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Desenvolvimento Econômico, Empreendedorismo ,Emprego e Renda

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Queremos te ouvir, te consultar, dialogar. Aqui você deixa sua opinião, comentários, sugestões.
E qual deve ser a posição do PSDB sobre o tema indicado. Sua contribuição será fundamental para definir os rumos do partido.

Este tópico contém 176 respostas, possui 166 vozes e foi atualizado pela última vez por  Rômulo Machado 5 dias, 12 horas atrás.

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  • #457
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    Ronan
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  • #770
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    Thélio Caudinski
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    São pontos que são concomitantes ao combate a pobreza e proteção social. Não há como falarmos em proteção social sem falar de desenvolvimento econômico, empreendedorismo, emprego e renda. Neste sentido, precisamos entender o que se passa, especialmente, dentro das empresas do Brasil, a relação do empregado com o empregador e a relação do empregador com o ordenamento jurídico e as condições econômicas do país.

    O Brasil tem sua base econômica nos serviços, nas pequenas empresas, aliadas a grandes eixos como a agricultura e setores industriais. O trabalhador brasileiro sonha com a estabilidade, principalmente por ter sido, e ainda ser, um país instável, de grandes mudanças e grandes crises. Quer um emprego que lhe pague bem e, se possível, possa passar boa parte de sua vida lá. Não à toa sonhamos com concursos públicos, a famosa estabilidade aliada a bons salários e baixo esforço. É normal, estes desejos não é apenas do brasileiro. Há ainda o sonho de independência, ser o seu patrão.

    Hoje temos dificuldades em ter mão de obra qualificada, intelectualmente, culturalmente e psicologicamente. Não apenas devemos ter educação para jovens, mas procurar meios que adultos também tenham um contínuo preparo educacional. É preciso linkar para o brasileiro que ser mais bem educado significa melhores salários, melhores empregos e melhor condição de vida. Mas esta qualificação não deve estar apenas inalcançável na educação superior.

    Também é necessário defender reformas profundas na nossa legislação trabalhistas, especialmente rever a questão de multa salarial, os critérios de demissão, as formas de recolhimento de impostos sobre a folha trabalhista. A reforma tributária é urgente, muitas pequenas empresas fecham por falta de habilidade dos seus gestores em organizar os gastos, os custos, com os preços necessários a serem praticados. Não pode se penalizar o empregador quando este paga mais impostos conforme seu faturamento, e a cobrança de folha salarial seja de modo separado a de impostos. É necessário melhorar o SIMPLES, e mudar a forma de calculo de recolhimento de impostos. Volto a repetir, o empresário brasileiro enfrenta dificuldade sobre equalizar: custos com preços.

     

  • #783
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    Marcelo Fiche
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    Apoiar reformas estruturais sempre foi a bandeira do PSDB. Ser oposição tambem é confortável, visto que criticar e mais fácil que inovar. Voltar a agenda positiva seria muito importante para mostrar aos eleitores que não torcemos para o Brasil não dar certo, mas sim mostrando o que o partido vê como uma agenda econômica para retomada do desenvolvimento. Quem não é visto, não é lembrado!!

  • #787
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    Álvaro Provetti
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    É com o incentivo ao empreendedorismo que iremos obter sucesso no desenvolvimento econômico do país, bem como combater com maior eficácia os altos índices de desemprego, que alastra pelo país em consequência da péssima gestão dos governos petistas.

     

    Para se facilitar a iniciativa empreendedora no Brasil, é necessário se desburocratizar o setor empresarial, facilitando a abertura de empresas, bem como o exercício de suas funções.

     

    Outra iniciativa para se combater o desemprego, é a redução da carga tributária para as empresas que gerarem grandes quantidades de emprego. Assim se incentiva o empresário a contratar funcionários, reduzindo o desemprego e fazendo a economia do país girar.

  • #802
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    Valéria Lucia Gomes
    Espectador

    SIMPLIFICAÇÃO TRIBUTÁRIA!

    É difícil demais empreender no Brasil, vc tem que pagar contador, vc tem que pagar 2 mil tributos, tudo é difícil, é desanimador.

    A melhor forma do estado incentivar o empreendedorismo é parando de criar um milhão de empecilhos, simplifica, cria uma maneira simples de qualquer pessoa online abrir sua empresa, pagar oq tiver q pagar de taxas e impostos, sem depender de contador ou de qualquer outra pessoa

  • #803
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    Valéria Lucia Gomes
    Espectador

    Desburocratização é o caminho. O país precisa não só gerar emprego, mas possibilitar que as pessoas consigam criar seus próprios empregos através do empreendedorismo individual. É fundamental que o PSDB reforce oq sempre defendeu: Um estado que funcione de maneira mais simples, e que se não puder ajudar, não atrapalhe as pessoas a tocarem suas vidas e suas formas de sobreviver e ganhar dinheiro.

  • #910
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    Lindamir Denardin
    Espectador

    Imagino primeiro passo é a desburocratização, redução da carga tributária acredito que ajudaria e muito na geração de emprego combate a pobreza e em seguida ampliar é muito mao de obra qualificada.

  • #911
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    Lindamir Denardin
    Espectador

    Imagino que o primeiro passo a desburocratização que é muito grande no Brasil carga tributária e demais com esses dois itens bem reduzidos aumentaria a geração em prego e renda, em seguida mão de obra qualificada.

  • #935
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    Silvia Cibele
    Espectador

    Acredito que precisamos conhecer as vocações regionais para pensar em implementar políticas para desenvolvimento econômico e depois teríamos condições de pensar e estruturar o empreendedorismo.

    Se me permitem vou pontuar e focar no afro empreendedorismo, uma das formas reais de tirar a comunidade negra das áreas de grande vulnerabilidade social e de empoderá-los nas periferias.

    <span style=”background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-size: 12pt; line-height: 107%; color: black;”>O </span><b>Afroempreendedorismo </b>é compreendido como uma estratégia de enfrentamento à vulnerabilidade econômica e social da população negra, o segmento social mais afetado pelas transformações do mercado de trabalho.
    <div class=”O0″ style=”language: pt-BR; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: .38in; text-indent: -.38in; direction: ltr; unicode-bidi: embed;”>•<span style=”font-weight: bold;”>63,7% da população desempregada</span> no país é preta ou parda – ou seja: de cada 3 desempregados no Brasil 2 são negros, esse é o reflexo do mercado de trabalho para o negro que vai muito além das capacitações profissionais.</div>
    <p class=”MsoNormal”></p>
     

     

  • #952
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    Paulo Victor Barchi Losinskas
    Espectador

    O desenvolvimento econômico é matriz do desenvolvimento social!

     

    Para alcançar ambos é preciso incentivar a livre-iniciativa e a livre-concorrência, sendo a primeira fundamento da Republica brasileira e a segunda um princípio da ordem econômica nacional.

     

    Como medidas efetivas para alcançar esses objetivos estão a desburocratização do processo produtivo, nisso incluso a facilitação de abertura de empresas, a simplificação tributária, o incentivo à Micro e Pequena empresa, que já respondem por enorme parcela dos empregos formais no Brasil, além da redução de regulamentos que incidem sobre a atividade produtiva, tudo em prol da liberdade econômica, o que levará à geração de empregos e aumento da renda.

  • #958
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    Cassiano Januário Cordeiro
    Espectador

    Desenvolvimento econômico, empreendedorismo, emprego e renda quando não se consegue melhorias por parte politica ou falta de verba, acredito ser interessante fazer parcerias com empresas multinacionais.

    Apple, Amazon, Facebook, Google, entre outras empresas podem assumir  setores estratégicos em troca de benefícios econômicos, renda, emprego, empreendedorismo a população.

  • #964
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    JOSÉ CLAUDIO SOTA
    Espectador

    Fala_se tanto em emprego ou desemprego; desenvolvimento se o que observamos é  a utilizacao consentida de mao de obra carceraria; tirando emprego e o sustento de muitas familias e desencadeando outros desempregos em decorrencia desse episodio.A solução  passa novamente pela educacao

  • #967
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    Dennis Coelho
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    A Priori nós como socialistas democratas acreditamos que para haver o desenvolvimento econômico, tem de haver o desenvolvimento social primeiramente, Pois o desenvolvimento social irá ajudar a formar pessoas com maior capacidade de interagir junto a sociedade fortificando os anseios de seu povo, O desenvolvimento econômico se dá quando a investimentos no setor privado fazendo o gerar empregos, quando falo em empregos falo em uma melhor capacitação das pessoas para que as mesmas tenham condições de fazer com que a empresa cresça e assim sucessivamente, falo também em investimentos e parceria do setores público e privado as chamadas PPP,  Geraçao de empregos para a aceleração da econômica se dá com empregos com capacitação dos membros.

  • #982
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    Elizalva Lima
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    É necessário apoio ao pequeno e médio empreendedor facilitando a legalização de seus negócios, atuarem com novas leis para a liberação de trabalho ambulantes, visando a barbaridade que vemos dia apos dia de policiais e fiscalizações destruindo o ganha pão de pais e de família que não tem outro meio de sustendo (vendo o caso de desemprego que temos) e isso por conta das dificuldades de se obter um documento de liberação e legalização por parte de órgãos públicos.

  • #993
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    Gleyson Macedo
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    1. Descentralizacao do polo economico dos estados

    2. Criacao de novas zonas francas

    3. Facilitar o credito para microempresas

    4. Desburocratizar a abertura das empresas.

    5. Aumentar o teto de lucro do mei.

  • #1007
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    Pedro Rodrigues
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    Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados mais recentemente, mostrou que as micro e pequenas empresas foram as principais responsáveis pela manutenção do nível de emprego no país, contrário do que ocorre com as grandes empresas que ainda sofrem os reflexos da crise econômica.

    Para estas, deve dar total apoio, inclusive no que diz respeito à idéia da criação de comitês regionais pra fortalecer a competitividade do setor cobrando ações do governo para melhorar o ambiente dos negócios, especialmente para as micro e pequenas empresas e para o microempreendedor individual desburocratizando a atividade além de identificar as dificuldades em cada região de estabelecer o negócio através de mapeamento monitorado.

    Apoiar o refinanciamento das dívidas do micro e pequeno empreendedor, promover a integração do setor através de mecanismos da transformação tecnológica que discutam as soluções pra geração de novos postos de emprego e renda, e a revisão do Simples Nacional como no caso de reembolso de tributos para os clientes, diminuição da carga tributária que incide sobre o empreendedor, aumentar o limite de exportações, reverter o cálculo, que invés de feito sobre o faturamento deveria incidir sobre o lucro.

    Sabemos que no Brasil há burocracia em excesso, impostos em excesso e um altíssimo custo de financiamento. Paradoxalmente, o trabalho por conta própria e o empreendedorismo crescem de maneira vertiginosa, mas a legislação trabalhista ainda é obsoleta, porque extremamente paternalista e geradora de ineficiência e desemprego por interpretações complexas e extravagantes. Aperfeiçoar a segurança jurídica é mais que necessário, tanto quanto diminuir a complexidade tributária e conceder autonomia às partes para que possam cooperar livremente de acordo com seus próprios interesses.

    Precisamos adaptar nossas leis à mudança dos tempos, das tecnologias, como exemplo ampliar a discussão sobre a regulamentação dos motoristas por aplicativos, até que ponto isso pode ser prejudicial ou benéfico para a geração de empregos.

    No mundo já se fala de forma bastante natural da indústria 4.0, onde a troca de dados e conceitos de sistemas propicia um melhor ambiente para as empresas no que tange a rentabilidade e a conseqüente remuneração dos seus trabalhadores. Precisamos decidir o que queremos. O Estado não pode prover tudo. Temos que abandonar essa idéia por enquanto utópica do estado do bem estar social. Enquanto isso, lutar contra os entraves para o mercado que empobrece cada dia mais os brasileiros.

    O PSDB não pode se esquivar de defender os trabalhadores pobres, desempregados, outrossim não deve se envergonhar de defender quem gera empregos neste país, que descobre lucros não aproveitados no mercado, mas sem esquecer de não intervir nessa relação. Foi com isso que o PT criou a grande distorção dos “campeões nacionais” a custo de muito dinheiro público e fracassou nossa economia. O que se deve lutar é pela liberdade de as empresas crescerem por conta própria.

  • #1008
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    Bolívar Gomes
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    Desburocratização é a palavra-chave. É difícil empreender no Brasil. Isso poderia estar aliado com políticas públicas de emprego e renda, norteadas por um programa macro. O combate ao desemprego precisa ser uma bandeira do PSDB, junto do combate à desigualdade social.
    E aqui vai um fator importante que está ligado à Educação: o incentivo à pesquisa e qualificação profissional.

  • #1013
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    Silvia Cibele
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    Recentemente o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae divulgou um relatório que demonstra um panorama do empreendedorismo brasileiro. A notícia celebrava o fato da mulher negra ser maioria dentre os empreendedores. Acontece que, obviamente, a informação foi divulgada com um tom de louvor, dando a entender que mulheres negras empreendendo em maioria, é algo magnífico. De fato é.

    A mulher negra tem uma força comunal e consegue fazer dos limões, uma limonada. Mas o que está por trás desses números é uma realidade perversa. Historicamente ela ocupa serviços informais, mas nem sempre isso quer dizer que ela empreende, existe uma diferença entre empreendedorismo e a informalização.

    A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNADC mostra que o desemprego entre as mulheres negras está em 16,6%, o dobro se compararmos o índice entre homens brancos, que é de 8,3%. A pesquisa também demonstra que mulheres negras estão 50% mais suscetíveis ao desemprego no Brasil. Outro dado revelado é que, entre as ocupações, os serviços domésticos ainda representam a maioria dentre essas mulheres, 19,1%.

    A exclusão dessas mulheres no mercado, é algo já sabido e discutido pela sociedade brasileira de forma demagoga. A mulher negra tem menos acesso à educação, está propensa à solidão, se tornando mãe solo e provedora da família muito nova e com pouca oportunidade. O racismo dentro do mercado é descarado, não importa o currículo. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados mais recentes do desemprego no Brasil, são mais de 12 milhões de desempregados. Outro dado relevante é que quase 20% das mulheres negras que trabalham, ocupam serviços domésticos, é a maior porcentagem dentre outras atividades. Ou seja, apesar dos esforços de grupos sociais e ativistas, a mulher negra ainda está, em sua maioria, presa ao serviço braçal. A mulher negra, segundo dados do Sebrae são as que ganham menos dentre todos os outros grupos. A média é de R$1.384 reais, em quanto entre mulheres brancas é de R$2.691 e homens brancos R$3.284.

    A pesquisa tem outros dados importantes mas, o foco principal é a atenção que o Estado precisa dar para a formação básica, o racismo estrutural – que não cabe aqui a discussão –  reflete até na determinação do empregar ou da maquiagem dos dados para afastar a necessidade de políticas públicas para esse acesso ao mercado. Se o Estado não gerar condições para a formalização – desburocratização, como já falado pelos colegas aqui, e meios facilitadores para crédito, o distanciamento entre os empreendedores negros se perpetuarão.

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas, 3 dias atrás por  Silvia Cibele.
  • #1074
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    Daniel Casuza
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    O empreendedorismo no Brasil é um assunto de grande relevância, a final cerca de 70% objetiva ter seu próprio negócio. Infelizmente muitas dessas pessoas dão início ao próprio negócio sem ter um planejamento adequado para conseguir manter e fazer crescer seu empreendimento. Outro peso negativo para aqueles que almejam ser empreendedor é a tal BUROCRACIA, esse é um grande vilão para os pequenos e grandes investidores brasileiros e até mesmo estrangeiro. O Estado brasileiro deve buscar ferramentas de modernização para facilitar a abertura de empresas, sendo que os entraves na maioria das vezes desestimular o cidadão que busca abrir seu próprio negócio.

  • #1087
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    Brunno Caleiro Pereira
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    Boa parte da “montanha-russa” que que a economia brasileira enfrente se dá por desgastes políticos e falta de confiança do mercado nos nossos projetos. Isso, evidentemente, leva ao desemprego e a queda na renda geral da nossa população, que acaba buscando ter duas ou três diferentes atividades complementares (quando encontram emprego). Cabe a nós, no atual cenário global de problemas econômicos, buscarmos maior atratividade para o setor privado, fazendo com que o Brasil seja novamente um polo de interesse de empresas multinacionais e da criação de novos negócios. Em cidades do interior, existe grande potencial industrial que foi se perdendo ao longo dos últimos anos, devido ao baixo potencial competitivo. O setor calçadista de Franca é um ótimo exemplo. É hora de retomar a competitividade, gerar um cenário favorável aos investimentos, reaquecer a economia para que sejam gerados empregos e, mais importante, dar à população oportunidades. Não adianta sempre traçar planos de crescimento de 3% em janeiro, reduzir para 1,5% em junho e fechar o ano considerando ótimo qualquer coisa perto de 0,6%. Acordos regionais, nacionais e internacionais podem ser uma boa oportunidade. Tem-se, agora, pequenas faíscas de possível retomada da criação de emprego, mas precisamos de projetos sólidos e longos. Cabe ao nosso senso de desenvolvimento e ao uso do nosso tradicional “soft-power” para demonstrar um Brasil pronto para um maior progresso econômico

  • #1119
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    Thélio Caudinski
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    Quando Geraldo Alckmin falou em segurança jurídica em 2018, isso não ficou claro na cabeça das pessoas. O que precisa ficar claro é que segurança jurídica se trata de que uma empresa pode começar uma obra e ter certeza que vai terminá-la, sem que no meio dela, o IBAMA sem motivos claros e contundentes, ou qualquer outra pessoa possa entrar na justiça e embargar o empreendimento.

    Decisões monocráticas de juízes de primeira instância não podem ter efeito tão poderoso. Embarco de obras que ultrapassem um X valor deveria ser apenas expedido por um colegiado.

  • #1123
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    Gabriel Queiroz
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    O Brasil é um país de infinitas potencialidades que podem gerar grandes resultados se forem incentivadas com a correta atuação do poder público no processo de desburocratização e redução de impostos confusos sobre as empresas atuantes no mercado brasileiro.

    As empresas precisam se concentrar em crescer, gerar empregos e rendas; enquanto que o Estado deve em outra via possibilitar que mão de obra qualificada e técnica esteja disponível para se inserir nas oportunidades de trabalho cada vez mais dinâmicas e diversas nos tempos de automação e informatização dos processos de produção.

    Em suma, cabe aos gestores públicos simplificarem o processo de arrecadação de impostos, diminuir o peso da mão do Estado sobre os empreendedores e também investir em educação de qualidade para aumentar a disponibilidade da mão de obra.

  • #1140
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    Luiz Fhilipe Mourao
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    O primeiro ponto a ser debatido é uma ampla reforma administrativa do Estado, menos burocracia e mais eficiência e agilidade.

    A reforma trabalhista foi um passo importante mas, necessário ainda mais reformas. É inadmissível o empregado custar duas vezes mais ao empregador; É necessário que os valores que estão bloqueados a títulos de depósitos recursais sejam liberados para os empregadores, substituindo-os pela Carta Seguro Fiança e/ou Bancária, para que esses valores sejam utilizados para investimentos; Redução de 02 anos para 06 meses o prazo para que o reclamante venha propor ação na justiça do trabalho, dentre vários outros pontos importantes que devem ser reformados.

    A Reforma Tributária e a Reforma Fiscal.

  • #1158
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    Edneia Cartapatti
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    Criar feiras de produtores locais dos bairros dando oportunidade aos moradores daquele local em venderem seus produtos desde alimentação até serviços e propiciando renda local e convivência na comunidade não havendo necessidade de locomoção.. modelo usado em países europeus estimulando produção local principalmente em cidades do interior.. Espaço de vendas e convivência local gera oportunidade de renda e empreendedor micro empresa.

  • #1161
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    Edmilson Junior
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    Incentivar os pequenos agricultores a retomarem sua renda no campo com ajuda dos gestores, ter incentivos para que industrias de médio porte possam se instalar no município para geração de emprego. Hoje as cidades dos interiores já estão se tornados polos de referências por investimentos de pessoal locais.

  • #1166
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    Tulio Pereira
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    Diante da grave crise econômica que o Brasil vem enfrentando nos últimos anos, ouve um alto número de falecimento de micro e pequenas empresas que consequentimente causaram milhões de demissões é problemas sociais por todo país.

