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DO CONGRESSO NACIONAL DO PSDB

Educação, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

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Queremos te ouvir, te consultar, dialogar. Aqui voc√™ deixa sua opini√£o, coment√°rios, sugest√Ķes.
E qual deve ser a posi√ß√£o do PSDB sobre o tema indicado. Sua contribui√ß√£o ser√° fundamental para deÔ¨Ānir os rumos do partido.

Este t√≥pico cont√©m 228 respostas, possui 215 vozes e foi atualizado pela √ļltima vez por  Fernando Jader Mantau 1 m√™s, 2 semanas atr√°s.

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    Ronan
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    Thélio Caudinski
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    A educação, especialmente a de ensino superior, vive alguns dilemas: forma quem, pra que, e como?

    Como vamos falar da forma√ß√£o de novos profissionais sem mercado de trabalho? √Č claro que n√£o pretendo colocar uma discuss√£o ao infinito. Mas √© necess√°rio pensar sobre isso, especialmente sobre a forma√ß√£o de professores que hoje encontram um mercado hostil. Seja como for, precisamos reposicionar a educa√ß√£o brasileira.

    As institui√ß√Ķes privadas de ensino precisam ter um acompanhamento de maior rigor por parte da legisla√ß√£o brasileira e fiscaliza√ß√£o. H√° de se estabelecer novos n√≠veis de qualifica√ß√£o das institui√ß√Ķes a fim de deixar claro o peso que cada forma√ß√£o tem. √Č o que o Estado pode fazer, al√©m disso, estaria criando inger√™ncias de mercado.

    Sobre as p√ļblicas, precisamos rediscutir a legisla√ß√£o sobre a administra√ß√£o destas institui√ß√Ķes, fontes de recurso, reorganizar o modo como ocorrem os repasses de modo a dar mais previsibilidade aos gestores da institui√ß√£o. Produzir uma integra√ß√£o maior entre o ensino superior enquanto, tamb√©m, produtor de profissionais e pesquisa, com o ensino m√©dio e fundamental. Que cada n√≠vel educacional n√£o seja um fim em si mesmo, mas um sistema √ļnico.

    A própria legislação que rege as universidades é um empecilho para a sua reinvenção constante. Não possuem as mesmas armas de uma universidade privada, como verbas de publicidade, ou até mesmo capacidade de organização de seu corpo docente como acharem melhor. Cada mudança leva tempo, muito tempo.

    Sou favor√°vel a cobran√ßa de mensalidades por parte dos alunos mais abastados. Mas √© preciso crit√©rio com rigor: uma alta linha de corte. identificar quais universidades poderiam realizar esta cobran√ßa, em quais situa√ß√Ķes e identificar os poss√≠veis valores. N√£o podemos correr o risco de produzir dificuldades aqueles que justamente poderiam recorrer ao ensino p√ļblico como meio de forma√ß√£o qualificada. Mais do que isso: precisamos defender a desburocratiza√ß√£o de recebimento de receitas por parte das institui√ß√Ķes de educa√ß√£o, o desenvolvimento de fundos educacionais que seriam opcionais e demandariam o cumprimento de algumas regras e assim por diante.

    • #1494
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      Jonathan Ferraz
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      Um dos pontos ess√™ncias para demanda a cultura √© o desenvolvimento pedag√≥gico, did√°tico de um pa√≠s √© saber o quanto os jovens cientistas est√£o preparados para desenvolver tecnologias capazes de minimiza o trabalho humano e grandifica a produ√ß√£o em um todo. Os investimentos em educa√ß√£o ci√™ncia e tecnologia dever√£o promover a capacita√ß√£o destes jovens para assumir os postos pelos quais ficar√£o vagos com o envelhecimento da popula√ß√£o, para isso √© necess√°rio que este jovem tenha ci√™ncia de sua import√Ęncia para seu pais para que o mesmo se sinta motivado a ser o melhor no que faz, e torna-se um excelente profissional. Educa√ß√£o de qualidade √© prioridade para o crescimento sociocultural de um pa√≠s, pois uma pessoa sem cultura, √© um ser vazio que apenas preeche fun√ß√Ķes, enquanto que uma pessoa did√°tica s√£o ex√≠mios profissionais.

    • #1742
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      Rodrigo Ferreira
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      Melhor solução são as PPP, uma empresa privada cuida da gestão da escola, como instalação, manutenção e troca de ar condicionado, reparos em portas janelas, telhados. Enquanto o diretor se preocupa apenas com a parte pedagógica. As escolas devem ser adotas pela população onde ela é instalada. Por que os alunos não as utilizam de segunda a sexta e o resto da população utiliza a estrutura da escola aos sábados e domingos. Utilizando biblioteca, quadra de esportes, entre outros.

    • #2544
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      Caio Alexandre Gomes da silva
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      Pauta importante essa que, na minha mais honesta opini√£o, deve, urgentemente, ser remodelada. √Č necess√°rio investimento na educa√ß√£o de base.¬†Ci√™ncias e tecnologias, deve haver um maior aporte em doa√ß√Ķes por parte das industrias nas pesquisas produzidas nas universidades, acredito que a Uni√£o deve incentivar mas nao financiar por total.¬†O Ensino Superior deve ser privado, com a garantia de acesso por parte do Estado Brasileiro, de modo que estudantes assistidos pela Uni√£o tenham que prestar servi√ßos volunt√°rios ou remunerados em sua √°rea de forma√ß√£o na mesma dura√ß√£o que sua gradua√ß√£o ao Estado, em suas reparti√ß√Ķes

    • #5330
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      Lucas Bertoni
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      Boa noite.

      Acredito que precisamos pensar em um novo projeto de educa√ß√£o. A √ļltima grande reforma do sistema educacional ocorreu justamente no governo FHC com a gest√£o do Min. Paulo Renato, que conseguiu superar significativamente a tentativa de falir a educa√ß√£o brasileira que come√ßou no governo militar. Contudo, nossa realidade social e econ√īmica hoje, demanda resultados diferentes do que havia h√° 20 anos. Hoje, eu diria que temos tr√™s desafios principais sobre os quais precisamos nos debru√ßar, quais sejam: repensar a carreira docente, universalizar o ensino b√°sico (infantil, fundamental e m√©dio) com um m√≠nimo de qualidade, transformar a educa√ß√£o em um mecanismo de efetiva qualifica√ß√£o de mercado profissional.

      Na minha vis√£o, cada etapa do ensino b√°sico tem uma fun√ß√£o social distinta. O ensino infantil √© necess√°rio para garantir um m√≠nimo de dignidade e autonomia a cada indiv√≠duo, por se tratarem de conhecimentos b√°sicos para a vida em sociedade. O ensino fundamental envolve a obten√ß√£o do conhecimento b√°sico para o exerc√≠cio da cidadania plena, que possibilita o cidad√£o entender e analisar criticamente o meio social em que se insere. O ensino m√©dio contempla o conhecimento mais aprofundado que deveria servir como canal para o desenvolvimento profissional/econ√īmico do cidad√£o. Para cada etapa dessa, vejo hoje um problema cr√īnico grave. O ensino b√°sico, embora seja mais acess√≠vel e tenhamos conseguido praticamente erradicar o analfabetismo, ainda possui um deficit de qualidade severo, n√£o raro produzindo crian√ßas que chegam ao ensino fundamental ou m√©dio sem ter fixado e apreendido a fala, a leitura b√°sica, a escrita, o senso cognitivo e as primeiras no√ß√Ķes de l√≥gica e matem√°tica (todas habilidades que devemos conseguir enquanto crian√ßas). O ensino fundamental possui um padr√£o de qualidade muito heterog√™neo e sofre, a meu ver, com um problema de curr√≠culo a ser implementado, produzindo alguns jovens bem preparados e a grande maioria deles praticamente sem conhecimento algum, especialmente nas √°reas em que √© mais dif√≠cil a contrata√ß√£o de professores (geografia, f√≠sica, sociologia, lingua estrangeira, etc…). Finalmente, no ensino m√©dio, encontramos um sistema totalmente anacr√īnico que imp√Ķe um curriculo muitas vezes inutil a jovens vulner√°veis e muitas vezes problem√°ticos, sem oferecer qualquer perspectiva de mercado de trabalho, gerando um fen√īmeno muito comum nos √ļltimos anos: evas√£o escolar, cada vez mais alta no ensino m√©dio, mostrando que √© preciso reformar essa etapa da educa√ß√£o de forma urgente.

    • #5331
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      Lucas Bertoni
      Espectador

      Em rela√ß√£o ao ensino superior, acredito que precisamos urgentemente superar a cultura bacharelista que predomina no pa√≠s desde a funda√ß√£o das primeiras universidades. A universidade √© apenas um caminho de aperfei√ßoamento do cidad√£o para o mercado profissional, mas n√£o √© e n√£o tem que ser o √ļnico. Nem todas as carreiras e nem todos os indiv√≠duos para ter acesso ao mercado profissional precisam de um diploma. Nesse sentido, precisamos aprimorar qual o tipo de conhecimento universit√°rio que produzimos, incentivando paralelamente outras formas de qualifica√ß√£o profissional, mormente o ensino t√©cnico. Mas, de fato, h√° v√°rias d√©cadas a busca por um diploma universit√°rio representa a oportunidade de destaque no mercado de trabalho. Trata-se de mais uma marca do subdesenvolvimento. Em pa√≠ses desenvolvidos, a grande diferen√ßa √© justamente que n√£o √© preciso ter passado por uma universidade para se ter uma vida digna, com uma remunera√ß√£o justa e suficiente para o desenvolvimento do indiv√≠duo e o sustento completo de sua fam√≠lia. Portanto, a meu ver, a ideia de universidade para todos n√£o apenas √© apenas insustent√°vel como contraproducente. A universidade tem que ser sin√īnimo de produ√ß√£o de conhecimento, pesquisa e tecnologia e n√£o apenas um meio para o mercado profissional. Tanto menos, entendo que todo o conhecimento universit√°rio tenha que ser produzido no ambiente p√ļblico, sendo as universidades privadas um importante meio de fomento e desenvolvimento de tecnologia. Ademais, concordo com a pauta proposta pelo partido no contexto deste congresso de acabar com o mito da universidade gratuita, pois, de fato, as falhas estruturais do ensino b√°sico subverteram o ensino superior, dando espa√ßo nas universidades p√ļblicas para quem poderia pagar as privadas, e obrigando aqueles que n√£o tem condi√ß√Ķes a obter financiamento estudantil ou se sujeitarem a institui√ß√Ķes de pouca qualidade para obter um diploma. Sendo assim, o justo √© exatamente pedir √†queles que t√™m condi√ß√Ķes uma contrapresta√ß√£o pelo ensino p√ļblico usufru√≠do. Outra realidade urgente que precisa mudar envolve a ideia de que as universidades p√ļblicas t√™m que se manter unicamente de recursos p√ļblicos, o que as torna ref√©m da burocracia, sempre com or√ßamento limitado e deslocando importantes recursos da educa√ß√£o para o ensino superior, quando estes investimentos poderiam advir de outras fontes.

  • #784
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    Marcelo Fiche
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    O Programa Future-se pode ser um caminho para destravar a pesquisa nas universidades. Acho que o coorporativismo intelectual de nossos professores de universidades federais estão mais preocupados em não perder poder político interno de que entrar no debate com propostas de melhorias no programa. Independente do ministro de plantão, a proposta pode sim ser um caminho para a pesquisa deslanchar no Brasil.

  • #788
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    √Ālvaro Provetti
    Espectador

    √Č necess√°rio o investimento na educa√ß√£o brasileira, n√£o s√≥ a superior, como tamb√©m no ensino b√°sico. Tamb√©m √© necess√°rio o aumento do investimento no incentivo para a pesquisa acad√™mica.

    Investindo-se na educa√ß√£o, buscamos melhorar a qualidade de vida do brasileiro a m√©dio/longo prazo, pois se forma profissionais mais qualificados para atuar no mercado, por consequ√™ncia, melhorando-se a qualidade do servi√ßo prestado. Por tabela, melhora-se conjuntamente as √°reas da sa√ļde e seguran√ßa p√ļblica.

    Al√©m disso, √© necess√°rio aumentar o grau cultural da popula√ß√£o, para que esta tenha melhores condi√ß√Ķes de escolher seus representantes, diminuindo as chances de se dar √™xito para fen√īmenos populistas, como o petismo e o bolsonarismo. Aumentando as chances, por outro lado, de candidatos com maior qualidade t√©cnica de ocuparem os cargos de representatividade.

  • #866
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    Marcelo Galdieri
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    No Brasil, a educação superior gratuita é benefício de poucos e pago por muitos. Isso precisa mudar!

    Acredito que as universidades p√ļblicas deveriam ser autossuficientes, n√£o dependentes do estado, arcando seus custos atrav√©s de arrecada√ß√£o de mensalidade, doa√ß√Ķes de alunos e conv√™nios com empresas para desenvolvimento de tecnologias.

    Mas como tornar a educação acessível para os mais pobres?

    Acredito que ai está a função do estado: O estado deveria arcar com os custos de mensalidade para alunos comprovadamente carentes, custeando suas mensalidades e oferecendo, em alguns casos, ajuda de custo.

    Apos formado com ajuda financeira da população através do estado, estes formandos deveriam dedicar horas de atividade ou pagamento financeiro para reembolsar os investimentos da população em sua formação.

    Resumindo: quem faz curso superior às custas da população, deve devolver à população após formado.

    Assim, quantas horas de profissionais qualificados garantiríamos para a população? Quantas horas de médico para o SUS? Quantas horas de engenheiro para apoio aos municípios? Quantas horas de advogado para apoio a justiça?

     

    • #915
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      Rose Ventura
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      Por ironia, a¬† falta de oportunidade de ingresso ao ensino superior hoje , na universidade p√ļblica, est√° diretamente vinculado a educa√ß√£o b√°sica ofertada pelo pr√≥prio ente p√ļblico. A precariedade de profissionais qualificados para este fim, somado a deficit√°ria¬† infraestrutura do ambiente escolar, resulta em indicadores insuficientes¬† para o aproveitamento¬† dos candidatos a vaga no grau superior. O instrumento de avalia√ß√£o classificat√≥rio para este fim, digo, vestibular, revela¬† as car√™ncias pret√©ritas da vida escolar do estudante e, neste momento, “desobriga”¬† a responsabilidade do estado quanto a¬† lacuna oriunda¬† da fase inicial do seu¬† cliente, diferentemente da previs√£o constitucional e da Lei de Diretrizes e Bases da Educa√ß√£o Nacional enquanto compromisso positivado na legisla√ß√£o. Dessa forma, n√£o sa√≠mos de eternas discuss√Ķes quanto ao tema e, pior, com aumento crescente de analfabetos funcionais. Urge mudan√ßa metodol√≥gica da pr√°tica docente e da oferta de melhores condi√ß√Ķes estruturais para o atendimento aos estudantes desse universo continental chamado Brasil.

      Por Ros√Ęngela Ventura

      Presidente do PSDB Mulher Porto Alegre

      • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  Rose Ventura.
  • #904
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    Auro Alexandre Castro Filho
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    O sistema educacional superior deveria mudar no pa√≠s com a participa√ß√£o de empresas com parcerias p√ļblico privadas ppp, ajudando no custeio e absorvendo no final os estudantes para trabalharem na empresa , assim diminuindo o desemprego e gerando renda .

  • #919
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    JOAO BATISTA DE SOUZA TRIGUEIRO
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    No que se refere √† educa√ß√£o p√ļblica nos tr√™s n√≠veis, acho¬† que o Estado deveria substituir a presta√ß√£o direta desses servi√ßos pela indireta por ser, em princ√≠pio,¬† mais econ√īmica. A educa√ß√£o gratuita aos indiv√≠duos em idade escolar¬† seria promovida mediante o fornecimento de bolsas de estudo em escolas particulares para as fam√≠lias carentes em percentual de 100 a 25%¬† ou seja, a partir do estabelecimento de faixas salariais familiares as bolsas concedidas seriam fornecidas em valor¬† integral ou parcial. Por exemplo, fam√≠lias¬† de at√© quatro pessoas¬† com renda familiar¬† de at√© doze sal√°rios m√≠nimos receberiam bolsas integrais para seus membros em idade escolar,¬† ¬†fam√≠lias com renda entre 12 e 24 sal√°rios m√≠nimos receberiam bolsas de estudos para seus membros em idade escolar de 50%, e as fam√≠lias com renda de de 24 a 48 sal√°rios m√≠nimos receberiam uma bolsa de 25%. Penso que desta forma o Estado cumpre sua miss√£o/interesse de educar de uma forma transparente e justa, pois,¬† √© bem mais f√°cil controlar o n√ļmero de bolsas fornecidas e seus benefici√°rios¬† que os valores gastos em merenda escolar, manuten√ß√£o das escolas p√ļblicas, presen√ßa dos professores etc. Acho tamb√©m que este sistema √© mais justo que o tradicional pois al√©m de limitar o gasto social apenas para as fam√≠lias que deles necessitarem, limita a contribui√ß√£o apenas para a popula√ß√£o que se engajar socialmente, ou seja, aquela que¬† contribui¬† com as atitudes cidad√£s do planejamento familiar e a¬† inser√ß√£o dos filhos na escola na adequada faixa et√°ria.

    O limite do n√ļmero de membros das fam√≠lias √© uma maneira de apoiar o planejamento familiar.

  • #929
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    Paulo Victor Barchi Losinskas
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    O processo educativo formal n√£o deve ser visto como um fim em si pr√≥prio. √Č preciso estrutur√°-lo com base em evid√™ncias e com estabelecimento de objetivos claros e de forma a combater realmente os problemas que a falta de qualifica√ß√£o traz aos cidad√£os: desemprego, baixa produtividade, redu√ß√£o dos n√≠veis de bem estar e renda.

    Essas quest√Ķes acabam por afetar todo o ciclo produtivo brasileiro e, portanto, precisam ser colocadas como metas na estrutura√ß√£o de um ensino adequado e de qualidade aos fins que se prop√Ķe.

    Dessa forma, n√£o basta inserir um n√ļmero enorme de pessoas em universidades sem qualidade apenas para apresentar o discurso de inclus√£o.

    A inclusão e o exercício pleno da cidadania se faz através da geração de conhecimento, da capacitação para o trabalho, do aumento sustentável de renda e da sensação de bem estar.

    Por isso, creio que é preciso rever a matriz de prioridades do ensino brasileiro, com maior valorização do ensino fundamental e o profissionalizante, abrindo espaço então para que as universidades se dediquem à pesquisa de ponta, gerando conhecimento e tecnologia a favor do país.

    Infelizmente não é isso que vemos atualmente: temos a subvalorização do ensino profissionalizante (técnico), desvio de função das universidades que tem produzido pouca inovação e se dedicado cada vez mais a receber uma quantidade maior de alunos em detrimento da qualidade e aproveitamento do ensino e um ensino fundamental que não prepara as crianças para o execício da cidadania.

     

  • #940
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    Vinícius Kafka Barbosa
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    A Educa√ß√£o √© uma car√™ncia do Brasil, h√° muito tempo, o problema n√£o est√° no ensino superior, que possui suas falhas, mas o grande deficit est√° na base da piramide, o ensino b√°sico, fundamental e m√©dio. Nos √ļltimos anos, houve uma acessibilidade maior de toda popula√ß√£o com o ensino b√°sico, com creches e escolas, mas falta o ensino publico de qualidade que fa√ßa o aluno se interessar pelas aulas, por uma profiss√£o, que ele possa se sentir capaz, o que nos leva h√° um fato, entrar na escola √© f√°cil, mais dif√≠cil √© terminar os estudos com um diploma, a taxa de desist√™ncia √© alta, o que faz surgir uma “gera√ß√£o nem-nem”, que nem estuda e nem trabalha, e torna-se perigoso para a estabilidade familiar aumentando depend√™ncias.

    A revolução 4.0 chegou, o Brasil precisa dar um passo a frente na ciência, investir em pesquisas, em laboratórios, para que sua economia não pare no tempo, e que não fique atrasada, pois a ciência pode ser um divisor de águas para o destino da nação.

  • #963
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    Jaylan Macedo
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    1. √Č necess√°rio um investimento maci√ßo na educa√ß√£o b√°sica, para melhorar os √≠ndices e a forma√ß√£o dos alunos.

    2. Maior valorização dos profissionais da educação e adoção de bonificação a partir da criação de metas a serem desenvolvidas.

    3. Fortalecimento do acesso √†s universidades p√ļblicas por parte dos alunos mais pobres, tendo em vista que apenas 15% – 20% da popula√ß√£o tem ensino superior. Acredito que avan√ßando mais algumas casas, futuramente pode ser poss√≠vel discutir o modelo de universidade p√ļblica apenas para quem n√£o pode por ela pagar, adotando a regras de taxas anuais para alunos com renda superior a 10 S.M, que poderiam servir para pagamento de bolsas de pesquisa para os alunos oriundos de classes mais baixas e/ou em situa√ß√£o de vulnerabilidade.

    4. Fortalecer os investimentos p√ļblicos em ci√™ncia e tecnologia.

  • #968
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    Cassiano Janu√°rio Cordeiro
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    Estimular a parceria publico privado.

  • #981
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    Elizalva Lima
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    A Educa√ß√£o no geral tem uma car√™ncia de reestrutura√ß√£o enorme, come√ßando por investir e valorizar mais nos educadores principalmente do ensino publico, faz-se necess√°rio de disponibiliza√ß√£o com acesso facilitado de mais laborat√≥rios voltada para todas as atua√ß√Ķes do ensino.
    Faz-se necess√°rio tamb√©m para o bom uso de verbas publicas um acompanhamento maior em creches, pois bem sabemos que tem muitas m√£es que n√£o trabalham, n√£o fazem nada e conseguem falsas declara√ß√Ķes de trabalho para porem seus filhos o dia todo em uma creche em quanto muitas outras m√£es que realmente precisam ficam sem este beneficio, tendo muitas vezes de deixar de trabalhar ou ter todo um desgaste de parar e correr atr√°s de justi√ßa para terem uma vaga.

    Falando em n√≠vel superior na minha opini√£o teria de acabar com esta hist√≥ria de cota (exceto para portadores de necessidades especiais de grau de dificuldade intelectual afetada), pois se queremos igualdade, ra√ßa, cor n√£o nos diminui a capacidade para precisar de cota, o que deve ser feito √© melhor e facilitar o ingresso de todos em universidades publicas, uma das √°reas que deveria ser revista com URG√äNCIA √© a da sa√ļde (mais precisamente faculdade de Medicina) temos muitos jovens que sonham em ingressar em uma faculdade de medicina porem n√£o trabalhara para s√≥ estudar e passar em um vestibular torna-se praticamente imposs√≠vel pela condi√ß√£o financeira familiar e para fazer particular √© imposs√≠vel com o valor exorbitante de mensalidade, gata-se tanto com contrata√ß√Ķes de m√©dicos de fora podendo investir mais no potencial de jovens brasileiros que sonha em ser um m√©dico.

  • #987
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    Gleyson Macedo
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    1. Criar disciplina de direito constitucional e economia domestica nas escola

    2. Cobranca de mensalidades em universidade publica paraa pessoas que possua renda elevada.

    3. Expans√£o do direito a meia-passagem para todos os municipios para alunos de baixa renda.

    4. Aumentar a ofertas de cursos de medicina.

    5. Criar prova de suficiencia em todos os cursos de nível superior.

    6.aumentar a oferta de Cursos de mestrado e doutorado.

    7.oferecer educacao b√°sica, fundamenta e medio na modalidade Ead em localidade de dificil acesso.

    8.criar projeto de disciplina de ingles para todos os alunos apartir do ensino b√°sico.

    9. Criar projetos esportivos nas escolas publicas e privadas

     

     

  • #1010
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    Bolívar Gomes
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    Sou filho de dois professores e conhe√ßo a realidade da Educa√ß√£o. √Č bem triste. Al√©m de alternativas que s√£o importantes, mas que n√£o s√£o a solu√ß√£o dos problemas, como as escolas civico-militar ou as charters schools, em especial para situa√ß√Ķes de falta de investimento, como √© a realidade do Rio Grande do Sul. Entretanto, n√£o podemos abrir m√£o de uma Educa√ß√£o p√ļblica de qualidade que s√≥ ser√° poss√≠vel com pol√≠ticas p√ļblicas de valoriza√ß√£o do setor que hoje acaba sendo v√≠tima de um preconceito decorrido de uma apropria√ß√£o por parte de movimentos ligados ao PT. Mas aqui fa√ßo um adendo: √© muito mais uma vontade desses grupos pol√≠ticos de se apropriar da Educa√ß√£o, do que propriamente a Educa√ß√£o ser esquerdista, como muitos grupos bolsonaristas e mais conservadores defendem. N√£o podemos cair nessa. A Educa√ß√£o precisa ser plural e mostrar ao indiv√≠duo que est√° formando a consci√™ncia e a identidade pol√≠tica os diferentes direcionamentos pol√≠ticos que comp√Ķem a hist√≥ria do mundo. Para tanto n√£o podemos ter leis, como a Escola sem Partido, limitando a atua√ß√£o do professor. A ideologiza√ß√£o defendida pelo projeto, precisa ser feita, sim, mas de outra forma, que n√£o abra precedente para restringir a liberdade individual de cada um, mas que permita a ele mostrar os pr√≥s e contras de cada vis√£o de mundo.

    Aqui vai algo defendido pelo ent√£o candidato Alckmin que tamb√©m defendo: Educa√ß√£o B√°sica. Nossos jovens chegam ao Ensino M√©dio com uma defasagem pr√©via de conhecimento. Sem falar quando chegam √† faculdade. Eu, quando entrei na Universidade do Vale do Rio dos Sinos, tive um tempo de adapta√ß√£o ainda que tivesse dois professores em casa que me auxiliaram. Mas e quem n√£o tem? Faz o que? Cancela o curso e vai trabalhar em m√£o de obra – sem qualquer menosprezo? Trata-se de um efeito domin√≥. Sem Educa√ß√£o B√°sica de qualidade n√£o h√° um Ensino M√©dio completo. Sem um Ensino M√©dio h√° uma defasagem no Ensino Superior. Sem o debate plural e democr√°tico, formaremos rob√īs incapazes de ter senso cr√≠tico.

    A Ci√™ncia e a Tecnologia – permita-me colocar em um mesmo t√≥pico – precisam ser defendidas veementemente. O atual governo federal assumiu uma postura contr√°ria ao campo e isso acaba prejudicando uma s√©rie de coisas, inclusive a √°rea Econ√īmica. Defendo que o PSDB empunhe esta bandeira.

  • #1054
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    Maria Tereza Oleg√°rio
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    Sabemos o quanto a educação é importante, através dela que vidas são transformadas. Infelizmente vivemos em um país onde ela não é valorizada, afinal os privilégios não são para todos. Jovens negros por não terem tido oportunidades, acabam perdendo suas vidas. Precisamos mudar essa realidade.

  • #1058
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    Marcos Teles
    Espectador

    Ol√°, sou o Marcos de Itaquaquecetuba – SP, como tucano que sou e pela viv√™ncia em S√£o Paulo, vejo o nosso partido muito afastado da pauta “EDUCA√á√ÉO’, precisamos voltar as nossas origens e n√£o ser somente o partido do bom equil√≠brio fiscal, mas tamb√©m aquele que √© fomentador das boas pr√°ticas educacionais, ouvir mais as nossas bases que est√£o inseridas no dia a dia escolar e tentar realizar a mudan√ßa necess√°ria no cen√°rio estadual e nacional. Um dos pilares essenciais √© a valoriza√ß√£o do aluno como um ser pensante e n√£o mais um n√ļmero, o estado como fomentador de politicas p√ļblicas tem que ser aquele que olha com dignidade a vida dos estudantes e entende cada dificuldade e dessas dificuldades cria facilidades. Precisamos implementar Profissionais capacitados para cuidar do psicol√≥gico dos alunos, poder√≠amos implementar com a ajuda de estagiarios de psicologia, as aulas de intelig√™ncia emocional, ja praticadas em alguns cursinhos pr√© vestibular, al√©m disso a educa√ß√£o financeira, por√©m, a educa√ß√£o √© um tema extenso, √© injusto e irreal debatermos tal tema por um forum na internet.

  • #1066
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    Cassiano Janu√°rio Cordeiro
    Espectador

    O PSDB precisa assumir o protagonismo na Educação, Ciência e Tecnologia em relação a todos os partidos políticos. Fazer desse ponto a base ou a marca PRINCIPAL do partido uma vez que nos dias atuais estamos cada vez mais conectados a internet, utilizando aparelhos/maquinas tecnológicas e novas descobertas sendo divulgadas todos os dias pela ciência.

    Veja que todos os brasileiros desejam uma educa√ß√£o melhor e a grande maioria utiliza, respeita e valoriza tecnologias que facilitam o dia a dia, seja no transporte publico, seguran√ßa, sa√ļde…

  • #1071
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    Brunno Caleiro Pereira
    Espectador

    Educa√ß√£o, ci√™ncia e tecnologia s√£o temas que nos mais diversos pa√≠ses do mundo andam lado a lado, caminham nos mesmos sentidos do desenvolvimento e buscam sempre serem complementares entre si, o que torna mais f√°cil e produtivo para o sistema nacional se capacitar, ampliar suas atividades e ter um setor industrial mais capaz. O tri√Ęngulo amplo de Governo-Academia-Ind√ļstria tem andado muito separado no Brasil e isso vai se tornando um problema. √Č extremamente importante buscar a retomada das rela√ß√Ķes entre esses setores pois, pesquisa e desenvolvimento, quando amparados por esses tr√™s v√©rtices, ganham muito mais for√ßa. √Č poss√≠vel analisar cen√°rios como dos EUA, R√ļssia, China, Finl√Ęndia, entre outros, pa√≠ses que buscam se apoiar bastante em pesquisas feitas dentro das universidades, as quais ficam respons√°veis n√£o pelo desenvolvimento em si, mas por entender e capacitar profissionais que atuaram no governo ou no setor industrial. √Č o processo de cria√ß√£o de conhecimento. J√° a ind√ļstria, em pa√≠ses como os citados, buscam bastante o contato com o a academia para entender quais poss√≠veis √°reas est√£o mais desenvolvidas, buscar esse conhecimento e esses profissionais que est√£o se capacitando para que desenvolvam seus projetos. Por parte do governo, a media√ß√£o entre esse sistema, o bom uso e correto dos recursos para investimentos e o bom uso, tamb√©m, dessas pesquisas causa completo impacto no desenvolvimento nacional.A rela√ß√£o entre o desenvolvimento da ci√™ncia e tecnologia com a educa√ß√£o come√ßa de fato dentro das universidades ou dos centros de pesquisa (privados ou p√ļblicos), mas no Brasil temos nos distanciado disso. Tem se criado uma rela√ß√£o de conflito entre as tr√™s pontas do tri√Ęngulo, afastando aquilo que √© pesquisado ou desenvolvido, dos seus devidos usos e fins. Isso afeta n√£o s√≥ os estudantes, pesquisadores ou funcion√°rios de setores privados, mas afeta a popula√ß√£o no geral, que depende de novas solu√ß√Ķes, servi√ßos, desenvolvimentos tecnol√≥gicos e outros processos. O Brasil n√£o pode ir contra o movimento dos pa√≠ses desenvolvidos e criar dist√Ęncia entre os tr√™s setores. √Č necess√°rio usar todos os meios para que a sociedade se desenvolva num geral.

  • #1104
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    Ramon Villas
    Espectador

    Venho do ensino p√ļblico desde o ano de 2006 at√© a faculdade de Geografia que conclui o ano passado. Fui testemunha de que precisamos avan√ßar muito, e que muitos s√£o os desafios de quem precisa da rede p√ļblica de ensino nesse pa√≠s. Durante o ensino fundamental e m√©dio √© preciso se ter uma aten√ß√£o redobrada sobre qualidade do ensino e como est√° sendo o processo de aprendizado desse aluno que mais tarde poder√° estar em uma faculdade.¬†No Ensino Superior o desafio √© com a estrutura das faculdades, como laborat√≥rios, bibliotecas, projetos de pesquisa e toda estrutura que garanta um forma√ß√£o de qualidade, preparando pessoas com mais Qualidade para o mercado de trabalho. O meu estado foi governado durante v√°rios anos pelo PSDB, e o esfor√ßo para se ter uma educa√ß√£o de qualidade foi muito grande, por√©m n√£o foi suficiente. Acredito que o partido precisa se posicionar a n√≠vel nacional em defesa da Educa√ß√£o P√ļblica de qualidade que vem sendo atacada pelo atual governo federal, pois √© s√≥ assim que teremos um futuro melhor.

  • #1111
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    Italo Nogueira de moro
    Espectador

    Prezados, me chamo Italo Nogueira de Moro e curso o 4¬ļ per√≠odo de Direito.

    Como entusiasta da pol√≠tica brasileira, nota-se a import√Ęncia de participarmos de pesquisas para opinarmos referente a educa√ß√£o de nosso pa√≠s.

    Analisando o cenário da educação, resolvi compartilhar um pouco sobre o tema da EDUCAÇÃO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR, até mesmo pelo fato de estar diretamente ligado a este ramo, como acadêmico e colaborador de uma organização de ensino.

    √Č indubit√°vel que a educa√ß√£o de nosso pa√≠s, atualmente, passa por uma vasta s√©rie de problemas, o que consequentemente proporciona a forma√ß√£o de indiv√≠duos menos cultos. As escolas p√ļblicas, n√£o est√£o conseguindo alcan√ßar, inteiramente, as expectativas de aprendizagem b√°sica na forma√ß√£o dos jovens. Neste mesmo contexto, observa-se que no m√™s de abril. o governo anunciou o congelamento de R$ 1,7 bilh√Ķes das custas das universidades, com o intuito de encerrar os gastos discricion√°rios.

    Observando este cen√°rio cr√≠tico da educa√ß√£o no pa√≠s, as escolas do ensino fundamental e m√©dio, devem se preocupar com a forma√ß√£o profissional e cidad√£ dos alunos presentes. Desta forma, devem ser criados incentivos para os alunos conclu√≠rem o ensino m√©dio, biscando parcerias com grandes empresas para os alunos que se destacarem academicamente, oportunizando os mesmos de ingressarem no mercado de trabalho. Reitero ainda que, as universidade p√ļblicas precisam de investimentos para desenvolver a infraestrutura dos campus, uma vez que os cortes afetaram diretamente os centros de pesquisas.

    Ainda em tempo, observa-se a import√Ęncia da participa√ß√£o da Uni√£o no financiamento e remunera√ß√£o de professores da educa√ß√£o b√°sica de Estados e Munic√≠pios, no sentido de n√£o s√≥ os motivar, mas de realmente valorizar esta classe, que cada vez mais vendo sendo desrespeitada. Ademais, √© necess√°rio desenvolve-los e atualiz√°-los sempre, no sentido de serem melhores educadores em sala de aula.

    Acredito muito na transformação do país pela educação, porém, não basta o interesse do governo e das escolas se a própria sociedade acomoda=se deixando de participar para a melhoria deste processo.

    Neste sentido, observa-se que o governo do pa√≠s, estado e munic√≠pios, devem incentivar sempre a imers√£o dos indiv√≠duos na educa√ß√£o, ressaltando o nobre significado de serem pessoas melhores. Paralelo a isto, √© de extrema relev√Ęncia a participa√ß√£o das empresas neste cen√°rio, com o objetivo de construir uma sociedade de mais oportunidades.

    Abraço Fraterno,

    Italo Nogueira de Moro.

     

    https://www.linkedin.com/in/italo-nogueira-de-moro/

  • #1118
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    Bruno Cardozo
    Espectador
    1. Precisamos urgente rever os conceitos da Educação, nos níveis, fundamental e médio. Precisamos criar mecanismos para evitar a evasão escolar nesses dois níveis.
    2. √Č necess√°rio fortalecer programas de incentivo as institui√ß√Ķes de ensino superior, investir veementemente em pesquisa
    3. Promover parcerias entre empresa e instituição de ensino, facilitando o acesso e incentivando a qualificação e graduação do seu quadro de colaboradores.
  • #1132
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    Paula Ioris
    Espectador

    Diretores de escolas publicas estaduaisou municipais precisam ter perfil de gestão e liderança, fundamental para interagir com toda a comunidade escolar.

    Professores com formação e qualificação permanente para  terem estrutura tecnica, didatica e humana para acolherem nossas crianças e jovens que apresentam demandas cada vez mais complexas.

    Politicas que  sensibilizem e desenvolvam a participação da familia na escola.

    Politicas de desenvolvimentode cidadania nas escolas.

    Escolas precisam de estrutura psicosocial para dar conta dos graves indices de suicidio, automutilação, evasão escolar.

    Curriculos: preverem a forma√ß√£o humana, respeito as diferen√ßas, consumo consciente…

  • #1138
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    Luiz Fhilipe Mourao
    Espectador

    Necess√°rio a valoriza√ß√£o do professor, tem tenha um sal√°rio justo, condi√ß√Ķes f√≠sicas e estruturais para lecionar, que seja oferecido cursos de capacita√ß√£o.

