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DO CONGRESSO NACIONAL DO PSDB

Atitude em Relação ao Governo Federal

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Queremos te ouvir, te consultar, dialogar. Aqui você deixa sua opinião, comentários, sugestões.
E qual deve ser a posição do PSDB sobre o tema indicado. Sua contribuição será fundamental para definir os rumos do partido.

Este tópico contém 172 respostas, possui 169 vozes e foi atualizado pela última vez por  Virginia Nogueira 5 dias, 21 horas atrás.

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  • #594
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    Ronan
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  • #751
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    Jorge Lopes Cançado
    Mestre

    O PSDB deve manter sua posição de independência do atual governo, apoiando a pauta econômica liberal que na realidade é a nossa pauta histórica e se opondo de maneira contundente contra a pauta ultraconservadora nos costumes. Precisamos respeitar de maneira plena a liberdade das pessoas de cuidarem de suas vidas.

    Minha sugestão é que o PSDB delimite de maneira oficial que quando o partido não for oficialmente base de um governo, seus filiados podem livremente assumir cargos neste governo desde que sejam automaticamente suspensos de seu vinculo partidário, a filiação fica em “stand-by” e volta a vida orgânica partidária assim que deixar o cargo que ocupar.

    Assim contribuímos com o país sempre, com nossos cargos técnicos a disposição do país, mas simultaneamente, mantemos nossa independência e liberdade para criticar o governo em suas falhas.

    • #3396
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      Angelica Rolfsen
      Espectador

      Deveriamos exigir a extinção quase total de partidos no Brasil, direita ou esquerda. Salários como qq trabalhador. Desacato…. kkkkkk, quem desacata são vcs falsos funcionários pelo bem da nação….pena de morte urgente para estupradores – homicídios e maus políticos / colarinho branco que se tornou imundo com o passar dos tempos / e para nosso querido companheiro analfabeto Ladrao Lula pena de morte para ele que defende a família de suicidas….. fala sério, e teve marmota que votou no PT….apesar que os demais partidos não ficam fora das asneiras cometidas por este cabeçudo do inferno….. Lula livre em 2050……. viva o Brasil da corrupção e sem leis 🍾🥂🍾🥂🍾

  • #753
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    Luciana Loureiro
    Espectador

    O PSDB tem que agir com responsabilidade como sempre fez, apoiar o Governo no que achar que é o melhor para o Brasil e reagir quando não for bom para o país.
    Como temos fama de ficarmos no muro, e isso não é bom, na minha opinião o PSDB deve ser oposição, mas reforço a questão da responsabilidade com o país.

    • Esta resposta foi modificada 1 semana, 3 dias atrás por  admin.
  • #755
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    Evandro Losacco
    Espectador

    Devemos manter independência do Governo Federal, apoiando aquilo que está dentro das nossas propostas e Programa, principalmente as Reformas que o Brasil precisa. Por outro lado, temos  que ter uma  oposição firme nas pautas de costumes e sociais que forem contra a liberdade de expressão, respeito as minorias, diminuição das desigualdades sociais, preservação do Meio Ambiente, Direitos Humanos, etc…

  • #756
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    Bruno Soares
    Espectador

    A postura prioritária deve ser a de independência. Esse é certamente o pior governo desde a redemocratização e qualquer associação a ele de maneira mais formal cobrará seu preço nos próximos pleitos.

    Deve-se manter o protagonismo nas pautas que realmente interessam ao país, que são inadiáveis, como previdência e sistema tributário, mostrando qualificação dos nossos quadros, o que sempre foi um diferencial, aliado às necessidades emergenciais do estado brasileiro.

    Qualquer colaboração deve se pautar pela necessidade do país, pela modernização da máquina pública e seus ganhos reais para a população. Rechaçemos por ora adentrar em questões morais subjetivas, comportamentais da sociedade, pra agradar nichos. Temos outras prioridades.

  • #757
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    Adriana Vilela Toledo
    Espectador

    O PSDB deve ser, como sempre foi, pelo Brasil e pelos brasileiros e brasileiras. Analisando cada pauta e se posicionando sempre em defesa da social democracia com independência.

  • #759
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    Valéria Lucia Gomes
    Espectador

    O governo Bolsonaro é um CÂNCER, vejo comentários que o PSDB deve apoiar a pauta economica, mas que pauta? O Guedes é um falastrão que só diz que vai resolver, mas não resolve nada. Esse governo não sai do lugar.

     

    Esse discurso bonitinho de independência foi usado por nós no governo Temer e afundou nossa bancada, vamos repetir o erro com o Bolsonaro? CHEGA DE MURO! Ou é governo ou é oposição, pro povão não existe “independente” não.

  • #762
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    Diego Baltazar
    Espectador

    Precisa se manter independente do governo, porém é preciso apoiar as pautas que favorecem o crescimento do Brasil. O PSDB precisa se reconectar com suas raízes e ser fiel às suas ideologias.

    O resultado da última eleição demonstrou que o povo mudanças no campo ativo e não apenas no campo teórico.

    A marca do PSDB sempre foi o desenvolvimento em todas as esferas em que esteve a frente, fazer oposição ao governo Bolsonaro e desprezar que algumas pautas como a segurança pública, infraestrutura e reformas previdência e tributária estão caminhando para o progresso não me parece ser tão inteligente.

  • #764
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    Thélio Caudinski
    Espectador

    Este é um ponto delicado que não tem consequências apenas na relação com o governo, mas também, tem relação com o que o povo entende sobre nós. Não há como desassociar as questões eleitorais. A cabeça do brasileiro é dual: direita ou esquerda, e há um grupo diminuto de optantes pelos centristas. Ao mesmo tempo, esta divisão é sustentada pela classe a qual o brasileiro pertence e para qual ele quer migrar (geralmente, para cima). Neste sentido, defendo alguns pontos:

    Não apenas devemos defender reformas liberalizantes, mas escancarar aqueles que lutam contra o Brasil e ao mesmo tempo sermos intransigentes com este governo, pois todos nossos quadros sempre que podem são implodidos por membros do governo e pelo próprio presidente que ai está. Se por um lado ajudamos o Brasil apoiando e trabalhando pelas reformas, precisamos deixar claro quem é quem, quem é o PT, quem é Jair Bolsonaro e sua trupe.

    As vezes isto é difícil ficar evidente para o povo brasileiro, especialmente aquele que depositou esperanças no atual governo como uma força renovadora frente a “velha política”, a qual fomos enquadrados. Esta postura de independência também deve ser acompanhada de outros símbolos, como uma intransigência com relação a corrupção, novos meios de transparência e maior participação do eleitor nas decisões partidárias em votações no Congresso Nacional.

    Não devemos esquecer que Bolsonaro, de um modo ou de outro, sequestrou nosso eleitorado de outras épocas. A acusação deste eleitorado contra nós fora uma suposta falta de vigor na oposição ao PT, dentre outros elementos, como uma possível omissão sobre casos internos de corrupção. Podemos contestar, mas não podemos brigar com o eleitor. É momento de buscar novas formas de expressar nossos pontos. É neste sentido que devemos pensar sobre a nossa posição ao governo Bolsonaro, que precisamos dizer o que pensamos de forma clara.

    Bolsonaro é um produto de curta validade. Vai ruir. Isto, porém, não significa que simplesmente vamos ocupar seu espaço novamente.

     

  • #768
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    Edson Lau Filho
    Espectador

    O PSDB tem que ter responsabilidade com o futuro do Brasil. Isso implica no apoio à pautas que sejam convergentes com o pensamento tucano em todos os espectros:

    – econômico

    – social

    – ambiental

    – segurança

    – reformas

    Apenas para citar alguns exemplos, que o PSDB pode contribuir com seus posicionamentos históricos e resultados no governo FHC, nos governos estaduais e nas capitais.

    Contudo, creio que nós tucanos não podemos fazer parte do governo. Já erramos quando participamos do Governo Temer.

    Da mesma forma o PSDB deve combater a verborragia do presidente e da sua família e denunciar a “nova velha forma” de fazer política que é levada a cabo no Brasil.

    O PSDB deve também a intolerância e a falta de respeito às instituições protagonizaras pelo bolsonarismo.

  • #772
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    Diego Mariano
    Espectador

    A posição correta para o PSDB, a meu ver, é de total independência e defesa das nossas bandeiras históricas. Como já dito aqui neste fórum, quando a pauta do governo vier ao encontro da nossa, devemos apoiar, porém, precisamos fazer oposição enérgica àquilo que contrariar nosso ideário bem como atentar contra marcos civilizatórios do país.

    Sobre os filiados que integram os espaços no governo, é inegável que o PSDB possui alguns dos melhores quadros da gestão pública nacional, porém, em respeito à essa independência, é preciso deixar claro no estatuto do partido que, quando um filiado assumir cargo de direção em governos não apoiados pelo partido, sua filiação será suspensa naquele período, voltando normalmente quando do seu desligamento do cargo ocupado.

    E, acima de tudo, ter posições claras sobre os temas, como estamos fazendo.

  • #786
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    Álvaro Provetti
    Espectador

    Devemos manter nossa independência em relação ao governo, contribuindo com o que pensarmos ser melhor ao país, mas nos colocando contra as pautas que considerarmos prejudiciais.

    O principal fator que merece nosso apoio, são as pautas econômicas, que seguem a linha do que historicamente defendemos, sendo uma maneira de recuperar o país da herança maldita do PT.

    Nos costumes, é necessária uma análise mais cuidadosa e individual dos projetos, se opondo as excentricidades reacionárias do atual governo, mas apoiando aquelas pautas que se mostrarem mais sensatas.

    Quanto aos cargos, não acho prejudicial que emprestemos a reconhecida qualidade de nossos quadros, desde que se resguarde a nossa “cara tucana” nas ações daquele que exercer a função, evitando a “bolsonarização” de nosso partido, mas buscando fazer um trabalho consciente em prol dos brasileiros e do Brasil, que é o que importa.

  • #793
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    Moacir Cardoso
    Espectador
    • O PSDB deve se manter com independência do atual governo, apoiando as pautas que sejam compatível com o programa partidário, e que atendam os interesses coletivos dos brasileiros. O PSDB sendo independente, não deve ocupar cargo no governo.
  • #871
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    Felipe alexandre Ferrari da silva
    Espectador

    É necessário entender que um partido Social democrata deve agir de acordo com o pensamento social democrata, resgatando seus princípios a serem defendidos, jamais apoiando políticas radiciais, conservadoras ou até mesmo Liberais, seria um momento bom para o partido buscar se destacar, mostrando ser diferente do Governo Bolsonaro, assim como se mostrou ser diferente aos Governos do PT, o partido se perdeu por muitos anos, quando se buscou quantidade, e acabou pecando na qualidade, é muito fácil uma pessoa trocar de partido, mas as ideias que acreditam não, é importante a organizaçao e construção de uma identidade para o partido, que busque agregar pessoas que pensem de acordo com a bandeira social democrata e assim evitando atrair pessoas que estão em busca apenas de se aproveitar da popularidade do partido para se eleger.

    A social democracia surge em um momento em que o liberalismo clássico estava causando muito sofrimento aos mais pobres, foi momento de exploração dos trabalhadores causados pela ambição do Lucro resultante da Revolução Industrial do século XIX, e também combatendo o Socialismo e Comunismo que buscavam modificar todo o sistema.

    A social democracia passou a fiscalizar o setor privado, fortalecendo estatais, garantindo direitos aos trabalhadores e mais pobres.

  • #895
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    Wenderson Almeida
    Espectador

    Independência em relação ao governo Bolsonaro, atuando em conformidade com as visões do partido e das questões fundamentais ao país. Também considerando que o PSDB não integra a “base” do governo, vejo como fundamental o afastamento do cargo de filiados ao partido que estejam presentes em outros escalões da estrutura do governo. Se houver um real comprometimento com o país, o PSDB será plenamente capaz de ter uma atuação influente e destacada fora de qualquer cargo, sem qualquer contradição de práticas e discursos, diante de um governo que não possui identidade e, inclusive, despreza o PSDB.

  • #901
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    João Batista Da Silveira Filho
    Espectador

    <p class=”MsoNormal”>Alguns motivos colaboraram com a perda de espaço do PSDB no cenário político nacional no pleito de 2018. Dentre os quais o envolvimento de quadros importantes do partido em escândalos de corrupção, insatisfação da sociedade, de modo geral, com a classe política dominante, mas também uma falta de posicionamento clara e firme do partido e de alguns de seus principais integrantes em grandes temas nacionais. Entendo que o posicionamento do partido em relação ao governo Bolsonaro deve atentar para o último dos itens listados.</p>
    <p class=”MsoNormal”>Parece evidente que nosso atual presidente está entre os mais despreparados que nosso país já teve e sua insistente falta de decoro e inversão de prioridades trará grandes prejuízos para a nação, notadamente nas áreas de educação, relações exteriores e direitos humanos. Devemos nos posicionar em oposição de forma clara, incisiva e imediata sobre este estado de cousas.</p>
    <p class=”MsoNormal”>Quanto a pautas como reforma da previdência, tributária, administrativa entre outras (hoje mais identificadas com o legislativo) devemos respeitar a postura histórica do partido em apoio e construção das mesmas.</p>

  • #950
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    João Gomes
    Espectador

    O PSDB tem que ser a favor do Brasil, apoiando pautas que sejam a favor da população, continuando assim a sua postura independente.

  • #955
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    Cassiano Januário Cordeiro
    Espectador

    Apoiar sempre as pautas do governo quando essas são de interesse do partido e do povo e sempre questionar com perguntas inteligentes e não com julgamentos vazios e extremistas o que for negativo e fora  do nosso interesse.

    Acho valido também de inicio o PSDB dar voz aos prefeitos ou criar um canal de comunicação deles diretamente com o governo Federal sem a necessidade a todo momento da intermediação dos governadores.  A longo prazo essa ideia pode ser um possível caminho pra o fim dos estados e a criação de um sistema politico novo,positivo, econômico e mais ágil. Presidente e Prefeitos.

