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Educação, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

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Queremos te ouvir, te consultar, dialogar. Aqui você deixa sua opinião, comentários, sugestões.
E qual deve ser a posição do PSDB sobre o tema indicado. Sua contribuição será fundamental para definir os rumos do partido.

Este tópico contém 198 respostas, possui 192 vozes e foi atualizado pela última vez por  Jessica Lacerda 19 horas, 28 minutos atrás.

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    Ronan
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    Thélio Caudinski
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    A educação, especialmente a de ensino superior, vive alguns dilemas: forma quem, pra que, e como?

    Como vamos falar da formação de novos profissionais sem mercado de trabalho? É claro que não pretendo colocar uma discussão ao infinito. Mas é necessário pensar sobre isso, especialmente sobre a formação de professores que hoje encontram um mercado hostil. Seja como for, precisamos reposicionar a educação brasileira.

    As instituições privadas de ensino precisam ter um acompanhamento de maior rigor por parte da legislação brasileira e fiscalização. Há de se estabelecer novos níveis de qualificação das instituições a fim de deixar claro o peso que cada formação tem. É o que o Estado pode fazer, além disso, estaria criando ingerências de mercado.

    Sobre as públicas, precisamos rediscutir a legislação sobre a administração destas instituições, fontes de recurso, reorganizar o modo como ocorrem os repasses de modo a dar mais previsibilidade aos gestores da instituição. Produzir uma integração maior entre o ensino superior enquanto, também, produtor de profissionais e pesquisa, com o ensino médio e fundamental. Que cada nível educacional não seja um fim em si mesmo, mas um sistema único.

    A própria legislação que rege as universidades é um empecilho para a sua reinvenção constante. Não possuem as mesmas armas de uma universidade privada, como verbas de publicidade, ou até mesmo capacidade de organização de seu corpo docente como acharem melhor. Cada mudança leva tempo, muito tempo.

    Sou favorável a cobrança de mensalidades por parte dos alunos mais abastados. Mas é preciso critério com rigor: uma alta linha de corte. identificar quais universidades poderiam realizar esta cobrança, em quais situações e identificar os possíveis valores. Não podemos correr o risco de produzir dificuldades aqueles que justamente poderiam recorrer ao ensino público como meio de formação qualificada. Mais do que isso: precisamos defender a desburocratização de recebimento de receitas por parte das instituições de educação, o desenvolvimento de fundos educacionais que seriam opcionais e demandariam o cumprimento de algumas regras e assim por diante.

    • #1494
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      Jonathan Ferraz
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      Um dos pontos essências para demanda a cultura é o desenvolvimento pedagógico, didático de um país é saber o quanto os jovens cientistas estão preparados para desenvolver tecnologias capazes de minimiza o trabalho humano e grandifica a produção em um todo. Os investimentos em educação ciência e tecnologia deverão promover a capacitação destes jovens para assumir os postos pelos quais ficarão vagos com o envelhecimento da população, para isso é necessário que este jovem tenha ciência de sua importância para seu pais para que o mesmo se sinta motivado a ser o melhor no que faz, e torna-se um excelente profissional. Educação de qualidade é prioridade para o crescimento sociocultural de um país, pois uma pessoa sem cultura, é um ser vazio que apenas preeche funções, enquanto que uma pessoa didática são exímios profissionais.

    • #1742
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      Rodrigo Ferreira
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      Melhor solução são as PPP, uma empresa privada cuida da gestão da escola, como instalação, manutenção e troca de ar condicionado, reparos em portas janelas, telhados. Enquanto o diretor se preocupa apenas com a parte pedagógica. As escolas devem ser adotas pela população onde ela é instalada. Por que os alunos não as utilizam de segunda a sexta e o resto da população utiliza a estrutura da escola aos sábados e domingos. Utilizando biblioteca, quadra de esportes, entre outros.

    • #2544
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      Caio Alexandre Gomes da silva
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      Pauta importante essa que, na minha mais honesta opinião, deve, urgentemente, ser remodelada. É necessário investimento na educação de base. Ciências e tecnologias, deve haver um maior aporte em doações por parte das industrias nas pesquisas produzidas nas universidades, acredito que a União deve incentivar mas nao financiar por total. O Ensino Superior deve ser privado, com a garantia de acesso por parte do Estado Brasileiro, de modo que estudantes assistidos pela União tenham que prestar serviços voluntários ou remunerados em sua área de formação na mesma duração que sua graduação ao Estado, em suas repartições

  • #784
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    Marcelo Fiche
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    O Programa Future-se pode ser um caminho para destravar a pesquisa nas universidades. Acho que o coorporativismo intelectual de nossos professores de universidades federais estão mais preocupados em não perder poder político interno de que entrar no debate com propostas de melhorias no programa. Independente do ministro de plantão, a proposta pode sim ser um caminho para a pesquisa deslanchar no Brasil.

  • #788
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    Álvaro Provetti
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    É necessário o investimento na educação brasileira, não só a superior, como também no ensino básico. Também é necessário o aumento do investimento no incentivo para a pesquisa acadêmica.

    Investindo-se na educação, buscamos melhorar a qualidade de vida do brasileiro a médio/longo prazo, pois se forma profissionais mais qualificados para atuar no mercado, por consequência, melhorando-se a qualidade do serviço prestado. Por tabela, melhora-se conjuntamente as áreas da saúde e segurança pública.

    Além disso, é necessário aumentar o grau cultural da população, para que esta tenha melhores condições de escolher seus representantes, diminuindo as chances de se dar êxito para fenômenos populistas, como o petismo e o bolsonarismo. Aumentando as chances, por outro lado, de candidatos com maior qualidade técnica de ocuparem os cargos de representatividade.

  • #866
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    Marcelo Galdieri
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    No Brasil, a educação superior gratuita é benefício de poucos e pago por muitos. Isso precisa mudar!

    Acredito que as universidades públicas deveriam ser autossuficientes, não dependentes do estado, arcando seus custos através de arrecadação de mensalidade, doações de alunos e convênios com empresas para desenvolvimento de tecnologias.

    Mas como tornar a educação acessível para os mais pobres?

    Acredito que ai está a função do estado: O estado deveria arcar com os custos de mensalidade para alunos comprovadamente carentes, custeando suas mensalidades e oferecendo, em alguns casos, ajuda de custo.

    Apos formado com ajuda financeira da população através do estado, estes formandos deveriam dedicar horas de atividade ou pagamento financeiro para reembolsar os investimentos da população em sua formação.

    Resumindo: quem faz curso superior às custas da população, deve devolver à população após formado.

    Assim, quantas horas de profissionais qualificados garantiríamos para a população? Quantas horas de médico para o SUS? Quantas horas de engenheiro para apoio aos municípios? Quantas horas de advogado para apoio a justiça?

     

    • #915
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      Rose Ventura
      Espectador

      Por ironia, a  falta de oportunidade de ingresso ao ensino superior hoje , na universidade pública, está diretamente vinculado a educação básica ofertada pelo próprio ente público. A precariedade de profissionais qualificados para este fim, somado a deficitária  infraestrutura do ambiente escolar, resulta em indicadores insuficientes  para o aproveitamento  dos candidatos a vaga no grau superior. O instrumento de avaliação classificatório para este fim, digo, vestibular, revela  as carências pretéritas da vida escolar do estudante e, neste momento, “desobriga”  a responsabilidade do estado quanto a  lacuna oriunda  da fase inicial do seu  cliente, diferentemente da previsão constitucional e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional enquanto compromisso positivado na legislação. Dessa forma, não saímos de eternas discussões quanto ao tema e, pior, com aumento crescente de analfabetos funcionais. Urge mudança metodológica da prática docente e da oferta de melhores condições estruturais para o atendimento aos estudantes desse universo continental chamado Brasil.

      Por Rosângela Ventura

      Presidente do PSDB Mulher Porto Alegre

      • Esta resposta foi modificada 3 semanas, 5 dias atrás por  Rose Ventura.
  • #904
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    Auro Alexandre Castro Filho
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    O sistema educacional superior deveria mudar no país com a participação de empresas com parcerias público privadas ppp, ajudando no custeio e absorvendo no final os estudantes para trabalharem na empresa , assim diminuindo o desemprego e gerando renda .

  • #919
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    JOAO BATISTA DE SOUZA TRIGUEIRO
    Espectador

    No que se refere à educação pública nos três níveis, acho  que o Estado deveria substituir a prestação direta desses serviços pela indireta por ser, em princípio,  mais econômica. A educação gratuita aos indivíduos em idade escolar  seria promovida mediante o fornecimento de bolsas de estudo em escolas particulares para as famílias carentes em percentual de 100 a 25%  ou seja, a partir do estabelecimento de faixas salariais familiares as bolsas concedidas seriam fornecidas em valor  integral ou parcial. Por exemplo, famílias  de até quatro pessoas  com renda familiar  de até doze salários mínimos receberiam bolsas integrais para seus membros em idade escolar,   famílias com renda entre 12 e 24 salários mínimos receberiam bolsas de estudos para seus membros em idade escolar de 50%, e as famílias com renda de de 24 a 48 salários mínimos receberiam uma bolsa de 25%. Penso que desta forma o Estado cumpre sua missão/interesse de educar de uma forma transparente e justa, pois,  é bem mais fácil controlar o número de bolsas fornecidas e seus beneficiários  que os valores gastos em merenda escolar, manutenção das escolas públicas, presença dos professores etc. Acho também que este sistema é mais justo que o tradicional pois além de limitar o gasto social apenas para as famílias que deles necessitarem, limita a contribuição apenas para a população que se engajar socialmente, ou seja, aquela que  contribui  com as atitudes cidadãs do planejamento familiar e a  inserção dos filhos na escola na adequada faixa etária.

    O limite do número de membros das famílias é uma maneira de apoiar o planejamento familiar.

  • #929
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    Paulo Victor Barchi Losinskas
    Espectador

    O processo educativo formal não deve ser visto como um fim em si próprio. É preciso estruturá-lo com base em evidências e com estabelecimento de objetivos claros e de forma a combater realmente os problemas que a falta de qualificação traz aos cidadãos: desemprego, baixa produtividade, redução dos níveis de bem estar e renda.

    Essas questões acabam por afetar todo o ciclo produtivo brasileiro e, portanto, precisam ser colocadas como metas na estruturação de um ensino adequado e de qualidade aos fins que se propõe.

    Dessa forma, não basta inserir um número enorme de pessoas em universidades sem qualidade apenas para apresentar o discurso de inclusão.

    A inclusão e o exercício pleno da cidadania se faz através da geração de conhecimento, da capacitação para o trabalho, do aumento sustentável de renda e da sensação de bem estar.

    Por isso, creio que é preciso rever a matriz de prioridades do ensino brasileiro, com maior valorização do ensino fundamental e o profissionalizante, abrindo espaço então para que as universidades se dediquem à pesquisa de ponta, gerando conhecimento e tecnologia a favor do país.

    Infelizmente não é isso que vemos atualmente: temos a subvalorização do ensino profissionalizante (técnico), desvio de função das universidades que tem produzido pouca inovação e se dedicado cada vez mais a receber uma quantidade maior de alunos em detrimento da qualidade e aproveitamento do ensino e um ensino fundamental que não prepara as crianças para o execício da cidadania.

     

  • #940
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    Vinícius Kafka Barbosa
    Espectador

    A Educação é uma carência do Brasil, há muito tempo, o problema não está no ensino superior, que possui suas falhas, mas o grande deficit está na base da piramide, o ensino básico, fundamental e médio. Nos últimos anos, houve uma acessibilidade maior de toda população com o ensino básico, com creches e escolas, mas falta o ensino publico de qualidade que faça o aluno se interessar pelas aulas, por uma profissão, que ele possa se sentir capaz, o que nos leva há um fato, entrar na escola é fácil, mais difícil é terminar os estudos com um diploma, a taxa de desistência é alta, o que faz surgir uma “geração nem-nem”, que nem estuda e nem trabalha, e torna-se perigoso para a estabilidade familiar aumentando dependências.

    A revolução 4.0 chegou, o Brasil precisa dar um passo a frente na ciência, investir em pesquisas, em laboratórios, para que sua economia não pare no tempo, e que não fique atrasada, pois a ciência pode ser um divisor de águas para o destino da nação.

  • #963
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    Jaylan Macedo
    Espectador

    1. É necessário um investimento maciço na educação básica, para melhorar os índices e a formação dos alunos.

    2. Maior valorização dos profissionais da educação e adoção de bonificação a partir da criação de metas a serem desenvolvidas.

    3. Fortalecimento do acesso às universidades públicas por parte dos alunos mais pobres, tendo em vista que apenas 15% – 20% da população tem ensino superior. Acredito que avançando mais algumas casas, futuramente pode ser possível discutir o modelo de universidade pública apenas para quem não pode por ela pagar, adotando a regras de taxas anuais para alunos com renda superior a 10 S.M, que poderiam servir para pagamento de bolsas de pesquisa para os alunos oriundos de classes mais baixas e/ou em situação de vulnerabilidade.

    4. Fortalecer os investimentos públicos em ciência e tecnologia.

  • #968
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    Cassiano Januário Cordeiro
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    Estimular a parceria publico privado.

  • #981
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    Elizalva Lima
    Espectador

    A Educação no geral tem uma carência de reestruturação enorme, começando por investir e valorizar mais nos educadores principalmente do ensino publico, faz-se necessário de disponibilização com acesso facilitado de mais laboratórios voltada para todas as atuações do ensino.
    Faz-se necessário também para o bom uso de verbas publicas um acompanhamento maior em creches, pois bem sabemos que tem muitas mães que não trabalham, não fazem nada e conseguem falsas declarações de trabalho para porem seus filhos o dia todo em uma creche em quanto muitas outras mães que realmente precisam ficam sem este beneficio, tendo muitas vezes de deixar de trabalhar ou ter todo um desgaste de parar e correr atrás de justiça para terem uma vaga.

    Falando em nível superior na minha opinião teria de acabar com esta história de cota (exceto para portadores de necessidades especiais de grau de dificuldade intelectual afetada), pois se queremos igualdade, raça, cor não nos diminui a capacidade para precisar de cota, o que deve ser feito é melhor e facilitar o ingresso de todos em universidades publicas, uma das áreas que deveria ser revista com URGÊNCIA é a da saúde (mais precisamente faculdade de Medicina) temos muitos jovens que sonham em ingressar em uma faculdade de medicina porem não trabalhara para só estudar e passar em um vestibular torna-se praticamente impossível pela condição financeira familiar e para fazer particular é impossível com o valor exorbitante de mensalidade, gata-se tanto com contratações de médicos de fora podendo investir mais no potencial de jovens brasileiros que sonha em ser um médico.

  • #987
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    Gleyson Macedo
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    1. Criar disciplina de direito constitucional e economia domestica nas escola

    2. Cobranca de mensalidades em universidade publica paraa pessoas que possua renda elevada.

    3. Expansão do direito a meia-passagem para todos os municipios para alunos de baixa renda.

    4. Aumentar a ofertas de cursos de medicina.

    5. Criar prova de suficiencia em todos os cursos de nível superior.

    6.aumentar a oferta de Cursos de mestrado e doutorado.

    7.oferecer educacao básica, fundamenta e medio na modalidade Ead em localidade de dificil acesso.

    8.criar projeto de disciplina de ingles para todos os alunos apartir do ensino básico.

    9. Criar projetos esportivos nas escolas publicas e privadas

     

     

  • #1010
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    Bolívar Gomes
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    Sou filho de dois professores e conheço a realidade da Educação. É bem triste. Além de alternativas que são importantes, mas que não são a solução dos problemas, como as escolas civico-militar ou as charters schools, em especial para situações de falta de investimento, como é a realidade do Rio Grande do Sul. Entretanto, não podemos abrir mão de uma Educação pública de qualidade que só será possível com políticas públicas de valorização do setor que hoje acaba sendo vítima de um preconceito decorrido de uma apropriação por parte de movimentos ligados ao PT. Mas aqui faço um adendo: é muito mais uma vontade desses grupos políticos de se apropriar da Educação, do que propriamente a Educação ser esquerdista, como muitos grupos bolsonaristas e mais conservadores defendem. Não podemos cair nessa. A Educação precisa ser plural e mostrar ao indivíduo que está formando a consciência e a identidade política os diferentes direcionamentos políticos que compõem a história do mundo. Para tanto não podemos ter leis, como a Escola sem Partido, limitando a atuação do professor. A ideologização defendida pelo projeto, precisa ser feita, sim, mas de outra forma, que não abra precedente para restringir a liberdade individual de cada um, mas que permita a ele mostrar os prós e contras de cada visão de mundo.

    Aqui vai algo defendido pelo então candidato Alckmin que também defendo: Educação Básica. Nossos jovens chegam ao Ensino Médio com uma defasagem prévia de conhecimento. Sem falar quando chegam à faculdade. Eu, quando entrei na Universidade do Vale do Rio dos Sinos, tive um tempo de adaptação ainda que tivesse dois professores em casa que me auxiliaram. Mas e quem não tem? Faz o que? Cancela o curso e vai trabalhar em mão de obra – sem qualquer menosprezo? Trata-se de um efeito dominó. Sem Educação Básica de qualidade não há um Ensino Médio completo. Sem um Ensino Médio há uma defasagem no Ensino Superior. Sem o debate plural e democrático, formaremos robôs incapazes de ter senso crítico.

    A Ciência e a Tecnologia – permita-me colocar em um mesmo tópico – precisam ser defendidas veementemente. O atual governo federal assumiu uma postura contrária ao campo e isso acaba prejudicando uma série de coisas, inclusive a área Econômica. Defendo que o PSDB empunhe esta bandeira.

  • #1054
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    Maria Tereza Olegário
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    Sabemos o quanto a educação é importante, através dela que vidas são transformadas. Infelizmente vivemos em um país onde ela não é valorizada, afinal os privilégios não são para todos. Jovens negros por não terem tido oportunidades, acabam perdendo suas vidas. Precisamos mudar essa realidade.

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas, 3 dias atrás por  Maria Tereza Olegário. Razão: Caracteres incorreto
  • #1058
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    Marcos Teles
    Espectador

    Olá, sou o Marcos de Itaquaquecetuba – SP, como tucano que sou e pela vivência em São Paulo, vejo o nosso partido muito afastado da pauta “EDUCAÇÃO’, precisamos voltar as nossas origens e não ser somente o partido do bom equilíbrio fiscal, mas também aquele que é fomentador das boas práticas educacionais, ouvir mais as nossas bases que estão inseridas no dia a dia escolar e tentar realizar a mudança necessária no cenário estadual e nacional. Um dos pilares essenciais é a valorização do aluno como um ser pensante e não mais um número, o estado como fomentador de politicas públicas tem que ser aquele que olha com dignidade a vida dos estudantes e entende cada dificuldade e dessas dificuldades cria facilidades. Precisamos implementar Profissionais capacitados para cuidar do psicológico dos alunos, poderíamos implementar com a ajuda de estagiarios de psicologia, as aulas de inteligência emocional, ja praticadas em alguns cursinhos pré vestibular, além disso a educação financeira, porém, a educação é um tema extenso, é injusto e irreal debatermos tal tema por um forum na internet.

  • #1066
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    Cassiano Januário Cordeiro
    Espectador

    O PSDB precisa assumir o protagonismo na Educação, Ciência e Tecnologia em relação a todos os partidos políticos. Fazer desse ponto a base ou a marca PRINCIPAL do partido uma vez que nos dias atuais estamos cada vez mais conectados a internet, utilizando aparelhos/maquinas tecnológicas e novas descobertas sendo divulgadas todos os dias pela ciência.

    Veja que todos os brasileiros desejam uma educação melhor e a grande maioria utiliza, respeita e valoriza tecnologias que facilitam o dia a dia, seja no transporte publico, segurança, saúde…

  • #1071
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    Brunno Caleiro Pereira
    Espectador

    Educação, ciência e tecnologia são temas que nos mais diversos países do mundo andam lado a lado, caminham nos mesmos sentidos do desenvolvimento e buscam sempre serem complementares entre si, o que torna mais fácil e produtivo para o sistema nacional se capacitar, ampliar suas atividades e ter um setor industrial mais capaz. O triângulo amplo de Governo-Academia-Indústria tem andado muito separado no Brasil e isso vai se tornando um problema. É extremamente importante buscar a retomada das relações entre esses setores pois, pesquisa e desenvolvimento, quando amparados por esses três vértices, ganham muito mais força. É possível analisar cenários como dos EUA, Rússia, China, Finlândia, entre outros, países que buscam se apoiar bastante em pesquisas feitas dentro das universidades, as quais ficam responsáveis não pelo desenvolvimento em si, mas por entender e capacitar profissionais que atuaram no governo ou no setor industrial. É o processo de criação de conhecimento. Já a indústria, em países como os citados, buscam bastante o contato com o a academia para entender quais possíveis áreas estão mais desenvolvidas, buscar esse conhecimento e esses profissionais que estão se capacitando para que desenvolvam seus projetos. Por parte do governo, a mediação entre esse sistema, o bom uso e correto dos recursos para investimentos e o bom uso, também, dessas pesquisas causa completo impacto no desenvolvimento nacional.A relação entre o desenvolvimento da ciência e tecnologia com a educação começa de fato dentro das universidades ou dos centros de pesquisa (privados ou públicos), mas no Brasil temos nos distanciado disso. Tem se criado uma relação de conflito entre as três pontas do triângulo, afastando aquilo que é pesquisado ou desenvolvido, dos seus devidos usos e fins. Isso afeta não só os estudantes, pesquisadores ou funcionários de setores privados, mas afeta a população no geral, que depende de novas soluções, serviços, desenvolvimentos tecnológicos e outros processos. O Brasil não pode ir contra o movimento dos países desenvolvidos e criar distância entre os três setores. É necessário usar todos os meios para que a sociedade se desenvolva num geral.

  • #1104
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    Ramon Villas
    Espectador

    Venho do ensino público desde o ano de 2006 até a faculdade de Geografia que conclui o ano passado. Fui testemunha de que precisamos avançar muito, e que muitos são os desafios de quem precisa da rede pública de ensino nesse país. Durante o ensino fundamental e médio é preciso se ter uma atenção redobrada sobre qualidade do ensino e como está sendo o processo de aprendizado desse aluno que mais tarde poderá estar em uma faculdade. No Ensino Superior o desafio é com a estrutura das faculdades, como laboratórios, bibliotecas, projetos de pesquisa e toda estrutura que garanta um formação de qualidade, preparando pessoas com mais Qualidade para o mercado de trabalho. O meu estado foi governado durante vários anos pelo PSDB, e o esforço para se ter uma educação de qualidade foi muito grande, porém não foi suficiente. Acredito que o partido precisa se posicionar a nível nacional em defesa da Educação Pública de qualidade que vem sendo atacada pelo atual governo federal, pois é só assim que teremos um futuro melhor.

  • #1111
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    Italo Nogueira de moro
    Espectador

    Prezados, me chamo Italo Nogueira de Moro e curso o 4º período de Direito.

    Como entusiasta da política brasileira, nota-se a importância de participarmos de pesquisas para opinarmos referente a educação de nosso país.

    Analisando o cenário da educação, resolvi compartilhar um pouco sobre o tema da EDUCAÇÃO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR, até mesmo pelo fato de estar diretamente ligado a este ramo, como acadêmico e colaborador de uma organização de ensino.

    É indubitável que a educação de nosso país, atualmente, passa por uma vasta série de problemas, o que consequentemente proporciona a formação de indivíduos menos cultos. As escolas públicas, não estão conseguindo alcançar, inteiramente, as expectativas de aprendizagem básica na formação dos jovens. Neste mesmo contexto, observa-se que no mês de abril. o governo anunciou o congelamento de R$ 1,7 bilhões das custas das universidades, com o intuito de encerrar os gastos discricionários.

    Observando este cenário crítico da educação no país, as escolas do ensino fundamental e médio, devem se preocupar com a formação profissional e cidadã dos alunos presentes. Desta forma, devem ser criados incentivos para os alunos concluírem o ensino médio, biscando parcerias com grandes empresas para os alunos que se destacarem academicamente, oportunizando os mesmos de ingressarem no mercado de trabalho. Reitero ainda que, as universidade públicas precisam de investimentos para desenvolver a infraestrutura dos campus, uma vez que os cortes afetaram diretamente os centros de pesquisas.

    Ainda em tempo, observa-se a importância da participação da União no financiamento e remuneração de professores da educação básica de Estados e Municípios, no sentido de não só os motivar, mas de realmente valorizar esta classe, que cada vez mais vendo sendo desrespeitada. Ademais, é necessário desenvolve-los e atualizá-los sempre, no sentido de serem melhores educadores em sala de aula.

    Acredito muito na transformação do país pela educação, porém, não basta o interesse do governo e das escolas se a própria sociedade acomoda=se deixando de participar para a melhoria deste processo.

    Neste sentido, observa-se que o governo do país, estado e municípios, devem incentivar sempre a imersão dos indivíduos na educação, ressaltando o nobre significado de serem pessoas melhores. Paralelo a isto, é de extrema relevância a participação das empresas neste cenário, com o objetivo de construir uma sociedade de mais oportunidades.

    Abraço Fraterno,

    Italo Nogueira de Moro.

     

    https://www.linkedin.com/in/italo-nogueira-de-moro/

  • #1118
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    Bruno Cardozo
    Espectador
    1. Precisamos urgente rever os conceitos da Educação, nos níveis, fundamental e médio. Precisamos criar mecanismos para evitar a evasão escolar nesses dois níveis.
    2. É necessário fortalecer programas de incentivo as instituições de ensino superior, investir veementemente em pesquisa
    3. Promover parcerias entre empresa e instituição de ensino, facilitando o acesso e incentivando a qualificação e graduação do seu quadro de colaboradores.
  • #1132
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    Paula Ioris
    Espectador

    Diretores de escolas publicas estaduaisou municipais precisam ter perfil de gestão e liderança, fundamental para interagir com toda a comunidade escolar.

    Professores com formação e qualificação permanente para  terem estrutura tecnica, didatica e humana para acolherem nossas crianças e jovens que apresentam demandas cada vez mais complexas.

    Politicas que  sensibilizem e desenvolvam a participação da familia na escola.

    Politicas de desenvolvimentode cidadania nas escolas.

    Escolas precisam de estrutura psicosocial para dar conta dos graves indices de suicidio, automutilação, evasão escolar.

    Curriculos: preverem a formação humana, respeito as diferenças, consumo consciente…

  • #1138
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    Luiz Fhilipe Mourao
    Espectador

    Necessário a valorização do professor, tem tenha um salário justo, condições físicas e estruturais para lecionar, que seja oferecido cursos de capacitação.

    A educação precisa ser a pauta do país, sem investimento não conseguiremos colher os frutos em um futuro próximo.

    Uma questão que creio que precisa ser debatida é a estrutura de uma Universidade Pública, como a CF prevê sua autonomia administrativa e financeira, dentre outras, deveríamos debater se esse modelo é adequado para hoje e para o futuro.

     

  • #1175
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    Alef Ramos
    Espectador

    Será Necessário o investimento na educação brasileira, não só a superior, como também no ensino básico. Também é necessário o aumento do investimento no incentivo para a pesquisa acadêmica.

    Investindo-se na educação, buscamos melhorar a qualidade de vida do brasileiro a médio/longo prazo, pois se forma profissionais mais qualificados para atuar no mercado, por consequência, melhorando-se a qualidade do serviço prestado. Por tabela, melhora-se conjuntamente as áreas da saúde e segurança pública.

