluição causado pelo pó do carvão usado pela a Siderúrgica, mim preocupa a rapidez que o pó se espalha por nossa cidade e vejo isto em diversas outras cidades é preciso aproxima o órgão competente desta situação e solucionar o problema que traz a nação uma grande preocupação, pois as consequências são múltiplas além de doenças respiratórias pode em algumas situações causa o câncer.</p>

  • #1211
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    Abercilio Machado
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    O reflorestamento e a conservação das nascentes e rios podem ser apontados como um dos principais caminhos para um meio ambiente mais equilibrado. Já morei em uma cidade do interior e percebia que os produtores rurais em sua grande maioria possuem interesse em preservar nascentes e matas. Dessa forma, o incentivo ao reflorestamento de áreas rurais “ociosas” que não são utilizadas para produção, a implantação de fossas ecológicas podem ser um primeiro passo.

    A grande maioria da população não possui acesso a água e esgoto tratado, esse é ponto de partida. É notório que o governo não possui a menor condição de resolver esse assunto a curto e médio prazo, é preciso através da iniciativa privada iniciar a coleta e tratamento de esgoto partindo do interior para os grandes centros urbanos, que possuem maior complexidade na execução desses serviços. Falta organização e iniciativa para deixarmos esse problema no passado.

  • #1246
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    Joao Rodrigo
    Espectador

    completa todo sistema de esgoto estatal, expansão de terras agricolas sobre multas estratosfericas, isso salva o meio ambiente

  • #1344
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    Ricardo Olimpio
    Espectador

    É preciso esclarecer que proteger o Meio Ambiente não é ser contra o Agronegócio. Pois é possível proteção ambiental com desenvolvimento sustentável, afinal se não existir proteção ambiental, logo o solo não terá os nutrientes para o agronegócio, os rios estarão poluídos e não haverá água para irrigação, nem peixes nos rios para a pesca.  Nota-se que tudo está interligado e o ideal é que o agronegócio se modernize e passe a atender as demandas dos clientes que pedem por alimentos mais saudáveis, com cada vez mais agrotóxicos e menos desmatamentos.

    #DiversidadeTucanaEmAção

    • Esta resposta foi modificada 1 semana, 3 dias atrás por  Ricardo Olimpio.
  • #1350
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    Amanda Nascimento Pereira
    Espectador

    Não podemos pessar que a pauta “meio ambiente” é menos importante que outras, ela influi diretamente até mesmo na economia.
    É burrice desperdiçar a biodiversidade brasileira, e não tomar medidas preventivas para proteger nossas florestas, rios e mares. Criar uma legislação mais rigorosa para questões relacionadas a esse tema seria uma boa saída, para que o nosso país não fique obsoleto e desprestigiado mundo afora. É um assunto de relevância mundial, além de nos prejudicarmos, perdemos mercado e credibilidade.

  • #1369
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    Eduardo Alves
    Espectador

    Existem diversas formas de proteger o meio ambiente, uma forma interessante seria fomentar mais a reciclagem, tanto através de serviços públicos como também incentivar o cidadão comum através da publicidade e um pagamento justo pelo esforço de quem acumula latas, papelão dentre outros.

    A publicidade também é uma grande aliada quando se trata de concientizar a população que jogar lixo nas ruas só trás prejuízo, através de comerciais, campanhas dentre outras formas de passar a mensagem e educar a população.

    Para concluir, seria um grande aliado do meio ambiente o incentivo a energias alternativas, como, por exemplo, energia eólica e energia solar.

     

  • #1397
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    Jackson Lucian
    Espectador

    Pois é estamos vivenciando uma lástima nos nossos mares e como sempre ninguém é culpado e nossos governantes se omitindo muito triste,  nosso agronegócio é uma potência e precisa ser mais incentivado de uma forma mais sustentável,  para aumentar nossa qualidade de vida.

  • #1398
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    Fernando Juarez
    Espectador

    Acredito que o Brasil precisa ser um país mais sustentável.

    Atividades econômicas como as do agronegócio são de suma importância para o desenvolvimento do Brasil, mas ele precisa ser sustentável e isso é totalmente viável dada a gama de tecnologia disponível hoje no mercado para que essa atividade seja exercida. Cabe ao estado, como guardião do interesse publico, garantir por meio de artifícios legais que o agronegócio conviva em harmonia com o meio ambiente, além de também realizar campanhas de conscientização para educar a população, mas cabe aos cidadãos, como consumidores de produtos das empresas, exigirem maior respeito ao meio ambiente.

    Vivemos em um país capitalista e precisamos entender que as empresas só serão mais sustentáveis se os consumidores exigirem sustentabilidade das mesmas, com ações como a não comprar seus produtos, por exemplo. Enquanto a população continuar apenas de espectador aguardando o estado resolver todos os seus problemas, as empresas não mudarão com tanta facilidade. Por isso, um trabalho de mudança cultural é primordial.

    Por fim, o Brasil não deve se afastar da posição de amigo do meio ambiente, deve na verdade é reforçar essa posição. Temos faunas e floras muito ricas, então devemos aprender a valorizar o que é nosso e começar a disseminar essa cultura.

  • #1425
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    Fellipe Bayeh
    Espectador

    O meio ambiente é um patrimônio inestimável do Brasil, precisamos continuar pressionando os pais desenvolvidos a pagar sua parte dessa preservação, pois muitos deles queimaram e destruíram todos os seus recursos naturais, e agora querem preservar nossas floresta. Deve existir uma compensação para que o Brasil também possa se desenvolver. Também devemos buscar um desenvolvimento sustentável do agronegócio, cada vez mais buscando alternativas de melhora nas técnicas de produção, com investimentos em P&D em empresas como a Embrapa. Também não podemos esquecer da Amazônia Azul, atualmente ameaçada pelo petróleo Venezuelano. Importante o preparo do Pais para respostas rápidas em tempos de crises.

  • #1485
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    Paulo Victor Barchi Losinskas
    Espectador

    O Brasil tem grande destaque internacional em razão da seu agronegócio, que deve ser cada vez mais incentivado e desenvolvido, com adoção de cada vez mais tecnologia, utilização de recursos sustentáveis e também com o desenvolvimento de infraestrutura de escoamento adequado, pois de nada adianta ter uma safra recorde que se perde ou estraga em estradas esburacadas ou por ficar parada em filas nos portos.

  • #1502
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    Ediney Pires
    Espectador

    Temos acompanhado através dos jornais e das mídias sociais, o estado desastroso em que se encontra o meio ambiente no Brasil, o óleo venezuelano que tomou conta do nordeste brasileiro, a falta de saneamento básico nas cidades, a falta de consciência das pessoas em relação ao lixo e a falta de fiscalização das leis existentes para combater esses problemas. As mudanças climáticas são ameaças para o Brasil e para a humanidade, medidas eficazes devem ser adotadas para que em poucos séculos a terra não pare de existir, medidas simples também podem ser adotadas, ajudariam a minimizar os danos causados ao meio ambiente.

    O agronegócio brasileiro exerce papel essencial no crescimento econômico ampliado, pois os efeitos de transbordamento não se limitam ao próprio mercado de produção de alimentos, mas envolvem outros agentes e processos, desde a obtenção dos insumos até a disposição final do produto. Pode-se mencionar que o fomento do agronegócio se relaciona nas várias perspectivas (econômica, social e ambiental) do desenvolvimento sustentável. É inegável que o setor corrobora favoravelmente com a situação econômica e social do País, mas enfrenta importantes desafios sobre a dicotomia entre aumento da produção e redução de impactos ambientais. Os avanços tecnológicos têm sido aliados nesse sentido. Ainda que distante do nível tecnológico dos países desenvolvidos, a produtividade do setor tem aumentado rapidamente nas últimas duas décadas. Com isso, tem-se observado uma redução da pressão de desmatamento no Brasil. A maior regulação por parte do Estado das atividades e das políticas ambientais leva o setor de agronegócio a se mobilizar em prol de ações de desenvolvimento sustentável. Essas ações possuem um diferencial competitivo no mercado e uma maior valorização das marcas, considerando a adesão da sociedade à nova consciência socioambiental e às influências originadas por países demandantes de produtos agropecuários, com menor impacto sobre os recursos naturais. O novo Código Florestal brasileiro limita o avanço das fronteiras agrícolas ao passo que induz o aumento da produtividade. É necessário propor estudos mais específicos, que possam verificar o impacto produtivo ao longo da cadeia, na busca de maior eficiência. Deve-se ressaltar que há muito espaço para se melhorar a produtividade e a eficiência dos setores econômicos nacionais. Foi-se o momento em que o desenvolvimento nacional estava desalinhado com as questões ambientais. O agronegócio não sobrevive sem a sustentabilidade produtiva.

    O desenvolvimento sustentável tem como princípios: Desenvolvimento econômico, social e conservação ambiental.

    Para isso, são priorizadas ações em prol de uma sociedade mais justa, igualitária, consciente, de modo a trazer benefícios para todos. Ao mesmo tempo, deve-se reconhecer que os recursos naturais são finitos. Em 2015, foram definidos os objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS). Eles deverão orientar as políticas nacionais e as atividades de cooperação internacional até 2030.

    O Brasil participou das negociações para a definição dos objetivos do desenvolvimento sustentável. Após a definição dos ODS, o país criou a Agenda Pós-2015, para articular e orientar as atividades a serem desenvolvidas.

    Ao total, foram definidos 17 objetivos do desenvolvimento sustentável:

    Erradicar a pobreza.

    Erradicar a fome.

    Saúde de qualidade.

    Educação de qualidade.

    Igualdade de gênero.

    Água potável e saneamento.

    Energias renováveis e acessíveis.

    Trabalho digno e crescimento econômico.

    Indústrias, inovação e infraestruturas.

    Redução das desigualdades.

    Cidades e comunidades sustentáveis.

    Consumo e produção responsáveis.

    Ação contra a mudança global do clima.

    Vida na água.

    Vida terrestre.

    Paz, justiça e instituições eficazes.

    Parcerias e meios de implementação.

    O Brasil considera como prioridade os objetivos do desenvolvimento sustentável, conforme os documentos criados para direcionar políticas voltadas a eles. Ainda é considerada como diretriz central a superação das desigualdades.

    O Brasil é um país de destaque no cenário internacional em assuntos voltados ao meio ambiente.

    No país, já foram sediadas as duas mais importantes conferências internacionais sobre sustentabilidade da história:

    Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92).

    Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).

    Além disso, teve papel determinante na aprovação dos seguintes documentos internacionais:

    Agenda 21

    Declaração do Rio sobre Ambiente e Desenvolvimento.

    Declaração de Princípios sobre Florestas.

    Convenções sobre Biodiversidade, sobre Mudança Climática e sobre Desertificação.

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  • #1517
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    Philippe Alves
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    O AgroBusiness já bancou e ainda banca o nosso PIB por vários anos, mas ainda sofre com enormes burocracias e falta de investimentos. O pior ainda é no semiárido nordestino, onde os recursos naturais são quase nulos, para regiões com essas lacunas o jeito é a inovação, no estímulo a geração de energias renováveis para gerar um desenvolvimento sustentável na região.

     

    O Brasil precisa reforçar os laços  internacionais e compromissos com o meio ambiente e tratar com mais seriedade as pautas-verdes no congresso nacional.

    • #3931
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      MIRACY FERREIRA LIMA
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      O mais grave com as políticas públicas brasileiras, todas imbuídas dos mais elevados princípios e valores, caem por terra pela descontinuidades de representações políticas comprometidas com resultados de longo prazo. À exceção de Curitiba, onde os gestores públicos têm obrigatoriamente de manter e/ou  dar continuidade às politicas publicas e aos programas definidos em gestões anteriores, o que assistimos a cada mudança de gestor, isso significa a cada quatro ou oito anos, uma implosão de avanços já consolidado,s, muitos dos quais, os que ascenderam a novos postos não têm nem mesmo conhecimento do que existe e dos resultados alcançados. Daí um acúmulo de leis, projetos e desperdício de dinheiro, descrédito nos ocupantes de cargos políticos ou de técnicos alocados em postos chaves de desenvolvimento.

      Projetos e programas de área de atuação nas três esferas de governos, obrigatoriamente deveriam cumprir um período de transição, sem poder alterar técnicos que respondem por processos chaves, com Governadores e Prefeitos, OBRIGADOS, a prestar contas dos programas implantados, da avaliação e dos resultados alcançados em relação aos objetivos propostos, dos recursos alocados e da aplicação destes, dos débitos ou créditos deixados para quem vai assumir. Ou, simplesmente, um ano antes das eleições os ocupantes de cargos de gestão publica, ficam proibidos de implantar qualquer medida que implique em despesa sem informar qual a dotação orçamentária que vai absorver a dívida.

      Meio ambiente, é um problema que deve ser tratado por Região. Sou cearense, região sujeita a períodos inclementes de secas, matando de sede nossos animais, maltratando nosso solo e destruindo a esperança do sertanejo, sempre de olho no céu com esperança de chuvas. Pois foi nesse cenário que o PSDB, no Governo Tasso Jereissati, estudando experiencias de outros países, teve a ousadia de plantar flores transformando o Ceará em um dos grandes exportadores de plantas ornamentais. Mas isso não foi um projeto isolado, criou toda a cadeia de negócios, irrigação, qualificação do pessoal, colheita e transporte, abertura de mercados aeroporto, etc. O mesmo aconteceu com o cultivo de UVAS, MELÃO com o Projeto São José. Qualquer medida nesse sentido tem que considerar toda a cadeia de relacionamento .

