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Desenvolvimento Econ√īmico, Empreendedorismo ,Emprego e Renda

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Queremos te ouvir, te consultar, dialogar. Aqui voc√™ deixa sua opini√£o, coment√°rios, sugest√Ķes.
E qual deve ser a posi√ß√£o do PSDB sobre o tema indicado. Sua contribui√ß√£o ser√° fundamental para deÔ¨Ānir os rumos do partido.

Este t√≥pico cont√©m 203 respostas, possui 189 vozes e foi atualizado pela √ļltima vez por  Tereza Oleg√°rio 1 m√™s, 2 semanas atr√°s.

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    Ronan
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    Thélio Caudinski
    Espectador

    S√£o pontos que s√£o concomitantes ao combate a pobreza e prote√ß√£o social. N√£o h√° como falarmos em prote√ß√£o social sem falar de desenvolvimento econ√īmico, empreendedorismo, emprego e renda. Neste sentido, precisamos entender o que se passa, especialmente, dentro das empresas do Brasil, a rela√ß√£o do empregado com o empregador e a rela√ß√£o do empregador com o ordenamento jur√≠dico e as condi√ß√Ķes econ√īmicas do pa√≠s.

    O Brasil tem sua base econ√īmica nos servi√ßos, nas pequenas empresas, aliadas a grandes eixos como a agricultura e setores industriais. O trabalhador brasileiro sonha com a estabilidade, principalmente por ter sido, e ainda ser, um pa√≠s inst√°vel, de grandes mudan√ßas e grandes crises. Quer um emprego que lhe pague bem e, se poss√≠vel, possa passar boa parte de sua vida l√°. N√£o √† toa sonhamos com concursos p√ļblicos, a famosa estabilidade aliada a bons sal√°rios e baixo esfor√ßo. √Č normal, estes desejos n√£o √© apenas do brasileiro. H√° ainda o sonho de independ√™ncia, ser o seu patr√£o.

    Hoje temos dificuldades em ter m√£o de obra qualificada, intelectualmente, culturalmente e psicologicamente. N√£o apenas devemos ter educa√ß√£o para jovens, mas procurar meios que adultos tamb√©m tenham um cont√≠nuo preparo educacional. √Č preciso linkar para o brasileiro que ser mais bem educado significa melhores sal√°rios, melhores empregos e melhor condi√ß√£o de vida. Mas esta qualifica√ß√£o n√£o deve estar apenas inalcan√ß√°vel na educa√ß√£o superior.

    Tamb√©m √© necess√°rio defender reformas profundas na nossa legisla√ß√£o trabalhistas, especialmente rever a quest√£o de multa salarial, os crit√©rios de demiss√£o, as formas de recolhimento de impostos sobre a folha trabalhista. A reforma tribut√°ria √© urgente, muitas pequenas empresas fecham por falta de habilidade dos seus gestores em organizar os gastos, os custos, com os pre√ßos necess√°rios a serem praticados. N√£o pode se penalizar o empregador quando este paga mais impostos conforme seu faturamento, e a cobran√ßa de folha salarial seja de modo separado a de impostos. √Č necess√°rio melhorar o SIMPLES, e mudar a forma de calculo de recolhimento de impostos. Volto a repetir, o empres√°rio brasileiro enfrenta dificuldade sobre equalizar: custos com pre√ßos.

     

    • #5419
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      Lucas Bertoni
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      Boa noite.

      Na minha vis√£o, todos os topicos envolvidos nesse debate (desenvolvimento econ√īmico, empreendedorismo, emprego e renda) n√£o podem ser discutidos sem um debate profundo sobre o direito tribut√°rio brasileiro. Somos um pa√≠s que tributa mal e tributa muito as pessoas erradas. Oneramos a folha de pagamento, as linhas de produ√ß√£o e o consumo, ao inv√©s de tributar os lucros, a renda e os sal√°rios e dividendos. Isso atrasa o desenvolvimento, inibe investimentos, acaba com postos de trabalho porque gera a fal√™ncia e recupera√ß√£o judicial das empresas e tira o poder de compra do trabalhador. Sem reformar o sistema tribut√°rio n√£o poderemos dinamizar a economia e desenvolver essas √°reas.

    • #5420
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      Lucas Bertoni
      Espectador

      Ademais, √© fato que o maior desafio a curto prazo do pa√≠s √© recolocar 14 milh√Ķes de desempregados no mercado de trabalho. Ao passo em que vivemos uma revolu√ß√£o tecnol√≥gica em que algumas fun√ß√Ķes e atividades tem desaparecido, novas oportunidades de trabalho surgem todos os dias, e novos segmentos do mercado s√£o incentivados a crescer, atrav√©s da iniciativa e empreendedorismo. Assim, precisamos qualificar as pessoas para as novas profiss√Ķes que surgem, incentivar e investir no desenvolvimento de novas atividades como incubadoras de empresas e fortalecer iniciativas aut√īnomas que geram trabalho e emprego, como as cooperativas que funcionam em todo o pa√≠s. Sem emprego n√£o h√° renda, se n√£o h√° renda n√£o h√° desenvolvimento, se n√£o h√° desenvolvimento n√£o h√° chances para o empreendedor. Se n√£o houver uma pol√≠tica firme, simples e de resultados r√°pidos para girar essa roda, a recess√£o e a crise continuar√£o indefinidamente.

  • #783
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    Marcelo Fiche
    Espectador

    Apoiar reformas estruturais sempre foi a bandeira do PSDB. Ser oposi√ß√£o tambem √© confort√°vel, visto que criticar e mais f√°cil que inovar. Voltar a agenda positiva seria muito importante para mostrar aos eleitores que n√£o torcemos para o Brasil n√£o dar certo, mas sim mostrando o que o partido v√™ como uma agenda econ√īmica para retomada do desenvolvimento. Quem n√£o √© visto, n√£o √© lembrado!!

  • #787
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    √Ālvaro Provetti
    Espectador

    √Č com o incentivo ao empreendedorismo que iremos obter sucesso no desenvolvimento econ√īmico do pa√≠s, bem como combater com maior efic√°cia os altos √≠ndices de desemprego, que alastra pelo pa√≠s em consequ√™ncia da p√©ssima gest√£o dos governos petistas.

     

    Para se facilitar a iniciativa empreendedora no Brasil, √© necess√°rio se desburocratizar o setor empresarial, facilitando a abertura de empresas, bem como o exerc√≠cio de suas fun√ß√Ķes.

     

    Outra iniciativa para se combater o desemprego, é a redução da carga tributária para as empresas que gerarem grandes quantidades de emprego. Assim se incentiva o empresário a contratar funcionários, reduzindo o desemprego e fazendo a economia do país girar.

  • #802
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    Valéria Lucia Gomes
    Espectador

    SIMPLIFICA√á√ÉO TRIBUT√ĀRIA!

    √Č dif√≠cil demais empreender no Brasil, vc tem que pagar contador, vc tem que pagar 2 mil tributos, tudo √© dif√≠cil, √© desanimador.

    A melhor forma do estado incentivar o empreendedorismo é parando de criar um milhão de empecilhos, simplifica, cria uma maneira simples de qualquer pessoa online abrir sua empresa, pagar oq tiver q pagar de taxas e impostos, sem depender de contador ou de qualquer outra pessoa

  • #803
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    Valéria Lucia Gomes
    Espectador

    Desburocratiza√ß√£o √© o caminho. O pa√≠s precisa n√£o s√≥ gerar emprego, mas possibilitar que as pessoas consigam criar seus pr√≥prios empregos atrav√©s do empreendedorismo individual. √Č fundamental que o PSDB reforce oq sempre defendeu: Um estado que funcione de maneira mais simples, e que se n√£o puder ajudar, n√£o atrapalhe as pessoas a tocarem suas vidas e suas formas de sobreviver e ganhar dinheiro.

  • #910
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    Lindamir Denardin
    Espectador

    Imagino primeiro passo é a desburocratização, redução da carga tributária acredito que ajudaria e muito na geração de emprego combate a pobreza e em seguida ampliar é muito mao de obra qualificada.

  • #911
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    Lindamir Denardin
    Espectador

    Imagino que o primeiro passo a desburocratização que é muito grande no Brasil carga tributária e demais com esses dois itens bem reduzidos aumentaria a geração em prego e renda, em seguida mão de obra qualificada.

  • #935
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    Silvia Cibele
    Espectador

    Acredito que precisamos conhecer as voca√ß√Ķes regionais para pensar em implementar pol√≠ticas para desenvolvimento econ√īmico e depois ter√≠amos condi√ß√Ķes de pensar e estruturar o empreendedorismo.

    Se me permitem vou pontuar e focar no afro empreendedorismo, uma das formas reais de tirar a comunidade negra das √°reas de grande vulnerabilidade social e de empoder√°-los nas periferias.

    <span style=”background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-size: 12pt; line-height: 107%; color: black;”>O </span><b>Afroempreendedorismo¬†</b>√© compreendido como uma estrat√©gia de enfrentamento √† vulnerabilidade econ√īmica e social da popula√ß√£o negra, o segmento social mais afetado pelas transforma√ß√Ķes do mercado de trabalho.
    <div class=”O0″ style=”language: pt-BR; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: .38in; text-indent: -.38in; direction: ltr; unicode-bidi: embed;”>‚ÄĘ<span style=”font-weight: bold;”>63,7% da popula√ß√£o desempregada</span> no pa√≠s √© preta ou parda ‚Äď ou seja: de cada 3 desempregados no Brasil 2 s√£o negros, esse √© o reflexo do mercado de trabalho para o negro que vai muito al√©m das capacita√ß√Ķes profissionais.</div>
    <p class=”MsoNormal”></p>
     

     

  • #952
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    Paulo Victor Barchi Losinskas
    Espectador

    O desenvolvimento econ√īmico √© matriz do desenvolvimento social!

     

    Para alcan√ßar ambos √© preciso incentivar a livre-iniciativa e a livre-concorr√™ncia, sendo a primeira fundamento da Republica brasileira e a segunda um princ√≠pio da ordem econ√īmica nacional.

     

    Como medidas efetivas para alcan√ßar esses objetivos est√£o a desburocratiza√ß√£o do processo produtivo, nisso incluso a facilita√ß√£o de abertura de empresas, a simplifica√ß√£o tribut√°ria, o incentivo √† Micro e Pequena empresa, que j√° respondem por enorme parcela dos empregos formais no Brasil, al√©m da redu√ß√£o de regulamentos que incidem sobre a atividade produtiva, tudo em prol da liberdade econ√īmica, o que levar√° √† gera√ß√£o de empregos e aumento da renda.

  • #958
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    Cassiano Janu√°rio Cordeiro
    Espectador

    Desenvolvimento econ√īmico, empreendedorismo, emprego e renda quando n√£o se consegue melhorias por parte politica ou falta de verba, acredito ser interessante fazer parcerias com empresas multinacionais.

    Apple, Amazon, Facebook, Google, entre outras empresas podem assumir¬† setores estrat√©gicos em troca de benef√≠cios econ√īmicos, renda, emprego, empreendedorismo a popula√ß√£o.

  • #964
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    JOS√Č CLAUDIO SOTA
    Espectador

    Fala_se tanto em emprego ou desemprego; desenvolvimento se o que observamos é  a utilizacao consentida de mao de obra carceraria; tirando emprego e o sustento de muitas familias e desencadeando outros desempregos em decorrencia desse episodio.A solução  passa novamente pela educacao

  • #967
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    Dennis Coelho
    Espectador

    A Priori n√≥s como socialistas democratas acreditamos que para haver o desenvolvimento econ√īmico, tem de haver o desenvolvimento social primeiramente, Pois o desenvolvimento social ir√° ajudar a formar pessoas com maior capacidade de interagir junto a sociedade fortificando os anseios de seu povo, O desenvolvimento econ√īmico se d√° quando a investimentos no setor privado fazendo o gerar empregos, quando falo em empregos falo em uma melhor capacita√ß√£o das pessoas para que as mesmas tenham condi√ß√Ķes de fazer com que a empresa cres√ßa e assim sucessivamente, falo tamb√©m em investimentos e parceria do setores p√ļblico e privado as chamadas PPP, ¬†Gera√ßao de empregos para a acelera√ß√£o da econ√īmica se d√° com empregos com capacita√ß√£o dos membros.

  • #982
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    Elizalva Lima
    Espectador

    √Č necess√°rio apoio ao pequeno e m√©dio empreendedor facilitando a legaliza√ß√£o de seus neg√≥cios, atuarem com novas leis para a libera√ß√£o de trabalho ambulantes, visando a barbaridade que vemos dia apos dia de policiais e fiscaliza√ß√Ķes destruindo o ganha p√£o de pais e de fam√≠lia que n√£o tem outro meio de sustendo (vendo o caso de desemprego que temos) e isso por conta das dificuldades de se obter um documento de libera√ß√£o e legaliza√ß√£o por parte de √≥rg√£os p√ļblicos.

  • #993
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    Gleyson Macedo
    Espectador

    1. Descentralizacao do polo economico dos estados

    2. Criacao de novas zonas francas

    3. Facilitar o credito para microempresas

    4. Desburocratizar a abertura das empresas.

    5. Aumentar o teto de lucro do mei.

  • #1007
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    Pedro Rodrigues
    Espectador

    Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados mais recentemente, mostrou que as micro e pequenas empresas foram as principais respons√°veis pela manuten√ß√£o do n√≠vel de emprego no pa√≠s, contr√°rio do que ocorre com as grandes empresas que ainda sofrem os reflexos da crise econ√īmica.

    Para estas, deve dar total apoio, inclusive no que diz respeito √† id√©ia da cria√ß√£o de comit√™s regionais pra fortalecer a competitividade do setor cobrando a√ß√Ķes do governo para melhorar o ambiente dos neg√≥cios, especialmente para as micro e pequenas empresas e para o microempreendedor individual desburocratizando a atividade al√©m de identificar as dificuldades em cada regi√£o de estabelecer o neg√≥cio atrav√©s de mapeamento monitorado.

    Apoiar o refinanciamento das d√≠vidas do micro e pequeno empreendedor, promover a integra√ß√£o do setor atrav√©s de mecanismos da transforma√ß√£o tecnol√≥gica que discutam as solu√ß√Ķes pra gera√ß√£o de novos postos de emprego e renda, e a revis√£o do Simples Nacional como no caso de reembolso de tributos para os clientes, diminui√ß√£o da carga tribut√°ria que incide sobre o empreendedor, aumentar o limite de exporta√ß√Ķes, reverter o c√°lculo, que inv√©s de feito sobre o faturamento deveria incidir sobre o lucro.

    Sabemos que no Brasil h√° burocracia em excesso, impostos em excesso e um alt√≠ssimo custo de financiamento. Paradoxalmente, o trabalho por conta pr√≥pria e o empreendedorismo crescem de maneira vertiginosa, mas a legisla√ß√£o trabalhista ainda √© obsoleta, porque extremamente paternalista e geradora de inefici√™ncia e desemprego por interpreta√ß√Ķes complexas e extravagantes. Aperfei√ßoar a seguran√ßa jur√≠dica √© mais que necess√°rio, tanto quanto diminuir a complexidade tribut√°ria e conceder autonomia √†s partes para que possam cooperar livremente de acordo com seus pr√≥prios interesses.

    Precisamos adaptar nossas leis à mudança dos tempos, das tecnologias, como exemplo ampliar a discussão sobre a regulamentação dos motoristas por aplicativos, até que ponto isso pode ser prejudicial ou benéfico para a geração de empregos.

    No mundo j√° se fala de forma bastante natural da ind√ļstria 4.0, onde a troca de dados e conceitos de sistemas propicia um melhor ambiente para as empresas no que tange a rentabilidade e a conseq√ľente remunera√ß√£o dos seus trabalhadores. Precisamos decidir o que queremos. O Estado n√£o pode prover tudo. Temos que abandonar essa id√©ia por enquanto ut√≥pica do estado do bem estar social. Enquanto isso, lutar contra os entraves para o mercado que empobrece cada dia mais os brasileiros.

    O PSDB n√£o pode se esquivar de defender os trabalhadores pobres, desempregados, outrossim n√£o deve se envergonhar de defender quem gera empregos neste pa√≠s, que descobre lucros n√£o aproveitados no mercado, mas sem esquecer de n√£o intervir nessa rela√ß√£o. Foi com isso que o PT criou a grande distor√ß√£o dos ‚Äúcampe√Ķes nacionais‚ÄĚ a custo de muito dinheiro p√ļblico e fracassou nossa economia. O que se deve lutar √© pela liberdade de as empresas crescerem por conta pr√≥pria.

  • #1008
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    Bolívar Gomes
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    Desburocratiza√ß√£o √© a palavra-chave. √Č dif√≠cil empreender no Brasil. Isso poderia estar aliado com pol√≠ticas p√ļblicas de emprego e renda, norteadas por um programa macro. O combate ao desemprego precisa ser uma bandeira do PSDB, junto do combate √† desigualdade social.
    E aqui vai um fator importante que está ligado à Educação: o incentivo à pesquisa e qualificação profissional.

  • #1013
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    Silvia Cibele
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    Recentemente o Servi√ßo Brasileiro de Apoio √†s Micro e Pequenas Empresas ‚Äď Sebrae divulgou um relat√≥rio que demonstra um panorama do empreendedorismo brasileiro. A not√≠cia celebrava o fato da mulher negra ser maioria dentre os empreendedores. Acontece que, obviamente, a informa√ß√£o foi divulgada com um tom de louvor, dando a entender que mulheres negras empreendendo em maioria, √© algo magn√≠fico. De fato √©.

    A mulher negra tem uma for√ßa comunal e consegue fazer dos lim√Ķes, uma limonada. Mas o que est√° por tr√°s desses n√ļmeros √© uma realidade perversa. Historicamente ela ocupa servi√ßos informais, mas nem sempre isso quer dizer que ela empreende, existe uma diferen√ßa entre empreendedorismo e a informaliza√ß√£o.

    A Pesquisa Nacional por Amostra de Domic√≠lios Cont√≠nua ‚Äď PNADC mostra que o desemprego entre as mulheres negras est√° em 16,6%, o dobro se compararmos o √≠ndice entre homens brancos, que √© de 8,3%. A pesquisa tamb√©m demonstra que mulheres negras est√£o 50% mais suscet√≠veis ao desemprego no Brasil. Outro dado revelado √© que, entre as ocupa√ß√Ķes, os servi√ßos dom√©sticos ainda representam a maioria dentre essas mulheres, 19,1%.

    A exclus√£o dessas mulheres no mercado, √© algo j√° sabido e discutido pela sociedade brasileira de forma demagoga. A mulher negra tem menos acesso √† educa√ß√£o, est√° propensa √† solid√£o, se tornando m√£e solo e provedora da fam√≠lia muito nova e com pouca oportunidade. O racismo dentro do mercado √© descarado, n√£o importa o curr√≠culo. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estat√≠stica (IBGE) divulgou dados mais recentes do desemprego no Brasil, s√£o mais de 12 milh√Ķes de desempregados. Outro dado relevante √© que quase 20% das mulheres negras que trabalham, ocupam servi√ßos dom√©sticos, √© a maior porcentagem dentre outras atividades. Ou seja, apesar dos esfor√ßos de grupos sociais e ativistas, a mulher negra ainda est√°, em sua maioria, presa ao servi√ßo bra√ßal. A mulher negra, segundo dados do Sebrae s√£o as que ganham menos dentre todos os outros grupos. A m√©dia √© de R$1.384 reais, em quanto entre mulheres brancas √© de R$2.691 e homens brancos R$3.284.

    A pesquisa tem outros dados importantes mas, o foco principal √© a aten√ß√£o que o Estado precisa dar para a forma√ß√£o b√°sica, o racismo estrutural – que n√£o cabe aqui a discuss√£o –¬† reflete at√© na determina√ß√£o do empregar ou da maquiagem dos dados para afastar a necessidade de pol√≠ticas p√ļblicas para esse acesso ao mercado. Se o Estado n√£o gerar condi√ß√Ķes para a formaliza√ß√£o – desburocratiza√ß√£o, como j√° falado pelos colegas aqui, e meios facilitadores para cr√©dito, o distanciamento entre os empreendedores negros se perpetuar√£o.

    • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  Silvia Cibele.
  • #1074
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    Daniel Casuza
    Espectador

    O empreendedorismo no Brasil √© um assunto de grande relev√Ęncia, a final cerca de 70% objetiva ter seu pr√≥prio neg√≥cio. Infelizmente muitas dessas pessoas d√£o in√≠cio ao pr√≥prio neg√≥cio sem ter um planejamento adequado para conseguir manter e fazer crescer seu empreendimento. Outro peso negativo para aqueles que almejam ser empreendedor √© a tal BUROCRACIA, esse √© um grande vil√£o para os pequenos e grandes investidores brasileiros e at√© mesmo estrangeiro. O Estado brasileiro deve buscar ferramentas de moderniza√ß√£o para facilitar a abertura de empresas, sendo que os entraves na maioria das vezes desestimular o cidad√£o que busca abrir seu pr√≥prio neg√≥cio.

  • #1087
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    Brunno Caleiro Pereira
    Espectador

    Boa parte da ‚Äúmontanha-russa‚ÄĚ que que a economia brasileira enfrente se d√° por desgastes pol√≠ticos e falta de confian√ßa do mercado nos nossos projetos. Isso, evidentemente, leva ao desemprego e a queda na renda geral da nossa popula√ß√£o, que acaba buscando ter duas ou tr√™s diferentes atividades complementares (quando encontram emprego). Cabe a n√≥s, no atual cen√°rio global de problemas econ√īmicos, buscarmos maior atratividade para o setor privado, fazendo com que o Brasil seja novamente um polo de interesse de empresas multinacionais e da cria√ß√£o de novos neg√≥cios. Em cidades do interior, existe grande potencial industrial que foi se perdendo ao longo dos √ļltimos anos, devido ao baixo potencial competitivo. O setor cal√ßadista de Franca √© um √≥timo exemplo. √Č hora de retomar a competitividade, gerar um cen√°rio favor√°vel aos investimentos, reaquecer a economia para que sejam gerados empregos e, mais importante, dar √† popula√ß√£o oportunidades. N√£o adianta sempre tra√ßar planos de crescimento de 3% em janeiro, reduzir para 1,5% em junho e fechar o ano considerando √≥timo qualquer coisa perto de 0,6%. Acordos regionais, nacionais e internacionais podem ser uma boa oportunidade. Tem-se, agora, pequenas fa√≠scas de poss√≠vel retomada da cria√ß√£o de emprego, mas precisamos de projetos s√≥lidos e longos. Cabe ao nosso senso de desenvolvimento e ao uso do nosso tradicional ‚Äúsoft-power‚ÄĚ para demonstrar um Brasil pronto para um maior progresso econ√īmico

  • #1119
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    Thélio Caudinski
    Espectador

    Quando Geraldo Alckmin falou em segurança jurídica em 2018, isso não ficou claro na cabeça das pessoas. O que precisa ficar claro é que segurança jurídica se trata de que uma empresa pode começar uma obra e ter certeza que vai terminá-la, sem que no meio dela, o IBAMA sem motivos claros e contundentes, ou qualquer outra pessoa possa entrar na justiça e embargar o empreendimento.

    Decis√Ķes monocr√°ticas de ju√≠zes de primeira inst√Ęncia n√£o podem ter efeito t√£o poderoso. Embarco de obras que ultrapassem um X valor deveria ser apenas expedido por um colegiado.

  • #1123
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    Gabriel Queiroz
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    O Brasil √© um pa√≠s de infinitas potencialidades que podem gerar grandes resultados se forem incentivadas com a correta atua√ß√£o do poder p√ļblico no processo de desburocratiza√ß√£o e redu√ß√£o de impostos confusos sobre as empresas atuantes no mercado brasileiro.

    As empresas precisam se concentrar em crescer, gerar empregos e rendas; enquanto que o Estado deve em outra via possibilitar que m√£o de obra qualificada e t√©cnica esteja dispon√≠vel para se inserir nas oportunidades de trabalho cada vez mais din√Ęmicas e diversas nos tempos de automa√ß√£o e informatiza√ß√£o dos processos de produ√ß√£o.

    Em suma, cabe aos gestores p√ļblicos simplificarem o processo de arrecada√ß√£o de impostos, diminuir o peso da m√£o do Estado sobre os empreendedores e tamb√©m investir em educa√ß√£o de qualidade para aumentar a disponibilidade da m√£o de obra.

  • #1140
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    Luiz Fhilipe Mourao
    Espectador

    O primeiro ponto a ser debatido é uma ampla reforma administrativa do Estado, menos burocracia e mais eficiência e agilidade.

    A reforma trabalhista foi um passo importante mas, necess√°rio ainda mais reformas. √Č inadmiss√≠vel o empregado custar duas vezes mais ao empregador; √Č necess√°rio que os valores que est√£o bloqueados a t√≠tulos de dep√≥sitos recursais sejam liberados para os empregadores, substituindo-os pela Carta Seguro Fian√ßa e/ou Banc√°ria, para que esses valores sejam utilizados para investimentos; Redu√ß√£o de 02 anos para 06 meses o prazo para que o reclamante venha propor a√ß√£o na justi√ßa do trabalho, dentre v√°rios outros pontos importantes que devem ser reformados.

    A Reforma Tribut√°ria e a Reforma Fiscal.

  • #1158
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    Edneia Cartapatti
    Espectador

    Criar feiras de produtores locais dos bairros dando oportunidade aos moradores daquele local em venderem seus produtos desde alimentação até serviços e propiciando renda local e convivência na comunidade não havendo necessidade de locomoção.. modelo usado em países europeus estimulando produção local principalmente em cidades do interior.. Espaço de vendas e convivência local gera oportunidade de renda e empreendedor micro empresa.

  • #1161
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    Edmilson Junior
    Espectador

    Incentivar os pequenos agricultores a retomarem sua renda no campo com ajuda dos gestores, ter incentivos para que industrias de médio porte possam se instalar no município para geração de emprego. Hoje as cidades dos interiores já estão se tornados polos de referências por investimentos de pessoal locais.

  • #1166
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    Tulio Pereira
    Espectador

    Diante da grave crise econ√īmica que o Brasil vem enfrentando nos √ļltimos anos, ouve um alto n√ļmero de falecimento de micro e pequenas empresas que consequentimente causaram milh√Ķes de demiss√Ķes √© problemas sociais por todo pa√≠s.

    Em virtude desses aspectos o PSDB tem que est√° alinhado diretamente com a causa econ√īmica liberal, desregulamentando, desburocratizando, apoiando reformas que s√£o necess√°rias para facilitar a abertura de novas empresas, como a reforma previdenci√°ria, tribut√°ria √© administrativa s√£o fundamentais para que o pa√≠s comece a caminhar a passos largos para a prosperidade.

    √Č importante salientar que o empreededorismo √© o principal pilar para uma pol√≠tica social de qualidade, sem ele n√£o haver√° desenvolvimento econ√īmico e muitos menos gera√ß√£o de renda.

    O PSDB sendo essa grande institui√ß√£o, deve come√ßar a focar projetos sociais que incentivem o empreendedorismo desde o ensino b√°sico, ao ensino m√©dio, precisamos acabar com a cultura do funcionalismo p√ļblico e come√ßar a incentivar aos jovens produzirem √© gerarem renda para que o Brasil volte a crescer, para¬† mudar esse atual cen√°rio, precisamos de um projeto a longo prazo, e esse projeto tem que partir das escolas p√ļblicas, com incentivos, cursos, palestras, projetos escolares voltados ao desenvolvimento de novos produtos, novas empresas, novos servi√ßos, ate mesmo acrescentando na grade cirricular a materia de empreededorismo, fazendo com que nossos jovens possam assumir um protagonismo ainda maior, eles merecem mais notoriedade e oportunidades.

  • #1184
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    Cicero Sampaio De Brito Sampaio
    Espectador

    No Brasil,est√° sendo dif√≠cil de emplanta medidas provis√≥rias sobre empregos ,e empreendedorismo, econ√īmico por causas dos juros abusivos ,dos banco estrangeiros,.Na medida que se oferece emprego nasce o vil√£o dos imposto tribut√°rio em cima do empregador local,brasileiros deixando margem de lucro expremida para exercer a fun√ß√£o de fabrica¬† ou ind√ļstria .