    A educação precisa ser a pauta do país, sem investimento não conseguiremos colher os frutos em um futuro próximo.

    Uma quest√£o que creio que precisa ser debatida √© a estrutura de uma Universidade P√ļblica, como a CF prev√™ sua autonomia administrativa e financeira, dentre outras, dever√≠amos debater se esse modelo √© adequado para hoje e para o futuro.

     

  • #1175
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    Alef Ramos
    Espectador

    Será Necessário o investimento na educação brasileira, não só a superior, como também no ensino básico. Também é necessário o aumento do investimento no incentivo para a pesquisa acadêmica.

    Investindo-se na educa√ß√£o, buscamos melhorar a qualidade de vida do brasileiro a m√©dio/longo prazo, pois se forma profissionais mais qualificados para atuar no mercado, por consequ√™ncia, melhorando-se a qualidade do servi√ßo prestado. Por tabela, melhora-se conjuntamente as √°reas da sa√ļde e seguran√ßa p√ļblica.

    • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  Alef Ramos.
  • #1194
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    David Lira Matias
    Espectador

    √Č necess√°rio que todos os graus da educa√ß√£o brasileira receba investimento, infelizmente todas os graus de instru√ß√£o est√£o carente de investimentos e apoio do governo. √Č muito importante que se invista na tecnologia, pois atrav√©s dela iremos pode alcan√ßar altos n√≠veis de participa√ß√£o dos jovens.
    Investir em educa√ß√£o deveria ser uma prioridade de todos os governos, por√©m n√£o √© isso que vemos, hoje o ensino superior √© o que mais sofre com essa falta de investimento, pois podemos ver a taxa de evas√£o do ensino superior principalmente pela falta de estrutura das faculdade p√ļblicas. No meu ponto de visto, quando se investe em educa√ß√£o voc√™ pode melhorar a qualidade de vida dos brasileiros e com isso formar profissionais mais qualificados para atuar no mundo trabalho.

  • #1199
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    Douglas Firmino
    Espectador

    Para a Educa√ß√£o em nosso Brasil, reconhe√ßo que ainda estamos muito distantes dos modelos internacionais que conhecemos. Entendo que a educa√ß√£o √© o pilar mais importante para a constru√ß√£o de um pa√≠s, a partir dela temos uma sa√ļde melhor, mais seguran√ßa, melhores empregos e qualidade de vida de sua popula√ß√£o.

    Será necessário atacar a educação básica com escolas em tempo integral com melhorias nas grades curriculares, desde as primeiras idades já incentivando ao estudo da programação e da matemática, pois temos hoje uma grande lacuna em nosso país de profissionais deste gabarito e se queremos investir em tecnologia este é o caminho.

    No ensino médio devemos formar os alunos e ao concluir o estudos de ensino médio tenham uma profissão: para isso ampliar as grades curriculares a fim de no turno excedente o aluno se profissionalize por meios de cursos técnicos obrigatórios, ou seja, a formação técnica seria uma extensão do ensino médio , o aluno poderia escolher dentro da sua escola o curso disponibilizado de seu interesse ou a escola deseja que tenha o curso que almeja uma vez que o curso é uma extensão do ensino médio (parecido como acontece com o CEFET).

    No ensino superior devemos primeiro usar as pesquisas j√° realizadas pelas universidades e favor dos pr√©dios p√ļblicos: todas as universidades federais devem ser modelos de reuso da √°gua da chuva, de capta√ß√£o e utiliza√ß√£o de energia solar e energia e√≥lica, com isso reduzir√≠amos consideravelmente os gastos com energia e √°gua pot√°vel, do ponto de vista educacional devemos abordar investimento maior nos cursos de maiores necessidade por regi√£o.

    Quero deixar por fim minha real import√Ęncia pela Educa√ß√£o, ci√™ncia, tecnologia e Ensino Superior em nosso pa√≠s este √© um ponto chave para mudar os rumos do nosso Brasil para a melhor, temos exemplos de outros pa√≠ses que estavam bem atr√°s do nosso e hoje s√£o grandes pot√™ncias: A China, o Jap√£o, Cor√©ia do Norte e Cor√©ia do Sul, etc. Podemos e devemos entregar um pa√≠s melhor do que o que recebemos para os nossos filhos e netos.

    Douglas Firmino.

     

  • #1213
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    Edson Silva
    Espectador

    Ol√°!

    Primeiramente  agradeço a oportunidade de me expressar e deixar aqui a minha opinião referente a minha escolha.
    quero também deixar bem claro que em vários comentários, não vi ninguém comentando sobre as vagas na educação para pedagogos e que um reforço em cima disso seria agradável e fortificante.
    Mais com base na pesquisa, podemos avaliar a quest√£o de colocar psicopedagogos em escolas para ajudar a juventude no desenvolvimento estudantil, ajudando a desenvolver melhores entendimento referente ao que est√° acontecendo com as mudan√ßas do dia a dia de cada um deles, assim evitando transtornos familiares, mal desenvolvimento de car√°ter e etc. quero tamb√©m ressaltar que a maioria das escolas hoje tem meninas gr√°vidas ¬†menores de idade ¬†e meninos com doen√ßas sexualmente transmiss√≠veis, isso tudo por falta de extrus√£o e participa√ß√£o dos pais…. nisso tudo podemos avaliar que essa seria uma solu√ß√£o. Desde j√° agrade√ßo sua aten√ß√£o.

    atenciosamente,

    Edson Barbosa da silva
    psicopedagogo

     

     

  • #1214
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    Anísio Lima
    Espectador

    No Brasil de ontem e hoje, não está sendo realizado um sistema para que as crianças e os jovens gostem de estudar , nosso modelo de educação precisa e deve ser um modelo replicável . Isso só irá acontecer pela instalação de um novo modelo educacional, um modelo que estimule o jovem a pensar livre, sem medo de errar, tentar e ousar. No nosso País, o ensino ainda é muito instrutivo e explicativo, a maior parte do que o aluno aprende vem da boca do professor em sala de aula. O ideal, acredito, seria que o estudante fosse incentivado a pensar de forma livre, estimulando o interesse pelo conhecimento, sendo assim um empreendedor da sua própria formação e conhecimento (amparado sempre é claro pelos professores e equipe disciplinar). Para que possamos nos inserir num mundo global e competitivo é preciso o investimento em ciência e tecnologia. Educação não está sendo prioridade nacional!
    Acredito tamb√©m que a iniciativa privada possa participar desse empenho, criando fundos setoriais para o desenvolvimento tecnol√≥gico e cientifico, n√£o apenas e s√≥ atrav√©s de pesquisa pr√≥pria, mas aliadas a conv√™nios com universidades. √Č necess√°rio que o nosso governo e as nossas industrias passem a utilizar a tecnologia desenvolvida no nosso pa√≠s.

    Anísio Lima
    Maceió-AL

    • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  An√≠sio Lima. Raz√£o: ERRO DE DIGITA√á√ÉO
  • #1241
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    Joao Rodrigo
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    educaçao: tornar só as materias de matematica e portugues obrigatorias e exigentes, qlqr outra, opcional, principalmente ao ensino medio pra onde cada aluno direcionara seu aprendizado superior.

    ciencia: apenas focar na area de climatologia e seus equipamentos.

    tecnologia e ensino superior: sao questoes de mercado.

  • #1265
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    Vinícius Andrade Martins
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    1- ALFABETIZAÇÃO

    Deve ser gr√°tis, de qualidade e para todos independente de qualquer coisa

    2- TEMPO INTEGRAL

    O governo deve oferecer a possibilidade de educação em tempo integral principalmente para o primário.

    3-ESTRUTURA

    As escolas devem oferecer estrutura para uma educação de qualidade incluindo práticas de esporte e laboratórios de informática e ciências. Também se inclui o refeitório devendo oferecer comida em todos os períodos e boa.

    4-VALORIZAÇÃO DE DONS

    Pessoas tendem a ser melhores em determinadas coisas, a escola deve analisar o aluno e oferecer a oportunidade para que o aluno possa especializar em seus dons, seja dentro da escola ou fora em cursos técnicos.

    5- PROFISSIONALIZAÇÃO

    Oportunidades de profissionalização e agenciamento de empregos devem ser valorizadas na escola, incentivar o jovem a trabalhar e se especializar é imprescindível.

    6- FACULDADE PAGA

    Universidades p√ļblicas atualmente s√£o majoritariamente para pessoas ricas, pessoa com renda mais alta devem pagar sim ter acesso a uma faculdade p√ļblica, enquanto pessoas com renda baixa continuam a estudar gratuitamente. Tudo mediante comprova√ß√£o.

    7-EST√ĀGIO

    Incentivar √°s empresas a contratarem estagi√°rios.

    8- PESQUISA

    Incentivo a pesquisa com valorização a temas em alta no mercado oferecendo incentivo à essas empresas desde que elas ofereçam oportunidade a esses jovens.

    9- INCENTIVO

    O governo deve incentivar os jovens a estudar com prioridade ao trabalho, incentivos financeiros são  vitais para jovens desde o ensino médio.

    10- PROFESSORES

    Valoriza√ß√£o dos professores, levando em considera√ß√£o o sal√°rio, condi√ß√Ķes de trabalho, sa√ļde e seguran√ßa no trabalho.

     

  • #1272
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    Gregory Gonçalves
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    • Manter e estender as cotas raciais e implementar as cotas sociais para o ingresso de pobres no ensino superior, pois a pobreza no Brasil n√£o tem cor.
    • Cobrar mensalidades dos oriundos das classes mais abastadas no ensino superior, pois o atual sistema √© uma f√°brica de privil√©gios onde o aluno que tem oportunidade, se beneficia do suor e dos tributos de quem trabalha. O correto seria a extin√ß√£o do ensino superior gratuito, mas isso √© muito radical. N√£o √© justo o filho da empregada pagar com os impostos que pesam mais sobre ele a educa√ß√£o superior do filho do patr√£o.
    • Incentivar e estimular a participa√ß√£o de empresas e funda√ß√Ķes no fomento a pesquisa de no √Ęmbito acad√™mico abandonando essa heterodoxia de abominar o investimento privado nas universidades.
    • Universalizar o ensino b√°sico em tempo integral para todos os alunos.
    • Criar mais vagas de creche e implementar creches 24 horas, pois as m√£es s√£o trabalhadoras comuns e por isso trabalham em qualquer turno.
  • #1334
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    Amanda Nascimento Pereira
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    Educação: Deve-se voltar mais atenção ao Ensino Fundamental. Desde vagas em creches a abertura de vagas no Ensino Fundamental e Médio deve ser uma prioridade, pois é o primeiro contato com o universo escolar. O governo deve garantir esse acesso.

    Qualidade do ensino: Deve-se ampliar as condi√ß√Ķes para que o professor possa se dedicar integralmente¬† a sua pr√°xis. Concursos p√ļblicos para a efetiva√ß√£o de professor √© primordial, pois os contratos tempor√°rios impedem qualquer estabilidade profissional, al√©m de fazer com que, em muitos casos, o professor tenha que se deslocar de uma escola para a outra para conseguir fechar o n√ļmero de horas para conseguir um sal√°rio mequetrefe. N√£o tem como o profissional de educa√ß√£o se dedicar em preparar uma boa aula, se ele n√£o tem condi√ß√Ķes para tal. Mais vagas efetivas, plano de carreira e condi√ß√Ķes para a sua pr√°xis.

    Alimentação: Sabemos que muitas crianças contam apenas com a alimentação na escola, por isso, não se pode descuidar desse item. Uma proposta é incentivar as hortas escolares que, além de envolverem os alunos no cultivo, poddem envolver membros das comunidade e familiares, formando uma horta coletiva.

    Sa√ļde mental: todas as escolas deveriam contar com a presen√ßa de um psicopedagogo (ou psic√≥logo), para que a crian√ßa (ou o jovem) encontre na escola um apoio para as suas quest√Ķes emocionais.

    Ciência e tecnologia: O governo deveria valorizar e incentivar a pesquina no Brasil. Deveria ser inadmissível que um governo trate seus pesquisadores como vagabundos, e que os culpe por rombos orçamentários. Um bolsita de pesquisa ganha R$1.500, no mestrado, e R$2.100, no doutorado, e ainda tem que assinar um contrato de dedicação exclusiva, ou seja, não podem ter outro contrato empregatício, chega a ser papético ver um governo culpar essa classe com responsáveis por rombos orçamentários.

  • #1335
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    Eduardo Alves
    Espectador

    Em minha opinião, uma medida que surtiria um efeito muito positivo a longo prazo seria uma reforma na grade curricular do ensino médio, inserindo duas novas matérias, que são:

    Ensino Econ√īmico: Est√° disciplina traria na sua ementa conceitos de macroeconomia, microeconomia, previd√™ncia, tributos e empreededorismo. Estes conceitos s√£o de extrema import√Ęncia na sociedade atual, mas no ensino m√©dio ningu√©m tem no√ß√£o do que seja, s√≥ teria a oportunidade de ver no superior ou algum curso a parte, essa disciplina iria incentivar o empreendedorismo n√≥s jovens mais cedo.

    Ensino Jur√≠dico: Est√° disciplina traria conceitos b√°sicos de legisla√ß√£o, como: O que √© constitui√ß√£o, leis civis e penais, no√ß√Ķes de pol√≠tica e representatividade, Teoria do estado, dentre outras de grande import√Ęncia.

    Tem consci√™ncia das dificuldades financeiras na √°rea da educa√ß√£o, mais est√°s disciplinas s√£o ofertadas ou algumas semelhantes nos pa√≠ses desenvolvidos, seria de extrema import√Ęncia trazer esse conte√ļdo para o jovem se preparar para a vida e despertarem seu senso cr√≠tico.

     

  • #1342
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    Ricardo Olimpio
    Espectador

    Precisamos retomar os projetos de apoio a Educação Superior e principalmente o incentivo em pesquisas na área de ciência e tecnologia, sem esquecer das áreas de humanidades que são também importantes para o Brasil.

     

    #DiversidadeTucanaEmAção

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 2 semanas atr√°s por  Ricardo Olimpio.
  • #1365
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    Diego Daniel Aciem
    Espectador

    Como aluno de escola p√ļblica, via muitos professores bons n√£o tendo o devido merecimento, e n√£o sendo visto com o valor que tinham, muitos colegas desistindo da escola por falta de incentivo e muitas vezes por ter que assumir uma vaga de trabalho, e tendo que voltar depois para os estudos com a educa√ß√£o para jovens e adultos, perdendo um tempo de educa√ß√£o valioso onde tamb√©m poderia descobrir onde se encaixa no mercado de trabalho ou podendo saber que profiss√£o ou caminho acad√™mico seguir, podendo gerar um desmotivo em estudar.

    No ensino superior a educa√ß√£o p√ļblica para muitos jovens e um sonho, pois ainda tem uma estigma de que Universidade p√ļblica e para elite que tem a condi√ß√£o de pagar um cursinho para poder se preparar para os vestibulares dif√≠ceis e longos, para um jovem e complicado pelo fato dos pais n√£o tendo condi√ß√Ķes de bancar o cursinho √© o filho ir trabalhar para bancar seus estudos e acabar optando por institui√ß√Ķes de ensino privadas ou por incentivos do governo como prouni ou fies, podendo assim alcan√ßar o sonho de um ensino superior.

  • #1382
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    Nathanael Guimar√£es Rodrigues
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    Educação ainda precisa melhorar e muito em nosso país, valorização do professor em sala de aula, investimentos fortes e de maneira correta, mais escolas de tempo integral, escolas de tempo integral também no ensino fundamental, fazer programas sociais e incentivar assim como FHC fez, colocando mais de 90% das crianças nas escolas, educação tem significado de desenvolvimento, um país bem educado com toda certeza é um país avançado, com democracia e liberdade, temos muito ainda no que avançar, unir o avanço tecnológico ao ensino, mas claro com com toda certeza sempre a valorização dos livros e dos professores, pois esses transformam e ajudam a construir grandes pessoas que ajudam a construir um Brasil melhor.

  • #1388
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    Jackson Lucian
    Espectador

    Esses temas n√£o desmerecendo os demais esses pra mim os mais importantes, porque neles est√£o nosso presente e futuro,¬† temas pouco cuidado √© s√≥ enfatizados em √©poca de campanha muito triste,¬† n√£o vejo um investimento a eles pouca valoriza√ß√£o sendo esses de suma import√Ęncia para todos n√≥s, sei que tem um teto m√≠nimo pra investir nesses temas mais n√£o respeitados e sempre que se fala em reduzir gastos s√£o os primeiros,¬† a nossa triste realidade.

  • #1412
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    Henrique Dias
    Espectador

    O Brasil passa por problemas na quest√£o de educa√ß√£o em todos os niveis, da basica ao superior. N√£o sei se o modelo c√≠vico-militar vai ajudar muito, professores n√£o s√£o respeitados dentro da sla de aula e alunos saem do ensino m√©dio sem entender nada. No nivel superior o estado de S√£o Paulo ate da exemplo com as Fatecs, pelo menos as que conheco s√£o muito boas, por√©m algumas universidades p√ļblicas n√£o parece ser administradas e vemos vez outras crimes s√£o cometidos, precisa ser feito uma auditoria em todas as escolas, um trabalho duro, demorado mas necess√°rio.

  • #1422
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    Fellipe Bayeh
    Espectador

    Para min o problema da educação está principalmente na base, existe uma grande carência de creches, hoje mesmo ví um post da Leila do Volei falando que alocou verba de emenda para a construção de creches, mas é sabido que isso não vai para a frente, pois o custo que se tem para construir uma creche é o mesmo do que para mantela todo ano, e isso depende do governo local. Precisamos de um plano nacional para atacar a educação de base, fortalecer o aluno desde o principio mais voltado para o mundo moderno, onde temos que aprender a estudar por conta própria e manter esse costume pela vida toda. Nossa grade curricular é muito conteudista e defasada, temos que reavaliar o método de ensino, para adequar nossos jovens a economia 4.0 e não apesar treinar operários de fabrica.

  • #1430
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    Ediney Pires
    Espectador

    Sabemos das grandes defici√™ncias no que se trata de educa√ß√£o no pa√≠s, alunos saindo da escola p√ļblica e ensino superior sem ao menos saber escrever corretamente, trocando as letras e colocando o singular no lugar do plural, professores sem paci√™ncia para ensinar, n√£o se preocupam em ditar para que os alunos escrevam, est√£o t√£o saturados que n√£o querem ter mai esses trabalho. Mas como cobrar de um profissional que ganha t√£o mal, quando deveria receber um dos melhores sal√°rios? √Č do professor que vem as outras profiss√Ķes e acredito que deveria ser reconhecido por tudo o que faz. N√£o existe uma pol√≠tica de valoriza√ß√£o, n√£o existem amparos legais que fa√ßam os ensinar com amor, isso poucos fazem! O fato √© que isso prejudica e muito a educa√ß√£o no Brasil. Outro fato importante, √© a falta de tecnologia dentro dos espa√ßos para trabalhar com os alunos, jovens saem da faculdade de perspectiva nenhuma de futura, s√≥ sabem que tem uma gradua√ß√£o, por√©m com a incerteza de um emprego, n√£o vamos longe, o FIES por exemplo, foi uma pol√≠tica frustada que o ex presidente trouxe, mas que deixou endividado uma boa parte dos jovens que formaram na faculdade, outros por outro lado, sequer conseguiram concluir por conta dos juros do programa. Outra pol√≠tica ou programa deve ser criado para reparar estes erros grosseiros cometidos por quem deveria garantir o futuro dos nossos jovens.

  • #1440
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    Gabriel Nascimento
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    Para a √°rea da Educa√ß√£o, Ci√™ncia, Tecnologia e Ensino Superior, o Brasil deve se inspirar no pa√≠s que melhor soube investir nestes quesitos nas √ļltimas d√©cadas: a China.

    Priorizando investimentos na √°rea da educa√ß√£o, a China consegue desenvolver um polo de ci√™ncia e tecnologia que a coloca como segunda pot√™ncia econ√īmica mundial.

    Investimentos na √°rea da infraestrutura educacional, no corpo docente, uso da tecnologia nas escolas.

    Em rela√ß√£o √†s institui√ß√Ķes p√ļblicas de Ensino Superior, como uma forma de conseguir recursos para investimentos da estrutura das institui√ß√Ķes e auxiliar em sua manuten√ß√£o, proponho um modelo que fa√ßa com que estudantes com maior capacidade financeira passem a pagar mensalidade, proporcionalmente √† sua capacidade.

     

  • #1451
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    Leandro Marcio Souza
    Espectador

    1) Habilidades regionais

    • buscar aquilo que cada regi√£o ou estado tem potencial de oferecer
    • definir a longo prazo o que o pa√≠s vai ofertar ao mundo
    • direcionar esfor√ßos de pesquisa, oferta de recursos e centros acad√™micos para atingir meta
    • de tempos em tempos revisar indicadores, processos, metas e tecnologias em uso

    2) Investir mais na educação básica:

    • escola em tempo integral
    • base comum curricular com especificidades regionais
    • professores: piso nacional; tempo para planejar e ministrar aulas al√©m de corrigir provas e capacita√ß√£o continuada
    • trabalhar tem√°ticas: educa√ß√£o financeira, empreendedorismo, competi√ß√£o saud√°vel, primeiros socorros, direitos e deveres b√°sicos
    • revisar n√ļmero de creches conforme popula√ß√£o devido redu√ß√£o na taxa da natalidade em muitas localidades
    • incentivar pro-atividade dos alunos em busca de objetivos individuais ou na mudan√ßa de planos
    • ofertar ensino t√©cnico como op√ß√£o de carreira e ganhos

    3) Ensino superior:

    • ser poss√≠vel realizar parceria de institui√ß√Ķes p√ļblicas com entidades privadas para pesquisa de desenvolvimento de produtos
    • viabilizar transforma√ß√£o de produ√ß√£o cient√≠fica em marcas e patentes, podendo obter ganhos via licenciamento
    • trabalhar cultura de start-up para r√°pida convers√£o do fomento em produto ou servi√ßo dispon√≠vel ao consumidor
    • estimular intercambio com outros centros de excel√™ncia para troca de experi√™ncia ou parcerias
    • previsibilidade no recebimento de bolsas de estudo/pesquisa devido compromissos
  • #1454
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    Leandro Miguel
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    ESCOLAS P√öBLICAS E APROVA√á√ÉO AUTOM√ĀTICA.

    Nosso futuro corre riscos s√©rios, esta gera√ß√£o tem sem perdido em meio a liberdade exagerada, nas escolas publicas n√£o existem mais dificuldades, n√£o existe mais eleva√ß√£o de n√≠vel, apenas¬† o objetivo de conquistar metas, e as vezes com fraudes…Os profissionais da educa√ß√£o nem s√£o valorizados e nem protegidos pelos governos, parece n√£o haver seriedade do maior respons√°vel pela Educa√ß√£o do BRASIL… Os GOVERNO FEDERAL, ESTADUAIS E MUNICIPAIS… As escolas publicas nos munic√≠pios, distritos, capitais e grandes cidades tem sido a anos uma vergonha, governantes tem saqueados a estrutura de nossas escolas e tem prejudicados¬† nossos profissionais da Educa√ß√£o, nossos estudantes e tem ferido o nosso povo.

    A “aprova√ß√£o autom√°tica” ou “progress√£o continuada” tem que acabar, tem prejudicado muito o ensino brasileiro, “j√° vi alunos beneficiados por essa atitude desastrosa, passando para pr√≥xima serie sem ter atributos necess√°rios para continuar progredindo, onde deveria esta regredindo”, Temos que mudar isso, tem que ser uma prioridade pra j√°, estamos caindo em um buraco sem fundo, alunos descompromissados com¬† o que lhe forma como cidad√£o e supostamente a vida.

    Temos que rever nossos conceitos de Ensino, de preparação e aprovação dos nossos estudantes de todos os níveis!

    Para onde queremos levar este país?

    Que país é esse?

    Os demais t√≥picos deste tema, ainda me foge e muito sobre o conhecimento especifico, o que posso afirmar √© que Ci√™ncia, Tecnologia e Ensino superior, precisam demais investimentos, precisamos despertar mais interesses por partes de nosso estudantes de qualquer √°rea…

     

     

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Leandro Miguel.
  • #1467
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    Raquel Lourinho
    Espectador

    As prioridades na nossa educa√ß√£o s√£o invertidas. Damos muita aten√ß√£o ao ensino superior e esquecemos do nosso ensino b√°sico fundamental, que √© onde recebemos todas as bases para nossa vida adulta.¬† Toda mudan√ßa efetiva √© de longo prazo, por isso, √© importante vermos a educa√ß√£o como PRIORIDADE n√£o como algo que “futuramente ir√° melhorar”. Nossas crian√ßas, precisam de aten√ß√£o especial, para que se diminua a desigualdade no Brasil, como uma qualidade no ensino b√°sico nossos jovens ter√£o uma base muito mais firme para ingressar em uma universidade p√ļblica.

  • #1469
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    Fabiano Martins
    Espectador

    H√° uma defasagem da escola p√ļblica em todas suas etapas. O governo deveria impor aos munic√≠pios e estados, o efetivo cumprimento das metas para acesso a verbas e projetos. Tem que haver mecanismos que busquem a participa√ß√£o e o envolvimento da sociedade diretamente no processo educacional das crian√ßas. Hoje, a falta de comprometimento familiar em algumas camadas da sociedade, refletem o panorama do n√≠vel da educa√ß√£o. O turno integrado na educa√ß√£o b√°sica pode ser a curto prazo, a alternativa para melhorar os indicadores, desde que disponha de estrutura e condi√ß√Ķes para as tarefas multidisciplinares.

    O Ensino Superior p√ļblico tem que ser gratuito, com foco em quem precisa e nos temas de interesse acad√™mico. N√£o se pode desvirtuar e utilizar a Universidades em pautas as quais n√£o lhe cabem compet√™ncia.

  • #1470
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    Leonardo Igor Valente Veiga
    Espectador

    houve uma invers√£o na educa√ß√£o publica, segundo a BBC, os gastos p√ļblicos em educa√ß√£o de base s√£o um dos menores do mundo, por√©m o gasto com ensino superior √© cerca de tr√™s vezes maior do que com ensino fundamental e m√©dio, √© necess√°rio primeiro ter uma educa√ß√£o b√°sica de qualidade para que possamos falar em qualquer outra coisa, pois inclusive somos refer√™ncia em ensino superior publico de qualidade. N√£o acredito que cobrar mais impostos de contribuintes com renda seja a solu√ß√£o,j√°,¬† a pessoa que n√£o √© ass√≠dua, n√£o tira notas boas ou reprova deveria ser desligada da faculdade, e sofrer alguma puni√ß√£o tempor√°ria podendo ser por pec√ļnia ou n√£o deixando a pessoa se rematricular ou as duas cumulativamente

  • #1482
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    José Neto Cassiano de Camargo
    Espectador

    Sem a menor sombra de d√ļvidas, a educa√ß√£o √© o principal agente promotor de igualdade social. Essa premissa √© ainda mais relevante quando tratamos do Brasil, pa√≠s que apresenta os piores indicadores relacionados √† desigualdade social.

    O investimento p√ļblico em Educa√ß√£o, ci√™ncia, tecnologia e ensino superior deve ser destinado de forma a atender aqueles que realmente necessitam de ajuda do Estado nacional. E por consequ√™ncia estar√° se atacando o forte problema da desigualdade. Sendo que esse investimento deve ser direcionado equilibradamente para educa√ß√£o b√°sica, m√©dia, t√©cnica e superior. Para assim, termos cidad√£os alfabetizados, instru√≠dos e que tenham conhecimento de seus direitos.

    Uma proposta para o PSDB, seria a de incluir para os alunos do ensino m√©dio, a disciplina de direito constitucional, pois muitas pessoas, n√£o sabem se quer, as diferentes fun√ß√Ķes da C√Ęmara dos Deputados e do Senado Federal, os atributos dispensados ao Minist√©rio P√ļblico para garantir a obedi√™ncia as leis, enfim, para que possam entender como funcionam as diversas institui√ß√Ķes da rep√ļblica. Outra mat√©ria importante a ser disponibilizada, seria a de defesa do consumidor, para que a popula√ß√£o n√£o caia em armadilhas e fraudes. Claro, ensinando essas disciplinas de acordo com a maturidade do grupo, adequando a linguagem jur√≠dica para o p√ļblico jovem.

    Em rela√ß√£o ao Ensino Superior, √© necess√°rio formular parcerias p√ļblico-privadas para que as universidades possam ter recursos, al√©m dos p√ļblicos, para o investimento em ci√™ncia e principalmente na cria√ß√£o de novas plataformas tecnol√≥gicas. Atualmente, as institui√ß√Ķes p√ļblicas s√£o respons√°veis por aproximadamente 95 % da produ√ß√£o cient√≠fica nacional, ou seja, tamb√©m atingem positivamente as empresas privadas. Por isso, tamb√©m devem participar dos invertimentos.

    Portanto, a Educa√ß√£o √© o √ļnico caminho para termos de forma plena, o estado de bem-estar social.

  • #1484
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    Mateus da Rocha Castro
    Espectador

    Educa√ß√£o √© um dos principais temas de interesse p√ļblico. Uma das solu√ß√Ķes para colocar o Brasil no mapa dos melhores pa√≠ses no √ćndice de Educa√ß√£o √© aumentar o investimento em educa√ß√£o b√°sica e aumentar a fiscaliza√ß√£o dos repasses para as prefeituras. A longo prazo ter√≠amos professores mais capacitados e alunos mais bem formados, a base √© a porta de entrada para uma universidade. A curto prazo, seria interessante um maior investimento em pesquisas cient√≠ficas de relev√Ęncia. E adotar um sistema de pontos para as universidades p√ļblicas, que ser√£o avaliados diversos pontos. Oa repasses seriam conforme os pontos conquistados, sistema de meritocracia

  • #1498
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    Philippe Alves
    Espectador

    √Č preciso olhar com seriedade e agir com celeridade para o futuro da na√ß√£o, a educa√ß√£o precisa de socorro no ensino b√°sico, √© muito mais que rankings de educa√ß√£o e profici√™ncia, √© a base da constru√ß√£o dos novos Brasileiros. refor√ßar o investimento na educa√ß√£o b√°sica e extrair resultados de modelos l√° fora.

     

    Temos bons resultados na ci√™ncia e pesquisa no Brasil, o avan√ßo √© not√≥rio em solu√ß√Ķes de combate a doen√ßas, √© preciso tratar com prioridade os investimentos para estimular e garantir resultados para o Brasil.

     

    No Brasil, a tecnologia precisa continuar sendo a nossa refer√™ncia, e √© por isso que precisamos cada vez mais trazer a abertura e ferramentas facilitadoras para o crescimento de Startups e incubadoras de solu√ß√Ķes criativas em todo o pa√≠s com a iniciativa privada e do governo federal.

  • #1507
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    Educação: BASE de toda uma sociedade justa e igualitária.

    Somente essa frase j√° poderia fechar o t√≥pico, por√©m, sabemos que n√£o √© apenas isso. Como futuro professor (estou cursando licenciatura) e filho de professora, sei muito bem da realidade da educa√ß√£o do nosso pa√≠s. Sabemos do descaso do poder p√ļblico frente √† √≠ndices decrescentes e com a qualidade cada vez mais comprometida.
    Atualmente, temos um governo que menospreza e faz chacota com a educação no país. Temos visto cortes nas verbas, ridicularização do acadêmico e, principalmente, o apontamento de cursos técnicos como salvadores da pátria. Infelizmente, esses discursos que lemos em jornais e revistas, são difundidos por pessoas que SEQUER possuem vivência dentro de uma sala de aula.
    O PSDB precisa se posicionar firmemente pela valoriza√ß√£o da educa√ß√£o, seja ela b√°sica ou superior, o incentivo a ci√™ncia e tecnologia e ter a pesquisa como base de desenvolvimento nacional. Uma na√ß√£o como nosso Brasil, que deixa de investir BILH√ēES anualmente nessa √°rea, jamais poder√° chegar a ser um pa√≠s de respeito.
    Quem estuda história sabe da contribuição da nossa ciência, como por exemplo, em vacinas. Muitas delas criadas no nosso país e exportadas para fora. Como queremos mudança no paradigma nacional, se deixamos aquilo que é primordial e básico, como educação e instrução para trás?
    O partido precisa ser en√©rgico e enf√°tico ao defender a bandeira da educa√ß√£o, pleiteando junto aos seus representantes pol√≠ticos a melhoria de condi√ß√Ķes gerais, como estrutura, valoriza√ß√£o do professor, atualiza√ß√£o de curr√≠culo, bolsas de estudo e implementa√ß√£o de mais escolas, juntamente com o ensino integral. Somente quando a educa√ß√£o for um dos pilares da nossa sociedade √© que seremos um pa√≠s pr√≥spero, justo e igualit√°rio.

  • #1509
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    Marcos Rodrigues
    Espectador

    √Č necess√°rio tra√ßar um plano de ensino que crie mais escolas ou mais salas de aulas fazendo assim cair o n√ļmero de alunos em sala de aula com isso o professor ter maior controle dos alunos e pode avaliar cada um com mais precis√£o, isso ir√° ajudar o professor encontrar as dificuldades dos alunos tanto em sala de aula como em sua vida fora d√° sala de aula, feito isso o pr√≥ximo passo seria o encontro de alunos com v√°rios profissionais esse encontro ir√° fazer com que os alunos tenha um incentivo para ao longo de sua jornada.

    Ciência e tecnologia é algo que não pode faltar em todos os campos, mas em sala de aula é fundamental tanto para aprendizado como para novas descobertas, com um incentivo planejado os alunos testaram seus conhecimentos e farão novas descobertas o que é benéfico tanto para as escolas como para o Brasil.

    O ensino superior √© a √ļltima etapa para uma Faculdade ou at√© mesmo um curso t√©cnico ent√£o √© necess√°rio que os alunos j√° cheguem no ensino m√©dio com suas mentes preparadas, depois das etapas que j√° passaram e todos os problemas que j√° foram superados o ensino superior deve mostrar algo totalmente novo, envolvendo uma ci√™ncia e tecnologia completamente diferente de antes estimulando os alunos cada vez mais, as salas de aula continua com o m√©todo de ter v√°rias salas para dividir melhor os alunos facilitando no aprendizado, o conte√ļdo deve ser ensinado de maneira completa para que assim o aluno saia de sua sala preparado e ansioso para chegar no campo de trabalho.

     

    Quanto aos alunos deficientes ou com alguma necessidade especial um plano tamb√©m deve ser tratado contendo um conte√ļdo que o ajude tanto em aprendizado como em sua vida, os incentivos em ci√™ncia e tecnologia nessas √°reas tamb√©m deve ser incentivado, esses alunos precisam ver que n√£o s√£o exclu√≠dos d√° sociedade, um novo caminho caminho entre todos se ajudando √© poss√≠vel e ben√©fico.

  • #1516
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    Rafael Almeida
    Espectador

    РDiminuir a burocratização para acesso a universidades publicas.
    – Investir na primeira inf√Ęncia e no ensino b√°sico.
    – Investir em tecnologias

     

  • #1542
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    José Lucas
    Espectador

    Devemos defender a educação como uma prioridade,nosso país nunca entrará no primeiro mundo, sem uma educação de qualidade.

    Sou a favor de inverter a pir√Ęmide de gastos,hoje se investe muito no ensino superior,e pouco no ensino b√°sico, que √© o principal, pois serve de base pra vida inteira!

  • #1546
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    Ronald Vilella
    Espectador

    Você saberia me dizer a relação entre o oceano com a educação no Brasil? Me chamo Ronald Jr., oceanógrafo, e venho levantando uma bandeira para resolver os problemas ocorridos no litoral. No entanto, por incrível que pareça, uma grande parcela desses problemas, como poluição, violência, desemprego, questão energética, alimento, lixo, perda cultura, estão associados direto ou indiretamente à baixa escolarização e capacitação técnica de crianças e jovens.

    De acordo com UNO, 2021 a 2030 ser√° a d√©cada das ci√™ncias marinhas para o desenvolvimento sustent√°vel. Por√©m, a alta evas√£o escolar e sua precariza√ß√£o reflete diretamente no avan√ßo social e sustent√°vel em nossa costa. E sabe o que √© pior? 30% da popula√ß√£o vive em munic√≠pios costeiros, sendo mais de 55 milh√Ķes de pessoas.

    Em resumo, a educa√ß√£o atua no desenvolvimento social e sustent√°vel nosso litoral. Se o Brasil busca por solu√ß√Ķes em sua costa, a educa√ß√£o, seja superior, t√©cnica ou escolar, precisa ser melhor implementada em √Ęmbito nacional e regional.

    Nesse contexto, se faz necess√°rio um aumento na cria√ß√£o do n√ļmero de vagas em col√©gios t√©cnicos, de prefer√™ncia cursos realizados em conjunto com o ensino m√©dio. Por√©m, vale destacar que apesar da import√Ęncia de cursos como mec√Ęnica, el√©trica, mecatr√īnica, h√° uma tend√™ncia de valoriza√ß√£o de cursos ligados ao meio digital, como programa√ß√£o, an√°lise de dados, e ao entretenimento humano, reda√ß√£o, teatro, cinema.