     

     

     

  • #1000
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    Bolívar Gomes
    Espectador

    No que se refere ao atual Governo Federal: oposição propositiva. O PSDB jamais pode ser uma oposição “ao estilo PT”, em que tudo o que é proposto pela situação é ruim. Não, nós não somos e não podemos jamais ser assim. É preciso apoiar o governo naquilo que é de compreensão do partido que é importante para o país sem participar do governo.

    Aqui uma necessidade: a revisão do Pacto Federativo. Quando foi formulado, o país era outro. Hoje, principalmente após os governos do PT, esse sistema acabou por tornar os municípios e até estados dependentes do governo federal. É no município que as coisas acontecem e que o cidadão cobra.

  • #1002
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    Gleyson Macedo
    Espectador
    1.  Oposição ao governo bolsonaro !
  • #1042
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    Aislan Kobayashi
    Espectador

    O PSDB deve manter sua independência do atual governo. Apoiando as pautas econômicas que sejam importantes para o crescimento do país como reforma da previdência e tributária.

    Sobre quem é filado e desejar compor o atual governo trabalhando deverá ter sua filiação suspensa provisoriamente até que ele deixe o cargo ocupado.

  • #1069
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    Cassiano Januário Cordeiro
    Espectador

    O PSDB quando chegar ao Governo Federal de forma positiva elegendo o Presidente, a maioria no senado e a maioria na Câmara dos Deputados precisa urgentemente criar uma forma de comunicação e um método de trabalho bem estruturado, transparente e ativo entre o Governo Federal, o governo Estadual e o Municipal. O povo precisa ser beneficiado, o povo precisa receber as mensagens Independente do partido politico do governador ou Prefeito.

    Fica nítido que a maioria dos problemas da politica atual e essa disputa, a falta de comunicação ou o desvio dela ate  chegar no povo.

  • #1094
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    Brunno Caleiro Pereira
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    O governo atual tem cometido muitas falhas pessoais que abalam a imagem interna e externa. As ideias que foram apresentadas tinham boas intenções e pareciam causar boa impressão nos mercados financeiros, o que iria atrair muitos investimentos para o Brasil. Porém, a política e a economia são frequentemente deixadas de lado por questões pessoais, rixas internas, brigas desnecessárias e outros tipos de desgaste que causam extremo impacto na imagem do país em geral. O governo federal tem se esquecido que eles representam a nação, não uma ideologia ou um partido ou uma família. Governar o país e liderar os mais de duzentos milhões de habitante ao desenvolvimento. Não adiante criar projetos e promessas, senso que eles não vão sair do papel por rixas e má intensão daqueles que deveriam estar trabalhando em prol dos brasileiros. Está na hora de esquecer problemas com viés ideológico, retomar o Brasil como líder mundial em diplomacia, abrir oportunidades aos investidores diversos e realmente interessados e pôr em ação os planos econômicos palpáveis e urgentes, como as reformas que necessitamos para reorganizar a estrutura financeira básica do futuro do país. O momento requer atenção pois, qualquer desvio ou erro, o Brasil pode mergulhar em uma crise financeira grave, como tem acontecido muito com os países latino-americanos atualmente. É um momento instável e delicado da economia mundial e devemos concentrar os esforços nisso, na criação de empregos, oportunidades e no desenvolvimento social interno. Ultimamente o governo federal tem perdido o controle de situações que não teriam a necessidade de se afundarem em crises. O tempo para consertar isso é escasso e, para o futuro governo, a situação pode estar cada vez mais complicada.

  • #1097
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    Thélio Caudinski
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    O atual momento, aliás, mostra que o PSDB precisa liderar não apenas críticas ao Governo Federal como uma oposição, e sim mostrar ao país o que está dando errado. Estamos sempre apoiando, mas não podemos deixar que a bagunça tome conta. Temos que mostrar as práticas antirrepublicanas que estão sendo realizadas. O Brasil não pode mergulhar em uma crise novamente. As pessoas não aguentam mais.

    Podemos mostrar ao povo que ir para a oposição não quer dizer que somos petistas ou de esquerda, mas que defendemos o mercado, somos contra o extremismo e oferecemos novas práticas ao Brasil.

  • #1116
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    Miguel Tonellotto
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    A história nos mostra que erramos ao fazer oposição por oposição e também aderir cegamente. Ajudamos a derrotar uma reforma da previdência no governo PT, fazendo oposição por oposição, e quem sofreu foi o país. Também não esqueçamos do quanto nos prejudicou a nossa relação com o governo Temer.

    Portanto, não há que se discutir alinhamento ao governo federal, mas sim a defesa de nossas bandeiras históricas. Ao levarmos o eixo do debate para o adesismo, ou não, nós estamos mais uma vez entregando de mãos beijadas essas pautas para terceiros e arrivistas. Perdendo  assim mais uma oportunidade de retomar o debate e orientá-lo para onde nos convém enquanto partido.

    Foi assim com a reforma da previdência, com a boa governança, com o discurso pró mercado e tantas outras. O momento é de radicalizar a defesa das nossas pautas e empunhar nossas bandeiras com vontade. O debate sobre nossa posição quanto ao governo virá naturalmente quando conseguirmos defender nosso legado e projeto de país com clareza.

  • #1124
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    Gabriel Queiroz
    Espectador

    Nesse momento da vida Nacional, é importante o fortalecimento dos partidos políticos através de posições firmes a favor do Brasil.

    Nesse contexto, o PSDB deve manter-se neutro com relação ao Governo Federal, votando a favor das propostas que beneficiem o país, como por exemplo as propostas econômicas encaminhadas pelo Ministro Paulo Guedes ou o pacote Anticrime do Ministro Sérgio Moro.

    Porém a Social Democracia nunca poderá tolerar retrocessos a conquistas e direitos sociais, nem muito menos posturas de intolerância e discriminação que infringem direitos fundamentais dos cidadãos.

    A atitude do PSDB com relação ao Governo Federal deve ser completamente programática, auxiliando as pautas benéficas, repugnando tentações antidemocráticas do atual governo e também se recusando completamente de exercer qualquer tipo de cargos na administração Federal.

     

  • #1128
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    Werner Ildon Gerhardt
    Espectador

     

    Na minha opinião, devemos contribuir e ajudar naquilo que seja bom para o Brasil, e para o desenvolvimento econômico e social.

    Mas não fazer parte do Governo, pelo menos por enquanto, e aguardar.

  • #1131
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    Douglas Frederico
    Espectador

    O governo Bolsonaro é fruto dos erros políticos e econômicos cometidos nos últimos tempos, onde a sociedade relativizou muitos princípios em prol de não deixar o PT no poder.  Fomos o único lugar do mundo onde o maior partido de oposição não chegou ao poder quando o governo se desmanchou, se acomodamos na oposição porque a polarização nos favorecia, deixamos um deputado do “baixo clero” assumir um discurso e capturar um eleitorado que era nosso. O PSDB deve manter a postura independente, manter a pauta do Brasil e construir alternativas porque esse fenômeno vai passar e devemos resgatar nossa parcela que se diluiu

    Atenciosamente

    Douglas Frederico – Rio de Janeiro – São João de Meriti

  • #1157
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    Jaylan Macedo
    Espectador

    É necessário se opor as atrocidades do governo Bolsonaro, mas manter opinião favorável a agenda de reformas que estejam de acordo com os princípios programáticos do partido, assim como deveria ter sido feito no governo Dilma. O PSDB deve sempre defender os direitos humanos, ser contra qualquer tipo de censura proposto por esse governo. Não iremos recuperar a nossa imagem e nosso eleitorando tendo posicionamentos oportunistas ou de “onda”. É necessário se manter firme e defender nossos ideiais.

  • #1169
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    Alef Ramos
    Espectador

    O partido deve ter uma postura independente, votando nas proposta a favor do Brasil em beneficio do povo Brasileiro, nesse momento da vida Nacional, é importante o fortalecimento do PSDB através de posições firmes.
    Nesse contexto, o partido deve manter-se neutro com relação ao Governo Federal, votando a favor das propostas que beneficiem o país, como por exemplo as propostas econômicas entre outras.

    • Esta resposta foi modificada 3 semanas atrás por  Alef Ramos.
  • #1205
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    Gregory Gonçalves
    Espectador

    A principal atitude que o partido deve tomar é manter distância do governo e apoiar somente o que for estritamente bom para a população e que esteja em acordo com os princípios democráticos sem macular a imagem do partido.

    Manter distância das polêmicas do atual governo e ser favorável às reformas tributária e da previdência

  • #1226
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    Ângelo Perucci
    Espectador

    O partido deve-se manter independente e apoiando a liberdade econômica sem se esquecer das pautas sociais. Não se pode deixar levar pelo extremismo e pelo oportunismo. Ser coerente com a sigla, Social Democrata, e ter ciência que isso impõe responsabilidades, não só eleitoral, mas também social.

  • #1228
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    David Lira Matias
    Espectador

    O PSDB sempre esteve presente nos principais momentos de politica brasileira e sempre agindo com transparecia, ética e democracia. Diante de todos os momento que aconteceram na politica brasileira, o PSDB sempre defendeu os interesses do brasileiro.

    Acredito que o PSDB deve manter a postura independente e defender aquilo que seja benefico para a população brasileira, e como fez, agir com ética e democracia perante a todos os momento importante da politica brasileira.

  • #1252
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    Ericarlos Duarte
    Espectador

    O PSDB deve manter independência do atual governo, construir uma base estrutural ouvindo seus correligionários para 2022 busca a presidência do nosso Brasil, PSDB deve manter seus princípios de valores e ouvir para Inova, nossa posição deve ser a voz ativa do povo brasileiro.

  • #1333
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    Silvia Cibele
    Espectador

    Não podemos ser refém de nenhum governo que seja contrário aos direitos humanos, que faça gestão – pautas negativas nos seus programas contra a social democracia, contra o direito de liberdade de expressão.

    O PSDB através do então Presidente FHC foi o primeiro a assumir que o Brasil é um país racista, que o Brasil precisa respeitar o negro e a sua história.

    No Estado de São Paulo o Conselho da Comunidade Negra foi criado na gestão Franco Montoro, ou seja, mais um ato de inclusão social de compromisso do PSDB com as pautas de exclusão da sociedade.

    Da mesma forma, os primeiros conselhos e centro de referência LGBT (na época) foi criado através de políticas públicas na gestão Serra, mais uma confirmação do PSDB com as garantias individuais e humanitárias.

    Concordo com Cançado e com Evandro, dentre outros, temos que ajudar o país, mas, não podemos perder nossa identidade.

  • #1338
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    Anisio Viana
    Espectador

    <span style=”caret-color: #383636; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.586075782775879px; -webkit-tap-highlight-color: rgba(0, 0, 0, 0); -webkit-text-size-adjust: 100%;”>O PSDB deve apoiar as pautas importantes para o Brasil do atual governo, com independência para discordar sobre as matérias que prejudiquem os Brasileiros. Devemos ouvir o pulsar das ruas e ter uma posição ativa em defesa do povo brasileiro.</span>

  • #1355
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    Amanda Nascimento Pereira
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    O PSDB deve se manter independente do governo federal. Melhor declaração a respeito é do prefeito de São Paulo, Bruno Covas: “O PSDB não pode ser biruta e se posicionar conforme o vento sopra”. O partido só vai se queimar e perder votos se não firmar sua base.

  • #1371
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    Pedro Rodrigues
    Espectador

    Sendo o item que considero o mais subjetivo de todos, e mesmo assim não menos importante, o PSDB é um partido com intenções cristalinas e programa claro, e jamais poderá ser tutelado por um governo que suga enquanto puder (ou enquanto este tiver) o prestígio popular que acarretou o ministro da Justiça, afiança esperanças num ministro (da Economia) que não sabe até quando fica na pasta, e dá pouca evidência ao seu maior trunfo na Esplanada: Tarcísio Gomes de Freitas, que até onde se sabe, bem intencionado e extremamente técnico, sem margens para contemporizar com o aparato burocrático.

    Não podemos ignorar o fantasma das candidaturas laranja que cercam pessoas próximas do presidente da República ou ainda o caso Queiroz, razão pela qual desembocou na desconfiança da honestidade de um dos filhos do presidente e que por isso o levou a contemplar um acordão nacional com Dias Toffoli, presidente do STF, e figura emblemática por ter sido a bem pouco tempo servil ao lulismo.

    De certo que não podemos incriminar previamente o presidente por conta do filho, desde que este não usasse o aparato estatal e o cargo que ocupa (o mais alto da República) para influenciar e acobertar investigações contra aquele. Se isso não ficou completamente evidente, não faz a menor diferença, até porque essas coisas não passam recibo.

    Forante as declarações estúpidas e desnecessárias que geram crises institucionais para o país, o PSDB tem que se manter fiel ao seu propósito, mas sem admitir ser subjugado por um líder inconseqüente de uma massa confusa como Bolsonaro tem se demonstrado. Porque o PSDB cedeu alguns de seus melhores quadros técnicos para tocar ministérios do atual governo; as principais reformas e pautas debatidas no momento no Congresso têm DNA do PSDB, seja pela contribuição de Sheridan, Samuel Moreira, Luis Carlos Hauly, Tasso Jereissati e muitos outros.

    E na primeira de copas o presidente ou algum de seus ministros se acham no direito e ao sabor das próprias conveniências se desfazerem do partido. Num caso mais recente o ministro da Educação comparou FHC a uma doença terminal. O que houve com a autoestima e a independência dos nossos parlamentares que majoritariamente silenciaram?

    O PSDB precisa decidir se é oposição, definitivamente, contribuindo apenas com as pautas favoráveis ao país, adotando uma linha de posicionamentos pregressos que contarão mais da sua história e que assim se tornará de mais fácil assimilação pelo eleitorado. Isso se quiser vislumbrar 2022.

  • #1377
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    Lucas Pinheiro
    Espectador

    Independência não é oposição. Entender as vozes das urnas e das ruas não significa interpretar que o povo nos colocou contra o governo, mas nos deu um caminho quanto às suas pautas.

