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Combate a pobreza e Proteção Social

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Queremos te ouvir, te consultar, dialogar. Aqui você deixa sua opinião, comentários, sugestões.
E qual deve ser a posição do PSDB sobre o tema indicado. Sua contribuição será fundamental para definir os rumos do partido.

Este tópico contém 185 respostas, possui 177 vozes e foi atualizado pela última vez por  Charlles Gerônimo 14 horas, 9 minutos atrás.

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    Ronan
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  • #692
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    Daniele Santos
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    Falar de combate à pobreza e proteção social, é preciso expor à questão que o Rio de Janeiro passa com a baixada fluminense. Não somente o Rio de Janeiro e sim qualquer estado que tenha seus bairros menos favorecidos.

    Convivo diariamente com essa grotesca situação. Bairros sem saneamentos básicos como: ruas asfaltadas, fezes humanas escorrendo pelas calçadas e isso em pleno ano de 2019 ainda acontece.

    Eu sei que isso deveria ser destinado ao governo político da cidade, mais quando o governo só quer saber de seu próprio bolso e os eleitores não enxergam e a justiça não tem força contra tals.  Qual seria à melhor medida a ser feita? Oque poderia ser feito pra ajudar esses bairros menos favorecidos?

    • #720
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      Caio Narcio Rodrigues
      Espectador

      situação importante pra ser discutida parabens pela sugestão.

    • #1108
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      Gustavo Andrade De Araújo
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      O combate à pobreza deve começar com o fim da falácia da meritocracia. Não se pode, em um país tão desigual, falar usar isso como método de combate à pobreza. A proteção social é um dever do estado, embora a maioria dos liberais, sobretudo das escolas austríacas e de Chicago, dizer que isso não é dever do estado. O estado deve prover, com políticas de estado (que é diferente de política de governo), o bem estar social e garantir os direitos dos cidadãos e cidadãs como garante a cartilha universal dos direitos humanos da ONU. Mas aí vem a questão orçamentária, o vil metal, a grana…. Todos nós somos contra os impostos, mas não pelos impostos em si mas pelo péssimo serviço público entregue com os recursos dos impostos. Eficiência na utilização do dinheiro público é primordial, e é claro que isso implica no combate à corrupção endêmica no meio político bem como nas empresas privadas que fazem parcerias com o governo, e também fazer com quem ganha mais pague mais. O ônus tributário brasileiro recai sobre os mais pobres bem como toda sorte de ônus. Uma reforma tributária que onere os poderosos é essencial. Também é preciso desconcentrar a renda no país. Programas de distribuição de renda são importantes mas, como diz o economista Eduardo Moreira, não existem bilionários na Holanda mas também não existem miseráveis.

  • #767
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    Thélio Caudinski
    Espectador

    Este é o grande nó do Brasil. Precisamos avançar com reformas desburocratizantes para que possamos oferecer serviços básicos e mais baratos ao povo, inicialmente água tratada, luz, esgoto, infraestrutura urbana e etc. Mas fundamentalmente, o brasileiro precisa de uma base estável, uma renda mínima e alimentação. O povo é fragilizado, não há como simplesmente mandar para escola se não há renda em casa ou comida, ou uma comunidade onde o gás, o gatonet e outras coisas são controladas por facções criminosas.

    Primeiro ponto: alimentação;

    Segundo ponto: onde mora e em quais condições:

    Terceiro ponto: empregos de baixa escolaridade aliados e pequenos cursos de formação básica;

    Quarto ponto: educação.

    O básico de todo mundo é se alimentar bem. Em virtude de avanços nos últimos trinta anos parece que esquecemos este problema. Mas ele é constante, não desaparece nunca. O principal motivo das pessoas trabalharem, se movimentarem, é para se alimentar e alimentar bem. Neste sentido, precisamos defender uma política de alimentação básica para que tenhamos, aos poucos, um indivíduo relativamente preparado para enfrentar jornadas de emprego.

    Precisamos combater as amarras da criminalidade, responsáveis por seduzir os mais jovens e imobilizar os mais velhos.

    Os empregos de baixa remuneração e baixo esforço intelectual são os primeiros de grande impacto na vida dos pobres: seja venda de alimentos simples no famoso comércio de rua, a costura, serviços gerais e assim por diante. Há um grande contingente a ser atendido neste sentido. O Brasil precisa de uma legislação que impeça algumas políticas higienistas e entendam que estes trabalhos mais simples, geralmente na margem da ilegalidade, são a fonte de renda de boa parte dos brasileiros.

    A educação não pode ser um “empecilho”. Crianças deixam de ir a escola para irem ao semáforo pedir pois assim conseguem garantir um certo complemento de renda em casa, o que não conseguiriam em tempo integral. Precisamos desenvolver intelectualmente estas crianças, mas ao mesmo tempo precisamos dar condições de vida. Ainda sobre a educação, temos que desatar o nó das grandes regiões metropolitanas que gestam financeiramente e com mão de obra crimes sistêmicos e individuais. E não só. Além das grandes regiões metropolitanas, há o interior de gente que precisa de educação e que migra para as capitais, onde acabam morando em regiões metropolitanas, para terem acesso a empregos melhores e educação melhor. Se o cidadão tem boa educação, bons empregos e acesso a serviços mais desenvolvidos onde ele mora, no interior, não precisa migrar.

    Sobre a geração de empregos, precisamos atacar forte nas atuais regulações trabalhistas e abrir condições para que grandes empresas, especialmente as empresas do século XXI, se instalem no Brasil e sejam bases de renda para a população. É necessário um mercado aberto, aumentar a relação com outros países, rever regulações de patentes e legislação trabalhista, bem como a simplificação tributária. Não podemos deixar milhões de pessoas pobres e sem perspectiva apenas por defender uma suposta concepção “humanizada” do trabalho.

  • #774
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    Valéria Lucia Gomes
    Espectador

    O PSDB lidera o projeto que prevê a privatização e ampliação da rede de saneamento básico pelo país. Muito legal e tudo mais, POREM, ainda sequer conseguimos levar luz e água potável para 100% dos Brasileiros. Não deveria ser esse o foco? O PSDB luta pelo povo abandonado em Roraima q fica dependente da boa vontade da Venezuela pra ter eletricidade? E o povo no interior do Acre onde a energia elétrica funciona somente algumas horas por semana? Ou até mesmo pelo povo do sertão bahiano onde a água de consumo humana é compartilhada com o gado e demais animais que não vivem, mas sobrevivem em condições absurdas?

    FHC disse uma vez que o Brasil precisava avançar cada vez mais, mas sem deixar ninguém pra trás. Não podemos nos esquecer disso.

  • #779
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    Jorge Lopes Cançado
    Mestre

    Tivemos nas últimas semanas as eleições para Conselheiros Tutelares. Ficou perceptível para todo o país que o interesse de parte relevante dos milhares de candidatos não era no cuidado e proteção das crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e sim a força política do cargo, a remuneração e a utilização do cargo como trampolim para as eleições legislativas de 2020.

    Sugiro que o PSDB se posicione e encampe congressualmente uma campanha para a modificação da forma de seleção dos Conselheiros Tutelares, são cargos essencialmente técnicos, deveriam ser preenchidos por processo seletivo com prazo para entrar e deixar o cargo.

  • #781
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    Paulo Monteiro
    Espectador

    A meu ver o combate a Pobreza e Desigualdade Social só se faz com Educação de Base de qualidade e Qualificação Profissional

  • #782
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    Marcelo Fiche
    Espectador

    Ainda é o grande desafio que não pode ser deixado de lado, vide prêmio Nobel de Economia. No atual governo, nada se fala de políticas claras para esse fim e acho que o partido deve ter propostas claras e objetivas para esse fim. Fato, que hoje com déficits nos 3 níveis de governos, fica muito difícil pensar em aumentos dos gastos sociais. Acho que já passou da hora de avaliarmos as políticas anualmente sobre o ponto de vista de eficiência e efetividade. Onde está, no País das leis, a legislação que uma política deve ser avaliada antes, durante e depois de sua implementação? Realocação de recursos orçamentários daquilo que não está sendo efetivo para programas que realmente reduzem as desigualdades. Acho que o partido deve deixar claro essa bandeira, formando grupos de estudos no âmbito dos Itv regionais para que possamos apresentar a sociedade e aos eleitores.

  • #796
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    Michelli Picanço
    Espectador

    Olá, sou Michelli Silva!

    Gostaria de propor que nos Estados possam oferecer as áreas de vulnerabilidade social serviços de atendimento aos moradores com cursos de qualificação profissional, além da capacitação dos jovens.

    Investimentos em educação qualificação profissional dos professores, bem como a valorização da educação básica e cursos técnicos, criação de novas possibilidades para o mercado tecnológico com polos de desenvolvimento de novas tecnologias para que os jovens possam desenvolver suas habilidades.

     

  • #957
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    Cassiano Januário Cordeiro
    Espectador

    A Pobreza se combate com educação de qualidade e empregos, porem com a chegada da industria 4.0 e suas tecnologias o emprego se torna cada vez mais escasso. As prefeituras e governos precisam encontrar um método para empregar o máximo de pessoas possíveis gerando retorno a população ou em ultima instancia pagar um salario por família quando se comprovada situação de pobreza, garantindo assim o básico da família.

    E preciso se pensar um método de proteção social por cidades, de acordo com as suas particularidades e não um plano geral/ nacional.

  • #983
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    Elizalva Lima
    Espectador

    Resumidamente precisa-se  de desburocratização, mais emprego, educação de qualidade e com facilidade, impor responsabilidades aos beneficiários de programas sociais além de mandarem o filho a escola (muitas fezes só pela frequência e nem mesmo o aprendizado) para assim tirar o comodismo e dependência deste beneficio e quererem buscar crescimento, reestruturar o sistema de liberação deste programas, falo com propriedade que é defasado este sistema visando que tem muitas famílias de boas condições recebendo e famílias de baixa vulnerabilidade sem o beneficio porque estes programas tem sido usado como fonte de ganho e mantimento de votos, (recebe quem a pessoa responsável quer já que o sistema só sabe a informação que se põe nele).

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas, 4 dias atrás por  Elizalva Lima.
  • #994
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    Gleyson Macedo
    Espectador

    1. acesso a moradia.

    2. Acesso a educação.

    3.acompanhar de perto os que recebem auxiliar estatal

    3.controle de natalidade! Evitando a gravidez indesejada.

  • #1005
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    Ruth Figueiredo Lima
    Espectador

    Nosso partido deve promover EQUIDADE nas questões femininas, legislar e fiscalizar diferenças salariais e funcionais entre homens e mulheres. E necessario o cumprimento de 50 % de acesso a cargos de direcao nas 3 esferas públicas .  E inadmissível que a CLASSE Feminina sendo maioria em população e eleitorado ainda seja chamada e vista como segmento.

  • #1011
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    Bolívar Gomes
    Espectador

    O governo Fernando Henrique Cardoso foi proponente de uma forte agenda social e econômica. Precisamos recuperar o protagonismo nas agendas sociais. Defendo que o PSDB elabore um programa que vise maior equidade para que o cidadão possa entrar no mercado de trabalho com maior qualificação e com a possibilidade de em um determinado período não seja mais necessário do apoio do Estado. Entretanto, não podemos deixar o mesmo na mão. O combate à desigualdade não é algo isolado. Precisa ter política pública.

  • #1043
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    Marines Boff Gerhardt
    Espectador

    Quando falamos em pobreza, devemos pensar que a solução de tudo começa com o emprego,  a partir do salário o trabalhador recupera sua auto estima, dá sustento à sua família, melhora o lugar onde vive.

    Precisamos ter pautas para o crescimento do país e PLENO EMPREGO. Junto a isso vem a necessidade de mão de  obra de melhor qualidade, daí devemos pensar em como aumentar o nível de educação

    nessas localidades, para assim o trabalhador ter a perspectiva de um salário melhor.

    Trabalhar nas periferias com as escolas supletivas para aumentar a capacidade de entendimento

  • #1045
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    Ruth Figueiredo Lima
    Espectador

    Na Conferência Nacional de Políticas para Mulheres de 2016 foi aprovada uma proposição que saiu do Estado do Paraná e de mais 2 estados que determinava que os gestores das 3 esferas de governo deveriam contemplar as mulheres  com 50 % dos cargos da gestão. Essa proposta corrigiria a desigualdade na promocao de oportunidades e salariais. O PSDB deveria empunhar a bandeira da igualdade de genero e ter isso como meta.

  • #1048
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    Marcos Lima
    Espectador

    Boa Noite a todos .

    Moro numa região que a pobreza aqui é extrema e a educação é escassa , temos q pensar e proteger nossas crianças contra a mídia corrosiva e destruitiva e apologia ao crime temos que lutar pela educação mental e social.

    Nosso futuro São eles.

     

  • #1050
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    Francisca Alves de Sousa
    Espectador
    1. Propostas de emprego e renda é muito falado em todos os níveis da sociedade, porém há muito desperdício, deveria haver mais conscientização sobre reciclagem e reaproveitamento de alimentos e produtos; com certeza mudaria a vida de muitas famílias Brasil a fora
  • #1063
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    Rezende
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    Moradias ,digmas para a população uma vez que desgualdade social, torna impossível. Por exemplo muitas pessoas como eu vive em acampamentos onde somos  ameaçados perder um pouco que termos, adiquinidade humano, der que trabalhar 9  horas ou até mais diariamente, em fim é que a questão da moradia acabam até com nossos sonhos pois depois de passar no vestibular na ufmg no curso de ciências biológicas vi que tinha , desistir se trabalhava ou estudava em fim dive que trancam  a minha matrícula, pois mão tava para obter fazer as duas coisas uma vez que moro a2hs do campus,sempre chegava 1 hora da manhã e ter que sair da ocupação onte moro as 4,15 da manhã tudo por falta de una moradia digna.sem falar no preconceito sofrido por alunos e professores una fez munca fiz mém hum curso preparadorio,

  • #1064
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    Rezende
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    Sim também a falta de segurança

  • #1082
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    Alessandra Franco
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    Apresento o tema Políticas sociais de superação da pobreza e da desigualdade. Ao realizarmos o recorte de gênero na questão racial, a

    situação das mulheres negras carrega a somatória das opressões do machismo, racismo, além do estigma da classe social.

    Esse contexto coloca a mulher negra em maior condição de desigualdade em relação aos demais setores da sociedade brasileira, como já observamos anteriormente, desde o abolição da escravatura o Estado pouco ou nada se empenhou em reduzir o fosso social entre brancos e negros.

    A mulher negra desde o Brasil colônia são submetidas aos trabalhos forçados, a acumulação de tarefas domésticas, enquanto, trabalhadora, companheira e genitora.

    Posteriormente, nas cidades, as mulheres negras passaram a executar serviços domésticos, trabalhando como cozinheiras, empregadas domésticas, lavadeiras, babás, entre outras tarefas. Este lugar no mercado de trabalho, ao lado da falta de políticas educacionais e de capacitação profissional, coloca as mulheres negras, em condições de profunda desigualdade econômica, exploração, na base da pirâmide social.

    É importante citar algumas das diversas situações em que mulheres negras estão de longe em situação de desigualdade social em relação as demais, quando segundo pesquisa realizada pelo IPEA (2013), em 2009, 51,1% famílias se declararam chefiadas por mulheres negras; mulheres negras recebiam 51,1% do rendimento das mulheres brancas; de cada cem mulheres negras chefes de família, onze estavam desempregadas, e entre as brancas este número era de sete. Desta forma, fica evidente que a pobreza tem cor e gênero.

    O Mapa da Violência 2015 demonstra que no período 2003-2013, as principais vítimas da violência de gênero foram meninas e mulheres negras, com queda na evolução das taxas de homicídio de mulheres brancas – de 3,6 para 3,2 por 100 mil – e crescimento nas taxas de mulheres negras – de 4,5 para 5,4 por 100 mil –, com prevalência entre 18 e 30 anos de idade e maior incidência de mortes causadas por força física, objeto cortante/penetrante ou contundente, e menor participação de arma de fogo.

    A principal indagação urgente a ser feita é, mas quais são as medidas institucionais adotadas pelo poder público para diminuir esse abismo que separa mulheres brancas e mulheres negras quando falamos de igualdade de oportunidades, de proteção social?

    A população negra é majoritária no Brasil; portanto, o esquecimento dessa população seria, no mínimo, o esquecimento de uma importante parcela da sociedade brasileira.

  • #1088
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    Brunno Caleiro Pereira
    Espectador

    É extremamente necessário em todos municípios brasileiros continuar o combate à pobreza. Somos um país em desenvolvimento e que possui certa parte da população sem condições ou com pouquíssimas possibilidades de terem uma garantia de renda, emprego, alimentação, acesso ao ensino ou saúde. Para nós brasileiros, é fundamental criarmos políticas públicas com revisão, fiscalização e suporte para atender pessoas necessitadas. Pode-se também criar um cenário favorável ao investimento privado em combate à pobreza, como ocorre em muitos outros países, via ONGs, instituições sociais ou parcerias público-privadas. Mas, em hipótese alguma, podemos abandonar ideias de desenvolvimento social com as condições que vemos hoje. É necessário darmos oportunidades a todos de terem os principais acessos, de terem uma boa alimentação, ensino, atendimentos básicos e, assim, podemos garantir um cidadão mais preparado, que contribuirá muito mais para o desenvolvimento nacional.

