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DO CONGRESSO NACIONAL DO PSDB

Combate a pobreza e Proteção Social

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Queremos te ouvir, te consultar, dialogar. Aqui voc√™ deixa sua opini√£o, coment√°rios, sugest√Ķes.
E qual deve ser a posi√ß√£o do PSDB sobre o tema indicado. Sua contribui√ß√£o ser√° fundamental para deÔ¨Ānir os rumos do partido.

Este t√≥pico cont√©m 207 respostas, possui 195 vozes e foi atualizado pela √ļltima vez por  Ruthinha Figueiredo Lima 1 m√™s, 2 semanas atr√°s.

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    Ronan
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  • #692
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    Daniele Santos
    Espectador

    Falar de combate à pobreza e proteção social, é preciso expor à questão que o Rio de Janeiro passa com a baixada fluminense. Não somente o Rio de Janeiro e sim qualquer estado que tenha seus bairros menos favorecidos.

    Convivo diariamente com essa grotesca situação. Bairros sem saneamentos básicos como: ruas asfaltadas, fezes humanas escorrendo pelas calçadas e isso em pleno ano de 2019 ainda acontece.

    Eu sei que isso deveria ser destinado ao governo político da cidade, mais quando o governo só quer saber de seu próprio bolso e os eleitores não enxergam e a justiça não tem força contra tals.  Qual seria à melhor medida a ser feita? Oque poderia ser feito pra ajudar esses bairros menos favorecidos?

    • #720
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      Caio Narcio Rodrigues
      Espectador

      situação importante pra ser discutida parabens pela sugestão.

    • #1108
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      Gustavo Andrade De Ara√ļjo
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      O combate √† pobreza deve come√ßar com o fim da fal√°cia da meritocracia. N√£o se pode, em um pa√≠s t√£o desigual, falar usar isso como m√©todo de combate √† pobreza. A prote√ß√£o social √© um dever do estado, embora a maioria dos liberais, sobretudo das escolas austr√≠acas e de Chicago, dizer que isso n√£o √© dever do estado. O estado deve prover, com pol√≠ticas de estado (que √© diferente de pol√≠tica de governo), o bem estar social e garantir os direitos dos cidad√£os e cidad√£s como garante a cartilha universal dos direitos humanos da ONU. Mas a√≠ vem a quest√£o or√ßament√°ria, o vil metal, a grana…. Todos n√≥s somos contra os impostos, mas n√£o pelos impostos em si mas pelo p√©ssimo servi√ßo p√ļblico entregue com os recursos dos impostos. Efici√™ncia na utiliza√ß√£o do dinheiro p√ļblico √© primordial, e √© claro que isso implica no combate √† corrup√ß√£o end√™mica no meio pol√≠tico bem como nas empresas privadas que fazem parcerias com o governo, e tamb√©m fazer com quem ganha mais pague mais. O √īnus tribut√°rio brasileiro recai sobre os mais pobres bem como toda sorte de √īnus. Uma reforma tribut√°ria que onere os poderosos √© essencial. Tamb√©m √© preciso desconcentrar a renda no pa√≠s. Programas de distribui√ß√£o de renda s√£o importantes mas, como diz o economista Eduardo Moreira, n√£o existem bilion√°rios na Holanda mas tamb√©m n√£o existem miser√°veis.

    • #5461
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      Lucas Bertoni
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      Bom dia. Sem d√ļvida o maior desafio do Brasil como na√ß√£o √© a supera√ß√£o da desigualdade. N√£o, a desigualdade social n√£o √© algo natural e √© algo a ser superado, atrav√©s de pol√≠ticas p√ļblicas de Estado – n√£o de governo – que representem um pacto, um compromisso de toda a sociedade para tanto. Temos que compreender, primeiro, quais s√£o os principais pontos a serem repensados para proporcionar uma vida digna a todos os brasileiros. N√£o √© fal√°cia dizer que todos os direitos sociais da Constitui√ß√£o est√£o longe de serem efetivados. Sa√ļde b√°sica, moradia, cultura, educa√ß√£o, seguran√ßa, saneamento b√°sico representam o m√≠nimo que oferece a dignidade a todos os cidad√£os. Qualquer tipo de pol√≠tica p√ļblica que busque reduzir a desigualdade real ou aparente √© v√°lida, como o bolsa fam√≠lia. Mas temos que enxerg√°-lo como uma medida paliativa, nunca estrutural. O Bolsa fam√≠lia n√£o retirou as pessoas da pobreza, o que fez isso na d√©cada passada foi o desenvolvimento da economia, a facilita√ß√£o do cr√©dito e, principalmente, a gera√ß√£o de empregos. Muitos criticam a meritocracia, mas no contexto de um capitalismo global, ningu√©m mais pode estar pendurado no Estado, a autonomia de cada indiv√≠duo que vai proporcionar a melhoria real da qualidade de vida. O papel do Estado √© oferecer as condi√ß√Ķes m√≠nimas pelo menos para o desenvolvimento de cada cidad√£o, proporcionando chances iguais para todos de conquistar uma vida digna.

      Portanto, a meu ver, n√£o √† como se pensar em prote√ß√£o social e combate √† pobreza sem falar de gera√ß√£o de empregos e de foco em grupos e comunidades mais vulner√°veis, com investimento pesado em infraestrutura e educa√ß√£o/qualifica√ß√£o. √Č totalmente descabido pensar atualmente em um estado patriarcalista provedor. Isso apenas corrobora e multiplica a pobreza. Qualquer na√ß√£o que possua grupos dependentes de pol√≠ticas assistencialistas nunca vai efetivamente superar a desigualdade…

    • #5462
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      Lucas Bertoni
      Espectador

      O Estado deve atuar apenas naquilo que garanta as oportunidades para as pessoas mais pobres e para oferecer os servi√ßos b√°sicos a absolutamente todas as pessoas. Nesse ponto, os reajustes do sal√°rio m√≠nimo, os programas sociais, os programas de alfabetiza√ß√£o solid√°ria, as entidades do sistema S, os m√©dicos da fam√≠lia, os programas gratuitos de vacina√ß√£o, o preparo e investimento nas pol√≠cias e no combate ao crime organizado, o trabalho das ONG’s, as escolas e cursos t√©cnicos s√£o mecanismos importantes de ascens√£o social que conseguem a longo prazo diminuir a desigualdade.

      Outro aspecto fundamental, na minha opini√£o, est√° na diminui√ß√£o das desigualdades regionais do Brasil. Mas isso n√£o ir√° acontecer enquanto acreditarmos que vamos desenvolver parques tecnol√≥gicos no meio do pantanal, ind√ļstrias no meio da amaz√īnia, e a agricultura no sert√£o nordestino. Cada regi√£o do Brasil √© diferente entre si, em termos hist√≥ricos, geogr√°ficos, culturais e, consequentemente, possuem potenciais econ√īmicos distintos. A meu ver, o Nordeste brasileiro subaproveita o seu potencial tur√≠stico, a amaz√īnia deveria ser o polo de pesquisa e conhecimento refer√™ncia do pa√≠s, considerando toda a biodiversidade ali existente, e o centro-sul deveriam possuir uma integra√ß√£o organizada de infraestrutura para escoamento da produ√ß√£o industrial nacional. O Centro-Oeste √© a √ļnica regi√£o que aproveita seu potencial, e tem se desenvolvido com muita for√ßa nos √ļltimos anos investindo pesado no crescimento e aprimoramento do agroneg√≥cio. Cada regi√£o do Brasil √© um polo para atra√ß√£o de diferentes tipos de investimento. Qualquer pa√≠s desenvolvido do mundo possui regi√Ķes marcadas por determinada atividade econ√īmica, o que impulsiona o desenvolvimento nacional. Se reformularmos nosso pacto federativo, isso n√£o vai aumentar a desigualdade entre os Estados, mas sim mitig√°-las, por haver uma diminui√ß√£o da guerra fiscal e da competi√ß√£o entre os Estados querendo atrair o mesmo investimento. Enquanto n√£o houver um governo com coragem para enfrentar esse problema, seguiremos perdendo oportunidades de desenvolvimento das regi√Ķes brasileiras, mascarando as diferen√ßas e agravando a desigualdade de riqueza produzida pelos Estados.

  • #767
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    Thélio Caudinski
    Espectador

    Este √© o grande n√≥ do Brasil. Precisamos avan√ßar com reformas desburocratizantes para que possamos oferecer servi√ßos b√°sicos e mais baratos ao povo, inicialmente √°gua tratada, luz, esgoto, infraestrutura urbana e etc. Mas fundamentalmente, o brasileiro precisa de uma base est√°vel, uma renda m√≠nima e alimenta√ß√£o. O povo √© fragilizado, n√£o h√° como simplesmente mandar para escola se n√£o h√° renda em casa ou comida, ou uma comunidade onde o g√°s, o gatonet e outras coisas s√£o controladas por fac√ß√Ķes criminosas.

    Primeiro ponto: alimentação;

    Segundo ponto: onde mora e em quais condi√ß√Ķes:

    Terceiro ponto: empregos de baixa escolaridade aliados e pequenos cursos de formação básica;

    Quarto ponto: educação.

    O b√°sico de todo mundo √© se alimentar bem. Em virtude de avan√ßos nos √ļltimos trinta anos parece que esquecemos este problema. Mas ele √© constante, n√£o desaparece nunca. O principal motivo das pessoas trabalharem, se movimentarem, √© para se alimentar e alimentar bem. Neste sentido, precisamos defender uma pol√≠tica de alimenta√ß√£o b√°sica para que tenhamos, aos poucos, um indiv√≠duo relativamente preparado para enfrentar jornadas de emprego.

    Precisamos combater as amarras da criminalidade, respons√°veis por seduzir os mais jovens e imobilizar os mais velhos.

    Os empregos de baixa remuneração e baixo esforço intelectual são os primeiros de grande impacto na vida dos pobres: seja venda de alimentos simples no famoso comércio de rua, a costura, serviços gerais e assim por diante. Há um grande contingente a ser atendido neste sentido. O Brasil precisa de uma legislação que impeça algumas políticas higienistas e entendam que estes trabalhos mais simples, geralmente na margem da ilegalidade, são a fonte de renda de boa parte dos brasileiros.

    A educa√ß√£o n√£o pode ser um “empecilho”. Crian√ßas deixam de ir a escola para irem ao sem√°foro pedir pois assim conseguem garantir um certo complemento de renda em casa, o que n√£o conseguiriam em tempo integral. Precisamos desenvolver intelectualmente estas crian√ßas, mas ao mesmo tempo precisamos dar condi√ß√Ķes de vida. Ainda sobre a educa√ß√£o, temos que desatar o n√≥ das grandes regi√Ķes metropolitanas que gestam financeiramente e com m√£o de obra crimes sist√™micos e individuais. E n√£o s√≥. Al√©m das grandes regi√Ķes metropolitanas, h√° o interior de gente que precisa de educa√ß√£o e que migra para as capitais, onde acabam morando em regi√Ķes metropolitanas, para terem acesso a empregos melhores e educa√ß√£o melhor. Se o cidad√£o tem boa educa√ß√£o, bons empregos e acesso a servi√ßos mais desenvolvidos onde ele mora, no interior, n√£o precisa migrar.

    Sobre a gera√ß√£o de empregos, precisamos atacar forte nas atuais regula√ß√Ķes trabalhistas e abrir condi√ß√Ķes para que grandes empresas, especialmente as empresas do s√©culo XXI, se instalem no Brasil e sejam bases de renda para a popula√ß√£o. √Č necess√°rio um mercado aberto, aumentar a rela√ß√£o com outros pa√≠ses, rever regula√ß√Ķes de patentes e legisla√ß√£o trabalhista, bem como a simplifica√ß√£o tribut√°ria. N√£o podemos deixar milh√Ķes de pessoas pobres e sem perspectiva apenas por defender uma suposta concep√ß√£o “humanizada” do trabalho.

  • #774
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    Valéria Lucia Gomes
    Espectador

    O PSDB lidera o projeto que prev√™ a privatiza√ß√£o e amplia√ß√£o da rede de saneamento b√°sico pelo pa√≠s. Muito legal e tudo mais, POREM, ainda sequer conseguimos levar luz e √°gua pot√°vel para 100% dos Brasileiros. N√£o deveria ser esse o foco? O PSDB luta pelo povo abandonado em Roraima q fica dependente da boa vontade da Venezuela pra ter eletricidade? E o povo no interior do Acre onde a energia el√©trica funciona somente algumas horas por semana? Ou at√© mesmo pelo povo do sert√£o bahiano onde a √°gua de consumo humana √© compartilhada com o gado e demais animais que n√£o vivem, mas sobrevivem em condi√ß√Ķes absurdas?

    FHC disse uma vez que o Brasil precisava avançar cada vez mais, mas sem deixar ninguém pra trás. Não podemos nos esquecer disso.

  • #779
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    Jorge Lopes Cançado
    Mestre

    Tivemos nas √ļltimas semanas as elei√ß√Ķes para Conselheiros Tutelares. Ficou percept√≠vel para todo o pa√≠s que o interesse de parte relevante dos milhares de candidatos n√£o era no cuidado e prote√ß√£o das crian√ßas e adolescentes em situa√ß√£o de vulnerabilidade e sim a for√ßa pol√≠tica do cargo, a remunera√ß√£o e a utiliza√ß√£o do cargo como trampolim para as elei√ß√Ķes legislativas de 2020.

    Sugiro que o PSDB se posicione e encampe congressualmente uma campanha para a modificação da forma de seleção dos Conselheiros Tutelares, são cargos essencialmente técnicos, deveriam ser preenchidos por processo seletivo com prazo para entrar e deixar o cargo.

  • #781
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    Paulo Monteiro
    Espectador

    A meu ver o combate a Pobreza e Desigualdade Social só se faz com Educação de Base de qualidade e Qualificação Profissional

  • #782
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    Marcelo Fiche
    Espectador

    Ainda √© o grande desafio que n√£o pode ser deixado de lado, vide pr√™mio Nobel de Economia. No atual governo, nada se fala de pol√≠ticas claras para esse fim e acho que o partido deve ter propostas claras e objetivas para esse fim. Fato, que hoje com d√©ficits nos 3 n√≠veis de governos, fica muito dif√≠cil pensar em aumentos dos gastos sociais. Acho que j√° passou da hora de avaliarmos as pol√≠ticas anualmente sobre o ponto de vista de efici√™ncia e efetividade. Onde est√°, no Pa√≠s das leis, a legisla√ß√£o que uma pol√≠tica deve ser avaliada antes, durante e depois de sua implementa√ß√£o? Realoca√ß√£o de recursos or√ßament√°rios daquilo que n√£o est√° sendo efetivo para programas que realmente reduzem as desigualdades. Acho que o partido deve deixar claro essa bandeira, formando grupos de estudos no √Ęmbito dos Itv regionais para que possamos apresentar a sociedade e aos eleitores.

  • #796
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    Michelli Picanço
    Espectador

    Ol√°, sou Michelli Silva!

    Gostaria de propor que nos Estados possam oferecer as áreas de vulnerabilidade social serviços de atendimento aos moradores com cursos de qualificação profissional, além da capacitação dos jovens.

    Investimentos em educação qualificação profissional dos professores, bem como a valorização da educação básica e cursos técnicos, criação de novas possibilidades para o mercado tecnológico com polos de desenvolvimento de novas tecnologias para que os jovens possam desenvolver suas habilidades.

     

  • #957
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    Cassiano Janu√°rio Cordeiro
    Espectador

    A Pobreza se combate com educação de qualidade e empregos, porem com a chegada da industria 4.0 e suas tecnologias o emprego se torna cada vez mais escasso. As prefeituras e governos precisam encontrar um método para empregar o máximo de pessoas possíveis gerando retorno a população ou em ultima instancia pagar um salario por família quando se comprovada situação de pobreza, garantindo assim o básico da família.

    E preciso se pensar um método de proteção social por cidades, de acordo com as suas particularidades e não um plano geral/ nacional.

  • #983
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    Elizalva Lima
    Espectador

    Resumidamente precisa-se¬† de desburocratiza√ß√£o, mais emprego, educa√ß√£o de qualidade e com facilidade, impor responsabilidades aos benefici√°rios de programas sociais al√©m de mandarem o filho a escola (muitas fezes s√≥ pela frequ√™ncia e nem mesmo o aprendizado) para assim tirar o comodismo e depend√™ncia deste beneficio e quererem buscar crescimento, reestruturar o sistema de libera√ß√£o deste programas, falo com propriedade que √© defasado este sistema visando que tem muitas fam√≠lias de boas condi√ß√Ķes recebendo e fam√≠lias de baixa vulnerabilidade sem o beneficio porque estes programas tem sido usado como fonte de ganho e mantimento de votos, (recebe quem a pessoa respons√°vel quer j√° que o sistema s√≥ sabe a informa√ß√£o que se p√Ķe nele).

    • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  Elizalva Lima.
  • #994
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    Gleyson Macedo
    Espectador

    1. acesso a moradia.

    2. Acesso a educação.

    3.acompanhar de perto os que recebem auxiliar estatal

    3.controle de natalidade! Evitando a gravidez indesejada.

  • #1005
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    Ruth Figueiredo Lima
    Espectador

    Nosso partido deve promover EQUIDADE nas quest√Ķes femininas, legislar e fiscalizar diferen√ßas salariais e funcionais entre homens e mulheres. E necessario o cumprimento de 50 % de acesso a cargos de direcao nas 3 esferas p√ļblicas .¬† E inadmiss√≠vel que a CLASSE Feminina sendo maioria em popula√ß√£o e eleitorado ainda seja chamada e vista como segmento.

    • #5753
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      Ruthinha Figueiredo Lima
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      Essa discussão foi aprovada na ultima Conferencia Nacional da Mulher em maio de 2016, consta nas paginas do relatório final a aprovação da proposição no topico AUTONOMIA ECONOMICA DAS MULHERES.  e deveria ser uma das bandeiras DO PSDB. Promover a equidade no acesso a cargos dentro das 3 esferas sob a gestão do PSDB.

  • #1011
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    Bolívar Gomes
    Espectador

    O governo Fernando Henrique Cardoso foi proponente de uma forte agenda social e econ√īmica. Precisamos recuperar o protagonismo nas agendas sociais. Defendo que o PSDB elabore um programa que vise maior equidade para que o cidad√£o possa entrar no mercado de trabalho com maior qualifica√ß√£o e com a possibilidade de em um determinado per√≠odo n√£o seja mais necess√°rio do apoio do Estado. Entretanto, n√£o podemos deixar o mesmo na m√£o. O combate √† desigualdade n√£o √© algo isolado. Precisa ter pol√≠tica p√ļblica.

  • #1043
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    Marines Boff Gerhardt
    Espectador

    Quando falamos em pobreza, devemos pensar que a solução de tudo começa com o emprego,  a partir do salário o trabalhador recupera sua auto estima, dá sustento à sua família, melhora o lugar onde vive.

    Precisamos ter pautas para o crescimento do país e PLENO EMPREGO. Junto a isso vem a necessidade de mão de  obra de melhor qualidade, daí devemos pensar em como aumentar o nível de educação

    nessas localidades, para assim o trabalhador ter a perspectiva de um sal√°rio melhor.

    Trabalhar nas periferias com as escolas supletivas para aumentar a capacidade de entendimento

  • #1045
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    Ruth Figueiredo Lima
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    Na Conferência Nacional de Políticas para Mulheres de 2016 foi aprovada uma proposição que saiu do Estado do Paraná e de mais 2 estados que determinava que os gestores das 3 esferas de governo deveriam contemplar as mulheres  com 50 % dos cargos da gestão. Essa proposta corrigiria a desigualdade na promocao de oportunidades e salariais. O PSDB deveria empunhar a bandeira da igualdade de genero e ter isso como meta.

  • #1048
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    Marcos Lima
    Espectador

    Boa Noite a todos .

    Moro numa região que a pobreza aqui é extrema e a educação é escassa , temos q pensar e proteger nossas crianças contra a mídia corrosiva e destruitiva e apologia ao crime temos que lutar pela educação mental e social.

    Nosso futuro S√£o eles.

     

  • #1050
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    Francisca Alves de Sousa
    Espectador
    1. Propostas de emprego e renda é muito falado em todos os níveis da sociedade, porém há muito desperdício, deveria haver mais conscientização sobre reciclagem e reaproveitamento de alimentos e produtos; com certeza mudaria a vida de muitas famílias Brasil a fora
  • #1063
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    Rezende
    Espectador

    Moradias ,digmas para a população uma vez que desgualdade social, torna impossível. Por exemplo muitas pessoas como eu vive em acampamentos onde somos  ameaçados perder um pouco que termos, adiquinidade humano, der que trabalhar 9  horas ou até mais diariamente, em fim é que a questão da moradia acabam até com nossos sonhos pois depois de passar no vestibular na ufmg no curso de ciências biológicas vi que tinha , desistir se trabalhava ou estudava em fim dive que trancam  a minha matrícula, pois mão tava para obter fazer as duas coisas uma vez que moro a2hs do campus,sempre chegava 1 hora da manhã e ter que sair da ocupação onte moro as 4,15 da manhã tudo por falta de una moradia digna.sem falar no preconceito sofrido por alunos e professores una fez munca fiz mém hum curso preparadorio,

  • #1064
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    Rezende
    Espectador

    Sim também a falta de segurança

  • #1082
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    Alessandra Franco
    Espectador

    Apresento o tema Políticas sociais de superação da pobreza e da desigualdade. Ao realizarmos o recorte de gênero na questão racial, a

    situa√ß√£o das mulheres negras carrega a somat√≥ria das opress√Ķes do machismo, racismo, al√©m do estigma da classe social.

    Esse contexto coloca a mulher negra em maior condição de desigualdade em relação aos demais setores da sociedade brasileira, como já observamos anteriormente, desde o abolição da escravatura o Estado pouco ou nada se empenhou em reduzir o fosso social entre brancos e negros.

    A mulher negra desde o Brasil col√īnia s√£o submetidas aos trabalhos for√ßados, a acumula√ß√£o de tarefas dom√©sticas, enquanto, trabalhadora, companheira e genitora.

    Posteriormente, nas cidades, as mulheres negras passaram a executar servi√ßos dom√©sticos, trabalhando como cozinheiras, empregadas dom√©sticas, lavadeiras, bab√°s, entre outras tarefas. Este lugar no mercado de trabalho, ao lado da falta de pol√≠ticas educacionais e de capacita√ß√£o profissional, coloca as mulheres negras, em condi√ß√Ķes de profunda desigualdade econ√īmica, explora√ß√£o, na base da pir√Ęmide social.

    √Č importante citar algumas das diversas situa√ß√Ķes em que mulheres negras est√£o de longe em situa√ß√£o de desigualdade social em rela√ß√£o as demais, quando segundo pesquisa realizada pelo IPEA (2013), em 2009, 51,1% fam√≠lias se declararam chefiadas por mulheres negras; mulheres negras recebiam 51,1% do rendimento das mulheres brancas; de cada cem mulheres negras chefes de fam√≠lia, onze estavam desempregadas, e entre as brancas este n√ļmero era de sete. Desta forma, fica evidente que a pobreza tem cor e g√™nero.

    O Mapa da Viol√™ncia 2015 demonstra que no per√≠odo 2003-2013, as principais v√≠timas da viol√™ncia de g√™nero foram meninas e mulheres negras, com queda na evolu√ß√£o das taxas de homic√≠dio de mulheres brancas ‚Äď de 3,6 para 3,2 por 100 mil ‚Äď e crescimento nas taxas de mulheres negras ‚Äď de 4,5 para 5,4 por 100 mil ‚Äď, com preval√™ncia entre 18 e 30 anos de idade e maior incid√™ncia de mortes causadas por for√ßa f√≠sica, objeto cortante/penetrante ou contundente, e menor participa√ß√£o de arma de fogo.