  • #1526
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    Rafael Almeida
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    Investir em tecnologia, fiscalização e incentivo.

  • #1527
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    Jonathan Ferraz
    Espectador

    A industrialização trouxe  grandes benefícios a todos, porém Tambem trouxe problemas. Hoje atacamos nossa natureza de forma muito agressiva com o lixo produzido, e com a constante poluição do Ar que respiramos através dos carros e indústrias que emitem gases tóxicos na camada de ozônio prejudicando num todo nossa especie, devemos promover tecnologias baratas  para transformar nosso lixo dosmetico em energia renovável, o desenvolvimento sustentável tem que acontece já, ou se não perderemos nosso planeta em curto espaço de tempo, devemos incentivar a todos reciclagem seus lixos para que não os lance em local inapropriado, outro ponto e fiscalizamos nossos fazendeiros quanto a forma de  plantacao e cultivo de nossos legumes e verduras, devemos incentivar a quebra do uso de agrotóxicos que vem demandando sérios riscos a nossa população, se todos nos unimos podemos ter um mundo melhor.

  • #1555
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    Concordo com algumas opiniões aqui, e acrescentaria:

    1. Ampliação da matriz energética brasileira, diversificando ainda mais o uso de energia renovável;
    2. Incentivo pesado à veículos elétricos, com o Estado, juntamente com as montadoras, oferecer veículos elétricos ao mesmo preço de populares à combustão;
    3. Retomada do controle estatal do saneamento básico e tratamento de resíduos, com a ampliação da reutilização de subprodutos da filtragem para uso na agricultura extensiva;
    4. Fomento de alternativas ao uso de agrotóxicos pesados e novas técnicas de plantio e pecuária;
    5. Política de plantio de árvores nativas aplicadas a todos os proprietários de terrenos rurais produtivos;
    6. Fiscalização austera e forte punição para empresas e pessoas que desmatam ou causam qualquer tipo de dano ambiental, até mesmo com a prisão dos mesmos.

  • #1569
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    Jean dos Santos Silva
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    Incentivo ao IPTU Verde nas cidades, investimento em aterro sanitário, reflorestamento de nascentes e investimento em saneamento.

  • #1583
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    Pedro Henrique Pasquali
    Espectador

    O Agronegócio é o motor da economia brasileira – e sem ele, a fome tomaria conta do Mundo. No entanto, é preciso sopesar: a saúde pública e o meio ambiente não podem ser alvos diretos por conta da pressão das corporações do agronegócio.

  • #1596
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    Marcos Rodrigues
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    O meio ambiente brasileiro além de ser um dos mais ricos do mundo oferece oportunidades tanto de Turismo quanto de exploração sustentável, essas áreas devem ser protegidas e fiscalizadas para que nada fora dá lei ou que ofereça risco a essa área seja feito, o meio ambiente brasileiro deve ser protegido com todas as forças, o turismo irá gerar renda e empregos além de colocar os turistas em posição de vigias, quem conhece cuida e com a natureza em pleno funcionamento o Brasil amplia sua renda e ainda cuida de seu bioma.

     

    O agronegócio não é segredo para ninguém que é uma das forças do brasil, ou seja deve ser incentivado com pesquisas na ciência e tecnologia, é necessário que as áreas sejam mais aproveitadas e assim aumentar a safra sem danificar a natureza, o estado tem um papel super importante em fiscalização e desburocratização, novos acordos devem ser feitos tanto nacionalmente como internacionalmente.

  • #1611
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    Marcus Vinicius Murgi II
    Espectador

    O Brasil já é referência mundial no agronegócio e é dever do PSDB ajudar na permanência no processo de inovação para melhorias desse setor.
    Entretanto, é sabido que um desenvolvimento no setor agropastoril, sem a devida preservação ambiental, acaba abalando nossas exportações.

    Por isso, o partido deve lutar para a preservação da nossa biodiversidade e punir qualquer tipo de ameaça aos nossos biomas.

    O desenvolvimento sustentável deverá andar de mãos dadas com o desenvolvimento social. Para isso, o PSDB deverá lutar para:

    1) Redução – e possível eliminação – da probreza no país;

    2) Adotar medidas de reutilização dos solos, como rotação periódica para não deixar o solo “morrer”;

    3) Acelerar o desenvolvimento e pesquisa para energias mais limpas e renováveis;

    4) Melhorar a educação e acesso a informação em todos os níveis, a fim de deixar a população a par dos problemas que enfrentamos e o que devemos fazer, enquanto cidadãos, para contê-los.

  • #1628
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    Felippe Terra
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    Já passou da hora da questão animal ser debatida de forma séria e incisiva. Casos de abandono, maus-tratos e até de assassinatos cruéis de animais de companhia são frequentes e o número de ocorrências é assustador. E por conta da nossa Lei vigente, que trata animais como se fossem meros objetos, a impunidade reina.
    Pra se ter uma ideia, a punição para pirataria de CDs e DVDs é maior do que a para envenenamento criminoso de cães e gatos. Como pode a Lei rebaixar tanto assim animais sociais dotados de consciência, inocentes, com laços afetivos e que muitas vezes são parte insubstituível de suas famílias?
    Não tenho a intenção de propôr irracionalidades que vão contra a natureza do ser humano – como a criminalização do consumo de carne -, mas de levantar a atenção para uma causa urgente.
    Causa essa que deve ser trabalhada racionalmente, com o incentivo da boa criação, o combate inteligente e ético às zoonoses, a criação de medidas protetivas e punições mais coerentes aos agressores e assassinos de animais.

    O PSDB é um partido centrado, preocupado com todos os aspectos funcionais do nosso país e sociedade. Um partido historicamente posicionado a favor de reformas importantes e, por isso, perfeito para incubar e lançar um projeto como esse.

    Sabe-se muito bem que entre a Lei e a moral há um abismo. E é nosso trabalho, enquanto cidadãos e ativistas políticos, tentarmos ao máximo estreitar esse abismo. E quando trata-se da vida de seres indefesos, devemos fazê-lo com muito mais vigor.

    (Felippe Terra, membro da JPSDB-RJ e da Frente Liberal Tucana)

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  • #1634
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    Elizalva Lima
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    Quando pensamos em Meio Ambiente e Agronegócio com Desenvolvimento Sustentável é natural que se tenha à primeira vista um impasse, e este pode ser acompanhado de uma pergunta: Com o expresso crescimento da população mundial, será possível alimentar as gerações futuras?

    Ora, faz-se necessário saber que os recursos produzidos pelo agronegócio são finitos, e que se não houver uma boa gestão desde o inicio ao término da produção, seguido pelo consumo, estes recursos podem acabar. E o que fazer para garantir às gerações futuras o alimento? Produzir mais? Racionar o escoamento?

    -São questões intrigantes e complexas.

    Respondendo de forma breve a primeira questão: Produzir mais?

    Como todos sabemos o agronegócio, independente do seu ramo, depende do Meio Ambiente, logo, a sua expansão, se mal feita, pode acarretar diversos danos à natureza. Algumas das ações do homem na natureza em busca de sua expansão gera alguns contratempos e desastres como queimadas, alagamentos, desmatamentos, enfim uma série de problemas que futuramente e atualmente também, irá prejudicar o povo e a própria natureza. Conclui-se então que é necessário muito planejamento.

    Bom, de forma breve e muito resumida, são necessárias politicas de planejamento, conscientização e orientação para que possamos conciliar e nortear esse complexo conjunto { Meio Ambiente, Agronegócio e Desenvolvimento Sustentável}

  • #1668
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    Wellington Luís Pegorin
    Espectador

    Essas três temáticas devem sempre estar em alinhamento. A preservação ambiental se dá através da busca desde cedo ao biofilismo (ser humano em conexão à natureza). Isso deve ser implantado cada vez mais em nosso sistema de educação. Nossos recursos devem ser utilizados de forma sustentável. O agronegócio é uma das chaves para que nossa economia gire mais fortemente, o qual o partido deve investir cada vez mais em políticas de auxílio ao produtor rural, através de incentivos financeiros e de conhecimento de novas tecnologias no campo. Tudo isso aliado ao desenvolvimento sustentável, para que não comprometemos nossos recursos as futuras gerações.

  • #1669
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    Ronald Vilella
    Espectador

    Como oceanógrafo, gostaria de falar sobre um importante evento. Segundo a ONU, 2012 a 2030 será a década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável. No entanto, apesar do enorme litoral brasileiro, o Brasil sempre ficou de costas para o oceano.

    Há uma visão muito limitada dos nossos governantes em associar as regiões costeiras com apenas turismo e pesca. O oceano nos beneficia de várias formas, seja pela geração de energia renovável (eólica, solar, por ondas),  produção de alimento por pesca, respeitando os períodos de defeso, ou aquicultura, transporte, saneamento, biotecnologia, entre outros diversos setores que possibilitam o desenvolvimento sustentável dessas regiões costeiras.

    No entanto, para que se ocorro esse desenvolvimento é preciso uma melhor capacitação e formação das pessoas, tanto em âmbito nacional quanto regional, manejo das áreas costeiras, gestão pesqueira, pesquisas, políticas oceânicas nacionais, estabelecimento de áreas marinhas protegidas, melhor destino de resíduos, saneamento. Tais medidas, além de favorecerem a produção renda e bem estar social, possibilitam um desenvolvimento sustentável e social nas nossas regiões costeiras.

    Em relação ao Agronegócio, é inquestionável a importância desse segmento na economia. Para se ter uma ideia, o agronegócio foi o principal agente que possibilitou o superávit primário durante décadas no Brasil. No entanto, é necessário uma maior utilização de técnicas sustentáveis, principalmente em relação ao uso da água e fertilizantes.

    Por fim, vale destacar também a importância dos pequenos produtores, pois são os responsáveis pela produção de alimentos, mas em muitos casos não conseguem atender uma demanda cada vez cresceste por comida. Um exemplo disso é a importação de feijão que ocorre há anos no Brasil. Portanto, é preciso uma olhar mais atendo ao pequeno e médio produtor, seja por incentivos, tecnologia, infraestrutura, formação.

     

  • #1705
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    Gregory de Araújo Toledo
    Espectador

    É preciso que se fiscalize melhor as questões das queimadas, o óleo nas praias, entre outras coisas. Não dá pra ficar nesse joga culpa pra cima de ONG e nada. Concordo com o Thelio, que esse tempo de desmatar já passou, é preciso investir em pesquisas, renovar energias e parar de briga ideológica, mudar o MMA ja é um passo grande a ser dado, chega de lacração.

     

  • #1731
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    Yan fernandes pereira
    Espectador

    Fiscalização total com o meio ambiente ,valorização do nosso território nacional fazendo o turismo crescer ,investindo no interior do Brasil  e exportando e importando produtos na intenção de ganhos e lucros, e focar na sustentabilidade reaproveitando toque pudermos

  • #1733
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    Guilherme Esteves Santos Moraes
    Espectador

    Custo de oportunidade é um termo em economia que analisa se o ganho presente é vantajoso comparado à oportunidade futura renunciada.

    Isto deve ser levado em conta quando tratarmos da questão ambiental. Muitos acreditam que a preservação do meio ambiente cause um atraso no desenvolvimento do país, mas até que ponto, pensando-se a um longo prazo, não é mais vantajoso, economicamente, a sua preservação? A exploração desse para a produção de remédios e estudos científicos pode gerar ao Brasil, no futuro, muito mais riqueza do que atualmente qualquer atividade extrativista de minério e madeira, que acabariam com riqueza natural da floresta e impediriam esses ganhos futuros.

    Portanto, mesmo que hoje possa parecer vantajoso o desmatamento para a exploração, no futuro pode se mostrar uma grande perda de oportunidade.

  • #1739
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    WILLIAN CALDEIRA SANTOS
    Espectador

    O Meio Ambiente é uma questão fundamental, á questões a serem atacadas pela sociedade como o todo.

    Os Lixões a céu aberto é um problema das cidades de médio e pequeno porte sem estrutura para fazer um consórcio intermunicipal e sem recursos próprios para fazer um aterro sanitário,  os lixões continuam ativo.

     

     

  • #1746
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    FRANCISCO ARLE LIMA DE ALMEIDA
    Espectador

    Vale ressaltar, principalmente, a participação dos jovens, pois é de fundamental importância novas idéias e uma nova motivação para política atualmente, sendo que o foco principal é trazer novas medidas para que possa idealizar novas ações para modernizar o campo, meio ambiente e o agronegócio e atualizar atitudes que estavam sendo adotadas de maneira ultrapassada e sem inovação e tecnologia.

     

    Precisamos realizar ações que possam estimular as pessoas a voltar a acreditar novamente que nosso país e município pode crescer e ser um espaço de acolhimento e desenvolvimento.

     

    Na minha opinião, se houvesse mais apoio e investimento, principalmente na área rural, haveria mais jovens interessados, inclusive os que moram na zona rural, sendo que muitos vão embora e o agronegócio perde algo que poderia trazer novas ideias e tecnologias e assim estimularia o desenvolvimento do campo e com isso haveria emprego e renda.