  • #1100
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    paula campello
    Espectador

    O combate a pobreza é, sem dúvida, um dos maiores desafios para o governo brasileiro. Vemos a população brasileira aumentar e ainda temos a vinda de refugiados com um impacto muito grande na distribuição da cadeia alimentar. No meu estado, o Pará, vemos uma quantidade enorme de venezuelanos cuja mao de obra nao qualificada é um grande entrave para que os mesmos consigam ser inseridos no mercado.

    O estado está assistindo-os mad ate qdo?

    Precisamos de uma politica intensa de incentivo a agricultura familiar. O brasil todo é fertil. Precisamos exigir do governo um programa de incentivo a agricultura que va desde o ensino de como iniciar a produçao ate o fornecimento de sementes para o plantio

  • #1106
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    Marisa Braga
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    Aplicação eficiente de Políticas públicas  para reforçar as ações no combate a pobreza.

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas, 2 dias atrás por  Marisa Braga.
  • #1142
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    Luiz Fhilipe Mourao
    Espectador

    Combate a pobreza e a proteção social se resolve com políticas públicas eficientes.

    O bolsa família, que é uma junção de políticas públicas implementadas pelo PSDB, deve ser um benefício para famílias que realmente necessitam do auxílio mas, creio que deve ser provisório e não definitivo.

     

  • #1154
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    Jaylan Macedo
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    O Brasil passa desde de 2015 por uma grave crise econômica que vem jogando muitos brasileiros de volta a pobreza. Além disso, segundo dados do próprio IBGE, o nosso país é um dos mais desiguais do globo. O rendimento da população mais rica é 34x maior do que a da população mais pobre, o que escancara um problema grave e de ordem pública. São 15,7 milhões de pessoas na pobreza, segundo dados de 2017 do IBGE. É necessário a criação de uma ampla rede de proteção social, que aumente o acesso não só aos programas de transferência de renda, mas os investimentos em infraestrutura. É preciso discutir também a reforma tributária, visando desonerar a cesta básica das famílias mais pobres e criar um imposto progressivo sobre renda e herança no país.

    1) Ampliar os programas de transferência de renda como o Bolsa-Família, reajustando o benefício acima da inflação.

    2) Reforma tributária que desonere a cesta básica e crie um imposto de renda progressivo, que se estenda a herança, assim como na Inglaterra.

    3) Programas de investimento em infraestrutura e equipamentos públicos nos bairros da periferia

    4) Reforçar os programas de investimento em moradia popular, ampliando os investimentos no Minha Casa, Minha  Vida- Faixa I.

    5) Investimentos na educação infantil, visando aumentar a nota do PISA, como proposto pelo Pérsio Arida

    6) Adotar de maneira efetiva o programa Cartão Reforma/ Cheque Moradia, permitindo que as pessoas de baixa renda possam reformar suas casas de maneira barata ou a fundo perdido.

    7) Programa de regularização fundiária, para garantir o título de moradia aos moradores de bairro da periferia.

    8) Investimentos em equipamentos de esportes e cultura nas periferias, seguindo o modelo dos CEUs em SP.

     

    É necessário entender que o país só crescerá daqui para frente se o combate a desigualdade estiver na agenda central dos governos, assim como diz Armínio Fraga

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas, 1 dia atrás por  Jaylan Macedo.
    • Esta resposta foi modificada 3 semanas, 1 dia atrás por  Jaylan Macedo.
  • #1192
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    Ericarlos Duarte
    Espectador

    Combater a pobreza é uma matemática fácil onde a solução é simples igualdades, enquanto ficamos em uma nação dividida por classe alta, média e baixa nosso Brasil não ira combater a pobreza, programa como bolsa família que é a junção dos programas criado pelo o nosso ex presidente Fernando Henrique Cardoso tiver valores inferior ao salário mínimo não combateremos a pobreza, a solução é fazer a desigualdade sumir.

  • #1195
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    Caio Augusto Fordiani
    Espectador

    É urgente um olhar humanizado para esta questão!

    Na minha humilde opinião precisamos urgentemente de um olhar que resolva esta questão que infelizmente atinge milhares de brasileiros. Não podemos apenas olhar para o Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e outros. Precisamos olhar sim, que o emprego é uma digna para todas as nossas famílias, esses programas sociais que foi o nosso querido Presidente Fernando Henrique Cardoso que iniciou é para complementação do salário que recebem.
    Estamos na maior crise econômica da história do Brasil, quase 15 milhões de brasileiros desempregados, pais de família sem ter condições de sustentar com simples arroz e feijão na mesa, não podemos continuar assim. Precisamos da mente brilhante de FHC novamente lutando pelo combate à pobreza e miséria. Claramente se FHC fosse o nosso Presidente ele saberia o remédio para essa doença. O remédio é Emprego e Educação. Isso será a cura para essa grande doença que o Brasil carrega.
    Eu acredito na juventude, acredito no Brasil, eu acredito que vamos ainda voltar a sorrir de novo. 💙🇧🇷

  • #1206
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    Flávia Silva
    Espectador

    consistiu na junção de diferentes programas de cunho social que coordenam esforços voltados à assistência da classe brasileira mais carente, definida a partir de parâmetros de renda e constituição familiar, tendo início no governo de como forma de redistribuição de renda e combate a pobreza, viabilizando o desenvolvimento social, tanto de forma imediata, como mediata, agindo progressivamente, à medida que cada geração beneficiada pode ter a oportunidade de proporcionar uma melhoria nas condições sociais, também, de seus ,descendentes. TODOS OS BENEFÍCIOS TEM QUE SAIR DO BOLSO DO ESTADO, PORÉM O ESTADO NÃO ESTÁ NEM AÍ, PRECISAMOS ELEGER ALGUÉM QUE REALMENTE SE IMPORTE COM O POVO. O governo só poderá combater a pobreza reduzindo os impostos e fazendo um plano não-fictício, como tantos que já foram jogados na lata de lixo dos ministérios. Deve ter o propósito de servir aos pobres do País, que são milhões em todas as regiões. Não adianta cria vários planos de rotas para sair da pobreza, se quando chega no ministério não é aprovado e quando é aprovado é desviado. Para combater a pobreza precisamos de pessoas honestas que realmente queira nos ajudar, precisamos de uma rota de fulga mas fulga da pobreza.

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas atrás por  Flávia Silva. Razão: Errei algumas questões
  • #1224
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    Bueno Higino
    Espectador

    PSDB deve investir na melhoria da qualidade de vida da população de extrema pobreza, levando o conforto da moradia e as condições básicas de sobrevivência a todo povo brasileiro. Estreitando aos limites da minha representação na Câmara de Vereadores, interior do agreste Alagoano, vejo diariamente o sofrimento por água, moradia, educação, medidas que busquem a capacitação profissional e busca de meios de vínculos empregatícios diretos e indiretos, os quais influenciam diretamente no tópico acima abordado. Criação de programas de moradias, investimento em poços artesianos nas comunidade de Zona Rural, acabando com o abastecimento por caminhões PIPA, implantação de Programas de incentivo a educação de nível superior, busca de parcerias de empresas privadas no intuito de buscar vagas de emprego, investimento na capacitação profissional dos jovens facilitando a busca do primeiro emprego e etc. São métodos que alteram a realidade da extrema pobreza em nosso País.

  • #1227
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    David Lira Matias
    Espectador

    O combate a pobreza e a proteção social são politicas públicas que precisam ser discutidas frequentemente pelos os órgãos competentes. E muito importante que o Desenvolvimento social seja integrado para melhorar o atendimento da população em vulnerabilidade social, é importante que todos os órgãos una seus esforços para o dialogo e combate a pobreza.

    É preciso que o Governo Federal expanda o número de beneficiários dos programas sociais, como, Bolsa família, Minha casa Minha vida, Bolsa verde e entre outros. Podemos que o governo atua com eficacia no combate a pobreza, porém infelizmente não é necessário, pois o Brasil vem se reparando de caos passados que por algum momento prejudicou o prosseguimento dos programas sociais, Diante de todo causa, o PSDB sempre esteve presente para lutar pelo desenvolvimento social e combate a desigualdade social.

    Politicas pública precisam ser criadas imediatamente para a proteção social, pois hoje existem pouquíssimas politicas publicas que ressalva a proteção social.

  • #1245
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    Joao Rodrigo
    Espectador

    tudo questao de meritocracia e liberdade de expressao

  • #1248
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    Alef Ramos
    Espectador

    O combate a pobreza e a proteção social são politicas públicas que precisam ser discutidas frequentemente pelos os órgãos competentes. É muito importante que o Desenvolvimento social seja integrado para melhorar o atendimento da população em vulnerabilidade social, é importante que todos os órgãos una seus esforços para o dialogo e combate a pobreza. O PSDB deve manter uma posição firme e única referente a todas essas situações.

     

     

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas atrás por  Alef Ramos.
  • #1267
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    Bolívar Gomes
    Espectador

    Acho importante colocar uma opinião. Como Social Democrata, não posso crer que a simples teoria liberal de que “o melhor programa social é o emprego” é a saída para combater a desigualdade social. De fato, nossa meta precisa ser colocar as pessoas em situação de empregabilidade para que além de adquirir um emprego, o cidadão possa se desvencilhar das mãos do Estado e não caia novamente no desemprego. Além de motivar o indivíduo a conseguir se manter, precisamos pensar que esta política pública deve englobar a Educação para permitir maior equidade e eficácia na execução.

    Existem dois riscos: o primeiro é cair na lógica do Bolsa Família do PT, em que surgiram casos de pessoas que não precisavam do benefício e recebiam ou que não conseguiam ter a independência (ou a vontade) necessária para deixar o programa. O segundo, e que não podemos cair, é nos ausentarmos na questão social e cair no “o melhor programa social é o emprego”. O determinado indivíduo está preparado para sair das mãos do Estado e sair de uma situação de fragilidade social? Talvez a principal mudança neste aspecto seja cultural, mas o caminho não é se ausentar.

    Defendo que o PSDB empunhe uma bandeira de uma política pública ampla de equidade e combate às desigualdades sociais, visando permitir aos indivíduos que dentro de um determinado período não seja mais necessário o aporte do Estado. Isto precisa estar acompanhado de um crescimento econômico com geração de emprego e renda, o que torna o desafio de que tal política seja ainda mais ampla. Em paralelo a tudo isso, uma ação de Educação, que vá desde as escolas até as diretrizes municipais para conscientizar sobre Educação Financeira, Empreendedorismo, Cidadania, etc.

  • #1268
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    Ingrid de Moro
    Espectador

    No ano de 1888 no Brasil, quando enfim foi criada a lei áurea para libertação dos escravos, estes sofreram desprezo social e não obtiveram nenhum auxílio governamental para inserção ou possibilidade de crescimento social. Este fator, ainda hoje gera reflexos de uma desigualdade devassada, na qual se discute meios para combate à pobreza e maior envolvimento com a proteção social das populações mais vulneráveis, que deve ser projetado e realizado pelos governantes.
    Segundo o G1, do mês de abril do ano 2019, a pobreza teve relevante crescimento entre os anos de 2014 e 2017, chegando a 21% da população. Os dados demonstram que a população vulnerável e pobre tem crescido, logo é perceptível que o governo federal tem pouco se envolvido nesta causa com resoluções eficientes e concentradas nesses públicos.
    Além disso, os países onde é oferecida educação uniforme e independente de classe, demonstram baixos índices de desigualdade e pobreza.   Por isso, é possível afirmar que a população no Brasil que precisa de ensino público básico, se prejudica em diferentes esferas, uma vez que esta educação é precária e por vezes não oferece oportunidade de preparamento para os cidadãos ingressarem em um ensino superior, o que reflete na mão de obra para qual estes estarão preparados e enfim no crescimento financeiro.
    Portanto, a pobreza e a proteção social são discussões de suma importância no país. É necessário que o governo ofereça preparação através da educação básica, técnica e superior para a capacitação da sociedade. Ademais, o governo legislativo deve agir criando políticas públicas eficientes voltadas para os mais desamparados, destinando maior verba para as instituições públicas e projetos que visem girar a economia e gerar trabalho. Assim, formando uma sociedade mais justa e baseada na equidade.

  • #1274
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    Bruno Calixto
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    Teste

  • #1343
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    Ricardo Olimpio
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    1 – Acredito que o combate a pobreza passa necessariamente por uma educação de qualidade e alimentação rica em alimentos saudáveis e acesso a saúde, são esses elementos que darão base para a criança se desenvolver e poder ser um adulto capaz de estar no mercado de trabalho de igual para igual.

    2-Precisamos ter um olhar para as pessoas LGBT em situação de vulnerabilidade com projetos e programas de inclusão e empregabilidade.

    #DiversidadeTucanaEmAção

    • Esta resposta foi modificada 1 semana, 3 dias atrás por  Ricardo Olimpio.
  • #1349
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    Amanda Nascimento Pereira
    Espectador

    Não podemos desfazer programas que trouxeram bons resultados. Precisamos de políticas públicas que continuem atuando na equidade social. Como ainda não é viável garantir o mesmo acesso a oportunidades à população mais pobre, deve-se ter programas de incentivo e inclusão, como as cotas, que já trazem bons resultados.

    A partir do momento que os pobres tiverem acesso à educação e ao mercado de trabalho, caminharemos para uma comunidade mais justa.

  • #1351
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    Anísio Lima
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    A pobreza e a desigualdade social em nosso país só vão chegar ao fim no dia em que todos compreenderem a sua acepção, no dia que cada um se preocupar com o outro, com o amanhã, no dia que a educação for prioridade, no dia que a nossa politica for realizada junto com o povo e todos os direitos e deveres estiverem assegurados.
    Devemos voltar a ser referência no que se diz respeito a questões sociais, tão defendidas pelo governo FHC.

  • #1368
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    Eduardo Alves
    Espectador

    Um programa Social tem uma avaliação positiva quando mais pessoas saem dele do que entram. Por isso, sou a favor de ser realizado um acompanhamento com ajuda do assistencialismo social, junto as pessoas que estão em situação de pobreza, integrando elas em programas sociais juntamente com um curso profissionalizante, onde a mesma vai se desenvolver profissionalmente e aprender uma função e entrar no mercado de trabalho com chances de conquistar uma boa oportunidade de emprego, saindo então do programa Social e cedendo a vez para um próximo que esteja passando pelas mesmas necessidades.

  • #1375
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    Leonardo zanetti
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    Pobreza se combate em melhoria no investimento da educação e distribuição de renda.

  • #1379
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    Lucas Pinheiro
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    O jovem da periferia quer bem mais que uma visão assistencialista e estigmatizada da sua situação, quer ser visto como agente de transformação, um agente econômico, e não como mais uma despesa para o Estado com programas assistencialistas que não resolvem a sua demanda cotidiana.

    Verificamos através de visitas às cidades e também por estudos de pesquisas do que as principais demandas da Juventude em situações de vulnerabilidade são:

    1)Inserção no mercado de trabalho;

    2)Capacitação Técnica e profissionalizante;

    3)fomento ao empreendedorismo;

    4)Participação democrática nas decisões do governo.

    Essas são bandeiras tucanas, bandeiras que nós podemos implementar e temos know how disso.

  • #1395
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    Jackson Lucian
    Espectador

    Outro tema que cada estado tem muitas particularidades,  mais acho que não deveríamos dar tanto sem propósito, temos que mostra o Rio e não pescarmos limpar e assa o peixe,  acho que tem muitos que precisam mais também temos muitos que abusam e infelizmente o desvio também acaba com nós.

  • #1413
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    Andrieli Krzewinski
    Espectador

    À ampliação do conceito de pobreza corresponde a ampliação do conceito de proteção social, cujo foco torna-se tanto a provisão de renda, quanto a de serviços de educação e saúde para a formação de capital humano e redução da pobreza entre as gerações. O ponto de partida para a constituição de sistemas de proteção social foi à adoção de medidas voltadas ao enfrentamento da pobreza, uma vez que entre os séculos XVII e XIX ser pobre era “vergonhoso”. Essa agenda se ampliou de tal forma que a partir do pós-guerra teve início a implementação da universalização dos serviços sociais. Essa passagem é importante, porque ela sedimenta a idéias de proteção social enquanto um direito dos cidadãos e não como serviços de caridade. Para tanto, esses sistemas acredito que asseguram serviços públicos de qualidade a todas as pessoas com necessidades.

  • #1416
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    Daniel Jefferson freire de Faria
    Espectador

    Para acabar com a pobreza no Brasil devemos ir realmente onde esta os pobres,ja participei da SSVP,e lá conheci Bem o dia a dia das famílias carentes do DF, e necessário que o governo cuide melhor dos programas sociais e melhore a educação onde é a base para começar o futuro da criança pobre

    Att

    Daniel de Faria- DF

  • #1418
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    Fernando Juarez
    Espectador

    Programas de combate a pobreza e proteção social como bolsa família são excelentes iniciativas para acabar com a miséria e garantir que as pessoas tenham minimamente condições de sobrevivência, mas quando destinado a pessoas com condições de trabalhar, eles não podem virar o fim em si, precisam dar condições para que elas possam um dia sair da condição de necessitada destes programas.

    Acredito que o governo deveria buscar alternativas para possibilitar as pessoas que hoje precisam de proteção social, amanhã não precisem mais, sempre com muito cuidado para evitar injustiças. Para isso o estado precisa estar mais presente, se mostrando disponível a quem realmente precisa por meio da disponibilização de serviços públicos básicos de qualidade, sempre com transparência em suas ações.