    A principal indaga√ß√£o urgente a ser feita √©, mas quais s√£o as medidas institucionais adotadas pelo poder p√ļblico para diminuir esse abismo que separa mulheres brancas e mulheres negras quando falamos de igualdade de oportunidades, de prote√ß√£o social?

    A população negra é majoritária no Brasil; portanto, o esquecimento dessa população seria, no mínimo, o esquecimento de uma importante parcela da sociedade brasileira.

  • #1088
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    Brunno Caleiro Pereira
    Espectador

    √Č extremamente necess√°rio em todos munic√≠pios brasileiros continuar o combate √† pobreza. Somos um pa√≠s em desenvolvimento e que possui certa parte da popula√ß√£o sem condi√ß√Ķes ou com pouqu√≠ssimas possibilidades de terem uma garantia de renda, emprego, alimenta√ß√£o, acesso ao ensino ou sa√ļde. Para n√≥s brasileiros, √© fundamental criarmos pol√≠ticas p√ļblicas com revis√£o, fiscaliza√ß√£o e suporte para atender pessoas necessitadas. Pode-se tamb√©m criar um cen√°rio favor√°vel ao investimento privado em combate √† pobreza, como ocorre em muitos outros pa√≠ses, via ONGs, institui√ß√Ķes sociais ou parcerias p√ļblico-privadas. Mas, em hip√≥tese alguma, podemos abandonar ideias de desenvolvimento social com as condi√ß√Ķes que vemos hoje. √Č necess√°rio darmos oportunidades a todos de terem os principais acessos, de terem uma boa alimenta√ß√£o, ensino, atendimentos b√°sicos e, assim, podemos garantir um cidad√£o mais preparado, que contribuir√° muito mais para o desenvolvimento nacional.

  • #1100
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    paula campello
    Espectador

    O combate a pobreza √©, sem d√ļvida, um dos maiores desafios para o governo brasileiro. Vemos a popula√ß√£o brasileira aumentar e ainda temos a vinda de refugiados com um impacto muito grande na distribui√ß√£o da cadeia alimentar. No meu estado, o Par√°, vemos uma quantidade enorme de venezuelanos cuja mao de obra nao qualificada √© um grande entrave para que os mesmos consigam ser inseridos no mercado.

    O estado est√° assistindo-os mad ate qdo?

    Precisamos de uma politica intensa de incentivo a agricultura familiar. O brasil todo é fertil. Precisamos exigir do governo um programa de incentivo a agricultura que va desde o ensino de como iniciar a produçao ate o fornecimento de sementes para o plantio

  • #1106
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    Marisa Braga
    Espectador

    Aplica√ß√£o eficiente de Pol√≠ticas p√ļblicas¬† para refor√ßar as a√ß√Ķes no combate a pobreza.

    • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  Marisa Braga.
  • #1142
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    Luiz Fhilipe Mourao
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    Combate a pobreza e a prote√ß√£o social se resolve com pol√≠ticas p√ļblicas eficientes.

    O bolsa fam√≠lia, que √© uma jun√ß√£o de pol√≠ticas p√ļblicas implementadas pelo PSDB, deve ser um benef√≠cio para fam√≠lias que realmente necessitam do aux√≠lio mas, creio que deve ser provis√≥rio e n√£o definitivo.

     

  • #1154
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    Jaylan Macedo
    Espectador

    O Brasil passa desde de 2015 por uma grave crise econ√īmica que vem jogando muitos brasileiros de volta a pobreza. Al√©m disso, segundo dados do pr√≥prio IBGE, o nosso pa√≠s √© um dos mais desiguais do globo. O rendimento da popula√ß√£o mais rica √© 34x maior do que a da popula√ß√£o mais pobre, o que escancara um problema grave e de ordem p√ļblica. S√£o 15,7 milh√Ķes de pessoas na pobreza, segundo dados de 2017 do IBGE. √Č necess√°rio a cria√ß√£o de uma ampla rede de prote√ß√£o social, que aumente o acesso n√£o s√≥ aos programas de transfer√™ncia de renda, mas os investimentos em infraestrutura. √Č preciso discutir tamb√©m a reforma tribut√°ria, visando desonerar a cesta b√°sica das fam√≠lias mais pobres e criar um imposto progressivo sobre renda e heran√ßa no pa√≠s.

    1) Ampliar os programas de transferência de renda como o Bolsa-Família, reajustando o benefício acima da inflação.

    2) Reforma tributária que desonere a cesta básica e crie um imposto de renda progressivo, que se estenda a herança, assim como na Inglaterra.

    3) Programas de investimento em infraestrutura e equipamentos p√ļblicos nos bairros da periferia

    4) Reforçar os programas de investimento em moradia popular, ampliando os investimentos no Minha Casa, Minha  Vida- Faixa I.

    5) Investimentos na educação infantil, visando aumentar a nota do PISA, como proposto pelo Pérsio Arida

    6) Adotar de maneira efetiva o programa Cart√£o Reforma/ Cheque Moradia, permitindo que as pessoas de baixa renda possam reformar suas casas de maneira barata ou a fundo perdido.

    7) Programa de regularização fundiária, para garantir o título de moradia aos moradores de bairro da periferia.

    8) Investimentos em equipamentos de esportes e cultura nas periferias, seguindo o modelo dos CEUs em SP.

     

    √Č necess√°rio entender que o pa√≠s s√≥ crescer√° daqui para frente se o combate a desigualdade estiver na agenda central dos governos, assim como diz Arm√≠nio Fraga

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  • #1192
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    Ericarlos Duarte
    Espectador

    Combater a pobreza é uma matemática fácil onde a solução é simples igualdades, enquanto ficamos em uma nação dividida por classe alta, média e baixa nosso Brasil não ira combater a pobreza, programa como bolsa família que é a junção dos programas criado pelo o nosso ex presidente Fernando Henrique Cardoso tiver valores inferior ao salário mínimo não combateremos a pobreza, a solução é fazer a desigualdade sumir.

  • #1195
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    Caio Augusto Fordiani
    Espectador

    √Č urgente um olhar humanizado para esta quest√£o!

    Na minha humilde opinião precisamos urgentemente de um olhar que resolva esta questão que infelizmente atinge milhares de brasileiros. Não podemos apenas olhar para o Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e outros. Precisamos olhar sim, que o emprego é uma digna para todas as nossas famílias, esses programas sociais que foi o nosso querido Presidente Fernando Henrique Cardoso que iniciou é para complementação do salário que recebem.
    Estamos na maior crise econ√īmica da hist√≥ria do Brasil, quase 15 milh√Ķes de brasileiros desempregados, pais de fam√≠lia sem ter condi√ß√Ķes de sustentar com simples arroz e feij√£o na mesa, n√£o podemos continuar assim. Precisamos da mente brilhante de FHC novamente lutando pelo combate √† pobreza e mis√©ria. Claramente se FHC fosse o nosso Presidente ele saberia o rem√©dio para essa doen√ßa. O rem√©dio √© Emprego e Educa√ß√£o. Isso ser√° a cura para essa grande doen√ßa que o Brasil carrega.
    Eu acredito na juventude, acredito no Brasil, eu acredito que vamos ainda voltar a sorrir de novo. ūüíôūüáßūüá∑

  • #1206
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    Fl√°via Silva
    Espectador

    consistiu na jun√ß√£o de diferentes programas de cunho social que coordenam esfor√ßos voltados √† assist√™ncia da classe brasileira mais carente, definida a partir de par√Ęmetros de renda e constitui√ß√£o familiar, tendo in√≠cio no governo de como forma de redistribui√ß√£o de renda e combate a pobreza, viabilizando o desenvolvimento social, tanto de forma imediata, como mediata, agindo progressivamente, √† medida que cada gera√ß√£o beneficiada pode ter a oportunidade de proporcionar uma melhoria nas condi√ß√Ķes sociais, tamb√©m, de seus ,descendentes. TODOS OS BENEF√ćCIOS TEM QUE SAIR DO BOLSO DO ESTADO, POR√ČM O ESTADO N√ÉO EST√Ā NEM A√ć, PRECISAMOS ELEGER ALGU√ČM QUE REALMENTE SE IMPORTE COM O POVO. O governo s√≥ poder√° combater a pobreza reduzindo os impostos e fazendo um plano n√£o-fict√≠cio, como tantos que j√° foram jogados na lata de lixo dos minist√©rios. Deve ter o prop√≥sito de servir aos pobres do Pa√≠s, que s√£o milh√Ķes em todas as regi√Ķes. N√£o adianta cria v√°rios planos de rotas para sair da pobreza, se quando chega no minist√©rio n√£o √© aprovado e quando √© aprovado √© desviado. Para combater a pobreza precisamos de pessoas honestas que realmente queira nos ajudar, precisamos de uma rota de fulga mas fulga da pobreza.

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  • #1224
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    Bueno Higino
    Espectador

    PSDB deve investir na melhoria da qualidade de vida da popula√ß√£o de extrema pobreza, levando o conforto da moradia e as condi√ß√Ķes b√°sicas de sobreviv√™ncia a todo povo brasileiro. Estreitando aos limites da minha representa√ß√£o na C√Ęmara de Vereadores, interior do agreste Alagoano, vejo diariamente o sofrimento por √°gua, moradia, educa√ß√£o, medidas que busquem a capacita√ß√£o profissional e busca de meios de v√≠nculos empregat√≠cios diretos e indiretos, os quais influenciam diretamente no t√≥pico acima abordado. Cria√ß√£o de programas de moradias, investimento em po√ßos artesianos nas comunidade de Zona Rural, acabando com o abastecimento por caminh√Ķes PIPA, implanta√ß√£o de Programas de incentivo a educa√ß√£o de n√≠vel superior, busca de parcerias de empresas privadas no intuito de buscar vagas de emprego, investimento na capacita√ß√£o profissional dos jovens facilitando a busca do primeiro emprego e etc. S√£o m√©todos que alteram a realidade da extrema pobreza em nosso Pa√≠s.

  • #1227
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    David Lira Matias
    Espectador

    O combate a pobreza e a prote√ß√£o social s√£o politicas p√ļblicas que precisam ser discutidas frequentemente pelos os √≥rg√£os competentes. E muito importante que o Desenvolvimento social seja integrado para melhorar o atendimento da popula√ß√£o em vulnerabilidade social, √© importante que todos os √≥rg√£os una seus esfor√ßos para o dialogo e combate a pobreza.

    √Č preciso que o Governo Federal expanda o n√ļmero de benefici√°rios dos programas sociais, como, Bolsa fam√≠lia, Minha casa Minha vida, Bolsa verde e entre outros. Podemos que o governo atua com eficacia no combate a pobreza, por√©m infelizmente n√£o √© necess√°rio, pois o Brasil vem se reparando de caos passados que por algum momento prejudicou o prosseguimento dos programas sociais, Diante de todo causa, o PSDB sempre esteve presente para lutar pelo desenvolvimento social e combate a desigualdade social.

    Politicas p√ļblica precisam ser criadas imediatamente para a prote√ß√£o social, pois hoje existem pouqu√≠ssimas politicas publicas que ressalva a prote√ß√£o social.

  • #1245
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    Joao Rodrigo
    Espectador

    tudo questao de meritocracia e liberdade de expressao

  • #1248
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    Alef Ramos
    Espectador

    O combate a pobreza e a prote√ß√£o social s√£o politicas p√ļblicas que precisam ser discutidas frequentemente pelos os √≥rg√£os competentes. √Č muito importante que o Desenvolvimento social seja integrado para melhorar o atendimento da popula√ß√£o em vulnerabilidade social, √© importante que todos os √≥rg√£os una seus esfor√ßos para o dialogo e combate a pobreza. O PSDB deve manter uma posi√ß√£o firme e √ļnica referente a todas essas situa√ß√Ķes.

     

     

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  • #1267
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    Bolívar Gomes
    Espectador

    Acho importante colocar uma opini√£o. Como Social Democrata, n√£o posso crer que a simples teoria liberal de que “o melhor programa social √© o emprego” √© a sa√≠da para combater a desigualdade social. De fato, nossa meta precisa ser colocar as pessoas em situa√ß√£o de empregabilidade para que al√©m de adquirir um emprego, o cidad√£o possa se desvencilhar das m√£os do Estado e n√£o caia novamente no desemprego. Al√©m de motivar o indiv√≠duo a conseguir se manter, precisamos pensar que esta pol√≠tica p√ļblica deve englobar a Educa√ß√£o para permitir maior equidade e efic√°cia na execu√ß√£o.

    Existem dois riscos: o primeiro √© cair na l√≥gica do Bolsa Fam√≠lia do PT, em que surgiram casos de pessoas que n√£o precisavam do benef√≠cio e recebiam ou que n√£o conseguiam ter a independ√™ncia (ou a vontade) necess√°ria para deixar o programa. O segundo, e que n√£o podemos cair, √© nos ausentarmos na quest√£o social e cair no “o melhor programa social √© o emprego”. O determinado indiv√≠duo est√° preparado para sair das m√£os do Estado e sair de uma situa√ß√£o de fragilidade social? Talvez a principal mudan√ßa neste aspecto seja cultural, mas o caminho n√£o √© se ausentar.

    Defendo que o PSDB empunhe uma bandeira de uma pol√≠tica p√ļblica ampla de equidade e combate √†s desigualdades sociais, visando permitir aos indiv√≠duos que dentro de um determinado per√≠odo n√£o seja mais necess√°rio o aporte do Estado. Isto precisa estar acompanhado de um crescimento econ√īmico com gera√ß√£o de emprego e renda, o que torna o desafio de que tal pol√≠tica seja ainda mais ampla. Em paralelo a tudo isso, uma a√ß√£o de Educa√ß√£o, que v√° desde as escolas at√© as diretrizes municipais para conscientizar sobre Educa√ß√£o Financeira, Empreendedorismo, Cidadania, etc.

  • #1268
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    Ingrid de Moro
    Espectador

    No ano de 1888 no Brasil, quando enfim foi criada a lei √°urea para liberta√ß√£o dos escravos, estes sofreram desprezo social e n√£o obtiveram nenhum aux√≠lio governamental para inser√ß√£o ou possibilidade de crescimento social. Este fator, ainda hoje gera reflexos de uma desigualdade devassada, na qual se discute meios para combate √† pobreza e maior envolvimento com a prote√ß√£o social das popula√ß√Ķes mais vulner√°veis, que deve ser projetado e realizado pelos governantes.
    Segundo o G1, do m√™s de abril do ano 2019, a pobreza teve relevante crescimento entre os anos de 2014 e 2017, chegando a 21% da popula√ß√£o. Os dados demonstram que a popula√ß√£o vulner√°vel e pobre tem crescido, logo √© percept√≠vel que o governo federal tem pouco se envolvido nesta causa com resolu√ß√Ķes eficientes e concentradas nesses p√ļblicos.
    Al√©m disso, os pa√≠ses onde √© oferecida educa√ß√£o uniforme e independente de classe, demonstram baixos √≠ndices de desigualdade e pobreza.¬†¬† Por isso, √© poss√≠vel afirmar que a popula√ß√£o no Brasil que precisa de ensino p√ļblico b√°sico, se prejudica em diferentes esferas, uma vez que esta educa√ß√£o √© prec√°ria e por vezes n√£o oferece oportunidade de preparamento para os cidad√£os ingressarem em um ensino superior, o que reflete na m√£o de obra para qual estes estar√£o preparados e enfim no crescimento financeiro.
    Portanto, a pobreza e a prote√ß√£o social s√£o discuss√Ķes de suma import√Ęncia no pa√≠s. √Č necess√°rio que o governo ofere√ßa prepara√ß√£o atrav√©s da educa√ß√£o b√°sica, t√©cnica e superior para a capacita√ß√£o da sociedade. Ademais, o governo legislativo deve agir criando pol√≠ticas p√ļblicas eficientes voltadas para os mais desamparados, destinando maior verba para as institui√ß√Ķes p√ļblicas e projetos que visem girar a economia e gerar trabalho. Assim, formando uma sociedade mais justa e baseada na equidade.

    • Esta resposta foi modificada 3 meses atr√°s por  Ingrid de Moro.
  • #1274
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    Bruno Calixto
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    Teste

  • #1343
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    Ricardo Olimpio
    Espectador

    1 – Acredito que o combate a pobreza passa necessariamente por uma educa√ß√£o de qualidade e alimenta√ß√£o rica em alimentos saud√°veis e acesso a sa√ļde, s√£o esses elementos que dar√£o base para a crian√ßa se desenvolver e poder ser um adulto capaz de estar no mercado de trabalho de igual para igual.

    2-Precisamos ter um olhar para as pessoas LGBT em situação de vulnerabilidade com projetos e programas de inclusão e empregabilidade.

    #DiversidadeTucanaEmAção

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  • #1349
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    Amanda Nascimento Pereira
    Espectador

    N√£o podemos desfazer programas que trouxeram bons resultados. Precisamos de pol√≠ticas p√ļblicas que continuem atuando na equidade social. Como ainda n√£o √© vi√°vel garantir o mesmo acesso a oportunidades √† popula√ß√£o mais pobre, deve-se ter programas de incentivo e inclus√£o, como as cotas, que j√° trazem bons resultados.

    A partir do momento que os pobres tiverem acesso à educação e ao mercado de trabalho, caminharemos para uma comunidade mais justa.

  • #1351
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    Anísio Lima
    Espectador

    A pobreza e a desigualdade social em nosso país só vão chegar ao fim no dia em que todos compreenderem a sua acepção, no dia que cada um se preocupar com o outro, com o amanhã, no dia que a educação for prioridade, no dia que a nossa politica for realizada junto com o povo e todos os direitos e deveres estiverem assegurados.
    Devemos voltar a ser refer√™ncia no que se diz respeito a quest√Ķes sociais, t√£o defendidas pelo governo FHC.

  • #1368
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    Eduardo Alves
    Espectador

    Um programa Social tem uma avaliação positiva quando mais pessoas saem dele do que entram. Por isso, sou a favor de ser realizado um acompanhamento com ajuda do assistencialismo social, junto as pessoas que estão em situação de pobreza, integrando elas em programas sociais juntamente com um curso profissionalizante, onde a mesma vai se desenvolver profissionalmente e aprender uma função e entrar no mercado de trabalho com chances de conquistar uma boa oportunidade de emprego, saindo então do programa Social e cedendo a vez para um próximo que esteja passando pelas mesmas necessidades.

  • #1375
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    Leonardo zanetti
    Espectador

    Pobreza se combate em melhoria no investimento da educação e distribuição de renda.

  • #1379
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    Lucas Pinheiro
    Espectador

    O jovem da periferia quer bem mais que uma vis√£o assistencialista e estigmatizada da sua situa√ß√£o, quer ser visto como agente de transforma√ß√£o, um agente econ√īmico, e n√£o como mais uma despesa para o Estado com programas assistencialistas que n√£o resolvem a sua demanda cotidiana.

    Verificamos atrav√©s de visitas √†s cidades e tamb√©m por estudos de pesquisas do que as principais demandas da Juventude em situa√ß√Ķes de vulnerabilidade s√£o:

    1)Inserção no mercado de trabalho;

    2)Capacitação Técnica e profissionalizante;

    3)fomento ao empreendedorismo;

    4)Participa√ß√£o democr√°tica nas decis√Ķes do governo.

    Essas são bandeiras tucanas, bandeiras que nós podemos implementar e temos know how disso.

  • #1395
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    Jackson Lucian
    Espectador

    Outro tema que cada estado tem muitas particularidades,  mais acho que não deveríamos dar tanto sem propósito, temos que mostra o Rio e não pescarmos limpar e assa o peixe,  acho que tem muitos que precisam mais também temos muitos que abusam e infelizmente o desvio também acaba com nós.

  • #1413
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    Andrieli Krzewinski
    Espectador

    √Ä amplia√ß√£o do conceito de pobreza corresponde a amplia√ß√£o do conceito de prote√ß√£o social, cujo foco torna-se tanto a provis√£o de renda, quanto a de servi√ßos de educa√ß√£o e sa√ļde para a forma√ß√£o de capital humano e redu√ß√£o da pobreza entre as gera√ß√Ķes. O ponto de partida para a constitui√ß√£o de sistemas de prote√ß√£o social foi √† ado√ß√£o de medidas voltadas ao enfrentamento da pobreza, uma vez que entre os s√©culos XVII e XIX ser pobre era ‚Äúvergonhoso‚ÄĚ. Essa agenda se ampliou de tal forma que a partir do p√≥s-guerra teve in√≠cio a implementa√ß√£o da universaliza√ß√£o dos servi√ßos sociais. Essa passagem √© importante, porque ela sedimenta a id√©ias de prote√ß√£o social enquanto um direito dos cidad√£os e n√£o como servi√ßos de caridade. Para tanto, esses sistemas acredito que asseguram servi√ßos p√ļblicos de qualidade a todas as pessoas com necessidades.

  • #1416
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    Daniel Jefferson freire de Faria
    Espectador

    Para acabar com a pobreza no Brasil devemos ir realmente onde esta os pobres,ja participei da SSVP,e lá conheci Bem o dia a dia das famílias carentes do DF, e necessário que o governo cuide melhor dos programas sociais e melhore a educação onde é a base para começar o futuro da criança pobre

    Att

    Daniel de Faria- DF

  • #1418
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    Fernando Juarez
    Espectador

    Programas de combate a pobreza e prote√ß√£o social como bolsa fam√≠lia s√£o excelentes iniciativas para acabar com a mis√©ria e garantir que as pessoas tenham minimamente condi√ß√Ķes de sobreviv√™ncia, mas quando destinado a pessoas com condi√ß√Ķes de trabalhar, eles n√£o podem virar o fim em si, precisam dar condi√ß√Ķes para que elas possam um dia sair da condi√ß√£o de necessitada destes programas.

    Acredito que o governo deveria buscar alternativas para possibilitar as pessoas que hoje precisam de prote√ß√£o social, amanh√£ n√£o precisem mais, sempre com muito cuidado para evitar injusti√ßas. Para isso o estado precisa estar mais presente, se mostrando dispon√≠vel a quem realmente precisa por meio da disponibiliza√ß√£o de servi√ßos p√ļblicos b√°sicos de qualidade, sempre com transpar√™ncia em suas a√ß√Ķes.

    Iniciativas que possibilitem um empreendedorismo mais s√≥lido para gerar empregos e educa√ß√£o dispon√≠vel de qualidade s√£o as bases para a diminui√ß√£o da pobreza, tendo como efeito a redu√ß√£o da necessidade de prote√ß√£o. Sendo a educa√ß√£o o piv√ī do desenvolvimento profissional, que consequentemente possibilita melhores condi√ß√Ķes para conquista uma posi√ß√£o no mercado de trabalho.

     

  • #1424
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    Fellipe Bayeh
    Espectador

    √Č preciso manter os programas de combate a pobreza, mas em sintonia com um programa de educa√ß√£o e capacita√ß√£o profissional e t√©cnico, acredito que todos tem que ter direito a educa√ß√£o formal, mas precisamos voltar a ter ensino t√©cnico e profissionalizante dispon√≠veis principalmente para as popula√ß√Ķes mais carentes, existe uma demanda de emprego para essas vagas mas s√£o poucos os profissionais qualificados, e muitos ficam anos estudando temas abstratos e de pouca utiliza√ß√£o pratica para uma pessoa que est√° em situa√ß√£o de vulnerabilidade.