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas atrás por  Alef Ramos.
  • #1194
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    David Lira Matias
    Espectador

    É necessário que todos os graus da educação brasileira receba investimento, infelizmente todas os graus de instrução estão carente de investimentos e apoio do governo. É muito importante que se invista na tecnologia, pois através dela iremos pode alcançar altos níveis de participação dos jovens.
    Investir em educação deveria ser uma prioridade de todos os governos, porém não é isso que vemos, hoje o ensino superior é o que mais sofre com essa falta de investimento, pois podemos ver a taxa de evasão do ensino superior principalmente pela falta de estrutura das faculdade públicas. No meu ponto de visto, quando se investe em educação você pode melhorar a qualidade de vida dos brasileiros e com isso formar profissionais mais qualificados para atuar no mundo trabalho.

  • #1199
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    Douglas Firmino
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    Para a Educação em nosso Brasil, reconheço que ainda estamos muito distantes dos modelos internacionais que conhecemos. Entendo que a educação é o pilar mais importante para a construção de um país, a partir dela temos uma saúde melhor, mais segurança, melhores empregos e qualidade de vida de sua população.

    Será necessário atacar a educação básica com escolas em tempo integral com melhorias nas grades curriculares, desde as primeiras idades já incentivando ao estudo da programação e da matemática, pois temos hoje uma grande lacuna em nosso país de profissionais deste gabarito e se queremos investir em tecnologia este é o caminho.

    No ensino médio devemos formar os alunos e ao concluir o estudos de ensino médio tenham uma profissão: para isso ampliar as grades curriculares a fim de no turno excedente o aluno se profissionalize por meios de cursos técnicos obrigatórios, ou seja, a formação técnica seria uma extensão do ensino médio , o aluno poderia escolher dentro da sua escola o curso disponibilizado de seu interesse ou a escola deseja que tenha o curso que almeja uma vez que o curso é uma extensão do ensino médio (parecido como acontece com o CEFET).

    No ensino superior devemos primeiro usar as pesquisas já realizadas pelas universidades e favor dos prédios públicos: todas as universidades federais devem ser modelos de reuso da água da chuva, de captação e utilização de energia solar e energia eólica, com isso reduziríamos consideravelmente os gastos com energia e água potável, do ponto de vista educacional devemos abordar investimento maior nos cursos de maiores necessidade por região.

    Quero deixar por fim minha real importância pela Educação, ciência, tecnologia e Ensino Superior em nosso país este é um ponto chave para mudar os rumos do nosso Brasil para a melhor, temos exemplos de outros países que estavam bem atrás do nosso e hoje são grandes potências: A China, o Japão, Coréia do Norte e Coréia do Sul, etc. Podemos e devemos entregar um país melhor do que o que recebemos para os nossos filhos e netos.

    Douglas Firmino.

     

  • #1213
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    Edson Silva
    Espectador

    Olá!

    Primeiramente  agradeço a oportunidade de me expressar e deixar aqui a minha opinião referente a minha escolha.
    quero também deixar bem claro que em vários comentários, não vi ninguém comentando sobre as vagas na educação para pedagogos e que um reforço em cima disso seria agradável e fortificante.
    Mais com base na pesquisa, podemos avaliar a questão de colocar psicopedagogos em escolas para ajudar a juventude no desenvolvimento estudantil, ajudando a desenvolver melhores entendimento referente ao que está acontecendo com as mudanças do dia a dia de cada um deles, assim evitando transtornos familiares, mal desenvolvimento de caráter e etc. quero também ressaltar que a maioria das escolas hoje tem meninas grávidas  menores de idade  e meninos com doenças sexualmente transmissíveis, isso tudo por falta de extrusão e participação dos pais…. nisso tudo podemos avaliar que essa seria uma solução. Desde já agradeço sua atenção.

    atenciosamente,

    Edson Barbosa da silva
    psicopedagogo

     

     

  • #1214
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    Anísio Lima
    Espectador

    No Brasil de ontem e hoje, não está sendo realizado um sistema para que as crianças e os jovens gostem de estudar , nosso modelo de educação precisa e deve ser um modelo replicável . Isso só irá acontecer pela instalação de um novo modelo educacional, um modelo que estimule o jovem a pensar livre, sem medo de errar, tentar e ousar. No nosso País, o ensino ainda é muito instrutivo e explicativo, a maior parte do que o aluno aprende vem da boca do professor em sala de aula. O ideal, acredito, seria que o estudante fosse incentivado a pensar de forma livre, estimulando o interesse pelo conhecimento, sendo assim um empreendedor da sua própria formação e conhecimento (amparado sempre é claro pelos professores e equipe disciplinar). Para que possamos nos inserir num mundo global e competitivo é preciso o investimento em ciência e tecnologia. Educação não está sendo prioridade nacional!
    Acredito também que a iniciativa privada possa participar desse empenho, criando fundos setoriais para o desenvolvimento tecnológico e cientifico, não apenas e só através de pesquisa própria, mas aliadas a convênios com universidades. É necessário que o nosso governo e as nossas industrias passem a utilizar a tecnologia desenvolvida no nosso país.

    Anísio Lima
    Maceió-AL

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas atrás por  Anísio Lima. Razão: ERRO DE DIGITAÇÃO
  • #1241
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    Joao Rodrigo
    Espectador

    educaçao: tornar só as materias de matematica e portugues obrigatorias e exigentes, qlqr outra, opcional, principalmente ao ensino medio pra onde cada aluno direcionara seu aprendizado superior.

    ciencia: apenas focar na area de climatologia e seus equipamentos.

    tecnologia e ensino superior: sao questoes de mercado.

  • #1265
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    Vinícius Andrade Martins
    Espectador

    1- ALFABETIZAÇÃO

    Deve ser grátis, de qualidade e para todos independente de qualquer coisa

    2- TEMPO INTEGRAL

    O governo deve oferecer a possibilidade de educação em tempo integral principalmente para o primário.

    3-ESTRUTURA

    As escolas devem oferecer estrutura para uma educação de qualidade incluindo práticas de esporte e laboratórios de informática e ciências. Também se inclui o refeitório devendo oferecer comida em todos os períodos e boa.

    4-VALORIZAÇÃO DE DONS

    Pessoas tendem a ser melhores em determinadas coisas, a escola deve analisar o aluno e oferecer a oportunidade para que o aluno possa especializar em seus dons, seja dentro da escola ou fora em cursos técnicos.

    5- PROFISSIONALIZAÇÃO

    Oportunidades de profissionalização e agenciamento de empregos devem ser valorizadas na escola, incentivar o jovem a trabalhar e se especializar é imprescindível.

    6- FACULDADE PAGA

    Universidades públicas atualmente são majoritariamente para pessoas ricas, pessoa com renda mais alta devem pagar sim ter acesso a uma faculdade pública, enquanto pessoas com renda baixa continuam a estudar gratuitamente. Tudo mediante comprovação.

    7-ESTÁGIO

    Incentivar ás empresas a contratarem estagiários.

    8- PESQUISA

    Incentivo a pesquisa com valorização a temas em alta no mercado oferecendo incentivo à essas empresas desde que elas ofereçam oportunidade a esses jovens.

    9- INCENTIVO

    O governo deve incentivar os jovens a estudar com prioridade ao trabalho, incentivos financeiros são  vitais para jovens desde o ensino médio.

    10- PROFESSORES

    Valorização dos professores, levando em consideração o salário, condições de trabalho, saúde e segurança no trabalho.

     

  • #1272
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    Gregory Gonçalves
    Espectador
    • Manter e estender as cotas raciais e implementar as cotas sociais para o ingresso de pobres no ensino superior, pois a pobreza no Brasil não tem cor.
    • Cobrar mensalidades dos oriundos das classes mais abastadas no ensino superior, pois o atual sistema é uma fábrica de privilégios onde o aluno que tem oportunidade, se beneficia do suor e dos tributos de quem trabalha. O correto seria a extinção do ensino superior gratuito, mas isso é muito radical. Não é justo o filho da empregada pagar com os impostos que pesam mais sobre ele a educação superior do filho do patrão.
    • Incentivar e estimular a participação de empresas e fundações no fomento a pesquisa de no âmbito acadêmico abandonando essa heterodoxia de abominar o investimento privado nas universidades.
    • Universalizar o ensino básico em tempo integral para todos os alunos.
    • Criar mais vagas de creche e implementar creches 24 horas, pois as mães são trabalhadoras comuns e por isso trabalham em qualquer turno.
  • #1334
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    Amanda Nascimento Pereira
    Espectador

    Educação: Deve-se voltar mais atenção ao Ensino Fundamental. Desde vagas em creches a abertura de vagas no Ensino Fundamental e Médio deve ser uma prioridade, pois é o primeiro contato com o universo escolar. O governo deve garantir esse acesso.

    Qualidade do ensino: Deve-se ampliar as condições para que o professor possa se dedicar integralmente  a sua práxis. Concursos públicos para a efetivação de professor é primordial, pois os contratos temporários impedem qualquer estabilidade profissional, além de fazer com que, em muitos casos, o professor tenha que se deslocar de uma escola para a outra para conseguir fechar o número de horas para conseguir um salário mequetrefe. Não tem como o profissional de educação se dedicar em preparar uma boa aula, se ele não tem condições para tal. Mais vagas efetivas, plano de carreira e condições para a sua práxis.

    Alimentação: Sabemos que muitas crianças contam apenas com a alimentação na escola, por isso, não se pode descuidar desse item. Uma proposta é incentivar as hortas escolares que, além de envolverem os alunos no cultivo, poddem envolver membros das comunidade e familiares, formando uma horta coletiva.

    Saúde mental: todas as escolas deveriam contar com a presença de um psicopedagogo (ou psicólogo), para que a criança (ou o jovem) encontre na escola um apoio para as suas questões emocionais.

    Ciência e tecnologia: O governo deveria valorizar e incentivar a pesquina no Brasil. Deveria ser inadmissível que um governo trate seus pesquisadores como vagabundos, e que os culpe por rombos orçamentários. Um bolsita de pesquisa ganha R$1.500, no mestrado, e R$2.100, no doutorado, e ainda tem que assinar um contrato de dedicação exclusiva, ou seja, não podem ter outro contrato empregatício, chega a ser papético ver um governo culpar essa classe com responsáveis por rombos orçamentários.

  • #1335
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    Eduardo Alves
    Espectador

    Em minha opinião, uma medida que surtiria um efeito muito positivo a longo prazo seria uma reforma na grade curricular do ensino médio, inserindo duas novas matérias, que são:

    Ensino Econômico: Está disciplina traria na sua ementa conceitos de macroeconomia, microeconomia, previdência, tributos e empreededorismo. Estes conceitos são de extrema importância na sociedade atual, mas no ensino médio ninguém tem noção do que seja, só teria a oportunidade de ver no superior ou algum curso a parte, essa disciplina iria incentivar o empreendedorismo nós jovens mais cedo.

    Ensino Jurídico: Está disciplina traria conceitos básicos de legislação, como: O que é constituição, leis civis e penais, noções de política e representatividade, Teoria do estado, dentre outras de grande importância.

    Tem consciência das dificuldades financeiras na área da educação, mais estás disciplinas são ofertadas ou algumas semelhantes nos países desenvolvidos, seria de extrema importância trazer esse conteúdo para o jovem se preparar para a vida e despertarem seu senso crítico.

     

  • #1342
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    Ricardo Olimpio
    Espectador

    Precisamos retomar os projetos de apoio a Educação Superior e principalmente o incentivo em pesquisas na área de ciência e tecnologia, sem esquecer das áreas de humanidades que são também importantes para o Brasil.

     

    #DiversidadeTucanaEmAção

    • Esta resposta foi modificada 1 semana, 3 dias atrás por  Ricardo Olimpio.
  • #1365
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    Diego Daniel Aciem
    Espectador

    Como aluno de escola pública, via muitos professores bons não tendo o devido merecimento, e não sendo visto com o valor que tinham, muitos colegas desistindo da escola por falta de incentivo e muitas vezes por ter que assumir uma vaga de trabalho, e tendo que voltar depois para os estudos com a educação para jovens e adultos, perdendo um tempo de educação valioso onde também poderia descobrir onde se encaixa no mercado de trabalho ou podendo saber que profissão ou caminho acadêmico seguir, podendo gerar um desmotivo em estudar.

    No ensino superior a educação pública para muitos jovens e um sonho, pois ainda tem uma estigma de que Universidade pública e para elite que tem a condição de pagar um cursinho para poder se preparar para os vestibulares difíceis e longos, para um jovem e complicado pelo fato dos pais não tendo condições de bancar o cursinho é o filho ir trabalhar para bancar seus estudos e acabar optando por instituições de ensino privadas ou por incentivos do governo como prouni ou fies, podendo assim alcançar o sonho de um ensino superior.

  • #1382
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    Nathanael Guimarães Rodrigues
    Espectador

    Educação ainda precisa melhorar e muito em nosso país, valorização do professor em sala de aula, investimentos fortes e de maneira correta, mais escolas de tempo integral, escolas de tempo integral também no ensino fundamental, fazer programas sociais e incentivar assim como FHC fez, colocando mais de 90% das crianças nas escolas, educação tem significado de desenvolvimento, um país bem educado com toda certeza é um país avançado, com democracia e liberdade, temos muito ainda no que avançar, unir o avanço tecnológico ao ensino, mas claro com com toda certeza sempre a valorização dos livros e dos professores, pois esses transformam e ajudam a construir grandes pessoas que ajudam a construir um Brasil melhor.

  • #1388
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    Jackson Lucian
    Espectador

    Esses temas não desmerecendo os demais esses pra mim os mais importantes, porque neles estão nosso presente e futuro,  temas pouco cuidado é só enfatizados em época de campanha muito triste,  não vejo um investimento a eles pouca valorização sendo esses de suma importância para todos nós, sei que tem um teto mínimo pra investir nesses temas mais não respeitados e sempre que se fala em reduzir gastos são os primeiros,  a nossa triste realidade.

  • #1412
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    Henrique Dias
    Espectador

    O Brasil passa por problemas na questão de educação em todos os niveis, da basica ao superior. Não sei se o modelo cívico-militar vai ajudar muito, professores não são respeitados dentro da sla de aula e alunos saem do ensino médio sem entender nada. No nivel superior o estado de São Paulo ate da exemplo com as Fatecs, pelo menos as que conheco são muito boas, porém algumas universidades públicas não parece ser administradas e vemos vez outras crimes são cometidos, precisa ser feito uma auditoria em todas as escolas, um trabalho duro, demorado mas necessário.

  • #1422
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    Fellipe Bayeh
    Espectador

    Para min o problema da educação está principalmente na base, existe uma grande carência de creches, hoje mesmo ví um post da Leila do Volei falando que alocou verba de emenda para a construção de creches, mas é sabido que isso não vai para a frente, pois o custo que se tem para construir uma creche é o mesmo do que para mantela todo ano, e isso depende do governo local. Precisamos de um plano nacional para atacar a educação de base, fortalecer o aluno desde o principio mais voltado para o mundo moderno, onde temos que aprender a estudar por conta própria e manter esse costume pela vida toda. Nossa grade curricular é muito conteudista e defasada, temos que reavaliar o método de ensino, para adequar nossos jovens a economia 4.0 e não apesar treinar operários de fabrica.

  • #1430
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    Ediney Pires
    Espectador

    Sabemos das grandes deficiências no que se trata de educação no país, alunos saindo da escola pública e ensino superior sem ao menos saber escrever corretamente, trocando as letras e colocando o singular no lugar do plural, professores sem paciência para ensinar, não se preocupam em ditar para que os alunos escrevam, estão tão saturados que não querem ter mai esses trabalho. Mas como cobrar de um profissional que ganha tão mal, quando deveria receber um dos melhores salários? É do professor que vem as outras profissões e acredito que deveria ser reconhecido por tudo o que faz. Não existe uma política de valorização, não existem amparos legais que façam os ensinar com amor, isso poucos fazem! O fato é que isso prejudica e muito a educação no Brasil. Outro fato importante, é a falta de tecnologia dentro dos espaços para trabalhar com os alunos, jovens saem da faculdade de perspectiva nenhuma de futura, só sabem que tem uma graduação, porém com a incerteza de um emprego, não vamos longe, o FIES por exemplo, foi uma política frustada que o ex presidente trouxe, mas que deixou endividado uma boa parte dos jovens que formaram na faculdade, outros por outro lado, sequer conseguiram concluir por conta dos juros do programa. Outra política ou programa deve ser criado para reparar estes erros grosseiros cometidos por quem deveria garantir o futuro dos nossos jovens.

  • #1440
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    Gabriel Nascimento
    Espectador

    Para a área da Educação, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o Brasil deve se inspirar no país que melhor soube investir nestes quesitos nas últimas décadas: a China.

    Priorizando investimentos na área da educação, a China consegue desenvolver um polo de ciência e tecnologia que a coloca como segunda potência econômica mundial.

    Investimentos na área da infraestrutura educacional, no corpo docente, uso da tecnologia nas escolas.

    Em relação às instituições públicas de Ensino Superior, como uma forma de conseguir recursos para investimentos da estrutura das instituições e auxiliar em sua manutenção, proponho um modelo que faça com que estudantes com maior capacidade financeira passem a pagar mensalidade, proporcionalmente à sua capacidade.

     

  • #1451
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    Leandro Marcio Souza
    Espectador

    1) Habilidades regionais

    • buscar aquilo que cada região ou estado tem potencial de oferecer
    • definir a longo prazo o que o país vai ofertar ao mundo
    • direcionar esforços de pesquisa, oferta de recursos e centros acadêmicos para atingir meta
    • de tempos em tempos revisar indicadores, processos, metas e tecnologias em uso

    2) Investir mais na educação básica:

    • escola em tempo integral
    • base comum curricular com especificidades regionais
    • professores: piso nacional; tempo para planejar e ministrar aulas além de corrigir provas e capacitação continuada
    • trabalhar temáticas: educação financeira, empreendedorismo, competição saudável, primeiros socorros, direitos e deveres básicos
    • revisar número de creches conforme população devido redução na taxa da natalidade em muitas localidades
    • incentivar pro-atividade dos alunos em busca de objetivos individuais ou na mudança de planos
    • ofertar ensino técnico como opção de carreira e ganhos

    3) Ensino superior:

    • ser possível realizar parceria de instituições públicas com entidades privadas para pesquisa de desenvolvimento de produtos
    • viabilizar transformação de produção científica em marcas e patentes, podendo obter ganhos via licenciamento
    • trabalhar cultura de start-up para rápida conversão do fomento em produto ou serviço disponível ao consumidor
    • estimular intercambio com outros centros de excelência para troca de experiência ou parcerias
    • previsibilidade no recebimento de bolsas de estudo/pesquisa devido compromissos
  • #1454
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    Leandro Miguel
    Espectador

    ESCOLAS PÚBLICAS E APROVAÇÃO AUTOMÁTICA.

    Nosso futuro corre riscos sérios, esta geração tem sem perdido em meio a liberdade exagerada, nas escolas publicas não existem mais dificuldades, não existe mais elevação de nível, apenas  o objetivo de conquistar metas, e as vezes com fraudes…Os profissionais da educação nem são valorizados e nem protegidos pelos governos, parece não haver seriedade do maior responsável pela Educação do BRASIL… Os GOVERNO FEDERAL, ESTADUAIS E MUNICIPAIS… As escolas publicas nos municípios, distritos, capitais e grandes cidades tem sido a anos uma vergonha, governantes tem saqueados a estrutura de nossas escolas e tem prejudicados  nossos profissionais da Educação, nossos estudantes e tem ferido o nosso povo.

    A “aprovação automática” ou “progressão continuada” tem que acabar, tem prejudicado muito o ensino brasileiro, “já vi alunos beneficiados por essa atitude desastrosa, passando para próxima serie sem ter atributos necessários para continuar progredindo, onde deveria esta regredindo”, Temos que mudar isso, tem que ser uma prioridade pra já, estamos caindo em um buraco sem fundo, alunos descompromissados com  o que lhe forma como cidadão e supostamente a vida.

    Temos que rever nossos conceitos de Ensino, de preparação e aprovação dos nossos estudantes de todos os níveis!

    Para onde queremos levar este país?

    Que país é esse?

    Os demais tópicos deste tema, ainda me foge e muito sobre o conhecimento especifico, o que posso afirmar é que Ciência, Tecnologia e Ensino superior, precisam demais investimentos, precisamos despertar mais interesses por partes de nosso estudantes de qualquer área…

     

     

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 6 dias atrás por  Leandro Miguel.
  • #1467
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    Raquel Lourinho
    Espectador

    As prioridades na nossa educação são invertidas. Damos muita atenção ao ensino superior e esquecemos do nosso ensino básico fundamental, que é onde recebemos todas as bases para nossa vida adulta.  Toda mudança efetiva é de longo prazo, por isso, é importante vermos a educação como PRIORIDADE não como algo que “futuramente irá melhorar”. Nossas crianças, precisam de atenção especial, para que se diminua a desigualdade no Brasil, como uma qualidade no ensino básico nossos jovens terão uma base muito mais firme para ingressar em uma universidade pública.

  • #1469
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    Fabiano Martins
    Espectador

    Há uma defasagem da escola pública em todas suas etapas. O governo deveria impor aos municípios e estados, o efetivo cumprimento das metas para acesso a verbas e projetos. Tem que haver mecanismos que busquem a participação e o envolvimento da sociedade diretamente no processo educacional das crianças. Hoje, a falta de comprometimento familiar em algumas camadas da sociedade, refletem o panorama do nível da educação. O turno integrado na educação básica pode ser a curto prazo, a alternativa para melhorar os indicadores, desde que disponha de estrutura e condições para as tarefas multidisciplinares.

    O Ensino Superior público tem que ser gratuito, com foco em quem precisa e nos temas de interesse acadêmico. Não se pode desvirtuar e utilizar a Universidades em pautas as quais não lhe cabem competência.

  • #1470
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    Leonardo Igor Valente Veiga
    Espectador

    houve uma inversão na educação publica, segundo a BBC, os gastos públicos em educação de base são um dos menores do mundo, porém o gasto com ensino superior é cerca de três vezes maior do que com ensino fundamental e médio, é necessário primeiro ter uma educação básica de qualidade para que possamos falar em qualquer outra coisa, pois inclusive somos referência em ensino superior publico de qualidade. Não acredito que cobrar mais impostos de contribuintes com renda seja a solução,já,  a pessoa que não é assídua, não tira notas boas ou reprova deveria ser desligada da faculdade, e sofrer alguma punição temporária podendo ser por pecúnia ou não deixando a pessoa se rematricular ou as duas cumulativamente

  • #1482
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    José Neto Cassiano de Camargo
    Espectador

    Sem a menor sombra de dúvidas, a educação é o principal agente promotor de igualdade social. Essa premissa é ainda mais relevante quando tratamos do Brasil, país que apresenta os piores indicadores relacionados à desigualdade social.

    O investimento público em Educação, ciência, tecnologia e ensino superior deve ser destinado de forma a atender aqueles que realmente necessitam de ajuda do Estado nacional. E por consequência estará se atacando o forte problema da desigualdade. Sendo que esse investimento deve ser direcionado equilibradamente para educação básica, média, técnica e superior. Para assim, termos cidadãos alfabetizados, instruídos e que tenham conhecimento de seus direitos.

    Uma proposta para o PSDB, seria a de incluir para os alunos do ensino médio, a disciplina de direito constitucional, pois muitas pessoas, não sabem se quer, as diferentes funções da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, os atributos dispensados ao Ministério Público para garantir a obediência as leis, enfim, para que possam entender como funcionam as diversas instituições da república. Outra matéria importante a ser disponibilizada, seria a de defesa do consumidor, para que a população não caia em armadilhas e fraudes. Claro, ensinando essas disciplinas de acordo com a maturidade do grupo, adequando a linguagem jurídica para o público jovem.

    Em relação ao Ensino Superior, é necessário formular parcerias público-privadas para que as universidades possam ter recursos, além dos públicos, para o investimento em ciência e principalmente na criação de novas plataformas tecnológicas. Atualmente, as instituições públicas são responsáveis por aproximadamente 95 % da produção científica nacional, ou seja, também atingem positivamente as empresas privadas. Por isso, também devem participar dos invertimentos.

    Portanto, a Educação é o único caminho para termos de forma plena, o estado de bem-estar social.

  • #1484
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    Mateus da Rocha Castro
    Espectador

    Educação é um dos principais temas de interesse público. Uma das soluções para colocar o Brasil no mapa dos melhores países no Índice de Educação é aumentar o investimento em educação básica e aumentar a fiscalização dos repasses para as prefeituras. A longo prazo teríamos professores mais capacitados e alunos mais bem formados, a base é a porta de entrada para uma universidade. A curto prazo, seria interessante um maior investimento em pesquisas científicas de relevância. E adotar um sistema de pontos para as universidades públicas, que serão avaliados diversos pontos. Oa repasses seriam conforme os pontos conquistados, sistema de meritocracia

  • #1498
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    Philippe Alves
    Espectador

    É preciso olhar com seriedade e agir com celeridade para o futuro da nação, a educação precisa de socorro no ensino básico, é muito mais que rankings de educação e proficiência, é a base da construção dos novos Brasileiros. reforçar o investimento na educação básica e extrair resultados de modelos lá fora.

     

    Temos bons resultados na ciência e pesquisa no Brasil, o avanço é notório em soluções de combate a doenças, é preciso tratar com prioridade os investimentos para estimular e garantir resultados para o Brasil.

     

    No Brasil, a tecnologia precisa continuar sendo a nossa referência, e é por isso que precisamos cada vez mais trazer a abertura e ferramentas facilitadoras para o crescimento de Startups e incubadoras de soluções criativas em todo o país com a iniciativa privada e do governo federal.

  • #1507
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    Educação: BASE de toda uma sociedade justa e igualitária.

    Somente essa frase já poderia fechar o tópico, porém, sabemos que não é apenas isso. Como futuro professor (estou cursando licenciatura) e filho de professora, sei muito bem da realidade da educação do nosso país. Sabemos do descaso do poder público frente à índices decrescentes e com a qualidade cada vez mais comprometida.
    Atualmente, temos um governo que menospreza e faz chacota com a educação no país. Temos visto cortes nas verbas, ridicularização do acadêmico e, principalmente, o apontamento de cursos técnicos como salvadores da pátria. Infelizmente, esses discursos que lemos em jornais e revistas, são difundidos por pessoas que SEQUER possuem vivência dentro de uma sala de aula.
    O PSDB precisa se posicionar firmemente pela valorização da educação, seja ela básica ou superior, o incentivo a ciência e tecnologia e ter a pesquisa como base de desenvolvimento nacional. Uma nação como nosso Brasil, que deixa de investir BILHÕES anualmente nessa área, jamais poderá chegar a ser um país de respeito.
    Quem estuda história sabe da contribuição da nossa ciência, como por exemplo, em vacinas. Muitas delas criadas no nosso país e exportadas para fora. Como queremos mudança no paradigma nacional, se deixamos aquilo que é primordial e básico, como educação e instrução para trás?
    O partido precisa ser enérgico e enfático ao defender a bandeira da educação, pleiteando junto aos seus representantes políticos a melhoria de condições gerais, como estrutura, valorização do professor, atualização de currículo, bolsas de estudo e implementação de mais escolas, juntamente com o ensino integral. Somente quando a educação for um dos pilares da nossa sociedade é que seremos um país próspero, justo e igualitário.

  • #1509
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    Marcos Rodrigues
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    É necessário traçar um plano de ensino que crie mais escolas ou mais salas de aulas fazendo assim cair o número de alunos em sala de aula com isso o professor ter maior controle dos alunos e pode avaliar cada um com mais precisão, isso irá ajudar o professor encontrar as dificuldades dos alunos tanto em sala de aula como em sua vida fora dá sala de aula, feito isso o próximo passo seria o encontro de alunos com vários profissionais esse encontro irá fazer com que os alunos tenha um incentivo para ao longo de sua jornada.