    Iniciativas que possibilitem um empreendedorismo mais sólido para gerar empregos e educação disponível de qualidade são as bases para a diminuição da pobreza, tendo como efeito a redução da necessidade de proteção. Sendo a educação o pivô do desenvolvimento profissional, que consequentemente possibilita melhores condições para conquista uma posição no mercado de trabalho.

     

  • #1424
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    Fellipe Bayeh
    Espectador

    É preciso manter os programas de combate a pobreza, mas em sintonia com um programa de educação e capacitação profissional e técnico, acredito que todos tem que ter direito a educação formal, mas precisamos voltar a ter ensino técnico e profissionalizante disponíveis principalmente para as populações mais carentes, existe uma demanda de emprego para essas vagas mas são poucos os profissionais qualificados, e muitos ficam anos estudando temas abstratos e de pouca utilização pratica para uma pessoa que está em situação de vulnerabilidade.

  • #1479
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    Ediney Pires
    Espectador

    Existem vários fatores para se combater a pobreza no Brasil, dados do IBGE mostram que a quantidade de brasileiros vivendo em condições de extrema pobreza passou de cinco para quase 12 milhões entre 2014 e 2017. O atual cenário distancia o Brasil das metas de desenvolvimento sustentável, assumidas na agenda 2030 da ONU. Acredito que dois fatores colaboram com estes dados, o trabalho infantil no tráfico de drogas  e o o encarceramento de familiares desses jovens. Políticas públicas podem e devem ser adotadas o mais breve possível, apoiar pais e mães nestas condições seria um diferencial, a capacitação desses jovens é necessária, uma política pública adotada que muito colabora pra que estes dados caiam, é o Programa Bolsa Família. Fui gestor do programa em um município amapaense e percebi de perto a realidade das pessoas, gente que realmente precisa daquele dinheiro e precisariam receber mais do que ganham. Precisamos adotar outros que tratem de declinar estes constantes número no país. A assistência social tem um papel importantíssimo no combate a pobreza, como seus centros, CRAS, CREAS, SUAS e BOLSA FAMÍLIA, estes nas suas demandas atendem diariamente pessoas em extrema pobreza e colaboram para que o número alarmantes diminuam, uma política que deve ser tomada, é manter e ampliar esses centros.

  • #1496
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    Italo Nogueira de moro
    Espectador

    Prezados, meu nome é Italo Nogueira de Moro e curso o 4° período de Direito.

    Apaixonado pela filantropia, sempre busco estar presente em grupos como por ex: Ordem DeMolay, com objetivo de ajudar o próximo. Acredito que algumas ações se destacam no sentido de combater a pobreza e inclusão social, e por isso, me identifiquei também com este tema.

    Para erradicar a pobreza e fortalecer a inclusão social, em primeiro lugar devemos estimular a educação de nosso país. Acredito que os dois temas se complementam, de forma que um agrega diretamente no outro. Segue abaixo algumas considerações com intuito de COMBATER A POBREZA E PROTEÇÃO SOCIAL. 

    Reforçar o ensino em nossas escolas públicas, de forma que sejam acessíveis e de qualidade,  com objetivo de fortalecer a inclusão social dos jovens;

    Programa para desenvolver as pessoas carentes que participam de projetos sociais como: Bolsa Família, com objetivo de estimular a busca por educação e emprego;

    Criar parcerias entre grandes empresas e escolas públicas, com objetivo de oferecer o primeiro contato no mercado de trabalho como jovem aprendiz ou estágio;

    Aumentar a capacidade dos cursos técnicos e fornecer bolsas para jovens carentes cursarem;

    Reformular o bolsa família, com objetivo de incluir descontos ou gratuidade em programas que proporcionam cultura e lazer as regiões carentes, como por ex: Teatros, entrada em museus e etc;

    Diversidade nas estratégias de erradicação de pobreza;

    Adoção de metodologia que classifique o risco social de cada família, com objetivo de desenvolver ferramentas para ajuda-los a vencer suas privações.

     

    Abraço fraterno.

     

  • #1513
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    Philippe Alves
    Espectador

    É importante a manutenção dos programas sociais e combate a pobreza no Brasil, mas é preciso chegar mais perto da população mais pobre oferecendo capacitação e orientação para o estímulo ao empreendedorismo. Pode parecer fácil, mas muitos participantes de programas sociais não possuem uma orientação para que um dia não precise mais de recursos financeiros do governo. Mais empreendedorismo, mais emprego, mais desenvolvimento, mais Brasil.

  • #1518
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    Jonathan Ferraz
    Espectador

    O ato de estimular o brasileiro a ter conhecimento é um grande desafio, pois a quantidade de pessoas que estão na linha da pobreza em nosso pais é nítida, é preciso ser observado com mais carinho, pois são pessoas esquecidas pelo poder público que estão a mece da pobreza, devemos incorpora a capacitação profissional a essas pessoas para que essas se desenvolvam e possam ocupa as vagas que necessita de determinado conhecimento para trabalhar, não resolveremos está situação dando dinheiro livre e abertamente a estes, desenvolveremos partindo de princípios sócios educativos para crescimento profissional. Devemos mostrar que a vida trouxes situações difíceis a estes, mas que os mesmos podem reverter com muito esforço e sacrifício, precisamos incentiva aos mesmos saírem da zona de conforto, minha política visa o desenvolvimento social dos que mais precisam, programas deverão ser criados para atende essas demanda. Um país instruído é um pais próspero, e sua população e feliz.

  • #1525
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    Rafael Almeida
    Espectador

    Oferecer serviços básicos gratuitos a população.

    Aproximar os serviços públicos aos seus destinatários.
    Criar um meio pelo qual as cidades tenham locais que ajudem o cidadão a se recolocar no e mercado de trabalho.

  • #1538
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    igor coimbra manhani
    Espectador

    O PSDB deve atuar em duas frentes: por um lado, deve investir fortemente na educação de base e no treinamento da mão-de-obra com vistas a aumentar a empregabilidade dos trabalhadores do país. Esse é um passo fundamental para melhorar a produtividade da economia brasileira e consequentemente de sua capacidade de crescimento. Mais crescimento mais emprego. Nesse sentido, o maior dinamismo econômico e a geração de emprego e renda devem ser visto como ferramentas basilares do combate à pobreza. Mas não dá para esperar apenas pelas forças de mercado. Seguindo a tradição de atenção do partido aos menos favorecidos, o PSDB deve atuar para ser protagonista na proposição de políticas destinadas a reduzir a pobreza e a desigualdade de renda em nosso país. Programas como Bolsa Escola e o Vale Gás, criados no governo do presidente Fernando Henrique, foram pioneiros nesse sentido. Diferentemente do que foi feito anteriormente, entretanto, urge fazermos melhor divulgação das políticas sociais implementadas por governos Tucanos em todo o país, sob pena de a sociedade permanecer com a crença (enganosa) de que tais políticas são exclusividade de governos mais a esquerda no espectro político.

  • #1547
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    Primeiramente, para dar início ao tema, é importante frisar o seguinte ponto: o Estado deve primar pela melhor distribuição de renda e a excelente proteção social. Dito isso, e tendo como base a responsabilidade estatal nesse sentido, a primeira ação a ser tomada é essa: conscientizar a população que a visão “neoliberal” pregada atualmente não passa de uma falácia. Tomemos como base a “meritocracia”, palavra que descreve uma canalhice sem precedentes. Sabemos muito bem que aqueles que tem mais dinheiro sempre terão melhores oportunidades, fato.

    O que vejo neste fórum é que muitos compraram a visão falaciosa e liberal de que o Estado não deve se intrometer, que o privado consegue oferecer melhores serviços a um custo menor e por aí adiante. Fica o questionamento: uma empresa visa LUCROS, DINHEIRO, então porque ela estaria disposta e engajada em oferecer melhores condições sociais à população se o interesse da empresa é pura e simplesmente o capital? Não faz o menor sentido, não é mesmo?

    Para que haja um efetivo combate a pobreza é necessário que o Estado foque sua atenção na educação, pois somente através dela um indivíduo consegue ter melhoria de vida. Em segundo lugar, é necessário distribuir melhor a renda e não concentrá-la ainda mais nas mãos de quem já possui, como pregam os “Chicago boys”, mestres capitalistas. Quem em sã consciência deixaria na mão de uma empresa sem escrúpulos a seguridade social e a distribuição de renda à população em geral, sendo que o interesse é de que tudo permaneça como está?

    O partido precisa tomar posição enérgica no combate à “meritocracia” e ao liberalismo, precisa se posicionar no sentido de distribuir melhor a renda e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, combatendo ao máxim aquilo que está sendo pregado atualmente pelo “guru” Paulo Guedes.

  • #1556
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    valdemi alves barbosa
    Espectador

    <p style=”text-align: center;”>oi boa tarde meu nome é valdemi, mora no auto sertão de Alagoas aqui a maioria das pessoas vivem com o bolsa família, então esses programa deveria ser aumentado para as famílias que precisa como também desenvolver empregos para essas famílias.</p>

  • #1567
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    Jean dos Santos Silva
    Espectador

    O melhor programa social de combate a pobreza é o fomento ao emprego, para tal deve-se desburocratizar a vida do empregador, reduzir a taxa tributaria e pra aquele cidadão que necessita de ajuda deve-se desenvolver o sistema do voucher, aproveitando a base do Programa Bolsa Família.

  • #1581
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    Pedro Henrique Pasquali
    Espectador

    É preciso combater a pobreza da maneira correta – incentivando o emprego, desburocratizando e concentrando esforços em programas sociais eficazes de ordem liberal, como o Bolso Família.

  • #1591
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    Marcos Rodrigues
    Espectador

    O estado deve fiscalizar com frequência áreas mais pobres para efetuar um plano eficaz ao combate a pobreza, uma aliança entre empresas e estado deve ser estabelicidade e quanto mais empregos essa empresa gerar em áreas carentes mais o estado irá beneficiar essa empresa, um exemplo disso pode ser a queda de juros para essa empresa, para aqueles que estão em áreas precárias ou até mesmo sem moradia o estado deve fornecer uma área temporária para essas famílias e essas famílias devem ser priorizadas a ter um emprego via a aliança entre estado e empresa, depois que a família conseguir um emprego e começar a ter uma renda digna a família deve procurar um novo lugar para ficar seja por aluguel ou pelos projetos já existentes como minha casa minha vida, se a família ainda não tiver um outro lugar para ir o estado deve enviar uma assistente social para ajudar essa família a encontrar um novo lar, as famílias só devem fazer uma mudança quando conseguirem ser independentes.

  • #1598
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    Diego Daniel Aciem
    Espectador

    Combate a pobreza, melhoria nas redes de saneamento e junto os córregos, tudo esta lincado se tivermos uma melhoria na questão de saneamento, ja vai criar uma melhorar a questão da saúde nas regiões onde tem esses casos de saneamento a céu aberto, pois muitas doenças e causada por questões de higiene básica. Tem se melhorado muito a questão de saneamento em algumas regiões e outras muito esquecido então vejo que precisa de um plano onde mapeia esses lugares, trace o os objetivos necessários e também veja oa lugares onde se tem mais necessidades para começar, sendo aqueles onde tem maior índice populacional e de doenças sendo oa primeiros.

  • #1607
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    Weverton Ramos Paulino
    Espectador

    pobreza

    Pobreza de fato deve ser não só de um fator estudada porém analisada, analisada em um sentido demonstrar que o estado compreendi que a pobreza hoje nos estados brasileiros são um problema um problema que deve deve ser resolvido e debatido entre todos os âmbitos sociais entretanto é preciso acabar com um problema em questão dos moradores de rua, com a criação de um projeto que possa recolocar esses moradores de rua de volta na sociedade muitos estão ali não por motivos de drogas mas sim mas por falta de qualificação profissional e por muita das vezes o estado em se não acredita  que nesse esses indivíduos possam sim contribuir com a sociedade, precisamos de fato tirar os moradores de rua do centro da cidade o centro da cidade ao financeira econômica não é algo para eles estarem ali.

     

  • #1652
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    Vivian Coutinho Cavalcante
    Espectador

    Combate a pobreza envolve igualdade de oportunidades. Está intrinsecamente ligado à educação de qualidade, capacitação técnica-profissional, geração de empregos, programas habitacionais que solucionem os problemas de moradia, políticas públicas que levem saneamento básico às comunidades mais carentes, e ações mais incisivas em parceria com clubes de serviço que convertam verbas de fundações internacionais de serviços humanitários para a prática de projetos que solucionem de forma mais efetiva os problemas que sejam mais difíceis de acesso e solução pelo Estado.

  • #1665
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    Wellington Luís Pegorin
    Espectador

    Devemos sempre buscar a liberdade, a justiça e a solidariedade como valores em nossa sociedade. Essa igualdade se dá na busca de incluir socialmente todos os cidadãos, através de uma política de assistência social que dá voz e vez a quem mais necessita de um acolhimento. Deve-se investir cada vez mais em centros como o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) e CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), para de fato conseguir atingir todo ser humano em situação de desigualdade social.

  • #1681
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    Ronald Vilella
    Espectador

    Há diversas formas do combate à pobreza. Uma delas é a questão de tributária que hoje contribui para a concentração de renda, utilizando-se da mesma taxação de consumo a todos, ricos e pobres. Além disso, a carga tributária do Brasil se encontra próxima da média aos países desenvolvidos, porém ostenta uma das maiores cargas da América Latina, demostrando a pouco efetividade do governo no repasse dos impostos à população.

    Outro exemplo é a educação como meio transformador, gerando oportunidades a todos. No entanto, o Brasil continua falhando nesse aspecto. Atualmente, as escolas públicas possuem, aproximadamente, 45 milhões de alunos, quase 1/4 da população brasileira, porém ainda apresenta altas taxas de evasão escolar.

    Vale ressaltar que os municípios também podem ser importantes agentes contra a desigualdade, abandonando uma posição passiva, visando as pessoas como as beneficiárias de políticas locais.

  • #1699
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    Pedro Rodrigues
    Espectador

    Tem-se difundido que a reforma mais urgente de país entre todas é a social. Sem qualificação de mão de obra, não há o que se discutir primariamente em geração de emprego e renda, mas sim discutir uma rede de proteção aos que estão em vulnerabilidade, programa de Estado e não de Governo com proposição de renda única e simplicada para evitar a perda de renda por parte do trabalhador, como o abono salarial devido a excessiva burocracia impelida.

    Debater novos melhoramentos, de investimentos precisos ao programa Bolsa-Família, no intuito de atacar as desigualdades. Propor a fiscalização por orgãos de competência que delimitem a pobreza real do país em números e por regiões, estabelecer metas nacionais e regionais de redução do número de famílias que estejam abaixo da linha da pobreza.

    A defesa que se faça urgente deve entender que a proposta esteja no bojo da Constituição para não ficar instável aos humores do mandatário da ocasião e que faça isso moeda de troca como vimos num passado bem recente.

    O programa, claro, adotado de maneira contínua para atender a ciclos que se encerram e não ao mesmo público (que se torna crescente à medida do desemprego) todo o tempo como temos visto. Debatedores dizem que a medida para livrar uma nação da carência é através da Educação pública, universalizante e de qualidade. Isso desde a base. Trabalhar a melhor infância com educação de qualidade, alimentação de qualidade, remédios e vacinas disponíveis etc.

    E o que fazer com os que padecem agora e estão reféns de programas sociais? A saída seria a inserção destas pessoas no mercado de trabalho. Mas qual e como?

    Em quase duas décadas, um partido esteve no centro do poder ditando as regras, mentiu quando disse que erradicaria a pobreza. A fome zerou apenas na propaganda, como se pode constatar em Guaribas, no Piauí, cidade piloto de um programa esquecido por governos e lembrado apenas por marqueteiros. A linha da pobreza foi maquiada, e por último o partido que esteve no poder e que se declarava o redentor dos pobres deste país rejeitou projeto de senador de sua própria agremiação, que delimitava a real linha da pobreza no Brasil. 19 milhões de desempregados; 5,2 milhões passam fome, tantas outras milhões sem saneamento.

    Em cada discussão dessa, o PSDB apresenta soluções, contrapropostas, e o mais importante: resultados. Lá atrás foi o Plano Real, que ceifou a inflação e elevou a autoestima do povo brasileiro junto com o seu poder aquisitivo, e os programas sociais, que agora mais que nunca precisam ser repensados. É o que os miseráveis esperam, resultados pra ontem que matem a fome e aplaquem a pobreza absoluta.

    A nossa Carta Magna, desde a sua criação, se viu contraditória, prolixa e promissora da redenção do povo em condições desvantajosas tanto socialmente quanto culturalmente. O que vemos é uma distância abissal entre a intenção (o prometido) e o gesto (o que é efetivo). A tão propalada Justiça Social é algo que se almeja e parece inalcançável. Sonho utópico nesses desalentados trópicos.

    Enquanto isso temas devem ser enfrentados de frente e o governo deve ser levantado em questionamentos no que tange ao social como qual sua agenda pra educação, moradia e saúde.

    O PSDB precisa pensar uma nova agenda social.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 5 dias atrás por  Pedro Rodrigues.
  • #1719
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    Arthur Silva
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    Nós fomos o partido que mais ajudou a população mais pobre, mas um discurso populista conseguiu “doutrinar” uma parte dos brasileiros que acham que tudo começou em 2002.