  • #1479
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    Ediney Pires
    Espectador

    Existem v√°rios fatores para se combater a pobreza no Brasil, dados do IBGE mostram que a quantidade de brasileiros vivendo em condi√ß√Ķes de extrema pobreza passou de cinco para quase 12 milh√Ķes entre 2014 e 2017. O atual cen√°rio distancia o Brasil das metas de desenvolvimento sustent√°vel, assumidas na agenda 2030 da ONU. Acredito que dois fatores colaboram com estes dados, o trabalho infantil no tr√°fico de drogas¬† e o o encarceramento de familiares desses jovens. Pol√≠ticas p√ļblicas podem e devem ser adotadas o mais breve poss√≠vel, apoiar pais e m√£es nestas condi√ß√Ķes seria um diferencial, a capacita√ß√£o desses jovens √© necess√°ria, uma pol√≠tica p√ļblica adotada que muito colabora pra que estes dados caiam, √© o Programa Bolsa Fam√≠lia. Fui gestor do programa em um munic√≠pio amapaense e percebi de perto a realidade das pessoas, gente que realmente precisa daquele dinheiro e precisariam receber mais do que ganham. Precisamos adotar outros que tratem de declinar estes constantes n√ļmero no pa√≠s. A assist√™ncia social tem um papel important√≠ssimo no combate a pobreza, como seus centros, CRAS, CREAS, SUAS e BOLSA FAM√ćLIA, estes nas suas demandas atendem diariamente pessoas em extrema pobreza e colaboram para que o n√ļmero alarmantes diminuam, uma pol√≠tica que deve ser tomada, √© manter e ampliar esses centros.

  • #1496
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    Italo Nogueira de moro
    Espectador

    Prezados, meu nome √© Italo Nogueira de Moro e curso o 4¬į per√≠odo de Direito.

    Apaixonado pela filantropia, sempre busco estar presente em grupos como por ex: Ordem DeMolay, com objetivo de ajudar o pr√≥ximo. Acredito que algumas a√ß√Ķes se destacam no sentido de combater a pobreza e inclus√£o social, e por isso, me identifiquei tamb√©m com este tema.

    Para erradicar a pobreza e fortalecer a inclus√£o social, em primeiro lugar devemos estimular a educa√ß√£o de nosso pa√≠s. Acredito que os dois temas se complementam, de forma que um agrega diretamente no outro. Segue abaixo algumas considera√ß√Ķes com intuito de COMBATER A POBREZA E PROTE√á√ÉO SOCIAL.¬†

    Refor√ßar o ensino em nossas escolas p√ļblicas, de forma que sejam acess√≠veis e de qualidade,¬† com objetivo de fortalecer a inclus√£o social dos jovens;

    Programa para desenvolver as pessoas carentes que participam de projetos sociais como: Bolsa Família, com objetivo de estimular a busca por educação e emprego;

    Criar parcerias entre grandes empresas e escolas p√ļblicas, com objetivo de oferecer o primeiro contato no mercado de trabalho como jovem aprendiz ou est√°gio;

    Aumentar a capacidade dos cursos técnicos e fornecer bolsas para jovens carentes cursarem;

    Reformular o bolsa fam√≠lia, com objetivo de incluir descontos ou gratuidade em programas que proporcionam cultura e lazer as regi√Ķes carentes, como por ex: Teatros, entrada em museus e etc;

    Diversidade nas estratégias de erradicação de pobreza;

    Ado√ß√£o de metodologia que classifique o risco social de cada fam√≠lia, com objetivo de desenvolver ferramentas para ajuda-los a vencer suas priva√ß√Ķes.

     

    Abraço fraterno.

     

  • #1513
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    Philippe Alves
    Espectador

    √Č importante a manuten√ß√£o dos programas sociais e combate a pobreza no Brasil, mas √© preciso chegar mais perto da popula√ß√£o mais pobre oferecendo capacita√ß√£o e orienta√ß√£o para o est√≠mulo ao empreendedorismo. Pode parecer f√°cil, mas muitos participantes de programas sociais n√£o possuem uma orienta√ß√£o para que um dia n√£o precise mais de recursos financeiros do governo. Mais empreendedorismo, mais emprego, mais desenvolvimento, mais Brasil.

  • #1518
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    Jonathan Ferraz
    Espectador

    O ato de estimular o brasileiro a ter conhecimento √© um grande desafio, pois a quantidade de pessoas que est√£o na linha da pobreza em nosso pais √© n√≠tida, √© preciso ser observado com mais carinho, pois s√£o pessoas esquecidas pelo poder p√ļblico que est√£o a mece da pobreza, devemos incorpora a capacita√ß√£o profissional a essas pessoas para que essas se desenvolvam e possam ocupa as vagas que necessita de determinado conhecimento para trabalhar, n√£o resolveremos est√° situa√ß√£o dando dinheiro livre e abertamente a estes, desenvolveremos partindo de princ√≠pios s√≥cios educativos para crescimento profissional. Devemos mostrar que a vida trouxes situa√ß√Ķes dif√≠ceis a estes, mas que os mesmos podem reverter com muito esfor√ßo e sacrif√≠cio, precisamos incentiva aos mesmos sa√≠rem da zona de conforto, minha pol√≠tica visa o desenvolvimento social dos que mais precisam, programas dever√£o ser criados para atende essas demanda. Um pa√≠s instru√≠do √© um pais pr√≥spero, e sua popula√ß√£o e feliz.

  • #1525
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    Rafael Almeida
    Espectador

    Oferecer serviços básicos gratuitos a população.

    Aproximar os servi√ßos p√ļblicos aos seus destinat√°rios.
    Criar um meio pelo qual as cidades tenham locais que ajudem o cidad√£o a se recolocar no e mercado de trabalho.

  • #1538
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    igor coimbra manhani
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    O PSDB deve atuar em duas frentes: por um lado, deve investir fortemente na educa√ß√£o de base e no treinamento da m√£o-de-obra com vistas a aumentar a empregabilidade dos trabalhadores do pa√≠s. Esse √© um passo fundamental para melhorar a produtividade da economia brasileira e consequentemente de sua capacidade de crescimento. Mais crescimento mais emprego. Nesse sentido, o maior dinamismo econ√īmico e a gera√ß√£o de emprego e renda devem ser visto como ferramentas basilares do combate √† pobreza. Mas n√£o d√° para esperar apenas pelas for√ßas de mercado. Seguindo a tradi√ß√£o de aten√ß√£o do partido aos menos favorecidos, o PSDB deve atuar para ser protagonista na proposi√ß√£o de pol√≠ticas destinadas a reduzir a pobreza e a desigualdade de renda em nosso pa√≠s. Programas como Bolsa Escola e o Vale G√°s, criados no governo do presidente Fernando Henrique, foram pioneiros nesse sentido. Diferentemente do que foi feito anteriormente, entretanto, urge fazermos melhor divulga√ß√£o das pol√≠ticas sociais implementadas por governos Tucanos em todo o pa√≠s, sob pena de a sociedade permanecer com a cren√ßa (enganosa) de que tais pol√≠ticas s√£o exclusividade de governos mais a esquerda no espectro pol√≠tico.

  • #1547
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    Primeiramente, para dar in√≠cio ao tema, √© importante frisar o seguinte ponto: o Estado deve primar pela melhor distribui√ß√£o de renda e a excelente prote√ß√£o social. Dito isso, e tendo como base a responsabilidade estatal nesse sentido, a primeira a√ß√£o a ser tomada √© essa: conscientizar a popula√ß√£o que a vis√£o “neoliberal” pregada atualmente n√£o passa de uma fal√°cia. Tomemos como base a “meritocracia”, palavra que descreve uma canalhice sem precedentes. Sabemos muito bem que aqueles que tem mais dinheiro sempre ter√£o melhores oportunidades, fato.

    O que vejo neste f√≥rum √© que muitos compraram a vis√£o falaciosa e liberal de que o Estado n√£o deve se intrometer, que o privado consegue oferecer melhores servi√ßos a um custo menor e por a√≠ adiante. Fica o questionamento: uma empresa visa LUCROS, DINHEIRO, ent√£o porque ela estaria disposta e engajada em oferecer melhores condi√ß√Ķes sociais √† popula√ß√£o se o interesse da empresa √© pura e simplesmente o capital? N√£o faz o menor sentido, n√£o √© mesmo?

    Para que haja um efetivo combate a pobreza √© necess√°rio que o Estado foque sua aten√ß√£o na educa√ß√£o, pois somente atrav√©s dela um indiv√≠duo consegue ter melhoria de vida. Em segundo lugar, √© necess√°rio distribuir melhor a renda e n√£o concentr√°-la ainda mais nas m√£os de quem j√° possui, como pregam os “Chicago boys”, mestres capitalistas. Quem em s√£ consci√™ncia deixaria na m√£o de uma empresa sem escr√ļpulos a seguridade social e a distribui√ß√£o de renda √† popula√ß√£o em geral, sendo que o interesse √© de que tudo permane√ßa como est√°?

    O partido precisa tomar posi√ß√£o en√©rgica no combate √† “meritocracia” e ao liberalismo, precisa se posicionar no sentido de distribuir melhor a renda e melhorar a qualidade de vida dos cidad√£os, combatendo ao m√°xim aquilo que est√° sendo pregado atualmente pelo “guru” Paulo Guedes.

  • #1556
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    valdemi alves barbosa
    Espectador

    <p style=”text-align: center;”>oi boa tarde meu nome √© valdemi, mora no auto sert√£o de Alagoas aqui a maioria das pessoas vivem com o bolsa fam√≠lia, ent√£o esses programa deveria ser aumentado para as fam√≠lias que precisa como tamb√©m desenvolver empregos para essas fam√≠lias.</p>

  • #1567
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    Jean dos Santos Silva
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    O melhor programa social de combate a pobreza é o fomento ao emprego, para tal deve-se desburocratizar a vida do empregador, reduzir a taxa tributaria e pra aquele cidadão que necessita de ajuda deve-se desenvolver o sistema do voucher, aproveitando a base do Programa Bolsa Família.

  • #1581
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    Pedro Henrique Pasquali
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    √Č preciso combater a pobreza da maneira correta – incentivando o emprego, desburocratizando e concentrando esfor√ßos em programas sociais eficazes de ordem liberal, como o Bolso Fam√≠lia.

  • #1591
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    Marcos Rodrigues
    Espectador

    O estado deve fiscalizar com frequência áreas mais pobres para efetuar um plano eficaz ao combate a pobreza, uma aliança entre empresas e estado deve ser estabelicidade e quanto mais empregos essa empresa gerar em áreas carentes mais o estado irá beneficiar essa empresa, um exemplo disso pode ser a queda de juros para essa empresa, para aqueles que estão em áreas precárias ou até mesmo sem moradia o estado deve fornecer uma área temporária para essas famílias e essas famílias devem ser priorizadas a ter um emprego via a aliança entre estado e empresa, depois que a família conseguir um emprego e começar a ter uma renda digna a família deve procurar um novo lugar para ficar seja por aluguel ou pelos projetos já existentes como minha casa minha vida, se a família ainda não tiver um outro lugar para ir o estado deve enviar uma assistente social para ajudar essa família a encontrar um novo lar, as famílias só devem fazer uma mudança quando conseguirem ser independentes.

  • #1598
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    Diego Daniel Aciem
    Espectador

    Combate a pobreza, melhoria nas redes de saneamento e junto os c√≥rregos, tudo esta lincado se tivermos uma melhoria na quest√£o de saneamento, ja vai criar uma melhorar a quest√£o da sa√ļde nas regi√Ķes onde tem esses casos de saneamento a c√©u aberto, pois muitas doen√ßas e causada por quest√Ķes de higiene b√°sica. Tem se melhorado muito a quest√£o de saneamento em algumas regi√Ķes e outras muito esquecido ent√£o vejo que precisa de um plano onde mapeia esses lugares, trace o os objetivos necess√°rios e tamb√©m veja oa lugares onde se tem mais necessidades para come√ßar, sendo aqueles onde tem maior √≠ndice populacional e de doen√ßas sendo oa primeiros.

  • #1607
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    Weverton Ramos Paulino
    Espectador

    pobreza

    Pobreza de fato deve ser n√£o s√≥ de um fator estudada por√©m analisada, analisada em um sentido demonstrar que o estado compreendi que a pobreza hoje nos estados brasileiros s√£o um problema um problema que deve deve ser resolvido e debatido entre todos os √Ęmbitos sociais entretanto √© preciso acabar com um problema em quest√£o dos moradores de rua, com a cria√ß√£o de um projeto que possa recolocar esses moradores de rua de volta na sociedade muitos est√£o ali n√£o por motivos de drogas mas sim mas por falta de qualifica√ß√£o profissional e por muita das vezes o estado em se n√£o acredita¬† que nesse esses indiv√≠duos possam sim contribuir com a sociedade, precisamos de fato tirar os moradores de rua do centro da cidade o centro da cidade ao financeira econ√īmica n√£o √© algo para eles estarem ali.

     

  • #1652
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    Vivian Coutinho Cavalcante
    Espectador

    Combate a pobreza envolve igualdade de oportunidades. Est√° intrinsecamente ligado √† educa√ß√£o de qualidade, capacita√ß√£o t√©cnica-profissional, gera√ß√£o de empregos, programas habitacionais que solucionem os problemas de moradia, pol√≠ticas p√ļblicas que levem saneamento b√°sico √†s comunidades mais carentes, e a√ß√Ķes mais incisivas em parceria com clubes de servi√ßo que convertam verbas de funda√ß√Ķes internacionais de servi√ßos humanit√°rios para a pr√°tica de projetos que solucionem de forma mais efetiva os problemas que sejam mais dif√≠ceis de acesso e solu√ß√£o pelo Estado.

  • #1665
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    Wellington Luís Pegorin
    Espectador

    Devemos sempre buscar a liberdade, a justiça e a solidariedade como valores em nossa sociedade. Essa igualdade se dá na busca de incluir socialmente todos os cidadãos, através de uma política de assistência social que dá voz e vez a quem mais necessita de um acolhimento. Deve-se investir cada vez mais em centros como o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) e CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), para de fato conseguir atingir todo ser humano em situação de desigualdade social.

  • #1681
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    Ronald Vilella
    Espectador

    Há diversas formas do combate à pobreza. Uma delas é a questão de tributária que hoje contribui para a concentração de renda, utilizando-se da mesma taxação de consumo a todos, ricos e pobres. Além disso, a carga tributária do Brasil se encontra próxima da média aos países desenvolvidos, porém ostenta uma das maiores cargas da América Latina, demostrando a pouco efetividade do governo no repasse dos impostos à população.

    Outro exemplo √© a educa√ß√£o como meio transformador, gerando oportunidades a todos. No entanto, o Brasil continua falhando nesse aspecto. Atualmente, as escolas p√ļblicas possuem, aproximadamente, 45 milh√Ķes de alunos, quase 1/4 da popula√ß√£o brasileira, por√©m ainda apresenta altas taxas de evas√£o escolar.

    Vale ressaltar que os municípios também podem ser importantes agentes contra a desigualdade, abandonando uma posição passiva, visando as pessoas como as beneficiárias de políticas locais.

  • #1699
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    Pedro Rodrigues
    Espectador

    Tem-se difundido que a reforma mais urgente de pa√≠s entre todas √© a social. Sem qualifica√ß√£o de m√£o de obra, n√£o h√° o que se discutir primariamente em gera√ß√£o de emprego e renda, mas sim discutir uma rede de prote√ß√£o aos que est√£o em vulnerabilidade, programa de Estado e n√£o de Governo com proposi√ß√£o de renda √ļnica e simplicada para evitar a perda de renda por parte do trabalhador, como o abono salarial devido a excessiva burocracia impelida.

    Debater novos melhoramentos, de investimentos precisos ao programa Bolsa-Fam√≠lia, no intuito de atacar as desigualdades. Propor a fiscaliza√ß√£o por org√£os de compet√™ncia que delimitem a pobreza real do pa√≠s em n√ļmeros e por regi√Ķes, estabelecer metas nacionais e regionais de redu√ß√£o do n√ļmero de fam√≠lias que estejam abaixo da linha da pobreza.

    A defesa que se faça urgente deve entender que a proposta esteja no bojo da Constituição para não ficar instável aos humores do mandatário da ocasião e que faça isso moeda de troca como vimos num passado bem recente.

    O programa, claro, adotado de maneira cont√≠nua para atender a ciclos que se encerram e n√£o ao mesmo p√ļblico (que se torna crescente √† medida do desemprego) todo o tempo como temos visto. Debatedores dizem que a medida para livrar uma na√ß√£o da car√™ncia √© atrav√©s da Educa√ß√£o p√ļblica, universalizante e de qualidade. Isso desde a base. Trabalhar a melhor inf√Ęncia com educa√ß√£o de qualidade, alimenta√ß√£o de qualidade, rem√©dios e vacinas dispon√≠veis etc.

    E o que fazer com os que padecem agora e estão reféns de programas sociais? A saída seria a inserção destas pessoas no mercado de trabalho. Mas qual e como?

    Em quase duas d√©cadas, um partido esteve no centro do poder ditando as regras, mentiu quando disse que erradicaria a pobreza. A fome zerou apenas na propaganda, como se pode constatar em Guaribas, no Piau√≠, cidade piloto de um programa esquecido por governos e lembrado apenas por marqueteiros. A linha da pobreza foi maquiada, e por √ļltimo o partido que esteve no poder e que se declarava o redentor dos pobres deste pa√≠s rejeitou projeto de senador de sua pr√≥pria agremia√ß√£o, que delimitava a real linha da pobreza no Brasil. 19 milh√Ķes de desempregados; 5,2 milh√Ķes passam fome, tantas outras milh√Ķes sem saneamento.

    Em cada discuss√£o dessa, o PSDB apresenta solu√ß√Ķes, contrapropostas, e o mais importante: resultados. L√° atr√°s foi o Plano Real, que ceifou a infla√ß√£o e elevou a autoestima do povo brasileiro junto com o seu poder aquisitivo, e os programas sociais, que agora mais que nunca precisam ser repensados. √Č o que os miser√°veis esperam, resultados pra ontem que matem a fome e aplaquem a pobreza absoluta.

    A nossa Carta Magna, desde a sua cria√ß√£o, se viu contradit√≥ria, prolixa e promissora da reden√ß√£o do povo em condi√ß√Ķes desvantajosas tanto socialmente quanto culturalmente. O que vemos √© uma dist√Ęncia abissal entre a inten√ß√£o (o prometido) e o gesto (o que √© efetivo). A t√£o propalada Justi√ßa Social √© algo que se almeja e parece inalcan√ß√°vel. Sonho ut√≥pico nesses desalentados tr√≥picos.

    Enquanto isso temas devem ser enfrentados de frente e o governo deve ser levantado em questionamentos no que tange ao social como qual sua agenda pra educa√ß√£o, moradia e sa√ļde.

    O PSDB precisa pensar uma nova agenda social.

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  • #1719
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    Arthur Silva
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    N√≥s fomos o partido que mais ajudou a popula√ß√£o mais pobre, mas um discurso populista conseguiu “doutrinar” uma parte dos brasileiros que acham que tudo come√ßou em 2002.

    O que precisamos agora é mostrar para a população mais pobre que estamos do lado dela e que reconhecemos seus problemas, o PSDB precisa ter protagonismo nesse sentido, somos o governo que implementou as políticas sociais, mas tudo isso virou propriedade do PT. E como resolver isso? Na linguagem, na aproximação. Para mim, o primeiro passo é aproximar-se mais da população mais pobre, mais do que já está sendo feito.

    Programa social n√£o deve ser permanente, mas sim tempor√°rio. √Č preciso colocar isso para o povo. N√£o queremos um pa√≠s ref√©m de bolsa fam√≠lia. Queremos n√£o precisar mais disso. Os programas assist√™ncias vigentes s√£o bons, mas precisam de ajustes, e quando digo ajustes eu falo de organiza√ß√£o, de sele√ß√£o rigorosa, de pesquisa social. Porque todos n√≥s sabemos que muitos que recebem o benef√≠cio, n√£o precisam.

    Tudo isso tem haver com o desenvolvimento econ√īmico, n√£o tem outro jeito a n√£o ser movimentar a economia para que ela cres√ßa e gere mais emprego.

    O PSDB precisa de uma agenda que tenha o trabalho de reunir as piores condi√ß√Ķes de vidas e montar um projeto para ajudar tais pessoas. Como o PSDB sabe dialogar, e isso √© quesito fundamental, a intera√ß√£o com outros governos pode auxiliar nesse caso.

    Está mais do que na hora também de cortar um pouco as asas de quem recebe muito e paga pouco.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 4 semanas atr√°s por  Arthur Silva.
  • #1729
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    Yan fernandes pereira
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    Substituir o bolsa família por um programa que ao invés de dinheiro ,da alimento no mesmo valor pois tudo no atacado é mais barato ,pois quando da dinheiro, não é gasto de modo correto ,e empregar grande parte da população.

     

  • #1849
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    Rodrigo Ferreira
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    Para estender o bolsa fam√≠lia, a melhor solu√ß√£o, ao inv√©s de aumentar o or√ßamento do programa √© direcionar o beneficio apenas a quem precisa e ter mecanismos de sa√≠da. Se al√©m dos filhos haver obrigatoriedade dos pais estudarem, as fraudes ser√£o zero. Al√©m de que, quem √© aut√īnomo e n√£o comprova renda para receber o beneficio, com a obrigatoriedade de estudar n√£o sera mais atrativo. O bolsa fam√≠lia deve ter tempo determinado. Os pais devem cumprir metas de estudo. 6 meses para completar o ensino fundamental 1, 1 ano para completar o ensino fundamentar 2, 6 meses para completar o ensino m√©dio. E mais dois anos para optar por fazer um curso profissionalizante de dois anos ou dois cursos de 1 ano cada. ap√≥s completado as metas ter mais 6 meses de car√™ncia e perder o beneficio, para que esse possa ir para outra fam√≠lia, criando assim um ciclo virtuoso de ensino.

  • #1866
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    Mychael Douglas
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    Falar em combate √† pobreza √© falar em efetiva√ß√£o das condi√ß√Ķes dignas de vida que todo cidad√£o brasileiro deveria ter (pelo menos √© o que √© garantido a n√≠vel te√≥rico e legal). Todavia, quando n√£o se tem as condi√ß√Ķes necess√°rias para se ter uma vida digna, a pobreza (de consci√™ncia e bens materiais) assola a sociedade. Al√©m disso, aliada a pobreza est√° a criminalidade que, por sua vez, recruta pessoas marginalizadas, isto √©, desassistidas pelo poder p√ļblico, para de alguma forma inserir essa pessoa numa vida social e que lhe garanta espa√ßo, mesmo que na ilegalidade. Da√≠, dizer que diminuir ou findar a pobreza apenas com assistencialismo e protecionismo do Estado √© criar depend√™ncias nessas pessoas para se perpetuarem nessas condi√ß√Ķes indignas e manobr√°veis partidariamente falando. Ainda, somente com a oferta de servi√ßos p√ļblicos de maneira efetiva √© que podemos falar em prote√ß√£o social, quando o Estado acompanha a sociedade em suas vulnerabilidades permitindo condi√ß√Ķes para que essa ascenda consciente e socialmente falando. Ent√£o, a tarefa da pol√≠tica se faz no atendimento √†s necessidades de toda a sociedade e, n√£o apenas de uma parcela desta, deixando de lado quest√Ķes ideol√≥gicas e priorizando pol√≠ticas p√ļblicas que contemplem a todos e promovam bem-estar social.