    Ciência e tecnologia é algo que não pode faltar em todos os campos, mas em sala de aula é fundamental tanto para aprendizado como para novas descobertas, com um incentivo planejado os alunos testaram seus conhecimentos e farão novas descobertas o que é benéfico tanto para as escolas como para o Brasil.

    O ensino superior é a última etapa para uma Faculdade ou até mesmo um curso técnico então é necessário que os alunos já cheguem no ensino médio com suas mentes preparadas, depois das etapas que já passaram e todos os problemas que já foram superados o ensino superior deve mostrar algo totalmente novo, envolvendo uma ciência e tecnologia completamente diferente de antes estimulando os alunos cada vez mais, as salas de aula continua com o método de ter várias salas para dividir melhor os alunos facilitando no aprendizado, o conteúdo deve ser ensinado de maneira completa para que assim o aluno saia de sua sala preparado e ansioso para chegar no campo de trabalho.

     

    Quanto aos alunos deficientes ou com alguma necessidade especial um plano também deve ser tratado contendo um conteúdo que o ajude tanto em aprendizado como em sua vida, os incentivos em ciência e tecnologia nessas áreas também deve ser incentivado, esses alunos precisam ver que não são excluídos dá sociedade, um novo caminho caminho entre todos se ajudando é possível e benéfico.

  • #1516
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    Rafael Almeida
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    – Diminuir a burocratização para acesso a universidades publicas.
    – Investir na primeira infância e no ensino básico.
    – Investir em tecnologias

     

  • #1542
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    José Lucas
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    Devemos defender a educação como uma prioridade,nosso país nunca entrará no primeiro mundo, sem uma educação de qualidade.

    Sou a favor de inverter a pirâmide de gastos,hoje se investe muito no ensino superior,e pouco no ensino básico, que é o principal, pois serve de base pra vida inteira!

  • #1546
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    Ronald Vilella
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    Você saberia me dizer a relação entre o oceano com a educação no Brasil? Me chamo Ronald Jr., oceanógrafo, e venho levantando uma bandeira para resolver os problemas ocorridos no litoral. No entanto, por incrível que pareça, uma grande parcela desses problemas, como poluição, violência, desemprego, questão energética, alimento, lixo, perda cultura, estão associados direto ou indiretamente à baixa escolarização e capacitação técnica de crianças e jovens.

    De acordo com UNO, 2021 a 2030 será a década das ciências marinhas para o desenvolvimento sustentável. Porém, a alta evasão escolar e sua precarização reflete diretamente no avanço social e sustentável em nossa costa. E sabe o que é pior? 30% da população vive em municípios costeiros, sendo mais de 55 milhões de pessoas.

    Em resumo, a educação atua no desenvolvimento social e sustentável nosso litoral. Se o Brasil busca por soluções em sua costa, a educação, seja superior, técnica ou escolar, precisa ser melhor implementada em âmbito nacional e regional.

    Nesse contexto, se faz necessário um aumento na criação do número de vagas em colégios técnicos, de preferência cursos realizados em conjunto com o ensino médio. Porém, vale destacar que apesar da importância de cursos como mecânica, elétrica, mecatrônica, há uma tendência de valorização de cursos ligados ao meio digital, como programação, análise de dados, e ao entretenimento humano, redação, teatro, cinema.

    Em relação ao ensino superior, a grande maioria da mão de obra especializada que atua em cidades costeiras provém de grandes centros, tornando a população nativo restrita a trabalhos manuais relacionados, em grande parte, ao turismo. Além disso, como todos sabem, essa demanda por trabalho vária ao longo do ano. Uma possível solução de médio prazo seria a abertura de vagas em universidades privadas, desde que haja programas de incentivo às pessoas mais carentes, e projeto de parceiras entre essas instituições com portos e empresas para inserir esses estudantes em trabalhos formais em seu próprio município.

    Já o ensino básico, seria interessante que a merenda funcionasse também nos meses de férias em municípios mais carentes, pois muitas crianças dependem dessa alimentação. Se possível, parte desses alimentos poderiam ser comprados de produtores locais e/ou cooperativas, incentivando a produção local.

    Esses são apenas alguns exemplos que poderiam ser melhor elaborados e implementados. A educação no Brasil é um tema complexo e cheio de desafios, como a questão da valorização do professor, infraestrutura escolar, transporte, etc. Contudo, é um desafio que não deve ser silenciado, mas enfrentado visando o próprio desenvolvimento da nossa costa e do Brasil como um todo.

     

     

     

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 5 dias atrás por  Ronald Vilella.
  • #1561
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    Jean dos Santos Silva
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    O principal problema hoje do sistema de ensino é o modelo arcaico e que ao invés de atrair o jovem o afasta e o reprime, é necessário um investimento em reciclagem nos educadores, no ambiente físico escolar, no sistema de ensino em si, para que o aluno possa aliar o ensino com diversão e desperte a curiosidade e a continuidade dele naquele ambiente, tecnologias podem e devem ser utilizadas fugindo do modelo tradicional de caderno, livro e quadro.

  • #1564
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    MAYARA CRISTINE CARVALHO
    Espectador

    Quando se trata de educação, é uma hipocrisia pensar em investimento se sabemos que o que temos hoje não é efetivo.
    Pra mim, o primeiro passo é entender onde está o buraco do que temos hoje.
    Salário dos professores será que é o problema? Estrutura das escolas ? Ou simplesmente um preparo maior para receber a nova geração.
    Investir em computadores ?
    o que as escolas que são referências mundiais têm de diferente da nossa estrutura atual?
    na nossa estrutura, o que pode ser melhor aproveitado que não estamos aproveitando hoje?

  • #1577
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    Pedro Henrique Pasquali
    Espectador

    A educação tem de ser incentivada, principalmente nos anos iniciais, para que a ciência e a tecnologia se desenvolvam de forma natural no curso superior – visto que o estudante chegará a universidade com um conhecimento muito mais sólido. Evidente também que a elite brasileira – empresários e investidores (e etc.) – precisa participar de forma mais ativa da comunidade universitária, com financiamento e trabalho.

  • #1595
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    igor coimbra manhani
    Espectador

    Em relação à educação, inicialmente vejo como fundamental o PSDB lutar pela melhora substancial e rápida do ensino básico. E sabemos como fazer isso. Durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, políticas como o PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) e FUNDEF foram responsáveis por um salto considerável na redução do analfabetismo. E à melhora no ensino básico não me refiro apenas às matérias básicas que compõem a base nacional comum. Urge lutarmos por uma educação que esteja conectada com as necessidades do mercado. As escolas técnicas do Estado de São Paulo são um modelo a ser seguido nesse sentido. No tocante à Ciência e Tecnologia, o partido deve lutar contra o desmonte de entidades como CAPES e CNPq, órgãos essenciais para a produção da ciência no país. Isso não impede, entretanto, a adoção de critérios mais rígidos na concessão e manutenção de financiamento de pesquisas. Uma postura mais criteriosa, todavia, não deve trazer consigo preconceitos em relação ao objeto de estudo. Deve, isto sim, basear-se na factibilidade e consistência do projeto proposto. Por fim, penso que as universidades públicas é peça fundamental na formação de mão de obra e desenvolvimento tecnológico do país. Isso porque as tais instituições de ensino geram importantes externalidades para a economia. Por isso não devemos nos pautar apenas nos custos das universidades, mas também pelos benefícios à economia da existência de bons profissionais. E hoje é inegável que boa parte desses profissionais é oriunda de universidades públicas. Cumpre ressaltar, ademais, que essas instituições respondem por mais de 90% da pesquisa produzida no país. A existência de universidades públicas, por fim, não deve ser entendida como universidades 100% gratuitas. Nesse sentido, penso que o PSDB deve trabalhar para que alunos que tenham condições de financiar seus estudos paguem mensalidades. Essa medida permitiria a ampliação e melhora significativas do ensino superior de qualidade no país.

  • #1604
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    Thiago Reis
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    Educação não é despesa , Educação é investimento !!!  Eu sou totalmente contra o corte feito pelo o Governo Federal na área da educação, o nosso partido PSDB tem que se posicionar contra esses cortes na educação, é lutar por um ensino de qualidade com investimentos desde do ensino básico até o superior…

  • #1615
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    Valentina Jordão
    Espectador

    O PSDB e o Brasil devem procurar reestruturar as bases da educação, para que se tenha o estudo teórico  acompanhado do ensino técnico em todas as escolas. Os profissionais estão se formando ( muitos deles) apenas com a teoria, o básico e não sabem requisitos essenciais para permanecerem em um estágio, obterem um emprego. A deficiência está nas escolas que se voltam para o vestibular e não focam em matérias importantes que podem ser além do currículo como empreendedorismo, estudos sobre a Constituição, aulas que fomentem o debate na sociedade, cultura empresarial, finanças básicas. A escola  que deveria ensinar para a vida e não somente para o vestibular, crê que o estudante vai aprender na faculdade, no entanto no ensino superior os professores já esperam que os estudantes já tenham visto aquele determinado conteúdo. A educação precisa ser reestruturada já!

  • #1621
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    Jonas Almeida
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    Como todos colegas disseram, educação é a única maneira de desenvolver o país de maneira sustentável. Entretanto, apenas recursos não são suficientes para reposicionar o Brasil entre a vanguarda em educação, ciência e tecnologia.

    O modelo tradicional de escola está falido e muito tem sido pesquisado dentro da pedagogia para integrar tecnologia e ciência às aulas, buscando reavivar o interesse do aluno no conteúdo programático. Dessa forma, metodologias ativas, com mais atividades na modalida”hands-on”, maior horizontalidade na relação com os docentes, aprendizado baseado em problemas (e soluções) poderiam atrair o jovem novamente a escola e facilitar a incorporação do conhecimento.

    Embora recentemente aprovada e relativamente interessante, a Base Nacional Curricular Comum (BNCC) tem se mostrado ineficaz nas transformações necessárias. A instituição dos “Temas Contemporâneos” é fundamental para a uma educação mais pragmática. Nesse sentido, matérias contidas no texto da BNCC como “educação em saúde” (temas de prevenção de doenças crônicas, acidentes domésticos etc.) “educação para o trânsito” (prevenção de acidentes de transito, cordialidade no trânsito etc) podem aliviar o orçamento numa outra ponta, a médio e longo prazo além de tornar a escola mais próxima à realidade. Pensar o mercado de trabalho atual e do futuro também podem sugerir pistas para um projeto pedagógico adequado a realidade brasileira.

    Em relação às medidas adotadas pelo atual MinEd, como o projeto de criação de escolas “civico-militares”, percebe-se tratar de medida francamente demagógica para agradar às bases. Primeiro, pelo fato do ensino básico ser responsabilidade municipal, o médio estadual e o superior federal. O investimento “de um milhão de reais” em cada escola nesse modelo per se não reflete grandes ganhos orçamentários, é restrito a poucos lugares e serve aos propósitos de doutrinação conservadora que se afasta do liberalismo que almejamos. Embora tais escolas militares utilizadas como modelo apresentem resultados acima da média, o investimento (como ocorre na previdência) per capita é substancialmente superior, levando a um sofisma fácil de vender a população.

    Dentro do contexto de divisão de recursos e obrigações com estados (pacto federativo), cabe observar os instrumentos de avaliação (IDEB, ENEM, ENADE etc.) e buscar quais estados tem demonstrado maior efetividade na aplicação dos recursos e resultados. Recentemente, Ceará (excetuando as pontuais fraudes) e Espirito Santo tem sido tidos ventilados como exemplos a seguir: o que esses estados diferiram dos demais e como aprender com essas UFs? Integração, congressos, videoconferências, publicações em gerais são fundamentais na disseminação dos exemplos positivos, bem como dos negativos. Nacionais e internacionais.

    Por fim, reestruturar o modelo de financiamento a pesquisa, investir em projetos de vanguarda, como o Sirius em Campinas ou a tecnologia de exploração do pré-sal, na qual fomos pioneiros (apesar da espionagem internacional), EMBRAER e indústrias de inovação e tecnologia, criando campo de trabalho para os cientistas e intelectuais brasileiros, dirimindo o brain-drain que tem sido MUITO comum no apagão científico atual.

     

  • #1623
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    Douglas Frederico
    Espectador

    O PSDB tem um grande legado na questão de educação mas acredito que podemos aprimorar

    Ensino Infantil – Nessa fase temos as creches (0 até 3 anos) e as Pré escolas (3 até 5 anos). No Brasil as creches atingem apenas 30% dessa faixa etária, o primeiro foco deve ser ultrapassar essa barreira e ampliar o acesso. Nessa fase temos o desenvolvimento cognitivo, o estimulo de comportamento, o aumento do QI e toda questão de perspectiva de futuro. alem de unidades estruturadas, as creches e pre escolas não podem ter apenas um professor pois a atenção as crianças deve ser maior e plural.

    Ensino Fundamental – Nessa fase temos o ciclo do 1 ao 5 ano e do 6 ao 9 ano. (6 até 14 anos).  Aqui temos que universalizar as escolas integrais, além da alfabetização e das operações matemáticas as escolas desse segmento devem ampliar 2 eixos de atuação. A – as atividades extra curriculares como música, teatro, dança, artesanato, atividades práticas, primeiros socorros, trânsito, …..  toda uma gama de atividades que vá além das grades tradicionais. B – O ensino fundamental deve ter uma forte atuação no esporte, é o intervalo de idade perfeito para o desenvolvimento esportivo especifico, todas as escolas do fundamental devem ter ligação direta com as federações esportivas e Vilas olímpicas, onde ficaria obrigatório, além das aulas de educação física, o aluno se matricular em esportes como vôlei, basquete, handebol, xadrez, natação, atletismo…

    Ensino médio –   Os 3 anos do ensino médio (15 até 17 anos) devem ser bem flexíveis, com uma grade básica que seja continua durante os 3 anos para todos e abrindo 3 alternativas para o adolescente: A – Uma grade de enfases com mais disciplinas específicas para o adolescente que deseja ir ao ensino superior, uma grade de ensino profissional aos adolescentes que desejam já embarcar no mercado de trabalho após a conclusão do ensino médio. C – Uma grade esportiva \ educação física  de alto rendimento focada a profissionalizar e encaminhar para clubes e programas nacionais, estaduais das modalidades,

    Fim do Enem  – Eu proponho o fim do exame nacional do ensino médio como avaliador de entrada pro ensino superior, pela troca de 3 provas (2 obrigatórias e 1 opcional) ao longo da vida estudantil: Uma ao término do 5 ano (obrigatória), uma ao término do 9 ano (obrigatória) e uma ao término do ensino médio com ênfase no que estudou nesse período (opcional aos que desejam seguir no ensino superior). Com isso se criaria um intervalo de notas para alunos e universidades, onde todos seriam encaminhados automaticamente para uma das universidades que correspondesse a sua nota.

    Esse modelo acaba com a concorrência direta por vaga, pois ele garante vagas a todos, ele cria a concorrência por universidade  pois, todos brigariam para estarem dentro do intervalo das melhores universidade do país (em tese), agora para o sucesso dessa transição de modelo, os 3 ensinos anteriores (infantil – fundamental – médio)  tem que funcionar muito bem, pois são eles que vão promover as outras  alternativas, desinchar a busca pelo ensino superior e realmente levar ao 4 grau quem de fato quer se especializar  numa profissão que requer o superior, ou então promover a pesquisa e a extensão.

    Atenciosamente,

    Douglas Frederico – Rio de Janeiro – São João de Meriti

  • #1636
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    Vivian Coutinho Cavalcante
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    Conforme é notório, a Educação, no tocante às escolas públicas de Ensino Fundamental e Médio, é deficitário e apresenta péssimos resultados em todo o país, ao passo que as Universidades Públicas apresentam melhor qualificação dos alunos.

    O grande desafio é fazer com que os jovens cheguem ao Ensino Superior com carga de conhecimento adequada.

    Trabalhar em inovação tecnológica, melhor capacitação e valorização dos professores (melhores salários, por exemplo), adequação do conteúdo, reestruturação dos locais de estudo (melhorar os materiais oferecidos, tornar a escola um local agradável de permanência através de reformas, ampliação, melhorias estruturais dos espaços de aprendizagem). Isso tudo pode tornar-se viável se fosse criado um padrão de escolas.

    Uma das ferramentas que julgo válido, é a iniciação científica. Estimular os alunos, desde o Ensino Fundamental, a debater questões, pesquisar, encontrar soluções, ler e escrever; colocar suas ideias no papel e formalizá-las para que haja compartilhamento das descobertas.

    A partir do momento que se trabalha a formação inicial do aluno, dando qualidade de ensino, locais mais dignos de convivência, estímulo da aprendizagem através de equipamentos adequados e inovadores que permitam que o aluno saia do contexto de “lousa, giz e saliva”, aprender torna-se convidativo.

    Trazendo o aluno, desde o Fundamental, com ensino de qualidade, melhoramos a qualidade dos alunos que ingressam nas Universidades Públicas.

    No que tange as Universidades Públicas: É necessário separar “o joio do trigo”. Hoje convivemos com alunos que efetivamente podem pagar pela prestação educacional, e ingressam nas universidades públicas, ocupando vagas de alunos que eventualmente não possam arcar com os custos de uma universidade particular. Deste modo, acredito que seja extremamente viável um estudo de cada caso, para que, os alunos que possam pagar, paguem, ainda que um valor não tão alto, mas que seja justo, uma vez que o viés da gratuidade do ensino é assistencial, e acredito que deva continuar sendo, desde que haja essa “peneira” que torne a prestação educacional justa e menos onerosa ao Estado.

    Melhorias também devem ser feitas na estrutura física das universidades, e investimentos devem existir no que tange as inovações tecnológicas e capacitações científicas. Infelizmente, nosso Governo atual reduziu os investimentos em áreas primordiais da Educação, como por exemplo, as bolsas de estudo. Ora, se quisermos profissionais mais capacitados, ou inovações e avanços nos diversos ramos de pesquisa, faz-se necessário que haja investimento. Desta feita, acredito que os benefícios devam ser melhor geridos, mas jamais extintos ou limitados.

    Acredito ser a educação, chave de uma sociedade mais desenvolta, mais capaz de discutir seus próprios rumos, mais democrática!

     

     

     

  • #1641
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    Pedro Caldas
    Espectador

    Acho que deveríamos defender que os ex-alunos possam doar parte do seu imposto de renda como forma de ajudar as Universidades para que elas possas seguir públicas, gratuitas e com qualidade.

  • #1643
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    Lucas Vicente Russo
    Espectador

     Educação serva do progresso, não mais serva dos diplomas.

    Certa feita, meu professor de dialética disse-me: ” o brasileiro é um aluno de raro brilhantismo, contudo, sua azáfama,  incerteza vocacional e falta de disciplina, destroem-lhe as possibilidades”. Certamente temos de assegurar a disciplina discente retesando o código de regência escolar às irreverências de alunos relapsos, quando não bandalhos. Pari passu engendrar-se-ão  diretrizes curriculares basilares, a todos os alunos,  para que possam ordenar quais vias quererão prosseguir. Como faremos isto?

    O problema está resolvido há mais de 10 séculos, davam-se aos alunos gramática robusta, aritmética e as instruções da boa conduta social; daí avante, os alunos singravam os campos curriculares de seu interesse, muito bem conduzidos por professores especializados que não lhes instilavam o mero desejo de um diploma ou autorização de exercício profissional, mas, insuflavam-lhes o desejo do progresso, quer tecnológico, quer filosófico, como meio uno e unívoco do desenvolvimento de uma nação e da liberdade dos povos.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 5 dias atrás por  Lucas Vicente Russo. Razão: erro de diagramação
  • #1649
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    Pablo Salomão
    Espectador

    Quero conversar com vocês sobre oportunidades:

    Tema que se encontra diretamente na necessidade de valorização de nossa educação.

    Aqui não foco no ensino superior, quero conversar sobre nossa base.

    “Eu quero saber, como a filha do seu João vai realizar seu sonho de cursar a faculdade de medicina. Sendo que, seu pai possui menos de meio salário mínimo para sustentar uma família de 5 pessoas.”

    É um exemplo, mas não tenha dúvida que é a realidade de alguma família que se encontra  escondida e abandonada em uma de nossas favelas.

    Precisamos focar na base. Se até agora não obtivemos os resultados satisfatórios então significa que devemos mudar! Um bom plano, é aquele capaz de se permitir alterações durante sua trajetória. Vamos mudar a grade curricular(considero fazer isso também no novo ensino médio), permitindo o acesso desde cedo a ciência e tecnologia, empreendedorismo, estimulo de protagonismo, formação de lideranças, e valorização do esporte como forma de causar sentimento de pertença do aluno para com sua escola. Vamos aproximar parcerias público-privado capazes de fornecerem intercâmbio, bolsa e incentivo para professores e alunos.

    O investimento na Base causará uma intersetorialidade entre a Educação, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

    Acredito que muita coisa deve ser feito e é bom escolhermos a base como o começo.

  • #1657
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    Wellington Luís Pegorin
    Espectador

    Precisamos investir cada vez mais em nossa base educacional, entendendo as alterações que a sociedade está passando, com métodos de ensino eficientes,  incluindo cada vez mais em nossa grade escolar a Ciência e Tecnologia, com aumento e foco nas Fatec (Faculdade de Tecnologia), o qual traduz em formação de profissionais capacitados para o mercado de trabalho.

  • #1672
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    Rodrigo Ribeiro
    Espectador

    O maior problema do país é a educação. Se pararmos para analisar cada um dos problemas nos mais diversos setores, podemos identificar que em todos eles houve uma falha inicial relacionada à educação ou ausência dela.

    O caminho é investir pesado na educação básica e não o contrário, como foi feito nos governos do PT, justamente para angariarem um eleitorado. O investimento no ensino superior é necessário, no entanto, uma graduação sem uma boa educação básica não faz milagre. Como o próprio nome diz é a base!

    Com relação à Ciência e Tecnologia falta investimento necessário para o país poder alçar voos mais longos no mundo. Isso também está ligado com quais oportunidades oferecemos para os nossos jovens ingressarem no setor. Estive em uma reunião com representantes do Inpe e do Ita e no encontro foi dito justamente isso por eles: o país possui um déficit de mão de obra qualificada para o setor e se não investirmos ou incentivarmos nossos jovens o cenário irá piorar.

    Já possuímos instituições de renome , mas precisamos investir mais nelas e criar oportunidades de experiências na área para os jovens.

  • #1698
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    Arthur Silva
    Espectador

    Já percebeu que quando estamos debatendo com alguém, independente do tema, caímos na mesma fala: “falta educação”, “precisa de educação”, “isso consequência da falta de educação”, etc. Isso ocasiona-se devido ao fato de que ela é a base primordial para qualquer desenvolvimento. Diria mais – usando umas das palavras da língua portuguesa que mais tem significados, mas que uso aqui apenas para demonstrar a inumerabilidade de funções que a educação tem -, a educação é a resposta para todas as coisas.

    Além disso, ela reflete o país que somos hoje. País desenvolvido, não tem jeito, é país que investe em educação. De todas as situações de cortes orçamentários, a que eu mais me torço a aceitar o corte, falo com sinceridade, é a educação. Acredito que a educação deva seguir um modelo ante populista. O populista diz: “no meu governo fizemos mais de 1000 universidades”, legal, todas sucateadas, sem infraestrutura básica, os alunos tendo de levar papel higiênico. Devemos fugir disso!

    O ensino superior dever ser QUALITATIVO, ou seja, se basear na qualidade.Cada universidade deveria ter seu próprio vestibular, o Enem ficaria como era o seu projeto inicial, apenas verificar o rendimento do ensino médio. O caminho para o nosso desenvolvimento pessoal e econômico vem do investimento total em pesquisas.

    Mas no meu ponto de vista, o ensino básico é fundamental. Hoje ele é péssimo e de má qualidade. Não adianta nada investir em massa no ensino superior e ter um básico precário, morto. É preciso uma profunda reforma no sistema de ensino. É preciso estimular o pensamento crítico. Defendo a escola de tempo integral para todos os seguimentos.

    Todo mundo, em todos os seguimentos, deveriam ter como base a pesquisa, a ciência. País que pesquisa e investe em pesquisa, com certeza, torna-se desenvolvido.

    Poderia, como educador, descrever inúmeras visões que tenho sobre ensino, mas hoje, prefiro ser sucinto e resumir o meu discurso.

    A educação forma o homem que constrói o mundo, o professor é o caminho inevitável, a maior possibilidade que temos de sermos como nós realmente queremos ser. É preciso valorizar os mestres, enaltecer seu trabalho, remunerá-los bem. É preciso cuidar da saúde deles.

    Não adianta construir nada enquanto o que já temos construído estiver em ruínas.

    Defender a escola com tempo integral, com acesso a programas culturais, incentivo a leitura, debates, saraus, oportunidade para que cada jovem possa demonstrar ser talento, tudo isso, é o remédio que o Brasil preciso para curar as feridas antigas e cicatrizar as novas.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 5 dias atrás por  Arthur Silva.
  • #1708
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    Gregory de Araújo Toledo
    Espectador

    Queria separar em duas partes, a base e o superior.

    Pela base, falando pelo Rio, temos um sistema de educação público que é deprimente, isso vem de antes de quanto terminei meu ensino base 12 anos atrás. Sai sem o mínimo de preparo do colégio público e passei um sufoco quando migrei para o particular, na base da vergonha eu estudei e e formei, porém 2 anos de particular não mudaram muito a minha situação, sai com noção 0 de diversas coisas, não tão ruim quanto outros, mas bem enfraquecido, ao longo do tempo e do acesso a internet, eu consegui correr atrás minimamente do meu prejuízo e melhorei um bocado. Hoje, vejo que a situação conseguiu piorar, o ensino municipal é triste, lastimável, onde resido, os três colégios públicos são uma fábrica de marginais, há uma enorme precariedade no ensino e a falta de vagas é enorme, os que conseguem se matricularem, muitos não são nada motivados, por falta de esforço próprio e da capacitação dos professores, as escolas são cheias de grades e parecem presídios, além de a evasão das aulas é absurda.

    Do jeito que está, a situação só irá cair, as escolas de comunidades são invadidas por traficantes, há desordem, há marginais agindo e professores sendo acuados, o estado faz pouco caso e não auxilia em nada, esse ano tivemos uma briga absurda das igrejas pelo conselho tutelar, talvez daí possa haver uma esperança, uma cobrança maior, mas a situação é triste, investimentos nulos, salas vazias e pouco caso para o ensino base. Formamos seres nada pensantes e facilmente absorvidos por más influências, é necessário demais que alguém olhe minimamente pelas escolas públicas.

     

    O ensino superior acabou por virar um enorme mercado de diplomas, hoje, formandos mal sabem escrever ou pensar, há uma crescente de faculdades ruins, com péssimos profissionais e praticamente vendendo diploma, eu sei que para muitos a formação superior é um sonho, mas a descarada venda de diplomas é triste demais, o mercado fica saturado e com pouquíssimos profissionais capacitados, a formação que antes era um diferencial competitivo, hoje é só um simples papel que de nada serve.

    Acredito que uma fiscalização maior para que se eleve o nível de ensinamento, um ENADE mais forte, cobranças maiores por melhorias no ensino superior, eliminaria as vendedoras de diploma e manteria um nível mais elevado de estudo. Também acho válido que o governo volte a investir em mais cursos técnicos, é preciso que aliado ao ensino base exista cursos técnicos voltados a quem pensa em se inserir direto ao mercado. Cursos mais diretos, práticos e menos teóricos.

  • #1724
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    Yan fernandes pereira
    Espectador

    A Educação não tá aquelas coisas mais estamos mantendo uma educação digna, é necessário investir em pesquisa e estudos e n atrasar o investimento na educação.