    Em virtude desses aspectos o PSDB tem que está alinhado diretamente com a causa econômica liberal, desregulamentando, desburocratizando, apoiando reformas que são necessárias para facilitar a abertura de novas empresas, como a reforma previdenciária, tributária é administrativa são fundamentais para que o país comece a caminhar a passos largos para a prosperidade.

    É importante salientar que o empreededorismo é o principal pilar para uma política social de qualidade, sem ele não haverá desenvolvimento econômico e muitos menos geração de renda.

    O PSDB sendo essa grande instituição, deve começar a focar projetos sociais que incentivem o empreendedorismo desde o ensino básico, ao ensino médio, precisamos acabar com a cultura do funcionalismo público e começar a incentivar aos jovens produzirem é gerarem renda para que o Brasil volte a crescer, para  mudar esse atual cenário, precisamos de um projeto a longo prazo, e esse projeto tem que partir das escolas públicas, com incentivos, cursos, palestras, projetos escolares voltados ao desenvolvimento de novos produtos, novas empresas, novos serviços, ate mesmo acrescentando na grade cirricular a materia de empreededorismo, fazendo com que nossos jovens possam assumir um protagonismo ainda maior, eles merecem mais notoriedade e oportunidades.

  • #1184
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    Cicero Sampaio De Brito Sampaio
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    No Brasil,está sendo difícil de emplanta medidas provisórias sobre empregos ,e empreendedorismo, econômico por causas dos juros abusivos ,dos banco estrangeiros,.Na medida que se oferece emprego nasce o vilão dos imposto tributário em cima do empregador local,brasileiros deixando margem de lucro expremida para exercer a função de fabrica  ou indústria .

  • #1185
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    Cicero Sampaio De Brito Sampaio
    Espectador

    No setor tributário os nossos correntista ,corre para ter lucros Sen ter dividendo econômico,interno dopais reconredo ao fundo monetário do banco bnds para fazer crede sua, empresas .

    Mais eu acho que o que poderia ser feito sobre emprego e distribuição de renda ,seria melhor que todos os seus estado levasse as indústria , da capital para o interior assim desafogaria o desemprego das cidades pequena,enchendo o interior de renda por localidades dando emprego oas jovem e capacitando os jovens também empreendedor

  • #1187
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    Ericarlos Duarte
    Espectador

    Nosso Brasil é rico em ideias inovadoras, acredito que o empreendedorismo é uma solução que diminuirá o grande índice de desemprego em nosso País, vendo ideias de muitos jovens da minha cidade São Gonçalo do Amarante no estado Ceará, vejo a grande capacidade do jovem idealiza um empreendimento, falta apoio e incentivo para que os jovens venham a investir e ter um crescimento com independência e maturidade financeira, sugiro dentro da possibilidade a criação de uma lei que incentive os governantes a investir 15% da renda pecapita dos municípes no capital de giro das ideias de sucesso dos jovens empreendedores, para isso importante criar uma plataforma que fiscalize e selecione as ideias e o investimento depositado na ideia do jovem, hoje Sebrae é uma grande referência porque não torna possível a ideia do jovem emprrendedor? Tenho certeza que o desemprego diminuirá e o os jovens encontrará uma motivação para não irem para o mundo das drogas.

     

  • #1203
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    David Lira Matias
    Espectador

    APOIO A <b>EMPREENDEDORES</b>

    É muito importante que o governo federal e estadual apoie os empreendedores de seu país. Pois através deles é notório que irá gerar empregos, renda e desenvolvimento econômico do país, porém infelizmente não é isso que vemos. O Brasil hoje tem uma carga tributária muito alto em cima dos empreendedores e ainda acompanhado dessa carga tributaria vem o estado para dificultar o trabalho do empreendedor.

    Infelizmente o Brasil ainda vive no regresso no que se compete ao desenvolvimento econômico, pois é notório ver quantos empreendedores deixar de empreender no Brasil devido a supressão do governo sobre as empresas recém abertas. É importante que o governo crie incetivos ficais e econômicos para pessoas que estão disposta a empreender no Brasil, além disso, o governo deve oferecer também apoio acadêmico a esses empreendedores, pois muitos não sabem o básico sobre a criação de uma empresa ou até mesmo investiram somente pára não ter PATRÃO. Por isso que é importante que o governo apoie os pequenos empresários do Brasil.

     

  • #1216
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    Elinton Geremias
    Espectador

    O PSDB precisa lutar pelo IVA! Unificação de impostos faz parte dos pilares para que ocorra a desburocratização e o desenvolvimento econômico. Junto disso, deve-se cobrar a nova tabela do Imposto de Renda e a ampliação do MEI para mais um funcionário. De MEI para ME os encargos são gigantes e o salto é muito grande. Precisa haver um meio termo.

  • #1233
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    David Falkenberg Figueiredo
    Espectador

    na minha opinião, acredito que seja mais apropriado o tema de empreendedorismo/emprego  e renda pelas circunstâncias do momento em que vivemos no nosso país. Ela é a palavra chave, existindo oportunidade e trabalho para todos a roda anda e anda os demais também. O PSDB tem seu papel importantíssimo nas resoluções de crises que o país já viveu na sua história por buscar soluções efetivas e sólidas para solucionar e prevenir essa tremenda Desigualdade social que existe no Brasil. E só se é possível fazer é unir forças e fazer acontecer através do diálogo e do debate e sem a política através do voto e da participação popular. Essas medidas não saem do papel.

    Por isso a tão falada renovação que pode ser não somente pelo fato idade e novas pessoas mas pela troca de novas ideais.

    A Desigualdade social no Brasil é tremenda gigantesca, temos quem sai de casa de helicóptero para ir ao trabalho e temos pessoas em periferia sem saneamento básico e sequer sabem o que é um trabalho efetivo. Com a crise se dificulta cada vez mais essa busca tão difícil com tantas exigências. As capacitações estão amplas tem bastante. O que falta após a capacitação é a oportunidade. Se ela não acontecer. O índice de jovens entrando na criminalidade aumenta, infelizmente. Precisamos acabar com esse círculo que sem oportunidade, quem ganha é o crime.

  • #1242
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    Giovane Lelis
    Espectador

    Sou de Ervália MG, cidade que nos últimos anos apresentou grande crescimento e desenvolvimento graças a sua forte agricultura com foco no cultivo do café. No entanto, apesar do grande crescimento, não tivemos bons resultados no que se refere à geração de emprego. Hoje, contamos com uma parcela muito grande da população que encontra-se desempregada. Parece antagônico, mas nossa cidade possui um parque industrial bastante amplo que poderia ter recebido indústrias há anos! Porém, pela falta de projetos de incentivo fiscal o parque está parado. Sabemos que não é fácil a atração de empresas, mas, leis de incentivo fiscal sempre chamam a atenção dessas indústrias, seja por uma concessão mais longa, pela redução de impostos, anistias, enfim… tanto o executivo estadual e municipal poderiam se empenhar mais no formulação e/ou execução dessas políticas. Com isso, a atração das empresas geraria emprego, que geraria renda, que geraria desenvolvimento econômico na cidade. É um bom assunto para ser discutido nas câmaras municipais e estaduais.

  • #1244
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    Joao Rodrigo
    Espectador

    o sistema de economia q o lula instalo foi o melhor ja feito, quanto mais pessoas compram de tudo, mais o mercado arrecada, mais empregos geram, mais impostos o estado arrecada.

    empreendedorismo, terminar com a burocracia para se abrir uma empresa e melhor para o para o estado.

    emprego e renda: tire os direitos trabalhistas e corte a jornada de trabalho para metade do tempo, isso mantera os salarios altos, a menor tempo de trabalho, com mais pessoas fazendo uma mesma funçao.

  • #1331
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    Anísio Lima
    Espectador

    Minha visão a cerca deste tema tão complexo é que devemos estimular (nós PSDB) projetos sociais que incentivem o empreendedorismo desde a escola até o ensino superior, é necessário que possamos abrir novos leques e não focar apenas nessa ideia enraizada de funcionalismo público e que seja incentivado aos nossos jovens a gerar renda/empreender para  que tenhamos novos avanços no Brasil.
    Precisamos de uma reforma administrativa do Estado, menos burocracia! Pode ser pensado na criação de um sistema único de informações que possa ser acessado pela união, estados e municípios.

    A necessidade em investimento para que haja um melhor desenvolvimento nas áreas da Industria, Comércio, Agropecuária e Turismo. Em relação ao turismo as demandas dessa categoria são: melhoria da infraestrutura, fortalecimento da imagem do Brasil lá fora e seus diferenciais como destino turístico, simplificação na tributação, estimular o desenvolvimento de novos produtos turísticos, proporcionando novas experiencias ao visitante.

  • #1332
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    Silvia Cibele
    Espectador

    O PSDB precisa incluir nos programas de governo na área de educação a inclusão de elementos de educação empreendedora nos currículos escolares, apresentando formas e caminhos de ascensão econômica e social por intermédio do empreendedorismo e, nosso caso, do afroempreendedorismo.

    A maioria das famílias negras já são empreendedoras mas não sabem, por que não conhecem o conceito.

    A educação empreendedora deve fazer parte da formação do futuro cidadão, e com destaque para as escolas públicas onde, já temos o empreendedorismo não formal acontecendo, porém, as pessoas os empreendedores não sabem que está empreendendo e que podem ser empresários.

    Exemplifico: a matriarca faz bolo para vender para ajudar na renda da família. O pai faz bico de pedreiro aos finais de semana.

    Precisamos transformar a mentalidade do “bico” para o ato de empreender.

     

  • #1348
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    Amanda Nascimento Pereira
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    Facilitar a atuação de microempreendedores é uma das alternativas. A exemplo do programa “Descomplica”, da prefeitura de São Paulo.
    Incentivar a economia local e regional, aproveitar as potencialidades de cada região, é uma forma de descentralizar a economia.

    O Brasil tem grandes chances de se tornar mais competitivo com o merdado externo, a exemplo do estado de Santa Catarina, que é o maior exportador de carne de frango do Brasil, conquistando mercados exigentes como Japão, Emirados Árabes, Holanda e China. Cuidar da qualidade do que é produzido em nosso país é uma forma de estabelecer mais pontes com o mercado internacional. Investir em produção de qualidade, rigor no controle e fiscalização.

    Polos tecnológicos: Investir em polos tecnologicos é uma boa saída para enriquecer a economia de cidades que tenham alguma questão economica sazonal, por exemplo. Florianópolis, até o final do anos 90, era uma cidade de servidor público e de turismo (no verão). Desde o início dos anos 2000, a capital catarinense tem atraído investidores e vem desenvolvendo um dos principais polos tecnologicos do país, dinamizando sua atividade economica, bem como movimentando os negócios da cidade para além do verão.

     

  • #1361
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    Carlos Eduardo de Paula Arthus
    Espectador

    O Sistema tributário atual é de uma complexidade antidemocrático!

    O Brasil tem uma veia empreendedora muito grande, mas ela é bastante sufocada por vários aspectos burocráticos que dificultam tanto o planejamento de novos negócios quanto sua execução. Vários dos elementos que são impeditivos a um espaço mais oportuno aos negócios. Um deles é o ambiente tributário. As propostas de Reforma Tributária são essenciais, principalmente quanto à simplificação do sistema.

    O sistema tributário que temos é de uma complexidade antidemocrática, pois, além da burocracia para se criar uma companhia nova, da quantidade de leis e regulações – muitas das quais são complexas e precisam ser interpretadas para aplicação –, inibe a inovação e o empreendedorismo. Uma mudança urgente neste sentido é reformar sem aumentar a regressividade do sistema, de modo a reduzir o peso na pirâmide social. Mesmo com todas essas barreiras burocráticas que dificultam o desenvolvimento dos negócios, as empresas podem compactuar com o desenvolvimento regional estando aliadas ao poder público ou às sociedades organizadas, ajudando, “de forma legítima e positiva”, a melhorar a capacidade da gestão pública municipal com o desenvolvimento de metas e métricas, projetos e com acompanhamento. Uma organização deve antecipar eventos e buscar ser sempre competitiva, tendo uma lógica empresarial que compartilha e, mais do que só cumprir as leis e regulações, se antecipa às demandas sociais, porque acha que é seu papel dar uma resposta a isso como uma empresa cidadã.

    A baixa capacidade de investimento por parte do Estado em serviços de qualidade e obras de infraestrutura é consequência do orçamento apertado do governo federal e da alta dívida pública do País. Nesse ambiente, a atuação do setor privado se faz imprescindível.O que somos levados a pensar é que o crescimento é um produto do gasto do governo. Não é. E cada vez mais isso vai depender do gasto do setor privado, de pessoas e empresas que resolvem ampliar seus negócios, alugar um espaço, empregar, comprar máquinas. O setor público esgotou sua capacidade de afetar esse processo.
    Tem empresas estatais que são prejuízos ambulantes, enquanto algumas fazem um belíssimo trabalho, como a Embrapa. Privatização não é só fazer caixa. Às vezes, é inserir empresas competitivas no mercado, que vão funcionar bem no que fazem, criando mais concorrência e beneficiando consumidores. A Eletrobras e o Banco do Brasil estão prontos para serem privatizados e para testar modelo novo de privatização que consiste em transformá-los em corporações, empresas sem controle definido, privadas, sem descaracterizar sua marca.Jogamos fora quase uma década e meia de esforços fiscais para voltar ao mesmo lugar. Aumentar o governo é a coisa mais fácil do mundo. Agora, o caminho óbvio é desfazer o que foi feito e voltar à situação que estávamos.

  • #1367
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    Eduardo Alves
    Espectador

    O caminho para o desenvolvimento econômico está no empreendedorismo, o Estado precisa incentivar o brasileiro a empreender, desburocratizando o processo para abertura de empresas de todos os portes e também diminuindo o protecionismo estatal para que o país se torne atrativo a empresas estrangeiras.

  • #1381
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    Diego Daniel Aciem
    Espectador

    Uma forma para gerar emprego e ate mesmo criar um incentivo para empreender e diminuir tributos, incentivos a empresas brasileiras e que estejam em desenvolvimento. Empresas estão vivendo crises econômicas por causa da política atual também, não conseguem enxergar uma forma de crescer pois o medo de não ter um estado sólido interfere nos crescimento, assim não gerando novos empregos.

  • #1393
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    Jackson Lucian
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    Nosso país é tão rico, mais tão rico que fico me perguntando porque estamos nessa situação, nosso país é cheio de impredendores corajosos e guerreirinhos só devemos aumentar e diminuir a famosa burocracia que tanto desola nosso País.

  • #1419
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    Fernando Juarez
    Espectador

    Acredito que o Brasil precisa ser um país mais atraente para o brasileiro que pretende empreender. O excesso de burocracia e o custo elevado, aliados a cultura de baixa informação quanto a como empreender com sucesso acaba gerando muitas dificuldades as pessoas que tem alguma pretensão nesse sentido.

    Acredito que o governo deva reduzir a burocracia para quem deseja empreender, baixar os custos dos pequenos e médios empresários, aprimorar os programas de incentivo e capacitação de empreendedores, bem como divulga-los melhor, de forma a buscar a garantia de empreendimentos prósperos e não aqueles que conseguem se sustentar apenas por pouco tempo.

    Empreendedorismo dando certo são mais empregos disponíveis, consequente diminuição de pessoas desempregadas, famílias com renda mensal fixa, economia aquecida e maior desenvolvimento econômico para as cidades brasileiras.

     

  • #1423
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    Fellipe Bayeh
    Espectador

    O desenvolvimento econômico esta com certeza ligado ao desenvolvimento do pais, precisamos fomentar o empreendedorismo e a livre concorrência, e acabarmos com a era dos concursos de vez, não cabem mais concursos públicos no pais, e concurseiro não é uma profissão! Precisamos ter empreendedorismo, finanças e pensamento lógico na base da educação, melhorar as linhas de crédito, desburocratizar a abertura e fechamento de empresa e as tributações, para criar um mercado mais arrojado e propício ao empreendedor. Fazer uma reforma trabalhista forte, também seria de ajuda ao empresariado do Pais.

    Com isso o aumento do emprego seria apenas uma consequência.

  • #1431
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    Leandro Marcio Souza
    Espectador

    A) Desburocratização:

    1. Disponiblizar leis, procedimentos e solicitações via internet confome orgão competente.
    2. Revisar normas intersetoriais (prefeitura, bombeiros, vigilância sanitária, CREA, meio ambiente, cartórios, etc) e ampliar setor de projetos públicos para agilizar alvarás, atestados, licenças ambientais, abrir e fechar empresas.
    3. Simplificação tributária visando desonerar o consumo e onerar os bens. Assim facilita governo arrecadar, contador atender obrigações, empresário planejar negócios, além de abrir novas oportunidades.
    4. Exigir apenas cpf/cnpj como documento em repartições públicas via consulta em base de dados virtual.
    5. Após reformas, evitar alterar muito as normas, melhorando previsibilidade e ambiente de negócios.

    B) Descobrir vocação regional e desenvolvê-lo:

    1. Turismo: religioso, educacional, esportivo, ecológico, de saúde, de negócios, de festas, etc.
    2. Cultural: cinema, teatro, shows, exposições, museus, feiras literárias, festivais, etc.
    3. Criativo: fazer filmes, documentários, games, artesanatos, literatura, escultura, pinturas, redes sociais, etc.
    4. Industrial: confecção, siderurgia, extrativa, agronegócio, química, naval, máquinas e equipamentos, etc.
    5. Infraestrutura: portos, aeroportos, rodoviárias, terminais (ferroviário, aquaviário), galpões, etc.
    6. Energia: hidroelétrica, eólica, fotovotáica, termelétrica, nuclear, sinética (ondas), etc.
    7. Pesquisa: como embrapa, fiocruz, butantã, fundações e universidades, etc.
    8. Identidades e espaços de convívio comunitário: praças, lagoas, ruas, monumentos, linguagem, roupas e comidas típicas, etc.
    9. Novos negócios: uber, waze, airbnb, blablacar, mercado livre, stone, nubank, zoom, etc.

    C) Incentivos:

    1. Renúncia fiscal do governo em favor de manter empregos existentes ou fomentar negócios no terceiro setor.
    2. Trabalhar temática de empreendedorismo na grade curricular de diversas disciplinas do ensino médio.
    3. Intercâmbio de funcionários públicos com empresas privadas buscando novas práticas que levem à inovação.
    4. Revisar carreira do funcionalismo para quem entrar (piso inicial menor, progressão mais lenta, tudo compatível com mercado): visa não onerar folha de pagamento e sobrar recursos para investimentos.
    5. Agricultura familiar: segura gente no campo, vende para escolas e entidades públicas.
    6. Fomento via crédito (BNDES, BDMG…), via bolsas (CAPES, CNPq…), via fundos (FUST, culturais…), via editais públicos ou parcerias.
    7. Fomento via entes (SENAC, SEBRAE, cooperativismo, investidor anjo) para agregar valor ao produto ou serviço.
    8. Capacitação e assessoria permanente (jurídica, contábil, empresarial) para controlar ou evitar custos.
    9. Identificar novas demandas e desenvolver mercado. Exemplos:
      1. A população esta envelhecendo: saúde, previdência e assistência social, transporte público, arquitetura das cidades
      2. Mercado de seguros: casas, veículos, máquinas, transportes, marcas, eventos, etc.
      3. Tecnologia 5G e IoT: casas e cidades inteligentes
      4. Baterias de lítio para uso em: telefone, notebook, carro, câmeras, sistema fotovotáico, caixas de som, etc.
      5. Saneamento básico (marco regulatório, concessão, ETE): acho que uns 30 anos de trabalho nos 5570 municípios do Brasil.
      6. Pesquisas: nanotecnologia, grafeno, nióbio, biocombustíveis, materias biodegradáveis, etc.
  • #1432
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    Miriam Dornelles
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    teste

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 6 dias atrás por  Miriam Dornelles. Razão: problema
    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 6 dias atrás por  Miriam Dornelles.
  • #1435
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    Miriam Dornelles
    Espectador

    As empresas de pequeno porte são as grandes geradoras de empregos, cerca de 70% do país e grande contribuidora do PIB brasileiro.

    A livre iniciativa privada  é uma geradora de negócios e empreendimentos, é fortalecedora dos micros e pequenos negócios e trabalha  também reduzindo as desigualdades sociais.  É preciso tratar elas diferentemente.