  • #1185
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    Cicero Sampaio De Brito Sampaio
    Espectador

    No setor tribut√°rio os nossos correntista ,corre para ter lucros Sen ter dividendo econ√īmico,interno dopais reconredo ao fundo monet√°rio do banco bnds para fazer crede sua, empresas .

    Mais eu acho que o que poderia ser feito sobre emprego e distribui√ß√£o de renda ,seria melhor que todos os seus estado levasse as ind√ļstria , da capital para o interior assim desafogaria o desemprego das cidades pequena,enchendo o interior de renda por localidades dando emprego oas jovem e capacitando os jovens tamb√©m empreendedor

  • #1187
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    Ericarlos Duarte
    Espectador

    Nosso Brasil é rico em ideias inovadoras, acredito que o empreendedorismo é uma solução que diminuirá o grande índice de desemprego em nosso País, vendo ideias de muitos jovens da minha cidade São Gonçalo do Amarante no estado Ceará, vejo a grande capacidade do jovem idealiza um empreendimento, falta apoio e incentivo para que os jovens venham a investir e ter um crescimento com independência e maturidade financeira, sugiro dentro da possibilidade a criação de uma lei que incentive os governantes a investir 15% da renda pecapita dos municípes no capital de giro das ideias de sucesso dos jovens empreendedores, para isso importante criar uma plataforma que fiscalize e selecione as ideias e o investimento depositado na ideia do jovem, hoje Sebrae é uma grande referência porque não torna possível a ideia do jovem emprrendedor? Tenho certeza que o desemprego diminuirá e o os jovens encontrará uma motivação para não irem para o mundo das drogas.

     

  • #1203
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    David Lira Matias
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    APOIO A <b>EMPREENDEDORES</b>

    √Č muito importante que o governo federal e estadual apoie os empreendedores de seu pa√≠s. Pois atrav√©s deles √© not√≥rio que ir√° gerar empregos, renda e desenvolvimento econ√īmico do pa√≠s, por√©m infelizmente n√£o √© isso que vemos. O Brasil hoje tem uma carga tribut√°ria muito alto em cima dos empreendedores e ainda acompanhado dessa carga tributaria vem o estado para dificultar o trabalho do empreendedor.

    Infelizmente o Brasil ainda vive no regresso no que se compete ao desenvolvimento econ√īmico, pois √© not√≥rio ver quantos empreendedores deixar de empreender no Brasil devido a supress√£o do governo sobre as empresas rec√©m abertas. √Č importante que o governo crie incetivos ficais e econ√īmicos para pessoas que est√£o disposta a empreender no Brasil, al√©m disso, o governo deve oferecer tamb√©m apoio acad√™mico a esses empreendedores, pois muitos n√£o sabem o b√°sico sobre a cria√ß√£o de uma empresa ou at√© mesmo investiram somente p√°ra n√£o ter PATR√ÉO.¬†Por isso que √© importante que o governo apoie os pequenos empres√°rios do Brasil.

     

  • #1216
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    Elinton Geremias
    Espectador

    O PSDB precisa lutar pelo IVA! Unifica√ß√£o de impostos faz parte dos pilares para que ocorra a desburocratiza√ß√£o e o desenvolvimento econ√īmico. Junto disso, deve-se cobrar a nova tabela do Imposto de Renda e a amplia√ß√£o do MEI para mais um funcion√°rio. De MEI para ME os encargos s√£o gigantes e o salto √© muito grande. Precisa haver um meio termo.

  • #1233
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    David Falkenberg Figueiredo
    Espectador

    na minha opini√£o, acredito que seja mais apropriado o tema de empreendedorismo/emprego¬† e renda pelas circunst√Ęncias do momento em que vivemos no nosso pa√≠s. Ela √© a palavra chave, existindo oportunidade e trabalho para todos a roda anda e anda os demais tamb√©m. O PSDB tem seu papel important√≠ssimo nas resolu√ß√Ķes de crises que o pa√≠s j√° viveu na sua hist√≥ria por buscar solu√ß√Ķes efetivas e s√≥lidas para solucionar e prevenir essa tremenda Desigualdade social que existe no Brasil. E s√≥ se √© poss√≠vel fazer √© unir for√ßas e fazer acontecer atrav√©s do di√°logo e do debate e sem a pol√≠tica atrav√©s do voto e da participa√ß√£o popular. Essas medidas n√£o saem do papel.

    Por isso a tão falada renovação que pode ser não somente pelo fato idade e novas pessoas mas pela troca de novas ideais.

    A Desigualdade social no Brasil √© tremenda gigantesca, temos quem sai de casa de helic√≥ptero para ir ao trabalho e temos pessoas em periferia sem saneamento b√°sico e sequer sabem o que √© um trabalho efetivo. Com a crise se dificulta cada vez mais essa busca t√£o dif√≠cil com tantas exig√™ncias. As capacita√ß√Ķes est√£o amplas tem bastante. O que falta ap√≥s a capacita√ß√£o √© a oportunidade. Se ela n√£o acontecer. O √≠ndice de jovens entrando na criminalidade aumenta, infelizmente. Precisamos acabar com esse c√≠rculo que sem oportunidade, quem ganha √© o crime.

  • #1242
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    Giovane Lelis
    Espectador

    Sou de Erv√°lia MG, cidade que nos √ļltimos anos apresentou grande crescimento e desenvolvimento gra√ßas a sua forte agricultura com foco no cultivo do caf√©. No entanto, apesar do grande crescimento, n√£o tivemos bons resultados no que se refere √† gera√ß√£o de emprego. Hoje, contamos com uma parcela muito grande da popula√ß√£o que encontra-se desempregada. Parece antag√īnico, mas nossa cidade possui um parque industrial bastante amplo que poderia ter recebido ind√ļstrias h√° anos! Por√©m, pela falta de projetos de incentivo fiscal o parque est√° parado. Sabemos que n√£o √© f√°cil a atra√ß√£o de empresas, mas, leis de incentivo fiscal sempre chamam a aten√ß√£o dessas ind√ļstrias, seja por uma concess√£o mais longa, pela redu√ß√£o de impostos, anistias, enfim… tanto o executivo estadual e municipal poderiam se empenhar mais no formula√ß√£o e/ou execu√ß√£o dessas pol√≠ticas. Com isso, a atra√ß√£o das empresas geraria emprego, que geraria renda, que geraria desenvolvimento econ√īmico na cidade. √Č um bom assunto para ser discutido nas c√Ęmaras municipais e estaduais.

  • #1244
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    Joao Rodrigo
    Espectador

    o sistema de economia q o lula instalo foi o melhor ja feito, quanto mais pessoas compram de tudo, mais o mercado arrecada, mais empregos geram, mais impostos o estado arrecada.

    empreendedorismo, terminar com a burocracia para se abrir uma empresa e melhor para o para o estado.

    emprego e renda: tire os direitos trabalhistas e corte a jornada de trabalho para metade do tempo, isso mantera os salarios altos, a menor tempo de trabalho, com mais pessoas fazendo uma mesma funçao.

  • #1331
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    Anísio Lima
    Espectador

    Minha vis√£o a cerca deste tema t√£o complexo √© que devemos estimular (n√≥s PSDB) projetos sociais que incentivem o empreendedorismo desde a escola at√© o ensino superior, √© necess√°rio que possamos abrir novos leques e n√£o focar apenas nessa ideia enraizada de funcionalismo p√ļblico e que seja incentivado aos nossos jovens a gerar renda/empreender para¬† que tenhamos novos avan√ßos no Brasil.
    Precisamos de uma reforma administrativa do Estado, menos burocracia! Pode ser pensado na cria√ß√£o de um sistema √ļnico de informa√ß√Ķes que possa ser acessado pela uni√£o, estados e munic√≠pios.

    A necessidade em investimento para que haja um melhor desenvolvimento nas áreas da Industria, Comércio, Agropecuária e Turismo. Em relação ao turismo as demandas dessa categoria são: melhoria da infraestrutura, fortalecimento da imagem do Brasil lá fora e seus diferenciais como destino turístico, simplificação na tributação, estimular o desenvolvimento de novos produtos turísticos, proporcionando novas experiencias ao visitante.

  • #1332
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    Silvia Cibele
    Espectador

    O PSDB precisa incluir nos programas de governo na √°rea de educa√ß√£o a inclus√£o de elementos de educa√ß√£o empreendedora nos curr√≠culos escolares, apresentando formas e caminhos de ascens√£o econ√īmica e social por interm√©dio do empreendedorismo e, nosso caso, do afroempreendedorismo.

    A maioria das famílias negras já são empreendedoras mas não sabem, por que não conhecem o conceito.

    A educa√ß√£o empreendedora deve fazer parte da forma√ß√£o do futuro cidad√£o, e com destaque para as escolas p√ļblicas onde, j√° temos o empreendedorismo n√£o formal acontecendo, por√©m, as pessoas os empreendedores n√£o sabem que est√° empreendendo e que podem ser empres√°rios.

    Exemplifico: a matriarca faz bolo para vender para ajudar na renda da família. O pai faz bico de pedreiro aos finais de semana.

    Precisamos transformar a mentalidade do “bico” para o ato de empreender.

     

  • #1348
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    Amanda Nascimento Pereira
    Espectador

    Facilitar a atua√ß√£o de microempreendedores √© uma das alternativas. A exemplo do programa “Descomplica”, da prefeitura de S√£o Paulo.
    Incentivar a economia local e regional, aproveitar as potencialidades de cada região, é uma forma de descentralizar a economia.

    O Brasil tem grandes chances de se tornar mais competitivo com o merdado externo, a exemplo do estado de Santa Catarina, que √© o maior exportador de carne de frango do Brasil, conquistando mercados exigentes como Jap√£o, Emirados √Ārabes, Holanda e China. Cuidar da qualidade do que √© produzido em nosso pa√≠s √© uma forma de estabelecer mais pontes com o mercado internacional. Investir em produ√ß√£o de qualidade, rigor no controle e fiscaliza√ß√£o.

    Polos tecnol√≥gicos: Investir em polos tecnologicos √© uma boa sa√≠da para enriquecer a economia de cidades que tenham alguma quest√£o economica sazonal, por exemplo. Florian√≥polis, at√© o final do anos 90, era uma cidade de servidor p√ļblico e de turismo (no ver√£o). Desde o in√≠cio dos anos 2000, a capital catarinense tem atra√≠do investidores e vem desenvolvendo um dos principais polos tecnologicos do pa√≠s, dinamizando sua atividade economica, bem como movimentando os neg√≥cios da cidade para al√©m do ver√£o.

     

  • #1361
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    Carlos Eduardo de Paula Arthus
    Espectador

    O Sistema tributário atual é de uma complexidade antidemocrático!

    O Brasil tem uma veia empreendedora muito grande, mas ela é bastante sufocada por vários aspectos burocráticos que dificultam tanto o planejamento de novos negócios quanto sua execução. Vários dos elementos que são impeditivos a um espaço mais oportuno aos negócios. Um deles é o ambiente tributário. As propostas de Reforma Tributária são essenciais, principalmente quanto à simplificação do sistema.

    O sistema tribut√°rio que temos √© de uma complexidade antidemocr√°tica, pois, al√©m da burocracia para se criar uma companhia nova, da quantidade de leis e regula√ß√Ķes ‚Äď muitas das quais s√£o complexas e precisam ser interpretadas para aplica√ß√£o ‚Äď, inibe a inova√ß√£o e o empreendedorismo. Uma mudan√ßa urgente neste sentido √© reformar sem aumentar a regressividade do sistema, de modo a reduzir o peso na pir√Ęmide social. Mesmo com todas essas barreiras burocr√°ticas que dificultam o desenvolvimento dos neg√≥cios, as empresas podem compactuar com o desenvolvimento regional estando aliadas ao poder p√ļblico ou √†s sociedades organizadas, ajudando, ‚Äúde forma leg√≠tima e positiva‚ÄĚ, a melhorar a capacidade da gest√£o p√ļblica municipal com o desenvolvimento de metas e m√©tricas, projetos e com acompanhamento. Uma organiza√ß√£o deve antecipar eventos e buscar ser sempre competitiva, tendo uma l√≥gica empresarial que compartilha e, mais do que s√≥ cumprir as leis e regula√ß√Ķes, se antecipa √†s demandas sociais, porque acha que √© seu papel dar uma resposta a isso como uma empresa cidad√£.

    A baixa capacidade de investimento por parte do Estado em servi√ßos de qualidade e obras de infraestrutura √© consequ√™ncia do or√ßamento apertado do governo federal e da alta d√≠vida p√ļblica do Pa√≠s. Nesse ambiente, a atua√ß√£o do setor privado se faz imprescind√≠vel.O que somos levados a pensar √© que o crescimento √© um produto do gasto do governo. N√£o √©. E cada vez mais isso vai depender do gasto do setor privado, de pessoas e empresas que resolvem ampliar seus neg√≥cios, alugar um espa√ßo, empregar, comprar m√°quinas. O setor p√ļblico esgotou sua capacidade de afetar esse processo.
    Tem empresas estatais que s√£o preju√≠zos ambulantes, enquanto algumas fazem um bel√≠ssimo trabalho, como a Embrapa. Privatiza√ß√£o n√£o √© s√≥ fazer caixa. √Äs vezes, √© inserir empresas competitivas no mercado, que v√£o funcionar bem no que fazem, criando mais concorr√™ncia e beneficiando consumidores. A Eletrobras e o Banco do Brasil est√£o prontos para serem privatizados e para testar modelo novo de privatiza√ß√£o que consiste em transform√°-los em corpora√ß√Ķes, empresas sem controle definido, privadas, sem descaracterizar sua marca.Jogamos fora quase uma d√©cada e meia de esfor√ßos fiscais para voltar ao mesmo lugar. Aumentar o governo √© a coisa mais f√°cil do mundo. Agora, o caminho √≥bvio √© desfazer o que foi feito e voltar √† situa√ß√£o que est√°vamos.

  • #1367
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    Eduardo Alves
    Espectador

    O caminho para o desenvolvimento econ√īmico est√° no empreendedorismo, o Estado precisa incentivar o brasileiro a empreender, desburocratizando o processo para abertura de empresas de todos os portes e tamb√©m diminuindo o protecionismo estatal para que o pa√≠s se torne atrativo a empresas estrangeiras.

  • #1381
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    Diego Daniel Aciem
    Espectador

    Uma forma para gerar emprego e ate mesmo criar um incentivo para empreender e diminuir tributos, incentivos a empresas brasileiras e que estejam em desenvolvimento. Empresas est√£o vivendo crises econ√īmicas por causa da pol√≠tica atual tamb√©m, n√£o conseguem enxergar uma forma de crescer pois o medo de n√£o ter um estado s√≥lido interfere nos crescimento, assim n√£o gerando novos empregos.

  • #1393
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    Jackson Lucian
    Espectador

    Nosso país é tão rico, mais tão rico que fico me perguntando porque estamos nessa situação, nosso país é cheio de impredendores corajosos e guerreirinhos só devemos aumentar e diminuir a famosa burocracia que tanto desola nosso País.

  • #1419
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    Fernando Juarez
    Espectador

    Acredito que o Brasil precisa ser um país mais atraente para o brasileiro que pretende empreender. O excesso de burocracia e o custo elevado, aliados a cultura de baixa informação quanto a como empreender com sucesso acaba gerando muitas dificuldades as pessoas que tem alguma pretensão nesse sentido.

    Acredito que o governo deva reduzir a burocracia para quem deseja empreender, baixar os custos dos pequenos e médios empresários, aprimorar os programas de incentivo e capacitação de empreendedores, bem como divulga-los melhor, de forma a buscar a garantia de empreendimentos prósperos e não aqueles que conseguem se sustentar apenas por pouco tempo.

    Empreendedorismo dando certo s√£o mais empregos dispon√≠veis, consequente diminui√ß√£o de pessoas desempregadas, fam√≠lias com renda mensal fixa, economia aquecida e maior desenvolvimento econ√īmico para as cidades brasileiras.

     

  • #1423
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    Fellipe Bayeh
    Espectador

    O desenvolvimento econ√īmico esta com certeza ligado ao desenvolvimento do pais, precisamos fomentar o empreendedorismo e a livre concorr√™ncia, e acabarmos com a era dos concursos de vez, n√£o cabem mais concursos p√ļblicos no pais, e concurseiro n√£o √© uma profiss√£o! Precisamos ter empreendedorismo, finan√ßas e pensamento l√≥gico na base da educa√ß√£o, melhorar as linhas de cr√©dito, desburocratizar a abertura e fechamento de empresa e as tributa√ß√Ķes, para criar um mercado mais arrojado e prop√≠cio ao empreendedor. Fazer uma reforma trabalhista forte, tamb√©m seria de ajuda ao empresariado do Pais.

    Com isso o aumento do emprego seria apenas uma consequência.

  • #1431
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    Leandro Marcio Souza
    Espectador

    A) Desburocratização:

    1. Disponiblizar leis, procedimentos e solicita√ß√Ķes via internet confome org√£o competente.
    2. Revisar normas intersetoriais (prefeitura, bombeiros, vigil√Ęncia sanit√°ria, CREA, meio ambiente, cart√≥rios, etc) e ampliar setor de projetos p√ļblicos para agilizar alvar√°s, atestados, licen√ßas ambientais, abrir e fechar empresas.
    3. Simplifica√ß√£o tribut√°ria visando desonerar o consumo e onerar os bens. Assim facilita governo arrecadar, contador atender obriga√ß√Ķes, empres√°rio planejar neg√≥cios, al√©m de abrir novas oportunidades.
    4. Exigir apenas cpf/cnpj como documento em reparti√ß√Ķes p√ļblicas via consulta em base de dados virtual.
    5. Após reformas, evitar alterar muito as normas, melhorando previsibilidade e ambiente de negócios.

    B) Descobrir vocação regional e desenvolvê-lo:

    1. Turismo: religioso, educacional, esportivo, ecol√≥gico, de sa√ļde, de neg√≥cios, de festas, etc.
    2. Cultural: cinema, teatro, shows, exposi√ß√Ķes, museus, feiras liter√°rias, festivais, etc.
    3. Criativo: fazer filmes, document√°rios, games, artesanatos, literatura, escultura, pinturas, redes sociais, etc.
    4. Industrial: confecção, siderurgia, extrativa, agronegócio, química, naval, máquinas e equipamentos, etc.
    5. Infraestrutura: portos, aeroportos, rodovi√°rias, terminais (ferrovi√°rio, aquavi√°rio), galp√Ķes, etc.
    6. Energia: hidroelétrica, eólica, fotovotáica, termelétrica, nuclear, sinética (ondas), etc.
    7. Pesquisa: como embrapa, fiocruz, butant√£, funda√ß√Ķes e universidades, etc.
    8. Identidades e espaços de convívio comunitário: praças, lagoas, ruas, monumentos, linguagem, roupas e comidas típicas, etc.
    9. Novos negócios: uber, waze, airbnb, blablacar, mercado livre, stone, nubank, zoom, etc.

    C) Incentivos:

    1. Ren√ļncia fiscal do governo em favor de manter empregos existentes ou fomentar neg√≥cios no terceiro setor.
    2. Trabalhar temática de empreendedorismo na grade curricular de diversas disciplinas do ensino médio.
    3. Interc√Ęmbio de funcion√°rios p√ļblicos com empresas privadas buscando novas pr√°ticas que levem √† inova√ß√£o.
    4. Revisar carreira do funcionalismo para quem entrar (piso inicial menor, progressão mais lenta, tudo compatível com mercado): visa não onerar folha de pagamento e sobrar recursos para investimentos.
    5. Agricultura familiar: segura gente no campo, vende para escolas e entidades p√ļblicas.
    6. Fomento via cr√©dito (BNDES, BDMG…), via bolsas (CAPES, CNPq…), via fundos (FUST, culturais…), via editais p√ļblicos ou parcerias.
    7. Fomento via entes (SENAC, SEBRAE, cooperativismo, investidor anjo) para agregar valor ao produto ou serviço.
    8. Capacitação e assessoria permanente (jurídica, contábil, empresarial) para controlar ou evitar custos.
    9. Identificar novas demandas e desenvolver mercado. Exemplos:
      1. A popula√ß√£o esta envelhecendo: sa√ļde, previd√™ncia e assist√™ncia social, transporte p√ļblico, arquitetura das cidades
      2. Mercado de seguros: casas, veículos, máquinas, transportes, marcas, eventos, etc.
      3. Tecnologia 5G e IoT: casas e cidades inteligentes
      4. Baterias de l√≠tio para uso em: telefone, notebook, carro, c√Ęmeras, sistema fotovot√°ico, caixas de som, etc.
      5. Saneamento básico (marco regulatório, concessão, ETE): acho que uns 30 anos de trabalho nos 5570 municípios do Brasil.
      6. Pesquisas: nanotecnologia, grafeno, nióbio, biocombustíveis, materias biodegradáveis, etc.
  • #1432
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    Miriam Dornelles
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    teste

    • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  Miriam Dornelles. Raz√£o: problema
    • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  Miriam Dornelles.
  • #1435
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    Miriam Dornelles
    Espectador

    As empresas de pequeno porte são as grandes geradoras de empregos, cerca de 70% do país e grande contribuidora do PIB brasileiro.

    A livre iniciativa privada¬† √© uma geradora de neg√≥cios e empreendimentos, √© fortalecedora dos micros e pequenos neg√≥cios e trabalha¬† tamb√©m reduzindo as desigualdades sociais.¬† √Č preciso tratar elas diferentemente.

    1. O prejuízo do tratamento igualitário entre elas e as grandes e enormes empresas afeta o mercado de forma que desajusta a Economia como um todo. O tratamento diferenciado e favorecido para as pequenas  empresas estabelecidas constitucionalmente, embasados por diversas leis, não tem só o objetivo de incentivo de criação, inscrição, sobrevivência e crescimento destas empresas, mas possui um plano muito maior, o plano da igualdade, o plano da dignidade, o plano do emprego.

    Os investimentos gerados pelas pequenas empresas atuam na promoção dos objetivos constitucionais de erradicar a pobreza, a marginalização, reduzir as desigualdades sociais e estimular o desenvolvimento do país.

     

    2. Para isso, √© necess√°rio que o Estado esteja em constante mudan√ßas conforme o desenvolver da economia, pois as for√ßas econ√īmicas da sociedade em determinadas situa√ß√Ķes s√£o mais fortes que o pr√≥prio Estado. A informalidade, o mercado negro, a sonega√ß√£o s√£o provas reais. √Č preciso que o Brasil desenvolva pol√≠ticas para que cada vez mais indiv√≠duos e pequenos empres√°rios possam de alguma forma se legalizar, assim como desenvolver as pr√≥prias micro e pequenas empresas.

    3. √Č preciso uma const√Ęncia e gerenciamento das pol√≠ticas, de forma a control√°-las e obter estudos de seus resultados, buscar os problemas e destinar solu√ß√Ķes r√°pidas e n√£o morosas, como muitas vezes vemos. O apoio aos pequenos neg√≥cios por meio de pol√≠ticas p√ļblicas consistentes, com fundamento em legisla√ß√Ķes que concedam o tratamento diferenciado e favorecido ao setor, s√£o primordiais para que as pequenas empresas possam continuar contribuindo com a constru√ß√£o de uma sociedade mais livre, justa e solid√°ria, com a erradica√ß√£o da pobreza e da marginaliza√ß√£o, com a redu√ß√£o das desigualdades sociais e regionais e com o desenvolvimento nacional.

    O empreendedorismo social, o empreendedorismo de novos neg√≥cios digitais, o empreendedorismo em regi√Ķes de¬† pobreza geram a mobilidade social que os brasileiros necessitam para alcan√ßar o aumento da riqueza e¬† contribuir para a economia de uma forma macro.

    4. Para continuar exercendo seu importante papel, em conson√Ęncia com os objetivos fundamentais da na√ß√£o brasileira, √© fundamental que o Estado diferencie o tratamento √†s empresas de pequeno porte atrav√©s de muitas pol√≠ticas de incentivo e de desenvolvimento. O Brasil precisa acreditar nos brasileiros empreendedores. Empreender √© Mobilidade Social. Numa ponta se alcan√ßa o peixe, na outra, incentiva a pescar! Se fornecermos s√≥ o peixe, um dia pode faltar gente pra pescar. Por um Brasil mais empreendedor. A favor das empresas de pequeno porte.

    Míram Dornelles

  • #1437
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    Ediney Pires
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    Sabemos que o Brasil √© o oitavo pa√≠s do mundo em PIB, tivemos mais de 2 trilh√Ķes em 2017, o fundo monet√°rio internacional espera que esse ano aumente em torno de 1,5%, mas pra isso a economia tem que estabilizar globalmente e a situa√ß√£o comercial esteja est√°vel. N√£o podemos negar que a economia brasileira tem crescido desde o ano passado, isso se d√° gra√ßas ao crescimento inicial da agricultura. Aumenta-se com isso, a confian√ßa do consumidor! Outro fator importante a ser destacado, √© a queda significativa de desemprego no pa√≠s, a redu√ß√£o na taxa de juros levou a recupera√ß√£o dos investimentos, entre tantos outros fatores. No Brasil, existem em torno de 52 milh√Ķes de pessoas que possuem o seu pr√≥prio neg√≥cio, atingimos a taxa de 33% segundo a GEM, chegando a 38% no total e este n√ļmero s√≥ tende a aumentar com o passar do tempo. Uma pesquisa foi feita pela Global Entrepeneurship Monitor com 49 pa√≠ses, onde o Brasil se saiu muito bem, deixando pra tr√°s pa√≠ses como R√ļssia, √ćndia, China e √Āfrica do Sul, sinal que ainda teremos bons ventos soprando por aqui, com tudo isso, o n√ļmero de empregados com carteira assinada aumentar√° significativamente.

  • #1444
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    Gabriel Nascimento
    Espectador

    Reformas, reformas e reformas. A palavra da vez no Brasil hoje √©, reformas. E somente por esse caminho podemos atingir um crescimento econ√īmico capaz de alterar a situa√ß√£o do desemprego e da estagna√ß√£o da renda do brasileiro.

    O pa√≠s deve buscar subir no ranking de liberdade econ√īmica, sempre amargando as √ļltimas posi√ß√Ķes, o Brasil deve focar suas reformas de forma a aumentar sua liberdade econ√īmica.

    Reforma administrativa, que vise dar maior efici√™ncia ao Estado brasileiro. Diminui√ß√£o de entraves burocr√°ticos, que dificulta a abertura de empresas e afugenta novos empreendedores. Reforma tribut√°ria, para corrigir as distor√ß√Ķes do atual sistema tribut√°rio.

  • #1466
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    Leonardo Igor Valente Veiga
    Espectador

    O desenvolvimento econ√īmico e o empreendedorismo n√£o conseguem prosperar no brasil, seja em decorr√™ncia da burocracia para se abrir uma empresa, altos encargos trabalhistas e excessividade dos impostos.

    desta forma tanto o empresário não tem incentivo de abrir sua empresa, seja a natureza que for, por ter que se adequar a regras antiquadas e que as vezes não ajudam a ninguém nem tem mesmo uma base para existir, e acaba até deixando de contratar em decorrência disso.

    acaba desistindo também pelo excesso de burocracia para conseguir  abrir a sua empresa.

    o trabalhador acaba tendo uma parte da sua renda retida pelo governo e não tem o livre arbítrio de fazer o que quiser com seu dinheiro usando-o no mercado.

    os impostos desestimulam a economia, um carro chega a ter 40% de imposto sobre seu valor, varias pessoas gostariam de ter carro zero, porém em decorrência de todos os encargos na linha de produção, no preço final, no salário do trabalhador, se torna inviável o mesmo.

    os impostos tinham que ser baseados na renda e não em bem de consumo. acaba se taxando de igual pessoas que não são iguais, por isso não se quer que aplique o igf e sim que o imposto seja baseado na renda final do contribuinte, tirando de bem de consumo e passando para renda. fazendo essa cobrança de maneira correta.

    o sal√°rio minimo justo hoje no brasil segundo o DIEESE seria de R$ 4.277,04 esse sal√°rio fica invi√°vel pois com os encargos subiria para mais de R$ 8.000,00

  • #1488
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    Mateus da Rocha Castro
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    Seria de grande import√Ęncia a implanta√ß√£o de cursos de capacita√ß√£o do uso correto do solo no nordeste, segundo as suas peculiaridades. Cursos para capacitar a popula√ß√£o para forma correta de cria√ß√£o de galinhas, cabras, ovelhas, melhoramento gen√©tico de bovinos, sobre quais ra√ßas s√£o mais adaptados ao clima semi√°rido¬† e ap√≥s isso, disponibilizar recusos para quem sabe um dia algum deles ser√£o fazendeiros, granjeiro, gerando emprego. Sempre pensando no longo prazo, uma vez que as mudan√ßas acontecem com tempo

  • #1510
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    Philippe Alves
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    As micro e pequenas empresas est√£o mandando na gera√ß√£o de empregos no √ļltimos anos no Brasil, mas a burocracia trava o seu desenvolvimento, mais que simplificar impostos, √© preciso simplificar o acesso √° investimentos e ao seu auto-desenvolvimento. Abrindo o caminho para as pequenas empresas, o crescimento e a gera√ß√£o de empregos entrar√° na rota positiva.