  • #1737
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    Edison Fernando
    Espectador

    EDUCAÇÃO:

    Educação Básica

    1-Ensino em tempo integral;

    2-Acompanhamento psicológico dos alunos na própria unidade educacional;

    3-Acompanhamento médico e odontológico dos alunos na própria unidade educacional;

    4-Melhor remuneração dos Professores e melhoramento no processo de seleção, inclusaão de plano de carreira, remuneração base garantida com bônus por metas;

    5-respeito as liberdades religiosa, política e social dos alunos sem intervenção Estatal, seja pelo professor ou outro preposto do Estado;

    6-Implantação de alimentação alimentação durante o período de férias para regiões de baixa renda (Ação é implementada com sucesso em minha cidade);

    7-Melhoramento de móveis, imóveis, equipamentos das unidades escolares;

    8-Fiscalização eficaz do desenvolvimento educacional e da  aplicação dos recursos financeiros;

     

    Educação Média

    1- Ensino Integral;

    2-Separação entre ensino clássico, técnico e científico;

    3-Melhoramento de móveis, imóveis, equipamentos das unidades escolares;

    4-Criação de grupos de atividades (sociais, culturais, clubes de debates, etc);

    5-Fomento a participação esportiva;

    6-Simulados periódicos.

     

    Ensino Superior. Graduação e Pôs Graduação.

     

    1- A partir da implementação das medidas acima, com o nivelamento entre o ensino público e privado,  revogação de toda e qualquer espécie de cota de acesso ao ensino superior, seja social, racial, étnica ou por gênero. O programa de cotas sociais é, infelizmente necessário atualmente, pois o desnivelamento entre o ensino público e privado impõe disparidade entre os candidatos ao ingresso superior, por isso, com o nivelamento esperado a partir da aplicação das ações relacionadas ao ensino básico e médio acima, a cota deixa de ter necessidade de aplicação;

    2-Fomento ao patrocínio privado estudantil, bolsas de iniciação científica, garantindo a “tríplice hélice”: 1-Acadêmia, 2-Pesquisa e 3-Indústria.

    A pesquisa deve ser direcionada para o desenvolvimento industrial e tecnológico nacional, pesquisas independentes devem buscar patrocínio independente.

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  • #1740
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    João Cleantes de Farias Filho filho
    Espectador

    A Educação Brasileira precisa urgentemente de um maior investimento, com maior inclusão em todas suas areas, com programas que incentivem tanto os órgãos de ensino, como os próprios alunos para que a cada dia se adquira melhores resultados. Entende-se que existe uma grande necessidade de implantação de projetos a longo prazo, com propostas de ensinos definidas,e com a possibilidade de  metas a serem cumpridas.

    A Educação de um Pais deve ser levada muito a serio, coisa que não tem acontecido, pois de nada adianta programas de inclusão, e não se ter qualidade para formação de profissionais qualificados que podem a vir ajudar no desenvolvimento do pais. O ensino é a base de desenvolvimento de um pais, onde através dele se obtém uma melhor qualidade de vida, uma diminuição de pessoas envolvidas no mundo do crime, etc.

    A precariedade da educação brasileira é assustadora, desde a falta de estrutura, a falta de organização para oferecer um ensino de qualidade, assim tendo como resultado um maior desinteresse por parte dos alunos, principalmente aqueles de vida mais precária, que veem no crime uma oportunidade mais fácil dese da bem na vida.

    É preciso admitir que o sistema de ensino no Brasil esta altamente desestruturado sem investimentos, falta de incentivos em projetos de pesquisa e ciência, e o pior de tudo é que não se vê nenhum interesse por parte do governo em melhorar. A falta de educação em um pais afeta toda uma base, desde a econômica, até a social, pois um pais sem mão de obra qualificada, não conta com grandes investidores privados, assim gerando um numero ainda maior de desemprego, e afetando a qualidade de vida do Brasileiro no âmbito social.

    Porém, diante deste contexto educacional, não basta apenas “jogar” milhões de alunos dentro de entidades de ensino, sem que seja oferecido ensino de qualidade, incentivos  para que estes tenham objetivos traçados, maior oportunidades na area de pesquisa nas universidades para que no fim estes busquem melhorar a cada dia. Outro ponto a ser revisto é a super desvalorização dos nossos educadores, onde estes não tem reconhecimento algum, em comparação a outras areas que não tem a metade da relevância que os profissionais de ensino tem na vida de um ser humano. Portanto a Educação do infantil ao superior deve ser revista, com qualidade desde o inicio ate a geração de profissionais, pois  um pais que não tem como base a educação, não tem perspectiva alguma.

  • #1770
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    Rodrigo Ferreira
    Espectador

    Todo o ensino superior ser de iniciativa privada. Conforme a renda do jovem o governa paga os Voucher de 100% 75% E 50%, para custear a faculdade. Só seria apta a receber esses Voucher universidade com nota 4 e 5 do Enad. Quem é rico paga de qualquer jeito, quem não tem dinheiro o governo custeia.

  • #1863
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    Gabriel Testai
    Espectador

    Atualmente a educação no Brasil passa por diversas complicações, especialmente a educação pública. São diversos os fatores que proporcionam resultados negativos, um exemplo disso são as crianças que se encontram no 6ºano do ensino fundamental e não dominam habilidade de ler e escrever.

    Para solucionar essa situação é necessário apoiar os alunos com dificuldades dessa forma o trabalho do professor seria menos complexo se a escola tivesse assistência de profissionais como psicólogos e oftalmologistas. Com estudantes em melhores condições, o aprendizado vai render mais. Esse apoio de profissionais fora da educação é uma das bases de programa de apoio a escolas com estudantes com dificuldade em Nova York (EUA). Outra mudança necessária seria elevar os ganhos iniciais dos professores, mas só a estruturação de uma carreira docente que estimule o desenvolvimento pessoal pode colaborar para que bons profissionais não abandonem a carreira e para que jovens talentosos procurem o magistério. Entretanto, é preciso estabelecer desempenho mínimo para que a pessoa possa exercer o magistério.

    Para que ocorra uma melhor comunicação as redes de ensino público precisam criar canais de comunicação com estudantes e professores, o que atualmente é permitido pela tecnologia. Professores precisam participar da discussão curricular e do projeto político pedagógico da escola. O fomento a clubes de interesse e a grêmios e a concessão do poder de decisão aos estudantes para determinados temas têm dado resultados nas escolas de tempo integral. O fortalecimento de conselhos escolares pode facilitar essa articulação entre alunos, professores e gestores. Um dos maiores problemas que as instituições de ensino público enfrentem é a falta de uma distribuição igualitária. Enquanto uma não tem luz, a outra recebe recursos de última geração. Há ainda casos de escolas rurais que recebem computadores mesmo sem ter energia, e para sanar esta adversidade é necessário um forte investimento em laboratórios, infraestrutura dos espaços físicos, diversificação de ambientes acessibilidade e tecnologia, pois somente assim a educação pública ter um futuro digno e inviolável.

    Gabriel Testai

  • #1907
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    Renan Frattini
    Espectador

    O primeiro ponto a ser tratado é a questão da educação,assim, deve-se dizer que a questão educacional deve ser tratada como prioridade e deve-se começar pelo início,porém, por mais simples que pareça isso não é feito ainda. Logo, o primeiro ponto é o investimento na educação primária, aqui compreendida como o atual ensino fundamental. A nomenclatura utilizada não pode ser descartada da maneira que é feita atualmente, pois não se forma grandes cientistas,grandes pesquisadores,grandes professores,grandes advogados, grandes médicos,grandes engenheiros,grandes deputados,grandes senadores, grande presidente ou o principal não se forma um grande país sem educação fundamental grátis. Toda a base educacional é formada durante o ensino fundamental,tendo como exemplo, a alfabetização nos anos inicias. Assim, é necessário a criação de escolas de nível fundamental com atendimento em horário integral, para que haja uma formação pedagógica aliada a uma formação humana. Contudo, é necessário que a remuneração dos professores seja condizente com a importância social que a profissão possui.

    Na minha opinião, ciência,tecnologia e Ensino Superior estão atrelados de uma maneira muito especial. Digo isso, por considerar que os avanços científicos e e tecnológicos ocorrem somente com o fortalecimento do Ensino Superior e tal afirmação encontra-se baseada em diversas evidências encontradas no Brasil, cito como exemplo as pesquisas sobre o Zika Vírus, desenvolvida por Universidades Federais, dentre outros estudos que possibilitam uma melhora na qualidade de vida das pessoas. O principal problema encontrado é que esses estudos precisam ser divulgados pelas universidades e o governo tem papel principal nisso, na medida que fortalece o Ministério da Educação e incentiva a produção acadêmica no país .

  • #1914
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    Luiz Henrique Matias da Cunha
    Espectador

    A educação precisa de uma atenção diferenciada do governo, desde a formação básica ate superior, de acordo com localidade, região, situação econômica e demais aspectos. É necessário abandonar a forma tradicional de aula para novas formas e mais atuais de formação e aprendizagem.

  • #1929
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    Jeferson Lorensett
    Espectador

    – Hoje obrigamos as crianças a aprender e não incentivamos elas a buscar conhecimento, logo segue para o ensino fundamental, médio e superior. Se incentivar a base familiar, com campanhas para que os pais entendessem e soubessem como influenciar seus filhos a buscar conhecimento, gostar de aprender e não mais aprender por obrigação causaria uma influência boa no futuro. O desinteresse da informação está em boa parte da população, passando de geração em geração, onde quando o jovem vê que está nesse meio, pode ser tarde. O conhecimento muda o mundo e o mundo é mudado pelo conhecimento.

    – A Educação é bela, podendo de maneiras diferenciadas encantar crianças, jovens e adultos. Com as feiras (matemática, ciência), hoje em dia estamos iniciando os incentivos, mas temos que buscar exposições mais próximas das pessoas, onde possamos passar uma tarde em família, ou uma tarde sendo curiosos e vendo o mundo de outra forma.

    – Nós temos tudo para nos tornarmos um polo tecnológico, mas nossa criação onde, “É assim e sempre vai ser assim”, inibe inúmeras prosperidades. Temos que melhorar os laboratórios, melhorar os estudos laboratoriais, para que possa fazer teste e trazer resultados diferentes do já aceitos. Os “TCC’s” podem gerar inúmeras mudanças.

    – Educação a Distância (EAD) veio para melhorar o acesso das pessoas a uma educação mais qualificada, mas alguns cursos de graduação oferecidos pelo sistema EAD trazem um certo risco, é preciso que o aluno aprenda a estar presente em uma sala, sem falar da questão de socialização…

  • #1933
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    João Paulo
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    Fortalecer o ProUni e seguir expandindo as universidades e as escolas técnicas.
    Expandir o orçamento da educação, ciência e tecnologia e melhorar a eficiência do gasto.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  João Paulo.
  • #1935
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    Kauan Alves
    Espectador

    É preciso lutar para que as universidades públicas de atualizem para a realidade do século XXI. Precisam trabalhar novas fontes de recursos para que dependam menos dos recursos públicos, que precisam ser direcionados prioritariamente para a educação básica. A gestão das Universidades Públicas precisa ser profissional, mais eficiente e moderna.

     

    Precisamos trabalhar na educação básica de modo a perseguir melhores índices de aprendizagem que são os grandes entraves na qualidade da nossa educação.

    Atuar no sentido de modernizar a realidade das escolas, favorecer um ambiente amigável de parcerias com a sociedade civil e empresas para investimentos nas unidades escolares.

     

  • #1937
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    Matheus Luiz Ramos Martins
    Espectador

    A grande parte do desenvolvimento de um país passa pela educação, deve-se incentivar a busca pelo conhecimento e o aprendizado, fazer com que tanto os jovens quanto os adultos busquem se interessar por aprender, e encontrarem a sua verdadeira vocação na parte dos estudos, quando em relação aos jovens, devemos proceder com base em cursos técnicos durante a sua formação no ensino médio, pois ela ajudava de maneira grandiosa na ambientação do adolescente em uma área na qual ainda não tem experiência, e assim podemos levá-lo a um grande interesse e assim colaborar e facilitar na sua decisão tão importante na sua vida, quanto aos adultos, devemos fazer com que tenham interesse em voltar a estudar ( para aqueles que estão distantes dos estudos ), e que desenvolvam a “arte” de empreender, que é possível em todas as áreas, também é necessário fazer que mais pessoas conheçam a modalidade EAD, para aqueles que não tenham disponibilidade de horário, ainda assim possam ter acesso ao conhecimento.

  • #2039
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    Henrique Cardozo
    Espectador
    1. A educação brasileira convive com sua precariedade em nosso país. Isto ocorre, visto que há constantemente falta de gestão nas universidades e escolas brasileiras. Sendo assim, a gestão financeira torna-se necessária. Isso porque, em decorrência do péssimo uso do ambiente para os trabalhos realizados nestas instruções. Como por exemplo, podemos citar o uso excessivo da energia quando não há necessidade para a sua utilização. Não obstante, há a gestão pessoal. Ela faz-se necessária neste local, pois possibilita o desenvolvimento do capital humano. Entretanto, a falta de treinamentos profissionais e motivação contribuem para o ensino público ruim. Por isso, vale ressaltar que se aplicada metodologias nestas gestões possivelmente haverá caminhos abertos para a melhoria da educação.
  • #2045
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    Pedro Saldanha
    Espectador

    Um ponto positivo desse ano foi o projeto “escola sem partido ” para retirar o doutrinação ideológica de esquerda das salas de aula. Mas ainda é necessário avançar mais na construção de um ensino escolar compatível com as exigências do mercado de trabalho e das novas pesquisas cientificas nas diversas áreas da tecnologia em beneficio da sociedade.

    – É necessário fornecer merenda de qualidade para alunos do ensino básico e fundamental.

    – Material escolar de uso individual em sala para cada aluno do ensino básico e fundamental.

    – livros didáticos e material digital para educação de qualidade para melhorar a qualidade do aprendizado .

     

     

    Abraço a todos ! 2020 é 45!

  • #2048
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    João Matta
    Espectador

    Precisamos de uma educação que prepare os estudantes para o mercado de trabalho; com foco em ciência, tecnologia e cidadania; e que se baseie na justiça social, para equalizar as oportunidades no mercado de trabalho.

    Tendo em vista que somos um país de economia agroexportadora, o que nos coloca em posição subalterna frente às grandes potencias econômicas, o primeiro passo para a superação desse paradigma é a reforma educacional com caráter estrutural; e para que a mudança aconteça, devemos começar com políticas de primeira infância.

    Essa reforma deve ser planejada por meio de: (1) levantamento de indicadores educacionais de primeira infância; (2) apresentação das macroestratégias do plano em questão, contendo todos os programas com objetivos em comum; (3) através dos programas, estabelecer prioridades nas intervenções, ordenando os projetos que seguem no plano e alocando os recursos com base na disponibilidade estimada nos anos subsequentes (por se tratar de um programa, levaremos em conta que seja de médio prazo); (4) colocar no plano de governo o projeto em questão (curto prazo, uma política rápida), para que entre no PPA (Plano Plurianual) e no segundo ano de mandato seja iniciada; (5) os programas contidos no projeto deverão basear-se na abordagem “up-down”, ou seja, será formulado pela alta burocracia estatal e consequentemente passada de forma clara e objetiva às outras esferas burocráticas, para que quando essa política “cair nas mãos” do burocrata do “nível da rua” (aquele que de fato coloca a política em prática), ela seja compreendida e implementada da melhor forma, para que os objetivos da política pública sejam satisfeitos e resultem em avanços significativos dos indicadores iniciais; e para concluir, (6) avaliar essa política pública, para absorver aquilo que de melhor foi obtido e para reparar aquilo que não tenha sido satisfeito com a política em questão.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  João Matta.
  • #2058
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    Ronaldo Florencio da silva Junior
    Espectador

    A Educação deve ser tratada com a devida importância merecida por todos os entes da federação. O ensino básico dever ser prioridade dos governos, a criança deve aprender a ler e escrever na idade, deve aprender a aprender! A escolas precisam do programas que estimulem nas crianças o desejo pela ciência e pela tecnologia. O Brasil precisa de mais cientistas, engenheiros e o despertar deve se na idade correta. A soberania de um país se mede pelo grau de conhecimento produzido pelo país, devemos exportar gramas de satélites e tecnologia fina. O ensino superior deve ser integrado a empresas privadas com objetivo de desenvolver conhecimento e tecnologia que o setor preciso, como acontece com grandes universidades que desenvolvem tecnologia para o agronegócio brasileiro.

  • #2085
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    Carolina Sachet Aimi
    Espectador

    Ensino Básico 

    O principal compromisso do Estado deve ser com a educação básica. Priorizando a necessidade de ensino integral, com atividades que não só estimulem a educação, mas também atividades culturais. Ademais, é necessário a com a capacitação de professores e a quantidade de professores, visto que estes alunos necessitam de maior atenção.

    Ensino Fundamental

    O ensino fundamental deve oferecer além das disciplinas obrigatórias, atividades extracurriculares como: idiomas, músicas, esportes, teatro e demais atividades culturais e esportivos. Além de um atendimento pedagógico para auxiliar na organização de estudos.

    Ensino Médio

    No ensino médio deve ter um currículo comum, incluindo disciplinas como: economia básica, atividades domésticas, direito e deveres em geral, primeiros socorres, etc. E uma área a escolha do aluno para uma profissionalização técnica.

    Ensino Superior

    O ensino superior público deve buscar atender integrantes de família baixa renda, possibilitando a este um ensino totalmente gratuito, assim como assistência durante a faculdade. Integrantes de concorrência geral devem pagar uma mensalidade proporcional a renda familiar, não ultrapassando o valor médio do curso.

    Vestibular 

    O ingresso nas faculdades não devem ser exclusivamente vestibular e enem, devendo ser majoritário o ingresso através de rendimento escolar.

    Geral

    Em comum, o estado deve oferecer uma estrutura suficiente para manter a qualidade de ensino. Capacitar professor e Pedagogos. Atendimento Psicológico aos alunos e professores.  Estrutura e materiais para os colégios.

     

  • #2091
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    David Alector Sampaio
    Espectador

    Precisamos melhorar significamente a educação básica do país, com elaboração de planos modernos, com maiores investimentos em tecnologias, além claro da valorização dos profissionais de educação através de capacitação nas suas devidas áreas de atuação, bem como a remuneração.

  • #2098
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    Renato Ribeiro
    Espectador

    Esta deve ser a prioridade número 1 do partido, pois está ligada direta e indiretamente a todas as outras áreas. Vivemos na era da informação, da indústria 4.0 e da inteligência artificial e portanto necessitamos de investimentos na área da educação, ciência e tecnologia para que possamos ter pessoas qualificadas para o mercado de trabalho, para as universidades com a finalidade de crescer a pesquisa científica e para que possam inovar e empreender com as tecnologias existentes ou até mesmo criar novas tecnologias. Devemos investir nas Universidades e Institutos Federais principalmente.

  • #2099
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    Raphael Sarris
    Espectador

    Antes de pensarmos em educação para formar novos profissionais, temos de os atentar em trabalhar no projeto da base da educação!

    Ela seria, o princípio, o respeito ao próximo. Pois, estamos vivendo um momento que o dinheiro está acima de tudo, percebo isso quando vejo um morador de determinado condomínio olhar com nojo quando cumprimento e converso com os lixeiros e as moças da limpeza que estão prestando um serviço para aquele mesmo morador que o menospreza por causa de seu trabalho.

    Por isso, uma das coisas que eu gostaria de implementar seria os artigo 5º, 6º e 7º da CF nas escolas no estágio do colegial, pois do que adianta termos tantas leis se não sabemos quais são os nossos direitos e como usufruirmos deles?!

    Também adicionaria economia básica desde o fundamental para que as crianças, nosso futuros adultos, tenham conhecimento da diferença entre gastar e investir, comecem a analisar quando os preços estão supervalorizados ou mesmo pode ser perigoso pagar por algo com valor muito abaixo do mercado, entre outros coisas, mas o foco é para que aprendam a investir principalmente no Estado e empresas públicas no futuro.

    Essa ideia surgiu quando li o livro sobre Jorge Paulo Lemann e seus sócios Beto Sicupira e Marcel Telles, e que o principal ponto era que os funcionários ganhavam como comissão algumas micro frações das empresas nas quais trabalhavam, pois assim que vieram os primeiros pagamentos os valores forma muito bons porque a empresa teve lucros altos devido ao trabalho de cada um deles, logo cada funcionário quer melhorar a empresa como se fosse de cada um para assim ganhar mais.

    Agora a respeito da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, é necessário que a população como um todo dê valor para todas as profissões e consequentemente aos seus cursos profissionalizantes (como citei logo no início), porque quando vi um documentário na TV Cultura sobre física, percebi para que serve aquela matéria, nas palavras de um dos professores da USP, “é a matéria que dá estudos para as outras matérias”, no entanto toda a carreira de pesquisador não é valorizada pela nossa sociedade que apenas vê valor naquilo que traz lucro desmerecendo assim outros trabalhos, como acontece com a cultura no geral.

    Isso também acontece em relação as diferenças entre escolher um curso técnico e uma graduação, pois enquanto o primeiro o estudante fica limitado apenas a uma área de uma determinada profissão, o aluno de graduação tem o conhecimento amplo podendo assim ter mais opções de carreira. Dessa forma, a valorização destes alunos técnicos deve ser levada em conta como acontece na Alemanha, que está tendo uma alta de demanda, investimento nas áreas técnicas com parcerias de empresas, para o aluno durante seus estudos tenha algumas horas do dia de aprendizado prático nestas mesmas empresas. Se torno ótimo para todas as partes, pois muitos preferem seguir carreira na empresa que lhes abri as portas e desse jeito estamos formando uma sociedade mais forte. Vale citar que esta informação vi em um vídeo da embaixada alemã no Brasil.

    Portanto, para valorizarmos a educação como um todo temos como responsabilidade, sendo um partido político que tem o poder para fazer isso tudo acontecer, valorizar o respeito como base para assim investirmos na educação de todos, para em um futuro de médio a longo prazo possamos ao invés de comprar todas as tecnologias internacionais possamos nós vendermos nossas pesquisas, realizar intercâmbio de alunos para melhorar nossas relações com outros países (principalmente nesse momento conturbado que o mundo está vivendo), e assim quero fazer do Brasil exemplo a ser seguido em todas as categorias imagináveis por todos os países do mundo.

  • #2100
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    Fernando Juarez
    Espectador

    Entendo que a educação, seja ela básica, elementar ou superior deve focar em empatia, cidadania, capacitação profissional/acadêmica, fornecimento/ampliação de visão de mundo e valorização do professor.

    Acredito que o ensino básico é constantemente negligenciado pelos governos ao longo dos anos e que ele precisam de mais atenção, pois temos escolas em condições precárias e com carência de todo o tipo de material, situação essa que acaba impactando diretamente no aprendizado dos alunos e na motivação dos professores.

    Quanto ao ensino superior, ele está intimamente ligado a ciência e consequentemente a tecnologia. Devendo a sociedade estar atenta aos benefícios que as instituições de ensino superior podem trazer, tendo em vista que a ciência muitas vezes é desenvolvida exatamente nelas.

    Acredito também que precisamos mudar um pouco o funcionamento das universidades públicas, pois elas são excessivamente dependentes do dinheiro público e tem muita dificuldade em conseguir patrocínio privado a seus projetos e propostas, o que torna o desenvolvimento cientifico no país lento, pois com essa dependência, caso o governo diminua os investimentos (por qualquer motivo que seja) as pesquisas passam por problemas.

    Precisamos que o governo invista sempre mais em educação e que as instituições, sempre que possível, também sejam atrativas a investimentos privados, de tal forma que este casamento de recursos acelere cada vez mais o desenvolvimento do nosso país.

    Por fim, educação não se faz somente em instituições de ensino, mas também em casa, com a família. Esses dois ambientes devem aumentar sua proximidade para que tenhamos mais e mais cidadãos que entendem seu papel dentro da sociedade e que praticam a empatia com o próximo dia a dia.

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    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  Fernando Juarez. Razão: Correção do texto
  • #2119
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    Aislan Kobayashi
    Espectador

    Na educação deve ser defendido a implantação obrigatória do ensino integral com isso desenvolvendo atividades culturais obrigatórias. No ensino médio deve haver uma padronização no conteúdo.

    Ja nas  universidades deve ocorrer um investimento maior na área de pesquisa, como também atualização de matérias e melhoria na infraestrutura das universidades.

  • #2139
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    Diemisson Neves
    Espectador

    A educação brasileira precisar de uma melhor atenção por parte do governo, a maioria das escolas de nosso país não tem condições basicas de funcionamento, estão com suas estruturas necessitando de reparos, não tem um ensino de qualidades, não tem merenda de qualidade, os professores trabalham sem ter uma estrutura minima para ensina, com pessimos salarios, e muita das vezes ainda recebendo atrassado, precisa se investi na base, no ensino fundamental, médio, técnico, melhora as estrutura das escolas, valoriza os professores pagando melhores salarios, reformulado o ensino do país.

    A educação é ferramenta para termos um país melhor, mais justo, igual e desenvolvido, mais para isso educação tem que ser prioridade de qualquer governo.

  • #2150
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    Marco
    Espectador

    A educação é sem dúvida um dos pilares da democracia, pois ela pode proporcionar a tão sonhada liberdade, fraternidade e igualdade intelectual para que todos possam discutir uma nação cada vez melhor. A educação sim é a mais poderosa arma no combate a qualquer mal.

    O governo deve valorizar mais os profissionais da educação e controlar os gatos para que não seja necessário contingenciar recucos dessa área.

     

  • #2161
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    Wellington Lucas Barroso rocha
    Espectador

    A educação, ciência e tecnologia trabalham lado e lado e cada vez mais devem ser companheiras para melhorarmos o nosso nível de ensino! Vivemos em um país onde o modelo de ensino está completamente ultrapassado e sem capacidade de aguçar o jovem sobre sua perspectiva de futuro e o preparar para a vida lá fora no mercado de trabalho e o encaminhar devidamente para o ensino superior.

  • #2202
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    Felipe Barbosa
    Espectador

    Educação, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

    A triste e dura realidade da educação no Brasil segue em processo de defasagem já a algum tempo, o motivo é bem claro e não tão difícil quanto aparenta para ser solucionado.

    Nesse trecho refiro me a atual situação das escolas municipais e estaduais do país, o que temos é professores cada vez mais desmotivados pelo desafio de entrar em sala de aula nas turmas a partir do 5°ano com alunos que estão indo à escola com a menor intenção de absolver o conteúdo ministrado. Parte dos alunos frequentam à escola porque os pais obrigam, outra parte para fazer amizades, namorar ou até mesmo reunir-se para ouvir e dançar funk com apologia ao sexo, drogas ou tráfico.

    As músicas executadas no celular dos alunos, o diagnóstico é  uma inversão generalizada de autoridade. Os pais perderam o controle, defendem os erros dos seus filhos sem impor o mínimo de limite. Sendo assim não a temor algum ou pressão para obterem resultados, à escola torna-se um passa tempo em outras palavras, é o local que os pais deixam seus filhos para irem trabalhar.

    O governo deve criar um projeto para instruir os pais com acompanhamento periódico, fazendo assim os pais voltarem a exercer a autoridade em seus lares com seus filhos e por fim apoiar a escola e seus funcionários, dando autonomia no processo de construção do ser (cada aluno).

    A ciência aqui no Brasil praticamente se extingue pós período escolar mas deveríamos expandir, fazer a população ter mais acesso. A ciência tem um papel fundamental na sociedade e de grande peso, sabemos por exemplo que vacinas, tratamentos e busca por extinção de doenças, são trabalhos desenvolvidos por cientistas e por vezes em período acadêmico mas para isso é necessário investimento e nessa parte estamos retrocedendo, em 2010 o governo investia 10 bilhões de reais, no ano passado 2018 foi de 7,66 bilhões e a previsão e ainda menor para este ano.