    O PSDB deve ser independente apoiando o que for para o Brasil e liberando cada filiado que, em particular, queira contribuir de alguma forma com o governo.

  • #1394
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    Fernando Juarez
    Espectador

    Acredito que o PSDB deve ser independente e não reativo ao governo, mas sim cauteloso. O governo federal tem se mostrado muito instável, desorganizado e com posições muito extremistas, o que acaba gerando muita desconfiança e desagrado, mas a posição do partido tem que estar ao lado de assuntos relevantes ao interesse público, apoiando o governo quando ele se posicionar de maneira adequada e discordando quando inadequada.

  • #1408
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    Jackson Lucian
    Espectador

    Confesso que nosso partido ficou muito tempo sem identidade, ficamos muito em cima do muro,  onde pagamos o preço,  vivemos um momento a onde os eleitores querem ser representado, com posicionamentos firmes e sem medo, estão cansados de partidos em cima do muro ou com medo de assumir lado,  temos tempo para criar nossa identidade,  dar de fato lugar para novos líderes para que não sofremos as consequências novamente,  acredito que somos o único partido que temos um pré candidato a presidente a altura do momento que vivemos,  com um potencial sem igual só depende de nós fazermos nosso dever de casa para contemplar o susseco.

  • #1428
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    Fellipe Bayeh
    Espectador

    Votei no Bolsonaro no segundo turno, mas apesar disso não sou seu pleno apoiador, torço para que o governo dê certo, fico feliz com algumas vitórias que tivemos, principalmente com o apoio dos nossos colegas tucanos, mas também sou critico de muitas ações que considero não condizentes com um Presidente, espero que Bolsonaro consiga terminar o mandato, pois não precisamos de mais instabilidade politica no Brasil, acredito que como partido o PSDB deve apoiar o que faz sentido ao nosso Pais e ao nosso partido, e combater o absurdo e não alinhado a nossa sigla, sou otimista e torço para o melhor.

  • #1445
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    Gabriel Nascimento
    Espectador

    Independência com relação ao atual governo federal. Apoiando as pautas econômicas liberais do governo, as quais devem conseguir modernizar o Estado Brasileiro. Mas também se opor às questões morais e conservadoras do governo, que são um verdadeiro retrocesso democrático.

  • #1473
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    igor coimbra manhani
    Espectador

    Considero que a posição do PSDB em relação ao atual governo deve balizar-se por suas bandeiras históricas: liberdade econômica e atenção ao social. Ao seguir essa pauta, o partido não deve se limitar a sancionar eventuais avanços em termos de maior liberdade econômica e votar contra a pauta claramente reacionária do atual governo. Sendo um partido com uma imensa lista de serviços prestados ao pais em todas as áreas, o Partido deve atuar de maneira propositiva em relação a temas sociais e marcar posição enquanto partido social democrata. Em outra frente, penso que o partido deve atuar de modo enfático para impedir retrocessos em áreas que avançaram significativamente durante o governo do presidente Fernando Henrique, com especial atenção à saúde, educação e meio ambiente. Do mais, o partido deve ser muito claro em relação a não participação em um governo eleito com base no ataque a nossos quadros às ideias pelas quais lutamos.
    Por fim, penso que só resgataremos a confiança e a credibilidade perante a sociedade se a convencermos de que conseguiremos – assim como antes – aliar estabilidade macroeconômica, respeito às instituições e avanços na eficiência administrativa.

  • #1480
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    Paulo Victor Barchi Losinskas
    Espectador

    A visão de qualquer deve ser pautada pelo seu próprio Estatuto, seus princípios e sua visão ideológica e esse é o maior compromisso que deve ser assumido. Com isso se reforça a instituição partidária, seus dogmas e desenvolve a sua própria identidade, se distanciando daquilo que é tido como “partido de aluguel”

    Se as propostas do Governo Federal estiverem alinhadas com aquilo que o partido defende, então se deve dar o apoio, caso contrário não.

     

  • #1491
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    Philippe Alves
    Espectador

    Saudações Tucanas

     

    O nosso foco é Brasil, e diante desta missão precisamos estar alinhados aos projetos, anseios e interesses do país. Em uma postura sólida, transparente e independente para sermos o principal porta-voz dos brasileiros através de uma representação ativa no congresso nacional, sem barreiras, sem aspas e com muito dialogo.

     

    Não se trata só de partidos, não é sobre bandeiras e nem tão pouco siglas: é sobre gente, é sobre sonhos! E é isso que devemos resplandecer em nossas ações e em nossas decisões em favor do Brasil. Em um cenário político tão obscuro precisamos todos os dias construir, alimentar e fomentar uma identidade com a cara dos brasileiros.

     

     

  • #1503
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    Wagner Gockos
    Espectador

    O PSDB deve praticar a oposição/situação inteligente a favor do país e não ao governo.

    Mantendo-se independente, ser contrário às pautas mirabolantes do governo Bolsonaro, e sim ser a favor das reformas que o país necessita, vencida a reforma da previdência, devemos buscar a reforma tributária e a revisão do pacto federativo, como dizia Franco Montoro, as pessoas vivem nos municípios.

    Precisamos unificar os impostos, diminuir a carga tributária.

    É preciso um reencontro com as nossas origens, e com a verdadeira Social Democracia.

  • #1536
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    Rafael Almeida
    Espectador

    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>Manter o posicionamento a favor do país e não do atual governo, agir com responsabilidade apoiar quando achar que é o melhor para o país e reagir quando não for.</span>

  • #1551
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    Jonathan Ferraz
    Espectador

    O grande papel que o PSDB tem desenvolvido deve permanece, pois o que temos visto é um partidos que entende a população brasileira, apenas deve ser intensificado juntamente com o governo federal que os brasileiros sejam mais livres e que tenha uma reforma tributária, e da previdência. Esse e outros são os pontos a serem pensados.

  • #1568
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    O PSDB deve se posicionar CONTRA o governo, principalmente no que diz respeito ao ultraconservadorismo social. Todos devem ter liberdade de se expressar da maneira que desejarem, desde que não se viole direitos de outrém. Devemos nos dissociar da imagem do Bolsonaro, principalmente porque, em campanha, tivemos o “BolsoDória”, e acabou sendo um tiro no pé. Devemos manter nossa postura de defensora da democracia e liberdade de expressão e pluralidade de ideias.

    Associar-se e manter amizades com o partido que está no poder, somente vai prejudicar ainda mais a visão que a população em geral tem dos tucanos. Manter relações com o atual governo cobrará seu preço, e, temo dizer, pode ser alto de mais. Devemos manter a bandeira da liberdade econômica sadia e a proteção social, sem que, para isso, seja preciso cercear liberdades e retirar direitos, como vem fazendo o atual Presidente da República.

  • #1576
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    Jean dos Santos Silva
    Espectador

    Manter independência, contribuindo como sempre contribuiu com o pais, com ideias e ideais, votando favorável àquilo que é bom pra maioria

  • #1579
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    Eduardo Alves
    Espectador

    Em minha convicção o PSDB é o partido mais racional, pois não embarca em qualquer discurso, optou por escolher o Brasil e não entre dois extremos. Minha opinião é que o PSDB deve agir com independência sempre criticando e questionando todos as propostas vindas do Executivo, deve apoiar as propostas em sua maioria econômicas, mas também em outras áreas, que estiverem de acordo com a atual situação do País e possam trazer soluções para o Brasil.

  • #1587
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    Pedro Henrique Pasquali
    Espectador

    Oposição, evidente, de maneira responsável. Mais não digo.

  • #1602
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    Marcus Vinicius Murgi II
    Espectador

    O PSDB deve se manter aliado ao governo federal, enquanto este defender pautas liberais, sobretudo no âmbito econômico. Precisamos destravar a nossa economia, deixar as pessoas empreenderem e trabalharem bem como queiram, sem quaisquer tipo de amarras que o Estado tende a colocar.
    Entretanto, é dever do partido ficar atento em pautas ultraconservadores que pouco ajudam no progresso de nossa nação. Devemos prezar pela liberdade individual, social e econômica de todos cidadãos brasileiros. Nunca será dever do Estado vigiar e punir o modo de vida de nenhum cidadão brasileiro.
    Por fim, o partido deve se portar em uma relação pendular com o governo federal, se pondo a favor de pautas econômicas, porém, agindo de forma incisiva contra qualquer tipo de aparelhamento da máquina pública ou nepotismo.

  • #1606
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    Rodrigo Jurck
    Espectador

    A atitude em Relação ao Governo Federal deve ser de absoluta Independência, apoiando as pautas importantes para o País. E não aceitando sob nenhuma circunstância qualquer cargo na esfera Federal.

  • #1613
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    Mateus Peixoto
    Espectador

    A postura de centro não é o “encimadurismo” que muitos tentam estigmatizar o nosso partido. A pluralidade de opiniões intra e interpartidárias é o que enriquece o nosso meio. Deste modo, a independência tucana em não fechar integralmente com um presidente que é afetado pela incontinência verbal e inexperiência gestora é a mesma que permite apoiar o que é necessário ao país e já bandeiras tucanas muito antes do PT assumir, como as reformas previdenciária, política e tributária. O protagonismo tucano é ser o porta-voz da racionalidade neste ambiente político altamente estigmatizado.

  • #1619
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    Guilherme Gosling de Oliveira Lott Lage
    Espectador

    Acredito que precisamos reconhecer um fato para que ele nunca saía de questão: o PSDB foi derrotado nas eleições presidenciais. O povo, lamentavelmente, não elegeu o mais preparado para gerir o país neste momento agudo: Geraldo Alckmin. Baseado nisso, o PSDB não deve ser base do Governo Bolsonaro. E mais, deve ser posicionar firmemente todas as vezes que atos ou falas do Presidente ofendam, violem e distorção qual parcela da população. O compromisso democrático deve ser inviolável para o partido, é isso que nos difere do PT e do Bolsonarismo. As últimas manifestações do partido tem sido no tom correto, procurando nos distinguir do lulismo/petismo e do bolsonarismo. A posição do partido tem que ser a do antigo lema: a favor do Brasil. Apoiar as pautas de interesse nacional, como tem fazendo, com destaque para a reforma da previdência. Mas não podemos de maneira alguma, compactuar com os desmandos do Presidente, que em muito lembram os do PT. Não podemos transigir com o princípio democrático, com o respeito às diferenças. Precisamos ser o partido que paute o debate, que abrace a causa ambiental – sem radicalismos-, que respeite as minorias e todas as parcelas dessa nova sociedade que estamos vivendo. Mas, repito, mostrar-se diferente do Bolsonaro é fundamental.

  • #1639
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    Pedro Caldas
    Espectador

    Já que não há uma aliança clara, a postura adotada deve ser seguir com essa independência, apoiando as reformas e o desenvolvimento do país. A reforma da previdência tanto na Câmara quanto no Senado teve relatoria nossa, (Samuel Moreira – Tasso Jereissati) fora que o secretário das reformas, que foi relator da trabalhista Rogério Marinho também é do PSDB. E acho que esse nosso protagonismo precisa ser melhor explorado.

  • #1653
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    José Neto Cassiano de Camargo
    Espectador

    O PSDB deve adotar uma postura clara e pragmática em relação ao governo atual. Apoiar nas pautas que são as mesmas do partido, e se manter como pilar da democracia no congresso. Visto que o governo, em certos momentos tem arroubos um tanto autoritários.

    Mas o principal, é que o partido tome posição inequívoca em relação a ética e moral. Deve deixar claro que não aceita corrupção, para com isso trazer seus eleitores, que acabaram votando no presidente na última eleição. O PSDB não pode se deixar confundir com centrão, como somente mais um partido no Congresso Nacional, deve ter posição nítida em relação a pauta conservadora do governo.

    Enfim, deve manter a chama da Social Democracia.

  • #1656
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    Gregory de Araújo Toledo
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    O partido tem que se manter “neutro” em relação as atitudes do GF, já vimos como o presidente destrata seus aliados, é preciso que o partido apoie as medidas que ache correta e as que não concorda, e se possível, que se apresente soluções e abra conversas para medidas erradas.

    Sobre as bananadas que o presidente comete, é melhor deixar que ele se enforque que ficar se sujeitando ao ataque de gados.

  • #1679
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    Wellington Luís Pegorin
    Espectador

    Nosso partido deve manter sua postura e princípios, apoiando questões intrínsecas e que de fato devem ser abordadas e discutidas pelo governo, como a recente aprovada reforma da previdência, reforma tributária e política. Assuntos em que o governo trate distintamente de nossas ideologias, devemos ressaltar qual é a nossa posição, mostrando uma postura firme e coerente.

  • #1690
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    Carolina Vancini
    Espectador

    O PSDB deve apoiar o governo federal, no quesito de postura anticorrupção, pois este apoio demonstra o novo PSDB que estamos construindo a partir da história que temos até agora.

    Este apoio não deve ser visto da “ala Dória”, mas sim de pessoas de bem, que querem um Partido novo, onde a base para se fazer Política seja a honestidade e a moralidade do ponto de vista que nossas políticas sejam feitas para o povo e pelo povo, que tem como representantes os cidadãos de bem que são filiados ao Partido e que compõe a base fortalecedora do Partido; assim demonstrando ao povo, que nos associam ao PT e diversos partidos corruptos, que o nosso partido tem seus filiados corruptos, como qualquer outro, mas que aqui impera são os inúmeras exceções que fazem o nosso Partido pioneiro na política e também na luta pela democracia.

    Nos outros pontos, defendo no âmbito partidário, que nós do PSDB devemos “olhar” para o povo e para o Brasil, pois sem esses dois alicerces, nós não teremos o futuro do nosso Partido garantido quando digo futuro garantido, me refiro ao espaço eletivo no âmbito político a nível nacional. A

    A partir desses dois aspectos nós vamos reconstruindo a nossa história que alguns meros corruptos quase destruíram com suas posturas e decisões inadequadas.
    Em relação às questões ideológicas, defendo e acredito piamente que os membros das executivas e que compõe com cargos eletivos tem a maturidade para fazer as articulações e composições necessárias para que seja feita uma política que represente verdadeiramente o povo brasileiro e o Brasil com todas as suas riquezas.