  • #1850
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    Rodrigo Ferreira
    Espectador

    federalizar o tratamento de esgoto e coleta de águas pluviais, onde for atrativo para a iniciativa privada utilizar o PPP, onde não for, a união realizar o serviço. O tratamento de esgoto é investimento. A saúde pública iria ter grandes desafogo se houve um plano de tratamento de água e esgoto. Avançando 20% ao ano em pouco mais de 4 anos o Brasil teria toda a população atendida neste quesito.

  • #1873
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    Guilherme Santos Ferreira
    Espectador

    Incentivo aos pequenos agricultores e a agricultura familiar combatendo o êxodo rural, fiscalizando e punindo com leis mais severamente áreas protegidas afim de combater queimadas e desmatamento e ocupações ilegais protegendo assim a biodiversidade de cada região assim como flora e fauna locais e regionais. Para o desenvolvimento sustentável criar um planejamento mais elaborado para implementação e expansão de cisternas afim de diminuir o uso de irrigação particular e ajudar de forma mais efetiva locais aonde não há água encanada.

  • #1888
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    Maurício Martins
    Espectador

    Há uma grande contradição quando se fala em Agronegócio e Desenvolvimento Sustentável. De um lado uma industria que tem potencial para uma produção muito maior e que exporta para o resto do mundo. De outro, a necessidade de um crescimento sustentável na produção agropecuária. Como conciliar o avanço da tecnologia e do mercado agropecuário versus a qualidade ambiental? O agronegócio é um dos principais setores da economia brasileira, ao mesmo tempo, somos o pulmão do mundo, onde a biodiversidade de nossas florestas, campos e águas devem ser cada vez mais estudadas e usadas para o avanço da ciência.

    Há de se ter um meio termo para esses dois pontos. Precisamos avançar na indústria agropecuária, mas devemos incentivar iniciativas que primam pela sustentabilidade na produção. Um exemplo de iniciativa sustentável é a Alianza Del Pastizal, um movimento feito por países da América do Sul que tem por finalidade o incentivo a conservação dos campos e produção de gado com certificado ecológico de qualidade, preservando não apenas os campos, mas todo um ecossistema, agregando valor ao que é produzido.

  • #1896
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    Anísio Lima
    Espectador

    Somos o país com a maior biodiversidade do mundo, precisamos conciliar a conservação do meio ambiente e o desenvolvimento econômico de forma sustentável. O foco do PSDB precisa ser:
    a redução nas taxas de desmatamento florestal;
    a preservação de nossas áreas verdes;
    estimulo a arborização urbana;
    recuperação de áreas degradadas;
    aumentar a produtividade agrícola respeitando o código florestal e sem desmatar a Amazônia e o Cerrado ( necessitando de politicas publicas locais e globais para garantir a proteção da biodiversidade);
    expandir nossas matrizes energéticas;
    realizar planejamentos urbanos, com elaboração e implantação de planos diretores adequados à realidade cada município.

  • #1975
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    Valentina Jordão
    Espectador

    O PSDB deve se posicionar quanto as catástrofes ambientais que estão ocorrendo nas praias do Nordeste, que está destruindo o ecossistema e isso foi o maior desastre natural enfrentado nos oceanos do nosso país. Devemos zelar pelos nossos mares, punir os responsáveis e ajudar a formar uma CPI para investigar esse atentando ao Brasil. Essa catástrofe prejudica quem depende da pesca, quem tira o seu sustento do mar, prejudica o comércio, reduz o turismo. E as queimadas na Amazônia também nos prejudicam nacional e internacionalmente. Muitos utilizam essa prática para aumentar a área para o agronegócio e o fazem de forma indiscriminada. Deve-se adotar leis com mais rigor a fm de punir os responsáveis, os pecuaristas inconsequentes e os madereiros, os traficantes de animais silveltres também.

  • #2017
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    Leandro Miguel
    Espectador

    Hoje estamos vivemos de forma real e cruel os efeitos do “aquecimento social”, pequenas cidades, grandes cidades sofrem os mesmo dilemas por conta da ganancia de sempre garantir riquezas matérias, o meio ambiente esta degradado, destruído, os governos em todas as esferas não cumpre o seu dever de cuidar do nosso meio ambiente, precismos urgentemente de um plano nacional de arborização e todas as regiões, cidades e destitutórios e áreas rurais , temos que resgatar nossas áreas  verdes, não sou uma fanáticos ambientalista, mais precisamos abrir mão da ganancia, pra daqui a 100 anos, estejamos procurando ainda como resolver estes problemas, v amos equilibrar a nossa existência, vamos equilibrar a nossas necessidades.

     

  • #2031
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    Vinícius Andrade Martins
    Espectador

    1-PESQUISA

    A EMBRAPA confirma o fato de que para se produzir mais deve-se investir em tecnologia e pesquisa, para isso precisa-se de verba, atualmente a produção eficiente  no campo está atrelada aos métodos aplicados e não ao tamanho da área de plantio.

    2-SUSTENTABILIDADE 

    Novamente investir em pesquisa, e em técnicas simbióticas entre produção de riquezas e conservação do meio ambiente, um grande exemplo disso é a Agricultura Sintrópica.

  • #2061
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    Pedro Saldanha
    Espectador

    – Aumentar a politica de credito e financiamento para o agronegócio principalmente no caso de gado de corte e soja que são as principais safras de exportação. Dar credito bancário  ao agronegócio a aumentar a produção para gerar mais empregos, reduzir os preços dos alimentos e aumentar nosso PIB.

     

    – Para o meio ambiente é necessário fornecer verbas e equipamentos necessários ao corpo de bombeiros dos estados e ampliar cada vez mais as brigadas anti-incêndio e de resgate a animais silvestres.

  • #2068
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    Gabriel Testai
    Espectador

    O agronegócio brasileiro é um dos motores de crescimento de nosso país, sendo assim, exerce um papel essencial no crescimento econômico ampliado, pois os efeitos de transbordamento não se limitam ao próprio mercado de produção de alimentos, mas envolvem outros agentes e processos, desde a obtenção dos insumos até a disposição final do produto. Porém, devemos pensar em desenvolver formas sustentáveis que não provoquem dando ao meio ambiente e consigam ampliar a produção, quando se fala em agricultura sustentável se pensa a respeito de uma atividade que produza ao mesmo tempo em que respeite o planeta e as futuras gerações. Tanto o desempenho econômico quanto o meio ambiente fazem parte dos objetivos. O Estado deve, portanto, incentivar os grandes latifundiários a integrar lavouras, pecuária e florestas. Desta forma se combina o cultivo de espécies arbóreas comerciais, grãos, forrageiras com criação de animais em uma mesma área, podendo ser de forma simultânea ou sequencial, com o uso sustentável do solo. As vantagens desse sistema são a recuperação de pastagens degradadas, maior infiltração de água das chuvas no solo, ciclagem de nutrientes, diversificação de atividade na propriedade, melhoria de renda do produtor, entre outros. Outra medida que deve ser incentivado é o plantio direto, que se resume em deixar a palha e os restos vegetais na superfície do solo, sendo somente revolvida a terra nos sulcos onde serão depositadas as sementes. O Sistema de Plantio Direto é indicado como modelo de agricultura pela FAO por diminuir drasticamente o percentual de erosão no solo. O manejo integrado de pragas também é um meio muito eficaz de diminuir a emissão de pesticidas no solo, esta técnica consiste em manter as pragas abaixo do nível em que causam danos econômicos para as lavouras e seu controle é feito por diversas formas: por meio de insetos, uso de feromônios, retirada e queima da parte do vegetal afetada, adubação equilibrada, poda, entre outros. O manejo é uma alternativa para diminuir o uso de defensivos agrícolas, que torna os insetos mais resistentes e causam contaminação dos alimentos e do lençol freático quando aplicados indiscriminadamente. Essa prática proporcionaria uma economia de R$ 260 milhões por ano na redução de perdas de produção nas lavouras, no entanto somente 10% dessa tecnologia são empregadas nas áreas plantadas. Com esses sistemas sustentáveis é possível produzir alimentos contribuindo sempre com o meio ambiente e com isso o aumento da renda do produtor, os investimentos são necessários, mais o retorno e os benefícios obtidos através desses sistemas supera qualquer expectativa.

    Gabriel Testai

  • #2078
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    Ronaldo Florencio da silva Junior
    Espectador

    o PSDB tem obrigação de defender a biodiversidade, porém sem que isso prejudique o agronegócio que é altamente desenvolvido e deve ser acompanhado de perto pra que caso hajam excessos o poder público deve intervir. O que não dá é o governo federal achar que agora todo agricultor é um santo e o índio/ambientalistas são os vilões a serem destruídos. O governo federal se comporta como o PT quando achava que agricultor era o vilão e o índio/ambientalista os santos. O estado tem que preservar sim meio ambiente, porém sem anacronismo ou ideologia barata que no fim das contas gera muita fumaça e zero resultados positivos ao país.  Os órgãos fiscalizadores  devem ser reestruturados para fazerem o seu papel e não multar por multar, é necessário uma revisão dos órgãos sem que isso atrapalhe a natureza ou quem produz e gera riqueza nesse país como agronegócio.

  • #2092
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    Renato Ribeiro
    Espectador

    O partido deve se ater a dados científicos para elaborar suas políticas de Meio Ambiente, Agronegócio e Desenvolvimento Sustentável. Este é um assunto bastante sensível e que requer um consenso de diversos setores da sociedade, portanto devem ser ouvidos todos os segmentos envolvidos para que sejam tomadas decisões. O agronegócio é um importante setor para a nossa economia, e o mesmo pode sim crescer junto com as políticas de proteção ao Meio Ambiente, através de um Desenvolvimento Sustentável.

    Como política para esta área o partido poderia adotar investimentos massivos em ciência e tecnologia com a finalidade de melhorar os resultados do agronegócio, além de obter tecnologias para utilizar na preservação do meio ambiente.

  • #2104
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    David Alector Sampaio
    Espectador

    É fundamental que tenhamos políticas mais efetivas e duras para a preservação do meio ambiente, multas mais severas e leis mais eficazes.

    Desenvolvimento sustentável sem duvida alguma é a solução mais eficiente nesse momento. Há no Amazonas alguns trabalhos nessa área que rendem resultados positivos e precisam ser mais estudados.

  • #2108
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    Italo Nogueira de moro
    Espectador

    Primeiramente, é necessário entender que o Agronegócio aumentou sua produtividade nos últimos anos e passou a enfrentar diversos problemas, como por ex, a sustentabilidade. Nesse sentido, abaixo listarei algumas pontos que, para mim, são relevantes para o desenvolvimento do Meio Ambiente, Agronegócio e Desenvolvimento Sustentável, respectivamente.

    Mapeamento das áreas rurais, com objetivo de fortalecer tanto as zonas críticas quanto as zonas que já vem realizando grandes produções;

    Incentivar os produtores rurais a trabalharem com os terrenos que já possuem;

    Criar programas de incentivos para produtores rurais que respeitarem as normas e leis ambientais;

    Propostas para reprimir o desmatamento de forma eficiente;

    Ampliar o Seguro Rural, principalmente nas regiões carentes do Agronegócio, com intuito de gerar renda;

    É necessário um intensificar a reciclagem de resíduos, a fim de proteger o meio ambiente;

    Programas para fortalecer a consciência ambiental da população;

    Programas que incentivem por meio de incentivos fiscais para os produtores que conservarem os recursos naturais de nossas matas e florestas;

    Reduzir a desigualdade nas regiões;

    É necessário fortalecer a fiscalização das leis ambientais, assegurando padrões de produção e consumo sustentável;

    Combater as mudanças de climas e seus impactos nas regiões;

    Fortalecer os meios de revitalização, com objetivo de contribuir com o meio ambiente;

    Preservação dos animais e vegetais, com objetivo de manter o equilíbrio ecológico;

    Incentivos públicos e privados para incentivarem a realização de pesquisas que ajudem a combater a poluição e o consumo;

    É necessário entender que os três temas não são excludentes, portanto, caminham lado a lado atingindo diretamente um ao outro. Acredito que cuidando de todos de forma eficaz, teremos cidades mais sustentáveis, que respeitem o meio ambiente e que gerem renda com o Agronegócio.

    Atenciosamente,

     

     

  • #2122
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    Pablo Salomão
    Espectador

    Gosto quando temos na mesma frase: Meio Ambiente, Agronegócio e Desenvolvimento Sustentável.

    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>Agronegócio com inteligencia, pensado e voltado para a sustentabilidade é capaz de causar um impacto muito positivo externamente. Precisamos dar um recado ao mundo, depois do caos apresentado em relação ao meio ambiente.</span>

    <span style=”color: #383636; font-family: PT Sans, sans-serif;”><span style=”font-size: 14.5861px;”>- Mostrar políticas públicas capazes de fiscalizar e punir aqueles que destroem o nosso meio ambiente, em especial a floresta Amazônica.</span></span>

    – Estimular a valorização e o cuidado do nosso meio ambiente é necessário, fortalecendo nossa imagem para o mundo.

    – Propor o debate do desenvolvimento sustentável ao agronegócio;

    – Propor um hackathon social, em âmbito nacional, para pensarmos em alternativas que possam gerar desenvolvimento criando uma campanha federal de conscientização ao nosso meio ambiente.

    Precisamos educar nossa população a valorizar o que é nosso. Esse tema, trabalhado e divulgado tem um potencial enorme para gerar impacto real em nosso país.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  Pablo Salomão.
  • #2140
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    Vivian Coutinho Cavalcante
    Espectador

    O grande tabú no mundo do agronegócio é, sem sombra de dúvidas, trabalhar de forma sustentável, agredindo o menos possível o meio ambiente.