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  • #1868
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    Gabriel Testai
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    O Brasil viveu um ciclo de redu√ß√£o da pobreza com redu√ß√£o de desigualdades resultado da combina√ß√£o de pol√≠ticas sociais, investimentos em infra-estrutura, melhoria na economia, no mercado de trabalho e na remunera√ß√£o, em especial dos mais pobres. Por√©m, ainda h√° muito para melhorar em rela√ß√£o ao padr√£o de vida de alguns brasileiros. Primeiramente √© necess√°rio estipular uma linha que determine a condi√ß√£o de extrema pobreza , pois dessa forma o Estado ir√° priorizar e reorganizar devidas adapta√ß√Ķes para programas de cunho social. A partir desta linha, √© poss√≠vel identificar quem s√£o aqueles que se encontram abaixo desta linha, investigar as raz√Ķes e implementar as estrat√©gias para sua supera√ß√£o. √Ä primeira vista, o estabelecimento de um limite e a prioriza√ß√£o daqueles que est√£o abaixo deste limite pode ser interpretado como algo que se op√Ķe √† universaliza√ß√£o. No entanto, √© justamente o contr√°rio. N√£o h√° universalidade sem equidade, se um conjunto da popula√ß√£o n√£o acessa a pol√≠tica universal ou, quando acessa, obt√©m resultados muito inferiores ao restante da popula√ß√£o. Trata-se, pois, de universalizar de fato as pol√≠ticas universais, assegurando um resultado m√≠nimo para cada um. O Governo deve tamb√©m, reconhecer as especificidades da popula√ß√£o em extrema pobreza, pois a prioriza√ß√£o do p√ļblico abaixo da linha estabelecida permite compreender com maior profundidade suas caracter√≠sticas e vulnerabilidades, para que as a√ß√Ķes implementadas sejam de fato acessadas e¬† produzam os resultados esperados, medidos em rela√ß√£o √† linha. As pol√≠ticas e a√ß√Ķes devem ser redesenhadas para se adaptar √† realidade do p√ļblico-alvo, n√£o o contr√°rio, n√£o se deve esperar que este p√ļblico se adapte √†s caracter√≠sticas da pol√≠tica. Por fim, √© necess√°rio um grande investimento por parte do estado na √°rea de educa√ß√£o p√ļblica, pois para um pa√≠s se tornar desenvolvido e possuir √≠ndices de pobreza baix√≠ssimos √© necess√°rio possuir uma excelente forma√ß√£o de base, ou seja, √© imprescind√≠vel que a qualidade das institui√ß√Ķes de base do ensino p√ļblico se equiparem √† qualidade das institui√ß√Ķes particulares, pois desta forma haver√° uma grande eleva√ß√£o nos √≠ndices de qualidade do ensino, retirando pessoas da linha de extrema pobreza e proporcionado a elas uma educa√ß√£o e qualidade de vida digna de qualquer ser humano.

    Gabriel Testai

  • #1871
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    Guilherme Santos Ferreira
    Espectador

    Aprimorar os programas já existentes, levando às famílias beneficiarias a qualificação e monitoramento da utilização dos programas ao qual estão cadastrados, fazendo assim com que não dependam dos mesmos por período tão longo.

  • #1892
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    Emerson Nunes
    Espectador

    Ampliar Programa de HIS РHabitação de Interesse Social.

  • #1913
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    Estev√£o Filho
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    A quest√£o da pobreza est√° relacionada a educa√ß√£o prec√°ria que aqueles que menos tem recebem por parte dos poderes.¬† Mais do que aumentar os recursos, √© preciso um plano nacional que acompanhe a pessoa da inf√Ęncia at√©¬† uma qualifica√ß√£o adequada para o mercado de trabalho, sendo esta a condi√ß√£o para a¬† reformula√ß√£o do bolsa fam√≠lia como √© atualmente concebido de forma assistencialista.

     

  • #1943
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    Kauan Alves
    Espectador

    √Č preciso modernizar o cadastro √ļnico e lutar uma capacita√ß√£o ainda maior para os assistentes sociais de todo pa√≠s.

    A tecnologia pode ser uma importante aliada neste sentido, afim de evitar fraudes e direcionar as a√ß√Ķes sociais para aqueles que realmente carecem da aten√ß√£o do Estado.

  • #1956
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    Valentina Jord√£o
    Espectador

    O PSDB deve zelar pelas pol√≠ticas p√ļblicas que envolvam o combate a pobreza e a Prote√ß√£o Social. Para combater a pobreza deve haver n√£o somente programas voltados ao bolsa fam√≠lia e sim investimentos em educa√ß√£o. Educa√ß√£o de qualidade, que comece desde o prim√°rio, investimento no ensino t√©cnico e promo√ß√£o de cursos vestibulares sociais para ajudar os mais necessitados. O problema do Brasil √© a educa√ß√£o, sempre foi e sempre ser√°, enquanto faltar vontade da sociedade de melhorar esse quadro.

  • #1971
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    Ryco Lima
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    Oportunidade, é chave da solução desse problema. A pobreza é um fruto de países que não se desenvolveram a um nível de controla-la, isso é; ela sempre existirá, infelizmente é um dos problemas de um regime capitalista pleno. Mas isso não significa que os braços devem ficar fechados e ignorarmos esse problema. Ai entram as políticas sociais, que surgem para garantir que as oportunidades sejam a todos. Concordo com a ideia de o governo subsidiar, como forma de combate (não definitiva) a pobreza, mas que não leve ao assistencialismo.

    √Č fundamental, como o PSDB sempre defendeu, a defesa das crian√ßas e dos idosos nessa situa√ß√£o. Pol√≠ticas essas fundamentadas com a Sra. Ruth Cardoso, Primeira-dama do Brasil.

     

  • #2004
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    Leandro Miguel
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    Temas como esse, só me leva a pensar

    Se n√£o houvesse corrup√ß√£o, se os homens assumissem o seu papel de verdadeiramente cuidar um do outros, talvez n√£o precisar√≠amos discutir sobre estes assuntos, n√£o defendo uma sociedade igualit√°ria, mais uma sociedade justa…

     

  • #2030
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    Vinícius Andrade Martins
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    1-DISTRIBUIÇÃO DE RENDA

    Reduzir a desigualdade taxando mais aos ricos do que os pobres, políticas de distribuição de renda como auxílio escola, bolsa família, bolsa alimentação, expandir programas de acesso à estruturas básicas para a vida como saneamento e moradia.

    2-PLANEJAMENTO FAMILIAR

    Investir pesado em pol√≠ticas sociais para que as fam√≠lias tenham estrutura para preparar as pr√≥ximas gera√ß√Ķes.

  • #2051
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    Nathanael Guimar√£es Rodrigues
    Espectador

    O estado deve acompanhar mais de perto os problemas sociais, a melhor maneira de combate a pobreza √© a gera√ß√£o de empregos assim renda para as fam√≠lias, programas sociais ajudam, mas o Brasil precisa urgentemente de gera√ß√£o de empregos, o governo deveria mapear a sociedade, existem √°reas que precisam de mais apoio do governo, o emprego sempre ser√° o melhor programa para diminuir a pobreza, mas claro com capacita√ß√£o, ai entra o quesito educacional, temos que formar bons profissionais, deixar de lado a quantidade por qualidade, para assim construirmos uma sociedade melhor, trazer empresas para gera√ß√£o de empregos, liberalismo econ√īmico e uma justi√ßa social.

  • #2059
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    Pedro Saldanha
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    REDUZIR A POBREZA

    √Č fundamental gerar empregos e qualificar a m√£o de obra entre a popula√ß√£o, para que todos tenham um salario para poder ter uma vida minimamente digna. √© o inicio de tudo.

  • #2090
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    Carolina Sachet Aimi
    Espectador

    O estado tem a fun√ß√£o de promover um planejamento familiar com a√ß√Ķes concretas para evitar gravides indesejada e para homens e mulheres poderem planejar a chegada de uma crian√ßa. Tamb√©m, deve deixar de restringir a esteriliza√ß√£o por laqueadura e vasectomia volunt√°ria para somente pais/m√£es de dois filhos(as), al√©m de exigir a idade m√≠nima de 25 anos.

  • #2095
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    Renato Ribeiro
    Espectador

    Devemos adotar pol√≠ticas de assist√™ncia social aos que vivem na pobreza, criando condi√ß√Ķes para que os mesmos possam ascender socialmente, seja por meio de capacita√ß√£o profissional, educa√ß√£o e oportunidades de emprego. Por√©m √© preciso tamb√©m trabalhar para que se reduza a desigualdade social do pa√≠s em que toda a riqueza encontra-se concentrada em pouqu√≠ssimas pessoas, devemos ser a favor da tributa√ß√£o de grandes fortunas e dividendos, al√©m de uma maior divis√£o das al√≠quotas do imposto de renda, aumentando desta forma a receita do estado e possibilitando maiores investimentos.

     

  • #2101
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    David Alector Sampaio
    Espectador

    Os programas criados durante o governo do PSDB e ampliados pelo governo Lula seriam suficientes para combater a extrema pobreza no país, entretanto é preciso uma maior fiscalização nos programas e prazos tanto para o governo quanto para o cidadão no tempo de permanência nos programas.

  • #2130
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    Raphael Sarris
    Espectador

    РPrimeiro, o Bolsa-Família deve voltar a ser como antes: os pais devem prova que os filhos estão indo para escola para assim, ter direito ao benefício mensal;

    РSegundo: o Estado deve investir em saneamento básico para todo o Brasil, dessa forma podemos prevenir também doenças como a dengue, entre outras, pois a doença não escolha classe social;

    – Terceiro: a Defensoria P√ļblica deve ter mais empatia pela popula√ß√£o carente que n√£o tem condi√ß√Ķes de custear um processo atrav√©s de advogado particular, digo isso usando como refer√™ncia o pr√©dio da Defensoria no centro da cidade de S√£o Paulo, pois assim que se encerra o expediente e fecham o pr√©dio, a partir das 19h j√° tem prostitutas em volta da fachada e cheiro de urina pelo local;

    РQuarto: devemos ter um programa de incentivo de desenvolvimento social como o New Deal, par que o Estado possa cuidar e empregar seus cidadãos na medida em que ajudar a melhorar o país, gerar emprego e renda, e transformando assim o Brasil em um país a ser copiado por outros mundo à fora.

  • #2165
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    Gregory de Ara√ļjo Toledo
    Espectador

    Devemos manter programas de assistencialismo para os mais necessitados, é preciso revisar a metodologia do repasse para que se evite fraudes.

    √Č preciso investir bastante na sa√ļde p√ļblica e buscar solu√ß√Ķes para a falta de servi√ßos b√°sicos que alguns lugares n√£o disp√Ķem.

     

  • #2169
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    Diemisson Neves
    Espectador

    N√£o podemos nega a desigualdade social que existe em nosso pa√≠s, as pessoas de bairros mais pobres, de periferia s√£o esquecidas pelo poder p√ļblico, as escolas s√£o de pessima qualidade, as ruas n√£o tem saneamento basico, falta ilumina√ß√£o p√ļblica. Muita coisa tem que ser melhorada para combater a pobreza e o passo principal e fazer com quer as crian√ßas, adolescentes, jovens e adultos tenham acesso a uma educa√ß√£o de qualidade, a um curso t√©cnico para que eles possam se profissionaliza para o mercado de trabalho, os jovens pobres precisam tee uma melhor assist√™ncia educacional para que os mesmo possam engressa em um ensino superior ser forma e ter uma profiss√£o.

     

    A educação junto de um melhor investimento e um programa de assistência que realmente fucione pode ser a chave para resolver os problemas da probleza em nosso país.

  • #2172
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    Gregory de Ara√ļjo Toledo
    Espectador

    Com urg√™ncia devemos olhar para os mais pobres, diversas comunidades no Rio de Janeiro mal tem esgoto, em √°reas da Zona Oeste do Rio como as Guaratibas, sepetibas e afins chegam a faltar √°gua pelo menos 5 dias por m√™s, s√£o √°reas bem localizadas, pr√≥ximas de bairros nobres, com boa atra√ß√£o tur√≠stica, por√©m vivem de esgoto a c√©u aberto, √© preciso realizar investimento em sa√ļde, falta o b√°sico, o assistencialismo n√£o chega, as pessoas dependem de aux√≠lios que muitas vezes n√£o chegam, √© necess√°rio que se revise o repasse do BF, pois √© muito fraudulento, √© preciso evitar que pessoas migrem para comunidades improvisadas em cima de mangues, a beira de esgotos e que a situa√ß√£o piore.

    Se faz necess√°rio a cria√ß√£o de pilares de investimentos, √© triste como algumas fam√≠lias s√£o expostas a lix√Ķes, doen√ßas, falta de √°gua encanada em bairros e munic√≠pios t√£o pr√≥ximos ou da pr√≥pria capital. Falta muito de educa√ß√£o, sa√ļde e seguran√ßa, a falta de √°gua j√° √© explorada por mil√≠cias no Rio, onde as mesmas aproveitam da aus√™ncia e fornecem √°gua por pre√ßos que estipulam “justos” √© triste que um grupo de paraestatal lucre e forne√ßa algo que deveria ser obriga√ß√£o do estado a fornecer, visto a quantidade de impostos pagos.

  • #2185
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    Douglas Frederico
    Espectador

    O PSDB foi o primeiro partido que de fato se preocupou com a temática. Os programas sociais e de transferência de renda são fundamentais para o país, principalmente para certas famílias que dependem exclusivamente disso.

    A primeira l√≥gica √© mostrar que as diversas realidades dentro desse pa√≠s nao pode favorecer o discurso de que todos que usam o benef√≠cio, s√£o oportunistas e aproveitadores, gente pregui√ßosa…

    Acredito que o partido deve deixar 2 marcas em relação a isso

    1 Рos programas não podem apenas ser por renda e fixar o valor por dependente. Hoje temos tecnologia suficiente para ter uma central com as carências e os programas sociais e de transferência de renda devem ser desmembrados para poder atuar especificamente na carência apresentada.

    2 – programas sociais e de transfer√™ncia de renda n√£o podem configurar como fim e sim como meio. Paralelo ao benef√≠cio social deve estar atrelado a√ß√Ķes de capacita√ß√£o, alfabetiza√ß√£o, profissionaliza√ß√£o. A eterna depend√™ncia se tornou uma faca eleitoral usada por partidos que fazem da mis√©ria, fome e desemprego o reduto de votos a cada 2 anos.

    Atenciosamente,
    <p style=”text-align: left;”>Douglas Frederico – Rio de Janeiro – S√£o joao de Meriti.</p>

  • #2191
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    Matheus Luiz Ramos Martins
    Espectador

    Tendo essa quest√£o como principal, devemos passar por diversos outros aspectos, pois para combater a situa√ß√£o que enfrentamos no nosso pa√≠s, em caso a pobreza, devemos incentivar pr√°ticas que fa√ßa com que a situa√ß√£o se destrave naturalmente, sendo algumas dessas atitudes, o incentivo a educa√ß√£o e a “arte” de empreender, apoiar os brasileiros aos estudos iria capacit√°-los de maneira adequada, e da maneira que mercado de trabalho necessita, principalmente na produ√ß√£o industrial, em respeito aos empreendimentos, toda empresa gigantesca que vemos hoje, teve que come√ßar de algum lugar, e devemos fazer com que todos sintam-se confort√°veis em investir em empreendimentos no Brasil, tanto empres√°rios estrangeiros, quanto n√≥s pr√≥prios brasileiros, quando isso ocorrer, o capital volta a girar/entrar, fazendo bem a todos aqueles que n√£o tem emprego ( dando maior oportunidade de conseguir um) e ao pa√≠s, que se desenvolve de maneira r√°pida e adequada.

  • #2225
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    Adriano Sidney
    Espectador

    Ol√°, sou Adriano Sidney dos Reis de Nova lima Minas Gerais. Hoje o estado de Minas n√£o est√° longe do cen√°rio brasileiro, por exemplo ,Jequitinhonha. O Vale do Jequitinhonha √© um sin√īnimo de pobreza extrema. Hoje nessa regi√£o toda infra estrutura b√°sica como sa√ļde, educa√ß√£o, saneamento b√°sico, alimenta√ß√£o, esta em uma situa√ß√£o prec√°ria, esquecida pelo estado em pleno s√©c XXI pessoas passando fome, desempregadas , sem ter o que comer vivendo em uma vulnerabilidade social aonde as pol√≠ticas p√ļblicas n√£o desenvolvem. Essa realidade est√° pr√≥xima de todos n√≥s. Hoje convivo com um bairro dentro da minha cidade onde 90% √© invadido e n√£o t√™m √°gua pot√°vel , o esgoto √© a c√©u aberto, a fome e a pobreza reina. Infelizmente essas pessoas est√£o esquecidas, s√£o lembradas de 2 em 2 anos nas campanhas eleitorais, s√£o iludidos e depois abandonados. Crian√ßas crescem na pobreza sem ensino b√°sico, sem o lazer, sem sa√ļde, sem a principal forma√ß√£o do cidad√£o o esporte e cultura. Crescendo e virando um cidad√£o sem estudo, sem uma forma√ß√£o profissional sendo automaticamente inclu√≠dos √† criminalidade de pequenos delitos a grandes delitos. Aumentando a criminalidade.

    Essa é a minha opinião.

  • #2229
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    Bruno Cardozo
    Espectador
    1. √Č necess√°rio organizar e fizcalizar os programas existente, para que somente que realmente precisa possa receber.
    2. Precisamos ofertar oportunidades de emprego para todos, principalmente nas comunidades mais carente. Por n√£o √© dando o peixe que vamos tirar ningu√©m da pobreza, mas sim ensinado √† pescar. Por que se o governo senpre der o peixe, toda vez que ele acabar eles ir√° esperar at√© o governo trazer novamente outro peixe. Mas ensinando a pescar, dando as devidas condi√ß√Ķes para que v√° em busca do seu pr√≥prio peixe. S√≥ assim erradicaremos a pobreza extrema
    3. Precisamos incentivar e apoiar os micro e pequenos empreendedores, desburocratizando os caminhos. E também descentralizar os incentivos fiscais, somente as grandes empresas. Visando uma maior igualdade social
    4. Investir em  educação nas periferias, pois somente através da Educação para erradicar a pobreza.
  • #2235
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    Matheus Pantrigo
    Espectador

    Todas as propostas de outras √°reas, principalmente a economia, afetam significativamente o tema da pobreza, entretanto n√£o vejo a necessidade de repeti-las, logo pensando apenas nesta √°rea, temos como exemplo o programa “food stamps” nos EUA. Este foi um projeto de muito sucesso que envolve auxiliar a renda das classes mais baixas com um voucher para a compra de produtos aliment√≠cios. Criar mini-cursos sobre economia pessoal tamb√©m se torna necess√°rio visto que muitos dos brasileiros hoje se encontram com o nome sujo.

    Creio que com essas duas medidas al√©m do mantenimento e expans√£o dos programas sociais atuais e uma politia econ√īmica que vise potencializar as nossas habilidades inerentes, conseguir√≠amos diminuir consideravelmente a pobreza do Brasil

  • #2252
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    Roberta Berdeal
    Espectador

    H√° uma d√≠vida hist√≥rica do Brasil para com os menos favorecidos, devendo assim n√£o s√≥ o Estado continuar cuidando minimamente das pessoas carentes, mas tamb√©m os grandes empres√°rios contribuindo. O combate a pobreza pela complexidade de solu√ß√Ķes, vejo como a principal sa√≠da a educa√ß√£o e a qualifica√ß√£o a longo prazo, al√©m dos programas sociais.

  • #2253
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    André Varela
    Espectador

    Atualmente o Brasil oferece ao mais pobre um sistema de dependência.

    As pol√≠ticas p√ļblicas do nosso pa√≠s n√£o mais visam ajudar aqueles em situa√ß√£o miser√°vel a sair da situa√ß√£o, mas sim, visam a manuten√ß√£o da escada dos pobres sendo pobres e dos ricos permanecendo ricos. Isso porqu√™ na √ļltima d√©cada foi implementado um sistema de elei√ß√£o. Tudo que fora aprovado e tudo que aparecia como bolsa, incentivo ou pagamento apenas servia para ganhar votos de 4 em 4 anos, n√£o projetando de fato um desenvolvimento para o pa√≠s.

    Não é um problema os ricos seguirem ricos, ou até mesmo novas pessoas se tornarem ricas, o problema é isso ser feito a custa de outras permanecerem cada vez mais pobres, em estados de calamidade.

    Acredito que um primeiro passo muito importante, que o PSDB poderia promover, seria uma análise efetiva, através da criação de uma comissão (facilitando para um possível PL posteriormente) para evidenciar quais PROGRAMAS que hoje estão ativos no Brasil realmente são efetivos para o combate a pobreza e proteção social.

  • #2264
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    Carlos Eduardo
    Espectador

    A pobreza n√£o existe s√≥ em nosso pa√≠s, ela tamb√©m √© uma vergonha em pa√≠ses extremamente desenvolvidos, tais como o pr√≥prio Estados Unidos. A pobreza √© um quadro sinistro e deplor√°vel, e seu combate √© √°rduo. Segundo o IBGE em 2018, a quantidade de brasileiros vivendo em condi√ß√Ķes de etrema pobreza passou de cinco para quase 12 milh√Ķes entre 2014 e 2017. Os estados do norte e nordeste foram os estados que houve um agravamento enorme nos casos de pobreza. O combate √† pobreza ser√° mais eficaz se o esfor√ßo for verdadeiramente conjunto. A desigualdade social √© uma realidade de muitos brasileiros, mesmo durante de anos de crescimento econ√īmico expressivo, poucos se propuseram a tomar decis√Ķes essenciais para p√īr fim ao grande degrau que existe entre os ricos e os mais pobres. √Č importante ressaltar que medidas imediatistas n√£o resolve o problema da desigualdade social e da pobreza de nosso pa√≠s, acredito que um dos maiores problemas do Brasil seja conciliar o lado econ√īmico com o social. Para o combate da pobreza √© de extrema import√Ęncia que os pobres sejam proporcionalmente menos taxados.

  • #2268
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    Wellington Lucas Barroso rocha
    Espectador

    √Č necess√°rio um programa de inclus√£o social que a m√©dio prazo possa dar um ganho socioecon√īmico para o povo Brasileiro, diminuindo assim a desigualdade social.

  • #2281
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    Deivin Corrêa
    Espectador

    Para que busquemos sucesso nesse tema, seria necess√°rio rever em todo territ√≥rio nacional, os √≠ndices de falta de saneamento, desnutri√ß√£o e viola√ß√Ķes de vidas.

    Um plano em parcerias com as prefeituras, nos levaria aos n√ļmeros que o Brasil apresenta, sendo assim criar a√ß√Ķes que comecem desde os menores municipios, at√© as grandes capitais.

  • #2284
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    Leandro Correa
    Espectador

    Esse e um tema muito delicado, hoje as regi√Ķes norte e nordeste sao as que mas sofrem com a falta de amor humanitario vinda da esfera federal. Precisamos trabalhar de forma conjuta tanto as 3 esferas,quanto a popula√ß√£o em geral.

  • #2306
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    Wagner Gockos
    Espectador

    Programas sociais que atendam quem realmente precisa, com acompanhamento e mecanismos que tirem essas fam√≠lias da situa√ß√£o “a quo”, e n√£o programas eternos de assistencialismo, programas para retorno ao mercado de trabalho em parceria com empresas e entidades p√ļblicas.