    Temos que ter maturidade e dignidade para sermos o novo e para conseguir edificar e consolidar o novo que tanto queremos para o Brasil.

    Por fim temos que ter a consciência que articulação não é artimanha, conciliação não é conchavo e negociação não é negociata.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 5 dias atrás por  Carolina Vancini. Razão: digitei no word e desconfigurou quando transportei
    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 5 dias atrás por  Carolina Vancini.
  • #1735
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    Yan fernandes pereira
    Espectador

    O governo precisa ajudar e apoiar tudo que edifica no nosso território nacional !

  • #1753
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    Ronald Vilella
    Espectador

    Governo Federal poderia tornar os Estados mais independentes, desde que haja um compromisso fiscal de seus governantes. Além disso, o governo de coalizão é algo extremamente nocivo à democracia. Cargos de relevância como diretores de estatais, bancos públicos e ministérios devem ser exclusivamente geridos por pessoas altamente capacitadas aos seus postos.

    Vale ressalta a importância e urgência da reforma política, principalmente a criação de medias mais duras contra a corrupção relacionada aos parlamentares.

     

  • #1856
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    Rodrigo Ferreira
    Espectador

    Ser oposição e votar a favor apenas as matérias de interesse do pais, sempre revisando e tentando aprimorar o dispositivo legal. Não participar do governo com cargos ou indicações. Longe das benesses e do poder e perto do pulsar das ruas.

  • #1880
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    Bruno de Paula Machado
    Espectador

    O partido deve adotar uma postura de oposição. Uma oposição construtiva, que apoie as boas ideias e se oponha a tudo que possa prejudicar o Brasil e sua Democracia.

    Estamos diante de um Governo com uma postura horas bem autoritária, que podem com toda certeza prejudicar nossa democracia. Porém esse mesmo Governo tem em sua equipe grandes nomes, nomes esses que podem somar ao nosso país. E são esses nomes que trazem grandes ideias, ideias essas que devemos apoiar, isso se as mesma estiverem de acordo com nossos ideais e ética.

  • #1884
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    Guilherme Santos Ferreira
    Espectador

    Devemos manter independência do Governo Federal, apoiando aquilo que está dentro das nossas propostas e Programa, principalmente as Reformas que o Brasil precisa. Por outro lado, temos  que ter uma  oposição firme nas pautas de costumes e sociais que forem contra a liberdade de expressão, respeito as minorias, diminuição das desigualdades sociais, preservação do Meio Ambiente, Direitos Humanos, etc… Chega de ficar em cima do muro, no meu ponto de vista o PSDB deve ser OPOSIÇÃO ferrenha deste desgoverno que esta, o povo irá cobrar nas próximas eleições e não podemos compactuar com aberrações que estão propondo fazer e muito menos passar vergonha por apoiar um governo que uma hora diz algo e logo em seguida retira o que falou, estamos la no exterior passando vergonha e digo mais uma vez e incansavelmente SEREMOS COBRADOS NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.

  • #1912
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    Estevão Filho
    Espectador

    O PSDB tem que deixar claro que não faz parte do mesmo grupo ideológico do atual governo, porém que está junto naquilo que economicamente for bom à toda a população, principalmente no que tange às questões das privatizações e ao mesmo tempo cobrando o fortalecimento das agências reguladoras.

    Tem que tomar posição como vem fazendo, para se diferenciar disso que está aí, porém sem o histrionismo do PT.

  • #1927
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    Anísio Lima
    Espectador

    Somos o partido do equilíbrio e das decisões tomadas com base em estudos, planejamento e boa gestão, não podemos deixar que essa imagem seja confundida com a de “ficarmos no muro”! Temos (PSDB) que agir conforme sempre foi feito, a atuação com responsabilidade, apoiando quando for o melhor para o desenvolvimento do nosso país e sendo contrários quando não for favorável.  Somos oposição, porém com as decisões tomadas de maneira estudadas e analisadas minunciosamente, pensando no melhor para cada brasileiro e brasileira!

  • #1931
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    Kauan Alves
    Espectador

    O PSDB deve de manter na posição de força política independente, apoiando todas as ações do governo que rumem no sentido da liberdade econômica, igualdade de oportunidades para todos, desenvolvimento sustentável e do aprofundamento da nossa jovem democracia, este é o caminho.

  • #1952
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    Ryco Lima
    Espectador

    Independente da posição do Governo em relação aos assuntos, o PSDB deve ter os seus. Agindo com interesse pelo que é melhor pelo Brasil, ou seja, analisando cada caso e sendo firme como foi nos últimos tempos. Não devemos cometer os erros de não ter consciência e votar tudo negativamente tudo que o Governo manda para o Congresso Federal. Admiro posicionamento como o do Senador Tasso Jereissati, que relatou a Reforma da Previdência e foi fiel a lei e ao Brasil, não seguindo ordens de ninguém se não do próprio povo. 

    Creio que se deve se firma que uma das bases deve ser a instalação de um regime Parlamentarista no Brasil, mas de maneira que seja construída e não outorgada.

    Não se trata de Esquerda ou Direita, e sim, do que é bom para o Brasil.

  • #2025
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    Leandro Miguel
    Espectador

    Hoje o governo federal é uma incógnita… O PSDB é um partido que sempre admirei por sua independência, seguir assim é o caminho, depender do povo, atender a necessidade real do povo, e garantir o bem do povo brasileiro.

  • #2026
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    Valentina Jordão
    Espectador

    O PSDB deve se manter firme e forte nas pautas relativas à social democracia, melhoria da saúde, educação, saneamento básico, defesa dos direitos humanos, da democracia éramos vistos como  global player e global trader . Somos um partido que devemos nos manter firmes a esses princípios, ao contrário do governo do atual presidente que se mostra confuso no poder  e parece que não sabem o que estão fazendo. Péssimo para a imagem do Brasil. Vamos reagir PSDB! Temos capacidade e força para isso! Nossa juventude tem forca e desejo de mudança!

  • #2038
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    Vinícius Andrade Martins
    Espectador

    Não apoiar o atual governo!!!

    mas…

    Concordar com ideias liberais na economia(que não estão sendo aplicadas)

    Concordar com o pacote anti crime(Que também não foi pra frente)

    Concordar com a proposta anticorrupção (que também não melhorou)

    Temas que vão fazer o Brasil crescer.

    Discordar de todos os outros aspectos do governo apresentados até hoje, que quando não são inúteis são retrocessos.

     

     

  • #2056
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    Nathanael Guimarães Rodrigues
    Espectador

    O PSDB está fazendo o papel certo de não entrar no governo e sendo coerente em apoiar as reformas necessárias para nosso país voltar ao desenvolvimento, quando for bom para o Brasil tenho certeza que o PSDB estará lá apoiando sempre de maneira ética e pensando em todo o povo.

  • #2081
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    WILLIAM CAMPOS
    Espectador

    Independência. Apoiar no que for o melhor para o Brasil e para os brasileiros.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  WILLIAM CAMPOS.
  • #2084
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    Renato Ribeiro
    Espectador

    Em relação ao atual o governo o partido deve se manter independente, porém buscando intensa participação em Comissões importantes da Câmara e do Senado.

  • #2093
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    Carolina Sachet Aimi
    Espectador

    O partido deve se manter independente, apoiando as pautas favoráveis ao crescimento do país.

  • #2115
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    David Alector Sampaio
    Espectador

    O PSDB precisa se manter independente nesse momento com o governo federal e agir com cautela, principalmente em pautas com grande visibilidade.

  • #2120
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    Gabriel Testai
    Espectador

    O PSDB têm que continuar onde sempre esteve, trabalhando pelo respeito às instituições, apoiador da livre iniciativa, sempre tendo a compreensão de que o Estado é responsável e é instrumento para a redução de desigualdades sociais, de políticas públicas que diminuam desigualdades regionais e enfrentando os extremismos, seja mais à esquerda, sejam atitudes anticivilizatórias, intolerância em qualquer outro campo. O partido precisa ter a compreensão de que os governadores por mais que tenham a sua opinião precisam sempre ter uma relação muito mais cuidadosa porque têm responsabilidade com milhões do estado que governam e é uma relação institucional sempre importante a se preservar. Portanto, o PSDB deve ser oposição nas questões que envolverem posicionamentos autoritários, não civilizados e que não respeitem as instituições. Porém, deve se aliar ao governo quando a pauta for de desenvolver a economia, gerar emprego e aumentar a renda da população, a exemplo, da reforma da Previdência, que teve um envolvimento especial dos congressistas tucanos. O partido deve, pois, representar os interesses e bem estar dos cidadãos brasileiros, independentemente de conceitos ideológicos, para que desta forma o partido alcance de forma efetiva o progresso.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  Gabriel Testai.

    Gabriel Testai

  • #2125
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    Pedro Saldanha
    Espectador

    Devemos apoiar a politica de segurança publica do governo federal e demais medidas de combate ao crime e à corrupção.

  • #2170
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    Ediney Pires
    Espectador

    Nós brasileiros sabemos em qual situação se encontra o país hoje, temos um presidente que só abre a boca para ofender as pessoas e que não tem trago o resultado esperado pela população. Ainda estamos longe de ter um presidente que merecemos, que se preocupe com as pessoas, que trabalhe oferecendo políticas públicas eficientes para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Temos alguns ministros que a meu ver, estão trabalhando bem e que podem melhorar essa realidade. Um governo pra ser bom tem que fazer seu dever de casa certo, trabalhar para garantir os direitos das pessoas, políticas públicas devem chegar de fato a quem precisa, precisa atingir a ponta, o menos favorecido. Temos que ter um governo atuante e que se envolva com as pessoas e que conheça suas realidades, pois é escutando as pessoas que ele vai desempenhar um trabalho bom para todos.

  • #2174
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    Raphael Sarris
    Espectador

    Devemos dar suporte ao governo independente de quem ou qual partido estiver no comando, pois não podemos perder quatro anos de brigas ou picuinhas por motivos pessoais levando em consideração que são muitos anos e a sociedade espera resultados positivos do governo de modo geral, mas é claro que não significa ser 100% a favor como o partido NOVO está fazendo no atual governo, pois tem decisões e/o comentários que é necessário repreender, e não fechar os olhos e aceitar de qualquer maneira.

    Quem pode fazer a diferença independente de quem estiver no poder, somos nós, pois seremos os maiores e melhores conselheiros e criaremos assim a grande liderança de que a população brasileira tanto espera de nossos políticos.

    Portanto, tudo na vida é baseada no equilíbrio, repreender quando for necessário e ser a favor quando for benéfico para todos, nada de impedir porque é obra de outro ou pedir algo pessoal em troca de apoio político para gestões publicas no geral.

  • #2180
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    Diemisson Neves
    Espectador

    O PSDB tem que manter seu papel como o  partido das reformas temos que mante o apoiou aquilo que é bom para o Brasil, o partido precisa contínua independete ao governo, o partido tem que ser a favor do brasil.

    Precisamos tambem recupera nossa identidade para recuperar nosso eleitorado, não podemos ficar em cima do muro, o lulismo não é bom para o brasil, nem tão pouco o bolsomarismo a estremas não é a solução, temos que defender isso e mostra para a sociedade que o psdb não amigo do pt mais também não tem aliança com o Bolsonaro, somos sempre em favor do brasil.

  • #2204
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    Matheus Luiz Ramos Martins
    Espectador

    O PSDB deve manter a sua autenticidade perante ao atual governo, levando em consideração toda a sua “bagagem” e experiência no ramo político, podemos dizer até que muito mais que o atual governo federal, mantendo as suas pautas mais importantes, defendendo o seu pensamento conversador nos costumes, e liberal na economia, mostrando assim ser o partido mais capacitado para assumir a responsabilidade com experiência em questões que venham a ser discutidas.

  • #2205
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    Luciano Junior
    Espectador

    Ainda durante o desastroso Governo Dilma, o lema do PSDB era “oposição em favor do Brasil“. Que agora, durante a inconsistência e incógnita gestão do Presidente Jair Bolsonaro, o partido utilize o slogan “Independência a favor do Brasil“. É possível sim defender as pautas liberais e criticar as ações nefastas do atual governo nos campos sociais, por exemplo. Defender algumas pautas e atacar outras não é ficar em cima do muro, mas é sobretudo mostrar que está ao lado do Brasil, das suas leis e do seu povo.

    Historicamente o PSDB é considerado um partido técnico, equilibrado e racional, sem ser governo pelo governo ou oposição pela oposição.  Que o mesmo aconteça durante a gestão Bolsonaro.

  • #2220
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    Arthur Silva
    Espectador

    Neste último tema, com muita satisfação, gostaria de agradecer ao PSDB pela oportunidade que me concedeu de participar de um momento como este. Agradecer também aos ilustres colegas que aqui colocaram suas opiniões, dentro do possível, tentei ler todas. Aprendi bastante. Sou Arthur Silva, professor e carioca. Sou filiado ao PSDB desde sempre. Minha maior influência é o presidente FHC.

    Meu texto sobre a relação do PSDB com o Governo Federal:

    Acompanho a vida política em meu país desde os anos 90. O que conheço do passado que antecedera a década de 90, é fruto de estudo e pesquisa. Acredito que todos os presidentes tiverem alguma contribuição para sermos a nação que somos hoje. Nós precisamos reconhecer que, apesar dos pesares, estamos caminhando progressivamente, mesmo que as vezes fiquemos estagnados. O governo do presidente FHC foi o maior e melhor de todos para mim. Todos aqui sabem os motivos. Mas é preciso falar deste atual governo.

    Eu teria inúmeros adjetivos para classificar o governo Bolsonaro, mas serei muito sucinto. O atual governo é um desastre!