    1. O prejuízo do tratamento igualitário entre elas e as grandes e enormes empresas afeta o mercado de forma que desajusta a Economia como um todo. O tratamento diferenciado e favorecido para as pequenas  empresas estabelecidas constitucionalmente, embasados por diversas leis, não tem só o objetivo de incentivo de criação, inscrição, sobrevivência e crescimento destas empresas, mas possui um plano muito maior, o plano da igualdade, o plano da dignidade, o plano do emprego.

    Os investimentos gerados pelas pequenas empresas atuam na promoção dos objetivos constitucionais de erradicar a pobreza, a marginalização, reduzir as desigualdades sociais e estimular o desenvolvimento do país.

     

    2. Para isso, é necessário que o Estado esteja em constante mudanças conforme o desenvolver da economia, pois as forças econômicas da sociedade em determinadas situações são mais fortes que o próprio Estado. A informalidade, o mercado negro, a sonegação são provas reais. É preciso que o Brasil desenvolva políticas para que cada vez mais indivíduos e pequenos empresários possam de alguma forma se legalizar, assim como desenvolver as próprias micro e pequenas empresas.

    3. É preciso uma constância e gerenciamento das políticas, de forma a controlá-las e obter estudos de seus resultados, buscar os problemas e destinar soluções rápidas e não morosas, como muitas vezes vemos. O apoio aos pequenos negócios por meio de políticas públicas consistentes, com fundamento em legislações que concedam o tratamento diferenciado e favorecido ao setor, são primordiais para que as pequenas empresas possam continuar contribuindo com a construção de uma sociedade mais livre, justa e solidária, com a erradicação da pobreza e da marginalização, com a redução das desigualdades sociais e regionais e com o desenvolvimento nacional.

    O empreendedorismo social, o empreendedorismo de novos negócios digitais, o empreendedorismo em regiões de  pobreza geram a mobilidade social que os brasileiros necessitam para alcançar o aumento da riqueza e  contribuir para a economia de uma forma macro.

    4. Para continuar exercendo seu importante papel, em consonância com os objetivos fundamentais da nação brasileira, é fundamental que o Estado diferencie o tratamento às empresas de pequeno porte através de muitas políticas de incentivo e de desenvolvimento. O Brasil precisa acreditar nos brasileiros empreendedores. Empreender é Mobilidade Social. Numa ponta se alcança o peixe, na outra, incentiva a pescar! Se fornecermos só o peixe, um dia pode faltar gente pra pescar. Por um Brasil mais empreendedor. A favor das empresas de pequeno porte.

    Míram Dornelles

  • #1437
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    Ediney Pires
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    Sabemos que o Brasil é o oitavo país do mundo em PIB, tivemos mais de 2 trilhões em 2017, o fundo monetário internacional espera que esse ano aumente em torno de 1,5%, mas pra isso a economia tem que estabilizar globalmente e a situação comercial esteja estável. Não podemos negar que a economia brasileira tem crescido desde o ano passado, isso se dá graças ao crescimento inicial da agricultura. Aumenta-se com isso, a confiança do consumidor! Outro fator importante a ser destacado, é a queda significativa de desemprego no país, a redução na taxa de juros levou a recuperação dos investimentos, entre tantos outros fatores. No Brasil, existem em torno de 52 milhões de pessoas que possuem o seu próprio negócio, atingimos a taxa de 33% segundo a GEM, chegando a 38% no total e este número só tende a aumentar com o passar do tempo. Uma pesquisa foi feita pela Global Entrepeneurship Monitor com 49 países, onde o Brasil se saiu muito bem, deixando pra trás países como Rússia, Índia, China e África do Sul, sinal que ainda teremos bons ventos soprando por aqui, com tudo isso, o número de empregados com carteira assinada aumentará significativamente.

  • #1444
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    Gabriel Nascimento
    Espectador

    Reformas, reformas e reformas. A palavra da vez no Brasil hoje é, reformas. E somente por esse caminho podemos atingir um crescimento econômico capaz de alterar a situação do desemprego e da estagnação da renda do brasileiro.

    O país deve buscar subir no ranking de liberdade econômica, sempre amargando as últimas posições, o Brasil deve focar suas reformas de forma a aumentar sua liberdade econômica.

    Reforma administrativa, que vise dar maior eficiência ao Estado brasileiro. Diminuição de entraves burocráticos, que dificulta a abertura de empresas e afugenta novos empreendedores. Reforma tributária, para corrigir as distorções do atual sistema tributário.

  • #1466
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    Leonardo Igor Valente Veiga
    Espectador

    O desenvolvimento econômico e o empreendedorismo não conseguem prosperar no brasil, seja em decorrência da burocracia para se abrir uma empresa, altos encargos trabalhistas e excessividade dos impostos.

    desta forma tanto o empresário não tem incentivo de abrir sua empresa, seja a natureza que for, por ter que se adequar a regras antiquadas e que as vezes não ajudam a ninguém nem tem mesmo uma base para existir, e acaba até deixando de contratar em decorrência disso.

    acaba desistindo também pelo excesso de burocracia para conseguir  abrir a sua empresa.

    o trabalhador acaba tendo uma parte da sua renda retida pelo governo e não tem o livre arbítrio de fazer o que quiser com seu dinheiro usando-o no mercado.

    os impostos desestimulam a economia, um carro chega a ter 40% de imposto sobre seu valor, varias pessoas gostariam de ter carro zero, porém em decorrência de todos os encargos na linha de produção, no preço final, no salário do trabalhador, se torna inviável o mesmo.

    os impostos tinham que ser baseados na renda e não em bem de consumo. acaba se taxando de igual pessoas que não são iguais, por isso não se quer que aplique o igf e sim que o imposto seja baseado na renda final do contribuinte, tirando de bem de consumo e passando para renda. fazendo essa cobrança de maneira correta.

    o salário minimo justo hoje no brasil segundo o DIEESE seria de R$ 4.277,04 esse salário fica inviável pois com os encargos subiria para mais de R$ 8.000,00

  • #1488
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    Mateus da Rocha Castro
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    Seria de grande importância a implantação de cursos de capacitação do uso correto do solo no nordeste, segundo as suas peculiaridades. Cursos para capacitar a população para forma correta de criação de galinhas, cabras, ovelhas, melhoramento genético de bovinos, sobre quais raças são mais adaptados ao clima semiárido  e após isso, disponibilizar recusos para quem sabe um dia algum deles serão fazendeiros, granjeiro, gerando emprego. Sempre pensando no longo prazo, uma vez que as mudanças acontecem com tempo

  • #1510
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    Philippe Alves
    Espectador

    As micro e pequenas empresas estão mandando na geração de empregos no últimos anos no Brasil, mas a burocracia trava o seu desenvolvimento, mais que simplificar impostos, é preciso simplificar o acesso á investimentos e ao seu auto-desenvolvimento. Abrindo o caminho para as pequenas empresas, o crescimento e a geração de empregos entrará na rota positiva.

  • #1514
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    Jonathan Ferraz
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    Um dos pintos que eu mais gosto de falar é sem dúvida esse, pois desenvolver a economia de um país é um assunto que demanda prioridade pois um país que gasta mais do arrecada tem um déficit financiamento que impede seu crescimento e daqueles que estão diretamente ligados a ele, devemos incentivar a desburocratização dos micros, medios, e grandes empresarios, pois são através deles que grande parte da população tem emprego se uma empresa vai bem, logo em vista  que se contrata mais e também paga-se mais impostos tanto o empregador quanto o empregado é uma via de mão dupla de duplo interesse, se o trabalhador brasileiro tiver dignidade de um emprego, este gerará renda  para o governo pagando seus impostos, agora quando este não tem seu emprego e não tem nenhum recurso financeiro, dependerá do governo para tudo e a balança vai pesar para o governo, então os investimentos a iniciativa privada devem ser colocados em importância para que esses empresários possam gera emprego e renda  e assim  paga mais impostos a economia nacional, devemos  extrair está burocratizacao e suforcamento tributário para que esses empresários possam fazer gira nossa economia e nosso progresso ser longânimo.

  • #1522
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    Rafael Almeida
    Espectador

    <span style=”color: #383636; font-family: PT Sans, sans-serif;”><span style=”font-size: 14.5861px;”>- Incentivar o empreendedorismo dentre os jovens dentro do ensino publico, assim  iremos obter maior índice de desenvolvimento econômico.
    – Incentivar a desburocratização para abertura de empresa.
    – Aumentar o teto de faturamento do MEI, além de incluir novas profissões.
    </span></span>

  • #1539
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    Vejo muitos aqui defendendo o empresário, como se esse fosse o salvador da pátria. Uma lástima, na verdade. Gerar emprego não pode e nem deve ser sinônimo de escravizar, retirar direitos e penalizar o empregado como vem sendo feito. A precarização do emprego e renda no país chegou a tal nível que, após a reforma trabalhista (péssima, por sinal), foi dado novo nome àquele que trabalha sem carteira assinada, sem horário fixo, que depende de migalhas para sobreviver e ainda não possui direitos (como alguns entregadores de aplicativos): empreendedor!

    Nome bonito, mas que apenas disfarça o quão precário está sendo nosso sistema atualmente. Muitos aqui acham e sonham que empreendedor é aquela pessoa que emprega, gera renda, crescimento ao país, sendo que, na pura e simples realidade, é aquele que muitas vezes sonega impostos, busca e visa apenas o lucro, sem escrúpulos e quer ver o trabalhador reduzido a pó.

    Aquele que trabalha de carteira assinada passou a ser visto como uma simples engrenagem, um produto meramente descartável, perdeu seus direitos e viu sua renda ser dilapidada pelos “geradores de emprego e renda que sustentam esse país”. Pobres destes, simplesmente não tem noção de que se há emprego e renda suficientes, ele não vai conseguir vender e produzir e irá a falência.

    O partido deve se posicionar de maneira firme frente ao tema, sugerindo melhores condições para o trabalhador, a regulação estatal no sentido de fiscalizar os acordos trabalhistas e punições extremamente pesadas àqueles que infringirem regras trabalhistas. Deve também lutar para que o empregador possa ter direito à simplificação de seus tributos, desburocratização de serviços e condições de livre comércio dentro do território nacional, mas que, para isso, não seja necessário sacrificar ainda mais o proletário, que luta para sobreviver em meio aos tubarões do grande capital.

  • #1565
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    Jean dos Santos Silva
    Espectador

    A resposta pra isso é simples: DESBUROCRATIZAÇÃO e redução da carga tributaria.

  • #1578
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    Pedro Henrique Pasquali
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    O Brasil precisa ser um país mais livre – para viver e empreender -, sem que, é claro, o trabalhador seja abandonado pelo Estado. É preciso desburocratizar.

  • #1584
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    Marcos Rodrigues
    Espectador

    Para ter um desenvolvimento abrangente é necessário pesquisa e uma desburocratização, é necessário que os empresários consiga fazer uma disputa entre eles e para isso quanto mais incentivo do estado é melhor, o estado deve se preocupar principalmente com saúde, educação e segurança ou seja quanto mais os empreendedores tem a sua liberdade mais empregos serão gerados, o papel do estado deve ser apenas de incentivo e fiscalização, quando isso for feito as empresas irão disputar entre si e criar novos empregos abaixar preços o que ajuda no consumo e continua incentivando para ir cada vez mais adiante.

  • #1626
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    Valentina Jordão
    Espectador

    Acredito que enquanto não houver uma reforma tributária eficaz, junto à uma vontade política para a realização da mesma, esse contexto vai prejudicar a abertura de empresas, continua o excesso de burocracias, que podem desmotivar os empreendedores que geram emprego e renda e  fazem a economia que é cíclica girar. Precisamos de uma reforma para facilitar mais ainda a abertura de empresas e ajudar quem tem vontade de empreender a conseguir abrir e regulamentar seu negócio.

  • #1645
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    Vivian Coutinho Cavalcante
    Espectador

    Uma das maiores necessidades, atualmente, é de uma Reforma Tributária mais justa, que permita ao Empreendedor sair da informalidade, que conceda incentivos fiscais ao micro e pequeno empreendedor, às médias e grandes empresas a crescer e abrir novos postos de emprego, que vise onerar menos aqueles que geram empregos e renda.

    Outra medida que fomentará a redução da taxa do desemprego, é a capacitação dos desempregados para se adequarem às vagas já existentes. Muitas das vagas de emprego não são preenchidas por não encontrarem um profissional capacitado para o posto. Dessa forma, se faz indispensável que haja capacitação para adequação do profissional à vaga.

    Desburocratizar os processos também é muito importante pra estímulo de investimento por parte das empresas.

    Desta forma, culminaremos em geração de emprego e renda, facilitação para empreendimento, e em desenvolvimento econômico.

     

  • #1651
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    Gregory de Araújo Toledo
    Espectador

    Sou muito adepto do empreendedorismo das favelas cariocas, aos frequentadores ou conhecedores, é muito fato que as comunidades cariocas tem uma “economia local” bem forte, são diversos bares, restaurantes e eventos que ocorrem nas comunidades cariocas, aos fãs de comida de boteco, sempre tem bar de favela carioca na disputa. Uma pena que as comunidades são menos assistidas, são noticiadas por brigas de facções e pouco são faladas pela seu forte lado empreendedor, como um carioca das favelas, digo que o favelado é empreendedor, sonha com teu estabelecimento e com a oportunidade de crescer e tirar os familiares da zona de risco. Mas falta que se desburocratize a vida deles, defendo uma maior visão para essas áreas, são informais, mas são empregos. Defendo um MEI diferencial para camelôs e uma maior organização para que eles possam trabalhar e não receber rapa da Guarda Municipal.

    Poderiam ser investidos centros para camelôs como tem na Taquara em Jacarepagua, tinha na freguesia também e jacarepagua, e em Botafogo, na praça Nelson Mandela, é existe uma concentração de quiosques de pequenos comerciantes gastronômicos, todos de baixa renda, o ideal que esse tipo de ideia se espalhasse mais pelo Rio, fosse melhor observada essa questão.

    Uma outra ideia, no Rio, infelizmente o tráfico conquista muito da simpatia das pessoas com eventos como bailes, onde, óbvio, a ideia deles é faturar com o comércio de drogas, porém, muitas famílias vivem da venda de cervejas, bebidas, doces e petiscos que fazem nesses bailes, são várias barracas. O maior baile do Rio (Baile da gaiola) que hoje não existe, tinha uma enorme concentração de barraqueiros que complementavam ou até tinham sua principal renda oriunda desses bailes, e hoje estão órfãos desse tipo de evento e trabalho.

    Seria interessante um investimento maior em eventos sociais em comunidades, como existia o Baile da Paz na Rocinha em 2012, onde possam ser organizadas novamente essas barracas, além de gerar renda, ainda daria uma opção de lazer para os moradores, e tiraria a percepção de que o Estado pouco olha para os favelados.

  • #1659
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    Pablo Salomão
    Espectador

     

    A facilitação de crédito, valorização e desburocratização para pequenas e médias empresas é um passo importante e fundamental. Todo mundo já ouviu aquela famosa frase:

    “No Brasil é impossível empreender.”

    Para gerar desenvolvimento é preciso estimular, buscar maneiras de abrir portas para que possamos gerar emprego e renda.

    Mas, acima de tudo, vivemos hoje numa sociedade frágil em que poucos conseguem enxergar suas características empreendedoras.

    É necessário estimular o protagonismo empreendedor. Levar atividades que possam trabalhar essa educação nas nossas periferias. Gerar conhecimento sobre economia é uma forma sim de fazermos desenvolvimento econômico.

    É curioso,  o assunto inteiro é rodeado pelo desenvolvimento da nossa educação.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 5 dias atrás por  Pablo Salomão. Razão: Erro no uso de uma palavra
  • #1662
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    Wellington Luís Pegorin
    Espectador

    Acredito que cada vez mais o desenvolvimento econômico se dará através da economia criativa, o qual devemos disseminar ideias inovadoras para fomentação de emprego e renda, através de cursos de capacitação e workshop itinerantes, levando instrução para que de fato essas ideias se transformem em renda à população.

  • #1678
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    Rodrigo Ribeiro
    Espectador

    Tema complexo e esses dois assuntos: empreendedorismo, emprego e renda dependem diretamente do desenvolvimento econômico e não o contrário. É ele que gera os demais.

    O brasil precisa passar pelas reformas, da previdência (aprovada no Senado) e tributária para desburocratizarmos os setores. Atualmente, é mais rápido e fácil dar o primeiro passo para empreender no país, no entanto, a burocracia e quantidade enorme de impostos e tributação sobre o empresariado inviabiliza muitos pequenos negócios.

    A geração de emprego e renda também dependem de que a economia volte a crescer no país. Ainda temos um grande número de desempregados e muitos partiram para a informalidade, ficando difícil até de gerenciar as informações de renda.

    O povo brasileiro tem uma tendência e criatividade para empreender, mas precisa de uma economia forte e minimamente estável e um ambiente jurídico seguro, sustentável e desburocratizado para isso.

  • #1682
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    Fabio Azarias
    Espectador

    Um tema que vai além do “Desenvolvimento Econômico, Empreendedorismo, Emprego e Renda” é o “Transporte”.

    O governo deveria fortalecer as diversas maneiras de transporte, sendo público ou particular, uma vez que sem locomoção não há como ir ao trabalho; e sem trabalho não há desenvolvimento.
    Então que tal o Brasil incentivar formas de transportes ainda pouco exploradas, como o hidroviário e ferroviários para passageiros?
    Boas sugestões e simples de serem executadas seriam reativar a linha férrea do Estado de São Paulo que corta o litoral até a divisa com Mato Grosso do Sul como uma forma de transporte para turismo e negócios, executar o planejado trem que liga Campinas ao Rio de Janeiro, e disponibilizar o rio Tietê na cidade de São Paulo para embarcações (como exemplo da cidade de Amsterdam).
    Tudo isso fomentaria o desenvolvimento social, geraria trabalho qualificado além de trazer qualidade de vida e progresso.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 5 dias atrás por  Fabio Azarias. Razão: correção de typing
  • #1688
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    Douglas Frederico
    Espectador

    o PSDB deve propor medidas que tirem a parcela significativa da sociedade que hoje estão na informalidade, deve adotar um pacote amplo de desburocratização principalmente para pequenas e médias empresas que correspondem a 51% dos empregos gerados, deve adotar no cenário macro, propostas que baixem o custo Brasil, deve-se repensar na malha ferroviária que foi abandonada, investimento de portos e rodovias e para a geração de empregos, deve se pensar a curto prazo num novo plano de infraestrutura que gere empregos direta e indiretamente.

    Atenciosamente,

    Douglas Frederico – Rio de Janeiro – São João de Meriti

  • #1704
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    Arthur Silva
    Espectador

    O Brasil conhece bem o fantasma da recessão e, agora, torna a conviver com a insegurança, com o desemprego e com a instabilidade. É claro que o PSDB sabe bem o que é instabilidade, pois não só observou e estudou, como resolveu tal questão há anos. Tomemos o presente. Ter uma empresa no Brasil é desanimador, mas não podemos perder a esperança. E como resolver? Meus colegas aqui neste congresso já opinaram: DESBUROCRATIZAÇÃO é o tema mais debatido quando o assunto é esse que estamos tratando aqui. Facilitar o empreendimento, é dar mais uma possibilidade ao brasileiro, além de movimentar a economia.

    É preciso se esforçar para a reconstrução do Estado e da administração pública. A máquina pública, devido a inflação, torna-se  cheia de furos e rombos.

    Mas é fato que tudo depende do desenvolvimento econômico.

    Percebo que poucas pessoas têm domínio mínio sobre esse assunto. O que poderíamos fazer? Abrir a conversa para a parte mais pobre e, com uma linguagem mais informal, explicar os motores da economia. Mas, principalmente, estimular o empreendedorismo.

    É preciso abrir o Brasil para o mundo, mais do que já foi feito. Precisamos competir, precisamos facilitar também o crédito a quem precisa.

    Nós temos um argumento de autoridade nesse assunto. É preciso dar o crédito ao presidente FHC e sua equipe. Está na hora de defender mais ainda o seu legado, e não só, ESTUDÁ-LO também. O homem que enfrentou diversas crises internas e externas, erros e acertou, deu a volta por cima. O Brasil precisa se lembrar disso. Não podemos que o discurso do “herança maldita” apague o brilho e o extraordinário governo que Fernando Henrique Cardoso fez.

    Fico com Adam Smith:

    “Sociedades que crescem são aquelas que conseguem alinhar os incentivos”.