  • #2208
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    Ryco Lima
    Espectador

    Criar a implantação e obrigatoriedade da educação ambiental nas escolas desde o Ensino Básico.

     

    Implantar a educação financeira dentro das escolas desde o Ensino Fundamental.

     

    Incentivar a participação dos Estudantes em suas representações cívicas, como o Grêmio Estudantil, investindo para que seja garantido e executado no Ensino Público e Particular.

     

    Garantir a estrutura física adequada nas escolas e a formação continuada para professores, possibilitando a construção de uma escola mais humana e inclusiva e que respeite a diversidade, bem como fomentar a educação formal e não-formal que possibilitem a produção de um senso crítico, cidadão e democrático entre os e as jovens.

     

    Expandir e fortalecer o setor de Ciência, Tecnologia e Inovação através da ampliação de investimentos, da valorização e ampliação das Bolsas de Pesquisa e da regulamentação da atividade dos Pós-Graduandos e Pós-Graduandas.

     

    Investir no setor de desenvolvimento sustentável da nação, ampliando o parque científico e tecnológico para além das universidades e escolas.

     

    Criar e ampliar o número de creches para as crianças, filhos e filhas de jovens, estudantes e trabalhadoras.

     

    Promover ambientes e alimentação saudáveis nas escolas de educação fundamental, ensino médio e ensino superior, públicas e privadas.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  Ryco Lima.
  • #2224
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    Kaio Leandro
    Espectador

    <p style=”text-align: center;”>Fundamental I</p>
    Deve se investir no aprimoramento na parte psicopedagogica. Onde o aluno deve está relacionando com mais de um professor em sala, para poder aprofundar uma tutoria maior em seu ensino. Portanto, sabemos que com uma atenção maior e bem voltada nessa educação plural e direcionada teremos um aproveitamento maior no recurso investido do estado nesse jovem. Isso será primordial nas próximas fases de ensino.

    Fundamental II

    Nessa segunda etapa é preciso ser trabalhado mais o social e parte fisica educacional do jovem. Com matérias mais voltadas para área de educação física e sócio cidadãs. Com a inclusão de um modelo semi integral, onde seja trabalhado essas áreas nesse curto período de tempo.

    Ensino Médio

    O modelo integral tem um papel fundamental nessa faixa para juventde, pois, o médio técnico é primordial para ampliar a visão de mercado profissional  para o jovem. Além, de deter de tempo para o aprofundamento desse tempo para voltar em sua lapidação educacional e cívica por meio de práticas protagonistas onde o jovem irá obter o proveito de investir seu tempo em projetos científicos tecnologicos ou socias dependendo da área que queira seguir. E também dando a opção de uma grade curricular mais seleta ou não.

    Ensino Superior

    De Primeiro modo, deve mudar o sistema de avaliação que é aplicado no Enem pela área que o estudante deseja seguir. E também expandir ainda mais o ensino técnico, podendo fortalecer o mercado economicamente melhor, deixar o técnico mais seletivo amplificando o sistema de ensino e trazendo inovações nesses meios.

    Deve transformar no país com a participação de empresas com parcerias público privadas ppp, ajudando no custeio e absorvendo no final os estudantes para trabalharem na empresa, assim diminuindo o desemprego e gerando renda ativa.

     

    Proponente: Kaio Leandro da Silva

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  Kaio Leandro.
  • #2226
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    Saylo Soutelo
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    Eu defendo o aumento da quantidade de vagas dos cursos mais procurados de ensino superior;

    Levar as Universidades para todos os municípios do Brasil;

    Valorizar e garantir estruturas, melhores condições de trabalho, uso de tecnologias, intercâmbio, estágio e salário justo a todos os professores/profissionais da educação;

    Construção de mais escolas, creches e escolas de cursos técnicos ( onde for possível fazer estas modalidades de ensino em tempo integral).

  • #2233
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    William vieira
    Espectador

    Precisamos investir,em educação,para que possamos ter nossas crianças,jovens fora das drogas,precisamos ter um apóio a classe pobre,para que saiam das escolas e tenham oportunidade,de ingressar em faculdade,tirando por mim como foi difícil,fazer faculdade,também investir no jovem,para ser empreendedor dentro do estado,do país,eu jovem com 24 anos lutei, disse não as drogas,estudei e hoje sou um empresário .participo de processos licitatórios,e agradeço estar na família, PSDB.

     

  • #2234
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    Matheus Pantrigo
    Espectador

    Hoje o problema da educação interfere em todas as áreas do Brasil. Vê-se portanto que a educação é para onde deveríamos alocar as nossas forças propositivas. Dentro desta visão temos que encontrar projetos que deem espaço para o desenvolvimento intelectual do aluno e desenvolvimento tecnológico do Brasil

    • Municipalização do ensino médio,  afinal o município tem uma capacidade maior de alocar recursos de maneira eficiente do que o estado, e visto que a educação é essencialmente local, somos levados a acreditar que isso proporcionaria intervenções de maior relevância.
    • Administração conjunta de estados e municípios  do projeto de escolas técnicas pela mesma razão do anterior
    • Apoio ao PIBID visto que este, além de aproximar futuros docentes da profissão, também auxilia o professor quando as salas de aula são muito grandes
    • Apoio as partes boas do Future-se, afinal o programa tem mecanismos excelentes para a arrecadação de dinheiro para as UF’s. No entanto ele poderia ter sido construído em conjunto com os reitores para que houvessem tido um maior número de aceitações. Além disso é importante frisar a necessidade da participação da iniciativa privada no financiamento de pesquisa

     

  • #2240
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    André Varela
    Espectador

    A Educação é provavelmente o principal pilar de qualquer sociedade.

    É através da educação que construímos o nosso desenvolvimento social, cultura e econômico.

    Dados revelados pelo IBGE em 2018, demonstraram que mais de 25 milhões de jovens de 15 a 29 anos não concluíram a graduação e/ou não frequentam a escola. O número de jovens que largaram o estudo por simples falta de interesse chega a assustadores 20% (mais de 5 milhões de pessoas).

    Todo cidadão consciente sabe que é preciso diferenciar o horário de lazer com o horário de trabalho, porém, é no horário de lazer que mais nos divertimos. Isso não é diferente com o público jovem, a grande maioria dos jovens sabe que é fundamental estudar e que é através da formação escolar que as portas do mercado profissional irão se abrir, mas ainda sim, diversas vezes a primeira opção das crianças e adolescentes é dar mais atenção ao lazer.

    O cenário ideal para a Educação brasileira atualmente, analisando a evasão gigantesca de alunos por falta de interesse, seria aliar as obrigações e afazeres que qualquer Colégio apresenta para com aquilo que hoje é o lazer do jovem: Jogos Eletrônicos.

    A nossa sociedade não mais se despluga do celular, a febre mundial dos Jogos Eletrônicos (ou melhor, E-Sports), atinge o Brasil de maneira que é impossível ignorar. As crianças se pudessem optar passariam o dia inteiro assistindo gamers no youtube ou até mesmo jogando em seus celulares, computadores, notebooks e tablets. Muitos e muitos jovens já não sonham apenas em serem jogadores de futebol, diversas pessoas comentam sobre o sonho de um dia se tornar um jogador profissional de Esport como League of Legends (LOL – Jogo do gênero MOBA produzido pela Riot Games.

    E nada disso é estranho, ou pelo menos não deveria ser. Quase todos os celulares e computadores trazem consigo, desde o momento de sua aquisição, algum “joguinho”. As vezes, quando nos encontramos no ônibs ou em uma fila, é natural que joguemos tais joguinhos. A grande questão do cenário profissional que hoje existe por trás dos jogos eletrônicos, é que existem tantas pessoas jogando estes mesmos joguinhos que diversas delas se dedicam para serem melhores. Apenas no Brasil, os números já são impressionantes. Atualmente 66 milhões de brasileiros jogam algum jogo eletrônico ou acompanha/assiste, cerca de 75% da população nacional.

    Nos Estados Unidos, Coréia do Sul e diversos outros países, aliar os E-Sports com a educação foi significativamente positivo, não só porque por ser o atual principal lazer da juventude os alunos acabam comparecendo mais nas aulas, mas porque, segundo Gilson Schwartz, professor da USP: “Há uma infinidade de jogos que testam memória e outras competência cognitivas, portanto, ajudam a desenvolver o cérebro como se estivéssemos em uma academia. Logo, é possível notar que existem jogos desenhados para ajudar em processos de ensino e aprendizagem, assim como outros títulos (aparentemente fora do universo educacional) podem ser criativamente adotados por professores e alunos como um estímulo”.

    De acordo com uma reportagem da CNN, cinco estados dos EUA já haviam reconhecido os E-Sports como esporte no outono de 2018: Connecticut, Rhode Island, Massachusetts, Georgia e Kentucky. Alguns meses depois, a Federação Nacional das Associações Estaduais de Ensino Médio informou que o Alabama, Texas e Missisipi haviam sido incluídas na lista de estados que reconhecem e apoiam os E-Sports. Atualmente, nestes estados, inúmeros colégios e faculdades apresentam programas que oferecem bolsas de estudo ligadas a jogadores que se destacam no ramo de jogos eletrônicos.

    Portanto:

    • Os jogos eletrônicos podem se tornar o principal aliado da educação nos mais diversos níveis futuramente, atraindo alunos que querem estar mais próximos daquilo que gostam e promovendo exercícios (através de jogos) que estimulam diversas partes do cérebro.
    • Diversas pesquisas apontam como alguns Esports podem ajudar a sanar dificuldades gigantescas que a Ciência tenta lidar, a exemplo do Mal de Parkinson, que pode ser combatido através de games como “Just Dance”
    • Países do exterior já utilizam do mundo dos jogos eletrônicos para movimentar inclusive a economia das redes escolares, alavancando pesquisas tecnológicas e aprofundando o setor educacional.
  • #2241
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    Roberta Berdeal
    Espectador

    Além de uma política de governo, a educação, ciência e tecnologia no Brasil deveriam ser tratadas como política de Estado, pois nosso país  necessita fundamentalmente de todas essas vertentes para o real desenvolvimento a longo prazo.

  • #2258
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    Ericarlos Duarte
    Espectador

    Educação é o pilar mais importante do nosso Brasil, acredito que a valorização dos profissionais da área seria primodial para o desenvolvimento de uma educação de qualidade, nosso Brasil na educação de ensino superior esta deixando a desejar isso pelo o motivo das plataformas de ensino virtual não serem tão eficaz como a presencial é preciso investir na educação e rever as plataformas de ensino virtual, pois muitas invés de ajuda tornando ágil o ensino superior faz o contrário tornando demorado e ineficaz.

  • #2274
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    Deivin Corrêa
    Espectador

    A posição do Brasil no ranking educacional, deixa evidente o quanto essa área deve ser a saída para um Brasil “Promissor”.

    Sou Professor de formação, possuo especializações e vejo, o quanto a valorização educacional necessita ser revista. De antemão, algumas idéias voltadas para uma educação eficaz fica de sugestão:

    Maior investimento na educação de base infantil com conteúdos voltados a uma educação crítica;

    Programa aluno empreendedor, em parcerias com o público privado;

    Avaliações sobre o docente, perante a sua carreira de educador;

    Ambientes e condições de trabalho dignas;

    Aplicação do FUNDEB de forma eficaz e fiscalizatória;

    Fim da progressão contínuada;

    Além de que, a ciência e tecnologia, necessita sim de investimentos e não cortes. Pois é ela quem custeia temas e saídas importantes para o nosso Brasil, sendo de fundamental importância um novo olhar para a ciência e tecnologia do nosso país.

     

     

     

  • #2286
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    Leonardo Novaes
    Espectador
      Em primeiro lugar devemos conhecer o nosso sistema educacional e como ele funciona.

    1. O problema da educação se dá  nos mais diversas esferas, seja ela Municipal, Estadual ou Ensino Superior.
    2. O PSDB, quanto Partido, deve orientar seus quadros a questionarem os altos investimentos no ensino superior e a falta de recursos no ensino primário e médio.
    3. Na área público municipal, os quadros do PSDB devem enfrentar o grande problema da falta de recursos.
    4. Ao mesmo tempo que o ensino médio enfrenta a falta de recursos, temos escolas Particulares obtendo bons resultados com os mesmos recursos, ou até com menos recursos.
    5. Uma alternativa ao Setor Público, talvez seja a defesa dos Vouchers.
    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  Leonardo Novaes.
  • #2295
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    Wagner Gockos
    Espectador

    A primeira medida é apostar no ensino básico, e iniciar um trabalho até mesmo social, para que as escolas deixem de ser “depósitos” de crianças e adolescentes.

    Buscar meios para combater a evasão escolar, em cidades do interior, os níveis de evasão são elevados, muitas vezes em virtude da matricula de crianças que seus respectivos pais, vão para a localidade para trabalharem nos ciclos de safras, quando a temporada acaba essas crianças vão embora das cidades, muitas vezes sem retirar a matricula das unidades, o que acaba diminuindo os índices da unidade. Talvez a solução será aproximar mais o ensino destas crianças, não deixando que deixem de aprender, mesmo com a mudança de constante de cidade.

    O Acesso ao Ensino Superior, ainda é um assunto muito debatido, onde devemos criar mecanismos aliados a meritocracia, levando-se em conta as diferenças sociais e econômicas de cada candidato

  • #2305
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    Marina Franco
    Espectador

    Precisamos iniciar o debate sobre a possibilidade de cobrança de mensalidade nas universidades públicas, sobretudo aquelas estaduais.

    Entendo que a Constituição Federal não estabelece nenhuma barreira à cobranca de mensalidade nas universidades públicas, uma vez que seu enfoque principal está no ensino básico, extremamente deficitário e negligenciado no Brasil (art. 208 CF/88).

    Por sua vez, a realidade fática nos mostra que a fonte de financiamento das universidades públicas é quase que majoritariamente proveniente do ICMS, imposto incidente sobre o consumo que acaba afetando uma maior fatia do percentual da renda das famílias mais pobres. No entanto, pesquisas indicam que quem majoritariamente se beneficia do ensino superior gratuito nas universidades públicas são alunos oriundos de escolas particulares, ou seja, que teriam condições financeiras de arcar com os custos de sua educação (75% em média ).

    Em breve observação, concluímos que as famílias mais pobres estão financiando a educação superior das camadas sociais mais privilegiadas, o que não é mais sustentável e precisa ser debatido. Obviamente, se pensassemos rapidamente em uma solução simplória, chegaríamos a conclusão mais do que lógica de que a cobrança da mensalidade total, bem como a implementação de bolsas de estudo  totais ou parciais, de acordo com a renda familiar, seja um critério melhor para se alcançar a igualdade social almejada pela nossa Carta Magna também no ensino superior.

    Importante ressaltar, por fim, que na maioria das universidades públicas, a quase totalidade de seus orçamentos é destinado ao custeio da folha de pagamento de seus funcionários, pouco sobrando para investimento em pesquisas, materiais e equipamentos necessários. A instituição de cobrança de mensalidade e aproximação do setor privado para financiamento das pesquisas, ao longo dos anos, vai trazer autonomia financeira para que as universidades não mais precisem de verba do Estado para seu funcionamento e, em contrapartida, o Estado possa realocar essa verba para o ensino básico tão deficitário no nosso cenário atual.

     

  • #2318
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    Arthur Arenari
    Espectador

    A educação é fundamental para o desenvolvimento do Brasil, sendo, atualmente, um grande problema.
    A valorização do professor é primordial, novos salários, planos de carreira, gratificações, são alguns dos exemplos que podemos colocar para ajudar a classe.
    Obviamente, o ensino básico, fundamental e médio precisam de uma estrutura mais robusta; o interessante, principalmente para áreas periféricas e/ou com pobreza acentuada, seria que as escolas fossem de ensino integral com uma boa alimentação. Sabemos que, muitas vezes, a alimentação da escola é a única que a criança irá ter.
    Outro ponto interessante seria criar mais escolas técnicas, nas quais, os alunos pudessem sair com curso profissionalizante, sendo mais fácil conseguir um trabalho mais rentável.
    Sabemos que, precisamos investir em ciência, o Brasil é um país com possibilidades incríveis, para isso o investimento no ensino superior é fundamental, há necessidade de se criar novos laboratórios e melhorar as condições das universidades federais, sabemos que ainda existem poucas no Brasil, mas, por enquanto, precisamos melhorar as que existem para que elas se tornem referência na América latina.
    Posteriormente, com universidades mais capacitadas, poderemos criar novos polos.

  • #2319
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    Allex Ribeiro Biato
    Espectador

    Nos últimos anos, o ensino superior teve muito mais atenção de investimento do que a nossa primeira infância. Não dá para começar a construir uma casa pelo telhado, é necessário que se construa da fundação. Dados nos mostram que o ensino superior, em especialmente o público, não atinge a grande parte da população pobre brasileira, muito pelo contrário, atinge os mais ricos. É preciso que se dê mais atenção para nossa educação primária, pois é através dela que também conseguimos aumentar a produtividade do nosso país. Estima-se que mais da metade de mão de obra brasileira não terminou o ensino médio.

    Cobrar mensalidade dos super ricos em universidades públicas e melhorar critérios para o ingresso da população mais pobre é uma alternativa que considero viável. Precisamos ter investimento privado em ciência e tecnologia, até mesmo para aumentarmos nossa relevância internacional e garantir que nossas universidades tenham recursos (públicos e privados) para se autofinanciarem e garantirem aos nossos universitários condições de se desenvolverem. Investimentos em escolas técnicas profissionalizantes também é essencial para qualificar potenciais mão de obras disponíveis.

  • #2331
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    Matheus Braga
    Espectador

    A educação se encontra estagnada nos últimos anos. Urge uma necessidade de investir no ensino público em geral, mas principalmente, a educação básica, na qual forma-se nossas crianças para torna-las bons cidadãos, capacitados socialmente e profissionalmente.

    É necessária a criação de novas escolas técnicas,começando a partir do anos finais do Clico II do Ensino Fundamental, proporcionando oportunidade das crianças já adquirirem capacitação profissional, visando uma preparação para o mercado de trabalho entrando inicialmente através de programas de menor e jovem aprendiz.

    Já no Ensino Superior, devemos combater a precarização no Ensino, aumentando os investimentos na manutenção e expansão das universidades públicas, e principalmente contribuindo para o avanço de pesquisas acadêmicas que ajudam a Ciência no desenvolvimento de tratamento e cura de doenças.

     

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Matheus Braga.
  • #2358
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    Fabio Jorge
    Espectador

    Precisamos focar no ensino básico. Só poderemos ser um país desenvolvido se as nossas crianças tiveram a oportunidade de aprender o básico bem aprendido.

  • #2361
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    Thallya Scariot
    Espectador

    O grande problema, hoje, está na base!

    Para termos profissionais qualificados e pessoas com maior índice de aproveitamento no ensino superior, precisamos investir na base do ensino.

    É fundamental que a estruturação inicie no ensino básico.

    E assim, procurando parcerias público privadas.

    Com investimento em profissionais da área.

  • #2367
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    Patrike Soares
    Espectador

    A educação do Brasil só precisa ser valorizada.

    A valorização do Professor, a manutenção estrutural das escolas, geram um ambiente capaz de fazer o aluno gostar de estar lá.

    De nada adianta ter professor, se os mesmo não são valorizados, e não adianta os alunos quererem estudar, se não tem uma escola capaz de proporcionar um aprendizado digno.

  • #2373
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    Renan Sambo
    Espectador

    – Buscar por maiores investimentos na educação básica;

    – Trabalhar por uma melhor formação e qualificação de professores;
    – Visar o fortalecimento do ensino técnico, tecnólogo e ampliação de escolas de ensino integral.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Renan Sambo.
  • #2374
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    Lucas de Lima
    Espectador

    É importante investirmos forte na educação básica para que as pessoas desenvolvam um pensamento crítico, de questionamento até mesmo para terem capacidade de escolherem de forma acertada nossos representantes, mas que também tenham capacidade de concorrer justamente por uma vaga nas universidades públicas.

    Os investimentos em pesquisas nas universidades e institutos são de fundamental importância para o desenvolvimento do país em todos os setores. Hoje podemos ver o resultado dessas pesquisas e tecnologias aliadas as condições climáticas favoráveis e localização privilegiada do Brasil em relação ao agronegócio que a cada ano bate recordes de produtividade. Acredito que o mesmo esforço para demais áreas como processamento de matérias-primas seria de grande valor para o país.

    A fiscalização em relação a gestão desses recursos nas universidades deveria ser mais rigoroso para sabermos para onde realmente vão esses recursos. Incentivar mais o setor privado a fazer parcerias com UF e Institutos, o Futura-se acredito que de forma bem estruturada e equilibrado teriam bastante a agregar também.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Lucas de Lima.
  • #2415
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    Gustavo Martins de Carvalho
    Espectador

    A educação é vista por muitos como o principal meio de resolução dos problemas sociais do Brasil, mas primeiro é preciso entendermos que a expansão da escolarização básica intensificou-se em termos de rede publica no fim dos anos 70 e inicio dos anos 80.

    Com isso podemos entender o Brasil ocupar 53º Lugar de 65 países avaliados (PISA), alem disso, dados mais assustadores como 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização não conseguem ler e 20% do alunos que concluem o ensino fundamental não dominam totalmente a leitura e a escrita. Em contrapartida vemos o investimento em educação apenas aumentar, visto  que atualmente 6% do PIB nacional é direcionado para a educação.

    Esse disparate entre os números, dá-se na minha visão ao elevado investimento em ensino superior em detrimento ao ensino básico, atualmente o Brasil é um dos países que menos gasta com alunos do ensino fundamental e médio, mas as despesas com ensino superior assemelham-se aos gastos de países europeus.

    Anualmente gastamos em media US$ 3,8 mil por aluno nos ensinos fundamental e médio, a média anual dos países da OCDE é de US$ 10,5 mil por aluno, é 176% a mais que o Brasil.

    Já no ensino superior a situação é diferente, gastamos anualmente US$ 11,7 mil por aluno no ensino superior, mais que o triplo que no ensino fundamental.

    É necessário que ocorra o aumento do investimento no ensino básico, visto que o ensino básico publico atende a maioria da população carente e é o principal meio para a erradicação da desigualdade e asserção social. Já o ensino superior alem de monopolizar o investimento em educação é de pouco acesso a populações carentes e marginalizadas, basta olharmos números que nos dizem que mais de 75% dos alunos da USP são brancos e vem de escolas particulares, portanto, alem de direcionarmos a maioria dos recursos para o ensino básico, é vital a adoção de politicas de cotas e a cobrança de mensalidade nas universidades publicas para alunos que possam pagar, alem de parecerias privadas e o financiamento privado de pesquisas.

     

  • #2419
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    João Lopes Waspe
    Espectador

    Educação é a base fundamental para o desenvolvimento econômico e social em qualquer país, aqui no Brasil não seria diferente, entretanto muito se discute sobre os moldes da educação no país, principalmente o ensino superior.

    Educação pública e gratuita, é um direito adquirido na constituição de 1988 e não deve ser alterado com propostas de cobrança de mensalidade nas universidades públicas, que além de afrontar um direito adquirido, abre portas para o endividamento dos jovens, que pode ser extremamente prejudicial para a economia e o bem estar social no longo prazo. O dever da universidade é se preocupar com a boa gestão e o aprendizado de seus alunos, sendo assim a captação de recursos não deve se tornar uma preocupação a mais para as instituições, porem isso não impossibilita que se criem programas afim de permitir e incentivar doações de ex-alunos ou a parceria de pesquisa entre universitários e instituições privadas(instituições privadas financiariam projetos de seu interesse e o pesquisador ganharia suporte acadêmico da instituição de ensino pública sem depender diretamente da verba pública), explorar o ambiente público de forma a adquirir recursos com publicidade e comércio.

    Apesar da importância do ensino superior, o Brasil precisa de um olhar cuidadoso com a primeira infância, já que nessa fase que se inicia o desenvolvimento motor, psicológico e social dos futuros cidadãos. Uma má formação na primeira infância pode condenar o destino de alguém.

    Deve-se aproveitar o excelente mapeamento do MEC sob as escolas públicas para traçar estratégias regionais para a resolução do problema de aprendizado especifico que se manifestam. É um erro generalizar o perfil do estudante numa sociedade tão difusa tal como é um erro generalizar suas dificuldades e problemas.

    Somente um bom avanço nos ensinos mais básicos permitirá a formulação de um sistema de ingresso nas universidades que contemple a sociedade sem distorções.

  • #2453
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    WILLIAM CAMPOS
    Espectador

    Embora pareça clichê de político, Educação realmente deve ser prioridade. Devemos promover uma verdadeira revolução na Educação: Estrutura, Metodologia, Valorização, e muito mais. Ciência e Tecnologia devem andar juntas, mas não da forma convencional, e sim, como alta tecnologia. Pesquisa e desenvolvimento. Para o Ensino Superior, outra mudança bastante significativa, tanto em parceria com empresas privadas, quanto em metodologia de ensino.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  WILLIAM CAMPOS.
  • #2464
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    mateus.magalhaes93@gmail.com Magalhães
    Espectador

    O Brasileiro é um povo criativo, isso facilita fazer um link entre essa áreas, no qual a ciência e a tecnologia exigem além do conhecimento é necessário criatividade, o caminho é através da educação incentivar a criatividade e o gosto pelo estudar desde de criança, focando e direcionando o aluno pelo caminho no qual ele tem mais adesão de conhecimento, reduzindo as taxas de abandono, com um ensino superior com um suporte usando a criatividade, transformando em iniciativa de empreendedorismo assim colocando o aluno que ingressa no ensino superior já com mais facilidade de ter seu negocio ou mais facilidade de entrar no mercado de trabalho

  • #2469
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    André Montoro
    Espectador

    No Brasil é de extrema importância a educação e o emprego terem uma forte conexão, como um arco, onde o aprendizado inicie e através do seu desenvolvimento, muito bem acompanhado e com novos modelos de avaliações e sustentação econômica em modelos inovadores, com convênios, filantropia, que consigam diminuir ao máximo o déficit de vagas e manter viável economicamente aos municípios e estados. Após o ensino infantil, fundamental e médio, que se faça uma completude com um viés a sua formação para o mercado de trabalho, com uso de tecnologias para aprendizado e de formação para o empreendedorismo. Dessa forma formamos jovens com vontade de aprender e com possibilidade de utilizar sua criatividade para desenvolver novos negócios ou serem chamados para trabalhar em empresas. Educação e Emprego em conjunto, para construção de uma sociedade mais autônoma.

  • #2488
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    Wagner Mira
    Espectador

    Precisamos investir na educação desde o início ensino fundamental que se apreender desde o 1°ano isso será seguindo até o término do ensino médio, educação e necessário para um futuro promissor, quando chegar no ensino médio ter ensino técnico junto para que se conclua o ensino médio e já se tenha uma profissão técnica para já sair empregado do ensino médio, e assim se ingressar no ensino superior, para isso os nossos governantes precisam olhar com bons olhos para Educação.