    Nós que já tivemos um líder como FHC, temos de assistir todos os dias essa pantomima que é esse governo. Um desastre para a imagem do Brasil lá fora. O PSDB não deve se aliar a isso, devemos ser oposição como o próprio FHC disse em entrevistas. Este que nos comanda só faz brincar. Todos os dias é uma provocação, uma briguinha. Nem a minha turma de 8° ano é tão infantil assim.

    E como o PSDB deve se portar?

    Somos os campeões quando o quesito é centralidade. O que for viável, devemos dar apoiar ao governo. O presidente foi eleito democraticamente. Não vamos fazer da nossa insatisfação, um motivo para querer o mal do Brasil. Vamos todos juntos tentar construir aquele Brasil melhor que todos falam. Mas é importante continuar tendo independência política e não se vincular a esse tipo de governo ou a pessoas assim.

    Tenho acompanhando o PSDB pelas redes, mídias e tenho que reconhecer que está sendo feito um ótimo trabalho. Estamos com um partido que está se fortalecendo mais e mais. Só de não ver os nomes dos nossos tucanos envolvidos em balelas cotidianas nessa novela que está o Brasil, é gratificante. É saber que escolhi o partido certo.

    Temos muito trabalho pela frente e o governo federal mais ainda. Tudo que chegar ao partido deverá ser analisado e discutido, se aceito, com certeza iremos abraçar a causa juntamente com o governo, mas mantendo distancia desse amor ideológico ao SER, ao MITO, ao “DEUS”, aquele que irá nos salvar. Que bom que somos inteligentes o suficiente para não cair nessa.

    Ademais, é preciso estar de olho, e sei que o PSDB está. Que o novo PSDB seja como a fênix! Que o PSDB possa se unir mais e mais! Só com inteligência, estratégia, capacidade, visão e amor ao povo, podemos transformar o Brasil. Hoje, ninguém melhor que o PSDB para ser o protagonista, juntamente com o povo brasileiro, dessa transformação.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 4 dias atrás por  Arthur Silva.
  • #2263
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    André Varela
    Espectador

    Antes de me reunir com lideranças do partido, tinha diversas dúvidas sobre inclusive manter a minha filiação, porém, acredito que estamos no rumo certo em relação ao governo federal.

    Críticos, mas não complicadores de gestão. 

    Defendemos a bandeira das reformas, assim devemos manter nossa posição. Apoiaremos aquilo que diz respeito ao progresso nacional, alinhando o Brasil no rumo dos avanços tecnológicos e reestruturando as colunas éticas e morais que já não mais orgulham o povo.

  • #2278
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    Maurício Martins
    Espectador

    Tenho a convicção que na última eleição precisávamos ter uma ruptura no modelo político que estávamos vivendo. Muito por causa da polarização do Brasil, quem melhor soube surfar na onda anti PT foi o então candidato Bolsonaro. Ele teve méritos e alguns deméritos por isso, mas essa não é a discussão.

    Passado a eleição, creio que algumas pautas tiveram avanços significativos apesar da falta de tato político do nosso presidente. Felizmente ele se cercou de algumas pessoas capacitadas que estão propondo mudanças importantes no nosso país. A Reforma da Previdência e as medidas para desburocratizar a economia e dar mais liberdade aos empreendedores são acertos do governo. Porém, temos muitas coisas a avançar, e creio que esse deve ser o foco do PSDB para retomarmos o protagonismo no cenário político nacional.

    O presidente não conseguiu avançar em nada na Reforma Tributária. Temos quase 11 meses de tempo perdido na educação. A economia está quase parada. Além desses temas importantíssimos, o presidente tem a mania de querer governar por decretos, gerando um desgaste desnecessário com o legislativo e com o judiciário.

    Não acho que tenhamos que criticar tudo, mas não podemos ficar alheios aos erros deste governo. Temos que fazer uma oposição consciente e, nas próximas eleições, chegarmos fortes em uma retomada da presidência com um projeto político eficiente!

  • #2280
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    Roberta Berdeal
    Espectador

    O discurso conciliador e negociador do PSDB sem radicalismo, é o que me trouxe até aqui. Deve-se traçar as macros diretrizes do país, atendendo sua diretriz histórica de um liberalismo moderado com a preocupação social.

  • #2282
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    Leandro Correa
    Espectador

    O PSDB deve continuar sua independencia, hoje o governo comete muitas falhas e tirando direitos da classe mas pobre.

    Porem devemos esta alinhados as pautas necessarias para o Brasil, sendo assim a forma que estamos nos comportando esta boa. Lembrando que buscamos novamente um PSDB forte

  • #2298
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    Wellington Lucas Barroso rocha
    Espectador

    O PSDB deverá manter sua posição de independência ao governo federal mais votando as pautas interessantes para o pais.

  • #2307
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    Deivin Corrêa
    Espectador

    Apoiar de forma independente! essa seria a principal atitude em relação ao governo federal!, pensando sempre no Brasil, como um todo.

    Estamos cansados de acordo, jeitinho brasileiro e promessas não cumpridas.

  • #2308
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    Bruno Cardozo
    Espectador

    O PSDB deve manter a sua posição de origem  SOCIAL DEMOCRACIA, somos um partido de centro e devemos defender o equilíbrio nas relações com o governo. Tanto a extrema direita quanto a extrema esquerda são prejudiciais ao nosso Brasil e ao nosso povo brasileiro. O PSDB tem que ser equilíbrio que o Brasil precisa, em meio a todo esse desequilíbrio político que o nosso País vive desde o último mandato do nosso sempre Presidente Fernando Henrique Cardoso

  • #2322
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    Elizalva Lima
    Espectador

    A política partidária brasileira infelizmente é confusa, a palavra oposição tem sido utilizada no seu sentido literal, ou seja, faz-se oposição a tudo inclusive ao povo. Quando vemos uma pauta lançada por um partido X, pauta essa positiva, logo vem o partido Y e faz de tudo para derrubar essa pauta, logo o que vemos é uma luta que tem como alvo enfraquecer o meu oposto para que eu me fortaleça, focado apenas e unicamente nas eleições, em busca de poder. A minha visão é que a oposição deve ser objetiva em observar os princípios constitucionais e impedir aquilo que não beneficiar a nação, ou que tenha como foco um grupo seleto, fato que ocorre com frequência.

    A atitude que deve ser tomada em relação ao Governo Federal é fiscalizatória, para averiguar o que está certo e errado, se as pautas são de bem comum a todos. Enfim o objetivo da oposição é lutar para juntamente com o Governo Federal fazer valer o voto de confiança do cidadão. E quando necessário, impedir ações de cunho pessoal, fazer frente àquilo que é necessário, e nunca se opor com viés politico partidário, em defesa de sigla, pois maior e mais importante que o partido politico é o povo, a nação.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Elizalva Lima.
  • #2338
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    Arthur Arenari
    Espectador

    O PSDB deve apenas se portar a favor do povo brasileiro. Não apoiar as atitudes despreparadas do governo, ser independente e mostrar ao povo qual o caminho do PSDB, o que os tucanos consideram certo e errado, ser claro e coerente em todos os aspectos.

  • #2350
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    Vivian Coutinho Cavalcante
    Espectador

    O PSDB deve manter posições de protagonismo, cooperando com pautas que sejam do interesse popular, como a Reforma da Previdência, mas mantendo-se distante das demais posturas do Governo Federal. Importante salientar que a maioria dos Ministros exercem um bom trabalho, que muitas vezes é prejudicado pela falta de coerência do Chefe de Estado e Governo. O importante é o PSDB não ficar em cima do muro, debater amplamente as pautas e se posicionar como bancada consistente. Não podemos nos esquecer que não representamos a direita, muito menos a esquerda. Somos de centro e, atualmente, assumimos posturas liberais economicamente. Portanto, devemos ter coerência de discurso. Mas sempre sendo protagonistas das ações positivas e nos posicionando firmemente quanto às medidas negativas. Isso chama-se fazer uma oposição coerente, participando de pautas que levem o País a caminhos produtivos, e impedindo que medidas negativas, de retrocesso, sejam tomadas.

    Lembrando que, como sociais democratas que somos, não podemos permitir quaisquer tentativas de ruptura do processo democrático.

  • #2371
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    Patrike Soares
    Espectador

    O PSDB tem que ser totalmente independente em relação ao governo federal, e votar sempre em consonância com o povo Brasileiro, para que tenha novamente a confiança e esteja em evidência nas disputas majoritárias que disputar.

  • #2389
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    Diego Daniel Aciem
    Espectador

    Não sou a favor nem um pouco a esse governo, o partido tem que apoiar aquilo que tem haver com as ideias e aquilo que for bom para a população em seu contexto geral. Temos que defender os direitos de todos os cidadãos, que o governo atual, vem querendo diminuir, reprimir e fazer com que uma nação pacífica fica um contra o outro onde possa dar poder a uma pessoa achar que uma pessoa possa matar outra para manter sua “honra” e de sua família, isso muito bem apresentado pelo governo atual. Sendo algo lastimável nos dias de hoje.

  • #2408
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    Thallya Scariot
    Espectador

    1. Manter sua independência.

    2. Apoiar o que seguem nossas diretrizes, e o que beneficia o povo brasileiro.

    3. Defender a social democracia.

     

    4. E sem cargos no governo.

  • #2410
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    Renan Sambo
    Espectador

    Devemos adotar uma postura independente, apoiando as pautas que estiverem de acordo com os princípios do partido e tudo aquilo que poderá trazer benefícios para a população.

  • #2411
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    Saylo Soutelo
    Espectador

    O PSDB não deve participar do atual Governo Federal por questão de mera diferença quase absoluta sobre o modo de agir e governar.

  • #2425
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    MIRACY FERREIRA LIMA
    Espectador

    NÃO SEI O QUE SIGNIFICA A INDEPENDÊNCIA EM RELAÇÃO AO GOVERNO FEDERAL QUE MUITOS ESTÃO OPTANDO COMO A ATITUDE DO PSDB.  A Lei dos Partidos traz a seguinte definição:                        <span style=”display: inline-block; border: none; padding: 0cm;”><span style=”font-family: Open Sans, sans-serif;”><span style=”font-size: medium;”><b><span style=”color: #000000;”>Art.
    1º</span></b></span></span></span><span style=”font-family: Open Sans, sans-serif;”><span style=”color: #000000;”><span style=”font-size: 13pt;”> O partido político, pessoa jurídica de direito privado, destina-se a assegurar, no interesse do regime democrático,a autenticidade do sistema representativo e </span><b style=”font-size: 13pt;”>a defender os direitos fundamentais</b><span style=”font-size: 13pt;”> definidos na Constituição Federal. Esse é o papel dos Partidos. Então, se o POVO, detentor do PODER, elegeu seu representante e, do mesmo modo escolheu Senadores e Deputados do PSDB como seus representantes nas Casas Legislativas do Congresso, o PSDB, não é INDEPENDENTE, cabendo aos representantes eleitos defender os direitos fundamentais definidos na CF. </span></span></span>

    <span style=”font-family: Open Sans, sans-serif;”><span style=”color: #000000;”><span style=”font-size: 13pt;”>O que temos visto é um distanciamento da percepção dos princípios Constitucionais. O que estamos assistindo é um ou outro representante que, individualmente, se destaca dentro do Partido e o silencio dos seus pares. Se tomarmos por exemplo, o caso do Ceará, temos o senador Tasso, mantendo uma postura </span><span style=”font-size: 17.3333px;”>coerente com toda a sua trajetória política. Mas soa alto o silencio dos nossos Deputados e Senadores na discussão de temas com a densidade da Reforma da Previdência. Assistimos o alheamento da movimentação das ruas quanto às respostas que estamos a exigir da apreciação do Pacote Anti Crime apresentado pelo Ministro Sérgio Moro, do ABUSO DE AUTORIDADE e desrespeito a Constituição praticado pelos Ministros do STF, colocando em risco a Segurança Nacional.</span></span></span>

    O PSDB vem assistindo passivamente,  a conduta abjeta do Presidente do Senado, deixando colocar em pauta a CPI da TOGA, fugindo ao dever Constitucional que estabelece que compete PRIVATIVAMENTE, ao Senado Federal, processar e julgar Ministros do STF, desrespeitando a Lei de Transparência, deliberando, sob o silencio dos representantes do PSDB, pela não obrigatoriedade de publicar as despesas e gastos no exercício de seus mandatos como se o dinheiro fossem deles ou gerados por eles e não retirados do contribuinte.

    O PSDB, como nenhum outro partido pode ser INDEPENDENTE, eles foram  eleitos para representar o POVO, ÚNICO E LEGÍTIMO DETENTOR DO PODER e em nome de quem deve ser exercido. NÃO CABE A NENHUM REPRESENTANTE DO POVO, DECIDIR SE GOSTA OU NÃO GOSTA DO PRESIDENTE ELEITO DEVENDO, ATÉ MESMO SE ABSTRAIR DA PESSOA QUE ESTÁ NO EXERCÍCIO DO CARGO E TRABALHAR NO SENTIDO ESTUDAR, ANALISAR, PARTICIPAR E MOSTRAR A CARA DO PARTIDO NA PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DO PAÍS, NO SANEAMENTO DO QUADRO DE REPRESENTANTES POLÍTICOS NO PODER, NA RESTAURAÇÃO DA CREDIBILIDADE DAS NOSSAS INSTITUIÇÕES.

    A PALAVRA NÃO DEVE SER INDEPENDÊNCIA, ISSO NÃO EXISTE.  O QUE ESPERA-SE É COMPROMETIMENTO COM O POVO BRASILEIRO.  SAIAM DOS SEUS GABINETES, TENTEM ANDAR PELAS RUAS DA SUA CIDADE, DO SEU BAIRRO, TEM CORAGEM DE SAIR SEM SEGURANÇA PESSOAL OU SEM SER EM CARRO BLINDADO? SE NÃO, TEM ALGUMA COISA ERRADA COM A SUA CONDUTA E COMO O  SEU POVO ESTÁ LHE AVALIANDO.

    DEPUTADOS E SENADORES DO PSDB, FAÇAM ESSE EXERCÍCIO.