    Aposta nos programas de fortalecimento de vínculos, aliados a cursos profissionalizantes.

  • #2332
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    Arthur Arenari
    Espectador

    Um país desigual como o nosso tem por obrigação auxiliar e ajudar quem possui renda baixa.
    Para isso, o Bolsa Família precisa ser ampliado, poderia ser vinculado a cursos profissionalizantes, onde quem recebe teria a possibilidade de estudar e se capacitar.
    Reurbaniza√ß√£o de comunidades carentes, garantindo melhores condi√ß√Ķes de vida para popula√ß√£o pobre.
    Combate a pobreza extrema e desnutri√ß√£o, “atacando” as √°reas com maiores √≠ndices e buscando melhorar os indicadores.
    Ampliação da política de cotas (além das raciais Рcriação das cotas sociais).

  • #2354
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    Jeferson Lorensett
    Espectador

    – Para combater a pobreza necessitamos gerar renda as pessoas. Acabar com o assistencialismo vital√≠cio, bem claro, o vital√≠cio, pois o assistencialismo √© de suma import√Ęncia para que possamos come√ßar a dar uma vida mais digna que apenas o assistencialismo, juntando educa√ß√£o e desenvolvimento econ√īmico, vamos gerar emprego e renda para as pessoas, assim deixando de depender financeiramente do estado diretamente.

    РVivemos em um país onde há uma cultura muito grande para diversidade social, unir todos é a melhor solução para um proteger ao outro.

  • #2364
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    Patrike Soares
    Espectador

    A criação de um programa social voltado especialmente para a assistência alimentar e nutricional para as famílias que recebem MENOS de um salário mínimo mensal ajudará a reduzir o índice da fome e principalmente do desamparo social no nosso país.

  • #2372
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    Saylo Soutelo
    Espectador

    Em todos os municípios é necessário gerar emprego/renda em todas as áreas, levar capacitação educacional/profissional e ampliar a quantidade de famílias assistidas por programas sociais.

  • #2377
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    Thallya Scariot
    Espectador

    Quando falamos de ‚ÄúCombate a pobreza e a prote√ß√£o social‚ÄĚ, elevamos os quatro principais pontos: sa√ļde, educa√ß√£o, seguran√ßa ¬†e emprego.

    Sa√ļde: ter saneamento b√°sico, √°gua pot√°vel, alimenta√ß√£o adequada, controle de natalidade, agentes de sa√ļde fazendo seu papel na comunidade..

    Educação: estruturas melhores, valorização dos profissionais, esporte e lazer nas comunidades, cursos profissionalizantes gratuitos..

     

    3. Segurança: quando se têm agentes de segurança humanizados, consequentemente tudo flui.

    4. Empregos: uma jun√ß√£o de educa√ß√£o e mais sa√ļde, a gera√ß√£o de empregos seria uma ‚Äúconsequ√™ncia‚ÄĚ.

  • #2394
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    Renan Sambo
    Espectador

    РMaior efetividade na ampliação do saneamento básico para todos;

    – Trabalhar por mais moradias;

    РBuscar melhorar cada vez mais a educação, tendo em vista profissionais qualificados.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  Renan Sambo.
  • #2397
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    MIRACY FERREIRA LIMA
    Espectador

    COMBATE A POBREZA E PROTE√á√ÉO SOCIAL, s√£o temas que, acredito, sensibilize toda a popula√ß√£o brasileira. O grande problema √© qual a abrang√™ncia dos Programas¬† sob essa √©gide e quem paga pelos mesmos. Hoje temos como contribui√ß√£o obrigat√≥ria de empregados formais e dos empres√°rios o percentual destinado √† Assist√™ncia e Previd√™ncia Social, tendo-se o bra√ßo da Assist√™ncia Social como patrocinador dos Programas ditos de Combate a Pobreza e Assist√™ncia Social, sem consulta ou ades√£o dos trabalhadores e empres√°rios que, ao chegarem √† velhice, ficam sujeitos √† uma aposentadoria que n√£o cobre nem mesmo o pagamento do Plano de Sa√ļde, medicamentos e cuidadores. Porque esses mesmos contribuintes t√™m que pagar por aqueles que nunca contribu√≠ram e, ao chegar a determinada idade, se aposentam √†s custas daqueles que trabalharam e que com, certeza, n√£o fariam a op√ß√£o de pagar por quem n√£o contribuiu com a Previd√™ncia. Se um mendigo todos os dias, reservar R$1,00 (um real) do que recebeu, ao final do m√™s pode recolher como Contribuinte Individual.

    Muitos podem se contrapor, alegando a gratuidade do SUS e de hospitais p√ļblicos, que todos sabemos, n√£o atendem nem mesmo √†s necessidades b√°sicas de assist√™ncia √† Sa√ļde. E, se s√£o bons para a quase totalidade da popula√ß√£o brasileira, porque temos que pagar Planos de Sa√ļde com despesas ilimitadas para ocupantes de cargos pol√≠ticos, extensivo a familiares?

    Acho que, se Governos, em todos os n√≠veis Federal, Estadual e Municipal,¬† querem de fato, desenvolver Programas Combate a Pobreza, criem verbas pr√≥prias dentro do Or√ßamento para atender esses Programas. Em vez de tirar dos que geram empregos e dos assalariados, cortem TODAS as mordomias e benesses dos pol√≠ticos e canalizem esses recursos para Programas Sociais. Aposentado, continuar contribuindo com a Assist√™ncia Social, sem revis√£o do Benef√≠cio, significa redu√ß√£o da sua Aposentadoria. Quer Combater a Pobreza, crie programas de qualifica√ß√£o profissional pr√°ticos, quer prote√ß√£o social, crie escolas de tempo integral, com cursos profissionalizantes nas f√©rias. Mantenha as Escolas funcionando, durante as f√©rias com a merenda escolar e atividades esportivas, porque as crian√ßas n√£o tem o que comer nesses meses de f√©rias. O Brasil √© o √ļnico pais em que √© proibido trabalhar. Em vez de coibir o trabalho infantil n√£o adequado √† cada idade, √© mais f√°cil proibir e entregar nossas crian√ßas ao trafico e √† explora√ß√£o sexual. As escolas n√£o tem nenhuma pr√°tica de Oficinas de Marcenaria, Pintura, M√ļsica, Costura, Artesanato, pr√°tica de esportes, nada que sinalize a descoberta de habilidades e interesse profissional. Nossos Legisladores, n√£o conhecem nada da realidade do nosso pa√≠s. Bras√≠lia √© a ilha da Fantasia.

  • #2403
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    Rodrigo Ribeiro
    Espectador

    A pobreza vem crescendo no Brasil nos √ļltimos anos, segundo dados do Banco Mundial. Um caminho para enfrent√°-la e investir em saneamento b√°sico e na gera√ß√£o de emprego e renda. √Č mais um tema complexo porque envolve v√°rios setores, educa√ß√£o, sa√ļde e economia, por exemplo. Mas saneamento b√°sico e oportunidade de emprego podem ser atitudes importante para esse combate.

  • #2440
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    √āngelo Perucci
    Espectador

    O combate à pobreza passa diretamente pela educação, como já disse anteriormente em outros temas, a educação é a forma de se ter mais oportunidades. Mas é um tema complexo, e distribuição de renda é importante desde que tenha uma porta de saída é que não fique enraizada.

  • #2446
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    Maurício Martins
    Espectador

    Infelizmente a distribui√ß√£o de renda ainda √© uma realidade necess√°ria em um pa√≠s subdesenvolvido como o Brasil. Temos uma discrep√Ęncia muito grande, onde 27% da renda do nosso pa√≠s est√° nas m√£os de 1% da popula√ß√£o. Somos o 10¬ļ pa√≠s mais desigual do mundo. Os programas sociais s√£o muito importantes! √Č uma realidade que muitas vezes passa despercebida. Afirmar que no Brasil n√£o tem fome √© uma grande mentira. O problema que recai sobre os programas sociais √© a fraude e a falta de fiscaliza√ß√£o.

    Existem diversas formas para equilibrar essa balan√ßa social, e uma delas √© a reforma tribut√°ria. O Brasil cobra muito os impostos indiretos, ou seja, aqueles sobre bens e servi√ßos, e menos nos impostos diretos, ou seja, sobre renda e patrim√īnio. Isso faz com que, proporcionalmente,¬† os pobres paguem mais impostos do que os ricos.

    Gera√ß√£o de emprego e renda, combate √† corrup√ß√£o, e investimento em pol√≠ticas p√ļblicas como um todo. Muitas s√£o as tarefas. Precisamos de um governo sem medo de executa-las!

  • #2462
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    Allex Ribeiro Biato
    Espectador

    Abrir a economia para a gera√ß√£o de riqueza √© uma importante ferramenta para o Estado conseguir diminuir desigualdades, como aumentar o alcance de saneamento b√°sico para todos (tamb√©m uma importante pol√≠tica p√ļblica no que se refere a sa√ļde, uma vez que muitas doen√ßas s√£o adquiridas por falta de tratamento do esgoto). Todos os pa√≠ses com uma democracia liberal bem estabelecida ao redor do mundo, primeiro enriqueceram para depois investirem severamente no Estado de Bem Estar Social. O Brasil precisa melhorar muito suas pol√≠ticas econ√īmicas para cada vez mais termos estruturas de garantia e prote√ß√£o social, como o Bolsa Fam√≠lia, que √© uma importante pol√≠tica focalizada contra desigualdade social. Bolsa fam√≠lia inclusive precisa ser aprimorado tendo crit√©rios bem estabelecidos para seu uso, manuten√ß√£o e fim, sem criar depend√™ncia e dando condi√ß√Ķes de empregabilidade para quem utiliza.

  • #2483
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    Cicero Sampaio De Brito Sampaio
    Espectador

    Deveria os meios social e proteção a probreza era para os governantes ter mais rigidez nos cadastro e fiscalização na distribuição desse benefício.muitas das vezes pessoas que merece receber não conseguir fazer seus cadastros devido a política local que acaba tirando esse direito de quem precisa.

  • #2485
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    Matheus Braga
    Espectador

    Para combater a pobreza, o governo deveria realizar investimentos em programas sociais especializados, de acordo com a necessidade de uma Popula√ß√£o, principalmente nas cidades pequenas onde as condi√ß√Ķes sociais e de emprego s√£o prec√°rias. Incentivar o aumento de empresas nessas √°reas acarretar√° na gera√ß√£o de novos empregos aos moradores natos daquele local, sem que precisem se locomover para outros distritos em busca de renda.

    Sobre a proteção social, proponho impulsionar os programas sociais como Bolsa Família e FIES, além da criança de novos programas. Sugiro um projeto de nome Novo Empreendedor, onde o governo iria contribuir para dar o passo inicial a projetos de pessoas de baixa renda que possam te tornar potenciais empresas de sucesso.

  • #2490
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    Allan Caboclo
    Espectador

    A pobreza no Brasil é grande, a falta de oportunidade também é imensa.

    N√£o acredito que apelos sociais seja suficiente, mas um bom Ministro na economia brasileira, pode mudar o cen√°rio atual.

  • #2493
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    WILLIAM CAMPOS
    Espectador

    Combater a pobreza ainda faz parte das pol√≠ticas p√ļblicas do Estado. Mas assistencialismo deve ser utilizado de forma moderada e em casos necess√°rios e fins espec√≠ficos. Ainda vale a velha hist√≥ria de ensinar a pescar, do que dar o peixe. Uma economia em crescimento e em desenvolvimento, com gera√ß√£o de emprego e renda, pessoas trabalhando, n√£o necessita de assistencialismo. O estado necessita dar oportunidades.

    • Esta resposta foi modificada 2 meses, 3 semanas atr√°s por  WILLIAM CAMPOS.
  • #2527
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    Gustavo Martins de Carvalho
    Espectador

    Devemos combater a pobreza com dois fatores, produção e distribuição de renda. Devemos ampliar a produção para termos o que distribuir entre as diversas camadas da sociedade.

    O incentivo a produção se dará apenas quando liberalizarmos o mercado, diminuirmos a regulação, a taxação e a burocracia, com algumas dessas medidas a produção nacional poderá ser ampliada substancialmente.

    Quando tivemos produzido riqueza suficiente poderemos distribuir a riqueza para os setores da sociedade menos beneficiadas pelo crescimento econ√īmico, com isso programas com o Bolsa Fam√≠lia poder√£o ser implementados e ampliados.

  • #2537
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    Richard Oliveira
    Espectador

    Reforma tribut√°ria, diminuir a carga tribut√°ria dos bens de consumo.

  • #2539
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    Th√°rik Uch√īa
    Espectador

    Direitos sociais são inegociáveis. Em um Estado do Bem Estar Social, como o que se pretende viver no Brasil, não se negocia moradia digna, não se negocia educação de qualidade, não se negocia direito a maternidade. Os direito sociais são direitos fundamentais, estão ligados a dignidade da pessoa humana e não podem ser mitigados. O Estado deve zelar por esse dever, deve ter recursos suficientes para tanto.

  • #2540
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    Paulo Victor Barchi Losinskas
    Espectador

    Apesar de muito criticado pela direita extremista, o Programa Bolsa-Família é muito efetivo no combate à pobreza em relação à parcela do orçamento que é destinada ao programa.

    Isso não significa dizer que ele não pode ser aprimorado com a criação de políticas efetivas de superação da pobreza, algo que o programa não logrou êxito em garantir, pois é um programa sem porta de saída, apenas com via de entrada.

     

    Assim o combate √† pobreza deve visar a sua supera√ß√£o e n√£o simplesmente oferecer um paliativo moment√Ęneo.

  • #2553
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    Caio Alexandre Gomes da silva
    Espectador

    O combate a pobreza é necessário e precisa haver resposta imediata. A proteção social segue a mesma emergência. E necessário que se otimize os dispositivos de proteção e assistência. Contudo, o maior programa social é o trabalho. Qualquer esforço que nao tenha foco no trabalho não sera efetivo.

  • #2557
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    Lucas de Lima
    Espectador

    O combate √† pobreza se d√° n√£o apenas com programas de assistencialismo que devem ter sim para quem necessita, mas tamb√©m o estado deve dar condi√ß√Ķes e oportunidades para que essas pessoas possam sair dessas condi√ß√Ķes de pobreza com medidas voltadas para a capacita√ß√£o, educa√ß√£o e que aumentem a gera√ß√£o de emprego e renda.

  • #2574
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    Cleonaldo J√ļnior
    Espectador

    A pobreza é algo abstrato e concreto ao mesmo tempo, diante de um meio subjetivo. Combater a pobreza vai além de alimentação e renda familiar; mas abrange educação, cultura e desenvolvimento. Encontrar um elo entre setores e inserir investimentos terceirizados proporciona um avanço neste sentindo, formentando a proteção social, pois a classe política caminharia junto a sociedade para existir um equílibrio.

  • #2587
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    Jo√£o Lopes Waspe
    Espectador

    Combate √† pobreza s√≥ se d√° mediante a gera√ß√£o de empregos, que s√≥ se geram se tiver m√£o de obra capacitada para ocupar as vagas, capacita√ß√£o essa que s√≥ se conquista com educa√ß√£o, podendo estudar somente se estiver provido de sa√ļde. Essa pequena l√≥gica demonstra a complexidade do problema e da necessidade de agir em v√°rias frentes.

    Primordial ofertar condi√ß√Ķes b√°sicas de vida, como saneamento b√°sico, refei√ß√Ķes todos os dias, acesso a acompanhamento m√©dico e moradia digna, esses fatores promovem melhorias no psicol√≥gico dos cidad√£os que se motivam mais que outros em piores condi√ß√Ķes a buscar o estudo e a melhora de vida.

    Ampliação de programas sociais que possibilitem a distribuição de renda (esse regido por regras claras que promovam a melhoria de vida das famílias, como por exemplo o atual modelo do bolsa família que traz obrigatoriedade de crianças na escola e carteira de vacinação em dia), capacitação profissional, acesso à educação básica, superior e técnica. Fiscalização severa com a produtividade de áreas rurais, possibilitando o uso de terras pouco usadas por lavradores, de forma gratuita, para gerarem renda própria, sem a transferência de titularidade do proprietário da terra.

    Fazer-se aplicar a lei, protegendo grupos ditos como minorit√°rios, tais como negros, mulheres e homossexuais, que muitas vezes mesmo despojando de condi√ß√Ķes melhores de vida, s√£o marginalizados pela sociedade, dessa forma muitas vezes podendo trazer a regress√£o das suas condi√ß√Ķes de vida, sendo todo esfor√ßo do Estado um desperd√≠cio.

     

  • #2599
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    Carlinhos De Sobrado
    Espectador

    Combater a pobreza e garantir a prote√ß√£o e dignidade humana prevista na constitui√ß√£o √© necess√°rio compreender o processo global, ou seja, o andamento econ√īmico, social e pol√≠tico em que o pa√≠s se encontra.

    Por exemplo, no Brasil uma das √°reas em que o √≠ndice se torna preocupante, √© o Nordeste rural , onde ao menos deveria ter Educa√ß√£o b√°sica para crian√ßas, jovens e adultos (a maioria analfabetos), cursos profissionalizantes e a interven√ß√£o das pol√≠ticas p√ļblicas para efetivar seus direitos e os programas sociaisbque auxilia os trabalhadores rurais. Transformar a realidade opressora √© tarefa hist√≥rica, √© tarefa dos homens como diz Freire.

  • #2602
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    Alberto Godinho
    Espectador

    Programas de combate a pobreza e proteção social devem existir, mas devem ser transitórios.

    A maior forma de combater pobreza √© atrav√©s do desenvolvimento econ√īmico. J√° a melhor prote√ß√£o social √© a educa√ß√£o de qualidade.

    √Ä medida que o investimento em educa√ß√£o e o desenvolvimento econ√īmico forem avan√ßando e os resultados come√ßarem a aparecer, haver√° uma grande redu√ß√£o da pobreza e, consequentemente, a prote√ß√£o social oferecida pelo Estado ser√° cada vez menos necess√°ria.

  • #2605
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    Felipe Barbosa
    Espectador

    Combate a pobreza e Proteção Social.

    Esse tema √© bem complexo para parte da sociedade, para mim √© quest√£o apenas de discutir id√©ias com as pessoas certas. Para come√ßar declaro que sou a favor de programas sociais e vejo como √ļnico e grande problema a aus√™ncia de fiscaliza√ß√£o, o meu pensamento √© criar uma fiscaliza√ß√£o efetiva onde os benefici√°rios ao assinar o documento com a data in√≠cio da participa√ß√£o do programa autoriza automaticamente a visita de fiscais a qualquer dia e hora, esses fiscais teriam o papel de analisar a real situa√ß√£o da fam√≠lia confrontando com as informa√ß√Ķes relatadas e contidas no sistema, podendo a qualquer momento perder o direito de receber.

    Ao começar a receber o benefício todos os moradores da casa que forem maior de 18 anos entram automaticamente em um banco de vagas de emprego, onde pode rejeitar as vagas por até 2 vezes em uma eventual terceira recusa a família é bloqueada para receber qualquer valor dos programas sociais. Ao aceitar uma das vagas ofertadas a partir do momento que a carteira de trabalho é assinada a família receberá a sua ultima parcela do programa.

     

  • #2608
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    Thales Rangel
    Espectador

    √Č important√≠ssimo o poder p√ļblico criar programas sociais, mais este n√£o deve ser o principal meio de erradicar a pobreza, deve-se sim investir em trabalho e educa√ß√£o para que a popula√ß√£o tenha de fato qualidade de vida.

  • #2625
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    Yano Rodrigues da Silva
    Espectador

    O PSDB precisa, primeiramente, representar pessoas que vivem o descaso e a vulnerabilidade social. Precisa de consci√™ncia de classe e lugar de fala, e para isso √© necess√°rio ter pessoas que vive(ra)m as mazelas sociais no Brasil. Os pobres, negros, ind√≠genas, as m√£es solteiras, os desempregados, favelados, perif√©ricos precisam ter voz e espa√ßo na pol√≠tica, o que j√° √© um grande passo de conscientiza√ß√£o social, que inspirar√° outras pessoas que vivem as mesmas realidades a conquistarem e manifestarem seus direitos, al√©m do mais, s√≥ quem viveu sabe. A partir disso, politicas p√ļblicas poder√£o ser discutidas entre as partes com o objetivo de desenvolver caminhos de Combate a pobreza e Prote√ß√£o Social. Esses assuntos s√≥ poder√£o ser abordados, conseguindo efetividade, quando pessoas comuns tiverem espa√ßo para apresentar o que vivem e, l√≥gico, tra√ßar meios de¬† solucionar os problemas.

  • #2632
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    Tomaz Oliveira Hoffmann
    Espectador

    1 РSaneamento básico, ninguém se sente-se digno morando dentro do esgoto.

    2- Educação de base. O acesso a educação de base é um dever do estado e um direito do cidadão, é na base que moldamos o cidadão do futuro.

    3- Seguridade social.

    4- Combate a fome.

    5- Programas sociais. Os programas sociais de muito são efetivos, porém sua aplicação e fiscalização não são nada efetivos, deveria haver uma contrapartida do beneficiado, por exemplo a busca por qualificação para o mercado de trabalho.

  • #2660
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    Jos√© Victor da Silva Ara√ļjo
    Espectador

    A pobreza ainda deixa muito a desejar, é de se encontrar muitas pessoas dormindo nas calçadas, sem ter uma casa para morar, sem ter uma assistência necessária, sem ter o que comer, sem proteção qualquer. Enquanto isso, muitos políticos luxando com o dinheiro da população, que sai do bolso de cada um, e eles não utilizam como deveria ser utilizado

  • #2663
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    Gabriela Cruz
    Espectador

    Imposs√≠vel pensar em desenvolvimento de pol√≠ticas sociais em nosso Pa√≠s, sem considerar as diferen√ßas causadas pela exclus√£o econ√īmica, social, racial e cultural imposta √° popula√ß√£o negra, sendo essa inclusive a maioria da popula√ß√£o brasileira (54%) de acordo com o IBGE.

    Pesquisas e indicadores apontam que o p√ļblico majorit√°rio atendido pela Assist√™ncia Social √© constitu√≠do por mulheres negras (IPEA 2011).

    Dos titulares do Programa Bolsa Família, 73%88, entre homens e mulheres são negros, sobre o total geral de beneficiários titulares do Programa, 93% são mulheres, e 68% são negras. Fato esse que nos deixa claro de quem são os que da política de assistência social necessitam.

    Diante desse quadro apresentado, urge uma grande necessidade de discutir e pautar de forma aprofundada a questão racial no desenvolvimento social do país, adotando um compromisso,  aprofundado diálogo e a consciência que a questão das desigualdades raciais são a ordem do dia.  Precisamos realmente efetivar a dita transversalidade entre as políticas para a prevenção e o enfrentamento ao racismo estrutural e sistêmico que coloca a população negra em desvantagem no acesso aos direitos e oportunidades.

    Considerando a nossa grande densidade populacional, e a super-representação negra na população de baixa renda e alta vulnerabilidade social, torna-se imperativa uma integração de políticas sociais que olhem para as especificidades de cada grupo na sociedade.

    Somos diferentes, temos que respeitar nossas diferenças, porém queremos igualdade nos direitos e oportunidades.

    ” O Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288 de 2010) que expressa leg√≠timas demandas da popula√ß√£o negra, √© um importante instrumento para que as desigualdades raciais sejam reconhecidas e abordadas em diferentes esferas de governo.”