  • #2522
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    Gabriela Cardoso
    Espectador
    • Educação: Há muito o que ser melhorado quanto ao ensino no nosso país. Acredito que livros, fontes adequadas de pesquisa, incentivo de crianças e adolescentes e valorização dos funcionários que exercem este papel na nossa sociedade, é fundamental. Nossas crianças, a meu ver, precisam não só de um bom ensino, mas um caminho a se seguir quando terminam seus estudos, e nossos professores, precisam de incentivo para que não trabalhem com medo do que pode acontecer durante suas aulas.
    • Ciência:  Acredito que devamos apoiar cada progresso realizado em benefício principalmente da saúde e bem estar, que a ciência e nossos cientistas estão dispostos a oferecer, e proporcionar aos mesmos recursos ilimitados, desde que o mesmo seja para benefício mútuo.
    • Tecnologia: A tecnologia vem tomando conta de jovens e adultos a anos, fazendo com que os mesmos a ultilizem tanto para o bem, quanto para o mal. Acredito que ela é importante sim, todavia, devemos ultiliza lá com consciência e sabedoria.
    • Educação Superior: Assim como a educação é fundamental para crianças e jovens, acredito que o ensino superior também seja, e sendo assim, acredito que o governo deveria incentivar mais os nossos jovens, para que após a conclusão do ensino médio, todos fizessem só menos, um curso superior. Sabemos que nem todos tem condições de arcar com os custos de uma faculdade, e muitos não conseguem uma mas federal,  o governo poderia proporcionar cursos técnicos gratuitos a todos os jovens, fazendo assim, que eles tenham maiores chances no mercado de trabalho.

    Att

    Gabriela Cardoso

    Extrema, Minas Gerais

  • #2528
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    Thárik Uchôa
    Espectador

    Base para formação cidadã a educação deve ser prioridade em qualquer governo. Todavia, é preciso que essa educação esteja também atrelada a geração de emprego. Temos no Brasil uma grande evasão em todos os setores da educação, desde a educação básica a superior, pois o jovem não consegue vislumbrar como a educação pode ser um marco de crescimento social ou de renda. É preciso uma educação voltada para a inserção desse jovem no mercado de trabalho. Se é o curso técnico que há de permitir, que se abra mais cursos técnicos, o que não se pode é ter inúmeros graduados com diploma obsoleto.

  • #2546
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    Maurício Martins
    Espectador

    A educação é o ponto principal para um país se desenvolver. Ela economiza gastos em outras áreas, como saúde e segurança. Muitos dos problemas que debatemos ao longo do Fórum seriam resolvidos com mais educação. Para isso, precisamos investir na base. Nos últimos anos tivemos avanços importantes no ensino superior, porém, a educação básica ainda carece de uma atenção maior por parte das autoridades.

    Gosto da ideia de parcerias público-privadas, mas não apoio a forma como o Future-se foi desenvolvido, podendo deixar universidades públicas a mercê de interesses privados. A maior parte da ciência e tecnologia do nosso país vem das universidades públicas, e não podemos deixar brechas para conflitos de interesses.

    Todos os temas desse tópico são codependentes. A ciência depende da tecnologia, que depende do ensino superior, que depende da educação básica. Investimento na base e valorização dos profissionais da educação necessitam ser prioridade de um governo que quer uma qualificação maior para sua população. Competitividade só existe quando existe uma igualdade de oportunidade.

  • #2573
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    Alberto Godinho
    Espectador

    Neste tema temos o principal responsável pelo desenvolvimento do país. Não restam dúvidas de que investimento em educação, ciência e tecnologia se traduzem em avanços sólidos para qualquer nação.

    A ciência e a tecnologia precisam ser fomentadas no país, pois atualmente não há grandes incentivos para o desenvolvimento dessas áreas. O Brasil é um berço de talentos. É preciso oferecer condições aos pesquisadores brasileiros de trabalharem aqui e reverter o quadro em que os perdemos para outros países.

    Já na educação, precisa haver maior investimento, sobretudo na educação básica. Não adianta investir em ensino superior quando a base é frágil. Por isso, o país deve direcionar o seu foco ao ensino básico.

    O ensino superior público brasileiro é, em sua maioria, de alto nível. O acesso às instituições deve se basear na meritocracia. A cobrança de mensalidades é uma medida desejável, assim, as instituições de ensino superior público ficariam menos dependentes do tesouro que poderia voltar-se ainda mais para a educação básica. Entretanto, embora a cobrança de mensalidades deva ser a regra, pessoas de baixa renda e que não possuam condições de arcar com os valores devem ter acesso gratuito ao ensino superior público.

     

  • #2578
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    Ícaro Oliveira
    Espectador

    Nos últimos anos, houve um erro na divisão dos recursos da educação, investiu-se muito no ensino superior, e quase  nada no ensino base, isso gera dois problemas, o primeiro é que o dinheiro é desperdiçado, pois quem consegue se formar nas universidades federais teria condições de pagar uma universidade privada, e o outro é que com a educação de base sucateada os alunos do ensino público que chegam a universidade não conseguem avançar no curso. O certo deve ser melhorar a educação de base para que igualará todos, mas uma educação moderna, estamos no século XXI, não podemos acreditar que as aulas hoje devem ser iguais eram há 20, 30 anos atrás, não, devemos ter uma educação com novas tecnologias, ensino a distancia, escolas com conexão a internet, a educação tem de ser estimulante, não um sofrimento. Outro ponto importante para o avanço de um país é a capacidade dele desenvolver novas tecnologias, e nisso sim as universidades tem papel fundamental, mas devem ser focadas áreas que tragam algum benefício ao país, áreas como medicina, engenharias e tecnologia devem ser prestigiadas.

  • #2583
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    Alvaro Jobal Teodoro Salvaia Neto
    Espectador

    – Aplicação de atividades extra curriculares aos alunos do ensino fundamental importantes: empatia, pensamento crítico, análise cientifica, entre outros

    – Inclusão de atividades de lógica, IA e outros temas atuais para alunos do ensino médio

    – Reserva de recursos para criação de laboratórios de inovação

  • #2597
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    Thales Rangel
    Espectador

    Hoje no mundo das crianças, jovens, adultos e até de idosos, temos uma realidade virtual, aprendemos muito com plataformas de comunicação, como o próprio YouTube que rouba a cena, e tira a visibilidade que canais de TV antes tinham. Com até canais na plataforma aforecendo conteúdos de vídeo aula. E hoje também ficou mais fácil pra estudar com um simples notebook você em 3, 4 anos conclui o ensino superior, é a realidade virtual fazendo a diferença nessa geração.

     

  • #2610
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    José Eduardo Santiago
    Espectador

    Como disse nosso amigo em um dos primeiros comentários.

    <p style=”box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1rem; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;”>A educação, especialmente a de ensino superior, vive alguns dilemas: forma quem, pra que, e como?</p>

    O ensino superior levam as pessoas a prestarem cursos nos quais os mesmos não sabem se querem ou não seguir a profissão, vão pelo curso que mais lhes convém ou às vezes pelo que ele mais teve contato em sua vida estudantil. Porém, o ensino superior chega a ser um dilema gigantesco: A pessoa teve condições de estudar para um concurso? Ela tem condições de cursar a faculdade? Pública ou privada?

    O Brasil hoje encontra-se com características de países em desenvolvimento, entre elas, além da gigantesca desigualdade social, também algumas deficiências na educação. O ensino, apesar do superior ser de grande importância, deve ser dado atenção desde as séries iniciais.

    A educação transforma, liberta e abre novos paradigmas, mas infelizmente muitas delas não possuem acesso a educação básica.

    Inicialmente devemos pensar em uma aprendizagem melhor na educação infantil e no ensino fundamental.  O caminho pode ser longo, mas se faz necessário a melhoria com as possíveis ideias.

    1 – Melhor remuneração para os funcionários da escola, incluindo uma melhora significativa no salário dos professores.

    2 – Reformas e apoio as escolas para que haja capacidade de atender a sociedade.

    3 – Capacitação dos professores.

    4 – Criação de um centro nacional de educação para criação de materiais com assuntos atuais e metodologia atualizada (desde livros à materiais para ser reproduzidos em TV, tablets e outros dispositivos que possa ter na escola).

    5 – Criação de novos cursos técnicos e adição de mais polos que atendam a necessidade da sociedade, para que a mesma possam desenvolver suas habilidades em assuntos como tecnologia, biologia e química, principalmente em horários de aula.

    O ensino superior não deve ser diferente do proposto acima, com qualificações e com maior rigor nas ações de supervisão do MEC, as instituições irão construir uma qualidade de ensino cada vez mais apropriado. Caminhando lado a lado com o ensino básico, teremos uma educação de qualidade para todos os públicos.

  • #2619
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    Agenor Alves
    Espectador

    Temática de extrema importância, pois sabemos claramente que tais tópicos são responsáveis pela a evolução de uma nação, pois podemos observar que os países que tem como prioridade esses eixos são os mais desenvolvidos, possibilitando uma nação que possua mais liberdade e autonomia em suas tomadas de decisões.

    Quando levamos em consideração a agrupação destes temas, sem sombras de duvidas nos tornamos um nação mais forte e mais igualitária. A educação é a base da evolução do ser humano e quando a anexamos a ciência e a tecnologia podemos nos tornar uma nação de primeiro mundo com o PIB elevado e com prestígio perante os demais países.

  • #2622
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    Tomaz Oliveira Hoffmann
    Espectador

    O investimento no ensino de base é fundamental, pois é na base que se molda o cidadão. Investimento como línguas estrangeiras, ética, uso de tecnologias educativas para modernizar a educação e aumentar o interesse dos alunos, são essenciais na educação. O investimento em pesquisas nas universidades com acompanhamento direto do MEC para que esses trabalhos não sejam só mais uma tese e sim um avanço em pesquisa com aplicação na sociedade.

  • #2633
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    Beatriz Leite
    Espectador

    Ao se pensar em educação, pensamos no rumo de toda uma noção. Algo que na gestão do atual presidente tem sido negligenciada com redução nos investimentos em pesquisa, diminuição nos direitos dos professores e nas verbas para as instituições. O Brasil, bem como o PSDB, tem muitos exemplos a serem seguidos como a gestão do prefeito Firmino Filho em Teresina, que tem a melhor educação entre as capitais do nordeste graças a investimentos reais em infraestrutura, valorização do servidor e acompanhamento do alunado.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Beatriz Leite.
  • #2647
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    José Victor da Silva Araújo
    Espectador

    A educação é um dos pilares que mais deveria ser investido, pois é da educação que se forma o futuro do nosso pais. As universidades deveriam ser mais acessíveis, ter uma estrutura melhor. Nossas escolas e centros de pesquisas também deveria ser visto pelos governantes, que pudessem solicitar melhorias para cada um deles e beneficiar toda a população.

  • #2664
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    Ana Paula Assis
    Espectador

    A educação deve seus recursos melhor empregados,e professores mais valorizados,com cursos e condições melhores de trabalho

  • #2672
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    Deyvid Motta
    Espectador

    1. EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL

    É de extrema necessidade o investimento na educação em tempo integral principalmente para o primário. A dificuldade que mães enfrentam de trabalhar e cuidar de seus filhos pequenos é grande, problemas, burocracia, falta de investimento e ampliação de unidades públicas para o primário também devem ser analisadas. 

    2. SISTEMA DE VOUCHER NA EDUCAÇÃO

    Em meu município como em muitos outros o aluno da rede pública de ensino se torna mais caro do que o aluno da rede privada, devido a corrupção (superfaturamento de alimentos, uniformes, materiais didáticos, etc), e também cuidando daqueles que não conseguem uma matrícula nas escolas, o sistema de VOUCHER NA EDUCAÇÃO que seria o aluno matriculado na rede privada sendo custeado pelo governo ajudaria muito. Em minha cidade, Duque de Caxias, onde o maior problema é a educação (falta de investimento, material didático, uniforme, merenda, professor, faxineiro e salários em dia) se todos os alunos da rede pública estivessem matriculados na rede privada a prefeitura gastaria bem menos do que gasta em educação. PASMEM.

    3. ORDEM E VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

    A valorização do profissional e a ordem dentro de sala de aula é um ponto que deve ser bem revisto não só pelo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO mas também pelos órgãos de SEGURANÇA PÚBLICA. Valorizar os professores não é só salário em dia e em crescimento anual (o que também anda sendo difícil de acontecer) mas também os garantindo o devido respeito. OS PARLAMENTARES DO NOVO PSDB 45 devem se atentar e priorizar projetos de leis que venham trazer rigor nas punições ao indivíduo que desacatar funcionário público em exercício de sua função. 

    Tivemos recentemente a implantação de câmeras de segurança nas salas de aula aqui no Rio de Janeiro mas nossos funcionários permanecem reféns de violência física, verbal, emocional etc. Não basta câmeras de vigilância que somente servem para registrar crimes, basta uma força tarefa de secretarias estaduais de educação na fiscalização das escolas e gestões escolares empenhadas na punição do aluno agressor. 

    4. MAIOR EMPENHO NO COMBATE A DOUTRINAÇÃO IDEOLÓGICA 

    Um grande problema que vem atrasando a educação nos últimos anos junto com a falta de investimento é a DOUTRINAÇÃO IDEOLÓGICA dentro de sala de aula. As salas de aula andam sendo palco de militância político-partidária, onde a intenção não vem sendo mais a capacitação acadêmica ou a preparação do aluno para o mercado de trabalho e sim para a militância política e ativismo de rua. 

    Convites a passeios e caminhadas por centros culturais e educacionais a fim do enriquecimento do saber vem sendo substituídas por convites a eventos e passeatas políticas, a greves com real intenção de agressão ao governo sem motivo. (A greve é válida e amparada pela constituição para os profissionais da educação, e sim temos que nos manifestar quando o governo pecar, mas como políticos do PSDB, equilibrados e sensatos, como somos, temos que entender o que vem acontecendo). 

    A repressão ao aluno que tem uma opinião contrária ao professor é um dos grandes problemas que acontecem dentro de sala de aula, já recebi denúncias dentro do meu município de casos como perca de pontuação bimestral chegando ao extremo de agressão física e verbal de alunos partidários a outros alunos contrários. Defender uma ESCOLA SEM PARTIDO (sem partido mesmo! Sem PSOL e sem PSL!) não é ser bolsonarista, é entender que nossos alunos devem ser preparados para o mercado de trabalho, que sala de aula é para o enriquecimento do saber, com estímulo de senso crítico mas sem imposição ideológica. 

    Querer ingressar na política, no ativismo partidário, deve ser uma decisão do aluno por si só e não da escola.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Deyvid Motta.
  • #2673
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    Danilo Abarca
    Espectador

    <p class=”MsoNormal”>O estado deve parar de se preocupar com gestão de creches, escolas e universidades, pois este não é o trabalho dele, mas sim prover e este deve ser o principal através do sistema de vouchers. Somente com uma educação público/privada o governo conseguirá atender as necessidades reais da educação básica, média e superior. Quanto a pesquisas ciência e tecnologia, seria interessante uma política pública especifica para isso, onde um fundo será repartido com foco em aquilo que o governo tem interesse de investir.</p>

  • #2704
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    Henrique Salgueiro
    Espectador

    – melhorar o salário dos professores para que se motivam mais ao ensinar

    – leis mais duras contra quem agride professor, alunos que não cumprem ordens, etc.

    – incentivo à ciência massiva, para que desenvolvamos maiores tecnologias com grande qualidade e rapidez

     

    – os ensinos superiores devem ser revistos, o sistema de ensino atual está arcaico, existem modos mais rápidos e fáceis de ensinar, a velha lorota de ler e escrever já está ultrapassada.

  • #2743
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    Maurício Severo Roesch
    Espectador

    As Tecnologias fazem parte integrante das nossas vidas privadas e Com a utilização doméstica da informática, do computador pessoal, dan Internete do telemóvel, a vida do cidadão encontra-se facilitada. Os jovens adquirem vários conhecimentos fora da escola, preferindo por vezes o aconchegante lar, com

    todas as tecnologias à disposição, à escola enfadonha e obsoleta. É importante a escola

    tornar-se mais atractiva e em sintonia com as novidades tecnológicas que vão

    deslumbrando o Homem.

    As potencialidades das tecnologias da informação e comunicação são cada vez maiores,

    promovendo um novo paradigma de sociedade, que poderá facilitar a integração das

    pessoas com deficiências na vida activa. Por um lado, as tecnologias facilitam a

    comunicação que poderá estar limitada por uma deficiência física, por outro lado as

    barreiras espaciais esbatem-se. A nível pessoal através da Internet facilmente se fazem

    compras, como se procede a transferências bancárias, ou se preenche o boletim do IRS.

    As Tecnologias estão a revolucionar a sociedade em vários campos. A forma como se

    organiza o trabalho está a mudar, deixando o espaço e o tempo de ter a construção

    mental de hoje. Com as tecnologias portáteis, acessíveis ao cidadão

    comum, facilmente se monta no lar um potente escritório com janela aberta para o

    mundo, através da Internet. O trabalhador desde o início da industrialização que presta

    um serviço, num período de tempo pré-estabelecido para a realização de uma tarefa

    específica num local determinado pelo empregador. Neste momento caminhamos para

    tipo de organização do trabalho, em que se valoriza o produto final, existindo uma

    maior flexibilidade, quer de tempo, quer de espaço. A invenção do computador, e da

    Internet contribui para a constante evolução da sociedade, melhorando a qualidade de vida do indivíduo.

  • #2749
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    Juscelia Barbosa de Lima
    Espectador

    A Educação é um direito fundamental que ajuda não só no desenvolvimento de um País, mas também de cada individuo.

    Sua importância vai além do aumento da renda individual ou das chances se obter um emprego… por meio da Educação, garantimos nosso desenvolvimento social, econômico e cultural. Prioridade  para alunos que estuda em escolas  públicas , Cursar o Ensino Superior  em Universidades Publicas. Garantir vagas em universidade públicas para pessoas que completa 18 anos que morar em Abrigos e Orfanatos.

    Urgente e necessário um investimento financeiro por parte do governo no que se refere á formação, capacitação e remuneração dos professores, bem como ás melhorias das condições de trabalhos dos mesmos.

     

  • #2751
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    Isabella Puglisi de Oliveira
    Espectador

    O sistema educacional brasileiro está obsoleto. As mudanças tecnológicas, econômicas e sociais vistas no Brasil (e no mundo) mudaram a forma das crianças, dos adolescentes e dos adultos interagirem com o universo de possibilidades. Portanto é necessária uma readaptação do modelo educacional.

    Também é necessário pontuar que os investimentos em educação básica são indispensáveis e devem crescer, sendo as últimas opções de contingenciamentos, já que os fundamentos aprendidos na primeira infância são os mais sólidos para os indivíduos.

    Por fim, é importante ressaltar a fuga de cérebros. O Brasil tem indivíduos talentosos, capazes, esforçados e resilientes aptos a trazer grande contribuição para as diversas áreas demandadas no país. Entretanto, os indivíduos mais qualificados ou com os melhores potenciais, infelizmente, acabam saindo do país em busca de melhores oportunidades, o que é prejudicial para a ciência, a economia e o desenvolvimento do país.

    Portanto, é necessário o fomento à pesquisa, à produção tecnológica, ao desenvolvimento das ciências, além do estabelecimento de think tanks.

  • #2760
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    Vanessa Gomes
    Espectador

    Um estudo feito pelo Banco Mundial sobre a educação no Brasil, divulgado em 2018, constatou que uns dos principais pontos de ineficiência no ensino público está diretamente ligado aos professores. Segundo o estudo, isso se da por (I) não conseguir atrair alunos com notas elevadas para o magistério; (II) o fato da carreira pública de professor ter piores salários e menos prestígios que as demais carreiras públicas; (III) que o processo de contratação dos professores é focado no conhecimento teórico, sendo incapaz de recrutar aqueles que são melhores educadores; (IV) a falta e um parâmetro de avaliação da habilidade de ensinar; (V) promoção automática de professores por tempo de serviço; e (VI) uma baixa taxa de aluno-professor.

    Há uma necessidade de se reorganizar a carreira de professor, oferecendo um melhor salário-base para a atração dos profissionais mais qualificados. As provas para contratação devem conter uma fase onde o candidato tem que obrigatoriamente apresentar um determinado número de aulas com conteúdos determinados e variados, para averiguar sua capacidade de passar o conteúdo.

    Além disso, deve-se criar um sistema de avaliação de desempenho do professor baseado na evolução acadêmica dos seus alunos. É de extrema importância que essa avaliação esteja atrelada a promoção e bonificação. Necessário também se reduzir o número de alunos por professor, para que o docente tenha a capacidade de se concentrar melhor no desenvolvimento dos seus alunos.

     

  • #2771
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    lucas manoel Manoel
    Espectador

    O Brasil investe acima da média dos países membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Mais de 15% dos recursos públicos é direcionado para a educação no Brasil, contra 10,3% da média da organização. Os números de investimento do Brasil são muito superiores ao de nações desenvolvidas como a Noruega e Suíça. Contudo, é da percepção de todos que a educação Brasileira apresenta diversos problemas. Cerca de 50 milhões de Brasileiros são analfabetos, e 30% diz nunca ter adquirido um livro.  A infraestrutura das escolas ao redor do país é precária e, muitas delas  não possuem sequer rede de esgoto. De acordo com a organização Todos pela Educação apenas 4,8% das escolas públicas que oferecem ensino fundamental possuem infraestrutura completa prevista em lei. 52% dos nordestinos adultos não possuem o ensino fundamental completo e apenas 8,8% dos afrodescendentes alcançam algum tipo de diploma. É notório que quanto menor for o tempo de estudo, menor será a chance de ascender socialmente. O PSDB e todos os demais partidos precisam compreender que aumentar simplesmente os gastos com educação sem um critério adequado não se traduz em melhorias na formação educacional de nossos cidadãos. Para melhorar a renda da população Brasileira e diminuir a desigualdade social é de extrema necessidade encurtar a distancia dos alunos do ensino básico e superior no que diz respeito a investimento monetário. Por vivermos em um mundo de recursos escassos, o Brasil não deveria gastar quatro vezes mais do seu orçamento no ensino superior em comparação com o básico. Uma mudança de prioridades deveria ser feita a fim de obter melhores resultados, levando em consideração que o investimento no ensino básico em regra é direcionado para os mais pobres. Os maiores e melhores resultados provém da primeira infância, é preciso incluir os mais pobres que muitas vezes nem sequer sabem ler. Quanto maior for a diferença nos investimentos na educação básica e superior  maior será o fosso entre ricos e pobres. Há muitos outros pontos a serem analisados, mas acredito que uma melhor gestão dos recursos é o começo para promover educação de qualidade a todos. A educação liberta, não podemos esquecer isso em tempo algum!

    <span style=”background-color: transparent; color: #000000; font-family: Arial; font-size: 11pt; white-space: pre-wrap;”> </span>

  • #2773

    Nenhuma questão no país será resolvida a golpes de frases feitas. É preciso um amplo debate e uma construção conjunta em sociedade. A educação, a ciência e a tecnologia são temas que requerem maior aprofundamento. Primeiramente, falando sobre educação. O Brasil precisa de uma reforma educacional ampla. Infelizmente, nós brasileiros, temos a impressão que o ensino fora do país apresenta melhor qualidade que o nacional. Isso não é bem verdade. Reitero a qualidade do nosso ensino. O grande problema está na modernização e na ampliação dos conteúdos. É óbvio que algumas novas disciplinas precisam ser criadas e outras reformuladas. A educação de ensino integral mostra a qualidade que esta forma de ensino tem produzido bons feitos. Foi isso que fez Pernambuco sair da última posição para a primeira na questão da qualidade de ensino. Sobral e o Ceará, como um todo, são exemplos de qualidade educacional. Precisamos aprender com os bons exemplos. Investir em educação não é o único caminho. Sabemos que o investimento em educação nos governos do PT sofreu aumentos consideráveis. Em contrapartida, esse alto investimento não refletiu em melhora na qualidade de ensino. A educação é a área que não se pode fazer planejamento a curto prazo. Nosso sistema conta com 15 anos de escola secundarista e mais 4 ou 5 anos de ensino superior. Logo, as melhoras só serão de fato observadas a partir de no mínimo 15 anos após a reformulação do sistema. O ensino superior, por exemplo, é muito engessado e necessita de reformulação. Uma prova disso é que, na Europa, um curso de engenharia tem duração de 2 anos para o título de engenheiro generalista, com mais 3 anos de “mestrado 1”, ou seja, uma especialização na área pretendida. As disciplinas são variadas, com carga horárias variando de 10h até 90h. Diversificando o currículo dos estudantes e ampliando o contato profissional com vários especialistas na área. A ciência e tecnologia, por sua vez, está cada vez menos valorizada, ainda que as universidades tenham produzido pesquisa de grande qualidade técnica. Bem se sabe que os países desenvolvidos são aqueles considerados como de ponta na matéria da tecnologia. Infelizmente, o governo federal tem reduzido os recursos do CNPQ e da CAPES e, consequentemente, produz-se a redução da produção de ciência e tecnologia.

  • #2783
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    Marcus Vinícius Sandrini Acorsi
    Espectador

    Hoje em dia temos um grande problema em virtude das cotas de ensino. Ao meu ver elas são justas e querendo ou não, uma boa iniciativa, entretanto deveriam servir apenas por um período de tempo, enquanto a educação básica receberia investimentos, tornando o abismo entre ensino público e privado menor e dando maiores possibilidades de alunos de escolas públicas conseguirem vagas universitárias.

    Porém o que ocorre são que devido ao ensino, muitos dos alunos que conseguem tais vagas, acabam repetindo de matéria diversas vezes ou não conseguem se tornar um profissional qualificado futuramente, pela falta de base e dificuldade de acompanhar a matéria.

    Na minha opinião o investimento em educação básica é fundamental, sendo que não se deve extinguir 100% as cotas, visto que infelizmente jamais se equiparará o ensino público ao privado, mas diminuir proporcionalmente ao investimento realizado, não prejudicando o desempenho deles na universidade, nem tampouco seu futuro profissional e de seus clientes.

    Outra iniciativa muito bacana que deveria se tornar mais comum, seriam os cursinhos populares como ocorrem em favelas de SP e RJ e tem bons resultados de aprovações. Apesar de geralmente serem de iniciativa particular seria interessante algum projeto nesse sentido, pois além do ensino escolar regular ser precário, acaba por faltar algo mais destinado aos vestibulares.

  • #2784
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

    Um dos grandes pilares para aperfeiçoamento da sociedade é sem dúvidas a educação. Visto isso é necessário transformar a visão não só do aluno como de todos, para encaramos a escola e seu papel na comunidade e desenvolvimento do país.

    Ideias que promovam maior engajamento como iniciações científicas júnior, onde o aluno dispõe de horas extras após o horário de aula, para se dedicar em projetos de pesquisa e estudo em conjunto, na área que preferir. Além disso paralelamente, pode-se buscar maior engajamento e dedicação dos docentes,dando  bonificaçõesp rendimento das turmas e projetos desenvolvidos. Aulas extra classe podem ser concedidas a alunos que busquem conhecer além do conteúdo programado ou a alunos com dificuldades.

     

    Em algumas cidades vêem existindo progresso nas áreas de educação básica que ficam sobre gestão municipal isto acontece principalmente pelo fato do município conhecer as dificuldades de ensino específicas de cada localidade, trazendo essa idéia de gestão e cobrando os devidos investimentos, a municipalização do ensino médio é uma vertente a seguir.

    Escolas técnicas com estágio disponível são ótimas opções integrando e inserindo o jovem já no mercado de trabalho isto pode ser feito em parceria com indústrias, ou em setores públicos, e em uma administração estado/município atendendo a demanda do setor regional

     

     

  • #2789
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    Ricardo Alexandre Alves
    Espectador

    O desenvolvimento de uma nação passa, de forma categórica, pela educação. Sendo assim, visando um crescimento nacional, seria muito interessante implementar políticas de incentivo a pesquisa na área de tecnologia. Não apenas enviar estudantes de ensino superior a outros países para estudarem, mas principalmente, incentivar a pesquisa e desenvolvimento tecnológico no próprio Brasil com condições satisfatória de material  e remuneração. Na prática poderia funcionar como um ‘bolsa pesquisador’ que teria de início uma prova de seleção

  • #2813
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

    Um dos grandes pilares para aperfeiçoamento da sociedade é sem dúvidas a educação. Visto isso é necessário transformar a visão não só do aluno como de todos, para encaramos a escola e seu papel na comunidade e desenvolvimento do país.