    É importante salientar que o agronegócio é de suma importância ao desenvolvimento econômico do nosso País. Desta feita, buscar equilíbro entre exploração e preservação é bem complicado.

    Uma das soluções que deve ser debatida, é buscar uma forma de responsabilidade ambiental, através do comprometimento dos Agropecuaristas (pacto ou acordo), de investirem ou preservarem uma porcentagem de terras nativas ou reconstruídas, fomentando, dessa forma, o Desenvolvimento sustentável através de exploração consciente dos insumos naturais.

    Outra solução, sem dúvida, é trabalhar a conscientização. A prevenção torna-se mais viável, na grande maioria das vezes.

    Já existem empresas que exploram as terras e, ao mesmo tempo, dedicam uma função ambiental, comprometendo-se nos cuidados com a fauna e a flora da região explorada. Este tipo de ação visa reduzir o máximo possível os impactos ambientais, evitando, inclusive, prejuízos nas cadeias alimentares, processos de renovação da flora, preservação de nascentes, conservação das matas ciliares…

    Práticas que devem ser copiadas, inspirando os produtores a crescerem de forma ordenada e em equilíbro, respeitando o ambiente que lhes dá sustento.

  • #2146
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    Raphael Sarris
    Espectador

    O governo deve investir em defender a proteção das florestas, oceanos e toda a flora e fauna do país, melhorando a fiscalização e repressão de madeireiros, caçadores, mineradores entre outros que exerçam suas atividades de forma ilegal destruindo o meio ambiente e trazendo prejuízos financeiros e de saúde para o país.

    O agronegócio briga constantemente contra o meio ambiente, por isso o certo é limitar as terras de pequenos, médios e grandes fazendeiros, devendo separar por categorias levando em consideração o tipo de produção. Dessa forma podemos evitar que alguns fazendeiros desmatem ilegalmente algumas áreas para estender seus territórios, além de conter o número de cabeças de gado, pois são gastos bilhões de litros de água por ano pelos criadores bovinos.

    Desenvolvimento sustentável é criado através da educação, pois dessa forma que as pessoas podem enxergar possibilidades e alternativas que tornam possível ver solução para o futuro. Desde reciclagem, reutilização de materiais que antes eram descartados e podem ter nova funções com apenas boas ideias.

  • #2173
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    Diemisson Neves
    Espectador

    A preservação do meio ambiente e algo fundamental na nossa sociedade atual, temos que previnir hoje para garantir o amanhã, o governo precisa criar um programa de orientação sobre a importância e como cada cidadão precisa fazer sua parte na preservação do meio ambiente, precisa ser realizada uma conscientização ambietal, precisamos de uma maior fiscalização ao compate as derrubadas e desmatamentos, o país precisa investi em reciclagem, em uma forma de que os municípios extemimen os lixões, e tenham um descarte de lixo de forma ecológico.

  • #2182
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    Arthur Silva
    Espectador

    “Um país se faz com homens e livros.”

    Essa frase é do grande escritor brasileiro Monteiro Lobato. Quero pedir permissão ao autor, mas nos tempos atuais eu acrescentaria: “Um país se faz com homens, livros e sustentabilidade“.

    Existem temas que transcendem questões partidárias e, eu até diria, ideológicas. O Meio Ambiente certamente é um desses temas. E como devemos iniciar a nossa agenda ambiental? Refletindo sobre temáticas que envolvem o assunto: a questão dos transportes e o modo de produzir energias. A base para a discussão é a sustentabilidade.

    O nosso ex-presidente Fernando Henrique numa conferência sobre Meio Ambiente, de forma certeira, definiu bem como devemos pensar o Meio Ambiente.Tratando-se de questões ambientais, não adianta ter apenas um ministro do Meio Ambiente, mas sim uma compreensão sobre esse assunto dentro do governo. Tal argumento é importante para começarmos a promover o debate, a agenda ambiental.

    Hoje em dia não podemos mais desassociar ecologia de economia, pois ambas caminham juntas. Exemplo: somos uma potência agrícola, justamente por sermos uma potência hídrica também. A prosperidade econômica tem como causa a indústria e o turismo, por exemplo, mas também pode ter como causa a economia criativa,a biodiversidade, a energia limpa e a possibilidade de reciclar, reutilizar.

    A mobilização da inteligência coletiva é fator sine qua no para começarmos a colocar em prática as propostas da agenda. É papel da escola, dos professores, dos políticos, dos pais, não só plantar uma árvore no dia da árvore, mas construiu uma concepção sólida e humana sobre esse tema. Lobato foi revisitado neste texto, aliás, o “Sítio do Pica-Pau Amarelo” é o lugar que todos nós gostaríamos de morar. Mas como Dona Benta, Tia Nastácia, Tio Barnabé e as crianças cuidam do Sítio? Com amor. E o amor faz o que? Cuida, preserva, cultiva. A sustentabilidade, sem esse nome e definição, já era descrita pelo nosso escritor brasileiro Monteiro Lobato.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  Arthur Silva. Razão: correção
  • #2195
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    Matheus Luiz Ramos Martins
    Espectador

    É de fundamental importância para o país o proveito de todos os recursos disponíveis em nosso território, o agronegócio, pesca, entre outros… Fazem um papel fundamental no desenvolvimento do Brasil, pois tem participação em grande quantidade na taxa de rendimentos de capital para os cofres públicos, devendo ser utilizada de maneira que possamos comercializar para tirar o lucro ( tanto dentro do país quanto exportando) mas mesmo assim sobrando recursos para que possamos continuar nesse processo de comercialização, acreditando no desenvolvimento a base de recursos naturais, e incentivando fortemente o comércio responsável, assim mantendo o processo sustentável.

  • #2211
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    Ryco Lima
    Espectador

    Implementação e garantia de 100% de coletas seletivas em todos os municípios brasileiros. Então acabar com 100 % dos lixões espalhados pelo Brasil como determina o art. 54 da Lei 12305, de 02 de Agosto de 2010, não iremos adiar a melhor opção ao se tratar de resíduos sólidos.

     

    Incentivar a criação, manutenção e investimento nas unidades de conservação de proteção integral no território Brasileiro.

     

    Educação Ambiental a partir do Ensino Básico, estimulando a criança já olhar de maneira diferente para com o Meio.

     

    Investimentos em fundos a favor da conversação e do monitoramento de áreas desmatadas;

     

    Fiscalizar os carros pipas que contribuem no abastecimento do semiárido, a fim distribuir uma água tratada e segura para o consumo. A criação de uma maior transparência no abastecimento, evitando o descaso com a população.

     

    Investir na agroecologia, a fim de diminuir os impactos causados pelos agrotóxicos.

     

    Auditoria ambiental obrigatória em empresas que necessitam de EIA/RIMA;

  • #2238
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    Matheus Pantrigo
    Espectador

    Apoio aqueles que citaram a educação ambiental como tema necessário na educação básica. Além disso precisamos de um plano compreensivo de saneamento básico e tratamento da água. Porém um dos tópicos mais importantes a serem tratados é a energia. Para tal trago as seguintes propostas

    • Auxilio fiscal para empresas cujo foco seja produção de energia renovável. Seja ela nacional ou internacional
    • Subsidio para a compra de telhados solares e uma campanha publicitária para conscientização sobre a possibilidade de  gerar energia em casa. Diminuindo momentaneamente a necessidade do Estado de investir em novas construções
    • Apoio a energia nuclear e a pesquisa dessa área. Não devemos demonizar a pesquisa nuclear pois ela provavelmente será a única que conseguira suprir o nível de crescimento da economia mundial. Existem projetos extremamente seguros de usinas núcleares
  • #2254
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    Roberta Berdeal
    Espectador

    Devemos cuidar do meio ambiente, mas não de uma forma “xiita”. O agronegócio deve também ter uma preocupação interna, não apenas para exportação. Todas as tecnologias possíveis devem estar inseridas no desenvolvimento sustentável, mas não vejo como produção em grande escala tal solução.

  • #2255
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    André Varela
    Espectador

    Por mais triste que seja comentar, essa é a realidade do Brasil: CENTENAS de municípios carecem (E MUITO) inclusive de Lixeira.

    O nosso país precisa urgentemente oferecer mais incentivos fiscais as empresas que trabalham seguindo uma política sustentável, bem como precisa também reavaliar como o saneamento básico em um país tão grande pode ser mais facilmente preparado.

    Isso sem falarmos no uso de novas tecnologias. O Brasil tem a falta tão grande de aspectos fundamentais que falar sobre tecnologia é quase que uma afronta. Ainda, é importante sempre lembrar o quão positivo seria a maior utilização de energia solar e nuclear (limpa).

    Possivelmente uma reavaliação com estudo de estatísticas que são apresentadas ano a ano permitiriam ao nosso partido e aos nossos políticos do PSDB evidenciar aquilo que hoje já sabemos de maneira mais precisa: O Brasil não lida da forma correta com o meio ambiente.

    Assim, a produção de um PL seria muito mais fácil e eficaz.

  • #2256
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    Leandro Correa
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    Meio Ambiente e agronegocio são temas fundamentais para o nosso pais, devemos defender projetos que conciliem os interesses do agronegocio com a proteção do meio ambiente. O agronegocio nõa vai crecser enquanto o Brasil não compreender que o meio ambiente e um ativo fundamental, devemos fazer isso de forma sustemtavel…

     

  • #2272
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    Wellington Lucas Barroso rocha
    Espectador

    É necessário desenvolver programas auto sustentável para que possa ter um desenvolvimento o pais sem prejudicar o meio ambiente, Plantações sem agrotóxicos para maior pureza dos frutos.

  • #2283
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    Bruno Cardozo
    Espectador
    1. Ampliar e fortalecer o Seguro Rural, visando maior segurança ao produtor rural
    2. Fomentar a Agricultura familiar
    3. Fortalecer as agroindústrias brasileiras, incentivando e facilitando os caminhos para as agroindústrias familiares
    4. Intensificar a fiscalização na floresta amazônica durante o período das secas
    5. Criar incentivo as empresas que presem pelo desenvolvimento sustentável
  • #2289
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    Deivin Corrêa
    Espectador

    A saída, está nas ações educativas para futuros cidadãos conscientes. Incentivar desde a base, promover ações que nos de indícios para a sustentabilidade. Recentemente, vários acontecimentos marcaram o nosso país.

    O governo, necessita de maior investimento em programas que expandem para todas as cidades, estados e fronteiras brasileiras.

    Enquanto não reflorestarmos e só retirarmos aquilo que a natureza nos dá, dificilmente teremos êxito no nosso país.

  • #2309
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    Wagner Gockos
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    Devemos criar se seguir agendas sustentáveis, de reaproveitamento de áreas anteriormente utilizadas por outras culturas.

    Fomento de pesquisas que recuperem áreas degradadas dando nova função social e econômica.

     

  • #2326
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    Marina Franco
    Espectador

    A legislação brasileira estabelece regras de condutas satisfatórias e condizentes com as necessidades de preservação do meio ambiente. No entanto, a simples existência de normas jurídicas não é suficientes para fazer com que o objetivo da preservação ambiental seja alcançado de forma eficiente, tornado-se necessário que o poder executivo as implemente através de politicas públicas, pensando e criando instrumentos hábeis a proteção o meio ambiente e evitação de sua deterioração.

     

    O Estado, bem como toda a sociedade, é responsável direto pela preservação do Meio Ambiente, assim através de seus respectivos representantes, deve adotar condutas que possibilitem o alcance da norma ambiental como idealizada pelo legislador.

    Entendo que as políticas públicas mais eficazes seriam aquelas pensadas dentro da esfera da economia, uma vez que possibilitariam adequar a exploração das atividades econômicas com o próprio mercado de consumo, objetivando, indiretamente, a preservação do meio ambiente.

     

    Sabe-se que a política fiscal influencia, de forma indireta, no interesse do mercado em investir naquele ramo de atuação. Sendo assim, a política pública de isenção fiscal torna-se uma importante ferramenta para fazer com que produtos que causam menor impacto ambiental cheguem aos mercados de forma acessível e em grande número, o que, por consequência, favoreceria maior preservação dos recursos naturais, uma vez que antigos produtos não sustentáveis seriam paulatinamente substituídos, cumprindo os objetivos que foram traçados na própria Conferência Nacional das Nações Unidas de 1992.

     

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Marina Franco.
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  • #2334
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    Arthur Arenari
    Espectador

    Monitorar, através dos dados dos órgãos competentes, as queimadas e buscar soluções em parcerias com ONGs para se resolver o problema.
    Criação de leis severas para desastres ambientais.
    Fiscalizar para que o agronegócio não seja devastador do meio ambiente, sabemos a importância do agronegócio, mas o indevido uso do meio ambiente, pode nos ocasionar graves problemas.
    Assinar acordos internacionais que se comprometa a diminuir a emissão de gases poluentes no país.
    Buscar novas fontes de energia além da hidroelétrica. Pensar em soluções para que as fontes de energia eólica sejam mais utilizadas.

  • #2345
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    Gustavo Martins de Carvalho
    Espectador

    Para ser efetivo, o desenvolvimento sustentável depende do reconhecimento de que os recursos naturais são finitos e muitas vezes insubstituíveis, ou seja, para que o desenvolvimento seja sustentável, o meio ambiente deve ser levado em conta.