  • #1514
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    Jonathan Ferraz
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    Um dos pintos que eu mais gosto de falar √© sem d√ļvida esse, pois desenvolver a economia de um pa√≠s √© um assunto que demanda prioridade pois um pa√≠s que gasta mais do arrecada tem um d√©ficit financiamento que impede seu crescimento e daqueles que est√£o diretamente ligados a ele, devemos incentivar a desburocratiza√ß√£o dos micros, medios, e grandes empresarios, pois s√£o atrav√©s deles que grande parte da popula√ß√£o tem emprego se uma empresa vai bem, logo em vista¬† que se contrata mais e tamb√©m paga-se mais impostos tanto o empregador quanto o empregado √© uma via de m√£o dupla de duplo interesse, se o trabalhador brasileiro tiver dignidade de um emprego, este gerar√° renda¬† para o governo pagando seus impostos, agora quando este n√£o tem seu emprego e n√£o tem nenhum recurso financeiro, depender√° do governo para tudo e a balan√ßa vai pesar para o governo, ent√£o os investimentos a iniciativa privada devem ser colocados em import√Ęncia para que esses empres√°rios possam gera emprego e renda¬† e assim¬† paga mais impostos a economia nacional, devemos¬† extrair est√° burocratizacao e suforcamento tribut√°rio para que esses empres√°rios possam fazer gira nossa economia e nosso progresso ser long√Ęnimo.

  • #1522
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    Rafael Almeida
    Espectador

    <span style=”color: #383636; font-family: PT Sans, sans-serif;”><span style=”font-size: 14.5861px;”>- Incentivar o empreendedorismo dentre os jovens dentro do ensino publico, assim¬† iremos obter maior √≠ndice de desenvolvimento econ√īmico.
    РIncentivar a desburocratização para abertura de empresa.
    – Aumentar o teto de faturamento do MEI, al√©m de incluir novas profiss√Ķes.
    </span></span>

  • #1539
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    Vejo muitos aqui defendendo o empres√°rio, como se esse fosse o salvador da p√°tria. Uma l√°stima, na verdade. Gerar emprego n√£o pode e nem deve ser sin√īnimo de escravizar, retirar direitos e penalizar o empregado como vem sendo feito. A precariza√ß√£o do emprego e renda no pa√≠s chegou a tal n√≠vel que, ap√≥s a reforma trabalhista (p√©ssima, por sinal), foi dado novo nome √†quele que trabalha sem carteira assinada, sem hor√°rio fixo, que depende de migalhas para sobreviver e ainda n√£o possui direitos (como alguns entregadores de aplicativos): empreendedor!

    Nome bonito, mas que apenas disfar√ßa o qu√£o prec√°rio est√° sendo nosso sistema atualmente. Muitos aqui acham e sonham que empreendedor √© aquela pessoa que emprega, gera renda, crescimento ao pa√≠s, sendo que, na pura e simples realidade, √© aquele que muitas vezes sonega impostos, busca e visa apenas o lucro, sem escr√ļpulos e quer ver o trabalhador reduzido a p√≥.

    Aquele que trabalha de carteira assinada passou a ser visto como uma simples engrenagem, um produto meramente descart√°vel, perdeu seus direitos e viu sua renda ser dilapidada pelos “geradores de emprego e renda que sustentam esse pa√≠s”. Pobres destes, simplesmente n√£o tem no√ß√£o de que se h√° emprego e renda suficientes, ele n√£o vai conseguir vender e produzir e ir√° a fal√™ncia.

    O partido deve se posicionar de maneira firme frente ao tema, sugerindo melhores condi√ß√Ķes para o trabalhador, a regula√ß√£o estatal no sentido de fiscalizar os acordos trabalhistas e puni√ß√Ķes extremamente pesadas √†queles que infringirem regras trabalhistas. Deve tamb√©m lutar para que o empregador possa ter direito √† simplifica√ß√£o de seus tributos, desburocratiza√ß√£o de servi√ßos e condi√ß√Ķes de livre com√©rcio dentro do territ√≥rio nacional, mas que, para isso, n√£o seja necess√°rio sacrificar ainda mais o prolet√°rio, que luta para sobreviver em meio aos tubar√Ķes do grande capital.

  • #1565
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    Jean dos Santos Silva
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    A resposta pra isso é simples: DESBUROCRATIZAÇÃO e redução da carga tributaria.

  • #1578
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    Pedro Henrique Pasquali
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    O Brasil precisa ser um pa√≠s mais livre – para viver e empreender -, sem que, √© claro, o trabalhador seja abandonado pelo Estado. √Č preciso desburocratizar.

  • #1584
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    Marcos Rodrigues
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    Para ter um desenvolvimento abrangente √© necess√°rio pesquisa e uma desburocratiza√ß√£o, √© necess√°rio que os empres√°rios consiga fazer uma disputa entre eles e para isso quanto mais incentivo do estado √© melhor, o estado deve se preocupar principalmente com sa√ļde, educa√ß√£o e seguran√ßa ou seja quanto mais os empreendedores tem a sua liberdade mais empregos ser√£o gerados, o papel do estado deve ser apenas de incentivo e fiscaliza√ß√£o, quando isso for feito as empresas ir√£o disputar entre si e criar novos empregos abaixar pre√ßos o que ajuda no consumo e continua incentivando para ir cada vez mais adiante.

  • #1626
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    Valentina Jord√£o
    Espectador

    Acredito que enquanto não houver uma reforma tributária eficaz, junto à uma vontade política para a realização da mesma, esse contexto vai prejudicar a abertura de empresas, continua o excesso de burocracias, que podem desmotivar os empreendedores que geram emprego e renda e  fazem a economia que é cíclica girar. Precisamos de uma reforma para facilitar mais ainda a abertura de empresas e ajudar quem tem vontade de empreender a conseguir abrir e regulamentar seu negócio.

  • #1645
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    Vivian Coutinho Cavalcante
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    Uma das maiores necessidades, atualmente, é de uma Reforma Tributária mais justa, que permita ao Empreendedor sair da informalidade, que conceda incentivos fiscais ao micro e pequeno empreendedor, às médias e grandes empresas a crescer e abrir novos postos de emprego, que vise onerar menos aqueles que geram empregos e renda.

    Outra medida que fomentará a redução da taxa do desemprego, é a capacitação dos desempregados para se adequarem às vagas já existentes. Muitas das vagas de emprego não são preenchidas por não encontrarem um profissional capacitado para o posto. Dessa forma, se faz indispensável que haja capacitação para adequação do profissional à vaga.

    Desburocratizar os processos também é muito importante pra estímulo de investimento por parte das empresas.

    Desta forma, culminaremos em gera√ß√£o de emprego e renda, facilita√ß√£o para empreendimento, e em desenvolvimento econ√īmico.

     

  • #1651
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    Gregory de Ara√ļjo Toledo
    Espectador

    Sou muito adepto do empreendedorismo das favelas cariocas, aos frequentadores ou conhecedores, √© muito fato que as comunidades cariocas tem uma “economia local” bem forte, s√£o diversos bares, restaurantes e eventos que ocorrem nas comunidades cariocas, aos f√£s de comida de boteco, sempre tem bar de favela carioca na disputa. Uma pena que as comunidades s√£o menos assistidas, s√£o noticiadas por brigas de fac√ß√Ķes e pouco s√£o faladas pela seu forte lado empreendedor, como um carioca das favelas, digo que o favelado √© empreendedor, sonha com teu estabelecimento e com a oportunidade de crescer e tirar os familiares da zona de risco. Mas falta que se desburocratize a vida deles, defendo uma maior vis√£o para essas √°reas, s√£o informais, mas s√£o empregos. Defendo um MEI diferencial para camel√īs e uma maior organiza√ß√£o para que eles possam trabalhar e n√£o receber rapa da Guarda Municipal.

    Poderiam ser investidos centros para camel√īs como tem na Taquara em Jacarepagua, tinha na freguesia tamb√©m e jacarepagua, e em Botafogo, na pra√ßa Nelson Mandela, √© existe uma concentra√ß√£o de quiosques de pequenos comerciantes gastron√īmicos, todos de baixa renda, o ideal que esse tipo de ideia se espalhasse mais pelo Rio, fosse melhor observada essa quest√£o.

    Uma outra ideia, no Rio, infelizmente o tráfico conquista muito da simpatia das pessoas com eventos como bailes, onde, óbvio, a ideia deles é faturar com o comércio de drogas, porém, muitas famílias vivem da venda de cervejas, bebidas, doces e petiscos que fazem nesses bailes, são várias barracas. O maior baile do Rio (Baile da gaiola) que hoje não existe, tinha uma enorme concentração de barraqueiros que complementavam ou até tinham sua principal renda oriunda desses bailes, e hoje estão órfãos desse tipo de evento e trabalho.

    Seria interessante um investimento maior em eventos sociais em comunidades, como existia o Baile da Paz na Rocinha em 2012, onde possam ser organizadas novamente essas barracas, além de gerar renda, ainda daria uma opção de lazer para os moradores, e tiraria a percepção de que o Estado pouco olha para os favelados.

  • #1659
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    Pablo Salom√£o
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    A facilitação de crédito, valorização e desburocratização para pequenas e médias empresas é um passo importante e fundamental. Todo mundo já ouviu aquela famosa frase:

    “No Brasil √© imposs√≠vel empreender.”

    Para gerar desenvolvimento é preciso estimular, buscar maneiras de abrir portas para que possamos gerar emprego e renda.

    Mas, acima de tudo, vivemos hoje numa sociedade frágil em que poucos conseguem enxergar suas características empreendedoras.

    √Č necess√°rio estimular o protagonismo empreendedor. Levar atividades que possam trabalhar essa educa√ß√£o nas nossas periferias. Gerar conhecimento sobre economia √© uma forma sim de fazermos desenvolvimento econ√īmico.

    √Č curioso,¬† o assunto inteiro √© rodeado pelo desenvolvimento da nossa educa√ß√£o.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Pablo Salom√£o. Raz√£o: Erro no uso de uma palavra
  • #1662
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    Wellington Luís Pegorin
    Espectador

    Acredito que cada vez mais o desenvolvimento econ√īmico se dar√° atrav√©s da economia criativa, o qual devemos disseminar ideias inovadoras para fomenta√ß√£o de emprego e renda, atrav√©s de cursos de capacita√ß√£o e workshop itinerantes, levando instru√ß√£o para que de fato essas ideias se transformem em renda √† popula√ß√£o.

  • #1678
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    Rodrigo Ribeiro
    Espectador

    Tema complexo e esses dois assuntos: empreendedorismo, emprego e renda dependem diretamente do desenvolvimento econ√īmico e n√£o o contr√°rio. √Č ele que gera os demais.

    O brasil precisa passar pelas reformas, da previdência (aprovada no Senado) e tributária para desburocratizarmos os setores. Atualmente, é mais rápido e fácil dar o primeiro passo para empreender no país, no entanto, a burocracia e quantidade enorme de impostos e tributação sobre o empresariado inviabiliza muitos pequenos negócios.

    A gera√ß√£o de emprego e renda tamb√©m dependem de que a economia volte a crescer no pa√≠s. Ainda temos um grande n√ļmero de desempregados e muitos partiram para a informalidade, ficando dif√≠cil at√© de gerenciar as informa√ß√Ķes de renda.

    O povo brasileiro tem uma tendência e criatividade para empreender, mas precisa de uma economia forte e minimamente estável e um ambiente jurídico seguro, sustentável e desburocratizado para isso.

  • #1682
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    Fabio Azarias
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    Um tema que vai al√©m do “Desenvolvimento Econ√īmico, Empreendedorismo, Emprego e Renda” √© o “Transporte”.

    O governo deveria fortalecer as diversas maneiras de transporte, sendo p√ļblico ou particular, uma vez que sem locomo√ß√£o n√£o h√° como ir ao trabalho; e sem trabalho n√£o h√° desenvolvimento.
    Ent√£o que tal o Brasil incentivar formas de transportes ainda pouco exploradas, como o hidrovi√°rio e ferrovi√°rios para passageiros?
    Boas sugest√Ķes e simples de serem executadas seriam reativar a linha f√©rrea do Estado de S√£o Paulo que corta o litoral at√© a divisa com Mato Grosso do Sul como uma forma de transporte para turismo e neg√≥cios, executar o planejado trem que liga Campinas ao Rio de Janeiro, e disponibilizar o rio Tiet√™ na cidade de S√£o Paulo para embarca√ß√Ķes (como exemplo da cidade de Amsterdam).
    Tudo isso fomentaria o desenvolvimento social, geraria trabalho qualificado além de trazer qualidade de vida e progresso.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Fabio Azarias. Raz√£o: corre√ß√£o de typing
  • #1688
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    Douglas Frederico
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    o PSDB deve propor medidas que tirem a parcela significativa da sociedade que hoje estão na informalidade, deve adotar um pacote amplo de desburocratização principalmente para pequenas e médias empresas que correspondem a 51% dos empregos gerados, deve adotar no cenário macro, propostas que baixem o custo Brasil, deve-se repensar na malha ferroviária que foi abandonada, investimento de portos e rodovias e para a geração de empregos, deve se pensar a curto prazo num novo plano de infraestrutura que gere empregos direta e indiretamente.

    Atenciosamente,

    Douglas Frederico – Rio de Janeiro – S√£o Jo√£o de Meriti

  • #1704
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    Arthur Silva
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    O Brasil conhece bem o fantasma da recess√£o e, agora, torna a conviver com a inseguran√ßa, com o desemprego e com a instabilidade. √Č claro que o PSDB sabe bem o que √© instabilidade, pois n√£o s√≥ observou e estudou, como resolveu tal quest√£o h√° anos. Tomemos o presente. Ter uma empresa no Brasil √© desanimador, mas n√£o podemos perder a esperan√ßa. E como resolver? Meus colegas aqui neste congresso j√° opinaram: DESBUROCRATIZA√á√ÉO √© o tema mais debatido quando o assunto √© esse que estamos tratando aqui. Facilitar o empreendimento, √© dar mais uma possibilidade ao brasileiro, al√©m de movimentar a economia.

    √Č preciso se esfor√ßar para a reconstru√ß√£o do Estado e da administra√ß√£o p√ļblica. A m√°quina p√ļblica, devido a infla√ß√£o, torna-se¬† cheia de furos e rombos.

    Mas √© fato que tudo depende do desenvolvimento econ√īmico.

    Percebo que poucas pessoas têm domínio mínio sobre esse assunto. O que poderíamos fazer? Abrir a conversa para a parte mais pobre e, com uma linguagem mais informal, explicar os motores da economia. Mas, principalmente, estimular o empreendedorismo.

    √Č preciso abrir o Brasil para o mundo, mais do que j√° foi feito. Precisamos competir, precisamos facilitar tamb√©m o cr√©dito a quem precisa.

    N√≥s temos um argumento de autoridade nesse assunto. √Č preciso dar o cr√©dito ao presidente FHC e sua equipe. Est√° na hora de defender mais ainda o seu legado, e n√£o s√≥, ESTUD√Ā-LO tamb√©m. O homem que enfrentou diversas crises internas e externas, erros e acertou, deu a volta por cima. O Brasil precisa se lembrar disso. N√£o podemos que o discurso do “heran√ßa maldita” apague o brilho e o extraordin√°rio governo que Fernando Henrique Cardoso fez.

    Fico com Adam Smith:

    “Sociedades que crescem s√£o aquelas que conseguem alinhar os incentivos”.

     

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Arthur Silva.
  • #1728
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    Yan fernandes pereira
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    Com a ajuda de todos o Brasil se desenvolve no tempo certo ,mão de obra nós temos ,só precisamos das empresas . o Brasil a cada dia se desenvolve,mesmo lento o Brasil é soberano

  • #1730
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    Guilherme Esteves Santos Moraes
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    A economia √© o pilar de todo governo, se ela vai bem, o governo tamb√©m vai, por isso deve ser tratada com prioridade por qualquer governante, n√£o se investe em sa√ļde, educa√ß√£o e seguran√ßa se n√£o houver dinheiro para isso.

    √Č preciso um Estado mais eficiente e responsabilidade fiscal para atrairmos investimentos, gerarmos empregos, renda e infraestrutura.

  • #1768
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    Ronald Vilella
    Espectador

    A raiz da solução para o desenvolvimento do Brasil está no capital social, ou seja, a formação de sua população pela educação, seja ela escolar, técnica ou superior. No entanto, faz-se necessário que se haja um ambiente favorável ao empreendedorismo, principalmente para as micros, pequenos e médias empresas, tais como: Simplificação tributária, redução na burocracia, estabilidade política..

    Vale ressaltar tamb√©m a import√Ęncia do investimento em ci√™ncia, tecnologia e inova√ß√£o como pol√≠tica nacional, permitindo a gera√ß√£o de produtos de alto valor agregado no pa√≠s.

     

  • #1823
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    Rodrigo Ferreira
    Espectador

    Somente as grandes empresas tem gatilhos legais para contratar aprendiz e abater do imposto parte da remuneração deste. Os jovens das periferias, ou de pequenas cidades não conseguem estagio ou o primeiro emprego pois não tem como usufruir destas leis de inclusão, uma vez que pelo perfil de empresa que tem este direito, são de grande porte e localizadas em grandes centros. Como a micro e pequena empresa são as que mais contrata no pais, deveria elas ter seus mesmos benefícios, fazendo com que pequenos mercados, farmácias e outros comércio do bairro tenham o incentivo de  contratar jovens em meio período para realizar trabalhos menos complexos e rotineiros dessas empresas.

  • #1862
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    Guilherme Santos Ferreira
    Espectador

    Facilitar aos pequenos e m√©dios empres√°rios o incentivo fiscal, com redu√ß√£o de taxas e impostos e facilita√ß√£o de cr√©dito perante as institui√ß√Ķes financeiras e de cr√©dito afim de ajudar o progresso destes produtores para que eles possam participar de forma mais efetiva do desenvolvimento dos estados e munic√≠pios, desta forma gerando mais riqueza.

  • #1867
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    Gabriel Testai
    Espectador

    Atualmente a taxa de desemprego no Brasil √© de aproximadamente 12%( 2¬ļ semestre de 2019), e para melhorar esses √≠ndices √© necess√°rio investir fortemente em educa√ß√£o, pois ter conclu√≠do o ensino superior √© um grande diferencial. E, apesar do diploma n√£o trazer a certeza da inser√ß√£o no mercado de trabalho, ele coloca o trabalhador em uma posi√ß√£o de vantagem salarial, portanto os candidatos menos escolarizados enfrentam um mercado de trabalho mais restrito. √Č fundamental, tamb√©m, revisar a regra de corre√ß√£o do sal√°rio m√≠nimo, pois desta maneira vinculam-se os aumentos do sal√°rio m√≠nimo aos ganhos de efici√™ncia da economia. Outra op√ß√£o seria permitir que trabalhadores pudessem receber menos do que o piso, pelo menos at√© se qualificarem ao ponto de alcan√ßarem a produtividade adequada para o valor do sal√°rio m√≠nimo. √Č recomend√°vel que jovens de 15 a 24 anos pudessem receber um piso legal, mais baixo do que o sal√°rio m√≠nimo, que aumentasse com a idade. Tamb√©m s√£o necess√°rias medidas para fomentar o treinamento continuado ou o aprendizado para novas tarefas que ir√£o surgir. Cursos r√°pidos √† dist√Ęncia podem ser criados. Um grande exemplo foi o Governo de Singapura que implantou o programa Skills Future, que oferece bolsas de estudo e aconselhamento para profissionais. Outra medida importante √© fortalecer as empresas produtivas eliminando¬† as distor√ß√Ķes que d√£o sobrevida a empresas pouco produtivas, como regimes especiais de tributa√ß√£o e cr√©dito subsidiado. Reformas que facilitem a recupera√ß√£o judicial e simplifiquem o regime tribut√°rio. √Č crucial, inclusive, aumentar a participa√ß√£o da mulher no mercado de trabalho, √© evidente que pol√≠ticas como a maior oferta de vagas em creches poderiam elevar a presen√ßa de mulheres no mercado, assim como contratos de trabalho mais flex√≠veis, com jornadas de curta dura√ß√£o. Outra iniciativa em discuss√£o em muitos pa√≠ses √© o aumento da licen√ßa-paternidade, que ajudaria a reduzir a diferen√ßa de tratamento entre homens e mulheres e diminuiria a diferen√ßa salarial entre eles. Portanto, dessa forma o desemprego no Brasil iria diminuir de forma gradativa.

    Gabriel Testai

  • #1872
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    lucas manoel Manoel
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    Como apontou Bar√£o de Mau√° “O melhor programa econ√īmico do governo √© n√£o atrapalhar aqueles que produzem, investem, poupam, empregam, trabalham e consomem.” Acredito que √© indispens√°vel ao PSDB esfor√ßar-se para que o Brasil se torne um pa√≠s com menos burocracia e mais liberdade econ√īmica, pois quanto mais f√°cil for empreender em uma regi√£o, maior ser√° a gera√ß√£o de emprego, renda e riqueza. Precisamos criar condi√ß√Ķes favor√°veis ao progresso. De acordo com a Heritage Foundation e o Instituto Monte Castelo o Brasil √© considerado majoritariamente um pa√≠s n√£o-livre. At√© mesmo pa√≠ses como G√Ęmbia, Haiti e Lesoto est√£o a frente do Brasil em liberdades econ√īmicas. Devemos seguir os bons exemplos. Os pa√≠ses possessores dos mais elevados √≠ndices de desenvolvimento humano (IDH) s√£o os mais livres. √Č vital que o PSDB se inspire na pol√≠tica econ√īmica de pa√≠ses como Noruega, Austr√°lia e Irlanda, pois tais pa√≠ses instigam a criatividade de seus indiv√≠duos e o progresso somente encaminha-se por meio de politicas liberais.

  • #1886
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    Italo Nogueira de moro
    Espectador

    Atualmente, √© n√≠tida a dificuldade de empreender em nossos Estados e Munic√≠pios. Com o objetivo de estimular o Desenvolvimento Econ√īmico, Empreendedorismo, Emprego e Renda,¬†acredito que:

    Primeiramente, será necessário uma reforma tributária, que busque simplificação e transparência do sistema de arrecadação. A excessiva carga que recai sobre as empresas traz desmotivação para empreender;

    Ademais, é necessário a redução dos custos de serviço, com intuito de melhorar a competitividade da região;

    √Č necess√°rio um plano de desenvolvimento, com objetivo de fortalecer a infraestrutura e gerar empregos;

    Ainda no tópico supracitado, necessitamos de uma maior articulação com os governos Estaduais, para fortalecer e criar empregos, gerando oportunidades para os cidadãos;

    Visando fortalecer a presença das mulheres no empreendedorismo, é necessário criar incentivos que as incluam no mercado;

    Mapeamento das zonas críticas com menor índice de desenvolvimento, com o objetivo de implementar programas que gerem empregos e oportunidades;

    Estimulo de empres√°rios a fazerem a√ß√Ķes filantr√≥picas nas regi√Ķes mais carentes;

    Garantir que os programas de incentivo ao empreendedorismo j√° existentes estejam funcionando, com vistorias constantes;

    Simplificar a regulação que impacta diretamente as atividades empresariais de inovar e empreender;

    Ado√ß√£o de programas para fortalecer e incentivar as “Startups”;

    Buscar incentivos em parceria com o Estado para empreendedores que darem oportunidades para pessoas de regi√Ķes carentes;

    Desenvolver programas de freelancers, regulamentando esta modalidade de prestação de serviço, com o objetivo dos desempregados terem uma primeira oportunidade de atuar no mercado.

    Atenciosamente,

     

     

     

     

  • #1946
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    Caio Alexandre Gomes da silva
    Espectador

    Como estudante de Economia e pr√©-candidato √† verean√ßa de Americana, vejo essa como principal pauta do me enfrentamento. Considero que um desenvolvimento econ√īmico inteligente, leia-se plano de a√ß√£o que prioriza o empreendedorismo, gera√ß√£o de empregos, desenvolvimento tecnol√≥gico no Brasil, e fortalecimento de polos industriais, √© a √ļnica forma de fomentar um crescimento econ√īmico das Cidades, Estados e Uni√£o.

     

    Entendo que √© necess√°rio um firme comprometimento do nosso partido com essa causa. Nao h√° como falar em Sa√ļde, Educa√ß√£o e outros sem uma economia forte, uma arrecada√ß√£o justa, e mais pessoas assumindo papeis de geradores de emprego.

     

    Nosso desemprego tem escaladas consider√°veis, e proporcionalmente as complica√ß√Ķes no desempenho econ√īmico. Contudo, e necess√°rio que n√≥s do PSDB tenhamos posi√ß√Ķes claras que fortale√ßam aqueles que querem empreender, tornar mais f√°cil e menos burocr√°tica a atividade daqueles que j√° empreendem, precisamos viabilizar o crescimento das grandes e ¬†medias empresas e sobretudo descentralizar o foco da uni√£o nas grandes incorporadoras, permitindo assim que outras empresas possam ter condi√ß√Ķes em competitividade. Favorecendo todos os brasileiros.

    √Č necess√°rio apostar na iniciativa privada. S√≥ de gera emprego e renda, s√≥ se amplia o sucesso economico do pa√≠s quando o empreendedor empreende, quando o empregador gera emprego, e quando o estado deixa para a iniciativa privada aquilo que √† ela pertence.

    Que tenhamos Livre Mercado.

     

    Att,

     

    Caio Alexandre Gomes

  • #1993
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    Leandro Miguel
    Espectador

    O nosso país, o amo, tenho orgulho de ser brasileiro, porém dificultam muito as coisas

    O país é muito burocrático

    Quando a corrup√ß√£o acabar, se um dia acabar, mais se n√£o acabar, se em algum caso, circunstancia ou momento da vida diminuir, quando a politica e seu acordos deixarem de ser o centro da realidade acontecera verdadeiramente se encontrara solu√ß√Ķes e, haver√° melhorias nos pontos citados nesse tema.

     

     

     

  • #2027
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    Vinícius Andrade Martins
    Espectador

    1- BUROCRACIA

    Acabar com burocracias na contratação de empregados, abertura de empresas e na taxação em todos as esferas, municipal, estadual e federal.

    2- CR√ČDITOS

    Diminuir o subsídios para grandes empresas, em contrapartida aumentar o crédito pra micro e médias empresas.

    3- PODER DE COMPRA

    Aumentar o poder de compra do consumidor, reduzindo impostos por exemplo o Imposto de Renda para a população de renda menor

    4- CLT

    As leis trabalhistas são definitivamente uma conquista para o trabalhador mas elas tendem a dificultar em alguns pontos a vida dos empregados e também dos empregadores, basicamente repensar os pontos que se tornam amarras pra facilitar a relação empregado e empregador.

  • #2057
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    Pedro Saldanha
    Espectador

    РInvestigar e combater a corrupção nas estatais e privatizar aquelas que estejam dando prejuízo.

    – √Č preciso fornecer algum credito banc√°rio ou financiamento para empresas de m√©dio porte dentro de nosso pais , para que possam aumentar a produ√ß√£o ,expandir contratos e vendas , e gerar milh√Ķes de empregos nas cidades . Pois como se sabe tais empresas muitas do setor terci√°rio como servi√ßos e comercio s√£o respons√°veis pela gera√ß√£o de grande parte dos empregos no pa√≠s.