    Ideias que promovam maior engajamento como iniciações científicas júnior, onde o aluno dispõe de horas extras após o horário de aula, para se dedicar em projetos de pesquisa e estudo em conjunto, na área que preferir. Além disso paralelamente, pode-se buscar maior engajamento e dedicação dos docentes,dando  bonificaçõesp rendimento das turmas e projetos desenvolvidos. Aulas extra classe podem ser concedidas a alunos que busquem conhecer além do conteúdo programado ou a alunos com dificuldades.

     

    Em algumas cidades vêem existindo progresso nas áreas de educação básica que ficam sobre gestão municipal isto acontece principalmente pelo fato do município conhecer as dificuldades de ensino específicas de cada localidade, trazendo essa idéia de gestão e cobrando os devidos investimentos, a municipalização do ensino médio é uma vertente a seguir.

    Escolas técnicas com estágio obrigatório são ótimas opções integrando e inserindo o jovem já no mercado de trabalho isto pode ser feito em parceria com indústrias, ou em setores públicos.

    Quanto ao ensino superior não devemos desencorajar a pesquisa básica e o investimento em tal, entretanto é possível abrir caminho para que empresas privadas possam investir em pesquisas de universidades públicos claro que com uma porcentagem direcionada a pesquisa básica.

    A participação das universidades podem e devem ser maiores na comunidade, programas onde alunos universitários atuam em escolas de comunidades locais aplicando projetos de ensino ou aulas de reforço,  entre outros são bons exemplos.

     

  • #2838
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    Carlos Eduardo de Paula Arthus
    Espectador

    O Brasil vive hoje um momento instável e de grandes obstáculos políticos, econômicos e sociais. Os governos eleitos em 2018, tanto em âmbito nacional quanto estadual, terão a responsabilidade de promover mudanças estruturantes no País, de modo a assegurar que o processo de retomada econômica e de melhoria do quadro social atualmente instalado se dê de maneira consistente e duradoura. Nesse cenário, é fundamental que a educação básica ganhe prioridade na agenda política brasileira, uma vez que não há país social e economicamente desenvolvido sem educação de qualidade.

    A visão norteadora da estratégia pode ser apresentada  em:

    • o acesso de todas as crianças e jovens à escola;

    • a permanência na escola com trajetória entre as séries e conclusão em idade apropriada; e

    • a aprendizagem adequada na idade certa.

    Das escolas, nós podemos esperar que a aprendizagem do conhecimento acumulado pela sociedade (e que será aperfeiçoado pelas futuras gerações):

    • O domínio de competências e habilidades essenciais para a vida cidadã e produtiva;

    • O respeito e a valorização da diversidade como um ativo da sociedade brasileira e da pluralidade de ideias, visões e pensamentos;

    • O pensamento crítico e de caráter emancipatório de modo a promover a inclusão social de todos e o fortalecimento da própria democracia.

     

    Dos Professores devemos desenvolver programas que garantam:

    Currículo de qualidade;

    • Materiais didáticos para alunos e professores (incluindo referências de práticas pedagógicas e recursos digitais, planos de aula e sequências didáticas);

    • Formação continuada aos docentes para a implementação do currículo; e

    • Avaliações processuais estruturadas e atreladas a um processo de devolutiva de fácil leitura e interpretação pelo professor.

  • #2841
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    Junior Vieira
    Espectador

    Educação é o alicerce da população, portanto, esse deveria  ser o ponto mais acolhido e defendido por todo e qualquer governo, pois com uma educação de qualidade a todos, os números da violência diminuem, os índices de saúde melhoram, a renda da população melhora, enfim, todos ganham com uma população culta.

     

    É necessário investimento na educação básica, pois, como o próprio nome diz, é a base e com uma boa base fica mais fácil de construir um futuro melhor para a população.

     

    Além disso, é importante no investimento de Creches de período integral, visto que na maioria das vezes os pais trabalham e acabam tendo dificuldades por conta disso.

     

    Destaca-se ainda, que as escolas deveriam possuir aulas ou atividades em período integral aos alunos, pois assim, os manteriam ocupados e ajudaria a mantê-los fora das drogas.

     

    Já em relação ao Ensino Superior é necessário uma maior fiscalização em Faculdades a Distância, pois muitas vezes os alunos não estarão preparados ao terminar os cursos.

  • #2857
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    Eduardo Rizzieri Cavalli
    Espectador

    Ficou claro nos últimos anos que o Brasil só se tornara um país realmente desenvolvido e justo com uma maior democratização da educação. É notória a necessidade de maiores investimentos no ensino base, fundamental, médio e superior, mas há de se discutir justiça social. É correto que estudantes predominantemente de classe média alta ocupem majoritariamente escolas e universidades públicas? O verdadeiro desafio da educação da próxima década será como diminuir a desigualdade entre aqueles que almejam o ensino superior, e preparar melhor os alunos de educação básica, e o PSDB deve estar na vanguarda deste assunto.

  • #2866
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    Matheus Lima
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    A educação brasileira é de modo geral centralizada e ditada pelo Estado.

    Atualmente o modelo educacional brasileiro possui forte disparidade no investimento entre o ensino básico e o ensino superior. Proporcionalmente o Brasil investe a porcentagem media da OCDE na educação primária e secundária, sendo muito maior o investimento no nível superior.

    Do que adianta investir mais no ensino superior do que no básico quando é necessário ter o básico para complementar e adentrar o superior?

    Deste modo só aqueles que possuem uma educação qualificada conseguem ser beneficiados com o acesso a educação pública, aumentando ainda mais o nível de carência daqueles que recebem uma educação básica(ou primária) precária. É para a educação básica que deveria ser concentrado os investimentos, pois, é a partir dela que todos formam sua base. Não se pode começar a construir uma casa pelo telhado. E o estado é responsável direto por essas consequências.

  • #2867
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    Pedro Ygor Sousa Silva
    Espectador

    Uma reavaliação das dividas do Fies, e extensão do financiamento estudantil a pós graduações profissionalizante da rede pública e privada, seleção de bolsistas separadas por faixas de interesses e vulnerabilidade, reestruturação do ensino superior, estímulo ao desenvolvimento das atividades ministradas nas academias pelos campis, com a contração e emprego dos próprios profissionais das ies em seus locais de ensino, estímulo a criação de empresas juniors.

  • #2921
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    ERIK LIMA REIS SANTOS
    Espectador

    Ensino superior precisa ser modernizado ter menos política na implantação de matérias nas grades curriculares

  • #2937
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    Henrique Pinheiro
    Espectador

    O Brasil passa por um momento que sua educação, estudos científicos, estão sendo ameaçados pelo o Governo Federal. A falta de investimento nessas áreas é de se preocupar muito.
    A educação deve ser a principal pauta do PSDB! Começando pela a valorização dos Professores, como, revendo seus salários, criando mecanismos para que o professor possa aprimorar e tornar dinâmicas a suas aulas no sistema público. Que os investimentos na educação não sejam congelados e sim aplicados de maneira correta, para que o estudante do ensino público tenha a mesma qualidade de ensino de quem estar na particular.
    Precisamos investir nos nossos estudos científicos para que o Brasil comece a importar seus estudos e tornar jovens em grandes cientistas. Temos que acabar com essa cultura que o de fora é sempre melhor do que o de casa. Precisamos investir aqui para gerar estudo e economia.

  • #2944
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    Samuel Genuino
    Espectador

    A educação dever ser sempre uma das principais prioridades de uma nação. Através da educação é possivel construir uma sociedade produtiva, comprometida com o progresso e consciente do seu papel e importância. Os recursos destinados a educação precisam ser preservados e novos investimentos devem ser estabelecidos. O nosso partido necessita abraçar a causa da educação, na defesa de uma educação básica de qualidade, na luta pela construção de cheches e a universalização do ensino integral. O FUNDEB deve ser rediscutido, novas formas de investimentos devem ser estabelecidas e a valorização do professor deve ser uma realidade. A área de ciência e tecnologia necessita de investimentos importantes, para a garantia dos avanços que nosso país precisa, na garantia de que possamos ser uma referência de novas descobertas e se constituir como uma importante força internacional na produção de estudos importantes para o mundo. O ensino superior e técnico também necessitam de um olhar especial das forças políticas, é necessário que possamos oferecer como nação, a cada cidadão, a oportunidade de se aperfeiçoar como profissional e retribuir com trabalho e dedicação as oportunidades ofertadas por nosso país. Oportunidades para todos deve ser um princípio básico de qualquer governo constituído e, em especial na educação, deve ser uma premissa inviolável.

  • #2945
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    Paulo Fernando
    Espectador

    Em mais de 10 anos de Universidade Pública, o que pude perceber é que os governos, com o tempo, foram retirando a autonomia outrora prevista para tornar os reitores cada vez mais dependentes do Governo Federal.

    Se o ideal de Newton Sucupira e de tantos outros pioneiros da educação superior era uma Universidade autônoma, isso foi se perdendo com o tempo. Hoje há amarras visíveis impedindo certo progresso administrativo das federais.

    A dependência do poder central foi demonstrada no recente contigenciamento de verbas da CAPES .

    Um dos pontos mais importantes quando se discute ensino superior, é a visão empreendedora e a capacidade de captação de recursos externos.

    Não se faz um país sem ciência de ponta e para isso precisamos de arranjos institucionais mais seguros e habeis a resolver os problemas.

  • #2960
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    Ronan Junior
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    Na educação básica e ensino médio, melhorar a capacitação constante dos professores, assim como melhores remunerações, manter e dar sequencia a reforma do ensino médio, de forma que o aluno conclua essa etapa preparado para prestar qualquer vestibular e tenha recebido conhecimento técnico para ter uma profissão. Investir na dobradinha Educação/esporte afim de formar cidadãos, pois o esporte é importante ferramenta de inclusão social.

    O governo federal deve investir em ciência e tecnologia para fomentar a área de pesquisa.

    Em relação as Universidades federais, deve cobrar mensalidade daqueles alunos que são de família de alta renda, revertendo essa nova receita na estruturação das Universidades publicas. Criar e manter programas como o prouni, para aumentar o acesso de alunos com baixa renda ao ensino superior.

    Não entrar nessa conversa fiada de escola sem partido ou de viés ideológico, dando ao professor total autonomia dentro da sala de aula.

  • #2964
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    Fernando Moura
    Espectador

    Investir e focar em pesquisa que gere resultados práticos e diretos para o desenvolvimento econômico e social.

  • #2977
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    André Luiz
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    Um tema muito essencial para nosso Brasil.
    Com os avanços da tecnologia tudo deve ficar mais atualizado. A forma de como se tem ensinado nossas crianças tem sempre um novo jeito, mas o conteúdo precisa constantemente ser melhorado. Nossas escolas precisam ter boas estruturas, salas de aula que proporcione um ambiente de ensino. E para aprimorar ainda mais, trazer para dentro de todas as escolas mais cursos profissionalizantes, tais como, informática, administração, biologia, entre outros cursos específicos, que prepara os nossos adolescentes e jovem para o mercado de trabalho no futuro. É necessário sempre investir na educação.
    As instituições privadas de ensino precisam ter um maior rigor por parte da legislação brasileira e fiscalização. Há muitas instituições de baixa qualidade e sem reconhecimento pelo MEC. A educação é a melhor forma de formar bons cidadãos.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  André Luiz.
  • #2983
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    Wagner Siben de Souza Wolff
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    O sistema educacional deve passar por profundas reformas.

    A primeira delas é dar mais liberdade ao aluno, diversificando a base curricular. Os alunos precisam ser estimulados a desenvolverem suas melhores habilidades. Hoje, todos estudam tudo, desistimulando a criatividade do aluno. É preciso encontrar uma forma de implementar escolas em período integral e com formação técnica.

    No ensino superior, é necessário diminuir a doutrinação ideológica das universidades e fortalecer a pesquisa, afinal, nenhum país sério e que pretende prosperar deixa de investir em pesquisa.

     

  • #2988
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    Israel Scarsi Marangoni
    Espectador

    Vejo o Centro Paula Souza (das Etec e Fatec) sendo desperdiçado.Acredito que deveria ser obrigatório a Formação Tecnica/Ensino Fundamental e Superior Tecnológica/Ensino Médio para que o aluno receba e tenha como reconhecida sua formação no ensino publico!

  • #2996
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    Jemerson Gleison Barbosa da Silva
    Espectador

    Nos últimos anos vimos um avanço no acesso ao ensino superior, o que foi louvável. Porém foi totalmente esquecido a educação básica. Um país que não valoriza a educação básica, em especial os anos iniciais, não tem perspectiva de desenvolvimento a longo prazo. Acredito que deveria se investir mais na educação básica em programas de acesso a tecnologia nas escolas e também a uma grade diversificada de formação humanística. Apenas uma reforma curricular não causará uma mudança. Como podemos ver temos um ótimo currículo, mas crianças que não terminam o ensino fundamental lendo e interpretando com competência. Por isto acredito que acesso a cultura e diferentes linguagens deve ser fundamental. Também precisa ser repensado a progressão automática e a formação de professores.

  • #3024
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    Marco Tadeu Assis
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    <div id=”icpbravoaccess_loaded”>Acredito que o Brasil deveria adotar um modelo de investimento educacional nos moldes do modelo usado na Coreia do Sul, onde, o pais asiático  se comprometeu nas ultimas cinco décadas a triplicar o valor investidos na educação do pais, principalmente na educação de base, não deixando de lado bolsas cientificas e criação de novas tecnologias. Resultado: a coreia do sul teve um crescimento esporádico em seu PIB nas últimas décadas. Isso comprova que a longo prazo, a melhor forma de melhorar o PIB/IDH de um pais é investir pesadamente em educação/ciencia/tecnologia.</div>
    <div id=”icpbravoaccess_loaded”></div>

  • #3025
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    Paulo Afonso Tavares
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    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 20.0pt; line-height: 115%; font-family: ‘Arial’,’sans-serif’;”>Uma grande nação é construída por meio da qualificação da população, ou seja, por meio do ensino e aprendizagem. O Brasil não pode continuar enxugando gelo. É essencial o investimento no ensino superior, mas não podemos deixar de lado o ensino básico, e priorizar somente o ensino superior. </span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 20.0pt; line-height: 115%; font-family: ‘Arial’,’sans-serif’;”> </span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 20.0pt; line-height: 115%; font-family: ‘Arial’,’sans-serif’;”>Por mais que as cotas sejam mecanismos para disponibilizar o ensino superior para as camadas mais pobres, não é o suficiente. Já que muitos desses alunos não estão aptos para cursarem uma faculdade. </span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 20.0pt; line-height: 115%; font-family: ‘Arial’,’sans-serif’;”> </span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 20.0pt; line-height: 115%; font-family: ‘Arial’,’sans-serif’;”>A melhor maneira de resolver esse problema é a construção de escolas de tempo integrais e escolas militares. </span></p>

  • #3026
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    Paulo Afonso Tavares
    Espectador

    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 20.0pt; line-height: 115%; font-family: ‘Arial’,’sans-serif’;”>Uma grande nação é construída por meio da qualificação da população, ou seja, por meio do ensino e aprendizagem. O Brasil não pode continuar enxugando gelo. É essencial o investimento no ensino superior, mas não podemos deixar de lado o ensino básico, e priorizar somente o ensino superior.</span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-family: Arial, sans-serif; font-size: 20pt;”>Por mais que as cotas sejam mecanismos para disponibilizar o ensino superior para as camadas mais pobres, não é o suficiente. Já que muitos desses alunos não estão aptos para cursarem uma faculdade.</span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-family: Arial, sans-serif; font-size: 20pt;”>A melhor maneira de resolver esse problema é a construção de escolas de tempo integrais e escolas militares.</span></p>

  • #3051
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    Joao Pedro Freitas de Araujo Alves
    Espectador

    1) Melhoria em nossos colégios públicos, através da valorização de nossos professores, implantando sistema de meritocracia para estes; através de presença ativa em salas de aula e também do resultado que os alunos tiverem em provas periódicas aplicadas pelos governos estaduais e federais.

    2) Aumentar o nível de exigências do exame nacional do ensino médio garantindo assim que possa ser feito um melhor ranqueamento dos colégios, com maior foco nos colégios públicos para termos uma visão de que o trabalho está sendo efetuado de maneira mais consistente possível. (Através destes funcionar um sistema de meritocracia para colégios e professores).

    3) Melhoria de material escolar, tendo o mesmo nível de ensino em nossos colégios particulares e públicos.

    4) Aumento da carga horaria a partir do fundamental 2, para melhor absorção de conteúdos e maior tempo para os professores trabalharem junto aos seus alunos.

    5) Melhoria na segurança dos colégios com catracas eletrônicas e câmeras em todas as suas dependências incluindo salas de aula; câmeras monitoradas 24 horas.

    6) Além dos exames de ensino médio (ENEM) volta dos vestibulares tradicionais em nossas universidades públicas.

    7) Teto salarial para professores de universidades públicas independente do tempo de magistrado para começarmos a resgatar universidades prestigiadas que estão sendo sucateadas pelo alto custo.

    8) Melhoria em nossas universidades públicas através de parcerias com o setor privado. Melhoria em todas as suas estruturas.

    9) Maior apoio do estado a pesquisas realizadas nas universidades através de bolsas, para não perdermos tantos talentos que temos para outros países.

    10) Integração de mais universidades renomadas junto as nossas, onde possamos trazer mais pesquisas de fora para o nosso país.

  • #3079
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    Jhonathan Rocha
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    Quando falamos em educação, ciência e tecnologia e ensino superior, é evidente que faz-se necessária uma revolução. Um país, um estado e um município só são capazes de passar pelas mudanças necessárias a partir do momento em que existe uma melhora na educação, sobretudo a educação básica, visto que, lutar pela educação é combater a injustiça social no Brasil. A partir do momento em que tivermos condições de que todas as crianças estejam na escola e onde conseguirmos ofertar uma educação que seja de qualidade, de fato, estaremos ali plantando com maestria as sementes do nosso futuro. Nesse sentido, a descentralização das ações aparece como uma ferramenta importante para o sucesso da coletividade. Além de programas de governo que sejam passageiros, é importante que tenhamos uma visão a longo prazo, com a elaboração de estratégias que não se findem a cada quatro anos. Além de ser uma necessidade inquestionável, sabemos que universalizar e universalizar com equidade é uma das únicas saídas que percebemos para garantir a todos os  brasileiros o exercício da cidadania e a inserção do nosso país de forma soberana na nova ordem econômica mundial. A partir do momento em que construímos bases sólidas na educação básica, é de se prever que automaticamente teremos avanços nos demais níveis de educação, incluindo o ensino superior, além de um maior desenvolvimento científico e tecnológico.

  • #3108
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    murilo psdb
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    .

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 1 dia atrás por  murilo psdb.
  • #3177
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    Henrique Luciano Alencar
    Espectador

    O PSDB tem que defender uma politica educacional inclusiva e de qualidade. Pra tal é necessário o fortalecimento do Fundeb e maior participação da união na educação básica;  Reformar o currículo dos cursos de  licenciaturas ofertadas no país e o plano de carreiras dos docentes.  Garantir autonomia financeira para instituições de ensino superior publicas e racionalizar a gestão das mesmas.  Além de propor legislações que vise ampliar e melhorar as ações da agencias de fomento as ciências e inovações.

  • #3237
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    Estêvão Da Cunha Pereira
    Espectador

    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px; text-align: center;”>A Educação, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior precisa ter investimentos e politicas públicas para melhorar a educação escolar da nossa população. A economia anda lado a lado com a educação, jovens preparados hoje serão no futuro pessoas aptas para gerir grandes empresas, em consequência teremos uma boa educação e nossa economia melhorará.</span>

  • #3251
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    Paulo Fernando
    Espectador

    Autonomia universitária.

  • #3301
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    Matheus Xavier
    Espectador

    Temos que defender que o governo priorize excelência na educação básica para que o estudante chegue no ensino superior melhor preparado, isso, na minha opinião, ocorrerá com a mudança do currículo escolar pois hoje o estudante não sai preparado para o atual mercado de trabalho e para a sociedade. Atualmente o índice de evasão escolar no ensino médio é muito alto, evidenciando que hoje a currículo escolar não motiva o jovem a permanecer na escola. Todos os países desenvolvidos atualmente passaram por uma reformulação na educação de seus países e no ensino superior investiram muito em pesquisa científica atrelada aos principal problemas da sociedade.  No  Brasil, o que vejo é a pouca utilização prática das pesquisas universitárias no dia dia da população, temos que mudar isso é incentivar que as prefeituras e estados usem da mão de obra qualificada das universidades para a resolução de problemas da sua região!

  • #3334
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    Wallace Soares
    Espectador

    Temos que pensar em escolas com administração privada, nos mesmos moldes do Prouni; buscar o incentivo a pesquisa científica, além de inclusão no currículo de Direito Constitucional e Economia ainda no Ensino Médio.

     

     

  • #3336
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    Vijanio Filho
    Espectador

    TEMATICA

    EDUCAÇÃO

    Ampliar educação técnica e profissional

    O Brasil tem hoje 1,3 milhão de estudantes cursando aulas de ensino técnico. Em universidades e faculdades, são 6,6 milhões.

    “Estamos apostando em 6 profissionais de nível superior para cada um de nível técnico. Isso não é sustentável”, defende Marcelo Feres, secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação.

    De 15 a 19 anos, mais de 50% dos jovens alemães têm aulas de ensino profissionalizante com a educação regular. No Brasil, ficamos em 6,6%.

    É preciso acelerar a reversão deste cenário, para o bem da empregabilidade dos jovens e do desenvolvimento econômico brasileiro.

    O governo mostrou que quer combater este cenário com o Pronatec, programa que pretende ampliar o acesso a este tipo de curso no país. Até 2014, a meta é chegar a 8,8 milhões de beneficiários. É ver para crer.

    Mais escolas de tempo integral

    Hoje, 32 mil das 156 mil escolas brasileiras têm ensino integral em algum grau, isto é, o aluno tem as 4 horas normais de aula, mas também estudos complementares no outro turno. O governo tem 1,5 bilhão de reais para aumentar este número a até 60 mil até 2014.

    Segue na direção certa. A educação integral não precisa ser regra nem maioria, mas é particularmente benéfica para os estudantes de menor renda, que têm menos acesso a itens culturais em casa.

    “Se estudam de manhã, à tarde filhos de pais abastados são levados para o inglês e têm livros em casa. Mas as crianças pobres não têm isso”, afirma Priscilla Cruz, diretora-executiva do Todos pela Educação

    Capacitar professores com enfoque na prática

    Quando se fala em educação continuada hoje no Brasil, principalmente no âmbito municipal, normalmente o que se quer dizer são a realização de eventos que misturam lazer e palestras de autoajuda para estimular o professor a ensinar.

    Nada que vá ter resultado no dia seguinte em sala de aula, basicamente.

    Assim como é preciso aperfeiçoar o curso de pedagogia, é preciso também capacitar professores, claro, mas com foco em resultados. Fazer com que os gastos de prefeituras com capacitação se transformem, de fato, em resultado para os alunos.

     

    Se for investir mais, que seja na educação básica

    Para cada aluno do ensino superior, o Brasil gasta hoje 11,7 mil dólares anualmente, próximo aos 13,7 da média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Quando se chega ao ensino básico, no entanto, é que a situação fica ruim: os 2,4 mil dólares anuais são três vezes menos do que esses países investem (7,7 mil dólares).

    É sabido que nenhum investimento gera tanto retorno social e econômico quanto investir na criança. O problema, considerado um entrave, é que tudo isto significa pensar a longo prazo, não exatamente uma especialidade da política brasileira.

    Responsabilização de gestores e políticos

    A nota no Ideb 2011 do estado de Alagoas, para alunos do 6º ao 9º ano, foi de 2,5, o menor do Brasil. Dois anos antes, era de 2,7. Os 2,5 eram a mesma nota que o estado tinha obtido em 2005. Situação semelhante ocorreu no ensino médio.

    Enquanto vários estados do Brasil avançavam, os alunos de Alagoas retrocediam, uma situação considerada inaceitável para quem lida com educação. É por isso que entidades e especialistas defendem que, contra retrocessos, o melhor é haver responsabilização de gestores.

    Projetos para uma Lei de Responsabilidade Educacional (nos moldes da Lei de Responsabilidade Fiscal) tramitam no Congresso. A dificuldade é dosar que tipos de punições estariam previstos para secretários, prefeitos e demais gestores da educação.

    “Queremos que essa lei seja tensionada na medida certa. Por que se você é rigoroso, vai ter todo mundo contra. Se for brando, não adianta nada”, afirma Priscila Cruz, diretora-executiva do Todos pela Educação.

     

    Aumentar acesso ao ensino superior

    Quase universalizar o acesso ao ensino básico mas manter, ao mesmo, tempo, níveis baixos de conclusão de ensino médio mostram que, no Brasil, muita gente fica pelo caminho.

    Dados da OCDE de 2010 mostram que, no grupo entre 35 e 44 anos, somente 12% dos brasileiros têm diploma, contra 24% no Chile e 43% nos EUA.

    O problema é especialmente relevante porque o mesmo estudo, em sua edição seguinte, mostrou que os ganhos para quem tem diploma no Brasil são três vezes superiores à média da OCDE, onde os graduados já ganham 67% a mais.

     

    Gestão escolar focada em resultados

    É unânime hoje que o diretor é mais um síndico da escola do que alguém comprometido com o aprendizado. Como o nome hierárquico mais alto da instituição, ele deveria ter especial preocupação com o resultado final, como ocorre em uma empresa.

    Ao mesmo tempo, um diretor atuante, que observa a qualidade de aula de seus professores, é tabu no Brasil. A sala de aula é vista como uma redoma dos professores e, no máximo, da coordenação pedagógica.

    Consequência desse afastamento é que um terço dos gestores escolares desconhecem até mesmo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de sua escola, mostra pesquisa da Fundação Victor Civita.

    Fazer a gestão escolar focar resultados é mudar esta cultura. Em termos de especialização, a situação não é ruim: 80% dos diretores do país fizeram cursos de formação continuada em gestão escolar, apontam as pesquisas da Fundação Victor Civita

    .

    Colocar a educação no topo da agenda

    É preciso ser claro: todo governante pode ter um programa para a educação, mas ninguém colocou o tema como a maior das prioridades, embora pareça consenso que um país só atinja a plenitude de desenvolvimento com um sistema educacional à altura.

    “Faltam políticos que digam ‘a marca que vou deixar é a educação’”, acredita Priscila Cruz, diretora-executiva do Todos pela Educação.

    A disposição politica é particularmente importante porque muitas das medidas necessárias para tirar o Brasil do atraso demandam o enfrentamento de certas ideologias que embaçam o sistema.

    Em quase todo o Brasil, as últimas eleições municipais foram um reflexo de como a educação é vista como importante, mas secundária. Enquanto os candidatos brigavam por quem criaria mais vagas em creches, quase ninguém mencionou elevar a qualidade do ensino.

    Reformular o Ensino Médio

    Do estado periclitante da educação brasileira, nenhum é tão ruim quanto do Ensino Médio. Entre as notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), a do ensino médio é a mais baixa: 3,1, de 10.

    Parte das pessoas culpa o número de disciplinas ensinadas aos estudantes, 13; a outra, a maneira enciclopédica, que tenta ser passada de maneira mais profunda que o necessário.

    Garantir escolas com infraestrutura decente

    Embora haja exemplos pontuais de professores que conseguiram arrancar um bom desempenho de crianças e jovens em escolas em péssimas condições, é unânime entre educadores, apoiados em pesquisas, que uma infraestrutura adequada, com lousas e giz (ou caneta), instalações cuidadas e carteiras, sem falta de materiais necessários ao aprendizado, acarretam em melhor resultados dos alunos.