     

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 5 dias atrás por  Arthur Silva.
  • #1728
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    Yan fernandes pereira
    Espectador

    Com a ajuda de todos o Brasil se desenvolve no tempo certo ,mão de obra nós temos ,só precisamos das empresas . o Brasil a cada dia se desenvolve,mesmo lento o Brasil é soberano

  • #1730
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    Guilherme Esteves Santos Moraes
    Espectador

    A economia é o pilar de todo governo, se ela vai bem, o governo também vai, por isso deve ser tratada com prioridade por qualquer governante, não se investe em saúde, educação e segurança se não houver dinheiro para isso.

    É preciso um Estado mais eficiente e responsabilidade fiscal para atrairmos investimentos, gerarmos empregos, renda e infraestrutura.

  • #1768
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    Ronald Vilella
    Espectador

    A raiz da solução para o desenvolvimento do Brasil está no capital social, ou seja, a formação de sua população pela educação, seja ela escolar, técnica ou superior. No entanto, faz-se necessário que se haja um ambiente favorável ao empreendedorismo, principalmente para as micros, pequenos e médias empresas, tais como: Simplificação tributária, redução na burocracia, estabilidade política..

    Vale ressaltar também a importância do investimento em ciência, tecnologia e inovação como política nacional, permitindo a geração de produtos de alto valor agregado no país.

     

  • #1823
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    Rodrigo Ferreira
    Espectador

    Somente as grandes empresas tem gatilhos legais para contratar aprendiz e abater do imposto parte da remuneração deste. Os jovens das periferias, ou de pequenas cidades não conseguem estagio ou o primeiro emprego pois não tem como usufruir destas leis de inclusão, uma vez que pelo perfil de empresa que tem este direito, são de grande porte e localizadas em grandes centros. Como a micro e pequena empresa são as que mais contrata no pais, deveria elas ter seus mesmos benefícios, fazendo com que pequenos mercados, farmácias e outros comércio do bairro tenham o incentivo de  contratar jovens em meio período para realizar trabalhos menos complexos e rotineiros dessas empresas.

  • #1862
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    Guilherme Santos Ferreira
    Espectador

    Facilitar aos pequenos e médios empresários o incentivo fiscal, com redução de taxas e impostos e facilitação de crédito perante as instituições financeiras e de crédito afim de ajudar o progresso destes produtores para que eles possam participar de forma mais efetiva do desenvolvimento dos estados e municípios, desta forma gerando mais riqueza.

  • #1867
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    Gabriel Testai
    Espectador

    Atualmente a taxa de desemprego no Brasil é de aproximadamente 12%( 2º semestre de 2019), e para melhorar esses índices é necessário investir fortemente em educação, pois ter concluído o ensino superior é um grande diferencial. E, apesar do diploma não trazer a certeza da inserção no mercado de trabalho, ele coloca o trabalhador em uma posição de vantagem salarial, portanto os candidatos menos escolarizados enfrentam um mercado de trabalho mais restrito. É fundamental, também, revisar a regra de correção do salário mínimo, pois desta maneira vinculam-se os aumentos do salário mínimo aos ganhos de eficiência da economia. Outra opção seria permitir que trabalhadores pudessem receber menos do que o piso, pelo menos até se qualificarem ao ponto de alcançarem a produtividade adequada para o valor do salário mínimo. É recomendável que jovens de 15 a 24 anos pudessem receber um piso legal, mais baixo do que o salário mínimo, que aumentasse com a idade. Também são necessárias medidas para fomentar o treinamento continuado ou o aprendizado para novas tarefas que irão surgir. Cursos rápidos à distância podem ser criados. Um grande exemplo foi o Governo de Singapura que implantou o programa Skills Future, que oferece bolsas de estudo e aconselhamento para profissionais. Outra medida importante é fortalecer as empresas produtivas eliminando  as distorções que dão sobrevida a empresas pouco produtivas, como regimes especiais de tributação e crédito subsidiado. Reformas que facilitem a recuperação judicial e simplifiquem o regime tributário. É crucial, inclusive, aumentar a participação da mulher no mercado de trabalho, é evidente que políticas como a maior oferta de vagas em creches poderiam elevar a presença de mulheres no mercado, assim como contratos de trabalho mais flexíveis, com jornadas de curta duração. Outra iniciativa em discussão em muitos países é o aumento da licença-paternidade, que ajudaria a reduzir a diferença de tratamento entre homens e mulheres e diminuiria a diferença salarial entre eles. Portanto, dessa forma o desemprego no Brasil iria diminuir de forma gradativa.

    Gabriel Testai

  • #1872
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    lucas manoel Manoel
    Espectador

    Como apontou Barão de Mauá “O melhor programa econômico do governo é não atrapalhar aqueles que produzem, investem, poupam, empregam, trabalham e consomem.” Acredito que é indispensável ao PSDB esforçar-se para que o Brasil se torne um país com menos burocracia e mais liberdade econômica, pois quanto mais fácil for empreender em uma região, maior será a geração de emprego, renda e riqueza. Precisamos criar condições favoráveis ao progresso. De acordo com a Heritage Foundation e o Instituto Monte Castelo o Brasil é considerado majoritariamente um país não-livre. Até mesmo países como Gâmbia, Haiti e Lesoto estão a frente do Brasil em liberdades econômicas. Devemos seguir os bons exemplos. Os países possessores dos mais elevados índices de desenvolvimento humano (IDH) são os mais livres. É vital que o PSDB se inspire na política econômica de países como Noruega, Austrália e Irlanda, pois tais países instigam a criatividade de seus indivíduos e o progresso somente encaminha-se por meio de politicas liberais.

  • #1886
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    Italo Nogueira de moro
    Espectador

    Atualmente, é nítida a dificuldade de empreender em nossos Estados e Municípios. Com o objetivo de estimular o Desenvolvimento Econômico, Empreendedorismo, Emprego e Renda, acredito que:

    Primeiramente, será necessário uma reforma tributária, que busque simplificação e transparência do sistema de arrecadação. A excessiva carga que recai sobre as empresas traz desmotivação para empreender;

    Ademais, é necessário a redução dos custos de serviço, com intuito de melhorar a competitividade da região;

    É necessário um plano de desenvolvimento, com objetivo de fortalecer a infraestrutura e gerar empregos;

    Ainda no tópico supracitado, necessitamos de uma maior articulação com os governos Estaduais, para fortalecer e criar empregos, gerando oportunidades para os cidadãos;

    Visando fortalecer a presença das mulheres no empreendedorismo, é necessário criar incentivos que as incluam no mercado;

    Mapeamento das zonas críticas com menor índice de desenvolvimento, com o objetivo de implementar programas que gerem empregos e oportunidades;

    Estimulo de empresários a fazerem ações filantrópicas nas regiões mais carentes;

    Garantir que os programas de incentivo ao empreendedorismo já existentes estejam funcionando, com vistorias constantes;

    Simplificar a regulação que impacta diretamente as atividades empresariais de inovar e empreender;

    Adoção de programas para fortalecer e incentivar as “Startups”;

    Buscar incentivos em parceria com o Estado para empreendedores que darem oportunidades para pessoas de regiões carentes;

    Desenvolver programas de freelancers, regulamentando esta modalidade de prestação de serviço, com o objetivo dos desempregados terem uma primeira oportunidade de atuar no mercado.

    Atenciosamente,

     

     

     

     

  • #1946
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    Caio Alexandre Gomes da silva
    Espectador

    Como estudante de Economia e pré-candidato à vereança de Americana, vejo essa como principal pauta do me enfrentamento. Considero que um desenvolvimento econômico inteligente, leia-se plano de ação que prioriza o empreendedorismo, geração de empregos, desenvolvimento tecnológico no Brasil, e fortalecimento de polos industriais, é a única forma de fomentar um crescimento econômico das Cidades, Estados e União.

     

    Entendo que é necessário um firme comprometimento do nosso partido com essa causa. Nao há como falar em Saúde, Educação e outros sem uma economia forte, uma arrecadação justa, e mais pessoas assumindo papeis de geradores de emprego.

     

    Nosso desemprego tem escaladas consideráveis, e proporcionalmente as complicações no desempenho econômico. Contudo, e necessário que nós do PSDB tenhamos posições claras que fortaleçam aqueles que querem empreender, tornar mais fácil e menos burocrática a atividade daqueles que já empreendem, precisamos viabilizar o crescimento das grandes e  medias empresas e sobretudo descentralizar o foco da união nas grandes incorporadoras, permitindo assim que outras empresas possam ter condições em competitividade. Favorecendo todos os brasileiros.

    É necessário apostar na iniciativa privada. Só de gera emprego e renda, só se amplia o sucesso economico do país quando o empreendedor empreende, quando o empregador gera emprego, e quando o estado deixa para a iniciativa privada aquilo que à ela pertence.

    Que tenhamos Livre Mercado.

     

    Att,

     

    Caio Alexandre Gomes

  • #1993
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    Leandro Miguel
    Espectador

    O nosso país, o amo, tenho orgulho de ser brasileiro, porém dificultam muito as coisas

    O país é muito burocrático

    Quando a corrupção acabar, se um dia acabar, mais se não acabar, se em algum caso, circunstancia ou momento da vida diminuir, quando a politica e seu acordos deixarem de ser o centro da realidade acontecera verdadeiramente se encontrara soluções e, haverá melhorias nos pontos citados nesse tema.

     

     

     

  • #2027
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    Vinícius Andrade Martins
    Espectador

    1- BUROCRACIA

    Acabar com burocracias na contratação de empregados, abertura de empresas e na taxação em todos as esferas, municipal, estadual e federal.

    2- CRÉDITOS

    Diminuir o subsídios para grandes empresas, em contrapartida aumentar o crédito pra micro e médias empresas.

    3- PODER DE COMPRA

    Aumentar o poder de compra do consumidor, reduzindo impostos por exemplo o Imposto de Renda para a população de renda menor

    4- CLT

    As leis trabalhistas são definitivamente uma conquista para o trabalhador mas elas tendem a dificultar em alguns pontos a vida dos empregados e também dos empregadores, basicamente repensar os pontos que se tornam amarras pra facilitar a relação empregado e empregador.

  • #2057
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    Pedro Saldanha
    Espectador

    – Investigar e combater a corrupção nas estatais e privatizar aquelas que estejam dando prejuízo.

    – É preciso fornecer algum credito bancário ou financiamento para empresas de médio porte dentro de nosso pais , para que possam aumentar a produção ,expandir contratos e vendas , e gerar milhões de empregos nas cidades . Pois como se sabe tais empresas muitas do setor terciário como serviços e comercio são responsáveis pela geração de grande parte dos empregos no país.

    – Com essa politica de credito e financiamento dessas empresas de médio porte poderemos estimular o crescimento do mercado interno e a competitividade de mercado , alem de gerar empregos e aumentar as opções de compra do consumidor.

    Depois posso falar um pouco mais no assunto.

     

    2020 é 45 !

     

     

  • #2070
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    Renato Ribeiro
    Espectador

    Desenvolvimento econômico, Empreendedorismo, Emprego e Renda, devemos lembrar que cada região deste país tem características sociais ou geográficas que lhe são peculiares, portanto para o desenvolvimento econômico devemos adotar medidas de regionalização, realizando investimentos na área de infraestrutura para que possamos atrair investimentos para as diversas regiões e consequente gere emprego e renda. Em relação ao Empreendedorismo podemos investir mais  no SEBRAE para que ele possa melhor cumprir sua finalidade de fomentar o empreendedorismo no Brasil auxiliando as pequenas empresas e Micro empreendedores individuais.

  • #2075
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    Nathanael Guimarães Rodrigues
    Espectador

    Temos que trazer mais empresas, mapear os locais onde se tem menos geração de emprego, pois a geração de emprego é o melhor programa social, reforma tributária, pois no Brasil existem vários impostos, temos que simplificar nosso sistema, desburocratizar para avançar, trazer competitividade econômica, equilíbrio entre geração de emprego e justiça social.

  • #2086
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    WILLIAM CAMPOS
    Espectador

    A vida não é fácil para quem empreende no Brasil. Passamos nos últimos anos, uma das piores crises nacionais. Ideias de fomento de credito, desburocratização para as empresas privadas, diminuição da carga tributária, entre outros, são essenciais para a geração de emprego e renda no Brasil.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  WILLIAM CAMPOS.
  • #2097
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    David Alector Sampaio
    Espectador

    É preciso preparar o jovem para ingressar no mercado de trabalho, talvez com uma educação continuada seguindo exemplo das escolas técnicas que além do ensino de base, proporcionam uma alternativa para o jovem aprender uma profissão técnica antes de ingressar na universidade.

  • #2123
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    Raphael Sarris
    Espectador

    Não podemos deixar de manter boas relações com todos os países do mundo para termos um melhor desenvolvimento econômico, mas as parcerias entre o governo e empresas privadas brasileiras deve ser melhor e maior, pois o Estado deve garantir um aporte de investimento para elas dessa forma gerando mais empregos.

    No entanto, isso é apenas um ponto porque, para gerar renda e pode aquisitivo da população para fazer o mercado girar e gerar lucros para o país, é necessário uma reforma tributária pois são muitos impostos sendo pagos e que deveriam ser unificados para facilitar a organização pessoal de cada cidadão e empresa, diminuição de benefícios para todas as carreiras públicas (assim podemos diminuir os impostos para todos), as empresas precisam ter facilidade de abrir e encerrar suas atividades econômicas (vide a Islândia que pôs em prática um projeto através de um cartão digital que o empresário possa abrir sua empresa em poucos minutos e toda burocracia é finalizada em poucos cliques através do próprio celular), e dessa forma temos automaticamente um incentivo maior para o empreendedorismo.

    Como disse no tema da educação: um dos pontos essenciais é ter economia básica nas escolas para a crianças aprenderem, já que em países de Primeiro Mundo acontece esse tipo de orientação educacional.

  • #2136
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    Carolina Vancini
    Espectador

    O PSDB deveria fortalecer o discurso que apoia os cursos técnicos e técnicos profissionalizantes, que são oferecidos por muitas parcerias público privadas gratuitamente, como também a desburocratização e a diminuição da quantidade de impostos que em suas maiorias são cumulativos e o pequeno empresário, como as micros e média empresas possam assim contribuir de forma mais eficaz na arrecadação de impostos, possibilitando aos empreendedores possam dar mais empregos e prosperar, uma vez que a maiorias deles, as fecham seus negócios nos primeiros anos.

    Neste caso a renda vem da força de vontade e do apoio que o “sistema” dá as pessoas que estão iniciando. (exemplo: vídeo que um vendedor fez e mandou para o presidente falando que a “burocracia” não deixava ele trabalhar, pois para isso necessitava de uma enormidade de documentos.

    O governo seja ele qual for sua esfera, tem que garantir/ajudar a população a se desenvolver esta área é uma delas, que é de extrema importância, pois além de envolver a vida do cidadão, envolve a economia local de uma forma global e, também a criação de novos empregos e novas rendas, para a mão de obra.

    Esta forma de empreendedorismo é um ponto chave para que muitos saiam da linha de pobreza e da extrema pobreza, como também assistencialismo extremo proporcionado pelos bandidos da era PT.

  • #2160
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    Diemisson Neves
    Espectador

    A desburocratização é um ponto importante para ajusta nossa economia, o brasil precisa investi na qualificação da mão de obra, o governo precisa criar um ambiente favorável que gerem oportunidades de emprego para a juventude, precisamos de uma maior assistência do governo para aulixiar o pequeno e micro empresário.

  • #2166
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    Gustavo Martins de Carvalho
    Espectador

     

    O desenvolvimento não deve ser interpretado apenas no viés econômico, o que ocorre com muita frequência, mas também político, social e jurídico.

    Na história recente do Brasil, observamos várias interpretações de desenvolvimento e a principal dessas interpretações é a que diz que o Estado é o principal motor da economia e por consequência do desenvolvimento, com isso o sistema jurídico foi e ainda é usado como um instrumento do governo para ditar o ritmo da economia.

    Diferentes visões políticas influenciaram a tomada de decisão e culminaram na formação do Estado regulador brasileiro ou Estado Desenvolvimentista, característico de governos como de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. É possível concluir que, historicamente, o controle do Estado e da economia sempre teve como ponto focal o poder Executivo, sendo o poder Legislativo um fator secundário. Esse quadro fica claro quando observamos, nas últimas décadas brasileiras, a relação entre governo e desenvolvimento.

    Durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso (FHC), há o desmonte do Estado planejador desenvolvimentista e a substituição deste modelo por um novo modelo regulador, com clara descentralização do poder Executivo, criação de agências reguladoras independentes e pela privatização das empresas estatais. Para FHC, o desenvolvimento estaria atrelado à liberdade empresarial e abertura para investimentos estrangeiros, por isso houve muitas privatizações e redução de impostas para empresas. Pode-se creditar a essa política de desenvolvimento atrelado a liberdade empresarial e abertura de mercado a bonança econômica do qual governos seguintes se aproveitaram.

    O modelo liberal foi experimentado, primeiramente no Chile na década de 70, o qual foi seguido pela inglesa Margaret Thatcher e pelo americano Ronald Reagan nos anos 80.

    Embora os resultados a curto prazo da transição chilena para um modelo liberal de economia tenham sido ruins para a sociedade, ainda no início da década de 90, o país se tornou a economia mais próspera da América Latina o que rendeu ao país o título de Tigre Asiático latino-americano. O país conseguiu reduzir a pobreza de 50% de sua população em 1987, para 18,3% em 2003, tornando-se assim o primeiro país latino-americano a cumprir as metas do milênio para a redução da pobreza.

    Diante do acima exposto, considero algumas medidas evidentes e necessárias ao desenvolvimento econômico nacional dentre os quais estão as privatizações de empresas estatais tais como Correios, Eletrobras e Petrobras, a abertura do mercado de capitais, a liberalização dos fluxos internacionais de capitais, o fim das reservas de mercado e a flexibilização de leis trabalhistas.

  • #2167
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    Marco
    Espectador

    Se tratando desses temas é inevitável falar de desburocratização, pois ela é o caminho para a melhora dos indicadores destes temas. O desenvolvimento Econômico, empreendedorismo, emprego e renda sofrem com o peso da maquina tributária do país e com os obstáculos burocráticos que travam a população brasileira.

    Desburocratização é um dos caminhos para o desenvolvimento econômico o incentivo ao empreendedorismo e o aumento de emprego e renda.

  • #2186
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    Matheus Luiz Ramos Martins
    Espectador

    Para se desenvolver, o Brasil necessita fortemente de investimentos na área comercial, tanto vindo de fora quanto de atitudes vindo de nós próprios brasileiros, a princípio devemos considerar que o processo de evolução do mercado brasileiro deveria passar por diversas etapas, como maior desburocratização por parte do governo, incentivo ao brasileiro empreender, diminuições de impostos ( para ter maior incentivo para serem abertos novos mercados no Brasil ),devemos afrouxar um pouco as cordas, pois grande parte do capitalismo age propriamente com liberdade, e a adoção de uma atitude mais liberal nos negócios, seria de fato muito positiva para o Brasil, tanto em questões de empregos, quanto em questão de uma “injeção” de dinheiro na economia.

  • #2188
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    Matheus Pantrigo
    Espectador

     

    Para conseguirmos restaurar a economia do Brasil precisamos focar em emprego e eficientização do Estado, para que o mesmo tenha mais liquidez e consiga, junto com a iniciativa privada, investir em mais projetos que fomentem o crescimento econômico e desenvolvimento tecnológico. Seguem minhas ideias sobre o tópico:

    • Criação de uma área com isenção (ou incentivo) fiscal para o estabelecimento de startups, fazendo com que essas possam interagir e conhecer umas as outras, além de torná-las mais visíveis e acessíveis a capital de empresas maiores;
    • Criação de um plano nacional de infraestrutura, construído através de consultas extensivas a iniciativa privada, para que, através de PPP’s, o governo consiga aumentar o escoamento da produção de maneira eficiente. Focando principalmente na construção de ferrovias e exploração de modais naturais, para que o custo do produtor diminua e ele tenha maior capacidade de reinvestimento;
    • Apoio aos bancos digitais e aplicação de medidas que visem diminuir a concentração bancária e aumentar a competitividade nesse setor para que o crédito se torne mais acessível para o micro, pequeno e médio empreendedor;
    • Privatização de empresas estatais que não são estratégicas para o desenvolvimento do país (Ex de empresa estratégica: Petrobras. Ex de empresa não-estratégica: Correios);
    • Fusão da Caixa e do Banco do Brasil para diminuição do pessoal e dos gastos, além da criação de um Banco com maior relevância no mercado;
    • Revisão das políticas de investimento do BNDES, de forma que os investimentos sejam feitos em pontos estratégicos para alavancar o crescimento do país;
    • Um dos pontos triviais, porém ainda dignos de ser destacado, é a simplificação tributária e apoio a reforma tributária. Pontos a se levarem em consideração na reforma são o IVA, proposta defendida pelo Governador Alckmin nas eleições, e a realocação de impostos que inibem o consumo e a produção para outros que foquem o lucro.
  • #2210
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    Ryco Lima
    Espectador

    Enfrentar o desemprego e subemprego juvenis por meio da criação e ampliação dos programas públicos que permitam ao jovem dedicar mais tempo aos estudos, combatendo a entrada precoce e precarizada no mercado de trabalho.