    <span style=”font-family: Open Sans, sans-serif;”><span style=”color: #000000;”><span style=”font-size: 17.3333px;”>  </span><span style=”font-size: 13pt;”>   </span></span></span>

  • #2437
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    Marcos Rodrigues
    Espectador

    Somos oposição ao governo atual mas uma oposição consciente, apoiamos o que é bom para a população e iremos contra o que for ruim, fiscalizamos as contas e apresentamos projetos, o futuro do Brasil está em jogo não dá pra bancar de criança indo contra tudo o que o governo diz somente pelo motivo do governo ser oposição.

  • #2443
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    Allan Caboclo
    Espectador

    PSDB tem sido democrático, acredito que com a experiência dos líderes do partido, sendo centro, e aprovando projetos em prol da população brasileira, cresce naturalmente a popularidade.

    PSDB nesse momento não pode andar aliado do governo, mas se a sumir com coragem o seu papel.

  • #2492
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    Rodrigo Ribeiro
    Espectador

    Deve ser de independência, apoiando o que também for uma bandeira do PSDB, mas se posicionando contrário no que não condiz com o que defendemos ou desrespeite a nossa constituição, principalmente as liberdades dos indivíduos.

    A cada dia, o próprio atual governo nos mostra que não devemos ajudá-los na composição. Aliás, esse posicionamento (o que defendo do PSDB), aliado ao ambiente político do atual governo e o novo modelo que se espera do PSDB, são favoráveis para a nossa volta no comando do país. Infelizmente, nos últimos anos, fomos perdendo força nas eleições e esse quadro pode se reverter na próxima. Tudo depende de como o partido decidirá se portar e posicionar. A chamada “velha política” não está ligada à idade de nossos representantes, mas ao posicionamento e atuação deles.

    Por vários motivos, o acesso à informação é um deles, temos uma população que cobra e não tem aceitado mais do mesmo. (a maioria escolheu o atual presidente porque ele conseguiu vender uma imagem de que não era mais do mesmo ou que não pertencia à velha política, APESAR DE O SER E REPRESENTÁ-LA).

  • #2508
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    Allex Ribeiro Biato
    Espectador

    Oposição propositiva defendendo o liberalismo social em todas as instâncias possíveis. Reforma da previdência, por exemplo, foi uma importante política que o PSDB votou a favor para colocar novamente o Brasil em rota de crescimento. Mas nunca ser leniente com as pautas de costumes deste governo, que despreza evidências e não está comprometido com a verdade, mas sim com o conspiracionismo.

  • #2531
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    Gustavo Martins de Carvalho
    Espectador

    Devemos manter uma postura independente desse governo, defendendo a liberalização da economia e fazendo oposição as pautas conservadoras e irresponsáveis tipicas dessa administração.

    Não devemos assumir cargos nesse governo, devemos nos manter independentes e assumir cargos nessa administração pode dar a impressão de uma aliança que não existe.

  • #2565
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    Caio Alexandre Gomes da silva
    Espectador

    Temos que manter um papel de independência. Votando com o Governo as pautas de reformas – que são nossas -, e nao votando com o governo as arbitrariedades que por vezes eles propõem.

  • #2575
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    Luiz Fhilipe Mourao
    Espectador

    Creio que o PSDB deve manter sua posição de independência em relação ao atual governo.

    Todavia, devemos apoiar propostas do governo federal que vai ao encontro dos ideais do partido, não devemos fazer oposição por oposição, temos que ter responsabilidade.

    O partido deve fazer uma análise de todos os projetos importantes que implementou em sua gestão e defende- las perante a opinião pública.

    O partido não pode continuar sendo omisso em defender seu legado.

  • #2592
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    Henrique Luciano Alencar
    Espectador

    O PSDB tem que manter independência em relação ao atual governo e  não aceitar  cargos na atual gestão.

    Tem que  apoiar pautas com princípios que vão de encontro com o programa  do partido e que são benéficas para o Brasil.

  • #2598
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    João Lopes Waspe
    Espectador

    O PSDB deve se impor de acordo com a grandiosidade de sua história, apoiando as pautas econômicas porem se desvinculando dessa imagem de cartório da pauta econômica, como se tudo que envolvesse economia o PSDB apenas carimbasse. É necessário forte posicionamento nas declarações e projetos do governo que tem por finalidade reduzir as liberdades individuais e enfraquecer grupos já fragilizados.

    O PSDB precisa estabelecer sua própria pauta, seus próprios objetivos, saindo das sombras e expondo seus ótimos quadros no alto das tribunas e a frente de uma mobilização nacional de centro, desvinculando fortemente sua imagem dos extremos, com um discurso coerente, conciliador que realmente crie uma identificação partidária para além de apenas uma misturas de pautas de extremos.

    Independência é a palavra, porem essa independência tem de ser coordenada e pautada por objetivos, bandeiras e metas definidas pelos partidários, desvinculando-se o máximo possível do atual governo, fazendo essa independência ser vista e sentida na sociedade.

    É hora dos tucanos aprenderem a fazer oposição forte aos temas que vão contra nossa história, contra os valores de liberdade do povo brasileiro e contra nossos princípios de fundação presentes em nosso estatuto. Responsabilidade fiscal com o cuidado social.

     

  • #2621
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    Thales Rangel
    Espectador

    Achei válido a reforma da previdência e como foi conduzida pelo PSDB, mais o governo federal terá que ter um jogo de cintura maior para as reformas tributárias e fiscal  visto que o PSL (partido do presidente Bolsonaro) teve um racha nacional. Bolsonaro tem que esquecer a mídia do fake News, parar de gerar polêmicas e trabalhar para o Brasil.

  • #2623
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    Eduardo Rizzieri Cavalli
    Espectador

    O municipalismo e revisão do pacto federativo deve ser a bandeira para o PSDB no futuro. Devemos pensar em cada vez mais descentralizar recursos do governo federal e manter nos estados e, principalmente, nos municípios, aonde a politica é muito mais próxima dos brasileiros e de mais fácil fiscalização popular, através dos conselhos municipais. Maior independência legislativa é fundamental, dando aos estados, por exemplo, autonomia para ter legislação penal, trabalhista, previdenciaria e civil própria, tendo em mente as diferenças sociais e culturais de cada região.

  • #2636
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    Deyvid Motta
    Espectador

    Estou muito feliz com a forma que o PSDB lidou com a Reforma da Previdência, é extremamente necessária a participação do NOVO PSDB na condução das reformas que ainda precisam ser feitas. As brigas que vem acontecendo dentro do PSL (partido do presidente Jair Bolsonaro) vem dificultando o trabalho da realização das reformas que o país precisa e o NOVO PSDB vem mostrando sua preocupação com o país no auxílio da condução das reformas.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Deyvid Motta.
  • #2643
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    Daniel Rasec
    Espectador

    Vejo hoje como muito coerente o posicionamento do PSDB diante do governo, não está com eles mas vota de acordo com as necessidades do Brasil, é evidente que a cada dia que passa este governo se mostra mais desorganizado e incompetente, mais do que nunca a nossa nação precisa de um partido como o nosso, pessoas que pensem além de “joguinhos políticos” em busca de mais poder ou algo do gênero, vejo que de fato o NOVO PSDB trabalha a cada dia mais para unir o Brasil que vive uma polarização generalizada ao extremismo, são em momentos como este que precisamos nos levantar e ajudar a dar um rumo para a nossa nação, o PSDB tem uma função importantíssima nesta gestão, que é guiar o Brasil para a prosperidade e desenvolvimento, pois é nítido que o atual governo federal não terá condições e nem capacidade para levar o Brasil para onde ele merece e deve estar!

  • #2655
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    Alberto Godinho
    Espectador

    O PSDB vem acertando em sua relação com o Governo Federal.

    É preciso dialogar com o governo mantendo a independência e o protagonismo e defesa de pautas relevantes para o país, como foi o caso da Reforma da Previdência.

    O partido deve contribuir para a realização das reformas tributária, política e do pacto federativo, de forma a viabilizar que realmente se realizem.

    Por outro lado, o partido deve permanecer vigilante diante nos vários equívocos cometidos pelo governo até aqui.

    A busca pela pacificação do país deve ser outra bandeira do PSDB.

     

  • #2658
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    Tomaz Oliveira Hoffmann
    Espectador

    O PSDB deve seguir uma agenda de independência em relação ao governo federal, apoiar as pautas econômicas e todas aquelas que se encaixam nas diretrizes do partido, lembrando sempre que o atual governo não representa em nada o estilo PSDB de governar, é um governo incoerente e explosivo e que a qualquer momento pode implodir em escândalos de corrupção com acompanhamos nos últimos dias.

  • #2666
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    João Paulo Cunico
    Espectador

    Nosso partido deve manter independência em relação ao atual governo. O momento é de conduzir o Brasil ao centro, apoiando projetos que realmente visam o melhor para o país e fugindo de debates extremistas que não nos levam a lugar algum a não ser marcar posição política.

    A maneira como o partido conduziu seu posicionamento em relação a reforma da previdência foi exemplar, devemos levar isso como base para todos os projetos necessários para a retomada do crescimento da nação, bem como manter posicionamento contrario em projetos ou idéias que andem na contra-mão de nossos ideais originais como a liberdade individual, liberdade de expressão, o crescimento econômico e atenção social.

  • #2682
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    Felipe Barbosa
    Espectador

    Atitude em relação ao Governo Federal.

    A meu ver temos um governo sem estabilidade alguma, o presidente e totalmente despreparado para o cargo e a única causa para ainda manter-se no poder é o trabalho realizado por alguns de seus ministros. Em 10 meses de governo vimos a maior troca de ministros de todos os tempos, e visível a todos a escolha de alguns ministros que não havia potêncial algum para o cargo. A única certeza que tenho é que ao concluir os 4 anos como presidente, o Bolsonaro não assumirá nenhuma de suas ações e todas as falhas serão atribuídas aos ministros, sempre serão usados como escudo.

  • #2690
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    Danilo Abarca
    Espectador

    O PSDB deve manter independência em relação ao governo atual, mas sempre apoiar todas reformas e projetos que possam trazer benefícios ao cidadão e ao país.

  • #2691
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    Maurício Severo Roesch
    Espectador

    Acredito que em relação ao governo federal, o partido tenha que se manter centralizado. Sempre priorizando os anseios e necessidades na nação brasileira.

     

  • #2707
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    José Victor da Silva Araújo
    Espectador

    Percebo que o governo federal, só pensa em viagens e mais viagens e que não luta pela população, principalmente pela classe mais pobres.

  • #2710
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    Guilherme Moura Cardoso
    Espectador

    O PSDB foi derrotado nas urnas, a diferença que temos com o programa e a agenda do atual governo – do Presidente Jair Bolsonaro – nem de longe representa aquilo que os tucanos preconizaram em sua história e que acredito ser distinto até os dias atuais. Isso, automaticamente coloca o PSDB em seu devido lugar nesse momento: a oposição.

    Contudo, o fato do PSDB ter sido colocado na oposição, não significa que devemos fazer oposição pela oposição. O PSDB, conforme marca sua história, deve continuar com a devida seriedade e responsabilidade com o Brasil.

    O PSDB, sem integrar diretamente a gestão – conforme erroneamente fez no governo presidido por Michel Temer – deve atuar e somar esforços as pautas e projetos de interesse nacional. O país precisa passar por profundas reformas estruturais – seja a tributária, a administrativa, a política, a eleitoral ou outras – e o PSDB tem o dever de contribuir com seus melhores quadros para que essas ocorram da melhor forma para a sociedade.

    Resumo: OPOSIÇÃO! Com responsabilidade com as pautas importantes para o país, sem entrar no jogo de polarização política.

     

  • #2716
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    Leonardo Novaes
    Espectador

    O PSDB precisa manter a sua independência com relação ao Governo Federal (Bolsonaro) mas deve se ater às suas raízes reformista e sempre apoiar as pautas importantes.

  • #2729
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    Rafael Assunção Miranda
    Espectador

    O PSDB deve manter a postura de independência em relação ao atual governo, é importante marcar posição na defesa da pauta liberal, pois esta permite ao brasileiro a liberdade de empreender e gerar emprego, renda e valor para sua comunidade. Neste quesito, pautas como reforma da previdência, reforma tributária e reforma administrativa são importantes para o país. O posicionamento independente também blinda o PSDB do radicalismo tóxico de certos temas que dividem o país de forma deconstrutiva.

  • #2737
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    Henrique Salgueiro
    Espectador

    Descentralizar o governo federal, buscar a redução no número de deputados e senadores, reduzir o número de subsídios e benefícios aos mesmos.

    Aumentar a autonomia dos estados para que consigam gerir os recursos com mais facilidade.

    Remover a aposentadoria após 2 mandatos.

    Incluir em pauta uma reformulação do STF, urgente, muita coisa errada em relação aos nobres julgadores devem ser modificadas.

  • #2765
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    Gabriela Assunção Miranda
    Espectador

    O PSDB deve manter posição autônoma, garantido sua independência frente ao governo federal, buscando primordial defender suas pautas, bem como, garantir os direitos e a dignidade dos cidadãos, principalmente no que tange a liberdade de cada um. Importante afastar-se e lutar contra ideais retrógrados e de conservadorismo extremo  que acabam por segregar a população, e consequentemente fomentam ainda mais a divisão do país.

  • #2767
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    Pablo Salomão
    Espectador

    Precisamos manter independência do Governo Federal, vamos sempre apoiar o que for de acordo com nossos ideais e propostas. O Brasil precisa de reformas, e devemos ser protagonistas a favor do crescimento da nossa democracia.

    Não podemos tolerar um governo que trabalha de forma a prejudicar a nosso crescimento e evolução Democrática. O PSDB deve se posicionar como oposição contra qualquer posicionamento que possa ferir nossa democracia, devemos voltar as nossas raízes e não se omitir.