    – Com essa politica de credito e financiamento dessas empresas de m√©dio porte poderemos estimular o crescimento do mercado interno e a competitividade de mercado , alem de gerar empregos e aumentar as op√ß√Ķes de compra do consumidor.

    Depois posso falar um pouco mais no assunto.

     

    2020 é 45 !

     

     

  • #2070
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    Renato Ribeiro
    Espectador

    Desenvolvimento econ√īmico, Empreendedorismo, Emprego e Renda, devemos lembrar que cada regi√£o deste pa√≠s tem caracter√≠sticas sociais ou geogr√°ficas que lhe s√£o peculiares, portanto para o desenvolvimento econ√īmico devemos adotar medidas de regionaliza√ß√£o, realizando investimentos na √°rea de infraestrutura para que possamos atrair investimentos para as diversas regi√Ķes e consequente gere emprego e renda. Em rela√ß√£o ao Empreendedorismo podemos investir mais¬† no SEBRAE para que ele possa melhor cumprir sua finalidade de fomentar o empreendedorismo no Brasil auxiliando as pequenas empresas e Micro empreendedores individuais.

  • #2075
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    Nathanael Guimar√£es Rodrigues
    Espectador

    Temos que trazer mais empresas, mapear os locais onde se tem menos gera√ß√£o de emprego, pois a gera√ß√£o de emprego √© o melhor programa social, reforma tribut√°ria, pois no Brasil existem v√°rios impostos, temos que simplificar nosso sistema, desburocratizar para avan√ßar, trazer competitividade econ√īmica, equil√≠brio entre gera√ß√£o de emprego e justi√ßa social.

  • #2086
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    WILLIAM CAMPOS
    Espectador

    A vida n√£o √© f√°cil para quem empreende no Brasil. Passamos nos √ļltimos anos, uma das piores crises nacionais. Ideias de fomento de credito, desburocratiza√ß√£o para as empresas privadas, diminui√ß√£o da carga tribut√°ria, entre outros, s√£o essenciais para a gera√ß√£o de emprego e renda no Brasil.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  WILLIAM CAMPOS.
  • #2097
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    David Alector Sampaio
    Espectador

    √Č preciso preparar o jovem para ingressar no mercado de trabalho, talvez com uma educa√ß√£o continuada seguindo exemplo das escolas t√©cnicas que al√©m do ensino de base, proporcionam uma alternativa para o jovem aprender uma profiss√£o t√©cnica antes de ingressar na universidade.

  • #2123
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    Raphael Sarris
    Espectador

    N√£o podemos deixar de manter boas rela√ß√Ķes com todos os pa√≠ses do mundo para termos um melhor desenvolvimento econ√īmico, mas as parcerias entre o governo e empresas privadas brasileiras deve ser melhor e maior, pois o Estado deve garantir um aporte de investimento para elas dessa forma gerando mais empregos.

    No entanto, isso √© apenas um ponto porque, para gerar renda e pode aquisitivo da popula√ß√£o para fazer o mercado girar e gerar lucros para o pa√≠s, √© necess√°rio uma reforma tribut√°ria pois s√£o muitos impostos sendo pagos e que deveriam ser unificados para facilitar a organiza√ß√£o pessoal de cada cidad√£o e empresa, diminui√ß√£o de benef√≠cios para todas as carreiras p√ļblicas (assim podemos diminuir os impostos para todos), as empresas precisam ter facilidade de abrir e encerrar suas atividades econ√īmicas (vide a Isl√Ęndia que p√īs em pr√°tica um projeto atrav√©s de um cart√£o digital que o empres√°rio possa abrir sua empresa em poucos minutos e toda burocracia √© finalizada em poucos cliques atrav√©s do pr√≥prio celular), e dessa forma temos automaticamente um incentivo maior para o empreendedorismo.

    Como disse no tema da educação: um dos pontos essenciais é ter economia básica nas escolas para a crianças aprenderem, já que em países de Primeiro Mundo acontece esse tipo de orientação educacional.

  • #2136
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    Carolina Vancini
    Espectador

    O PSDB deveria fortalecer o discurso que apoia os cursos t√©cnicos e t√©cnicos profissionalizantes, que s√£o oferecidos por muitas parcerias p√ļblico privadas gratuitamente, como tamb√©m a desburocratiza√ß√£o e a diminui√ß√£o da quantidade de impostos que em suas maiorias s√£o cumulativos e o pequeno empres√°rio, como as micros e m√©dia empresas possam assim contribuir de forma mais eficaz na arrecada√ß√£o de impostos, possibilitando aos empreendedores possam dar mais empregos e prosperar, uma vez que a maiorias deles, as fecham seus neg√≥cios nos primeiros anos.

    Neste caso a renda vem da for√ßa de vontade e do apoio que o “sistema” d√° as pessoas que est√£o iniciando. (exemplo: v√≠deo que um vendedor fez e mandou para o presidente falando que a “burocracia” n√£o deixava ele trabalhar, pois para isso necessitava de uma enormidade de documentos.

    O governo seja ele qual for sua esfera, tem que garantir/ajudar a popula√ß√£o a se desenvolver esta √°rea √© uma delas, que √© de extrema import√Ęncia, pois al√©m de envolver a vida do cidad√£o, envolve a economia local de uma forma global e, tamb√©m a cria√ß√£o de novos empregos e novas rendas, para a m√£o de obra.

    Esta forma de empreendedorismo é um ponto chave para que muitos saiam da linha de pobreza e da extrema pobreza, como também assistencialismo extremo proporcionado pelos bandidos da era PT.

  • #2160
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    Diemisson Neves
    Espectador

    A desburocratização é um ponto importante para ajusta nossa economia, o brasil precisa investi na qualificação da mão de obra, o governo precisa criar um ambiente favorável que gerem oportunidades de emprego para a juventude, precisamos de uma maior assistência do governo para aulixiar o pequeno e micro empresário.

  • #2166
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    Gustavo Martins de Carvalho
    Espectador

     

    O desenvolvimento n√£o deve ser interpretado apenas no vi√©s econ√īmico, o que ocorre com muita frequ√™ncia, mas tamb√©m pol√≠tico, social e jur√≠dico.

    Na hist√≥ria recente do Brasil, observamos v√°rias interpreta√ß√Ķes de desenvolvimento e a principal dessas interpreta√ß√Ķes √© a que diz que o Estado √© o principal motor da economia e por consequ√™ncia do desenvolvimento, com isso o sistema jur√≠dico foi e ainda √© usado como um instrumento do governo para ditar o ritmo da economia.

    Diferentes vis√Ķes pol√≠ticas influenciaram a tomada de decis√£o e culminaram na forma√ß√£o do Estado regulador brasileiro ou Estado Desenvolvimentista, caracter√≠stico de governos como de Get√ļlio Vargas e Juscelino Kubitschek. √Č poss√≠vel concluir que, historicamente, o controle do Estado e da economia sempre teve como ponto focal o poder Executivo, sendo o poder Legislativo um fator secund√°rio. Esse quadro fica claro quando observamos, nas √ļltimas d√©cadas brasileiras, a rela√ß√£o entre governo e desenvolvimento.

    Durante a gest√£o de Fernando Henrique Cardoso (FHC), h√° o desmonte do Estado planejador desenvolvimentista e a substitui√ß√£o deste modelo por um novo modelo regulador, com clara descentraliza√ß√£o do poder Executivo, cria√ß√£o de ag√™ncias reguladoras independentes e pela privatiza√ß√£o das empresas estatais. Para FHC, o desenvolvimento estaria atrelado √† liberdade empresarial e abertura para investimentos estrangeiros, por isso houve muitas privatiza√ß√Ķes e redu√ß√£o de impostas para empresas. Pode-se creditar a essa pol√≠tica de desenvolvimento atrelado a liberdade empresarial e abertura de mercado a bonan√ßa econ√īmica do qual governos seguintes se aproveitaram.

    O modelo liberal foi experimentado, primeiramente no Chile na década de 70, o qual foi seguido pela inglesa Margaret Thatcher e pelo americano Ronald Reagan nos anos 80.

    Embora os resultados a curto prazo da transição chilena para um modelo liberal de economia tenham sido ruins para a sociedade, ainda no início da década de 90, o país se tornou a economia mais próspera da América Latina o que rendeu ao país o título de Tigre Asiático latino-americano. O país conseguiu reduzir a pobreza de 50% de sua população em 1987, para 18,3% em 2003, tornando-se assim o primeiro país latino-americano a cumprir as metas do milênio para a redução da pobreza.

    Diante do acima exposto, considero algumas medidas evidentes e necess√°rias ao desenvolvimento econ√īmico nacional dentre os quais est√£o as privatiza√ß√Ķes de empresas estatais tais como Correios, Eletrobras e Petrobras, a abertura do mercado de capitais, a liberaliza√ß√£o dos fluxos internacionais de capitais, o fim das reservas de mercado e a flexibiliza√ß√£o de leis trabalhistas.

  • #2167
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    Marco
    Espectador

    Se tratando desses temas √© inevit√°vel falar de desburocratiza√ß√£o, pois ela √© o caminho para a melhora dos indicadores destes temas. O desenvolvimento Econ√īmico, empreendedorismo, emprego e renda sofrem com o peso da maquina tribut√°ria do pa√≠s e com os obst√°culos burocr√°ticos que travam a popula√ß√£o brasileira.

    Desburocratiza√ß√£o √© um dos caminhos para o desenvolvimento econ√īmico o incentivo ao empreendedorismo e o aumento de emprego e renda.

  • #2186
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    Matheus Luiz Ramos Martins
    Espectador

    Para se desenvolver, o Brasil necessita fortemente de investimentos na √°rea comercial, tanto vindo de fora quanto de atitudes vindo de n√≥s pr√≥prios brasileiros, a princ√≠pio devemos considerar que o processo de evolu√ß√£o do mercado brasileiro deveria passar por diversas etapas, como maior desburocratiza√ß√£o por parte do governo, incentivo ao brasileiro empreender, diminui√ß√Ķes de impostos ( para ter maior incentivo para serem abertos novos mercados no Brasil ),devemos afrouxar um pouco as cordas, pois grande parte do capitalismo age propriamente com liberdade, e a ado√ß√£o de uma atitude mais liberal nos neg√≥cios, seria de fato muito positiva para o Brasil, tanto em quest√Ķes de empregos, quanto em quest√£o de uma “inje√ß√£o” de dinheiro na economia.

  • #2188
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    Matheus Pantrigo
    Espectador

     

    Para conseguirmos restaurar a economia do Brasil precisamos focar em emprego e eficientiza√ß√£o do Estado, para que o mesmo tenha mais liquidez e consiga, junto com a iniciativa privada, investir em mais projetos que fomentem o crescimento econ√īmico e desenvolvimento tecnol√≥gico. Seguem minhas ideias sobre o t√≥pico:

    • Cria√ß√£o de uma √°rea com isen√ß√£o (ou incentivo) fiscal para o estabelecimento de startups, fazendo com que essas possam interagir e conhecer umas as outras, al√©m de torn√°-las mais vis√≠veis e acess√≠veis a capital de empresas maiores;
    • Cria√ß√£o de um plano nacional de infraestrutura, constru√≠do atrav√©s de consultas extensivas a iniciativa privada, para que, atrav√©s de PPP’s, o governo consiga aumentar o escoamento da produ√ß√£o de maneira eficiente. Focando principalmente na constru√ß√£o de ferrovias e explora√ß√£o de modais naturais, para que o custo do produtor diminua e ele tenha maior capacidade de reinvestimento;
    • Apoio aos bancos digitais e aplica√ß√£o de medidas que visem diminuir a concentra√ß√£o banc√°ria e aumentar a competitividade nesse setor para que o cr√©dito se torne mais acess√≠vel para o micro, pequeno e m√©dio empreendedor;
    • Privatiza√ß√£o de empresas estatais que n√£o s√£o estrat√©gicas para o desenvolvimento do pa√≠s (Ex de empresa estrat√©gica: Petrobras. Ex de empresa n√£o-estrat√©gica: Correios);
    • Fus√£o da Caixa e do Banco do Brasil para diminui√ß√£o do pessoal e dos gastos, al√©m da cria√ß√£o de um Banco com maior relev√Ęncia no mercado;
    • Revis√£o das pol√≠ticas de investimento do BNDES, de forma que os investimentos sejam feitos em pontos estrat√©gicos para alavancar o crescimento do pa√≠s;
    • Um dos pontos triviais, por√©m ainda dignos de ser destacado, √© a simplifica√ß√£o tribut√°ria e apoio a reforma tribut√°ria. Pontos a se levarem em considera√ß√£o na reforma s√£o o IVA, proposta defendida pelo Governador Alckmin nas elei√ß√Ķes, e a realoca√ß√£o de impostos que inibem o consumo e a produ√ß√£o para outros que foquem o lucro.
    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Matheus Pantrigo.
    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Matheus Pantrigo.
  • #2210
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    Ryco Lima
    Espectador

    Enfrentar o desemprego e subemprego juvenis por meio da criacŐßaŐÉo e ampliacŐßaŐÉo dos programas puŐĀblicos que permitam ao jovem dedicar mais tempo aos estudos, combatendo a entrada precoce e precarizada no mercado de trabalho.

     

    Possibilitar a insercŐßaŐÉo juvenil no mercado formal de trabalho de forma produtiva, adequadamente remunerada, viabilizando a autonomia econoŐāmica, ampliando a cobertura da rede de protecŐßaŐÉo social e garantindo uma vida digna.

     

    Fomentar o cooperativismo e o empreendedorismo com condicŐßoŐÉes de liberdade, equidade e segurancŐßa.

  • #2212
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    Pedro Rodrigues
    Espectador

    Pesquisa de hoje mostra que o Brasil caiu 15 posi√ß√Ķes no ranking de facilidade de fazer neg√≥cios. De 109¬ļ despencou para 124¬ļ. O estudo, do Banco Mundial, usou dados de maio do ano passado at√© maio deste ano. Correndo contr√°rio a esse cen√°rio est√° o mercado de franchising no Brasil, com alto √≠ndice de crescimento, marcas consolidadas e n√ļmeros positivos, possuindo mais de 3 mil redes espalhadas pelo pa√≠s.

    Pa√≠ses como Estados Unidos, Cor√©ia do Sul, Jap√£o e China, evidenciam o sucesso do modelo com n√ļmeros de entidades e faturamento com altas constantes.

    Em meio à crise o modelo sobrevive no Brasil e também com sinais positivos devido a quantidade de empreendedores que estão dispostos a abrir um negócio, sendo o franchising talvez uma saída para que negócios tenham sucesso e novos empregos surjam. A vantagem do franqueado é que ele já inicia o próprio negócio com marca consolidada no mercado, com produto testado e aprovado, conta ainda com suporte do franqueador, e pula muitas etapas que teria ao abrir o próprio empreendimento.

    Informa√ß√Ķes d√£o conta que o mercado de franquias movimentou ano passado em tr√™s trimestres R$ 44 bilh√Ķes, de acordo com a Associa√ß√£o Brasileira de Franchising (ABF). Nesta seara, o mercado vai bem, mas a previs√£o de unidades em opera√ß√£o para os pr√≥ximos anos nem tanto: em opera√ß√£o, o mercado de franquias cresceu 8% em 2018, mas a expectativa frusta quando a previs√£o para o bi√™nio 2019-2020 √© crescer de 5% a 6%. Que contraste rege essa l√≥gica? O que fazer diante deste cen√°rio? Seria o caso de revisitar e aprimorar a Lei 8.955, romper barreiras burocr√°ticas?

    Algumas burocracias no meio do caminho se fazem necessárias serem discutidas, desde a Circular de Oferta de Franquia ao contrato, prazo hábil para a concessão de alvarás, simplificação do relacionamento jurídico entre franqueado e franqueador, rediscutir a presença de cartórios no processo, e o banho de água fria de juntas comerciais atrabiliárias. Unificar e reduzir os gastos com registros, laudos (sanitários e de segurança), taxas, licenças, autos de vistoria e documentos exigidos nas esferas municipal, estadual e federal.

    Por √ļltimo, peguemos o exemplo do nosso vizinho Chile: estudos realizados pela Universidade do Chile mostram que em oito anos (2004-2012), o mercado de franquias cresceu 119% para os chilenos. At√© 2015, eram mais de 31 mil empregos gerados em 130 empresas do formato de franquia, com quase 4 mil unidades. O investimento incial de cerca de 60% das franquias existentes por l√° n√£o chegava aos US$ 100 mil, com prazo de recupera√ß√£o do investimento em menos de dois anos. Um ano depois, o formato movimentava mais de US$ 3 milh√Ķes de d√≥lares e uma recupera√ß√£o pra cada investimento de 24 meses.

    O modelo de franquias tem dado tão certo no Chile que foi realizado este ano a 5ª edição da Feira Internacional de Franquias do Chile foi realizada, com a presença de franquias locais e estrangeiras.

    O que falta para o Brasil se desprender de velhas amarras e apostar no que d√° certo mundo afora?

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Pedro Rodrigues.
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  • #2216
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    Felipe Barbosa
    Espectador

    Desenvolvimento econ√īmico, Empreendedorismo, Emprego e Renda.

    No meu ponto de vista tem que haver menos taxação sobre o empregador, tendo como exemplo um empresário ou uma multinacional que resolve se instalar aqui no Brasil, de início ele terá um gasto para tirar a licença do local que irá construir, em seguida gastos com profissionais que emitem alvará que fiscaliza o andamento da obra vendo se está de acordo com as normas de segurança, mais o custo da construção. Já para entrar em funcionamento tem que tirar as licenças especificas de acordo com o que a empresa irá produzir, por fim os valores recolhidos pelo governo por cada funcionário contratado e assim por diante.

    O país com suas excessivas normas e cobranças sem nenhum atrativo aos empreendedores que teriam o papel de gerador de emprego, aumentando a renda do brasileiro, fazendo o PIB crescer e o país automaticamente desenvolver.

  • #2228
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    Saylo Soutelo
    Espectador

    √Č preciso dar condi√ß√Ķes para que os brasileiros possam empreender;

    O Poder P√ļblico tamb√©m deve gerar empregos atrav√©s de concursos p√ļblicos nas √°reas da Administra√ß√£o P√ļblica em¬† que se tem grande car√™ncia de servidores p√ļblicos;

    Trazer investimentos industriais para todos os munic√≠pios brasileiros, especialmente aos munic√≠pios com maior indice de pobreza extrema e assim levar o desenvolvimento econ√īmico para gerar emprego/renda e garantir a circula√ß√£o de dinheiro em todo territ√≥rio nacional.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Saylo Soutelo.
  • #2231
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    Bruno Cardozo
    Espectador
    1. Primeiramente apoiar e incentivar os micro e pequenos empreendedores, desburocratizando e facilitando os caminhos para quem empreender no Brasil.
    2. Descentralizar os incentivos fiscais somente as grandes epresas, assim incentivando as médias e pequenas empresas de igual modo.
    3. Incentivando a agricultura familiar, as agroind√ļstrias familiares, tamb√©m √© uma forma de fortalecer o desenvolvimento econ√īmico.
    4. Fortalecer a rela√ß√Ķes exteriores, assim abrindo as portas para a exporta√ß√£o (mas uma exporta√ß√£o inteligente, que de algum retorno financeiro, simplicidade exportar tudo que n√≥s produzimos aqui no Brasil a baixo no pre√ßo √© loucura.)
  • #2246
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    Maurício Martins
    Espectador

    √Č consenso a import√Ęncia da Reforma Tribut√°ria, desburocratiza√ß√£o e incentivo a pequenos e m√©dios empreendedores. Todos esses t√≥picos realmente t√™m muita import√Ęncia para o desenvolvimento econ√īmico, empreendedorismo, emprego e renda, que √© o tema em quest√£o. O Brasil tem um capital humano gigantesco. Diversidade de ideias e pessoas que t√™m o dom de empreender, e por isso precisamos incentiva-los. Mas a realidade, √© outra.

    Normalmente os gestores concedem isen√ß√Ķes fiscais a grandes empresas pelo medo de perde-las. Mas essa isen√ß√£o fiscal vale a pena? Precisamos discutir a logica dos benef√≠cios fiscais. Segundo o Sebrae, 2/3 dos empregos no Brasil s√£o proporcionados por pequenos e m√©dios empreendedores, e mesmo assim, 44% dessas pequenas e m√©dias empresas fecham as portas por falta de pol√≠ticas p√ļblicas para o setor.

    Um bom exemplo que tamb√©m pode contribuir para gera√ß√£o de emprego e renda seria o incentivo √† startups. Temos que aproveitar o “boom” tecnol√≥gico que estamos passando para sermos refer√™ncia quando se trata de tecnologia. Cria√ß√£o de Parques Tecnol√≥gicos, investimento em forma√ß√£o empreendedora, hackathon com dados abertos para que profissionais possam resolver problemas da sociedade atrav√©s da tecnologia, incentivam nossa raiz empreendedora e nos tornam mais competitivos em um cen√°rio global.

    Falando sobre a Reforma Tribut√°ria, ela √© necess√°ria para uma maior autonomia dos munic√≠pios. A distribui√ß√£o de recursos p√ļblicos √© muito injusta. Hoje, a cada 100 reais de impostos, apenas 19 reais voltam para o munic√≠pio, que √© onde as pol√≠ticas p√ļblicas acontecem. Essa l√≥gica precisa mudar.

  • #2249
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    Roberta Berdeal
    Espectador

    Nosso pa√≠s √© o pa√≠s da burocracia. Simplificar toda essa m√°quina j√° seria um grande avan√ßo. Com uma popula√ß√£o imensa de 14 milh√Ķes de desempregados, o pa√≠s deve ter um olhar especial sobre a gera√ß√£o de emprego e renda em todos os n√≠veis, que acaba afetando inclusive o nosso social e a seguran√ßa p√ļblica. Al√©m do imenso tamanho do Estado, que consome mais de 60% do que se arrecada para pagamentos de sal√°rios e benef√≠cios, criando duas classes brasileiras : a primeira classe (funcion√°rios p√ļblicos) e a segunda classe (outros). O olhar com a desigualdade social deve ser o ponto fundamental de preocupa√ß√£o do governo.

  • #2250
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    André Varela
    Espectador

    Empreendedorismo no Brasil é uma empreitada para heróis.

    Não vejo porquê me estender no tema, haja visto que o cenário para mim é simples:

    – √Č primeiro preciso falar sobre uma Reforma Tribut√°ria. Sendo ela uma das bandeiras do PSDB, o foco emergencial em uma revis√£o do que o brasileiro paga de imposto √© gritante.

     

    Diversas parcerias p√ļblico-privadas tem se mostrado eficientes nos √ļltimos anos em diversos munic√≠pios, assim, a extens√£o de programas que facilitem a coopera√ß√£o do brasileiro empres√°rio para com o poder p√ļblico √© fundamental enquanto n√£o temos uma reforma. Isen√ß√Ķes fiscais, investimentos em tecnologia, capacita√ß√£o e outros movimentos que s√£o inclusive considerados simples ao analisarmos o cen√°rio apresentado no exterior, podem servir como uma bengala para um pa√≠s que anda em cadeira de rodas na sua rela√ß√£o com o setor empresarial, agilizando o desenvolvimento econ√īmico, aumentando o n√ļmero de empregos e renda de maneira harm√īnica.

  • #2266
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    Wellington Lucas Barroso rocha
    Espectador

    √Č necess√°rio uma ampla reforma tributaria no Brasil para que os empreendedores possam ter mais capacidade de investimentos e consequentemente gerarem novos empregos para o Brasil. Programas de incentivo a jovens empreendedores para que possam descobrir suas¬† voca√ß√Ķes e terem incentivo do poder publico, Alem da desburocratiza√ß√£o daqueles que querem come√ßar novos investimentos no pais.

  • #2279
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    Deivin Corrêa
    Espectador

    Uma das saídas seria a valorização do Plano real, no qual o PSDB foi exemplo em fazer com que o nosso Brasil, seria reconhecido.

    Apoio a ideia das redu√ß√Ķes de carga tribut√°ria e que sua redu√ß√£o seja revertida em programas empreendedores.

    Maior apoio aos Micro empreendedores seria um grande avanço.

  • #2303
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    Wagner Gockos
    Espectador

    A primeira medida é diminuir a carga tributária. Um colaborador custa quase o dobro do salário que recebe para o empregador.

    Maior atuação das entidades de fomento, para ajudar financeiramente os pequenos e médios empresários e não apenas os grandes.

    Maior capacita√ß√£o por √≥rg√£os como SENAI, SEBRAE em parceria com todas as esferas de governo, buscando capacitar os¬† MEIs, EPPs, para que iniciem seus empreendimentos com responsabilidade e auxilio. Expandir as encubadoras, e buscar a desburocratiza√ß√£o e integra√ß√£o da m√°quina p√ļblica, na abertura de neg√≥cios.

  • #2321
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    Leonardo Novaes
    Espectador

    O PSDB precisa voltar a acreditar que as medidas liberais, que já foram aplicadas no passado à economia para superar a inflação, são a melhor forma de combater o Estado ineficiente, grande e pesado.

    A tecnologia e o aumento da produtividade s√£o as √ļnicas formas de valorizar o empreendedorismo, que √© a melhor sa√≠da para garantir emprego e renda aos jovens e √° popula√ß√£o.

    Tais áreas estão totalmente ligadas à educação, que continua sendo a melhor forma de inserir os pobres no mercado de trabalho.

    Por isso, precisamos que nossos quadros defendam a quebra dos velhos cartório e oligopólios, que ainda dominam a política brasileira, incham o estado, e atrapalham a gestão inteligente dos recursos.

  • #2330
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    Arthur Arenari
    Espectador

    O pa√≠s possui 12,6 milh√Ķes de desempregados, faz-se necess√°rio o investimento em produtos e servi√ßos de necessidade da popula√ß√£o.
    O grande feito seria expandir as parcerias p√ļblico-privadas as quais geram empregos diretos.
    O incetivo fiscal aos pequenos empres√°rios, tamb√©m contribui para o aumento do n√ļmero de emprego.

  • #2360
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    Jeferson Lorensett
    Espectador

    Trazer eficiência e técnicas para obter melhores resultados com menos recursos aos poderes irá atrair a curto prazo investimentos e a longo prazo podendo baixar a carga tributária do país.

    Somos um povo que cresceu sem entender, sem ser incentivado a empreender, isso deveria estar nos bancos escolares, ensino fundamental e m√©dio…, para despertar a curiosidade e ver que nada √© imposs√≠vel.

    Pensando em taxar grandes fortunas… para que? A pessoa que conseguiu chegar at√© nesse ponto, normalmente teve que pagar todos os impostos e grande chance de estar gerando muitos empregos, vai ser que nem expulsar eles do nosso pa√≠s, hoje muitos empreendedores continuam aqui por amor, pois h√° muita op√ß√£o a√≠ fora atraente que faz quest√£o de ter pessoas que consigam gerar grandes fortunas sem tantas taxas e burocracia.

    Gerando emprego e renda, abre espaço para a pessoa buscar mais conhecimento, onde possivelmente trará mais renda ainda para a pessoa.

     

  • #2366
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    Thallya Scariot
    Espectador

    1. A solução para o desemprego é desburocratização dos setores empresariais, pois tendo uma via mais fácil a geração de emprego seria consequência.

    2. O índice de tributos, hoje, é altíssimo e acaba desanimando o brasileiro.

     

    Ou seja, o grande segredo seria a desburocratiza√ß√£o e a ‚Äúreforma‚ÄĚ nesses √≠ndices de tributos altos.

    Conseguindo esses dois feitos, fomentaria abertura de empresas/negócios e com isso, a geração de emprego, aumentando a renda do brasileiro.

    Resultado: economia girando mais r√°pido.

  • #2391
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    Renan Sambo
    Espectador

    – Reforma tribut√°ria;
    РSimplificação tributária;
    РIntensificação de políticas de incentivo a startups.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Renan Sambo.
  • #2455
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    Matheus Braga
    Espectador

    Para melhorar o desenvolvimento e a criação de emprego em renda, é primordial que se invista na facilitação do investimento de capital financeiro e micro e médio empreendedor como forma de ajudar a alavancar empresas, visando o aumento de vagas de trabalho.