     

    Possibilitar a inserção juvenil no mercado formal de trabalho de forma produtiva, adequadamente remunerada, viabilizando a autonomia econômica, ampliando a cobertura da rede de proteção social e garantindo uma vida digna.

     

    Fomentar o cooperativismo e o empreendedorismo com condições de liberdade, equidade e segurança.

  • #2212
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    Pedro Rodrigues
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    Pesquisa de hoje mostra que o Brasil caiu 15 posições no ranking de facilidade de fazer negócios. De 109º despencou para 124º. O estudo, do Banco Mundial, usou dados de maio do ano passado até maio deste ano. Correndo contrário a esse cenário está o mercado de franchising no Brasil, com alto índice de crescimento, marcas consolidadas e números positivos, possuindo mais de 3 mil redes espalhadas pelo país.

    Países como Estados Unidos, Coréia do Sul, Japão e China, evidenciam o sucesso do modelo com números de entidades e faturamento com altas constantes.

    Em meio à crise o modelo sobrevive no Brasil e também com sinais positivos devido a quantidade de empreendedores que estão dispostos a abrir um negócio, sendo o franchising talvez uma saída para que negócios tenham sucesso e novos empregos surjam. A vantagem do franqueado é que ele já inicia o próprio negócio com marca consolidada no mercado, com produto testado e aprovado, conta ainda com suporte do franqueador, e pula muitas etapas que teria ao abrir o próprio empreendimento.

    Informações dão conta que o mercado de franquias movimentou ano passado em três trimestres R$ 44 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Nesta seara, o mercado vai bem, mas a previsão de unidades em operação para os próximos anos nem tanto: em operação, o mercado de franquias cresceu 8% em 2018, mas a expectativa frusta quando a previsão para o biênio 2019-2020 é crescer de 5% a 6%. Que contraste rege essa lógica? O que fazer diante deste cenário? Seria o caso de revisitar e aprimorar a Lei 8.955, romper barreiras burocráticas?

    Algumas burocracias no meio do caminho se fazem necessárias serem discutidas, desde a Circular de Oferta de Franquia ao contrato, prazo hábil para a concessão de alvarás, simplificação do relacionamento jurídico entre franqueado e franqueador, rediscutir a presença de cartórios no processo, e o banho de água fria de juntas comerciais atrabiliárias. Unificar e reduzir os gastos com registros, laudos (sanitários e de segurança), taxas, licenças, autos de vistoria e documentos exigidos nas esferas municipal, estadual e federal.

    Por último, peguemos o exemplo do nosso vizinho Chile: estudos realizados pela Universidade do Chile mostram que em oito anos (2004-2012), o mercado de franquias cresceu 119% para os chilenos. Até 2015, eram mais de 31 mil empregos gerados em 130 empresas do formato de franquia, com quase 4 mil unidades. O investimento incial de cerca de 60% das franquias existentes por lá não chegava aos US$ 100 mil, com prazo de recuperação do investimento em menos de dois anos. Um ano depois, o formato movimentava mais de US$ 3 milhões de dólares e uma recuperação pra cada investimento de 24 meses.

    O modelo de franquias tem dado tão certo no Chile que foi realizado este ano a 5ª edição da Feira Internacional de Franquias do Chile foi realizada, com a presença de franquias locais e estrangeiras.

    O que falta para o Brasil se desprender de velhas amarras e apostar no que dá certo mundo afora?

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  Pedro Rodrigues.
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  • #2216
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    Felipe Barbosa
    Espectador

    Desenvolvimento econômico, Empreendedorismo, Emprego e Renda.

    No meu ponto de vista tem que haver menos taxação sobre o empregador, tendo como exemplo um empresário ou uma multinacional que resolve se instalar aqui no Brasil, de início ele terá um gasto para tirar a licença do local que irá construir, em seguida gastos com profissionais que emitem alvará que fiscaliza o andamento da obra vendo se está de acordo com as normas de segurança, mais o custo da construção. Já para entrar em funcionamento tem que tirar as licenças especificas de acordo com o que a empresa irá produzir, por fim os valores recolhidos pelo governo por cada funcionário contratado e assim por diante.

    O país com suas excessivas normas e cobranças sem nenhum atrativo aos empreendedores que teriam o papel de gerador de emprego, aumentando a renda do brasileiro, fazendo o PIB crescer e o país automaticamente desenvolver.

  • #2228
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    Saylo Soutelo
    Espectador

    É preciso dar condições para que os brasileiros possam empreender;

    O Poder Público também deve gerar empregos através de concursos públicos nas áreas da Administração Pública em  que se tem grande carência de servidores públicos;

    Trazer investimentos industriais para todos os municípios brasileiros, especialmente aos municípios com maior indice de pobreza extrema e assim levar o desenvolvimento econômico para gerar emprego/renda e garantir a circulação de dinheiro em todo território nacional.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Saylo Soutelo.
  • #2231
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    Bruno Cardozo
    Espectador
    1. Primeiramente apoiar e incentivar os micro e pequenos empreendedores, desburocratizando e facilitando os caminhos para quem empreender no Brasil.
    2. Descentralizar os incentivos fiscais somente as grandes epresas, assim incentivando as médias e pequenas empresas de igual modo.
    3. Incentivando a agricultura familiar, as agroindústrias familiares, também é uma forma de fortalecer o desenvolvimento econômico.
    4. Fortalecer a relações exteriores, assim abrindo as portas para a exportação (mas uma exportação inteligente, que de algum retorno financeiro, simplicidade exportar tudo que nós produzimos aqui no Brasil a baixo no preço é loucura.)
  • #2246
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    Maurício Martins
    Espectador

    É consenso a importância da Reforma Tributária, desburocratização e incentivo a pequenos e médios empreendedores. Todos esses tópicos realmente têm muita importância para o desenvolvimento econômico, empreendedorismo, emprego e renda, que é o tema em questão. O Brasil tem um capital humano gigantesco. Diversidade de ideias e pessoas que têm o dom de empreender, e por isso precisamos incentiva-los. Mas a realidade, é outra.

    Normalmente os gestores concedem isenções fiscais a grandes empresas pelo medo de perde-las. Mas essa isenção fiscal vale a pena? Precisamos discutir a logica dos benefícios fiscais. Segundo o Sebrae, 2/3 dos empregos no Brasil são proporcionados por pequenos e médios empreendedores, e mesmo assim, 44% dessas pequenas e médias empresas fecham as portas por falta de políticas públicas para o setor.

    Um bom exemplo que também pode contribuir para geração de emprego e renda seria o incentivo à startups. Temos que aproveitar o “boom” tecnológico que estamos passando para sermos referência quando se trata de tecnologia. Criação de Parques Tecnológicos, investimento em formação empreendedora, hackathon com dados abertos para que profissionais possam resolver problemas da sociedade através da tecnologia, incentivam nossa raiz empreendedora e nos tornam mais competitivos em um cenário global.

    Falando sobre a Reforma Tributária, ela é necessária para uma maior autonomia dos municípios. A distribuição de recursos públicos é muito injusta. Hoje, a cada 100 reais de impostos, apenas 19 reais voltam para o município, que é onde as políticas públicas acontecem. Essa lógica precisa mudar.

  • #2249
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    Roberta Berdeal
    Espectador

    Nosso país é o país da burocracia. Simplificar toda essa máquina já seria um grande avanço. Com uma população imensa de 14 milhões de desempregados, o país deve ter um olhar especial sobre a geração de emprego e renda em todos os níveis, que acaba afetando inclusive o nosso social e a segurança pública. Além do imenso tamanho do Estado, que consome mais de 60% do que se arrecada para pagamentos de salários e benefícios, criando duas classes brasileiras : a primeira classe (funcionários públicos) e a segunda classe (outros). O olhar com a desigualdade social deve ser o ponto fundamental de preocupação do governo.

  • #2250
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    André Varela
    Espectador

    Empreendedorismo no Brasil é uma empreitada para heróis.

    Não vejo porquê me estender no tema, haja visto que o cenário para mim é simples:

    – É primeiro preciso falar sobre uma Reforma Tributária. Sendo ela uma das bandeiras do PSDB, o foco emergencial em uma revisão do que o brasileiro paga de imposto é gritante.

     

    Diversas parcerias público-privadas tem se mostrado eficientes nos últimos anos em diversos municípios, assim, a extensão de programas que facilitem a cooperação do brasileiro empresário para com o poder público é fundamental enquanto não temos uma reforma. Isenções fiscais, investimentos em tecnologia, capacitação e outros movimentos que são inclusive considerados simples ao analisarmos o cenário apresentado no exterior, podem servir como uma bengala para um país que anda em cadeira de rodas na sua relação com o setor empresarial, agilizando o desenvolvimento econômico, aumentando o número de empregos e renda de maneira harmônica.

  • #2266
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    Wellington Lucas Barroso rocha
    Espectador

    É necessário uma ampla reforma tributaria no Brasil para que os empreendedores possam ter mais capacidade de investimentos e consequentemente gerarem novos empregos para o Brasil. Programas de incentivo a jovens empreendedores para que possam descobrir suas  vocações e terem incentivo do poder publico, Alem da desburocratização daqueles que querem começar novos investimentos no pais.

  • #2279
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    Deivin Corrêa
    Espectador

    Uma das saídas seria a valorização do Plano real, no qual o PSDB foi exemplo em fazer com que o nosso Brasil, seria reconhecido.

    Apoio a ideia das reduções de carga tributária e que sua redução seja revertida em programas empreendedores.

    Maior apoio aos Micro empreendedores seria um grande avanço.

  • #2303
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    Wagner Gockos
    Espectador

    A primeira medida é diminuir a carga tributária. Um colaborador custa quase o dobro do salário que recebe para o empregador.

    Maior atuação das entidades de fomento, para ajudar financeiramente os pequenos e médios empresários e não apenas os grandes.

    Maior capacitação por órgãos como SENAI, SEBRAE em parceria com todas as esferas de governo, buscando capacitar os  MEIs, EPPs, para que iniciem seus empreendimentos com responsabilidade e auxilio. Expandir as encubadoras, e buscar a desburocratização e integração da máquina pública, na abertura de negócios.

  • #2321
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    Leonardo Novaes
    Espectador

    O PSDB precisa voltar a acreditar que as medidas liberais, que já foram aplicadas no passado à economia para superar a inflação, são a melhor forma de combater o Estado ineficiente, grande e pesado.

    A tecnologia e o aumento da produtividade são as únicas formas de valorizar o empreendedorismo, que é a melhor saída para garantir emprego e renda aos jovens e á população.

    Tais áreas estão totalmente ligadas à educação, que continua sendo a melhor forma de inserir os pobres no mercado de trabalho.

    Por isso, precisamos que nossos quadros defendam a quebra dos velhos cartório e oligopólios, que ainda dominam a política brasileira, incham o estado, e atrapalham a gestão inteligente dos recursos.

  • #2330
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    Arthur Arenari
    Espectador

    O país possui 12,6 milhões de desempregados, faz-se necessário o investimento em produtos e serviços de necessidade da população.
    O grande feito seria expandir as parcerias público-privadas as quais geram empregos diretos.
    O incetivo fiscal aos pequenos empresários, também contribui para o aumento do número de emprego.

  • #2360
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    Jeferson Lorensett
    Espectador

    Trazer eficiência e técnicas para obter melhores resultados com menos recursos aos poderes irá atrair a curto prazo investimentos e a longo prazo podendo baixar a carga tributária do país.

    Somos um povo que cresceu sem entender, sem ser incentivado a empreender, isso deveria estar nos bancos escolares, ensino fundamental e médio…, para despertar a curiosidade e ver que nada é impossível.

    Pensando em taxar grandes fortunas… para que? A pessoa que conseguiu chegar até nesse ponto, normalmente teve que pagar todos os impostos e grande chance de estar gerando muitos empregos, vai ser que nem expulsar eles do nosso país, hoje muitos empreendedores continuam aqui por amor, pois há muita opção aí fora atraente que faz questão de ter pessoas que consigam gerar grandes fortunas sem tantas taxas e burocracia.

    Gerando emprego e renda, abre espaço para a pessoa buscar mais conhecimento, onde possivelmente trará mais renda ainda para a pessoa.

     

  • #2366
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    Thallya Scariot
    Espectador

    1. A solução para o desemprego é desburocratização dos setores empresariais, pois tendo uma via mais fácil a geração de emprego seria consequência.

    2. O índice de tributos, hoje, é altíssimo e acaba desanimando o brasileiro.

     

    Ou seja, o grande segredo seria a desburocratização e a “reforma” nesses índices de tributos altos.

    Conseguindo esses dois feitos, fomentaria abertura de empresas/negócios e com isso, a geração de emprego, aumentando a renda do brasileiro.

    Resultado: economia girando mais rápido.

  • #2391
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    Renan Sambo
    Espectador

    – Reforma tributária;
    – Simplificação tributária;
    – Intensificação de políticas de incentivo a startups.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Renan Sambo.
  • #2455
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    Matheus Braga
    Espectador

    Para melhorar o desenvolvimento e a criação de emprego em renda, é primordial que se invista na facilitação do investimento de capital financeiro e micro e médio empreendedor como forma de ajudar a alavancar empresas, visando o aumento de vagas de trabalho.

    Outra estratégia importante, seria bonificações como a diminuição de imposto e tributos para empresas de médio e grande porte que cumprirem metas estipuladas como contratação, expansão de marca e afins.

  • #2457
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    Allex Ribeiro Biato
    Espectador

    Agenda de privatização com abertura comercial por completo, favorecendo a livre concorrência. Fim de privilégios para a indústria nacional, principalmente via BNDS, menos burocracia para empreender, redução de alíquotas, acordos de livre comércio com outros países, etc. O Brasil precisa de um choque do capitalismo liberal sem corporativismo, abrindo possibilidade para geração de investimento e consequentemente geração espontânea de empregos e poder de compra.

  • #2458
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    Ângelo Perucci
    Espectador

    É de extrema importância fazer a reforma tributária e a partir daí conseguir trazer investimentos de empresas de fora e com isso também focar na livre iniciativa realizando maior incentivo para as grandes e pequenas empresas.

  • #2500
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    Jaylan Macedo
    Espectador

    1) É necessário desburocratizar o acesso ao crédito e facilitar a abertura de empresas no país, principalmente para o pequeno empreendedor.

    2) Combate à pobreza. Só iremos desenvolver esse país se combatemos a pobreza e a desigualdade social. A crise nos mostra que esses modelos de desenvolvimento focado na restrição do gasto, assim como o modelo de Estado provedor de todo desenvolvimento são ultrapassados. É necessário um equilíbrio entre ambos para garantir responsabilidade fiscal e social.

     

  • #2525
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    Lucas de Lima
    Espectador

    Além da reforma da previdência que foi aprovada, é um ponto importante também realizarmos outras reformas como a tributária, já que o Brasil tem uma carga tributária relativamente alta. A reforma tributária deve ter como objetivo criar uma harmonia no sistema e reduzir as isenções tributárias distorcidas e dispendiosas, ao mesmo tempo que aumentam a mesma quantidade de receita. Essa simplificação do sistema tributário acredito que também aumentaria o investimento privado e junto com a desburocratização para o empreededorismo no Brasil que teria um efeito cascata em relação ao aumento de empregos e renda.

     

  • #2536
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    Thárik Uchôa
    Espectador

    Um país apenas cresce com geração de emprego e emprego de qualidade. Baixar as taxas de juros, limpar o nome dos devedores, permitir melhor poder de compra do trabalhador, são essas as formas de desenvolvimento econômico. O Brasil precisa sim passar a difícil transição de um país eminentemente agrário para um país industrial, como fizeram os países desenvolvimentos. Mas o campo e a indústria não são excludentes, ao contrário se complementam, o que falta é que incentivemos mais o agronegócio e a indústria nacional e paremos de exportar nossa matéria prima ao exterior para utilizá-la internamente em indústrias nacionais.

  • #2585
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    João Lopes Waspe
    Espectador

    É urgente a necessidade de políticas de geração de emprego, principalmente na área de construção civil, área essa que permite a rápida oferta dos mais variados empregos além de promover o avanço da infraestrutura nacional. Num cenário de grave crise fiscal, resta ao governo incentivar e promover as mais variadas concessões, além de urgente desburocratização do ambiente de negócios, burocracia essa que muitas vezes incentiva a informalidade e sonegação. A diminuição de direitos trabalhistas se mostrou um grave desgaste social com resultados extremamente modestos, o empresariado não se motiva com menos encargos trabalhistas se não vislumbrar no futuro o aumento de sua receita.

    É necessário que se viaje por diversos países em busca de recursos externos para viabilizar investimentos no Brasil, comitivas que apresentem não só o ambiente de negócios, como o perfil de consumo do povo brasileiro e seu espirito empreendedor.

    Buscar com determinação a inserção de bancos de investimento no Brasil, para financiar e possibilitar projetos de micro e pequenos empresários no país, sem a dependência do poder público. O aumento da competição entre os bancos com a entrada de novos agentes no mercado é essencial para a redução dos juros dos empréstimos, que no Brasil muitas vezes se reflete no consumo, aquecendo rapidamente a demanda.

    Programa nacional de renegociação de dívidas, O consumidor endividado fica com suas possibilidades de consumo restritas, sendo necessário destravar esse gargalo.

    Políticas de transferência de renda traz condições básicas de vida a muitas famílias, além de promover a circulação de moeda e assim movimentar a economia, portanto devem ser aperfeiçoados e ampliados, em paralelo com políticas que promovam a possibilidade dessas famílias futuramente não dependerem mais dos recursos, isso se dá via educação e capacitação profissional.

    Necessidade da reformulação da legislação sobre obrigatoriedades dos gastos públicos, extrema rigidez (não defendo extrema flexibilidade, mas sim um meio termo) do orçamento pouco permite o remanejamento de recursos para cada região atender suas principais demandas, é um erro generalizar as dificuldades especificas de cada região.

    Retomada de programas sérios que vendam uma excelente imagem do Brasil, incentivando o turismo, que tem a capacidade de rápida geração de empregos e grande ramificação nacional.

     

  • #2591
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    Alberto Godinho
    Espectador

    O papel do Poder Público é propiciar condições de atuação para a iniciativa privada, incentivar o empreendedorismo e fiscalizar.

    Existem dois grandes problemas a serem encarados de imediato: a burocracia, que deve ser reduzida drasticamente, e a tributação, que precisa ser simplificada ao máximo.

  • #2606
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    Thales Rangel
    Espectador

    O diálogo sempre foi a base de tudo e quando o assunto é desenvolvimento econômico não há de se despensar. O comércio sempre foi uma fonte de renda que aquece a economia de um município. Dito isso, é importante ter um certo diálogo entre a classe, mais o sindicato do comércio local. Reduzir os impostos seria uma saida para incentivar novos microempreendedores e manter quem já está no cenário e luta para manter seu comercio de portas abertas.

  • #2609
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    Tomaz Oliveira Hoffmann
    Espectador

    Desburocratização do sistema administrativo, investimento nos potenciais regionais de acordo com as características de cada região, incentivar o micro empreendedor dando a ele condições de investimento. Reforma tributária, administrativa. Apoio incondicional ao pacto federativo.

  • #2640
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    Agenor Alves
    Espectador

    Como os demais temas, precisamos levar a sério esses eixos, pois são o carro chefe para a economia do país tomar os rumos, necessitamos desenvolver metodologias para desenvolvermos a economia através da desburocratização e um reajuste nos tributos, pois da forma que anda não é possível  encher os olhos do investidores pra o Brasil. Não podemos de deixar de lado o empreendedorismo o mesmo precisa ser intensificado e nascer a chama nos brasileiros que são donos de si próprios.