    Em rela√ß√£o ao ensino superior, a grande maioria da m√£o de obra especializada que atua em cidades costeiras prov√©m de grandes centros, tornando a popula√ß√£o nativo restrita a trabalhos manuais relacionados, em grande parte, ao turismo. Al√©m disso, como todos sabem, essa demanda por trabalho v√°ria ao longo do ano. Uma poss√≠vel solu√ß√£o de m√©dio prazo seria a abertura de vagas em universidades privadas, desde que haja programas de incentivo √†s pessoas mais carentes, e projeto de parceiras entre essas institui√ß√Ķes com portos e empresas para inserir esses estudantes em trabalhos formais em seu pr√≥prio munic√≠pio.

    Já o ensino básico, seria interessante que a merenda funcionasse também nos meses de férias em municípios mais carentes, pois muitas crianças dependem dessa alimentação. Se possível, parte desses alimentos poderiam ser comprados de produtores locais e/ou cooperativas, incentivando a produção local.

    Esses são apenas alguns exemplos que poderiam ser melhor elaborados e implementados. A educação no Brasil é um tema complexo e cheio de desafios, como a questão da valorização do professor, infraestrutura escolar, transporte, etc. Contudo, é um desafio que não deve ser silenciado, mas enfrentado visando o próprio desenvolvimento da nossa costa e do Brasil como um todo.

     

     

     

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Ronald Vilella.
  • #1561
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    Jean dos Santos Silva
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    O principal problema hoje do sistema de ensino é o modelo arcaico e que ao invés de atrair o jovem o afasta e o reprime, é necessário um investimento em reciclagem nos educadores, no ambiente físico escolar, no sistema de ensino em si, para que o aluno possa aliar o ensino com diversão e desperte a curiosidade e a continuidade dele naquele ambiente, tecnologias podem e devem ser utilizadas fugindo do modelo tradicional de caderno, livro e quadro.

  • #1564
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    MAYARA CRISTINE CARVALHO
    Espectador

    Quando se trata de educação, é uma hipocrisia pensar em investimento se sabemos que o que temos hoje não é efetivo.
    Pra mim, o primeiro passo é entender onde está o buraco do que temos hoje.
    Salário dos professores será que é o problema? Estrutura das escolas ? Ou simplesmente um preparo maior para receber a nova geração.
    Investir em computadores ?
    o que as escolas que são referências mundiais têm de diferente da nossa estrutura atual?
    na nossa estrutura, o que pode ser melhor aproveitado que n√£o estamos aproveitando hoje?

  • #1577
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    Pedro Henrique Pasquali
    Espectador

    A educação tem de ser incentivada, principalmente nos anos iniciais, para que a ciência e a tecnologia se desenvolvam de forma natural no curso superior Рvisto que o estudante chegará a universidade com um conhecimento muito mais sólido. Evidente também que a elite brasileira Рempresários e investidores (e etc.) Рprecisa participar de forma mais ativa da comunidade universitária, com financiamento e trabalho.

  • #1595
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    igor coimbra manhani
    Espectador

    Em rela√ß√£o √† educa√ß√£o, inicialmente vejo como fundamental o PSDB lutar pela melhora substancial e r√°pida do ensino b√°sico. E sabemos como fazer isso. Durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, pol√≠ticas como o PETI (Programa de Erradica√ß√£o do Trabalho Infantil) e FUNDEF foram respons√°veis por um salto consider√°vel na redu√ß√£o do analfabetismo. E √† melhora no ensino b√°sico n√£o me refiro apenas √†s mat√©rias b√°sicas que comp√Ķem a base nacional comum. Urge lutarmos por uma educa√ß√£o que esteja conectada com as necessidades do mercado. As escolas t√©cnicas do Estado de S√£o Paulo s√£o um modelo a ser seguido nesse sentido. No tocante √† Ci√™ncia e Tecnologia, o partido deve lutar contra o desmonte de entidades como CAPES e CNPq, √≥rg√£os essenciais para a produ√ß√£o da ci√™ncia no pa√≠s. Isso n√£o impede, entretanto, a ado√ß√£o de crit√©rios mais r√≠gidos na concess√£o e manuten√ß√£o de financiamento de pesquisas. Uma postura mais criteriosa, todavia, n√£o deve trazer consigo preconceitos em rela√ß√£o ao objeto de estudo. Deve, isto sim, basear-se na factibilidade e consist√™ncia do projeto proposto. Por fim, penso que as universidades p√ļblicas √© pe√ßa fundamental na forma√ß√£o de m√£o de obra e desenvolvimento tecnol√≥gico do pa√≠s. Isso porque as tais institui√ß√Ķes de ensino geram importantes externalidades para a economia. Por isso n√£o devemos nos pautar apenas nos custos das universidades, mas tamb√©m pelos benef√≠cios √† economia da exist√™ncia de bons profissionais. E hoje √© ineg√°vel que boa parte desses profissionais √© oriunda de universidades p√ļblicas. Cumpre ressaltar, ademais, que essas institui√ß√Ķes respondem por mais de 90% da pesquisa produzida no pa√≠s. A exist√™ncia de universidades p√ļblicas, por fim, n√£o deve ser entendida como universidades 100% gratuitas. Nesse sentido, penso que o PSDB deve trabalhar para que alunos que tenham condi√ß√Ķes de financiar seus estudos paguem mensalidades. Essa medida permitiria a amplia√ß√£o e melhora significativas do ensino superior de qualidade no pa√≠s.

  • #1604
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    Thiago Reis
    Espectador

    Educa√ß√£o n√£o √© despesa , Educa√ß√£o √© investimento !!! ¬†Eu sou totalmente contra o corte feito pelo o Governo Federal na √°rea da educa√ß√£o, o nosso partido PSDB tem que se posicionar contra esses cortes na educa√ß√£o, √© lutar por um ensino de qualidade com investimentos desde do ensino b√°sico at√© o superior…

  • #1615
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    Valentina Jord√£o
    Espectador

    O PSDB e o Brasil devem procurar reestruturar as bases da educa√ß√£o, para que se tenha o estudo te√≥rico¬† acompanhado do ensino t√©cnico em todas as escolas. Os profissionais est√£o se formando ( muitos deles) apenas com a teoria, o b√°sico e n√£o sabem requisitos essenciais para permanecerem em um est√°gio, obterem um emprego. A defici√™ncia est√° nas escolas que se voltam para o vestibular e n√£o focam em mat√©rias importantes que podem ser al√©m do curr√≠culo como empreendedorismo, estudos sobre a Constitui√ß√£o, aulas que fomentem o debate na sociedade, cultura empresarial, finan√ßas b√°sicas. A escola¬† que deveria ensinar para a vida e n√£o somente para o vestibular, cr√™ que o estudante vai aprender na faculdade, no entanto no ensino superior os professores j√° esperam que os estudantes j√° tenham visto aquele determinado conte√ļdo. A educa√ß√£o precisa ser reestruturada j√°!

  • #1621
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    Jonas Almeida
    Espectador

    Como todos colegas disseram, educa√ß√£o √© a √ļnica maneira de desenvolver o pa√≠s de maneira sustent√°vel. Entretanto, apenas recursos n√£o s√£o suficientes para reposicionar o Brasil entre a vanguarda em educa√ß√£o, ci√™ncia e tecnologia.

    O modelo tradicional de escola est√° falido e muito tem sido pesquisado dentro da pedagogia para integrar tecnologia e ci√™ncia √†s aulas, buscando reavivar o interesse do aluno no conte√ļdo program√°tico. Dessa forma, metodologias ativas, com mais atividades na modalida”hands-on”, maior horizontalidade na rela√ß√£o com os docentes, aprendizado baseado em problemas (e solu√ß√Ķes) poderiam atrair o jovem novamente a escola e facilitar a incorpora√ß√£o do conhecimento.

    Embora recentemente aprovada e relativamente interessante, a Base Nacional Curricular Comum (BNCC) tem se mostrado ineficaz nas transforma√ß√Ķes necess√°rias. A institui√ß√£o dos “Temas Contempor√Ęneos” √© fundamental para a uma educa√ß√£o mais pragm√°tica. Nesse sentido, mat√©rias contidas no texto da BNCC como “educa√ß√£o em sa√ļde” (temas de preven√ß√£o de doen√ßas cr√īnicas, acidentes dom√©sticos etc.) “educa√ß√£o para o tr√Ęnsito” (preven√ß√£o de acidentes de transito, cordialidade no tr√Ęnsito etc) podem aliviar o or√ßamento numa outra ponta, a m√©dio e longo prazo al√©m de tornar a escola mais pr√≥xima √† realidade. Pensar o mercado de trabalho atual e do futuro tamb√©m podem sugerir pistas para um projeto pedag√≥gico adequado a realidade brasileira.

    Em rela√ß√£o √†s medidas adotadas pelo atual MinEd, como o projeto de cria√ß√£o de escolas “civico-militares”, percebe-se tratar de medida francamente demag√≥gica para agradar √†s bases. Primeiro, pelo fato do ensino b√°sico ser responsabilidade municipal, o m√©dio estadual e o superior federal. O investimento “de um milh√£o de reais” em cada escola nesse modelo per se n√£o reflete grandes ganhos or√ßament√°rios, √© restrito a poucos lugares e serve aos prop√≥sitos de doutrina√ß√£o conservadora que se afasta do liberalismo que almejamos. Embora tais escolas militares utilizadas como modelo apresentem resultados acima da m√©dia, o investimento (como ocorre na previd√™ncia) per capita √© substancialmente superior, levando a um sofisma f√°cil de vender a popula√ß√£o.

    Dentro do contexto de divis√£o de recursos e obriga√ß√Ķes com estados (pacto federativo), cabe observar os instrumentos de avalia√ß√£o (IDEB, ENEM, ENADE etc.) e buscar quais estados tem demonstrado maior efetividade na aplica√ß√£o dos recursos e resultados. Recentemente, Cear√° (excetuando as pontuais fraudes) e Espirito Santo tem sido tidos ventilados como exemplos a seguir: o que esses estados diferiram dos demais e como aprender com essas UFs? Integra√ß√£o, congressos, videoconfer√™ncias, publica√ß√Ķes em gerais s√£o fundamentais na dissemina√ß√£o dos exemplos positivos, bem como dos negativos. Nacionais e internacionais.

    Por fim, reestruturar o modelo de financiamento a pesquisa, investir em projetos de vanguarda, como o Sirius em Campinas ou a tecnologia de explora√ß√£o do pr√©-sal, na qual fomos pioneiros (apesar da espionagem internacional), EMBRAER e ind√ļstrias de inova√ß√£o e tecnologia, criando campo de trabalho para os cientistas e intelectuais brasileiros, dirimindo o brain-drain que tem sido MUITO comum no apag√£o cient√≠fico atual.

     

  • #1623
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    Douglas Frederico
    Espectador

    O PSDB tem um grande legado na questão de educação mas acredito que podemos aprimorar

    Ensino Infantil РNessa fase temos as creches (0 até 3 anos) e as Pré escolas (3 até 5 anos). No Brasil as creches atingem apenas 30% dessa faixa etária, o primeiro foco deve ser ultrapassar essa barreira e ampliar o acesso. Nessa fase temos o desenvolvimento cognitivo, o estimulo de comportamento, o aumento do QI e toda questão de perspectiva de futuro. alem de unidades estruturadas, as creches e pre escolas não podem ter apenas um professor pois a atenção as crianças deve ser maior e plural.

    Ensino Fundamental – Nessa fase temos o ciclo do 1 ao 5 ano e do 6 ao 9 ano. (6 at√© 14 anos).¬† Aqui temos que universalizar as escolas integrais, al√©m da alfabetiza√ß√£o e das opera√ß√Ķes matem√°ticas as escolas desse segmento devem ampliar 2 eixos de atua√ß√£o. A – as atividades extra curriculares como m√ļsica, teatro, dan√ßa, artesanato, atividades pr√°ticas, primeiros socorros, tr√Ęnsito, …..¬† toda uma gama de atividades que v√° al√©m das grades tradicionais. B – O ensino fundamental deve ter uma forte atua√ß√£o no esporte, √© o intervalo de idade perfeito para o desenvolvimento esportivo especifico, todas as escolas do fundamental devem ter liga√ß√£o direta com as federa√ß√Ķes esportivas e Vilas ol√≠mpicas, onde ficaria obrigat√≥rio, al√©m das aulas de educa√ß√£o f√≠sica, o aluno se matricular em esportes como v√īlei, basquete, handebol, xadrez, nata√ß√£o, atletismo…

    Ensino m√©dio –¬† ¬†Os 3 anos do ensino m√©dio (15 at√© 17 anos) devem ser bem flex√≠veis, com uma grade b√°sica que seja continua durante os 3 anos para todos e abrindo 3 alternativas para o adolescente: A – Uma grade de enfases com mais disciplinas espec√≠ficas para o adolescente que deseja ir ao ensino superior, uma grade de ensino profissional aos adolescentes que desejam j√° embarcar no mercado de trabalho ap√≥s a conclus√£o do ensino m√©dio. C – Uma grade esportiva \ educa√ß√£o f√≠sica¬† de alto rendimento focada a profissionalizar e encaminhar para clubes e programas nacionais, estaduais das modalidades,

    Fim do Enem  РEu proponho o fim do exame nacional do ensino médio como avaliador de entrada pro ensino superior, pela troca de 3 provas (2 obrigatórias e 1 opcional) ao longo da vida estudantil: Uma ao término do 5 ano (obrigatória), uma ao término do 9 ano (obrigatória) e uma ao término do ensino médio com ênfase no que estudou nesse período (opcional aos que desejam seguir no ensino superior). Com isso se criaria um intervalo de notas para alunos e universidades, onde todos seriam encaminhados automaticamente para uma das universidades que correspondesse a sua nota.

    Esse modelo acaba com a concorrência direta por vaga, pois ele garante vagas a todos, ele cria a concorrência por universidade  pois, todos brigariam para estarem dentro do intervalo das melhores universidade do país (em tese), agora para o sucesso dessa transição de modelo, os 3 ensinos anteriores (infantil Рfundamental Рmédio)  tem que funcionar muito bem, pois são eles que vão promover as outras  alternativas, desinchar a busca pelo ensino superior e realmente levar ao 4 grau quem de fato quer se especializar  numa profissão que requer o superior, ou então promover a pesquisa e a extensão.

    Atenciosamente,

    Douglas Frederico – Rio de Janeiro – S√£o Jo√£o de Meriti

  • #1636
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    Vivian Coutinho Cavalcante
    Espectador

    Conforme √© not√≥rio, a Educa√ß√£o, no tocante √†s escolas p√ļblicas de Ensino Fundamental e M√©dio, √© deficit√°rio e apresenta p√©ssimos resultados em todo o pa√≠s, ao passo que as Universidades P√ļblicas apresentam melhor qualifica√ß√£o dos alunos.

    O grande desafio é fazer com que os jovens cheguem ao Ensino Superior com carga de conhecimento adequada.

    Trabalhar em inova√ß√£o tecnol√≥gica, melhor capacita√ß√£o e valoriza√ß√£o dos professores (melhores sal√°rios, por exemplo), adequa√ß√£o do conte√ļdo, reestrutura√ß√£o dos locais de estudo (melhorar os materiais oferecidos, tornar a escola um local agrad√°vel de perman√™ncia atrav√©s de reformas, amplia√ß√£o, melhorias estruturais dos espa√ßos de aprendizagem). Isso tudo pode tornar-se vi√°vel se fosse criado um padr√£o de escolas.

    Uma das ferramentas que julgo v√°lido, √© a inicia√ß√£o cient√≠fica. Estimular os alunos, desde o Ensino Fundamental, a debater quest√Ķes, pesquisar, encontrar solu√ß√Ķes, ler e escrever; colocar suas ideias no papel e formaliz√°-las para que haja compartilhamento das descobertas.

    A partir do momento que se trabalha a forma√ß√£o inicial do aluno, dando qualidade de ensino, locais mais dignos de conviv√™ncia, est√≠mulo da aprendizagem atrav√©s de equipamentos adequados e inovadores que permitam que o aluno saia do contexto de “lousa, giz e saliva”, aprender torna-se convidativo.

    Trazendo o aluno, desde o Fundamental, com ensino de qualidade, melhoramos a qualidade dos alunos que ingressam nas Universidades P√ļblicas.

    No que tange as Universidades P√ļblicas: √Č necess√°rio separar “o joio do trigo”. Hoje convivemos com alunos que efetivamente podem pagar pela presta√ß√£o educacional, e ingressam nas universidades p√ļblicas, ocupando vagas de alunos que eventualmente n√£o possam arcar com os custos de uma universidade particular. Deste modo, acredito que seja extremamente vi√°vel um estudo de cada caso, para que, os alunos que possam pagar, paguem, ainda que um valor n√£o t√£o alto, mas que seja justo, uma vez que o vi√©s da gratuidade do ensino √© assistencial, e acredito que deva continuar sendo, desde que haja essa “peneira” que torne a presta√ß√£o educacional justa e menos onerosa ao Estado.

    Melhorias tamb√©m devem ser feitas na estrutura f√≠sica das universidades, e investimentos devem existir no que tange as inova√ß√Ķes tecnol√≥gicas e capacita√ß√Ķes cient√≠ficas. Infelizmente, nosso Governo atual reduziu os investimentos em √°reas primordiais da Educa√ß√£o, como por exemplo, as bolsas de estudo. Ora, se quisermos profissionais mais capacitados, ou inova√ß√Ķes e avan√ßos nos diversos ramos de pesquisa, faz-se necess√°rio que haja investimento. Desta feita, acredito que os benef√≠cios devam ser melhor geridos, mas jamais extintos ou limitados.

    Acredito ser a educação, chave de uma sociedade mais desenvolta, mais capaz de discutir seus próprios rumos, mais democrática!

     

     

     

  • #1641
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    Pedro Caldas
    Espectador

    Acho que dever√≠amos defender que os ex-alunos possam doar parte do seu imposto de renda como forma de ajudar as Universidades para que elas possas seguir p√ļblicas, gratuitas e com qualidade.

  • #1643
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    Lucas Vicente Russo
    Espectador

     Educação serva do progresso, não mais serva dos diplomas.

    Certa feita, meu professor de dial√©tica disse-me: ” o brasileiro √© um aluno de raro brilhantismo, contudo, sua az√°fama,¬† incerteza vocacional e falta de disciplina, destroem-lhe as possibilidades”. Certamente temos de assegurar a disciplina discente retesando o c√≥digo de reg√™ncia escolar √†s irrever√™ncias de alunos relapsos, quando n√£o bandalhos. Pari passu engendrar-se-√£o¬† diretrizes curriculares basilares, a todos os alunos,¬† para que possam ordenar quais vias querer√£o prosseguir. Como faremos isto?

    O problema est√° resolvido h√° mais de 10 s√©culos, davam-se aos alunos gram√°tica robusta, aritm√©tica e as instru√ß√Ķes da boa conduta social; da√≠ avante, os alunos singravam os campos curriculares de seu interesse, muito bem conduzidos por professores especializados que n√£o lhes instilavam o mero desejo de um diploma ou autoriza√ß√£o de exerc√≠cio profissional, mas, insuflavam-lhes o desejo do progresso, quer tecnol√≥gico, quer filos√≥fico, como meio uno e un√≠voco do desenvolvimento de uma na√ß√£o e da liberdade dos povos.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Lucas Vicente Russo. Raz√£o: erro de diagrama√ß√£o
  • #1649
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    Pablo Salom√£o
    Espectador

    Quero conversar com vocês sobre oportunidades:

    Tema que se encontra diretamente na necessidade de valorização de nossa educação.

    Aqui n√£o foco no ensino superior, quero conversar sobre nossa base.

    “Eu quero saber, como a filha do seu Jo√£o vai realizar seu sonho de cursar a faculdade de medicina. Sendo que, seu pai possui menos de meio sal√°rio m√≠nimo para sustentar uma fam√≠lia de 5 pessoas.”

    √Č um exemplo, mas n√£o tenha d√ļvida que √© a realidade de alguma fam√≠lia que se encontra¬† escondida e abandonada em uma de nossas favelas.

    Precisamos focar na base. Se at√© agora n√£o obtivemos os resultados satisfat√≥rios ent√£o significa que devemos mudar! Um bom plano, √© aquele capaz de se permitir altera√ß√Ķes durante sua trajet√≥ria. Vamos mudar a grade curricular(considero fazer isso tamb√©m no novo ensino m√©dio), permitindo o acesso desde cedo a ci√™ncia e tecnologia, empreendedorismo, estimulo de protagonismo, forma√ß√£o de lideran√ßas, e valoriza√ß√£o do esporte como forma de causar sentimento de perten√ßa do aluno para com sua escola. Vamos aproximar parcerias p√ļblico-privado capazes de fornecerem interc√Ęmbio, bolsa e incentivo para professores e alunos.

    O investimento na Base causará uma intersetorialidade entre a Educação, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

    Acredito que muita coisa deve ser feito e é bom escolhermos a base como o começo.

  • #1657
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    Wellington Luís Pegorin
    Espectador

    Precisamos investir cada vez mais em nossa base educacional, entendendo as altera√ß√Ķes que a sociedade est√° passando, com m√©todos de ensino eficientes,¬† incluindo cada vez mais em nossa grade escolar a Ci√™ncia e Tecnologia, com aumento e foco nas Fatec (Faculdade de Tecnologia), o qual traduz em forma√ß√£o de profissionais capacitados para o mercado de trabalho.

  • #1672
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    Rodrigo Ribeiro
    Espectador

    O maior problema do país é a educação. Se pararmos para analisar cada um dos problemas nos mais diversos setores, podemos identificar que em todos eles houve uma falha inicial relacionada à educação ou ausência dela.

    O caminho é investir pesado na educação básica e não o contrário, como foi feito nos governos do PT, justamente para angariarem um eleitorado. O investimento no ensino superior é necessário, no entanto, uma graduação sem uma boa educação básica não faz milagre. Como o próprio nome diz é a base!

    Com relação à Ciência e Tecnologia falta investimento necessário para o país poder alçar voos mais longos no mundo. Isso também está ligado com quais oportunidades oferecemos para os nossos jovens ingressarem no setor. Estive em uma reunião com representantes do Inpe e do Ita e no encontro foi dito justamente isso por eles: o país possui um déficit de mão de obra qualificada para o setor e se não investirmos ou incentivarmos nossos jovens o cenário irá piorar.

    J√° possu√≠mos institui√ß√Ķes de renome , mas precisamos investir mais nelas e criar oportunidades de experi√™ncias na √°rea para os jovens.

  • #1698
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    Arthur Silva
    Espectador

    J√° percebeu que quando estamos debatendo com algu√©m, independente do tema, ca√≠mos na mesma fala: “falta educa√ß√£o”, “precisa de educa√ß√£o”, “isso consequ√™ncia da falta de educa√ß√£o”, etc. Isso ocasiona-se devido ao fato de que ela √© a base primordial para qualquer desenvolvimento. Diria mais – usando umas das palavras da l√≠ngua portuguesa que mais tem significados, mas que uso aqui apenas para demonstrar a inumerabilidade de fun√ß√Ķes que a educa√ß√£o tem -, a educa√ß√£o √© a resposta para todas as coisas.

    Al√©m disso, ela reflete o pa√≠s que somos hoje. Pa√≠s desenvolvido, n√£o tem jeito, √© pa√≠s que investe em educa√ß√£o. De todas as situa√ß√Ķes de cortes or√ßament√°rios, a que eu mais me tor√ßo a aceitar o corte, falo com sinceridade, √© a educa√ß√£o. Acredito que a educa√ß√£o deva seguir um modelo ante populista.¬†O populista diz: “no meu governo fizemos mais de 1000 universidades”, legal, todas sucateadas, sem infraestrutura b√°sica, os alunos tendo de levar papel higi√™nico. Devemos fugir disso!

    O ensino superior dever ser QUALITATIVO, ou seja, se basear na qualidade.Cada universidade deveria ter seu pr√≥prio vestibular, o Enem ficaria como era o seu projeto inicial, apenas verificar o rendimento do ensino m√©dio. O caminho para o nosso desenvolvimento pessoal e econ√īmico vem do investimento total em pesquisas.

    Mas no meu ponto de vista, o ensino b√°sico √© fundamental. Hoje ele √© p√©ssimo e de m√° qualidade. N√£o adianta nada investir em massa no ensino superior e ter um b√°sico prec√°rio, morto. √Č preciso uma profunda reforma no sistema de ensino. √Č preciso estimular o pensamento cr√≠tico. Defendo a escola de tempo integral para todos os seguimentos.

    Todo mundo, em todos os seguimentos, deveriam ter como base a pesquisa, a ciência. País que pesquisa e investe em pesquisa, com certeza, torna-se desenvolvido.

    Poderia, como educador, descrever in√ļmeras vis√Ķes que tenho sobre ensino, mas hoje, prefiro ser sucinto e resumir o meu discurso.

    A educa√ß√£o forma o homem que constr√≥i o mundo, o professor √© o caminho inevit√°vel, a maior possibilidade que temos de sermos como n√≥s realmente queremos ser. √Č preciso valorizar os mestres, enaltecer seu trabalho, remuner√°-los bem. √Č preciso cuidar da sa√ļde deles.

    Não adianta construir nada enquanto o que já temos construído estiver em ruínas.

    Defender a escola com tempo integral, com acesso a programas culturais, incentivo a leitura, debates, saraus, oportunidade para que cada jovem possa demonstrar ser talento, tudo isso, é o remédio que o Brasil preciso para curar as feridas antigas e cicatrizar as novas.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Arthur Silva.
  • #1708
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    Gregory de Ara√ļjo Toledo
    Espectador

    Queria separar em duas partes, a base e o superior.

    Pela base, falando pelo Rio, temos um sistema de educa√ß√£o p√ļblico que √© deprimente, isso vem de antes de quanto terminei meu ensino base 12 anos atr√°s. Sai sem o m√≠nimo de preparo do col√©gio p√ļblico e passei um sufoco quando migrei para o particular, na base da vergonha eu estudei e e formei, por√©m 2 anos de particular n√£o mudaram muito a minha situa√ß√£o, sai com no√ß√£o 0 de diversas coisas, n√£o t√£o ruim quanto outros, mas bem enfraquecido, ao longo do tempo e do acesso a internet, eu consegui correr atr√°s minimamente do meu preju√≠zo e melhorei um bocado. Hoje, vejo que a situa√ß√£o conseguiu piorar, o ensino municipal √© triste, lastim√°vel, onde resido, os tr√™s col√©gios p√ļblicos s√£o uma f√°brica de marginais, h√° uma enorme precariedade no ensino e a falta de vagas √© enorme, os que conseguem se matricularem, muitos n√£o s√£o nada motivados, por falta de esfor√ßo pr√≥prio e da capacita√ß√£o dos professores, as escolas s√£o cheias de grades e parecem pres√≠dios, al√©m de a evas√£o das aulas √© absurda.

    Do jeito que est√°, a situa√ß√£o s√≥ ir√° cair, as escolas de comunidades s√£o invadidas por traficantes, h√° desordem, h√° marginais agindo e professores sendo acuados, o estado faz pouco caso e n√£o auxilia em nada, esse ano tivemos uma briga absurda das igrejas pelo conselho tutelar, talvez da√≠ possa haver uma esperan√ßa, uma cobran√ßa maior, mas a situa√ß√£o √© triste, investimentos nulos, salas vazias e pouco caso para o ensino base. Formamos seres nada pensantes e facilmente absorvidos por m√°s influ√™ncias, √© necess√°rio demais que algu√©m olhe minimamente pelas escolas p√ļblicas.

     

    O ensino superior acabou por virar um enorme mercado de diplomas, hoje, formandos mal sabem escrever ou pensar, há uma crescente de faculdades ruins, com péssimos profissionais e praticamente vendendo diploma, eu sei que para muitos a formação superior é um sonho, mas a descarada venda de diplomas é triste demais, o mercado fica saturado e com pouquíssimos profissionais capacitados, a formação que antes era um diferencial competitivo, hoje é só um simples papel que de nada serve.

    Acredito que uma fiscalização maior para que se eleve o nível de ensinamento, um ENADE mais forte, cobranças maiores por melhorias no ensino superior, eliminaria as vendedoras de diploma e manteria um nível mais elevado de estudo. Também acho válido que o governo volte a investir em mais cursos técnicos, é preciso que aliado ao ensino base exista cursos técnicos voltados a quem pensa em se inserir direto ao mercado. Cursos mais diretos, práticos e menos teóricos.

  • #1724
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    Yan fernandes pereira
    Espectador

    A Educação não tá aquelas coisas mais estamos mantendo uma educação digna, é necessário investir em pesquisa e estudos e n atrasar o investimento na educação.

  • #1737
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    Edison Fernando
    Espectador

    EDUCAÇÃO:

    Educação Básica

    1-Ensino em tempo integral;

    2-Acompanhamento psicológico dos alunos na própria unidade educacional;

    3-Acompanhamento médico e odontológico dos alunos na própria unidade educacional;

    4-Melhor remunera√ß√£o dos Professores e melhoramento no processo de sele√ß√£o, inclusa√£o de plano de carreira, remunera√ß√£o base garantida com b√īnus por metas;

    5-respeito as liberdades religiosa, política e social dos alunos sem intervenção Estatal, seja pelo professor ou outro preposto do Estado;

    6-Implanta√ß√£o de alimenta√ß√£o alimenta√ß√£o durante o per√≠odo de f√©rias para regi√Ķes de baixa renda (A√ß√£o √© implementada com sucesso em minha cidade);

    7-Melhoramento de móveis, imóveis, equipamentos das unidades escolares;

    8-Fiscalização eficaz do desenvolvimento educacional e da  aplicação dos recursos financeiros;

     

    Educação Média

    1- Ensino Integral;

    2-Separação entre ensino clássico, técnico e científico;

    3-Melhoramento de móveis, imóveis, equipamentos das unidades escolares;

    4-Criação de grupos de atividades (sociais, culturais, clubes de debates, etc);

    5-Fomento a participação esportiva;

    6-Simulados periódicos.

     

    Ensino Superior. Gradua√ß√£o e P√īs Gradua√ß√£o.

     

    1- A partir da implementa√ß√£o das medidas acima, com o nivelamento entre o ensino p√ļblico e privado,¬† revoga√ß√£o de toda e qualquer esp√©cie de cota de acesso ao ensino superior, seja social, racial, √©tnica ou por g√™nero. O programa de cotas sociais √©, infelizmente necess√°rio atualmente, pois o desnivelamento entre o ensino p√ļblico e privado imp√Ķe disparidade entre os candidatos ao ingresso superior, por isso, com o nivelamento esperado a partir da aplica√ß√£o das a√ß√Ķes relacionadas ao ensino b√°sico e m√©dio acima, a cota deixa de ter necessidade de aplica√ß√£o;

    2-Fomento ao patroc√≠nio privado estudantil, bolsas de inicia√ß√£o cient√≠fica, garantindo a “tr√≠plice h√©lice”: 1-Acad√™mia, 2-Pesquisa e 3-Ind√ļstria.

    A pesquisa deve ser direcionada para o desenvolvimento industrial e tecnológico nacional, pesquisas independentes devem buscar patrocínio independente.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Edison Fernando. Raz√£o: erro de grafia
  • #1740
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    Jo√£o Cleantes de Farias Filho filho
    Espectador

    A Educação Brasileira precisa urgentemente de um maior investimento, com maior inclusão em todas suas areas, com programas que incentivem tanto os órgãos de ensino, como os próprios alunos para que a cada dia se adquira melhores resultados. Entende-se que existe uma grande necessidade de implantação de projetos a longo prazo, com propostas de ensinos definidas,e com a possibilidade de  metas a serem cumpridas.

    A Educação de um Pais deve ser levada muito a serio, coisa que não tem acontecido, pois de nada adianta programas de inclusão, e não se ter qualidade para formação de profissionais qualificados que podem a vir ajudar no desenvolvimento do pais. O ensino é a base de desenvolvimento de um pais, onde através dele se obtém uma melhor qualidade de vida, uma diminuição de pessoas envolvidas no mundo do crime, etc.

    A precariedade da educação brasileira é assustadora, desde a falta de estrutura, a falta de organização para oferecer um ensino de qualidade, assim tendo como resultado um maior desinteresse por parte dos alunos, principalmente aqueles de vida mais precária, que veem no crime uma oportunidade mais fácil dese da bem na vida.

    √Č preciso admitir que o sistema de ensino no Brasil esta altamente desestruturado sem investimentos, falta de incentivos em projetos de pesquisa e ci√™ncia, e o pior de tudo √© que n√£o se v√™ nenhum interesse por parte do governo em melhorar. A falta de educa√ß√£o em um pais afeta toda uma base, desde a econ√īmica, at√© a social, pois um pais sem m√£o de obra qualificada, n√£o conta com grandes investidores privados, assim gerando um numero ainda maior de desemprego, e afetando a qualidade de vida do Brasileiro no √Ęmbito social.

    Por√©m, diante deste contexto educacional, n√£o basta apenas “jogar” milh√Ķes de alunos dentro de entidades de ensino, sem que seja oferecido ensino de qualidade, incentivos¬† para que estes tenham objetivos tra√ßados, maior oportunidades na area de pesquisa nas universidades para que no fim estes busquem melhorar a cada dia. Outro ponto a ser revisto √© a super desvaloriza√ß√£o dos nossos educadores, onde estes n√£o tem reconhecimento algum, em compara√ß√£o a outras areas que n√£o tem a metade da relev√Ęncia que os profissionais de ensino tem na vida de um ser humano. Portanto a Educa√ß√£o do infantil ao superior deve ser revista, com qualidade desde o inicio ate a gera√ß√£o de profissionais, pois¬† um pais que n√£o tem como base a educa√ß√£o, n√£o tem perspectiva alguma.

  • #1770
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    Rodrigo Ferreira
    Espectador

    Todo o ensino superior ser de iniciativa privada. Conforme a renda do jovem o governa paga os Voucher de 100% 75% E 50%, para custear a faculdade. Só seria apta a receber esses Voucher universidade com nota 4 e 5 do Enad. Quem é rico paga de qualquer jeito, quem não tem dinheiro o governo custeia.

  • #1863
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    Gabriel Testai
    Espectador

    Atualmente a educa√ß√£o no Brasil passa por diversas complica√ß√Ķes, especialmente a educa√ß√£o p√ļblica. S√£o diversos os fatores que proporcionam resultados negativos, um exemplo disso s√£o as crian√ßas que se encontram no 6¬ļano do ensino fundamental e n√£o dominam habilidade de ler e escrever.

    Para solucionar essa situa√ß√£o √© necess√°rio apoiar os alunos com dificuldades dessa forma o trabalho do professor seria menos complexo se a escola tivesse assist√™ncia de profissionais como psic√≥logos e oftalmologistas. Com estudantes em melhores condi√ß√Ķes, o aprendizado vai render mais. Esse apoio de profissionais fora da educa√ß√£o √© uma das bases de programa de apoio a escolas com estudantes com dificuldade em Nova York (EUA). Outra mudan√ßa necess√°ria seria elevar os ganhos iniciais dos professores, mas s√≥ a estrutura√ß√£o de uma carreira docente que estimule o desenvolvimento pessoal pode colaborar para que bons profissionais n√£o abandonem a carreira e para que jovens talentosos procurem o magist√©rio. Entretanto, √© preciso estabelecer desempenho m√≠nimo para que a pessoa possa exercer o magist√©rio.

    Para que ocorra uma melhor comunica√ß√£o as redes de ensino p√ļblico precisam criar canais de comunica√ß√£o com estudantes e professores, o que atualmente √© permitido pela tecnologia. Professores precisam participar da discuss√£o curricular e do projeto pol√≠tico pedag√≥gico da escola. O fomento a clubes de interesse e a gr√™mios e a concess√£o do poder de decis√£o aos estudantes para determinados temas t√™m dado resultados nas escolas de tempo integral. O fortalecimento de conselhos escolares pode facilitar essa articula√ß√£o entre alunos, professores e gestores. Um dos maiores problemas que as institui√ß√Ķes de ensino p√ļblico enfrentem √© a falta de uma distribui√ß√£o igualit√°ria. Enquanto uma n√£o tem luz, a outra recebe recursos de √ļltima gera√ß√£o. H√° ainda casos de escolas rurais que recebem computadores mesmo sem ter energia, e para sanar esta adversidade √© necess√°rio um forte investimento em laborat√≥rios, infraestrutura dos espa√ßos f√≠sicos, diversifica√ß√£o de ambientes acessibilidade e tecnologia, pois somente assim a educa√ß√£o p√ļblica ter um futuro digno e inviol√°vel.