    O que precisamos agora é mostrar para a população mais pobre que estamos do lado dela e que reconhecemos seus problemas, o PSDB precisa ter protagonismo nesse sentido, somos o governo que implementou as políticas sociais, mas tudo isso virou propriedade do PT. E como resolver isso? Na linguagem, na aproximação. Para mim, o primeiro passo é aproximar-se mais da população mais pobre, mais do que já está sendo feito.

    Programa social não deve ser permanente, mas sim temporário. É preciso colocar isso para o povo. Não queremos um país refém de bolsa família. Queremos não precisar mais disso. Os programas assistências vigentes são bons, mas precisam de ajustes, e quando digo ajustes eu falo de organização, de seleção rigorosa, de pesquisa social. Porque todos nós sabemos que muitos que recebem o benefício, não precisam.

    Tudo isso tem haver com o desenvolvimento econômico, não tem outro jeito a não ser movimentar a economia para que ela cresça e gere mais emprego.

    O PSDB precisa de uma agenda que tenha o trabalho de reunir as piores condições de vidas e montar um projeto para ajudar tais pessoas. Como o PSDB sabe dialogar, e isso é quesito fundamental, a interação com outros governos pode auxiliar nesse caso.

    Está mais do que na hora também de cortar um pouco as asas de quem recebe muito e paga pouco.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 5 dias atrás por  Arthur Silva.
  • #1729
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    Yan fernandes pereira
    Espectador

    Substituir o bolsa família por um programa que ao invés de dinheiro ,da alimento no mesmo valor pois tudo no atacado é mais barato ,pois quando da dinheiro, não é gasto de modo correto ,e empregar grande parte da população.

     

  • #1849
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    Rodrigo Ferreira
    Espectador

    Para estender o bolsa família, a melhor solução, ao invés de aumentar o orçamento do programa é direcionar o beneficio apenas a quem precisa e ter mecanismos de saída. Se além dos filhos haver obrigatoriedade dos pais estudarem, as fraudes serão zero. Além de que, quem é autônomo e não comprova renda para receber o beneficio, com a obrigatoriedade de estudar não sera mais atrativo. O bolsa família deve ter tempo determinado. Os pais devem cumprir metas de estudo. 6 meses para completar o ensino fundamental 1, 1 ano para completar o ensino fundamentar 2, 6 meses para completar o ensino médio. E mais dois anos para optar por fazer um curso profissionalizante de dois anos ou dois cursos de 1 ano cada. após completado as metas ter mais 6 meses de carência e perder o beneficio, para que esse possa ir para outra família, criando assim um ciclo virtuoso de ensino.

  • #1866
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    Mychael Douglas
    Espectador

    Falar em combate à pobreza é falar em efetivação das condições dignas de vida que todo cidadão brasileiro deveria ter (pelo menos é o que é garantido a nível teórico e legal). Todavia, quando não se tem as condições necessárias para se ter uma vida digna, a pobreza (de consciência e bens materiais) assola a sociedade. Além disso, aliada a pobreza está a criminalidade que, por sua vez, recruta pessoas marginalizadas, isto é, desassistidas pelo poder público, para de alguma forma inserir essa pessoa numa vida social e que lhe garanta espaço, mesmo que na ilegalidade. Daí, dizer que diminuir ou findar a pobreza apenas com assistencialismo e protecionismo do Estado é criar dependências nessas pessoas para se perpetuarem nessas condições indignas e manobráveis partidariamente falando. Ainda, somente com a oferta de serviços públicos de maneira efetiva é que podemos falar em proteção social, quando o Estado acompanha a sociedade em suas vulnerabilidades permitindo condições para que essa ascenda consciente e socialmente falando. Então, a tarefa da política se faz no atendimento às necessidades de toda a sociedade e, não apenas de uma parcela desta, deixando de lado questões ideológicas e priorizando políticas públicas que contemplem a todos e promovam bem-estar social.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 5 dias atrás por  Mychael Douglas.
  • #1868
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    Gabriel Testai
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    O Brasil viveu um ciclo de redução da pobreza com redução de desigualdades resultado da combinação de políticas sociais, investimentos em infra-estrutura, melhoria na economia, no mercado de trabalho e na remuneração, em especial dos mais pobres. Porém, ainda há muito para melhorar em relação ao padrão de vida de alguns brasileiros. Primeiramente é necessário estipular uma linha que determine a condição de extrema pobreza , pois dessa forma o Estado irá priorizar e reorganizar devidas adaptações para programas de cunho social. A partir desta linha, é possível identificar quem são aqueles que se encontram abaixo desta linha, investigar as razões e implementar as estratégias para sua superação. À primeira vista, o estabelecimento de um limite e a priorização daqueles que estão abaixo deste limite pode ser interpretado como algo que se opõe à universalização. No entanto, é justamente o contrário. Não há universalidade sem equidade, se um conjunto da população não acessa a política universal ou, quando acessa, obtém resultados muito inferiores ao restante da população. Trata-se, pois, de universalizar de fato as políticas universais, assegurando um resultado mínimo para cada um. O Governo deve também, reconhecer as especificidades da população em extrema pobreza, pois a priorização do público abaixo da linha estabelecida permite compreender com maior profundidade suas características e vulnerabilidades, para que as ações implementadas sejam de fato acessadas e  produzam os resultados esperados, medidos em relação à linha. As políticas e ações devem ser redesenhadas para se adaptar à realidade do público-alvo, não o contrário, não se deve esperar que este público se adapte às características da política. Por fim, é necessário um grande investimento por parte do estado na área de educação pública, pois para um país se tornar desenvolvido e possuir índices de pobreza baixíssimos é necessário possuir uma excelente formação de base, ou seja, é imprescindível que a qualidade das instituições de base do ensino público se equiparem à qualidade das instituições particulares, pois desta forma haverá uma grande elevação nos índices de qualidade do ensino, retirando pessoas da linha de extrema pobreza e proporcionado a elas uma educação e qualidade de vida digna de qualquer ser humano.

    Gabriel Testai

  • #1871
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    Guilherme Santos Ferreira
    Espectador

    Aprimorar os programas já existentes, levando às famílias beneficiarias a qualificação e monitoramento da utilização dos programas ao qual estão cadastrados, fazendo assim com que não dependam dos mesmos por período tão longo.

  • #1892
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    Emerson Nunes
    Espectador

    Ampliar Programa de HIS – Habitação de Interesse Social.

  • #1913
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    Estevão Filho
    Espectador

    A questão da pobreza está relacionada a educação precária que aqueles que menos tem recebem por parte dos poderes.  Mais do que aumentar os recursos, é preciso um plano nacional que acompanhe a pessoa da infância até  uma qualificação adequada para o mercado de trabalho, sendo esta a condição para a  reformulação do bolsa família como é atualmente concebido de forma assistencialista.

     

  • #1943
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    Kauan Alves
    Espectador

    É preciso modernizar o cadastro único e lutar uma capacitação ainda maior para os assistentes sociais de todo país.

    A tecnologia pode ser uma importante aliada neste sentido, afim de evitar fraudes e direcionar as ações sociais para aqueles que realmente carecem da atenção do Estado.

  • #1956
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    Valentina Jordão
    Espectador

    O PSDB deve zelar pelas políticas públicas que envolvam o combate a pobreza e a Proteção Social. Para combater a pobreza deve haver não somente programas voltados ao bolsa família e sim investimentos em educação. Educação de qualidade, que comece desde o primário, investimento no ensino técnico e promoção de cursos vestibulares sociais para ajudar os mais necessitados. O problema do Brasil é a educação, sempre foi e sempre será, enquanto faltar vontade da sociedade de melhorar esse quadro.

  • #1971
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    Ryco Lima
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    Oportunidade, é chave da solução desse problema. A pobreza é um fruto de países que não se desenvolveram a um nível de controla-la, isso é; ela sempre existirá, infelizmente é um dos problemas de um regime capitalista pleno. Mas isso não significa que os braços devem ficar fechados e ignorarmos esse problema. Ai entram as políticas sociais, que surgem para garantir que as oportunidades sejam a todos. Concordo com a ideia de o governo subsidiar, como forma de combate (não definitiva) a pobreza, mas que não leve ao assistencialismo.

    É fundamental, como o PSDB sempre defendeu, a defesa das crianças e dos idosos nessa situação. Políticas essas fundamentadas com a Sra. Ruth Cardoso, Primeira-dama do Brasil.

     

  • #2004
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    Leandro Miguel
    Espectador

    Temas como esse, só me leva a pensar

    Se não houvesse corrupção, se os homens assumissem o seu papel de verdadeiramente cuidar um do outros, talvez não precisaríamos discutir sobre estes assuntos, não defendo uma sociedade igualitária, mais uma sociedade justa…

     

  • #2030
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    Vinícius Andrade Martins
    Espectador

    1-DISTRIBUIÇÃO DE RENDA

    Reduzir a desigualdade taxando mais aos ricos do que os pobres, políticas de distribuição de renda como auxílio escola, bolsa família, bolsa alimentação, expandir programas de acesso à estruturas básicas para a vida como saneamento e moradia.

    2-PLANEJAMENTO FAMILIAR

    Investir pesado em políticas sociais para que as famílias tenham estrutura para preparar as próximas gerações.

  • #2051
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    Nathanael Guimarães Rodrigues
    Espectador

    O estado deve acompanhar mais de perto os problemas sociais, a melhor maneira de combate a pobreza é a geração de empregos assim renda para as famílias, programas sociais ajudam, mas o Brasil precisa urgentemente de geração de empregos, o governo deveria mapear a sociedade, existem áreas que precisam de mais apoio do governo, o emprego sempre será o melhor programa para diminuir a pobreza, mas claro com capacitação, ai entra o quesito educacional, temos que formar bons profissionais, deixar de lado a quantidade por qualidade, para assim construirmos uma sociedade melhor, trazer empresas para geração de empregos, liberalismo econômico e uma justiça social.

  • #2059
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    Pedro Saldanha
    Espectador

    REDUZIR A POBREZA

    É fundamental gerar empregos e qualificar a mão de obra entre a população, para que todos tenham um salario para poder ter uma vida minimamente digna. é o inicio de tudo.

  • #2090
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    Carolina Sachet Aimi
    Espectador

    O estado tem a função de promover um planejamento familiar com ações concretas para evitar gravides indesejada e para homens e mulheres poderem planejar a chegada de uma criança. Também, deve deixar de restringir a esterilização por laqueadura e vasectomia voluntária para somente pais/mães de dois filhos(as), além de exigir a idade mínima de 25 anos.

  • #2095
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    Renato Ribeiro
    Espectador

    Devemos adotar políticas de assistência social aos que vivem na pobreza, criando condições para que os mesmos possam ascender socialmente, seja por meio de capacitação profissional, educação e oportunidades de emprego. Porém é preciso também trabalhar para que se reduza a desigualdade social do país em que toda a riqueza encontra-se concentrada em pouquíssimas pessoas, devemos ser a favor da tributação de grandes fortunas e dividendos, além de uma maior divisão das alíquotas do imposto de renda, aumentando desta forma a receita do estado e possibilitando maiores investimentos.

     

  • #2101
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    David Alector Sampaio
    Espectador

    Os programas criados durante o governo do PSDB e ampliados pelo governo Lula seriam suficientes para combater a extrema pobreza no país, entretanto é preciso uma maior fiscalização nos programas e prazos tanto para o governo quanto para o cidadão no tempo de permanência nos programas.

  • #2130
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    Raphael Sarris
    Espectador

    – Primeiro, o Bolsa-Família deve voltar a ser como antes: os pais devem prova que os filhos estão indo para escola para assim, ter direito ao benefício mensal;

    – Segundo: o Estado deve investir em saneamento básico para todo o Brasil, dessa forma podemos prevenir também doenças como a dengue, entre outras, pois a doença não escolha classe social;

    – Terceiro: a Defensoria Pública deve ter mais empatia pela população carente que não tem condições de custear um processo através de advogado particular, digo isso usando como referência o prédio da Defensoria no centro da cidade de São Paulo, pois assim que se encerra o expediente e fecham o prédio, a partir das 19h já tem prostitutas em volta da fachada e cheiro de urina pelo local;

    – Quarto: devemos ter um programa de incentivo de desenvolvimento social como o New Deal, par que o Estado possa cuidar e empregar seus cidadãos na medida em que ajudar a melhorar o país, gerar emprego e renda, e transformando assim o Brasil em um país a ser copiado por outros mundo à fora.

  • #2165
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    Gregory de Araújo Toledo
    Espectador

    Devemos manter programas de assistencialismo para os mais necessitados, é preciso revisar a metodologia do repasse para que se evite fraudes.

    É preciso investir bastante na saúde pública e buscar soluções para a falta de serviços básicos que alguns lugares não dispõem.

     

  • #2169
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    Diemisson Neves
    Espectador

    Não podemos nega a desigualdade social que existe em nosso país, as pessoas de bairros mais pobres, de periferia são esquecidas pelo poder público, as escolas são de pessima qualidade, as ruas não tem saneamento basico, falta iluminação pública. Muita coisa tem que ser melhorada para combater a pobreza e o passo principal e fazer com quer as crianças, adolescentes, jovens e adultos tenham acesso a uma educação de qualidade, a um curso técnico para que eles possam se profissionaliza para o mercado de trabalho, os jovens pobres precisam tee uma melhor assistência educacional para que os mesmo possam engressa em um ensino superior ser forma e ter uma profissão.

     

    A educação junto de um melhor investimento e um programa de assistência que realmente fucione pode ser a chave para resolver os problemas da probleza em nosso país.

  • #2172
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    Gregory de Araújo Toledo
    Espectador

    Com urgência devemos olhar para os mais pobres, diversas comunidades no Rio de Janeiro mal tem esgoto, em áreas da Zona Oeste do Rio como as Guaratibas, sepetibas e afins chegam a faltar água pelo menos 5 dias por mês, são áreas bem localizadas, próximas de bairros nobres, com boa atração turística, porém vivem de esgoto a céu aberto, é preciso realizar investimento em saúde, falta o básico, o assistencialismo não chega, as pessoas dependem de auxílios que muitas vezes não chegam, é necessário que se revise o repasse do BF, pois é muito fraudulento, é preciso evitar que pessoas migrem para comunidades improvisadas em cima de mangues, a beira de esgotos e que a situação piore.

    Se faz necessário a criação de pilares de investimentos, é triste como algumas famílias são expostas a lixões, doenças, falta de água encanada em bairros e municípios tão próximos ou da própria capital. Falta muito de educação, saúde e segurança, a falta de água já é explorada por milícias no Rio, onde as mesmas aproveitam da ausência e fornecem água por preços que estipulam “justos” é triste que um grupo de paraestatal lucre e forneça algo que deveria ser obrigação do estado a fornecer, visto a quantidade de impostos pagos.

  • #2185
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    Douglas Frederico
    Espectador

    O PSDB foi o primeiro partido que de fato se preocupou com a temática. Os programas sociais e de transferência de renda são fundamentais para o país, principalmente para certas famílias que dependem exclusivamente disso.

    A primeira lógica é mostrar que as diversas realidades dentro desse país nao pode favorecer o discurso de que todos que usam o benefício, são oportunistas e aproveitadores, gente preguiçosa…

    Acredito que o partido deve deixar 2 marcas em relação a isso

    1 – os programas não podem apenas ser por renda e fixar o valor por dependente. Hoje temos tecnologia suficiente para ter uma central com as carências e os programas sociais e de transferência de renda devem ser desmembrados para poder atuar especificamente na carência apresentada.

    2 – programas sociais e de transferência de renda não podem configurar como fim e sim como meio. Paralelo ao benefício social deve estar atrelado ações de capacitação, alfabetização, profissionalização. A eterna dependência se tornou uma faca eleitoral usada por partidos que fazem da miséria, fome e desemprego o reduto de votos a cada 2 anos.

    Atenciosamente,
    <p style=”text-align: left;”>Douglas Frederico – Rio de Janeiro – São joao de Meriti.</p>

  • #2191
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    Matheus Luiz Ramos Martins
    Espectador

    Tendo essa questão como principal, devemos passar por diversos outros aspectos, pois para combater a situação que enfrentamos no nosso país, em caso a pobreza, devemos incentivar práticas que faça com que a situação se destrave naturalmente, sendo algumas dessas atitudes, o incentivo a educação e a “arte” de empreender, apoiar os brasileiros aos estudos iria capacitá-los de maneira adequada, e da maneira que mercado de trabalho necessita, principalmente na produção industrial, em respeito aos empreendimentos, toda empresa gigantesca que vemos hoje, teve que começar de algum lugar, e devemos fazer com que todos sintam-se confortáveis em investir em empreendimentos no Brasil, tanto empresários estrangeiros, quanto nós próprios brasileiros, quando isso ocorrer, o capital volta a girar/entrar, fazendo bem a todos aqueles que não tem emprego ( dando maior oportunidade de conseguir um) e ao país, que se desenvolve de maneira rápida e adequada.