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 3 dias atrás por  Pablo Salomão.
  • #2806

    O governo federal precisa de apoio partidário para governa. O Brasil é um país com uma democracia recente, que já teve dois presidentes impedidos. É evidente, porém, que os políticos não farão um apoio cego. O PSDB precisa fazer um apoio às propostas que venham a ser positivas para o Brasil. Mas, todo excesso do governo federal deve ser combatido. Logo, o apoio do partido deve ser programático e estruturante pró-Brasil. Observando tudo que for positivo para os países e fortalecer essas propostas e tentar barrar aquilo que venha a ser prejudicial para a população e construir caminhos diferentes e positivos.

  • #2812
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    Vanessa Gomes
    Espectador

    Governos são compostos por pessoas e pessoas são, por sua natureza, imperfeitas. Em todo Governo existem medidas boas que foram adotadas e medidas ruins.

    O PSDB deve posicionar-se de acordo com o que for melhor para o Brasil e brasileiros. Às vezes isso significará ir contra ou a favor do governo, pode significar também o lado de medidas tidas como impopulares, como a reforma da previdência, ou até mesmo defender medidas que possam ser definidas como populistas. O foco deve ser sempre a melhora da qualidade de vida da população.

     

  • #2836
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    Gabriel Santana Silva
    Espectador

    O PSDB deve manter suas pautas políticas e posicionamentos independentes, como oposição a melhor escolha é desenvolver seu próprio plano estruturada de governo visando o progresso do Brasil e posicionar seus membros de forma a articular e direcionarem possíveis decisões ao mais próximo do ideal do partido, e fazer uma frente forte além de uma oposição racional.

  • #2840
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    Thárik Uchôa
    Espectador

    O atual governo federal criou um sentimento áustero de polaridade entre esquerda e direita. Não é papel do governo segregar grupos, mas sim conciliá-los, em momentos de crise econômico gerar pacificação social e não um clima bélico como o governo federal vem espalhando.

    A figura do presidente tornou-se indigesta para boa parte da ala política progressista, dentro de um governo federal é preciso saber agradar a gregos e troianos, trazer para proximidade o Congresso Nacional, ser firme ao tomar decisões que afetam a sociedade e não titubeante.

    O presidente tem que ser o grande guia da população e conduzi-la a um denominador comum ou no mínimo tentar.

    Não é esse o papel que o atual governo tem se proposto, ao contrário tornou-se motivo de chacota e demonstração de total ausÊncia de trato político.

  • #2850
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    Junior Vieira
    Espectador

    Acredito que o partido deve apoiar todos os projetos que beneficiam  a população e o país, independente se seja do governo ou não.

     

    Em relação ao atual governo, nosso partido deve manter posição autônoma, assim como tem feito com os nobres Deputados Vanderlei Macris e Caue Macris, sendo exemplos e referências para nós.

  • #2869
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    Ricardo Alexandre Alves
    Espectador

    O atual governo, por mais que tenham se passado poucos meses, já se mostrou incapaz de promover um real desenvolvimento econômico,  não mostrou como prioridade a educação de base que deveria ser e pra piorar alguns posicionamentos do presidente e seus ministros tem causado uma raiva profunda por parte de alguns grupos sociais que se sentem ameaçado

  • #2886
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    Isabella Puglisi de Oliveira
    Espectador

    Tendo em vista que o PSDB é um partido democrático por essência, sua postura em relação ao Governo Federal deve ser de crítica construtiva e promoção de diálogo entre a situação e a oposição.

    Com a presente polarização, o PSDB se mostra em um saudável posicionamento central, devendo manter a independência e o apego a seus fundamentos e princípios.

    Cabe ressaltar que é possível ver medidas pouco democráticas ou imorais por parte de integrantes do Governo, que devem ser desencorajadas pela força política de um partido com tanta tradição democrática.

  • #2887
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    Pedro Ygor Sousa Silva
    Espectador

    Meu posicionamento é de uma oposição propositiva, em apoio aos projetos que são bons para o Brasil e contrário aos extremismos e às loucuras desse Governo.

  • #2899
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    Matheus Pantrigo
    Espectador

    Oposição propositiva, como citou meu amigo acima, é a forma como o PSDB deveria agir em relação ao governo atual. Entretanto eu acredito que o modo como isso é feito poderia ser diferenciado.

    Podemos tomar exemplos internacionais de países parlamentaristas onde existe o “shadow cabinet” que é como se fosse um “governo em espera” onde a oposição aponta alguns de seus parlamentares para a posição de “shadow minister”. Apesar de essa construção de ministérios em espera não funcionar tão bem quanto funciona em sistema parlamentarista onde as coalizões são muito menos constantes, acredito que ao alocar uma pessoa especifica para criação de propostas em cada área, teríamos maior capacidade argumentativa com o governo, poderíamos apoiar mais o Brasil, além de acabar com essa estória de “Partido do Muro”

  • #2906
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    Lucas de Lima
    Espectador

    O PSDB deve se manter a favor de pautas, projetos, CPIs e votações que edifiquem o país independente da posição do governo federal. Temos parlamentares gabaritados para tomar oposição forte ao governo de forma crítica, mas também construtiva.

  • #2916
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    Patrick Senhorinho
    Espectador

    <p class=”amp-o-paragraph” style=”color: #404040; margin: 1em 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; line-height: 1.25rem; box-sizing: border-box; font-family: Helvetica, Arial, freesans, sans-serif;”>O PSDB sempre desempenhou um papel muito importante no Brasil, exercendo suas inclinações econômicas liberais ao mesmo tempo que se volta a preocupação do bem social.</p>
    Não devemos ser oposição, nem base.
    <p class=”amp-o-paragraph” style=”color: #404040; margin: 1em 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; line-height: 1.25rem; box-sizing: border-box; font-family: Helvetica, Arial, freesans, sans-serif;”>Temos que nos firmar como a alternativa as posições extremistas, sejam elas de direita ou esquerda. Esse congresso tem grande influência sobre o posicionamento a ser seguido pelo partido, pois o sentimento nas ruas e de que o PSDB se desconectou dos anseios e necessidades da população, devemos reavaliarmos onde houveram as falhas para que sejam corrigidas. Precisa nos reinventar. Reconhecer e pedir desculpas pelos erros cometidos. Erramos, como somos ser humano, mas queremos mudar. Firmar compromisso com a sociedade de TODAS as classes e a partir dai, definir o caminho a ser traçado.</p>

  • #2917
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    Matheus Braga
    Espectador

    Acredito que o PSDB deva continuar neutro em relação ao Governo Federal, apenas apoiando as pautas que forem em pró da população.

  • #2920
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    Patrick Senhorinho
    Espectador

    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>O PSDB sempre desempenhou um papel muito importante no Brasil, exercendo suas inclinações econômicas liberais ao mesmo tempo que se volta a preocupação do bem social.</span>

    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>Não devemos ser oposição, nem base.</span><br style=”box-sizing: border-box; font-size: 1.05em; color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif;” /><span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>Temos que nos firmar como a alternativa as posições extremistas, sejam elas de direita ou esquerda. Esse congresso tem grande influência sobre o posicionamento a ser seguido pelo partido, pois o sentimento nas ruas e de que o PSDB se desconectou dos anseios e necessidades da população, devemos reavaliarmos onde houveram as falhas para que sejam corrigidas. Precisa nos reinventar. Reconhecer e pedir desculpas pelos erros cometidos. Erramos, como somos ser humano, mas queremos mudar. Firmar compromisso com a sociedade de TODAS as classes e a partir dai, definir o caminho a ser traçado.</span>

  • #2922
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    Gabriela Cardoso
    Espectador

    Acredito que mantendo uma ficha limpa, cabe a todos nós fazer o que é melhor para o nosso país, sempre respeitando os direitos iguais entre as pessoas, independente de classe, cor, religião, diferença social, somos todos iguais, mesmo com as nossas diferenças, e isto deve ser sempre fundamental em um governo.

  • #2928
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    Beatriz Leite
    Espectador

    O PSDB precisa tomar uma postura em defesa do Brasil, conta a cortes essenciais como na área da educaçãe principalmente, e a favor de investimentos em setores como segurança e saúde.

  • #2930
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    Henrique Pinheiro
    Espectador

    Diante das crises que o Presidente vem tendo como seus filhos e aliados, o PSDB deve permanecer como oposição a esse desgoverno. O nosso partido tem uma grande história na luta da democracia, dos direitos das pessoas, igualdade e de servir a população. Aliando-se a um Governo despreparado, vamos perder credibilidade. Tendo em vista, o discurso que estamos pregando de mudança para uma política correta e transparente, não podemos recuar, retroceder e aliar a quem não prega os nossos ideais.

  • #2936
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    Wagner Mira
    Espectador

    PSDB tem que ajudar no livre comércio, ser liberal na economia, ajudar o governo em pautas importantes para o País, previdência como participou, reforma tributária e apoio ao projeto abri-crime ministro Sérgio Moro, precisamos combater com seriedade a corrupção. O congresso é o espelho da nação e isso tem que ser banido do pais (CORRUPÇÃO 0 JÁ)

  • #2959
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    Samuel Genuino
    Espectador

    O compromisso com a dignidade humana, com a liberdade de expressão, com a tolerância, são preceitos que vão além do debate eleitoral, estão fundamentados no caráter. Com o avanço de movimentos intolerantes e extremos, muitos dos quais incentivados por figuras ligadas ao Governo Federal, entendo que o PSDB possui a missão de não se distanciar dos seus valores ideológicos e democráticos. A perspectiva de poder não deve ser o compasso usado para definir nossas posições partidárias. Nós somos frutos das feridas abertas pelo Regime Militar, somos a negação da censura e do fisiologismo, e possuímos em essência, o ideal claro, de que o regime democrático é uma prioridade irrefutável.

    Portanto, o PSDB necessita manter sua posição de total independência em relação ao Governo Federal e de total compromisso com os seus princípios e ideais . É preciso focar no que é essencial, educação, segurança e saúde, ofertando as condições necessárias para que a livre iniciativa coloque o Brasil nos trilhos do desenvolvimento, sem deixar de se comprometer com a garantia da igualdade de oportunidades, em uma nação onde as desigualdades começam no berço.

     

  • #2965
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    Fernando Moura
    Espectador

    PSDB deve ser oposição ao governo Bolsonaro e ao PT. E a favor do Brasil.

  • #3001
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    Jemerson Gleison Barbosa da Silva
    Espectador

    Acredito que o PSDB deve continuar independente do Governo Federal. É necessário apoiar o liberalismo econômico e as outras pautas que tiverem de acordo com o estatuto do partido e também que sejam necessárias ao Brasil. Acredito que o governo Bolsonaro atua em campo do espectro político que não é compatível com a social democracia, sendo assim é melhor ser independente.

  • #3015
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    Ramon Villas
    Espectador

    O PSDB deve manter uma linha de independência em relação a este Governo. Votar em questões importantes não precisa ser motivo para estar alinhado diretamente com a base governista. Somos um partido que tem história, e que já demonstrou que tem compromisso em fazer o Brasil grande, forte e desenvolvido de forma inteligente e baseado no diálogo, o que infelizmente não acontece neste Governo que não consegue nem mesmo manter um discurso pacífico dentro do seu próprio partido. O PSDB tem condições de construir uma oposição responsável, baseada nos interesses da população e muito em breve se colocar como alternativa para que possamos ter um novo Brasil.

  • #3034
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    Paulo Afonso Tavares
    Espectador

    O PSDB tem que apoiar as pautas que são positivas para o Brasil, como foi o caso da Reforma da Previdência, contamos com a relatoria de dois grandes tucanos, no Congresso Nacional, deputado federal Samuel Moreira e senador Tasso Jereissati. Os relatores retiraram os pontos prejudiciais do projeto de lei enviado pelo governo e inseriram pontos positivos em prol da população. O PSDB deve fazer uma oposição ao governo do Bolsonaro que agrega e soma em prol do Brasil. Não podemos tolerar e aceitar os extremismos, que são maléficos para todos, principalmente para a democracia.

  • #3061
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    Joao Pedro Freitas de Araujo Alves
    Espectador

    1) Autonomia do partido perante ao poder executivo.

    2) Diante de situações adversas partido tomar frente perante ao parlamento; e mostrar sua posição e não recuar perante a pretextos do poder executivo.

    3) Maior participação do PSDB junto a cargos de maiores importâncias.

  • #3096
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    murilo psdb
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    .

    • Esta resposta foi modificada 2 semanas, 1 dia atrás por  murilo psdb.
  • #3107
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    Jhonathan Rocha
    Espectador

    Acredito que, no que se refere à atitude em relação ao governo federal, é importante que o PSDB mantenha-se independente. Por vezes, as ideais e os ideais podem coincidir em muitos assuntos, não observo a necessidade de que haja um alinhamento com a base governista, o que, em muitos casos, poderia trazes consequências deletérias ao partido, diante de tudo o que estamos presenciando nos últimos meses.

  • #3247
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    Estêvão Da Cunha Pereira
    Espectador

    <span style=”color: #383636; font-family: ‘PT Sans’, sans-serif; font-size: 14.5861px;”>O PSDB deve se posicionar sempre em defesa da social democracia com independência.</span>

  • #3262
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    Marcionil Franca Veloso
    Espectador

    Independência, mas apoiando.

    Para que os ladrões não voltem

  • #3314
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    Wallace Soares
    Espectador

    Manter a independência com o governo federal apoiando as pautas que nos interessam, principalmente econômicas, porém sendo firme na manutenção de nossas pautas relacionadas a costumes.

  • #3317
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    Marcus Vinicius Pestana da Silva
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    Eleito o Presidente Jair Bolsonaro, qual deve ser a atitude do PSDB, que conta a partir de 2019 com três governadores, oito senadores da República, 30 deputados federais, dezenas de deputados estaduais, mais de 700 prefeitos e 5.500 vereadores? O Brasil vive uma das maiores crises de sua história, e o mais de 12 milhões de desempregados e a grave crise fiscal do setor público demonstram o tamanho dos desafios colocados e isso exige do PSDB serenidade, espírito público e, como sempre, compromisso com o Brasil.