    Gabriel Testai

  • #1907
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    Renan Frattini
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    O primeiro ponto a ser tratado √© a quest√£o da educa√ß√£o,assim, deve-se dizer que a quest√£o educacional deve ser tratada como prioridade e deve-se come√ßar pelo in√≠cio,por√©m, por mais simples que pare√ßa isso n√£o √© feito ainda. Logo, o primeiro ponto √© o investimento na educa√ß√£o prim√°ria, aqui compreendida como o atual ensino fundamental. A nomenclatura utilizada n√£o pode ser descartada da maneira que √© feita atualmente, pois n√£o se forma grandes cientistas,grandes pesquisadores,grandes professores,grandes advogados, grandes m√©dicos,grandes engenheiros,grandes deputados,grandes senadores, grande presidente ou o principal n√£o se forma um grande pa√≠s sem educa√ß√£o fundamental gr√°tis. Toda a base educacional √© formada durante o ensino fundamental,tendo como exemplo, a alfabetiza√ß√£o nos anos inicias. Assim, √© necess√°rio a cria√ß√£o de escolas de n√≠vel fundamental com atendimento em hor√°rio integral, para que haja uma forma√ß√£o pedag√≥gica aliada a uma forma√ß√£o humana. Contudo, √© necess√°rio que a remunera√ß√£o dos professores seja condizente com a import√Ęncia social que a profiss√£o possui.

    Na minha opinião, ciência,tecnologia e Ensino Superior estão atrelados de uma maneira muito especial. Digo isso, por considerar que os avanços científicos e e tecnológicos ocorrem somente com o fortalecimento do Ensino Superior e tal afirmação encontra-se baseada em diversas evidências encontradas no Brasil, cito como exemplo as pesquisas sobre o Zika Vírus, desenvolvida por Universidades Federais, dentre outros estudos que possibilitam uma melhora na qualidade de vida das pessoas. O principal problema encontrado é que esses estudos precisam ser divulgados pelas universidades e o governo tem papel principal nisso, na medida que fortalece o Ministério da Educação e incentiva a produção acadêmica no país .

  • #1914
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    Luiz Henrique Matias da Cunha
    Espectador

    A educa√ß√£o precisa de uma aten√ß√£o diferenciada do governo, desde a forma√ß√£o b√°sica ate superior, de acordo com localidade, regi√£o, situa√ß√£o econ√īmica e demais aspectos. √Č necess√°rio abandonar a forma tradicional de aula para novas formas e mais atuais de forma√ß√£o e aprendizagem.

  • #1929
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    Jeferson Lorensett
    Espectador

    РHoje obrigamos as crianças a aprender e não incentivamos elas a buscar conhecimento, logo segue para o ensino fundamental, médio e superior. Se incentivar a base familiar, com campanhas para que os pais entendessem e soubessem como influenciar seus filhos a buscar conhecimento, gostar de aprender e não mais aprender por obrigação causaria uma influência boa no futuro. O desinteresse da informação está em boa parte da população, passando de geração em geração, onde quando o jovem vê que está nesse meio, pode ser tarde. O conhecimento muda o mundo e o mundo é mudado pelo conhecimento.

    – A Educa√ß√£o √© bela, podendo de maneiras diferenciadas encantar crian√ßas, jovens e adultos. Com as feiras (matem√°tica, ci√™ncia), hoje em dia estamos iniciando os incentivos, mas temos que buscar exposi√ß√Ķes mais pr√≥ximas das pessoas, onde possamos passar uma tarde em fam√≠lia, ou uma tarde sendo curiosos e vendo o mundo de outra forma.

    – N√≥s temos tudo para nos tornarmos um polo tecnol√≥gico, mas nossa cria√ß√£o onde, “√Č assim e sempre vai ser assim”, inibe in√ļmeras prosperidades. Temos que melhorar os laborat√≥rios, melhorar os estudos laboratoriais, para que possa fazer teste e trazer resultados diferentes do j√° aceitos. Os “TCC’s” podem gerar in√ļmeras mudan√ßas.

    – Educa√ß√£o a Dist√Ęncia (EAD) veio para melhorar o acesso das pessoas a uma educa√ß√£o mais qualificada, mas alguns cursos de gradua√ß√£o oferecidos pelo sistema EAD trazem um certo risco, √© preciso que o aluno aprenda a estar presente em uma sala, sem falar da quest√£o de socializa√ß√£o…

  • #1933
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    Jo√£o Paulo
    Espectador

    Fortalecer o ProUni e seguir expandindo as universidades e as escolas técnicas.
    Expandir o orçamento da educação, ciência e tecnologia e melhorar a eficiência do gasto.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Jo√£o Paulo.
  • #1935
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    Kauan Alves
    Espectador

    √Č preciso lutar para que as universidades p√ļblicas de atualizem para a realidade do s√©culo XXI. Precisam trabalhar novas fontes de recursos para que dependam menos dos recursos p√ļblicos, que precisam ser direcionados prioritariamente para a educa√ß√£o b√°sica. A gest√£o das Universidades P√ļblicas precisa ser profissional, mais eficiente e moderna.

     

    Precisamos trabalhar na educação básica de modo a perseguir melhores índices de aprendizagem que são os grandes entraves na qualidade da nossa educação.

    Atuar no sentido de modernizar a realidade das escolas, favorecer um ambiente amig√°vel de parcerias com a sociedade civil e empresas para investimentos nas unidades escolares.

     

  • #1937
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    Matheus Luiz Ramos Martins
    Espectador

    A grande parte do desenvolvimento de um pa√≠s passa pela educa√ß√£o, deve-se incentivar a busca pelo conhecimento e o aprendizado, fazer com que tanto os jovens quanto os adultos busquem se interessar por aprender, e encontrarem a sua verdadeira voca√ß√£o na parte dos estudos, quando em rela√ß√£o aos jovens, devemos proceder com base em cursos t√©cnicos durante a sua forma√ß√£o no ensino m√©dio, pois ela ajudava de maneira grandiosa na ambienta√ß√£o do adolescente em uma √°rea na qual ainda n√£o tem experi√™ncia, e assim podemos lev√°-lo a um grande interesse e assim colaborar e facilitar na sua decis√£o t√£o importante na sua vida, quanto aos adultos, devemos fazer com que tenham interesse em voltar a estudar ( para aqueles que est√£o distantes dos estudos ), e que desenvolvam a “arte” de empreender, que √© poss√≠vel em todas as √°reas, tamb√©m √© necess√°rio fazer que mais pessoas conhe√ßam a modalidade EAD, para aqueles que n√£o tenham disponibilidade de hor√°rio, ainda assim possam ter acesso ao conhecimento.

  • #2039
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    Henrique Cardozo
    Espectador
    1. A educa√ß√£o brasileira convive com sua precariedade em nosso pa√≠s. Isto ocorre, visto que h√° constantemente falta de gest√£o nas universidades e escolas brasileiras. Sendo assim, a gest√£o financeira torna-se necess√°ria. Isso porque, em decorr√™ncia do p√©ssimo uso do ambiente para os trabalhos realizados nestas instru√ß√Ķes. Como por exemplo, podemos citar o uso excessivo da energia quando n√£o h√° necessidade para a sua utiliza√ß√£o. N√£o obstante, h√° a gest√£o pessoal. Ela faz-se necess√°ria neste local, pois possibilita o desenvolvimento do capital humano. Entretanto, a falta de treinamentos profissionais e motiva√ß√£o contribuem para o ensino p√ļblico ruim. Por isso, vale ressaltar que se aplicada metodologias nestas gest√Ķes possivelmente haver√° caminhos abertos para a melhoria da educa√ß√£o.
  • #2045
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    Pedro Saldanha
    Espectador

    Um ponto positivo desse ano foi o projeto “escola sem partido ” para retirar o doutrina√ß√£o ideol√≥gica de esquerda das salas de aula. Mas ainda √© necess√°rio avan√ßar mais na constru√ß√£o de um ensino escolar compat√≠vel com as exig√™ncias do mercado de trabalho e das novas pesquisas cientificas nas diversas √°reas da tecnologia em beneficio da sociedade.

    – √Č necess√°rio fornecer merenda de qualidade para alunos do ensino b√°sico e fundamental.

    – Material escolar de uso individual em sala para cada aluno do ensino b√°sico e fundamental.

    Рlivros didáticos e material digital para educação de qualidade para melhorar a qualidade do aprendizado .

     

     

    Abraço a todos ! 2020 é 45!

  • #2048
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    Jo√£o Matta
    Espectador

    Precisamos de uma educação que prepare os estudantes para o mercado de trabalho; com foco em ciência, tecnologia e cidadania; e que se baseie na justiça social, para equalizar as oportunidades no mercado de trabalho.

    Tendo em vista que somos um pa√≠s de economia agroexportadora, o que nos coloca em posi√ß√£o subalterna frente √†s grandes potencias econ√īmicas, o primeiro passo para a supera√ß√£o desse paradigma √© a reforma educacional com car√°ter estrutural; e para que a mudan√ßa aconte√ßa, devemos come√ßar com pol√≠ticas de primeira inf√Ęncia.

    Essa reforma deve ser planejada por meio de: (1) levantamento de indicadores educacionais de primeira inf√Ęncia; (2) apresenta√ß√£o das macroestrat√©gias do plano em quest√£o, contendo todos os programas com objetivos em comum; (3) atrav√©s dos programas, estabelecer prioridades nas interven√ß√Ķes, ordenando os projetos que seguem no plano e alocando os recursos com base na disponibilidade estimada nos anos subsequentes (por se tratar de um programa, levaremos em conta que seja de m√©dio prazo); (4) colocar no plano de governo o projeto em quest√£o (curto prazo, uma pol√≠tica r√°pida), para que entre no PPA (Plano Plurianual) e no segundo ano de mandato seja iniciada; (5) os programas contidos no projeto dever√£o basear-se na abordagem “up-down”, ou seja, ser√° formulado pela alta burocracia estatal e consequentemente passada de forma clara e objetiva √†s outras esferas burocr√°ticas, para que quando essa pol√≠tica “cair nas m√£os” do burocrata do “n√≠vel da rua” (aquele que de fato coloca a pol√≠tica em pr√°tica), ela seja compreendida e implementada da melhor forma, para que os objetivos da pol√≠tica p√ļblica sejam satisfeitos e resultem em avan√ßos significativos dos indicadores iniciais; e para concluir, (6) avaliar essa pol√≠tica p√ļblica, para absorver aquilo que de melhor foi obtido e para reparar aquilo que n√£o tenha sido satisfeito com a pol√≠tica em quest√£o.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Jo√£o Matta.
  • #2058
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    Ronaldo Florencio da silva Junior
    Espectador

    A Educa√ß√£o deve ser tratada com a devida import√Ęncia merecida por todos os entes da federa√ß√£o. O ensino b√°sico dever ser prioridade dos governos, a crian√ßa deve aprender a ler e escrever na idade, deve aprender a aprender! A escolas precisam do programas que estimulem nas crian√ßas o desejo pela ci√™ncia e pela tecnologia. O Brasil precisa de mais cientistas, engenheiros e o despertar deve se na idade correta. A soberania de um pa√≠s se mede pelo grau de conhecimento produzido pelo pa√≠s, devemos exportar gramas de sat√©lites e tecnologia fina. O ensino superior deve ser integrado a empresas privadas com objetivo de desenvolver conhecimento e tecnologia que o setor preciso, como acontece com grandes universidades que desenvolvem tecnologia para o agroneg√≥cio brasileiro.

  • #2085
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    Carolina Sachet Aimi
    Espectador

    Ensino Básico 

    O principal compromisso do Estado deve ser com a educação básica. Priorizando a necessidade de ensino integral, com atividades que não só estimulem a educação, mas também atividades culturais. Ademais, é necessário a com a capacitação de professores e a quantidade de professores, visto que estes alunos necessitam de maior atenção.

    Ensino Fundamental

    O ensino fundamental deve oferecer al√©m das disciplinas obrigat√≥rias, atividades extracurriculares como: idiomas, m√ļsicas, esportes, teatro e demais atividades culturais e esportivos. Al√©m de um atendimento pedag√≥gico para auxiliar na organiza√ß√£o de estudos.

    Ensino Médio

    No ensino médio deve ter um currículo comum, incluindo disciplinas como: economia básica, atividades domésticas, direito e deveres em geral, primeiros socorres, etc. E uma área a escolha do aluno para uma profissionalização técnica.

    Ensino Superior

    O ensino superior p√ļblico deve buscar atender integrantes de fam√≠lia baixa renda, possibilitando a este um ensino totalmente gratuito, assim como assist√™ncia durante a faculdade. Integrantes de concorr√™ncia geral devem pagar uma mensalidade proporcional a renda familiar, n√£o ultrapassando o valor m√©dio do curso.

    Vestibular 

    O ingresso nas faculdades não devem ser exclusivamente vestibular e enem, devendo ser majoritário o ingresso através de rendimento escolar.

    Geral

    Em comum, o estado deve oferecer uma estrutura suficiente para manter a qualidade de ensino. Capacitar professor e Pedagogos. Atendimento Psicológico aos alunos e professores.  Estrutura e materiais para os colégios.

     

  • #2091
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    David Alector Sampaio
    Espectador

    Precisamos melhorar significamente a educação básica do país, com elaboração de planos modernos, com maiores investimentos em tecnologias, além claro da valorização dos profissionais de educação através de capacitação nas suas devidas áreas de atuação, bem como a remuneração.

  • #2098
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    Renato Ribeiro
    Espectador

    Esta deve ser a prioridade n√ļmero 1 do partido, pois est√° ligada direta e indiretamente a todas as outras √°reas. Vivemos na era da informa√ß√£o, da ind√ļstria 4.0 e da intelig√™ncia artificial e portanto necessitamos de investimentos na √°rea da educa√ß√£o, ci√™ncia e tecnologia para que possamos ter pessoas qualificadas para o mercado de trabalho, para as universidades com a finalidade de crescer a pesquisa cient√≠fica e para que possam inovar e empreender com as tecnologias existentes ou at√© mesmo criar novas tecnologias. Devemos investir nas Universidades e Institutos Federais principalmente.

  • #2099
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    Raphael Sarris
    Espectador

    Antes de pensarmos em educação para formar novos profissionais, temos de os atentar em trabalhar no projeto da base da educação!

    Ela seria, o princípio, o respeito ao próximo. Pois, estamos vivendo um momento que o dinheiro está acima de tudo, percebo isso quando vejo um morador de determinado condomínio olhar com nojo quando cumprimento e converso com os lixeiros e as moças da limpeza que estão prestando um serviço para aquele mesmo morador que o menospreza por causa de seu trabalho.

    Por isso, uma das coisas que eu gostaria de implementar seria os artigo 5¬ļ, 6¬ļ e 7¬ļ da CF nas escolas no est√°gio do colegial, pois do que adianta termos tantas leis se n√£o sabemos quais s√£o os nossos direitos e como usufruirmos deles?!

    Tamb√©m adicionaria economia b√°sica desde o fundamental para que as crian√ßas, nosso futuros adultos, tenham conhecimento da diferen√ßa entre gastar e investir, comecem a analisar quando os pre√ßos est√£o supervalorizados ou mesmo pode ser perigoso pagar por algo com valor muito abaixo do mercado, entre outros coisas, mas o foco √© para que aprendam a investir principalmente no Estado e empresas p√ļblicas no futuro.

    Essa ideia surgiu quando li o livro sobre Jorge Paulo Lemann e seus s√≥cios Beto Sicupira e Marcel Telles, e que o principal ponto era que os funcion√°rios ganhavam como comiss√£o algumas micro fra√ß√Ķes das empresas nas quais trabalhavam, pois assim que vieram os primeiros pagamentos os valores forma muito bons porque a empresa teve lucros altos devido ao trabalho de cada um deles, logo cada funcion√°rio quer melhorar a empresa como se fosse de cada um para assim ganhar mais.

    Agora a respeito da Ci√™ncia, Tecnologia e Ensino Superior, √© necess√°rio que a popula√ß√£o como um todo d√™ valor para todas as profiss√Ķes e consequentemente aos seus cursos profissionalizantes (como citei logo no in√≠cio), porque quando vi um document√°rio na TV Cultura sobre f√≠sica, percebi para que serve aquela mat√©ria, nas palavras de um dos professores da USP, “√© a mat√©ria que d√° estudos para as outras mat√©rias”, no entanto toda a carreira de pesquisador n√£o √© valorizada pela nossa sociedade que apenas v√™ valor naquilo que traz lucro desmerecendo assim outros trabalhos, como acontece com a cultura no geral.

    Isso tamb√©m acontece em rela√ß√£o as diferen√ßas entre escolher um curso t√©cnico e uma gradua√ß√£o, pois enquanto o primeiro o estudante fica limitado apenas a uma √°rea de uma determinada profiss√£o, o aluno de gradua√ß√£o tem o conhecimento amplo podendo assim ter mais op√ß√Ķes de carreira. Dessa forma, a valoriza√ß√£o destes alunos t√©cnicos deve ser levada em conta como acontece na Alemanha, que est√° tendo uma alta de demanda, investimento nas √°reas t√©cnicas com parcerias de empresas, para o aluno durante seus estudos tenha algumas horas do dia de aprendizado pr√°tico nestas mesmas empresas. Se torno √≥timo para todas as partes, pois muitos preferem seguir carreira na empresa que lhes abri as portas e desse jeito estamos formando uma sociedade mais forte. Vale citar que esta informa√ß√£o vi em um v√≠deo da embaixada alem√£ no Brasil.

    Portanto, para valorizarmos a educa√ß√£o como um todo temos como responsabilidade, sendo um partido pol√≠tico que tem o poder para fazer isso tudo acontecer, valorizar o respeito como base para assim investirmos na educa√ß√£o de todos, para em um futuro de m√©dio a longo prazo possamos ao inv√©s de comprar todas as tecnologias internacionais possamos n√≥s vendermos nossas pesquisas, realizar interc√Ęmbio de alunos para melhorar nossas rela√ß√Ķes com outros pa√≠ses (principalmente nesse momento conturbado que o mundo est√° vivendo), e assim quero fazer do Brasil exemplo a ser seguido em todas as categorias imagin√°veis por todos os pa√≠ses do mundo.

  • #2100
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    Fernando Juarez
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    Entendo que a educação, seja ela básica, elementar ou superior deve focar em empatia, cidadania, capacitação profissional/acadêmica, fornecimento/ampliação de visão de mundo e valorização do professor.

    Acredito que o ensino b√°sico √© constantemente negligenciado pelos governos ao longo dos anos e que ele precisam de mais aten√ß√£o, pois temos escolas em condi√ß√Ķes prec√°rias e com car√™ncia de todo o tipo de material, situa√ß√£o essa que acaba impactando diretamente no aprendizado dos alunos e na motiva√ß√£o dos professores.

    Quanto ao ensino superior, ele est√° intimamente ligado a ci√™ncia e consequentemente a tecnologia. Devendo a sociedade estar atenta aos benef√≠cios que as institui√ß√Ķes de ensino superior podem trazer, tendo em vista que a ci√™ncia muitas vezes √© desenvolvida exatamente nelas.

    Acredito tamb√©m que precisamos mudar um pouco o funcionamento das universidades p√ļblicas, pois elas s√£o excessivamente dependentes do dinheiro p√ļblico e tem muita dificuldade em conseguir patroc√≠nio privado a seus projetos e propostas, o que torna o desenvolvimento cientifico no pa√≠s lento, pois com essa depend√™ncia, caso o governo diminua os investimentos (por qualquer motivo que seja) as pesquisas passam por problemas.

    Precisamos que o governo invista sempre mais em educa√ß√£o e que as institui√ß√Ķes, sempre que poss√≠vel, tamb√©m sejam atrativas a investimentos privados, de tal forma que este casamento de recursos acelere cada vez mais o desenvolvimento do nosso pa√≠s.

    Por fim, educa√ß√£o n√£o se faz somente em institui√ß√Ķes de ensino, mas tamb√©m em casa, com a fam√≠lia. Esses dois ambientes devem aumentar sua proximidade para que tenhamos mais e mais cidad√£os que entendem seu papel dentro da sociedade e que praticam a empatia com o pr√≥ximo dia a dia.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Fernando Juarez. Raz√£o: remo√ß√£o de tags html que atrapalhavam na leitura
    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Fernando Juarez. Raz√£o: Corre√ß√£o do texto
  • #2119
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    Aislan Kobayashi
    Espectador

    Na educa√ß√£o deve ser defendido a implanta√ß√£o obrigat√≥ria do ensino integral com isso desenvolvendo atividades culturais obrigat√≥rias. No ensino m√©dio deve haver uma padroniza√ß√£o no conte√ļdo.

    Ja nas  universidades deve ocorrer um investimento maior na área de pesquisa, como também atualização de matérias e melhoria na infraestrutura das universidades.

  • #2139
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    Diemisson Neves
    Espectador

    A educa√ß√£o brasileira precisar de uma melhor aten√ß√£o por parte do governo, a maioria das escolas de nosso pa√≠s n√£o tem condi√ß√Ķes basicas de funcionamento, est√£o com suas estruturas necessitando de reparos, n√£o tem um ensino de qualidades, n√£o tem merenda de qualidade, os professores trabalham sem ter uma estrutura minima para ensina, com pessimos salarios, e muita das vezes ainda recebendo atrassado, precisa se investi na base, no ensino fundamental, m√©dio, t√©cnico, melhora as estrutura das escolas, valoriza os professores pagando melhores salarios, reformulado o ensino do pa√≠s.

    A educação é ferramenta para termos um país melhor, mais justo, igual e desenvolvido, mais para isso educação tem que ser prioridade de qualquer governo.

  • #2150
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    Marco
    Espectador

    A educa√ß√£o √© sem d√ļvida um dos pilares da democracia, pois ela pode proporcionar a t√£o sonhada liberdade, fraternidade e igualdade intelectual para que todos possam discutir uma na√ß√£o cada vez melhor. A educa√ß√£o sim √© a mais poderosa arma no combate a qualquer mal.

    O governo deve valorizar mais os profissionais da educação e controlar os gatos para que não seja necessário contingenciar recucos dessa área.

     

  • #2161
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    Wellington Lucas Barroso rocha
    Espectador

    A educação, ciência e tecnologia trabalham lado e lado e cada vez mais devem ser companheiras para melhorarmos o nosso nível de ensino! Vivemos em um país onde o modelo de ensino está completamente ultrapassado e sem capacidade de aguçar o jovem sobre sua perspectiva de futuro e o preparar para a vida lá fora no mercado de trabalho e o encaminhar devidamente para o ensino superior.

  • #2202
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    Felipe Barbosa
    Espectador

    Educação, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

    A triste e dura realidade da educação no Brasil segue em processo de defasagem já a algum tempo, o motivo é bem claro e não tão difícil quanto aparenta para ser solucionado.

    Nesse trecho refiro me a atual situa√ß√£o das escolas municipais e estaduais do pa√≠s, o que temos √© professores cada vez mais desmotivados pelo desafio de entrar em sala de aula nas turmas a partir do 5¬įano com alunos que est√£o indo √† escola com a menor inten√ß√£o de absolver o conte√ļdo ministrado. Parte dos alunos frequentam √† escola porque os pais obrigam, outra parte para fazer amizades, namorar ou at√© mesmo reunir-se para ouvir e dan√ßar funk com apologia ao sexo, drogas ou tr√°fico.

    As m√ļsicas executadas no celular dos alunos, o diagn√≥stico √©¬† uma invers√£o generalizada de autoridade. Os pais perderam o controle, defendem os erros dos seus filhos sem impor o m√≠nimo de limite. Sendo assim n√£o a temor algum ou press√£o para obterem resultados, √† escola torna-se um passa tempo em outras palavras, √© o local que os pais deixam seus filhos para irem trabalhar.

    O governo deve criar um projeto para instruir os pais com acompanhamento periódico, fazendo assim os pais voltarem a exercer a autoridade em seus lares com seus filhos e por fim apoiar a escola e seus funcionários, dando autonomia no processo de construção do ser (cada aluno).

    A ci√™ncia aqui no Brasil praticamente se extingue p√≥s per√≠odo escolar mas dever√≠amos expandir, fazer a popula√ß√£o ter mais acesso. A ci√™ncia tem um papel fundamental na sociedade e de grande peso, sabemos por exemplo que vacinas, tratamentos e busca por extin√ß√£o de doen√ßas, s√£o trabalhos desenvolvidos por cientistas e por vezes em per√≠odo acad√™mico mas para isso √© necess√°rio investimento e nessa parte estamos retrocedendo, em 2010 o governo investia 10 bilh√Ķes de reais, no ano passado 2018 foi de 7,66 bilh√Ķes e a previs√£o e ainda menor para este ano.

  • #2208
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    Ryco Lima
    Espectador

    Criar a implantação e obrigatoriedade da educação ambiental nas escolas desde o Ensino Básico.

     

    Implantar a educação financeira dentro das escolas desde o Ensino Fundamental.

     

    Incentivar a participa√ß√£o dos Estudantes em suas representa√ß√Ķes c√≠vicas, como o Gr√™mio Estudantil, investindo para que seja garantido e executado no Ensino P√ļblico e Particular.

     

    Garantir a estrutura fiŐĀsica adequada nas escolas e a formacŐßaŐÉo continuada para professores, possibilitando a construcŐßaŐÉo de uma escola mais humana e inclusiva e que respeite a diversidade, bem como fomentar a educacŐßaŐÉo formal e naŐÉo-formal que possibilitem a producŐßaŐÉo de um senso criŐĀtico, cidadaŐÉo e democraŐĀtico entre os e as jovens.

     

    Expandir e fortalecer o setor de CieŐāncia, Tecnologia e InovacŐßaŐÉo atraveŐĀs da ampliacŐßaŐÉo de investimentos, da valorizacŐßaŐÉo e ampliacŐßaŐÉo das Bolsas de Pesquisa e da regulamentacŐßaŐÉo da atividade dos PoŐĀs-Graduandos e PoŐĀs-Graduandas.

     

    Investir no setor de desenvolvimento sustentaŐĀvel da nacŐßaŐÉo, ampliando o parque cientiŐĀfico e tecnoloŐĀgico para aleŐĀm das universidades e escolas.

     

    Criar e ampliar o nuŐĀmero de creches para as criancŐßas, filhos e filhas de jovens, estudantes e trabalhadoras.

     

    Promover ambientes e alimentacŐßaŐÉo saudaŐĀveis nas escolas de educacŐßaŐÉo fundamental, ensino meŐĀdio e ensino superior, puŐĀblicas e privadas.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Ryco Lima.
  • #2224
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    Kaio Leandro
    Espectador

    <p style=”text-align: center;”>Fundamental I</p>
    Deve se investir no aprimoramento na parte psicopedagogica. Onde o aluno deve está relacionando com mais de um professor em sala, para poder aprofundar uma tutoria maior em seu ensino. Portanto, sabemos que com uma atenção maior e bem voltada nessa educação plural e direcionada teremos um aproveitamento maior no recurso investido do estado nesse jovem. Isso será primordial nas próximas fases de ensino.

    Fundamental II

    Nessa segunda etapa é preciso ser trabalhado mais o social e parte fisica educacional do jovem. Com matérias mais voltadas para área de educação física e sócio cidadãs. Com a inclusão de um modelo semi integral, onde seja trabalhado essas áreas nesse curto período de tempo.

    Ensino Médio

    O modelo integral tem um papel fundamental nessa faixa para juventde, pois, o médio técnico é primordial para ampliar a visão de mercado profissional  para o jovem. Além, de deter de tempo para o aprofundamento desse tempo para voltar em sua lapidação educacional e cívica por meio de práticas protagonistas onde o jovem irá obter o proveito de investir seu tempo em projetos científicos tecnologicos ou socias dependendo da área que queira seguir. E também dando a opção de uma grade curricular mais seleta ou não.

    Ensino Superior

    De Primeiro modo, deve mudar o sistema de avalia√ß√£o que √© aplicado no Enem pela √°rea que o estudante deseja seguir. E tamb√©m expandir ainda mais o ensino t√©cnico, podendo fortalecer o mercado economicamente melhor, deixar o t√©cnico mais seletivo amplificando o sistema de ensino e trazendo inova√ß√Ķes nesses meios.

    Deve transformar no pa√≠s com a participa√ß√£o de empresas com parcerias p√ļblico privadas ppp, ajudando no custeio e absorvendo no final os estudantes para trabalharem na empresa, assim diminuindo o desemprego e gerando renda ativa.

     

    Proponente: Kaio Leandro da Silva

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  • #2226
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    Saylo Soutelo
    Espectador

    Eu defendo o aumento da quantidade de vagas dos cursos mais procurados de ensino superior;

    Levar as Universidades para todos os municípios do Brasil;

    Valorizar e garantir estruturas, melhores condi√ß√Ķes de trabalho, uso de tecnologias, interc√Ęmbio, est√°gio e sal√°rio justo a todos os professores/profissionais da educa√ß√£o;

    Construção de mais escolas, creches e escolas de cursos técnicos ( onde for possível fazer estas modalidades de ensino em tempo integral).

  • #2233
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    William vieira
    Espectador

    Precisamos investir,em educação,para que possamos ter nossas crianças,jovens fora das drogas,precisamos ter um apóio a classe pobre,para que saiam das escolas e tenham oportunidade,de ingressar em faculdade,tirando por mim como foi difícil,fazer faculdade,também investir no jovem,para ser empreendedor dentro do estado,do país,eu jovem com 24 anos lutei, disse não as drogas,estudei e hoje sou um empresário .participo de processos licitatórios,e agradeço estar na família, PSDB.

     

  • #2234
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    Matheus Pantrigo
    Espectador

    Hoje o problema da educação interfere em todas as áreas do Brasil. Vê-se portanto que a educação é para onde deveríamos alocar as nossas forças propositivas. Dentro desta visão temos que encontrar projetos que deem espaço para o desenvolvimento intelectual do aluno e desenvolvimento tecnológico do Brasil

    • Municipaliza√ß√£o do ensino m√©dio,¬† afinal o munic√≠pio tem uma capacidade maior de alocar recursos de maneira eficiente do que o estado, e visto que a educa√ß√£o √© essencialmente local, somos levados a acreditar que isso proporcionaria interven√ß√Ķes de maior relev√Ęncia.
    • Administra√ß√£o conjunta de estados e munic√≠pios¬† do projeto de escolas t√©cnicas pela mesma raz√£o do anterior
    • Apoio ao PIBID visto que este, al√©m de aproximar futuros docentes da profiss√£o, tamb√©m auxilia o professor quando as salas de aula s√£o muito grandes
    • Apoio as partes boas do Future-se, afinal o programa tem mecanismos excelentes para a arrecada√ß√£o de dinheiro para as UF’s. No entanto ele poderia ter sido constru√≠do em conjunto com os reitores para que houvessem tido um maior n√ļmero de aceita√ß√Ķes. Al√©m disso √© importante frisar a necessidade da participa√ß√£o da iniciativa privada no financiamento de pesquisa

     

  • #2240
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    André Varela
    Espectador

    A Educação é provavelmente o principal pilar de qualquer sociedade.

    √Č atrav√©s da educa√ß√£o que constru√≠mos o nosso desenvolvimento social, cultura e econ√īmico.

    Dados revelados pelo IBGE em 2018, demonstraram que mais de 25 milh√Ķes de jovens de 15 a 29 anos n√£o conclu√≠ram a gradua√ß√£o e/ou n√£o frequentam a escola. O n√ļmero de jovens que largaram o estudo por simples falta de interesse chega a assustadores 20% (mais de 5 milh√Ķes de pessoas).

    Todo cidad√£o consciente sabe que √© preciso diferenciar o hor√°rio de lazer com o hor√°rio de trabalho, por√©m, √© no hor√°rio de lazer que mais nos divertimos. Isso n√£o √© diferente com o p√ļblico jovem, a grande maioria dos jovens sabe que √© fundamental estudar e que √© atrav√©s da forma√ß√£o escolar que as portas do mercado profissional ir√£o se abrir, mas ainda sim, diversas vezes a primeira op√ß√£o das crian√ßas e adolescentes √© dar mais aten√ß√£o ao lazer.

    O cen√°rio ideal para a Educa√ß√£o brasileira atualmente, analisando a evas√£o gigantesca de alunos por falta de interesse, seria aliar as obriga√ß√Ķes e afazeres que qualquer Col√©gio apresenta para com aquilo que hoje √© o lazer do jovem: Jogos Eletr√īnicos.

    A nossa sociedade n√£o mais se despluga do celular, a febre mundial dos Jogos Eletr√īnicos (ou melhor, E-Sports), atinge o Brasil de maneira que √© imposs√≠vel ignorar. As crian√ßas se pudessem optar passariam o dia inteiro assistindo gamers no youtube ou at√© mesmo jogando em seus celulares, computadores, notebooks e tablets. Muitos e muitos jovens j√° n√£o sonham apenas em serem jogadores de futebol, diversas pessoas comentam sobre o sonho de um dia se tornar um jogador profissional de Esport como League of Legends (LOL – Jogo do g√™nero MOBA produzido pela Riot Games.

    E nada disso √© estranho, ou pelo menos n√£o deveria ser. Quase todos os celulares e computadores trazem consigo, desde o momento de sua aquisi√ß√£o, algum “joguinho”. As vezes, quando nos encontramos no √īnibs ou em uma fila, √© natural que joguemos tais joguinhos. A grande quest√£o do cen√°rio profissional que hoje existe por tr√°s dos jogos eletr√īnicos, √© que existem tantas pessoas jogando estes mesmos joguinhos que diversas delas se dedicam para serem melhores. Apenas no Brasil, os n√ļmeros j√° s√£o impressionantes. Atualmente 66 milh√Ķes de brasileiros jogam algum jogo eletr√īnico ou acompanha/assiste, cerca de 75% da popula√ß√£o nacional.

    Nos Estados Unidos, Cor√©ia do Sul e diversos outros pa√≠ses, aliar os E-Sports com a educa√ß√£o foi significativamente positivo, n√£o s√≥ porque por ser o atual principal lazer da juventude os alunos acabam comparecendo mais nas aulas, mas porque, segundo Gilson Schwartz, professor da¬†USP: “H√° uma infinidade de jogos que testam mem√≥ria e outras compet√™ncia cognitivas, portanto, ajudam a desenvolver o c√©rebro como se estiv√©ssemos em uma academia. Logo, √© poss√≠vel notar que existem jogos desenhados para ajudar em processos de ensino e aprendizagem, assim como outros t√≠tulos (aparentemente fora do universo educacional) podem ser criativamente adotados por professores e alunos como um est√≠mulo”.

    De acordo com uma reportagem da CNN, cinco estados dos EUA j√° haviam reconhecido os E-Sports como esporte no outono de 2018: Connecticut, Rhode Island, Massachusetts, Georgia e Kentucky. Alguns meses depois, a Federa√ß√£o Nacional das Associa√ß√Ķes Estaduais de Ensino M√©dio informou que o Alabama, Texas e Missisipi haviam sido inclu√≠das na lista de estados que reconhecem e apoiam os E-Sports. Atualmente, nestes estados, in√ļmeros col√©gios e faculdades apresentam programas que oferecem bolsas de estudo ligadas a jogadores que se destacam no ramo de jogos eletr√īnicos.

    Portanto:

    • Os jogos eletr√īnicos podem se tornar o principal aliado da educa√ß√£o nos mais diversos n√≠veis futuramente, atraindo alunos que querem estar mais pr√≥ximos daquilo que gostam e promovendo exerc√≠cios (atrav√©s de jogos) que estimulam diversas partes do c√©rebro.
    • Diversas pesquisas apontam como alguns Esports podem ajudar a sanar dificuldades gigantescas que a Ci√™ncia tenta lidar, a exemplo do Mal de Parkinson, que pode ser combatido atrav√©s de games como “Just Dance”
    • Pa√≠ses do exterior j√° utilizam do mundo dos jogos eletr√īnicos para movimentar inclusive a economia das redes escolares, alavancando pesquisas tecnol√≥gicas e aprofundando o setor educacional.
  • #2241
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    Roberta Berdeal
    Espectador

    Além de uma política de governo, a educação, ciência e tecnologia no Brasil deveriam ser tratadas como política de Estado, pois nosso país  necessita fundamentalmente de todas essas vertentes para o real desenvolvimento a longo prazo.

  • #2258
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    Ericarlos Duarte
    Espectador

    Educação é o pilar mais importante do nosso Brasil, acredito que a valorização dos profissionais da área seria primodial para o desenvolvimento de uma educação de qualidade, nosso Brasil na educação de ensino superior esta deixando a desejar isso pelo o motivo das plataformas de ensino virtual não serem tão eficaz como a presencial é preciso investir na educação e rever as plataformas de ensino virtual, pois muitas invés de ajuda tornando ágil o ensino superior faz o contrário tornando demorado e ineficaz.

  • #2274
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    Deivin Corrêa
    Espectador

    A posi√ß√£o do Brasil no ranking educacional, deixa evidente o quanto essa √°rea deve ser a sa√≠da para um Brasil “Promissor”.

    Sou Professor de forma√ß√£o, possuo especializa√ß√Ķes e vejo, o quanto a valoriza√ß√£o educacional necessita ser revista. De antem√£o, algumas id√©ias voltadas para uma educa√ß√£o eficaz fica de sugest√£o:

    Maior investimento na educa√ß√£o de base infantil com conte√ļdos voltados a uma educa√ß√£o cr√≠tica;

    Programa aluno empreendedor, em parcerias com o p√ļblico privado;

    Avalia√ß√Ķes sobre o docente, perante a sua carreira de educador;

    Ambientes e condi√ß√Ķes de trabalho dignas;

    Aplicação do FUNDEB de forma eficaz e fiscalizatória;

    Fim da progressão contínuada;

    Al√©m de que, a ci√™ncia e tecnologia, necessita sim de investimentos e n√£o cortes. Pois √© ela quem custeia temas e sa√≠das importantes para o nosso Brasil, sendo de fundamental import√Ęncia um novo olhar para a ci√™ncia e tecnologia do nosso pa√≠s.