    A melhoria da renda, depende diretamente da possibilidade de empregos ou de abertura de negócios, mais para que isso seja possível, é necessário que os partidos levem para as reuniões em suas pautas o que foi mencionado a cima, que o governo possa andar junto com o grande médio e pequeno empresário,  e sem sombras de dúvidas cuidar com toda cautela do empregador, pois são eles que levam consigo grande parcela do desenvolvimento do país, pois quando melhoramos a reanda desses indivíduos podemos oferecer uma melhor qualidade de vida e desta forma aumentado o consumismo.

  • #2649
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    Eduardo Rizzieri Cavalli
    Espectador

    Está claro que o Brasil, para retomar seu desenvolvimento econômico, deve desburocratizar o estado, para assim facilitar a vida de quem quer empreender no país. Como disse nosso candidato ao planalto, em diversas ocasiões, é necessário acabar no Brasil com essa cultura cartorial, em que tudo precisa ser autentificado. Precisamos também atrair capital estrangeiro, melhorando nosso ranking no índice de confiança de investismento externo.  Importantissimo também quebrar o monopólio dos bancos, facilitando o ingresso de novos no país, o que diminuiria os juros no país. Desestatizar empresas públicas também é uma forma de atrair investimento e gerar empregos, e a desestatização sempre foi uma bandeira do PSDB.

  • #2652
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    José Victor da Silva Araújo
    Espectador

    A taxa de desemprego no nosso país ainda segue muita alta, os grandes empresários deveriam investir em nosso país, construindo mais empresas para que pudessem oferecer emprego a população, isso com ajuda de todos os políticos. O desenvolvimento econômico ainda se encontra muito precário, poderia ser bem melhor se os governantes se movimentassem.

  • #2654
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    Vagner Alves
    Espectador

    <p style=”text-align: center;”>Desenvolvimento Econômico, Empreendedorismo, Emprego e Renda</p>
    O Brasil passa por uma crise alarmante em relação aos aspectos econômicos, emprego e renda, ou seja, alta taxa de desemprego, economia estagnada e a renda dos brasileiros abaixo da inflação. Todo esse cenária cria um ambiente que desencadeia diversos aspecto negativo para o desenvolvimento do país, além de elevar outros índices como, por exemplo, o índice da violença por conta do grande número de pessoas sem o que comer e dentre outros.

    Dessa forma, faz-se necessário realizarmos algumas reformas no nosso país para resgatarmos nossa credibilidade perante os organismos internacionais e grandes investidores, assim como melhorar a qualidade de vida dos brasileiros, gerar empregos e desenvolver a economia do país. E uma dessas reformas que devem ser debatida por nossos representantes para darmos mais equilibrio e atrair investidores é a desburocratização da administração público para o empreender gerar emprego e renda.

    Além disso, outro ponto importante que deve ser discutido com a sociedade é a simplificação da nossa carga tributária para que possamos ter uma carga tributária mais distribuída, bem como uma simplificação dos mais diversos tributos que temos hoje, gerando mais igualdade e menos onerosidade para população.

    Ressalta-se também a importância de uma implementação de uma política de geração de emprego e renda por parte do Governo Federal, possibilitando assim melhor nossos indicadores de desemprego e aumentando ao longo do tempo nossa renda.

     

  • #2661
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    José Eduardo Santiago
    Espectador

    Com a lei do nosso partidário Luis Carlos Hauly, em tramitação no Congresso Nacional é adequado deliberar e terminantemente remover o país desse desordenado tributo em conflito entre os Municípios, Estados e Governo Federal e retificando os moldes de tributação do país de acordo com países desenvolvidos, pois assim cada um da Federação responderá pela sua devida competência.

    O empreendedorismo deve ser incentivado desde o ensino fundamental nas escolas públicas e privadas para que haja uma maior compreensão da sociedade sobre o que é empreender, como o empresário apresenta dificuldades em gerar empregos  devido a tributação nos ordenados  e a burocracia, enquanto o emprego informal, às vezes, é livre desses entraves.

  • #2665
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    Patrike Soares
    Espectador

    A proposta da desburocratização é a melhor saída para a redução do desemprego, e também os incentivos fiscais para os grandes empreendedores.

  • #2670
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    Wagner Mira
    Espectador

    Precisamos ser mais liberais, privatizar estatais nem todas mais algumas é possível sim. Hoje você empreender no Brasil está difícil, muita burocracia para se tirar um alvará de funcionamento, na minha cidade grandes empreendedores estão aguardo alvará a 5 anos empresas que geram mais de 1 mil empregos diretos e indiretos.

  • #2671
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    Beatriz Leite
    Espectador

    Qualificar e incentivar o desenvolvimento dos microempreendedores individuais, microempresários e empresas de pequeno porte tem sido a forma de muitos brasileiros fugirem do alto índice de desemprego. Parcerias entre o sistema S e gestões, como a feita entre o SEBRAE e a Prefeitura Teresina, é salutar e exemplo para que novas possibilidades possam ser criadas para afim de gerar mais renda à população.

  • #2678
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    Danilo Abarca
    Espectador

    Para gerarmos mais empregos, melhorar a renda, inspirar o empreendedorismo, e trazer novamente o desenvolvimento econômico ao nosso pais é necessário a desburocratização e uma reforma tributária decente. Não dá mais para pagarmos tantos impostos, as empresas querem contratar, mas existe muito receio no mercado por conta da insegurança jurídica.

  • #2683
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    João Paulo Cunico
    Espectador

    Politicas de apoio ao empreendedorismo deve ser uma bandeira principal do partido. Criando projetos e agendas que desburocratizem a criação de novas empresas estaremos dando oportunidade a pessoas empreendedoras por natureza, consequentemente acabando com uma grande parcela de desempregados. Criação de novas empresas significam criação de novos empregos, novos empregos significam um aumento da renda da população e isso é a essência do desenvolvimento econômico.

  • #2709
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    Henrique Salgueiro
    Espectador

    – desenvolver o empreendedorismo, auxiliar o livre comércio, incentivos fiscais aos menores e possibilidade de maior autonomia das grandes empresas, diminuindo grandes impostos, assim aumentando o emprego e a renda dos trabalhadores.

  • #2753
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    Maurício Severo Roesch
    Espectador

    O empreendedorismo está totalmente ligado ao desenvolvimento econômico de um país em crescente evolução.

    A atividade empreendedora esta progredindo bastante no Brasil. Segundo o relatório do GEM (Global Entrepreneurship Monitor) em 2016 alguns fatores contribuíram para este fato ocorresse tais como; o crescente índice de desemprego, impostos mais baratos MEI (Micro Empreendedor Individual) facilidade de financiamento dentre outros.

    odos os ano o GEM publica relatórios com estudos sobre a parcela de pessoas que se lançam ao empreendedorismo e faz uma avalição dos motivos que as levam a abrir o próprio negócio. O GEM ressalta que as pessoas são levadas a empreenderem por dois motivos: oportunidade e/ou necessidade.

  • #2757
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    Rafael Assunção Miranda
    Espectador

    Para promover o desenvolvimento econômico é importante focar esforços no aumento de liberdades para o microempreendedor, as pesadas taxas adotadas no brasil sufocam a população prejudicando principalmente os pequenos empresários que estatisticamente são aqueles que mais geram empregos e desenvolvimento local. Neste quesito deve haver um esforço do PSDB para aumentar as liberdades econômicas e o livre comércio no país.

  • #2769
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    flavio ferezin
    Espectador

    Para abordagem do tema sugiro as perspectivas abaixo;

     

    > Gastos Públicos, redução das despesas para que os recursos sejam aproveitados em períodos de escassez.

    > Responsabilidade Fiscal, deve ser devidamente equalizada e regularizada.

    > Transparência de Governança, submeter a avaliação de resultados.

    > Competitividade, reabrir as divisas econômicas com diversos acordos multilaterais ; então sim reduzir as taxas de importação. Assim permitira acessibilidade a insumos e bens de produção e consequentemente alavancando a produção.

    > Impostos: o sistema tributário é complexo e negativo com taxas desproporcionais fazendo com que não ocorra o desenvolvimento e geração de renda.

    > Empregos e Renda, é necessário emplacar conforme;

    Melhorar a Edução, Salvar a Construção Civil da Recessão, Capacitação, Fortalecer as Empresas, Aumentar a participação da figura feminina no mercador de trabalho, Qualificar os Mais Jovens, Rever Órgãos Sindicais.

    O País Depende de Nós !!

     

     

  • #2770
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    Isabella Puglisi de Oliveira
    Espectador

    O desenvolvimento econômico é absolutamente necessário para o desenvolvimento da qualidade de vida da sociedade. Portanto, são essenciais algumas medidas para garantir o progresso econômico, como a reforma tributária, a desburocratização, o investimento em infraestrutura de meios diversos de transporte, o fomento da educação e da industrialização do país.

    Por sua vez, o empreendedorismo é uma forma dinâmica de se fomentar o desenvolvimento. Entretanto, um empreendedorismo de fato somente encontra solo fértil dentro de uma economia dinâmica, menos burocrática, sendo indispensável a educação financeira.

    Além disso, o empreendedorismo, como se pode ver com as propostas inovadoras que têm florescido no ambiente virtual, é capaz de gerar empregos e de concorrer com os meios tradicionais. Essa geração de postos de trabalho enseja renda principal e renda extra, devendo ser incentivada.

  • #2774
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    Vanessa Gomes
    Espectador

    O desenvolvimento econômico depende tanto de medidas macroeconômicas, como microeconomicas. Passa por diversos fatores como legislação, gestão pública, incentivo ao empreendedorismo, desburocratização, facilidade de acesso ao crédito, qualificação da mão-de-obra.

    Apesar da gama extensa de assuntos, alguns são urgentes, como a reforma tributária. O sistema tributário brasileiro gera altos custos, não só pelas alíquotas cobradas, mas também pelas obrigações acessórias criadas em razão da complexidade de suas leis. Segundo dados divulgados pelo Banco Mundial, as empresas gastam, em média, 1.501 horas por ano só para pagar os impostos. Isso resulta, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), um custo anual de R$ 60 bilhões para as empresas apenas para calcular e pagar impostos.

    A carga tributária elevada inibe o crescimento econômico, a competitividade e ajuda a restringir a entrada de investimento externo. O Brasil poderia se beneficiar de uma redução na carga tributária, incentivando o investimento do capital produtivo para a criação de mais empregos, serviços, investimento em pesquisa, compra de equipamentos novos, a exemplo do que aconteceu recentemente nos EUA. Muitas empresas, por mais que queiram investir no seu crescimento, têm dificuldade para tal em razão da ausência de capital e acesso a financiamento a preços competitivos, de forma que uma redução na carga tributária ajudaria a liberar recursos reduzindo o peso morto da economia. Inclusive, o ranking “Doing Bussiness” divulgado pelo Banco Mundial mostrou que a carga tributária representa no Brasil 64,7% dos lucros, enquanto o melhor desempenho ficou em 26,1% em 33 países, como Canadá, Dinamarca e Singapura.

    Os altos custos de aquisição de crédito, que mesmo com a baixa da Selic a mínimas históricas tem aumentado, também contribui – e muito – para o cenário de crescimento lento da economia. Além da inadimplência e dificuldades da própria saúde fiscal do país, a concentração bancária também é um dos motivos que geram esse cenário.

    Hoje, apenas os quatro maiores bancos do Brasil detêm quase 80% do mercado de crédito, de acordo com dados do Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central. Apesar da crescente popularidade das fintechs – banco totalmente digitais como o Nubank e Neon – a concentração de mercado ainda é muito alta. Uma maior competitividade traria uma redução dos preços do crédito para a obtenção de Market share e fidelização de consumidores.

     

  • #2786

    O Brasil desde 2013 sofre de profunda crise moral, ética, política e econômica. Tudo isso influenciou o baixo crescimento nacional, associado ao aumento do desemprego e a diminuição de renda. O país se encontra quebrado e precisa de reformas estruturantes a fim de promover e favorecer os avanços econômicos. Há uma ilusão de que os direitos trabalhistas diminuem a oferta de emprego. Porém, os direitos trabalhistas são garantias dos empregados construídas mediante muita luta. Empreender no Brasil é um grande problema. A alta burocracia e os altos juros não são nada atrativos. Logo, reformas burocrática e tributária certamente facilitarão o empreendedorismo nacional.

  • #2819
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    Ricardo Alexandre Alves
    Espectador

    Em um país capitalista, é de suma importância  o incentivo ao empreendedorismo, ao pequeno e médio empreendedor, contudo no Brasil tal classe tem o seu desenvolvimento limitado pelo Estado devido a enorme burocratização, que custa caro financeiramente aos empreendedores, muitas vezes desincentivando tais a abrir um negocio que giraria a economia. Com isso uma simples desburocratização já seria muito eficiente para um crescimento notório e exponencial da economia

  • #2823
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    Gabriela Assunção Miranda
    Espectador

    Desenvolver políticas de incentivo ao empreendedorismo, principalmente em relação a médias, pequenas e micro empresas, facilitando a abertura de empresas e simplificando a tributação para as mesmas, o que consequentemente geraria muito mais empregos e tornaria a economia muito mais ativa de dinamizada em diferentes lugares do país.

    Descentralização dos polos produtivos, a fim de gerar empregos, renda e fomento da economia em diferentes locais do Brasil.

    Incentivo econômico ao desenvolvimento de serviços e produtos característicos de cada região.

    Incentivo fiscal, a fim de gerar emprego e estimular a economia.

    Redução da tributação que atualmente é excessiva, o que consequentemente geraria mais empregos e em decorrência de mais pessoas estarem trabalhando, mais dinheiro estaria circulando,  estimulando ainda mais diferentes setores econômicos.

     

     

  • #2830
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    Junior Vieira
    Espectador

    Acredito ser necessário uma maior flexibilização e desburocratização para a instalação de novas fábricas e empresas, além de incentivos fiscais, pois assim, existiriam um maior número de empresas e fábricas, fazendo com que existam mais empregos.

     

    Acredito que seria necessário também, um incentivo na Saúde Financeira, com isso, a população teria maior controle na vida financeira e assim atingir seus objetivos e sonhos, podendo fazer uma melhor gestão de sua renda, facilitando inclusive  o empreendedorismo, pois terá plena capacidade de gerir seus gastos e lucros.

     

     

  • #2873
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    Pedro Ygor Sousa Silva
    Espectador

    Estimulo e desburocratização a abertura de empresas no país, com a facilitação de linhas de créditos e um maior auxílio no planejamento e execução de pequenos e médios projetos, visando uma maior distribuição de renda e um estímulo na produção de postos de emprego.

  • #2879
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    Juscelia Barbosa de Lima
    Espectador
  • #2885
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

    O setor economico e a intervenção do estado sobre ele deve ser repensada, precisamos restaurar nossa economia, e politicas de geração de emprego são mais do que bem vindas, segue minhas ideias sobre o tema:

    Grande parte da dificuldade de criação de empresas e novos negócios está na burocracia existente e demorada, desenvolver uma espécie de “poupa tempo” para criação de empresas seria uma ótima desburocratização.

    Outra medida é privatizar estatais não estratégicas, ex. Correria e dinamizar estatais estratégicas como Petrobras e outras do setor de base.

    Uma plano nacional de instalações de ferrovias, para dinamizar o trasporte.

  • #2896
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    Gabriela Cardoso
    Espectador

    São pontos importantes discutidos neste tópico, acredito que devesse mós apoiar melhor as indústrias, pequenas empresas e empreendedores que estão iniciando uma nova história em nossa casa. Somente unindo forças, poderemos gerar mais empregos e melhorar a situação de inúmeros brasileiros que ainda sofrem com a colocação no mercado de trabalho.

  • #2927
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    ERIK LIMA REIS SANTOS
    Espectador

    A burocracia é o principal empecilho para o empreendedorismo e a geração de renda é necessário que desburocratize o processo empreendedor tanto no estado quanto na federação

  • #2952
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    Samuel Genuino
    Espectador

    Desburocratização, crédito ao micro-empreendedor, legislação que proteja o trabalhador e garanta ao empresário a capacidade de gerar novos postos de trabalho, salário digno e capaz de suprir de fato as necessidades básicas de cada cidadão. Este são temas importantes na discussão de um país que busca a prosperidade e o desenvolvimento. Se faz necessário que o Brasil assuma o posto de regulador das questões econômicas, e com dinamismo e coragem, possa se desvencilhar do intervencionismo desmedido e da atrofia existente na economia brasileira.

  • #2953
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    Luiz Fernando Bandeira Querido
    Espectador

    São pontos que na minha opinião tem grande relação, é consenso que só existe emprego e consequentemente renda através de mecanismo que incentivem a chegar neste ponto. O empreendedorismo é o meio que mais usa dessa lógica, tanto o pequeno, médio e grande empreendedor. Ele é responsável por mais de 60% dos empregos formais. As multinacionais são de extrema importância e precisamos reconhecer o seu valor, a questão é que o micro e pequeno empreendedor é o que faz a alavanca da economia girar. O grande problema é a gigante burocracia que existe para o empreendedor prosperar, é bem nítido que o sistema faz as coisas para que o empreendedor não vá para frente, é necessário uma reformulação na burocracia, seja na fórmula da conta ou até mesmo na isenção de algum imposto.  Sem esses meios e sem esse cuidado fica difícil de o empreendedor fazer o que ele sabe fazer de melhor: empreender!  É bom destacar que o empreendedorismo é tido por muitos como algo ruim, e a verdade é totalmente outra. Acho coerente que seja implementado nas escolas, aulas sobre empreendedorismo e educação financeira, é importante discutir sobre esse assunto desde pequeno.

  • #2970
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    Fernando Jader Mantau
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    São pontos de grande importância e fundamentais para o desenvolvimento e crescimento das cidades.  O empreendedor, deve ser valorizado em nosso país, pois além de gerar empregos, passa por muitas dificuldades burocráticas, quantidade de impostos, mas o principal ponto, trás inúmeras inovações. Um exemplo disso são as Startups, que tiram do papel inúmeras ideias e as transformam em grandes projetos, através de cidadãos que aproveitam esta oportunidade para transformarem a sociedade.

  • #3004
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    Jemerson Gleison Barbosa da Silva
    Espectador

    Acho que o Brasil precisa avançar muito nesta questão. Primeiro acho que deve ser feito um programa de incentivo ao empreendedorismo. Como ponto principal deste processo é necessário a desburocratização da abertura de empresas e também incentivo para facilitar o acesso ao crédito para microempreendedores. Somente com uma visão de futuro podemos avançar neste sentido. Sempre tendo em mente que o sucesso destas pessoas gera o crescimento de seu negócio gerando ainda mais empregos. Por isto temos que dar atenção a este ponto.

    Atitudes empreendedoras devem ser incentivadas desde a educação nos anos iniciais como incentivo.

  • #3008
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    Ramon Villas
    Espectador

    No Brasil o empreendedorismo passou a ter notoriedade com o surgimento das micro e pequenas empresas, e com a crise de empregos do início da década de 90. A partir disso a cultura empreendedora passou a fazer parte da vida dos mais variados profissionais, seja na gestão de seus próprios negócios, ou até como colaboradores de alguma organização. A atividade do empreendedor leva a criação de novos mercados, novas indústrias, novos produtos, e pode ser analisado sob alguns pontos, entre eles, o investimento em coisas e serviços que as pessoas precisam, geração de emprego e renda, e impacto social, econômico e ambiental da inovação.

  • #3016
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    Isabella Siqueira
    Espectador

    Temos que aproveitar o momento de propensão do Governo Federal para descentralização das contas públicas, através da reforma administrativa,  e pensar o setor da Cultura no Brasil desta mesma forma.

    A Cultura ser encarada como geradora de emprego e renda e operar descentralizadamente no município.

    As políticas públicas presentes em âmbitos nacional como por exemplo a Lei Rounet e a Lei do Audiovisual deveriam ser descentralizadas, existindo nos municípios, para que seja possível o desenvolvimento de polos culturais em áreas que não sejam em capitais.

    Por fim, tomar como exemplos de modelo de negócio a cultura norte americana, europeia e coreana (k-pop).

  • #3023
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    Gabriela Cruz
    Espectador

    Dos mais de 13 milhões de brasileiros desempregados no Brasil, 8,3% milhões (67,7% ) são negros, é o que aponta a PNAD.