    Outra estrat√©gia importante, seria bonifica√ß√Ķes como a diminui√ß√£o de imposto e tributos para empresas de m√©dio e grande porte que cumprirem metas estipuladas como contrata√ß√£o, expans√£o de marca e afins.

  • #2457
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    Allex Ribeiro Biato
    Espectador

    Agenda de privatiza√ß√£o com abertura comercial por completo, favorecendo a livre concorr√™ncia. Fim de privil√©gios para a ind√ļstria nacional, principalmente via BNDS, menos burocracia para empreender, redu√ß√£o de al√≠quotas, acordos de livre com√©rcio com outros pa√≠ses, etc. O Brasil precisa de um choque do capitalismo liberal sem corporativismo, abrindo possibilidade para gera√ß√£o de investimento e consequentemente gera√ß√£o espont√Ęnea de empregos e poder de compra.

  • #2458
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    √āngelo Perucci
    Espectador

    √Č de extrema import√Ęncia fazer a reforma tribut√°ria e a partir da√≠ conseguir trazer investimentos de empresas de fora e com isso tamb√©m focar na livre iniciativa realizando maior incentivo para as grandes e pequenas empresas.

  • #2500
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    Jaylan Macedo
    Espectador

    1) √Č necess√°rio desburocratizar o acesso ao cr√©dito e facilitar a abertura de empresas no pa√≠s, principalmente para o pequeno empreendedor.

    2) Combate √† pobreza. S√≥ iremos desenvolver esse pa√≠s se combatemos a pobreza e a desigualdade social. A crise nos mostra que esses modelos de desenvolvimento focado na restri√ß√£o do gasto, assim como o modelo de Estado provedor de todo desenvolvimento s√£o ultrapassados. √Č necess√°rio um equil√≠brio entre ambos para garantir responsabilidade fiscal e social.

     

  • #2525
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    Lucas de Lima
    Espectador

    Al√©m da reforma da previd√™ncia que foi aprovada, √© um ponto importante tamb√©m realizarmos outras reformas como a tribut√°ria, j√° que o Brasil tem uma carga tribut√°ria relativamente alta. A reforma tribut√°ria deve ter como objetivo criar uma harmonia no sistema e reduzir as isen√ß√Ķes tribut√°rias distorcidas e dispendiosas, ao mesmo tempo que aumentam a mesma quantidade de receita. Essa simplifica√ß√£o do sistema tribut√°rio acredito que tamb√©m aumentaria o investimento privado e junto com a desburocratiza√ß√£o para o empreededorismo no Brasil que teria um efeito cascata em rela√ß√£o ao aumento de empregos e renda.

     

  • #2536
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    Th√°rik Uch√īa
    Espectador

    Um pa√≠s apenas cresce com gera√ß√£o de emprego e emprego de qualidade. Baixar as taxas de juros, limpar o nome dos devedores, permitir melhor poder de compra do trabalhador, s√£o essas as formas de desenvolvimento econ√īmico. O Brasil precisa sim passar a dif√≠cil transi√ß√£o de um pa√≠s eminentemente agr√°rio para um pa√≠s industrial, como fizeram os pa√≠ses desenvolvimentos. Mas o campo e a ind√ļstria n√£o s√£o excludentes, ao contr√°rio se complementam, o que falta √© que incentivemos mais o agroneg√≥cio e a ind√ļstria nacional e paremos de exportar nossa mat√©ria prima ao exterior para utiliz√°-la internamente em ind√ļstrias nacionais.

  • #2585
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    Jo√£o Lopes Waspe
    Espectador

    √Č urgente a necessidade de pol√≠ticas de gera√ß√£o de emprego, principalmente na √°rea de constru√ß√£o civil, √°rea essa que permite a r√°pida oferta dos mais variados empregos al√©m de promover o avan√ßo da infraestrutura nacional. Num cen√°rio de grave crise fiscal, resta ao governo incentivar e promover as mais variadas concess√Ķes, al√©m de urgente desburocratiza√ß√£o do ambiente de neg√≥cios, burocracia essa que muitas vezes incentiva a informalidade e sonega√ß√£o. A diminui√ß√£o de direitos trabalhistas se mostrou um grave desgaste social com resultados extremamente modestos, o empresariado n√£o se motiva com menos encargos trabalhistas se n√£o vislumbrar no futuro o aumento de sua receita.

    √Č necess√°rio que se viaje por diversos pa√≠ses em busca de recursos externos para viabilizar investimentos no Brasil, comitivas que apresentem n√£o s√≥ o ambiente de neg√≥cios, como o perfil de consumo do povo brasileiro e seu espirito empreendedor.

    Buscar com determina√ß√£o a inser√ß√£o de bancos de investimento no Brasil, para financiar e possibilitar projetos de micro e pequenos empres√°rios no pa√≠s, sem a depend√™ncia do poder p√ļblico. O aumento da competi√ß√£o entre os bancos com a entrada de novos agentes no mercado √© essencial para a redu√ß√£o dos juros dos empr√©stimos, que no Brasil muitas vezes se reflete no consumo, aquecendo rapidamente a demanda.

    Programa nacional de renegociação de dívidas, O consumidor endividado fica com suas possibilidades de consumo restritas, sendo necessário destravar esse gargalo.

    Pol√≠ticas de transfer√™ncia de renda traz condi√ß√Ķes b√°sicas de vida a muitas fam√≠lias, al√©m de promover a circula√ß√£o de moeda e assim movimentar a economia, portanto devem ser aperfei√ßoados e ampliados, em paralelo com pol√≠ticas que promovam a possibilidade dessas fam√≠lias futuramente n√£o dependerem mais dos recursos, isso se d√° via educa√ß√£o e capacita√ß√£o profissional.

    Necessidade da reformula√ß√£o da legisla√ß√£o sobre obrigatoriedades dos gastos p√ļblicos, extrema rigidez (n√£o defendo extrema flexibilidade, mas sim um meio termo) do or√ßamento pouco permite o remanejamento de recursos para cada regi√£o atender suas principais demandas, √© um erro generalizar as dificuldades especificas de cada regi√£o.

    Retomada de programas sérios que vendam uma excelente imagem do Brasil, incentivando o turismo, que tem a capacidade de rápida geração de empregos e grande ramificação nacional.

     

  • #2591
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    Alberto Godinho
    Espectador

    O papel do Poder P√ļblico √© propiciar condi√ß√Ķes de atua√ß√£o para a iniciativa privada, incentivar o empreendedorismo e fiscalizar.

    Existem dois grandes problemas a serem encarados de imediato: a burocracia, que deve ser reduzida drasticamente, e a tributação, que precisa ser simplificada ao máximo.

  • #2606
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    Thales Rangel
    Espectador

    O di√°logo sempre foi a base de tudo e quando o assunto √© desenvolvimento econ√īmico n√£o h√° de se despensar. O com√©rcio sempre foi uma fonte de renda que aquece a economia de um munic√≠pio. Dito isso, √© importante ter um certo di√°logo entre a classe, mais o sindicato do com√©rcio local. Reduzir os impostos seria uma saida para incentivar novos microempreendedores e manter quem j√° est√° no cen√°rio e luta para manter seu comercio de portas abertas.

  • #2609
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    Tomaz Oliveira Hoffmann
    Espectador

    Desburocratiza√ß√£o do sistema administrativo, investimento nos potenciais regionais de acordo com as caracter√≠sticas de cada regi√£o, incentivar o micro empreendedor dando a ele condi√ß√Ķes de investimento. Reforma tribut√°ria, administrativa. Apoio incondicional ao pacto federativo.

  • #2640
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    Agenor Alves
    Espectador

    Como os demais temas, precisamos levar a sério esses eixos, pois são o carro chefe para a economia do país tomar os rumos, necessitamos desenvolver metodologias para desenvolvermos a economia através da desburocratização e um reajuste nos tributos, pois da forma que anda não é possível  encher os olhos do investidores pra o Brasil. Não podemos de deixar de lado o empreendedorismo o mesmo precisa ser intensificado e nascer a chama nos brasileiros que são donos de si próprios.

    A melhoria da renda, depende diretamente da possibilidade de empregos ou de abertura de neg√≥cios, mais para que isso seja poss√≠vel, √© necess√°rio que os partidos levem para as reuni√Ķes em suas pautas o que foi mencionado a cima, que o governo possa andar junto com o grande m√©dio e pequeno empres√°rio,¬† e sem sombras de d√ļvidas cuidar com toda cautela do empregador, pois s√£o eles que levam consigo grande parcela do desenvolvimento do pa√≠s, pois quando melhoramos a reanda desses indiv√≠duos podemos oferecer uma melhor qualidade de vida e desta forma aumentado o consumismo.

  • #2649
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    Eduardo Rizzieri Cavalli
    Espectador

    Est√° claro que o Brasil, para retomar seu desenvolvimento econ√īmico, deve desburocratizar o estado, para assim facilitar a vida de quem quer empreender no pa√≠s. Como disse nosso candidato ao planalto, em diversas ocasi√Ķes, √© necess√°rio acabar no Brasil com essa cultura cartorial, em que tudo precisa ser autentificado. Precisamos tamb√©m atrair capital estrangeiro, melhorando nosso ranking no √≠ndice de confian√ßa de investismento externo.¬† Importantissimo tamb√©m quebrar o monop√≥lio dos bancos, facilitando o ingresso de novos no pa√≠s, o que diminuiria os juros no pa√≠s. Desestatizar empresas p√ļblicas tamb√©m √© uma forma de atrair investimento e gerar empregos, e a desestatiza√ß√£o sempre foi uma bandeira do PSDB.

  • #2652
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    Jos√© Victor da Silva Ara√ļjo
    Espectador

    A taxa de desemprego no nosso pa√≠s ainda segue muita alta, os grandes empres√°rios deveriam investir em nosso pa√≠s, construindo mais empresas para que pudessem oferecer emprego a popula√ß√£o, isso com ajuda de todos os pol√≠ticos. O desenvolvimento econ√īmico ainda se encontra muito prec√°rio, poderia ser bem melhor se os governantes se movimentassem.

  • #2654
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    Vagner Alves
    Espectador

    <p style=”text-align: center;”>Desenvolvimento Econ√īmico, Empreendedorismo, Emprego e Renda</p>
    O Brasil passa por uma crise alarmante em rela√ß√£o aos aspectos econ√īmicos, emprego e renda, ou seja, alta taxa de desemprego, economia estagnada e a renda dos brasileiros abaixo da infla√ß√£o. Todo esse cen√°ria cria um ambiente que desencadeia diversos aspecto negativo para o desenvolvimento do pa√≠s, al√©m de elevar outros √≠ndices como, por exemplo, o √≠ndice da violen√ßa por conta do grande n√ļmero de pessoas sem o que comer e dentre outros.

    Dessa forma, faz-se necess√°rio realizarmos algumas reformas no nosso pa√≠s para resgatarmos nossa credibilidade perante os organismos internacionais e grandes investidores, assim como melhorar a qualidade de vida dos brasileiros, gerar empregos e desenvolver a economia do pa√≠s. E uma dessas reformas que devem ser debatida por nossos representantes para darmos mais equilibrio e atrair investidores √© a desburocratiza√ß√£o da administra√ß√£o p√ļblico para o empreender gerar emprego e renda.

    Além disso, outro ponto importante que deve ser discutido com a sociedade é a simplificação da nossa carga tributária para que possamos ter uma carga tributária mais distribuída, bem como uma simplificação dos mais diversos tributos que temos hoje, gerando mais igualdade e menos onerosidade para população.

    Ressalta-se tamb√©m a import√Ęncia de uma implementa√ß√£o de uma pol√≠tica de gera√ß√£o de emprego e renda por parte do Governo Federal, possibilitando assim melhor nossos indicadores de desemprego e aumentando ao longo do tempo nossa renda.

     

  • #2661
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    José Eduardo Santiago
    Espectador

    Com a lei do nosso partidário Luis Carlos Hauly, em tramitação no Congresso Nacional é adequado deliberar e terminantemente remover o país desse desordenado tributo em conflito entre os Municípios, Estados e Governo Federal e retificando os moldes de tributação do país de acordo com países desenvolvidos, pois assim cada um da Federação responderá pela sua devida competência.

    O empreendedorismo deve ser incentivado desde o ensino fundamental nas escolas p√ļblicas e privadas para que haja uma maior compreens√£o da sociedade sobre o que √© empreender, como o empres√°rio apresenta dificuldades em gerar empregos¬† devido a tributa√ß√£o nos ordenados¬† e a burocracia, enquanto o emprego informal, √†s vezes, √© livre desses entraves.

  • #2665
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    Patrike Soares
    Espectador

    A proposta da desburocratização é a melhor saída para a redução do desemprego, e também os incentivos fiscais para os grandes empreendedores.

  • #2670
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    Wagner Mira
    Espectador

    Precisamos ser mais liberais, privatizar estatais nem todas mais algumas é possível sim. Hoje você empreender no Brasil está difícil, muita burocracia para se tirar um alvará de funcionamento, na minha cidade grandes empreendedores estão aguardo alvará a 5 anos empresas que geram mais de 1 mil empregos diretos e indiretos.

  • #2671
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    Beatriz Leite
    Espectador

    Qualificar e incentivar o desenvolvimento dos microempreendedores individuais, microempres√°rios e empresas de pequeno porte tem sido a forma de muitos brasileiros fugirem do alto √≠ndice de desemprego. Parcerias entre o sistema S e gest√Ķes, como a feita entre o SEBRAE e a Prefeitura Teresina, √© salutar e exemplo para que novas possibilidades possam ser criadas para afim de gerar mais renda √† popula√ß√£o.

  • #2678
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    Danilo Abarca
    Espectador

    Para gerarmos mais empregos, melhorar a renda, inspirar o empreendedorismo, e trazer novamente o desenvolvimento econ√īmico ao nosso pais √© necess√°rio a desburocratiza√ß√£o e uma reforma tribut√°ria decente. N√£o d√° mais para pagarmos tantos impostos, as empresas querem contratar, mas existe muito receio no mercado por conta da inseguran√ßa jur√≠dica.

  • #2683
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    Jo√£o Paulo Cunico
    Espectador

    Politicas de apoio ao empreendedorismo deve ser uma bandeira principal do partido. Criando projetos e agendas que desburocratizem a cria√ß√£o de novas empresas estaremos dando oportunidade a pessoas empreendedoras por natureza, consequentemente acabando com uma grande parcela de desempregados. Cria√ß√£o de novas empresas significam cria√ß√£o de novos empregos, novos empregos significam um aumento da renda da popula√ß√£o e isso √© a ess√™ncia do desenvolvimento econ√īmico.

  • #2709
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    Henrique Salgueiro
    Espectador

    Рdesenvolver o empreendedorismo, auxiliar o livre comércio, incentivos fiscais aos menores e possibilidade de maior autonomia das grandes empresas, diminuindo grandes impostos, assim aumentando o emprego e a renda dos trabalhadores.

  • #2753
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    Maurício Severo Roesch
    Espectador

    O empreendedorismo est√° totalmente ligado ao desenvolvimento econ√īmico de um pa√≠s em crescente evolu√ß√£o.

    A atividade empreendedora esta progredindo bastante no Brasil. Segundo o relatório do GEM (Global Entrepreneurship Monitor) em 2016 alguns fatores contribuíram para este fato ocorresse tais como; o crescente índice de desemprego, impostos mais baratos MEI (Micro Empreendedor Individual) facilidade de financiamento dentre outros.

    odos os ano o GEM publica relatórios com estudos sobre a parcela de pessoas que se lançam ao empreendedorismo e faz uma avalição dos motivos que as levam a abrir o próprio negócio. O GEM ressalta que as pessoas são levadas a empreenderem por dois motivos: oportunidade e/ou necessidade.

  • #2757
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    Rafael Assunção Miranda
    Espectador

    Para promover o desenvolvimento econ√īmico √© importante focar esfor√ßos no aumento de liberdades para o microempreendedor, as pesadas taxas adotadas no brasil sufocam a popula√ß√£o prejudicando principalmente os pequenos empres√°rios que estatisticamente s√£o aqueles que mais geram empregos e desenvolvimento local. Neste quesito deve haver um esfor√ßo do PSDB para aumentar as liberdades econ√īmicas e o livre com√©rcio no pa√≠s.

  • #2769
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    flavio ferezin
    Espectador

    Para abordagem do tema sugiro as perspectivas abaixo;

     

    > Gastos P√ļblicos, redu√ß√£o das despesas para que os recursos sejam aproveitados em per√≠odos de escassez.

    > Responsabilidade Fiscal, deve ser devidamente equalizada e regularizada.

    > Transparência de Governança, submeter a avaliação de resultados.

    > Competitividade, reabrir as divisas econ√īmicas com diversos acordos multilaterais ; ent√£o sim reduzir as taxas de importa√ß√£o. Assim permitira acessibilidade a insumos e bens de produ√ß√£o e consequentemente alavancando a produ√ß√£o.

    > Impostos: o sistema tributário é complexo e negativo com taxas desproporcionais fazendo com que não ocorra o desenvolvimento e geração de renda.

    > Empregos e Renda, é necessário emplacar conforme;

    Melhorar a Edu√ß√£o, Salvar a Constru√ß√£o Civil da Recess√£o, Capacita√ß√£o, Fortalecer as Empresas, Aumentar a participa√ß√£o da figura feminina no mercador de trabalho, Qualificar os Mais Jovens, Rever √ďrg√£os Sindicais.

    O País Depende de Nós !!

     

     

  • #2770
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    Isabella Puglisi de Oliveira
    Espectador

    O desenvolvimento econ√īmico √© absolutamente necess√°rio para o desenvolvimento da qualidade de vida da sociedade. Portanto, s√£o essenciais algumas medidas para garantir o progresso econ√īmico, como a reforma tribut√°ria, a desburocratiza√ß√£o, o investimento em infraestrutura de meios diversos de transporte, o fomento da educa√ß√£o e da industrializa√ß√£o do pa√≠s.

    Por sua vez, o empreendedorismo √© uma forma din√Ęmica de se fomentar o desenvolvimento. Entretanto, um empreendedorismo de fato somente encontra solo f√©rtil dentro de uma economia din√Ęmica, menos burocr√°tica, sendo indispens√°vel a educa√ß√£o financeira.

    Além disso, o empreendedorismo, como se pode ver com as propostas inovadoras que têm florescido no ambiente virtual, é capaz de gerar empregos e de concorrer com os meios tradicionais. Essa geração de postos de trabalho enseja renda principal e renda extra, devendo ser incentivada.

  • #2774
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    Vanessa Gomes
    Espectador

    O desenvolvimento econ√īmico depende tanto de medidas macroecon√īmicas, como microeconomicas. Passa por diversos fatores como legisla√ß√£o, gest√£o p√ļblica, incentivo ao empreendedorismo, desburocratiza√ß√£o, facilidade de acesso ao cr√©dito, qualifica√ß√£o da m√£o-de-obra.

    Apesar da gama extensa de assuntos, alguns s√£o urgentes, como a reforma tribut√°ria. O sistema tribut√°rio brasileiro gera altos custos, n√£o s√≥ pelas al√≠quotas cobradas, mas tamb√©m pelas obriga√ß√Ķes acess√≥rias criadas em raz√£o da complexidade de suas leis. Segundo dados divulgados pelo Banco Mundial, as empresas gastam, em m√©dia, 1.501 horas por ano s√≥ para pagar os impostos. Isso resulta, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tribut√°rio (IBPT), um custo anual de R$ 60 bilh√Ķes para as empresas apenas para calcular e pagar impostos.

    A carga tribut√°ria elevada inibe o crescimento econ√īmico, a competitividade e ajuda a restringir a entrada de investimento externo. O Brasil poderia se beneficiar de uma redu√ß√£o na carga tribut√°ria, incentivando o investimento do capital produtivo para a cria√ß√£o de mais empregos, servi√ßos, investimento em pesquisa, compra de equipamentos novos, a exemplo do que aconteceu recentemente nos EUA. Muitas empresas, por mais que queiram investir no seu crescimento, t√™m dificuldade para tal em raz√£o da aus√™ncia de capital e acesso a financiamento a pre√ßos competitivos, de forma que uma redu√ß√£o na carga tribut√°ria ajudaria a liberar recursos reduzindo o peso morto da economia. Inclusive, o ranking ‚ÄúDoing Bussiness‚ÄĚ divulgado pelo Banco Mundial mostrou que a carga tribut√°ria representa no Brasil 64,7% dos lucros, enquanto o melhor desempenho ficou em 26,1% em 33 pa√≠ses, como Canad√°, Dinamarca e Singapura.

    Os altos custos de aquisi√ß√£o de cr√©dito, que mesmo com a baixa da Selic a m√≠nimas hist√≥ricas tem aumentado, tamb√©m contribui ‚Äď e muito ‚Äď para o cen√°rio de crescimento lento da economia. Al√©m da inadimpl√™ncia e dificuldades da pr√≥pria sa√ļde fiscal do pa√≠s, a concentra√ß√£o banc√°ria tamb√©m √© um dos motivos que geram esse cen√°rio.

    Hoje, apenas os quatro maiores bancos do Brasil det√™m quase 80% do mercado de cr√©dito, de acordo com dados do Relat√≥rio de Estabilidade Financeira do Banco Central. Apesar da crescente popularidade das fintechs ‚Äď banco totalmente digitais como o Nubank e Neon ‚Äď a concentra√ß√£o de mercado ainda √© muito alta. Uma maior competitividade traria uma redu√ß√£o dos pre√ßos do cr√©dito para a obten√ß√£o de Market share e fideliza√ß√£o de consumidores.

     

  • #2786

    O Brasil desde 2013 sofre de profunda crise moral, √©tica, pol√≠tica e econ√īmica. Tudo isso influenciou o baixo crescimento nacional, associado ao aumento do desemprego e a diminui√ß√£o de renda. O pa√≠s se encontra quebrado e precisa de reformas estruturantes a fim de promover e favorecer os avan√ßos econ√īmicos. H√° uma ilus√£o de que os direitos trabalhistas diminuem a oferta de emprego. Por√©m, os direitos trabalhistas s√£o garantias dos empregados constru√≠das mediante muita luta. Empreender no Brasil √© um grande problema. A alta burocracia e os altos juros n√£o s√£o nada atrativos. Logo, reformas burocr√°tica e tribut√°ria certamente facilitar√£o o empreendedorismo nacional.

  • #2819
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    Ricardo Alexandre Alves
    Espectador

    Em um pa√≠s capitalista, √© de suma import√Ęncia¬† o incentivo ao empreendedorismo, ao pequeno e m√©dio empreendedor, contudo no Brasil tal classe tem o seu desenvolvimento limitado pelo Estado devido a enorme burocratiza√ß√£o, que custa caro financeiramente aos empreendedores, muitas vezes desincentivando tais a abrir um negocio que giraria a economia. Com isso uma simples desburocratiza√ß√£o j√° seria muito eficiente para um crescimento not√≥rio e exponencial da economia

  • #2823
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    Gabriela Assunção Miranda
    Espectador

    Desenvolver políticas de incentivo ao empreendedorismo, principalmente em relação a médias, pequenas e micro empresas, facilitando a abertura de empresas e simplificando a tributação para as mesmas, o que consequentemente geraria muito mais empregos e tornaria a economia muito mais ativa de dinamizada em diferentes lugares do país.

    Descentralização dos polos produtivos, a fim de gerar empregos, renda e fomento da economia em diferentes locais do Brasil.

    Incentivo econ√īmico ao desenvolvimento de servi√ßos e produtos caracter√≠sticos de cada regi√£o.

    Incentivo fiscal, a fim de gerar emprego e estimular a economia.

    Redu√ß√£o da tributa√ß√£o que atualmente √© excessiva, o que consequentemente geraria mais empregos e em decorr√™ncia de mais pessoas estarem trabalhando, mais dinheiro estaria circulando, ¬†estimulando ainda mais diferentes setores econ√īmicos.

     

     

  • #2830
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    Junior Vieira
    Espectador

    Acredito ser necess√°rio uma maior flexibiliza√ß√£o e desburocratiza√ß√£o para a instala√ß√£o de novas f√°bricas e empresas, al√©m de incentivos fiscais, pois assim, existiriam um maior n√ļmero de empresas e f√°bricas, fazendo com que existam mais empregos.

     

    Acredito que seria necess√°rio tamb√©m, um incentivo na Sa√ļde Financeira, com isso, a popula√ß√£o teria maior controle na vida financeira e assim atingir seus objetivos e sonhos, podendo fazer uma melhor gest√£o de sua renda, facilitando inclusive¬† o empreendedorismo, pois ter√° plena capacidade de gerir seus gastos e lucros.

     

     

  • #2873
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    Pedro Ygor Sousa Silva
    Espectador

    Estimulo e desburocratização a abertura de empresas no país, com a facilitação de linhas de créditos e um maior auxílio no planejamento e execução de pequenos e médios projetos, visando uma maior distribuição de renda e um estímulo na produção de postos de emprego.

  • #2879
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    Juscelia Barbosa de Lima
    Espectador
  • #2885
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

    O setor economico e a intervenção do estado sobre ele deve ser repensada, precisamos restaurar nossa economia, e politicas de geração de emprego são mais do que bem vindas, segue minhas ideias sobre o tema:

    Grande parte da dificuldade de cria√ß√£o de empresas e novos neg√≥cios est√° na burocracia existente e demorada, desenvolver uma esp√©cie de “poupa tempo” para cria√ß√£o de empresas seria uma √≥tima desburocratiza√ß√£o.

    Outra medida é privatizar estatais não estratégicas, ex. Correria e dinamizar estatais estratégicas como Petrobras e outras do setor de base.

    Uma plano nacional de instala√ß√Ķes de ferrovias, para dinamizar o trasporte.

  • #2896
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    Gabriela Cardoso
    Espectador

    S√£o pontos importantes discutidos neste t√≥pico, acredito que devesse m√≥s apoiar melhor as ind√ļstrias, pequenas empresas e empreendedores que est√£o iniciando uma nova hist√≥ria em nossa casa. Somente unindo for√ßas, poderemos gerar mais empregos e melhorar a situa√ß√£o de in√ļmeros brasileiros que ainda sofrem com a coloca√ß√£o no mercado de trabalho.

  • #2927
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    ERIK LIMA REIS SANTOS
    Espectador

    A burocracia é o principal empecilho para o empreendedorismo e a geração de renda é necessário que desburocratize o processo empreendedor tanto no estado quanto na federação

  • #2952
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    Samuel Genuino
    Espectador

    Desburocratiza√ß√£o, cr√©dito ao micro-empreendedor, legisla√ß√£o que proteja o trabalhador e garanta ao empres√°rio a capacidade de gerar novos postos de trabalho, sal√°rio digno e capaz de suprir de fato as necessidades b√°sicas de cada cidad√£o. Este s√£o temas importantes na discuss√£o de um pa√≠s que busca a prosperidade e o desenvolvimento. Se faz necess√°rio que o Brasil assuma o posto de regulador das quest√Ķes econ√īmicas, e com dinamismo e coragem, possa se desvencilhar do intervencionismo desmedido e da atrofia existente na economia brasileira.

  • #2953
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    Luiz Fernando Bandeira Querido
    Espectador

    S√£o pontos que na minha opini√£o tem grande rela√ß√£o, √© consenso que s√≥ existe emprego e consequentemente renda atrav√©s de mecanismo que incentivem a chegar neste ponto. O empreendedorismo √© o meio que mais usa dessa l√≥gica, tanto o pequeno, m√©dio e grande empreendedor. Ele √© respons√°vel por mais de 60% dos empregos formais. As multinacionais s√£o de extrema import√Ęncia e precisamos reconhecer o seu valor, a quest√£o √© que o micro e pequeno empreendedor √© o que faz a alavanca da economia girar. O grande problema √© a gigante burocracia que existe para o empreendedor prosperar, √© bem n√≠tido que o sistema faz as coisas para que o empreendedor n√£o v√° para frente, √© necess√°rio uma reformula√ß√£o na burocracia, seja na f√≥rmula da conta ou at√© mesmo na isen√ß√£o de algum imposto.¬† Sem esses meios e sem esse cuidado fica dif√≠cil de o empreendedor fazer o que ele sabe fazer de melhor: empreender!¬† √Č bom destacar que o empreendedorismo √© tido por muitos como algo ruim, e a verdade √© totalmente outra. Acho coerente que seja implementado nas escolas, aulas sobre empreendedorismo e educa√ß√£o financeira, √© importante discutir sobre esse assunto desde pequeno.