     

     

     

  • #2286
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    Leonardo Novaes
    Espectador
      Em primeiro lugar devemos conhecer o nosso sistema educacional e como ele funciona.

    1. O problema da educação se dá  nos mais diversas esferas, seja ela Municipal, Estadual ou Ensino Superior.
    2. O PSDB, quanto Partido, deve orientar seus quadros a questionarem os altos investimentos no ensino superior e a falta de recursos no ensino primário e médio.
    3. Na √°rea p√ļblico municipal, os quadros do PSDB devem enfrentar o grande problema da falta de recursos.
    4. Ao mesmo tempo que o ensino médio enfrenta a falta de recursos, temos escolas Particulares obtendo bons resultados com os mesmos recursos, ou até com menos recursos.
    5. Uma alternativa ao Setor P√ļblico, talvez seja a defesa dos Vouchers.
    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Leonardo Novaes.
  • #2295
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    Wagner Gockos
    Espectador

    A primeira medida √© apostar no ensino b√°sico, e iniciar um trabalho at√© mesmo social, para que as escolas deixem de ser “dep√≥sitos” de crian√ßas e adolescentes.

    Buscar meios para combater a evasão escolar, em cidades do interior, os níveis de evasão são elevados, muitas vezes em virtude da matricula de crianças que seus respectivos pais, vão para a localidade para trabalharem nos ciclos de safras, quando a temporada acaba essas crianças vão embora das cidades, muitas vezes sem retirar a matricula das unidades, o que acaba diminuindo os índices da unidade. Talvez a solução será aproximar mais o ensino destas crianças, não deixando que deixem de aprender, mesmo com a mudança de constante de cidade.

    O Acesso ao Ensino Superior, ainda √© um assunto muito debatido, onde devemos criar mecanismos aliados a meritocracia, levando-se em conta as diferen√ßas sociais e econ√īmicas de cada candidato

  • #2305
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    Marina Franco
    Espectador

    Precisamos iniciar o debate sobre a possibilidade de cobran√ßa de mensalidade nas universidades p√ļblicas, sobretudo aquelas estaduais.

    Entendo que a Constitui√ß√£o Federal n√£o estabelece nenhuma barreira √† cobranca de mensalidade nas universidades p√ļblicas, uma vez que seu enfoque principal est√° no ensino b√°sico, extremamente deficit√°rio e negligenciado no Brasil (art. 208 CF/88).

    Por sua vez, a realidade f√°tica nos mostra que a fonte de financiamento das universidades p√ļblicas √© quase que majoritariamente proveniente do ICMS, imposto incidente sobre o consumo que acaba afetando uma maior fatia do percentual da renda das fam√≠lias mais pobres. No entanto, pesquisas indicam que quem majoritariamente se beneficia do ensino superior gratuito nas universidades p√ļblicas s√£o alunos oriundos de escolas particulares, ou seja, que teriam condi√ß√Ķes financeiras de arcar com os custos de sua educa√ß√£o (75% em m√©dia ).

    Em breve observação, concluímos que as famílias mais pobres estão financiando a educação superior das camadas sociais mais privilegiadas, o que não é mais sustentável e precisa ser debatido. Obviamente, se pensassemos rapidamente em uma solução simplória, chegaríamos a conclusão mais do que lógica de que a cobrança da mensalidade total, bem como a implementação de bolsas de estudo  totais ou parciais, de acordo com a renda familiar, seja um critério melhor para se alcançar a igualdade social almejada pela nossa Carta Magna também no ensino superior.

    Importante ressaltar, por fim, que na maioria das universidades p√ļblicas, a quase totalidade de seus or√ßamentos √© destinado ao custeio da folha de pagamento de seus funcion√°rios, pouco sobrando para investimento em pesquisas, materiais e equipamentos necess√°rios. A institui√ß√£o de cobran√ßa de mensalidade e aproxima√ß√£o do setor privado para financiamento das pesquisas, ao longo dos anos, vai trazer autonomia financeira para que as universidades n√£o mais precisem de verba do Estado para seu funcionamento e, em contrapartida, o Estado possa realocar essa verba para o ensino b√°sico t√£o deficit√°rio no nosso cen√°rio atual.

     

  • #2318
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    Arthur Arenari
    Espectador

    A educação é fundamental para o desenvolvimento do Brasil, sendo, atualmente, um grande problema.
    A valoriza√ß√£o do professor √© primordial, novos sal√°rios, planos de carreira, gratifica√ß√Ķes, s√£o alguns dos exemplos que podemos colocar para ajudar a classe.
    Obviamente, o ensino b√°sico, fundamental e m√©dio precisam de uma estrutura mais robusta; o interessante, principalmente para √°reas perif√©ricas e/ou com pobreza acentuada, seria que as escolas fossem de ensino integral com uma boa alimenta√ß√£o. Sabemos que, muitas vezes, a alimenta√ß√£o da escola √© a √ļnica que a crian√ßa ir√° ter.
    Outro ponto interessante seria criar mais escolas técnicas, nas quais, os alunos pudessem sair com curso profissionalizante, sendo mais fácil conseguir um trabalho mais rentável.
    Sabemos que, precisamos investir em ci√™ncia, o Brasil √© um pa√≠s com possibilidades incr√≠veis, para isso o investimento no ensino superior √© fundamental, h√° necessidade de se criar novos laborat√≥rios e melhorar as condi√ß√Ķes das universidades federais, sabemos que ainda existem poucas no Brasil, mas, por enquanto, precisamos melhorar as que existem para que elas se tornem refer√™ncia na Am√©rica latina.
    Posteriormente, com universidades mais capacitadas, poderemos criar novos polos.

  • #2319
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    Allex Ribeiro Biato
    Espectador

    Nos √ļltimos anos, o ensino superior teve muito mais aten√ß√£o de investimento do que a nossa primeira inf√Ęncia. N√£o d√° para come√ßar a construir uma casa pelo telhado, √© necess√°rio que se construa da funda√ß√£o. Dados nos mostram que o ensino superior, em especialmente o p√ļblico, n√£o atinge a grande parte da popula√ß√£o pobre brasileira, muito pelo contr√°rio, atinge os mais ricos. √Č preciso que se d√™ mais aten√ß√£o para nossa educa√ß√£o prim√°ria, pois √© atrav√©s dela que tamb√©m conseguimos aumentar a produtividade do nosso pa√≠s. Estima-se que mais da metade de m√£o de obra brasileira n√£o terminou o ensino m√©dio.

    Cobrar mensalidade dos super ricos em universidades p√ļblicas e melhorar crit√©rios para o ingresso da popula√ß√£o mais pobre √© uma alternativa que considero vi√°vel. Precisamos ter investimento privado em ci√™ncia e tecnologia, at√© mesmo para aumentarmos nossa relev√Ęncia internacional e garantir que nossas universidades tenham recursos (p√ļblicos e privados) para se autofinanciarem e garantirem aos nossos universit√°rios condi√ß√Ķes de se desenvolverem. Investimentos em escolas t√©cnicas profissionalizantes tamb√©m √© essencial para qualificar potenciais m√£o de obras dispon√≠veis.

  • #2331
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    Matheus Braga
    Espectador

    A educa√ß√£o se encontra estagnada nos √ļltimos anos. Urge uma necessidade de investir no ensino p√ļblico em geral, mas principalmente, a educa√ß√£o b√°sica, na qual forma-se nossas crian√ßas para torna-las bons cidad√£os, capacitados socialmente e profissionalmente.

    √Č necess√°ria a cria√ß√£o de novas escolas t√©cnicas,come√ßando a partir do anos finais do Clico II do Ensino Fundamental, proporcionando oportunidade das crian√ßas j√° adquirirem capacita√ß√£o profissional, visando uma prepara√ß√£o para o mercado de trabalho entrando inicialmente atrav√©s de programas de menor e jovem aprendiz.

    J√° no Ensino Superior, devemos combater a precariza√ß√£o no Ensino, aumentando os investimentos na manuten√ß√£o e expans√£o das universidades p√ļblicas, e principalmente contribuindo para o avan√ßo de pesquisas acad√™micas que ajudam a Ci√™ncia no desenvolvimento de tratamento e cura de doen√ßas.

     

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  • #2358
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    Fabio Jorge
    Espectador

    Precisamos focar no ensino básico. Só poderemos ser um país desenvolvido se as nossas crianças tiveram a oportunidade de aprender o básico bem aprendido.

  • #2361
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    Thallya Scariot
    Espectador

    O grande problema, hoje, est√° na base!

    Para termos profissionais qualificados e pessoas com maior índice de aproveitamento no ensino superior, precisamos investir na base do ensino.

    √Č fundamental que a estrutura√ß√£o inicie no ensino b√°sico.

    E assim, procurando parcerias p√ļblico privadas.

    Com investimento em profissionais da √°rea.

  • #2367
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    Patrike Soares
    Espectador

    A educação do Brasil só precisa ser valorizada.

    A valorização do Professor, a manutenção estrutural das escolas, geram um ambiente capaz de fazer o aluno gostar de estar lá.

    De nada adianta ter professor, se os mesmo n√£o s√£o valorizados, e n√£o adianta os alunos quererem estudar, se n√£o tem uma escola capaz de proporcionar um aprendizado digno.

  • #2373
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    Renan Sambo
    Espectador

    РBuscar por maiores investimentos na educação básica;

    РTrabalhar por uma melhor formação e qualificação de professores;
    РVisar o fortalecimento do ensino técnico, tecnólogo e ampliação de escolas de ensino integral.

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  • #2374
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    Lucas de Lima
    Espectador

    √Č importante investirmos forte na educa√ß√£o b√°sica para que as pessoas desenvolvam um pensamento cr√≠tico, de questionamento at√© mesmo para terem capacidade de escolherem de forma acertada nossos representantes, mas que tamb√©m tenham capacidade de concorrer justamente por uma vaga nas universidades p√ļblicas.

    Os investimentos em pesquisas nas universidades e institutos s√£o de fundamental import√Ęncia para o desenvolvimento do pa√≠s em todos os setores. Hoje podemos ver o resultado dessas pesquisas e tecnologias aliadas as condi√ß√Ķes clim√°ticas favor√°veis e localiza√ß√£o privilegiada do Brasil em rela√ß√£o ao agroneg√≥cio que a cada ano bate recordes de produtividade. Acredito que o mesmo esfor√ßo para demais √°reas como processamento de mat√©rias-primas seria de grande valor para o pa√≠s.

    A fiscalização em relação a gestão desses recursos nas universidades deveria ser mais rigoroso para sabermos para onde realmente vão esses recursos. Incentivar mais o setor privado a fazer parcerias com UF e Institutos, o Futura-se acredito que de forma bem estruturada e equilibrado teriam bastante a agregar também.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Lucas de Lima.
  • #2415
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    Gustavo Martins de Carvalho
    Espectador

    A educação é vista por muitos como o principal meio de resolução dos problemas sociais do Brasil, mas primeiro é preciso entendermos que a expansão da escolarização básica intensificou-se em termos de rede publica no fim dos anos 70 e inicio dos anos 80.

    Com isso podemos entender o Brasil ocupar 53¬ļ Lugar de 65 pa√≠ses avaliados (PISA), alem disso, dados mais assustadores como 34% dos alunos que chegam ao 5¬ļ ano de escolariza√ß√£o n√£o conseguem ler e 20% do alunos que concluem o ensino fundamental n√£o dominam totalmente a leitura e a escrita. Em contrapartida vemos o investimento em educa√ß√£o apenas aumentar, visto¬† que atualmente 6% do PIB nacional √© direcionado para a educa√ß√£o.

    Esse disparate entre os n√ļmeros, d√°-se na minha vis√£o ao elevado investimento em ensino superior em detrimento ao ensino b√°sico, atualmente o Brasil √© um dos pa√≠ses que menos gasta com alunos do ensino fundamental e m√©dio, mas as despesas com ensino superior assemelham-se aos gastos de pa√≠ses europeus.

    Anualmente gastamos em media US$ 3,8 mil por aluno nos ensinos fundamental e médio, a média anual dos países da OCDE é de US$ 10,5 mil por aluno, é 176% a mais que o Brasil.

    Já no ensino superior a situação é diferente, gastamos anualmente US$ 11,7 mil por aluno no ensino superior, mais que o triplo que no ensino fundamental.

    √Č necess√°rio que ocorra o aumento do investimento no ensino b√°sico, visto que o ensino b√°sico publico atende a maioria da popula√ß√£o carente e √© o principal meio para a erradica√ß√£o da desigualdade e asser√ß√£o social. J√° o ensino superior alem de monopolizar o investimento em educa√ß√£o √© de pouco acesso a popula√ß√Ķes carentes e marginalizadas, basta olharmos n√ļmeros que nos dizem que mais de 75% dos alunos da USP s√£o brancos e vem de escolas particulares, portanto, alem de direcionarmos a maioria dos recursos para o ensino b√°sico, √© vital a ado√ß√£o de politicas de cotas e a cobran√ßa de mensalidade nas universidades publicas para alunos que possam pagar, alem de parecerias privadas e o financiamento privado de pesquisas.

     

  • #2419
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    Jo√£o Lopes Waspe
    Espectador

    Educa√ß√£o √© a base fundamental para o desenvolvimento econ√īmico e social em qualquer pa√≠s, aqui no Brasil n√£o seria diferente, entretanto muito se discute sobre os moldes da educa√ß√£o no pa√≠s, principalmente o ensino superior.

    Educa√ß√£o p√ļblica e gratuita, √© um direito adquirido na constitui√ß√£o de 1988 e n√£o deve ser alterado com propostas de cobran√ßa de mensalidade nas universidades p√ļblicas, que al√©m de afrontar um direito adquirido, abre portas para o endividamento dos jovens, que pode ser extremamente prejudicial para a economia e o bem estar social no longo prazo. O dever da universidade √© se preocupar com a boa gest√£o e o aprendizado de seus alunos, sendo assim a capta√ß√£o de recursos n√£o deve se tornar uma preocupa√ß√£o a mais para as institui√ß√Ķes, porem isso n√£o impossibilita que se criem programas afim de permitir e incentivar doa√ß√Ķes de ex-alunos ou a parceria de pesquisa entre universit√°rios e institui√ß√Ķes privadas(institui√ß√Ķes privadas financiariam projetos de seu interesse e o pesquisador ganharia suporte acad√™mico da institui√ß√£o de ensino p√ļblica sem depender diretamente da verba p√ļblica), explorar o ambiente p√ļblico de forma a adquirir recursos com publicidade e com√©rcio.

    Apesar da import√Ęncia do ensino superior, o Brasil precisa de um olhar cuidadoso com a primeira inf√Ęncia, j√° que nessa fase que se inicia o desenvolvimento motor, psicol√≥gico e social dos futuros cidad√£os. Uma m√° forma√ß√£o na primeira inf√Ęncia pode condenar o destino de algu√©m.

    Deve-se aproveitar o excelente mapeamento do MEC sob as escolas p√ļblicas para tra√ßar estrat√©gias regionais para a resolu√ß√£o do problema de aprendizado especifico que se manifestam. √Č um erro generalizar o perfil do estudante numa sociedade t√£o difusa tal como √© um erro generalizar suas dificuldades e problemas.

    Somente um bom avan√ßo nos ensinos mais b√°sicos permitir√° a formula√ß√£o de um sistema de ingresso nas universidades que contemple a sociedade sem distor√ß√Ķes.

  • #2453
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    WILLIAM CAMPOS
    Espectador

    Embora pareça clichê de político, Educação realmente deve ser prioridade. Devemos promover uma verdadeira revolução na Educação: Estrutura, Metodologia, Valorização, e muito mais. Ciência e Tecnologia devem andar juntas, mas não da forma convencional, e sim, como alta tecnologia. Pesquisa e desenvolvimento. Para o Ensino Superior, outra mudança bastante significativa, tanto em parceria com empresas privadas, quanto em metodologia de ensino.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  WILLIAM CAMPOS.
  • #2464

    O Brasileiro é um povo criativo, isso facilita fazer um link entre essa áreas, no qual a ciência e a tecnologia exigem além do conhecimento é necessário criatividade, o caminho é através da educação incentivar a criatividade e o gosto pelo estudar desde de criança, focando e direcionando o aluno pelo caminho no qual ele tem mais adesão de conhecimento, reduzindo as taxas de abandono, com um ensino superior com um suporte usando a criatividade, transformando em iniciativa de empreendedorismo assim colocando o aluno que ingressa no ensino superior já com mais facilidade de ter seu negocio ou mais facilidade de entrar no mercado de trabalho

  • #2469
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    André Montoro
    Espectador

    No Brasil √© de extrema import√Ęncia a educa√ß√£o e o emprego terem uma forte conex√£o, como um arco, onde o aprendizado inicie e atrav√©s do seu desenvolvimento, muito bem acompanhado e com novos modelos de avalia√ß√Ķes e sustenta√ß√£o econ√īmica em modelos inovadores, com conv√™nios, filantropia, que consigam diminuir ao m√°ximo o d√©ficit de vagas e manter vi√°vel economicamente aos munic√≠pios e estados. Ap√≥s o ensino infantil, fundamental e m√©dio, que se fa√ßa uma completude com um vi√©s a sua forma√ß√£o para o mercado de trabalho, com uso de tecnologias para aprendizado e de forma√ß√£o para o empreendedorismo. Dessa forma formamos jovens com vontade de aprender e com possibilidade de utilizar sua criatividade para desenvolver novos neg√≥cios ou serem chamados para trabalhar em empresas. Educa√ß√£o e Emprego em conjunto, para constru√ß√£o de uma sociedade mais aut√īnoma.

  • #2488
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    Wagner Mira
    Espectador

    Precisamos investir na educa√ß√£o desde o in√≠cio ensino fundamental que se apreender desde o 1¬įano isso ser√° seguindo at√© o t√©rmino do ensino m√©dio, educa√ß√£o e necess√°rio para um futuro promissor, quando chegar no ensino m√©dio ter ensino t√©cnico junto para que se conclua o ensino m√©dio e j√° se tenha uma profiss√£o t√©cnica para j√° sair empregado do ensino m√©dio, e assim se ingressar no ensino superior, para isso os nossos governantes precisam olhar com bons olhos para Educa√ß√£o.

  • #2522
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    Gabriela Cardoso
    Espectador
    • Educa√ß√£o: H√° muito o que ser melhorado quanto ao ensino no nosso pa√≠s. Acredito que livros, fontes adequadas de pesquisa, incentivo de crian√ßas e adolescentes e valoriza√ß√£o dos funcion√°rios que exercem este papel na nossa sociedade, √© fundamental. Nossas crian√ßas, a meu ver, precisam n√£o s√≥ de um bom ensino, mas um caminho a se seguir quando terminam seus estudos, e nossos professores, precisam de incentivo para que n√£o trabalhem com medo do que pode acontecer durante suas aulas.
    • Ci√™ncia:¬† Acredito que devamos apoiar cada progresso realizado em benef√≠cio principalmente da sa√ļde e bem estar, que a ci√™ncia e nossos cientistas est√£o dispostos a oferecer, e proporcionar aos mesmos recursos ilimitados, desde que o mesmo seja para benef√≠cio m√ļtuo.
    • Tecnologia: A tecnologia vem tomando conta de jovens e adultos a anos, fazendo com que os mesmos a ultilizem tanto para o bem, quanto para o mal. Acredito que ela √© importante sim, todavia, devemos ultiliza l√° com consci√™ncia e sabedoria.
    • Educa√ß√£o Superior: Assim como a educa√ß√£o √© fundamental para crian√ßas e jovens, acredito que o ensino superior tamb√©m seja, e sendo assim, acredito que o governo deveria incentivar mais os nossos jovens, para que ap√≥s a conclus√£o do ensino m√©dio, todos fizessem s√≥ menos, um curso superior. Sabemos que nem todos tem condi√ß√Ķes de arcar com os custos de uma faculdade, e muitos n√£o conseguem uma mas federal,¬† o governo poderia proporcionar cursos t√©cnicos gratuitos a todos os jovens, fazendo assim, que eles tenham maiores chances no mercado de trabalho.

    Att

    Gabriela Cardoso

    Extrema, Minas Gerais

  • #2528
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    Th√°rik Uch√īa
    Espectador

    Base para forma√ß√£o cidad√£ a educa√ß√£o deve ser prioridade em qualquer governo. Todavia, √© preciso que essa educa√ß√£o esteja tamb√©m atrelada a gera√ß√£o de emprego. Temos no Brasil uma grande evas√£o em todos os setores da educa√ß√£o, desde a educa√ß√£o b√°sica a superior, pois o jovem n√£o consegue vislumbrar como a educa√ß√£o pode ser um marco de crescimento social ou de renda. √Č preciso uma educa√ß√£o voltada para a inser√ß√£o desse jovem no mercado de trabalho. Se √© o curso t√©cnico que h√° de permitir, que se abra mais cursos t√©cnicos, o que n√£o se pode √© ter in√ļmeros graduados com diploma obsoleto.

  • #2546
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    Maurício Martins
    Espectador

    A educa√ß√£o √© o ponto principal para um pa√≠s se desenvolver. Ela economiza gastos em outras √°reas, como sa√ļde e seguran√ßa. Muitos dos problemas que debatemos ao longo do F√≥rum seriam resolvidos com mais educa√ß√£o. Para isso, precisamos investir na base. Nos √ļltimos anos tivemos avan√ßos importantes no ensino superior, por√©m, a educa√ß√£o b√°sica ainda carece de uma aten√ß√£o maior por parte das autoridades.

    Gosto da ideia de parcerias p√ļblico-privadas, mas n√£o apoio a forma como o Future-se foi desenvolvido, podendo deixar universidades p√ļblicas a merc√™ de interesses privados. A maior parte da ci√™ncia e tecnologia do nosso pa√≠s vem das universidades p√ļblicas, e n√£o podemos deixar brechas para conflitos de interesses.

    Todos os temas desse tópico são codependentes. A ciência depende da tecnologia, que depende do ensino superior, que depende da educação básica. Investimento na base e valorização dos profissionais da educação necessitam ser prioridade de um governo que quer uma qualificação maior para sua população. Competitividade só existe quando existe uma igualdade de oportunidade.

  • #2573
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    Alberto Godinho
    Espectador

    Neste tema temos o principal respons√°vel pelo desenvolvimento do pa√≠s. N√£o restam d√ļvidas de que investimento em educa√ß√£o, ci√™ncia e tecnologia se traduzem em avan√ßos s√≥lidos para qualquer na√ß√£o.

    A ci√™ncia e a tecnologia precisam ser fomentadas no pa√≠s, pois atualmente n√£o h√° grandes incentivos para o desenvolvimento dessas √°reas. O Brasil √© um ber√ßo de talentos. √Č preciso oferecer condi√ß√Ķes aos pesquisadores brasileiros de trabalharem aqui e reverter o quadro em que os perdemos para outros pa√≠ses.

    Já na educação, precisa haver maior investimento, sobretudo na educação básica. Não adianta investir em ensino superior quando a base é frágil. Por isso, o país deve direcionar o seu foco ao ensino básico.

    O ensino superior p√ļblico brasileiro √©, em sua maioria, de alto n√≠vel. O acesso √†s institui√ß√Ķes deve se basear na meritocracia. A cobran√ßa de mensalidades √© uma medida desej√°vel, assim, as institui√ß√Ķes de ensino superior p√ļblico ficariam menos dependentes do tesouro que poderia voltar-se ainda mais para a educa√ß√£o b√°sica. Entretanto, embora a cobran√ßa de mensalidades deva ser a regra, pessoas de baixa renda e que n√£o possuam condi√ß√Ķes de arcar com os valores devem ter acesso gratuito ao ensino superior p√ļblico.

     

  • #2578
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    √ćcaro Oliveira
    Espectador

    Nos √ļltimos anos, houve um erro na divis√£o dos recursos da educa√ß√£o, investiu-se muito no ensino superior, e quase¬† nada no ensino base, isso gera dois problemas, o primeiro √© que o dinheiro √© desperdi√ßado, pois quem consegue se formar nas universidades federais teria condi√ß√Ķes de pagar uma universidade privada, e o outro √© que com a educa√ß√£o de base sucateada os alunos do ensino p√ļblico que chegam a universidade n√£o conseguem avan√ßar no curso. O certo deve ser melhorar a educa√ß√£o de base para que igualar√° todos, mas uma educa√ß√£o moderna, estamos no s√©culo XXI, n√£o podemos acreditar que as aulas hoje devem ser iguais eram h√° 20, 30 anos atr√°s, n√£o, devemos ter uma educa√ß√£o com novas tecnologias, ensino a distancia, escolas com conex√£o a internet, a educa√ß√£o tem de ser estimulante, n√£o um sofrimento. Outro ponto importante para o avan√ßo de um pa√≠s √© a capacidade dele desenvolver novas tecnologias, e nisso sim as universidades tem papel fundamental, mas devem ser focadas √°reas que tragam algum benef√≠cio ao pa√≠s, √°reas como medicina, engenharias e tecnologia devem ser prestigiadas.

  • #2583
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    Alvaro Jobal Teodoro Salvaia Neto
    Espectador

    РAplicação de atividades extra curriculares aos alunos do ensino fundamental importantes: empatia, pensamento crítico, análise cientifica, entre outros

    РInclusão de atividades de lógica, IA e outros temas atuais para alunos do ensino médio

    РReserva de recursos para criação de laboratórios de inovação

  • #2597
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    Thales Rangel
    Espectador

    Hoje no mundo das crian√ßas, jovens, adultos e at√© de idosos, temos uma realidade virtual, aprendemos muito com plataformas de comunica√ß√£o, como o pr√≥prio YouTube que rouba a cena, e tira a visibilidade que canais de TV antes tinham. Com at√© canais na plataforma aforecendo conte√ļdos de v√≠deo aula. E hoje tamb√©m ficou mais f√°cil pra estudar com um simples notebook voc√™ em 3, 4 anos conclui o ensino superior, √© a realidade virtual fazendo a diferen√ßa nessa gera√ß√£o.

     

  • #2610
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    José Eduardo Santiago
    Espectador

    Como disse nosso amigo em um dos primeiros coment√°rios.

    <p style=”box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1rem; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;”>A educa√ß√£o, especialmente a de ensino superior, vive alguns dilemas: forma quem, pra que, e como?</p>

    O ensino superior levam as pessoas a prestarem cursos nos quais os mesmos n√£o sabem se querem ou n√£o seguir a profiss√£o, v√£o pelo curso que mais lhes conv√©m ou √†s vezes pelo que ele mais teve contato em sua vida estudantil. Por√©m, o ensino superior chega a ser um dilema gigantesco: A pessoa teve condi√ß√Ķes de estudar para um concurso? Ela tem condi√ß√Ķes de cursar a faculdade? P√ļblica ou privada?

    O Brasil hoje encontra-se com caracter√≠sticas de pa√≠ses em desenvolvimento, entre elas, al√©m da gigantesca desigualdade social, tamb√©m algumas defici√™ncias na educa√ß√£o. O ensino, apesar do superior ser de grande import√Ęncia, deve ser dado aten√ß√£o desde as s√©ries iniciais.

    A educação transforma, liberta e abre novos paradigmas, mas infelizmente muitas delas não possuem acesso a educação básica.

    Inicialmente devemos pensar em uma aprendizagem melhor na educação infantil e no ensino fundamental.  O caminho pode ser longo, mas se faz necessário a melhoria com as possíveis ideias.

    1 РMelhor remuneração para os funcionários da escola, incluindo uma melhora significativa no salário dos professores.

    2 – Reformas e apoio as escolas para que haja capacidade de atender a sociedade.

    3 РCapacitação dos professores.

    4 РCriação de um centro nacional de educação para criação de materiais com assuntos atuais e metodologia atualizada (desde livros à materiais para ser reproduzidos em TV, tablets e outros dispositivos que possa ter na escola).

    5 РCriação de novos cursos técnicos e adição de mais polos que atendam a necessidade da sociedade, para que a mesma possam desenvolver suas habilidades em assuntos como tecnologia, biologia e química, principalmente em horários de aula.

    O ensino superior n√£o deve ser diferente do proposto acima, com qualifica√ß√Ķes e com maior rigor nas a√ß√Ķes de supervis√£o do MEC, as institui√ß√Ķes ir√£o construir uma qualidade de ensino cada vez mais apropriado. Caminhando lado a lado com o ensino b√°sico, teremos uma educa√ß√£o de qualidade para todos os p√ļblicos.

  • #2619
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    Agenor Alves
    Espectador

    Tem√°tica de extrema import√Ęncia, pois sabemos claramente que tais t√≥picos s√£o respons√°veis pela a evolu√ß√£o de uma na√ß√£o, pois podemos observar que os pa√≠ses que tem como prioridade esses eixos s√£o os mais desenvolvidos, possibilitando uma na√ß√£o que possua mais liberdade e autonomia em suas tomadas de decis√Ķes.

    Quando levamos em consideração a agrupação destes temas, sem sombras de duvidas nos tornamos um nação mais forte e mais igualitária. A educação é a base da evolução do ser humano e quando a anexamos a ciência e a tecnologia podemos nos tornar uma nação de primeiro mundo com o PIB elevado e com prestígio perante os demais países.

  • #2622
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    Tomaz Oliveira Hoffmann
    Espectador

    O investimento no ensino de base é fundamental, pois é na base que se molda o cidadão. Investimento como línguas estrangeiras, ética, uso de tecnologias educativas para modernizar a educação e aumentar o interesse dos alunos, são essenciais na educação. O investimento em pesquisas nas universidades com acompanhamento direto do MEC para que esses trabalhos não sejam só mais uma tese e sim um avanço em pesquisa com aplicação na sociedade.

  • #2633
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    Beatriz Leite
    Espectador

    Ao se pensar em educa√ß√£o, pensamos no rumo de toda uma no√ß√£o. Algo que na gest√£o do atual presidente tem sido negligenciada com redu√ß√£o nos investimentos em pesquisa, diminui√ß√£o nos direitos dos professores e nas verbas para as institui√ß√Ķes. O Brasil, bem como o PSDB, tem muitos exemplos a serem seguidos como a gest√£o do prefeito Firmino Filho em Teresina, que tem a melhor educa√ß√£o entre as capitais do nordeste gra√ßas a investimentos reais em infraestrutura, valoriza√ß√£o do servidor e acompanhamento do alunado.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Beatriz Leite.
  • #2647
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    Jos√© Victor da Silva Ara√ļjo
    Espectador

    A educação é um dos pilares que mais deveria ser investido, pois é da educação que se forma o futuro do nosso pais. As universidades deveriam ser mais acessíveis, ter uma estrutura melhor. Nossas escolas e centros de pesquisas também deveria ser visto pelos governantes, que pudessem solicitar melhorias para cada um deles e beneficiar toda a população.

  • #2664
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    Ana Paula Assis
    Espectador

    A educa√ß√£o deve seus recursos melhor empregados,e professores mais valorizados,com cursos e condi√ß√Ķes melhores de trabalho

  • #2672
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    Deyvid Motta
    Espectador

    1. EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL

    √Č de extrema necessidade o investimento na educa√ß√£o em tempo integral principalmente para o prim√°rio. A dificuldade que m√£es enfrentam de trabalhar e cuidar de seus filhos pequenos √© grande, problemas, burocracia, falta de investimento e amplia√ß√£o de unidades p√ļblicas para o prim√°rio tamb√©m devem ser analisadas.¬†

    2. SISTEMA DE VOUCHER NA EDUCAÇÃO

    Em meu munic√≠pio como em muitos outros o aluno da rede p√ļblica de ensino se torna mais caro do que o aluno da rede privada, devido a corrup√ß√£o (superfaturamento de alimentos, uniformes, materiais did√°ticos, etc), e tamb√©m cuidando daqueles que n√£o conseguem uma matr√≠cula nas escolas, o sistema de VOUCHER NA EDUCA√á√ÉO que seria o aluno matriculado na rede privada sendo custeado pelo governo ajudaria muito. Em minha cidade, Duque de Caxias, onde o maior problema √© a educa√ß√£o (falta de investimento, material did√°tico, uniforme, merenda, professor, faxineiro e sal√°rios em dia) se todos os alunos da rede p√ļblica estivessem matriculados na rede privada a prefeitura gastaria bem menos do que gasta em educa√ß√£o. PASMEM.

    3. ORDEM E VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

    A valoriza√ß√£o do profissional e a ordem dentro de sala de aula √© um ponto que deve ser bem revisto n√£o s√≥ pelo MINIST√ČRIO DA EDUCA√á√ÉO mas tamb√©m pelos √≥rg√£os de SEGURAN√áA P√öBLICA. Valorizar os professores n√£o √© s√≥ sal√°rio em dia e em crescimento anual (o que tamb√©m anda sendo dif√≠cil de acontecer) mas tamb√©m os garantindo o devido respeito. OS PARLAMENTARES DO NOVO PSDB 45 devem se atentar e priorizar projetos de leis que venham trazer rigor nas puni√ß√Ķes ao indiv√≠duo que desacatar funcion√°rio p√ļblico em exerc√≠cio de sua fun√ß√£o.¬†

    Tivemos recentemente a implanta√ß√£o de c√Ęmeras de seguran√ßa nas salas de aula aqui no Rio de Janeiro mas nossos funcion√°rios permanecem ref√©ns de viol√™ncia f√≠sica, verbal, emocional etc. N√£o basta c√Ęmeras de vigil√Ęncia que somente servem para registrar crimes, basta uma for√ßa tarefa de secretarias estaduais de educa√ß√£o na fiscaliza√ß√£o das escolas e gest√Ķes escolares empenhadas na puni√ß√£o do aluno agressor.¬†

    4. MAIOR EMPENHO NO COMBATE A DOUTRINA√á√ÉO IDEOL√ďGICA¬†

    Um grande problema que vem atrasando a educa√ß√£o nos √ļltimos anos junto com a falta de investimento √© a DOUTRINA√á√ÉO IDEOL√ďGICA dentro de sala de aula. As salas de aula andam sendo palco de milit√Ęncia pol√≠tico-partid√°ria, onde a inten√ß√£o n√£o vem sendo mais a capacita√ß√£o acad√™mica ou a prepara√ß√£o do aluno para o mercado de trabalho e sim para a milit√Ęncia pol√≠tica e ativismo de rua.¬†

    Convites a passeios e caminhadas por centros culturais e educacionais a fim do enriquecimento do saber vem sendo substituídas por convites a eventos e passeatas políticas, a greves com real intenção de agressão ao governo sem motivo. (A greve é válida e amparada pela constituição para os profissionais da educação, e sim temos que nos manifestar quando o governo pecar, mas como políticos do PSDB, equilibrados e sensatos, como somos, temos que entender o que vem acontecendo). 

    A repress√£o ao aluno que tem uma opini√£o contr√°ria ao professor √© um dos grandes problemas que acontecem dentro de sala de aula, j√° recebi den√ļncias dentro do meu munic√≠pio de casos como perca de pontua√ß√£o bimestral chegando ao extremo de agress√£o f√≠sica e verbal de alunos partid√°rios a outros alunos contr√°rios. Defender uma ESCOLA SEM PARTIDO (sem partido mesmo! Sem PSOL e sem PSL!) n√£o √© ser bolsonarista, √© entender que nossos alunos devem ser preparados para o mercado de trabalho, que sala de aula √© para o enriquecimento do saber, com est√≠mulo de senso cr√≠tico mas sem imposi√ß√£o ideol√≥gica.¬†

    Querer ingressar na política, no ativismo partidário, deve ser uma decisão do aluno por si só e não da escola.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Deyvid Motta.
  • #2673
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    Danilo Abarca
    Espectador

    <p class=”MsoNormal”>O estado deve parar de se preocupar com gest√£o de creches, escolas e universidades, pois este n√£o √© o trabalho dele, mas sim prover e este deve ser o principal atrav√©s do sistema de vouchers. Somente com uma educa√ß√£o p√ļblico/privada o governo conseguir√° atender as necessidades reais da educa√ß√£o b√°sica, m√©dia e superior. Quanto a pesquisas ci√™ncia e tecnologia, seria interessante uma pol√≠tica p√ļblica especifica para isso, onde um fundo ser√° repartido com foco em aquilo que o governo tem interesse de investir.</p>

  • #2704
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    Henrique Salgueiro
    Espectador

    – melhorar o sal√°rio dos professores para que se motivam mais ao ensinar

    – leis mais duras contra quem agride professor, alunos que n√£o cumprem ordens, etc.

    Рincentivo à ciência massiva, para que desenvolvamos maiores tecnologias com grande qualidade e rapidez

     

    – os ensinos superiores devem ser revistos, o sistema de ensino atual est√° arcaico, existem modos mais r√°pidos e f√°ceis de ensinar, a velha lorota de ler e escrever j√° est√° ultrapassada.