    De acordo com o IBGE, o dado indica que a taxa de desocupação dessa parcela da população ficou em 14,6% enquanto da população branca ficou em 9,9%.  Podemos ver nestes dados, que as pessoas negras estão sempre em desvantagem no mercado de trabalho,, desde a sua inserção até mesmo de depois de inserido, esta desigualdade marcada pelo Racismo Institucional mostra o quanto precisamos de Ações Afirmativas para reparo e justiça social para que possamos ter igualdade de oportunidades.

    Este grande contraste na disparidade racial no mercado de trabalho, se estende também a remuneração. Segundo o IBGE, pretos e pardos recebem em média quase a metade do rendimento médio dos brancos. Os trabalhos sem carteira assinada também são direcionados aos negros, do total de 1,8 milhões de ambulantes no Brasil, deste total 1,2 milhões eram negros conforme pesquisa do IBGE.

    O Trabalho doméstico majoritariamente é ocupado por mulheres negras, que por sinal ocupam os menores salários.

    Defendemos as ações afirmativas para incentivar a presença de mulheres, negros, lgbts nos quadros das empresas de verdade. As instituições precisam adequar-se e mudar seus regimes arcaicos, eurocêntricos e conservadores de recursos humanos. Muitas empresas realizam apenas ações pontuais , e não programas efetivos com metas e iniciativas planejadas. Precisamos acabar com essa desculpa de que não existem negros com formação nesse país, a política de cotas implementada no Brasil foi um marco importante na formação de carreiras, contudo os obstáculos  desafios profissionais para nós negros ainda permanecem.

    Quando falamos em economia, destacamos que a população negra movimenta mais de 1,8 trilhão de reais na economia por ano.

    Temos que aprimorar as Políticas de Desenvolvimento Humano, pois sabemos que a desigualdade nas oportunidades podem comprometer decisivamente o desenvolvimento humano.

    Oportunidades amplas que possam superar a discriminação e acabar com os esteriótipos que rotulam os negros como os menos capazes.

    Empreendedorismo:

    A definição da palavra empreendedorismo esta ligada a capacidade de identificar oportunidades , solucionar problemas, agregar valores e contribuir para sociedade de maneira inovadora.

    O afroempreendedorismo além de carregar esse aspecto do empreendedorismo, também contém em sua essência uma proposta de engajamento que alcança o público e reafirma a sua raiz.

    Temos que falar de assunto de extrema relevância quando falamos de empreendedorismo, como a inserção social , o racismo e o empoderamento, pois o empreendedorismo é fundamental e decisivo para o desenvolvimento social e econômico do país.

    A maioria dos empreendedores brasileiros são negros, de acordo com um estudo de 2015 baseado na PNAD, 50% dos proprietários de negócios .

    Existe uma necessidade de acessar linhas de créditos, juros baixo, auxílio na gerência de negócios, superação do racismo que ainda existe com financiadores, serão compromissos importantes para a redução das desigualdades.

     

  • #3028
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    Paulo Afonso Tavares
    Espectador

    Para alavancar o número de emprego que é tão necessário hoje, em nossa nação, é preciso urgentemente da aprovação da reforma tributária. Não podemos mais contar apenas com o investimento estrangeiro no Brasil, devemos valorizar os pequenos e micros empreendedores, que tem a coragem e ousadia em abrir o negócio no país, nesse imenso oceano de impostos. Tinha que ser ensinado na educação básica, noções de empreendedorismo, com certeza faria toda a diferença.

     

     

  • #3035
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    paula campello
    Espectador

    Nao tem como incentivar o empreendedorismo num pais com a quantidade de taxas e impostos como o Brasil. A descentralizaçao da economia é peça fundamental para o crescimento econômico no mundo globalizado. Apesar de rermos hoje um expressivo crescimento do emprrendedorismo, pela propria natureza incrvelmente inovadora do brasileiro, a carga tributaria é o fator de inibição e falencia neste mercado.

    O desenvolvimento brasileiro, hoje necessita celeridadde na reforma tributaria, priorizando os pequenos e nao os grandes. Hoje vemos as grandes empresas com grandes subsidios e as micro e pequenas com uma carga enorme.

    Precisamos de reforma tributaria e politicas públicas destinadas a facilitar o empreendorismo de micro e pequeno porte.

    Odesenvolvimento, hoje, em um país, eminentemente, agricola, precisa andar de braços dados com uma pratica e uma politica pública de incentivo a agricultura, principalmente, considerando-se uma economia mundial em recessao com um numero expressivo de refugiados.

     

     

     

  • #3054
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    Joao Pedro Freitas de Araujo Alves
    Espectador

    1) Atrair maior número de empresas de fora para os nossos estados, através de parcerias a médio e longo prazo diminuindo destas empresas a carga de imposto; porém aumentando o número de empregos em nosso país. Mais pessoas empregadas mais a economia respira e desenvolve.

    2) Diminuir carga de imposto aos novos empreendedores do país assim estimulando novas empresas nacionais, como consequência desenvolvimento da economia e aumento no número de empregos diretos e indiretos.

    3) Aumento gradativo do salário mínimo, não necessitando ser estes aumentos anuais e sim com o movimento do mercado e a geração de emprego através de novas empresas; possamos aumentar o salário mínimo de maneira mais substancial.

  • #3083
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    Jhonathan Rocha
    Espectador

    Quando a temática é desenvolvimento econômico, empreendedorismo, emprego e renda, é necessário que sejam criadas ações em todas as esferas do governo que visem estimular o desenvolvimento econômico principalmente através do empreendedorismo, com bonificações no que se refere ao recolhimento de impostos, principalmente no primeiro ano das empresas, pois é sabido que a probabilidade de êxito das empresas no Brasil está bastante relacionada à questão de conseguir romper o primeiro ano de funcionamento. Através disso, noves empregos são gerados, o que gera um ciclo que favorece a melhoria da renda e, automaticamente, contribui para o desenvolvimento econômico.

  • #3166
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    Anderson N. Nunes
    Espectador

    – Reforma Tributária

    – Política Nacional de Empreendedorismo, onde Estado e União financie e monitore nos municípios como se da aplica a politica para promoção do País.

    – Empreendedorismo nas Escolas com programas para Adolescentes, Jovens e Adultos.

  • #3181
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    Henrique Luciano Alencar
    Espectador

    O PSDB tem que apoiar e dedicar-se a construção de uma agenda de debate na sociedade e no parlamento sobre as reformas estruturantes sócio-econômicas para o país; Tais como: a tributaria, sindical, e do mercado de crédito entre outras afins.

  • #3186
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    Geovana Kisner
    Espectador

    Como representante do Norte do país, tenho que manifestar sobre as mudanças almejadas por outro setores que não ocorrem de forma satisfatória, pois por vezes, a realidade de grandes centro dificulta a execução no norte.

  • #3239
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    Estêvão Da Cunha Pereira
    Espectador

    Diminuir a tributação para atrair empresas. Vai gerar empregro e a economia da cidade crescerá.

  • #3282
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    Wagner Siben de Souza Wolff
    Espectador

    Todos os tópicos são interdependentes entre si, afinal, não há como se falar em geração de emprego e renda sem que haja desenvolvimento econômico nacional, que é, absolutamente dependente da atividade empresarial.

    Portanto, a fim de fomentar o crescimento da atividade empresarial, é necessário investir na qualificação profissional dos empresários, diminuir a burocratização para abertura de novas empresas, simplificar o sistema tributário nacional e tornar a concessão de empréstimos menos onerosa, aumentando o número de instituições financeiras em nosso país.

  • #3312
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    Matheus Xavier
    Espectador

    Acredito que os 4 temas se conectam quando pensamos em políticas públicas, como uma engrenagem, um tema tem impacto no outro! O desenvolvimento econômico passa pelo incentivo ao empreendedorismo que consequentemente gera emprego e renda . A simplificação na tributação é um caminho que tem que ser seguido a partir de uma reforma tributária, empreendedorismo tem que ser incentivado e ensinado nas escolas, para que o jovens construam seu futuro desde cedo com maior independência e capacidade. Fomentar principalmente o empreendedorismo social e nas camadas mais pobres da população, onde diversos projetos já mostram que existe uma grande oportunidade é uma real necessidade de emancipação, por parte da população, de programas assistencialista.

  • #3341
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    ANDRE MORAIS
    Espectador

    É preciso ter um olhar atento para formulação e priorização de politicas públicas que priorizem oportunidades para a JUVENTUDE. Programas especiais de qualificação profissional e o incentivo ao empreendedorismo jovem, através de formação empreendedora para posterior concessão de crédito para abertura de empresas, gera empregos, renda e desenvolvimento econômico. Não se constrói o futuro de um país, sem o olhar atento para o desenvolvimento adequado de sua juventude.

  • #3371
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    luiz steinberg
    Espectador

    Digo que o Brasil deve treinar seus embaixadores com tudo de melhor para que vendam o Brasil no exterior para estrangeiros, também. Remunerando os que melhor se destacarem nessa tarefa. Um presidente não pode ficar o tempo todo viajando para fazer um trabalho de formiguinha sozinho. É preciso um time, uma estratégia integrada, com o auxílio de um ministro ou mais que saibam negociar. O presidente deve ser parte de uma estratégia para promover a prosperidade no comércio exterior, não o esqueleto completo

  • #3373
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    Pedro Rodrigues
    Espectador

    Já indagaram se a matemática é mesmo exata. O fato é que os números não mentem: elevados níveis de juros dificultam o desenvolvimento de um país porque desestimulam o investimento produtivo e assim torna a dívida pública mais robusta além da sintomática evidência de déficit. Parece cíclico. Que algo assim seja contínuo porque são aceitas facilidades por parte dos governos mesmo quando fica claro que altas taxas vão incidir sobre a emissão de títulos para financiar a dívida pública. Com isso advém a perda do valor da moeda com “dinheiro carimbado” a partir de juros subsidiados.

    A discussão pode passar pelos valores aviltantes cobrados concentrados fortemente pelos bancos. A Selic caiu, mas os juros de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal são implacáveis. Como o PSDB pode enfrentar esses juros praticados contra o consumidor? As reformas começaram a acontecer, mas ainda não se enfrentou de peito aberto os bancos que permanecem indiferentes exatamente pelo momento por qual passa o Brasil.

    O Custo Brasil, aparentemente está sendo discutido no Congresso e a conta gotas resolvido, o que deve dar uma margem de credibilidade ao país, um fôlego para assim diminuir os preços dos serviços bancários como o crédito. E o que, afinal, sendo assim, ainda impede a queda do spread bancário? Como resolver a inadimplência (por conta da insegurança jurídica em relação às garantias de proteção ao consumidor), os depósitos compulsórios que afetam o custo direto do crédito? O Brasil está preparado para o fenômeno “Open Banking” que em breve deve chegar por estas paragens? Até que ponto o sigilo bancário no Brasil permitirá que essa mudança ocorra e qual o papel da revolução digital nesse processo? Regular nos parâmetros legais essa modernização se faz necessário. Preparar o terreno para essa competição pode ser uma saída: mais crédito na praça, juros mais baixos, portanto, mais acessíveis, e por prazos maiores.

    É discutível por estas circunstâncias modernizar as leis, reduzir impostos e baratear custos da atividade de emprestar, por fim propiciando a fertilidade da concorrência no setor.

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  • #3380
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    Vijanio Filho
    Espectador

    TEMATICA DESENVOLVIMENTO ECONOMICO

    “O Brasil precisa de um novo pacto social. O Estado tem de caber em sua economia. A reforma da Previdência e um teto para os gastos públicos seriam avanços importantes, . Embora não considere haver risco de insolvência no curto prazo, o economista vê “dramaticidade” na situação fiscal. O deficit nominal em mais de 10% do PIB, estima o economista, representa 50% da arrecadação. “Este é o problema que temos hoje no Brasil.” “O Brasil precisa de esforço fiscal que coloque a dívida em trajetória sustentável de forma crível.

    Queda da inflação e dos juros  O BC deve manter o juro estável no curto prazo, enquanto aguarda uma melhora das expectativas inflacionárias. No segundo semestre, mesmo quem vê espaço para retomada do corte da Selic (taxa básica de juros) o condiciona a fatores como a queda das projeções de inflação e à melhora fiscal, além de um câmbio comportado. A tendência  é a previsão de dois cortes de 0,5 ponto percentual da Selic no final do ano. A inflação de alimentos, que “está melhorando”, e a mudança da bandeira tarifária de energia podem ajudar o BC. A inflação também deve cair junto com o dólar, que poderia voltar a R$ 3,50 em caso de uma “união política, com ou sem impeachment”

    5. Abertura da economia  uma “abertura comercial agressiva”, com acordos bilaterais. “Nós ficamos para trás nisso”, que ainda ´podemos citar a reforma trabalhista e a desindexação do orçamento entre as reformas necessárias. Além da abertura da economia, o Brasil precisa retomar uma agenda “micro”, com a busca de padrões de excelência, como os da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), para o ambiente de negócios.

     

  • #3429
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    Geruzza Vargas
    Espectador

    Quando pensamos em desenvolvimento econômico, não ha como desvincular da possibilidade de diminuir as fronteiras entre a pobreza e a miséria. Está bandeira deve ser uma de nossas principais bandeiras uma vez que permitira alavancar a economia e gerara riquezas para os nossos tão sofridos irmãos. Empreender no Brasil é extremamente caro, burocrático e deve ser uma de nossas bandeiras, hoje e sempre!

  • #3622
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    Patrick Do Nascimento
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    Reforma tributária URGENTE! Eu trabalho no setor tributário e é muito, mas MUITO complicado entender o sistema tributário brasileiro. Como a economia vai andar se nem quem trabalha na área consegue entender? Nosso partido deve ser firme e apoiar duas principais questões:
    *Reforma tributária com simplificação de tributos;
    *Tributação exclusiva na renda, somente a partir de 4 salários mínimos, com alíquotas progressivas, juntamente com a taxação de grandes fortunas.

    Se faz necessário adequar a realidade do país à do resto do mundo. Perdemos muitos investimentos por conta da complexa e antiquada lei tributária. Ela é ineficiente e complicada (propositalmente). É possível sim aumentar a arrecadação simplificando tributos, desonerando os produtos e taxando a renda na fonte. O nosso partido precisa levantar a bandeira da desburocratização para que seja possível gerar empregos, mas, e é um grande MAS, sem extinguir NENHUM direito dos trabalhadores.

    Além disso, fomentar o empreendedorismo saudável nas escolas, colocar na grade curricular aulas de economia e investimentos e ensinar a população que é muito melhor trabalhar por si do que receber uma esmola do governo, se faz necessário para que a mentalidade do brasileiro possa mudar. Avante nessa pauta PSDB!

  • #3642
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    Silvia Cibele
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    O empreendedorismo precisa ser entendido como meio e não como fim ou seja, temos que distinguir o bico para sobrevivência familiar da atividade empreendedora.

    Precisamos conhecer os desafios: necessidades,  pretensões, objetivos, a vivência do cidadão para entendermos o seu perfil

    A administração pública precisa desenvolver programas para capacitar para qualificar esse é o primeiro passo para que o empreendedor tenha acesso ao mercado, condição básica para se obter sucesso no negócio, torná-lo rendável

    É preciso ainda, dar condições para o acesso ao crédito, manter uma empresa aberta e regularizada tem um alto custo para o micro empreendedor, que, facilmente fica negativado e tem todas as portas de financiamento fechadas.

    Já falamos sobre a necessidade da concepção e incorporação da educação empreendedora que deve ser uma educação permanente de atualização das necessidades do mercado. Um produto natalino não terá sucesso no período de festas juninas, essa realidade precisa ser despertada no empreendedor.

    Para o empreendedor negro essas necessidades são destacadas pois, a realidade que ele tem como experiência é vender o almoço para comprar a janta, é considerar que legalizar é dar dinheiro ao Estado, esses paradigmas precisam ser desconstruídos.

     

  • #3674
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    Rafael Ventura
    Espectador

    É primordial que facilite os impostos que os empreendedores pagam. Acho que seria a principal ação em benefício da categoria.

  • #3757
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    Leonardo Martins
    Espectador

    Desenvolvimento econômico e geração de emprego e renda, são grandes desafios, se não os maiores, presentes hoje no nosso país.

    Em um Brasil que o PT entregou de herança um trágico legado de 13 milhões de desempregados, a desvalorização dos empresários, a burocracia desnecessária e em excesso e a alta carga tributária, são fatores que somam negativamente a favor do desemprego.

    O primeiro caminho para mudar isso, é a realização da reforma tributária, que já anda em discussão e com forte protagonismo dos parlamentares do PSDB na mesma, assim reduzindo impostos desnecessários e ajudando a promover o crescimento dos negócios, que quanto maiores forem, mais ainda podem ajudar na questão empregatícia.

    Outra questão importante é saber diferenciar, os pequenos empresários, dos grandes, ressaltando o fato de serem os pequenos que de fato movem, com uma força muito maior, a economia e geram empregos, e por conta da alta carga de impostos, incompatíveis com seu tamanho, acabam fechando as portas, ou seja, acho que além da reforma tributária, seria necessário a criação de um projeto nacional, semelhante ao “Simples Gaúcho”, que foi resgatado e ampliado pelo governo do PSDB no Rio Grande do Sul, que reduziu impostos para 99% dos micros e pequenos empresários gaúchos, permitindo assim o seu crescimento e a manutenção de suas pequenas empresas.

    Outro ponto importante é a burocracia desnecessária no Brasil, que suga os postulantes a abrir uma empresa, os desestimula, atrasa o desenvolvimento e muitas vezes, faz com que os mesmos desistam de entrar para o ramo empresarial, e vejo como solução para isso, a defesa de uma plataforma de alvará digital, simples e rápida, para abertura de empresas e que assim, desburocratize, incentivando novos empresários, empreendimentos e participações no setor.

    Por fim, faço a manifestação para aqueles que vêem o empresário como inimigo, dizendo que estão equivocados, pois não existiria economia forte e sociedade moderna sem os empresários, que trabalham com a certeza dos gastos e da possibilidade de prejuízos, com a falta de segurança em um país onde a violência reina e que nem sequer tem a certeza do seu salário mensal.

    É um desafio enorme empreender no Brasil, portanto, precisamos atuar na valorização de quem tem coragem para fazer isso e no protagonismo de fazer do nosso país, um lugar com cenário favorável para empreender. O povo brasileiro e a economia nacional serão os maiores beneficiados com isso.

    LeonardoMartins – RS

  • #3764
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    Valeria Garcia Ferreiro
    Espectador

    A grande maioria dos depoimentos faz referência a redução de tributos e aumento de gastos com investimentos, mas desta forma não há orçamento que dê conta.

    O empreendedorismo está em franca ascensão, talvez mais pelo desemprego que por movimento próprio da população, mas precisamos ficar atentos para os diversos gargalos que já estão expostos:

    1 – o ensino formal está voltado para o trabalho assalariado e não para o empreendedorismo, aumentando assim a dificuldade em se desenvolver em qualquer ramo de atividade.  Neste sentido, impõe-se a oferta de profissionalização dos empreendedores, que poderão ser apresentadas pela internet, por exemplo — acrescido de ser repensado a forma e conteúdo do ensino seriado atual.

    2 – a tão sonhada desburocratização não pode invadir o bem-estar da população.  Na verdade é apenas questão de enfoque se o licenciamento incluirá avaliação prévia ou se é feito licenciamento por simples declaração.  Na segunda hipótese, o gasto com fiscalização cresce, impondo que as taxas de fiscalização também sejam revistas, o incômodo à vizinhança cresce, os riscos de segurança em geral aumentam.  Uma das grandes frustrações dos empreendedores é o zoneamento (nas cidades que fazem esta distinção), mas o planejamento estratégico da cidade está diretamente relacionado à qualidade de vida de seus habitantes (zonas estritamente residenciais em todos os bairros, já que muitas pessoas trabalham no contraturno, por exemplo).

    3 – a dificuldade na tributação é flagrante, mas não há que se confundir simplificar com não cobrar.  Opção que foi abortada antes de nascer, no Rio de Janeiro, foi adotar responsabilidade tributária para os pagamentos com cartão de crédito ou débito — esta prática efetivamente simplificaria em muito a arrecadação, podendo ser adotadas alíquotas padrão que o empresário poderia, se quisesse, apresentar declaração posterior de ajuste tributário.  Além disso, o efetivo pagamento de tributos é altamente conscientizador de cidadania.  Também não se pode esquecer que os incentivos fiscais simplesmente em troca de emprego precisam ser repensados, afinal os incentivos podem ser redirecionados ao empreendedorismo micro e pequeno, que geram proporcionalmente maior quantidade de empregos.