    Acabar com a desigualdade entre escolas públicas bem cuidadas e outras caindo aos pedaços, com falta de materiais, é dar oportunidades equânimes aos brasileiros de todas as regiões.

     

    • Esta resposta foi modificada 1 semana, 6 dias atrás por  Vijanio Filho. Razão: Estava criptografado
  • #3342
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    JOSÉ ROBERTO DA SILVA JÚNIOR
    Espectador

    <p class=”MsoListParagraph” style=”mso-margin-bottom-alt: auto; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; line-height: normal; mso-outline-level: 2; mso-list: l0 level1 lfo1; background: white;”><!– [if !supportLists]–><span style=”font-size: 12.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: Garamond; mso-bidi-font-family: Garamond; color: #383636; text-transform: uppercase; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;”><span style=”mso-list: Ignore;”>-<span style=”font: 7.0pt ‘Times New Roman’;”>          </span></span></span><!–[endif]–><span style=”font-size: 12.0pt; font-family: ‘Times New Roman’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; color: #383636; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;”>Defesa de políticas públicas e planos de educação que contemplem a perspectiva dos direitos humanos e de diálogos sobre gêneros/sexual.</span></p>
    Sabemos o quanto a população de Pessoas Travestis tem evadido do ambiente escolar, devido a ações de discriminação, como o Novo PSDB pensa em solucionar a evasão escolar das pessoas Trans, Lésbicas e Gays?

  • #3388
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    Luiz Torchetti Neto
    Espectador

    Um ponto em que ultrapassa o tema “Educação” pois consequentemente acaba por fazer parte da “Saúde” é o de:

    Psicólogos nas escolas.

    É de extrema importância debater a necessidade desses profissionais em este ambiente, haja vista que, os jovens estão cada dia mais sobrecarregados por inúmeros fatores, acarretando assim vários distúrbios e/ou transtornos psicológicos, psicossomatizações e outros mais.

    Com a falta deste profissional nas escolas, acabam que os professores, diretores e outros funcionários são praticamente forçados a desempenhar este papel, e sem o devido treinamento/preparo, adoecem juntamente com seus alunos, tanto por ficarem sobrecarregados, quanto por não conseguirem lidar com a realidade daqueles indivíduos.

    Vale salientar que o psicólogo no contexto escolar possui várias funções, tais como:

    – Avaliação, diagnóstico, atendimentos e encaminhamentos de alunos com dificuldades escolares;
    – Orientações à alunos e pais;
    – Orientação profissional;
    – Orientação sexual;
    – Formação e orientação de professores;
    – Elaboração e coordenação de projetos educativos específicos.

    Diante desta, fica aqui meu apelo para levantar a possível discussão para assim tentarmos apresentar soluções para esta necessidade, que ao meu ver, é de extrema necessidade.

  • #3549
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    HOSILENE DE LUBACHESKI
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    Precisamos discutir educação para a população LGBT, especificamente, para as pessoas trans nosso partido precisa se posicionar de forma mais atuante na discussão de temas de direitos humanos, isso não somente assunto da esquerda, nós somos social democracia, nós iniciamos e protagonizamos grandes entregas para a população LGBT, precisamos continuar avançando. #DiversiaddeTucanaEmAção

  • #3573
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    Joao Pedro Dornelles Claret
    Espectador

    A grade do sistema educacional brasileiro necessita de uma reforma que prepare o aluno para lidar com  alternativas distintas do ensino superior. Introduzir, por exemplo, noções de economia e investimento, noções de comércio e administração, introdução ao estudo do Direito, bem como noções de gestão pública, economia doméstica e empreendedorismo na grade curricular de ensino, seria uma medida que certamente ampliaria os horizontes dos jovens que buscam soluções mais imediatas de emprego que não dependem necessariamente  da espera de um diploma universitário, além de serem matérias que auxiliam na formação cidadã, na manutenção do recurso pessoal e familiar e no empreendimento dos negócios… É preciso fundamentar uma grade curricular que reflita a realidade sócio-econômica do país, que substitua matérias e conhecimentos deveras específicos e desnecessários por matérias que fazem mais sentido para com a realidade social, individual e familiar do jovem brasileiro… Para isto, deve-se analisar minuciosamente o escopo de cada matéria e enxugar de cada os conhecimentos irrelevantes, além de incluir outras matérias mais relevantes… A educação também necessita de revolução.

  • #3584
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    Patrick Do Nascimento
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    Pelo que eu estou lendo, percebo que uma coisa ainda não ficou clara aqui: a educação DEVE ser PRIORIDADE em qualquer modelo de governo. Seja educação de base ou superior. Não podemos medir esforços para que mudemos o cenário atual da educação no país. Isso demanda investimento? Sem dúvida! Principalmente financeiro! Mas sejamos sinceros: dinheiro em si, nunca faltou, o que sempre falta é boa gestão e competência nessa área. Sou filho de professora e estou me formando em licenciatura e o que eu mais vejo são professores desmotivados, com o sucateamento do ensino, a desvalorização profissional e a falta de investimento em estrutura. Esse novo governo tem se posicionado no sentido de desmoralizar o professor e fazer chacota com a pesquisa científica no país, o que é um absurdo! Confesso que até agora não vi posturas enérgicas de membros do partido, que tenham representatividade, para defender essa classe. Somente a educação pode iluminar as trevas da ignorância!

  • #3632
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    Henrique Lacasa
    Espectador

    Educação não é opção de investimento. É importante que fique clara a necessidade de pautar a educação como BASE de qualquer plano de governo…

    Não é possível atingir altos níveis sociais nem combater a desigualdade sem garantir acesso às oportunidades que somente a educação de qualidade pode trazer.

    Além de garantir os investimentos na área, o planejamento deve ser estrategicamente montado para atender as necessidades de cada região, de modo que todos os jovens e adultos possam acessar o ensino superior.

  • #3652
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    Willian Leal
    Espectador

    Nosso país possui excelentes condições e fartura, voltados às principais matérias primas que são utilizadas para o desenvolvimento e pesquisas de novas tecnologias. Exportamos listas destas matérias a baixo custo, para países que são de primeiro mundo e que já estão consolidados, principalmente aqueles pioneiros e de vanguarda no eixo da inovação e produção de novas tecnologias ao exemplo de áreas como na aviação ou espacial. Possuímos bons quadros entre estudantes, cientistas e pesquisadores, que já possuem algum tipo de trabalho ou contato com alguma ideia inovadora ou que de alguma forma, estas tecnologias possam contribuir  através de sua utilização para o bem comum social.  O problema sempre recai para a falta de verba ou investimento. Acredito que incentivar  e investir em nossa educação, principalmente em áreas estratégicas, são fundamentais para o desenvolvimento do Brasil  de maneira direta ou indireta. Aliás, acaba por gerar novas oportunidades , trabalho e renda à sociedade! O planejamento de retorno sob o investimento poderá ser de médio ou a longo prazo, dependendo  das áreas estratégicas a serem priorizadas. Precisamos ter nossa própria tecnologia, como em alguns casos já existem. Assim seremos vistos com outros olhos a nível mundial e consequentemente, novos acordos e parcerias poderão ser tratados.

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  • #3663
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    Ana Cristina Costa
    Espectador

    A ciência precisa ser estimulada no berço escolar, desenvolver projetos que despertem a curiosidade epistemológica, propiciar ações desde a educação infantil ao ensino médio que eleve o número de cientistas no ensino superior. Investir na capacitação de profissionais da educação, estruturar os prédio escolares, ampliar a infraestrutura,  subsidiar os professores com material de qualidade, tecnologia e inovação para ampliar às estratégias do processo-ensino-aprendizagem. Garantir oferta de vagas desde a Educação Básica ao Ensino superior em instituições públicas, priorizando os aspectos qualitativos. Incentivar a pesquisa científica,  estabelecer parcerias com universidades disponibilizando bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado, para educadores da rede estadual e  municipal. Elaborar um plano de carreira,  que vislumbre uma evolução funcional atrativa, que estimule a vinda de profissionais competentes e os mantenham na área da educação, …

  • #3671
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    Rafael Ventura
    Espectador

    O acesso ao ensino deve ser facilitado, pois dessa forma os jovens terão melhor qualificação e poderão entrar no mercado de trabalho de forma mais segura. Além disso, o governo deve investir na ciência, e desenvolvimento de novas tecnologias, pois só assim o Brasil terá avanço nessa área perante outros países.

    Os professores do ensino básico também precisam de melhores salários, alem de investimentos do próprio governo para cursos e palestras, aprimorando o conhecimento destes profissionais e sempre mantendo-os bem atualizados.

  • #3705
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    Alexandre Rocha
    Espectador

    Deveríamos a obrigar a todas as pessoas que tem a formação superior paga pelo estado a prestar serviço, por um determinado período, para as prefeituras  locais de acordo com sua formação mediante a convocação da mesma. Receberiam salários dentro do que é pago pelas prefeituras e, se caso recusar, reembolse o estado. O estado tem que priorizar as pessoas. Pessoas ajudando pessoas. Não podemos conviver com pessoas que se formam pelo estado e cobram altos valores pelas consultas/serviços e não estão nem aí para a população que pagou seu estudos.

  • #3765
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    kleber Garcia
    Espectador

    Sou contra a cobrança de mensalidade para o Ensino Superior. Apesar da legislação brasileira prever que a edução escolar deve ser pública e gratuita entre 4 e 17 anos de idade das nossas criancas e jovens, considero a Educação escolar um dever do Estado. Se considerarmos a cobrança de mensalidade para o nivel superior em instituições públicas de ensino,, o que poderá acontecer daqui alguns anos a luz da LDB? Como irá ficar a Educação infantil na idade abaixo de 4 anos? E o EJA que é oferecido para Jovens e adultos acimados 17 anos?

    Os problemas do Brasil, nessa questão, são vários. A LDB em relação a recursos financeiros, nunca foi respeitada. Ela prevê a destinação do equivalente a 7% do PIB brasileiro para a Educação Pública, isso nunca aconteceu. O máximo que tivemos foi um pouco mais de 4%, sem nunca ter chegado a 5% do PIB. Isso faz muita diferença para a gestão das Universidades públicas e das escolas do ensino básico. Precisa alterar urgente o pacto federativo, que determina o percentual do total de impostos recolhidos no Brasil que irá para cada ente federativo. Qual percentual ficará para a União, para Estados e Municípios. A educação pública do ensino básico fica sob a responsabilidade dos Estados e Municípios e, estes, precisam de mais recursos para melhorar a qualidade da Educação pública para os jovens que tiveram sua formação na escola pública terem maiores chances nos vestibulares das Universidades.

    Obviamente melhorar a qualidade do Ensino Público não se resume as questões financeiras mas cobrar mensalidade em Universidade Pública está muito distante de começar um caminho para melhorarmos a Educação Escolar brasileira. Nossos problemas são estruturais e muito mais abrangentes que isso. Essas ideias de implantar sistemas existentes em países de economias liberais, por enquanto, precisamos ter muito cuidado porque nossa população não tem poder aquisitivo para isso e nosso mercado é muito instável e não nos dá nenhuma previsibilidade de como estarão questões relacionadas à emprego e renda atualmente, quem dirá para uma pessoa cursar uma graduação?

    Temos que começar ter seriedade no trato com a Educação escolar brasileira e parar definitivamente de fazer esses remendos e puxadinhos!

    Queremos uma educação de qualidade? Vamos por caminhos de países que deram certo nessa questão. Sugiro olharmos o exemplo da Finlândia.

  • #3772
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    Fabio Araujo
    Espectador

    Primeiramente temos que definir que tipo de educação queremos e onde o Brasil como país quer chegar, pois nenhum país no mundo se desenvolveu sem investimento em educação.

    Primeiramente temos que inverter a lógica educacional dos últimos anos de investimento maciço em educação superior, não que não seja importante, mas com certeza é apenas paliativo, que não resolve o problema da educação no país, como diz o poeta, “para inglês ver”.

    O investimento deve ser em educação de base, que é onde se forma o cidadão. Devemos inserir na grade curricular matérias de cidadania, onde se inclua princípios básicos de direito, educação financeira, ecologia, dentre outras matérias, deveríamos inserir matérias optativas diferenciadas como culinária, serviços gerais, mecânica, dentre outras, assim o jovem terá mais oportunidades e com certeza mais certeza da hora de escolher um curso universitário.

  • #3826
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    Raquel de Santana
    Espectador

    É urgente que o método de  “franquia” da educação superior seja revisto, essa modalidade está criando um problema muito grave, pois o indivíduo com nível superior não tem a menor condição de disputar mercado, é muito deficiente, os professores não tem a menor responsabilidade de educar esse indivíduo porque em sua grande maioria são pedagogos dando aulas para os cursos de Administração, Contabilidade etc. O Parfor é outra ferramenta deficiente, aqui na minha região norte, o professor vai até a comunidade ministra 1 semana de aula e equivale há 1 semestre! vc daria seu filho para ser educado por esse profissional que se formou dessa forma?

    Outra questão em relação aos Professores é que só atentamos para a questão financeira, que tal centrar esforços para conhecer esse profissional, treina-lo principalmente no Ensino Fundamental.

  • #3843
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    wilson santos
    Espectador

    A Educação no Brasil sempre foi relegada , poucos governos a trataram com seriedade. Em nossa gestão , com Fernando Henrique, conseguimos algo inédito: a universalização do acesso ao ensino fundamental. 17 anos depois, o país não conseguiu dar o segundo é importante passo, qualidade ao ensino !  Parabéns a nova direção do partido pela iniciativa de ouvir a nossa base . Vamos ao debate!!

     

     

     

  • #3906
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    Lucas Pinheiro
    Espectador

    A educação deve ser vista como um dos primeiros dos direitos fundamentais. Sem acesso à educação, dificilmente o cidadão terá acesso à outros direitos.

    Neste sentido, não se deve ignorar a educação infantil. A criança deve ter acesso à escola a partir dos 4 anos de idade e o Estado deve garantir este Direito. Isso porque a criança que tem a interação social desde esse período tem mais chances de desenvolver conhecimentos e habilidades como a alfabetização e operações matemáticas simples.

    É importante também a universalização da educação básica. Do Ensino Fundamental. O Ensino Fundamental deve ser menos conteudista e trabalhar mais habilidades e áreas de conhecimento.

    O Ensino Médio deve trazer uma perspectiva ao aluno, isto significa que já no Ensino Médio deve ser trabalhada a inserção no mercado de trabalho, educação técnica ou universitária. Com a ciência de que nem todos têm vocação acadêmica.

    O Ensino Superior deve ser voltado para o desenvolvimento de estudos e pesquisas que traga respostas para as demandas da sociedade.

  • #3959
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    Rafael Assunção Miranda
    Espectador

    Note tema educacional  é claro que de suma importância que o Estado garanta educação básica de qualidade, afinal é a partir desta que  os estudos e pesquisas avançadas se desenvolvem, entretanto quero trazer para reflexão aqui a educação de nível superior, bem como a situação da ciência no país.

    Após os “contingenciamentos” aplicados pelo ministro da educação, uma parte significativa dos projetos de pesquisas em universidades públicas parou ou se tornou inviável, como atualmente as universidades públicas utilizando também de financiamento público são os principais produtores de ciência no país, houve desaceleração da produção de pesquisa. Fazer cortes bruscos em setores tão importantes não é a solução. Não quero com isso dizer que os gastos descabidos da era petista estavam certos, claro que não, mas cabe fazer uma peneira melhor em universidades públicas para nortear quais pesquisas são relevantes para a sociedade e quais não, não nos enganemos por que não é uma tarefa fácil e nem mesmo popular, mas necessária. O estado brasileiro precisa se modernizar, conseguir trazer para dentro das universidades públicas capital privado e tal dinheiro só vira se houver alinhamento de interesses. A própria autonomia absurda que as instituições tem frente ao estado gera uma anomalia, muito disto precisa ser repensado.

    Deixo aqui minha opinião para reflexão. Grato.

  • #3967
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    Juan Medeiros Barbosa
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    O Brasil precisa se tornar digital, de uma vez por todas. É uma necessidade urgente para o desenvolvimento do país como um todo.

    Muito se fala de que a inovação não é de todo positiva, pois traz desemprego ao permitir a substituição de pessoas por sistemas, em funções como operador de caixa, telemarketing etc. A saída para esta problemática está na Educação. É preciso fazer com que a Educação do país mude de patamar e prepare o cidadão para prestar serviços mais especializados e de mais alta complexidade.

    A escola precisa ser inovadora, empreendedora e socialmente responsável. Precisa ser capaz de identificar talentos e fomentar estes talentos, de forma a retroalimentar um ambiente constante de inovação nas cidades e no país. E isso é necessário porque muitas coisas já estão no dia a dia das cidades, como é o caso da Internet das Coisas, que chegou pra ficar e pra facilitar a vida de empresários e gestores públicos. Só a educação modernizada vai permitir que o Brasil entre, de vez, no século XXI.

  • #4000
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    Juventude Nacional PSDB
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    COBRANÇA DE ANUIDADE EM UNIVERSIDADES PÚBLICAS PARA ALUNOS DE ALTA RENDA

     

    Por: Jéssica Lacerda

     

    CONSTITUCIONALIDADE DA COBRANÇA

    Discutir sobre a cobrança de taxas em universidades públicas é um assunto que sempre vem à tona, atualmente além de ser um tema delicado, ainda é inconstitucional. O ensino público, seja ele fundamental, médio ou superior, é gratuito e assegurado pelo artigo 206 da Constituição Federal. Para mudar este cenário, seria necessária a aprovação de um Proposta de Emenda Constitucional (PEC) e desde 1988 outras oito propostas foram apresentadas onde abordavam algum tipo de cobrança. Até agora todas estas foram rejeitadas e arquivadas.

    DESIGUALDADE NAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS

    Todos pagam pelas instituições públicas, porém, poucos usufruem desse benefício. Segundo o Banco Mundial, estudos de 2015 apontavam que 65% dos alunos das faculdades públicas pertenciam às classes mais altas e só 20% dos alunos eram considerados pobres. Para quem defende a cobrança, a medida ajudaria a reduzir estes números, já que quem tem mais chances de cursar o ensino superior público são alunos provenientes de escolas particulares e com muito mais chances no vestibular que um aluno da rede pública de ensino. Dados do IBGE apontam que, inclusive, apesar das faculdades públicas serem altamente elitizadas, medidas paliativas como a Lei de Cotas ajudam a reduzir a desigualdade social, já que muitas destinam um número de vagas para alunos provenientes da rede pública.

    Fonte: PNAD/IBGE

    Diante disto, é possível afirmar que o modelo atual de ingresso e permanência nas instituições públicas é uma transferência de renda dos mais pobres que custeiam os mais ricos no ensino superior e medidas como essa, onde alunos com alta renda possam arcar com as despesas, não apenas diminuiria a desigualdade social, mas também retornaria para a Universidade, que hoje passa por uma séria crise fiscal.

     

    ORÇAMENTO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS

    Outro ponto levado em conta, seria a situação fiscal das instituições atualmente, e o quanto a cobrança feita para estes alunos mais abastados poderia retornar para a própria universidade. O MEC é o responsável pela liberação da verba para as Universidades Federais, as despesas são separadas em obrigatórias e discricionárias, as primeiras são as verbas destinadas para pagamentos de servidores e aposentadorias, estes não podem ser cortados e contemplam 65% das despesas. A segunda são os gastos não obrigatórios, que tem mais a ver com as despesas de custeio com manutenção e obras da faculdade, sendo que nessa área as verbas podem sofrer corte.

    E qual é o custo do ensino superior federal?

    Segundo O Globo, em 2016, a média brasileira de aluno por ano era de R$ 37.551, e a verba anual da Educação destinada ao ensino superior só veio crescendo nos últimos anos. A previsão para 2019 é de R$ 35,5 bilhões.

    Fonte: O Globo

    Ao ver estes números notamos a disparidade existente entre os gastos com alunos do ensino básico e do ensino superior, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil gasta anualmente R$ 11,7 mil com alunos do ensino fundamental e médio.

    Em virtude do que foi mencionado, o ensino superior público gratuito atual, que constitucionalmente deveria ser um direito de todos, começou a ser uma realidade distante para a qual que foi destinado, uma vaga nas universidades públicas estão cada vez mais disputadas e o perfil do aluno está praticamente o mesmo. Isso é mais acentuado nos cursos mais concorridos, são alunos de alta renda, que cursaram o ensino básico na rede privada. Praticamente, alunos mais pobres estão ajudando a financiar o ensino superior dos mais ricos e muitos sequer concluem o ensino médio.

    Para viabilizar o processo de taxação para estes alunos de alta renda, antes do ingresso na universidade o aluno precisaria declarar sua renda familiar e à partir daí seriam feitas as cobranças com base na renda per capita, o que ajudaria muito a reduzir evasões dos cursos, mais atenção dos gestores dessas Universidade e um retorno de infraestrutura maior. Outra proposta que poderia ter um retorno social seria a prestação de serviços destes alunos formados na rede pública superior para a sociedade, esta proposta já foi apresentada pelo Senador Izalci na PEC 200, e seria como uma forma de retribuir o ensino gratuito oferecendo seus serviços para a população.

    Ressalta-se que acompanhada dessas taxas deve haver uma grande fiscalização para o destino dessa verba, além da seriedade de comprometimento na declaração da renda, para que não haja os mesmos problemas das cotas, onde pessoas usufruem o direito sobre cotas e acabam não se encaixando no perfil das vagas, podendo estar na ampla concorrência como vários outros candidatos.

    São medidas que futuramente poderiam tornar o ensino superior público verdadeiramente para todos e de qualidade, ainda mais em um país que gasta 3 vezes mais com um aluno do ensino superior do que um aluno do ensino básico. Isso nos faz caminhar no sentido contrário, o investimento no ensino básico para que o aluno chegasse na universidade muito mais preparado seria muito mais eficiente, e posteriormente formaria muito mais profissionais para o mercado de trabalho, sem que fossem necessárias tantas medidas emergenciais.

     

     

  • #4094
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    William Medeiros
    Espectador

    Os Secretários de Educação dos Estados e dos Municípios deveriam ser eleitos pela população separadamente do Prefeito, já que uma boa política educacional pode ser implementada por um Secretário e quando o Prefeito sair este o acompanha, assim com independência, pode haver uma grande quantidade de mudança de prefeitos, entretanto os Secretários de Educação podem ser mantidos.

  • #4155
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    Jessica Lacerda
    Espectador

    COBRANÇA DE ANUIDADE EM UNIVERSIDADES PÚBLICAS PARA ALUNOS DE ALTA RENDA

    CONSTITUCIONALIDADE DA COBRANÇA

    Discutir sobre a cobrança de taxas em universidades públicas é um assunto que sempre vem à tona, atualmente além de ser um tema delicado, ainda é inconstitucional. O ensino público, seja ele fundamental, médio ou superior, é gratuito e assegurado pelo artigo 206 da Constituição Federal. Para mudar este cenário, seria necessária a aprovação de um Proposta de Emenda Constitucional (PEC) e desde 1988 outras oito propostas foram apresentadas onde abordavam algum tipo de cobrança. Até agora todas estas foram rejeitadas e arquivadas.

    DESIGUALDADE NAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS

    Todos pagam pelas instituições públicas, porém, poucos usufruem desse benefício. Segundo o Banco Mundial, estudos de 2015 apontavam que 65% dos alunos das faculdades públicas pertenciam às classes mais altas e só 20% dos alunos eram considerados pobres. Para quem defende a cobrança, a medida ajudaria a reduzir estes números, já que quem tem mais chances de cursar o ensino superior público são alunos provenientes de escolas particulares e com muito mais chances no vestibular que um aluno da rede pública de ensino. Dados do IBGE apontam que, inclusive, apesar das faculdades públicas serem altamente elitizadas, medidas paliativas como a Lei de Cotas ajudam a reduzir a desigualdade social, já que muitas destinam um número de vagas para alunos provenientes da rede pública.

    Fonte: PNAD/IBGE

    Diante disto, é possível afirmar que o modelo atual de ingresso e permanência nas instituições públicas é uma transferência de renda dos mais pobres que custeiam os mais ricos no ensino superior e medidas como essa, onde alunos com alta renda possam arcar com as despesas, não apenas diminuiria a desigualdade social, mas também retornaria para a Universidade, que hoje passa por uma séria crise fiscal.

     

    ORÇAMENTO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS

    Outro ponto levado em conta, seria a situação fiscal das instituições atualmente, e o quanto a cobrança feita para estes alunos mais abastados poderia retornar para a própria universidade. O MEC é o responsável pela liberação da verba para as Universidades Federais, as despesas são separadas em obrigatórias e discricionárias, as primeiras são as verbas destinadas para pagamentos de servidores e aposentadorias, estes não podem ser cortados e contemplam 65% das despesas. A segunda são os gastos não obrigatórios, que tem mais a ver com as despesas de custeio com manutenção e obras da faculdade, sendo que nessa área as verbas podem sofrer corte.

    E qual é o custo do ensino superior federal?

    Segundo O Globo, em 2016, a média brasileira de aluno por ano era de R$ 37.551, e a verba anual da Educação destinada ao ensino superior só veio crescendo nos últimos anos. A previsão para 2019 é de R$ 35,5 bilhões.

    Fonte: O Globo

    Ao ver estes números notamos a disparidade existente entre os gastos com alunos do ensino básico e do ensino superior, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil gasta anualmente R$ 11,7 mil com alunos do ensino fundamental e médio.

    Em virtude do que foi mencionado, o ensino superior público gratuito atual, que constitucionalmente deveria ser um direito de todos, começou a ser uma realidade distante para a qual que foi destinado, uma vaga nas universidades públicas estão cada vez mais disputadas e o perfil do aluno está praticamente o mesmo. Isso é mais acentuado nos cursos mais concorridos, são alunos de alta renda, que cursaram o ensino básico na rede privada. Praticamente, alunos mais pobres estão ajudando a financiar o ensino superior dos mais ricos e muitos sequer concluem o ensino médio.

    Para viabilizar o processo de taxação para estes alunos de alta renda, antes do ingresso na universidade o aluno precisaria declarar sua renda familiar e à partir daí seriam feitas as cobranças com base na renda per capita, o que ajudaria muito a reduzir evasões dos cursos, mais atenção dos gestores dessas Universidade e um retorno de infraestrutura maior. Outra proposta que poderia ter um retorno social seria a prestação de serviços destes alunos formados na rede pública superior para a sociedade, esta proposta já foi apresentada pelo Senador Izalci na PEC 200, e seria como uma forma de retribuir o ensino gratuito oferecendo seus serviços para a população.

    Ressalta-se que acompanhada dessas taxas deve haver uma grande fiscalização para o destino dessa verba, além da seriedade de comprometimento na declaração da renda, para que não haja os mesmos problemas das cotas, onde pessoas usufruem o direito sobre cotas e acabam não se encaixando no perfil das vagas, podendo estar na ampla concorrência como vários outros candidatos.

    São medidas que futuramente poderiam tornar o ensino superior público verdadeiramente para todos e de qualidade, ainda mais em um país que gasta 3 vezes mais com um aluno do ensino superior do que um aluno do ensino básico. Isso nos faz caminhar no sentido contrário, o investimento no ensino básico para que o aluno chegasse na universidade muito mais preparado seria muito mais eficiente, e posteriormente formaria muito mais profissionais para o mercado de trabalho, sem que fossem necessárias tantas medidas emergenciais.

    Jéssica Lacerda – Presidente Estadual da JPSDB Amazonas e Vice Presidente Nacional da JPSDB

    • Esta resposta foi modificada 19 horas, 27 minutos atrás por  Jessica Lacerda.

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