  • #2743
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    Maurício Severo Roesch
    Espectador

    As Tecnologias fazem parte integrante das nossas vidas privadas e Com a utilização doméstica da informática, do computador pessoal, dan Internete do telemóvel, a vida do cidadão encontra-se facilitada. Os jovens adquirem vários conhecimentos fora da escola, preferindo por vezes o aconchegante lar, com

    todas as tecnologias √† disposi√ß√£o, √† escola enfadonha e obsoleta. √Č importante a escola

    tornar-se mais atractiva e em sintonia com as novidades tecnológicas que vão

    deslumbrando o Homem.

    As potencialidades das tecnologias da informação e comunicação são cada vez maiores,

    promovendo um novo paradigma de sociedade, que poderá facilitar a integração das

    pessoas com deficiências na vida activa. Por um lado, as tecnologias facilitam a

    comunicação que poderá estar limitada por uma deficiência física, por outro lado as

    barreiras espaciais esbatem-se. A nível pessoal através da Internet facilmente se fazem

    compras, como se procede a transferências bancárias, ou se preenche o boletim do IRS.

    As Tecnologias est√£o a revolucionar a sociedade em v√°rios campos. A forma como se

    organiza o trabalho está a mudar, deixando o espaço e o tempo de ter a construção

    mental de hoje. Com as tecnologias portáteis, acessíveis ao cidadão

    comum, facilmente se monta no lar um potente escritório com janela aberta para o

    mundo, através da Internet. O trabalhador desde o início da industrialização que presta

    um serviço, num período de tempo pré-estabelecido para a realização de uma tarefa

    específica num local determinado pelo empregador. Neste momento caminhamos para

    tipo de organização do trabalho, em que se valoriza o produto final, existindo uma

    maior flexibilidade, quer de tempo, quer de espaço. A invenção do computador, e da

    Internet contribui para a constante evolução da sociedade, melhorando a qualidade de vida do indivíduo.

  • #2749
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    Juscelia Barbosa de Lima
    Espectador

    A Educação é um direito fundamental que ajuda não só no desenvolvimento de um País, mas também de cada individuo.

    Sua import√Ęncia vai al√©m do aumento da renda individual ou das chances se obter um emprego… por meio da Educa√ß√£o, garantimos nosso desenvolvimento social, econ√īmico e cultural. Prioridade¬† para alunos que estuda em escolas¬† p√ļblicas , Cursar o Ensino Superior¬† em Universidades Publicas. Garantir vagas em universidade p√ļblicas para pessoas que completa 18 anos que morar em Abrigos e Orfanatos.

    Urgente e necess√°rio um investimento financeiro por parte do governo no que se refere √° forma√ß√£o, capacita√ß√£o e remunera√ß√£o dos professores, bem como √°s melhorias das condi√ß√Ķes de trabalhos dos mesmos.

     

  • #2751
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    Isabella Puglisi de Oliveira
    Espectador

    O sistema educacional brasileiro est√° obsoleto. As mudan√ßas tecnol√≥gicas, econ√īmicas e sociais vistas no Brasil (e no mundo) mudaram a forma das crian√ßas, dos adolescentes e dos adultos interagirem com o universo de possibilidades. Portanto √© necess√°ria uma readapta√ß√£o do modelo educacional.

    Tamb√©m √© necess√°rio pontuar que os investimentos em educa√ß√£o b√°sica s√£o indispens√°veis e devem crescer, sendo as √ļltimas op√ß√Ķes de contingenciamentos, j√° que os fundamentos aprendidos na primeira inf√Ęncia s√£o os mais s√≥lidos para os indiv√≠duos.

    Por fim, é importante ressaltar a fuga de cérebros. O Brasil tem indivíduos talentosos, capazes, esforçados e resilientes aptos a trazer grande contribuição para as diversas áreas demandadas no país. Entretanto, os indivíduos mais qualificados ou com os melhores potenciais, infelizmente, acabam saindo do país em busca de melhores oportunidades, o que é prejudicial para a ciência, a economia e o desenvolvimento do país.

    Portanto, é necessário o fomento à pesquisa, à produção tecnológica, ao desenvolvimento das ciências, além do estabelecimento de think tanks.

  • #2760
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    Vanessa Gomes
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    Um estudo feito pelo Banco Mundial sobre a educa√ß√£o no Brasil, divulgado em 2018, constatou que uns dos principais pontos de inefici√™ncia no ensino p√ļblico est√° diretamente ligado aos professores. Segundo o estudo, isso se da por (I) n√£o conseguir atrair alunos com notas elevadas para o magist√©rio; (II) o fato da carreira p√ļblica de professor ter piores sal√°rios e menos prest√≠gios que as demais carreiras p√ļblicas; (III) que o processo de contrata√ß√£o dos professores √© focado no conhecimento te√≥rico, sendo incapaz de recrutar aqueles que s√£o melhores educadores; (IV) a falta e um par√Ęmetro de avalia√ß√£o da habilidade de ensinar; (V) promo√ß√£o autom√°tica de professores por tempo de servi√ßo; e (VI) uma baixa taxa de aluno-professor.

    H√° uma necessidade de se reorganizar a carreira de professor, oferecendo um melhor sal√°rio-base para a atra√ß√£o dos profissionais mais qualificados. As provas para contrata√ß√£o devem conter uma fase onde o candidato tem que obrigatoriamente apresentar um determinado n√ļmero de aulas com conte√ļdos determinados e variados, para averiguar sua capacidade de passar o conte√ļdo.

    Al√©m disso, deve-se criar um sistema de avalia√ß√£o de desempenho do professor baseado na evolu√ß√£o acad√™mica dos seus alunos. √Č de extrema import√Ęncia que essa avalia√ß√£o esteja atrelada a promo√ß√£o e bonifica√ß√£o. Necess√°rio tamb√©m se reduzir o n√ļmero de alunos por professor, para que o docente tenha a capacidade de se concentrar melhor no desenvolvimento dos seus alunos.

     

  • #2771
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    lucas manoel Manoel
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    O Brasil investe acima da m√©dia dos pa√≠ses membros da OCDE (Organiza√ß√£o para a Coopera√ß√£o e Desenvolvimento Econ√īmico). Mais de 15% dos recursos p√ļblicos √© direcionado para a educa√ß√£o no Brasil, contra 10,3% da m√©dia da organiza√ß√£o. Os n√ļmeros de investimento do Brasil s√£o muito superiores ao de na√ß√Ķes desenvolvidas como a Noruega e Su√≠√ßa. Contudo, √© da percep√ß√£o de todos que a educa√ß√£o Brasileira apresenta diversos problemas. Cerca de 50 milh√Ķes de Brasileiros s√£o analfabetos, e 30% diz nunca ter adquirido um livro.¬† A infraestrutura das escolas ao redor do pa√≠s √© prec√°ria e, muitas delas¬† n√£o possuem sequer rede de esgoto. De acordo com a organiza√ß√£o Todos pela Educa√ß√£o apenas 4,8% das escolas p√ļblicas que oferecem ensino fundamental possuem infraestrutura completa prevista em lei. 52% dos nordestinos adultos n√£o possuem o ensino fundamental completo e apenas 8,8% dos afrodescendentes alcan√ßam algum tipo de diploma. √Č not√≥rio que quanto menor for o tempo de estudo, menor ser√° a chance de ascender socialmente. O PSDB e todos os demais partidos precisam compreender que aumentar simplesmente os gastos com educa√ß√£o sem um crit√©rio adequado n√£o se traduz em melhorias na forma√ß√£o educacional de nossos cidad√£os. Para melhorar a renda da popula√ß√£o Brasileira e diminuir a desigualdade social √© de extrema necessidade encurtar a distancia dos alunos do ensino b√°sico e superior no que diz respeito a investimento monet√°rio. Por vivermos em um mundo de recursos escassos, o Brasil n√£o deveria gastar quatro vezes mais do seu or√ßamento no ensino superior em compara√ß√£o com o b√°sico. Uma mudan√ßa de prioridades deveria ser feita a fim de obter melhores resultados, levando em considera√ß√£o que o investimento no ensino b√°sico em regra √© direcionado para os mais pobres. Os maiores e melhores resultados prov√©m da primeira inf√Ęncia, √© preciso incluir os mais pobres que muitas vezes nem sequer sabem ler. Quanto maior for a diferen√ßa nos investimentos na educa√ß√£o b√°sica e superior¬† maior ser√° o fosso entre ricos e pobres. H√° muitos outros pontos a serem analisados, mas acredito que uma melhor gest√£o dos recursos √© o come√ßo para promover educa√ß√£o de qualidade a todos. A educa√ß√£o liberta, n√£o podemos esquecer isso em tempo algum!

    <span style=”background-color: transparent; color: #000000; font-family: Arial; font-size: 11pt; white-space: pre-wrap;”>¬†</span>

  • #2773

    Nenhuma quest√£o no pa√≠s ser√° resolvida a golpes de frases feitas. √Č preciso um amplo debate e uma constru√ß√£o conjunta em sociedade. A educa√ß√£o, a ci√™ncia e a tecnologia s√£o temas que requerem maior aprofundamento. Primeiramente, falando sobre educa√ß√£o. O Brasil precisa de uma reforma educacional ampla. Infelizmente, n√≥s brasileiros, temos a impress√£o que o ensino fora do pa√≠s apresenta melhor qualidade que o nacional. Isso n√£o √© bem verdade. Reitero a qualidade do nosso ensino. O grande problema est√° na moderniza√ß√£o e na amplia√ß√£o dos conte√ļdos. √Č √≥bvio que algumas novas disciplinas precisam ser criadas e outras reformuladas. A educa√ß√£o de ensino integral mostra a qualidade que esta forma de ensino tem produzido bons feitos. Foi isso que fez Pernambuco sair da √ļltima posi√ß√£o para a primeira na quest√£o da qualidade de ensino. Sobral e o Cear√°, como um todo, s√£o exemplos de qualidade educacional. Precisamos aprender com os bons exemplos. Investir em educa√ß√£o n√£o √© o √ļnico caminho. Sabemos que o investimento em educa√ß√£o nos governos do PT sofreu aumentos consider√°veis. Em contrapartida, esse alto investimento n√£o refletiu em melhora na qualidade de ensino. A educa√ß√£o √© a √°rea que n√£o se pode fazer planejamento a curto prazo. Nosso sistema conta com 15 anos de escola secundarista e mais 4 ou 5 anos de ensino superior. Logo, as melhoras s√≥ ser√£o de fato observadas a partir de no m√≠nimo 15 anos ap√≥s a reformula√ß√£o do sistema. O ensino superior, por exemplo, √© muito engessado e necessita de reformula√ß√£o. Uma prova disso √© que, na Europa, um curso de engenharia tem dura√ß√£o de 2 anos para o t√≠tulo de engenheiro generalista, com mais 3 anos de ‚Äúmestrado 1‚ÄĚ, ou seja, uma especializa√ß√£o na √°rea pretendida. As disciplinas s√£o variadas, com carga hor√°rias variando de 10h at√© 90h. Diversificando o curr√≠culo dos estudantes e ampliando o contato profissional com v√°rios especialistas na √°rea. A ci√™ncia e tecnologia, por sua vez, est√° cada vez menos valorizada, ainda que as universidades tenham produzido pesquisa de grande qualidade t√©cnica. Bem se sabe que os pa√≠ses desenvolvidos s√£o aqueles considerados como de ponta na mat√©ria da tecnologia. Infelizmente, o governo federal tem reduzido os recursos do CNPQ e da CAPES e, consequentemente, produz-se a redu√ß√£o da produ√ß√£o de ci√™ncia e tecnologia.

  • #2783
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    Marcus Vinícius Sandrini Acorsi
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    Hoje em dia temos um grande problema em virtude das cotas de ensino. Ao meu ver elas s√£o justas e querendo ou n√£o, uma boa iniciativa, entretanto deveriam servir apenas por um per√≠odo de tempo, enquanto a educa√ß√£o b√°sica receberia investimentos, tornando o abismo entre ensino p√ļblico e privado menor e dando maiores possibilidades de alunos de escolas p√ļblicas conseguirem vagas universit√°rias.

    Porém o que ocorre são que devido ao ensino, muitos dos alunos que conseguem tais vagas, acabam repetindo de matéria diversas vezes ou não conseguem se tornar um profissional qualificado futuramente, pela falta de base e dificuldade de acompanhar a matéria.

    Na minha opini√£o o investimento em educa√ß√£o b√°sica √© fundamental, sendo que n√£o se deve extinguir 100% as cotas, visto que infelizmente jamais se equiparar√° o ensino p√ļblico ao privado, mas diminuir proporcionalmente ao investimento realizado, n√£o prejudicando o desempenho deles na universidade, nem tampouco seu futuro profissional e de seus clientes.

    Outra iniciativa muito bacana que deveria se tornar mais comum, seriam os cursinhos populares como ocorrem em favelas de SP e RJ e tem bons resultados de aprova√ß√Ķes. Apesar de geralmente serem de iniciativa particular seria interessante algum projeto nesse sentido, pois al√©m do ensino escolar regular ser prec√°rio, acaba por faltar algo mais destinado aos vestibulares.

  • #2784
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    Gabriel Santana Silva
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    Um dos grandes pilares para aperfei√ßoamento da sociedade √© sem d√ļvidas a educa√ß√£o. Visto isso √© necess√°rio transformar a vis√£o n√£o s√≥ do aluno como de todos, para encaramos a escola e seu papel na comunidade e desenvolvimento do pa√≠s.

    Ideias que promovam maior engajamento como inicia√ß√Ķes cient√≠ficas j√ļnior, onde o aluno disp√Ķe de horas extras ap√≥s o hor√°rio de aula, para se dedicar em projetos de pesquisa e estudo em conjunto, na √°rea que preferir. Al√©m disso paralelamente, pode-se buscar maior engajamento e dedica√ß√£o dos docentes,dando¬† bonifica√ß√Ķesp rendimento das turmas e projetos desenvolvidos. Aulas extra classe podem ser concedidas a alunos que busquem conhecer al√©m do conte√ļdo programado ou a alunos com dificuldades.

     

    Em algumas cidades vêem existindo progresso nas áreas de educação básica que ficam sobre gestão municipal isto acontece principalmente pelo fato do município conhecer as dificuldades de ensino específicas de cada localidade, trazendo essa idéia de gestão e cobrando os devidos investimentos, a municipalização do ensino médio é uma vertente a seguir.

    Escolas t√©cnicas com est√°gio dispon√≠vel s√£o √≥timas op√ß√Ķes integrando e inserindo o jovem j√° no mercado de trabalho isto pode ser feito em parceria com ind√ļstrias, ou em setores p√ļblicos, e em uma administra√ß√£o estado/munic√≠pio atendendo a demanda do setor regional

     

     

  • #2789
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    Ricardo Alexandre Alves
    Espectador

    O desenvolvimento de uma na√ß√£o passa, de forma categ√≥rica, pela educa√ß√£o. Sendo assim, visando um crescimento nacional, seria muito interessante implementar pol√≠ticas de incentivo a pesquisa na √°rea de tecnologia. N√£o apenas enviar estudantes de ensino superior a outros pa√≠ses para estudarem, mas principalmente, incentivar a pesquisa e desenvolvimento tecnol√≥gico no pr√≥prio Brasil com condi√ß√Ķes satisfat√≥ria de material¬† e remunera√ß√£o. Na pr√°tica poderia funcionar como um ‘bolsa pesquisador’ que teria de in√≠cio uma prova de sele√ß√£o

  • #2813
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

    Um dos grandes pilares para aperfei√ßoamento da sociedade √© sem d√ļvidas a educa√ß√£o. Visto isso √© necess√°rio transformar a vis√£o n√£o s√≥ do aluno como de todos, para encaramos a escola e seu papel na comunidade e desenvolvimento do pa√≠s.

    Ideias que promovam maior engajamento como inicia√ß√Ķes cient√≠ficas j√ļnior, onde o aluno disp√Ķe de horas extras ap√≥s o hor√°rio de aula, para se dedicar em projetos de pesquisa e estudo em conjunto, na √°rea que preferir. Al√©m disso paralelamente, pode-se buscar maior engajamento e dedica√ß√£o dos docentes,dando¬† bonifica√ß√Ķesp rendimento das turmas e projetos desenvolvidos. Aulas extra classe podem ser concedidas a alunos que busquem conhecer al√©m do conte√ļdo programado ou a alunos com dificuldades.

     

    Em algumas cidades vêem existindo progresso nas áreas de educação básica que ficam sobre gestão municipal isto acontece principalmente pelo fato do município conhecer as dificuldades de ensino específicas de cada localidade, trazendo essa idéia de gestão e cobrando os devidos investimentos, a municipalização do ensino médio é uma vertente a seguir.

    Escolas t√©cnicas com est√°gio obrigat√≥rio s√£o √≥timas op√ß√Ķes integrando e inserindo o jovem j√° no mercado de trabalho isto pode ser feito em parceria com ind√ļstrias, ou em setores p√ļblicos.

    Quanto ao ensino superior n√£o devemos desencorajar a pesquisa b√°sica e o investimento em tal, entretanto √© poss√≠vel abrir caminho para que empresas privadas possam investir em pesquisas de universidades p√ļblicos claro que com uma porcentagem direcionada a pesquisa b√°sica.

    A participação das universidades podem e devem ser maiores na comunidade, programas onde alunos universitários atuam em escolas de comunidades locais aplicando projetos de ensino ou aulas de reforço,  entre outros são bons exemplos.

     

  • #2838
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    Carlos Eduardo de Paula Arthus
    Espectador

    O Brasil vive hoje um momento inst√°vel e de grandes obst√°culos pol√≠ticos, econ√īmicos e sociais. Os governos eleitos em 2018, tanto em √Ęmbito nacional quanto estadual, ter√£o a responsabilidade de promover mudan√ßas estruturantes no Pa√≠s, de modo a assegurar que o processo de retomada econ√īmica e de melhoria do quadro social atualmente instalado se d√™ de maneira consistente e duradoura. Nesse cen√°rio, √© fundamental que a educa√ß√£o b√°sica ganhe prioridade na agenda pol√≠tica brasileira, uma vez que n√£o h√° pa√≠s social e economicamente desenvolvido sem educa√ß√£o de qualidade.

    A visão norteadora da estratégia pode ser apresentada  em:

    ‚ÄĘ o acesso de todas as crian√ßas e jovens √† escola;

    ‚ÄĘ a perman√™ncia na escola com trajet√≥ria entre as s√©ries e conclus√£o em idade apropriada; e

    ‚ÄĘ a aprendizagem adequada na idade certa.

    Das escolas, n√≥s podemos esperar que a aprendizagem do conhecimento acumulado pela sociedade (e que ser√° aperfei√ßoado pelas futuras gera√ß√Ķes):

    ‚ÄĘ O dom√≠nio de compet√™ncias e habilidades essenciais para a vida cidad√£ e produtiva;

    ‚ÄĘ O respeito e a valoriza√ß√£o da diversidade como um ativo da sociedade brasileira e da pluralidade de ideias, vis√Ķes e pensamentos;

    ‚ÄĘ O pensamento cr√≠tico e de car√°ter emancipat√≥rio de modo a promover a inclus√£o social de todos e o fortalecimento da pr√≥pria democracia.

     

    Dos Professores devemos desenvolver programas que garantam:

    Currículo de qualidade;

    ‚ÄĘ Materiais did√°ticos para alunos e professores (incluindo refer√™ncias de pr√°ticas pedag√≥gicas e recursos digitais, planos de aula e sequ√™ncias did√°ticas);

    ‚ÄĘ Forma√ß√£o continuada aos docentes para a implementa√ß√£o do curr√≠culo; e

    ‚ÄĘ Avalia√ß√Ķes processuais estruturadas e atreladas a um processo de devolutiva de f√°cil leitura e interpreta√ß√£o pelo professor.

  • #2841
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    Junior Vieira
    Espectador

    Educa√ß√£o √© o alicerce da popula√ß√£o, portanto, esse deveria¬† ser o ponto mais acolhido e defendido por todo e qualquer governo, pois com uma educa√ß√£o de qualidade a todos, os n√ļmeros da viol√™ncia diminuem, os √≠ndices de sa√ļde melhoram, a renda da popula√ß√£o melhora, enfim, todos ganham com uma popula√ß√£o culta.

     

    √Č necess√°rio investimento na educa√ß√£o b√°sica, pois, como o pr√≥prio nome diz, √© a base e com uma boa base fica mais f√°cil de construir um futuro melhor para a popula√ß√£o.

     

    Além disso, é importante no investimento de Creches de período integral, visto que na maioria das vezes os pais trabalham e acabam tendo dificuldades por conta disso.

     

    Destaca-se ainda, que as escolas deveriam possuir aulas ou atividades em período integral aos alunos, pois assim, os manteriam ocupados e ajudaria a mantê-los fora das drogas.

     

    J√° em rela√ß√£o ao Ensino Superior √© necess√°rio uma maior fiscaliza√ß√£o em Faculdades a Dist√Ęncia, pois muitas vezes os alunos n√£o estar√£o preparados ao terminar os cursos.

  • #2857
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    Eduardo Rizzieri Cavalli
    Espectador

    Ficou claro nos √ļltimos anos que o Brasil s√≥ se tornara um pa√≠s realmente desenvolvido e justo com uma maior democratiza√ß√£o da educa√ß√£o. √Č not√≥ria a necessidade de maiores investimentos no ensino base, fundamental, m√©dio e superior, mas h√° de se discutir justi√ßa social. √Č correto que estudantes predominantemente de classe m√©dia alta ocupem majoritariamente escolas e universidades p√ļblicas? O verdadeiro desafio da educa√ß√£o da pr√≥xima d√©cada ser√° como diminuir a desigualdade entre aqueles que almejam o ensino superior, e preparar melhor os alunos de educa√ß√£o b√°sica, e o PSDB deve estar na vanguarda deste assunto.

  • #2866
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    Matheus Lima
    Espectador

    A educação brasileira é de modo geral centralizada e ditada pelo Estado.

    Atualmente o modelo educacional brasileiro possui forte disparidade no investimento entre o ensino básico e o ensino superior. Proporcionalmente o Brasil investe a porcentagem media da OCDE na educação primária e secundária, sendo muito maior o investimento no nível superior.

    Do que adianta investir mais no ensino superior do que no básico quando é necessário ter o básico para complementar e adentrar o superior?

    Deste modo s√≥ aqueles que possuem uma educa√ß√£o qualificada conseguem ser beneficiados com o acesso a educa√ß√£o p√ļblica, aumentando ainda mais o n√≠vel de car√™ncia daqueles que recebem uma educa√ß√£o b√°sica(ou prim√°ria) prec√°ria. √Č para a educa√ß√£o b√°sica que deveria ser concentrado os investimentos, pois, √© a partir dela que todos formam sua base. N√£o se pode come√ßar a construir uma casa pelo telhado. E o estado √© respons√°vel direto por essas consequ√™ncias.

  • #2867
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    Pedro Ygor Sousa Silva
    Espectador

    Uma reavalia√ß√£o das dividas do Fies, e extens√£o do financiamento estudantil a p√≥s gradua√ß√Ķes profissionalizante da rede p√ļblica e privada, sele√ß√£o de bolsistas separadas por faixas de interesses e vulnerabilidade, reestrutura√ß√£o do ensino superior, est√≠mulo ao desenvolvimento das atividades ministradas nas academias pelos campis, com a contra√ß√£o e emprego dos pr√≥prios profissionais das ies em seus locais de ensino, est√≠mulo a cria√ß√£o de empresas juniors.

  • #2921
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    ERIK LIMA REIS SANTOS
    Espectador

    Ensino superior precisa ser modernizado ter menos política na implantação de matérias nas grades curriculares

  • #2937
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    Henrique Pinheiro
    Espectador

    O Brasil passa por um momento que sua educação, estudos científicos, estão sendo ameaçados pelo o Governo Federal. A falta de investimento nessas áreas é de se preocupar muito.
    A educa√ß√£o deve ser a principal pauta do PSDB! Come√ßando pela a valoriza√ß√£o dos Professores, como, revendo seus sal√°rios, criando mecanismos para que o professor possa aprimorar e tornar din√Ęmicas a suas aulas no sistema p√ļblico. Que os investimentos na educa√ß√£o n√£o sejam congelados e sim aplicados de maneira correta, para que o estudante do ensino p√ļblico tenha a mesma qualidade de ensino de quem estar na particular.
    Precisamos investir nos nossos estudos científicos para que o Brasil comece a importar seus estudos e tornar jovens em grandes cientistas. Temos que acabar com essa cultura que o de fora é sempre melhor do que o de casa. Precisamos investir aqui para gerar estudo e economia.

  • #2944
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    Samuel Genuino
    Espectador

    A educa√ß√£o dever ser sempre uma das principais prioridades de uma na√ß√£o. Atrav√©s da educa√ß√£o √© possivel construir uma sociedade produtiva, comprometida com o progresso e consciente do seu papel e import√Ęncia. Os recursos destinados a educa√ß√£o precisam ser preservados e novos investimentos devem ser estabelecidos. O nosso partido necessita abra√ßar a causa da educa√ß√£o, na defesa de uma educa√ß√£o b√°sica de qualidade, na luta pela constru√ß√£o de cheches e a universaliza√ß√£o do ensino integral. O FUNDEB deve ser rediscutido, novas formas de investimentos devem ser estabelecidas e a valoriza√ß√£o do professor deve ser uma realidade. A √°rea de ci√™ncia e tecnologia necessita de investimentos importantes, para a garantia dos avan√ßos que nosso pa√≠s precisa, na garantia de que possamos ser uma refer√™ncia de novas descobertas e se constituir como uma importante for√ßa internacional na produ√ß√£o de estudos importantes para o mundo. O ensino superior e t√©cnico tamb√©m necessitam de um olhar especial das for√ßas pol√≠ticas, √© necess√°rio que possamos oferecer como na√ß√£o, a cada cidad√£o, a oportunidade de se aperfei√ßoar como profissional e retribuir com trabalho e dedica√ß√£o as oportunidades ofertadas por nosso pa√≠s. Oportunidades para todos deve ser um princ√≠pio b√°sico de qualquer governo constitu√≠do e, em especial na educa√ß√£o, deve ser uma premissa inviol√°vel.

  • #2945
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    Paulo Fernando
    Espectador

    Em mais de 10 anos de Universidade P√ļblica, o que pude perceber √© que os governos, com o tempo, foram retirando a autonomia outrora prevista para tornar os reitores cada vez mais dependentes do Governo Federal.

    Se o ideal de Newton Sucupira e de tantos outros pioneiros da educa√ß√£o superior era uma Universidade aut√īnoma, isso foi se perdendo com o tempo. Hoje h√° amarras vis√≠veis impedindo certo progresso administrativo das federais.

    A dependência do poder central foi demonstrada no recente contigenciamento de verbas da CAPES .

    Um dos pontos mais importantes quando se discute ensino superior, é a visão empreendedora e a capacidade de captação de recursos externos.

    Não se faz um país sem ciência de ponta e para isso precisamos de arranjos institucionais mais seguros e habeis a resolver os problemas.

  • #2960
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    Ronan Junior
    Espectador

    Na educa√ß√£o b√°sica e ensino m√©dio, melhorar a capacita√ß√£o constante dos professores, assim como melhores remunera√ß√Ķes, manter e dar sequencia a reforma do ensino m√©dio, de forma que o aluno conclua essa etapa preparado para prestar qualquer vestibular e tenha recebido conhecimento t√©cnico para ter uma profiss√£o. Investir na dobradinha Educa√ß√£o/esporte afim de formar cidad√£os, pois o esporte √© importante ferramenta de inclus√£o social.

    O governo federal deve investir em ciência e tecnologia para fomentar a área de pesquisa.

    Em relação as Universidades federais, deve cobrar mensalidade daqueles alunos que são de família de alta renda, revertendo essa nova receita na estruturação das Universidades publicas. Criar e manter programas como o prouni, para aumentar o acesso de alunos com baixa renda ao ensino superior.

    Não entrar nessa conversa fiada de escola sem partido ou de viés ideológico, dando ao professor total autonomia dentro da sala de aula.

  • #2964
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    Fernando Moura
    Espectador

    Investir e focar em pesquisa que gere resultados pr√°ticos e diretos para o desenvolvimento econ√īmico e social.

  • #2977
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    André Luiz
    Espectador

    Um tema muito essencial para nosso Brasil.
    Com os avan√ßos da tecnologia tudo deve ficar mais atualizado. A forma de como se tem ensinado nossas crian√ßas tem sempre um novo jeito, mas o conte√ļdo precisa constantemente ser melhorado. Nossas escolas precisam ter boas estruturas, salas de aula que proporcione um ambiente de ensino. E para aprimorar ainda mais, trazer para dentro de todas as escolas mais cursos profissionalizantes, tais como, inform√°tica, administra√ß√£o, biologia, entre outros cursos espec√≠ficos, que prepara os nossos adolescentes e jovem para o mercado de trabalho no futuro. √Č necess√°rio sempre investir na educa√ß√£o.
    As institui√ß√Ķes privadas de ensino precisam ter um maior rigor por parte da legisla√ß√£o brasileira e fiscaliza√ß√£o. H√° muitas institui√ß√Ķes de baixa qualidade e sem reconhecimento pelo MEC. A educa√ß√£o √© a melhor forma de formar bons cidad√£os.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Andr√© Luiz.
  • #2983
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    Wagner Siben de Souza Wolff
    Espectador

    O sistema educacional deve passar por profundas reformas.

    A primeira delas √© dar mais liberdade ao aluno, diversificando a base curricular. Os alunos precisam ser estimulados a desenvolverem suas melhores habilidades. Hoje, todos estudam tudo, desistimulando a criatividade do aluno. √Č preciso encontrar uma forma de implementar escolas em per√≠odo integral e com forma√ß√£o t√©cnica.

    No ensino superior, é necessário diminuir a doutrinação ideológica das universidades e fortalecer a pesquisa, afinal, nenhum país sério e que pretende prosperar deixa de investir em pesquisa.

     

  • #2988
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    Israel Scarsi Marangoni
    Espectador

    Vejo o Centro Paula Souza (das Etec e Fatec) sendo desperdiçado.Acredito que deveria ser obrigatório a Formação Tecnica/Ensino Fundamental e Superior Tecnológica/Ensino Médio para que o aluno receba e tenha como reconhecida sua formação no ensino publico!

  • #2996
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    Jemerson Gleison Barbosa da Silva
    Espectador

    Nos √ļltimos anos vimos um avan√ßo no acesso ao ensino superior, o que foi louv√°vel. Por√©m foi totalmente esquecido a educa√ß√£o b√°sica. Um pa√≠s que n√£o valoriza a educa√ß√£o b√°sica, em especial os anos iniciais, n√£o tem perspectiva de desenvolvimento a longo prazo. Acredito que deveria se investir mais na educa√ß√£o b√°sica em programas de acesso a tecnologia nas escolas e tamb√©m a uma grade diversificada de forma√ß√£o human√≠stica. Apenas uma reforma curricular n√£o causar√° uma mudan√ßa. Como podemos ver temos um √≥timo curr√≠culo, mas crian√ßas que n√£o terminam o ensino fundamental lendo e interpretando com compet√™ncia. Por isto acredito que acesso a cultura e diferentes linguagens deve ser fundamental. Tamb√©m precisa ser repensado a progress√£o autom√°tica e a forma√ß√£o de professores.

  • #3024
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    Marco Tadeu Assis
    Espectador

     
    <div id=”icpbravoaccess_loaded”>Acredito que o Brasil deveria adotar um modelo de investimento educacional nos moldes do modelo usado na Coreia do Sul, onde, o pais asi√°tico¬† se comprometeu nas ultimas cinco d√©cadas a triplicar o valor investidos na educa√ß√£o do pais, principalmente na educa√ß√£o de base, n√£o deixando de lado bolsas cientificas e cria√ß√£o de novas tecnologias. Resultado: a coreia do sul teve um crescimento espor√°dico em seu PIB nas √ļltimas d√©cadas. Isso comprova que a longo prazo, a melhor forma de melhorar o PIB/IDH de um pais √© investir pesadamente em educa√ß√£o/ciencia/tecnologia.</div>
    <div id=”icpbravoaccess_loaded”></div>

  • #3025
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    Paulo Afonso Tavares
    Espectador

    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 20.0pt; line-height: 115%; font-family: ‘Arial’,’sans-serif’;”>Uma grande na√ß√£o √© constru√≠da por meio da qualifica√ß√£o da popula√ß√£o, ou seja, por meio do ensino e aprendizagem. O Brasil n√£o pode continuar enxugando gelo. √Č essencial o investimento no ensino superior, mas n√£o podemos deixar de lado o ensino b√°sico, e priorizar somente o ensino superior. </span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 20.0pt; line-height: 115%; font-family: ‘Arial’,’sans-serif’;”>¬†</span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 20.0pt; line-height: 115%; font-family: ‘Arial’,’sans-serif’;”>Por mais que as cotas sejam mecanismos para disponibilizar o ensino superior para as camadas mais pobres, n√£o √© o suficiente. J√° que muitos desses alunos n√£o est√£o aptos para cursarem uma faculdade. </span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 20.0pt; line-height: 115%; font-family: ‘Arial’,’sans-serif’;”>¬†</span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 20.0pt; line-height: 115%; font-family: ‘Arial’,’sans-serif’;”>A melhor maneira de resolver esse problema √© a constru√ß√£o de escolas de tempo integrais e escolas militares. </span></p>

  • #3026
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    Paulo Afonso Tavares
    Espectador

    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-size: 20.0pt; line-height: 115%; font-family: ‘Arial’,’sans-serif’;”>Uma grande na√ß√£o √© constru√≠da por meio da qualifica√ß√£o da popula√ß√£o, ou seja, por meio do ensino e aprendizagem. O Brasil n√£o pode continuar enxugando gelo. √Č essencial o investimento no ensino superior, mas n√£o podemos deixar de lado o ensino b√°sico, e priorizar somente o ensino superior.</span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-family: Arial, sans-serif; font-size: 20pt;”>Por mais que as cotas sejam mecanismos para disponibilizar o ensino superior para as camadas mais pobres, n√£o √© o suficiente. J√° que muitos desses alunos n√£o est√£o aptos para cursarem uma faculdade.</span></p>
    <p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”><span style=”font-family: Arial, sans-serif; font-size: 20pt;”>A melhor maneira de resolver esse problema √© a constru√ß√£o de escolas de tempo integrais e escolas militares.</span></p>

  • #3051
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    Joao Pedro Freitas de Araujo Alves
    Espectador

    1) Melhoria em nossos col√©gios p√ļblicos, atrav√©s da valoriza√ß√£o de nossos professores, implantando sistema de meritocracia para estes; atrav√©s de presen√ßa ativa em salas de aula e tamb√©m do resultado que os alunos tiverem em provas peri√≥dicas aplicadas pelos governos estaduais e federais.

    2) Aumentar o n√≠vel de exig√™ncias do exame nacional do ensino m√©dio garantindo assim que possa ser feito um melhor ranqueamento dos col√©gios, com maior foco nos col√©gios p√ļblicos para termos uma vis√£o de que o trabalho est√° sendo efetuado de maneira mais consistente poss√≠vel. (Atrav√©s destes funcionar um sistema de meritocracia para col√©gios e professores).

    3) Melhoria de material escolar, tendo o mesmo n√≠vel de ensino em nossos col√©gios particulares e p√ļblicos.

    4) Aumento da carga horaria a partir do fundamental 2, para melhor absor√ß√£o de conte√ļdos e maior tempo para os professores trabalharem junto aos seus alunos.

    5) Melhoria na seguran√ßa dos col√©gios com catracas eletr√īnicas e c√Ęmeras em todas as suas depend√™ncias incluindo salas de aula; c√Ęmeras monitoradas 24 horas.

    6) Al√©m dos exames de ensino m√©dio (ENEM) volta dos vestibulares tradicionais em nossas universidades p√ļblicas.

    7) Teto salarial para professores de universidades p√ļblicas independente do tempo de magistrado para come√ßarmos a resgatar universidades prestigiadas que est√£o sendo sucateadas pelo alto custo.

    8) Melhoria em nossas universidades p√ļblicas atrav√©s de parcerias com o setor privado. Melhoria em todas as suas estruturas.

    9) Maior apoio do estado a pesquisas realizadas nas universidades através de bolsas, para não perdermos tantos talentos que temos para outros países.

    10) Integração de mais universidades renomadas junto as nossas, onde possamos trazer mais pesquisas de fora para o nosso país.