  • #2225
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    Adriano Sidney
    Espectador

    Olá, sou Adriano Sidney dos Reis de Nova lima Minas Gerais. Hoje o estado de Minas não está longe do cenário brasileiro, por exemplo ,Jequitinhonha. O Vale do Jequitinhonha é um sinônimo de pobreza extrema. Hoje nessa região toda infra estrutura básica como saúde, educação, saneamento básico, alimentação, esta em uma situação precária, esquecida pelo estado em pleno séc XXI pessoas passando fome, desempregadas , sem ter o que comer vivendo em uma vulnerabilidade social aonde as políticas públicas não desenvolvem. Essa realidade está próxima de todos nós. Hoje convivo com um bairro dentro da minha cidade onde 90% é invadido e não têm água potável , o esgoto é a céu aberto, a fome e a pobreza reina. Infelizmente essas pessoas estão esquecidas, são lembradas de 2 em 2 anos nas campanhas eleitorais, são iludidos e depois abandonados. Crianças crescem na pobreza sem ensino básico, sem o lazer, sem saúde, sem a principal formação do cidadão o esporte e cultura. Crescendo e virando um cidadão sem estudo, sem uma formação profissional sendo automaticamente incluídos à criminalidade de pequenos delitos a grandes delitos. Aumentando a criminalidade.

    Essa é a minha opinião.

  • #2229
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    Bruno Cardozo
    Espectador
    1. É necessário organizar e fizcalizar os programas existente, para que somente que realmente precisa possa receber.
    2. Precisamos ofertar oportunidades de emprego para todos, principalmente nas comunidades mais carente. Por não é dando o peixe que vamos tirar ninguém da pobreza, mas sim ensinado à pescar. Por que se o governo senpre der o peixe, toda vez que ele acabar eles irá esperar até o governo trazer novamente outro peixe. Mas ensinando a pescar, dando as devidas condições para que vá em busca do seu próprio peixe. Só assim erradicaremos a pobreza extrema
    3. Precisamos incentivar e apoiar os micro e pequenos empreendedores, desburocratizando os caminhos. E também descentralizar os incentivos fiscais, somente as grandes empresas. Visando uma maior igualdade social
    4. Investir em  educação nas periferias, pois somente através da Educação para erradicar a pobreza.
  • #2235
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    Matheus Pantrigo
    Espectador

    Todas as propostas de outras áreas, principalmente a economia, afetam significativamente o tema da pobreza, entretanto não vejo a necessidade de repeti-las, logo pensando apenas nesta área, temos como exemplo o programa “food stamps” nos EUA. Este foi um projeto de muito sucesso que envolve auxiliar a renda das classes mais baixas com um voucher para a compra de produtos alimentícios. Criar mini-cursos sobre economia pessoal também se torna necessário visto que muitos dos brasileiros hoje se encontram com o nome sujo.

    Creio que com essas duas medidas além do mantenimento e expansão dos programas sociais atuais e uma politia econômica que vise potencializar as nossas habilidades inerentes, conseguiríamos diminuir consideravelmente a pobreza do Brasil

  • #2252
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    Roberta Berdeal
    Espectador

    Há uma dívida histórica do Brasil para com os menos favorecidos, devendo assim não só o Estado continuar cuidando minimamente das pessoas carentes, mas também os grandes empresários contribuindo. O combate a pobreza pela complexidade de soluções, vejo como a principal saída a educação e a qualificação a longo prazo, além dos programas sociais.

  • #2253
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    André Varela
    Espectador

    Atualmente o Brasil oferece ao mais pobre um sistema de dependência.

    As políticas públicas do nosso país não mais visam ajudar aqueles em situação miserável a sair da situação, mas sim, visam a manutenção da escada dos pobres sendo pobres e dos ricos permanecendo ricos. Isso porquê na última década foi implementado um sistema de eleição. Tudo que fora aprovado e tudo que aparecia como bolsa, incentivo ou pagamento apenas servia para ganhar votos de 4 em 4 anos, não projetando de fato um desenvolvimento para o país.

    Não é um problema os ricos seguirem ricos, ou até mesmo novas pessoas se tornarem ricas, o problema é isso ser feito a custa de outras permanecerem cada vez mais pobres, em estados de calamidade.

    Acredito que um primeiro passo muito importante, que o PSDB poderia promover, seria uma análise efetiva, através da criação de uma comissão (facilitando para um possível PL posteriormente) para evidenciar quais PROGRAMAS que hoje estão ativos no Brasil realmente são efetivos para o combate a pobreza e proteção social.

  • #2264
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    Carlos Eduardo
    Espectador

    A pobreza não existe só em nosso país, ela também é uma vergonha em países extremamente desenvolvidos, tais como o próprio Estados Unidos. A pobreza é um quadro sinistro e deplorável, e seu combate é árduo. Segundo o IBGE em 2018, a quantidade de brasileiros vivendo em condições de etrema pobreza passou de cinco para quase 12 milhões entre 2014 e 2017. Os estados do norte e nordeste foram os estados que houve um agravamento enorme nos casos de pobreza. O combate à pobreza será mais eficaz se o esforço for verdadeiramente conjunto. A desigualdade social é uma realidade de muitos brasileiros, mesmo durante de anos de crescimento econômico expressivo, poucos se propuseram a tomar decisões essenciais para pôr fim ao grande degrau que existe entre os ricos e os mais pobres. É importante ressaltar que medidas imediatistas não resolve o problema da desigualdade social e da pobreza de nosso país, acredito que um dos maiores problemas do Brasil seja conciliar o lado econômico com o social. Para o combate da pobreza é de extrema importância que os pobres sejam proporcionalmente menos taxados.

  • #2268
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    Wellington Lucas Barroso rocha
    Espectador

    É necessário um programa de inclusão social que a médio prazo possa dar um ganho socioeconômico para o povo Brasileiro, diminuindo assim a desigualdade social.

  • #2281
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    Deivin Corrêa
    Espectador

    Para que busquemos sucesso nesse tema, seria necessário rever em todo território nacional, os índices de falta de saneamento, desnutrição e violações de vidas.

    Um plano em parcerias com as prefeituras, nos levaria aos números que o Brasil apresenta, sendo assim criar ações que comecem desde os menores municipios, até as grandes capitais.

  • #2284
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    Leandro Correa
    Espectador

    Esse e um tema muito delicado, hoje as regiões norte e nordeste sao as que mas sofrem com a falta de amor humanitario vinda da esfera federal. Precisamos trabalhar de forma conjuta tanto as 3 esferas,quanto a população em geral.

  • #2306
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    Wagner Gockos
    Espectador

    Programas sociais que atendam quem realmente precisa, com acompanhamento e mecanismos que tirem essas famílias da situação “a quo”, e não programas eternos de assistencialismo, programas para retorno ao mercado de trabalho em parceria com empresas e entidades públicas.

    Aposta nos programas de fortalecimento de vínculos, aliados a cursos profissionalizantes.

  • #2332
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    Arthur Arenari
    Espectador

    Um país desigual como o nosso tem por obrigação auxiliar e ajudar quem possui renda baixa.
    Para isso, o Bolsa Família precisa ser ampliado, poderia ser vinculado a cursos profissionalizantes, onde quem recebe teria a possibilidade de estudar e se capacitar.
    Reurbanização de comunidades carentes, garantindo melhores condições de vida para população pobre.
    Combate a pobreza extrema e desnutrição, “atacando” as áreas com maiores índices e buscando melhorar os indicadores.
    Ampliação da política de cotas (além das raciais – criação das cotas sociais).

  • #2354
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    Jeferson Lorensett
    Espectador

    – Para combater a pobreza necessitamos gerar renda as pessoas. Acabar com o assistencialismo vitalício, bem claro, o vitalício, pois o assistencialismo é de suma importância para que possamos começar a dar uma vida mais digna que apenas o assistencialismo, juntando educação e desenvolvimento econômico, vamos gerar emprego e renda para as pessoas, assim deixando de depender financeiramente do estado diretamente.

    – Vivemos em um país onde há uma cultura muito grande para diversidade social, unir todos é a melhor solução para um proteger ao outro.

  • #2364
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    Patrike Soares
    Espectador

    A criação de um programa social voltado especialmente para a assistência alimentar e nutricional para as famílias que recebem MENOS de um salário mínimo mensal ajudará a reduzir o índice da fome e principalmente do desamparo social no nosso país.

  • #2372
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    Saylo Soutelo
    Espectador

    Em todos os municípios é necessário gerar emprego/renda em todas as áreas, levar capacitação educacional/profissional e ampliar a quantidade de famílias assistidas por programas sociais.

  • #2377
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    Thallya Scariot
    Espectador

    Quando falamos de “Combate a pobreza e a proteção social”, elevamos os quatro principais pontos: saúde, educação, segurança  e emprego.

    Saúde: ter saneamento básico, água potável, alimentação adequada, controle de natalidade, agentes de saúde fazendo seu papel na comunidade..

    Educação: estruturas melhores, valorização dos profissionais, esporte e lazer nas comunidades, cursos profissionalizantes gratuitos..

     

    3. Segurança: quando se têm agentes de segurança humanizados, consequentemente tudo flui.

    4. Empregos: uma junção de educação e mais saúde, a geração de empregos seria uma “consequência”.

  • #2394
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    Renan Sambo
    Espectador

    – Maior efetividade na ampliação do saneamento básico para todos;

    – Trabalhar por mais moradias;

    – Buscar melhorar cada vez mais a educação, tendo em vista profissionais qualificados.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Renan Sambo.
  • #2397
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    MIRACY FERREIRA LIMA
    Espectador

    COMBATE A POBREZA E PROTEÇÃO SOCIAL, são temas que, acredito, sensibilize toda a população brasileira. O grande problema é qual a abrangência dos Programas  sob essa égide e quem paga pelos mesmos. Hoje temos como contribuição obrigatória de empregados formais e dos empresários o percentual destinado à Assistência e Previdência Social, tendo-se o braço da Assistência Social como patrocinador dos Programas ditos de Combate a Pobreza e Assistência Social, sem consulta ou adesão dos trabalhadores e empresários que, ao chegarem à velhice, ficam sujeitos à uma aposentadoria que não cobre nem mesmo o pagamento do Plano de Saúde, medicamentos e cuidadores. Porque esses mesmos contribuintes têm que pagar por aqueles que nunca contribuíram e, ao chegar a determinada idade, se aposentam às custas daqueles que trabalharam e que com, certeza, não fariam a opção de pagar por quem não contribuiu com a Previdência. Se um mendigo todos os dias, reservar R$1,00 (um real) do que recebeu, ao final do mês pode recolher como Contribuinte Individual.

    Muitos podem se contrapor, alegando a gratuidade do SUS e de hospitais públicos, que todos sabemos, não atendem nem mesmo às necessidades básicas de assistência à Saúde. E, se são bons para a quase totalidade da população brasileira, porque temos que pagar Planos de Saúde com despesas ilimitadas para ocupantes de cargos políticos, extensivo a familiares?

    Acho que, se Governos, em todos os níveis Federal, Estadual e Municipal,  querem de fato, desenvolver Programas Combate a Pobreza, criem verbas próprias dentro do Orçamento para atender esses Programas. Em vez de tirar dos que geram empregos e dos assalariados, cortem TODAS as mordomias e benesses dos políticos e canalizem esses recursos para Programas Sociais. Aposentado, continuar contribuindo com a Assistência Social, sem revisão do Benefício, significa redução da sua Aposentadoria. Quer Combater a Pobreza, crie programas de qualificação profissional práticos, quer proteção social, crie escolas de tempo integral, com cursos profissionalizantes nas férias. Mantenha as Escolas funcionando, durante as férias com a merenda escolar e atividades esportivas, porque as crianças não tem o que comer nesses meses de férias. O Brasil é o único pais em que é proibido trabalhar. Em vez de coibir o trabalho infantil não adequado à cada idade, é mais fácil proibir e entregar nossas crianças ao trafico e à exploração sexual. As escolas não tem nenhuma prática de Oficinas de Marcenaria, Pintura, Música, Costura, Artesanato, prática de esportes, nada que sinalize a descoberta de habilidades e interesse profissional. Nossos Legisladores, não conhecem nada da realidade do nosso país. Brasília é a ilha da Fantasia.

  • #2403
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    Rodrigo Ribeiro
    Espectador

    A pobreza vem crescendo no Brasil nos últimos anos, segundo dados do Banco Mundial. Um caminho para enfrentá-la e investir em saneamento básico e na geração de emprego e renda. É mais um tema complexo porque envolve vários setores, educação, saúde e economia, por exemplo. Mas saneamento básico e oportunidade de emprego podem ser atitudes importante para esse combate.

  • #2440
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    Ângelo Perucci
    Espectador

    O combate à pobreza passa diretamente pela educação, como já disse anteriormente em outros temas, a educação é a forma de se ter mais oportunidades. Mas é um tema complexo, e distribuição de renda é importante desde que tenha uma porta de saída é que não fique enraizada.

  • #2446
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    Maurício Martins
    Espectador

    Infelizmente a distribuição de renda ainda é uma realidade necessária em um país subdesenvolvido como o Brasil. Temos uma discrepância muito grande, onde 27% da renda do nosso país está nas mãos de 1% da população. Somos o 10º país mais desigual do mundo. Os programas sociais são muito importantes! É uma realidade que muitas vezes passa despercebida. Afirmar que no Brasil não tem fome é uma grande mentira. O problema que recai sobre os programas sociais é a fraude e a falta de fiscalização.

    Existem diversas formas para equilibrar essa balança social, e uma delas é a reforma tributária. O Brasil cobra muito os impostos indiretos, ou seja, aqueles sobre bens e serviços, e menos nos impostos diretos, ou seja, sobre renda e patrimônio. Isso faz com que, proporcionalmente,  os pobres paguem mais impostos do que os ricos.

    Geração de emprego e renda, combate à corrupção, e investimento em políticas públicas como um todo. Muitas são as tarefas. Precisamos de um governo sem medo de executa-las!

  • #2462
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    Allex Ribeiro Biato
    Espectador

    Abrir a economia para a geração de riqueza é uma importante ferramenta para o Estado conseguir diminuir desigualdades, como aumentar o alcance de saneamento básico para todos (também uma importante política pública no que se refere a saúde, uma vez que muitas doenças são adquiridas por falta de tratamento do esgoto). Todos os países com uma democracia liberal bem estabelecida ao redor do mundo, primeiro enriqueceram para depois investirem severamente no Estado de Bem Estar Social. O Brasil precisa melhorar muito suas políticas econômicas para cada vez mais termos estruturas de garantia e proteção social, como o Bolsa Família, que é uma importante política focalizada contra desigualdade social. Bolsa família inclusive precisa ser aprimorado tendo critérios bem estabelecidos para seu uso, manutenção e fim, sem criar dependência e dando condições de empregabilidade para quem utiliza.

  • #2483
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    Cicero Sampaio De Brito Sampaio
    Espectador

    Deveria os meios social e proteção a probreza era para os governantes ter mais rigidez nos cadastro e fiscalização na distribuição desse benefício.muitas das vezes pessoas que merece receber não conseguir fazer seus cadastros devido a política local que acaba tirando esse direito de quem precisa.

  • #2485
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    Matheus Braga
    Espectador

    Para combater a pobreza, o governo deveria realizar investimentos em programas sociais especializados, de acordo com a necessidade de uma População, principalmente nas cidades pequenas onde as condições sociais e de emprego são precárias. Incentivar o aumento de empresas nessas áreas acarretará na geração de novos empregos aos moradores natos daquele local, sem que precisem se locomover para outros distritos em busca de renda.

    Sobre a proteção social, proponho impulsionar os programas sociais como Bolsa Família e FIES, além da criança de novos programas. Sugiro um projeto de nome Novo Empreendedor, onde o governo iria contribuir para dar o passo inicial a projetos de pessoas de baixa renda que possam te tornar potenciais empresas de sucesso.

  • #2490
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    Allan Caboclo
    Espectador

    A pobreza no Brasil é grande, a falta de oportunidade também é imensa.

    Não acredito que apelos sociais seja suficiente, mas um bom Ministro na economia brasileira, pode mudar o cenário atual.

  • #2493
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    WILLIAM CAMPOS
    Espectador

    Combater a pobreza ainda faz parte das políticas públicas do Estado. Mas assistencialismo deve ser utilizado de forma moderada e em casos necessários e fins específicos. Ainda vale a velha história de ensinar a pescar, do que dar o peixe. Uma economia em crescimento e em desenvolvimento, com geração de emprego e renda, pessoas trabalhando, não necessita de assistencialismo. O estado necessita dar oportunidades.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  WILLIAM CAMPOS.
  • #2527
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    Gustavo Martins de Carvalho
    Espectador

    Devemos combater a pobreza com dois fatores, produção e distribuição de renda. Devemos ampliar a produção para termos o que distribuir entre as diversas camadas da sociedade.

    O incentivo a produção se dará apenas quando liberalizarmos o mercado, diminuirmos a regulação, a taxação e a burocracia, com algumas dessas medidas a produção nacional poderá ser ampliada substancialmente.

    Quando tivemos produzido riqueza suficiente poderemos distribuir a riqueza para os setores da sociedade menos beneficiadas pelo crescimento econômico, com isso programas com o Bolsa Família poderão ser implementados e ampliados.

  • #2537
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    Richard Oliveira
    Espectador

    Reforma tributária, diminuir a carga tributária dos bens de consumo.

  • #2539
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    Thárik Uchôa
    Espectador

    Direitos sociais são inegociáveis. Em um Estado do Bem Estar Social, como o que se pretende viver no Brasil, não se negocia moradia digna, não se negocia educação de qualidade, não se negocia direito a maternidade. Os direito sociais são direitos fundamentais, estão ligados a dignidade da pessoa humana e não podem ser mitigados. O Estado deve zelar por esse dever, deve ter recursos suficientes para tanto.