    O desenvolvimento é comummente confundido com crescimento econômico, que depende do consumo de energia e recursos naturais, esse tipo de desenvolvimento tende a ser insustentável, pois fia-se no consumo de recursos naturais e acaba levando ao esgotamento desses sem levar em conta que a existência humana depende desses recursos. Isso não significa que os países menos desenvolvidos como o Brasil não devem utilizar de seus vastos recursos naturais para se desenvolverem, ao contrario, é necessário apenas que esses países tenham planos que equilibrem a exploração das matérias primas com a proteção ambiental, responsabilidade deve ser a palavra de ordem.

    É necessário a adoção de uma estrategia nacional de desenvolvimento sustentável estimulando o desenvolvimento e a harmonia de diferentes politicas setoriais, econômicas, de crimes, sociais e ambientais. Essa estrategia deve atentar a alguns pontos como a alteração climática e a busca por fontes de energia renováveis, transporte sustentável, consumo e produção sustentável, conservação e gestão dos recursos naturais, saúde publica, inclusão social, demografia e migração.

     

  • #2365
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    Diego Daniel Aciem
    Espectador

    O cuidado com o nosso verde, com nosso meio ambiente e muito esquecido pelos governos que passaram pois se visse muito o capital e também um possível desenvolvimento e esse tema e deixado de lado e não tem a devida atenção que merece, como o governo atual fez com as queimadas na Amazônia, como fez com as praias cheias de óleo. Isso e algo que marca uma nação trazendo muitos prejuízos para o futuro, e nossos ecossistemas.

  • #2378
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

    Quando tratamos da questão ambiental, problemáticas como o alinhamento do desenvolvimento com a preservação surgem. Para obter um desenvolvimento sustentável é necessário conciliar politicas de preservação e diminuição dos impactos ambientais.

    No setor agrícola o investimento em biotecnologia e técnicas de gestão é mais do que necessários, visto exemplo de países com maior aproveitamento de produtividade por metro quadrado. Uma de minhas principais ideias para o setor é a criação de núcleos de gestão de agricultura familiar, isto é, conciliar a produção sustentável de pequenas produtoras familiares a técnicas de gestão e compartilhamento de maquinários e venda conjunta, a ponto de propiciar exportações. As pequenas gestões dos produtores e cuidados reduzem o impacto ambiental, enquanto as politicas de exportações aumentam a renda familiar.

    Porque o meio ambiente é importante? Como estudante de biologia sei que grande parte do problema está vinculada a cultura e a falta de informação, portanto é mais do que crucial implantar programas de conscientização em diversos setores, desenvolvimento de cartilhas e atividades que ensinem desde cedo crianças sobre os cuidados com o meio ambiente. Pensando até em esferas municipais, pode ser proposto o cuidado e plantio de arvores pelas crianças e moradores para reflorestamento.

    A cultura ambiental em um país como o Brasil reconhecido facilmente pela diversidade de biomas/fauna e flora é um ótimo destaque ao turismo.

    Sobre recursos hídricos é de extrema importância rever o aproveitamento de rios e riachos, e empreender técnicas que aumentem a captação de água da chuva.

    Outra preocupação crescente é sobre a procura de novas matrizes energéticas, politicas de incentivo a pequenos produtores e a pesquisas do setor são ótimas opções de medidas.

    Por fim, acredito que a implantação e desenvolvimento de uma cultura ambiente são as bases para conciliar o meio ambiente com o crescimento econômico do Brasil e obter resultados mais do que satisfativos.

  • #2380
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    Saylo Soutelo
    Espectador

    É preciso reforçar os órgãos que combatem crimes ambientais;

    Fazer estudos técnicos antes da instalação de qualquer empreendimento rural, florestal e até mesmo urbano para assim ter a certeza se haverá ou não grande impacto ambiental (caso for considerado empreendimento de grande risco e impacto ambiental, este deve ser impedido de desenvolver suas atividades prejudiciais ao meio ambiente) e propor penas mais rígidas em desfavor de quem praticar crime ambiental além da obrigação de reparar o dano.

  • #2381
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    Thallya Scariot
    Espectador

    1. Investimento maior em energia solar e eólica, reciclagem de resíduos sólidos..

     

    2. Planejamento urbano é fundamental.

    3. É que mais municípios pudessem investir no “IPTU VERDE”. Uma parte do IPTU seria destinada à investimentos sustentáveis.

  • #2396
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    Renan Sambo
    Espectador

    – Maior seriedade no combate a desmatamento, defendendo e ampliando áreas de preservação;
    – Incentivo para energia alternativa, como a eólica e solar.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Renan Sambo.
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  • #2416
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    Rodrigo Ribeiro
    Espectador

    O Brasil é um país continental e portanto, possui características únicas se comparado a outros países. Apesar de estar em desenvolvimento, principalmente em cidades próximas grandes centros urbanos, nossa rica mata e floresta chamam a atenção mundo a fora. Pensando de uma forma nacional, precisamos não só proteger o que temos, mas CUIDAR e PRESERVAR. O mundo passa por um momento delicado no que diz respeito ao meio ambiente e talvez num futuro não tão longe essa possa (continuar a) ser  a nossa maior riqueza. De uma forma mais local, trazendo a cidade de São José dos Campos, a que vivo, como exemplo, é preciso pensar no desenvolvimento urbano, pela lei de zoneamento e plano diretor, que gere o adensamento mas de uma forma sustentável. O meio ambiente e desenvolvimento sustentável estão inteiramente ligados à mobilidade urbana, por exemplo. Em algum momento esquecemos que as cidades são feitas para pessoas e isso tem sido resgatado. As novas políticas públicas na área precisam ser direcionadas para as pessoas, onde elas irão morar, andar (seja a pé, por modos ativos ou de micromobilidade, transporte público) e o ar que irão respirar. Acredito que a nova tendência de criação de centralidades nas novas leis de zoneamento podem ajudar as grandes e médias cidades a melhorar a  qualidade de vida da população por meio de um ambiente mais limpo, menos poluente.

  • #2479
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    Allex Ribeiro Biato
    Espectador

    Temos um agronegócio de dar inveja. Acordos bilaterais são essenciais para continuarmos exportando e fazendo negócios com mundo, abrindo possibilidades de investimentos, principalmente em inovação. Nossa política ambiental precisa ser melhor desenhada com a melhor tecnologia disponível para mapear zonas como nossa Floresta Amazônica, mas precisamos usar nossas riquezas, de maneira consciente obviamente, para nos desenvolvermos e termos relevância. Para isso, é necessário que haja boa regulação e fiscalização, dando autonomia para determinados órgãos competentes a nível municipal, estadual e federal.

    Precisamos também discutir energias renováveis. A energia nuclear, apesar de bastante perigosa, estudos indicam que quando bem confinada e utilizada, é a que tem maior capacidade de geração. O debate sobre este tipo de energia precisa ser mais sério, pois energia nuclear é o futuro.

  • #2482
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    Allan Caboclo
    Espectador

    Acredito na agricultura eu acredito no agronegócio, vejo com bons olhos.

    Mas temos que inserir mais o pequeno agricultor no mercado.

  • #2502
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    WILLIAM CAMPOS
    Espectador

    Meio ambiente, Agronegócio e Desenvolvimento Sustentável devem andar juntos. Embora a potência do Agronegócio seja um realizador de riquezas, emprego e desenvolvimento, ele deve ser associado e condicionado a preservação do meio ambiente. O nosso meio ambiente é uma grande riqueza.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  WILLIAM CAMPOS.
  • #2506
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    Anne Luise Alves
    Espectador

    Há muito a se fazer pelo Brasil em relação á sustentabilidade e questões ambientais , país tão rico em biodiversidade , que não está sendo  bem gerido e aproveitado em vista da  riqueza em recursos naturais temos , para isto precisamos tanto da colaboração de cidadãos, empresas e  Poder Público , cada um exercendo sua responsabilidade social, sendo esta minha área acadêmica , estou lutando para desenvolver projetos da área de saneamento urbano e ambiental relacionado á gestão de esgoto e energia e gestão de resíduos sólidos , no caso para o município de São Paulo , região que habito ,  se cada um fizer oque está ao seu alcance , será possível alcançar o desenvolvimento sustentável do País ,e falando globalmente , seja em zonas urbanas ou rurais , é necessário levar em consideração a questão ambiental em todas nossas atividades , pois sem o equilíbrio dos os ecossistemas,  e o uso racional dos recursos naturais , não será possível a manutenção da vida na terra.

  • #2543
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    Luiz Fhilipe Mourao
    Espectador

    Perfeitamente possível conciliar investimento no agronegócio e a preservação do meio ambiente.

    No que tange ao agronegócio, é necessário investimento em infraestrutura, no que diz, da “porteira para fora”. Para tanto, parceria público privado é indispensável!

     

     

  • #2545
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    Douglas Frederico
    Espectador

    O meio ambiente não pode ser tratado como um santuário intocável e nem como fonte de recurso sem qualquer limite. O PSDB deve adotar uma posição que abrace os 2 pilares: preservação e exploração sustentável.

    O agronegócio e um dos pilares da economia do país,logo todo um plano de infra estrutura para agricultura e pecuária deve ser montado.

    Desde a plantação/ criação passando pela transportes, venda nacional e internacional, taxas, regras sanitárias, impostos, subsídios…. tudo deve ser feito de forma clara e objetiva.

    Atenciosamente,

    Douglas Frederico – Rio de Janeiro – São João de Meriti.

  • #2555
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    Caio Alexandre Gomes da silva
    Espectador

    O desenvolvimento sustentável é o casamento das pautas ambientalistas com as do agronegócio. É necessário que o nosso partido tenha uma atenção especial para esse setor, de modo que possamos desenvolver politicas que nao desfavoreça quem produz, e que nao seja negligente com o meio ambiente.

  • #2567
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    Kaique Guerreiro
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    Poderia ter uma  educação ambiental igual  que foi implantada em Três  lagoas onde funciona em escolas públicas! Onde o objetivo da educação  ambiental, é trabalhar com teatros,palestras  visitas técnicas, seminários!!E os resultados vem sendo gratificante!

  • #2588
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    João Lopes Waspe
    Espectador

    O agronegócio é o pilar econômico do Brasil desde sua fundação, sendo sempre protagonista da história, e todo esse protagonismo nos levou a ter um dos agros mais modernos do mundo, com farta oferta de terras ricas e prosperas, excelentes níveis de produção e raríssimos casos de perda de safra total. Entretanto o principal destino de toda essa produção é o exterior, que com a anulação de tarifas alfandegarias afim de trazer maior liberdade para o mercado, agora os países se protegem com outras barreiras, como por exemplo questões sanitárias e cuidados com o meio ambiente.

    Importante reforçar que a recente adesão a diversos novos agrotóxicos sempre foi defendida com a argumentação que diversos outros países se utilizam dos tais produtos, porem até que ponto é interessante se igualar ao resto do mundo? Se já possuímos grandes safras e um agronegócio extremamente moderno como dito anteriormente, porque abrir mão da diferenciação dos nossos produtos? Aumentar as safras sim, mas enfrentaremos maior concorrência, já que um produto já quase homogêneo (como a soja por exemplo) se nivela ainda mais com seus concorrentes.

    Pautado pelo que já foi dito, o Agronegócio atualmente consegue se vender muitas vezes pelos cuidados com o meio ambiente, Grandes latifundiários sabem disso e já adotam medidas conscientes de produção e conservação, porém ainda muito comum o uso de queimadas por exemplo num panorama geral.

    Fiscalização severa com medidas fortes no combate ao desmatamento, invasão de unidades de conservação, exploração de minérios em áreas ilegais e desastres ambientais. Retomada de projetos de pesquisa e desenvolvimento de combustíveis alternativos ao petróleo. O objetivo além de melhorar e preservar nosso meio ambiente, é deixar bem claro para o mundo nossa responsabilidade verde, pois a partir dela que virá os ganhos do agro.

     

  • #2607
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    Everson Cavalheiro
    Espectador

    O nosso país deve se unir a parte produtora, a pesquisa, indústria e o governo para organizar as melhores áreas em nosso território para se produzir com sustentabilidade e gerar desenvolvimento, devido às mudanças climáticas. Além disso nós temos agregar valor nas exportações para ter maior valorização nossos produtos.

  • #2611
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    Thales Rangel
    Espectador

    É de suma importância a criação de campanhas de conscientização ao meio ambiente pelo poder público, criar projetos que visam a limpeza do nosso litoral e estimular a preservação da vida marinha. O agronegócio pode ser uma saida para tempos difíceis que municípios e o Brasil vem passando, exemplo disso cada município deveria investir na agronomia local, produzindo seu próprio alimento (verduras, legumes e hortalicias)

  • #2613
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    Alberto Godinho
    Espectador

    Meio ambiente e agronegócio devem conviver em equilíbrio.

    Deve-se combater o desmatamento ilegal e investir em fontes de energias mais limpas.

    O agronegócio brasileiro é referência em inovação, produtividade e eficiência. É preciso mantê-lo forte.

    O desenvolvimento sustentável deve ser incentivado. Mas havendo conflitos entre o meio ambiente e o desenvolvimento, é preciso analisar caso a caso e verificar qual será mais relevante para a sociedade. Vemos vários exemplos injustificáveis de grandes obras paradas por questões ambientais, sendo a realização dessas obras muito mais impactantes para a sociedade do que o dano causado ao meio ambiente.