  • #3079
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    Jhonathan Rocha
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    Quando falamos em educa√ß√£o, ci√™ncia e tecnologia e ensino superior, √© evidente que faz-se necess√°ria uma revolu√ß√£o. Um pa√≠s, um estado e um munic√≠pio s√≥ s√£o capazes de passar pelas mudan√ßas necess√°rias a partir do momento em que existe uma melhora na educa√ß√£o, sobretudo a educa√ß√£o b√°sica, visto que, lutar pela educa√ß√£o √© combater a injusti√ßa social no Brasil. A partir do momento em que tivermos condi√ß√Ķes de que todas as crian√ßas estejam na escola e onde conseguirmos ofertar uma educa√ß√£o que seja de qualidade, de fato, estaremos ali plantando com maestria as sementes do nosso futuro. Nesse sentido, a descentraliza√ß√£o das a√ß√Ķes aparece como uma ferramenta importante para o sucesso da coletividade. Al√©m de programas de governo que sejam passageiros, √© importante que tenhamos uma vis√£o a longo prazo, com a elabora√ß√£o de estrat√©gias que n√£o se findem a cada quatro anos. Al√©m de ser uma necessidade inquestion√°vel, sabemos que universalizar e universalizar com equidade √© uma das √ļnicas sa√≠das que percebemos para garantir a todos os ¬†brasileiros o exerc√≠cio da cidadania e a inser√ß√£o do nosso pa√≠s de forma soberana na nova ordem econ√īmica mundial. A partir do momento em que constru√≠mos bases s√≥lidas na educa√ß√£o b√°sica, √© de se prever que automaticamente teremos avan√ßos nos demais n√≠veis de educa√ß√£o, incluindo o ensino superior, al√©m de um maior desenvolvimento cient√≠fico e tecnol√≥gico.

  • #3108
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    murilo psdb
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    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  murilo psdb.
  • #3177
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    Henrique Luciano Alencar
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    O PSDB tem que defender uma politica educacional inclusiva e de qualidade. Pra tal √© necess√°rio o fortalecimento do Fundeb e maior participa√ß√£o da uni√£o na educa√ß√£o b√°sica;¬† Reformar o curr√≠culo dos cursos de¬† licenciaturas ofertadas no pa√≠s e o plano de carreiras dos docentes.¬† Garantir autonomia financeira para institui√ß√Ķes de ensino superior publicas e racionalizar a gest√£o das mesmas.¬† Al√©m de propor legisla√ß√Ķes que vise ampliar e melhorar as a√ß√Ķes da agencias de fomento as ci√™ncias e inova√ß√Ķes.

  • #3237
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    Estêvão Da Cunha Pereira
    Espectador

    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px; text-align: center;”>A Educa√ß√£o, Ci√™ncia, Tecnologia e Ensino Superior precisa ter investimentos e politicas p√ļblicas para melhorar a educa√ß√£o escolar da nossa popula√ß√£o. A economia anda lado a lado com a educa√ß√£o, jovens preparados hoje ser√£o no futuro pessoas aptas para gerir grandes empresas, em consequ√™ncia teremos uma boa educa√ß√£o e nossa economia melhorar√°.</span>

  • #3251
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    Paulo Fernando
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    Autonomia universit√°ria.

  • #3301
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    Matheus Xavier
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    Temos que defender que o governo priorize excelência na educação básica para que o estudante chegue no ensino superior melhor preparado, isso, na minha opinião, ocorrerá com a mudança do currículo escolar pois hoje o estudante não sai preparado para o atual mercado de trabalho e para a sociedade. Atualmente o índice de evasão escolar no ensino médio é muito alto, evidenciando que hoje a currículo escolar não motiva o jovem a permanecer na escola. Todos os países desenvolvidos atualmente passaram por uma reformulação na educação de seus países e no ensino superior investiram muito em pesquisa científica atrelada aos principal problemas da sociedade.  No  Brasil, o que vejo é a pouca utilização prática das pesquisas universitárias no dia dia da população, temos que mudar isso é incentivar que as prefeituras e estados usem da mão de obra qualificada das universidades para a resolução de problemas da sua região!

  • #3334
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    Wallace Soares
    Espectador

    Temos que pensar em escolas com administração privada, nos mesmos moldes do Prouni; buscar o incentivo a pesquisa científica, além de inclusão no currículo de Direito Constitucional e Economia ainda no Ensino Médio.

     

     

  • #3336
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    Vijanio Filho
    Espectador

    TEMATICA

    EDUCAÇÃO

    Ampliar educação técnica e profissional

    O Brasil tem hoje 1,3 milh√£o de estudantes cursando aulas de ensino t√©cnico. Em universidades e faculdades, s√£o 6,6 milh√Ķes.

    ‚ÄúEstamos apostando em 6 profissionais de n√≠vel superior para cada um de n√≠vel t√©cnico. Isso n√£o √© sustent√°vel‚ÄĚ, defende Marcelo Feres, secret√°rio de Educa√ß√£o Profissional e Tecnol√≥gica do Minist√©rio da Educa√ß√£o.

    De 15 a 19 anos, mais de 50% dos jovens alemães têm aulas de ensino profissionalizante com a educação regular. No Brasil, ficamos em 6,6%.

    √Č preciso acelerar a revers√£o deste cen√°rio, para o bem da empregabilidade dos jovens e do desenvolvimento econ√īmico brasileiro.

    O governo mostrou que quer combater este cen√°rio com o Pronatec, programa que pretende ampliar o acesso a este tipo de curso no pa√≠s. At√© 2014, a meta √© chegar a 8,8 milh√Ķes de benefici√°rios. √Č ver para crer.

    Mais escolas de tempo integral

    Hoje, 32 mil das 156 mil escolas brasileiras t√™m ensino integral em algum grau, isto √©, o aluno tem as 4 horas normais de aula, mas tamb√©m estudos complementares no outro turno. O governo tem 1,5 bilh√£o de reais para aumentar este n√ļmero a at√© 60 mil at√© 2014.

    Segue na direção certa. A educação integral não precisa ser regra nem maioria, mas é particularmente benéfica para os estudantes de menor renda, que têm menos acesso a itens culturais em casa.

    ‚ÄúSe estudam de manh√£, √† tarde filhos de pais abastados s√£o levados para o ingl√™s e t√™m livros em casa. Mas as crian√ßas pobres n√£o t√™m isso‚ÄĚ, afirma Priscilla Cruz, diretora-executiva do Todos pela Educa√ß√£o

    Capacitar professores com enfoque na pr√°tica

    Quando se fala em educa√ß√£o continuada hoje no Brasil, principalmente no √Ęmbito municipal, normalmente o que se quer dizer s√£o a realiza√ß√£o de eventos que misturam lazer e palestras de autoajuda para estimular o professor a ensinar.

    Nada que v√° ter resultado no dia seguinte em sala de aula, basicamente.

    Assim como é preciso aperfeiçoar o curso de pedagogia, é preciso também capacitar professores, claro, mas com foco em resultados. Fazer com que os gastos de prefeituras com capacitação se transformem, de fato, em resultado para os alunos.

     

    Se for investir mais, que seja na educação básica

    Para cada aluno do ensino superior, o Brasil gasta hoje 11,7 mil d√≥lares anualmente, pr√≥ximo aos 13,7 da m√©dia dos pa√≠ses da Organiza√ß√£o para a Coopera√ß√£o e Desenvolvimento Econ√īmico (OCDE). Quando se chega ao ensino b√°sico, no entanto, √© que a situa√ß√£o fica ruim: os 2,4 mil d√≥lares anuais s√£o tr√™s vezes menos do que esses pa√≠ses investem (7,7 mil d√≥lares).

    √Č sabido que nenhum investimento gera tanto retorno social e econ√īmico quanto investir na crian√ßa. O problema, considerado um entrave, √© que tudo isto significa pensar a longo prazo, n√£o exatamente uma especialidade da pol√≠tica brasileira.

    Responsabilização de gestores e políticos

    A nota no Ideb 2011 do estado de Alagoas, para alunos do 6¬ļ ao 9¬ļ ano, foi de 2,5, o menor do Brasil. Dois anos antes, era de 2,7. Os 2,5 eram a mesma nota que o estado tinha obtido em 2005. Situa√ß√£o semelhante ocorreu no ensino m√©dio.

    Enquanto v√°rios estados do Brasil avan√ßavam, os alunos de Alagoas retrocediam, uma situa√ß√£o considerada inaceit√°vel para quem lida com educa√ß√£o. √Č por isso que entidades e especialistas defendem que, contra retrocessos, o melhor √© haver responsabiliza√ß√£o de gestores.

    Projetos para uma Lei de Responsabilidade Educacional (nos moldes da Lei de Responsabilidade Fiscal) tramitam no Congresso. A dificuldade √© dosar que tipos de puni√ß√Ķes estariam previstos para secret√°rios, prefeitos e demais gestores da educa√ß√£o.

    ‚ÄúQueremos que essa lei seja tensionada na medida certa. Por que se voc√™ √© rigoroso, vai ter todo mundo contra. Se for brando, n√£o adianta nada‚ÄĚ, afirma Priscila Cruz, diretora-executiva do Todos pela Educa√ß√£o.

     

    Aumentar acesso ao ensino superior

    Quase universalizar o acesso ao ensino básico mas manter, ao mesmo, tempo, níveis baixos de conclusão de ensino médio mostram que, no Brasil, muita gente fica pelo caminho.

    Dados da OCDE de 2010 mostram que, no grupo entre 35 e 44 anos, somente 12% dos brasileiros têm diploma, contra 24% no Chile e 43% nos EUA.

    O problema é especialmente relevante porque o mesmo estudo, em sua edição seguinte, mostrou que os ganhos para quem tem diploma no Brasil são três vezes superiores à média da OCDE, onde os graduados já ganham 67% a mais.

     

    Gest√£o escolar focada em resultados

    √Č un√Ęnime hoje que o diretor √© mais um s√≠ndico da escola do que algu√©m comprometido com o aprendizado. Como o nome hier√°rquico mais alto da institui√ß√£o, ele deveria ter especial preocupa√ß√£o com o resultado final, como ocorre em uma empresa.

    Ao mesmo tempo, um diretor atuante, que observa a qualidade de aula de seus professores, é tabu no Brasil. A sala de aula é vista como uma redoma dos professores e, no máximo, da coordenação pedagógica.

    Consequ√™ncia desse afastamento √© que um ter√ßo dos gestores escolares desconhecem at√© mesmo o √ćndice de Desenvolvimento da Educa√ß√£o B√°sica (Ideb) de sua escola, mostra pesquisa da Funda√ß√£o Victor Civita.

    Fazer a gestão escolar focar resultados é mudar esta cultura. Em termos de especialização, a situação não é ruim: 80% dos diretores do país fizeram cursos de formação continuada em gestão escolar, apontam as pesquisas da Fundação Victor Civita

    .

    Colocar a educação no topo da agenda

    √Č preciso ser claro: todo governante pode ter um programa para a educa√ß√£o, mas ningu√©m colocou o tema como a maior das prioridades, embora pare√ßa consenso que um pa√≠s s√≥ atinja a plenitude de desenvolvimento com um sistema educacional √† altura.

    ‚ÄúFaltam pol√≠ticos que digam ‚Äėa marca que vou deixar √© a educa√ß√£o‚Äô‚ÄĚ, acredita Priscila Cruz, diretora-executiva do Todos pela Educa√ß√£o.

    A disposição politica é particularmente importante porque muitas das medidas necessárias para tirar o Brasil do atraso demandam o enfrentamento de certas ideologias que embaçam o sistema.

    Em quase todo o Brasil, as √ļltimas elei√ß√Ķes municipais foram um reflexo de como a educa√ß√£o √© vista como importante, mas secund√°ria. Enquanto os candidatos brigavam por quem criaria mais vagas em creches, quase ningu√©m mencionou elevar a qualidade do ensino.

    Reformular o Ensino Médio

    Do estado periclitante da educa√ß√£o brasileira, nenhum √© t√£o ruim quanto do Ensino M√©dio. Entre as notas do √ćndice de Desenvolvimento da Educa√ß√£o B√°sica (Ideb), a do ensino m√©dio √© a mais baixa: 3,1, de 10.

    Parte das pessoas culpa o n√ļmero de disciplinas ensinadas aos estudantes, 13; a outra, a maneira enciclop√©dica, que tenta ser passada de maneira mais profunda que o necess√°rio.

    Garantir escolas com infraestrutura decente

    Embora haja exemplos pontuais de professores que conseguiram arrancar um bom desempenho de crian√ßas e jovens em escolas em p√©ssimas condi√ß√Ķes, √© un√Ęnime entre educadores, apoiados em pesquisas, que uma infraestrutura adequada, com lousas e giz (ou caneta), instala√ß√Ķes cuidadas e carteiras, sem falta de materiais necess√°rios ao aprendizado, acarretam em melhor resultados dos alunos.

    Acabar com a desigualdade entre escolas p√ļblicas bem cuidadas e outras caindo aos peda√ßos, com falta de materiais, √© dar oportunidades equ√Ęnimes aos brasileiros de todas as regi√Ķes.

     

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Vijanio Filho. Raz√£o: Estava criptografado
  • #3342
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
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    <p class=”MsoListParagraph” style=”mso-margin-bottom-alt: auto; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; line-height: normal; mso-outline-level: 2; mso-list: l0 level1 lfo1; background: white;”><!– [if !supportLists]–><span style=”font-size: 12.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: Garamond; mso-bidi-font-family: Garamond; color: #383636; text-transform: uppercase; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;”><span style=”mso-list: Ignore;”>-<span style=”font: 7.0pt ‘Times New Roman’;”>¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† </span></span></span><!–[endif]–><span style=”font-size: 12.0pt; font-family: ‘Times New Roman’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; color: #383636; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;”>Defesa de pol√≠ticas p√ļblicas e planos de educa√ß√£o que contemplem a perspectiva dos direitos humanos e de di√°logos sobre g√™neros/sexual.</span></p>
    Sabemos o quanto a popula√ß√£o de Pessoas Travestis tem evadido do ambiente escolar, devido a a√ß√Ķes de discrimina√ß√£o, como o Novo PSDB pensa em solucionar a evas√£o escolar das pessoas Trans, L√©sbicas e Gays?

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #3388
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    Luiz Torchetti Neto
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    Um ponto em que ultrapassa o tema “Educa√ß√£o” pois consequentemente acaba por fazer parte da “Sa√ļde” √© o de:

    Psicólogos nas escolas.

    √Č de extrema import√Ęncia debater a necessidade desses profissionais em este ambiente, haja vista que, os jovens est√£o cada dia mais sobrecarregados por in√ļmeros fatores, acarretando assim v√°rios dist√ļrbios e/ou transtornos psicol√≥gicos, psicossomatiza√ß√Ķes e outros mais.

    Com a falta deste profissional nas escolas, acabam que os professores, diretores e outros funcionários são praticamente forçados a desempenhar este papel, e sem o devido treinamento/preparo, adoecem juntamente com seus alunos, tanto por ficarem sobrecarregados, quanto por não conseguirem lidar com a realidade daqueles indivíduos.

    Vale salientar que o psic√≥logo no contexto escolar possui v√°rias fun√ß√Ķes, tais como:

    РAvaliação, diagnóstico, atendimentos e encaminhamentos de alunos com dificuldades escolares;
    – Orienta√ß√Ķes √† alunos e pais;
    РOrientação profissional;
    РOrientação sexual;
    РFormação e orientação de professores;
    РElaboração e coordenação de projetos educativos específicos.

    Diante desta, fica aqui meu apelo para levantar a poss√≠vel discuss√£o para assim tentarmos apresentar solu√ß√Ķes para esta necessidade, que ao meu ver, √© de extrema necessidade.

  • #3549
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    HOSILENE DE LUBACHESKI
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    Precisamos discutir educação para a população LGBT, especificamente, para as pessoas trans nosso partido precisa se posicionar de forma mais atuante na discussão de temas de direitos humanos, isso não somente assunto da esquerda, nós somos social democracia, nós iniciamos e protagonizamos grandes entregas para a população LGBT, precisamos continuar avançando. #DiversiaddeTucanaEmAção

  • #3573
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    Joao Pedro Dornelles Claret
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    A grade do sistema educacional brasileiro necessita de uma reforma que prepare o aluno para lidar com¬† alternativas distintas do ensino superior. Introduzir, por exemplo, no√ß√Ķes de economia e investimento, no√ß√Ķes de com√©rcio e administra√ß√£o, introdu√ß√£o ao estudo do Direito, bem como no√ß√Ķes de gest√£o p√ļblica, economia dom√©stica e empreendedorismo na grade curricular de ensino, seria uma medida que certamente ampliaria os horizontes dos jovens que buscam solu√ß√Ķes mais imediatas de emprego que n√£o dependem necessariamente¬† da espera de um diploma universit√°rio, al√©m de serem mat√©rias que auxiliam na forma√ß√£o cidad√£, na manuten√ß√£o do recurso pessoal e familiar e no empreendimento dos neg√≥cios… √Č preciso fundamentar uma grade curricular que reflita a realidade s√≥cio-econ√īmica do pa√≠s, que substitua mat√©rias e conhecimentos deveras espec√≠ficos e desnecess√°rios por mat√©rias que fazem mais sentido para com a realidade social, individual e familiar do jovem brasileiro… Para isto, deve-se analisar minuciosamente o escopo de cada mat√©ria e enxugar de cada os conhecimentos irrelevantes, al√©m de incluir outras mat√©rias mais relevantes… A educa√ß√£o tamb√©m necessita de revolu√ß√£o.

  • #3584
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    Pelo que eu estou lendo, percebo que uma coisa ainda n√£o ficou clara aqui: a educa√ß√£o DEVE ser PRIORIDADE em qualquer modelo de governo. Seja educa√ß√£o de base ou superior. N√£o podemos medir esfor√ßos para que mudemos o cen√°rio atual da educa√ß√£o no pa√≠s. Isso demanda investimento? Sem d√ļvida! Principalmente financeiro! Mas sejamos sinceros: dinheiro em si, nunca faltou, o que sempre falta √© boa gest√£o e compet√™ncia nessa √°rea. Sou filho de professora e estou me formando em licenciatura e o que eu mais vejo s√£o professores desmotivados, com o sucateamento do ensino, a desvaloriza√ß√£o profissional e a falta de investimento em estrutura. Esse novo governo tem se posicionado no sentido de desmoralizar o professor e fazer chacota com a pesquisa cient√≠fica no pa√≠s, o que √© um absurdo! Confesso que at√© agora n√£o vi posturas en√©rgicas de membros do partido, que tenham representatividade, para defender essa classe. Somente a educa√ß√£o pode iluminar as trevas da ignor√Ęncia!

  • #3632
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    Henrique Lacasa
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    Educa√ß√£o n√£o √© op√ß√£o de investimento. √Č importante que fique clara a necessidade de pautar a educa√ß√£o como BASE de qualquer plano de governo…

    Não é possível atingir altos níveis sociais nem combater a desigualdade sem garantir acesso às oportunidades que somente a educação de qualidade pode trazer.

    Além de garantir os investimentos na área, o planejamento deve ser estrategicamente montado para atender as necessidades de cada região, de modo que todos os jovens e adultos possam acessar o ensino superior.

  • #3652
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    Willian Leal
    Espectador

    Nosso pa√≠s possui excelentes condi√ß√Ķes e fartura, voltados √†s principais mat√©rias primas que s√£o utilizadas para o desenvolvimento e pesquisas de novas tecnologias. Exportamos listas destas mat√©rias a baixo custo, para pa√≠ses que s√£o de primeiro mundo e que j√° est√£o consolidados, principalmente aqueles pioneiros e de vanguarda no eixo da inova√ß√£o e produ√ß√£o de novas tecnologias ao exemplo de √°reas como na avia√ß√£o ou espacial. Possu√≠mos bons quadros entre estudantes, cientistas e pesquisadores, que j√° possuem algum tipo de trabalho ou contato com alguma ideia inovadora ou que de alguma forma, estas tecnologias possam contribuir¬† atrav√©s de sua utiliza√ß√£o para o bem comum social.¬† O problema sempre recai para a falta de verba ou investimento. Acredito que incentivar¬† e investir em nossa educa√ß√£o, principalmente em √°reas estrat√©gicas, s√£o fundamentais para o desenvolvimento do Brasil¬† de maneira direta ou indireta. Ali√°s, acaba por gerar novas oportunidades , trabalho e renda √† sociedade! O planejamento de retorno sob o investimento poder√° ser de m√©dio ou a longo prazo, dependendo¬† das √°reas estrat√©gicas a serem priorizadas. Precisamos ter nossa pr√≥pria tecnologia, como em alguns casos j√° existem. Assim seremos vistos com outros olhos a n√≠vel mundial e consequentemente, novos acordos e parcerias poder√£o ser tratados.

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  • #3663
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    Ana Cristina Costa
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    A ci√™ncia precisa ser estimulada no ber√ßo escolar, desenvolver projetos que despertem a curiosidade epistemol√≥gica, propiciar a√ß√Ķes desde a educa√ß√£o infantil ao ensino m√©dio que eleve o n√ļmero de cientistas no ensino superior. Investir na capacita√ß√£o de profissionais da educa√ß√£o, estruturar os pr√©dio escolares, ampliar a infraestrutura,¬† subsidiar os professores com material de qualidade, tecnologia e inova√ß√£o para ampliar √†s estrat√©gias do processo-ensino-aprendizagem. Garantir oferta de vagas desde a Educa√ß√£o B√°sica ao Ensino superior em institui√ß√Ķes p√ļblicas, priorizando os aspectos qualitativos. Incentivar a pesquisa cient√≠fica,¬† estabelecer parcerias com universidades disponibilizando bolsas de mestrado, doutorado e p√≥s-doutorado, para educadores da rede estadual e¬† municipal. Elaborar um plano de carreira,¬† que vislumbre uma evolu√ß√£o funcional atrativa, que estimule a vinda de profissionais competentes e os mantenham na √°rea da educa√ß√£o, …

  • #3671
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    Rafael Ventura
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    O acesso ao ensino deve ser facilitado, pois dessa forma os jovens terão melhor qualificação e poderão entrar no mercado de trabalho de forma mais segura. Além disso, o governo deve investir na ciência, e desenvolvimento de novas tecnologias, pois só assim o Brasil terá avanço nessa área perante outros países.

    Os professores do ensino básico também precisam de melhores salários, alem de investimentos do próprio governo para cursos e palestras, aprimorando o conhecimento destes profissionais e sempre mantendo-os bem atualizados.

  • #3705
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    Alexandre Rocha
    Espectador

    Deveríamos a obrigar a todas as pessoas que tem a formação superior paga pelo estado a prestar serviço, por um determinado período, para as prefeituras  locais de acordo com sua formação mediante a convocação da mesma. Receberiam salários dentro do que é pago pelas prefeituras e, se caso recusar, reembolse o estado. O estado tem que priorizar as pessoas. Pessoas ajudando pessoas. Não podemos conviver com pessoas que se formam pelo estado e cobram altos valores pelas consultas/serviços e não estão nem aí para a população que pagou seu estudos.

  • #3765
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    kleber Garcia
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    Sou contra a cobran√ßa de mensalidade para o Ensino Superior. Apesar da legisla√ß√£o brasileira prever que a edu√ß√£o escolar deve ser p√ļblica e gratuita entre 4 e 17 anos de idade das nossas criancas e jovens, considero a Educa√ß√£o escolar um dever do Estado. Se considerarmos a cobran√ßa de mensalidade para o nivel superior em institui√ß√Ķes p√ļblicas de ensino,, o que poder√° acontecer daqui alguns anos a luz da LDB? Como ir√° ficar a Educa√ß√£o infantil na idade abaixo de 4 anos? E o EJA que √© oferecido para Jovens e adultos acimados 17 anos?

    Os problemas do Brasil, nessa quest√£o, s√£o v√°rios. A LDB em rela√ß√£o a recursos financeiros, nunca foi respeitada. Ela prev√™ a destina√ß√£o do equivalente a 7% do PIB brasileiro para a Educa√ß√£o P√ļblica, isso nunca aconteceu. O m√°ximo que tivemos foi um pouco mais de 4%, sem nunca ter chegado a 5% do PIB. Isso faz muita diferen√ßa para a gest√£o das Universidades p√ļblicas e das escolas do ensino b√°sico. Precisa alterar urgente o pacto federativo, que determina o percentual do total de impostos recolhidos no Brasil que ir√° para cada ente federativo. Qual percentual ficar√° para a Uni√£o, para Estados e Munic√≠pios. A educa√ß√£o p√ļblica do ensino b√°sico fica sob a responsabilidade dos Estados e Munic√≠pios e, estes, precisam de mais recursos para melhorar a qualidade da Educa√ß√£o p√ļblica para os jovens que tiveram sua forma√ß√£o na escola p√ļblica terem maiores chances nos vestibulares das Universidades.

    Obviamente melhorar a qualidade do Ensino P√ļblico n√£o se resume as quest√Ķes financeiras mas cobrar mensalidade em Universidade P√ļblica est√° muito distante de come√ßar um caminho para melhorarmos a Educa√ß√£o Escolar brasileira. Nossos problemas s√£o estruturais e muito mais abrangentes que isso. Essas ideias de implantar sistemas existentes em pa√≠ses de economias liberais, por enquanto, precisamos ter muito cuidado porque nossa popula√ß√£o n√£o tem poder aquisitivo para isso e nosso mercado √© muito inst√°vel e n√£o nos d√° nenhuma previsibilidade de como estar√£o quest√Ķes relacionadas √† emprego e renda atualmente, quem dir√° para uma pessoa cursar uma gradua√ß√£o?

    Temos que começar ter seriedade no trato com a Educação escolar brasileira e parar definitivamente de fazer esses remendos e puxadinhos!

    Queremos uma educa√ß√£o de qualidade? Vamos por caminhos de pa√≠ses que deram certo nessa quest√£o. Sugiro olharmos o exemplo da Finl√Ęndia.

  • #3772
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    Fabio Araujo
    Espectador

    Primeiramente temos que definir que tipo de educação queremos e onde o Brasil como país quer chegar, pois nenhum país no mundo se desenvolveu sem investimento em educação.

    Primeiramente temos que inverter a l√≥gica educacional dos √ļltimos anos de investimento maci√ßo em educa√ß√£o superior, n√£o que n√£o seja importante, mas com certeza √© apenas paliativo, que n√£o resolve o problema da educa√ß√£o no pa√≠s, como diz o poeta, ‚Äúpara ingl√™s ver‚ÄĚ.

    O investimento deve ser em educa√ß√£o de base, que √© onde se forma o cidad√£o. Devemos inserir na grade curricular mat√©rias de cidadania, onde se inclua princ√≠pios b√°sicos de direito, educa√ß√£o financeira, ecologia, dentre outras mat√©rias, dever√≠amos inserir mat√©rias optativas diferenciadas como culin√°ria, servi√ßos gerais, mec√Ęnica, dentre outras, assim o jovem ter√° mais oportunidades e com certeza mais certeza da hora de escolher um curso universit√°rio.

  • #3826
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    Raquel de Santana
    Espectador

    √Č urgente que o m√©todo de¬† “franquia” da educa√ß√£o superior seja revisto, essa modalidade est√° criando um problema muito grave, pois o indiv√≠duo com n√≠vel superior n√£o tem a menor condi√ß√£o de disputar mercado, √© muito deficiente, os professores n√£o tem a menor responsabilidade de educar esse indiv√≠duo porque em sua grande maioria s√£o pedagogos dando aulas para os cursos de Administra√ß√£o, Contabilidade etc. O Parfor √© outra ferramenta deficiente, aqui na minha regi√£o norte, o professor vai at√© a comunidade ministra 1 semana de aula e equivale h√° 1 semestre! vc daria seu filho para ser educado por esse profissional que se formou dessa forma?

    Outra questão em relação aos Professores é que só atentamos para a questão financeira, que tal centrar esforços para conhecer esse profissional, treina-lo principalmente no Ensino Fundamental.

  • #3843
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    wilson santos
    Espectador

    A Educação no Brasil sempre foi relegada , poucos governos a trataram com seriedade. Em nossa gestão , com Fernando Henrique, conseguimos algo inédito: a universalização do acesso ao ensino fundamental. 17 anos depois, o país não conseguiu dar o segundo é importante passo, qualidade ao ensino !  Parabéns a nova direção do partido pela iniciativa de ouvir a nossa base . Vamos ao debate!!

     

     

     

  • #3906
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    Lucas Pinheiro
    Espectador

    A educação deve ser vista como um dos primeiros dos direitos fundamentais. Sem acesso à educação, dificilmente o cidadão terá acesso à outros direitos.

    Neste sentido, n√£o se deve ignorar a educa√ß√£o infantil. A crian√ßa deve ter acesso √† escola a partir dos 4 anos de idade e o Estado deve garantir este Direito. Isso porque a crian√ßa que tem a intera√ß√£o social desde esse per√≠odo tem mais chances de desenvolver conhecimentos e habilidades como a alfabetiza√ß√£o e opera√ß√Ķes matem√°ticas simples.

    √Č importante tamb√©m a universaliza√ß√£o da educa√ß√£o b√°sica. Do Ensino Fundamental. O Ensino Fundamental deve ser menos conteudista e trabalhar mais habilidades e √°reas de conhecimento.

    O Ensino Médio deve trazer uma perspectiva ao aluno, isto significa que já no Ensino Médio deve ser trabalhada a inserção no mercado de trabalho, educação técnica ou universitária. Com a ciência de que nem todos têm vocação acadêmica.

    O Ensino Superior deve ser voltado para o desenvolvimento de estudos e pesquisas que traga respostas para as demandas da sociedade.

  • #3959
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    Rafael Assunção Miranda
    Espectador

    Note tema educacional¬† √© claro que de suma import√Ęncia que o Estado garanta educa√ß√£o b√°sica de qualidade, afinal √© a partir desta que¬† os estudos e pesquisas avan√ßadas se desenvolvem, entretanto quero trazer para reflex√£o aqui a educa√ß√£o de n√≠vel superior, bem como a situa√ß√£o da ci√™ncia no pa√≠s.

    Ap√≥s os “contingenciamentos” aplicados pelo ministro da educa√ß√£o, uma parte significativa dos projetos de pesquisas em universidades p√ļblicas parou ou se tornou invi√°vel, como atualmente as universidades p√ļblicas utilizando tamb√©m de financiamento p√ļblico s√£o os principais produtores de ci√™ncia no pa√≠s, houve desacelera√ß√£o da produ√ß√£o de pesquisa. Fazer cortes bruscos em setores t√£o importantes n√£o √© a solu√ß√£o. N√£o quero com isso dizer que os gastos descabidos da era petista estavam certos, claro que n√£o, mas cabe fazer uma peneira melhor em universidades p√ļblicas para nortear quais pesquisas s√£o relevantes para a sociedade e quais n√£o, n√£o nos enganemos por que n√£o √© uma tarefa f√°cil e nem mesmo popular, mas necess√°ria. O estado brasileiro precisa se modernizar, conseguir trazer para dentro das universidades p√ļblicas capital privado e tal dinheiro s√≥ vira se houver alinhamento de interesses. A pr√≥pria autonomia absurda que as institui√ß√Ķes tem frente ao estado gera uma anomalia, muito disto precisa ser repensado.

    Deixo aqui minha opini√£o para reflex√£o. Grato.

  • #3967
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    Juan Medeiros Barbosa
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    O Brasil precisa se tornar digital, de uma vez por todas. √Č uma necessidade urgente para o desenvolvimento do pa√≠s como um todo.

    Muito se fala de que a inova√ß√£o n√£o √© de todo positiva, pois traz desemprego ao permitir a substitui√ß√£o de pessoas por sistemas, em fun√ß√Ķes como operador de caixa, telemarketing etc. A sa√≠da para esta problem√°tica est√° na Educa√ß√£o. √Č preciso fazer com que a Educa√ß√£o do pa√≠s mude de patamar e prepare o cidad√£o para prestar servi√ßos mais especializados e de mais alta complexidade.

    A escola precisa ser inovadora, empreendedora e socialmente respons√°vel. Precisa ser capaz de identificar talentos e fomentar estes talentos, de forma a retroalimentar um ambiente constante de inova√ß√£o nas cidades e no pa√≠s. E isso √© necess√°rio porque muitas coisas j√° est√£o no dia a dia das cidades, como √© o caso da Internet das Coisas, que chegou pra ficar e pra facilitar a vida de empres√°rios e gestores p√ļblicos. S√≥ a educa√ß√£o modernizada vai permitir que o Brasil entre, de vez, no s√©culo XXI.

  • #4000
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    Juventude Nacional PSDB
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    COBRANÇA DE ANUIDADE EM UNIVERSIDADES PÚBLICAS PARA ALUNOS DE ALTA RENDA

     

    Por: Jéssica Lacerda

     

    CONSTITUCIONALIDADE DA COBRANÇA

    Discutir sobre a cobran√ßa de taxas em universidades p√ļblicas √© um assunto que sempre vem √† tona, atualmente al√©m de ser um tema delicado, ainda √© inconstitucional. O ensino p√ļblico, seja ele fundamental, m√©dio ou superior, √© gratuito e assegurado pelo artigo 206 da Constitui√ß√£o Federal. Para mudar este cen√°rio, seria necess√°ria a aprova√ß√£o de um Proposta de Emenda Constitucional (PEC) e desde 1988 outras oito propostas foram apresentadas onde abordavam algum tipo de cobran√ßa. At√© agora todas estas foram rejeitadas e arquivadas.

    DESIGUALDADE NAS UNIVERSIDADES P√öBLICAS

    Todos pagam pelas institui√ß√Ķes p√ļblicas, por√©m, poucos usufruem desse benef√≠cio. Segundo o Banco Mundial, estudos de 2015 apontavam que 65% dos alunos das faculdades p√ļblicas pertenciam √†s classes mais altas e s√≥ 20% dos alunos eram considerados pobres. Para quem defende a cobran√ßa, a medida ajudaria a reduzir estes n√ļmeros, j√° que quem tem mais chances de cursar o ensino superior p√ļblico s√£o alunos provenientes de escolas particulares e com muito mais chances no vestibular que um aluno da rede p√ļblica de ensino. Dados do IBGE apontam que, inclusive, apesar das faculdades p√ļblicas serem altamente elitizadas, medidas paliativas como a Lei de Cotas ajudam a reduzir a desigualdade social, j√° que muitas destinam um n√ļmero de vagas para alunos provenientes da rede p√ļblica.

    Fonte: PNAD/IBGE

    Diante disto, √© poss√≠vel afirmar que o modelo atual de ingresso e perman√™ncia nas institui√ß√Ķes p√ļblicas √© uma transfer√™ncia de renda dos mais pobres que custeiam os mais ricos no ensino superior e medidas como essa, onde alunos com alta renda possam arcar com as despesas, n√£o apenas diminuiria a desigualdade social, mas tamb√©m retornaria para a Universidade, que hoje passa por uma s√©ria crise fiscal.

     

    ORÇAMENTO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS

    Outro ponto levado em conta, seria a situa√ß√£o fiscal das institui√ß√Ķes atualmente, e o quanto a cobran√ßa feita para estes alunos mais abastados poderia retornar para a pr√≥pria universidade. O MEC √© o respons√°vel pela libera√ß√£o da verba para as Universidades Federais, as despesas s√£o separadas em obrigat√≥rias e discricion√°rias, as primeiras s√£o as verbas destinadas para pagamentos de servidores e aposentadorias, estes n√£o podem ser cortados e contemplam 65% das despesas. A segunda s√£o os gastos n√£o obrigat√≥rios, que tem mais a ver com as despesas de custeio com manuten√ß√£o e obras da faculdade, sendo que nessa √°rea as verbas podem sofrer corte.

    E qual é o custo do ensino superior federal?

    Segundo O Globo, em 2016, a m√©dia brasileira de aluno por ano era de R$ 37.551, e a verba anual da Educa√ß√£o destinada ao ensino superior s√≥ veio crescendo nos √ļltimos anos. A previs√£o para 2019 √© de R$ 35,5 bilh√Ķes.

    Fonte: O Globo

    Ao ver estes n√ļmeros notamos a disparidade existente entre os gastos com alunos do ensino b√°sico e do ensino superior, segundo a Organiza√ß√£o para a Coopera√ß√£o e Desenvolvimento Econ√īmico (OCDE), o Brasil gasta anualmente R$ 11,7 mil com alunos do ensino fundamental e m√©dio.

    Em virtude do que foi mencionado, o ensino superior p√ļblico gratuito atual, que constitucionalmente deveria ser um direito de todos, come√ßou a ser uma realidade distante para a qual que foi destinado, uma vaga nas universidades p√ļblicas est√£o cada vez mais disputadas e o perfil do aluno est√° praticamente o mesmo. Isso √© mais acentuado nos cursos mais concorridos, s√£o alunos de alta renda, que cursaram o ensino b√°sico na rede privada. Praticamente, alunos mais pobres est√£o ajudando a financiar o ensino superior dos mais ricos e muitos sequer concluem o ensino m√©dio.

    Para viabilizar o processo de taxa√ß√£o para estes alunos de alta renda, antes do ingresso na universidade o aluno precisaria declarar sua renda familiar e √† partir da√≠ seriam feitas as cobran√ßas com base na renda per capita, o que ajudaria muito a reduzir evas√Ķes dos cursos, mais aten√ß√£o dos gestores dessas Universidade e um retorno de infraestrutura maior. Outra proposta que poderia ter um retorno social seria a presta√ß√£o de servi√ßos destes alunos formados na rede p√ļblica superior para a sociedade, esta proposta j√° foi apresentada pelo Senador Izalci na PEC 200, e seria como uma forma de retribuir o ensino gratuito oferecendo seus servi√ßos para a popula√ß√£o.