  • #2540
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    Paulo Victor Barchi Losinskas
    Espectador

    Apesar de muito criticado pela direita extremista, o Programa Bolsa-Família é muito efetivo no combate à pobreza em relação à parcela do orçamento que é destinada ao programa.

    Isso não significa dizer que ele não pode ser aprimorado com a criação de políticas efetivas de superação da pobreza, algo que o programa não logrou êxito em garantir, pois é um programa sem porta de saída, apenas com via de entrada.

     

    Assim o combate à pobreza deve visar a sua superação e não simplesmente oferecer um paliativo momentâneo.

  • #2553
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    Caio Alexandre Gomes da silva
    Espectador

    O combate a pobreza é necessário e precisa haver resposta imediata. A proteção social segue a mesma emergência. E necessário que se otimize os dispositivos de proteção e assistência. Contudo, o maior programa social é o trabalho. Qualquer esforço que nao tenha foco no trabalho não sera efetivo.

  • #2557
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    Lucas de Lima
    Espectador

    O combate à pobreza se dá não apenas com programas de assistencialismo que devem ter sim para quem necessita, mas também o estado deve dar condições e oportunidades para que essas pessoas possam sair dessas condições de pobreza com medidas voltadas para a capacitação, educação e que aumentem a geração de emprego e renda.

  • #2574
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    Cleonaldo Júnior
    Espectador

    A pobreza é algo abstrato e concreto ao mesmo tempo, diante de um meio subjetivo. Combater a pobreza vai além de alimentação e renda familiar; mas abrange educação, cultura e desenvolvimento. Encontrar um elo entre setores e inserir investimentos terceirizados proporciona um avanço neste sentindo, formentando a proteção social, pois a classe política caminharia junto a sociedade para existir um equílibrio.

  • #2587
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    João Lopes Waspe
    Espectador

    Combate à pobreza só se dá mediante a geração de empregos, que só se geram se tiver mão de obra capacitada para ocupar as vagas, capacitação essa que só se conquista com educação, podendo estudar somente se estiver provido de saúde. Essa pequena lógica demonstra a complexidade do problema e da necessidade de agir em várias frentes.

    Primordial ofertar condições básicas de vida, como saneamento básico, refeições todos os dias, acesso a acompanhamento médico e moradia digna, esses fatores promovem melhorias no psicológico dos cidadãos que se motivam mais que outros em piores condições a buscar o estudo e a melhora de vida.

    Ampliação de programas sociais que possibilitem a distribuição de renda (esse regido por regras claras que promovam a melhoria de vida das famílias, como por exemplo o atual modelo do bolsa família que traz obrigatoriedade de crianças na escola e carteira de vacinação em dia), capacitação profissional, acesso à educação básica, superior e técnica. Fiscalização severa com a produtividade de áreas rurais, possibilitando o uso de terras pouco usadas por lavradores, de forma gratuita, para gerarem renda própria, sem a transferência de titularidade do proprietário da terra.

    Fazer-se aplicar a lei, protegendo grupos ditos como minoritários, tais como negros, mulheres e homossexuais, que muitas vezes mesmo despojando de condições melhores de vida, são marginalizados pela sociedade, dessa forma muitas vezes podendo trazer a regressão das suas condições de vida, sendo todo esforço do Estado um desperdício.

     

  • #2599
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    Carlinhos De Sobrado
    Espectador

    Combater a pobreza e garantir a proteção e dignidade humana prevista na constituição é necessário compreender o processo global, ou seja, o andamento econômico, social e político em que o país se encontra.

    Por exemplo, no Brasil uma das áreas em que o índice se torna preocupante, é o Nordeste rural , onde ao menos deveria ter Educação básica para crianças, jovens e adultos (a maioria analfabetos), cursos profissionalizantes e a intervenção das políticas públicas para efetivar seus direitos e os programas sociaisbque auxilia os trabalhadores rurais. Transformar a realidade opressora é tarefa histórica, é tarefa dos homens como diz Freire.

  • #2602
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    Alberto Godinho
    Espectador

    Programas de combate a pobreza e proteção social devem existir, mas devem ser transitórios.

    A maior forma de combater pobreza é através do desenvolvimento econômico. Já a melhor proteção social é a educação de qualidade.

    À medida que o investimento em educação e o desenvolvimento econômico forem avançando e os resultados começarem a aparecer, haverá uma grande redução da pobreza e, consequentemente, a proteção social oferecida pelo Estado será cada vez menos necessária.

  • #2605
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    Felipe Barbosa
    Espectador

    Combate a pobreza e Proteção Social.

    Esse tema é bem complexo para parte da sociedade, para mim é questão apenas de discutir idéias com as pessoas certas. Para começar declaro que sou a favor de programas sociais e vejo como único e grande problema a ausência de fiscalização, o meu pensamento é criar uma fiscalização efetiva onde os beneficiários ao assinar o documento com a data início da participação do programa autoriza automaticamente a visita de fiscais a qualquer dia e hora, esses fiscais teriam o papel de analisar a real situação da família confrontando com as informações relatadas e contidas no sistema, podendo a qualquer momento perder o direito de receber.

    Ao começar a receber o benefício todos os moradores da casa que forem maior de 18 anos entram automaticamente em um banco de vagas de emprego, onde pode rejeitar as vagas por até 2 vezes em uma eventual terceira recusa a família é bloqueada para receber qualquer valor dos programas sociais. Ao aceitar uma das vagas ofertadas a partir do momento que a carteira de trabalho é assinada a família receberá a sua ultima parcela do programa.

     

  • #2608
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    Thales Rangel
    Espectador

    É importantíssimo o poder público criar programas sociais, mais este não deve ser o principal meio de erradicar a pobreza, deve-se sim investir em trabalho e educação para que a população tenha de fato qualidade de vida.

  • #2625
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    Yano Rodrigues da Silva
    Espectador

    O PSDB precisa, primeiramente, representar pessoas que vivem o descaso e a vulnerabilidade social. Precisa de consciência de classe e lugar de fala, e para isso é necessário ter pessoas que vive(ra)m as mazelas sociais no Brasil. Os pobres, negros, indígenas, as mães solteiras, os desempregados, favelados, periféricos precisam ter voz e espaço na política, o que já é um grande passo de conscientização social, que inspirará outras pessoas que vivem as mesmas realidades a conquistarem e manifestarem seus direitos, além do mais, só quem viveu sabe. A partir disso, politicas públicas poderão ser discutidas entre as partes com o objetivo de desenvolver caminhos de Combate a pobreza e Proteção Social. Esses assuntos só poderão ser abordados, conseguindo efetividade, quando pessoas comuns tiverem espaço para apresentar o que vivem e, lógico, traçar meios de  solucionar os problemas.

  • #2632
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    Tomaz Oliveira Hoffmann
    Espectador

    1 – Saneamento básico, ninguém se sente-se digno morando dentro do esgoto.

    2- Educação de base. O acesso a educação de base é um dever do estado e um direito do cidadão, é na base que moldamos o cidadão do futuro.

    3- Seguridade social.

    4- Combate a fome.

    5- Programas sociais. Os programas sociais de muito são efetivos, porém sua aplicação e fiscalização não são nada efetivos, deveria haver uma contrapartida do beneficiado, por exemplo a busca por qualificação para o mercado de trabalho.

  • #2660
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    José Victor da Silva Araújo
    Espectador

    A pobreza ainda deixa muito a desejar, é de se encontrar muitas pessoas dormindo nas calçadas, sem ter uma casa para morar, sem ter uma assistência necessária, sem ter o que comer, sem proteção qualquer. Enquanto isso, muitos políticos luxando com o dinheiro da população, que sai do bolso de cada um, e eles não utilizam como deveria ser utilizado

  • #2663
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    Gabriela Cruz
    Espectador

    Impossível pensar em desenvolvimento de políticas sociais em nosso País, sem considerar as diferenças causadas pela exclusão econômica, social, racial e cultural imposta á população negra, sendo essa inclusive a maioria da população brasileira (54%) de acordo com o IBGE.

    Pesquisas e indicadores apontam que o público majoritário atendido pela Assistência Social é constituído por mulheres negras (IPEA 2011).

    Dos titulares do Programa Bolsa Família, 73%88, entre homens e mulheres são negros, sobre o total geral de beneficiários titulares do Programa, 93% são mulheres, e 68% são negras. Fato esse que nos deixa claro de quem são os que da política de assistência social necessitam.

    Diante desse quadro apresentado, urge uma grande necessidade de discutir e pautar de forma aprofundada a questão racial no desenvolvimento social do país, adotando um compromisso,  aprofundado diálogo e a consciência que a questão das desigualdades raciais são a ordem do dia.  Precisamos realmente efetivar a dita transversalidade entre as políticas para a prevenção e o enfrentamento ao racismo estrutural e sistêmico que coloca a população negra em desvantagem no acesso aos direitos e oportunidades.

    Considerando a nossa grande densidade populacional, e a super-representação negra na população de baixa renda e alta vulnerabilidade social, torna-se imperativa uma integração de políticas sociais que olhem para as especificidades de cada grupo na sociedade.

    Somos diferentes, temos que respeitar nossas diferenças, porém queremos igualdade nos direitos e oportunidades.

    ” O Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288 de 2010) que expressa legítimas demandas da população negra, é um importante instrumento para que as desigualdades raciais sejam reconhecidas e abordadas em diferentes esferas de governo.”

     

  • #2675
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    Eduardo Rizzieri Cavalli
    Espectador

    O PSDB sempre foi um partido que agia de acordo com o que está em sua sigla, sendo um social democrata. Sempre foi o objetivo primário do partido a diminuição da desigualdade social através do crescimento econômico. A criação de programas sociais de distribuição são até uma conquista dos governos do PSDB, que através da gestão do presidente Fernando Henrique, criou o Bolsa-escola, bolsa alimentação e o auxilio gás, que posteriormente foram fundidos e transformados no bolsa família.

  • #2679
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    Danilo Abarca
    Espectador

    O combate a pobreza e proteção social se faz com programas que visam treinar e capacitar as pessoas em situação de pobreza para o mercado de trabalho, ao mesmo tempo que o governo dê suporte durante estes cursos para que a alimentação e qualidade básica de vida seja atendida.

  • #2685
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    José Eduardo Santiago
    Espectador

    Nosso país apresenta a pobreza como um índice de carência financeira.Muitas vezes, há um assistencialismo ostensivo por parte do governo em práticas sociais desestimulando o trabalho e aumentando a dependência, pois nem todos que dependem de um auxílio realmente necessitam.Com isso, verbas que poderiam ser destinadas a proteção dos  desprovidos, capacitação para melhorar as condições de emprego, não contemplam as necessidades tornando um círculo vicioso, para isso deveria- se ter mais rigor quanto ao controle do programa Bolsa Família ou qualquer outro provento assistencialista.

  • #2713
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    José Eduardo Santiago
    Espectador

    A questão do meio ambiente é bem ampla. Cuidar do meio ambiente começa desde a fralda de um bebê atirada ao lixo até a falta de saneamento básico. A maneira como o indivíduo age em relação a natureza em seu benefício, agride o meio ambiente e compromete o futuro. Leis brandas ou falta de fiscalização contribuem para isso.Não se precisa de muito investimento para que medidas de prevenção de desgaste do solo, poluição entre outros fatores que destroem o ambiente. Medidas pequenas podem salvar o planeta. Todos os processos relacionados a agricultura desde a produção até a comercialização dos produtos ajudam, minimizam e equilibram a lacuna econômica do país.

  • #2723
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    Henrique Salgueiro
    Espectador

    – Devemos nos atentar as pessoas em situação de rua, oferecendo meios de trabalho a essas pessoas, parcerias público privadas com redução de imposto para as empresas que incentivaram a contratação dessas pessoas.

     

    – aquecer o mercado, para gerar empregos, fornecer meios para facilitação de busca.

    – criação de uma base de dados para inscricao de currículos de pessoas que necessitem e empresas cadastradas.

     

  • #2768
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    Maurício Severo Roesch
    Espectador

    Tem que ser trabalhado hoje por meio das frentes:  desenvolvimento integral na infância, capacitação dos jovens e proteção social e prevenção às drogas. Só assim é possível mudar o ciclo e vencer a pobreza.

  • #2779
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    Isabella Puglisi de Oliveira
    Espectador

    O combate à pobreza, assim como a proteção social, passa pelo fomento à dignidade do cidadão, pilar da democracia brasileira, que deve ser defendida com vigor. Combate-se pobreza com oportunidade: oportunidade de emprego, oportunidade de estudo, oportunidade de viver.

    O Estado, conforme a Constituição Federal, é responsável por dar as condições dignas de vida e vem falhando nisso: deveria fomentar a geração de empregos, mas não abre a economia nem diversifica, burocratiza os processos econômicos, tributa e não redistribui, não estabiliza, nem aloca com eficácia o orçamento público.

    Assim, o combate à pobreza passa necessariamente por uma ação do Estado que promova a geração de empregos e a fomento à educação e qualificação profissional, tendo em vista que a baixa escolaridade é fator de vulnerabilidade social, comumente aliada às poucas oportunidades de emprego formal e a necessidade individual de sustentar a si e sua família.

  • #2782
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    Vanessa Gomes
    Espectador

    O combate à pobreza tem que ser tratado como uma das prioridades do país. Segundo os dados divulgados pelo IBGE de 2017, 54,8 milhões de brasileiros vivem na linha da pobreza e 15,2 milhões estão vivendo abaixo dela, com renda mensal de R$ 140,00 por mês.

     

    O Brasil sofre com a desigualdade em todos os setores sociais e quando se trata da pobreza ela é mais presente na região nordeste do país, onde 43,5% da população se encontra na miséria, enquanto na região sul, apenas 12,3% dos cidadãos estão vivendo nessa situação. Sendo que 80% das famílias mais pobres estão presentes nas áreas rurais.

     

    Um dos possíveis responsáveis pelo crescimento das famílias vivendo em situações precárias é o aumento do desemprego, que afeta principalmente aqueles que têm baixa escolaridade e vivem com apenas um salário mínimo.

     

    Diversos governos tentaram erradicar esse problema que afeta o Brasil com a criação de programas sociais que auxiliam financeiramente as famílias em situação precária. Como podemos ver esses programas de cunho assistencialistas não mostraram resultados. O problema continua se agravando, e um estudo apontou que para erradicar de fato a pobreza no território brasileiro seria necessário investir R$10,2 bilhões na economia.

     

    Não existe uma fórmula exata e nem programas assistencialistas que resolvam esse problema. Para tentar de fato erradicar a pobreza, primeiro precisamos investir na educação, como por exemplo, a implantação de cursos técnicos em todas as escolas de ensino médio e a criação de empregos e adotar medidas para o desenvolvimento econômico sustentável.

     

  • #2790

    O Brasil obteve nas últimas décadas grandes resultados no combate a pobreza. É preciso que consigamos garantir dignidade e uma boa qualidade de vida para os indivíduos. Tudo isso vai muito além da renda. Porém, é dever do estado garantir os direitos fundamentais prescritos na constituição. Porém, o Estado não consegue arcar com todos esses direitos e se de fato vir a garantir a qualidade desses serviços não possuem grande qualidade. Logo, deve garantir a sobrevivência digna dos indivíduos e criar meios para melhorar a qualidade de vida de todos os indivíduos.

  • #2808
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    Pablo Salomão
    Espectador

    Em Pelotas, criei um projeto chamado START – um curso com parceria de empresas, que juntos preparamos os jovens em vulnerabilidade social para o mercado de trabalho além de estimularmos o protagonismo e formação de liderança.

    Não podemos ficar apenas na capacitação, precisamos estimular e ensinar sobre protagonismo, isso desperta o empreendedorismo e fortalece o combate a pobreza e Proteção Social.

    Mas, falo do meu projeto apenas como um leve exemplo. Acredito que precisa ser feito muito mais!

    Precisamos falar de políticas públicas que possam ajudar diretamente no combate a vulnerabilidade social. Estamos falando do Brasil, um país  que está entre os cinco maiores em desigualdade de distribuição de renda. Não podemos nos omitir, devemos criar políticas públicas capazes de conscientizar e estimular. Precisamos acreditar que a pobreza existe e que devemos lutar contra ela, como uma das nossas principais bandeiras.

    Políticas públicas para estimular, combate total da pobreza para mudar.

     

     

  • #2827
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    Leonardo Novaes
    Espectador

    Assim como todo liberal, entendo que o PSDB deva defender que o melhor plano contra a pobreza é o EMPREGO. Defender essa tese, não significa defender o fim das bolsas e auxílios sociais, mas sim defender uma nova política assistencialista que trate o Cidadão e o faça crescer, tornando o independente e não mais um brasileiro que precise ser “sustentado”

  • #2829
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    Ricardo Alexandre Alves
    Espectador

    Desigualdade social, pobreza e miséria infelizmente é uma realidade do povo brasileiro. O descaso da elite com a desigualdade social é evidente, com isso vejo eficácia para redução de tais índices através  de políticas públicas de desenvolvimento individual dos cidadãos de comunidades carentes, com isso as classes mais pobres teriam capacitação para serem de maneira competitiva inseridas no mercado brasileiro.