  • #2620
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    Felipe Barbosa
    Espectador

    Meio Ambiente, Agronegócio e Desenvolvimento Sustentável.

    Desde a colonização dessas terras somos conhecidos pelo agronegócio, assim como foi registrado na carta escrita por Pero Vaz de Caminha ” a terra que tudo dá”, café, milho, soja, cana de açúcar…

    Somos também conhecidos por nossas densas matas, nosso respeito a fauna e a flora. Atualmente ganhou força um confronto que a tempos o Brasil carrega, a intriga entre os que desejam explorar as florestas na intenção de extrair minérios, comercializar madeira e fazer uso das terras na intenção de desenvolver ainda mais o agronegócio. A grande questão é, como fazer a exploração dessas terras sem acabar com as nossas reservas?

    Sabemos que um desenvolvimento sustentável poderia alavancar a situação do país se executado a certo modo.

  • #2639
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    Tomaz Oliveira Hoffmann
    Espectador

    Desenvolvimento sustentável, energias renováveis, reciclagem de materiais, uso de tecnologia no campo, utilização de recursos sustentáveis são algumas bandeiras que devem se adotadas pelo PSDB.

  • #2642
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    Lucas de Lima
    Espectador

    1. Meio Ambiente: Fortalecer as instituições de proteção ambiental, maior investimento, maior fiscalização;

    2. Agronegócio e desenvolvimento sustentável: Proteger, investir em mais pesquisas e tecnologias voltadas para maior produtividade desse setor que consiste em 22,5% do PIB brasileiro, mas em paralelo a ampliação do agronegócio, o desenvolvimento sustentável e com produtos que agridam cada vez menos o meio ambiente e a população que a consome;

    Hoje podemos ver que o modelo da ZFM é um sucesso, pois o Amazonas conseguiu proteger mais de 90% da sua floresta utilizando esse modelo sustentável. Então sim, é possível ter desenvolvimento sustentável!

    O combate e a regularização de alguns garimpos pelo governo federal tambem é importante para não haver explorações ilegais, desordenadas e agressivas ao meio ambiente nessas regiões e em contrapartida aumentar a receita da união.

  • #2668
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    Patrike Soares
    Espectador

    Um incentivo maior à reciclagem seria um dos pontos principais para a melhoria do nosso meio ambiente.

    Também sou favorável à extinção dos agrotóxicos nas plantações.

  • #2681
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    Danilo Abarca
    Espectador

    O governo deve incentivar através de uma redução de impostos empresas que não promovam a monocultura em suas terras, mas sim uma cultura mista, onde existirão plantações de especies produtivas que colaborem para fauna. Além do citado anteriormente, é necessário um olhar mais clinico para o meio ambiente  e entendimento de que tudo tem um tempo determinado para trazer beneficios e que só o desenvolvimento sustentavel irá permitir ao homem mais alguns milhares de anos na terra.

     

  • #2696
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    José Victor da Silva Araújo
    Espectador

    O meio ambiente precisa de mais atenção, nossas florestas estão se acabando com as queimadas. O agronegócio ajuda muitos agricultores, dando oportunidade de investir em criações ou plantações, algo que desenvolve bastante a pecuária no brasil

  • #2730
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    Agenor Alves
    Espectador

    Três pontos de suma importância, precisamos levar em consideração um desenvolvimento sustentável para que em seguida possamos ter um agronegócio de qualidade e desta forma possibilitando politicas publicas  voltadas para o meio ambiente, temas esses que de fato precisam andar juntos e que precisam de um partido forte e consolidado para conduzir esses temas da melhor forma que possa desenvolver o Brasil com metologias inovadoras  e sustentáveis.

  • #2777
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    Maurício Severo Roesch
    Espectador

    A maior regulação por parte do Estado das atividades e das políticas ambientais leva o setor de agronegócio a se mobilizar em prol de ações de desenvolvimento sustentável. Essas ações possuem um diferencial competitivo no mercado e uma maior valorização das marcas, considerando a adesão da sociedade à nova consciência socioambiental e às influências originadas por países demandantes de produtos agropecuários, com menor impacto sobre os recursos naturais. O novo Código Florestal brasileiro limita o avanço das fronteiras agrícolas ao passo que induz o aumento da produtividade. É necessário propor estudos mais específicos, que possam verificar o impacto produtivo ao longo da cadeia, na busca de maior eficiência.

  • #2792

    O meio ambiente tem sido objeto de proteção internacional dos anos 70 até a atualidade. Infelizmente, grandes empresas entendem que essa proteção limita o desenvolvimento industrial e tecnológico delas e, consequentemente, do país. Porém, o meio ambiente está relacionado à qualidade de vida de todos os indivíduos, e é possível promover desenvolvimento sem destruir o meio ambiente. O agronegócio é um grande vilão nessa proteção. Porém, pode vir a modernizar-se com técnicas protetivas e menos lesivas ao meio ambiente. Esse é uma questão de direito internacional e transconstitucional, necessitando de tribunais e acordos internacionais para mediar conflitos e impactos ambientais, ainda que se tratem de ações locais. O atual governo vem diminuindo o cuidado ao meio ambiente e favorecendo a destruição de nossos recursos naturais escassos.

  • #2795
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    Vanessa Gomes
    Espectador

    A discussão sobre o desenvolvimento sustentável é um dos assuntos mais atuais, visto que que nossos recursos naturais não são infinitos. Na prática o desenvolvimento sustentável é a união do crescimento econômico com a preservação dos recursos naturais – economia verde – que busca agredir minimamente o meio ambiente. Um dos maiores desafios das grandes cidades é equilibrar a sustentabilidade e o crescimento urbano.

     

    A sustentabilidade das cidades deve ser aplicada a política urbana. Questões de moradia, redes de água, esgotamento sanitário, galerias pluviais, entre outros contribuem para uma cidade mais limpa e sustentável.

     

    Algumas cidades brasileiras têm adotado medidas que aderem a sustentabilidade urbana como, por exemplo,  a institucionalização da análise pedagoga ecológica em Campo Grande, o incentivo de uso das bicicletas e a ampliação das ciclovias em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro e a preservação de áreas verdes, a arborização urbana e recuperação de áreas degradadas, utilizando as mudas de árvores nativas em João Pessoa.

     

    Ainda podemos fazer muito para tornar cada vez mais as cidades brasileiras grandes exemplos de sustentabilidade, como o ampliamento das redes de reciclagem, criando coletas que sejam específicas para cada tipo de lixo, ampliar o sistema de transporte público e integrá-los para que cada vez menos pessoas usem carros e aumentar o número de áreas verdes nas cidades, utilizando terrenos baldios para plantação de hortas urbanas e árvores frutíferas.

     

  • #2815
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    Leonardo Novaes
    Espectador

    O Debate sobre meio ambiente não é mais um simples debate Eleitoral. Com as mudanças climáticas, cada vez é mais necessário buscar um modelo de indústria sustentável que preserve cada vez mais o meio ambiente, e esse debate deveria começar pela regulação dos créditos de Carbono, que são ótimos instrumentos de preservação e que também movimentam a economia verde.

  • #2817
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    Rafael Kabroski Antunes
    Espectador

    A meu ver, é interessante apoiarmos a política GENERALISTA, ou seja, resolver um problema de maneira abrangente, MULTIDISCIPLINAR e com o apoio da população, de fato. Assim como um ecossistema, precisamos conviver em SIMBIOSE com o meio ambiente, através das inúmeras tecnologias desenvolvidas nas UNIVERSIDADES conseguimos trabalhar vários pontos para GESTÃO DE RESÍDUOS, MELHORAMENTO GENÉTICO e RECUPERAÇÃO AMBIENTAL, de uma maneira SOCIOAMBIENTAL conseguimos englobar todos os nichos populacionais na mesma ação.

    Diversos centros de PESQUISA no nosso país trabalham com a temática do DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, é necessário trabalhar com o fundamento da  aplicabilidade desses projetos no meio ambiente, trazendo benefícios imediatos e fomentando mais uma vez todo o ciclo sustentável, afinal, aqueles que recebem o dom do conhecimento através da sociedade, tem o DEVER moral de repassa-lo como beneficio para o meio em que convivem.

    Uma das grandes bases econômicas do país não poderia ficar de fora de tantos avanços tecnológicos, e já sabemos que não está, rodeada de STARTUPS, o AGRONEGÓCIO é uma das vertentes que mais trazem oportunidades para a pesquisa de campo e também aos empreendedores que crescem diante deste mercado. É possível sim aliar todo esse progresso ao fomento da AGRICULTURA FAMILIAR, auxiliando inclusive um seguimento de mercado muito interessante que é o de produtos ORGÂNICOS como modelo.

     

  • #2818
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    Thárik Uchôa
    Espectador

    Desenvolvimento sustentável que é a possibilidade de crescimento econômico de um país atrelado com a conscientazação de preservação ambiental é possível quando se procura alternativas não danosas ou menos danosas ao meio ambiente. O direito ao meio ambiental saudável é um direito das gerações presentes e futuras, logo é um direito coletivo que tem como agentes de responsáveis por sua preservação tanto o Estado, como o cidadão comum.

  • #2821
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    Isabella Puglisi de Oliveira
    Espectador

    O Desenvolvimento Sustentável é “a ordem do dia” para o início do Século XXI. Desde as duas décadas do século XX, a comunidade mundial passou a discutir os impactos do comportamento humano no meio ambiente. Em consequência destes debates, surgiram protocolos, convenções e tratados que apontavam diretrizes para o desenvolvimento sustentável das nações.

    O Brasil sempre foi grande defensor  desta pauta, reconhecido e respeitado internacionalmente, tendo em vista sua biodiversidade e a preservação amazônica.

    Por óbvio a relação entre Agronegócio e Meio Ambiente tem sido conturbada, posto que os interesses acabam sendo conflitantes uma vez que o agronegócio quer expansão e o meio ambiente ecologicamente equilibrado requer preservação ambiental.

    Todavia, a solução para tal dilema se encontra na Constituição Cidadã (CRFB/1988)  que aponta como fundamentos do Estado Democrático de Direito os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa (art. 1º, IV), bem como o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum e essencial à qualidade de vida (art. 225, caput).

    Portanto, é imperativa a demarcação das reservas indígenas e ambientais, bem como a fiscalização rigorosa e promoção eficaz de responsabilização civil e criminal para os infratores, na medida em que a única limitação à livre iniciativa do agronegócio estaria devidamente registrada.

    Interessante para a preservação ambiental por parte do próprio agronegócio seria a concessão de incentivos fiscais para aqueles que levassem em consideração medidas além das básicas previstas em lei para a preservação ambiental.

  • #2842
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    Ricardo Alexandre Alves
    Espectador

    Duas pautas muito relevantes tem se colidido nos últimos anos, o desenvolvimento sustentável  e o agronegócio. Cada vez mais os recursos naturais estão mais escassos no mundo, contudo o Brasil é um país com um forte agronegócio. Ao meu ver, se faz necessário um maior número de regras no que tange os recursos ambientais afetados pelo agronegócio. E partir disso se incentivaria um maior investimentos no ramo da tecnologia por parte dos empresários, o que a longo prazo seria benéfico para o Brasil

  • #2872
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    Eduardo Rizzieri Cavalli
    Espectador

    Desenvolvimento sustentável e preservação ambiental, além de serem traços de nações do futuro, que tem consciência da necessidade de ambos para almejar um futuro como nação desenvolvida, se mostram cada vez mais  necessários para o também desenvolvimento economico. Cada vez mais as nações estrangeiras aumentam a regulamentação sobre os defensivos agrícolas e hormonios, contidos nos alimentos comprados por eles, o que para o Brasil, como 3º maior produtor agrícola do mundo, é de primeira necessidade acompanhar tais normas. O atual presidente, em seu despreparo, não deu atenção a esse fato, o que gerou instabilidade e pode trazer consequencias para o maior acordo comercial do país nas ultimas décadas, o acordo de livre comércio com a União Européia.

  • #2874
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    José Eduardo Santiago
    Espectador

    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>A questão do meio ambiente é bem ampla. Cuidar do meio ambiente começa desde a fralda de um bebê atirada ao lixo até a falta de saneamento básico. A maneira como o indivíduo age em relação a natureza em seu benefício, agride o meio ambiente e compromete o futuro. Leis brandas ou falta de fiscalização contribuem para isso.Não se precisa de muito investimento para que medidas de prevenção de desgaste do solo, poluição entre outros fatores que destroem o ambiente. Medidas pequenas podem salvar o planeta. Todos os processos relacionados a agricultura desde a produção até a comercialização dos produtos ajudam, minimizam e equilibram a lacuna econômica do país.</span>

  • #2878
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    Pedro Ygor Sousa Silva
    Espectador

    Políticas de fiscalização participativas e uma expansão aos mecanismos de combate, com multas mais altas dando uma eficácia real ao Código Ambiental, uma reformulação nas penas de maus tratos aos animais (com penas de fato punitivistas) e sanções mais eficazes aos agressores ambientais.

  • #2891
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    Matheus Braga
    Espectador

    É necessário antes de propor qualquer mudança para o meio ambiente, devemos aumentar a fiscalização das nossas fauna e flora e criar penas mais duras e severas contra crimes ambientais.

  • #2904
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    Gabriela Cardoso
    Espectador

    Acredito que devemos cuidar do que ainda temos, antes que seja tarde demais.