    Ressalta-se que acompanhada dessas taxas deve haver uma grande fiscalização para o destino dessa verba, além da seriedade de comprometimento na declaração da renda, para que não haja os mesmos problemas das cotas, onde pessoas usufruem o direito sobre cotas e acabam não se encaixando no perfil das vagas, podendo estar na ampla concorrência como vários outros candidatos.

    S√£o medidas que futuramente poderiam tornar o ensino superior p√ļblico verdadeiramente para todos e de qualidade, ainda mais em um pa√≠s que gasta 3 vezes mais com um aluno do ensino superior do que um aluno do ensino b√°sico. Isso nos faz caminhar no sentido contr√°rio, o investimento no ensino b√°sico para que o aluno chegasse na universidade muito mais preparado seria muito mais eficiente, e posteriormente formaria muito mais profissionais para o mercado de trabalho, sem que fossem necess√°rias tantas medidas emergenciais.

     

     

  • #4094
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    William Mota de Medeiros
    Espectador

    Os Secretários de Educação dos Estados e dos Municípios deveriam ser eleitos pela população separadamente do Prefeito, já que uma boa política educacional pode ser implementada por um Secretário e quando o Prefeito sair este o acompanha, assim com independência, pode haver uma grande quantidade de mudança de prefeitos, entretanto os Secretários de Educação podem ser mantidos.

    William Mota

  • #4155
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    Jessica Lacerda
    Espectador

    COBRANÇA DE ANUIDADE EM UNIVERSIDADES PÚBLICAS PARA ALUNOS DE ALTA RENDA

    CONSTITUCIONALIDADE DA COBRANÇA

    Discutir sobre a cobran√ßa de taxas em universidades p√ļblicas √© um assunto que sempre vem √† tona, atualmente al√©m de ser um tema delicado, ainda √© inconstitucional. O ensino p√ļblico, seja ele fundamental, m√©dio ou superior, √© gratuito e assegurado pelo artigo 206 da Constitui√ß√£o Federal. Para mudar este cen√°rio, seria necess√°ria a aprova√ß√£o de um Proposta de Emenda Constitucional (PEC) e desde 1988 outras oito propostas foram apresentadas onde abordavam algum tipo de cobran√ßa. At√© agora todas estas foram rejeitadas e arquivadas.

    DESIGUALDADE NAS UNIVERSIDADES P√öBLICAS

    Todos pagam pelas institui√ß√Ķes p√ļblicas, por√©m, poucos usufruem desse benef√≠cio. Segundo o Banco Mundial, estudos de 2015 apontavam que 65% dos alunos das faculdades p√ļblicas pertenciam √†s classes mais altas e s√≥ 20% dos alunos eram considerados pobres. Para quem defende a cobran√ßa, a medida ajudaria a reduzir estes n√ļmeros, j√° que quem tem mais chances de cursar o ensino superior p√ļblico s√£o alunos provenientes de escolas particulares e com muito mais chances no vestibular que um aluno da rede p√ļblica de ensino. Dados do IBGE apontam que, inclusive, apesar das faculdades p√ļblicas serem altamente elitizadas, medidas paliativas como a Lei de Cotas ajudam a reduzir a desigualdade social, j√° que muitas destinam um n√ļmero de vagas para alunos provenientes da rede p√ļblica.

    Fonte: PNAD/IBGE

    Diante disto, √© poss√≠vel afirmar que o modelo atual de ingresso e perman√™ncia nas institui√ß√Ķes p√ļblicas √© uma transfer√™ncia de renda dos mais pobres que custeiam os mais ricos no ensino superior e medidas como essa, onde alunos com alta renda possam arcar com as despesas, n√£o apenas diminuiria a desigualdade social, mas tamb√©m retornaria para a Universidade, que hoje passa por uma s√©ria crise fiscal.

     

    ORÇAMENTO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS

    Outro ponto levado em conta, seria a situa√ß√£o fiscal das institui√ß√Ķes atualmente, e o quanto a cobran√ßa feita para estes alunos mais abastados poderia retornar para a pr√≥pria universidade. O MEC √© o respons√°vel pela libera√ß√£o da verba para as Universidades Federais, as despesas s√£o separadas em obrigat√≥rias e discricion√°rias, as primeiras s√£o as verbas destinadas para pagamentos de servidores e aposentadorias, estes n√£o podem ser cortados e contemplam 65% das despesas. A segunda s√£o os gastos n√£o obrigat√≥rios, que tem mais a ver com as despesas de custeio com manuten√ß√£o e obras da faculdade, sendo que nessa √°rea as verbas podem sofrer corte.

    E qual é o custo do ensino superior federal?

    Segundo O Globo, em 2016, a m√©dia brasileira de aluno por ano era de R$ 37.551, e a verba anual da Educa√ß√£o destinada ao ensino superior s√≥ veio crescendo nos √ļltimos anos. A previs√£o para 2019 √© de R$ 35,5 bilh√Ķes.

    Fonte: O Globo

    Ao ver estes n√ļmeros notamos a disparidade existente entre os gastos com alunos do ensino b√°sico e do ensino superior, segundo a Organiza√ß√£o para a Coopera√ß√£o e Desenvolvimento Econ√īmico (OCDE), o Brasil gasta anualmente R$ 11,7 mil com alunos do ensino fundamental e m√©dio.

    Em virtude do que foi mencionado, o ensino superior p√ļblico gratuito atual, que constitucionalmente deveria ser um direito de todos, come√ßou a ser uma realidade distante para a qual que foi destinado, uma vaga nas universidades p√ļblicas est√£o cada vez mais disputadas e o perfil do aluno est√° praticamente o mesmo. Isso √© mais acentuado nos cursos mais concorridos, s√£o alunos de alta renda, que cursaram o ensino b√°sico na rede privada. Praticamente, alunos mais pobres est√£o ajudando a financiar o ensino superior dos mais ricos e muitos sequer concluem o ensino m√©dio.

    Para viabilizar o processo de taxa√ß√£o para estes alunos de alta renda, antes do ingresso na universidade o aluno precisaria declarar sua renda familiar e √† partir da√≠ seriam feitas as cobran√ßas com base na renda per capita, o que ajudaria muito a reduzir evas√Ķes dos cursos, mais aten√ß√£o dos gestores dessas Universidade e um retorno de infraestrutura maior. Outra proposta que poderia ter um retorno social seria a presta√ß√£o de servi√ßos destes alunos formados na rede p√ļblica superior para a sociedade, esta proposta j√° foi apresentada pelo Senador Izalci na PEC 200, e seria como uma forma de retribuir o ensino gratuito oferecendo seus servi√ßos para a popula√ß√£o.

    Ressalta-se que acompanhada dessas taxas deve haver uma grande fiscalização para o destino dessa verba, além da seriedade de comprometimento na declaração da renda, para que não haja os mesmos problemas das cotas, onde pessoas usufruem o direito sobre cotas e acabam não se encaixando no perfil das vagas, podendo estar na ampla concorrência como vários outros candidatos.

    S√£o medidas que futuramente poderiam tornar o ensino superior p√ļblico verdadeiramente para todos e de qualidade, ainda mais em um pa√≠s que gasta 3 vezes mais com um aluno do ensino superior do que um aluno do ensino b√°sico. Isso nos faz caminhar no sentido contr√°rio, o investimento no ensino b√°sico para que o aluno chegasse na universidade muito mais preparado seria muito mais eficiente, e posteriormente formaria muito mais profissionais para o mercado de trabalho, sem que fossem necess√°rias tantas medidas emergenciais.

    Jéssica Lacerda РPresidente Estadual da JPSDB Amazonas e Vice Presidente Nacional da JPSDB

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  • #4470
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    RAFAEL RODRIGUES
    Espectador

    A) CRIT√ČRIOS DE ACESSO E PERMAN√äNCIA NO ENSINO SUPERIOR

     

    Uma das reflex√Ķes urgentes para o ensino superior faz refer√™ncia aos crit√©rios de acesso √†s universidades p√ļblicas.

     

    Embora a V Pesquisa Nacional do Perfil Socioecon√īmico e Cultural dos (as) Graduandos (as) das IFES de 2018 tenha trazido o dado de que cerca de 70% dos graduandos t√™m renda familiar per capita de at√© 1 sal√°rio m√≠nimo e meio, atendendo o perfil de renda estabelecido pelo Decreto que disp√Ķes sobre o PNAES, ainda podemos notar uma disparidade nas Universidades P√ļblicas em rela√ß√£o aos cursos mais disputados.

     

    Um aluno que esteve sua vida inteira em uma escola p√ļblica raramente ter√° as mesmas condi√ß√Ķes de disputa que um aluno que cursou seu ensino b√°sico em uma institui√ß√£o particular e que pode ter tido, inclusive, a possibilidade de fazer um cursinho preparat√≥rio para os mais concorridos vestibulares. Essa diferen√ßa √© resultado de um baixo investimento no ensino b√°sico brasileiro, desigualdade na distribui√ß√£o de renda e outras quest√Ķes sociais que impedem os mais pobres de se dedicarem integralmente aos estudos.

     

    Urge repensar os crit√©rios de entrada no ensino superior. As cotas contribu√≠ram para o acesso dos mais pobres ao ES, mas n√£o s√£o suficientes. S√£o in√ļmeras as alternativas que devem ser estudadas como, por exemplo: I) melhor an√°lise e relev√Ęncia do perfil socioecon√īmico, privilegiando os que ganham menos; II) estudo para implanta√ß√£o de financiamento ou pagamento de coparticipa√ß√£o dos graduandos, na medida de suas possibilidades financeiras (este tipo de financiamento j√° √© utilizado por diversos Pa√≠ses desenvolvidos).

     

    Outro ponto a ser abordado são os cursos de especialização, mestrado e doutorado. Pesquisa e extensão são fundamentais para o País, porém, demandam alto investimento. Sendo assim, o Governo Federal deve começar a repensar a gratuidade destes cursos, estabelecendo financiamentos, com o objetivo de receber contrapartida pelo fornecimento deste tipo de qualificação uma vez que os seus usuários são graduados que, na esmagadora maioria das vezes, já estão devidamente inseridos no mercado de trabalho.

     

    Vale ressaltar, ainda, a dificuldade de perman√™ncia dos alunos mais pobres no ensino p√ļblico. Como pensar que um graduando, cuja fam√≠lia det√©m baixa renda, sendo ele, na maioria das vezes, o alicerce financeiro da sua casa, consegue deixar o trabalho de lado para se dedicar a um curso integral, sem um aux√≠lio efetivo das institui√ß√Ķes? Mais que s√≥ garantir o acesso, o Pa√≠s precisa fornecer condi√ß√Ķes m√≠nimas de perman√™ncia desse aluno que n√£o tem as mesmas condi√ß√Ķes sociais daqueles alunos com grande capacidade financeira, que s√£o maioria nas universidades e cursos mais disputados no Pa√≠s.

     

    Em suma, os verdadeiramente pobres, em maioria, foram relegados ao ensino privado, por meio do PROUNI, FIES ou financiamentos estudantis oferecidos pelas institui√ß√Ķes particulares e a mudan√ßa desse paradigma deve ser discutida de maneira franca!

     

     

    B)¬† ENSINO SUPERIOR X EDUCA√á√ÉO B√ĀSICA

     

    O Brasil tem gasto p√ļblico excessivo com educa√ß√£o universit√°ria e investimento baix√≠ssimo com ensino b√°sico. Segundo¬†dados da OCDE, o investimento em educa√ß√£o universit√°ria no Pa√≠s se assemelha ao de Pa√≠ses desenvolvidos.

     

    O investimento brasileiro no ensino superior é de US$ 11,7 mil (R$ 36 mil), mais do que o triplo das despesas do ensino fundamental e médio.

     

    Enquanto estamos pr√≥ximos aos Pa√≠ses desenvolvidos (√† frente de alguns deles, inclusive) em rela√ß√£o ao investimento no ensino superior, a disparidade do que investimos na educa√ß√£o b√°sica √© gritante. A m√©dia do que √© investido pelos Pa√≠ses da OCDE nos √ļltimos anos, tanto no ensino fundamental, quanto no m√©dio √© de US$ 10,5 mil por aluno, o que representa 176% a mais do que o Brasil.

     

    A Uni√£o, que fica com 55% da carga tribut√°ria arrecadada, n√£o deve deixar √ļnica e exclusivamente para Munic√≠pios e Estados realizarem os devidos investimentos na educa√ß√£o b√°sica. Aportar recursos para melhor formar nossas crian√ßas e adolescentes, √© um dos passos primordiais para a revers√£o dos baixos √≠ndices educacionais que o Brasil ainda det√©m, diminuindo as desigualdades e gerando oportunidades de desenvolvimento e emancipa√ß√£o social.

  • #4983
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    Diego Tormes
    Espectador

    O governo federal deve descentralizar totalmente a gestão, financiamento e oferta da educação básica para estados e municípios. Em especial abrir mão de impostos para que esses possam financiar a Educação básica.

    Não se deve tirar da constituição os mínimos constitucionais.

    E o FUNDEB e o salário educação devem ser permanentes.

     

  • #4988
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    Kennedy Nat√£ S Nascimento
    Espectador

    Acredito que deve haver uma atenção especial para educação básica, atualmente se investe muito no ensino superior, mas como receber esses estudantes sem o mínimo de preparo?

    Escolas municipais, estaduais e federais precisam de gestão e inovação no ensino, prover o conhecimento continuo com metodologias(PBL- Problem Based Learning)que atraiam os alunos.

    O ensino integral já é um passo positivo, uma vivência mais profunda no ambiente escolar, atividades complementares como: planejamento financeiro, robótica, primeiros socorros, empreendorismo, feiras profissionais, desenvolvimento pessoal, incentivo á pesquisa, participação de olimpíadas e afins devem ser inseridas na grade curricular, já é um grande avanço em relação ao ensino tradicional, ofertando novas oportunidades para quem não pode ter formação no setor privado. Valendo ressaltar que todo o ecossistema tenham pessoas engajadas nas áreas do conhecimento.

    Outro aspecto em rela√ß√£o ao¬† ensino do estudante, seria adotar uma nova entrada em universidades, como participa√ß√£o em olimp√≠adas, o aluno que tivesse um bom rendimento nas aplica√ß√Ķes poderiam ter vagas disponibilizadas em cursos do mesmo campo de conhecimento.

    Por fim, na atual conjuntura do Brasil, torçamos para que não somente esta área seja melhor desenvolvida e apliada, tudo em prol da melhoria de vida da população.

  • #5109
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    Dilson Vieira
    Espectador

    Escola integral √© um tema que o nosso partido tem que abra√ßar essa bandeira, ser√° important√≠ssimo para no futuro bem pr√≥ximo, termos uma juventude com boas ideias. Isso significa que o Brasil ir√° economizar em seguran√ßa p√ļblica.

  • #5163
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    Augusto Hidalgo
    Espectador

    Faço minhas as palavras de Thelio Caudinski, vivemos de fato um dilema principalmente no ensino superior, e a realidade é que temos uma infinidade de faculdades particulares que se abrem todos os meses, com a oferta dos mesmos cursos de sempre, e o jovem que sai do ensino médio tem de se contentar em fazer administração, letras, filosofia, e afins para após isso permanecer fora do mercado de trabalho, ou trabalhando fora da área de formação.

    Penso que o ensino técnico deveria ser reforçado, procure hoje um encanador, pintor, serralheiro, marceneiro, pedreiro, ou você vai procurar uma construtora, ou irá se aventurar em indicaçãoes de terceiros, pois é difícil achar bons profissionais nestas áreas.

    Al√©m do mais, formamos os alunos de ensino m√©dio afunilando o caminho deles para faculdade, e que fora dela n√£o ter√£o um bom futuro, um erro de premissa fatal, afinal qual o problema de um jovem querer ser marceneiro ? E indigno um jovem gostar de serralharia ? Por que esse tipo de mercado e profiss√£o parece ser sem futuro nos nossos dias ? E com essa mentalidade criamos uma multid√£o diplomada e frustrada, trabalhando para sobreviver por ter sido induzido a um √ļnico caminho pelo sistema.

  • #5252
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    Daniel Silva
    Espectador

    A educação, especialmente a de ensino superior, vive alguns dilemas: pra que? E como formar?
    <p style=”padding-left: 40px;”>Hoje principalmente dentro do Brasil √© algo dif√≠cil se falar do mercado de trabalho, pois o indice do desemprego √© um n√ļmero muito alto, assim como a de profissionais.¬† √Č necess√°rio se pensar que em pequenos pontos hoje vive em situa√ß√£o prec√°ria seja na sa√ļde, educa√ß√£o e at√© mesmo seguran√ßa.</p>

  • #5270
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    Rodrigo Fabretti
    Espectador

    Sinto que a educação brasileira, principalmente educação básica, está sendo sucateada no atual governo. Um país só é realmente desenvolvido com pessoas que tenham formação de qualidade. Não adianta investir e incentivar o Ensino Superior se os estudantes saem da ensino básico sendo analfabetos funcionais, estudam apenas para passar de ano e não sabem ao menos interpretação de texto.

    O desenvolvimento econ√īmico do pa√≠s tamb√©m deve passar pela pesquisa cient√≠fica e tecnol√≥gica. H√° diversos casos de empresas buscando pesquisadores e auxiliando financeiramente pesquisas que surgiram em universidades federais. O governo federal possu√≠ a EMBRAPII, Empresa Brasileira de Pesquisa e Inova√ß√£o Industrial, que faz a ponte entre universidades e empresas, mas que hoje √© muito pouco divulgada e utilizada.

  • #5272
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    Estev√£o Filho
    Espectador

    Neste¬† tema, √© preciso uma discuss√£o sobre a sinergia dessas √°reas √† partir do aumento dos recursos na base escolar. Dever√≠amos cobrar ainda mais de nossas gest√Ķes resultados acima do exigido pelo Minist√©rio da Educa√ß√£o dos Gestores do PSDB, bem como buscar ainda que por meio de emendas, recursos extras para essas √°reas. Embora a reforma do ensino m√©dio tenha sido um grandioso passo feito no governo Temer, √© preciso nos dediquemos ao ensino fundamental n√£o apenas reavaliando a grade, bem como a qualidade e a introdu√ß√£o da ci√™ncia e tecnologia de forma efetiva desde os primeiros anos para essa nova gera√ß√£o.

  • #5284
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    carmelina mazzardo
    Espectador

    Educação de qualidade,priorizando o ensino fundamental e médio, e principalmente cursos técnicos profissionalizantes.

    Um pais sem educa√ß√£o de qualidade,dificilmente poder√° passar ao passo seguinte que √© o desenvolvimento da ci√™ncia e tecnologia,por isso a import√Ęncia¬† de cursos t√©cnicos, para o desenvolvimento do aluno.Hoje possu√≠mos cursos que se dizem profissionalizantes (EAD), e que n√£o qualifica o aluno para o mercado de trabalho.Possuindo bons cursos t√©cnicos, n√£o se faz necess√°rio tantas universidades,que uma grande maioria nada mais s√£o do que empresas mercantilistas,onde o ensino de qualidade n√£o esta em primeiro lugar.Ao meu ver o Partido deveria focar em cursos profissionalizantes de qualidade,fiscalizando a efetiva aplica√ß√£o do percentual Constitucional definido para a educa√ß√£o.Com curso t√©cnicos de qualidade o curso Superior n√£o estaria nas prioridades,mesmo porque atualmente uma grande maioria de formados em curso superior,est√£o exercendo fun√ß√Ķes diversas daquelas que possuem o titulo, e muitos em nada mantem rela√ß√£o com o curso diplomado.

  • #5294
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    Guilherme Moura Cardoso
    Espectador

    Tópico: educação, ciência, tecnologia e nível superior.

    √Č preciso investir mais e de melhor forma. O Brasil investe um valor consider√°vel em educa√ß√£o e isso √© uma verdade, quase 6% do nosso PIB vai para essa √°rea. Mas, h√° uma evidente inger√™ncia na distribui√ß√£o do recurso p√ļblico.

    Falar em novas tecnologias, pesquisa e produção científica é importantíssimo para o melhor desenvolvimento do país. Mas, creio ser difícil deixar isso como ponto focal no presente debate sobre a educação no Brasil, quando existem problemas ainda tão básicos em todo o território nacional.

    Acredito que o principal apontamento deva ser: o investimento na educa√ß√£o b√°sica ‚Äď ensino fundamental e m√©dio.

    De forma percapita, investimos pouco na educa√ß√£o b√°sica- aproximadamente 3,80 d√≥lares -, enquanto – em rela√ß√£o – investimos muito no ensino superior – aproximadamente 12 d√≥lares -; e, ainda assim, o valor investido no ensino superior figura abaixo da m√©dia investido por pa√≠ses da OCDE. Nesse aspecto, devemos considerar tamb√©m, al√©m da maior e melhor aplica√ß√£o dos recursos p√ļblicos entre os n√≠veis educacionais, deve-se avaliar a aplica√ß√£o deste recurso – tamb√©m de forma percapita -pela regionalidade.

  • #5300
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    Mariana Castelar
    Espectador

    Onde n√£o h√° educa√ß√£o, a viol√™ncia vira espet√°culo. √Č preciso investir na educa√ß√£o infantil, na base da popula√ß√£o para que as pr√≥ximas gera√ß√Ķes venham tendo consci√™ncia pol√≠tica, social e econ√īmica.¬† J√° foi mais do que comprovado que um pa√≠s onde o investimento na educa√ß√£o vira prioridade, os custos diminuem, seja na sa√ļde, na seguran√ßa entre outras √°reas. √Č preciso abolir o “jeitinho brasileiro”, e a cultura do benef√≠cio pr√≥prio, e isso s√≥ ser√° poss√≠vel com a educa√ß√£o

  • #5305
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    Anderson Maciel Ciriaco
    Espectador

    Investir nestas √°reas √© a grande sacada para garantir desenvolvimento econ√īmico e social do Brasil. Academia e setor produtivo precisam trabalhar juntos na busca do crescimento tecnol√≥gico, assim pesquisas e projetos, servi√ßos e fontes de informa√ß√£o para o processo de inova√ß√£o tecnol√≥gica podem ser constru√≠dos e explorados a fim de que possamos aumentar nosso tamanho internacionalmente, logo, gera√ß√£o de emprego, renda e desenvolvimento.

     

    Anderson Maciel Ciriaco

    TUCANAFRO Mato Grosso

  • #5309
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    Ingrid Correa
    Espectador

    O cen√°rio atual da educa√ß√£o brasileira n√£o deixa d√ļvidas a respeito da urg√™ncia de pol√≠ticas p√ļblicas que enfrentem os desafios presentes. N√£o adianta falar em melhorias no ensino superior sem esquecer o ensino b√°sico. Acredito que introduzir o modelo de ensino em vouchers √© algo a ser discutido, possibilitando assim o acesso a uma educa√ß√£o de melhor qualidade do que a percebida hoje pela popula√ß√£o.

  • #5318
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    Rlick Santos
    Espectador

    Escola em tempo integral Principalmente nos grandes Quilombos urbanos chamados de favelas ou comunidades e aplica√ß√£o imediata da lei 10.639. Para o ensino da cultura dos povos ind√≠genas e afrodescendentes nas escolas p√ļblicas e particulares.

     

    Rlick dos Santos

    Tucanafro-Ba

    • #5438
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      JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
      Espectador

      Certamente as escolas de tempo integral e uma alternativa, porém existe um divisor  no que diz espaço físico, suporte necessário para manter a escola integral viva. Muitas das vezes esses mecanismo funcionam de forma precarizada. Acredito que federalizar a educação seria uma saída para a melhoria da educação. Os Estados e municípios precisam entender que o investimento da educação e uma necessidade humana.

      J ROBERTO SILVA J√öNIOR
      CIENTISTA SOCIAL

  • #5373
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    Rodrigo Guedes II
    Espectador

    Fortalecimento da educa√ß√£o federal e da supervis√£o do governo federal sobre a educa√ß√£o municipal e estadual. A educa√ß√£o hoje est√° voltada para vestibular e n√£o para o processo de aprendizagem/cogni√ß√£o e de utilidade. Ensina-se muito disciplinas e temas que nunca a crian√ßa/adolescente/jovem vai utilizar/ver no resto da vida e esses saem muitas vezes analfabetos funcionais e sequer tendo o m√≠nimo de no√ß√£o de portugu√™s, interpreta√ß√£o de texto, racioc√≠nio, matem√°tica, etc,. Educa√ß√£o por metas de desempenho. Fortalecimento de esporte e cultura nas escolas. Investimentos em escolas e municipios com menores notas nas avalia√ß√Ķes nacionais de educa√ß√£o. Educa√ß√£o voltada para a profissionaliza√ß√£o, desenvolvimento tecnol√≥gico, sustentabilidade e empreendedorismo. Investimento nos profissionais da educa√ß√£o. Federaliza√ß√£o da educa√ß√£o. Escolas civico militares. Cotas sociais para universidades p√ļblicas.

  • #5391
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    Patricia Kelly
    Espectador

    Priorizar ensino de economia nas escolas, política e direto!

    Inserir tamb√©m ensino b√°sico sobre alimenta√ß√£o e nutri√ß√£o, visando maior entendimento sobre doen√ßas cr√īnicas n√£o transmiss√≠veis.

  • #5407

    A educação básica, está sendo sucateada. Para o Pais ser desenvolvido te que ter formação de qualidade. Fazer um investimento forte no ensino básico e ainda mais no ensino superior.

    Investir mais em pesquisas científicas e tecnológicas para colocar o Brasil no caminho da inovação e progresso

  • #5425
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    José Aparecido Pinto
    Espectador

    Ida do ensino superior para Ciência e Tecnologia seria positivo?

    Em in√≠cio ou meio de governo, reformas ministeriais sempre representam potentes √≠ndices de rumo ou inflex√Ķes, sejam as mudan√ßas administrativas ou de nomes. No m√≠nimo, s√£o tentativas de simbolizar alguma coisa. No caso atual, desde a campanha o governo prometeu reduzir drasticamente o n√ļmero de minist√©rios, como a indicar zelo pelo dinheiro p√ļblico.

    N√£o se pode dizer que a separa√ß√£o em si seja boa ou ruim. Dependeria de que medidas a acompanhassem. Do ponto de vista pr√°tico, seria temer√°ria neste momento, pois, al√©m de restri√ß√Ķes or√ßament√°rias que n√£o garantem nem o pagamento das bolsas do CNPq durante todo o exerc√≠cio no ano que vem, a mudan√ßa significaria levar ao Minist√©rio da Ci√™ncia, Tecnologia, Inova√ß√Ķes e Comunica√ß√Ķes (MCTIC) n√£o s√≥ os cerca de 300 mil mestrandos e doutorandos, mas tamb√©m todas as universidades federais, as particulares e os 8 milh√Ķes de alunos do sistema, acompanhados de todo o processo regulat√≥rio hoje feito pelo MEC.

    A pesquisa deve ter mais foco na qualidade do que na escala. Com essa mudan√ßa, seria dif√≠cil verificar os padr√Ķes de qualidade, em rela√ß√£o √† Capes, funda√ß√£o vinculada ao MEC que avalia a p√≥s-gradua√ß√£o. Tudo isso, incluindo a nova Capes, dedicada √† forma√ß√£o de professores da educa√ß√£o b√°sica, foi concebido para que as partes fossem integradas.

    O MEC, apesar de seus problemas, como a inconst√Ęncia das pol√≠ticas, tem pessoal com expertise para cuidar de todo o sistema regulat√≥rio. O pessoal conhece o hist√≥rico das leis, tr√Ęmites etc. Se houvesse a mudan√ßa, poderia haver um hiato de um ano. O melhor seria se apenas as federais e os centros tecnol√≥gicos, as institui√ß√Ķes que fazem pesquisa, fossem para o MCTIC. O MEC ficaria com as particulares.

  • #5439
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
    Espectador

    A Educa√ß√£o em Direitos Humanos √© essencialmente a forma√ß√£o de uma cultura de respeito √† dignidade humana atrav√©s da promo√ß√£o e da viv√™ncia dos valores da liberdade, da justi√ßa, da igualdade, da solidariedade, da coopera√ß√£o, da toler√Ęncia e da paz.

    Porque a educação é um direito humano?
    A educação é um dos Direitos Humanos, pois está reconhecida teor do artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. Toda pessoa tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais.

    Em in√ļmeras formas e diversos prismas, conhecemos discursos que definem o¬†papel da educa√ß√£o, da escola, como sendo, reconstrutores da¬†sociedade, por meio da homogeneiza√ß√£o das desigualdades, com a produ√ß√£o de indiv√≠duos cr√≠ticos e conscientes, estimulados para o desenvolvimento cognitivo e socioecon√īmico.

     

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #5440
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
    Espectador

    O SILÊNCIO DA ESCOLA EM RELAÇÃO À DIVERSIDADE SEXUAL PREJUDICA A TODOS.

    escola √©, por excel√™ncia, um dos principais espa√ßos de forma√ß√£o para a cidadania e de socializa√ß√£o de crian√ßas, adolescentes e jovens. Ela, no entanto, nem sempre se mostra capaz de lidar com a diferen√ßa, em particular com as quest√Ķes ligadas √† sexualidade e √† orienta√ß√£o sexual. Esta dificuldade traz s√©rias consequ√™ncias a todos os estudantes, prejudicando seu aprendizado e bem-estar. E tamb√©m impede que a escola desempenhe adequadamente uma de suas mais importantes fun√ß√Ķes sociais nos dias de hoje: contribuir para o fortalecimento na sociedade de uma cultura que saiba respeitar e valorizar a diversidade.

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #5441
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
    Espectador

    Bullying e discrimina√ß√£o no ambiente escolar chega a 40%, as principais v√≠timas de discrimina√ß√£o em ambiente escolar s√£o pessoas LGBT+. No topo dessa estat√≠stica est√£o as pessoas travestis e transexuais que est√£o fora do ambiente escolar devido as a√ß√Ķes de discrimina√ß√£o.

    Em escolas onde há mais atitudes preconceituosas, o desempenho médio de todos os alunos (e não apenas daqueles que são alvos dessa prática) em português e matemática é menor. E o preconceito, em geral, não atinge apenas um grupo. Ele afeta a todos. (fonte: mec)

    Se faz necessário pensar a implantação da escola de empatia.

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #5442
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
    Espectador

    SILÊNCIO REFORÇA DESIGUALDADES
    As situa√ß√Ķes de desigualdade no ambiente escolar devem ser abordadas pelas equipes das escolas, tendo em vista a cria√ß√£o de condi√ß√Ķes de equidade de acesso e aprendizagem. No caso dos estudantes LGBT, √© preciso superar a vis√£o normatizadora e homogeneizadora, que preconiza que os diferentes devem se adaptar √†s regras e conceitos de ‚Äúnormalidade‚ÄĚ. Dessa maneira, o diferente passa a ser tratado artificialmente como igual, num tipo de postura que d√° suporte, ainda hoje, √†s falas de educadores que reconhecem a exist√™ncia de discrimina√ß√Ķes, mas acreditam que √© melhor permanecer em sil√™ncio para evitar que os preconceitos surjam. Por√©m, o efeito acaba sendo o contr√°rio, pois o sil√™ncio cria a impress√£o de que as diferen√ßas n√£o existem, mascarando e refor√ßando as desigualdades em nome de uma suposta normalidade.

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #5449
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    HOSILENE DE LUBACHESKI
    Espectador

    ”¬† Garantir acesso e perman√™ncia das pessoas Trans no ambiente escolar: em especial no ensino m√©dio e superior, e ainda, h√° de se pensar no ensino t√©cnico, respeitando sua express√£o de g√™nero como um todo (nome social para menores de 18 anos que ainda n√£o podem retificar seu nome civil; uso dos banheiros; etc).

    Promover a inclus√£o de temas transversais a Diversidade Sexual nas grades curriculares da academia: no intuito de promo√ß√£o ao cuidado e respeito a popula√ß√£o LGBTI+, que √© v√≠tima ‚Äď tamb√©m ‚Äď do desconhecimento de como acompanhar, cuidar e assistir.”

    Teses escritas pela executiva nacional do Secretariado Diversidade Tucana

    Hosilene Lubacheski

    Vice Presidente do Diversidade Tucana Nacional

  • #5457
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    Céumar Turano
    Espectador

    S√≥ o investimento maci√ßo na Educa√ß√£o poder√° fazer do Brasil um pa√≠s justo e desenvolvido, com oportunidades iguais para todos os seus cidad√£os. Investir na melhoria da qualidade da Educa√ß√£o P√ļblica dever√° ser uma das principais prioridades do PSDB. E esta prioridade j√° dever√° come√ßar na Educa√ß√£o Infantil, com a implanta√ß√£o paulatina de Creches de Tempo Integral para as crian√ßas de 0 a 3 anos. √Č nesse per√≠odo que se formam as aptid√Ķes mais sofisticadas do ser humano. Criar um programa espec√≠fico para cuidar de todas as crian√ßas nessa faixa et√°ria. Em rela√ß√£o ao Ensino Fundamental, nosso problema n√£o √© o acesso e sim a qualidade. Investir fortemente em sua melhoria. Outra meta dever√° ser elevar a m√©dia de anos de estudo da popula√ß√£o, introduzindo a Educa√ß√£o de Tempo Integral desde o Ensino Fundamental II at√© o Ensino M√©dio e fazendo da escola um local de aprendizado, desenvolvimento esportivo, art√≠stico e social, divers√£o e lazer, reduzindo assim a grave evas√£o que existe hoje, premiando as escolas em que a evas√£o for reduzida e o desempenho dos alunos tenha melhorado. A pol√≠tica educacional dever√° reconhecer e valorizar o professor e os gestores escolares. As universidades p√ļblicas dever√£o, al√©m de ampliar a oferta de vagas e prosseguir com as pol√≠ticas de cotas, estreitar seus la√ßos com as pol√≠ticas e a√ß√Ķes no campo da educa√ß√£o b√°sica e ci√™ncia, tecnologia e inova√ß√£o. Como objetivo geral, caminhar na dire√ß√£o do alcance das metas de desenvolvimento sustent√°vel da ONU no tocante √† Educa√ß√£o. O PSDB deve ter como objetivo eliminar o subfinanciamento das despesas com educa√ß√£o causado pela Emenda do Teto de Gastos.

    Céumar Gentil Turano

    Coordenadora de Comunicação Social do PSDB Mulher RJ

  • #5468
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    Estado de S√£o Paulo
    Espectador

    Os mais ricos devem pagar mensalidade em universidades p√ļblicas

    Todos os egressos de universidades p√ļblicas [pagantes ou n√£o pagantes] devem prestar servi√ßos √† sociedade, prioritariamente em √°reas mais carentes, por um per√≠odo de no m√≠nimo 2 anos. Somente ap√≥s a comprova√ß√£o do servi√ßo prestado o formado receberia o diploma.

    Priorizar a primeira inf√Ęncia

    Promover a integra√ß√£o de programas sociais, de sa√ļde e educa√ß√£o, do per√≠odo pr√©-natal at√© os seis anos de¬† idade, para que nossas crian√ßas possam ter, de fato, igualdade de oportunidades.

    Investir na educação básica de qualidade

    Ter como meta crescer 50 pontos em 8 anos no PISA Рo mais importante exame internacional de avaliação  do ensino médio. A revolução na educação básica requer um sério investimento na formação e qualificação dos professores. A carreira do professor deve ser das mais prestigiadas e desejadas pelos nossos jovens

    Fortalecer o ensino técnico e tecnológico

    Qualificando os jovens para atuarem na nova economia.

    Estimular as parcerias entre universidades, empresas e empreendedores

    Transformar a pesquisa, a ciência a tecnologia e o conhecimento aplicado em vetores do aumento de produtividade e da competitividade do Brasil.

  • #5501
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    Patricio Souza da silva
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    Eu sou totalmente contra o corte feito pelo o Governo Federal na √°rea da educa√ß√£o, o ¬†PSDB tem que se posicionar contra esses cortes na educa√ß√£o, √© lutar por um ensino de qualidade com investimentos desde do ensino b√°sico at√© o superior Tendo em vista que somos um pa√≠s de economia agroexportadora, o que nos coloca em posi√ß√£o subalterna frente √†s grandes potencias econ√īmicas, o primeiro passo para a supera√ß√£o desse paradigma √© a reforma educacional com car√°ter estrutural; e para que a mudan√ßa aconte√ßa, devemos come√ßar com pol√≠ticas de primeira inf√Ęncia

  • #5502
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    Fernando Jader Mantau
    Espectador

    A Educa√ß√£o tem de passar por reformas estruturais na qual o Pa√≠s se viu aprisionado em ideologias fora do contexto mundial. A crise educacional se deu a partir do aparelhamento das grandes institui√ß√Ķes federais e nos altos cargos da pasta nos Governos dos √ļltimos 16 anos. O PSDB, partido este que tem grande papel hist√≥rico na sociedade brasileira tem de participar como protagonista nestas mudan√ßas. O Brasil precisa de uma educa√ß√£o b√°sica participativa com a sociedade, assim bem formando jovens e influenciando-os de forma positiva a buscarem conhecimentos cient√≠ficos relevantes com as demandas sociais do Brasil e do Mundo.

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