    A população fez sua escolha. A candidatura de Geraldo Alckmin nos representou com dignidade e firmeza. Uma alternativa do centro democrático capaz de implementar uma forte agenda de reformas e mudanças inadiáveis. Mas a polarização foi entre os extremos e como democratas que somos temos que respeitar a vontade soberana do eleitorado.

    Como partido historicamente de densa coerência e consistência programática não devíamos caminhar para uma adesão oportunista e superficial ao Governo eleito, e não fizemos. Muito menos, coerente com nossas posturas e nosso estilo, fazer uma oposição cega, sistemática e radical ao governo. Até porque há muitos pontos convergentes com a agenda econômica proposta pelo novo governo.

    Acreditamos que, por respeito às escolhas do eleitorado e diante da profunda crise nacional, nossa postura deve ser de independência e cooperação.

    • Cooperação no convívio republicano de nossos governadores e prefeitos nas parcerias necessárias para a promoção do bem estar da população.
    • Convergência na defesa do ajuste fiscal, das reformas da previdência e tributária, das privatizações necessárias e da redução da máquina pública.
    • Cooperação no aprimoramento das políticas públicas que avancem no combate sem tréguas ao crime organizado e à violência, na modernização e aumento da resolutividade no sistema de saúde, na qualificação do nossa estrutura educacional e no aprimoramento das políticas sociais de combate às desigualdades, à miséria e a pobreza.
    • Independência ao não aceitarmos cargos no governo, conclamando aqueles que quiseram individualmente participar a se licenciaram do partido.
    • Independência na defesa da Constituição e da democracia, das liberdades individuais e coletivas, nos pontos divergentes onde não construirmos consensos progressivos pelo aprimoramento de nosso arcabouço legal e de nossas instituições.

    O PSDB sempre atuou a favor do Brasil e não será diferente agora. Cometemos erros é verdade. No momento, nos cabe uma atitude de independência e cooperação. Assim, estaremos contribuindo para a reconstrução nacional e para a retomada do desenvolvimento econômico e social do país, gerando empregos, renda e bem estar para cada um dos brasileiros.

  • #3368
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    Vijanio Filho
    Espectador

    ATUAÇÃO COM O GOVERNO FEDERAL

    O PSDB deve manter sua posição de independência do atual governo, apoiando a pauta econômica liberal que na realidade é a nossa pauta histórica e se opondo de maneira contundente contra a pauta ultraconservadora nos costumes. Precisamos respeitar de maneira plena a liberdade das pessoas de cuidarem de suas vidas.

    Minha sugestão é que o PSDB delimite de maneira oficial que quando o partido não for oficialmente base de um governo, seus filiados podem livremente assumir cargos neste governo desde que sejam automaticamente suspensos de seu vinculo partidário, a filiação fica em “stand-by” e volta a vida orgânica partidária assim que deixar o cargo que ocupar.

    Assim contribuímos com o país sempre, com nossos cargos técnicos a disposição do país, mas simultaneamente, mantemos nossa independência e liberdade para criticar o governo em suas falhas.

     

    A postura prioritária deve ser a de independência. Esse é certamente o pior governo desde a redemocratização e qualquer associação a ele de maneira mais formal cobrará seu preço nos próximos pleitos.

    Deve-se manter o protagonismo nas pautas que realmente interessam ao país, que são inadiáveis, como previdência e sistema tributário, mostrando qualificação dos nossos quadros, o que sempre foi um diferencial, aliado às necessidades emergenciais do estado brasileiro.

    Qualquer colaboração deve se pautar pela necessidade do país, pela modernização da máquina pública e seus ganhos reais para a população. Rechaçemos por ora adentrar em questões morais subjetivas, comportamentais da sociedade, pra agradar nichos. Temos outras prioridades.

     

  • #3411
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    Arnaldo Ampuero
    Espectador

    A relação de independência ao Governo Federal é de suma importância para o resgate de nossas bandeiras, bem como o fortalecimento de nossa ideia perante à sociedade. a relação institucional deverá sempre ser respeitada, porém sem ser subserviente a orientações que o partido discorde frontalmente e tampouco que necessitem de discussão de cargos para o apoio partidário.

    Filiados que fizerem parte do governo federal devem se licenciar do partido.

    O Partido deve fortalecer suas bases, mantendo um canal permanente de comunicação, para que sempre esteja consonante com o pensamento de seu filiado, interessado no bem do partido e a Favor do Brasil.

  • #3418
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    Elson Araujo
    Espectador

    A população deve ficar atenta a esse movimento autoritário – visivelmente- organizado para por abaixo  a Democracia Brasileira e todas as conquistas dela decorrentes, levantado pelo filho do presidente. O momento é sério demais para que o PSDB fique apenas no campo das

    “NOTA DE REPÚDIO” . É preciso mais do que isso.  Sugiro que o partido, além da nota  nacional já amplamente divulgada,,  aproveite a oportunidade para movimentar também  os diretórios estaduais para que em conjunto fique bem delimitado que o lado do PSDB é o lado  a defesa da liberdade  e do Estado Democrático de Direito se preciso for ganhar as ruas.

    Nesse  aspecto  não custa nada lembrar  o sempre atual Barão de Montesquieu no seu O Espirito das Leis quando diz  que *Todos que detêm o poder tendem a abusar dele.  Escrita no século XVIII a leitura da obra cabe direitinho neste momento da vida nacional quando há um flerte escancarado  do atual presidente com o totalitarismo.  Na mesma obra, o autor arremata que, só o poder detém o poder numa alusão aos limites que a este deve ser imposto.  Nesse caso esse outro poder  É O POVO.

    É impressionante a visão do cidadão Charles-Louis de Secondat,  já naquela época, sobre os riscos do poder sem limites*

    É certo que para se viver em sociedade, é necessário que se viva sob o manto de uma estrutura de poder (O Estado) e por conta disso se abra mão de “parte da liberdade para que haja equilíbrio social”, como pregava Rosseau, no seu Contrato Social, também escrito no século XVIII.

    Os pensamentos de Montesquieu e Rosseau têm influenciado positivamente, ao longo dos anos, várias nações que incluíram em suas constituições, parte de suas avançadas teses democráticas.

    No entendimento de Rosseau, por exemplo, todos os homens deveriam estar no poder pelo fato de serem senhores de sua liberdade. Como isso não é possível, o tempo mostrou a necessidade da escolha de alguns homens para governar, para liderar gente.

    Em democracias, como a do Brasil, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário formam o manto do poder estatal. São três poderes livres, independentes e, teoricamente harmônicos; teoricamente porque vez por outra um tenta, e às vezes até consegue, interferir no outro. É o executivo querendo legislar, o judiciário querendo fazer o mesmo e, no meio, um legislativo que deveria fiscalizar os dois, cada vez mais fraco e subserviente.

    Sucessivos escândalos, mau comportamento legislativo, leniência com os maus atos de quem governa, tem levado a população a desacreditar cada vez mais num poder legislativo que, se funcionasse como deveria, ajudaria a estabelecer um equilíbrio real entre os poderes.

    Constata-se visivelmente que quando um desses poderes se enfraquece um, ou outro, se fortalece; é nesse aspecto que a democracia passa a correr riscos por conta do desequilíbrio estabelecido dando vazão a declarações infelizes como essa do  “ filho do presidente”.  E o mais grave é que ainda encontra eco em alguns setores da sociedade.

     

    • Esta resposta foi modificada 1 semana, 4 dias atrás por  Elson Araujo.
  • #3581
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    Ricardo Olimpio
    Espectador

    1-O atual governo promove um desmonte gigantesco nas políticas públicas não é possível o PSDB fazer parte deste desserviço para a sociedade. Sem contar que temos passado vergonha internacional com as trapalhadas da família Bolsonaro.

    2-O atual governo é inimigo da democracia, não respeitam as instituições democráticas e são a favor de tortura e ditatura. O PSDB não pode compactuar com isso.

    #DiversidadeTucanaEmAção

  • #3621
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    Patrick Do Nascimento
    Espectador

    O PSDB, como centro (não em cima do muro) deve ter apenas um norte: a DEMOCRACIA. Até agora, não vi muito sendo feito pra garantir isso. A família Bolsonaro, que está envolvida em escândalos absurdo, ameaçando até a volta do AI-5 e os piores pesadelos da ditadura, continua livre, leve e solta destilando seu ódio e rancor para quem deseja a liberdade. Como o PSDB pode compactuar com um governo assim? Se calar diante do que vem acontecendo? Se não for pra assumir uma postura digna de oposição, não chegaremos a lugar algum! Nossa representatividade como partido vem diminuindo, principalmente porque a impunidade diante da família Bolsonaro vem aumentando cada vez mais.

    Não podemos deixar as coisas como estão! Onde está a voz dos que foram eleitos? Fazer nota de repúdio é apenas “passar pano” para as situações absurdas que se acumulam. Quando nós, como partido, tomaremos uma atitude enérgica de defensora da democracia? Isso vem me deixando de cabelo em pé. Eu tenho esperança ainda de que a família Bolsonaro pague pelos seus crimes, mas espero mais ainda que nosso partido volte aos tempos áureos dos quais se tornou conhecido. Precisamos com URGÊNCIA mostrar que estamos do lado da democracia. Ficar em silêncio apenas vai colaborar para que as falas do atual Presidente prejudiquem ainda mais o país, principalmente com o temor da volta de uma possível ditadura.

  • #3638
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    Henrique Lacasa
    Espectador

    O PSDB deve ser independente e desvinculado do governo atual, mas sem deixar de vigiar, garantindo que os processos democráticos continuem a florescer no Brasil.

    Nosso país não pode mais colaborar com aqueles que ousam ameaçar e desestabilizar a normalidade democrática.

     

  • #3644
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    Mateus da Rocha Castro
    Espectador

    O psdb tem que se comportar de forma independente e democrática. A favor das reformas que são necessárias para o crescimento do país. Mas não pode aceitar que partido pu político algum ameace a democracia. O brasil é maior que todos, e a democracia deve prevalecer

  • #3683
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    Rafael Ventura
    Espectador

    Manter a posição de independência e fazer críticas ou elogios quando necessário.

  • #3740
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    Leonardo Martins
    Espectador

    Respondendo de forma bastante resumida, acredito que devemos manter a posição de independência com relação ao governo federal, isto é, não compor a base do governo no congresso nacional, mas estar a favor de todos os projetos e propostas de fato boas para o Brasil e para a população brasileira, desde que estejam ao menos minimamente alinhadas com a nossa linha de defesa partidária histórica e também, quando for para ser contrário por convicção e coerência de ideais, não medir esforços para barra-lás, assim, deixando claro o ressalto para o veto de qualquer possibilidade de ocupação de cargos dentro do governo federal, visto as visíveis e radicais diferenças de idéias e de programas que temos com o atual mandatário presidencial.

    Seguiremos sendo protagonistas, não como sublegenda “deste ou daquele” governo, mas estando sempre na linha de frente, com os nossos mais diversos e qualificados quadros políticos, no cenário nacional, realmente trabalhando pelo Brasil e encabeçando grandes trabalhos dentro de grandes temas de suma importância para o Brasil, a exemplo das reformas tão necessárias, destacando o protagonismo que nós do PSDB, tivemos para a construção e aprovação da tão necessária reforma previdenciária.

    Temos potencial, história, quadros competentes e força de mobilização, para ali na frente, nos apresentarmos como opção segura, preparada e equilibrada para o eleitorado brasileiro, como protagonistas de um projeto com a nossa identidade e entendo que qualquer atuação como base de um governo tão diferente do que defendemos e que comete, entre outros atos, um bárbaro desrespeito a democracia, irá nos prejudicar perante aos brasileiros, perante a nós mesmos e a nossa convicção.

    Leonardo Martins – RS

  • #3745
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    Anderson M Salvador
    Espectador

    Devemos ter posição, apoiar o que a maioria do partido decide, Independente de reflexo eleitoral.

    Dar liberdade aos deputados para atuarem, mas cobrando deles fundamentos rigorosos  sobre as suas decisões.

    Alinhar frequentemente agendas com os ministries para que tenhamos informações reais e atualizadas sobre diversas pastas e assim ter condicoes de nos reunirmos para discutirmos, nao sendo pegos de surpresa e ter que tomar decisões de Ultima hora.

    Devemos respeitar o governo com.debates fundamentals e tecnicos, jamais levar para o lado pessoal.

     

     

  • #3748
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    Marcos Tadeu Tadeu
    Espectador

    O partido PSDB tem que manter a sua independência em relação ao atual Governo e manter o diálogo com a direita e esquerda para juntos construir o Brasil que queremos

  • #3837
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    MAURO LUIZ DE VASCONCELOS
    Espectador

    Vamos apoaia as reformas do governo.

    E também algumas questões referentes as promessas de campanha ndo Bolsonaro. A população votou nele por isso.

    Ficar.contra essas proposições e trair oneleitorado brasileiro.

    E aí vai pegar mal para o partido como um todo.

     

  • #3917
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    André Filipe
    Espectador

    Desde sua fundação, o PSDB se notabilizou pela defesa intransigente da democracia. Quadros de renome, como o saudoso líder Mário Covas,t um papel fundamental na transição de um regime autoritário para o Estado democrático que caracteriza a Sexta República. É implausível que cerremos fileiras com um governo fascista. Seria um crime hediondo contra nossa própria história e inclusive contra o nosso projeto de país, o qual está assentado em um espectro político-ideológico social-democrata. Acredito que a melhor posição que o nosso partido pode assumir é colocar-se na dianteira da construção de um campo político que estabeleça uma oposição de centro. Todavia, pautas de interesse do Brasil e do nosso próprio partido como a reforma política, a reforma previdenciária e a reforma tributária são de suma importância. Portanto, devem ser encorajadas e fortalecidas por nossos quadros.

  • #3941
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    Virginia Nogueira
    Espectador

    Em relação ao governo Federal acho que nosso presidente deveria aparecer menos na mídia .

     

     

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