  • #2913
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    Wagner Mira
    Espectador

    E de suma importância preservar o meio Ambiente, e necessário mais fiscais para que se combata o contrabando que derruba árvores de proteção ambiental, não adianta chegar depois é multar por que já vou derrubado tudo trágico.

  • #2919
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    Gabriela Cruz
    Espectador

    Povos e Comunidades Tradicionais – Quilombos do Brasil

    No Brasil, já foram identificadas cerca de mais de 3.524 comunidades quilombolas, destas quase 2.000 já foram certificadas pela Fundação Cultural Palmares totalizando cerca de 2,2 milhões de pessoas.

    A auto definição de uma comunidade quilombola esta diretamente ligada com a relação que esse grupo étnico possui com a sua terra, território, ancestralidade, tradições e práticas culturais. A importância desse lindo patrimônio marcado por resistência, assegura a potencialização de sua grande capacidade autônoma, seu desenvolvimento econômico, etnodesenvolvimento e a garantia de seus direitos territoriais.

    A maioria de nossas comunidades quilombolas são rurais, eles aprenderam a tirar seu sustento dos recursos naturais disponíveis ao mesmo tempo em que se são diretamente responsáveis por sua preservação. Vale salientar que seus membros são agricultores, pescadores, extrativistas, seringueiros entre outros.

    Impostante ter um olhar sensível e acolhedor com as nossas comunidades quilombolas, manter viva as tradições históricas e culturais, e preservar nossas terras ancestrais.

    Sabemos que o meio ambiente é tratado com descaso, a luta quilombola vai além da disputa territorial. Infelizmente hoje é muito mais simples conseguir título de terra como pequeno produtor rural , usando leis como a de usucapião do que se declarando quilombola.

    O processo de reconhecimento e concessão é árduo e minucioso ainda mais no momento atual onde vivemos um grande descaso com a nossa comunidade.

    Vivemos um racismo ambiental, pois nossas terras são cobiçadas, e a violência contra os quilombolas tem crescido sendo só em 2017 foram mais de 14 assassinatos de nossas lideranças. Temos que enfrentar a cobiça por empreendimentos e degradação ambiental.

    Importante frisar que ” A luta não é só do negro, é de todos nós”, preservar o meio ambiente e a nossa história é interesse de todos.

    Vimos muitas dificuldades dos quilombolas em receber a concessão da licença ambiental para que possam praticar sua agricultura e subsistência.

    Precisamos de efetivos projetos de educação ambiental para todas as esferas, na busca de transformar as situações de conflitos em oportunidades de melhora da Proteção do patrimônio natural e do desenvolvimento socioambiental.

    O fio condutor da efetiva ação educativa irá nortear novas perspectivas de convívio social e alternativas econômicas sustentáveis que gerem renda e melhora na qualidade de vida de nossas comunidades, valorizando os aspectos históricos e culturais que contribuíram com a preservação da área das comunidades.

    Nossa proposta visa a implementação de uma política nacional de gestão territorial e ambiental dos territórios quilombolas com o objetivo de enfrentar as ameças a esses territórios e promover o desenvolvimento sustentável.

  • #2935
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    ERIK LIMA REIS SANTOS
    Espectador

    O agronegócio e o desenvolvimento sustentável sofre um grande preconceito de investidores necessário criar mais linhas de crédito o maior segurança para os empresários do setor aumentando maior quantidade e qualidade serviço e produto entregue

  • #3002
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    Jemerson Gleison Barbosa da Silva
    Espectador

    Acredito que o PSDB deve apoiar o desenvolvimento econômico de uma forma sustentável. Acho fundamental trabalhar pela redução dos impactos ambientais e resgatar nosso prestígio internacional afirmando o compromisso de seguir com o acordo de Paris. Importante também desenvolver estratégias para redução do impacto ambiental  por parte das empresas. Outro ponto fundamental é aumentar o acesso a coleta coletiva.

  • #3011
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    Ramon Villas
    Espectador

    O Agronegócio brasileiro exerce papel essencial no crescimento econômico ampliado, pois os efeitos de transbordamento não se limitam ao próprio mercado se produção de alimentos, mas envolvem outros agentes e processos, desde a obtenção de insumos até a disposição final de produtos. Pode-se dizer que o fomento do agronegócio se relaciona nas várias perspectivas (social, econômica, e ambiental) do desenvolvimento sustentável. É inegável que o setor colabora de forma favorável com a situação econômica e social do país, mas enfrenta importantes desafios sobre a dicotomia entre aumento da produção e redução de impactos ambientais. Os avanços tecnológicos tem sido aliados para isso. Ainda que distante do nível de tecnológico dos países desenvolvidos, a produtividade tem aumentado rapidamente nas últimas duas décadas.

  • #3030
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    Paulo Afonso Tavares
    Espectador

    Um dos pilares da nossa economia é o <span style=”color: #383636; font-family: PT Sans, sans-serif;”><span style=”font-size: 14.5861px;”>Agronegócio, mas não podemos conduzir de forma desordenada e descomprometida, com o meio ambiente. O Brasil é guardião da maior parte da Floresta Amazônica, que impacta sobre toda a vida da humanidade. Temos então a obrigação de preservar esses recursos naturais, mas também não podemos deixar de produzir e de plantar. Tudo na justa medida. </span></span>

  • #3057
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    Joao Pedro Freitas de Araujo Alves
    Espectador

    <p style=”color: #333333; font-family: Georgia,&quot; times new roman&quot;,&quot;bitstream charter&quot;,times,serif; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;”>1) Proteção de nossas florestas (Junto com o nosso exercito aumentando o contingente das nossas forças armadas em nossas florestas) aumentado a segurança e também efetuando mais prisões de atividades ilegais realizadas nas mesmas.</p>
    <p style=”color: #333333; font-family: Georgia,&quot; times new roman&quot;,&quot;bitstream charter&quot;,times,serif; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;”>2) Proteção ambiental de toda nossa costa marítima através de maior monitoramento da nossa marinha e também em parceria com grandes ONGs mundiais como o greenpease para proteção de animais nativos da nossa costa.</p>
    <p style=”color: #333333; font-family: Georgia,&quot; times new roman&quot;,&quot;bitstream charter&quot;,times,serif; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;”>3) Apoio tributário as grandes empresas de agronegócio para que possamos aumentar ainda mais os nossos produtores. Coloco como um grande destaque os estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e toda a região do Sul do estado de Minas Gerais onde o plantio já é extremamente grande.</p>
    <p style=”color: #333333; font-family: Georgia,&quot; times new roman&quot;,&quot;bitstream charter&quot;,times,serif; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;”>4) Trazer novas tecnologias para que possamos ter maiores desenvolvimento no agronegócio em outras regiões pouco exploradas como o Nordeste Brasileiro.</p>
    <p style=”color: #333333; font-family: Georgia,&quot; times new roman&quot;,&quot;bitstream charter&quot;,times,serif; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;”>5) Maior reciclagem de lixos nas cidades, sistemas estruturais cobrados pelo governo aos nossos munícipios visto em conta que o Brasil trata-se do quarto país que mais produz lixo no mundo, porém recicla apenas 2% de todo lixo coletado.</p>
    6) Melhorar na coleta de energia, colocando soluções de energias limpas como na região nordeste que pode colocar energias fotovoltaica e energia eólica. (E demais regiões nacionais também.) diminuindo o impacto ambiental como construções de grandes hidrelétricas.

     

  • #3089
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    Jhonathan Rocha
    Espectador

    É sabido que em muitas regiões do nosso país a base da economia é pautada no agronegócio. Porém, faz-se necessário que sejam elaborados projetos que visem ao desenvolvimento do agronegócio, mas pautado na sustentabilidade, uma vez que, os interesses econômicos não podem, jamais, sobrepor à saúde do meio ambiente. Ademais, é necessário que nos atentemos ao fato de que é necessário que tenhamos um ambiente homeostático. Assim, desequilíbrios ambientais tendem a impactar em vários outros setores, incluindo a saúde e a qualidade de vida da população.

  • #3104
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    murilo psdb
    Espectador

    .

     

  • #3179
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    Rafael Assunção Miranda
    Espectador

    É importante que o PSDB esteja mais vinculado com a causa ambiental, hoje este tema é um dos que mais chamam a atenção dos jovens no mundo. É preciso romper com a ideia vigente  que o desenvolvimento econômico é uma antítese da preservação ambiental, é possível promover desenvolvimento sustentável sim, para quem acompanha as notícias recentes tivemos uma amostra disto quando grandes fundos de investimento que controlam trilhões de reais pediram ao governo brasileiro uma agenda séria para com a floresta amazônica. O desenvolvimento com energia limpa, respeito ao meio ambiente, preservação de fauna e flora, agricultura com tecnologia e inteligência é o próximo passo na evolução da humanidade, aqueles que por ignorância ou má fé se mantiverem opostos a isto com certeza pagarão um alto preço nos próximo anos.

  • #3180
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    Henrique Luciano Alencar
    Espectador

    O partido tem que construir e propor uma legislação que incentive e apoie a agricultura familiar como o agronegócio e também  garantir condições para que os órgãos ambientais do país sejam cumpridores dos códigos e normas ambientais vigentes. O PSDB deve defender um agenda com diretrizes de desenvolvimento sustentável.

  • #3243
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    Estêvão Da Cunha Pereira
    Espectador

    Hoje em dia o <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 1.05em; text-align: center;”>Meio Ambiente, Agronegócio e Desenvolvimento Sustentável precisa de uma atenção para evitar desmatamento. Em relação ao agronegócio sou a favor de agrotóxicos, pois sem ele não existiria emprego ou alimentos no mundo.</span>

    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 1.05em; text-align: center;”> </span>
    <div style=”box-sizing: border-box; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; text-align: center;”>
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  • #3271
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    José Rogerio Salles
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    Já existe dentre os produtores grupos que trabalham buscando técnicas de produção sustentáveis, utilizando o controle biológico de pragas e doenças, adubação com menos produtos quimicos( pó de rocha). Técnicas de Agricultura sintropica. Estas técnicas além de ecologicamente mais sustentáveis tem reduzido os custos de produção e a dependência dos produtores das multinacionais.

    o Psdb deve defender incentivos à adoção destas práticas por parte dos produtores e incentivar as pesquisas neste sentido!

  • #3284
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    Wagner Siben de Souza Wolff
    Espectador

    O Brasil é destaque mundial que o tema é meio ambiente. Nossas riquezas naturais e biodiversidade são inúmeras. A função de um governo é garantir que as gerações futuras também usufruam de tais riquezas, razão pela qual, há que se ter rigor ao defender o meio ambiente. O Brasil não pode se pautar pela conduta de outros países que ignoraram a defesa do meio ambiente no passado.

    Talvez um dos únicos setores econômicos que avança ano após ano é o Agronegócio, e que passará a ser muito exigido nos próximos anos, em virtude do aumento da população mundial. Nosso país sempre soube conciliar a preservação do meio ambiente com a produtividade do agronegócio e não há razão para alterar tal matriz econômica. É preciso continuar investindo na pesquisa de novas meios de aumentar a produtividade, diminuindo o uso de agrotóxicos e garantir que as futuras gerações também gozem de um meio ambiente equilibrado e com menos poluição.

  • #3294
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    Larissa Sena
    Espectador

    Sobre o meio ambiente temos inúmeros assuntos para abordarmos, darei algumas ideias interessantes, tais como: preservação do meio ambiente, consciência ambiental, descarte de lixo e a importância da reciclagem

     

    AGRONEGÓCIO SUSTENTÁVEL: Investimentos em desenvolvimento sustentável, respeitando o meio ambiente e obtendo lucros. Atuando positivamente para preservando os recursos naturais, mantendo o equilíbrio ecológico em nosso planeta.

     

  • #3295
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    Larissa Sena
    Espectador

    Sobre o meio ambiente temos inúmeros assuntos para abordarmos, darei algumas ideias interessantes, tais como: preservação do meio ambiente, consciência ambiental, descarte de lixo e a importância da reciclagem

     

    AGRONEGÓCIO SUSTENTÁVEL: Investimentos em desenvolvimento sustentável, respeitando o meio ambiente e obtendo lucros. Atuando positivamente e preservando os recursos naturais, mantendo o equilíbrio ecológico em nosso planeta.

     

  • #3329
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    Lindamir Denardin
    Espectador

    Francamente, em relação ao meio ambiente, acredito no desenvolvimento sustentável, de maneira a manter o crescimento do agronegócio mas sem destruir massivamente a natureza, buscando conciliar o mesmo com a preservação do meio ambiente. Isso deve ser feito por meio da avaliação do uso de substâncias tóxicas no campo, a monitorização da fronteira agrícola e da caça ilegal, além do endurecimento da pena para os infratores ambientais. Simultaneamente, deve ocorrer iniciativas de financiamento ao produtor rural que produzir de maneira limpa, utilizar energia renovável no campo e cultivar alimentos orgânicos por exemplo.

  • #3351
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    Matheus Xavier
    Espectador

    Acredito que esse seja um tema de grande relevância pois o Brasil é um país rico em recursos naturais mas utiliza de forma pouco eficiente! Devemos lutar pela preservação do meio ambiente em conjunto de uma melhor exploração dos recursos que possuímos, o agronegócio que é responsável por uma parte considerável do PIB brasileiro é exemplo de eficiência na exploração dos recursos naturais. Devemos investir em tecnologia de ponta para preservação e monitoramento das reservas naturais e buscar investir em energias renováveis como a energia eólica e solar!