  • #2844
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    igor rafael
    Espectador

    <div class=”_3x-2″ style=”font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; color: #1c1e21; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #ffffff; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;” data-ft=”{"tn":"H"}”>
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    <p style=”margin: 0px; display: inline; font-family: inherit;”>A desigualdade em nosso país é dedução da falta de preferência dos governos brasileiros. Para que o Brasil cumpra a sua missão de ser grande é essencial compreender que a educação pública de qualidade é a única capaz de mudar esse cenário. Oferecer ações paliativas, sem trabalhar na causa, é política do atraso, incompetência e dependência.</p>

    </div>

  • #2875
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    Pedro Ygor Sousa Silva
    Espectador

    Estímulo ao estudo e a formação técnica do indivíduo beneficiário de programas sociais na faixa etária da adolescência (12 aos 18), um acréscimo ou manutenção de benefícios caso esse jovem esteja regular em cursos de aperfeiçoamento ou profissionalizantes que vizem preparar para o mercado de trabalho.

  • #2898
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    Gabriela Cardoso
    Espectador

    Ponto importantíssimo a ser discutido. Espero que tenhamos bons resultados.

  • #2900
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

    Além de intensificar os programas já existentes de combate a pobreza novas medidas podem ser destacadas. Quanto as medidas tomadas elas devem se basear em dois fatores:

    O primeiro deles a nutrição, grande parte da comunidade carente não se atenta a preocupação com a alimentação e uma alimentação deficitária de nutriente, isto é não saúdavel resulta em baixo rendimento e produtividade, consequentemente menor renda e dinheiro.

    Deste modo, para resolver essa problemática implementação de auxílios de alimentação como um cartão alimentação e acompanhamento nutricional em comunidades carentes podem auxiliar no combate ao problema.

    Além disso é necessário mudar a visão que sobre educação é notório que a educação seja vista como ferramenta de mudança social, e nada melhor do que destacar essa importância a comunidade paralelo a isso grande parte dos recursos e renda de pessoas que se encontram na linda da pobreza são destinados a coisas irrelevantes, é preciso ensinar as pessoas a administrar e a gastar o dinheiro.

    Pequeno núcleos em escolas que disponibilizem , a comunidade,aulas  de gestão de gastos e investimentos, podem ser uma ótima ferramenta.

  • #2907
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    Henrique Pinheiro
    Espectador

    A política de assistencialismo e combate a pobreza deva ser primordial no PSDB. Vivemos num País desigual e onde o pobre tende a ficar mais pobre. É necessário que continue os programas de assistência social como; bolsa família, minha minha vida etc. Além disso, o Estado deve criar mecanismos para que o cidadão pobre não seja o empregado, e sim o empregador. Dar possibilidades para que ele possa empreender e gerar economia. Sobretudo, a fiscalização nesses programas precisam ser intensificadas para não burlarem e prejudicarem os beneficiados por esses programas.

  • #2908
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    Wagner Mira
    Espectador

    Em volta desse assunto a muito a se discutir, lugares ainda em pleno século XXI temos valas ABERTAS com esgoto a céu aberto, lugares sendo invadidos e o poder público não faz nada,

  • #2914
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    Beatriz Leite
    Espectador

    A base ao combate a pobreza e a proteção social se inicia com educação para a população, além de manter os programas sociais e políticas de enfrentamento a outras mazelas sociais.

  • #2931
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    ERIK LIMA REIS SANTOS
    Espectador

    Para o combate à pobreza e a fome é necessário enganjamento de toda a classe política e empresariado redução de impostos e facilitação acesso de programas sociais já existentes p

  • #2934
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    ERIK LIMA REIS SANTOS
    Espectador

    Como baixar beleza é um viés ideológico pouco apoiado hein nosso estado precisa ser criadas políticas públicas efetivas para que gere renda e envolvimento social entre as pessoas baixa renda para de promover a redução da fome

  • #2954
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    Samuel Genuino
    Espectador

    O combate a pobreza e a constituição da proteção social perpassa pela discussão entorno dos investimentos necessários na educação, na geração de emprego e na constituição de oportunidades para todos. Entretanto, a fome não espera e diante deste fato, se faz necessário que o poder público possa atuar de forma simultânea na constituição de um projeto de país, que busque a autonomia social e financeira de seus cidadãos, mas que possa garantir através de programas efetivos e mais urgentes, o combate a miséria. O Estado precisa garantir a comunidade mais vulnerável a garantia a moradia, educação, saúde e comida, para que neste ambiente de oportunidades, possa lutar por seu progresso pessoal e por conseguinte, lutar pela prosperidade do Brasil.

  • #2967
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    Mysael Lampard Jr.
    Espectador

    A melhor forma de combate a pobreza é através da Educação, dando condições  para as pessoas menos favorecidas ter acesso a educação, pois vejo que é uma das alternativa de mudar essa triste realidade, é que os benefícios de proteção social cheguem para quem realmente esteja em situação de vulnerabilidade e risco social e através desses programas ajudar na formação e qualificação, para que essas pessoas tenham mais oportunidades no mercado de trabalho …

  • #2984
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    Rafael Assunção Miranda
    Espectador

    Acredito que para combater a pobreza de forma definitiva é necessário investimentos pesados na educação pública, só pessoas com formação são capazes de tomar para si o controle de suas vidas e agirem como protagonistas no mundo, entretanto existem questões imediatas que não podem ser ignoradas, a situação de famílias muito pobres neste país é uma delas. É preciso portanto focar em dar amparo paras estas pessoas, programas de distribuição de renda com fiscalização eficiente, creches disponíveis para filhos de pais trabalhadores, escola em tempo integral, programas de profissionalização, são algumas das propostas que acredito que o PSDB deve defender, pois são temas importantes e diretamente ligados a Social Democracia.

  • #2990
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    Israel Scarsi Marangoni
    Espectador

    Entendo como uma forma do Estado prestar proteção social para a população o investimento em construções de bairros estruturados com saneamento basico,iluminação publica ,asfalto, educação e segurança publica.Estes investimentos  propiciará melhores condições aos cidadãos e também possibilitará novas formas de arrecadação ao Estado e também a criação de novas empresas e oportunidades de emprego.O investimento em Proteção Social é de vital importancia para o Estado voltar a crescer e arrecadar mais,pois “sem investimento não há desenvolvimento”!

  • #3003
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    Jemerson Gleison Barbosa da Silva
    Espectador

    Eu acredito que o maior programa social é o emprego. Eu acredito que incentivos financeiros como o bolsa família são de suma importância, mas deveriam ser limitados e acompanhados de um programa de inserção destas pessoas ao mercado de trabalho, para isto dando formação técnica necessária para que possa ter seu desenvolvendo profissional.

    Outro ponto fundamental é a educação. Acredito que educação de qualidade é algo necessário para a igualdade social.

  • #3010
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    Ramon Villas
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    É notório que programas sociais como o Bolsa Família, tem chegado a famílias de baixa renda Brasil a fora. Falta agora pensar como essas famílias podem ter acesso a outras ações sociais do governo, para que se integrem ao mercado e não precisem mais desses programas. O importante agora é pensar em uma estratégia que tire as famílias da situação de pobreza, em vez de apenas garantir a escola aos filhos desses pais. Até por que do ponto de vista de acesso a escola o programa parece ser eficiente.

  • #3017
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    Isabella Siqueira
    Espectador

    A saída para o combate à pobreza e promoção da justiça social, se apresenta no estímulo ao empreendedorismo com arranjos produtivos locais nas comunidades que evitem a população ter que procurar prestação de serviço nas regiões centrais das cidades, promovendo a emancipação dos negócios locais.

  • #3029
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    Paulo Afonso Tavares
    Espectador

    A melhor forma de combater a pobreza e tirar as nossas crianças e adolescentes do mundo das drogas é investir em educação, cultura e lazer. A receita é simples, maior investimento em escolas de tempo integral, institutos federais e escolas militares. O dia que a preocupação principal dos nossos governantes for a educação, o Brasil se tornará uma grande nação, como os países bálticos. Políticas públicas como o Bolsa Família, ajuda a resolver o problema imediato, mas não é a solução.

  • #3055
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    Joao Pedro Freitas de Araujo Alves
    Espectador

    1) Aumento do número de empresas internacionais que possamos atrair para o nosso país retirando forte carga tributaria, para que possamos ter um maior número de pessoas empregadas.

    2) A mesma diminuição para as empresas nacionais e microempreendedores através destes também podemos alavancar o número de empregos direto e indireto.

    3) Diminuição dos impostos cobrados para pessoas com renda abaixo de dois salários mínimos.

    4) Incentivo do governo através de oficinas de ensino gratuitas para o aumento de especialistas em áreas diferentes.

    5) Aumento de proteção de nosso povo em destaque o povo indígena; para que possam continuar propagando a cultura de nosso país. (Através de nossa força nacional proteção destes povos.)

  • #3084
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    Jhonathan Rocha
    Espectador

    Com relação ao combate à pobreza e proteção social, a saída que temos pauta-se no binômio educação e emprego. A partir do momento em que esses itens forem atendidos, certamente teremos um desenvolvimento da nação de uma maneira menos desigual, uma vez que o nivelamento será possível através da oferta de oportunidades pelo princípio da equidade.

  • #3182
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    Henrique Luciano Alencar
    Espectador

    O PSDB deve defender o fortalecimento e racionalização dos programas sociais. Eles devem seguir as diretrizes de serem focados, garantidores de cidadania e emancipatórios.

  • #3242
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    Estêvão Da Cunha Pereira
    Espectador

    Investir em educação e saúde básica. Saneamento de esgoto também é fundamental.

  • #3273
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    Rodrigo Jurck
    Espectador

    “O Melhor Programa Social é o emprego”
    Além disso, é preciso :

    *Programas para construção e reforma de casas Populares ( Principalmente para Municípios com menos de 50 mil habitantes, que hoje estão fora dos programas existentes)

    * Reformulação na metodologia de trabalho dos CRAS ( Centro de referencia da assistência social)   parcerias com o Poder judiciário no sentido de acabar com a valorização do “coitadismo”.

    *Programas que coloquem os jovens em situação de vulnerabilidade social no mercado de trabalho, de forma efetiva.

    *Ampliação do programa “Bolsa Família”, porém exigindo algo em troca, por exemplo: 1 dia por semana de trabalho na limpeza pública das cidades. 1 dia por semana de trabalho em instituições de caridade. O valor poderia  ser revertido em 1 Cesta básica, e as secretarias de Assistência social de cada cidade poderiam ficar responsáveis por essa organização.

  • #3283
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    Wagner Siben de Souza Wolff
    Espectador

    Em um país de dimensões continentais é impossível ignorar o abismo que há entre as classes sociais. Não há como se negar essa dívida entre as gerações, que faz com as classes mais baixas da população não possuam as mesmas condições de disputa do acirrado mercado de trabalho,  e cabe ao Estado, através de ações afirmativas, equilibrar tais relações.

    Os programas sociais de distribuição de renda ainda são necessários, a fim de garantir o mínimo existencial a diversas famílias, contudo, o Estado, ao mesmo tempo, deve promover o aperfeiçoamento técnico e profissional dessas pessoas, a fim de que diminuam sua dependência do poder estatal.

    Portanto, entendo que o combate à pobreza deve ser realizado através de ações afirmativas, programas sociais e capacitação profissional à pessoa.

  • #3343
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    JOSÉ ROBERTO DA SILVA JÚNIOR
    Espectador

    <p class=”MsoListParagraph” style=”mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%; mso-list: l0 level1 lfo1; margin: 6.0pt 0cm 6.0pt 0cm;”><span style=”font-size: 12.0pt; line-height: 150%; font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; color: black;”><span style=”mso-list: Ignore;”><span style=”font: 7.0pt ‘Times New Roman’;”> </span></span></span><!–[endif]–><span style=”font-size: 12.0pt; line-height: 150%; font-family: ‘Times New Roman’,serif; mso-fareast-font-family: Calibri; color: black;”>A manutenção dos Direitos de famílias: casamento, adoção, herança, previdência, licença parentalidade (todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza); como o Novo PSDB poderá contribuir com a votação do Estatuto das Famílias? </span></p>

  • #3344
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    JOSÉ ROBERTO DA SILVA JÚNIOR
    Espectador

    <p class=”MsoListParagraph” style=”mso-margin-bottom-alt: auto; mso-add-space: auto; text-align: justify; line-height: normal; mso-outline-level: 2; background: white;”><span style=”font-size: 12.0pt; font-family: ‘Times New Roman’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; color: #383636; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;”>Como o novo Psdb tem pensando na manutenção dos direitos às travestis, mulheres transexuais, homens trans e pessoas não binárias o direito à identidade de gênero, sem necessidade de cirurgia de redesignação sexual e com dispensa de laudos? Compreendemos que esse direito foi obtido pelo STF, porém se faz necessário que a Casa Federal faça seu papel de legislar também em favor dessas minorias sociais. </span></p>

  • #3346
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    JOSÉ ROBERTO DA SILVA JÚNIOR
    Espectador

    <p class=”MsoListParagraph” style=”mso-margin-bottom-alt: auto; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; line-height: normal; mso-outline-level: 2; mso-list: l0 level1 lfo1; background: white;”><!– [if !supportLists]–><span style=”font-size: 12.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: Garamond; mso-bidi-font-family: Garamond; color: #383636; text-transform: uppercase; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;”><span style=”mso-list: Ignore;”>-<span style=”font: 7.0pt ‘Times New Roman’;”>  </span></span></span><span style=”color: #383636; font-family: Times New Roman; font-size: xx-small;”><span style=”text-transform: uppercase;”>Reconhecimento civil do terceiro sexo. Ainda são poucos os países que, como a Alemanha, reconhecem oficialmente pessoas intersexuais, dando-lhes o direito de indicar o próprio gênero assim em seus documentos.O Tribunal Constitucional Federal alemão decidiu  que pessoas do chamado terceiro gênero podem ser registradas como intersexuais ou ter a definição de gênero omitida em suas certidões de nascimento.No Brasil, ainda não há legislação específica. Um projeto de lei (PL 5255/2016) que “dispõe sobre os registros públicos, e dá outras providências a fim de disciplinar o registro civil do recém-nascido sob o estado de intersexo”  como o NOVO PSDB poderá contribuir? </span></span></p>

  • #3349
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    Matheus Xavier
    Espectador

    Acredito que deva existir programas sociais como bolsa família, que visa dar uma renda a pessoas que vivem na miséria, porém, acredito que deva ser melhor fiscalizado e por tempo determinado buscando proporcionar uma saída a estas pessoas para que não fiquem dependentes durante a vida toda.  Ex: aumentar o valor do benefício deixando claro que, para ter acesso, além de todos os requisitos hoje exigidos, o responsável da família também participe de projetos empreendedorismo, cursos técnicos ou algo que o ensine uma profissão e a ganhar o seu sustento. O benefício seria liberado por um prazo específico ( 1 anos e meio, 2 anos) prorrogável uma única vez pelo mesmo prazo para que se dê urgência e comprometimento da pessoa com o programa.

  • #3363
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    Vijanio Filho
    Espectador

    TEMATICA POBREZA

    As crianças representam cerca de metade (50,2%) da população mundial que vive em extrema pobreza, de acordo com dados recentes do Banco Mundial e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). O impacto da pobreza nas crianças apresenta consequências para a vida toda, incluindo saúde e nutrição precárias e baixo desempenho escolar. Nesse cenário, políticas de proteção social podem desempenhar um papel crucial ao combater a natureza multifacetada da pobreza infantil e seus efeitos perniciosos no longo prazo, melhorando o bem-estar geral das crianças.

    É crucial considerar as crianças como detentoras de direitos e entender a proteção social como um investimento em capital humano e uma  ferramenta essencial para a consecução dos direitos das crianças.

    DISCUTIR o potencial de subsídios financeiros universais no combate à pobreza na infância e seus efeitos perversos. Os autores argumentam que a proteção social universal pode dar suporte à coesão social por reduzir a desigualdade, ao passo que viabiliza o apoio político para abordagens universais com efeitos intergeracionais.

    Analisa a abordagem chamada de “cash plus”, que rapidamente atraiu atenção na área de proteção social. Se explica que esse tipo de intervenção pode reforçar os efeitos positivos bem documentados das transferências de renda, por meio do fornecimento de serviços complementares ou de apoio.

    Em um artigo sobre proteção social na África Subsaariana, Tia Palermo (UNICEF Innocenti) discute as responsabilidades dos países para assegurar que o bônus demográfico na região não seja desperdiçado e que famílias possam investir em seus adolescentes.

    A potencial interação entre programas de proteção social e a luta contra a violência infantil programas de apoio econômico e de renda não foram historicamente planejados para abordar também o combate à violência contra crianças, nem incluíram medidas específicas relacionadas ao tema. No entanto, a violência contra as crianças pode ser combatida em maior escala, por meio de iniciativas de políticas públicas em outros setores e conjugados com proteção social.