  • #2970
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    Fernando Jader Mantau
    Espectador

    S√£o pontos de grande import√Ęncia e fundamentais para o desenvolvimento e crescimento das cidades. ¬†O empreendedor, deve ser valorizado em nosso pa√≠s, pois al√©m de gerar empregos, passa por muitas dificuldades burocr√°ticas, quantidade de impostos, mas o principal ponto, tr√°s in√ļmeras inova√ß√Ķes. Um exemplo disso s√£o as Startups, que tiram do papel in√ļmeras ideias e as transformam em grandes projetos, atrav√©s de cidad√£os que aproveitam esta oportunidade para transformarem a sociedade.

  • #3004
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    Jemerson Gleison Barbosa da Silva
    Espectador

    Acho que o Brasil precisa avançar muito nesta questão. Primeiro acho que deve ser feito um programa de incentivo ao empreendedorismo. Como ponto principal deste processo é necessário a desburocratização da abertura de empresas e também incentivo para facilitar o acesso ao crédito para microempreendedores. Somente com uma visão de futuro podemos avançar neste sentido. Sempre tendo em mente que o sucesso destas pessoas gera o crescimento de seu negócio gerando ainda mais empregos. Por isto temos que dar atenção a este ponto.

    Atitudes empreendedoras devem ser incentivadas desde a educação nos anos iniciais como incentivo.

  • #3008
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    Ramon Villas
    Espectador

    No Brasil o empreendedorismo passou a ter notoriedade com o surgimento das micro e pequenas empresas, e com a crise de empregos do in√≠cio da d√©cada de 90. A partir disso a cultura empreendedora passou a fazer parte da vida dos mais variados profissionais, seja na gest√£o de seus pr√≥prios neg√≥cios, ou at√© como colaboradores de alguma organiza√ß√£o. A atividade do empreendedor leva a cria√ß√£o de novos mercados, novas ind√ļstrias, novos produtos, e pode ser analisado sob alguns pontos, entre eles, o investimento em coisas e servi√ßos que as pessoas precisam, gera√ß√£o de emprego e renda, e impacto social, econ√īmico e ambiental da inova√ß√£o.

  • #3016
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    Isabella Siqueira
    Espectador

    Temos que aproveitar o momento de propens√£o do Governo Federal para descentraliza√ß√£o das contas p√ļblicas, atrav√©s da reforma administrativa, ¬†e pensar o setor da Cultura no Brasil desta mesma forma.

    A Cultura ser encarada como geradora de emprego e renda e operar descentralizadamente no município.

    As pol√≠ticas p√ļblicas presentes em √Ęmbitos nacional como por exemplo a Lei Rounet e a Lei do Audiovisual deveriam ser descentralizadas, existindo nos munic√≠pios, para que seja poss√≠vel o desenvolvimento de polos culturais em √°reas que n√£o sejam em capitais.

    Por fim, tomar como exemplos de modelo de negócio a cultura norte americana, europeia e coreana (k-pop).

  • #3023
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    Gabriela Cruz
    Espectador

    Dos mais de 13 milh√Ķes de brasileiros desempregados no Brasil, 8,3% milh√Ķes (67,7% ) s√£o negros, √© o que aponta a PNAD.

    De acordo com o IBGE, o dado indica que a taxa de desocupa√ß√£o dessa parcela da popula√ß√£o ficou em 14,6% enquanto da popula√ß√£o branca ficou em 9,9%.¬† Podemos ver nestes dados, que as pessoas negras est√£o sempre em desvantagem no mercado de trabalho,, desde a sua inser√ß√£o at√© mesmo de depois de inserido, esta desigualdade marcada pelo Racismo Institucional mostra o quanto precisamos de A√ß√Ķes Afirmativas para reparo e justi√ßa social para que possamos ter igualdade de oportunidades.

    Este grande contraste na disparidade racial no mercado de trabalho, se estende tamb√©m a remunera√ß√£o. Segundo o IBGE, pretos e pardos recebem em m√©dia quase a metade do rendimento m√©dio dos brancos. Os trabalhos sem carteira assinada tamb√©m s√£o direcionados aos negros, do total de 1,8 milh√Ķes de ambulantes no Brasil, deste total 1,2 milh√Ķes eram negros conforme pesquisa do IBGE.

    O Trabalho doméstico majoritariamente é ocupado por mulheres negras, que por sinal ocupam os menores salários.

    Defendemos as a√ß√Ķes afirmativas para incentivar a presen√ßa de mulheres, negros, lgbts nos quadros das empresas de verdade. As institui√ß√Ķes precisam adequar-se e mudar seus regimes arcaicos, euroc√™ntricos e conservadores de recursos humanos. Muitas empresas realizam apenas a√ß√Ķes pontuais , e n√£o programas efetivos com metas e iniciativas planejadas. Precisamos acabar com essa desculpa de que n√£o existem negros com forma√ß√£o nesse pa√≠s, a pol√≠tica de cotas implementada no Brasil foi um marco importante na forma√ß√£o de carreiras, contudo os obst√°culos¬† desafios profissionais para n√≥s negros ainda permanecem.

    Quando falamos em economia, destacamos que a população negra movimenta mais de 1,8 trilhão de reais na economia por ano.

    Temos que aprimorar as Políticas de Desenvolvimento Humano, pois sabemos que a desigualdade nas oportunidades podem comprometer decisivamente o desenvolvimento humano.

    Oportunidades amplas que possam superar a discriminação e acabar com os esteriótipos que rotulam os negros como os menos capazes.

    Empreendedorismo:

    A definição da palavra empreendedorismo esta ligada a capacidade de identificar oportunidades , solucionar problemas, agregar valores e contribuir para sociedade de maneira inovadora.

    O afroempreendedorismo al√©m de carregar esse aspecto do empreendedorismo, tamb√©m cont√©m em sua ess√™ncia uma proposta de engajamento que alcan√ßa o p√ļblico e reafirma a sua raiz.

    Temos que falar de assunto de extrema relev√Ęncia quando falamos de empreendedorismo, como a inser√ß√£o social , o racismo e o empoderamento, pois o empreendedorismo √© fundamental e decisivo para o desenvolvimento social e econ√īmico do pa√≠s.

    A maioria dos empreendedores brasileiros são negros, de acordo com um estudo de 2015 baseado na PNAD, 50% dos proprietários de negócios .

    Existe uma necessidade de acessar linhas de créditos, juros baixo, auxílio na gerência de negócios, superação do racismo que ainda existe com financiadores, serão compromissos importantes para a redução das desigualdades.

     

  • #3028
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    Paulo Afonso Tavares
    Espectador

    Para alavancar o n√ļmero de emprego que √© t√£o necess√°rio hoje, em nossa na√ß√£o, √© preciso urgentemente da aprova√ß√£o da reforma tribut√°ria. N√£o podemos mais contar apenas com o investimento estrangeiro no Brasil, devemos valorizar os pequenos e micros empreendedores, que tem a coragem e ousadia em abrir o neg√≥cio no pa√≠s, nesse imenso oceano de impostos. Tinha que ser ensinado na educa√ß√£o b√°sica, no√ß√Ķes de empreendedorismo, com certeza faria toda a diferen√ßa.

     

     

  • #3035
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    paula campello
    Espectador

    Nao tem como incentivar o empreendedorismo num pais com a quantidade de taxas e impostos como o Brasil. A descentraliza√ßao da economia √© pe√ßa fundamental para o crescimento econ√īmico no mundo globalizado. Apesar de rermos hoje um expressivo crescimento do emprrendedorismo, pela propria natureza incrvelmente inovadora do brasileiro, a carga tributaria √© o fator de inibi√ß√£o e falencia neste mercado.

    O desenvolvimento brasileiro, hoje necessita celeridadde na reforma tributaria, priorizando os pequenos e nao os grandes. Hoje vemos as grandes empresas com grandes subsidios e as micro e pequenas com uma carga enorme.

    Precisamos de reforma tributaria e politicas p√ļblicas destinadas a facilitar o empreendorismo de micro e pequeno porte.

    Odesenvolvimento, hoje, em um pa√≠s, eminentemente, agricola, precisa andar de bra√ßos dados com uma pratica e uma politica p√ļblica de incentivo a agricultura, principalmente, considerando-se uma economia mundial em recessao com um numero expressivo de refugiados.

     

     

     

  • #3054
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    Joao Pedro Freitas de Araujo Alves
    Espectador

    1) Atrair maior n√ļmero de empresas de fora para os nossos estados, atrav√©s de parcerias a m√©dio e longo prazo diminuindo destas empresas a carga de imposto; por√©m aumentando o n√ļmero de empregos em nosso pa√≠s. Mais pessoas empregadas mais a economia respira e desenvolve.

    2) Diminuir carga de imposto aos novos empreendedores do pa√≠s assim estimulando novas empresas nacionais, como consequ√™ncia desenvolvimento da economia e aumento no n√ļmero de empregos diretos e indiretos.

    3) Aumento gradativo do salário mínimo, não necessitando ser estes aumentos anuais e sim com o movimento do mercado e a geração de emprego através de novas empresas; possamos aumentar o salário mínimo de maneira mais substancial.

  • #3083
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    Jhonathan Rocha
    Espectador

    Quando a tem√°tica √© desenvolvimento econ√īmico, empreendedorismo, emprego e renda, √© necess√°rio que sejam criadas a√ß√Ķes em todas as esferas do governo que visem estimular o desenvolvimento econ√īmico principalmente atrav√©s do empreendedorismo, com bonifica√ß√Ķes no que se refere ao recolhimento de impostos, principalmente no primeiro ano das empresas, pois √© sabido que a probabilidade de √™xito das empresas no Brasil est√° bastante relacionada √† quest√£o de conseguir romper o primeiro ano de funcionamento. Atrav√©s disso, noves empregos s√£o gerados, o que gera um ciclo que favorece a melhoria da renda e, automaticamente, contribui para o desenvolvimento econ√īmico.

  • #3166
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    Anderson N. Nunes
    Espectador

    – Reforma Tribut√°ria

    РPolítica Nacional de Empreendedorismo, onde Estado e União financie e monitore nos municípios como se da aplica a politica para promoção do País.

    – Empreendedorismo nas Escolas com programas para Adolescentes, Jovens e Adultos.

  • #3181
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    Henrique Luciano Alencar
    Espectador

    O PSDB tem que apoiar e dedicar-se a constru√ß√£o de uma agenda de debate na sociedade e no parlamento sobre as reformas estruturantes s√≥cio-econ√īmicas para o pa√≠s; Tais como: a tributaria, sindical, e do mercado de cr√©dito entre outras afins.

  • #3186
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    Geovana Kisner
    Espectador

    Como representante do Norte do país, tenho que manifestar sobre as mudanças almejadas por outro setores que não ocorrem de forma satisfatória, pois por vezes, a realidade de grandes centro dificulta a execução no norte.

  • #3239
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    Estêvão Da Cunha Pereira
    Espectador

    Diminuir a tributação para atrair empresas. Vai gerar empregro e a economia da cidade crescerá.

  • #3282
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    Wagner Siben de Souza Wolff
    Espectador

    Todos os t√≥picos s√£o interdependentes entre si, afinal, n√£o h√° como se falar em gera√ß√£o de emprego e renda sem que haja desenvolvimento econ√īmico nacional, que √©, absolutamente dependente da atividade empresarial.

    Portanto, a fim de fomentar o crescimento da atividade empresarial, √© necess√°rio investir na qualifica√ß√£o profissional dos empres√°rios, diminuir a burocratiza√ß√£o para abertura de novas empresas, simplificar o sistema tribut√°rio nacional e tornar a concess√£o de empr√©stimos menos onerosa, aumentando o n√ļmero de institui√ß√Ķes financeiras em nosso pa√≠s.

  • #3312
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    Matheus Xavier
    Espectador

    Acredito que os 4 temas se conectam quando pensamos em pol√≠ticas p√ļblicas, como uma engrenagem, um tema tem impacto no outro! O desenvolvimento econ√īmico passa pelo incentivo ao empreendedorismo que consequentemente gera emprego e renda . A simplifica√ß√£o na tributa√ß√£o √© um caminho que tem que ser seguido a partir de uma reforma tribut√°ria, empreendedorismo tem que ser incentivado e ensinado nas escolas, para que o jovens construam seu futuro desde cedo com maior independ√™ncia e capacidade. Fomentar principalmente o empreendedorismo social e nas camadas mais pobres da popula√ß√£o, onde diversos projetos j√° mostram que existe uma grande oportunidade √© uma real necessidade de emancipa√ß√£o, por parte da popula√ß√£o, de programas assistencialista.

  • #3341
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    ANDRE MORAIS
    Espectador

    √Č preciso ter um olhar atento para formula√ß√£o e prioriza√ß√£o de politicas p√ļblicas que priorizem oportunidades para a JUVENTUDE. Programas especiais de qualifica√ß√£o profissional e o incentivo ao empreendedorismo jovem, atrav√©s de forma√ß√£o empreendedora para posterior concess√£o de cr√©dito para abertura de empresas, gera empregos, renda e desenvolvimento econ√īmico. N√£o se constr√≥i o futuro de um pa√≠s, sem o olhar atento para o desenvolvimento adequado de sua juventude.

  • #3371
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    luiz steinberg
    Espectador

    Digo que o Brasil deve treinar seus embaixadores com tudo de melhor para que vendam o Brasil no exterior para estrangeiros, tamb√©m. Remunerando os que melhor se destacarem nessa tarefa. Um presidente n√£o pode ficar o tempo todo viajando para fazer um trabalho de formiguinha sozinho. √Č preciso um time, uma estrat√©gia integrada, com o aux√≠lio de um ministro ou mais que saibam negociar. O presidente deve ser parte de uma estrat√©gia para promover a prosperidade no com√©rcio exterior, n√£o o esqueleto completo

  • #3373
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    Pedro Rodrigues
    Espectador

    J√° indagaram se a matem√°tica √© mesmo exata. O fato √© que os n√ļmeros n√£o mentem: elevados n√≠veis de juros dificultam o desenvolvimento de um pa√≠s porque desestimulam o investimento produtivo e assim torna a d√≠vida p√ļblica mais robusta al√©m da sintom√°tica evid√™ncia de d√©ficit. Parece c√≠clico. Que algo assim seja cont√≠nuo porque s√£o aceitas facilidades por parte dos governos mesmo quando fica claro que altas taxas v√£o incidir sobre a emiss√£o de t√≠tulos para financiar a d√≠vida p√ļblica. Com isso adv√©m a perda do valor da moeda com ‚Äúdinheiro carimbado‚ÄĚ a partir de juros subsidiados.

    A discussão pode passar pelos valores aviltantes cobrados concentrados fortemente pelos bancos. A Selic caiu, mas os juros de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal são implacáveis. Como o PSDB pode enfrentar esses juros praticados contra o consumidor? As reformas começaram a acontecer, mas ainda não se enfrentou de peito aberto os bancos que permanecem indiferentes exatamente pelo momento por qual passa o Brasil.

    O Custo Brasil, aparentemente est√° sendo discutido no Congresso e a conta gotas resolvido, o que deve dar uma margem de credibilidade ao pa√≠s, um f√īlego para assim diminuir os pre√ßos dos servi√ßos banc√°rios como o cr√©dito. E o que, afinal, sendo assim, ainda impede a queda do spread banc√°rio? Como resolver a inadimpl√™ncia (por conta da inseguran√ßa jur√≠dica em rela√ß√£o √†s garantias de prote√ß√£o ao consumidor), os dep√≥sitos compuls√≥rios que afetam o custo direto do cr√©dito? O Brasil est√° preparado para o fen√īmeno ‚ÄúOpen Banking‚ÄĚ que em breve deve chegar por estas paragens? At√© que ponto o sigilo banc√°rio no Brasil permitir√° que essa mudan√ßa ocorra e qual o papel da revolu√ß√£o digital nesse processo? Regular nos par√Ęmetros legais essa moderniza√ß√£o se faz necess√°rio. Preparar o terreno para essa competi√ß√£o pode ser uma sa√≠da: mais cr√©dito na pra√ßa, juros mais baixos, portanto, mais acess√≠veis, e por prazos maiores.

    √Č discut√≠vel por estas circunst√Ęncias modernizar as leis, reduzir impostos e baratear custos da atividade de emprestar, por fim propiciando a fertilidade da concorr√™ncia no setor.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Pedro Rodrigues.
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  • #3380
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    Vijanio Filho
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    TEMATICA DESENVOLVIMENTO ECONOMICO

    “O Brasil precisa de um novo pacto social. O Estado tem de caber em sua economia. A reforma da Previd√™ncia e um teto para os gastos p√ļblicos seriam avan√ßos importantes, . Embora n√£o considere haver risco de insolv√™ncia no curto prazo, o economista v√™ “dramaticidade” na situa√ß√£o fiscal. O deficit nominal em mais de 10% do PIB, estima o economista, representa 50% da arrecada√ß√£o. “Este √© o problema que temos hoje no Brasil.” “O Brasil precisa de esfor√ßo fiscal que coloque a d√≠vida em trajet√≥ria sustent√°vel de forma cr√≠vel.

    Queda da infla√ß√£o e dos juros¬† O BC deve manter o juro est√°vel no curto prazo, enquanto aguarda uma melhora das expectativas inflacion√°rias. No segundo semestre, mesmo quem v√™ espa√ßo para retomada do corte da Selic (taxa b√°sica de juros) o condiciona a fatores como a queda das proje√ß√Ķes de infla√ß√£o e √† melhora fiscal, al√©m de um c√Ęmbio comportado. A tend√™ncia¬† √© a previs√£o de dois cortes de 0,5 ponto percentual da Selic no final do ano. A infla√ß√£o de alimentos, que “est√° melhorando”, e a mudan√ßa da bandeira tarif√°ria de energia podem ajudar o BC. A infla√ß√£o tamb√©m deve cair junto com o d√≥lar, que poderia voltar a R$ 3,50 em caso de uma “uni√£o pol√≠tica, com ou sem impeachment”

    5. Abertura da economia¬† uma “abertura comercial agressiva”, com acordos bilaterais. “N√≥s ficamos para tr√°s nisso”, que ainda ¬īpodemos citar a reforma trabalhista e a desindexa√ß√£o do or√ßamento entre as reformas necess√°rias. Al√©m da abertura da economia, o Brasil precisa retomar uma agenda “micro”, com a busca de padr√Ķes de excel√™ncia, como os da OCDE (Organiza√ß√£o para a Coopera√ß√£o e Desenvolvimento Econ√īmico), para o ambiente de neg√≥cios.

     

  • #3429
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    Geruzza Vargas
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    Quando pensamos em desenvolvimento econ√īmico, n√£o ha como desvincular da possibilidade de diminuir as fronteiras entre a pobreza e a mis√©ria. Est√° bandeira deve ser uma de nossas principais bandeiras uma vez que permitira alavancar a economia e gerara riquezas para os nossos t√£o sofridos irm√£os. Empreender no Brasil √© extremamente caro, burocr√°tico e deve ser uma de nossas bandeiras, hoje e sempre!

  • #3622
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    Patrick Do Nascimento
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    Reforma tribut√°ria URGENTE! Eu trabalho no setor tribut√°rio e √© muito, mas MUITO complicado entender o sistema tribut√°rio brasileiro. Como a economia vai andar se nem quem trabalha na √°rea consegue entender? Nosso partido deve ser firme e apoiar duas principais quest√Ķes:
    *Reforma tributária com simplificação de tributos;
    *Tributação exclusiva na renda, somente a partir de 4 salários mínimos, com alíquotas progressivas, juntamente com a taxação de grandes fortunas.

    Se faz necess√°rio adequar a realidade do pa√≠s √† do resto do mundo. Perdemos muitos investimentos por conta da complexa e antiquada lei tribut√°ria. Ela √© ineficiente e complicada (propositalmente). √Č poss√≠vel sim aumentar a arrecada√ß√£o simplificando tributos, desonerando os produtos e taxando a renda na fonte. O nosso partido precisa levantar a bandeira da desburocratiza√ß√£o para que seja poss√≠vel gerar empregos, mas, e √© um grande MAS, sem extinguir NENHUM direito dos trabalhadores.

    Além disso, fomentar o empreendedorismo saudável nas escolas, colocar na grade curricular aulas de economia e investimentos e ensinar a população que é muito melhor trabalhar por si do que receber uma esmola do governo, se faz necessário para que a mentalidade do brasileiro possa mudar. Avante nessa pauta PSDB!

  • #3642
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    Silvia Cibele
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    O empreendedorismo precisa ser entendido como meio e não como fim ou seja, temos que distinguir o bico para sobrevivência familiar da atividade empreendedora.

    Precisamos conhecer os desafios: necessidades,¬† pretens√Ķes, objetivos, a viv√™ncia do cidad√£o para entendermos o seu perfil

    A administra√ß√£o p√ļblica precisa desenvolver programas para capacitar para qualificar esse √© o primeiro passo para que o empreendedor tenha acesso ao mercado, condi√ß√£o b√°sica para se obter sucesso no neg√≥cio, torn√°-lo rend√°vel

    √Č preciso ainda, dar condi√ß√Ķes para o acesso ao cr√©dito, manter uma empresa aberta e regularizada tem um alto custo para o micro empreendedor, que, facilmente fica negativado e tem todas as portas de financiamento fechadas.

    Já falamos sobre a necessidade da concepção e incorporação da educação empreendedora que deve ser uma educação permanente de atualização das necessidades do mercado. Um produto natalino não terá sucesso no período de festas juninas, essa realidade precisa ser despertada no empreendedor.

    Para o empreendedor negro essas necessidades são destacadas pois, a realidade que ele tem como experiência é vender o almoço para comprar a janta, é considerar que legalizar é dar dinheiro ao Estado, esses paradigmas precisam ser desconstruídos.

     

  • #3674
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    Rafael Ventura
    Espectador

    √Č primordial que facilite os impostos que os empreendedores pagam. Acho que seria a principal a√ß√£o em benef√≠cio da categoria.

  • #3757
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    Leonardo Martins
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    Desenvolvimento econ√īmico e gera√ß√£o de emprego e renda, s√£o grandes desafios, se n√£o os maiores, presentes hoje no nosso pa√≠s.

    Em um Brasil que o PT entregou de heran√ßa um tr√°gico legado de 13 milh√Ķes de desempregados, a desvaloriza√ß√£o dos empres√°rios, a burocracia desnecess√°ria e em excesso e a alta carga tribut√°ria, s√£o fatores que somam negativamente a favor do desemprego.

    O primeiro caminho para mudar isso, é a realização da reforma tributária, que já anda em discussão e com forte protagonismo dos parlamentares do PSDB na mesma, assim reduzindo impostos desnecessários e ajudando a promover o crescimento dos negócios, que quanto maiores forem, mais ainda podem ajudar na questão empregatícia.

    Outra quest√£o importante √© saber diferenciar, os pequenos empres√°rios, dos grandes, ressaltando o fato de serem os pequenos que de fato movem, com uma for√ßa muito maior, a economia e geram empregos, e por conta da alta carga de impostos, incompat√≠veis com seu tamanho, acabam fechando as portas, ou seja, acho que al√©m da reforma tribut√°ria, seria necess√°rio a cria√ß√£o de um projeto nacional, semelhante ao “Simples Ga√ļcho”, que foi resgatado e ampliado pelo governo do PSDB no Rio Grande do Sul, que reduziu impostos para 99% dos micros e pequenos empres√°rios ga√ļchos, permitindo assim o seu crescimento e a manuten√ß√£o de suas pequenas empresas.

    Outro ponto importante √© a burocracia desnecess√°ria no Brasil, que suga os postulantes a abrir uma empresa, os desestimula, atrasa o desenvolvimento e muitas vezes, faz com que os mesmos desistam de entrar para o ramo empresarial, e vejo como solu√ß√£o para isso, a defesa de uma plataforma de alvar√° digital, simples e r√°pida, para abertura de empresas e que assim, desburocratize, incentivando novos empres√°rios, empreendimentos e participa√ß√Ķes no setor.

    Por fim, faço a manifestação para aqueles que vêem o empresário como inimigo, dizendo que estão equivocados, pois não existiria economia forte e sociedade moderna sem os empresários, que trabalham com a certeza dos gastos e da possibilidade de prejuízos, com a falta de segurança em um país onde a violência reina e que nem sequer tem a certeza do seu salário mensal.

    √Č um desafio enorme empreender no Brasil, portanto, precisamos atuar na valoriza√ß√£o de quem tem coragem para fazer isso e no protagonismo de fazer do nosso pa√≠s, um lugar com cen√°rio favor√°vel para empreender. O povo brasileiro e a economia nacional ser√£o os maiores beneficiados com isso.

    LeonardoMartins – RS

  • #3764
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    Valeria Garcia Ferreiro
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    A grande maioria dos depoimentos faz referência a redução de tributos e aumento de gastos com investimentos, mas desta forma não há orçamento que dê conta.

    O empreendedorismo está em franca ascensão, talvez mais pelo desemprego que por movimento próprio da população, mas precisamos ficar atentos para os diversos gargalos que já estão expostos:

    1 – o ensino formal est√° voltado para o trabalho assalariado e n√£o para o empreendedorismo, aumentando assim a dificuldade em se desenvolver em qualquer ramo de atividade.¬† Neste sentido, imp√Ķe-se a oferta de profissionaliza√ß√£o dos empreendedores, que poder√£o ser apresentadas pela internet, por exemplo — acrescido de ser repensado a forma e conte√ļdo do ensino seriado atual.

    2 – a t√£o sonhada desburocratiza√ß√£o n√£o pode invadir o bem-estar da popula√ß√£o.¬† Na verdade √© apenas quest√£o de enfoque se o licenciamento incluir√° avalia√ß√£o pr√©via ou se √© feito licenciamento por simples declara√ß√£o.¬† Na segunda hip√≥tese, o gasto com fiscaliza√ß√£o cresce, impondo que as taxas de fiscaliza√ß√£o tamb√©m sejam revistas, o inc√īmodo √† vizinhan√ßa cresce, os riscos de seguran√ßa em geral aumentam.¬† Uma das grandes frustra√ß√Ķes dos empreendedores √© o zoneamento (nas cidades que fazem esta distin√ß√£o), mas o planejamento estrat√©gico da cidade est√° diretamente relacionado √† qualidade de vida de seus habitantes (zonas estritamente residenciais em todos os bairros, j√° que muitas pessoas trabalham no contraturno, por exemplo).

    3 – a dificuldade na tributa√ß√£o √© flagrante, mas n√£o h√° que se confundir simplificar com n√£o cobrar.¬† Op√ß√£o que foi abortada antes de nascer, no Rio de Janeiro, foi adotar responsabilidade tribut√°ria para os pagamentos com cart√£o de cr√©dito ou d√©bito — esta pr√°tica efetivamente simplificaria em muito a arrecada√ß√£o, podendo ser adotadas al√≠quotas padr√£o que o empres√°rio poderia, se quisesse, apresentar declara√ß√£o posterior de ajuste tribut√°rio.¬† Al√©m disso, o efetivo pagamento de tributos √© altamente conscientizador de cidadania.¬† Tamb√©m n√£o se pode esquecer que os incentivos fiscais simplesmente em troca de emprego precisam ser repensados, afinal os incentivos podem ser redirecionados ao empreendedorismo micro e pequeno, que geram proporcionalmente maior quantidade de empregos.

    4 – outra trag√©dia anunciada √© o MEI daqui a alguns anos, quando os atuais empreendedores pretenderem se aposentar.¬† Hoje o pagamento da parte INSS √© de aproximadamente R$ 50 que, recolhidos ao longo de 30 anos cobririam o pagamento de 18 meses de aposentadoria! Ainda que n√£o se separe nada para custear a assist√™ncia social e sa√ļde, ficando tudo para a previd√™ncia e, al√©m disso, se fa√ßam investimentos √≥timos ao longo destes 30 anos de contribui√ß√£o, ainda assim chegaria talvez a 2 ou at√© 3 anos de aposentadoria!!