    4 – outra tragédia anunciada é o MEI daqui a alguns anos, quando os atuais empreendedores pretenderem se aposentar.  Hoje o pagamento da parte INSS é de aproximadamente R$ 50 que, recolhidos ao longo de 30 anos cobririam o pagamento de 18 meses de aposentadoria! Ainda que não se separe nada para custear a assistência social e saúde, ficando tudo para a previdência e, além disso, se façam investimentos ótimos ao longo destes 30 anos de contribuição, ainda assim chegaria talvez a 2 ou até 3 anos de aposentadoria!!

    5 – muito também se falou do custo do trabalhador, mas precisamos ficar atentos que um bocado deste chamado custo na verdade é responsabilidade tributária, não é dinheiro do patrão.  São os valores responsáveis pelo Imposto de Renda, saúde e aposentadoria, entre outros.

    Quanto ao desenvolvimento econômico, cada ambiente tem seu perfil e demanda análise adequada, mas algumas circunstâncias são comuns:

    – As sociedades de economia mista têm seu objetivo público fundamental e deverá sim ser usada para o fim público a que se destina, em detrimento do seu valor em Bolsa.  Assim, Banco do Brasil, por exemplo, deveria disponibilizar crédito barato aos empreendedores.

    – a malha tributária no formato Impostos, Taxas e Contribuições é velha conhecida e deveria ser adequada ao ente tributante.  Os Municípios abrem mão do potencial das Taxas, impondo aos contribuintes uma tributação desigual em relação aos serviços públicos prestados — e nem precisa de reforma tributária para realizar esta adequação.  O IPTU é imposto altamente desagregador, como qualquer imposto sobre propriedade (inclua-se o ITR, IPVA), havendo posições no sentido de serem isentos o primeiro imóvel, e mesmo assim vários Municípios tem este imposto como base da sua tributação.  Transformação da malha tributária municipal para tratamento justo aos contribuintes deveria ser propósito de políticas públicas sérias e corajosas.

    – o perfil turístico chega a ser óbvio, mas é preciso que o pensamento político se volte nesta direção.

     

  • #3771
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    Juventude Nacional PSDB
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    JOVENS NEM-NEM E PRIMEIRO EMPREGO

     

    Por: Júlia Jereissati

     

    Há cerca de 33 milhões de jovens de 15 a 25 anos no Brasil, correspondendo a mais de 17% da nossa população. O número de jovens que nem estudam e nem trabalham (nem-nem) é de 23%. Mesmo com o índice relativamente alto, os resultados são otimistas, mostrando que a juventude brasileira não é preguiçosa, apenas 5% dos jovens nem-nem estão inativos, o restante está́ ocupado buscando emprego (principalmente homens) ou com afazeres domésticos (principalmente mulheres).

    Razões da geração Nem-Nem

    • Problemas com habilidade cognitiva ou socioemocionais.

    • Falta de Políticas Públicas.

    • Abandono escolar.

    • Obrigações familiares.

    O gargalo do abandono escolar está no ensino médio, 41,5% dos jovens até́ 19 anos abandonam a escola. Entre as mulheres até́ 17 anos que tem filho, o número aumenta para 57%, ou seja, uma em cada quatro jovens abandona o ensino médio.

     

    TRANSIÇÃO DOS ESTUDOS PARA O MERCADO DE TRABALHO

    Política Pública contínua é a chave para alavancar a trajetória desses jovens da escola para o primeiro emprego. Essas políticas precisam assegurar que os jovens ampliem o conhecimento social, cultural e tecnológico, desenvolvendo as competências necessárias para atuar num mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Há a necessidade de investimento em educacão pública de qualidade, em cursos profissionalizantes, fiscalização para que as verbas destinadas à educação de fato se tornem investimentos, implementação de um programa nacional de primeiro emprego, ampliação de frentes de trabalho com mão de obra jovem nos setores (Educação, saúde, administração pública etc).

    O Governo Federal tem um conjunto de programas e ações voltadas a juventude. Plano de Prevenção à Violência contra a Juventude Negra, Programa Estação Juventude, Participatório e Programa Juventude Rural. Nenhum programa do Governo Federal é ligado diretamente à transição do jovem da escola para o primeiro emprego.

     

    LEI DE APRENDIZAGEM nº 10.097/2000

    A Lei de Aprendizagem promulgada em 2002, determina que todas as empresas de médio e grande porte tenham de 5% a 15% de aprendizes em seu quadro de funcionários, em funções que necessitem de formação de nível básico. É considerado Aprendiz, o jovem entre 14 e 24 anos, que curse ou tenha concluído o ensino fundamental ou médio.

     

    JOVEM APRENDIZ – ATUAL

    É um programa de formação e emprego para jovens entre 14 e 24 anos, amparado na Lei da Aprendizagem (2000), influenciou na redução do número de jovens Nem-Nem. Uma pesquisa do CIEE aponta que 76% dos jovens que concluíram a aprendizagem entre 2016 e 2017 estavam trabalhando ou estudando e 30% estudavam e trabalhavam. O contrato de aprendizagem é válido por dois anos, e essa mesma pesquisa aponta que 25% dos jovens contratados foram efetivados nas empresas que participaram do programa. O programa não tem como objetivo que o jovem permaneça na mesma empresa, mas que aumente a empregabilidade e qualifique para continuar no mercado de trabalho.

    PNPE – 2003 a 2017

    O Programa Nacional de Estimulo ao Primeiro Emprego atendeu 294.913 jovens de baixa renda dos 16 aos 24 anos. Ao final, 94.548 (32%) jovens foram inseridos no mercado de trabalho.

     

    PROJOVEM TRABALHADOR – A PARTIR DE 2008

    Programa Nacional de Inclusão de Jovens de 19 a 29 anos em situação de desemprego. De 409.979 concludentes, apenas 27.200 (6,6%) foram inseridos no mercado de trabalho.

     

    PRONATEC – A PARTIR DE 2012

    Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, baseado na educação profissional e tecnológica para estudantes do ensino médio da rede pública ou bolsistas de rede privada. Com 9.727.861 inscritos até 2016, não teve efeito na empregabilidade, com alta evasão e distanciamento entre a formação e exigências do mercado de trabalho.

     

    Confrontando todos esses dados, o recado é claro: Políticas Públicas precisam não somente ser implementadas, mas também aplicadas na prática e exercidas em todos os níveis: municipal, estadual e federal. Os jovens representam grande parcela da população, e a ausência de oportunidades no presente, poderá acarretar em um futuro menos estruturado e qualificado.

     

    JUVENTUDE NACIONAL DO PSDB

  • #3782
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    Aspásia Camargo
    Espectador

    [quote quote=457][/quote]

    Devemos partir do fato aberrante e patológico de que a estagnação do modelo econômico chamado desenvolvimentista já dura quarenta anos e que neste período as taxas de produtividade foram muito baixas comparadas com países que cresceram o PIB e modernizaram sua economia, como a Coreia do Sul, a China, e outros. A culpa, sem dúvida, é da Constituição de 1988 que foi sensível à questão social mas insensível à necessidade de  apostar na economia de mercado e na inovação que torna o mercado internacionalmente competitivo. As empresas pouco investem em tecnologia e as indústrias brasileiras estão morrendo na indigência com apenas 10% do PIB. Estamos vivendo a 4a revolução industrial e uma revolução nas forças produtivas, mas preferimos manter embalsamado o velho defunto, achando que poderemos ressuscitá-lo com mão de obra barata e pouco qualificada. Já é hora de pressionar pela liberalização  do comércio no que diz respeito à tecnologia vinda de fora, para que fique mais barata e contribua para dar mais competitividade a nossas empresas. Nesse particular, a desestatização e desregulamentação, provocando a simplificação dos processos e agilidade as trocas comerciais,  é indispensável.  Em plena revolução 4.0, baseada na internet das coisas, e no empreendedorismo continuamos de muletas, dependentes de um Estado desatualizado, controlador e corrupto. Agora, poderíamos tratar com carinho as áreas e empresas em que somos mais competitivos, apostando em sua expansão para além de nossas fronteiras. Nada disso acontecerá sem organizar os fundos de financiamento sem os quais a infraestrutura obsoleta continuará atrapalhando o nosso crescimento.

  • #3801
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    Raquel de Santana
    Espectador

    No governo FHC tinha o Brasil Empreendedor, uma parceria com o Sebrae e bancos de fomento, era um projeto voltado ao micro empresário e funcionou muito bem, gostaria de vê-lo novamente bem atualizado com GO Works e incubadora de empresas, imagina nas grandes cidades todo esse mecanismo a disposição do cidadão que quer empreender, respeitando a cultura de cada região.

  • #3828
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    Giácomo de Rosso
    Espectador

    Inegavelmente, para que possamos construir uma nação desenvolvida, precisamos discutir a pauta da descentralização dos recursos.

    A Constituição Federal coloca em letra do seu artigo 3°, inciso III, que constitui como objetivo da República Federativa do Brasil erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais.

    Exatamente no ponto em que preceitua a Carta constitucional a necessidade de reduzir as desigualdades regionais é que se mostra urgente a premissa de fazer mais Brasil e menos Brasília.

    Uma boa alternativa para a descentralização das riquezas nacionais e o desenvolvimento dos demais entes é dada pelo próprio constituinte originário no artigo 25, § 3° quando assim positivou: Os Estados poderão, mediante lei complementar, instituir regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões, constituídas por agrupamentos de municípios limítrofes, para integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum.

    Ora, se o legislador constituinte optou pela positivação de tal possibilidade, já manifestava ele a vontade de descentralizar as atuações do Estado, conferindo maior autonomia aos entes federados e a possibilidade dos mesmos de executar funções de interesse público comum, inclusive com a criação de Consórcios Públicos, nos termos da Lei 11.107/2005.

    Assim, se analisado um dos principais gargalos de nossa economia que é a falta de infraestrutura, tem-se aí a boa oportunidade de construir mecanismos de atuação conjunta entre municípios e estados para a realização de obras de infraestrutura.

    Também, para desburocratização do Estado nas funções de fiscalização sanitária, por exemplo, podem os estados membros buscar a criação de sistemas de inspeção em âmbito regional, em conjunto com os municípios limítrofes uns dos outros.

    Para a consecução de tais objetivos, mostra-se necessária a atuação direta da União Federal, seja através da destinação de recursos ou adequando a legislação a fim de permitir aos entes interessados a sua efetivação.

    Seriam estas, em tese, algumas alternativas para descentralização das riquezas e garantia de maior autonomia dos entes federados, possibilitando a erradicação das desigualdades regionais e, consequentemente, a criação de novos postos de trabalho nas comunidades distantes dos grandes centros.

     

  • #3849
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    Edite Vidal
    Espectador

    As altas taxas de desemprego entre os jovens se deve ao desafio do primeiro emprego somado a crise econômica. A experiência exigida e a falta de qualificação reverbera essa afirmativa. E que podemos fazer para mudar esta realidade?

    *Incentivar  e qualificar o jovem através de políticas que viabilizem a mão de obra mais econômica em troca de qualificação e experiência.

    *Parcerias público-privada

    *Sistema integrado de cadastro e informações

     

  • #3880
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    Jone Soares
    Espectador
    • Nosso país enfrenta uma das maiores taxas de desemprego da história. Fruto de alguma decisões erradas tomadas pelos governos do PT. Penso que para melhorarmos estes índices se faz necessário investirmos em educação. A educação é o único caminho para contornar o desemprego. Acredito que uma maneira seria o investimento em cursos técnicos e profissionalizantes, onde os jovens juntamente com as disciplinas regulares tenham aprendizado voltado a um profissão específica.

    Jone Soares Pelotas.

  • #3899
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    Natália Reis
    Espectador

    Como cidadãos  brasileiros  temos acompanhado o avanço  do Desenvolvimento Econômico no país  considerando o serviço de cada governo  que tiveram  oportunidade em sua jurisdição executivo legislativo judiciário . Como patriota brasileira  ( Mulher Mãe  Esposa  Avó Tia irmã  prima) QUE SOU Acredito  que o Brasil ainda pode ser um país  que  fará  o melhor pela NOSSA  Pátria   as siglas de nossa Bandeira BRASIL ORDEM  E PROGRESSO. Investirmos em Equipamentos facilitando AGRO NEGÓCIO Para  comunidades carentes indígenas quilombolas ribeirinhos da Amazônia pescadores pecuaristas jardineiros fazendeiros garis funcionalismo público Está na hora de falar menos e TRABALHAR MAIS. TEMOS as riquezas de EXTRATIVISMO  da castanha do Brasil e até Petróleo NOBRES AMIGOS CONGRESSISTAS PARTIDÁRIOS O PSDB nunca e jamais deixou de ser o partido referencial para nossa pátria BRASIL  nosso PAÍS É RICO o que falta é termos pessoas eficientes NOBRES que exerçam e administram nosso país com justa igualdade olhar para as classes carentes muitos sonham com  independência financeira.Precisamos de Investidores menos juros facilitando o  registro  de pequenos produtores rurais micro e pequenas empresas dobrar atenção  para os produtores rurais milho soja arroz em Roraima muitas  refinarias estão  fechadas  sucateadas porque não  dizer todo Brasil .Esta na hora de soltar a VOZ  e cantar “ouviram  do Ipiranga às Margens Plácidas de um povo heróico” Que sabe sobreviver em meio a crise a tantas crises e dificuldades  O BRASIL  PRECISA a voltar  resgatar  a ordem e o progresso precisa  voltar a funcionar mais trabalho para o médio e pequeno produtor investir em financiamentos  estamos sonhando com o livre comércio  que saia do Papel  os projetos e sejam executados realizados para o melhor desenvolvimento de nosso  PAÍS

    🇧🇷AVANÇA BRASIL

  • #3930
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    Juninho Assis
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    Eu sou mais um (01) na multidão de inúmeros desempregados no Brasil, vejo que mudaram o custo jurídico, ajudando o empregador, dando mais responsabilidades ao reclamantes, onde tem que avaliara muito antes de entrar com uma ação contra o empregador. Mas não pode para por ai, tem que haver uma desburocratização e diminuição dos encargos tributários diminuindo assim, o custo de contratação. Outra coisa são as obras que nossas estatais ex: PETROBRAS tem mandado para fora do país (Ásia em especial), deixando nossos estaleiros fechados. Esquecendo um dos itens do seu código de ética que é a responsabilidade social. Hoje mesmo acontecerá um “Mega leilão” da Cessão onerosa para exploração de petróleo.

    As prefeituras tem que prospectar seus municípios, oferecendo saúde, mobilidade, parcerias publico/privado, capacitação dos munícipes e incentivo fiscal (ISS).

  • #3939
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    Diego Mariano
    Espectador

    O Microcrédito talvez seja uma das formas mais efetivas de incentivar o empreendedorismo, principalmente junto às camadas mais pobres da população. Através dele a população pode adquirir sua máquina de costura, carrinho de pipoca e poder transformar sua realidade através disso.

    Ocorre no mais das vezes essas pessoas encontram, nas exigências de garantia (patrimônio e/ou fiadores), barreiras intransponíveis para a obtenção do empréstimo. Vivi isso de perto quando passei pela Subsecretaria de Juventude de MS, onde uma das principais barreiras dos jovens que buscavam microcrédito era justamente a exigência de fiador.

    Nisso, sugiro que seja pautada a flexibilização dessa exigência, principalmente nas instituições públicas, para realmente tornar factível a obtenção destes financiamento à população de mais baixa renda, o público principal desta política. Além disso, é preciso ampliar a oferta de recursos por meio de ações como Tecnova 2, que destina recursos para o desenvolvimento de projetos de desenvolvimento econômico, social e tecnológico.

  • #3978
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    Rômulo Machado
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    Empreender no Brasil é um desafio muito grande por conta dos atritos enfrentados quando se deparam com a burocratização e tributação. Mas há uma pequena esperança advinda pela MP da Liberdade Econômica (881/2019), onde uma grande desburocratização pode proporcionar um alívio para pequenos empreendimentos.

     

    O Empreendedorismo do século XXI, sem dúvidas, é o carro forte de todo o Desenvolvimento Econômico do Brasil, sejam eles: donos de seu próprio negócio ou investidores. Segundo Robert Kiyosaki, temos que sair da zona de sobrevivência e do esgotamento, em busca da zona de desempenho e recuperação, para uma verdadeira qualidade de vida com liberdade financeira. Um empreendedor é um dono de um negócio, mas um grande empreendedor é o dono do seu negócio. Parece pleonasmo, mas não é. Um verdadeiro empreendedor sofre uma grande lapidação pessoal para poder aprender sobre negócios e aperfeiçoar seu lado profissional. É por isso que a Meritocracia por Resultados é total e integralmente fixada no Empreendedorismo, e não no Serviço Público.

     

    Meritocracia é algum resultado por algo que realmente você mereça. E no Empreendedorismo, primeiramente, você não troca tempo por dinheiro. Portanto, todo seu rendimento é meritocrático. Ademais, quando você sai da zona de esgotamento (autônomo) e chega na zona de desempenho (dono do próprio negócio), você se depara a um patamar muito alto de alta performance (lapidação) e começa a se tornar um grande empreendedor de sucesso. O grande desafio dos brasileiros está aí: para se lapidar, você precisa sair da zona de conforto onde a grande maioria (acomodada) desiste nos primeiros passos da “grande mudança” que tanto almeja. Parafraseando Robert Kiyosaki, as pessoas se encontram na Corrida dos Ratos, ou seja, vivem dando desculpas (crenças limitantes) como “não tenho tempo”, “não tenho dinheiro”, adquirindo um complexo de inferioridade e negatividade, procrastinando e engavetando a maioria dos seus sonhos, apenas sobrevivendo e esquecendo-se de viver a vida.

     

    Para Flávio Augusto, empreender se baseia em sonhar, ter metas e objetivos; é assumir o compromisso e comprometimento com você e com o seu negócio. Um grande empreendedor de sucesso, depois de uma vasta lapidação (foco, disciplina e superação), volta às suas origens (humildade, resiliência e gratidão). Ele conhece cada espaço da sua empresa ou negócio, conversa com todos os seus funcionários (e tem um ótimo diálogo), excelência em ouvir seus clientes para melhor atendê-lo. Já dizia Dale Carnegie, se quer tirar o mel, não espante a colmeia. Assim, ele constrói seu sucesso por ter uma verdadeira visão empreendedora, contribuindo ativamente com Emprego e Renda para milhares de pessoas, alavancando o Desenvolvimento Econômico Brasileiro.

     

    Uma pessoa sem sonho e sem conhecimento, sem dúvidas, é uma pessoa sem vida. Ou seja, o importante é ser uma pessoa comum, com atitudes diferenciadas, em busca de resultados extraordinários.

     

    Segundo o Global Entrepreneurship Monitor (GEM), é significante a taxa de brasileiros que tem o desejo de empreender na Juventude: 14,2 % (jovens de 18 a 24 anos) e 19,2 % (jovens acima de 25 anos). E quais os fatores determinantes? Dificuldades enfrentadas, nível de escolarização, papel de família, aprendizagem, desejo de explorar oportunidades, necessidades de políticas públicas, redes de relacionamento, etc. O GEM ainda aponta que, o Brasil está na 4ª posição, no Empreendedorismo por Necessidades; e na 15ª posição, no Empreendedorismo por Oportunidades. Os mais jovens são os que mais realizaram algum curso na área que pretendem atuar antes de abrirem o negócio. Esse número representa 33% dos jovens de até 24 anos que buscaram alguma capacitação antes de empreender.

     

    João Appolinário já diz que o impossível é questão de opinião e inovar é questionar o que já existe. Portanto, valorizar o Empreendedorismo através da Visão Empreendedora, da Gestão Estratégica, da Educação Financeira e da Inovação e da Tecnologia é estimular mais Emprego e Renda para milhares de brasileiros e decolar o Desenvolvimento Econômico no Brasil. Ou seja, tudo se baseia em muito conhecimento e aprendizado (mudança de mentalidade). Assim, nosso país poderá equilibrar a economia, voltando a ser respeitado perante os outros países desenvolvidos. Há anos o Brasil caiu sua posição de “pais emergente” e, hoje, somos considerados “subdesenvolvidos”.

    Por que? É melhor ler todo esse texto novamente que você terá uma resposta.

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