     

  • #3366
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    luiz steinberg
    Espectador

    Digo que não existe programa social melhor do que o trabalho. Estamos entrando num mundo onde o ser humano será quase inteiramente trocado pela máquina. O desemprego será um grande problema no futuro se nada for feito. Uma enorme massa de desempregados frustrados podem cair nas armadilhas do populismo. Para tal, é necessário que criemos uma cultura empreendedora nesse país o mais cedo possível. O empreendedor gerará seu próprio emprego. É necessário uma parceria entre estado e cidadão para preparar o segundo para o ato de empreender. Pode ser uma barraquinha de pastel ou uma fabrica de microprocessadores, não importa. É fundamental darmos educação empreendedora para o brasileiro, seja na escola ou por meio de um programa social  adulto e mais complexo… O Brasil como mais do que um país gerador de empregos, o Brasil como uma potência empreendedora, pronta para competir com os grandes…

  • #3410
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    Arnaldo Ampuero
    Espectador

    Pelo próprio histórico de realizações na área, o PSDB deve reforçar estratégias para garantir um processo seguro e constante de amparo a quem precisa. Situações que passam desde a transformação do Bolsa Família num programa de Estado, com garantias de que não se submeta a interesses momentâneos, bem como aperfeiçoá-lo, tornando o programa eficiente contra fraudes e outras situações criminosas.

    Outro ponto importante a ser discutido é a efetiva operacionalidade dos CRAS, hoje função dos municípios, mas que de alguma forma, poderia ser melhorado, tanto no atendimento quanto na relação do servidor com o cidadão. Aproximar o cidadão desse braço do estado é de fundamental importância para a constante atualização do sistema.

  • #3433
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    Aparecido Rodrigues
    Espectador

    Cido Vianna Presidente da Associação Mount Blue 3000 Jd Hebron Z.Norte Jacana.( O Combate a Fome é.Algo ( Uma Ação Que Deve Ser Encarada Com Muita Atenção e Efetividade    ,Dado Senhores que.a Fome Ainda e Muito Presente em Milhares de Lares…Nós Dias de Hoje .. Inserir Projetos ,que Levem Mais.Dignidades Para as Famílias de Baixa Renda Desse Nosso Brasil.

  • #3623
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    Mateus da Rocha Castro
    Espectador

    O combatr a pobreza e proteção social está diretamente ligado a Rede de Proteção Social, que nada mais é que a União de diferentes programas sociais com foco na assistência dos mais humildes e necessitados.
    <p style=”text-align: left;”>Os programas sociais tiveram início com Fernando Henrique Cardoso em 1995. Infelizmente, temos que alinhar o pensamento para a realidade em que vivemos. Uma revolução na assistência dos mais humildes e necessitados é primordial para o futuro do país. Vamos começar retirando essa cultura de entregar diretamente o “peixe na mão” daqueles que precisão. Bem mais interessante capacitar com cursos, palestras, para depois disponibilizar recursos para aqueles que tem interesse em aplicar o conhecimento para geração de empregos, e aumentar a renda de pequenos municípios e regiões.</p>

  • #3675
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    Rafael Ventura
    Espectador

    O combate a pobreza é essencial em nosso país. Precisamos sim de programas sociais para aqueles que mais necessitam. No entanto, não podemos deixar as pessoas dependentes apenas disso, ou “viciadas”nesse método de renda. É necessário que, em conjunto, haja um acompanhamento das famílias e programas de profissionalizantes para que a pessoa não dependa disso no futuro.

  • #3704
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    Alexandre Rocha
    Espectador

    https://alexandrejrocha.blogspot.com/2019/11/uma-sociedade-desigual.html

    Quem são os pobres da nossa sociedade? São as pessoas sem oportunidade de estudo, são aqueles que se encontram longe do convívio das cidades, são aqueles que não tem oportunidade de trabalho, são aqueles que se encontram em vício de alguma droga, são os desempregados por longo período. Mas muitas destas pessoas querem trabalhar, então o estado que incentivar o emprego nas seguintes áreas: Formação técnica de curto prazo, aceitar abertura provisória de empresas com validade curta para que as pessoas percam o medo de ser empreendedores, incentivar parceria da escola com os aluno na abertura de empresas e crédito de valores baixo do BNDES.

  • #3742
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    Anderson M Salvador
    Espectador

    Acredito que deve ter Uma Ação conjunta entre todas as Secretarias no que tange a municipios, assistimos Secretarias competindo entre si, aonde deveriam unir forças.

     

    Importante investir no conselho tutelar, divulgar os momentos de eleição pois a sociedade desconhece esse periodo, haja visto aqui em Nova Venécia apenas 2.000 eleitores de 35.000 compareceram as urnas.

    Depois devemos Investir na defesa civil para fazer relatorios reais da situação de risco que se encontra as pessoa sque morarm em locais de riscos.

     

    Combater a pobreza nao so com cesta basica mas da a Vara pra pescar, com cursos, capacitação, incentivos, investir no sine, pois é Uma ferramenta de alinhamento entre o empregador e empregador.

    Por fim tratar com equidade as situacoes de cada individio e realidade.

  • #3762
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    ROMARIO CELSO BAZILIO DE SOUZA
    Espectador

    É necessário o fortalecimento da rede de proteção alimentar. O trabalho integrado entre as três esferas, união, estados e municípios é fundamental para o sucesso do enfrentamento da pobreza e da fome.

  • #3797
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    Raquel de Santana
    Espectador

    O combate a pobreza e Proteção Social, para ser eficiente é necessário trabalhar de forma que respeite a cultura de cada região do Brasil. Moro na região norte, e a nossa população pobre que precisa de ajuda governamental é bem diferente do sul em alguns aspectos, por isso o tratamento e as políticas sociais a desigualdade social tem que ser combatida de maneira diferenciada, não da maneira como sempre foi feita da mesa burocrática de Brasilia para o resto do País, sem conhecer a cultura de cada região.

  • #3816
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    Raquel de Santana
    Espectador

    Seria muito interessante resgatar o Comunidade Solidária da Dr. Ruth Cardoso, era sensacional, infelizmente o PSDB é Pato e não galinha kkk não divulgamos as nossas ações e isso nos custa caro, pois deixamos para os populistas mudares as nossas idéias e apropriar-se delas.

  • #3834
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    Alexandre Von
    Espectador

    <p style=”text-align: left;”>Na condição de filiado tucano de um município amazônico (Santarém – PA), bem como por considerar que nosso partido respeita e valoriza os diferentes segmentos representativos da sociedade brasileira, sugiro a criação de uma nova instância partidária tucana: o PSDB INDÍGENA. Dentre inúmeros municípios amazônidas, cito o exemplo de Jacareacanga (PA), onde mais da metade de seus eleitores compõem a comunidade indígena local. Seria uma proposta inovadora, bastante atual, a se somar a tantos avanços que marcam a trajetória vitoriosa do PSDB em nosso país.</p>

  • #3929
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    Edneia Fátima Cunha
    Espectador

    <p style=”text-align: left;”>Em seu atual contexto, o Brasil vem acompanhado de situações que podem ser entendidas como emergencias, pois permite reconhecer situações de risco intensificado para certos grupos e atores sociais que são expostos a condições de existencia precárias e por outro, gera também as condições para que emerjam novos atores e movimentos sociais capazes de articular demandas e reivindicações capazes de antecipar novos cenários políticos sociais.</p>
    Como transformar uma realidade miseravel, na certeza produtiva

    Teria havido, a partir de 2003, uma orientação que permitiu, contando com a mudança da conjuntura econômica internacional e dependência internacional. Neste sentido, um dos impedimentos para o manejo ou solução, a adoção de políticas para reduzir a pobreza – com destaque para o combate à miséria – e para a ativação do mercado interno, sem confronto com o capital. Isso teria produzido, em associação com a crise do “mercado” que afasta as classes médias, um realinhamento eleitoral que se especifica definindo como um espaço de crise e emergências sociais, responde a uma complexa equação entre seu crescimento econômico, a distribuição desigual da sua riqueza, as expectativas da população e o nível de decepção das mesmas, conforme as determinações estruturais de um modelo cujo modo de funcionamento amplifica e diversifica as exclusões que afeta diretamente os líderes políticos e também as possibilidades das nossas disciplinas de abordar problemas complexos, como o desacoplamento entre as condições econômicas e as demandas sociais, em um contexto de globalização que tem propiciado as formas inéditas de integração o dos efeitos indesejáveis da nossa modernização, por exemplo, não radica na falta de vontade para tomar consciência dos seus problemas nem na adesão aos protestos que os denunciam, senão que é na dificuldade para distinguir e incorporar o incremento dos destinos planos dos que está composta, estendendo e diversificando suas formas locais, regionais e globais. Neste cenário, temos a obrigação de desenvolver pesquisas colaborativas de amplo alcance para abordar a globalização e suas atuais formas hegemônicas de subordinação de países e identidades locais; a nova revitalização das diversidades sociais e culturais; os efeitos das atuais crises financeiras que afetam os fundos sociais; as novas e crescentes desigualdades e exclusões sociais; a devastação dos nossos recursos meio ambientais; a violência, inseguridade e maltrato estendidos nas cidades importantes; as diversas maneiras de corrupção são traços de toda política no Brasil. As mudanças ocorridas no Brasil aceleraram na composição etária da população, o recolhimento dos estados e a desproteção e individualismo que o acompanha; os novos movimentos sociais, suas lutas reivindicativas e a emergência das redes sociais globais; a transformação do cidadão com o aquecimento global e os desafios de governabilidade, fenômeno cuja expansão se generalizou no mundo contemporâneo.

  • #3936
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    Diego Mariano
    Espectador

    O PSDB nasceu para ficar perto do pulsar das ruas. Este foi o propósito de nossos fundadores e foi também o que perseguimos enquanto estivemos à frente do Governo Federal e o que fizemos e fazemos em nossas diversas administrações municipais estaduais.

    E num país como o Brasil, com tanta pobreza e uma crescente desigualdade, estar perto do pulsar das ruas significa, em grande medida, implementar políticas públicas para mitigar a pobreza e reduzir as desigualdades.

    Segundo a PNAD Contínua divulgada em outubro, mais da metade dos brasileiros, quase 104 milhões de pessoas, sobrevivem com renda per capta de cerca de R$ 413,00. Os 10% de brasileiros de menor renda possuem 0.8% da renda nacional, enquanto os 10% de maior renda concentram 43%. É uma desigualdade gritante, e que só tem aumentado.

    Esse cenário custa vidas. De acordo com o Mapa da Desigualdade 2019, em São Paulo, capital do estado mais rico do país, a média de vida de um morador de bairro nobre chega a ser 23,3 anos maior que de um morador da periferia. Isso, é claro, não pode ser explicado apenas pelo fator renda, mas sim por um conjunto de características sociais que tornam ainda mais penosa a vida dos brasileiros em situação de maior vulnerabilidade.

    Neste momento em que o PSDB atualiza seu programa partidário, proponho ao debate que nossa defesa no campo do Combate à Pobreza e Proteção Social seja centrada nos seguintes pontos:

    1-      Renda Mínima

    2-      Intersetorialidade das políticas

    3-      Foco na Primeira Infância: Pré-distribuição de habilidades

    Assim, melhor explicando:

     

    1.       Renda Mínima

    Há milhões de brasileiros, portanto, com enormes dificuldades de prover o básico de sua subsistência. Enquanto esteve no Governo Federal o PSDB foi pioneiro na implantação de programas de distribuição de renda, como Bolsa Escola, Bolsa Alimentação e Vale Gás. Estes programas foram posteriormente transformados no Bolsa Família e, com a mudança do nome, o PSDB perdeu também o protagonismo que teve nesta área.

    Por isso, tenho convicção de que o PSDB deve contemplar em seu programa partidário a defesa intransigente da existência de programas de Renda Mínima, em valor talvez superior ao Bolsa Família, para garantir que os mais pobres desse país tenham, minimamente, suas condições básicas de subsistência garantidas. É preciso garantir que não falte comida na mesa do Brasileiro.

    Uma alternativa também pode ser encontrada em programas como o PROINC, desenvolvido no município de Campo Grande – MS, onde são ofertadas vagas em serviços de limpeza, consertos, conservação, roçada, capina, obras, pavimentação, entre outros, e concedida ao beneficiário uma bolsa-auxílio de 1 salário mínimo, além de cursos de qualificação profissional.

     

    2.       Intersetorialidade das políticas – Programa Travessia

    Além de garantir o mínimo para a subsistência, é preciso pensar também na mobilidade social e da superação completa das condições de insalubridade a que estão submetidos os mais pobres. E é do PSDB também o melhor exemplo que conheço de atuação intersetorializada no enfrentamento e combate à pobreza, o Programa Travessia, desenvolvido pelas gestões tucanas em MG.

    Neste ponto é importante ressaltar que, principalmente nas administrações federais comandadas pelo PT, enxergava-se a questão da pobreza apenas sob o prisma da renda, um grave erro que apenas perpetua a situação de miserabilidade das pessoas. Num ambiente onde não há acesso à educação de qualidade, saúde digna, nenhuma forma de saneamento básico, moradias precárias, entre outros, para focar no essencial, dizer que houve superação da miséria apenas porque os cidadãos deixaram de passar fome é tapar os olhos para a realidade e o sofrimento da população.

    Neste sentido, o PSDB deve ter claramente em seu programa partidário a defesa de programas sociais que privilegiem ações coordenadas dos governos, com prazos, metas e garantia de recursos, para ofertar aos brasileiros mais humildes condições de qualidade de vida que os permitam mais que sobreviver, mas sonhar e ascender socialmente e as bases colocadas pelo Programa Travessia merecem ser alçadas à condição diretriz de ação partidária nas gestões tucanas que virão.

     

    3.       Foco na Primeira Infância: Pré-distribuição de habilidades

    Os investimentos sociais feitos na primeira infância são, comprovadamente, os que geram maior retorno para a sociedade. Isso porque na batalha pela sobrevivência diária as famílias mais pobres não tem condições de investir na formação intelectual de seus filhos, perpetuando uma desigualdade  já latente, conforme preceitua o economista e Prêmio Nobel James Heckman.

    Sua pesquisa acompanhou indivíduos expostos a estímulos no início da vida e descobriu que, no longo prazo, eles obtiveram melhor desempenho escolar, salários mais altos, melhor saúde e menor envolvimento com crimes. Tais benefícios, constatou, estenderam-se à geração seguinte.

    Considero, portanto, fundamental que o PSDB defenda como bandeira do partido a existência de programa de investimento na primeira infância, seja pela injeção direta de recursos direcionados às famílias com filhos de até 06 anos, seja pelo oferecimento de ferramentas de acesso a serviços básicos, o que está intrinsecamente ligado ao ponto anterior.

  • #3994
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    Larissa Sena
    Espectador

    Uma política de meio ambiente voltada sobretudo para a conservação e a proteção dos recursos deve considerar devidamente aqueles que dependem dos recursos para sua sobrevivência, ademais de gerenciar os recursos de forma sustentável. Não sendo assim, tal política poderia ter um impacto adverso tanto sobre o combate à pobreza como sobre as possibilidades de êxito a longo prazo da conservação dos recursos e do meio ambiente. Do mesmo modo, qualquer política de desenvolvimento voltada principalmente para o aumento da produção de bens, caso deixe de levar em conta a sustentabilidade dos recursos sobre os quais se baseia a produção, mais cedo ou mais tarde haverá de defrontar-se com um declínio da produtividade — e isso também poderia ter um impacto adverso sobre a pobreza. Uma estratégia voltada especificamente para o combate à pobreza, portanto, é requisito básico para a existência de desenvolvimento sustentável. A fim de que uma estratégia possa fazer frente simultaneamente aos problemas da pobreza, do desenvolvimento e do meio ambiente, é necessário que se comece por considerar os recursos, a produção e as pessoas, bem como, simultaneamente, questões demográficas, o aperfeiçoamento dos cuidados com a saúde e a educação, os direitos da mulher, o papel dos jovens, dos indígenas e das comunidades locais, e, ao mesmo tempo, um processo democrático de participação, associado a um aperfeiçoamento de sua gestão.

    A Proteção Social Básica deve ser entendida como um conjunto de ações e serviços que visem produzir impactos na realidade social de forma a proteger, promover e prevenir os seus usuários e aqueles que estão incluídos no seu grupo de relações, de modo a evitar a fragilização e rompimento de seus vínculos. Para isso, é necessário que as práticas profissionais estejam alinhadas à macroestrutura societal, como também com à subjetividade de seus sujeitos. Uma política pública que despreza os elementos macrossociais ou a subjetividade dos usuários que por ela são atendidos torna-se Incapaz de produzir impactos significativos sobre as suas vidas e o ambiente que os circunda.
    O CRAS, como equipamento central da
    Assistência Social, tem a responsabilidade de ser um dos instrumentos de proteção social às famílias no território. É importante ressaltar que na política pública
    de Assistência Social, é ele que tem essa responsabilidade, sem deixar de lembrar que no escopo das demais políticas públicas, principalmente as de seguridade social, deve haver ações e serviços que objetivem assegurar a proteção social tanto em nível básico como em nível de especialidade.

  • #4139
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    Suelenia Barros
    Espectador

    A Desigualdade social no País faz com que ocorra o aumento da pobreza.è preciso que o  estado invista mais em projetos sociais para minimizar a mais diversas situações provocadas pelas expressões da questão social; por isso aumento de investimentos e recursos para os municípios faz-se necessário e não a diminuição como vem ocorrendo. Nunca esqueçam que somos seres humanos e trabalhamos com pessoas e para pessoas.

  • #4178
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    Charlles Gerônimo
    Espectador

    O PSDB é conhecido como partido Social, o partido que governo para os que mais precisam. A criação de bolsas que auxiliam a sustentabilidade social, foi pensando pelo nosso partido. O trabalho social foi o que me chamou a filiar ao PSDB, temos que manter viva essa bandeira.

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