  • #3364
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    Vijanio Filho
    Espectador

    TEMATICA

    MEIO AMBIENTE

    É de fundamental importância a busca pela preservação ambiental.

    Podemos buscar o desenvolvimento de nossa sociedade, sem ameaçar a saúde de nossa fauna e flora.

    Necessitamos de alguns recursos naturais para a nossa sobrevivência, como água, alimentos e matérias-primas. Sem eles estaremos fadados ao perecimento. Portanto, precisamos preservar para sobreviver.

    Devemos combater o o impacto ambiental, incentivando a redução da queima de combustíveis fósseis, do descarte de lixo e esgoto em rios e mares, melhorar a gestão hídrica e combater a queima e destruição de matas e florestas.

    Porém, a preservação do meio ambiente não significa a interrupção de nossa evolução. Podemos incentivar o desenvolvimento sustentável, através de ações como:

    1. Uso de biomassa para gerar bioenergia e biocombustíveis.

    2. Sustentabilidade na produção e desenvolvimento de produtos.

    3. Reciclagem ou reutilização de materiais.

    4. Energia alternativa, como a solar e eólica.

    5. Uso de biocombustíveis e automóveis elétricos.

    6. Uso de soluções biológicas no lugar de substâncias químicas.

    7. Planejamento urbano adequado.

     

     

  • #3626
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    Mateus da Rocha Castro
    Espectador

    O agronegócio é o que sustenta esse país. Os pequenos, médios e grandes produtores necessitam de infraestrutura mínima para que possam trabalhar, por isso, investir nas reformas de estradas é a garantia que país vai crescer DIRETAMENTE, uma vez que isso irá reduzir o valor dos frentes, reduzindo o preço de custo e aumentando a renda dos produtores, esses, que irão contratar mais pessoas, contribuindo para redução do desemprego e aumento do PIB brasileiro. Entretanto, aqueles que insistem em desmatar a natureza devem ser punidos com o rigor da lei, por isso a sugestão da alteração de multas e colocar como crime hediondo, qualquer um que esteja contribuindo diretamente ou indiretamente para aumento do desmantelamento.

  • #3634
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    Henrique Lacasa
    Espectador

    Preservação ambiental não é pauta partidária, é um tema que deve ser defendido por todos.

    É importante quebrar a ideia de que desenvolvimento econômico e preservação ambiental não podem andar juntos. É possível alcançar o pleno desenvolvimento da economia, com bons índices sociais  e baixos níveis de desemprego preservando o meio ambiente e garantindo uma exploração sustentável das áreas que se pretende explorar.

    Nosso país pode ser exemplo para o resto do mundo, precisamos nos unir em torno do desenvolvimento sustentável.

  • #3676
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    Rafael Ventura
    Espectador

    O meio ambiente é essencial para a nossa sobrevivência. Devemos avançar sim em diversos segmentos, como no agronegócio. No entanto, precisamos fazer de uma forma que ambos andem juntos, como por exemplo, investindo em tecnologias sustentáveis, como reuso da água, energia solar, eólica, etc..

  • #3715
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    Aspásia Camargo
    Espectador
    • [quote quote=1197]<p style=”text-align: left;”>Vejo o tema meio ambiente como um dos mais preocupantes para o nosso Brasil, em minha cidade São Gonçalo do Amarante no Ceará está acontecendo um caso grave de poluição causado pelo pó do carvão usado pela a Siderúrgica, mim preocupa a rapidez que o pó se espalha por nossa cidade e vejo isto em diversas outras cidades é preciso aproxima o órgão competente desta situação e solucionar o problema que traz a nação uma grande preocupação, pois as consequências são múltiplas além de doenças respiratórias pode em algumas situações causa o câncer.</p>[/quote]

     

  • #3731
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    Valeria Garcia Ferreiro
    Espectador

    entendo que uma significativa parte da solução para as questões de Meio Ambiente, Agronegócio e Desenvolvimento Sustentável reside no tratamento financeiro e tributário que se dá à matéria.

    A imposição de taxas significativas para as atividades potencialmente poluentes, de forma a sustentar fiscalização eficaz, associada a exigência de contratação de seguro para o licenciamento destas atividades e multas também significativas, de forma a desestimular qualquer atividade potencialmente poluidora.

    Estabelecimento de limites à ocupação com o Agronegócio, de forma a desestimular a política empresarial de “terra arrasada” com os milhares de Km² abandonados impróprios para qualquer uso.

    Incentivos fiscais à recuperação de terras inservíveis e à agropecuária intensiva.

    Retirada imediata de qualquer subsídio para as atividades que usem trabalho equivalente ao escravo e para atividades que degradem áreas de preservação permanente, além das multas cabíveis.

    Taxas ambientais para fiscalização do uso dos aquíferos pelas atividades que estejam além da agricultura de subsistência e de pequeno porte.

    Incentivos fiscais às atividades que promovam o Desenvolvimento Sustentável, com mapeamento das pegadas de carbono.

    ICMS para o destino, não apenas para o petróleo e riquezas minerais, mas para todos os produtos, desonerando a malha viária.

     

  • #3755
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    Leonardo Martins
    Espectador

    Vejo neste tema, a possibilidade de um grande debate.

    Minha posição pessoal é clara: o agronegócio não pode prejudicar o meio ambiente, entretanto, a proteção ambiental não pode prejudicar o setor do Agro, que atualmente, move a economia brasileira em todos os sentidos.

    Pode parecer uma defesa impossível, mas não é, e temos diversos bons exemplos de tucanos que assim fizeram, no comando do poder executivo.

    São setores que parecem opostos, mas quando trabalhados com mente aberta e competência, andam alinhados!

    O Brasil é um país de rara e enorme diversidade de fauna e flora, e devemos preservar esse privilégio de todas as maneiras, entretanto, somos um país imensamente burocrático e com leis ambientais antigas e ultrapassadas, que prejudicam muito ambos os setores, no momento atual que estamos vivendo.

    O agronegócio, é o grande responsável por fomentar e manter a economia brasileira, é o setor que mantém quase todos os outros e inclusive, é o setor que produz o alimento que está na nossa mesa, ou seja, deve ser cada vez mais incentivado e encontrar sempre um cenário favorável  no parâmetro político, para que cresça, se desenvolva, e com isso, eleve o Brasil positivamente no cenário internacional e no quesito econômico. No meu estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, o agronegócio é responsável pelo sustento de 4 milhões de gaúchos, ou seja, é um dos setores mais importantes e que merece incentivo e respeito.

    Pode parecer difícil alinhar os estes setores de modo responsável, que todos saibam ganhando, e de fato é, necessário é competência e mente aberta para romper a barreira da dificuldade e fazer com que andem juntos, pois não vejo existência de vida sem a área ambiental e sem o agronegócio.

    Minha sugestão é que seja levada as discussões da nossa bancada no congresso nacional algumas atualizações no código ambiental, condizentes com o Brasil de 2019 e que mantenha firme, de acordo com a realidade, a proteção ambiental, e que sejam estudados e apresentados projetos para a desburocratização pesada, que só tira o incentivo de quem quer produzir, fortalecer o agronegócio e fazer com que o Brasil prospere, por meio de uma economia forte.

    Leonardo Martins – RS

  • #3773
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    Viviane Corteletti
    Espectador

    Qualquer atividade econômica, seja ela o agronegócio ou qualquer outra atividade que cause impactos ao meio ambiente deve andar  com as esferas econômicas e socioambientais concatenadas, não há desenvolvimento sustentável sem questões econômicas e sociais equilibradas. Não posso exigir conservação ambiental e a proteção de áreas de preservação permanente se a minha população não tem questões básicas, como saúde, infraestrutura, renda. É preciosa achar equilíbrio em qualquer atividade que se use recursos naturais, trabalhar com o conceito sustentável é um dos vieses mais importantes para o novo cenário e a nova demanda que vem se apresentando na sociedade, nas questões e discussões políticas.

    No caso específico do agronegócio, já existem vários estudos e técnicas para se exercer a atividade de forma mais sustentável. Como bióloga, entendo que não há nada que não possa ser feito, usado ou explorado, dês de que se respeite os limites de uso, impactos, conversação necessária. A sustentabilidade se encontra no ato de fazer a gestão correta, de usar as ferramentas e técnicas adequadas e não a proibição das atividades e desenvolvimento. Para nós técnicos da área é um momento de grande desafio e criatividade, pois é necessário achar soluções e não barreiras para que o pais, estado, município possam passar sem prejudicar o meio ambiente nessa recessão econômica.

    Os temas citados nesses fórum deveriam ser mais discutidos e representados pelos seus técnicos, os que dominam a técnica, para que se haja uma construção de politica pública mais coesa, com a base na prática do que da certo e o que não dá, do que é efetivamente sustentável ou não. A questão de meio ambiente ainda é pouco discutida por lideranças políticas, não é um tema tão comum como outras bandeiras (saúde, educação). Acredito que o PSDB tenha uma janela de oportunidade muito grande na discussão desses temas, acredito que somos um partido com muitos técnicos e lideranças que possam levar essas discussões de forma mais técnica e mais viável economicamente e não pelo viés ideológico, como a grande maioria de partidos e lideres que pegam o tema como bandeira.

  • #3804
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    Raquel de Santana
    Espectador

    Sou da Amazônia e ouvindo alguns discursos  me sinto planta ou bicho kkkk, são 25 milhões de pessoas que precisam trabalhar, precisam ter boa educação e as políticas públicas até agora tem sido equivocadas! As comunidades Tradicionais não são educadas ou trabalhadas para preservar e desenvolver dentro da sua comunidade, chega dessas bolsas (familia, verde etc), o governo precisa conhecer a Cultura do local, dar a oportunidade para esse ribeirinho se sentir parte da floresta não apenas da subsistência, mais sendo útil, mostrando uma porta de saída para ele e sua familia.

  • #3922
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    André Filipe
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    É impraticável dissociar a questão ambiental da legalização da maconha. Sendo este um tema bastante abragente, é preciso traçar um paralelo até com outras áreas como empreendedorismo e saúde pública. Anualmente, bilhões são gastos com a guerra às drogas, que na verdade é uma guerra contra as pessoas mais pobres que é resultado de uma política de Estado preconceituosa e falida. Com a legalização, é possível potencializar o agronegócio gerando renda com a criação de empregos e impostos sobre a produção e distribuição do produto, além de aquecer o mercado do país com mais terras cultiváveis em todo o planeta. Fonte de combustível  e matéria-prima renovável, a maconha é plantada com facilidade, não danifica o solo, produzindo tecidos mais leves e resistentes que o algodão. As fibras de cânhamo também podem produzir papel, o que diminuiria consideravelmente o desmatamento na Amazônia, minorando a crise ambiental que nosso país atravessa. Sem falar nos efeitos medicinais, como ação anticarcinogênica, melhorias na qualidade de vida de epiléticos, bem como de portadores do mal de Parkinson e mal de Alzheimer. Rica em ômega 3, ômega 6, ômega 9, vitaminas A, B, C, D e E também pode ser uma aliada na indústria de alimentos. Afinal, o corpo humano possui um sistema endocanabinóide, estando de tal modo equipado c/ receptores para moléculas de THC.

  • #3975
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    Juan Medeiros Barbosa
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    O artigo 144 da Constituição Federal traz o rol taxativo dos órgãos de segurança pública do Estado Brasileiro. Dentre eles, a Polícia Federal, que além da imensa atribuição de investigação de crimes federais e sua presença ostensiva em fronteiras, portos e aeroportos, tem também a atribuição de reprimir e investigar vastos crimes ambientais.

    Como se não bastasse a complexidade dos crimes submetidos à Polícia Federal, que é carente de recursos humanos num país de dimensões continentais, repita-se, ela também é incumbida da apuração e repressão de infrações penais relativas ao meio ambiente brasileiro que supera 60% (sessenta por cento) do território nacional.

    A criação de um novo órgão, como uma Polícia Ambiental, por exemplo, atrairia a essa todas as atribuições relativas ao meio ambiente, desinchando a Polícia Federal para que centrasse na apuração de outros ilícitos.

    Além disso, garantiria melhor especialização e trato no tema, uma vez que os cargos de carreira seriam de especialistas que realmente detém expertise na área e não, como acontece hoje, alguém formado em serviço social investigando um crime ambiental só porque foi lotado ou removido para tal função.

    A importância do meio ambiente para o ecossistema brasileiro é de notória relevância. Sem a floresta amazônica, por exemplo, sequer haveriam chuvas regulares no Sudeste, fato que comprometeria o desenvolvimento da região. Há de se falar ainda das riquezas minerais e vegetais existentes, não só na área amazônica, mas também no cerrado e pantanal, ou nos mangues, berço da vida aquática, sem o qual os pescados seriam severamente prejudicados. Isso é só um cotejo do que pode ser melhorado com especialistas.

    Não deve fugir a memória os trágicos desastres de Brumadinho, Mariana e mais recentemente, do óleo esparramado nas águas brasileiras e que causou sérios prejuízos à economia brasileira e a população, principalmente. Com uma Polícia Ambiental, poder-se ia contar com agentes mais especializados, melhores instruções processuais, eficiência e celeridade em investigações.

    Desta forma, haveria um compromisso maior com a fauna e a flora brasileira, a integridade da soberania nacional e o desenvolvimento sustentável do meio ambiente, compromissos assumidos pelo constituinte em 1988.

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