    5 – muito tamb√©m se falou do custo do trabalhador, mas precisamos ficar atentos que um bocado deste chamado custo na verdade √© responsabilidade tribut√°ria, n√£o √© dinheiro do patr√£o.¬† S√£o os valores respons√°veis pelo Imposto de Renda, sa√ļde e aposentadoria, entre outros.

    Quanto ao desenvolvimento econ√īmico, cada ambiente tem seu perfil e demanda an√°lise adequada, mas algumas circunst√Ęncias s√£o comuns:

    – As sociedades de economia mista t√™m seu objetivo p√ļblico fundamental e dever√° sim ser usada para o fim p√ļblico a que se destina, em detrimento do seu valor em Bolsa.¬† Assim, Banco do Brasil, por exemplo, deveria disponibilizar cr√©dito barato aos empreendedores.

    – a malha tribut√°ria no formato Impostos, Taxas e Contribui√ß√Ķes √© velha conhecida e deveria ser adequada ao ente tributante.¬† Os Munic√≠pios abrem m√£o do potencial das Taxas, impondo aos contribuintes uma tributa√ß√£o desigual em rela√ß√£o aos servi√ßos p√ļblicos prestados — e nem precisa de reforma tribut√°ria para realizar esta adequa√ß√£o.¬† O IPTU √© imposto altamente desagregador, como qualquer imposto sobre propriedade (inclua-se o ITR, IPVA), havendo posi√ß√Ķes no sentido de serem isentos o primeiro im√≥vel, e mesmo assim v√°rios Munic√≠pios tem este imposto como base da sua tributa√ß√£o.¬† Transforma√ß√£o da malha tribut√°ria municipal para tratamento justo aos contribuintes deveria ser prop√≥sito de pol√≠ticas p√ļblicas s√©rias e corajosas.

    Рo perfil turístico chega a ser óbvio, mas é preciso que o pensamento político se volte nesta direção.

     

  • #3771
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    Juventude Nacional PSDB
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    JOVENS NEM-NEM E PRIMEIRO EMPREGO

     

    Por: J√ļlia Jereissati

     

    HaŐĀ cerca de 33 milh√Ķes de jovens de 15 a 25 anos no Brasil, correspondendo a mais de 17% da nossa popula√ß√£o. O n√ļmero de jovens que nem estudam e nem trabalham (nem-nem) eŐĀ de 23%. Mesmo com o √≠ndice relativamente alto, os resultados s√£o otimistas, mostrando que a juventude brasileira n√£o eŐĀ pregui√ßosa, apenas 5% dos jovens nem-nem est√£o inativos, o restante est√°ŐĀ ocupado buscando emprego (principalmente homens) ou com afazeres dom√©sticos (principalmente mulheres).

    Raz√Ķes da gera√ß√£o Nem-Nem

    ‚ÄĘ Problemas com habilidade cognitiva ou socioemocionais.

    ‚ÄĘ Falta de Pol√≠ticas P√ļblicas.

    ‚ÄĘ Abandono escolar.

    ‚ÄĘ Obriga√ß√Ķes familiares.

    O gargalo do abandono escolar estaŐĀ no ensino m√©dio, 41,5% dos jovens at√©ŐĀ 19 anos abandonam a escola. Entre as mulheres at√©ŐĀ 17 anos que tem filho, o n√ļmero aumenta para 57%, ou seja, uma em cada quatro jovens abandona o ensino m√©dio.

     

    TRANSICŐßAŐÉO DOS ESTUDOS PARA O MERCADO DE TRABALHO

    PoliŐĀtica P√ļblica cont√≠nua eŐĀ a chave para alavancar a trajetoŐĀria desses jovens da escola para o primeiro emprego. Essas poliŐĀticas precisam assegurar que os jovens ampliem o conhecimento social, cultural e tecnoloŐĀgico, desenvolvendo as competeŐāncias necessaŐĀrias para atuar num mercado de trabalho cada vez mais competitivo. HaŐĀ a necessidade de investimento em educacaŐÉo puŐĀblica de qualidade, em cursos profissionalizantes, fiscalizacŐßaŐÉo para que as verbas destinadas aŐÄ educacŐßaŐÉo de fato se tornem investimentos, implementacŐßaŐÉo de um programa nacional de primeiro emprego, ampliacŐßaŐÉo de frentes de trabalho com maŐÉo de obra jovem nos setores (EducacŐßaŐÉo, sauŐĀde, administracŐßaŐÉo puŐĀblica etc).

    O Governo Federal tem um conjunto de programas e acŐßoŐÉes voltadas a juventude. Plano de PrevencŐßaŐÉo aŐÄ VioleŐāncia contra a Juventude Negra, Programa EstacŐßaŐÉo Juventude, ParticipatoŐĀrio e Programa Juventude Rural. Nenhum programa do Governo Federal eŐĀ ligado diretamente √† transi√ß√£o do jovem da escola para o primeiro emprego.

     

    LEI DE APRENDIZAGEM n¬ļ 10.097/2000

    A Lei de Aprendizagem promulgada em 2002, determina que todas as empresas de meŐĀdio e grande porte tenham de 5% a 15% de aprendizes em seu quadro de funcionaŐĀrios, em funcŐßoŐÉes que necessitem de formacŐßaŐÉo de niŐĀvel baŐĀsico. EŐĀ considerado Aprendiz, o jovem entre 14 e 24 anos, que curse ou tenha concluiŐĀdo o ensino fundamental ou meŐĀdio.

     

    JOVEM APRENDIZ – ATUAL

    EŐĀ um programa de forma√ß√£o e emprego para jovens entre 14 e 24 anos, amparado na Lei da Aprendizagem (2000), influenciou na redu√ß√£o do n√ļmero de jovens Nem-Nem. Uma pesquisa do CIEE aponta que 76% dos jovens que conclu√≠ram a aprendizagem entre 2016 e 2017 estavam trabalhando ou estudando e 30% estudavam e trabalhavam. O contrato de aprendizagem eŐĀ v√°lido por dois anos, e essa mesma pesquisa aponta que 25% dos jovens contratados foram efetivados nas empresas que participaram do programa. O programa n√£o tem como objetivo que o jovem permane√ßa na mesma empresa, mas que aumente a empregabilidade e qualifique para continuar no mercado de trabalho.

    PNPE – 2003 a 2017

    O Programa Nacional de Estimulo ao Primeiro Emprego atendeu 294.913 jovens de baixa renda dos 16 aos 24 anos. Ao final, 94.548 (32%) jovens foram inseridos no mercado de trabalho.

     

    PROJOVEM TRABALHADOR – A PARTIR DE 2008

    Programa Nacional de Inclusão de Jovens de 19 a 29 anos em situação de desemprego. De 409.979 concludentes, apenas 27.200 (6,6%) foram inseridos no mercado de trabalho.

     

    PRONATEC – A PARTIR DE 2012

    Programa Nacional de Acesso ao Ensino T√©cnico e Emprego, baseado na educa√ß√£o profissional e tecnol√≥gica para estudantes do ensino m√©dio da rede p√ļblica ou bolsistas de rede privada. Com 9.727.861 inscritos at√© 2016, n√£o teve efeito na empregabilidade, com alta evas√£o e distanciamento entre a forma√ß√£o e exig√™ncias do mercado de trabalho.

     

    Confrontando todos esses dados, o recado √© claro: Pol√≠ticas P√ļblicas precisam n√£o somente ser implementadas, mas tamb√©m aplicadas na pr√°tica e exercidas em todos os n√≠veis: municipal, estadual e federal. Os jovens representam grande parcela da popula√ß√£o, e a aus√™ncia de oportunidades no presente, poder√° acarretar em um futuro menos estruturado e qualificado.

     

    JUVENTUDE NACIONAL DO PSDB

  • #3782
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    Asp√°sia Camargo
    Espectador

    [quote quote=457][/quote]

    Devemos partir do fato aberrante e patol√≥gico de que a estagna√ß√£o do modelo econ√īmico chamado desenvolvimentista j√° dura quarenta anos e que neste per√≠odo as taxas de produtividade foram muito baixas comparadas com pa√≠ses que cresceram o PIB e modernizaram sua economia, como a Coreia do Sul, a China, e outros. A culpa, sem d√ļvida, √© da Constitui√ß√£o de 1988 que foi sens√≠vel √† quest√£o social mas insens√≠vel √† necessidade de ¬†apostar na economia de mercado e na inova√ß√£o que torna o mercado internacionalmente competitivo. As empresas pouco investem em tecnologia e as ind√ļstrias brasileiras est√£o morrendo na indig√™ncia com apenas 10% do PIB. Estamos vivendo a 4a revolu√ß√£o industrial e uma revolu√ß√£o nas for√ßas produtivas, mas preferimos manter embalsamado o velho defunto, achando que poderemos ressuscit√°-lo com m√£o de obra barata e pouco qualificada. J√° √© hora de pressionar pela liberaliza√ß√£o ¬†do com√©rcio no que diz respeito √† tecnologia vinda de fora, para que fique mais barata e contribua para dar mais competitividade a nossas empresas. Nesse particular, a desestatiza√ß√£o e desregulamenta√ß√£o, provocando a simplifica√ß√£o dos processos e agilidade as trocas comerciais, ¬†√© indispens√°vel. ¬†Em plena revolu√ß√£o 4.0, baseada na internet das coisas, e no empreendedorismo continuamos de muletas, dependentes de um Estado desatualizado, controlador e corrupto. Agora, poder√≠amos tratar com carinho as √°reas e empresas em que somos mais competitivos, apostando em sua expans√£o para al√©m de nossas fronteiras. Nada disso acontecer√° sem organizar os fundos de financiamento sem os quais a infraestrutura obsoleta continuar√° atrapalhando o nosso crescimento.

  • #3801
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    Raquel de Santana
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    No governo FHC tinha o Brasil Empreendedor, uma parceria com o Sebrae e bancos de fomento, era um projeto voltado ao micro empresário e funcionou muito bem, gostaria de vê-lo novamente bem atualizado com GO Works e incubadora de empresas, imagina nas grandes cidades todo esse mecanismo a disposição do cidadão que quer empreender, respeitando a cultura de cada região.

  • #3828
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    Gi√°como de Rosso
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    Inegavelmente, para que possamos construir uma nação desenvolvida, precisamos discutir a pauta da descentralização dos recursos.

    A Constitui√ß√£o Federal coloca em letra do seu artigo 3¬į, inciso III, que constitui como objetivo da Rep√ļblica Federativa do Brasil erradicar a pobreza e a marginaliza√ß√£o e reduzir as desigualdades sociais e regionais.

    Exatamente no ponto em que preceitua a Carta constitucional a necessidade de reduzir as desigualdades regionais é que se mostra urgente a premissa de fazer mais Brasil e menos Brasília.

    Uma boa alternativa para a descentraliza√ß√£o das riquezas nacionais e o desenvolvimento dos demais entes √© dada pelo pr√≥prio constituinte origin√°rio no artigo 25, ¬ß 3¬į quando assim positivou: Os Estados poder√£o, mediante lei complementar, instituir regi√Ķes metropolitanas, aglomera√ß√Ķes urbanas e microrregi√Ķes, constitu√≠das por agrupamentos de munic√≠pios lim√≠trofes, para integrar a organiza√ß√£o, o planejamento e a execu√ß√£o de fun√ß√Ķes p√ļblicas de interesse comum.

    Ora, se o legislador constituinte optou pela positiva√ß√£o de tal possibilidade, j√° manifestava ele a vontade de descentralizar as atua√ß√Ķes do Estado, conferindo maior autonomia aos entes federados e a possibilidade dos mesmos de executar fun√ß√Ķes de interesse p√ļblico comum, inclusive com a cria√ß√£o de Cons√≥rcios P√ļblicos, nos termos da Lei 11.107/2005.

    Assim, se analisado um dos principais gargalos de nossa economia que é a falta de infraestrutura, tem-se aí a boa oportunidade de construir mecanismos de atuação conjunta entre municípios e estados para a realização de obras de infraestrutura.

    Tamb√©m, para desburocratiza√ß√£o do Estado nas fun√ß√Ķes de fiscaliza√ß√£o sanit√°ria, por exemplo, podem os estados membros buscar a cria√ß√£o de sistemas de inspe√ß√£o em √Ęmbito regional, em conjunto com os munic√≠pios lim√≠trofes uns dos outros.

    Para a consecução de tais objetivos, mostra-se necessária a atuação direta da União Federal, seja através da destinação de recursos ou adequando a legislação a fim de permitir aos entes interessados a sua efetivação.

    Seriam estas, em tese, algumas alternativas para descentralização das riquezas e garantia de maior autonomia dos entes federados, possibilitando a erradicação das desigualdades regionais e, consequentemente, a criação de novos postos de trabalho nas comunidades distantes dos grandes centros.

     

  • #3849
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    Edite Vidal
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    As altas taxas de desemprego entre os jovens se deve ao desafio do primeiro emprego somado a crise econ√īmica. A experi√™ncia exigida e a falta de qualifica√ß√£o reverbera essa afirmativa. E que podemos fazer para mudar esta realidade?

    *Incentivar ¬†e qualificar o jovem atrav√©s de pol√≠ticas que viabilizem a m√£o de obra mais econ√īmica em troca de qualifica√ß√£o e experi√™ncia.

    *Parcerias p√ļblico-privada

    *Sistema integrado de cadastro e informa√ß√Ķes

     

  • #3880
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    Jone Soares
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    • Nosso pa√≠s enfrenta uma das maiores taxas de desemprego da hist√≥ria. Fruto de alguma decis√Ķes erradas tomadas pelos governos do PT. Penso que para melhorarmos estes √≠ndices se faz necess√°rio investirmos em educa√ß√£o. A educa√ß√£o √© o √ļnico caminho para contornar o desemprego. Acredito que uma maneira seria o investimento em cursos t√©cnicos e profissionalizantes, onde os jovens juntamente com as disciplinas regulares tenham aprendizado voltado a um profiss√£o espec√≠fica.

    Jone Soares Pelotas.

  • #3899
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    Nat√°lia Reis
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    Como cidad√£os¬† brasileiros¬† temos acompanhado o avan√ßo¬† do Desenvolvimento Econ√īmico no pa√≠s¬† considerando o servi√ßo de cada governo¬† que tiveram¬† oportunidade em sua jurisdi√ß√£o executivo legislativo judici√°rio . Como patriota brasileira¬† ( Mulher M√£e¬† Esposa¬† Av√≥ Tia irm√£¬† prima) QUE SOU Acredito¬† que o Brasil ainda pode ser um pa√≠s¬† que¬† far√°¬† o melhor pela NOSSA¬† P√°tria¬† ¬†as siglas de nossa Bandeira BRASIL ORDEM¬† E PROGRESSO. Investirmos em Equipamentos facilitando AGRO NEG√ďCIO Para¬† comunidades carentes ind√≠genas quilombolas ribeirinhos da Amaz√īnia pescadores pecuaristas jardineiros fazendeiros garis funcionalismo p√ļblico Est√° na hora de falar menos e TRABALHAR MAIS. TEMOS as riquezas de EXTRATIVISMO¬† da castanha do Brasil e at√© Petr√≥leo NOBRES AMIGOS CONGRESSISTAS PARTID√ĀRIOS O PSDB nunca e jamais deixou de ser o partido referencial para nossa p√°tria BRASIL¬† nosso PA√ćS √Č RICO o que falta √© termos pessoas eficientes NOBRES que exer√ßam e administram nosso pa√≠s com justa igualdade olhar para as classes carentes muitos sonham com¬† independ√™ncia financeira.Precisamos de Investidores menos juros facilitando o¬† registro¬† de pequenos produtores rurais micro e pequenas empresas dobrar aten√ß√£o¬† para os produtores rurais milho soja arroz em Roraima muitas¬† refinarias est√£o¬† fechadas¬† sucateadas porque n√£o¬† dizer todo Brasil .Esta na hora de soltar a VOZ¬† e cantar “ouviram¬† do Ipiranga √†s Margens Pl√°cidas de um povo her√≥ico” Que sabe sobreviver em meio a crise a tantas crises e dificuldades¬† O BRASIL¬† PRECISA a voltar¬† resgatar¬† a ordem e o progresso precisa¬† voltar a funcionar mais trabalho para o m√©dio e pequeno produtor investir em financiamentos¬† estamos sonhando com o livre com√©rcio¬† que saia do Papel¬† os projetos e sejam executados realizados para o melhor desenvolvimento de nosso¬† PA√ćS

    ūüáßūüá∑AVAN√áA BRASIL

  • #3930
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    Juninho Assis
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    Eu sou mais um (01) na multid√£o de in√ļmeros desempregados no Brasil, vejo que mudaram o custo jur√≠dico, ajudando o empregador, dando mais responsabilidades ao reclamantes, onde tem que avaliara muito antes de entrar com uma a√ß√£o contra o empregador. Mas n√£o pode para por ai, tem que haver uma desburocratiza√ß√£o e diminui√ß√£o dos encargos tribut√°rios diminuindo assim, o custo de contrata√ß√£o. Outra coisa s√£o as obras que nossas estatais ex: PETROBRAS tem mandado para fora do pa√≠s (√Āsia em especial), deixando nossos estaleiros fechados. Esquecendo um dos itens do seu c√≥digo de √©tica que √© a responsabilidade social. Hoje mesmo acontecer√° um “Mega leil√£o” da Cess√£o onerosa para explora√ß√£o de petr√≥leo.

    As prefeituras tem que prospectar seus munic√≠pios, oferecendo sa√ļde, mobilidade, parcerias publico/privado, capacita√ß√£o dos mun√≠cipes e incentivo fiscal (ISS).

  • #3939
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    Diego Mariano
    Espectador

    O Microcrédito talvez seja uma das formas mais efetivas de incentivar o empreendedorismo, principalmente junto às camadas mais pobres da população. Através dele a população pode adquirir sua máquina de costura, carrinho de pipoca e poder transformar sua realidade através disso.

    Ocorre no mais das vezes essas pessoas encontram, nas exig√™ncias de garantia (patrim√īnio e/ou fiadores), barreiras intranspon√≠veis para a obten√ß√£o do empr√©stimo. Vivi isso de perto quando passei pela Subsecretaria de Juventude de MS, onde uma das principais barreiras dos jovens que buscavam microcr√©dito era justamente a exig√™ncia de fiador.

    Nisso, sugiro que seja pautada a flexibiliza√ß√£o dessa exig√™ncia, principalmente nas institui√ß√Ķes p√ļblicas, para realmente tornar fact√≠vel a obten√ß√£o destes financiamento √† popula√ß√£o de mais baixa renda, o p√ļblico principal desta pol√≠tica. Al√©m disso, √© preciso ampliar a oferta de recursos por meio de a√ß√Ķes como Tecnova 2, que destina recursos para o desenvolvimento de projetos de desenvolvimento econ√īmico, social e tecnol√≥gico.

  • #3978
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    R√īmulo Machado
    Espectador

    Empreender no Brasil √© um desafio muito grande por conta dos atritos enfrentados quando se deparam com a burocratiza√ß√£o e tributa√ß√£o. Mas h√° uma pequena esperan√ßa advinda pela MP da Liberdade Econ√īmica (881/2019), onde uma grande desburocratiza√ß√£o pode proporcionar um al√≠vio para pequenos empreendimentos.

     

    O Empreendedorismo do s√©culo XXI, sem d√ļvidas, √© o carro forte de todo o Desenvolvimento Econ√īmico do Brasil, sejam eles: donos de seu pr√≥prio neg√≥cio ou investidores. Segundo Robert Kiyosaki, temos que sair da zona de sobreviv√™ncia e do esgotamento, em busca da zona de desempenho e recupera√ß√£o, para uma verdadeira qualidade de vida com liberdade financeira. Um empreendedor √© um dono de um neg√≥cio, mas um grande empreendedor √© o dono do seu neg√≥cio. Parece pleonasmo, mas n√£o √©. Um verdadeiro empreendedor sofre uma grande lapida√ß√£o pessoal para poder aprender sobre neg√≥cios e aperfei√ßoar seu lado profissional. √Č por isso que a Meritocracia por Resultados √© total e integralmente fixada no Empreendedorismo, e n√£o no Servi√ßo P√ļblico.

     

    Meritocracia √© algum resultado por algo que realmente voc√™ mere√ßa. E no Empreendedorismo, primeiramente, voc√™ n√£o troca tempo por dinheiro. Portanto, todo seu rendimento √© meritocr√°tico. Ademais, quando voc√™ sai da zona de esgotamento (aut√īnomo) e chega na zona de desempenho (dono do pr√≥prio neg√≥cio), voc√™ se depara a um patamar muito alto de alta performance (lapida√ß√£o) e come√ßa a se tornar um grande empreendedor de sucesso. O grande desafio dos brasileiros est√° a√≠: para se lapidar, voc√™ precisa sair da zona de conforto onde a grande maioria (acomodada) desiste nos primeiros passos da ‚Äúgrande mudan√ßa‚ÄĚ que tanto almeja. Parafraseando Robert Kiyosaki, as pessoas se encontram na Corrida dos Ratos, ou seja, vivem dando desculpas (cren√ßas limitantes) como ‚Äún√£o tenho tempo‚ÄĚ, ‚Äún√£o tenho dinheiro‚ÄĚ, adquirindo um complexo de inferioridade e negatividade, procrastinando e engavetando a maioria dos seus sonhos, apenas sobrevivendo e esquecendo-se de viver a vida.

     

    Para Fl√°vio Augusto, empreender se baseia em sonhar, ter metas e objetivos; √© assumir o compromisso e comprometimento com voc√™ e com o seu neg√≥cio. Um grande empreendedor de sucesso, depois de uma vasta lapida√ß√£o (foco, disciplina e supera√ß√£o), volta √†s suas origens (humildade, resili√™ncia e gratid√£o). Ele conhece cada espa√ßo da sua empresa ou neg√≥cio, conversa com todos os seus funcion√°rios (e tem um √≥timo di√°logo), excel√™ncia em ouvir seus clientes para melhor atend√™-lo. J√° dizia Dale Carnegie, se quer tirar o mel, n√£o espante a colmeia. Assim, ele constr√≥i seu sucesso por ter uma verdadeira vis√£o empreendedora, contribuindo ativamente com Emprego e Renda para milhares de pessoas, alavancando o Desenvolvimento Econ√īmico Brasileiro.

     

    Uma pessoa sem sonho e sem conhecimento, sem d√ļvidas, √© uma pessoa sem vida. Ou seja, o importante √© ser uma pessoa comum, com atitudes diferenciadas, em busca de resultados extraordin√°rios.

     

    Segundo o Global Entrepreneurship Monitor (GEM), √© significante a taxa de brasileiros que tem o desejo de empreender na Juventude: 14,2 % (jovens de 18 a 24 anos) e 19,2 % (jovens acima de 25 anos). E quais os fatores determinantes? Dificuldades enfrentadas, n√≠vel de escolariza√ß√£o, papel de fam√≠lia, aprendizagem, desejo de explorar oportunidades, necessidades de pol√≠ticas p√ļblicas, redes de relacionamento, etc. O GEM ainda aponta que, o Brasil est√° na 4¬™ posi√ß√£o, no Empreendedorismo por Necessidades; e na 15¬™ posi√ß√£o, no Empreendedorismo por Oportunidades. Os mais jovens s√£o os que mais realizaram algum curso na √°rea que pretendem atuar antes de abrirem o neg√≥cio. Esse n√ļmero representa 33% dos jovens de at√© 24 anos que buscaram alguma capacita√ß√£o antes de empreender.

     

    Jo√£o Appolin√°rio j√° diz que o imposs√≠vel √© quest√£o de opini√£o e inovar √© questionar o que j√° existe. Portanto, valorizar o Empreendedorismo atrav√©s da Vis√£o Empreendedora, da Gest√£o Estrat√©gica, da Educa√ß√£o Financeira e da Inova√ß√£o e da Tecnologia √© estimular mais Emprego e Renda para milhares de brasileiros e decolar o Desenvolvimento Econ√īmico no Brasil. Ou seja, tudo se baseia em muito conhecimento e aprendizado (mudan√ßa de mentalidade). Assim, nosso pa√≠s poder√° equilibrar a economia, voltando a ser respeitado perante os outros pa√≠ses desenvolvidos. H√° anos o Brasil caiu sua posi√ß√£o de ‚Äúpais emergente‚ÄĚ e, hoje, somos considerados ‚Äúsubdesenvolvidos‚ÄĚ.

    Por que? √Č melhor ler todo esse texto novamente que voc√™ ter√° uma resposta.

  • #4788
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    Marisa Braga
    Espectador

    Bom acredito que, diante do atual cen√°rio pol√≠tico-econ√īmico brasileiro onde o desemprego chega a ser alarmante, o empreendedorismo vem com um “resgate” atuando diretamente na gera√ß√£o de empregos, expandindo a economia e proporcionando a realiza√ß√£o de atividades que sustentem o crescimento profissional.

    Na luta pela sobrevivência os pequenos empresários buscam oportunidades para investir, mesmo que a motivação seja a  própria necessidade de vida. 

  • #4846
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    Silvia Cibele
    Espectador

    Considerando a postagem de alguns colegas √© importante ponderar que empreender n√£o significa ter um “bico de sobreviv√™ncia”, quem faz bolo pro caf√© da manh√£ pra comprar o produto e a mistura para vender mais bolo pro caf√© da tarde, √© um sobrevivente, √© um aut√īnomo que faz do meio de trabalho a sua condi√ß√£o de sobreviver mais um dia.

    Reitero a necessidade de prepararmos os artes√£os, os aut√īnomos e os que fazem bico para que entendem o seu neg√≥cio e passe a enxerg√°-los como algo rend√°vel, que entenda o que √© ser empreendedor e, se deseja se formalizar. A formaliza√ß√£o n√£o pode ser encarada como obrigat√≥ria tampouco como algo para pagar mais impostos.

    O empreendedorismo social, por exemplo é uma forma de empreender onde se produz bens e serviços com foco na comunidade, nas necessidades e problemas sociais locais. A geração de renda é possível através da melhoria da condição de vida daquela comunidade.

     

  • #5063
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    IVAN BATISTA
    Espectador

    Sempre foi a marca do PSDB politicas publicas, nacionalmente somos conhecido com esse olhar para a população e não podemos deixar essa marca se pagar.

  • #5142
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    José Amaro Lopes Pereira
    Espectador

    Apoiar e incentivar o  empreendedor abdicando de impostos (por um tempo pré determinado) para que haja crescimento do empreendimento para que assim possa crescer para dar oportunidades  de emprego gerando renda para o povo e enriquecendo o Estado que terá mais empresas gerando emprego e renda trazendo divisas para o nosso país e dignidade para o nosso povo!

  • #5150
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    Guilherme Manh√£es
    Espectador

    Investimento em gera√ßao de emprego com pol√≠ticas p√ļblicas na forma√ß√£o profissio nal;

    Fim da estabilidade de emprego do funcionalismo p√ļblico;

    Melhorar a distribuição de renda com aumento do poder de compra do salário mínimo;

    Desburocratização da máquina administrativa para abertura de novos empreendimentos

     

     

  • #5167
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    Augusto Hidalgo
    Espectador

    Ainda com a opini√£o em um outro tema, desenvolvimento econ√īmico se da com educa√ß√£o, bem como mudan√ßa de cultura, o Brasil precisa investir no jovem, e incentiva-lo a ter seu pr√≥prio negocio, assim tanto o governo, quanto popula√ß√£o, quanto o jovem ganham, e empreendedorismo deveria come√ßar pelo governo.

    E comum vermos gente na extrema pobreza, mas que n√£o se disp√Ķem a ter uma horta, criar uma galinha, e s√£o estes que dependem exclusivamente do bolsa fam√≠lia, como desenvolver economicamente um pa√≠s que tem grande parcela de sua popula√ß√£o vivendo deste modo sem perspectivas de mudan√ßa ? somente mudando a cultura, e isto e trabalho de base, com massivo investimento em educa√ß√£o e o acompanhamento respons√°vel destes investimentos.