     

  • #2675
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    Eduardo Rizzieri Cavalli
    Espectador

    O PSDB sempre foi um partido que agia de acordo com o que est√° em sua sigla, sendo um social democrata. Sempre foi o objetivo prim√°rio do partido a diminui√ß√£o da desigualdade social atrav√©s do crescimento econ√īmico. A cria√ß√£o de programas sociais de distribui√ß√£o s√£o at√© uma conquista dos governos do PSDB, que atrav√©s da gest√£o do presidente Fernando Henrique, criou o Bolsa-escola, bolsa alimenta√ß√£o e o auxilio g√°s, que posteriormente foram fundidos e transformados no bolsa fam√≠lia.

  • #2679
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    Danilo Abarca
    Espectador

    O combate a pobreza e proteção social se faz com programas que visam treinar e capacitar as pessoas em situação de pobreza para o mercado de trabalho, ao mesmo tempo que o governo dê suporte durante estes cursos para que a alimentação e qualidade básica de vida seja atendida.

  • #2685
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    José Eduardo Santiago
    Espectador

    Nosso pa√≠s apresenta a pobreza como um √≠ndice de car√™ncia financeira.Muitas vezes, h√° um assistencialismo ostensivo por parte do governo em pr√°ticas sociais desestimulando o trabalho e aumentando a depend√™ncia, pois nem todos que dependem de um aux√≠lio realmente necessitam.Com isso, verbas que poderiam ser destinadas a prote√ß√£o dos¬† desprovidos, capacita√ß√£o para melhorar as condi√ß√Ķes de emprego, n√£o contemplam as necessidades tornando um c√≠rculo vicioso, para isso deveria- se ter mais rigor quanto ao controle do programa Bolsa Fam√≠lia ou qualquer outro provento assistencialista.

  • #2713
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    José Eduardo Santiago
    Espectador

    A quest√£o do meio ambiente √© bem ampla. Cuidar do meio ambiente come√ßa desde a fralda de um beb√™ atirada ao lixo at√© a falta de saneamento b√°sico. A maneira como o indiv√≠duo age em rela√ß√£o a natureza em seu benef√≠cio, agride o meio ambiente e compromete o futuro. Leis brandas ou falta de fiscaliza√ß√£o contribuem para isso.N√£o se precisa de muito investimento para que medidas de preven√ß√£o de desgaste do solo, polui√ß√£o entre outros fatores que destroem o ambiente. Medidas pequenas podem salvar o planeta. Todos os processos relacionados a agricultura desde a produ√ß√£o at√© a comercializa√ß√£o dos produtos ajudam, minimizam e equilibram a lacuna econ√īmica do pa√≠s.

  • #2723
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    Henrique Salgueiro
    Espectador

    – Devemos nos atentar as pessoas em situa√ß√£o de rua, oferecendo meios de trabalho a essas pessoas, parcerias p√ļblico privadas com redu√ß√£o de imposto para as empresas que incentivaram a contrata√ß√£o dessas pessoas.

     

    Рaquecer o mercado, para gerar empregos, fornecer meios para facilitação de busca.

    Рcriação de uma base de dados para inscricao de currículos de pessoas que necessitem e empresas cadastradas.

     

  • #2768
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    Maurício Severo Roesch
    Espectador

    Tem que ser trabalhado hoje por meio das frentes:¬† desenvolvimento integral na inf√Ęncia, capacita√ß√£o dos jovens e prote√ß√£o social e preven√ß√£o √†s drogas. S√≥ assim √© poss√≠vel mudar o ciclo e vencer a pobreza.

  • #2779
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    Isabella Puglisi de Oliveira
    Espectador

    O combate à pobreza, assim como a proteção social, passa pelo fomento à dignidade do cidadão, pilar da democracia brasileira, que deve ser defendida com vigor. Combate-se pobreza com oportunidade: oportunidade de emprego, oportunidade de estudo, oportunidade de viver.

    O Estado, conforme a Constitui√ß√£o Federal, √© respons√°vel por dar as condi√ß√Ķes dignas de vida e vem falhando nisso: deveria fomentar a gera√ß√£o de empregos, mas n√£o abre a economia nem diversifica, burocratiza os processos econ√īmicos, tributa e n√£o redistribui, n√£o estabiliza, nem aloca com efic√°cia o or√ßamento p√ļblico.

    Assim, o combate à pobreza passa necessariamente por uma ação do Estado que promova a geração de empregos e a fomento à educação e qualificação profissional, tendo em vista que a baixa escolaridade é fator de vulnerabilidade social, comumente aliada às poucas oportunidades de emprego formal e a necessidade individual de sustentar a si e sua família.

  • #2782
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    Vanessa Gomes
    Espectador

    O combate √† pobreza tem que ser tratado como uma das prioridades do pa√≠s. Segundo os dados divulgados pelo IBGE de 2017, 54,8 milh√Ķes de brasileiros vivem na linha da pobreza e 15,2 milh√Ķes est√£o vivendo abaixo dela, com renda mensal de R$ 140,00 por m√™s.

     

    O Brasil sofre com a desigualdade em todos os setores sociais e quando se trata da pobreza ela é mais presente na região nordeste do país, onde 43,5% da população se encontra na miséria, enquanto na região sul, apenas 12,3% dos cidadãos estão vivendo nessa situação. Sendo que 80% das famílias mais pobres estão presentes nas áreas rurais.

     

    Um dos poss√≠veis respons√°veis pelo crescimento das fam√≠lias vivendo em situa√ß√Ķes prec√°rias √© o aumento do desemprego, que afeta principalmente aqueles que t√™m baixa escolaridade e vivem com apenas um sal√°rio m√≠nimo.

     

    Diversos governos tentaram erradicar esse problema que afeta o Brasil com a cria√ß√£o de programas sociais que auxiliam financeiramente as fam√≠lias em situa√ß√£o prec√°ria. Como podemos ver esses programas de cunho assistencialistas n√£o mostraram resultados. O problema continua se agravando, e um estudo apontou que para erradicar de fato a pobreza no territ√≥rio brasileiro seria necess√°rio investir R$10,2 bilh√Ķes na economia.

     

    N√£o existe uma f√≥rmula exata e nem programas assistencialistas que resolvam esse problema. Para tentar de fato erradicar a pobreza, primeiro precisamos investir na educa√ß√£o, como por exemplo, a implanta√ß√£o de cursos t√©cnicos em todas as escolas de ensino m√©dio e a cria√ß√£o de empregos e adotar medidas para o desenvolvimento econ√īmico sustent√°vel.

     

  • #2790

    O Brasil obteve nas √ļltimas d√©cadas grandes resultados no combate a pobreza. √Č preciso que consigamos garantir dignidade e uma boa qualidade de vida para os indiv√≠duos. Tudo isso vai muito al√©m da renda. Por√©m, √© dever do estado garantir os direitos fundamentais prescritos na constitui√ß√£o. Por√©m, o Estado n√£o consegue arcar com todos esses direitos e se de fato vir a garantir a qualidade desses servi√ßos n√£o possuem grande qualidade. Logo, deve garantir a sobreviv√™ncia digna dos indiv√≠duos e criar meios para melhorar a qualidade de vida de todos os indiv√≠duos.

  • #2808
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    Pablo Salom√£o
    Espectador

    Em Pelotas, criei um projeto chamado START Рum curso com parceria de empresas, que juntos preparamos os jovens em vulnerabilidade social para o mercado de trabalho além de estimularmos o protagonismo e formação de liderança.

    Não podemos ficar apenas na capacitação, precisamos estimular e ensinar sobre protagonismo, isso desperta o empreendedorismo e fortalece o combate a pobreza e Proteção Social.

    Mas, falo do meu projeto apenas como um leve exemplo. Acredito que precisa ser feito muito mais!

    Precisamos falar de pol√≠ticas p√ļblicas que possam ajudar diretamente no combate a vulnerabilidade social. Estamos falando do Brasil, um pa√≠s¬† que est√° entre os cinco maiores em desigualdade de distribui√ß√£o de renda. N√£o podemos nos omitir, devemos criar pol√≠ticas p√ļblicas capazes de conscientizar e estimular. Precisamos acreditar que a pobreza existe e que devemos lutar contra ela, como uma das nossas principais bandeiras.

    Pol√≠ticas p√ļblicas para estimular, combate total da pobreza para mudar.

     

     

  • #2827
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    Leonardo Novaes
    Espectador

    Assim como todo liberal, entendo que o PSDB deva defender que o melhor plano contra a pobreza √© o EMPREGO. Defender essa tese, n√£o significa defender o fim das bolsas e aux√≠lios sociais, mas sim defender uma nova pol√≠tica assistencialista que trate o Cidad√£o e o fa√ßa crescer, tornando o independente e n√£o mais um brasileiro que precise ser “sustentado”

  • #2829
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    Ricardo Alexandre Alves
    Espectador

    Desigualdade social, pobreza e mis√©ria infelizmente √© uma realidade do povo brasileiro. O descaso da elite com a desigualdade social √© evidente, com isso vejo efic√°cia para redu√ß√£o de tais √≠ndices atrav√©s¬† de pol√≠ticas p√ļblicas de desenvolvimento individual dos cidad√£os de comunidades carentes, com isso as classes mais pobres teriam capacita√ß√£o para serem de maneira competitiva inseridas no mercado brasileiro.

  • #2844
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    igor rafael
    Espectador

    <div class=”_3x-2″ style=”font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; color: #1c1e21; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;” data-ft=”{"tn":"H"}”>
    <div style=”font-family: inherit;” data-ft=”{"tn":"H"}”>
    <div class=”mtm” style=”margin-top: 10px; font-family: inherit;”>
    <div id=”u_fetchstream_12_1″ class=”_6m2 _1zpr clearfix _dcs _4_w4 _41u- _59ap _2bf7 _64lx _3eqz _20pq _3eqw _2rk1 _359m _3n1j _5qqr” style=”zoom: 1; box-shadow: none; position: relative; background-color: #f2f3f5; overflow: hidden; z-index: 0; border-radius: 0px; margin-left: -12px; margin-right: -12px; max-width: none; border: none; font-family: inherit;” data-ft=”{"tn":"H"}”>
    <div class=”clearfix _2r3x” style=”zoom: 1; font-family: inherit;”>
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    <div class=”_6ks” style=”line-height: 0; position: relative; z-index: 1; font-family: inherit;”>
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    </div>
    </div>
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    </div>
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    </div>
    </div>
    <div id=”js_p6″ class=”_5pbx userContent _3576″ style=”font-size: 14px; font-weight: 400; line-height: 1.38; margin-top: 6px; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; color: #1c1e21; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;” data-testid=”post_message” data-ft=”{"tn":"K"}”>
    <p style=”margin: 0px; display: inline; font-family: inherit;”>A desigualdade em nosso pa√≠s √© dedu√ß√£o da falta de prefer√™ncia dos governos brasileiros. Para que o Brasil cumpra a sua miss√£o de ser grande √© essencial compreender que a educa√ß√£o p√ļblica de qualidade √© a √ļnica capaz de mudar esse cen√°rio. Oferecer a√ß√Ķes paliativas, sem trabalhar na causa, √© pol√≠tica do atraso, incompet√™ncia e depend√™ncia.</p>

    </div>

  • #2875
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    Pedro Ygor Sousa Silva
    Espectador

    Estímulo ao estudo e a formação técnica do indivíduo beneficiário de programas sociais na faixa etária da adolescência (12 aos 18), um acréscimo ou manutenção de benefícios caso esse jovem esteja regular em cursos de aperfeiçoamento ou profissionalizantes que vizem preparar para o mercado de trabalho.

  • #2898
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    Gabriela Cardoso
    Espectador

    Ponto importantíssimo a ser discutido. Espero que tenhamos bons resultados.

  • #2900
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

    Além de intensificar os programas já existentes de combate a pobreza novas medidas podem ser destacadas. Quanto as medidas tomadas elas devem se basear em dois fatores:

    O primeiro deles a nutri√ß√£o, grande parte da comunidade carente n√£o se atenta a preocupa√ß√£o com a alimenta√ß√£o e uma alimenta√ß√£o deficit√°ria de nutriente, isto √© n√£o sa√ļdavel resulta em baixo rendimento e produtividade, consequentemente menor renda e dinheiro.

    Deste modo, para resolver essa problemática implementação de auxílios de alimentação como um cartão alimentação e acompanhamento nutricional em comunidades carentes podem auxiliar no combate ao problema.

    Al√©m disso √© necess√°rio mudar a vis√£o que sobre educa√ß√£o √© not√≥rio que a educa√ß√£o seja vista como ferramenta de mudan√ßa social, e nada melhor do que destacar essa import√Ęncia a comunidade paralelo a isso grande parte dos recursos e renda de pessoas que se encontram na linda da pobreza s√£o destinados a coisas irrelevantes, √© preciso ensinar as pessoas a administrar e a gastar o dinheiro.

    Pequeno n√ļcleos em escolas que disponibilizem , a comunidade,aulas¬† de gest√£o de gastos e investimentos, podem ser uma √≥tima ferramenta.

  • #2907
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    Henrique Pinheiro
    Espectador

    A pol√≠tica de assistencialismo e combate a pobreza deva ser primordial no PSDB. Vivemos num Pa√≠s desigual e onde o pobre tende a ficar mais pobre. √Č necess√°rio que continue os programas de assist√™ncia social como; bolsa fam√≠lia, minha minha vida etc. Al√©m disso, o Estado deve criar mecanismos para que o cidad√£o pobre n√£o seja o empregado, e sim o empregador. Dar possibilidades para que ele possa empreender e gerar economia. Sobretudo, a fiscaliza√ß√£o nesses programas precisam ser intensificadas para n√£o burlarem e prejudicarem os beneficiados por esses programas.

  • #2908
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    Wagner Mira
    Espectador

    Em volta desse assunto a muito a se discutir, lugares ainda em pleno s√©culo XXI temos valas ABERTAS com esgoto a c√©u aberto, lugares sendo invadidos e o poder p√ļblico n√£o faz nada,

  • #2914
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    Beatriz Leite
    Espectador

    A base ao combate a pobreza e a proteção social se inicia com educação para a população, além de manter os programas sociais e políticas de enfrentamento a outras mazelas sociais.

  • #2931
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    ERIK LIMA REIS SANTOS
    Espectador

    Para o combate à pobreza e a fome é necessário enganjamento de toda a classe política e empresariado redução de impostos e facilitação acesso de programas sociais já existentes p

  • #2934
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    ERIK LIMA REIS SANTOS
    Espectador

    Como baixar beleza √© um vi√©s ideol√≥gico pouco apoiado hein nosso estado precisa ser criadas pol√≠ticas p√ļblicas efetivas para que gere renda e envolvimento social entre as pessoas baixa renda para de promover a redu√ß√£o da fome

  • #2954
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    Samuel Genuino
    Espectador

    O combate a pobreza e a constitui√ß√£o da prote√ß√£o social perpassa pela discuss√£o entorno dos investimentos necess√°rios na educa√ß√£o, na gera√ß√£o de emprego e na constitui√ß√£o de oportunidades para todos. Entretanto, a fome n√£o espera e diante deste fato, se faz necess√°rio que o poder p√ļblico possa atuar de forma simult√Ęnea na constitui√ß√£o de um projeto de pa√≠s, que busque a autonomia social e financeira de seus cidad√£os, mas que possa garantir atrav√©s de programas efetivos e mais urgentes, o combate a mis√©ria. O Estado precisa garantir a comunidade mais vulner√°vel a garantia a moradia, educa√ß√£o, sa√ļde e comida, para que neste ambiente de oportunidades, possa lutar por seu progresso pessoal e por conseguinte, lutar pela prosperidade do Brasil.

  • #2967
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    Mysael Lampard Jr.
    Espectador

    A melhor forma de combate a pobreza √© atrav√©s da Educa√ß√£o, dando condi√ß√Ķes¬† para as pessoas menos favorecidas ter acesso a educa√ß√£o, pois vejo que √© uma das alternativa de mudar essa triste realidade, √© que os benef√≠cios de prote√ß√£o social cheguem para quem realmente esteja em situa√ß√£o de vulnerabilidade e risco social e atrav√©s desses programas ajudar na forma√ß√£o e qualifica√ß√£o, para que essas pessoas tenham mais oportunidades no mercado de trabalho …

  • #2984
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    Rafael Assunção Miranda
    Espectador

    Acredito que para combater a pobreza de forma definitiva √© necess√°rio investimentos pesados na educa√ß√£o p√ļblica, s√≥ pessoas com forma√ß√£o s√£o capazes de tomar para si o controle de suas vidas e agirem como protagonistas no mundo, entretanto existem quest√Ķes imediatas que n√£o podem ser ignoradas, a situa√ß√£o de fam√≠lias muito pobres neste pa√≠s √© uma delas. √Č preciso portanto focar em dar amparo paras estas pessoas, programas de distribui√ß√£o de renda com fiscaliza√ß√£o eficiente, creches dispon√≠veis para filhos de pais trabalhadores, escola em tempo integral, programas de profissionaliza√ß√£o, s√£o algumas das propostas que acredito que o PSDB deve defender, pois s√£o temas importantes e diretamente ligados a Social Democracia.

  • #2990
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    Israel Scarsi Marangoni
    Espectador

    Entendo como uma forma do Estado prestar prote√ß√£o social para a popula√ß√£o o investimento em constru√ß√Ķes de bairros estruturados com saneamento basico,ilumina√ß√£o publica ,asfalto, educa√ß√£o e seguran√ßa publica.Estes investimentos¬† propiciar√° melhores condi√ß√Ķes aos cidad√£os e tamb√©m possibilitar√° novas formas de arrecada√ß√£o ao Estado e tamb√©m a cria√ß√£o de novas empresas e oportunidades de emprego.O investimento em Prote√ß√£o Social √© de vital importancia para o Estado voltar a crescer e arrecadar mais,pois “sem investimento n√£o h√° desenvolvimento”!

  • #3003
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    Jemerson Gleison Barbosa da Silva
    Espectador

    Eu acredito que o maior programa social √© o emprego. Eu acredito que incentivos financeiros como o bolsa fam√≠lia s√£o de suma import√Ęncia, mas deveriam ser limitados e acompanhados de um programa de inser√ß√£o destas pessoas ao mercado de trabalho, para isto dando forma√ß√£o t√©cnica necess√°ria para que possa ter seu desenvolvendo profissional.

    Outro ponto fundamental é a educação. Acredito que educação de qualidade é algo necessário para a igualdade social.

  • #3010
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    Ramon Villas
    Espectador

    √Č not√≥rio que programas sociais como o Bolsa Fam√≠lia, tem chegado a fam√≠lias de baixa renda Brasil a fora. Falta agora pensar como essas fam√≠lias podem ter acesso a outras a√ß√Ķes sociais do governo, para que se integrem ao mercado e n√£o precisem mais desses programas. O importante agora √© pensar em uma estrat√©gia que tire as fam√≠lias da situa√ß√£o de pobreza, em vez de apenas garantir a escola aos filhos desses pais. At√© por que do ponto de vista de acesso a escola o programa parece ser eficiente.

  • #3017
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    Isabella Siqueira
    Espectador

    A sa√≠da para o combate √† pobreza e promo√ß√£o da justi√ßa social, se apresenta no est√≠mulo ao empreendedorismo com arranjos produtivos locais nas comunidades que evitem a popula√ß√£o ter que procurar presta√ß√£o de servi√ßo nas regi√Ķes centrais das cidades, promovendo a emancipa√ß√£o dos neg√≥cios locais.

  • #3029
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    Paulo Afonso Tavares
    Espectador

    A melhor forma de combater a pobreza e tirar as nossas crian√ßas e adolescentes do mundo das drogas √© investir em educa√ß√£o, cultura e lazer. A receita √© simples, maior investimento em escolas de tempo integral, institutos federais e escolas militares. O dia que a preocupa√ß√£o principal dos nossos governantes for a educa√ß√£o, o Brasil se tornar√° uma grande na√ß√£o, como os pa√≠ses b√°lticos. Pol√≠ticas p√ļblicas como o Bolsa Fam√≠lia, ajuda a resolver o problema imediato, mas n√£o √© a solu√ß√£o.

  • #3055
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    Joao Pedro Freitas de Araujo Alves
    Espectador

    1) Aumento do n√ļmero de empresas internacionais que possamos atrair para o nosso pa√≠s retirando forte carga tributaria, para que possamos ter um maior n√ļmero de pessoas empregadas.

    2) A mesma diminui√ß√£o para as empresas nacionais e microempreendedores atrav√©s destes tamb√©m podemos alavancar o n√ļmero de empregos direto e indireto.

    3) Diminuição dos impostos cobrados para pessoas com renda abaixo de dois salários mínimos.

    4) Incentivo do governo através de oficinas de ensino gratuitas para o aumento de especialistas em áreas diferentes.

    5) Aumento de proteção de nosso povo em destaque o povo indígena; para que possam continuar propagando a cultura de nosso país. (Através de nossa força nacional proteção destes povos.)

  • #3084
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    Jhonathan Rocha
    Espectador

    Com rela√ß√£o ao combate √† pobreza e prote√ß√£o social, a sa√≠da que temos pauta-se no bin√īmio educa√ß√£o e emprego. A partir do momento em que esses itens forem atendidos, certamente teremos um desenvolvimento da na√ß√£o de uma maneira menos desigual, uma vez que o nivelamento ser√° poss√≠vel atrav√©s da oferta de oportunidades pelo princ√≠pio da equidade.

  • #3182
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    Henrique Luciano Alencar
    Espectador

    O PSDB deve defender o fortalecimento e racionalização dos programas sociais. Eles devem seguir as diretrizes de serem focados, garantidores de cidadania e emancipatórios.

  • #3242
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    Estêvão Da Cunha Pereira
    Espectador

    Investir em educa√ß√£o e sa√ļde b√°sica. Saneamento de esgoto tamb√©m √© fundamental.

  • #3273
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    Rodrigo Jurck
    Espectador

    “O Melhor Programa Social √© o emprego”
    Além disso, é preciso :

    *Programas para construção e reforma de casas Populares ( Principalmente para Municípios com menos de 50 mil habitantes, que hoje estão fora dos programas existentes)

    * Reformula√ß√£o na metodologia de trabalho dos CRAS ( Centro de referencia da assist√™ncia social)¬† ¬†parcerias com o Poder judici√°rio no sentido de acabar com a valoriza√ß√£o do “coitadismo”.

    *Programas que coloquem os jovens em situação de vulnerabilidade social no mercado de trabalho, de forma efetiva.

    *Amplia√ß√£o do programa “Bolsa Fam√≠lia”, por√©m exigindo algo em troca, por exemplo: 1 dia por semana de trabalho na limpeza p√ļblica das cidades. 1 dia por semana de trabalho em institui√ß√Ķes de caridade. O valor poderia¬† ser revertido em 1 Cesta b√°sica, e as secretarias de Assist√™ncia social de cada cidade poderiam ficar respons√°veis por essa organiza√ß√£o.

  • #3283
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    Wagner Siben de Souza Wolff
    Espectador

    Em um pa√≠s de dimens√Ķes continentais √© imposs√≠vel ignorar o abismo que h√° entre as classes sociais. N√£o h√° como se negar essa d√≠vida entre as gera√ß√Ķes, que faz com as classes mais baixas da popula√ß√£o n√£o possuam as mesmas condi√ß√Ķes de disputa do acirrado mercado de trabalho,¬† e cabe ao Estado, atrav√©s de a√ß√Ķes afirmativas, equilibrar tais rela√ß√Ķes.