  • #5193
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    Lucas Pinheiro
    Espectador

    √Č necess√°rio entender, primeiramente, que o Estado n√£o gera renda. Quem gera renda √© quem tem a capacidade produtiva, ou seja, ind√ļstria, com√©rcio e servi√ßos. Neste sentido, √© necess√°rio que este setor produtivo seja estimulado para Aumentar sua capacidade de investimento e, assim, aumentar os empregos.

    Em rela√ß√£o ao emprendedorismo √© necess√°rio que novos conceitos como start up, coworking, big data, business inteligence entrem no cotidiano do Estado e da sociedade. √Č importante tamb√©m pensar em um Banco de Fomento de Apoio ao Microempreendedor voltado para cr√©dito √† microempresa at√© a m√©dia empresa.

     

    Necess√°rio tamb√©m pensar na Caixa Econ√īmica Federal como um banco social, uma ferramenta para distribui√ß√£o de renda e pequenos empr√©stimos a quem, pela baixa, n√£o t√™m acesso ao cr√©dito.

    Investimento no ensino Técnico e Profissionalizante é a chave para a empregabilidade.

     

  • #5253
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    Daniel Silva
    Espectador

    De estrema importacncia o temas, mas √† como n√£o falar de desenvolvimento econ√īmico, empreendedorismo, emprego e renda. Precisamos entender o que se passa, especialmente, dentro das empresasl, a rela√ß√£o do empregado com o empregador e a rela√ß√£o do empregador com o ordenamento jur√≠dico e as condi√ß√Ķes econ√īmicas do pa√≠s.

  • #5265
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    Sarah Ribeiro Morelli
    Espectador

    Não há como pensar em desenvolvimento social, sem pensar em aliarmos dois pilares fundamentais: educação e emprego.

    Visando isso, proponho que pensemos num modelo de micro industrializa√ß√£o voltado para cidades de porte pequeno pra m√©dio. E a partir daqui, olhando para o cen√°rio econ√īmico mundial, com a possibilidade de crises das grandes economias, discorro sobre o que podemos fazer para alavancarmos e criarmos v√°rias zonas de produ√ß√£o industrial no Brasil.

    Entendo que é primordial, primeiramente fazer pesquisas quantitativa e qualitativa pra compreender se o município já tem um talento, uma vocação pra que seja ela desenvolvida, facilitando a adaptação e o crescimento do ramo na localidade.
    Posteriormente, com os dados em m√£os, √© importante compreender as quest√Ķes log√≠sticas. Pensando no abastecimento de insumos, bem como no escoamento de produ√ß√£o, com valores que n√£o retirem a competitividade comercial do produto desenvolvido. Da√≠, faz-se necess√°rio entender se o munic√≠pio tem localidade pra um poss√≠vel montagem de polo se for necess√°rio, para que possa fazer doa√ß√Ķes e/concess√Ķes para ampliar o investimento na localidade.
    Vencidas as etapas anteriores, √© preciso formar m√£o de obra qualificada para o cen√°rio econ√īmico em desenvolvimento. Da√≠ √© primordial que estado e munic√≠pios formem turmas de qualifica√ß√£o t√©cnica profissional. Para que se cumpra o objetivo de fomentar a inclus√£o social e a qualifica√ß√£o educacional t√©cnica. Imerso nesse cen√°rio, a localidade ter√° abund√Ęncia de m√£o de obra t√©cnica especializada para o ramo desenvolvida. Possibilitando o conforto pra que empresas do ramo, possam se instalar, bem como novo a investimentos possam aportar com seguran√ßa. Importante inclusive somar nesse processo de inclus√£o pessoa a ligadas √†s redes de aten√ß√£o, bem como a reinser√ß√£o social de detentos de casas de cust√≥dia pr√≥ximas da localidade.
    Vencidas todas essas etapas, é hora de promover o município dentro e fora do Brasil, visando aportar nesse projetos valores financeiros, que ao fim promoverão o investimento. Bem como, também somará os diversos empregados, que por certo trarão grandes benefícios para o município que investiu nesse projeto de inclusão social e educacional de seu município. Os ganhos políticos são imensuráveis, mas o ganho da população será ainda mais visível e marcante.
    Diversos economistas apontam para problemas econ√īmicos graves nas duas maiores pot√™ncias mundiais. EUA e China. A China tem um endividamento p√ļblico crescente que poder√° comprometer seu ritmo de crescimento, e a pol√≠tica protecionista de Trump, culmina em isolamento comercial e abandono de tratados, o que poder√° em curto ‚Äď m√©dio prazo enfraquecer de forma abrupta a maior economia do mundo. Tal crise pode ser altamente destrutiva para a economia brasileira, por√©m as localidades que se prepararem reunir√£o condi√ß√Ķes de se preparar pra enfrent√°-la sem maiores consequ√™ncias, e at√© mesmo tirar proveito dela. Basta que estejamos preparados, para o caso dessa crise realmente acontecer.

  • #5278
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    Rodrigo Fabretti
    Espectador

    Atualmente, a reforma tribut√°ria deve ser o principal foco para gerar desenvolvimento econ√īmico, incentivar o empreendedorismo, cria√ß√£o de empregos e o aumento da renda. Dados do Chile, que j√° fez suas reformas, mostram o qu√£o competitivo √© o pa√≠s. Hoje o Brasil enfrenta uma s√©rie de burocracias para abrir uma empresa e conseguir o CNPJ. √Č preciso entender que tudo √© um ciclo. O desenvolvimento econ√īmico fomenta o empreendedorismo, que gera mais empregos, que gera um aumento na renda e que leva ao desenvolvimento. Ao “travar” um desses elementos, voc√™ prejudica toda cadeia econ√īmica. Com isso o pa√≠s precisa criar mecanismos para aumentar a competitividade, eliminar burocracias e impostos e facilitar a vida de quem quer empreender.

  • #5289
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    Estev√£o Filho
    Espectador

    Esta deve ser uma das agendas principais do PSDB como o povo brasileiro. Considerando o n√ļmero de desempregados, benefici√°rios de programas sociais e mesmo aqueles que trabalham na informalidade, √© preciso que pensemos em como resgatar a dignidade dessas pessoas.

    Mais do que uma agenda, temos que ampliar as boas experiências de São Paulo e tentar simplificar onde já governamos a questão tributária para que mais pessoas possam empreender. Além de aumentar aí sim os estímulos para a contratação com carteira assinada nas áreas que serão afetadas pelos acordos comerciais.

  • #5308
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    Anderson Maciel Ciriaco
    Espectador

    Esta agenda é essencial e deve andar ladeada do eixo EDUCAÇÃO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR.

    O Brasil tem hoje cerca de 12,5 milh√Ķes de desempregados, empreender para gerar emprego e renda √© uma grande alternativa, aliada com a oportunidade da educa√ß√£o, acesso a pesquisas e em especial ao ensino superior, vamos garantir um futuro melhor para o nosso pa√≠s.

     

    Anderson Maciel Ciriaco

    TUCANAFRO Mato Grosso

  • #5320
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    Rlick Santos
    Espectador

    Criação de um Fundo Nacional com destino ao empreendedorismo da Juventude Negra das periferias de todo o Brasil. Esse recurso seria destinado para capacitação gerenciamento de negócios, decapitação de recursos e financiamento

  • #5343
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    Asp√°sia Camargo
    Espectador

    Precisamos avan√ßar no ritmo e na l√≥gica da recupera√ß√£o econ√īmica propondo uma revis√£o constitucional. O pa√≠s est√° se esvaindo √† espera de um enorme n√ļmero de PECs que v√£o durar um tempo longo que n√£o podemos perder. O PSDB deveria assumir a bandeira do desenvolvimento regional e inovador, ¬†descentralizando a din√Ęmica do setor produtivo apenas concentrada em poucas √°reas do territ√≥rio nacional. O efeito espraiamento tem que prevalecer se quisermos fazer o Brasil produtivo e competitivo, gerando empregos em todas as regi√Ķes. √Č preciso fazer a nova modelagem dos fundos de investimento e das parcerias p√ļblico-privadas para construir e impulsionar o desenvolvimento das regi√Ķes. E cobrar dos estados o planejamento estrat√©gico que define suas potenciais voca√ß√Ķes. Cons√≥rcios regionais deveriam substituir os governos estaduais viciados em clientelismo pol√≠tico ¬†baseado no apoio das poucas prefeituras que as verbas estaduais costumam regrar em troca de apoio pol√≠tico e votos. ¬† √Č o velho patrimonialismo dos estados que precisa acabar.

  • #5368
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    Guilherme Moura Cardoso
    Espectador

    T√≥pico: Desenvolvimento econ√īmico, empreendedorismo, emprego e renda.
    Hoje a cada 10 pessoas desempregadas no pa√≠s, 5 s√£o jovens. √Č preciso que tenhamos aten√ß√£o e propostas concretas, para entrada e perman√™ncia dos jovens brasileiros no mercado de trabalho.
    Os jovens s√£o preteridos no mercado de trabalho tendo em vista sua falta de experi√™ncias, assim o empregador prefere optar por uma pessoa que j√° tenha o conhecimento para desempenhar determinada atividade ‚Äď economizando tempo e dinheiro, que teria que destinar ao empregado mais jovem e inexperiente.
    O desemprego entre essa parcela da sociedade é preocupante, pois: a) acabam optando por trabalhos informais e precarizados; 2) gera reflexos à longo prazo, pois o jovem sem emprego acaba a se tornar o adulto despreparado e também sem emprego. E, esse quadro ainda piora, o quadro de vulnerabilidade social e de dificuldade de acesso ao mercado de trabalho tem idade, gênero e etnia: para o perfil de jovem, mulher e afrodescendente, arrumar um emprego é ainda mais difícil.
    Os desafios s√£o in√ļmeros e o PSDB deve ter posi√ß√£o sobre o tema!

  • #5392
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    Silvia Cibele
    Espectador

    Estamos falando sobre Desenvolvimento Econ√īmico, li alguns coment√°rios aqui e nas lives, por√©m, estamos esquecendo do principal norte para qualquer planejamento econ√īmico como estrat√©gia de plano de governo: voca√ß√£o regional, conhecer o desenvolvimento local da cidade.

    √Č preciso conhecermos as aspira√ß√Ķes, as voca√ß√Ķes territoriais de uma regi√£o para que seja tra√ßado um planejamento de desenvolvimento com foco na gera√ß√£o de renda. A Economia criativa √© uma ferramenta important√≠ssima para essa constru√ß√£o, pois, caber√° ao Governo potencializar atrav√©s de leis de regulamenta√ß√£o e incentivos a promo√ß√£o daquilo que j√° √© “sucesso”.

    Um exemplo claro √© o Afro empreendedorismo que est√° ganhando visibilidades e passa a n√£o ser mais restrito √†s ferias Afro de Artesanatos. A ind√ļstria da beleza negra cresce de forma assustadora pois, as empresas passaram a enxergar a negra como cliente e, potencializaram suas vendas. A administra√ß√£o P√ļbica precisa capacitar esse empreendedor para que seja um empres√°rio bem sucedido e comece a gerar renda e contribuindo para a diminui√ß√£o das taxas de desemprego que, √© predominante na juventude negra.

     

    O desenvolvimento local √© o primeiro passo para o planejamento estrat√©gico de um programa estadual que atrav√©s de pol√≠ticas p√ļblicas potencializar√° a cultura, turismo explorando as voca√ß√Ķes regionais de cada cidade promovendo o desenvolvimento econ√īmico do estado. E num terceiro momento propiciando programas de fomento atrav√©s dos minist√©rios para o crescimento do pa√≠s com recorte nos aspectos j√° estudados e de sucesso por regi√£o.

     

  • #5393
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    Patricia Kelly
    Espectador

    Incentivo fiscal para empresas que contratem jovens recém-formados para que este possa ter experiência e evolua enquanto profissional!

    Aumentar o incentivo para jovens empreendedores.

  • #5427
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    Elaine Silva Ribeiro Silva Ribeiro
    Espectador

    Essa e facil diminuir os impostos facilitar linhas de cred para micro e pequenas empresas Elaine tucanafro Goi√°s

  • #5446
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
    Espectador

    A comunidade LGBTI+ no mercado de trabalho.

    A comunidade de L√©sbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Transg√™neros e Queer (LGBTQ) brasileira, atualmente, representa quase 9% da popula√ß√£o (18 milh√Ķes de pessoas). S√£o essas pessoas que sofrem diariamente com a exclus√£o, com o preconceito, com a viola√ß√£o de seus direitos, dificuldade de acesso √† educa√ß√£o e ao mercado de trabalho, onde as empresas brasileiras est√£o longe de promoverem a inclus√£o e respeito √† popula√ß√£o LGBTI+. Vivemos em um pa√≠s em que o ranking de viol√™ncia contra trans, segundo levantamento da ONG Transgender Europe, √© alto. Em um per√≠odo de sete anos, de 2008 a 2015, 802 trans perderam suas vidas no pa√≠s, o que evidencia uma realidade de severa intoler√Ęncia. Segundo pesquisas realizadas pelo plant√£o plomo no Brasil, uma em cada cinco empresas se recusa a contratar homossexuais com medo de que a imagem da companhia fique associada √†quele funcion√°rio, fazendo com que essas empresas percam seus clientes. Enquanto isso, a mesma pesquisa mostra que 68% das pessoas j√° presenciaram algum tipo de homofobia no ambiente de trabalho. Nos √ļltimos anos vimos diversos relatos dos mesmos na internet, com manchetes como ‚ÄúGay √© demitido de banco ap√≥s postar v√≠deo com noivo‚ÄĚ ou ‚ÄúA cada hora um gay sofre viol√™ncia no Brasil‚ÄĚ. Essa √© uma realidade alarmante, onde o mercado brasileiro vem perdendo profissionais qualificados para o preconceito.¬† A luta e o debate a favor da diversidade v√™m tomando cada vez mais for√ßa e a expectativa √© de que traga grandes mudan√ßas, n√£o s√≥ no meio corporativo mas para o dia a dia das minorias. A esperan√ßa √© o aumento da qualidade de vida dessas pessoas, onde n√£o haja medo para sair na rua ou para mostrar quem elas s√£o de verdade.

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #5454
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    Jhenifer Ragnaroni Noronha Alves
    Espectador

    As atuais taxas de desemprego s√£o preocupantes no ponto de vista de arrecada√ß√£o e giro do dinheiro nacional. O governo de propor uma nova pol√≠tica econ√īmica centrada no fim do rentismo, na reconstru√ß√£o de ind√ļstrias, na amplia√ß√£o do mercado interno, na redu√ß√£o da desigualdade social e na utiliza√ß√£o das riquezas nacionais em benef√≠cio de toda a popula√ß√£o. Reduzir as taxas de juros para n√≠veis internacionais, que est√£o perto de zero faz com que movimente melhor a economia, gerando mais poder de compra e giro, assim n√£o sendo necess√°rio a impress√£o de mais dinheiro que faz com que o valor da moeda nacional caia, podendo dessa forma equilibrar o status da bolsa.

     

    Jhenifer Ragnaroni Noronha Alves

    Vice presidente Nacional do Centro Oeste do Diverdade Tucana

     

  • #5455
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    Jhenifer Ragnaroni Noronha Alves
    Espectador

    O governo deve pensar tamb√©m na empregabilidade de pessoas em situa√ß√£o de vulnerabilidade, aumentar a demanda de ensino t√©cnico ou cursos para empregos aut√īnomos, o que faz com que essa popula√ß√£o tenha sua pr√≥pria renda e deixe de usar os benef√≠cios sociais concedidos pelo governo.

    Outra questão no desenvolvimento seria incentivar empresas e estatais a utilizarem mão de obra de pessoas LGBT, negros e jovens de baixa renda sem experiência. Com isso as empresas terão mão de obra e faria sua própria qualificação para seus colaboradores.

    Assim o Governo diminui os índices de desemprego a essa população, melhorando o quadro de déficit de desemprego.

     

    Jhenifer Ragnaroni Noronha Alves

    Vice presidente Nacional do Centro Oeste do Diversidade Tucana

  • #5459
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    Céumar Turano
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    Uma pol√≠tica de ci√™ncia, tecnologia e inova√ß√£o, articulada com uma pol√≠tica industrial e educacional, √© fundamental em uma estrat√©gia nacional de desenvolvimento.¬† Precisamos preservar o conhecimento acumulado, com enorme esfor√ßo p√ļblico e privado, evitando a deteriora√ß√£o da infraestrutura, a migra√ß√£o de cientistas qualificados para outros pa√≠ses e a desarticula√ß√£o de grupos de excel√™ncia em pesquisa, e melhorar a articula√ß√£o entre o mundo acad√™mico e o empresarial, de forma a gerar conhecimento que aumente o bem-estar da popula√ß√£o brasileira e a competitividade das empresas.

    Pontos importantes:

    1) Elabora√ß√£o de um plano nacional de ci√™ncia e tecnologia, de forma a evitar iniciativas sobrepostas e a√ß√Ķes antag√īnicas, maximizando o uso de recursos e alinhando os setores p√ļblico e privado.

    2) A pol√≠tica de ci√™ncia e tecnologia deve fomentar o setor produtivo, com especial destaque para a ind√ļstria manufatureira de alta tecnologia e para servi√ßos intensivos em conhecimento.

    3) Fortalecimento do CNPq e de suas institui√ß√Ķes de pesquisa.

    4) Estímulo à produção de conhecimento aplicado ao desenvolvimento tecnológico.

    5) Estímulo à produção de conhecimento associado entre empresas e universidades: a) Estímulo à instalação de centros de pesquisas das empresas que atuam no país; b) Estímulo à contratação de doutores por empresas, facultando o pagamento de bolsas por períodos probatórios de até 4 anos. Com isso, as empresas se iniciam na pesquisa e aumentam o seu vínculo com as universidades.

    Céumar Gentil Turano

    Coordenadora de Comunicação do PSDB Mulher do RJ

  • #5472
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    Estado de S√£o Paulo
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    INTRODUÇÃO

    O Brasil, a partir de 2014 entrou na mais profunda recess√£o de sua hist√≥ria. Infelizmente, at√© o momento, n√£o estamos conseguindo minimamente recuperar a nossa capacidade de crescimento econ√īmico. O resultado dessa crise foi o aumento vertiginoso das taxas de desemprego e piora das condi√ß√Ķes sociais. Como sempre, a crise atinge mais profundamente as camadas da popula√ß√£o mais vulner√°veis. Dentro desse quadro √© essencial definirmos uma estrat√©gia que possa recuperar nossa capacidade de crescimento econ√īmico. A recupera√ß√£o dessa capacidade passa por v√°rias etapas. Ado√ß√£o de pol√≠ticas macroecon√īmicas coordenadas com o objetivo de estimular o crescimento. Estimular todas as medidas que permitam elevar a efici√™ncia do setor p√ļblico. Criar um ambiente propicio para a produ√ß√£o estimulando os investimentos atrav√©s de uma consolida√ß√£o das regras jur√≠dicas. √Č fundamental que o Estado recupere sua capacidade de investimento especialmente na infraestrutura.

    √Č fundamental enfatizar que o crescimento econ√īmico n√£o √© tarefa simplesmente do setor p√ļblico ou setor privado. N√£o podemos mais conviver com a dicotomia entre setor p√ļblico x setor privado. O crescimento depende de uma a√ß√£o eficiente de todos. √Č fundamental lembrarmos que a solu√ß√£o dos problemas econ√īmicos e sociais exige um crescimento acelerado e tendo como principal caracter√≠stica a redu√ß√£o das desigualdades sociais.

    Abaixo listamos algumas das quest√Ķes que foram consideradas as mais importantes.

    1.¬†¬†¬†¬†¬† Conjuntura Econ√īmica¬†e Pol√≠tica no Brasil:

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Resumo hist√≥rico

    ¬∑¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† O legado do PSDB e a formula√ß√£o dos pilares macro econ√īmicos que possibilitaram a estabilidade da moeda e a retomada do crescimento sustentado.

    ¬∑¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† As vantagens da privatiza√ß√£o obtidas no governo de FHC, a grande expans√£o da infraestrutura de telecomunica√ß√Ķes, etc.

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Pressupostos

    ¬∑¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Atual per√≠odo de estagna√ß√£o econ√īmica;

    ·         Altas taxas de desempregos;

    ·         Queda no superávit da balança comercial;

    ·         Queda no volume da produção industrial;

    ·         O PIB crescendo em níveis muito baixos;

    ·         O Estado brasileiro transformando-se em uma estrutura pesada e ineficiente além da inexistência de debates aprofundados sobre a questão;

    ·         Desigualdade social crescente.

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† O grande debate do mundo moderno:

    ·         Globalização x Nacionalismo

    ·         Nova configuração geopolítica internacional x Novas Alianças Internacionais

    ·         Tecnologia X Empregabilidade

    ·         Novas formas de trabalho X Mudanças no modelo de aprendizado

     

    2.¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Posi√ß√Ķes do PSDB:

    –¬† O crescimento econ√īmico depende de uma a√ß√£o eficiente de¬†¬†¬†¬†¬† todos. Exige uma melhoria nas condi√ß√Ķes de efici√™ncia tanto do setor p√ļblico como privado.

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Apoio √†s reformas estruturantes (previd√™ncia, administrativa, tribut√°ria e do novo pacto federativo) que s√£o fundamentais para:

    ¬∑¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† A retomada do crescimento econ√īmico;

    ¬∑¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Combate ao crescimento exacerbado da d√≠vida p√ļblica.

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Defesa das necess√°rias medidas que estimulem o crescimento e eliminem os gargalos que impedem o desenvolvimento:

    ·         Investimento em Infraestrutura visando estimular a geração de emprego e renda, a atração de capital, o aumento da competitividade de nossas commodities e o aquecimento da nossa produção industrial;

    ¬∑¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Investimento em Educa√ß√£o, Sa√ļde, Cultura e Turismo como forma de fomentar o bem estar social e a produ√ß√£o de riquezas em consequ√™ncia ao incremento de produtividade e do bem estar social da popula√ß√£o;

    ·         Investimento em Tecnologia de ponta objetivando o aumento da qualidade dos produtos e diminuição dos custos;

    ·         Investimento em novos modelos de capacitação técnica e reciclagem da mão de obra do país.

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Defesa de uma posi√ß√£o de equil√≠brio no debate sobre a diminui√ß√£o do tamanho do estado brasileiro:

    ¬∑¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† A privatiza√ß√£o de empresas estatais deve ter como objetivo devolver, a iniciativa privada, empresas cuja finalidade n√£o se julgue mais serem fun√ß√Ķes inerentes ao Estado ou que n√£o mais sejam consideradas estrat√©gicas para a promo√ß√£o do desenvolvimento, com o intuito de promover maior equil√≠brio das contas p√ļblicas e provocar um aumento da produtividade e efici√™ncia dos servi√ßos prestados;

    ·         Outra função será de se evitar o uso político dessas empresas por parte de que exerce o poder

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Quais crit√©rios devem ser utilizados para a se decidir privatizar uma empresa estatal?

    ·         Através de análise da situação de cada empresa buscando avaliar se os seus objetivos seriam adequadamente cumpridos pelo setor privado e não comprometam os resultados do setor a longo prazo;

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† O que deve permanecer sob controle do Estado?

    ·         O estado deve manter instrumentos que mantenham sua capacidade de planejar o processo de desenvolvimento do país; (principalmente empresas de planejamento, pesquisa e desenvolvimento tecnológico de alta complexidade, como por exemplo desenvolvimento de pesquisas com materiais como o nióbio e grafeno)

    ·         Empresas consideradas estratégicas para o desenvolvimento e segurança do país.

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† As pol√≠ticas do PSDB devem consideram os avan√ßos tecnol√≥gicos, os novos modelos de aprendizado, de desenvolvimento e de produ√ß√£o do conhecimento, como fatores permanentes nas suas formula√ß√Ķes.

     

    3.                 Quais os principais gargalos que impedem o crescimento sustentável do país?

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Do ponto de vista econ√īmico:

    Premissa: Estabilidade e previsibilidade para um desenvolvimento sustent√°vel.

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† A atual pol√≠tica macroecon√īmica √© compat√≠vel com a retomada do crescimento sustentado?

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† A pol√≠tica fiscal

    Lei de responsabilidade fiscal

    Lei do teto de gastos

    Reforma tribut√°ria

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† A pol√≠tica monet√°ria

    ·         Metas de inflação.

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† A pol√≠tica cambial

    ¬∑¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† C√Ęmbio Flutuante

    –¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Queda da taxa real de juros b√°sica

    ·         Diminuição das taxas cobradas pelos bancos em seus empréstimos.

    Do ponto de vista das rela√ß√Ķes institucionais:

    Premissa: √Č necess√°rio que os diplomas legais, promovam seguran√ßa jur√≠dica;

    A falta de clareza sobre direitos e deveres das empresas, e as altera√ß√Ķes constantes em leis e normas, minam a competitividade da economia, provocando preju√≠zos √†s empresas, aos trabalhadores e √† na√ß√£o. O atual cen√°rio de incerteza sobre a estabilidade dos neg√≥cios e √† validade de contratos, impedem investimentos, engavetam projetos, ceifam vagas no mercado de trabalho, enfim retardam a retomada do desenvolvimento econ√īmico e social.

    Neste aspecto, existe o temor de que a falta de marco regulat√≥rio seja traduzido em inseguran√ßa institucional, que pode afastar o investidor estrangeiro em um momento em que o pa√≠s disputa o interesse do capital internacional. (Vale lembrar que os dois megaleil√Ķes do pr√©-sal falharam neste aspecto).

    – Do ponto de vista social:

    Premissa: Geração de emprego e renda e a diminuição das desigualdades;

    Será necessário que políticas de qualificação da mão de obra e de desenvolvimento tecnológico sejam implementadas aumentando a capacidade de preenchimento das vagas geradas por novas demandas de empregos. Principalmente as necessidades decorrentes da introdução de novas tecnologias ou de outras formas de trabalho ou ainda de novos modelos de empreendedorismo tanto de oportunidades quanto de necessidades.

    Devem ser propostas pol√≠ticas de transfer√™ncias que diminuam as tens√Ķes sociais, impeditivas do desenvolvimento social.

    Tamb√©m deve ser formulada uma pol√≠tica de investimento p√ļblico para o setor da infraestrutura no sentido da gera√ß√£o maci√ßa de empregos e o consequente aumento da renda familiar dos brasileiros.

    No caso da infraestrutura, al√©m da defini√ß√£o do marco regulat√≥rio, que proporcione seguran√ßa jur√≠dica para incentivar o investimento privado atrav√©s de concess√Ķes e PPPs, n√£o se pode prescindir da elabora√ß√£o de um plano estrutural com a determina√ß√£o de prioridades seguidos da execu√ß√£o dos projetos necess√°rios para alavancar um plano de recupera√ß√£o econ√īmica do pa√≠s

    РDo ponto de vista do ambiente político:

    A estabilidade política

    O respeito a ordem Constitucional, favorece a estabilidade social e política do país e, consequentemente, o ambiente de negócios necessários para o desenvolvimento.

  • #5505
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    Patricio Souza da silva
    Espectador

    A

     

    Para se facilitar a iniciativa empreendedora no Brasil, √© necess√°rio se desburocratizar o setor empresarial, facilitando a abertura de empresas, bem como o exerc√≠cio de suas fun√ß√Ķes.Outra iniciativa para se combater o desemprego, √© a redu√ß√£o da carga tribut√°ria para as empresas que gerarem grandes quantidades de emprego. Assim se incentiva o empres√°rio a contratar funcion√°rios, reduzindo o desemprego e fazendo a economia do pa√≠s girar

  • #5708
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    Tereza Oleg√°rio
    Espectador

    Infelizmente o √≠ndice de desemprego no nosso pa√≠s √© alarmante, principalmente quando se trata da popula√ß√£o negra. S√£o milhares de pais, m√£es, jovens e principalmente idosos que buscam uma alternativa para se manter vivos, e uma dessas alternativas √© gerar o seu pr√≥prio neg√≥cios… Ainda enfrentamos v√°rios obst√°culos, principalmente quando esse obst√°culos se chama racismo institucional. Mais precisamos d√° oportunidades para esses empreendedores, fazer com que os pr√≥prios neg√≥cios se expandem, e dessa forma ir√° gerar mais empregos.

     

    Tereza Oleg√°rio – Tucanafro Alagoas

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