    Os programas sociais de distribuição de renda ainda são necessários, a fim de garantir o mínimo existencial a diversas famílias, contudo, o Estado, ao mesmo tempo, deve promover o aperfeiçoamento técnico e profissional dessas pessoas, a fim de que diminuam sua dependência do poder estatal.

    Portanto, entendo que o combate √† pobreza deve ser realizado atrav√©s de a√ß√Ķes afirmativas, programas sociais e capacita√ß√£o profissional √† pessoa.

  • #3343
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
    Espectador

    <p class=”MsoListParagraph” style=”mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%; mso-list: l0 level1 lfo1; margin: 6.0pt 0cm 6.0pt 0cm;”><span style=”font-size: 12.0pt; line-height: 150%; font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; color: black;”><span style=”mso-list: Ignore;”><span style=”font: 7.0pt ‘Times New Roman’;”>¬†</span></span></span><!–[endif]–><span style=”font-size: 12.0pt; line-height: 150%; font-family: ‘Times New Roman’,serif; mso-fareast-font-family: Calibri; color: black;”>A manuten√ß√£o dos Direitos de fam√≠lias: casamento, ado√ß√£o, heran√ßa, previd√™ncia, licen√ßa parentalidade (todos s√£o iguais perante a lei, sem distin√ß√£o de qualquer natureza); como o Novo PSDB poder√° contribuir com a vota√ß√£o do Estatuto das Fam√≠lias?¬†</span></p>

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #3344
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
    Espectador

    <p class=”MsoListParagraph” style=”mso-margin-bottom-alt: auto; mso-add-space: auto; text-align: justify; line-height: normal; mso-outline-level: 2; background: white;”><span style=”font-size: 12.0pt; font-family: ‘Times New Roman’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; color: #383636; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;”>Como o novo Psdb tem pensando na manuten√ß√£o dos direitos √†s travestis, mulheres transexuais, homens trans e pessoas n√£o bin√°rias o direito √† identidade de g√™nero, sem necessidade de cirurgia de redesigna√ß√£o sexual e com dispensa de laudos? Compreendemos que esse direito foi obtido pelo STF, por√©m se faz necess√°rio que a Casa Federal fa√ßa seu papel de legislar tamb√©m em favor dessas minorias sociais. </span></p>

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #3346
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
    Espectador

    <p class=”MsoListParagraph” style=”mso-margin-bottom-alt: auto; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; line-height: normal; mso-outline-level: 2; mso-list: l0 level1 lfo1; background: white;”><!– [if !supportLists]–><span style=”font-size: 12.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: Garamond; mso-bidi-font-family: Garamond; color: #383636; text-transform: uppercase; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;”><span style=”mso-list: Ignore;”>-<span style=”font: 7.0pt ‘Times New Roman’;”>¬†¬†</span></span></span><span style=”color: #383636; font-family: Times New Roman; font-size: xx-small;”><span style=”text-transform: uppercase;”>Reconhecimento civil do terceiro sexo. Ainda s√£o poucos os pa√≠ses que, como a Alemanha, reconhecem oficialmente pessoas intersexuais, dando-lhes o direito de indicar o pr√≥prio g√™nero assim em seus documentos.O Tribunal Constitucional Federal alem√£o decidiu¬† que pessoas do chamado terceiro g√™nero podem ser registradas como intersexuais ou ter a defini√ß√£o de g√™nero omitida em suas certid√Ķes de nascimento.No Brasil, ainda n√£o h√° legisla√ß√£o espec√≠fica. Um projeto de lei (PL 5255/2016) que “disp√Ķe sobre os registros p√ļblicos, e d√° outras provid√™ncias a fim de disciplinar o registro civil do rec√©m-nascido sob o estado de intersexo”¬† como o NOVO PSDB poder√° contribuir?¬†</span></span></p>

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #3349
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    Matheus Xavier
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    Acredito que deva existir programas sociais como bolsa fam√≠lia, que visa dar uma renda a pessoas que vivem na mis√©ria, por√©m, acredito que deva ser melhor fiscalizado e por tempo determinado buscando proporcionar uma sa√≠da a estas pessoas para que n√£o fiquem dependentes durante a vida toda. ¬†Ex: aumentar o valor do benef√≠cio deixando claro que, para ter acesso, al√©m de todos os requisitos hoje exigidos, o respons√°vel da fam√≠lia tamb√©m participe de projetos empreendedorismo, cursos t√©cnicos ou algo que o ensine uma profiss√£o e a ganhar o seu sustento. O benef√≠cio seria liberado por um prazo espec√≠fico ( 1 anos e meio, 2 anos) prorrog√°vel uma √ļnica vez pelo mesmo prazo para que se d√™ urg√™ncia e comprometimento da pessoa com o programa.

  • #3363
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    Vijanio Filho
    Espectador

    TEMATICA POBREZA

    As crian√ßas representam cerca de metade (50,2%) da popula√ß√£o mundial que vive em extrema pobreza, de acordo com dados recentes do Banco Mundial e do Fundo das Na√ß√Ķes Unidas para a Inf√Ęncia (UNICEF). O impacto da pobreza nas crian√ßas apresenta consequ√™ncias para a vida toda, incluindo sa√ļde e nutri√ß√£o prec√°rias e baixo desempenho escolar. Nesse cen√°rio, pol√≠ticas de prote√ß√£o social podem desempenhar um papel crucial ao combater a natureza multifacetada da pobreza infantil e seus efeitos perniciosos no longo prazo, melhorando o bem-estar geral das crian√ßas.

    √Č crucial considerar as crian√ßas como detentoras de direitos e entender a prote√ß√£o social como um investimento em capital humano e uma¬† ferramenta essencial para a consecu√ß√£o dos direitos das crian√ßas.

    DISCUTIR o potencial de subs√≠dios financeiros universais no combate √† pobreza na inf√Ęncia e seus efeitos perversos. Os autores argumentam que a prote√ß√£o social universal pode dar suporte √† coes√£o social por reduzir a desigualdade, ao passo que viabiliza o apoio pol√≠tico para abordagens universais com efeitos intergeracionais.

    Analisa a abordagem chamada de “cash plus”, que rapidamente atraiu aten√ß√£o na √°rea de prote√ß√£o social. Se explica que esse tipo de interven√ß√£o pode refor√ßar os efeitos positivos bem documentados das transfer√™ncias de renda, por meio do fornecimento de servi√ßos complementares ou de apoio.

    Em um artigo sobre prote√ß√£o social na √Āfrica Subsaariana, Tia Palermo (UNICEF Innocenti) discute as responsabilidades dos pa√≠ses para assegurar que o b√īnus demogr√°fico na regi√£o n√£o seja desperdi√ßado e que fam√≠lias possam investir em seus adolescentes.

    A potencial intera√ß√£o entre programas de prote√ß√£o social e a luta contra a viol√™ncia infantil programas de apoio econ√īmico e de renda n√£o foram historicamente planejados para abordar tamb√©m o combate √† viol√™ncia contra crian√ßas, nem inclu√≠ram medidas espec√≠ficas relacionadas ao tema. No entanto, a viol√™ncia contra as crian√ßas pode ser combatida em maior escala, por meio de iniciativas de pol√≠ticas p√ļblicas em outros setores e conjugados com prote√ß√£o social.

     

  • #3366
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    luiz steinberg
    Espectador

    Digo que n√£o existe programa social melhor do que o trabalho. Estamos entrando num mundo onde o ser humano ser√° quase inteiramente trocado pela m√°quina. O desemprego ser√° um grande problema no futuro se nada for feito. Uma enorme massa de desempregados frustrados podem cair nas armadilhas do populismo. Para tal, √© necess√°rio que criemos uma cultura empreendedora nesse pa√≠s o mais cedo poss√≠vel. O empreendedor gerar√° seu pr√≥prio emprego. √Č necess√°rio uma parceria entre estado e cidad√£o para preparar o segundo para o ato de empreender. Pode ser uma barraquinha de pastel ou uma fabrica de microprocessadores, n√£o importa. √Č fundamental darmos educa√ß√£o empreendedora para o brasileiro, seja na escola ou por meio de um programa social ¬†adulto e mais complexo… O Brasil como mais do que um pa√≠s gerador de empregos, o Brasil como uma pot√™ncia empreendedora, pronta para competir com os grandes…

  • #3410
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    Arnaldo Ampuero
    Espectador

    Pelo pr√≥prio hist√≥rico de realiza√ß√Ķes na √°rea, o PSDB deve refor√ßar estrat√©gias para garantir um processo seguro e constante de amparo a quem precisa. Situa√ß√Ķes que passam desde a transforma√ß√£o do Bolsa Fam√≠lia num programa de Estado, com garantias de que n√£o se submeta a interesses moment√Ęneos, bem como aperfei√ßo√°-lo, tornando o programa eficiente contra fraudes e outras situa√ß√Ķes criminosas.

    Outro ponto importante a ser discutido √© a efetiva operacionalidade dos CRAS, hoje fun√ß√£o dos munic√≠pios, mas que de alguma forma, poderia ser melhorado, tanto no atendimento quanto na rela√ß√£o do servidor com o cidad√£o. Aproximar o cidad√£o desse bra√ßo do estado √© de fundamental import√Ęncia para a constante atualiza√ß√£o do sistema.

  • #3433
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    Aparecido Rodrigues
    Espectador

    Cido Vianna Presidente da Associa√ß√£o Mount Blue 3000 Jd Hebron Z.Norte Jacana.( O Combate a Fome √©.Algo ( Uma A√ß√£o Que Deve Ser Encarada Com Muita Aten√ß√£o e Efetividade ¬† ¬†,Dado Senhores que.a Fome Ainda e Muito Presente em Milhares de Lares…N√≥s Dias de Hoje .. Inserir Projetos ,que Levem Mais.Dignidades Para as Fam√≠lias de Baixa Renda Desse Nosso Brasil.

  • #3623
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    Mateus da Rocha Castro
    Espectador

    O combatr a pobreza e proteção social está diretamente ligado a Rede de Proteção Social, que nada mais é que a União de diferentes programas sociais com foco na assistência dos mais humildes e necessitados.
    <p style=”text-align: left;”>Os programas sociais tiveram in√≠cio com Fernando Henrique Cardoso em 1995. Infelizmente, temos que alinhar o pensamento para a realidade em que vivemos. Uma revolu√ß√£o na assist√™ncia dos mais humildes e necessitados √© primordial para o futuro do pa√≠s. Vamos come√ßar retirando essa cultura de entregar diretamente o “peixe na m√£o” daqueles que precis√£o. Bem mais interessante capacitar com cursos, palestras, para depois disponibilizar recursos para aqueles que tem interesse em aplicar o conhecimento para gera√ß√£o de empregos, e aumentar a renda de pequenos munic√≠pios e regi√Ķes.</p>

  • #3675
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    Rafael Ventura
    Espectador

    O combate a pobreza √© essencial em nosso pa√≠s. Precisamos sim de programas sociais para aqueles que mais necessitam. No entanto, n√£o podemos deixar as pessoas dependentes apenas disso, ou “viciadas”nesse m√©todo de renda. √Č necess√°rio que, em conjunto, haja um acompanhamento das fam√≠lias e programas de profissionalizantes para que a pessoa n√£o dependa disso no futuro.

  • #3704
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    Alexandre Rocha
    Espectador

    https://alexandrejrocha.blogspot.com/2019/11/uma-sociedade-desigual.html

    Quem são os pobres da nossa sociedade? São as pessoas sem oportunidade de estudo, são aqueles que se encontram longe do convívio das cidades, são aqueles que não tem oportunidade de trabalho, são aqueles que se encontram em vício de alguma droga, são os desempregados por longo período. Mas muitas destas pessoas querem trabalhar, então o estado que incentivar o emprego nas seguintes áreas: Formação técnica de curto prazo, aceitar abertura provisória de empresas com validade curta para que as pessoas percam o medo de ser empreendedores, incentivar parceria da escola com os aluno na abertura de empresas e crédito de valores baixo do BNDES.

  • #3742
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    Anderson M Salvador
    Espectador

    Acredito que deve ter Uma Ação conjunta entre todas as Secretarias no que tange a municipios, assistimos Secretarias competindo entre si, aonde deveriam unir forças.

     

    Importante investir no conselho tutelar, divulgar os momentos de eleição pois a sociedade desconhece esse periodo, haja visto aqui em Nova Venécia apenas 2.000 eleitores de 35.000 compareceram as urnas.

    Depois devemos Investir na defesa civil para fazer relatorios reais da situação de risco que se encontra as pessoa sque morarm em locais de riscos.

     

    Combater a pobreza nao so com cesta basica mas da a Vara pra pescar, com cursos, capacitação, incentivos, investir no sine, pois é Uma ferramenta de alinhamento entre o empregador e empregador.

    Por fim tratar com equidade as situacoes de cada individio e realidade.

  • #3762
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    ROMARIO CELSO BAZILIO DE SOUZA
    Espectador

    √Č necess√°rio o fortalecimento da rede de prote√ß√£o alimentar. O trabalho integrado entre as tr√™s esferas, uni√£o, estados e munic√≠pios √© fundamental para o sucesso do enfrentamento da pobreza e da fome.

  • #3797
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    Raquel de Santana
    Espectador

    O combate a pobreza e Proteção Social, para ser eficiente é necessário trabalhar de forma que respeite a cultura de cada região do Brasil. Moro na região norte, e a nossa população pobre que precisa de ajuda governamental é bem diferente do sul em alguns aspectos, por isso o tratamento e as políticas sociais a desigualdade social tem que ser combatida de maneira diferenciada, não da maneira como sempre foi feita da mesa burocrática de Brasilia para o resto do País, sem conhecer a cultura de cada região.

  • #3816
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    Raquel de Santana
    Espectador

    Seria muito interessante resgatar o Comunidade Solid√°ria da Dr. Ruth Cardoso, era sensacional, infelizmente o PSDB √© Pato e n√£o galinha kkk n√£o divulgamos as nossas a√ß√Ķes e isso nos custa caro, pois deixamos para os populistas mudares as nossas id√©ias e apropriar-se delas.

  • #3834
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    Alexandre Von
    Espectador

    <p style=”text-align: left;”>Na condi√ß√£o de filiado tucano de um munic√≠pio amaz√īnico (Santar√©m – PA), bem como por considerar que nosso partido respeita e valoriza os diferentes segmentos representativos da sociedade brasileira, sugiro a cria√ß√£o de uma nova inst√Ęncia partid√°ria tucana: o PSDB IND√ćGENA. Dentre in√ļmeros munic√≠pios amaz√īnidas, cito o exemplo de Jacareacanga (PA), onde mais da metade de seus eleitores comp√Ķem a comunidade ind√≠gena local. Seria uma proposta inovadora, bastante atual, a se somar a tantos avan√ßos que marcam a trajet√≥ria vitoriosa do PSDB em nosso pa√≠s.</p>

  • #3929
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    Edneia F√°tima Cunha
    Espectador

    <p style=”text-align: left;”>Em seu atual contexto, o Brasil vem acompanhado de situa√ß√Ķes que podem ser entendidas como emergencias, pois permite reconhecer situa√ß√Ķes de risco intensificado para certos grupos e atores sociais que s√£o expostos a condi√ß√Ķes de existencia prec√°rias e por outro, gera tamb√©m as condi√ß√Ķes para que emerjam novos atores e movimentos sociais capazes de articular demandas e reivindica√ß√Ķes capazes de antecipar novos cen√°rios pol√≠ticos sociais.</p>
    Como transformar uma realidade miseravel, na certeza produtiva

    Teria havido, a partir de 2003, uma orienta√ß√£o que permitiu, contando com a mudan√ßa da conjuntura econ√īmica internacional e depend√™ncia internacional. Neste sentido, um dos impedimentos para o manejo ou solu√ß√£o, a ado√ß√£o de pol√≠ticas para reduzir a pobreza ‚Äď com destaque para o combate √† mis√©ria ‚Äď e para a ativa√ß√£o do mercado interno, sem confronto com o capital. Isso teria produzido, em associa√ß√£o com a crise do ‚Äúmercado‚ÄĚ que afasta as classes m√©dias, um realinhamento eleitoral que se especifica definindo como um espa√ßo de crise e emerg√™ncias sociais, responde a uma complexa equa√ß√£o entre seu crescimento econ√īmico, a distribui√ß√£o desigual da sua riqueza, as expectativas da popula√ß√£o e o n√≠vel de decep√ß√£o das mesmas, conforme as determina√ß√Ķes estruturais de um modelo cujo modo de funcionamento amplifica e diversifica as exclus√Ķes que afeta diretamente os l√≠deres pol√≠ticos e tamb√©m as possibilidades das nossas disciplinas de abordar problemas complexos, como o desacoplamento entre as condi√ß√Ķes econ√īmicas e as demandas sociais, em um contexto de globaliza√ß√£o que tem propiciado as formas in√©ditas de integra√ß√£o o dos efeitos indesej√°veis da nossa moderniza√ß√£o, por exemplo, n√£o radica na falta de vontade para tomar consci√™ncia dos seus problemas nem na ades√£o aos protestos que os denunciam, sen√£o que √© na dificuldade para distinguir e incorporar o incremento dos destinos planos dos que est√° composta, estendendo e diversificando suas formas locais, regionais e globais. Neste cen√°rio, temos a obriga√ß√£o de desenvolver pesquisas colaborativas de amplo alcance para abordar a globaliza√ß√£o e suas atuais formas hegem√īnicas de subordina√ß√£o de pa√≠ses e identidades locais; a nova revitaliza√ß√£o das diversidades sociais e culturais; os efeitos das atuais crises financeiras que afetam os fundos sociais; as novas e crescentes desigualdades e exclus√Ķes sociais; a devasta√ß√£o dos nossos recursos meio ambientais; a viol√™ncia, inseguridade e maltrato estendidos nas cidades importantes; as diversas maneiras de corrup√ß√£o s√£o tra√ßos de toda pol√≠tica no Brasil. As mudan√ßas ocorridas no Brasil aceleraram na composi√ß√£o et√°ria da popula√ß√£o, o recolhimento dos estados e a desprote√ß√£o e individualismo que o acompanha; os novos movimentos sociais, suas lutas reivindicativas e a emerg√™ncia das redes sociais globais; a transforma√ß√£o do cidad√£o com o aquecimento global e os desafios de governabilidade, fen√īmeno cuja expans√£o se generalizou no mundo contempor√Ęneo.

  • #3936
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    Diego Mariano
    Espectador

    O PSDB nasceu para ficar perto do pulsar das ruas. Este foi o prop√≥sito de nossos fundadores e foi tamb√©m o que perseguimos enquanto estivemos √† frente do Governo Federal e o que fizemos e fazemos em nossas diversas administra√ß√Ķes municipais estaduais.

    E num pa√≠s como o Brasil, com tanta pobreza e uma crescente desigualdade, estar perto do pulsar das ruas significa, em grande medida, implementar pol√≠ticas p√ļblicas para mitigar a pobreza e reduzir as desigualdades.

    Segundo a PNAD Cont√≠nua divulgada em outubro, mais da metade dos brasileiros, quase 104 milh√Ķes de pessoas, sobrevivem com renda per capta de cerca de R$ 413,00. Os 10% de brasileiros de menor renda possuem 0.8% da renda nacional, enquanto os 10% de maior renda concentram 43%. √Č uma desigualdade gritante, e que s√≥ tem aumentado.

    Esse cenário custa vidas. De acordo com o Mapa da Desigualdade 2019, em São Paulo, capital do estado mais rico do país, a média de vida de um morador de bairro nobre chega a ser 23,3 anos maior que de um morador da periferia. Isso, é claro, não pode ser explicado apenas pelo fator renda, mas sim por um conjunto de características sociais que tornam ainda mais penosa a vida dos brasileiros em situação de maior vulnerabilidade.

    Neste momento em que o PSDB atualiza seu programa partidário, proponho ao debate que nossa defesa no campo do Combate à Pobreza e Proteção Social seja centrada nos seguintes pontos:

    1-      Renda Mínima

    2-      Intersetorialidade das políticas

    3-¬†¬†¬†¬†¬† Foco na Primeira Inf√Ęncia: Pr√©-distribui√ß√£o de habilidades

    Assim, melhor explicando:

     

    1.       Renda Mínima

    H√° milh√Ķes de brasileiros, portanto, com enormes dificuldades de prover o b√°sico de sua subsist√™ncia. Enquanto esteve no Governo Federal o PSDB foi pioneiro na implanta√ß√£o de programas de distribui√ß√£o de renda, como Bolsa Escola, Bolsa Alimenta√ß√£o e Vale G√°s. Estes programas foram posteriormente transformados no Bolsa Fam√≠lia e, com a mudan√ßa do nome, o PSDB perdeu tamb√©m o protagonismo que teve nesta √°rea.

    Por isso, tenho convic√ß√£o de que o PSDB deve contemplar em seu programa partid√°rio a defesa intransigente da exist√™ncia de programas de Renda M√≠nima, em valor talvez superior ao Bolsa Fam√≠lia, para garantir que os mais pobres desse pa√≠s tenham, minimamente, suas condi√ß√Ķes b√°sicas de subsist√™ncia garantidas. √Č preciso garantir que n√£o falte comida na mesa do Brasileiro.

    Uma alternativa tamb√©m pode ser encontrada em programas como o PROINC, desenvolvido no munic√≠pio de Campo Grande ‚Äď MS, onde s√£o ofertadas vagas em servi√ßos de limpeza, consertos, conserva√ß√£o, ro√ßada, capina, obras, pavimenta√ß√£o, entre outros, e concedida ao benefici√°rio uma bolsa-aux√≠lio de 1 sal√°rio m√≠nimo, al√©m de cursos de qualifica√ß√£o profissional.

     

    2.¬†¬†¬†¬†¬†¬† Intersetorialidade das pol√≠ticas ‚Äď Programa Travessia

    Al√©m de garantir o m√≠nimo para a subsist√™ncia, √© preciso pensar tamb√©m na mobilidade social e da supera√ß√£o completa das condi√ß√Ķes de insalubridade a que est√£o submetidos os mais pobres. E √© do PSDB tamb√©m o melhor exemplo que conhe√ßo de atua√ß√£o intersetorializada no enfrentamento e combate √† pobreza, o Programa Travessia, desenvolvido pelas gest√Ķes tucanas em MG.

    Neste ponto √© importante ressaltar que, principalmente nas administra√ß√Ķes federais comandadas pelo PT, enxergava-se a quest√£o da pobreza apenas sob o prisma da renda, um grave erro que apenas perpetua a situa√ß√£o de miserabilidade das pessoas. Num ambiente onde n√£o h√° acesso √† educa√ß√£o de qualidade, sa√ļde digna, nenhuma forma de saneamento b√°sico, moradias prec√°rias, entre outros, para focar no essencial, dizer que houve supera√ß√£o da mis√©ria apenas porque os cidad√£os deixaram de passar fome √© tapar os olhos para a realidade e o sofrimento da popula√ß√£o.

    Neste sentido, o PSDB deve ter claramente em seu programa partid√°rio a defesa de programas sociais que privilegiem a√ß√Ķes coordenadas dos governos, com prazos, metas e garantia de recursos, para ofertar aos brasileiros mais humildes condi√ß√Ķes de qualidade de vida que os permitam mais que sobreviver, mas sonhar e ascender socialmente e as bases colocadas pelo Programa Travessia merecem ser al√ßadas √† condi√ß√£o diretriz de a√ß√£o partid√°ria nas gest√Ķes tucanas que vir√£o.

     

    3.¬†¬†¬†¬†¬†¬† Foco na Primeira Inf√Ęncia: Pr√©-distribui√ß√£o de habilidades

    Os investimentos sociais feitos na primeira inf√Ęncia s√£o, comprovadamente, os que geram maior retorno para a sociedade. Isso porque na batalha pela sobreviv√™ncia di√°ria as fam√≠lias mais pobres n√£o tem condi√ß√Ķes de investir na forma√ß√£o intelectual de seus filhos, perpetuando uma desigualdade¬† j√° latente, conforme preceitua o economista e Pr√™mio Nobel James Heckman.

    Sua pesquisa acompanhou indiv√≠duos expostos a est√≠mulos no in√≠cio da vida e descobriu que, no longo prazo, eles obtiveram melhor desempenho escolar, sal√°rios mais altos, melhor sa√ļde e menor envolvimento com crimes. Tais benef√≠cios, constatou, estenderam-se √† gera√ß√£o seguinte.

    Considero, portanto, fundamental que o PSDB defenda como bandeira do partido a exist√™ncia de programa de investimento na primeira inf√Ęncia, seja pela inje√ß√£o direta de recursos direcionados √†s fam√≠lias com filhos de at√© 06 anos, seja pelo oferecimento de ferramentas de acesso a servi√ßos b√°sicos, o que est√° intrinsecamente ligado ao ponto anterior.

  • #3994
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    Larissa Sena
    Espectador

    Uma pol√≠tica de meio ambiente voltada sobretudo para a conserva√ß√£o e a prote√ß√£o dos recursos deve considerar devidamente aqueles que dependem dos recursos para sua sobreviv√™ncia, ademais de gerenciar os recursos de forma sustent√°vel. N√£o sendo assim, tal pol√≠tica poderia ter um impacto adverso tanto sobre o combate √† pobreza como sobre as possibilidades de √™xito a longo prazo da conserva√ß√£o dos recursos e do meio ambiente. Do mesmo modo, qualquer pol√≠tica de desenvolvimento voltada principalmente para o aumento da produ√ß√£o de bens, caso deixe de levar em conta a sustentabilidade dos recursos sobre os quais se baseia a produ√ß√£o, mais cedo ou mais tarde haver√° de defrontar-se com um decl√≠nio da produtividade — e isso tamb√©m poderia ter um impacto adverso sobre a pobreza. Uma estrat√©gia voltada especificamente para o combate √† pobreza, portanto, √© requisito b√°sico para a exist√™ncia de desenvolvimento sustent√°vel. A fim de que uma estrat√©gia possa fazer frente simultaneamente aos problemas da pobreza, do desenvolvimento e do meio ambiente, √© necess√°rio que se comece por considerar os recursos, a produ√ß√£o e as pessoas, bem como, simultaneamente, quest√Ķes demogr√°ficas, o aperfei√ßoamento dos cuidados com a sa√ļde e a educa√ß√£o, os direitos da mulher, o papel dos jovens, dos ind√≠genas e das comunidades locais, e, ao mesmo tempo, um processo democr√°tico de participa√ß√£o, associado a um aperfei√ßoamento de sua gest√£o.

    A Prote√ß√£o Social B√°sica deve ser entendida como um conjunto de a√ß√Ķes e servi√ßos que visem produzir impactos na realidade social de forma a proteger, promover e prevenir os seus usu√°rios e aqueles que est√£o inclu√≠dos no seu grupo de rela√ß√Ķes, de modo a evitar a fragiliza√ß√£o e rompimento de seus v√≠nculos. Para isso, √© necess√°rio que as pr√°ticas profissionais estejam alinhadas √† macroestrutura societal, como tamb√©m com √† subjetividade de seus sujeitos. Uma pol√≠tica p√ļblica que despreza os elementos macrossociais ou a subjetividade dos usu√°rios que por ela s√£o atendidos torna-se Incapaz de produzir impactos significativos sobre as suas vidas e o ambiente que os circunda.
    O CRAS, como equipamento central da
    Assist√™ncia Social, tem a responsabilidade de ser um dos instrumentos de prote√ß√£o social √†s fam√≠lias no territ√≥rio. √Č importante ressaltar que na pol√≠tica p√ļblica
    de Assist√™ncia Social, √© ele que tem essa responsabilidade, sem deixar de lembrar que no escopo das demais pol√≠ticas p√ļblicas, principalmente as de seguridade social, deve haver a√ß√Ķes e servi√ßos que objetivem assegurar a prote√ß√£o social tanto em n√≠vel b√°sico como em n√≠vel de especialidade.

  • #4139
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    Suelenia Barros
    Espectador

    A Desigualdade social no Pa√≠s faz com que ocorra o aumento da pobreza.√® preciso que o¬† estado invista mais em projetos sociais para minimizar a mais diversas situa√ß√Ķes provocadas pelas express√Ķes da quest√£o social; por isso aumento de investimentos e recursos para os munic√≠pios faz-se necess√°rio e n√£o a diminui√ß√£o como vem ocorrendo. Nunca esque√ßam que somos seres humanos e trabalhamos com pessoas e para pessoas.

  • #4178
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    Charlles Ger√īnimo
    Espectador

    O PSDB é conhecido como partido Social, o partido que governo para os que mais precisam. A criação de bolsas que auxiliam a sustentabilidade social, foi pensando pelo nosso partido. O trabalho social foi o que me chamou a filiar ao PSDB, temos que manter viva essa bandeira.

  • #4848
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    Joao Pedro Dornelles Claret
    Espectador

    Ante a alta incid√™ncia de corrup√ß√£o no pa√≠s, seria interessante a cria√ß√£o de um mecanismo ilhado de movimenta√ß√£o financeira por √≥rg√£os e entes pol√≠ticos ou entes relacionados a administra√ß√£o do poder p√ļblico.

    Como seria na pr√°tica?

    Neste sentido, todo or√ßamento destinado √† emendas, verba de gabinete e fundo partid√°rio seria efetuado por meio de um cr√©dito espec√≠fico que n√£o fosse a moeda nacional… Se este cr√©dito fosse desviado n√£o teria validade como moeda, pois sua finalidade seria lastreada, ademais, o cr√©dito seria virtual e com logaritmos apropriados e espec√≠ficos para aquilo que ele foi publicamente e legalmente destinado. Desta forma, se o cr√©dito fosse desviado seria automaticamente inv√°lido, se tornando moeda morta, inclusive para fins de corrup√ß√£o, pois o cr√©dito seria codificado a√ß√£o por a√ß√£o, evitando a corrup√ß√£o. J√° a remunera√ß√£o dos entes contemplados pelo cr√©dito seria integralmente convertida em moeda nacional pela casa de c√Ęmbio.

     

     

  • #5000
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    Gabino Lino
    Espectador

    Falar da pobreza e social que fica at√© f√°cil, pois existem incont√°veis sugest√Ķes, opini√Ķes e at√© na pr√≥pria Constitui√ß√£o Brasileira. Agora n√£o est√° na pauta do forum ou especificamente a velhice ou melhor dizendo a popula√ß√£o que mais cresce no mundo e no Brasil n√£o √© diferente. Passou dos 30 milh√Ķes dos acima de 60 anos e, em relatos que eu li e acredito que √© conhecimento dos interessados; enquanto a Europa levou 150 anos para acontecer no Brasil em 20 anos quadruplicou est√° popula√ß√£o, eu tamb√©m acho que o Brasil envelheceu pobre e, com isso fomos juntos.

    Lembrando este fen√īmeno n√£o tem volta e, devemos comemorar pois essa idade n√£o √© mais vista como final da vida e sim recome√ßo. E ent√£o, como o Governo vai lidar com isso, pois vejo que palavras voam, engavetam… tem que ter a√ß√£o palp√°vel.

    РO PSDB tem que procurar fortalecer o SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS), pois este é o que dá para mais de 90% assistência aos idosos(as), mesmo com a precariedade que passa, mesmo assim é o ideal dentro da conjuntura.

    – Para n√£o escrever um livro, temos em literatura escrita, falada e outras, que precisamos sa√ļde, moradia, emprego, educa√ß√£o, lazer… mas para essa gera√ß√£o do ‚ÄúBaby Boomer‚ÄĚ e at√© posterior √© extremamente preocupante o futuro.

    Abraço a todos!!

  • #5093
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    Joao Pedro Dornelles Claret
    Espectador

    Para combater a pobreza √© necess√°rio investir em determinados fatores e ideias, bem como a mudan√ßa de mentalidade do governo… √Č preciso, por exemplo, diminuir o imposto cobrado sobre os alimentos b√°sicos que chegam √† quantia de at√© 40% do valor deste… No Brasil os alimentos prejudiciais √† sa√ļde possuem carga tribut√°ria bem menor que os alimentos que fazem bem √† sa√ļde… Para combater a pobreza seria interessante estipular um limite de tributo sobre o alimento que agualize as taxas tribut√°rias entre alimentos ben√©ficos e mal√©ficos √† saudade.

  • #5127
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    Genilza Caetano
    Espectador

    A pobreza, a qui no Brasil vc abri uma empresa vc pagar mas impostos que tudo, existem empresários falido ninguém quer investigação no Brasil. O apresentador Ratinho aposta no nosso país, pois ele foi deputado mas não conseguiu fazer nenhuma mudança, me inspiro nele acho que cada um pode fazer algo pra melhorar, se eu fosse eleita apostaria em invertido na minha cidade.

  • #5152
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    Guilherme Manh√£es
    Espectador

    Investimento em educação de qualidade.

    Criação de programas que incentivem o homem do campo a não migrar para os grandes centros.

    Presta√ß√£o por parte dos servidores p√ļblicos de servi√ßos de qualidade e com respeito ao pr√≥ximo.

  • #5283
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    Rodrigo Fabretti
    Espectador

    O combate a pobreza e prote√ß√£o social deve ser um dos focos principais do PSDB com a popula√ß√£o brasileira. Mas √© preciso que n√£o torne a popula√ß√£o dependente dos benef√≠cios. Al√©m disso, o sucesso do programa social deve ser medido com o n√ļmero de pessoas que parou de precisar dele, n√£o quantas pessoas o programa atende. Hoje h√° casos de munic√≠pios que dependem totalmente do Bolsa Fam√≠lia para manter a economia local.

    Também precisamos fortalecer que o Bolsa Família é o que é hoje porque o saudoso Presidente Fernando Henrique Cardoso fez reformas e criou programas sociais que deram origem ao modelo atual. Não foi uma simples criação de governos posteriores, como é divulgado por outros partidos.

  • #5287
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    Guilherme Moura Cardoso
    Espectador

    Tema: Combate a pobreza e proteção social.

    O combate efetivo da desigualdade social, principalmente no combate √† pobreza e fome, devem ser concebidas – e mantidas – como pol√≠tica de Estado e n√£o pol√≠tica de governo. Isso, para que mudan√ßas de programas de governos ou crise das institui√ß√Ķes do Estado ‚Äď como se vivencia de maneiras mais evidente a partir de 2013 -, n√£o afetem de forma dr√°stica pol√≠ticas e direitos sociais t√£o necess√°rios quanto estes.
    Os mais recentes √≠ndices apontam, justamente que no caso brasileiro, com a jun√ß√£o destas duas mudan√ßas, em pouco tempo, a extrema pobreza no pa√≠s aumentou consideravelmente ao ultrapassar os 13 milh√Ķes de brasileiros. Esse quadro √© grav√≠ssimo na regi√£o nordeste do pa√≠s, a qual o n√ļmero est√° pr√≥ximo de 8 milh√Ķes de pessoas.
    A aparente uni√£o de for√ßas no Congresso Nacional, de in√ļmeros parlamentares e partidos ‚Äď incluindo o PSDB -, em torno da ‚Äúagenda social‚ÄĚ proposta por Tabata e Maia mostra que o partido est√° no caminho certo nessa tem√°tica, mas que internamente deve aprofundar-se ainda mais ‚Äď principalmente no que tange √† atua√ß√£o nas nos parlamentos e poderes executivos municipais e estaduais.
    Não é preciso estar na estrutura administrativa do poder executivo federal para avançar nessa pauta, é preciso sim de seriedade e responsabilidade para lidar com o tema. Se o PSDB pretende voltar a governar o país, mais do que nunca é preciso agir de forma concreta no combate a pobreza e a desigualdade social.

  • #5310
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    Anderson Maciel Ciriaco
    Espectador

    √Č dif√≠cil falar de combate a pobreza sem trazer a import√Ęncia da repara√ß√£o que se √© preciso fazer para com os negros, pois s√£o a maioria que sofrem com a pobreza e com a falta de prote√ß√£o social. Vejam s√≥ um exemplo, o perfil das principais v√≠timas de homic√≠dios no Brasil s√£o: jovens, negros, do sexo masculino, moradores de periferias. Sim, 77% dos jovens assassinados no Brasil s√£o negros.

    Este eixo deve ser tratado como prioridade a fim de garantir o direito dessas pessoas em se ter acesso a pol√≠ticas p√ļblicas de seguran√ßa, educa√ß√£o, sa√ļde, trabalho, cultura, mobilidade urbana, para que assim possamos transformar esta realidade.

     

    Anderson Maciel Ciriaco

    TUCANAFRO Mato Grosso

  • #5321
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    Rlick Santos
    Espectador

    Criação de uma proteção de uma rede nacional de assistência social como estrutura de conselhos de direitos. Para que todos posso estar sendo representados e assistidos nesta rede de proteção

     

    Rlick dos Santos

    Tucanafro-Ba

  • #5383
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    Cunha Igor
    Espectador

    O PSDB precisa voltar ao encontro da social-democracia. Voltar as origens e explicar a popula√ß√£o o que entende do mundo. O primeiro candidato a presidente, M√°rio Covas, em seu discurso em 1989 defendeu um choque de capitalismo no Brasil e ao mesmo tempo, manteve o compromisso com as √°reas sociais, Educa√ß√£o, Cultura, Direitos Humanos e Habita√ß√£o. o Governo FHC, foi social-democrata reconhecido por todos, onde a agenda social sempre foi uma prioridade, onde iniciou as pol√≠ticas p√ļblicas de assist√™ncia social, como o Programa de Erradica√ß√£o do Trabalho Infantil (PETI), o Benef√≠cio de Presta√ß√£o Continuada (BPC), o Bolsa-Escola e o Cadastro √önico – sem os dois √ļltimos, seria imposs√≠vel existir o atual Bolsa Fam√≠lia. Essa √© a linha que o PSDB precisa mostrar que defende.

  • #5394
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    Patricia Kelly
    Espectador

    Atuação do governo federal com os municípios para propor diminuição de taxa de natalidade em famílias em situação de extrema pobreza que dependem de auxílios federais.

     

    Prioridade a recursos de alimentação ao invés do dinheiro e espécie, evitando que o dinheiro seja usado indevidamente.

    Acesso ao sus com mais facilidade (quando menor a renda) e acesso gratuito a medicamentos .

  • #5426
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    Elaine Silva Ribeiro Silva Ribeiro
    Espectador

    O combate que ser realmente com o nome diz com uma combate em uma grande guerra sei deixa lacuna o falhaq agindo em todas as frente fortalecendo todas as frentes sei medo de usar de várias estratégia e táticas diversas assim sei que vamos por fim na pobreza absoluta e diminuir palativamente.

    Elaine tucanafro Goi√°s

  • #5428
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    José Aparecido Pinto
    Espectador

    A Pol√≠tica de Assist√™ncia Social no Brasil assume configura√ß√Ķes espec√≠ficas. A Constitui√ß√£o Federal de 1988 √© o marco desta pol√≠tica, visto que √© partir de ent√£o que a assist√™ncia social integra o trip√© da seguridade social. Com a aprova√ß√£o da LOAS(1993), PNAS(2004) e NOB/SUAS(2012) a assist√™ncia social come√ßa a tra√ßar seu caminho de pol√≠tica p√ļblica de direito. Os objetivos e princ√≠pios estabelecidos na Pol√≠tica de Assist√™ncia Social s√£o materializados a partir da Resolu√ß√£o n¬ļ 109, de 11 de novembro de 2009, que disp√Ķe da Tipifica√ß√£o Nacional dos Servi√ßos Socioassistenciais.

    √Č nesse cen√°rio que o Estado assume a responsabilidade na gest√£o da pol√≠tica de assist√™ncia social, descentralizando para cada ente federativo, especificando as responsabilidades e compromissos de cada um deles. A gest√£o desta pol√≠tica, de forma compartilhada e federativa representa a inova√ß√£o no campo da assist√™ncia social.

    Entretanto, é mister ressaltar que, apesar do reconhecimento quanto a evolução das políticas de proteção social no Brasil, muito ainda é preciso ser feito para que, de fato, os serviços sejam expandidos e consolidados. Estamos conscientes de que um dos desafios para o futuro próximo é garantir que, os direitos sociais sejam realidade na vida de cada cidadão.

  • #5444
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
    Espectador

    A assist√™ncia social precisa garantir o Decreto Presidencial N¬ļ 8.727/2016, que disp√Ķe sobre o uso do nome social e o reconhecimento da
    identidade de g√™nero de pessoas travestis e transexuais no √Ęmbito da administra√ß√£o p√ļblica federal. Nome social se refere √† designa√ß√£o pela qual a pessoa travesti ou transexual se identifica e √© socialmente reconhecida . J√° a Identidade de G√™nero √© a dimens√£o da identidade de uma pessoa que diz respeito √† forma como se relaciona com as representa√ß√Ķes de masculinidade e feminilidade e como isso
    se traduz em sua pr√°tica social, sem guardar rela√ß√£o necess√°ria com o sexo atribu√≠do no nascimento. De acordo com o Decreto, os √≥rg√£os e as entidades da administra√ß√£o p√ļblica federal direta, aut√°rquica e fundacional, dever√£o adotar em seus atos e procedimentos o nome social da pessoa travesti ou transexual, de acordo com seu requerimento. Dever√° tamb√©m constar o campo ‚ÄúNome Social‚ÄĚ nos registros de sistema
    de informação, de cadastros, de programas, de serviços, de fichas, de formulários, de prontuários e congênere. O Nome Social deverá vir em destaque nestes instrumentos, acompanhado do nome civil, o qual deverá ser utilizado apenas para fins administrativos internos. Desta forma, deverá constar nos documentos oficiais o nome social da pessoa travesti ou transexual (feminino e masculino), assim como
    requerido pela interessada ou pelo interessado, a qualquer tempo.

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #5445
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    JOS√Č ROBERTO DA SILVA J√öNIOR
    Espectador

    O sistema unica da assistência social precisa para de violar os direitos da população LGBTI+.

    Neste contexto, emerge a necessidade do aprofundamento nas discuss√Ķes e reafirma√ß√£o das identidades de g√™nero e diversidades sexuais, bem como de ra√ßa/etnia, de intoler√Ęncia religiosa, entre outras tantas. Consubstancialmente, a Assist√™ncia Social como pol√≠tica p√ļblica garantidora de direitos, se configura como espa√ßo de constru√ß√£o coletiva, dissemina√ß√£o de informa√ß√Ķes, luta pela equidade e erradica√ß√£o dos preconceitos e quaisquer outras express√Ķes da quest√£o social.

    J ROBERTO SILVA J√öNIOR
    CIENTISTA SOCIAL

  • #5469
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    Estado de S√£o Paulo
    Espectador

    A Política Social Tucana

    1.¬†¬†¬†¬†¬† ¬†Aplicar o √ćndice de Pobreza Multidimensional na base do Cadastro √önico: aplicar a metodologia criada pelo Programa das Na√ß√Ķes Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) na base do Cadastro √önico a fim de identificar com maior apuro quais s√£o as defici√™ncias em cada uma das √°reas em cada territ√≥rio brasileiro;

    2.¬†¬†¬†¬†¬† Instituir a Agenda da Fam√≠lia: Adotar a Fam√≠lia como foco da Pol√≠tica Social, in√≠cio e fim da a√ß√£o assistencial p√ļblica, privilegiando sempre a Educa√ß√£o como caminho primeiro da emancipa√ß√£o familiar;

    3.¬†¬†¬†¬†¬† Criar N√ļcleos de Integra√ß√£o da Educa√ß√£o, Sa√ļde e Assist√™ncia Social (NIESAS): Trabalhar de maneira efetivamente integrada com Educa√ß√£o, Sa√ļde e Assist√™ncia Social junto √† Fam√≠lia, com acompanhamento monitorado dos alunos infrequentes, ausentes, ‚Äúproblem√°ticos‚ÄĚ, v√≠timas de viol√™ncia;

    4.¬†¬†¬†¬†¬† Criar Fundo de Retorno √† Educa√ß√£o: Fornecer bolsas de estudo para jovens e adultos com ensino fundamental ou m√©dio incompleto (Educa√ß√£o para Jovens e Adultos ‚Äď EJA) para incentivo da retomada do ensino;

    5.¬†¬†¬†¬†¬† Criar Programa Nacional de Acupuntura Urbana: Otimizar pequenas interven√ß√Ķes do poder p√ļblico local em favelas e comunidades de baixa renda, minorando a chamada vulnerabilidade habitacional visando a melhoria das condi√ß√Ķes imediatas de habitabilidade;

    6.      Criar Renda Única Universal: Evoluir para o day after do Bolsa Família com previsão de contrapartidas pela família, sempre visando sua emancipação financeira e saída do programa;

    7.       Promover vinculação orçamentária constitucional para o fortalecimento do SUAS, equalizando ao SUS e à Educação;

    8.¬†¬†¬†¬†¬† Incrementar o acesso a Bens e Servi√ßos P√ļblicos de Esporte, Lazer e Cultura por meio de servi√ßos estatais e de organiza√ß√Ķes sociais, de maneira integrada com a√ß√Ķes essenciais de Educa√ß√£o e Sa√ļde;

    9.      Considerar os recortes de gênero, diversidade sexual e racial como fatores fundamentais na elaboração das políticas sociais;

    10. Defender e apoiar os serviços socioassistenciais conveniados e em parceria, inclusive a gestão das unidades de proteção social (CRAS, CREAS e CentroPOP).

  • #5500
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    Patricio Souza da silva
    Espectador

    O combate à pobreza se dá não apenas com programas de assistencialismo que devem ter sim para quem necessita, mas também o estado deve auxiliar em programas de capacitação para que. O beneficiado do programa vem sim se capacitar e Entra no mercado de trabalho.

  • #5503
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    Fernando Jader Mantau
    Espectador

    Para combater a pobreza √© preciso fixar um pacto nacional com os estados e munic√≠pios a partir de um projeto de desenvolvimento econ√īmico regional. Regi√Ķes onde a escassez de recursos naturais se faz presente, deve-se criar meios de gera√ß√£o de emprego e renda para fam√≠lias que ali vivem. A partir do trabalho digno e uma economia apropriada a cada regi√£o, desenvolve-se uma sociedade pr√≥spera, desencadeando evolu√ß√Ķes na educa√ß√£o, sa√ļde, saneamento b√°sico, dentre outras √°reas importantes para as popula√ß√Ķes locais. Desenvolvimento de economia sustent√°vel como base para gera√ß√£o de emprego, renda e extin√ß√£o da pobreza.

  • #5709
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    Tereza Oleg√°rio
    Espectador

    vivemos em um pa√≠s onde a pobreza vem crescendo muito. milhares de fam√≠lias vivem em situa√ß√Ķes desumanas, que nem o b√°sico do b√°sico eles tem, e com isso vem crescendo principalmente a mortalidade infantil. Precisamos tomar medidas para que isso venha diminuir, e que fam√≠lias possam ter pelo menos o que √© seu de direito, at√© mesmo, uma alimenta√ß√£o, moradia, sa√ļde, educa√ß√£o, entre outros.

     

     

    Tereza Oleg√°rio – Tucanafro Alagoas

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